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Física
Termologia
TERMODINÂMICA Resolução:
a) No estado B, temos: V = 21 x 10−2 m3
01. Qual a energia interna de uma molécula de certa massa
p = 0,4 x 104 N/m2,
gasosa a uma temperatura de 27º C? Qual a variação dessa
energia se a temperatura aumentar em 30º C? aplicando a equação de Clapeyron, com n = 1 mol temos:

constante de Boltzmann k = 1,38 x 10−23 J/K pV = n R T → 0,4 x 104 . 21 x 10−2 = 1 . 8,3 . T

Resolução: T ≅ 100 K

Vamos inicialmente transformar a temperatura de ºC para Note que a expansão A → B é realizada à temperatura
Kelvin: T = Tc + 273 = 27 + 273 = 300K constante. Logo, TA = TB = 100 K.

Sendo U =
3
N.k.T, com N = 1 molécula. b) O trabalho na contração B → C é dado pelo cálculo da área
2 abaixo da curva:
3 p
logo, U = 1,38 x 10–23 . 300 = 6,21 x 10–21J.
2 1,2 x 104
Agora, para uma variação de 30º C, temos a temperatura
final de 57º C ou 330 K. Assim,
3 3 C
∆U = Nk ∆T = 1,38 x 10−23 x 30 = 6,21 x 10−22 J 0,4 x 104 B
2 2
τ
7 x 10–2 21 x 10–2 V
02. Um mol de certo gás ideal sofre a transformação que está
indicada no diagrama p x V, conforme mostra a figura abaixo.
Dado R = 8,3 J/mol . K, determine:
τ = 0,4 x 104 (7 – 21) x 10−2 = – 5,6 x 102 J
a) A temperatura deste mol do gás no estado B; c) O trabalho de A → B pode ser calculado, de forma apro-
b) O trabalho realizado pelo gás na contração B → C; ximada, tomando-se a área como indica a figura:
c) O trabalho aproximado na expansão A → B; p
d) A variação da energia interna na expansão A → B; 1,2 x 104 A
e) A variação da energia interna na contração B → C.

p (N/m2)

1,2 x 104 A
0,4 x 104 B
C
τ

0,4 x 104 B 7 x 10-2 21 x 10-2 V


C
τ= 1,2 x 104 + 0,4 x 104
área
→ . (21 – 7) x 10−2
do trapézio 2
7 x 10-2 21 x 10-2 V (m3)
τ = 11, 2 x 102 J

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d) Sendo TA = TB → AU = 0 Facilmente podemos observar que se a transformação


for cíclica, o trabalho é obtido pela área da figura na
transformação.
e) em B temos:
p(N/m2)
3 3
UB = . p . VB = . 0,4 x 104 . 21 x 10–2 = 12,6 x 102 J
2 2 A B
10
τ
3
em C temos Uc = p . Vc
2 4 C

3
Uc = . 0,4 x 104 . 7 x 10−2 = 4,2 x 102J
2 V(m3)
5 15

logo ∆U = (4,2 − 12,6) x 10−2 = −


−8,4 x 102 J
τ = 6 . (2+ 10) = 30 J

03. O diagrama abaixo indica a transformação ABCA sofrida 04. Uma certa massa gasosa, de volume 10m3 sob pressão
por um gás perfeito:
2000 N/m2, sofre transformação isotérmica, recebendo
5000 J de calor do meio externo. Sendo o número de
p(N/m2)
moles do gás igual a 8 e a constante dos gases perfeitos
A B igual a 8,32 J/mol K, determine:
10

a) a temperatura da transformação;
4 C
b) a variação da energia interna do gás;
c) o trabalho realizado na transformação.

V(m3)
5 15 Resolução:

a) Cálculo da temperatura:
Determine o trabalho realizado na transformação.
p . V = n . R . T → 2000 . 10 = 8 . 8,32 . T

Resolução: T @ 300 K

Vamos inicialmente calcular o trabalho em cada b) Cálculo da variação da energia interna: como a
transformação:
transformação é isotérmica, a temperatura é constante,
portanto ∆U = 0 .
A → B: τ = 10 (15 − 5) = 100 J
c) Cálculo do trabalho realizado:
B → C: τ = 0 dado que ∆V = 0
pela 1a Lei da Termodinâmica, temos:
10 + 4
C → A: τ = . −10 = −70 J
2
Q= τ + ∆U
logo, τTOTAL = 100 + (−−70) = 30 J 5000 = τ + 0 ∴ τ = 5000 J

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05. (U.F. Uberlândia-MG) Num recipiente A existe um Resolução:
determinado gás perfeito que se encontra no estado definido
pelos valores p, V e T da pressão, do volume e da tempe- 3
U1 = 2 n . R . T
ratura, respectivamente. Em um recipiente B, um outro gás
perfeito encontra-se no estado definido pelos valores p da
pressão, 2 V do volume e 2 T da temperatura. Os dois gases 3
U2 = 2 n . R . 2T
têm o mesmo número de mols.
Sejam respectivamente U1 e U2 as energias internas dos
U1 1
U U2 = 2
gases nos recipientes A e B. A razão 1 vale:
U2
a) 1/2 Alternativa A
b) 3/2
c) 6
d) 3/4
e) 2

06. (FESP) Numa primeira experiência, expande-se o gás contido Resolução:


em um recipiente, de modo a duplicar o volume, enquanto Experiência 1:
a pressão permanece constante. Numa segunda experiência, n.R.T
a partir das mesmas condições iniciais, duplica-se a pressão P= V ⇒ Se eu duplicar o volume, a temperatura deve duplicar
sobre o gás, enquanto o volume permanece constante. para a pressão permanecer constante, daí, temos:
A respeito da energia cinética das moléculas do gás 3 n . R . 2T 3
E= 2 n.R.T ⇒ P= 2V ⇒ E1 = 2 n . R . 2T
pode-se afirmar que:
Experiência 2:
a) duplicou nas duas experiências.
n.R.T
b) duplicou na 1a experiência e reduziu-se à metade na V= ⇒ Se duplicarmos a pressão, devemos multiplicar
P
segunda. a temperatura por dois para que o volume permaneça constante, daí
c) duplicou na 2a experiência e reduziu-se à metade na temos:
primeira.
3 n . R . 2T 3
d) permaneceu constante nas duas experiências. E= 2 n.R.T ⇒ V= 2P ⇒ E2 = 2 n . R . 2T
e) em ambas as experiências foi multiplicada pela raiz de 2. Percebemos que nas duas experiências a energia duplicou.
Alternativa A

07. (FASP) Um gás real aproxima-se de um gás ideal quando: Resolução:


a) a pressão é alta e a temperatura muito baixa. Pressão baixa e temperatura elevada minimizam as interações entre as
b) a pressão e a temperatura são muito elevadas. moléculas do gás.
c) a pressão e a temperatura são muito baixas.
d) a pressão é muito baixa e a temperatura muito elevada. Alternativa D

08. (UEL-PR) A pressão de um gás perfeito, mantido num Resolução:


recipiente de volume constante a 27oC, é P. Se a temperatura
for elevada a 127oC, a pressão será: P1 P2
=
T1 T2
27 3
a) . P b) . P c) P
127 4
P P 4P
4 127 = 2 ⇒ P2 =
d) . P e) . P 300 400 3
3 27
Alternativa D

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09. Um gás perfeito sofre a transformação ABCD indicada no Resolução:


diagrama abaixo:
τ
N
= Área
p(N/m2)
4
A
a) Área A → B ⇒ Área =
b2 + 4 g . 2 = 6
2
D
3
τA → B = 6 J
B C
2 b) Área B → C ⇒ Área = 3 . 2 = 6
V(m3) τB → C = 6 J
2 4 7
Determine o trabalho realizado nas transformações:
10
c) Área C → D ⇒ Área =
b2 + 3g . 3 = 7,5
2
a) AB τC → D = 7,5 J
b) BC
c) CD d) τTOTAL = Σ τ = 6 + 6 + 7,5 = 19,5 J
d) ABCD

10. (Unicamp) 1 mol de gás ideal sofre a transformação Resolução:


A → B → C indicada no diagrama p x V da figura.
a) P . V = n . R . T
R = constante dos gases = 0,082 atm . L/mol . K = 8,3 J/mol . K 3 . 8 = 1 . 0,082 . T
T = 293 K
p(atm)

τA → B
N
3,0
A B b) = Área = 3 . 2 = 6 atm . l ou 6 x 102 J

c) Nas transformações isotérmicas, ∆T = 0, daí temos que


TA = TC = 293 K

isoterma
C
V (L)

0 8,0 10,0
a) Qual a temperatura do gás no estado A?
b) Qual o trabalho realizado pelo gás na expansão A → B?
c) Qual a temperatura do gás no estado C?

11. Uma certa massa gasosa sofre uma transformação Resolução:


termodinâmica, representada pelo trajeto ABC, mostrado
no gráfico a seguir. Qual o trabalho realizado pelo gás,
ao longo do processo ABC, em joules? . τ
N
= Área ⇒ Área =
b g
2 . 1 + 2 . 0,5
= 1,5 J
2
p(N/m2)
B
2

1,5

1
A C
0,5

0 0,5 1 1,5 2 V(m3)

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12. (FUVEST) Um mol de um gás ideal sofre uma transformação Resolução:
isotérmica reversível A → B, mostrada na figura.
a) PAVA = PBVB
p (atm)
constante dos gases ideais:
A
2 R = 0,082 atm . L/mol . K. 2 . 1 = 1 . VB ⇒ VB = 2L

1 B
b) isotérmica → ∆µ = 0 ⇒ Q = τ

1 VB ∴ Q = 5,7 J

a) Determine o volume VB.


b) Sabendo que o gás efetuou um trabalho igual a 5,7 J,
qual a quantidade de calor que ele recebeu?

13. (FEI) Uma amostra de um gás perfeito é levada do estado A


Resolução:
ao estado C, segundo a transformação ABC, conforme
indica o diagrama. O trabalho realizado pelo gás durante
a transformação é: τ =Ν área = (0,5 – 0,2) . 1 x 105 = 0,3 x 105 = 3 x 104 J
5 2
p . 10 N/m
Alternativa A
a) 3 x 104 J 4 C
b) 4,5 x 104 J
c) 7,5 x 104 J A
d) 10,5 x 104 J 1 B

e) 12 x 104 J 0 0,2 0,5 V (m3)

14. Na transformação cíclica de um gás perfeito, mostrada na Resolução:


figura, o trabalho realizado num ciclo, em joules, vale:
p(N/m2)
τ
N
= área =
b15 + 10g . 2 x 10
5
= 25 x 105 J ⇒ Alternativa E
a) 2 x 105 4 x 105 2
b) 6 x 105
c) 15 x 105 2 x 105
d) 20 x 105
e) 25 x 105
0 5 10 15 20 V(m3)

15. (UF-SCar) Um sistema termodinâmico é levado de um Resolução:


estado A e trazido de volta ao estado A, mas passando pelos
estados B, C e D, conforme o gráfico seguinte. O trabalho Inicialmente, vamos calcular a área abaixo da curva ADC:
realizado sobre o sistema para completar o ciclo foi de:
FG 4 + 8 IJ . 5 + FG 1 + 4 IJ . 1 = 32,5
a) 10,5J
p(N/m2) Área1 = H 2 K H 2 K
10
b) 25J 9 A Cálculo da área abaixo da curva ABC:
8
c) 42J 7
FG 8 + 5 IJ . 2 + FG 5 + 1IJ . 4 = 25
d) 7,5J 6
5 B
Área2 = H 2 K H 2 K
e) 9,0J 4 D
3 Área do ciclo = Área1 − Área2 = 32,5 − 25 = 7,5
2
1 C τ = 7,5 J
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 V(m3) Alternativa D

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16. (MACK) Considere o diagrama abaixo, onde se representam 19. (FUVEST) Certa quantidade de um gás perfeito sofre três
duas isotermas T e T'. As transformações gasosas 1, 2 e 3 transformações sucessivas A → B; B → C; C → A, conforme
são, respectivamente: diagrama p x V a seguir. Sejam τAB, τBC, τCA, os trabalhos
p (atm) realizados pelos gás em cada uma daquelas transformações.
Podemos afirmar que:
2,5
ƒ ‚
p
1,0 T' C
 T
V (L)
0 2,2 3,5
a) isobárica, isocórica e isotérmica
b) isobárica, isotérmica e isocórica
c) isotérmica, isocórica e isobárica A B
V
d) isocórica, isobárica e isotérmica
e) isotérmica, isobárica e isocórica
Resolução: a) τAB = 0
1. Pressão constante (Isobárica)
2. Temperatura constante (Isotérmica)
b) | τCA | > | τAB |
3. Volume constante (Isocórica) ⇒ Alternativa B

c) τBC = 0
17. (FATEC) Um corpo de gás perfeito contém a quantidade de
matéria n (mols). À temperatura absoluta T e sob a pressão d) | τBC | > | τAB |
p, ele ocupa o volume V (linha 0 no quadro abaixo).
Assinalar o outro conjunto de elementos coerentes com os e) τAB + τBC + τCA = 0
dados:
0 p V n T Resolução:
a 2p V/2 n 2T
Pelo gráfico, tiramos que a área sob a curva BC é maior que a área
sob a curva AB. Portanto | τBC | > | τAB |.
b 2p 2V 2n 2T
c 2p 2V n T
d 3p V/3 n/3 T Alternativa D
e nenhuma das anteriores

Resolução:
20. O gráfico abaixo representa a compressão de uma massa
P.V=n.R.T gasosa sob pressão constante de 10 N/m2. Determine o
2P . 2V = 2n . R . 2T ⇒ Alternativa B trabalho realizado na transformação.

V(m3)
18. (F.M. Santa Casa) A energia cinética média das moléculas A
de um gás perfeito é diretamente proporcional: 10
a) à pressão do gás. 6
b) ao volume do gás. B
c) à temperatura absoluta do gás. T(K)
d) à temperatura Celsius do gás. 300 500
e) à variação da temperatura absoluta do gás.
Resolução: Resolução:
3 3
τ = P . ∆V = 10 . (6 − 10) = −40 J
E = 2 n . R . T ou E = 2 k . T
Depende exclusivamente da temperatura. Alternativa C

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21. (ITA) Um recipiente de volume ajustável contém n mols 24. (EMC-RJ) O rendimento de uma certa máquina térmica de
de um gás ideal. Inicialmente o gás está no estado A, Carnot é de 25% e a fonte fria é a própria atmosfera a 27oC.
ocupando o volume V à pressão p. Em seguida, o gás é Calcule a temperatura da fonte quente.
submetido à transformação indicada na figura. Calcular o
Resolução:
calor absorvido pelo gás na transformação cíclica ABCA.
TF 300
η=1– ⇒ 0,25 = 1 – ⇒ TQ = 400 K = 127 ºC
TQ TQ
a) Q = 0 p
b) Q = npV/2 2p C
25. (UNESP) A Primeira Lei da Termodinâmica diz a respeito à:
c) Q = – npV/2
a) dilatação térmica
d) Q = pV/2 A b) conservação da massa
p B
c) conservação da quantidade de movimento
e) Q = – pV/2 V d) conservação da energia
V 2V
e) irreversibilidade do tempo
Resolução:
Resolução:

∆u = 0 ⇒ Q = τ Ν
= área A primeira Lei da Termodinâmica é um balanço energético.

−(2V − V) . (2p − p) − pV Alternativa D


Q= =
2 2

Alternativa E
26. (FATEC) Haverá trabalho realizado sempre que uma massa
gasosa:
a) sofrer variação em sua pressão
b) sofrer variação em seu volume
22. (MACK) Certa massa de gás ideal sofre uma
c) sofrer variação em sua temperatura
transformação na qual sua energia interna não varia. Essa
d) receber calor de fonte externa
transformação é:
e) nda
a) isotérmica Resolução:
b) isobárica
c) isométrica τ = P . ∆V
d) adiabática
Alternativa B
e) inexistente

Resolução:
27. (U.Uberaba-MG) Um gás está submetido a uma pressão
Pela teoria → Alternativa A constante dentro de um recipiente de volume variável.
Provocando-se uma expansão isobárica desse gás, o seu
volume varia como mostra a figura. Ao passar do estado
X para o estado Y, o gás realiza um trabalho que, em joules,
23. (F.M.ABC) O Ciclo de Carnot compreende: é igual a:
p (N/m2) X Y
a) duas transformações isotérmicas e duas isométricas 4
a) 1,6
b) duas transformações isobáricas e duas isométricas
b) 1,4
c) duas transformações adiabáticas e duas isobáricas
d) duas transformações isotérmicas e duas adiabáticas c) 1,2
e) duas transformações isotérmicas e duas isobáricas d) 1,0
V (m3)
e) 0,8
Resolução: 0 0,2 0,5
Resolução:
Pela teoria → Alternativa D τ Ν= área = (0,5 – 0,2) . 4 = 1,2 J
Alternativa C

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28. (UR-RN) Um sistema termodinâmico realiza um trabalho 30. (FEI) Numa transformação de um gás perfeito, os estados
de 30 kcal quando recebe 20 kcal de calor. Nesse processo, final e inicial acusaram a mesma energia interna. Certamente:
a variação de energia interna desse sistema é:

a) a transformação foi cíclica


a) – 10kcal
b) zero b) a transformação foi isométrica
c) 10 kcal c) não houve troca de calor entre o gás e o ambiente
d) 20 kcal d) são iguais as temperaturas dos estados inicial e final
e) 35 kcal e) não houve troca de trabalho entre o gás e o ambiente

Resolução: Resolução:
Pela teoria → Alternativa D
∆µ = Q – τ = 20 – 30 = – 10 kcal
Alternativa A
31. (FUVEST) A figura representa um cilindro com êmbolo
móvel, de massa 200 kg e área A = 100 cm2, que contém
29. (FUVEST) Um mol de um gás ideal dobra o seu volume inicialmente 2,4 litros de um gás ideal à temperatura de
num processo de aquecimento isobárico. Calcule: 27oC. Aquece-se o sistema até a temperatura estabilizar-se
em 127oC. A pressão atmosférica é igual a 105 N/m2.
Constante Universal dos gases: R = 8,3 J/mol.K
Adotar g = 10m/s2

p (N/m2)

5 . 106

V (m3)
0 5 . 10–3 10 –2

a) o trabalho mecânico realizado pelo gás a) Qual o volume final do gás?


b) a variação da energia interna do gás nesse processo b) Qual o trabalho mecânico realizado?

Resolução:
Resolução:
a) τ = área =
Ν (10–2 –5 x 10–3) .5 x 106 = 2,5 x 104 J
V1 V2 2,4 . 400
pV a) = ⇒ V2 = = 3,2 L
b) pV = nRT ⇒ T = T1 T2 300
nR

 
T1 =
5 x 106 . 5 x 10 −3
≅ 3012 K b) τ = p . ∆V = 105 + 2000
−4  (3,2 x 10–3 – 2,4 x 10–3) = 240 J
1 . 8,3  100 x 10 

5 x 106 . 10 −2
T2 = ≅ 6024 K
1 . 8,3

∆µ = 3/2 n R ∆T = 3/2 . 1 . 8,3 (T2 – T1) = 3,75 x 104 J

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32. (UNICAMP) O volume de 1 mol de gás ideal varia 34. (UFF-RJ) Uma certa quantidade de gás perfeito evolui de
linearmente em função da temperatura, conforme o gráfico
um estado I para um estado II e deste para um estado III,
abaixo.
V (L) de acordo com o diagrama pressão x volume representado.
Sabendo que a temperatura no estado I é de 57ºC, podemos
2V0 B
afirmar que a temperatura no estado III é de:

V0 A
p (atm)

T (K)
4
T0 2T 0 I
3
2
Calcule o trabalho realizado pelo gás ao passar do estado 1
II III
A para o estado B.
V (L)
V0 = 15 L, 2 4 6 8 10 12
T0 = 300 K
R (constante dos gases) = 8,3 J mol K a) 95 K
b) 120 K
Resolução:
c) 250 K
nRT 1 . 8,3 . 300 d) 330 K
p= = = 166.000 Pa
V 15 x 10−3 e) 550 K
τ = p . ∆V = 166.000 (2V0 – V0) = 2490 J Resolução:

33. (UNESP) Dois gases ideais, denominados G1 e G 2, p1V1 p3V3 3 . 2 1 . 10


= ⇒ = ⇒ T3 = 550 K
3 T1 T3 330 T3
ocupam volumes idênticos. Porém p1 = 2p2 e T2 = T1
5
(p e T são, respectivamente, pressão e temperatura Alternativa E
absoluta). Se o número de mols de G1 é 12, qual será o
número de mols de G2?
35. (UF-RN) A temperatura de uma certa quantidade de gás

a) 10 ideal, à pressão de 1,0 atm, cai de 400 K para 320 K. Se o


b) 6 volume permaneceu constante, a nova pressão é de:
c) 14,4
d) 7,2
e) 12 a) 0,8 atm
b) 0,9 atm
Resolução:
c) 1,0 atm
p1V
n1 = = 12 d) 1,2 atm
R . T1
e) 1,5 atm
p V p 2 . V 5p1V
n2 = 2 = 1 = Resolução:
R . T2 R . 3 5 T1 6RT1

n2 5 5n 5 . 12 p1 p2 1 p
= ⇒ n2 = 1 = = 10 mols = ⇒ = 2 P = 0,8 atm
n1 6 6 6 T1 T2 400 320 ⇒ 2

Alternativa A Alternativa A

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36. (CESESP-PE) O diagrama p x V da figura ilustra a variação 38. (UF-PA) A importância do Ciclo de Carnot reside no fato
da pressão com o volume, durante uma transformação de:
quase-estática e isotérmica de um gás ideal entre o estado a) ser o ciclo do refrigerador
inicial I e estado final F. Das afirmativas a seguir: b) ser o ciclo do motor de explosão
c) ter rendimento de 100% ou próximo
p (atm) d) determinar o máximo rendimento de uma máquina
térmica, entre duas temperaturas dadas.
e) ser o ciclo dos motores diesel
I
2,46 Resolução: Pela teoria → Alternativa D
Isoterma
1,23 F
39. (UNISA) Certa máquina ideal funciona realizando o ciclo
V (L)
0 10 20 de Carnot. Em cada ciclo o trabalho útil fornecido pela
máquina é 1 500 joules. Sendo as temperaturas das fontes
térmicas 227oC e 127oC, o rendimento da referida máquina
I. É nula a variação de energia interna do gás nesse é de:
processo.
a) 44% b) 56% c) 80% d) 10% e) 20%
II. O trabalho realizado pelo gás é numericamente igual à
área abaixo da curva IF. Resolução:
III. O calor absorvido pelo gás é numericamente igual à TF 400
área abaixo do gráfico IF. η=1– =1− = 0,20 = 20%
TQ 500

Pode-se afirmar que: Alternativa E

a) apenas I é correta
40. (PUC) O bico de uma seringa de injeção é completamente
b) apenas II e III são corretas
vedado, de modo a encerrar 1,0 cm3 de ar no interior da
c) apenas I e II são corretas
mesma, nas condições ambientais de temperatura e pressão.
d) todas são corretas
A seguir, puxa-se lentamente para fora o êmbolo (ver figura).
e) nenhuma é correta
O gráfico representa a variação da pressão p do ar em
Resolução: função do seu volume V. Sendo isotérmica a transformação,
e desprezando os atritos pergunta-se:
I. correta → ∆T = 0
P (104 N/m2)
II. correta
A
III. correta → Se ∆µ = 0 ⇒ Q = τ
1,0

Alternativa D – 5,0
– 4,0
PB B
– 3,0
37. (FGV) Pode-se afirmar que máquina térmica é toda máquina – 2,0 V (cm3)
– 1,0
capaz de transformar calor em trabalho. Qual dos (cm3) 0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0
dispositivos pode ser considerado uma máquina térmica?
a) Qual a pressão do gás no estado B?
a) Motor a gasolina
b) Aproximando a curva AB por uma reta, calcule o trabalho
b) Motor elétrico
realizado sobre o gás no processo.
c) Chuveiro elétrico
d) Alavanca Resolução:
e) Sarilho 1 x 10 4 . 1
a) pAVA = pBVB ⇒ pB = = 2500 N/m2
4
Resolução:

τΝ= área = ( )( ) = 1,9 x 10–2 J


1 x 104 + 2500 . 4 x 10−6 − 1 x 10−6
Pela teoria → Alternativa A b)
2

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41. (UF-MG) Uma dada massa de um gás perfeito recebe 120 J 44. O diagrama caracteriza uma p
de calor e sofre uma transformação isobárica, sob a pressão transformação 1 → 2 na
de 40 N/m2, conforme gráfico. qual:
a) não ocorre variação na
Determine a variação da energia interna do gás, em energia interna do 2
joules, ao evoluir do estado inicial A até o estado final B. 1 T2
sistema
T1
b) o sistema não troca V
V (m3)
B calor com o exterior
6
A c) o sistema não realiza trabalho ao passar de (1) para (2)
5
d) o calor posto em jogo é transformado integralmente em
trabalho
e) o sistema recebe calor, que é parcialmente transformado
em trabalho
T (K)
600 900 Resolução:
Resolução:
É uma transformação isobárica.
Q = 120 J
τ = p . ∆V = 40 . 1 = 40 J Alternativa E

∴ ∆µ = Q – τ = 120 – 40 = 80 J
45. (FATEC) Um sistema constituído de um gás perfeito passa
do estado 1 para o estado 2, conforme o esquema. Se
42. (CESESP-PE) Calcule aproximadamente o rendimento
τ
medirmos: Q (o calor fornecido), (o trabalho realizado) e
máximo teórico de uma máquina a vapor cujo fluido entra a
400ºC e abandona o cilindro a 105ºC.
τ
∆U (variação de energia interna), tem-se Q = + ∆U.

Resolução: p

TF 378
η=1– =1− = 0,44 = 44% 2
TQ 673 A
B

1 C T2 = 500 K
43. (FEI) Considere as afirmações relativas a um gás perfeito: T1 = 300 K
V (Volume)
I. A energia interna de uma dada massa de gás ideal é
função exclusiva de sua temperatura. Então, quando o sistema passar do estado 1 para o
II. Numa expansão isobárica a quantidade de calor estado 2, pelos processos A, B e C, podemos dizer que:
recebida é menor que o trabalho realizado
III. Numa transformação isocórica a variação da energia a) o trabalho realizado pelo sistema será o mesmo para os
interna do gás é igual à quantidade de calor trocada 3 processos.
com o meio exterior. b) o calor fornecido ao sistema será igual nos três processos.
c) a variação de energia interna será a mesma nos três
São corretas as afirmações: processos.
d) no processo A o calor fornecido será menor que nos
a) I e II b) II e III c) I e III d) todas e) nenhuma processos B e C.
e) nenhuma das afirmações anteriores.
Resolução:
I. correta Resolução:

II. errada → ∆V > 0 ⇒ Q > τ A variação de energia interna depende apenas da variação de
temperatura.
III. correta → Não há variação de volume ⇒ τ=0
Alternativa C
Alternativa C

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46. Um gás perfeito sofre uma expansão, realizando um 49. (UF-RS) Qual é a variação de energia interna de um gás ideal
trabalho igual a 200 J. Sabe-se que, no final dessa
sobre o qual é realizado um trabalho de 80 J, durante uma
transformação, a energia interna do sistema está com
60 J a mais que no início. Qual a quantidade de calor compressão adiabática?
recebida pelo gás?
Resolução: a) 80 J
b) 40 J
∆U = 60 J
τ = 200 J c) zero
d) –40 J
∆U = Q − τ
e) –80 J
60 = Q − 200
Q = 260 J
Resolução:

47. (MED. Pouso Alegre-MG) Um gás, sofrendo uma


transformação isométrica, recebe 240 J de calor do meio ∆U = Q − τ Q = 0 (adiabática)
ambiente. O trabalho realizado pelo gás e sua variação de
energia interna são, respectivamente: ∆U = −(−80) = 80 J
a) 240 J e zero
b) zero e 240 J
c) 120 J e 120 J
d) zero e 120 J 50. (UF-ES) Certa quantidade de gás ocupa, inicialmente, um
e) –240 J e 240 J volume de 10 litros à pressão de 7 x 105 N/m2. O gás sofre
Resolução: uma compressão isobárica até que seu volume se reduz
τ = P . ∆V → Se ∆V = 0 , τ=0 à metade, sendo que nesse processo a energia interna
∆U = Q − τ ⇒ ∆U = Q do gás diminui em 4000 J. Quanto ao calor trocado,
Alternativa B pode-se afirmar que:

a) o gás recebeu 7700 J.


48. (MED ABC) Nas afirmações abaixo, indique aquela que não
contém inverdades: b) o gás recebeu 500 J.
a) Numa compressão isotérmica de um gás perfeito, o c) o gás cedeu 7500 J.
sistema não troca calor com o meio. d) o gás cedeu 500 J.
b) Numa compressão isotérmica de um gás perfeito, o e) não houve troca de calor.
sistema cede calor menor que o trabalho que recebe.
c) Numa compressão isotérmica de um gás perfeito,
Resolução:
sempre ocorre variação da energia interna do gás.
d) Numa compressão isotérmica de um gás perfeito, o
sistema realiza trabalho; portanto, não recebe calor. ∆U = −4 000 J ⇒ ∆U = Q − P . ∆V
e) Numa compressão isotérmica de um gás perfeito, o
sistema recebe trabalho, que é integralmente trans-
−4000 = Q − 7 x 105 . (10 − 5) x 10−3
formado em calor.
Resolução:
Q = −500 J
Como T = T' ⇒ U = U'
∴ ∆U = 0
Alternativa D
Mas ∆U = Q − τ

Então: Q = τ
Alternativa E

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51. (FUVEST) O gráfico da figura abaixo representa uma 53. Num aquecimento isométrico de um gás perfeito o sistema:
transformação reversível sofrida por uma determinada massa a) recebe calor maior que o aumento de energia interna.
de gás perfeito: b) cede calor igual ao aumento de energia interna.
a) Qual foi a variação da temperatura do gás entre o estado c) recebe calor igual ao aumento de energia interna.
inicial A e o estado final C ? d) recebe calor menor que o aumento de energia interna.
b) Qual a quantidade de calor, em joules, recebida pelo gás e) nenhuma das alternativas está correta.
na transformação ABC ?
Resolução:
P (N/m2)
A B Como não há variação de temperatura, τ=0
∆U = Q − τ
4
∆U = Q
Alternativa C

1 C
54. Julgar as afirmativas a seguir:
0 1 4 V (m3) I. um gás somente pode ser aquecido se recebe calor
II. pode-se aquecer um gás realizando-se trabalho sobre
Resolução: ele
P.V=n.R.T III. para esfriar um gás devemos, necessariamente, retirar
a) 4 . 1 = n . R . TA calor do mesmo
4 Responda mediante o código:
TA = nR a) se apenas I for correta
1 . 4 = n . R . TB b) se apenas II for correta
4 c) se apenas I e III forem corretas
TB = nR d) se todas forem corretas
Percebemos que TB = TA ∴ ∆T = 0 e) se nenhuma for correta

τ
N
b) = Área Resolução:
Área = 3 . 4 = 12 J Podemos aquecer ou resfriar um gás realizando-se trabalho sobre
Como TA = TC ele ou fazendo com que ele realize trabalho.
∆UA → C = 0
∆U = Q − τ
Alternativa B

0=Q−τ
55. (FUVEST) Uma certa massa de gás, inicialmente sob pressão
Q=τ p e com volume V, é submetida à seguinte seqüência de
Q = 12 J transformações:
I. a volume constante, é aquecida até que a pressão atinja
o valor 3p
52. (PUC-MG) Se, numa transformação adiabática, a energia II. a pressão constante, é expandida até que o volume
interna final do sistema é maior que a inicial, então: quadruplique
a) o sistema realiza trabalho. III. a volume constante, é levada à pressão inicial p
b) o sistema não recebe nem realiza trabalho. IV. a pressão constante, é levada ao volume V
c) o calor recebido pelo sistema é maior que o trabalho por a) Represente as transformações num diagrama pressão x
ele realizado. volume.
d) o trabalho é realizado sobre o sistema. b) Qual o trabalho realizado pelo sistema?
e) o calor recebido pelo sistema é menor que o trabalho por Resolução:
ele realizado.
τ
a) p N
b) = Área
Resolução:
3p
∆U > 0 Se τ < 0 , ∆U > 0 Área = (4V − V).(3p − p) = 6 p.V
p
Alternativa D
V 4V V τ=6p.V

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56. (IPUG-MG) Uma determinada massa gasosa, ao se Resolução:


expandir, absorve 840 J de calor e realiza um trabalho de
360 J. Pode-se afirmar que: τ = 360 J
Q = 840 J
a) há aumento na temperatura do gás, provocado pelo
trabalho realizado
b) o aumento de energia interna do gás é 480 J ∆U = Q − τ = 840 − 360 = 480 J
c) o aumento de temperatura é devido a todo o calor
absorvido Alternativa B
d) o gás sofre transformação isovolumétrica
e) o sistema perde, para o meio, todo o calor absorvido

57. Numa compressão isotérmica de um gás perfeito, o sistema: Resolução:

a) não troca calor com o meio. Isotérmica ∆U = 0


b) cede calor menor que o trabalho que recebe.
c) recebe trabalho que é integralmente transformado em ∆U = a − τ
calor.
∴τ=Q
d) cede trabalho e recebe calor.
e) nda.
Alternativa C

58. (Fundação Carlos Chagas) Um gás perfeito pode ser levado de um estado A para um estado B através de várias transformações
e em cada uma delas o gás recebe uma certa quantidade de trabalho e calor. Considere as seguintes proposições:
I. Em diferentes transformações a quantidade de trabalho e calor variam, mas a soma algébrica de ambos é sempre a mesma.
II. A soma algébrica do trabalho e do calor, em qualquer uma das transformações, mede o incremento da energia interna.
III. A soma algébrica do trabalho e do calor, para cada transformação, depende das características dos diferentes percursos.
Pode-se afirmar que é(são) verdadeira(s):
a) I b) II c) III d) I e II e) II e III
Resolução:
A variação da energia interna não depende do percurso. É uma função de pontos.
Alternativa D

59. (FEI) Um mol de gás perfeito é submetido a uma transformação Resolução:


cíclica conforme esquema no diagrama p x V abaixo. São
τ
N
dados: p a) = Área ⇒ Área = (4 − 2) x 105 . (6 − 2) = 8 x 105 J

pA = 2 x 105 N/m2 B C
PA . VA PB . VB PC . VC PD . VD
VA = 2 m3 b) TA = TB = TC = TD
TA = 100 K
pC = 4 x 105 N/m2
VC = 6 m3 2 x 10 5 . 2 4 x 10 5 . 2 4 x 105 . 6 2 x 10 5 . 6
100 = TB = TC = TD
A D
Determinar:
V Temos que: TB = 200 K
a) o trabalho realizado durante o ciclo; TC = 600 K
b) as temperaturas TB, TC e TD. TD = 300 K

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60. (MACK) Uma amostra de gás perfeito sofre uma Resolução:
transformação isobárica sob pressão de 60 N/m2, como
ilustra o diagrama abaixo. Admita que, na transformação, o ∆U = Q − τ
gás recebe uma quantidade de calor igual a 200 J. Podemos ∆U = Q − P . ∆V
afirmar que a variação de energia interna do gás é de: ∆U = 200 − 60 . 2
V (m3) ∆U = 200 − 120 = 80 J
a) 80 J
Alternativa A
b) 100 J
Q
c) 120 J 3
d) 200 J
e) 320 J

1
P

0 100 300 T (K)

61. (UnB-DF) Um gás ideal vai do estado 1 ao estado 2, podendo Resolução:


passar pelos caminhos 1a2, 1I2 e 1b2, como na figura abaixo.
p (0) e (1) erradas pois a energia interna é uma função de ponto, ou seja,
depende apenas do estado inicial e final.
1 a
p1 (3) errada pois no caminho há variação de pressão.

Alternativa C
I

p2 2
b

V1 V2 V
(0) O estado final 2 depende do caminho seguido.
(1) A energia total do sistema no estado 2 depende do
caminho seguido.
(2) O trabalho realizado pelo gás, seguindo o caminho
1a 2, é maior que pelo caminho 1I2.
(3) O caminho 1a 2 é isobárico.
(4) Se o caminho 1I2 é uma isoterma, a temperatura em
1 é a mesma que em 2.
(5) O trabalho realizado pelo gás, seguindo o caminho
1b2, é p2 (V2 − V1).

Os algarismos das afirmativas corretas, na ordem em que


se encontram, formam o seguinte número:

a) 012
b) 135
c) 245
d) 045
e) 345

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62. (MAUÁ) O diagrama abaixo indica três transformações 65. (UNISA) Uma máquina térmica realiza o ciclo ABCA, como
de um gás perfeito, sendo uma delas isotérmica. A mostra a figura abaixo.
temperatura do gás no estado 2 é 350K. Calcular:
p (pascal)
p (N/m2)
B
6
1 2 4
3,4 x 103
A
2 C

3 0 4 8 12 14 V (m3)
0,10 0,50 V (m3) a) O trabalho realizado no ciclo é de 50 joules.
b) A transformação AB é adiabática.
a) a pressão e a temperatura no estado 3;
c) A transformação BC é isotérmica.
b) o trabalho realizado pelo gás na transformação 1-2.
d) A transformação CA é isobárica.
Resolução: e) NRA
P1 . V1 P2 . V2 3,4 x 103 . 0,1 3,4 x 103 . 0,5
a) T1 = T2 ⇒ T1 = Resolução:
350
Como percebemos, no caminho CA não há variação de pressão.
T1 = 70 K = T3 ⇒ P1 . V1 = P3 . V3 (Isoterma)
Alternativa D
3,4 x 103 . 0,1 = P3 . 0,5
P3 = 680 N/m2

b) τ = 3,4 x 103 . (0,5 − 0,1) = 1,36 x 103 J 66. (ITA) Da teoria cinética dos gases sabemos que a
temperatura absoluta de uma massa gasosa corresponde à
velocidade quadrática média das moléculas do gás. Nessas
63. Numa expansão isobárica de um gás perfeito o sistema:
condições, se uma molécula de oxigênio (O2) de massa
a) recebe calor e a energia interna diminui. m O está na superfície da Terra, com energia cinética
b) recebe calor e a energia interna fica constante. 2
correpondente a 0oC e se sua velocidade é dirigida para
c) realiza trabalho e a energia interna diminui.
cima e ela não colide com outras partículas durante a subida,
d) realiza trabalho e a energia interna não varia.
a que altitude h ela chegará?
e) troca mais calor que trabalho com o meio.
k = constante de Boltzmann = 1,38 x 10–23 J/K
Resolução: m O = 5,3 x 10–26 kg
2
Numa expressão isobárica de um gás perfeito, o trabalho realizado a) h = 1,1 x 104 km
é positivo e não há variação da pressão. Há uma diminuição de
b) h = 1,09 x 102 km
temperatura trocando calor com o meio.
c) h = 10,9 m
Alternativa E d) h = 1,1 m
e) h = 11 km
64. Numa transformação adiabática de um gás perfeito:
a) a temperatura não varia, pois não há troca de calor. Resolução:
b) quando o volume aumenta, a temperatura diminui. 3 m 02 V 2
c) o volume e a temperatura variam sempre no mesmo E= kT = ⇒
2 2
sentido
3kT 3 . 1,38 x 10−23 . 273
d) a temperatura aumenta quando o volume aumenta. ⇒V= = = 461,79 m/s
e) há duas afirmações corretas. m 02 5,3 x 10−26

Resolução: V2 = V02 + 2 . a . ∆h ⇒ 2 . 10 . ∆h = 461,792


Se o sistema expandir (V2 > V1), este realizará trabalho sobre o meio ∆h = 10662,5 m ≈ 11 km
externo e gastará energia. A energia interna diminui, logo a
temperatura diminui. Alternativa E
Alternativa B

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67. (PUC-RJ) Uma máquina de Carnot é operada entre duas Resolução:
fontes, cujas temperaturas são, respectivamente, 100oC e TF 273
0oC. Admitindo-se que a máquina receba da fonte quente a) η = 1 – =1− = 0,27 = 27%
TQ 373
uma quantidade de calor igual a 1000 cal por ciclo, pede-se:
b) ∆µ = 0 ⇒ Q = τ = 1000 cal . 0,27 = 270 cal = 1134 J
1 cal = 4,2
∆U ciclo = 0 c) 1000 cal – 270 cal = 730 cal

a) o rendimento térmico da máquina


b) o trabalho realizado pela máquina em cada ciclo
(expresso em J)
c) a quantidade de calor rejeitada para a fonte fria

68. (PUC-RS) O gráfico p x V representa as transfor-mações Resolução:


experimentadas por um gás ideal. Calcular o trabalho

τ N= área = ( 2) + 10 . 3 = 80 J
mecânico realizado pelo gás durante a expansão de A até C. 3 + 2 . 20

p (N/m2)

B C
30

10 A
V (m3)
0 1,0 3,0

69. (ITA) Uma molécula-grama de gás ideal sofre uma série de Resolução:
transformações e passa sucessivamente pelos estados
A→B→C→D, conforme o diagrama pV abaixo, onde p A VA p B VB pC VC p D VD
= = =
TA = 300 K. Pode-se afirmar que a temperatura em cada TA TB TC TD
estado, o trabalho líquido realizado no ciclo e variação da TB = 900 K
2 . 10 2 . 30 1 . 30 1 . 10
energia interna no ciclo são respectivamente: = = = ⇒ T = 450 K
300 TB TC TD C

TA(K) TB(K) TC(K) TD(K) ∆W(atml) ∆U(J) TD = 150 K

a) 300 900 450 150 20,0 0


b) 300 900 450 150 20,0 40 ∆τ N
= área = 20 . 1 = 20 atm . L
c) 300 450 900 150 20,0 0
d) 300 900 450 150 60,0 40 ciclo → ∆U = 0
e) nda
Alternativa A
p (atm)

A B
2,0
1,0 C
D
V (L)
10,0 30,0

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70. (PUC) O rendimento de uma máquina térmica: Resolução:

TF
a) depende apenas da temperatura da fonte quente Pela teoria → Alternativa B n=1–
TQ
b) é tanto maior quanto maior a diferença de temperaturas
das fontes quente e fria
c) depende apenas da temperatura da fonte fria
d) não depende das temperaturas das fontes e sim das
transformações envolvidas
e) nunca pode ultrapassar 30%

71. (FMU) Uma máquina térmica recebe da fonte quente Resolução:


100 cal e transfere para a fonte fria 70 cal. O rendimento
100 − 70 30
dessa máquina será: η= = = 30%
100 100

a) 15% Alternativa C
b) 20%
c) 30%
d) 40%
e) 50%

72. (Santa Casa) Uma máquina térmica executa um ciclo entre Resolução:
as temperaturas 500 K (fonte quente) e 400 K (fonte fria).
TF 400
O máximo rendimento que essa máquina poderá ter será: η=1– =1− = 0,20 = 20%
TQ 500
a) 10%
b) 20% Alternativa B
c) 25%
d) 30%
e) 80%

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