(o engano do diabo) A Deusa Do Terceiro Milenio

No Livro A Deusa do Terceiro Milênio Mary Schultze expõe que era uma “filha de Maria” e conta que resolveu

escrever esse livro para ser uma “simples mensagem de amor aos Católicos Romanos que ainda estão dormindo nas sombras do engano da Mitologia Mariana”.

A DEUSA DO TERCEIRO MILÊNIO Mary Schultze Prefácio: Nascida e criada na religião católica romana, vim ao mundo numa bela manhã de domingo, dia 8 de dezembro, e fui dedicada, no dia do meu nascimento, à imagem da Imaculada Conceição, que é celebrada nesse dia. Aos cinco anos de idade fiquei paralítica em conseqüência de avitaminose AD, pois detestava leite e seus derivados, nada consumindo em matéria de cálcio, embora meu pai dispusesse de 27 vacas leiteiras no curral do pequeno sítio onde morávamos. Meus pais aflitos mandaram buscar um frade católico, que se hospedou com a família e fez uma série de pregações “evangélicas”, orando em meu favor. O frade fez uma promessa à Virgem de que se eu fosse curada ficaria usando as cores branco e azul em homenagem à Imaculada, até o dia em que me casasse. Depois de haver tomado uma boa quantidade de “Emulsão de Scott”, à base de óleo de fígado de bacalhau, riquíssimo em Vitaminas A e D, voltei a andar e todos acharam que havia sido curada pela Virgem Maria. A promessa foi cumprida até que eu atingisse os 18 anos, quando um sacerdote católico, amigo da família, liberou-me do tal voto. Desde a infância eu nutria uma verdadeira paixão pela Virgem Maria, tendo me tornado membro da Ação Católica e “Filha de Maria”, durante a adolescência e juventude. Lia tudo que se referia à Virgem e me tornei uma verdadeira mariólatra durante quase toda a vida, até que, já quarentona, descobri toda a verdade, ao ler o Novo Testamento, e entreguei minha vida ao Senhor Jesus Cristo. Este livrinho é uma simples mensagem de amor aos Católicos Romanos que ainda estão dormindo nas sombras do engano da

Mitologia Mariana. Como a maioria dos Católicos não tem acesso à Bíblia e aos livros de pesquisa religiosa, resolvi me tornar pesquisadora do assunto. Ao escrever estas páginas tentando ajudar os que de bom coração julgam estar servindo e agradando a Deus, e no entanto estão desobedecendo a Sua Santa Palavra, não desejo outra coisa que não seja o bem de quem ler este livrinho. Que Deus o faça ler e meditar em tudo que aqui escrevi, confrontando esta mensagem com uma Bíblia, de preferência em edição católica, que é também a santa e inerrante Palavra de Deus, e nos conduz ao encontro da verdade que liberta da mentira religiosa. De uma coisa o leitor pode ficar certo. Amo todos os Católicos, porque toda a minha família foi católica, desde o nascimento até a morte, com exceção da minha geração, quando todos começamos a ler a Bíblia e nos convertemos ao protestantismo. Os Católicos são bons, porém muito crédulos, pois confiam em tudo o que a sua Igreja ensina, sem pesquisar a verdade e isso pode ser fatal para a salvação de suas almas, quando comparecerem diante do Juiz Supremo, no Dia do Juízo Final.

Capítulo 1 Fontes de Informações O professor de História da Universidade Nacional de Educação à Distância, na Espanha, Dr. César Vidal, Bacharel em Lei e Teologia, com mais de 30 livros publicados sobre Religiões Orientais, escreveu sobre Maria um dos seus livros mais importantes, “The Mith of Mary” (O Mito de Maria), baseado em pesquisas históricas e arqueológicas, as quais nos levam a conclusões deveras interessantes. Outro livro muitas vezes consultado foi “A Woman Rides the Beast” (A Mulher Montada na Besta), de Dave Hunt, o maior pesquisador atual de religiões na América, inteiramente devotado ao estudo da Palavra e ao desejo de esclarecer as pessoas contra as ciladas satânicas que enredam os Cristãos verdadeiros e os Cristãos nominais, neste final de milênio. Também consultamos o livro de Avro Manhattan, “The Vatican and the World Politics”. Outro livro consultado (e por nós traduzido e já lançado no Brasil) é o do excatólico Rick Jones, “Por Amor aos Católicos Romanos”. Ao ler este livro, a mãe da autora (D. Rosa) e sua irmã predileta (Dária), de 88 e 58 anos, respectivamente, entregaram suas vidas a Jesus e hoje estão salvas pela imensa graça e misericórdia de Deus. À medida em que este século 20 (6o. milênio) – vai chegando ao fim, aumenta a especulação religiosa em face à insegurança do mundo atual. No primeiro milênio depois de Jesus Cristo, o mundo mergulhou no caos religioso, porque Lúcifer estava inconformado com a vitória de Cristo na cruz e desejava neutralizar os seus efeitos. Sua grande meta havia sido “ferir a cabeça

de Cristo”, neutralizando sua obra redentora. Porém só conseguiu “ferir o calcanhar”. Cristo ressuscitou gloriosamente e mostrou todo o Seu poder contra o príncipe do mal. Mesmo sofrendo perseguições terríveis, os Cristãos iam crescendo assustadoramente, nos três primeiros séculos d.C., e dando preciosos testemunhos de fé e coragem. O Paganismo perdia terreno porque o Cristianismo se revelava ao mundo em toda a sua autenticidade e beleza. Então, por que não criar uma religião cristã de fachada, a fim de enganar os que não estavam totalmente embasados na Palavra de Deus? Satanás havia encontrado uma solução perfeita e procurou logo um homem que lhe pudesse ser útil na concretização deste plano. Ele já havia usado muitos Césares cruéis e sanguinários para combater os Cristãos. Porém não havia conseguido o seu intento. Agora estava escolhendo um adorador do deus Sol, que outro não era senão o próprio Lúcifer (Lúcifer = Luz), e foi preparando-o para a grande façanha de englobar todas as religiões mundiais numa religião aparentemente cristã, porém falsa e perigosa. E tudo correu segundo os propósitos do Anjo de Luz. Aqui estava o primeiro Sumo Pontífice “cristão”, que agiria globalmente, implantando o Ecumenismo. Seu nome, Constantino, o Grande! E como representante oficial de Nimrode, o primeiro papa do paganismo, ele também precisava de uma “deusa-mãe” que lhe desse o necessário suporte espiritual. E encontrou-a, fazendo-se passar por outro Cristo e usando o nome da santa mãe de Jesus para atingir os seus objetivos. Em seu livro “The Mith of Mary”, César Vidal começa afirmando que Maria ainda continua na moda, o que se pode notar perfeitamente pelo número cada vez mais crescente de peregrinos que afluem aos seus santuários espalhados pelo mundo inteiro e pela venda de estatuas que a representam. (p.9). Cada dia mais pessoas ingênuas são convencidas, através da Mídia e da literatura anti-bíblica, de que a Maria mitológica é a mesma apresentada nas páginas do Novo Testamento. Agraciada com os títulos de “Mãe de Deus”, “Rainha dos Céus”, “Rainha da Igreja”, “Imaculada Conceição”, “Mediadora”, “Rainha da Boa Morte”, “Mãe de Misericórdia” e dezenas de outros mais, a Maria católica, que nada tem a ver com a santa mãe de Jesus na carne, transformou-se num ídolo adorado em todo o mundo e praticamente em todas as religiões. O resultado desta adoração é que o entendimento das pessoas foi completamente obscurecido e a Igreja, mãe da fusão da história neotestamentária com o mito, tem se enriquecido escandalosamente e as pessoas têm sido conduzidas à perdição por não amarem a verdade e se deixarem engolfar na operação do erro. O culto a Maria tem-se fortificado sobremaneira neste século 20, depois de uma série de aparições em que a Virgem tem entregue aos videntes mensagens que em geral se chocam com a Palavra de Deus. Focalizando o Novo Testamento e muitos livros históricos e arqueológicos, o autor do livro “The Mith of Mary” nos leva a conclusões novas e interessantes sobre o maior mito da religião

mundial. Além deste autor, mais 4 outros de grande autoridade e erudição foram consultados, a fim de que possamos entregar um trabalho sério sem qualquer outra intenção a não ser a de esclarecer as mentes dos Católicos enganados pela sua religião embasada em crendices e superstições. Que o Santo Espírito de Deus, que nos trouxe ao conhecimento da verdade, que é Jesus Cristo, nos leve a entregá-la generosamente aos que não podem ter acesso aos livros escritos em outros idiomas Capítulo 2 Maria no Novo Testamento

As fontes mais seguras para o estudo de Maria se encontram no Novo Testamento e nas escavações arqueológicas realizadas neste século. Temos ainda os chamados escritos apócrifos, os quais merecem pouca ou nenhuma confiança, uma vez que se baseiam na tradição oral, geralmente falaciosa. Tais escritos vieram de homens criadores ou associados a alguma corrente herética, como os pelagianos e os ebionitas, que muitas vezes se escondiam sob os nomes dos apóstolos de Cristo, e começaram a aparecer cinco séculos após a morte dos apóstolos. O que sabemos com certeza a respeito de Maria é que era uma virgem nascida em Nazaré da Galiléia, provavelmente descendente de uma família sacerdotal e desposada com um justo homem chamado José, da linha de Davi. (Lucas 1:27). O casamento judaico era efetuado em duas etapas, a primeira chamada erusim ou kiduschin, quando os noivos se comprometiam perante algumas testemunhas, porém não iam viver juntos. Se houvesse relação sexual comprovada nesse período os noivos eram censurados. Caso a moça tivesse uma relação sexual com outro homem seria acusada de adultério e conseqüentemente apedrejada, conforme a lei judaica. Após cerca de um ano de compromisso os noivos se casavam numa cerimônia conhecida como nisuim ou kuplah e iam residir juntos, a fim de constituir família. Às vezes a mulher podia ser repudiada por ser estéril ou mesmo muito feia. Quando lemos Lucas 1:26-38 ficamos sabendo que Maria engravidou e em Mateus 1:18-19, que José tencionava abandoná-la secretamente, a fim de que não fosse apedrejada. Foi quando ele teve um aviso em sonho de que Maria era inocente e havia concebido um filho pelo Espírito Santo. Então José continuou a viver com ela (Mateus 1:18-20). Após a anunciação do anjo Gabriel, conforme lemos em Lucas 1:28-38, Maria ficara radiante porque nela se cumpria a gloriosa promessa feita a Israel da vinda do Messias. Foi então visitar sua prima Isabel, que morava numa cidade montanhosa da Judéia, casada com o sacerdote Zacarias. O encontro foi jubiloso, pois o filho que

Isabel trazia no ventre (João Batista) saltou de alegria ao escutar a voz da mãe do Salvador. Maria ouviu uma bela mensagem de boas vindas da parte de Isabel. Ficou inspirada e compôs o lindo poema conhecido como Magnificat, louvando e glorificando o Deus de Israel, por ter sido escolhida, pela salvação do seu povo e tudo o mais, declarando também ser uma pecadora necessitada de salvação pessoal (Lucas 1:46-55). Permaneceu três meses com Isabel, em seguida voltou à companhia de José. A partir daí nada sabemos do casal José/Maria, nos próximos seis meses, até que ficamos conhecendo os detalhes do nascimento de Jesus, conforme Lucas 2:1-20. Oito dias após o nascimento o menino foi circuncidado em obediência à Lei de Moisés, recebendo o nome de Jesus. O dia ideal para a circuncisão infantil era o 8o. após o nascimento, quando a quantidade de protrombina no sangue chegava ao grau máximo e não havia perigo de hemorragia. Após os dias da purificação, Jesus foi levado ao Templo de Jerusalém para ser apresentado como primogênito ao Deus de Israel. Um casal de pombos foi ofertado (conforme Levítico 12:6-8 e Lucas 2:22-23), e o menino se tornou membro da tribo de Judá. Aí apareceram Simeão e Ana, duas pessoas idosas, que testemunharam da missão messiânica de Jesus. Em seguida o casal se retirou para Nazaré da Galiléia (Lucas 2:1-39), onde Jesus teria uma infância saudável, crescendo em estatura e graça diante de Deus e dos homens. O Evangelho de Mateus (2:1-18) trata da adoração dos Magos e também nos conta sobre a matança dos infantes de dois anos para baixo, que fora ordenada pelo monstruoso Herodes, o Grande. Foi uma tenebrosa manobra de Satanás para liquidar Aquele que iria redimir a humanidade dos seus pecados. Nesse tempo José, que havia sido previamente advertido por sonho, havia fugido com Maria e o menino para o Egito, de lá regressando somente após o hediondo massacre (Mateus 2:19-22). A partir daí a vida da família se torna agradável e tranqüila e só vamos ficar sabendo algo a respeito, quando Jesus, aos 12 anos de idade, é focalizado no Templo, dando sábias lições aos doutores. Ao ser encontrado pelos pais, depois de três dias de ausência, sua mãe o repreende e Jesus lhe responde de maneira enigmática: “ Por que estavam me procurando? Não sabiam que eu devia estar na casa de meu Pai?” (Lucas 2:41-49BLH). Maria era uma mulher judia comum, de vida santa e irrepreensível, mas imperfeita como todas as mães, incapaz de reconhecer a alta responsabilidade do filho diante do seu ministério divino. Nas Bodas de Caná encontramos Maria tentando usar os poderes do seu filho, quando afirmou que o vinho acabara, esperando que Ele resolvesse o problema. Jesus lhe respondeu com certa rispidez, porém atendeu o seu pedido e transformou imediatamente cerca de 450 litros d’água em precioso vinho. Desse episódio guardamos o único mandamento de Maria aos Cristãos:

“Façam tudo o que Ele (Jesus) mandar” (João 2:5-BLH). Em seguida Jesus, seus discípulos, Maria e seus irmãos, retiraram-se para a Galiléia (João 2:1-11). Como toda mãe judia, Maria desejava interferir na vida do filho, porém Jesus, após o início do Seu ministério, sempre fez questão de deixar claro que não dependia mais dos conselhos dela. Isso podemos ver em passagens como Marcos 3:31-35 e Lucas 8:19-21. Em Lucas 11:27-28, lemos o seguinte: “… Uma mulher que estava no meio da multidão falou bem alto para ele: – Feliz a mulher que te deu à luz e amamentou! Mas Jesus respondeu: – Mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a obedecem”. (BLH) Jesus jamais deu uma ênfase especial ao papel de sua mãe, provavelmente para evitar que um dia ela fosse adorada como deusa, através de estátuas fabricadas pelos homens, em aberrante contraste com a Palavra de Deus, que diz: “Eu sou o Senhor, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra às imagens de escultura” (Isaías 42:8). Em sua opinião, o fato de Maria ser sua mãe na carne era realmente uma grande bênção para ela, porém muito maior era a bênção dada por Deus aos que lêem e praticam a Sua Palavra. Jesus conhecia muito bem as suas prioridades e não permitia de modo algum que Maria e seus seis filhos, meio irmãos de Jesus, pudessem interferir em Seu ministério divino. Mesmo porque nenhum deles havia percebido a grandeza do objetivo do Pai enviando o Filho ao mundo como Salvador da humanidade. Quando na cruz Jesus suportava a agonia da morte, entregou Maria ao seu discípulo João, considerando que seus irmãos eram incrédulos (João 7:5) e não iriam cuidar espiritualmente dela, como o faria o seu discípulo amado. As palavras de Jesus em João 19:25-27 seriam usadas séculos mais tarde para criar uma mentira, apresentando Maria como a Mãe da humanidade. O teólogo católico conservador L. Ott afirma que as palavras de Jesus; “Mãe, eis ai o teu filho”… foram dirigidas apenas àquele a quem Jesus entregou sua mãe. (Fundamentals of Catholic Dogma, 1966). As informações sobre Maria após a morte de Jesus são escassas. Provavelmente ela se encontrava entre os 500 discípulos a quem Jesus apareceu após a morte e antes de sua ascensão aos céus (1 Coríntios 15:6). Como estava sempre presente nas reuniões de oração da comunidade cristã (Atos 1:14), aguardando a promessa do derramamento do Espírito, é provável que Maria tenha sido uma das pessoas que foram fortalecidas com as línguas de fogo derramadas no Dia de Pentecostes (Atos 2:1-6). Entretanto, a partir de Atos 1:14 Maria deixa totalmente de ser mencionada no Novo Testamento, o que prova que ela não desempenhou um papel relevante na Igreja Primitiva. Isso vai totalmente de encontro aos mitos católicos, de acordo com os quais Maria tem praticamente o mesmo poder espiritual do seu filho Jesus Cristo.

De acordo com a teologia católica, Maria é Virgem Perpétua, Imaculada, Mediadora, Co-Redentora, Rainha dos Céus, Rainha da Igreja, Rainha dos Anjos, Mãe de Misericórdia, Rainha da Terra e dos Mares, e outras coisas mais Capítulo 3 Maria Após o Pentecoste A partir do século 4 a Igreja Católica (Romana e Oriental) iniciaria a fabricação de uma rede de mitos a respeito de Maria. Um deles foi sobre seus pais, que foram “batizados” como Joaquim e Ana, e mais tarde seriam canonizados pela Igreja como santos. Provavelmente o nome Ana provém de uma deusa romana chamada Ana Perena ou Dana, uma vez que o festival dos pais de Maria foi encaixado na mesma época e com os mesmos ritos do festival dessa deusa pagã.. Em Tudela, Espanha, esse festival acontece com um desfile de gigantes, exatamente como acontecia nos cultos celtas, da deusa Ana Perena (ou Dana), mencionada pelo poeta latino Ovídio como provedora de mantimentos. Na Igreja Católica o mito cresceu, amadureceu e se espalhou pelo mundo inteiro. Após a canonização, esse casal de santos católicos passou a ser venerado como grandes operadores de milagres. Os pobres Católicos, mal informados e crédulos ao extremo, quando se ajoelham diante de S. Joaquim e Sta. Ana nem de leve imaginam que estão adorando deuses mitológicos, em terrível afronta ao Deus de Israel. O famoso escritor católico Von Dollinger, escreve: “Nem o Novo Testamento nem os escritos patrísticos dizem coisa alguma sobre o destino da Santa Virgem após a morte de Cristo. Dois trabalhos apócrifos do quarto ou quinto século, um atribuído a S. João e outro a Melito, Bispo de Sardes, são os mais antigos em matéria de sugestão sobre a sua assunção corporal” (A Woman Rides the Beast, p.444).

Capítulo 4 Maria, Virgem Perpétua A Igreja Católica (Romana e Oriental achou por bem “seqüestrar” os irmãos de Jesus, a fim de transformar Maria numa virgem perpétua. Ao mesmo tempo em que criaram uma família de pais fictícios, por outro lado resolveram fazer desaparecer a verdadeira família de Maria, seus filhos do casamento com José. A maior glória para uma esposa judia era ter pelo menos sete filhos (aliás, a conta ideal), e Maria neste ponto foi uma mulher totalmente realizada. Podemos ler sobre os filhos de Maria em Mateus 13:55-57; Marcos 6:3, João 7:5, 1 Coríntios 15:7 (ai falando apenas de Tiago) e indiretamente em Atos

1:14, quando Maria e seus filhos estariam fazendo parte da congregação cristã primitiva. Os pais da Igreja, Eusébio de Cesaréia, Hegesipo, Crisóstomo e Tertuliano pareciam ter a mesma idéia de que realmente Maria teve pelo menos seis filhos com José. Como diz o escritor americano Thomas F. Heinze, em seu livro “Answers to My Catholic Friends”, p.46, (Resposta aos Amigos Católicos) “Muitas traduções antigas da Bíblia católica traduzem a palavra “irmão” como “primo”, sem qualquer respaldo bíblico e somente no caso dos irmãos de Jesus. Todos os demais “irmãos” foram traduzidos como “irmãos”. A desonestidade… foi tão evidente que quase todas as traduções recentes da Bíblia agora usam a palavra irmão. Alguns Católicos até argumentam: sim, eles eram irmãos, mas só no sentido espiritual, não físico. Essa interpretação também está errada, porque até a ressurreição acontecer os irmãos de Jesus não criam nele (João 7:5). … Em João 2:12, … vemos uma clara distinção entre os irmãos carnais de Cristo e seus discípulos”. A Bíblia ensina claramente que Maria foi virgem somente até o nascimento de Jesus, seu filho primogênito (Mateus 1:25). Depois ela teve outros filhos com José. O “seqüestro” dos irmãos de Jesus, totalmente desconhecido pelos Pais da Igreja, foi arquitetado ao longo dos séculos, a fim de criar um culto de adoração à Virgem Perpétua. Tal culto foi totalmente embasado na mitologia oriental, segundo a qual as deusas (e Maria foi fundida às imagens de pelo menos três delas) eram sempre virgens, mães de um ou mais deuses, com poderes sobre a vida e a morte. O escritor católico Peter de Rosa, conforme citação de Dave Hunt em seu livro “A Woman Rides the Beast” afirma o seguinte: “Notamos que os padres, especialmente os papas, têm desenvolvido um culto à Virgem Maria. Para os celibatários a mulher ideal é um ser assexuado que deu à luz um filho. Maria tem um corpo sem intercurso sexual, o que é considerado como perfeição” (p. 437) Maria era uma mulher casada e fiel às Escrituras, que comandam a esposa a entregar ao marido o seu corpo. A Bíblia também afirma que “digno de honra entre todos seja o matrimônio” (Hebreus 13:4). Quando Maria, ao receber a notícia de que ia ser mãe, argumentou com o anjo Gabriel: “como pode ser isto, pois não tenho relação com homem algum”, (Lucas 1:34), ela estava apenas afirmando ser virgem até aquele momento. E não fazendo um voto de virgindade perpétua, como asseguram através de sofismas os hierarcas romanos e ortodoxos. Diz o escritor César Vidal que a teoria da virgindade perpétua de Maria é de origem herética, pois vem dos Ebionitas, que criam em Jesus como o Messias prometido, porém não na Sua divindade. Também existe a hipótese de uma defesa contra os ataques dos judeus incrédulos, que não aceitavam Jesus como o Messias e acusavam Maria de adultério (Atos de Pilatos 11:3). No Talmud, no início do século 2, Maria era acusada de ter praticado fornicação com um soldado romano chamado “Pantera” e Jesus seria um filho bastardo desse soldado (Tosefta Hullin II, 22-23). Mas, mesmo

que o objetivo da defesa de Maria por parte dos crentes tenha sido nobre, o resultado foi péssimo.

Capítulo 5 Maria, Mãe de Deus A partir do século 4, quando a Igreja perseguida foi anistiada por Constantino, esse imperador romano, vendo a necessidade de construir uma religião universal, para a unificação do império, primeiramente pensou numa religião monoteísta em que o deus Sol seria o único deus. Mas vendo a influência crescente e a firmeza moral e religiosa dos Cristãos, resolveu criar uma religião sincretista, monoteísta e estatal, tendo como Deus o Jesus dos Cristãos. Imediatamente criou também o sistema sacerdotal da religião pagã, transformando o Cristianismo numa religião paganizada, da qual se tornou o primeiro Sumo Pontífice. Diz o escritor Dave Hunt, em seu livro “A Woman Rides the Beast”, que esse imperador continuou adorando o deus Sol, e que ele foi o primeiro papa e Anticristo, sendo o protótipo mais que perfeito do que será o futuro ditador mundial. Ele acreditava ser “um outro Messias” e por isso exigia que o chamassem de “vigário de Cristo”, deixando aos seus legítimos herdeiros, os papas, esse título blasfemo. A palavra “vigário” significa “em lugar de” ou então “anti”. Portanto, se o Espírito Santo é único e legítimo VIGÁRIO de Cristo, o “vigário”, com letra minúscula, só pode ser o “Anticristo”, isto é, o papa. Desde que tomaram conta da Igreja, a partir do século 6, os papas se tornaram verdadeiros vampiros da consciência humana, impondo sua religião cheia de mitos e superstições, fazendo com que os fiéis se tornassem verdadeiros robôs religiosos. Isso vem totalmente de encontro à liberdade cristã que nos foi trazida pelo Senhor Jesus Cristo. Em seu livro “The Mith of Mary” (ps. 76-84) César Vidal nos apresenta o perfil completo de uma “mãe de deus” do paganismo. A primeira dessas deusas foi a “Deusa Branca”, uma espécie de “deusa mãe” ou “deusa terra” (hoje Gaia, na Nova Era). Essa deusa também se funde com Isis, Astarte e Demétria/Artêmis/Vênus. No Egito era conhecida como Isis, na Palestina como Astarte, na Grécia como Demétria./Artêmis/Vênus. E em Roma como Cibele, a “Grande Mãe”, cujo culto teve origem na Frigia. Segundo esse historiador, as três deusas que mais contribuíram para a criação do mito “Maria, Mãe de Deus”, foram:

Isis – Seu culto se originou no Delta do Rio Nilo, cresceu assustadoramente durante o reinado dos Ptolomeus (4-1 ªC.), e de 1 ªC.. até 7 d.C., no Império Romano. Junto com o seu marido Osíris (o deus Sol de Constantino), ela cuidava da Agricultura e da Medicina, no Egito. Ela é sempre apresentada com um filho no colo, o deus Horus. A sigla da hóstia católica, “IHS”, que os hierarcas romanos afirmam ser “Jesus, Homem Santo”, é a mesma da trindade egípcia:” Isis, Horus e Seb”. Enquanto isso, o ostensório que guarda a hóstia é a representação de Osíris, o deus Sol, com os seus raios luminosos. Parece que temos uma “quaternidade” pagã, sendo que o quarto deus é o mais importante dos quatro, exatamente como está acontecendo no Catolicismo, onde Maria é a mais importante dos quatro deuses desta religião. Demétria - Sua característica fundamental era a maternidade. Os gregos a associavam à fertilidade, tanto que em Chipre o seu culto era realizado durante a colheita do trigo, com o nome de “dematrizein”, sempre rodeado de mistérios. Diz a lenda que esta deusa possuía poderes espetaculares, e que chegou ao ponto de retirar sua filha Persépolis do inferno. Seus poderes iam além da terra, penetrando nos misteriosos reinos subterrâneos da morte. Cibele - Era adorada junto com rochas (litolatria). Sua divindade era conectada com montanhas. Aparecia sempre vestida de túnica e coberta com um largo manto, com uma linda coroa na cabeça, e às vezes rodeada de leões. O culto a esta deusa chegou a Roma em 204 ª C e se estendeu pela Gália e até a África. Os sacerdotes eram obrigados a se castrar para essa “deusa-mãe”. Eram, portanto, celibatários. O estudo destas três e outras “deusas-mães” revela uma semelhança extraordinária com o culto a Maria. Elas eram adoradas em rochas, às vezes carregando um filho ao colo, e tinham poderes sobre a vida e a morte, exatamente como a Virgem Maria do Catolicismo. Recebiam adoração e sacrifício dos seus fiéis. Na 1 Coríntios 10:19-22 o apóstolo Paulo fala claramente que os sacrifícios oferecidos aos deuses são em verdade oferecidos aos demônios. Ele quis dizer que por trás desses deuses (e deusas) estão forças demoníacas. Enquanto os que desconhecem a Bíblia ficam adorando imagens e gravuras de deuses e deusas, por trás desses cultos se encontram demônios a serviço de Lúcifer, o pai da mentira, o qual se transforma até mesmo em anjo de luz para enganar os incautos. (João 8:44, 2 Coríntios 11:14). A Igreja Católica (Romana e Ortodoxa) fez uma síntese de Maria, a Mãe de Jesus, com estas deusas da mitologia antiga e criou a “Deusa Maria”, que nada tem a ver com a mulher simples, pura e comum, que deu à luz o Filho de Deus na carne. É provável que essas “Marias” disso e daquilo, que aparecem aqui, ali e acolá, não passem de entidades demoníacas a serviço do aumento da idolatria, que Deus tanto abomina e chama de prostituição espiritual. As características comuns a essas deusas, que tanto coincidem com Maria, são as seguintes:

1. Imagens e pinturas – Elas sempre foram representadas por imagens de pedra, ou pinturas para serem adoradas. No Catolicismo temos as Senhoras de Mont Serrat, Guadalupe, Lourdes, Salete, Fátima, Aparecida, Medjugorje e uma centena de outras “Nossas Senhoras” disso e daquilo, dali e de acolá, com as quais o Catolicismo fatura fortunas da parte dos fiéis que as adoram e delas esperam receber muitas graças. Sempre que Maria aparece em algum lugar, o número de lojas e hotéis aumenta, as barracas de comidas e bebidas se multiplicam, milhares de novos objetos de adoração são criados, o dinheiro chove nesses lugares Todo mundo fica feliz e realizado à custa da aparição mariana. E quem se dá melhor é a Igreja que promove, coordena e se enriquece com essas aparições. 2. A Mãe de todos – Outra característica dessas deusas tem sido a maternidade que elas oferecem a toda a humanidade, principalmente aos que lhes dedicam adoração. Até o final do século 11 Maria não era conhecida com tais características, até que, após as Cruzadas, seu mito cresceu com as lendas trazidas do Oriente para o Ocidente pelos cruzados. O mito de Maria já era antigo no Oriente, mas quase nada existia sobre esse assunto no Ocidente. Até que os cruzados voltaram cheios de novidades e o Ocidente foi assimilando os mitos orientais. As Ordens de “cavaleiros” começaram a aparecer. Esses cavaleiros, como por exemplo “Os Templários”, se espalharam rapidamente pelo mundo e com eles se espalharam também os cultos lendários embasados nos mistérios do Oriente. 3. Carregando uma criança ao colo – Geralmente as “deusas-mães” carregam ao colo um filho ou uma filha, também deuses. Este quadro é comum em todo tipo de ritual pagão, em todos os países do mundo. Na Índia, uma das deusas-mães é a deusa Kali, que exige sacrifícios de sangue. Várias “Senhoras” do Catolicismo se apresentam com o filho no colo. À medida em que foi crescendo o culto da “mãe com o filho nos braços” a adoração dos cristãos nominais ao Deus de Israel em espírito e em verdade foi decaindo. Da Babilônia, onde a deusa adorada (Semíramis) sempre carregava o filho nos braços (Tamuz), esse tipo de culto se espalhou pelo mundo inteiro. Quando os “missionários” jesuítas chegaram à China e ao Japão, já encontraram essas “deusas mães” sendo cultuadas pelo povo. 4. Uma auréola sobre a cabeça – Em geral as deusas do paganismo eram apresentadas com um halo sobre a cabeça, imitando o Sol, que era o deus maior, Osíris. Era um sinal da aprovação desse deus. O Catolicismo copiou esse halo, do mesmo modo como tem copiado os símbolos e ritos do paganismo, os quais imperam na maior parte de suas doutrinas e liturgia. 5. Mantos aparatosos e cheios de pedrarias – As deusas pagãs se apresentavam sempre cobertas de finíssimos mantos, coroadas de pedrarias

fantásticas. As jóias eram mais numerosas quanto maiores eram as honrarias a elas prestadas pelos devotos. No Catolicismo acontece o mesmo. Em seu livro “A Woman Rides the Beast”, Dave Hunt conta a história da fortuna da Senhora de Lourdes, cuja coroa vale milhões de dólares. O fabuloso tesouro de Lourdes, cuja existência foi mantida em segredo, durante mais de 120 anos, foi agora desvendado… Rumores têm circulado durante décadas sobre uma coleção de cálices de ouro maciço, crucifixos cravejados de diamantes (uma pálida amostra da cruz sangrenta na qual Cristo morreu), prata e pedras preciosas doadas por peregrinos agradecidos. Após uma observação feita pelos seus homens de imprensa esta semana, as autoridades da Igreja concordaram em revelar parte da coleção… (algumas) caixas abarrotadas foram abertas e revelaram 59 cálices de ouro, além de anéis, crucifixos, estátuas e broches de ouro maciço, muitos deles incrustados de pedras preciosas. Quase oculta no meio desses tesouros está a Coroa de Nossa Senhora de Lourdes feita por um joalheiro francês em 1876, e cravejada de diamantes. As autoridades da Igreja afirmam ser impossível avaliar tal coleção…Cruzando a estrada há um edifício guardando centenas de antigos ornamentos eclesiásticos, roupas, mitras, e paramentos… muitos em ouro maciço” (The European), abril 9-12, 1992) . Um Arcebispo católico, amigo da autora antes da sua conversão a Jesus Cristo, certo dia lhe contou que os pequenos fazendeiros do interior de S. Paulo traziam não “maços”, porém “malas” cheias de notas de “Cruzeiro” para a Senhora Aparecida. Os padres Redentoristas, cuja ordem foi fundada pelo mariólatra Afonso de Liguori, cuidavam do Santuário da Aparecida no interior de S. Paulo, e ficavam cansados de contar tanto dinheiro, na época das festas da “padroeira do Brasil”. Enquanto isso, a Igreja se locupleta de riquezas à custa da ingenuidade dos brasileiros. Os devotos católicos crêem que a Virgem Maria, pode distribuir bênçãos sobre suas vidas e retirá-los do purgatório, logo após a morte. Enquanto isso, o país vai afundando cada dia mais na miséria, na ignorância e nos vícios. País católico é sempre subdesenvolvido. Jesus disse: “Conhecerei a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32). Os mitos católicos levam as pessoas à ignorância religiosa, por não conhecerem a perfeita vontade de Deus, que está contida em Sua Santa Palavra. Deus afirma através de Sua Palavra: “O meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as fizeram errar e as deixaram desviar para os montes” (Jeremias 50:6). Ele também diz: “O meu povo está sendo destruído porque lhe falta conhecimento” (Oséias 4:6). O Catolicismo sempre fez questão de que todos ignorassem a verdade, por isso muitos têm perecido nos labirintos da idolatria, morrendo de fome da Palavra de Deus, a única verdade que pode resgatar do inferno através da fé e entrega a Jesus Cristo.

6. Deusas das colheitas – Muitas dessas deusas se relacionam com a agricultura, com a terra e também com as profundezas abissais. O mais herege de todos os papas do Catolicismo, João XXII (1316-1334), afirmou ter tido uma visão de Maria no Monte Carmelo, oferecendo-lhe um pedacinho do seu manto. Quem o usasse e rezasse o rosário, quando morresse seria retirado do purgatório pela Senhora do Carmo, no primeiro sábado após a morte. (A Woman Rides the Beast, p.114). Este papa veio após Clemente V, o qual havia distribuído todo o tesouro do Vaticano entre os seus parentes. Para restaurar as finanças papais, ele achou por bem criar as indulgências e as relíquias em favor dos vivos, as quais lhe renderam uma fortuna incalculável. João XXII foi o pioneiro da Teologia da Prosperidade, pois afirmava categoricamente que Jesus e seus apóstolos foram homens muito ricos… Por conta dessa “teologia” ele instituiu um preço de indulgência para cada tipo de pecado, desde o assassinato e a pirataria, até o incesto, adultério e sodomia. Quanto mais os Católicos pecavam mais rica ia se tornando a Igreja… (A Woman Rides the Beast, p.185). Infelizmente essa teologia de araque está se infiltrando em muitas igrejas evangélicas e deturpando o verdadeiro sentido do evangelho do Senhor Jesus Cristo. Mas, pelo menos num ponto, João XXII foi coerente com certos teólogos da prosperidade, pois excomungou todos os monges da Ordem Franciscana, por terem feito “voto de pobreza”, tendo enviado nada menos de 114 deles para as fogueiras da Inquisição (A Woman Rides the Beast, p. 114). 7. Adoração em rochas (Litolatria) – Além de serem adoradas através de imagens de pedras, essas deusas em geral tinham os seus santuários sobre as rochas. Na Espanha (Saragoça) temos a Basílica do Pilar, pertencente à Virgem, pois segundo a tradição Maria teria aparecido sobre essa rocha. Sua coroa de ouro e pedras preciosas vale pelo menos um milhão de dólares. 8. Adoração em montanhas – Sempre houve uma conexão entre a “deusamãe” e a montanha. No Catolicismo existem as Senhoras de Monte Serrat, de Guadalupe, de Moncayo, da Bula da Rocha, e muitas outras “senhoras montanhosas”. Sempre que se sobe uma serra qualquer no Brasil é possível encontrar uma “Senhora” católica aguardando a adoração dos viajantes. O mais interessante é que alguns devotos de Maria viajam centenas de quilômetros, subindo e descendo serras, a fim de encontrar a sua Maria favorita. Passam por muitas Marias, porém essas não lhes interessam, porque a que vale é aquela de sua devoção. 9. Adoração em Grutas ou Covas – - Muitas aparições de Maria têm-se dado em grutas ou covas, como nos casos de Fátima e Lourdes, as mais famosas. Um santuário é construído, algum tempo depois da suposta aparição, e o dinheiro flui com incrível rapidez através dos turistas que enganosamente acorrem a esses lugares mitológicos. Satanás opera milagres fantásticos

durante as peregrinações, a fim de convencer os pobres católicos, e eles vão afundando cada vez mais no abismo da idolatria. No Brasil, temos a “Senhora Aparecida”, cuja imagem apareceu dentro de um rio. Ela é feita de terracota, escura e, segundo alguns eruditos em religião oriental, trata-se da imagem de um ídolo hinduista, Indrani, esposa do deus Indra. Esta imagem, tão adorada pelos brasileiros, que é a mesma usada para representar a da “Imaculada Conceição”, serviu como escudo de bênçãos pelo Papa João Paulo II (JP2), em sua primeira viagem ao Brasil. Após essa bênção… Bem, isso é outro assunto! No jornal “O Dia”, de 31/01/78, segundo informação contida no livro “O que Agrada e o que Desagrada a Deus”, do Dr. Alcides Conejeiro Peres, lemos o seguinte: “A Virgem apareceu com três braços na Jordânia. O milagre ocorreu na presença de grande número de fiéis durante a missa numa Igreja grego-ortodoxa…” A Igreja Católica tem omitido a informação de que ao mesmo tempo em que Maria apareceu em Medjugorje e em “El Escorial”, na Espanha, ela também apareceu na Índia e no Ceilão, com as mesmas características, isto é, os mesmos trajes e a mesma mensagem. Quanto à Deusa-Mãe, Kali, como é conhecida a “santa” que os hindus veneram como a “mãe dos fiéis”, temos uma história verídica e muito boa a seu respeito. Um missionário americano, em 1982, estava em Bombaim, Índia, quando o grande demônio (a Deusa-Mãe Kali) ordenou ao sumo-sacerdote que acabasse com o intruso. O poder desta deusa é maior que o de Shiva, Ganesh e Hanuman juntos. Vieram os soldados dela (demônios) para matar o missionário, que o tempo inteiro invocava o nome de Jesus. Sempre que iam chegando a alguns metros de distância do estrangeiro, caiam por terra. De repente a deusa (uma estátua de 12 pés de altura) começou a se movimentar e surrou os demônios todos, com ódio do seu fracasso. Só não conseguiu tocar no missionário. O sumo sacerdote, que tudo presenciara, e também ora muito surrado, resolveu ir à noite, morrendo de medo, procurar o missionário para conhecer melhor o “deus” daquele homem. Perguntou quantas cabeças ele tinha, pois Kali tem várias. Quantos braços, pois Kali tem vários. Que tipo de sacrifício exigia dos seus seguidores, pois Kali sempre pede sacrifícios de sangue. Quando o missionário deu todas as respostas, ensinando-lhe o plano de salvação eterna, ele caiu por terra e aceitou Jesus Cristo como Salvador, livrando-se para sempre de Kali e seus demônios (The Traitor, by J.T. Chick). 10. Adoração no Mar – Algumas deusas são adoradas no mar, onde muitos dos seus devotos ganham o sustento diário. Maria é também a “Rainha dos Mares”. No Brasil ela foi incorporada aos ritos afro-brasileiros, transformando-se em deusas como Iansã (Imaculada Conceição) e Iemanjá, agraciada com toneladas de flores e alimentos, na última noite de cada ano, os quais são atirados ao mar em homenagem a essa entidade folclórica. Por causa da repressão e perseguição da Igreja contra os escravos, nos séculos passados, eles acharam por bem identificar seus “santos” com os santos do Catolicismo e assim nasceram a Umbanda e o Candomblé, cheios de “santos macumbólicos”. Para melhor estudar o assunto de “santos” da Macumba,

recomendamos o livro do Bispo Macedo: “Orixás, Caboclos e Guias”, que é excelente. 11. Celibato – Em geral as deusas da antiguidade, a começar da pioneira do paganismo, Semíramis da Babilônia, exigiam que os seus sacerdotes fossem celibatários para melhor servi-las no ofício sacerdotal. No Catolicismo Romano e Ortodoxo a virgindade de Maria está associada à exigência de que os seus sacerdotes também se conservem virgens. A fusão do paganismo com a religião cristã deu origem ao celibato dos padres e as conseqüências dessa exigência feita pela Igreja têm sido simplesmente devastadoras. O celibato, como todas as demais características dessas “deusas-mães”, carece totalmente de suporte bíblico. Na Bíblia lemos que Pedro, o qual o Catolicismo afirma enganosamente ter sido o primeiro papa, era casado (Mateus 8:14-15; Marcos 1:29-31; Lucas 4:38-39), bem como alguns outros discípulos, inclusive os irmãos de Jesus (1 Coríntios 15:6-7). O celibato dos padres foi criado com base na mitologia antiga, visando fins econômicos. Para o Vaticano sustentar os sacerdotes com suas famílias teria de pagar-lhes um salário melhor e dar proteção aos seus descendentes. Isto sem mencionar o fato de que, morrendo o sacerdote, a fortuna (ou herança) deste, em vez de cair nos cofres de S. Gregório, iria cair nas mãos das famílias constituídas através dos matrimônios. Muitos padres, bispos e papas tiveram concubinas às dezenas, conforme a história pode confirmar. Contudo, um deles, sucessor temporário do Papa João XXII, foi destituído do cargo pelo crime de ter se casado. Como diz o historiador, ele bem poderia ter uma centena de concubinas, que a Igreja sempre fecha os olhos a esses “pecadilhos”, mas casar, nunca! Uma escritora paraense conta a história do que lhe aconteceu, quando era uma criança pobre, filha da empregada de um padre italiano, em certa paróquia na Amazônia. Um dia, quando entrou na sacristia para buscar alimentos, o gordo sacerdote tentou tirar-lhe a inocência, descaradamente, em frente a uma imagem da padroeira, que sorria placidamente diante daquele hediondo espetáculo. É o caso de indagar: será que algum padre católico acredita mesmo no mito de Maria ou simplesmente obedece as mentiras de Igreja, a fim de garantir o seu emprego? O Dr. Aníbal Reis conta em seu primeiro livro sobre Catolicismo que certo dia, quando ainda era um padre, estava de joelhos diante do altar da “Senhora Aparecida”, orando fervorosamente, quando um dos padres Redentoristas o interpelou: “Será que você acredita mesmo nesse ídolo de terracota?” E quando ele respondeu que sim, o seu “colega de batina” riu muito. 12. Sacrifícios - As deusas do paganismo sempre exigiam outros sacrifícios de seus sacerdotes, além do celibato. O Dr. Alberto Rivera, ex-padre jesuíta, no livro “The Force”, (by J.T.Chick), conta-nos uma história tenebrosa sobre o que seriam os sacrifícios oferecidos a Maria em certos conventos da Espanha,

na primeira metade deste século. Vou resumir a história com minhas próprias palavras: Quando Alberto Rivera tinha cerca de 14 anos de idade (1949), um grupo do seu colégio jesuíta foi visitar um mosteiro salesiano em Las Palmas (Espanha) para observar o funcionamento daquela Ordem Católica, cuja especialidade era cuidar de órfãos. Ele e seus colegas estavam correndo num campo, quando um deles caiu dentro de um fosso bastante profundo. Estava ferido e Alberto tentou socorrê-lo. Para isso tentou arrancar uma grande estaca, a fim de retirá-lo do buraco, mas a ponta da estaca ficou presa a um grosso rolo de algodão, espécie de novelo. Quando Alberto a puxou com toda a sua força, tentando desvencilhar a ponta, ficou petrificado diante da descoberta que fez. Dentro do imenso novelo de algodão havia os corpos de sete bebês. Cada um tinha três cruzes feitas na cabeça, uma cruz em cada palma da mão e nas solas dos pés. Sobre o peito de cada criança havia ainda duas cruzes, e seus corações haviam sido retirados. O símbolo das cruzes era um P cortado pela letra X, cujo significado na Ordem era A Paz de Cristo. Diz o Dr. Rivera que ficou sem fala. Um dos garotos que viu aquele horror, cometeu a imprudência de contar o fato à sua irmã de 13 anos, interna num colégio de freiras ali perto, o que ele tinha visto. A menina foi se confessar, contou o fato ao Padre. Poucos dias depois seu corpo foi encontrado no matagal, com as duas orelhas e a língua arrancadas. Quando Alberto viu o que havia acontecido à garota, seus cabelos se eriçaram. O sinal de um X cortado pelo P estava cortando o peito da menina e o seu coração havia desaparecido. Então ele ficou com muito medo de morrer também. Aqueles bebês haviam sido sacrificados em honra da Virgem Maria, exatamente como no tempo de Semíramis. Nada havia mudado. A cruz usada sobre o peito das vítimas, com o significado de Paz de Cristo, é o símbolo satânico dos Jesuítas nos atos de adoração a Maria. Existe um ensino católico que afirma que Maria sofreu tanto quanto Jesus na cruz. Porque seu coração também foi partido. Dizem alguns fanáticos que o sangue que Jesus derramou na cruz era também o sangue de Maria, porque Ele foi alimentado pelo sangue da Virgem até o nascimento. Para obter seu favor, o Católico precisa fazer algo, precisa sofrer por Maria, a fim de ganhar a paz de Cristo. Quando uma freira está com dores de parto, pelo filho de um padre ou monge, só recebe assistência se ela dedicar o seu sofrimento a Maria e, se preciso for, dará a vida por ela. O bebê é sempre batizado antes de ser sacrificado. Muitas vezes ele é torturado para sofrer, pois dizem os Jesuítas que sem sofrimento não pode haver paz. E que não haverá a paz de Cristo sem sacrifício a Maria. Ela, Maria, leva o sacrifício da pessoa sofredora ao seu Filho, a fim de apaziguá-lo, e ganhar a sua paz. Este é o significado da cruz cortada pela letra P. Este ensinamento absurdo não é encontrado em parte alguma da Bíblia. É coisa do ocultismo. No Catolicismo, Maria é apenas a reencarnação da divindade Semíramis. Nos últimos dias antes da vinda de Jesus, Satanás vai aparecer fazendo sinais e prodígios para enganar o mundo inteiro. Isto será feito com sedução e prodígios de mentira. Quando o Dr. Rivera ainda era um sacerdote Jesuíta, visitou Lourdes, na França. Lá constatou um milagre estupendo. Um homem,, cuja perna estava amputada do joelho para baixo foi colocado dentro da água milagrosa. De repente seus olhos viram a perna crescer, com as carnes movendo-se de cima para baixo, até formar os dedos e o homem ficar de pé e começar

a andar normalmente. Ele deu toda glória a Maria! A multidão ficou incontrolável, mal sabendo que os espíritos de demônios também operam milagres (Mt 7:21-23; Apocalipse 16:14). Não é de admirar que o Dogma de “Maria, Mãe de Deus”, tenha sido declarado em Éfeso. Ali, na terra da deusa Diana, uma das “ancestrais” da deusa Maria, era o lugar ideal para transformar a simples e pura mãe de Jesus numa deusa pagã. Artemis/Diana era considerada uma perfeita mãe. Ela é apresentada com um busto repleto de seios, uma verdadeira monstruosidade, significando fertilidade e maternidade ao mesmo tempo. Artemis era uma virgem perpétua. Sua virgindade (como Hera) se renovava em períodos determinados. Ela proporcionava aos seus devotos uma boa morte, daí surgindo a Nossa Senhora da Boa Morte. Os sacerdotes de Artemis tinham de se manter virgens e castos. Os de Maria, supostamente, também. Artemis/Diana, se tornou a maior fonte de lucro da cidade de Éfeso, tanto que Paulo e seus companheiros de viagem foram acusados pelo ourives Demétrio de estarem destruindo sua grande fonte de lucro, que era a fabricação de imagens de ouro e prata (Atos 19:23-28). No Catolicismo o mito Maria tem faturado milhões de dólares, à custa de peregrinações, medalhas, fitas, rosários e outros itens “milagrosos”. Um dos exemplos é o mito de “Nossa Senhora da Medalha Milagrosa”.. Quando estivemos em Paris, no ano de 1967, fomos à Catedral de Notre Dame e lá compramos algumas dessas medalhas em prata, para presentear os familiares católicos.”. Meu marido, que era luterano, riu muito da compra, mas eu, pobre coitada, completamente cega pelos sofismas de Roma, não entendi coisa alguma! Na “Feira da Ladra”, em Lisboa, a melhor compra foi a de uma imagem luminosa de Nossa Senhora de Fátima, que estava na moda como nunca, no aniversário dos 50 anos de sua suposta aparição. Foi um presente para minha mãe, que também era devota fervorosa da “santa”. Afinal, “Grande é a Diana dos Efésios” e “Grande é a Maria do Catolicismo!”. Capítulo 6 Maria, Rainha do Céu No livro de Dave Hunt (A Woman Rides the Beast) lemos que de acordo com os papas modernos, Maria é a “Rainha do Céu” e “Rainha do Universo” (Time, 30/12/91). Em 1993, o Papa JP2 quando passava pela Lituânia, disse que Maria era: “Mãe da Igreja, Rainha dos Apóstolos e dona de um lugar na Trindade” . Ele pediu que os fiéis católicos “olhassem para Maria” (Leiam Hebreus 12:2) e que “todos a ela se confiassem”. Quando eu era católica tinha de repetir todo dia a oração conhecida como “Salve Rainha”, que diz assim: “Salve, Rainha, Mãe de Misericórdia, vida, doçura e esperança nossa…”. Na Bíblia, a única Rainha dos Céus é mencionada como um ídolo abominável para Deus, em Jeremias 7:18. Maria

é vida? Bem, Jesus afirma em João 14:6 que Ele “ é o caminho, a verdade e a vida…” Ele, Jesus, e nunca Maria! Maria, esperança? O Cardeal Fulton Sheen, muito conhecido nos Estados Unidos, certa vez afirmou que estava seguro de sua salvação simplesmente porque havia dedicado o sacrifício da Missa, todos os domingos, a Maria. Ele também já havia visitado umas 30 vezes o santuário de Lourdes (França) e umas 10 vezes o de Fátima (Portugal). Portanto, quando chegasse lá em cima e encarasse o juiz Jesus Cristo, Ele iria perdoar-lhe todos os pecados, com esta frase: “Minha mãe falava muito bem de você…” (A Woman Rides the Beast, p. 440). Eu só imagino a decepção que lhe foi reservada, quando teve de enfrentar o Reto Juiz, Jesus Cristo, que jamais precisou da assessoria da Senhora Mãe Dele! Aí se expressa claramente a crença de que Maria é Advogada no céu. Maria, Mãe de Misericórdia? A Bíblia nos diz que Deus é misericordioso (1 Timóteo 1:2; 2 Timóteo 1:2; Tito 1:4; 2 João 1:3, Salmos 52:8, etc.). Também houve uma fusão de Maia, a ninfa da mitologia grega, com Maria. O mês de Maria é o Mês de Maio, por causa da festa dessa deusa pagã. A festa de Páscoa (não a cristã, mas a católica) vem da deusa Astarte, ou Ishtar, tanto que deu origem a “Easter”, isto é, “Páscoa”, em Inglês. No livro “The Answer Book”, o erudito cristão, Dr. Samuel C. Gipp, explica de maneira extraordinária a diferença entre as palavras “Easter” e “Passover”, em Inglês. Todos os mitos do paganismo foram sendo aos poucos anexados ao Cristianismo pagão de Constantino e com o passar dos tempos eles foram se tornando de tal maneira “católicos”, que hoje em dia só mesmo um pesquisador de Catolicismo pode detectar essa manobra satânica, que ao longo dos séculos tem enlameado as vestes da Noiva do Cordeiro. Os jesuítas são especialistas em Mariolatria. Aliás, no que se refere a “Maia” e “Maria” deve ter sido a fusão menos trabalhosa, pois custou apenas o acréscimo de um “r”. As lendas e mitos vão se juntando durante séculos e o resultado é sempre uma história que nada tem a ver com a verdadeira história de algo que aconteceu. Infelizmente, em muitas religiões, como o Mormonismo, por exemplo, uma mentirinha contada por um jovem de apenas 14 anos de idade, dado a visões e com imaginação fertilíssima, deu origem a uma religião falsa, que se diz cristã, e que hoje atinge os 10 milhões de membros, acreditando piamente que Joseph Smith foi realmente um profeta de Deus, exatamente como os Católicos crêem que o Papa é o vigário de Cristo. Só a Bíblia merece confiança e lá o vigário de Cristo é apenas um, o Espírito Santo! Quanto aos profetas de Deus, todos eles devem ser checados em Deuteronômio 18:20-22 para ver se não contradizem Sua Santa Palavra. Obs. Na capa temos a deusa Semíramis, da Caldéia. A deusa Indrani, da Índia. A deusa Maria, do Catolicismo. A deusa Diana, da Grécia. Capítulo 7 Lendas, Histórias e Aparições

Quando eu tinha cinco anos de idade, minha avó Quitéria, sabendo que eu desejava muito fazer a Primeira Comunhão, contou-me a história de uma garotinha chamada Adalgisa, cujo apelido era “Dadita”. Os pais da menina – Demétrio e Ana – queriam que a menina, da mesma idade que eu, recebesse a Eucaristia, e começaram a “rezar”, implorando à Imaculada Conceição que operasse um milagre neste sentido. O pai era um artífice de ourivesaria (como o Demétrio da Bíblia). A mãe era uma boa doceira e juntos prepararam uma Virgem de chocolate para a menina chupar (não poderia ser mastigada) e aguardaram a realização do milagre. Quando a Virgem de 3 centímetros ficou pronta, a menina colocou-a na boca enquanto os pais ficaram de joelhos rezando o terço do Rosário. Então aconteceu um estupendo milagre – a menina cresceu nada menos de sete centímetros em apenas 40 dias e, quando já estava preparada, recebeu a Primeira Comunhão. Minha avó tinha uma porção de netos e não era muito carinhosa comigo. Acho que esta foi a primeira e única vez em que ela me botou no colo. Talvez por isso eu jamais tenha esquecido a história de Dadita, apelido que ela também me colocou, a partir desse dia. O que existe de curioso nesta história é que o pai da menina era Demétrio, personagem bíblico. A mãe da menina era Ana, nome da suposta mãe de Maria. A Virgem de chocolate tinha três centímetro, o tempo que Jesus ficou sepultado. A menina cresceu sete centímetros (número da perfeição na Bíblia e no Esoterismo). E levou quarenta dias para se preparar, tempo que Jesus passou no deserto, preparando-se para o ministério. Porém, o mais curioso de tudo isso é que a nova Dadita de minha avó conseguiu convencer o Monsenhor Assis, vigário da paróquia, a dar-lhe a Eucaristia, aos seis anos de idade. Minha avó era semi-analfabeta. Descendente de nobres portugueses, ela jamais segurou uma Bíblia na mão. Esta fábula devia ter sido inventada, há muitos anos, talvez em Portugal, por algum padre jesuíta. Outra lembrança que tenho dela, pouco antes de morrer de câncer aos 76 anos, é a seguinte: ao me ver conversando com meu marido, em péssimo alemão, ela relembrou que eu, desde jovem, já era danadinha, pois vivia falando “com a língua enrolada” o tempo todo. E me fez lembrar que no ano em que eu completei 17 anos, ao chegar lá em casa e me ouvir declamando em Inglês o poema Julius Caesar, de Shakespeare, ela perguntou a minha mãe: “Rosa, tu não achas que essa menina tá ficando ‘ledeira’ demais?” Lembro-me de outra historinha que o vigário da minha cidade costumava contar, na minha infância, a fim de esclarecer o imenso poder de Maria no céu:

Um devoto mariano, que roubava, matava e adulterava, mas rezava o rosário e usava o escapulário no pescoço, morreu. Chegando lá em cima, deparou-se com Pedro, que lhe apresentou a lista negra dos seus pecados. O devoto mariano pediu que chamassem Maria e ela já veio com José do lado. Eram dois contra um! Mas José nem foi consultado, pois Maria olhou severamente para Pedro e falou: “Olhe aqui, seu velho rabugento, trate de deixar o meu protegido entrar no céu agora mesmo, senão…” Pedro pigarreou, coçou a barba e foi logo abrindo o portão celestial. Afinal de contas, ele rematava: Pedro era apenas a “pedra” sobre a qual Jesus havia edificado a Igreja, enquanto Maria era muito mais: Mãe de Deus, Mãe da Igreja, Esposa do Espírito Santo, Rainha do Céu, Rainha dos Anjos, Rainha da Terra e de Todos os Santos! Outra história interessante da época de minha juventude, em colégio de freiras, foi a seguinte: Eu era muito devota da Imaculada Conceição, usava o escapulário e, portanto, me sentia protegida em todos os sentidos. Até contra a madre Superiora do Colégio, que pertencia à Ordem das Filhas de Santa Teresa de Jesus, fundada pelo Bispo D. Quintino. Certo dia uma freira de olhos azuis chamada Madre Paiva, que todas nós detestávamos, porque era um verdadeiro “Hitler de saias”, estava nos dando aula de religião, quando notei que as colegas da classe não estavam nem um pouco interessadas. Comecei, então, a fazer trovinhas para as meninas da turma. A freira notou e me chamou a atenção. Depois de três ameaças, não conseguindo colocar a classe em ordem, saiu dizendo que ia me denunciar à Madre Superiora. Fechou a porta à chave e saiu. Levantei-me, fui até o quadro negro e deixei-lhe uma trovinha: “Esta freira mal-amada/ de olhar azul sempiterno, / foi, há muito, condenada/ às profundezas do inferno! Pulei a janela e, quando ela voltou à classe, acompanhada da Madre Superiora, eu já estava longe. Houve um grande reboliço no Colégio. Cheguei em casa muito assustada, certa de que iria entrar numa tremenda enrascada, e cai de joelhos diante do oratório de “Jesus/Maria/José” pedindo proteção, sem, contudo, me arrepender do pecado. Mas a imagem foi tão legal comigo, que nesse mesmo dia morreu uma freira no convento e minha rebeldia foi esquecida entre as lágrimas do funeral. Será que a “Família Sagrada” fez mesmo um milagre em meu favor? Nesse colégio, durante as aulas de religião, estávamos sempre ouvindo que só Maria pode neutralizar a “raiva” de Jesus, quando chegar a hora do julgamento. Porque Jesus é muito duro, mas Maria é uma mãe carinhosa, que sempre dá um jeitinho de “amansar” o Filho. Pensando bem, quem tem “raiva” é cão hidrófobo. Quem precisa ser “amansado” é “cavalo bravo”. Não é incrível que esses termos fossem usados com relação ao nosso amoroso Salvador e Rei Jesus?

Nas aulas de Latim, o professor, mariólatra fanático, ficava o tempo todo declinando frases de amor para a “Virgem Imaculada”. E queria que a gente falasse tudo em Latim. Eu era a melhor aluna da turma, adorava o Latim, mas um dia me cansei de tanta exigência e falei: “O Sr. entra na classe, dá bom dia, sem sorrir/ e quer a lição bem dada/ pra ver a gente “latir”? A confusão foi grande. Eu era “Filha de Maria” e não podia me comportar daquela maneira. Depois de minha conversão, muitos anos mais tarde, uma das freiras teria comentado: “Pois é, essa menina, desde pequena, apesar de ter sido dedicada à Imaculada, já mostrava idéias protestantes! Desde os seis anos de idade, quando fiz a Primeira Comunhão, até os 48 anos, sempre fui devota da Virgem. Não posso negar que fui uma criança amada, uma adolescente feliz e uma esposa amada e respeitada. Mas sempre faltou algo em minha vida, que só consegui encontrar após entregar-me ao Senhor Jesus Cristo. Desde então resolvi dedicar-me a Ele de todo o coração e com toda a minha alma, como sempre o fizera em relação a Maria, sua mãe na carne. Comecei a ler diariamente a Bíblia, comentários bíblicos e livros de teologia, fiz um curso de Bacharel em Teologia, e daí passei ao ramo das pesquisas sobre o Catolicismo Romano e Mormonismo, duas religiões muito semelhantes. Os Católicos crêem que Jesus é o Cristo, Deus Criador e Onipotente, porém julgam ser Maria bem mais poderosa. Os Mormons dizem que Jesus é o filho de uma relação carnal do Pai Celestial (Adão) com Maria, gerando um homem que mais tarde, por ter sido perfeitamente obediente a Deus, conseguiu ser exaltado à glória suprema, tornando-se “um deus”, junto com milhões de outros deuses menos importantes do que ele. Se Jesus não é Deus, mas apenas “um deus”, então o Cristianismo é a maior farsa religiosa da história mundial Aparições de Maria O número de aparições da Virgem aumentou de tal maneira neste século que dá para desconfiar. A Igreja está manipulando essas aparições, a fim de ganhar mais prestígio e unir o mundo inteiro sob a égide de Maria. Satanás também está tão nervoso com a provável Segunda Vinda de Cristo, no início do Terceiro Milênio, que resolveu dobrar o seu expediente, fazendo o maior “serão”, a fim de conseguir aumentar a idolatria e ganhar mais alguns milhões de almas para o seu reino de trevas (Apocalipse 12:12). As aparições mais famosas teriam sido as seguintes: A Virgem de Saragoça – A mais antiga aparição de Maria teria acontecido em Saragoça, na Espanha, por volta do Ano 40 da nossa Era. Pouco se sabe a respeito dessa aparição, mas a fortuna que ela tem rendido à Igreja Católica, já no século 16 era fabulosa e tentaremos descrever: Na Catedral de S. Salvador (em Saragoça), existem dez mil onças de prata em barras, parte dela encravada, para adornar os dois cantos do altar, nos grandes festivais (e

uma)… abundância de ricos ornamentos para sacerdotes, de inexprimível valor. Oitenta e quatro cálices, vinte de ouro maciço, e sessenta e quatro de prata … e o magnífico cálice que somente o Arcebispo pode usar em suas vestes pontificais. Tudo isso é bagatela em comparação com a grande custódia que eles usam para carregar o Viático, através das ruas, nos festivais de Corpus Christi… (de ouro maciço incrustada de diamantes, esmeraldas e outras pedras preciosas, ela tem quinhentas libras de peso… Vários joalheiros se esforçaram para avaliar esta peça, mas nenhum conseguiu expressar o seu valor exato. Quem faz esta descrição, como testemunha ocular desse tesouro, é o escritor católico D. Antonio Gavin, em seu livro “A Master Key to Popery”, ps. 157-158. Ele também fala sobre a coroa da imagem da Virgem, que tem: “vinte e cinco libras de peso, toda cravejada de diamantes grandes, de forma que não se possa ver o ouro e todos pensem que é feita só de diamantes. Perto desta existem seis coroas mais, feitas de ouro maciço, cravejadas de diamantes e esmeraldas…” Ele continua dizendo: As rosas de diamantes e outras pedras preciosas que ela tem para adornar o seu manto são inumeráveis; pois embora ela (a imagem da Virgem) seja vestida na cor do festival da Igreja e nunca use duas vezes (durante um ano) o mesmo manto, o qual é feito do melhor tecido, bordado de ouro, ele tem novas rosas de pedras preciosas, cada dia, por três anos consecutivos. Ela tem 365 colares de pérolas e diamantes, e seis correntes de ouro incrustadas de diamantes, as quais são colocadas sobre o seu manto nos grandes festivais de Cristo. Hoje um visitante em Saragoça pode entrar na sala do tesouro para ver a riqueza. A Virgem tem uma túnica diferente para cada dia do ano bordada de ouro e incrustada de pedras preciosas. Outra imagem de prata com cinco pés de altura é incrustada de pedras preciosas e usa uma coroa de ouro e diamantes. Nos passados 1700, ”o Honorável Lord Stanhope, então General das Forças Inglesas” foi apresentado ao tesouro. Gavin estava presente e ouviu o General exclamar: “Se todos os reis da Europa pudessem colocar juntos os seus tesouros de ouro e pedras preciosas, eles não poderiam comprar a metade da riqueza deste tesouro”. Era essa a riqueza, há 280 anos atrás, numa única catedral, numa pequena cidade. Imaginem a quanto deve montar hoje esse fabuloso patrimônio da Igreja. As aparições da Virgem são a melhor fonte de renda do Vaticano e têm se multiplicado. (A Woman Rides the Beast, p. 240) A Senhora de Guadalupe - No mês de dezembro sempre acontece uma festa especial no Hemisfério Ocidental, a fim de reforçar a fé dos católicos romanos. Diz o escritor americano, J. T. Chick, que tudo começou quando, segundo a lenda católica, o índio Juan Diego teve uma visão de Maria na

montanha de Tepyacac, no México, em dezembro de 1531. Esse índio de 57 anos de idade, era católico fanático e podia ver coisas incríveis, Tanto que ao levar a “mensagem” ao Bispo local, este não lhe deu atenção, até que ele voltou com outra mensagem. Dessa vez a Senhora havia aparecido e provado ser uma aparição verdadeira. As rosas que só floresciam em determinada estação haviam florescido naquela época do ano e o índio, a mando da Virgem, levou-as ao Bispo. E quando diante do prelado abriu sua capa, a fim de liberar as rosas colhidas, na parte interna do seu manto ficou gravada a imagem que ainda hoje se encontra num santuário mexicano. Nascia assim a famosa “Nossa Senhora de Guadalupe”, a padroeira das Américas. Todo ano milhares de peregrinos sobem a montanha, alguns até de joelhos, esperando agradar a Virgem e conseguir milagres. Um casal seguia a famosa procissão da Virgem, quando o homem, motorista de caminhão, marchando ao lado da esposa, falou com voz mística: “A fé que temos nela é muito grande. Ela é a nossa mãe e cuida de todos nós”. Quando interpelado, o pároco da Igreja explicou radiante: “Através dela a fé foi preservada e difundida”. E outro membro do clero assim falou: “Ela é a pessoa que anda conosco na jornada desta vida”. E os comentários era todos desse tipo. Sempre que são questionados sobre o terrível pecado da idolatria, que Deus abomina desde o inicio dos tempos, os padres negam que os ídolos da sua igreja sejam adorados. Inventam palavras como “dulia” ou “hiperdulia”, para enganar os bobos e os pobres católicos vão sempre caindo no “conto do vigário” e conseqüentemente marchando a passos largos para o lago de fogo. O Segundo mandamento (que a “santa madre” subtraiu no catecismo) é claro como água: “Não farás para ti imagem de escultura, nem

semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem debaixo da terra. Não as adorarás nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos ate á terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” ( Êxodo 20:4-5).
Como vemos, o mandamento proíbe todo mundo de se “dobrar’, portanto ajoelhar-se diante da imagem. Proíbe de “curvar-se” diante da imagem. Como no Hebraico a palavra “servir” significa “fazer esforço, carregar ou dar atenção”, aí está o que os padres católicos e peregrinos fazem nas procissões e nos altares das igrejas. Servem os seus ídolos na mais lata expressão do termo. E quando dizem que não “adoram” mas apenas “veneram”, estão mentindo, porque “adorar” é palavra grega e “venerar” é termo latino, ambos com a mesma e única significação, que é se dobrar diante do ídolo. Deus é “zeloso”, isto é, “ciumento” e não tolera a idolatria de modo algum. O que Deus quer dizer na Bíblia sobre a idolatria de qualquer tipo ou

grau é o seguinte: “Se vocês colocam a sua fé em algo mais além de mim, estão traindo a nossa relação de amizade e, portanto, não posso abençoá-los nem chamá-los de meu povo” (Jornal Batle Cry, nov/dez 1997). A Senhora de Lourdes – É uma das aparições mais famosas e aconteceu no século passado. Foi uma preparação para o dogma da Infalibilidade Papal. Já vimos, a Igreja estava em baixa com a Revolução Francesa, que acontecera em 1789, e a Democracia Americana, que apresentava ao mundo inteiro novos horizontes de liberdade. Com o estabelecimento do reinado de Emanuel II da Sardenha, o qual foi proclamado Rei da Itália em 1861, Pio IX perderia o domínio sobre Roma e necessitava de algo estupendo para se reerguer. Proclamou, então, o dogma da Infalibilidade Papal (18/07/1870), o qual, contudo, não impediu que ele fosse destronado em Roma e confinado ao Vaticano, naquele mesmo ano. A Virgem apareceu a Bernadete, que hoje é uma santa católica, provavelmente pelos serviços prestados à sua Igreja, no contexto dessa aparição. A primeira vez em que a Virgem falou com Bernadete foi no dia 11/02/1858, quatro anos após a proclamação do Dogma da Imaculada Conceição, e depois disso voltou mais 17 vezes, até o dia 16/07/1858. As pessoas que acompanhavam a vidente jamais viram coisa alguma. Neste século houve nada menos de cinco aparições da Virgem, mas falaremos apenas de mais duas. Algumas das aparições francesas se deram durante o ofício do Papa Pio IX, que reinou como soberano em Roma, até 1870. A Senhora de La Salete – A Virgem apareceu nos Alpes, no dia 19/09/1848 e a vidente se chamava Melanie. A menina estava em companhia do seu melhor amigo – Maximiliano, quando a Virgem apareceu. Melanie gostava de colher flores e sempre fazia de conta que estava no céu. Era mística por natureza, não gostava de fazer amizades com outras crianças e abrira uma exceção a Maximiliano, seu único amigo. Esta e mais 4 aparições no século 19 contribuíram em muito para aumentar o prestígio do Papa Pio IX, abrindo espaço para o futuro lançamento dos dogmas da Infalibilidade Papal e da Imaculada Conceição de Maria. Um fato notório é que em geral os “videntes” são mulheres semi-analfabetas, místicas e católicas fanáticas, acreditando em tudo que a Igreja ensina e ordena. A Virgem da Medalha Milagrosa – Aconteceu também na França que, depois da Revolução, bem precisava de alguns puxões de orelha por parte da Virgem! A vidente foi Catarina de Labouré, em 18/07/1830, no convento das Filhas da Caridade, em Paris. Em duas aparições (a segunda em 27/11/1830), a Virgem ordenou que se fizesse uma medalha, a fim de aumentar a devoção à sua imagem. A ordem foi cumprida e a Igreja passou a faturar milhões com esta relíquia, compensando parte dos “prejuízos” da Revolução. Ainda hoje a

Medalha Milagrosa da Virgem calcando aos pés o dragão é bastante vendida aos crédulos católicos do Ocidente. Alguns autores dizem que a Virgem pisava a cabeça de um dragão, outros que ela pisava um globo terrestre, não sabemos ao certo sobre o que ela realmente estaria pisando. O que sabemos é que a Irmã Catarina foi beatificada por Pio XI, em 1923, e canonizada pelo Papa Pio XII, em 1947. Afinal de contas, Pio XII, depois das “infalibilidades” cometidas com o apoio a Mussolini e Hitler, que quase levaram a França à bancarrota, com a II Guerra Mundial, teria de fazer alguma coisa para agradar o povo católico francês! A Senhora de Fátima – Apareceu pela primeira vez no dia 13 de Maio de 1917 a três pastores portugueses – Lúcia, Jacinta e Francisco, na Cova da Íria. Quem desejar conhecer bem o assunto destas aparições deve ler o livro do Dr. Aníbal Pereira Reis - A A Senhora de Fátima - e o livro de João Ilharco – Fátima Desmascarada – em que eles contam com detalhes históricos todo o desenrolar da maior trama religiosa do século 20. A cidadezinha de Fátima fica a 140 Km de Lisboa (Portugal), no Distrito de Leiria, e este nome lhe fora dado em homenagem à filha de Maomé. Lúcia foi internada num convento e lá vai ficar até o final de seus dias. Seu confessor, o padre jesuíta Aparício, era a única pessoa com quem lhe seria permitido falar, a partir da última aparição da Virgem. As duas crianças - Francisco e Jacinta – morreriam de pneumonia, devido à fraqueza física que os acometeu, por terem sido obrigados a jejuar completamente, a fim de agradar a Virgem. Agora estão em processo de canonização. É a maneira do Vaticano compensar a sua morte prematura e os dividendos que o inocente desempenho do seu papel de “videntes” rendeu à Igreja. Na p. 85 do seu livro, João Ilharco fala sobre o tremendo equívoco da Senhora das Graças (ou Senhora de Fátima), que anunciou o fim da I Guerra Mundial para 13/10/1914, quando a mesma só acabou realmente no dia 11/11/1914, portanto com 29 dias de atraso. Diz ele que “a maioria dos crentes (católicos) nas aparições de Fátima era constituída de pessoas ignaras, que acreditavam em tudo, incluindo as mais estúpidas e absurdas superstições” (Fátima Desmascarada, p.85). O Dr. Aníbal Reis e o escritor americano J. T. Chick afirmam que o objetivo das aparições de Fátima era puramente político. O futuro Bispo de Leiria, cuja sobrinha – Rosa Correia da Silva Bacelar – fez o papel da Virgem na primeira aparição, tinha um triplo e bem definido objetivo, a pedido dos jesuítas que dominavam o clero de Lisboa: 1). Fazer média com o Papa Benedito XV, trazendo mais prestígio político/religioso a Portugal, podendo, assim, combater a República. 2). Fazer média com os russos, em favor dos quais a Senhora de Fátima pedia orações. 3). Fazer média com os Muçulmanos, pois a Senhora de Fátima apareceu exatamente na cidadezinha que poderia unir o Catolicismo e o Islamismo, através da personagem que mais tarde passaria a ser confundida com a filha do profeta. Depois de internada no convento das Carmelitas em Coimbra, a vidente Lúcia, que segundo João Ilharco, era meio débil e de péssimo caráter, mito e megalomaníaca, passaria a dizer somente o

que o seu confessor lhe permitisse falar. Após o encerramento das “visões”, Lúcia passaria a receber o fenômeno chamado de “locução interior”, que é hoje o mais comum entre os “videntes”, os quais, em razão da tecnologia avançada, já não podem comprovar tão facilmente as suas visões, no verdadeiro sentido do termo. Se o Senhor Jesus não voltar no princípio do Terceiro Milênio, a canonização mais rápida deste século há de ser a da vidente Lúcia, pois a aparição de Fátima tem rendido milhões de dólares à Igreja e “esta freirinha bem merece ser canonizada!” O Bispo Fulton Sheen confirmou literalmente o objetivo de Fátima, quando falou o seguinte: “As aparições de Nossa Senhora de Fátima causaram um reboliço na história mundial de 347 milhões (hoje um bilhão) de Muçulmanos, a seita mais difícil de todas de se converter ao Cristianismo (Catolicismo). (The Prophet, p. 27, by J.T. Chick, citando o livro de Sharkey, “The Woman Shall Conquer” (A Mulher Conquistará”, p. 164). Muitas vezes quando Maria aparece, ela usa a expressão bíblica “Eu Sou”, que somente Deus pode usar, porque Ele é o único “Eu Sou” do Universo. Quando ela se identifica como “Senhora”, está usurpando o lugar do seu Filho Jesus porque somente Ele é Senhor e não há lugar na Igreja para Senhora alguma. Maria, a santa mãe de Jesus na carne, jamais iria se identificar como “Senhora”, pois era uma pessoa humilde. Na Nova Era muitos ocultistas têmse apresentado como “Eu sou”, dentre eles, o satanista Aleister Crowley (século passado) e Edgar Cayce, dos quais nos fala o livro “Os fatos Sobre Espíritos Guias”, de John Ankerberg e John Weldon. A Virgem de Medjugorje – Na Bosnia, Herzogovina – Seis adolescentes afirmavam que a Virgem Maria os visitava quase diariamente, entre 1981 e 1991. Ela sempre vinha à noite, com um halo sobre a cabeça, de túnica cinza sob um manto branco e resplandecente, algumas vezes carregando um menino ao colo. Depois das aparições, que duravam entre 1 e 45 minutos, os jovens transmitiam as mensagens da Virgem aos monges franciscanos do povoado, os quais sempre precisavam corrigir seus erros de gramática. Isso mostra que a “onisciente” Virgem “Mãe de Deus” não sabia falar corretamente o idioma da localidade. Contudo intitulava-se “Rainha da Paz”, o que dava às suas aparições uma conotação bastante política. (Collors Correspondent Desk, VIII, Roma.) O importante, porém, é que as pizzarias, os bares, as lojas de souvenirs e os hotéis se multiplicaram, a fim de atender mais de um milhão de peregrinos que para ali afluíam anualmente. Mesmo que as aparições tenham se encerrado em 1991, esse pequeno povoado campestre continua arrecadando cerca de 70 milhões de dólares anualmente, desde as aparições da Virgem. E

tem mais! Os seis garotos ficaram tão famosos que até dão autógrafos aos peregrinos! Desse modo, quem não gastaria de ter uma dessas visões da Virgem, para ficar famoso? (1 Timóteo 6:9-10) Maria é a “Deusa da Prosperidade”, pois, onde ela baixa, fluem milhões de dólares enchendo os cofres de S. Gregório e de seus colaboradores! Mais curioso ainda é que as primeiras aparições de Medjugorje aconteceram exatamente na época em que o JP2 e a CIA começaram a bolar um plano espetacular para derrubar o comunismo… E terminaram logo depois da queda do muro de Berlim. Ao bom entendedor… Quem tem ouvidos, ouça… A Virgem de Grushevo – Apareceu nesta cidadezinha, na Ucrânia Ocidental. No dia em que fez um ano após o desastre de Chernobil, a Virgem apareceu a uma menina de 12 anos. Notem o detalhe: 12 anos, e menina, fácil de ser manipulada! De janeiro de 1990 até janeiro de 1992, Maria também passaria a dar, através de locução interior, ao Bispo João, de Smolenko, estas mensagens: “O Santo Padre me respeita demais. Ele é o cabeça da Igreja. (Leiam Colossenses 1:18 para verificar a heresia). Sem a bênção do trono de Roma não poderão se concretizar na Rússia a conversão ao fogo da fé. A Rússia deve rezar ao Papa JP2, porque o seu coração sábio, sagrado e receptivo está sempre rezando pelos oprimidos deste mundo, inclusive os da Rússia. Esse “anjo da guarda”(o papa) faz o povo sentir pena e chorar pela Rússia… É um grande guerreiro… O Protestante é herege e será rejeitado por mim, o tempo todo. Numa dessas mensagens ela disse: “… Eu, Mãe de Deus, sou a Arca da Salvação… Agora já me encontro na Rússia… Submetei-vos a Mim… Construí a Arca!” O Bispo João afirmou que “A Rainha do Céu se achava de pé sobre uma nuvem de glória e em sua volta se espalhava um delicioso aroma”. Mais tarde ela garante que “o bem estar econômico e espiritual da Rússia vai depender do grau de sinceridade e arrependimento da mesma”. Aproveitando a contaminação de Chernobil, ela afirma: “a terra está contaminada, a humanidade está doente e as chamas do inferno já chegam à superfície da terra”. (Aparições de Maria, Isidro Juan Palacius, ps. 334-342). Diante de tal afirmação, a gente até chega a supor que Chernobil foi causada por algum plano diabólico, a fim de derrubar a Rússia… Não seria possível? Mas, embora essa Igreja tenha achado que poderia derrubar o Comunismo, na verdade ele só caiu porque a taça de ira de Deus contra o regime soviético estava cheia. Assim como um dia ficará cheio o cálice de Sua ira (por sinal gigantesca) contra essa Igreja mentirosa (Apocalipse 18). As Mensagens da Virgem à Rússia se multiplicaram durante a concretização do plano para derrubar o Comunismo. Só que agora através do fenômeno da “locução interior”. Duas meninas – Marijana e Jelena – (de 11 anos de idade) foram as escolhidas pela “Rainha do Céu” para receber e transmitir novas

mensagens. Numa delas diz o seguinte: “A Rússia é o povo de Deus através do qual Ele será mais glorificado. O Ocidente fez progredir a civilização, mas sem Deus, como se fosse o seu próprio Criador”. (Ibid p. 353). Quando a Virgem aparece, geralmente vem acompanhada de uma nuvem luminosa. Como dizem os escritores americanos, excelentes pesquisadores de religião, John Ankerberg e John Weldon, (“Os fatos Sobre…” Espírito Guias, Nova Era, Anjos, Vida Após a Morte, etc.), o Anjo de Luz da 2 Coríntios 11:14 sempre se manifesta irradiando luz, conforme o seu próprio nome. Ele se apresenta como Deus, Jesus, anjos, santos, etc., tentando desacreditar a Bíblia. As pessoas que voltam de uma morte clínica, muitas vezes tiveram um encontro com esses “seres de luz”, nos poucos momentos em que estiveram do outro lado, e via de regra deixam de crer na Palavra de Deus (“Os Fatos Sobre a Vida Após a Morte”) Como Jesus afirmou textualmente que “A Palavra de Deus é a Verdade” (João 17:17), e Ele não pode se contradizer (Hebreus 13:8), só podemos concluir que esses “seres de luz” são espíritos mentirosos, a serviço do “pai da mentira” (João 8:44). Sempre que a Igreja visualiza algum perigo para a sua estrutura política e financeira, a Virgem começa a aparecer exatamente no país onde isso está acontecendo. Aqui no Brasil ela tem falado através da “locução interior” com alguns “videntes”, provavelmente tentando afastar o “perigo” que o Protestantismo, cada vez mais crescente, representa para o Catolicismo em decadência. Antigamente os papas usavam a força bruta, através da Inquisição e outros meios ilícitos. Hoje usam as “mensagens celestes”, a fim de enganar os tolos. Desde que a democracia se impôs nos países mais importantes da América do Sul, a Igreja começou a perder terreno e passou a dar uma de “santinha”, quando na realidade desejaria queimar todos os “hereges” que se atrevem a trocá-la pela religião da Bíblia. Entre os “videntes” que se comunicam com Jesus e Maria, através da “locução interior”, e falam tantas heresias católicas, que nos deixam horrorizados, temos o ex-radialista Aristo, de Santa Catarina. Ele se senta diariamente aos pés das imagens de Jesus e Maria, recebe as mensagens e com elas já escreveu pelo menos seis livros, onde Jesus e Maria se mostram semi-analfabetos e inimigos ferrenhos da Bíblia e dos Protestante. Os dois “santos” que falam com Aristo, como sendo Jesus e Maria, sempre dizem coisas desse tipo, sobre estas revelações, que já estão contidas em livros sob o título de “A Palavra Viva de Deus”: “… Leiam a Bíblia, mas se preferirem uma linguagem mais simples, leiam estas mensagens” (p. 31, vol. III). “Esses falsos pastores (protestantes) que dizem que minha mãe só serviu para me pôr no mundo… não vou perdoar” (p. 15, vol. IV) Outra afirmação de “Jesus” é esta: “se alguém me pedir qualquer coisa sem estar diante de uma imagem de minha Santa Mãe, nada receberá”. “Não se esqueçam de jogar água benta nas portas e janelas, à noite, antes de dormir” (p.57, vol. II). As frases mais interessantes são aquelas em que eles, “Jesus” e

“Maria”, elogiam rasgadamente o Papa JP2 e o próprio vidente. Imaginem que em algumas passagens Jesus diz ao vidente que ele é “a razão de toda a Sua existência” (p. 82, vol. II) . “A melhor maneira de fugir desses falsos (protestantes) é consultar o meu vigário” (p. 49, vol. III). “… só minha mãe é medianeira entre Deus e os homens” (p.51, vol. III). “A aura que rodeia o corpo de uma pessoa é feita de luz” (p. 93, vol. III). Por aí se vê que esse “Jesus” do vidente Aristo é meio esotérico!. “Essas igrejas que jogam JP2 contra mim são falsas e mentirosas” (p.49, vol. III). Maria diz: “Eu, vossa mãe, ajudo a todos que se empenham na recitação do rosário” (p. 65, vol. III). “As famílias que se entregarem nas mãos de JP2 serão chamados filhos de Deus” (p. 99, vol. III). “Basta pegar uma cruz e o rosto de uma imagem minha e beijar, que é como se eu ali estivesse” (p.61, vol. IV). ‘ A Palavra Viva de Deus’ não é um livro inventado. Tudo foi dito por mim” (p.96, vol. IV ). “… Elas (as mensagens de Maria) trazem toda a verdade” (p. 95, vol. IV). Leiam João 8:32 e 14:6, para saber quem é a Verdade. E por aí vão as heresias desse “vidente”, que “Jesus” e “Maria” chamam o tempo todo de humilde, mas que se exalta em cada capítulo como “o maior mensageiro deste século”, até maior do que JP2. É de estranhar que Jesus e Maria se comuniquem com um homem sentado ou ajoelhado diante de uma imagem de pintura ou escultura, terminantemente proibidas na Bíblia, e com ele se comuniquem, dando mensagens que vão terminantemente de encontro às verdades bíblicas. De uma coisa podemos estar certos. Esse “Jesus” e essa “Maria” não são os personagens bíblicos e históricos do Novo Testamento, mas espíritos enganadores a serviço do pai da mentira. E esse pobre vidente está marchando direto para o inferno, e levando outros coitados junto com ele, crentes de que se trata de um profeta dos últimos dias! Capítulo 8 Dogmas da Imaculada Conceição e da Assunção de Maria

Antes de promulgar o Dogma da Infalibilidade Papal (1870), Pio IX já havia proclamado um dogma católico – o da Imaculada Conceição de Maria, em 08/12/1854. Provavelmente apenas 1% dos Católicos sabe realmente o que significa este dogma. A maioria pensa que se trata da concepção imaculada de Jesus e não de Maria. Pio IX declarou que “no momento de sua concepção, Maria foi preservada de toda mancha do pecado original…”. Esta declaração se choca terminantemente com diversos versículos bíblicos, como por exemplo: Romanos 3:23; Romanos 3:9 e muitos outros. A Bíblia diz que “um abismo chama outro abismo” (Salmos 42:7).

Após o dogma da Imaculada Conceição, o palco foi montado para que 120 anos mais tarde fosse proclamado, por Pio XII (grande amigo e protetor de Adolfo Hitler), o Dogma da Assunção de Maria. Ao proclamar este dogma, o papa foi de encontro a quase todos os teólogos do século 13, inclusive Tomás de Aquino, um dos mais famosos doutores do Catolicismo. A Tradição Católica embasada nos falsos “Decretos de Isidoro”, como se fossem do século 6, trazem a afirmação de que Agostinho, Bispo de Hipona, havia escrito sobre a Assunção de Maria. Este dogma também não tem suporte algum na Arqueologia. O documento mais provável para a sua elaboração foi o do herege ebionita Leucius com o título de “Dormitio Maria”. Conforme este documento, Maria residia em Jerusalém e na véspera de sua morte recebeu, no Monte das Oliveiras, por intermédio do “Grande Anjo”, uma visão de que iria para o céu. Foi para casa, lavou-se purificando o corpo e as vestes, à medida em que ia recitando uma oração pedindo proteção contra os estratagemas dos poderes diabólicos, durante a sua jornada pelo Cosmos. Em seguida os apóstolos chegaram de várias partes do mundo. Maria então fezlhes uma preleção sobre a batalha que se travaria entre as forças do mal e do bem, ambas desejando o seu corpo, que seria entregue ao vencedor. (Isso mostra que ela não tinha a menor certeza da salvação, o que seria inadmissível a uma verdadeira discípula de Jesus Cristo). No caso de Maria ela foi protegida por Jesus e Gabriel e seu corpo foi levado ao Vale do Cedrom, onde permaneceu por três dias muito bem guardado contra os poderes malignos e contra os judeus incrédulos. Foi aí que chegou o apóstolo Paulo, querendo aprender mais com os apóstolos ali reunidos, ao que Pedro se opôs terminantemente. Então Cristo, Miguel e Gabriel levaram o corpo de Maria para o céu numa linda carruagem… (“The Mith of Mary”, ps. 57-59) Se entendemos bem, Maria foi levada ao céu com vida, pois no céu não pode entrar coisa contaminada (cadáver), portanto, isso mostra que ela ressuscitou. Entretanto Paulo nos ensina que todos os crentes terão de aguardar a ressurreição, ao soar da trombeta (1 Coríntios 15:52). César Vidal faz este relato em seu livro já mencionado. Em seguida ele aponta as heresias contidas neste conto-do-vigário: 1) – Jesus não é Deus, mas apenas um anjo como Miguel e Gabriel. 2) – Paulo não é considerado apóstolo, mas um simples aprendiz. 3) – A salvação não é somente pela fé em Cristo, pois carece de uma série de regras, como abluções e orações. Depois vem a luta pelo cadáver, a fim de que seja decidido o seu destino final. A Bíblia afirma o contrário em Filipenses 1:21-23; Romanos 5:1, e outros. De acordo com alguns Pais da Igreja e a Arqueologia, o túmulo de Maria foi localizado no Ribeiro do Cedrom, no Vale de Josafá, ao lado do Monte das Oliveiras. Seu corpo não subiu ao céu, mas foi sepultado e ali permaneceu. Seu túmulo teria sido preservado intacto até a chegada dos exércitos rebeldes de Teodósio I (379-395). Somente a partir do século 12 é que se começou a cogitar da Assunção de Maria. A História afirma que os cruzados reconstruíram sua tumba em Jerusalém, em 1130. Mas foram os próprios cruzados que levaram os mitos de Maria para o Ocidente. As lendas pagãs foram se fundindo com os mitos do Cristianismo medieval e alguns séculos depois a

receita estava pronta para ser entregue à credulidade católica. O povo sempre foi dado a crer em lendas e superstições e a Igreja encontra nos corações famintos de amor e salvação o terreno ideal para implantar todo tipo de baboseira religiosa oriunda dos mitos e lendas do paganismo. Os Católicos que estão lendo a Bíblia com amor e reverência provavelmente em breve irão ficar livres dessa escravidão católica romana e se voltarão para o puro evangelho do Senhor Jesus Cristo, o que seria a primeira conseqüência realmente positiva do Concílio Vaticano II. Infelizmente, porém, esses Católicos que agora lêem a Bíblia estão entrando pela porta larga do neopentecostalismo, onde os batuques de rock e as práticas de culto tomam o lugar da leitura e comentário da Palavra de Deus. A religiosidade tipo “selfservice”, onde todos se servem à sua maneira e ao seu gosto, está substituindo a verdadeira espiritualidade. E assim poucos Carismáticos terão possibilidade de descobrir que Maria não passa de um mito, e continuarão adorando a Deusa do Terceiro Milênio. Se eles tentassem pesquisar a origem de cada doutrina católica, iriam descobrir que das 40 doutrinas principais, nada menos de 37 são heréticas, todas elas embasadas na Tradição forjada para explicar tais doutrinas. O livro “Por Amor aos Católicos Romanos”, de Rick Jones, e “Resposta aos Amigos Católicos”, de Thomas F. Heinze (ambos editados pela Chick Publications, Califórnia), ensinam com amor tudo que precisamos saber sobre este assunto. Com a Bíblia (católica) de um lado e estes dois livros do outro, as doutrinas católicas poderão ser lidas e confrontadas, a fim de que se chegue à verdadeira doutrina bíblica. Infelizmente, porém, os Católicos são ensinados a crer que a Bíblia não é perfeita nem completa, mas precisa da Tradição e do Magistério para dar uma salvação perfeita através da Igreja Católica. Entretanto, quem lê a Bíblia descobre toda a verdade e fica liberto da mentira religiosa, que desgraça os Católicos e os leva para o lago de fogo eterno Além destes dois dogmas, houve mais uma proclamação feita em 1964, pelo Papa Paulo VI, de “Maria, Mãe da Igreja”. Capítulo 9 Maria, a Deusa da Contra Reforma Em lugar de revisar seus dogmas, e entrar num acordo com a Reforma, pois era esse o desejo de milhares de católicos sinceros, a Igreja de Roma resolveu contra atacar o movimento protestante, reforçando todos os seus dogmas já proclamados e tentando abrir caminho para os que viriam mais tarde. Aliás, todos os dogmas católicos, por mais absurdos que sejam, jamais poderão ser anulados, porque isso iria anular a suposta infalibilidade papal. Quando o Papa JP2 fala de amor entre os cristãos, desejando abraçar todo mundo, ele se esquece completamente de que o seu ofício está alicerçado nos dogmas do

Concílio de Trento, que ainda continuam em vigor. Uma dessas leis é que todos os hereges devem ser sumariamente liquidados! As Leis Canônicas do século 16, quando se realizou este Concílio, ainda permanecem robustas e somente por causa da democracia mundial é que elas estão hibernando, até a chegada do Anticristo. Quando perdeu o controle temporal sobre grande parte da Europa, a Igreja reorganizou os tribunais da Inquisição e começou a perseguir os Cristãos verdadeiros. Os mais perseguidos foram os Anabatistas, os Hussitas, os Valdenses e os Albigenses. Milhões deles foram assassinados pelo crime de não aceitarem as imposições do papa, como o batismo por aspersão e outros dogmas da Igreja. Quanto às finanças papais, elas foram regiamente acrescidas com os bens dos “hereges” (Protestantes e Judeus) condenados à morte (milhões deles), e dos países colonizados pelo Catolicismo. Nesse tempo, Portugal e Espanha se mantiveram cativos do poder papal e como colonizadores na África e na América do Sul iriam trazer para os domínios do Vaticano muitas terras que ele poderia dominar com mão de ferro. Dessa época data um decreto papal, através da bula “Inter Cetera”, de 1493, “exigindo que todas as nações bárbaras descobertas e ainda a serem descobertas deveriam ser subjugadas à fé católica, a fim de propagar o império cristão”. Este decreto ainda está em vigor nos dias de hoje. (National Catholic Reporter, 22/10/93, p. 3). O estado e a Igreja de mãos dadas têm consumido as liberdades e as imensas riquezas naturais dos países sul americanos. Milhões de toneladas de ouro, prata e pedras preciosas têm sido, nestes cinco séculos de Catolicismo, enviadas para Roma, a fim de locupletar os cofres papais. Grande parte da riqueza da Capela Sixtina era proveniente da América do Sul, doada por Alexandre VI, como dádiva dos reis católicos da Espanha, a quem ele havia dado de presente a maior parte da América Central e do Sul. Este Bórgia foi um dos papas mais corruptos e imorais da história. Vivia maritalmente com prostitutas, sendo a favorita, Vanozza Catanei, e também com a filha (dessa união), Lucrécia Bórgia. Quando Vanozza faleceu, Alexandre VI, então com 58 anos, mais que depressa agarrou uma nova amante, a recém-casada Giulia Farnese, de apenas 15 anos de idade, e a colocou no leito papal, por alguns anos. É claro que Giulia não fez isso de graça. Exigiu uma boa recompensa em troca. Seu irmão foi logo agraciado com o chapéu cardinalício e mais tarde se tornou o Papa Paulo III (15341549). Mas, voltando ao Novo Mundo, quem cuidou bem do patrimônio do Vaticano foram os jesuítas. Eles se aboletaram nas Américas, abriram colégios, tomaram conta da educação, e os livros de História contavam mentiras sobre mentiras contra os Protestantes. Todos os brasileiros cresceram pensando que Martinho Lutero havia se rebelado contra a Igreja de

Roma, com inveja de Tetzel na venda das indulgências. Durante quase dois séculos as guerras religiosas foram devastando a Europa e a vida se tornou mais insuportável do que na Idade Média. O título de Maria como CoRedentora começou a ser ventilado antes da Reforma. Esta crença foi se alastrando em todos os setores católicos. No século 18 a Mariolatria sofreu um tremendo baque, mas no final do século se refez através do chamado Movimento Mariano, fundado por Afonso de Liguori, que mais tarde foi canonizado como santo por causa do seu empenho no culto mariano. Em seu moto, “Nunquam Satis” (Nunca é Bastante) Liguori afirmava que “existem coisas que se pedem a Jesus e não são recebidas.. Mas se pedidas a Maria, logo são recebidas”. Ele citava uma das lendas relativas a S. Francisco, que conta o seguinte: O irmão Leão teria visto uma escada vermelha entre o céu e a terra, com Cristo no alto da mesma. Muitos monges tentaram subir por ela, mas iam caindo e não conseguiam atingir o topo. Foi aí que Leão viu Maria, que estava no alto de uma escada branca. Todos os monges que subiram por ela conseguiram chegar ao topo e eram recebidos, porque Maria tomava os seus devotos pela mão e os guiava “Florescillas”, (“The Mith of Mary”, p. 143). Graças a esse grande “santo” é que existem hoje as chamadas Legiões de Maria. Liguori foi chamado “doutor da Igreja” e em seguida foi canonizado, por ter afirmado um monte de heresias. Enquanto na Bíblia aprendemos com Jesus que Ele é o “único Caminho”, com Liguori aprendemos que existem dois. Nesse caso, o “santo” chamou Jesus de mentiroso. Enquanto na Bíblia aprendemos a “olhar somente para Jesus”, com Liguori aprendemos que é bem melhor olhar para Maria. Porque Maria é “muito mais terna e amorosa do que Jesus”. Em seu livro “As Glórias de Maria”, Liguori afirma: “Se o meu Redentor me rejeitar, eu me lançarei aos pés de Maria”. Ele insistia em que “Maria é a Rainha do Céu, a qual foi coroada pela Santíssima Trindade. O Pai… deu-lhe o seu poder, o Filho deu-lhe a sua Sabedoria e o Espírito Santo deu-lhe o seu amor”. (Ibid, p. 144) Como já vimos, o profeta Jeremias deu sua versão de quem era realmente a “Rainha dos Céus” no Velho Testamento. Basta ler Jeremias 7:18 e 44:15, 19-25. Quanto aos dois caminhos de salvação, o de Maria é bem melhor e mais fácil, pois ela é mais amorosa e misericordiosa do que o Filho e sempre dá um jeitinho (brasileiro) de conseguir tudo com Ele! Sendo mariano, você pode beber, jogar, adulterar, fazer e acontecer, que na hora da morte recebe a “Extrema Unção” e tudo se resolve. E se você usar o escapulário do Carmo e rezar o terço do rosário diariamente, não terá de ficar no purgatório um dia sequer, além do primeiro sábado após a sua morte. O Papa Leão XIII (18781903), um dos mais famosos da Igreja, declarava, como discípulo de Liguori, que “ninguém pode chegar ao Pai senão através do Filho e ninguém pode ir ao Filho senão por Maria”. Ainda hoje vemos em toda parte o adesivo “Tudo com Jesus, Nada

sem Maria”. Por que os evangélicos não contra atacam com um adesivo: “Tudo com Jesus, nada com Maria”? Pio X afirmou em sua encíclica Ad Diem Illum que “Ela é a principal despenseira na distribuição das graças”. Benedito XV dizia que Maria “é a mediadora com Deus de todas as graças”. João Crisóstomo, outro grande “santo”, afirmava que “a Eucaristia é o leite do peito materno do Espírito Santo”. Tais declarações se chocam diretamente contra a Palavra de Deus, pois provêm de escritos apócrifos ou declarações de hereges dos séculos anteriores. Os papas foram evoluindo em matéria de Mariolatria. Leão XIII, que reinou durante quase ¼ de século no Vaticano, em 1894 afirmava ex-catedra que Maria “se ofereceu a si mesma como serva para o ofício de mãe, e quando fez uma completa entrega de si mesma com o Filho, no templo, ela já se tornou dele associada em completa expiação pela raça humana”. Dez anos mais tarde, Pio X diria que Maria: “se associou com Cristo na obra da salvação humana”. Em 1918 Benedito XV fez esta incrível declaração: “Não sem o desígnio divino ela esteve presente, sofreu e quase morreu com o seu Filho, que estava sofrendo e morrendo, abdicou dos seus direitos maternos sobre o Filho pela salvação dos homens, e até onde pôde ela O imolou para satisfazer a justiça de Deus. Por isso, podemos ter boa razão para afirmar que ela redimiu, junto com Cristo, a raça humana”. S. Germano, como todos os papas, era um grande mariólatra. Ele orava assim: “Não existe ninguém, ó Maria Santíssima,… que venha a ser salvo ou redimido senão através de ti…” Mas S. Bernardo dizia ainda mais: “… Só temos acesso a Jesus Cristo através de Maria,. o abençoado recipiente de graça, portadora da vida e da salvação…” Pio XI, grande amigo e protetor de Mussolini, colocou Maria mais perto do trono divino, chamando-a de “sofredora co-redentora”. (Ibid p.146) Foram estas declarações e muitas outras que armaram o palco para a proclamação do Dogma da Assunção, em 01/11/1950, por Pio XII, com a bula Magnificentissimus Deus. Este papa, quando viu que Fátima estava caindo no esquecimento, arranjou logo uma “visão” beatífica, a fim de compensar a perda da II Guerra Mundial, promovida pelo seu protegido Hitler, com o seu total apoio. De repente “Sua Santidade” olhou para o céu e viu o sol dançando! E como os papas “não mentem”, porque são todos “infalíveis”, o mundo inteiro engoliu a lorota, mesmo que só o “vigário de Cristo” tenha gozado a beleza dessa visão celestial. (The Prophet, p. 26, by J.T.Chick). Foi esse o último dogma referente a Maria, por enquanto. Pois se o JP2 não morrer logo, vai sair mais um, antes do novo milênio. Aqui está uma das declarações deste papa sobre Maria, na abertura do Congresso Mundial da Juventude, em Denver, Colorado, em 1993, contidas no livro ”A Woman Rides the Beast”, p.443:

“Com o meu coração cheio de louvor à Rainha do Céu, sinal de esperança e fonte de conforto em nossa peregrinação de fé à Jerusalém celestial, saúdo a todos vocês… Maria como a Mulher vestida de Sol.. Ó, Mulher vestida de Sol, a juventude te saúda com amor… Em Maria a vitória final da vida sobre a morte já é uma realidade… ajuda-nos a crescer em santidade e derrotar o pecado.” Este papa, (JP2), que segundo alguns videntes católicos internacionais, será o último antes da Nova Ordem Mundial, é o maior mariólatra da história da humanidade. Seu lema com relação a Maria é “Totus tuus”, isto é, “Todo teu”! Aqui vai a explicação do por que deste lema, segundo o próprio JP2: Esta fórmula não tem apenas um caráter pietista… é algo mais. A origem para semelhante devoção se afirmou em mim, durante a II Guerra Mundial, trabalhando como operário numa fábrica. Por um momento achei que deveria afastar-me da devoção mariana da infância, em favor do cristocentrismo… Mas compreendi que a verdadeira devoção à Mãe de Deus é cristocêntrica, radicada muito profundamente no Mistério da Trindade, referente à Encarnação e Redenção. .. Redescobri com consciência nova a piedade mariana… Seus frutos são a “Redemptoris Mater” e” Mulieris Dignitatem”… Maria é a nova Eva que Deus põe diante do novo Adão, Cristo, a começar pela Anunciação… até o Cenáculo do Pentecostes, a Mãe de Cristo Redentor é a Mãe da Igreja”.(João Paulo II, Vitorio Messori, p.195-196). Não me admiraria se ele proclamasse o dogma da Co-Redenção de Maria, antes de partir para o além. Ele tem uma verdadeira fascinação pela Senhora de Fátima, cuja história é nada recomendável. Quanto ao Papa Leão XIII, que veio depois do Pio IX, e foi um dos dois papas da visão de “La Salete”, ouvimos na infância uma história interessante: “Um sertanejo, católico praticante, lá no Cariri, foi batizar a filha e pediu ao padre que lhe desse o nome de “Leônia”, que nesse tempo estava na moda. Quando o padre disse que esse nome estava muito batido, ele se defendeu: “Seu padre, eu ia botar o nome dessa menina de Leão XIII, como o filho do doutor fulano… Mas como nasceu mulher, só posso mesmo é botar de Leônia”. Leão XIII teria feito tudo para conseguir uma Fátima, no seu tempo, porém só conseguiu uma “Salete” e quem teve essa glória foi Benedito XV. A declaração mais tremenda sobre a Virgem de Fátima é a da revista Soul Magazine, edição nov/dez de 1984, que é uma publicação oficial do Exército Azul: “Maria está tão perfeitamente unida ao Espírito Santo, que Ele só age através dela (o grifo é meu), sua esposa. Toda a nossa vida… está nas mãos dela… a cada momento. Ela é quem deve instruir, guiar e transformar cada um de nós nela própria (olhe aí o perigo!), de modo que somente ela viva em nós, como Jesus vive nela, e o Pai no Filho”. Pelo que entendi, Maria é quem dá as ordens ao Filho e ao Espírito Santo, que não podem agir sem o seu consentimento. Nesse caso ela é a “Mãe” do Filho, a “Esposa” do Espírito e… a “Filha” do Pai! Isso é muito

complicado! Maria é Mãe, esposa e filha de Deus ao mesmo tempo? De uma coisa estou certa: esta é a maior blasfêmia que meus olhos já contemplaram! Paulo VI, declarando-a como “Mãe da Igreja”, ao encerrar a III Seção do Vaticano II, no dia 21 de novembro de 1964, confiou a Maria “todo o gênero humano” Houve noticiários sobre o choro da Senhora de Fátima em Nova Orleans, em julho de 1972. O Pe. Joseph Breault e o Pe. Romagosa foram as testemunhas oculares do fenômeno. Será que Roma não está apenas mais uma vez “gozando” da cara de todo mundo, com este fenômeno, que tem-se repetido constantemente? Agora, com a dificuldade de promover aparições no Ocidente, a Igreja se volta para outros meios. A tecnologia se desenvolveu de tal maneira que será difícil enganar os técnicos, na hora da comprovação dos milagres. Por isso, a moda é “Maria chorando” ou Jesus e Maria falando através da locução interior. Os jesuítas são muito espertos. Eles sempre dão um jeito de continuar promovendo os poderes da deusa no mundo inteiro. Eles são a “intelligenzia” do Vaticano. E o povo é tão crédulo! Se acredita em tipos como o Walter Mercado, como não iria acreditar numa Virgem que chora? Se acredita em tudo que os pais-de-santo falam, como não iria acreditar numa Virgem que chora? Se acredita nas baboseiras que os “mestres nova erenses” falam e escrevem, dizendo que o homem pode evoluir e se tornar um “deus”, como não iria acreditar numa Virgem que chora? Quem não lê, nem medita na Palavra de Deus, está com a mente tão vazia ou mal informada que aceita qualquer remédio espiritual, por mais amargo que seja. Jesus disse: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará… A Palavra de Deus é a verdade” (João 8:32; 17:17). Capítulo 10 Maria, Onipotente, Onisciente e Onipresente? A Maria do Catolicismo parece realmente ser uma deusa onipotente, onipresente e onisciente. Pelo que é ensinado aos “seus filhos” ela pode ouvir todas as orações de um bilhão de Católicos, ao mesmo tempo, em todas as línguas e dialetos, no mundo inteiro. A Igreja afirma que ela não é adorada. Prestam-lhe somente um culto de hiperdulia. Os santos recebem “dulia”, Maria recebe “hiperdulia” e Deus recebe “latria”. Acho que é por isso que os Católicos andam muito cansados. E provavelmente é por isso também que os países católicos continuam subdesenvolvidos. Imaginem uma pessoa ajoelhada diante da imagem que havia num oratório em nossa casa, Jesus, Maria e José, a “Sagrada Família”, diante da qual nos dobrávamos para rezar o terço diariamente. (Ela é tão linda que não deu para jogar no lixo). Se naquele tempo eu soubesse que teria de prestar “dulia” a José, “hiperdulia” a Maria e “latria” a Jesus, acho que teria desistido bem mais cedo de ser católica. A mão

de obra é grande demais! Mas, voltando aos atributos divinos de Maria, se ela pode ouvir as orações de todos os Católicos, ao mesmo tempo, em todas as línguas e dialetos, no mundo inteiro, então ela é Deus! Ou melhor, ela é uma deusa, e os hierarcas romanos não vão mais poder negar esta verdade! Quando o Bispo da Igreja Universal, Von Helde, há alguns anos atrás, tocou de leve (e não chutou, como dizem por aí), com o pé naquele ídolo hinduista chamado “A Senhora Aparecida”, fiquei muito triste. Triste, sim. Porque ele perdeu uma excelente oportunidade de mostrar ao Brasil o que se deve fazer com a imagem de um ídolo, que sem dúvida, só tem trazido maldições para este país. Infelizmente, o Papa JP2 é o maior idólatra da Igreja. Ele promove, defende e aconselha a veneração às imagens, conforme se deduz pelas palavras abaixo: “A ‘presença’ misteriosa de um protótipo transcendente é como se estivesse para ser transferida à imagem sagrada… A contemplação devota de tal imagem, então, parece um meio concreto de purificação da alma do crente…é considerada um canal de graça divina” (“A Woman Rides the Beast”, p. 184). Meu Deus, eu sempre imaginei que era o sangue de Jesus Cristo que nos purificava de todo pecado! (1 João 1:7) e que Ele, Jesus, fosse o único canal da graça divina! (Filipenses 1:2, 7; 4:23; 1 Timóteo 1:14; 2 Timóteo 1:9 e dezenas de outros). Quanto a essa história de “presença misteriosa” é típico das religiões ocultistas e não me agrada mesmo! Capítulo 11 A Deusa do Terceiro Milênio Longe de reprimir o crescimento do prestígio da Deusa do Terceiro Milênio, a Igreja Católica está fazendo tudo para aumentá-lo e espalhar pelo mundo inteiro o mito mariológico. O número de Marias cresce assustadoramente. Nenhum Católico, por mais interessado em Mariologia, poderia designar o nome de todas elas. O certo é que existem Marias para todos os gostos e para todos os fins. O Papa JP2, em sua viagem a Denver, Colorado, em agosto de 1993, trouxe uma nova Maria para ser adorada pelos fiéis. Segundo uma reportagem do NRI Trumpet, feita em outubro desse mesmo ano, ela foi chamada a “Maria do Novo Advento”. E poderíamos indagar: de quem? Seria porventura do Anticristo? Em Denver, onde havia cerca de 200.000 pessoas assistindo a Missa em sua homenagem, essa Maria foi chamada carinhosamente de “Mãe da Igreja”. Na oração de consagração feita durante a missa, o papa entregou a esse ídolo esotérico nada menos que “… o povo jovem do mundo… o mundo inteiro…” Ela é um ícone de péssimo gosto, representando a Virgem Maria com o Menino Jesus ainda em seu ventre. Fora essa nova Maria, o Papa tem duas Marias favoritas: uma é a Virgem Negra de Jasna Gora e a outra é a Nossa Senhora de Fátima, de Portugal, a mais famosa deste século. Fátima apareceu-lhe (segundo ele afirma), durante a

convalescença do tiro que ele recebeu no Vaticano, por sinal no dia do aniversário da aparição da “santa” em Portugal, ou seja, 13 de maio de 1917. Ela lhe contou que “sua vida fora salva para um propósito e daria ao mundo o sinal de que deveria ajoelhar-se diante da suprema autoridade”. (grifo meu) Isso cheira a governo mundial do Anticristo! O Time declarou, nessa ocasião, que “a devoção do papa a Maria foi-lhe inculcada no lar polonês, onde durante muitos séculos a Senhora Negra tem sido venerada por ter mandado de volta as tropas turcas muçulmanas, os luteranos suecos e os bolchevistas soviéticos…”. (A Woman…p. 442). Colocando os luteranos suecos em pé de igualdade com os muçulmanos e os comunistas, a Virgem Negra mostra que é realmente uma “santa” antibíblica, porque detesta os reformadores, talvez pelo fato de lerem a Bíblia. Pena é que os alemães e os ingleses tenham se rendido quase totalmente ao “canto de sereia” do Ecumenismo, e caído na apostasia, esquecendo os rios de sangue dos protestantes, o qual foi derramado pela Igreja Católica, por não terem eles se dobrado diante do poder papal. Mas isso foi antes que os Estados Unidos e a Revolução Francesa trouxessem ao mundo o desejo de lutar pelos direitos humanos básicos. Ecumenismo para a Igreja Católica significa tão somente o direito de engolir todas as religiões, anexando-as ao Catolicismo. A Igreja Católica jamais respeitou direito algum e em nome de Cristo, que pregou o amor entre os homens, ela assassinou milhões de inocentes nas suas famigeradas Inquisições e também em todas as Guerras Mundiais, das quais foi a maior mentora e sustentáculo… Diz o ex-padre jesuíta Alberto Rivera que os soldados ainda agonizavam na lama gelada da Rússia, quando o Vaticano se reuniu para “bolar” outra guerra, a fim de destruir os Judeus e os Protestantes. Ele colocou Hitler e Mussolini no poder, alimentou-os e lhes deu carta branca para roubar, matar e destruir, exatamente como o pai da mentira. Em razão das Duas Concordatas assinadas entre eles (Vaticano X Mussolini e Vaticano X Hitler), nenhum dos dois poderia ser excomungado pela Igreja, mesmo que assassinasse toda a população do globo! Os Pios XI e XII, este último, o papa da Assunção de Maria e da “Dança do Sol”, protegiam como “mães carinhosas” suas duas crias maravilhosas! Diz o escritor italiano, Roger Peyrefitte, em seu livro “A Batina Vermelha”, noticiado em “O Dia” de 04/1078, e mencionado no livro “O que Agrada e o Que Desagrada a Deus”, do Dr. Alcides Conejeiro Peres, que Mussolini mandou matar Pio XI e que o Vaticano mandou matar João Paulo I. Sobre a morte deste último, um arcebispo de S. Paulo nos contou que realmente “João Paulo I foi envenenado porque não convinha aos interesses do Vaticano”. É lamentável que hoje em dia as Igrejas da Reforma ofereçam cultos tão semelhantes aos do Catolicismo, que nem dá para perceber se a Igreja é Católica ou Evangélica. A maioria dos evangélicos tem se voltado para a Igreja de Roma, como se ela fosse uma “santinha” maravilhosa! E o pior de tudo é que se alguém, conhecendo a história e a Bíblia, tenta ir de encontro ao Ecumenismo, logo é taxado de “odioso”. O que esses amorosos ecumenistas desconhecem é que a expressão “irmãos separados” criada no Concílio Vaticano II tem um complemento,

“irmãos separados… para morrer!”, como dizia o Dr. Alberto Rivera, antes de morrer em Oklahoma em 1997, o Vaticano é tão “cheio de amor”, que o tiro que João Paulo II recebeu de Mehmet Ali Agca, há alguns anos atrás, fora encomendado pelos jesuítas do Vaticano, a fim de fazer média com os Muçulmanos. (The Prophet, p.30, by J.T.Chick). Mas os Protestantes, sempre bem intencionados e completamente desinformados em matéria de Catolicismo, porque de lá não vieram, estão recebendo os Católicos, principalmente os Carismáticos, de braços abertos, mesmo sabendo que jamais passarão de irmãos separados… para morrer, quando chegar a hora do acerto de contas… para quem não for arrebatado! Uma coisa está bem clara: Quem não estiver separado para ser arrebatado, estará separado para morrer! Por causa do Liberalismo, que tomou conta de grande parte do Protestantismo, agora vem grassando a apostasia dentro do rebanho de Cristo. Os poucos que lêem e crêem na Bíblia como única, total e infalível regra de fé e prática, estão começando a ser perseguidos na Europa e, quem sabe, os promotores da Deusa do Terceiro Milênio já estão por trás dessa manobra! Ela está conseguindo unir Protestantes e Evangélicos para formar um Cristianismo paganizado, conforme ficou bem claro na declaração do Bispo Fulton Sheen. Realmente, essa Mulher vai conquistar o mundo inteiro para o Catolicismo Romano! Ela vai conseguir unir os Muçulmanos ao Catolicismo, simplesmente porque esses pobres fanáticos religiosos, entendidos em Corão, mas totalmente ignorantes da Palavra de Deus, acham que a “Senhora” que apareceu em Fátima, a cidade que tem o nome da filha de Maomé, é a própria! Só existem três religiões no mundo: o Paganismo, o Judaísmo e o Cristianismo. O Paganismo engloba todas as religiões atuais, porque todas elas são espíritas e, portanto, abomináveis para Deus. O Cristianismo Bíblico – e só ele – é cem por cento embasado nas Sagradas Escrituras. O Judaísmo tem a proteção de Deus e dificilmente poderá ser extinto da terra, pois o plano do Pai é reunir Judeus e Cristãos sob o cetro do Filho de Judá. Quem recorre à Tradição e ao Magistério (Catolicismo), ao Livro de Mormon, (Mormonismo), às Revelações da Mãe Celestial (TJs), e aos espíritos dos mortos (que não passam de demônios), como o Hinduísmo, o Budismo, e todas as religiões orientais, é abominável para Deus. Essas religiões pregam “um outro Evangelho”, descambando todas elas para a Nova Era. E não será o Maitréya quem comandará o mundo religioso em seus três primeiros anos de governo. Nesse tempo ele vai receber o apoio do Catolicismo, para unificar todas as religiões, com a Deusa do Terceiro Milênio comandando o espetáculo. Ela vai conseguir unir todas as religiões esotéricas, que já estão se englobando na Nova Era, através da deusa Gaia, a “Mãe Terra”, também chamada de “Ovo Cósmico”. Gaia é a primeira de todas as deusas criadas pela imaginação do homem. Ela deu à luz seu filho Uranus e coabitou com ele,

dando à luz inúmeros deuses mitológicos, tornando-se, assim, a mãe de todas as divindades e também da humanidade. A Maria católica é como Gaia: transparente por fora, na beleza de suas vestes de rainha, coroada de ouro e pedras preciosas, mas muito misteriosa por dentro, uma vez que ninguém pode garantir quem realmente está por trás de suas aparições lacrimosas. Quando ela entregar todos os seus devotos na mão do Anticristo, ele vai lhe dar uma “boa recompensa”, que será a destruição da Babilônia, ou seja, a sua Igreja. Jesus disse aos apóstolos que as portas do inferno jamais prevalecerão contra a Sua Igreja… Mas, quem disse que a “santa madre” é a Igreja do Senhor Jesus Cristo? A Deusa do Terceiro Milênio é uma deusa fortíssima, imaculada, virgem perpétua, mãe extremosa, dona dos poderes subterrâneos, destituída de qualquer preconceito moral ou religioso, contanto que receba a adoração dos seus devotos e ganhe fabulosas coroas de ouro e pedras preciosas. Há duas coisas pelas quais Satanás sempre teve uma queda especial: Riqueza (para dar a quem o serve) e adoração (porque não suporta a idéia de que somente Jesus Cristo seja adorado). Não podendo receber completa adoração, por não ter um corpo físico, ele usará o Anticristo, que será o dono da prata e do ouro da terra e receberá adoração de todos os seus súditos, mas só por sete anos! O Anticristo não vai aparecer como um inimigo do Cristianismo, mas como o segundo e último Constantino, que reunirá todas as religiões para formar uma Religião Mundial (a partir do Cristianismo paganizado), no renascido Império Romano. A “Mulher” que João viu em Apocalipse 17-18 tinha feições que lhe eram familiares… lembrando de leve a Noiva do Cordeiro. No entanto, com o passar dos séculos, suas feições se tornaram desfeitas como as de uma prostituta em decadência física e moral, pelos milhões de pecados cometidos contra os santos de Jesus. Ela era tão forte e ousada a ponto de cavalgar a besta feroz do Apocalipse. Suas vestes escarlates mostravam uma riqueza ostensiva. Sua boca arrogante proferia nomes de blasfêmia. No cálice de ouro que ela segurava na mão havia um transbordamento de abominações e prostituições, além do sangue dos mártires sacrificados por amor a Jesus Cristo. O Novo Império Romano já se torna uma realidade, com a criação da Europa Unida. Sua moeda (o Euro) tem uma estrela de cinco pontas, a “Cabra de Mendes” ou “Baphomet”. E tem ainda numa das faces uma “Senhora” cavalgando uma besta feroz.. Os extratos bancários na Europa já começarão a circular em duas moedas: a do país de origem e a do novo Império Romano, a partir do próximo ano. Além da moeda, está vindo um novo Cartão de Crédito (Omnicard), nos Estados Unidos, englobando todos os dados pessoais, desde a certidão de nascimento até o certificado de seguro. O olho do Anticristo, terrivelmente descrito no livro “1984” de Orwell, já está aí, pronto para funcionar, com a ajuda do Iris-Code, mais perfeito que as impressões

digitais. A Internet liga tudo a todos, num piscar de olhos! Ela será o “olho do Anticristo”. Minha filha, que mora na Alemanha, conversa diariamente com a prima, que mora no Projeto Jari, no Pará. A figura da amazona, que os organizadores do Novo Império Romano copiaram do Livro de Apocalipse, para mostrar ao mundo inteiro que não crêem nessas “baboseiras religiosas”, será a MULHER, que reinará sobre todas as religiões existentes, sintetizadas numa única religião, da qual o Anticristo vai se valer para governar o mundo… com injustiça e iniquidade! Ele agora já pode aparecer, porque o mundo está bem maduro, no ponto exato para ele, como estava para Jesus, “na plenitude dos tempos” (Gálatas 4:4). Agora ele já dispõe da TV, da Internet, do Fax, do IrisCode, de uma religião quase globalizada e, sobretudo, da ameaça nuclear para amedrontar os pobres habitantes do planeta Terra. A insegurança mundial diante do aumento da violência está levando as pessoas ao estresse físico e mental e à necessidade de um refúgio nas religiões orientais, que prometem transformar o homem num pequeno deus! É a repetição da promessa que Satanás fez a Eva, no Paraíso… Se essas religiões orientais fossem realmente boas e pudessem transformar o homem num “deus”, não haveria tanta miséria no Oriente, principalmente na Índia, onde há uma inflação de deuses. Os hindus têm cerca de 300 milhões de deuses para cerca de um bilhão de habitantes, o que dá um “deus” para cada três devotos. Infelizmente as pessoas estão se deixando levar pelos mitos religiosos, em vez de procurar o único Deus verdadeiro, que é o Deus da Bíblia. O engano tem sido operado através do Mito de Maria, quando a Igreja descobriu ser inesgotável a mina de ouro da credulidade popular. Infelizmente, as pessoas aceitam qualquer coisa que os falsos mestres e profetas lhes apresentam, porque são apenas ovelhas sem pastor. Quem tem Jesus Cristo no coração, lê e pratica a Palavra de Deus (a Bíblia), e assim tem como se libertar desses mitos e superstições, porque fica protegido pela sabedoria e pelo amor do Espírito Santo, o enviado do Pai e do Filho, que nos guia a toda a verdade. Conclusão Quando o Espírito Santo for retirado da terra, a iniqüidade se multiplicará mil vezes. Observem os telejornais de agora, com maníacos sexuais, estupros de pais contra filhos, abortos, homossexualismo, adultério, roubo, prostituição, drogas, alcoolismo, enfim uma verdadeira Babel social/política/religiosa. Imaginem, então, essas desgraças todas multiplicadas mil vezes e teremos o reinado do Anticristo. Agora tem-se liberdade civil e religiosa, como jamais existiu antes da Reforma protestante. O Anticristo a princípio enganará muitas pessoas, pois vai monopolizar todo o poder civil e religioso, podendo, então, botar as coisas nos eixos. Não haverá sérios problemas no princípio e os Judeus o elegerão como o Messias prometido, permitindo que ele se assente

no trono de Deus. Em seguida ele tentará destruir Israel, a Terra do Messias Jesus. Será o tempo das dores de Jacó, de que nos fala a Bíblia. Quando ele destruir a Igreja que o elegeu, ficará com o poder espiritual e temporal absoluto, exatamente como no tempo de Constantino e dos papas, na Idade Média. Tudo vai ficar tenebroso, com a perseguição religiosa aos que não aceitarem o número da besta. A Idade Média vai se repetir com a Nova Ordem Mundial, só que agora muito mais violenta e mais informatizada em sua crueldade. A Deusa do Terceiro Milênio está se fortalecendo cada vez mais, com adesões de milhares aos seus encantos de sereia mundial. Ela é tão esperta, que não apenas canta, mas também chora muito! Não é à toa que na Bíblia a expressão “muitas águas” significa muitos povos. A mulher-sereia tem reinado sobre quase todos os povos da terra, desde os tempos primevos. Geralmente a Maria católica aparece a fim de resolver um problema político. Ela é manipulada pela sua Igreja e fala o que esta lhe ordena. Satanás não hesitou nem mesmo em transformar uma simples e pura mulher judia, mãe do Salvador Jesus Cristo, nessa deusa milenar, traiçoeira e perigosa. A tática de Satanás é sempre a mesma: imitar tanto quanto possível o Deus Criador. Infelizmente, todos os que estão colaborando com ele terão de prestar contas a Deus, por estarem comprando com a moeda da superstição religiosa o seu passaporte para o inferno! Amigos, pelo amor de Deus, acordem depressa!!! O Jesus Cristo da Bíblia, é a única certeza neste mundo cheio de superstições religiosas. Quem lê a Palavra de Deus diariamente não corre o risco de cair em contos-do-vigário para aceitar deusas mitológicas, que aparecem em toda parte, sempre chorando e pedindo rezas do rosário. Lendo a Bíblia com amor e reverência, chegamos à conclusão de que nenhuma religião leva ao céu. Maria também não leva pessoa alguma ao céu. Só uma Pessoa Divina, Jesus Cristo, pode salvar e transformar a nossa vida. Ele veio para nos dar vida abundante, enquanto Satanás faz tudo o que pode, a fim desviar os nossos olhos do único Salvador. Satanás é sórdido, mentiroso e trapaceiro. Ele veio para roubar, matar e destruir (João 10:10). Ele gosta de enganar as pessoas, usando as falsas religiões, a fim de encher o inferno de almas que sofrerão, eternamente, a ausência do Bem Supremo, que é Deus. Jesus Cristo é Deus! Ele é o mesmo ontem, hoje e o será para sempre (Hebreus 13:8). Ele é o único Mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5). Maria não salva. Maria não é Mediadora. Maria não dá esperança. Ela não pode resolver problema algum, pois é uma simples criatura e não uma deusa poderosa, como o Catolicismo ensina. Maria foi a mãe de Jesus na carne e carinhosamente o ninou em seus braços maternais, enquanto ele era um bebê. Mas o menino Jesus cresceu em estatura e graça, pregou o Evangelho da salvação, morreu pelos pecados da humanidade, ressuscitou, subiu aos céus e agora esta à destra do Pai, aguardando a hora do Seu regresso à terra. Jesus Cristo é o Deus Criador, Onipotente, Onisciente, Onipresente e, sobretudo, Misericordioso.

Brevemente Ele vai descer para arrebatar os seus amados. Vamos deixar de lado a Deusa do Terceiro Milênio! Amemos e honremos somente a verdadeira Maria, a mãe de Jesus, que não precisa nem deve ser adorada. Ela ficaria muito feliz se pudesse ver-nos “obedecendo em tudo que Jesus nos manda fazer”, através de Sua Santa Palavra. Para concluir este trabalho, gostaríamos de afirmar que… Se Maria pudesse ver as práticas abomináveis alicerçadas na idolatria à sua pessoa iria chorar, não através de ídolos fabricados, mas em espírito. Ela morreu, virou pó, seu espírito está no céu, junto a Deus, aguardando a ressurreição dos mortos, quando será glorificada com todos os verdadeiros cristãos, uma vez que foi uma cristã humilde e santa e faz parte da Igreja Triunfante. E quando digo Igreja Triunfante não me refiro à Igreja Católica, mas à Igreja Invisível, a verdadeira Igreja do Senhor Jesus Cristo. Se Maria pudesse realmente aparecer e se manifestar, sem dúvida alguma seria para chorar muito. E por que será que Maria iria chorar tanto? Ela iria chorar por muitos motivos e vamos tentar explicar alguns deles. Maria deveria chorar porque os cristãos nominais não obedecem a Palavra de Deus, exatamente como deveriam obedecer. Mesmo porque ela deu um único mandamento para os cristãos em João 2:5: “Fazei tudo o que Ele (Jesus) vos mandar”. Maria iria chorar porque as pessoas no mundo inteiro vivem se curvando diante de imagens e estátuas batizadas com o seu nome, e como Maria conhecia bem a Bíblia, ela sabe que o Segundo Mandamento (que a Igreja retirou do Catecismo) proíbe terminantemente qualquer tipo de adoração e fabricação de ídolos e a Igreja transformou a santa mãe de Jesus num ídolo. Ela também choraria muito porque se confessou “necessitada de um Salvador” em Lucas 2:47 e a Igreja inventou que ela nasceu imaculada, negando a verdade bíblica que afirma que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Porque só Jesus nasceu sem pecado, por ter sido concebido pelo Espírito Santo, e porque ele é o Deus eterno. Maria morreria de chorar, porque a Igreja seqüestrou seus filhos, José, Simão, Tiago e Judas, além de pelo menos duas meninas, a fim de inventar que ela continuou virgem depois do parto e não foi uma esposa perfeita para o seu digníssimo esposo José. Ela se desmancharia em lágrimas porque, além de carregá-la num andor, coisa importada do paganismo babilônico, em que a deusa Ishtar era carregada da Babilônia para o Egito, as pessoas lhe dão muitos nomes, e adoram-na como se ela fosse uma deusa pagã, ou a “Rainha dos Céus” condenada pela Bíblia em Jeremias 7:18 e outros. Ela inundaria todo o seu manto de lágrimas porque as pessoas lhe dirigem orações, achando que ela é Mediadora entre Deus e os homens, quando a Bíblia diz que existe apenas um Mediador: Cristo Jesus, homem (1Timóteo 2:5). Como poderia

a mãe de Jesus, exilada no céu, até o Dia do Juízo Final, ouvir as orações de quase um bilhão de ignorantes, em todas as línguas e dialetos, em todos os minutos do dia e da noite, se ela não é Deus e só Deus é onisciente, onipresente e onipotente? Ela choraria demais porque, tendo sido uma simples e pura mulher do povo, foi incorporada às deusas pagãs Semíramis, Isis, Demétria, Cibele, e muitas outras. E porque ela sabe que não pode ser venerada como deusa, nem agir como Mediadora, nem como Rainha dos Céus, nem ser Mãe da Igreja, nem fazer milagres, enganando incontáveis milhões de pessoas ignorantes, que assim a consideram. Ela pediria que todos lessem a Bíblia. Ela afirmaria que as Sagradas Escrituras são o nosso Supremo Tribunal Universal. Porque as tradições mentem, os livros complementares mentem e os magistérios mentem, pois são obras humanas. Finalmente Maria iria garantir que “A Palavra de Deus é mais cortante do que espada de dois gumes…” e, ai de quem nela tropeçar! Meus amigos católicos. Não fiquem me odiando porque eu digo que a Maria da sua Igreja não é Maria da Bíblia. Eu amo vocês todos, pois fui católica durante a maior parte de minha vida. Mas depois de conhecer a Bíblia e estudar e pesquisar durante 20 anos, posso lhes assegurar que o Catolicismo é uma religião falsa, que usa alguns versículos bíblicos para apoiar suas doutrinas, desprezando os mais importantes, como por exemplo, que Jesus é a Rocha e não Pedro. Que Maria teve muitos filhos e não apenas um. Que ela nasceu pecadora, como todos nós, e não imaculada. Que o papa não é o vigário de Cristo, pois o único Vigário de Cristo é o Espírito Santo. O Romanismo afirma que Deus só proíbe a adoração a ídolos falsos, mas que Maria e os “santos” não são ídolos, quando todos sabemos que o são. Deus não é um Deus de meias palavras. O próprio Jesus disse que a palavra do cristão verdadeiro deve ser “sim, sim” ou “não, não”, e o que disso passar é obra do maligno (Mateus 5:37). Qualquer religião ou Igreja que procura minimizar o valor da Bíblia e a complementa com outros livros é mais falsa do que uma placa de latão polido, vendida como ouro 18 quilates! Livros consultados: 1. 2. 3. 4. “A Woman Rides the Beast” – Dave Hunt “The Vatican and World Politics”- Avro Manhattan “The Mith of Mary” – César Vidal “The Two Babylons”- Alexander Hislop

5. “Babilônia, a Religião de Mistérios”- Ralph Wodrow 6. “The Answer Book”- Dr. Samuel C. Gipp

7. “The Prophet”- J. T. Chick 8. “Why is Mary Crying?”- J.T. Chick 9. “The Traitor”- J. T. Chick 10.“Wesbster’s New Universal Encyclopedia” 11.“Oxford Dictionary and Thesaurus” 12.“Por Amor aos Católicos Romanos”- Rick Jones 13.“Resposta aos Amigos Católicos” – Thomas F. Heinze 14.“Os Fatos Sobre” (Espíritos Guias e A Vida Após a Morte) 15.“João Paulo II”- Vitorio Messori 16.“Orixás, Caboclos e Guias”, Bispo Macedo 17.“Fátima Desmascarada”- João Ilharco 18.“A Senhora de Fátima”- Dr. Aníbal Pereira dos Reis 19. “A Senhora Aparecida”- Dr. Aníbal Pereira dos Reis 20. “O que Agrada e o Que Desagrada a Deus”, Dr. Alcides Conejeiro Peres 21.“A Bíblia Sagrada”- ARA e BLH 22. Jornal “Batle Cry”, 4 edições trimestrais de 1997 23. Jornal “The Evangel”, edição de maio/junho, 1998 Mary Schultze, 1999.

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