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Manual Reda

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Sections

  • 1. Redação oficial
  • 2. Qualidades e características fundamentais da redação oficial
  • 3. Orientações básicas sobre o ato de escrever
  • 4. Considerações gerais
  • 5. Padrão unificado de apresentação dos atos oficiais
  • 6. Atos de comunicação
  • 7. Atos normativos
  • 8. Atos processuais
  • 9. Outros atos
  • 10. Abreviatura
  • 11. Acentuação gráfica
  • 12. Artigo
  • 13. Concordância nominal e verbal
  • 14. Emprego dos verbos haver e ser
  • 15. Ortografia
  • 16. Plural de certas palavras e expressões
  • 17. Pontuação
  • 18. Emprego do porquê
  • 19. Pronome
  • 20. Regência verbal
  • 21. Significado e uso de certas palavras e expressões
  • 22. Uso das siglas
  • 23. Uso de sinais (aspas, hífen, parênteses, travessão)
  • Cabeçalhos identificadores das áreas do Tribunal
  • Palavras e expressões com significados similares
  • OBRAS CONSULTADAS
  • ÍNDICE REMISSIVO

Varua| de Redaçao 0l|c|a

|
Tribunal de Contas do Distrito Federal
BRASÍLIA
2002
ORGANIZAÇÃO
DIPLAN – TCDF
COORDENAÇÃO GERAL
José Wilson Gurgel
ELABORAÇÃO
Henrique Mattei
James Quintão de Oliveira
REVISÃO
Carlos Tobias da Silva
Nota: Registre-se, ainda, a participação dos titulares das unidades e dos demais servidores
do Tribunal com valiosas contribuições para a feitura e o aperfeiçoamento deste Manual.
1ª edição – 2002
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA – DIPLAN
Praça do Buriti, Edifício Presidente Costa e Silva – Anexo, 5º andar
CEP 70075-901 - Brasília (DF)
Tel.: 0 xx (61) 314-2153/2154/2155
Distrito Federal (Brasil). Tribunal de Contas do Distrito Federal.
Manual de Redação Oficial. -- Brasília: DIPLAN, 2002.
224p.
1. Redação Oficial. I. Título.
CDD 808.066
CDU 806.90(817)
Varua| de Redaçao 0l|c|a|
Tribunal de Contas do Distrito Federal
II
COMPOSIÇÃO DO TRIBUNAL – 2002
Conselheiros
Marli Vinhadeli – Presidente
Manoel Paulo de Andrade Neto – Vice-Presidente
Ronaldo Costa Couto
Jorge Caetano
Paulo César de Ávila e Silva
Jorge Ulisses Jacoby Fernandes
Antônio Renato Alves Rainha
Auditor
José Roberto de Paiva Martins
Procuradores do Ministério Público Junto ao Tribunal
Márcia Ferreira Cunha Farias – Procuradora-Geral
Cláudia Fernanda de Oliveira Pereira
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
III
APRESENTAÇÃO
Com a intenção de uniformizar a elaboração dos atos oficiais aqui
emanados, o egrégio Plenário, por meio da Decisão nº 56, de 15 de dezembro de
1998, autorizou a inclusão, no Plano Geral de Ação do Tribunal para 1999, do
projeto de desenvolvimento do Manual de Redação Oficial desta Corte de Contas,
cujo teor temos a satisfação de aqui apresentar.
Aprovado pela Decisão Plenária nº ......., de ....... de ..................... 2002, o
Manual é composto de três partes principais: a primeira trata de aspectos gerais da
redação oficial, a segunda ocupa-se da elaboração dos atos oficiais no âmbito do
Tribunal e a terceira exibe conjunto de elementos de gramática aplicados à redação
oficial.
É importante destacar que a edição deste compêndio representa mais um
passo rumo à modernização administrativa já há muito abraçada por esta Corte com
a participação fundamental dos membros do Plenário e dos demais servidores da
Casa.
Dirigimos a todos nossos sinceros agradecimentos pelo apoio prestado e
manifestamos nossa convicção de que, com o Manual, estaremos contribuindo para
a consolidação de ações institucionais cada vez mais responsivas às expectativas
da sociedade brasiliense.
MARLI VINHADELI
Presidente
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
IV
SUMÁRIO
COMPOSIÇÃO DO TRIBUNAL – 2002................................................................................ II
APRESENTAÇÃO.................................................................................................................. III
PRIMEIRA PARTE Aspectos gerais da redação oficial
1. Redação oficial ..................................................................................................................................2
2. Qualidades e características fundamentais da redação oficial .........................................................3
3. Orientações básicas sobre o ato de escrever.....................................................................................8
SEGUNDA PARTE Atos oficiais do Tribunal
4. Considerações gerais.......................................................................................................................15
5. Padrão unificado de apresentação dos atos oficiais .......................................................................17
6. Atos de comunicação .......................................................................................................................19
7. Atos normativos ...............................................................................................................................34
8. Atos processuais...............................................................................................................................59
9. Outros atos.....................................................................................................................................112
TERCEIRA PARTE Elementos de gramática
10. Abreviatura ..................................................................................................................................116
11. Acentuação gráfica ......................................................................................................................117
12. Artigo ...........................................................................................................................................123
13. Concordância nominal e verbal...................................................................................................124
14. Emprego dos verbos haver e ser ..................................................................................................131
15. Ortografia ....................................................................................................................................133
16. Plural de certas palavras e expressões........................................................................................145
17. Pontuação ....................................................................................................................................147
18. Emprego do porquê......................................................................................................................153
19. Pronome.......................................................................................................................................155
20. Regência verbal ...........................................................................................................................160
21. Significado e uso de certas palavras e expressões.......................................................................167
22. Uso das siglas ..............................................................................................................................187
23. Uso de sinais (aspas, hífen, parênteses, travessão) .....................................................................188
ANEXOS
Anexo I Resolução nº ....... , de ....... de ..................... de 2002 .........................................................195
Anexo II Cabeçalhos identificadores das áreas do Tribunal............................................................196
Anexo III Lista de abreviaturas ........................................................................................................202
Anexo IV Formas de tratamento .......................................................................................................205
Anexo V Palavras e expressões com significados similares .............................................................206
Anexo VI Palavras e expressões latinas ...........................................................................................207
Anexo VII Termos da oração ............................................................................................................210
OBRAS CONSULTADAS .....................................................................................................211
ÍNDICE REMISSIVO...........................................................................................................214
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
1
PRIMEIRA PARTE
Aspectos gerais da redação oficial
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
2
1. Redação oficial
Redação oficial é a maneira de redigir própria da Administração Pública.
Sua finalidade básica é possibilitar a elaboração de comunicações e normativos
oficiais claros e impessoais, pois o objetivo é transmitir a mensagem com eficácia,
permitindo entendimento imediato.
A eficácia da comunicação oficial depende basicamente do uso de
linguagem simples e direta, chegando ao assunto que se deseja expor sem passar,
por exemplo, pelos atalhos das fórmulas de refinada cortesia usuais no século
passado. Ontem o estilo tendia ao rebuscamento, aos rodeios ou aos circunlóquios;
hoje, a vida moderna obriga a uma redação mais objetiva e concisa.
Considere-se, entretanto, que não há uma forma específica de linguagem
administrativa, mas sim qualidades comuns a qualquer bom texto, seja ele oficial ou
literário, aplicáveis à redação oficial: clareza, coesão, concisão, correção gramatical.
Além disso, merecem destaque algumas características peculiares identificáveis na
forma oficial de redigir: formalidade, uniformidade e impessoalidade.
A seguir, apresenta-se análise pormenorizada de cada uma dessas
qualidades e características.
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3
2. Qualidades e características fundamentais da redação oficial
2.1. Clareza
Clareza é a qualidade do que é inteligível, facilmente compreensível. Já
que se busca, então, com a clareza, fazer-se facilmente entendido, é preciso que o
pensamento de quem comunica também seja claro, com as idéias, ordenadas; a
pontuação, correta; as palavras, bem dispostas na frase; as intercalações, reduzidas
a um mínimo; a precisão vocabular, uma constante.
Da mesma forma, a indispensável releitura do texto contribui para
obtenção da clareza. A ocorrência de trechos obscuros e de erros gramaticais em
textos oficiais provém principalmente da falta da releitura, que torna possível sua
correção.
Além disso, a falsa idéia de que “escreve bem quem escreve difícil”
também contribui para a obscuridade do texto. Ora, quem escreve difícil dificilmente
é compreendido. Cada palavra dessa natureza é um tropeço para a leitura e só pode
desvalorizar o que se escreve.
Alguns preceitos para a redação de textos claros:
a) utilizar preferencialmente a ordem direta ou lógica (sujeito, verbo,
complementos); às vezes essa ordem precisa ser alterada em
benefício da própria clareza;
b) usar as palavras e as expressões em seu sentido mais comum;
c) evitar períodos com negativas múltiplas;
d) transformar as orações negativas em positivas, sempre que possível;
e) buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o texto;
f) escolher com cuidado o vocabulário, evitando o jargão técnico;
g) evitar neologismos (palavras, frases ou expressões novas, ou palavras
antigas com sentidos novos), preciosismos (delicadeza ou sutileza
excessiva no escrever) e regionalismos;
h) utilizar palavras ou expressões de língua estrangeira somente quando
indispensável.
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4
Exemplos de textos obscuros, que devem ser evitados:
a) mudança de sentido com a mudança da pontuação: Aprovas? Não
discordo. (Compare-se: Aprovas? Não! Discordo.);
b) má disposição das palavras na frase: A Defesa Civil pede, neste ofício,
cobertores para casal de lã. (Compare-se: A Defesa Civil pede, neste
ofício, cobertores de lã para casal.);
c) ambigüidade: Ela pensava no tempo em que trabalhara com o
Cassiano e concluía que a sua falta de visão teria contribuído para o
fracasso do projeto. (Ambigüidade ocasionada pelo emprego do
pronome sua, que é válido tanto para e|a como para e|e; falta de visão
dele ou dela?);
d) excesso de intercalações: O planejamento estratégico, que é um
instrumento valioso para a gestão da empresa pública, e esta, uma
alavanca indispensável ao desenvolvimento econômico-social, deve
periodicamente passar por um processo de revisão, que o atualiza
perante as velozes mudanças do mundo moderno. (Compare-se: O
planejamento estratégico deve periodicamente passar por um
processo de revisão.).
2.2. Coesão
O termo coesão pode ser conceituado como a união íntima das partes de
um todo. Assim, o texto coeso é aquele em que as palavras, as orações, os períodos
e os parágrafos estão interligados e coerentemente dispostos.
Às vezes, o cuidado com a estrutura do parágrafo pode induzir ao
equívoco de encará-lo como redação autônoma, bastante em si mesmo. Apesar de
ser uma unidade lógica completa (começo, meio e fim), não pode estar solto do
restante do texto.
Para que esse desligamento não ocorra, temos de trabalhar com
mecanismos de ligação entre os parágrafos. A utilização desses mecanismos
chama-se transição ou coesão.
A transição não é necessariamente feita por partículas ou expressões. Ela
pode ocorrer, por exemplo, com a utilização do mesmo sujeito da oração
precedente. O importante nos mecanismos de transição é manter a fluência do texto.
Exemplos de algumas partículas e expressões de transição: da mesma
forma, aliás, também, mas, por fim, pouco depois, pelo contrário, assim, enquanto
isso, além disso, a propósito, em primeiro lugar, no entanto, finalmente, em resumo,
portanto, por isso, em seguida, então, já que, ora, daí, dessa forma, além do mais.
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2.3. Concisão
A concisão consiste em expressar com um mínimo de palavras um
máximo de informações, desde que não se abuse da síntese a tal ponto que a idéia
se torne incompreensível. Afinal, o tempo é precioso, e quanto menos se rechear a
frase com adjetivos, imagens, pormenores desnecessários ou perífrases (rodeios de
palavras), mais o leitor se sentirá respeitado.
Para que se redija um texto conciso, é fundamental que se tenha, além de
conhecimento do assunto sobre o qual se escreve, o tempo necessário para revisá-
lo depois de pronto. É nessa revisão que muitas vezes se percebem eventuais
redundâncias ou repetições desnecessárias de idéias. Veja-se, por exemplo, o
seguinte texto:
A partir desta década, o número cada vez maior e, por isso mesmo, mais
alarmante de desempregados, problema que aflige principalmente os
países em desenvolvimento, tem alarmado as autoridades
governamentais, guardiãs perenes do bem-estar social, principalmente
pelas conseqüências adversas que tal fato gera na sociedade, desde o
aumento da mortalidade infantil por desnutrição aguda até o crescimento
da violência urbana que aterroriza a família, esteio e célula-mater da
sociedade.
Se esse mesmo trecho for reescrito sem a carga informativa
desnecessária, obtém-se um texto conciso e não prolixo:
O número cada vez maior de desempregados tem alarmado as
autoridades governamentais, pelas conseqüências adversas que tal fato
gera na sociedade, desde o aumento da mortalidade infantil por
desnutrição aguda até o crescimento da violência urbana.
Vê-se, assim, como é importante o texto enxuto. Economizar palavras traz
benefícios ao texto: o primeiro é errar menos; o segundo, poupar tempo; o terceiro,
respeitar a paciência do leitor. Pode-se adotar como regra não d|zer ma|s nem menos do
que prec|sa ser d|to. Isso não significa fazer breves todas as frases, nem evitar todo o
detalhe, nem tratar os temas apenas na superfície; significa, apenas que cada
palavra é importante.)
Procedimentos para redigir textos concisos:
a) eliminar palavras ou expressões desnecessárias: ato de natureza
hostil => ato hostil; decisão tomada no âmbito da diretoria => decisão
da diretoria; pessoa sem discrição => pessoa indiscreta; neste
momento nós acreditamos => acreditamos; travar uma discussão =>
discutir; na eventualidade de => se; com o objetivo de => para;
b) evitar o emprego de adjetivação excessiva: o difícil e alarmante
problema da seca => o problema da seca;
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c) dispensar, nas datas, os substantivos d|a, mès e ano: no dia 12 de
janeiro => em 12 de janeiro; no mês de fevereiro => em fevereiro; no
ano de 2000 = > em 2000;
d) trocar a locução verbo + substant|vo pelo verbo: fazer uma viagem =>
viajar; fazer uma redação => redigir; pôr as idéias em ordem =>
ordenar as idéias; pôr moedas em circulação => emitir moedas;
e) usar o aposto em lugar da oração apositiva: O contrato previa a
construção da ponte em um ano, que era prazo mais do que suficiente
=> O contrato previa a construção da ponte em um ano, prazo mais do
que suficiente. O que se tem é a anarquia, que é a bagunça pura e
simples, irmã gêmea do caos => O que se tem é a anarquia, bagunça
pura e simples, irmã gêmea do caos;
f) empregar o particípio do verbo para reduzir orações: Agora que
expliquei o título, passo a escrever o texto => Explicado o título, passo
a escrever o texto. Depois de terminar o trabalho, ligo pra você =>
Terminado o trabalho, ligo pra você. Quando terminar o preâmbulo,
passarei ao assunto principal => Terminado o preâmbulo, passarei ao
assunto principal;
g) eliminar, sempre que possível, os indefinidos um e uma: Dante quer
(um) inquérito rigoroso e rápido. Timor-Leste se torna (uma) terra de
ninguém. A cultura da paz é (uma) iniciativa coletiva.
2.4. Correção gramatical
Correção gramatical é a utilização do padrão culto de linguagem, ou seja,
é escrever sem desrespeitar os fatos particulares da língua e as regras apropriadas
para o seu perfeito uso. As incorreções gramaticais desmerecem o redator e põem
em dúvida sua autoridade para falar sobre qualquer assunto.
Além disso, conhecer a própria língua não é privilégio de gramáticos,
senão dever de todos aqueles que dela se utilizam. É erro de conseqüências
imprevisíveis acreditar que só os escritores profissionais têm a obrigação de saber
escrever. Saber escrever a própria língua faz parte dos deveres cívicos. A língua é a
mais viva expressão da nacionalidade.
2.5. Formalidade e uniformidade
A formalidade consiste na observância das normas de tratamento usuais
na correspondência oficial.

Não se trata somente da eterna dúvida quanto ao correto
emprego deste ou daquele pronome de tratamento para uma autoridade de certo
nível (ver tópico 19.2 – Pronomes pessoais, em especial a parte que trata do uso
dos pronomes de tratamento, e Anexo IV); mais do que isso, a formalidade diz
respeito à polidez, à civilidade no tratamento do assunto do qual cuida a
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comunicação.
É importante salientar que a formalidade de tratamento vincula-se,
também, à necessária uniformidade das comunicações. Ora, se a Administração
Pública (municipal, estadual, distrital ou federal) é una, é natural que suas
comunicações sigam um mesmo padrão. O estabelecimento desse padrão exige
atenção a todas as características da redação oficial e cuidado com a apresentação
dos textos. O uso de papéis uniformes e a correta diagramação do texto são
indispensáveis para a padronização das comunicações oficiais (ver Segunda Parte
deste Manual).
2.6. Impessoalidade
A finalidade pública está sempre presente na redação oficial, daí a
necessidade de ser ela isenta de interferência da individualidade de quem a elabora.
O tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos constantes das
comunicações oficiais decorre:
a) da ausência de impressões individuais da pessoa que comunica:
independentemente de quem assina um expediente, a comunicação é
sempre feita em nome do serviço público;
b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação: seja um cidadão,
seja um órgão público, o destinatário é sempre considerado de forma
homogênea e impessoal;
c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: as comunicações
oficiais restringem-se a questões referentes ao interesse público; não
cabe nelas, portanto, qualquer tom particular ou pessoal.
Desse modo, não há lugar na redação oficial para impressões pessoais,
como as que, por exemplo, constam de uma carta a um amigo, ou de um artigo
assinado de jornal, ou mesmo de um texto literário. É importante salientar que o
caráter impessoal do texto é mantido pela utilização do verbo na terceira pessoa do
singular ou plural, ou ainda na primeira pessoa do plural.
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3. Orientações básicas sobre o ato de escrever
3.1. Estilo
Tudo que o ser humano faz tem a marca de sua individualidade. Essa
maneira pessoal de as pessoas expressarem-se, dentro de uma determinada época,
por meio da música, da literatura, da pintura, da escultura é o que se chama estilo.
Em relação ao ato de redigir, estilo é, portanto, a maneira peculiar de cada escritor
expressar os seus pensamentos.
Também nos textos oficiais pode-se identificar o estilo de cada pessoa.
Convém respeitá-lo, apenas requerendo do redator a observância das qualidades e
características fundamentais da redação oficial, já explicitadas nos tópicos
anteriores.
3.2. Qualidades da harmonia e da polidez
As qualidades tradicionalmente conhecidas da expressão verbal — a
clareza, a coesão, a concisão, a correção gramatical, a harmonia, a polidez —
adquirem proeminência indiscutível na redação. A clareza, a coesão, a concisão e a
correção gramatical já foram comentadas nos tópicos anteriores; resta fazer breves
observações a respeito da harmonia e da polidez.
Harmonia:
Uma mensagem é harmoniosa quando é elegante, ou seja, quando soa
bem aos nossos ouvidos. Muitos fatores prejudicam a harmonia na redação oficial,
tais como:
a) a aliteração (repetição do mesmo fonema): Na certeza de que seria
bem sucedido, o sucessor fez a seguinte asserção: ... (aliteração do
fonema s);
b) a emenda de vogais (ou hiatismo): Obedeça à autoridade;
c) a cacofonia (encontro de sílabas em que a malícia descobre um novo
termo com sentido torpe ou ridículo) : Dê-me já aquela garrafa;
Obs.: ver tópico 3.4 – Uso (não aconselhável) de cacófatos, chavões e
pleonasmos.
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d) a rima: O diretor chamou, com muita dor, o assessor, dizendo-lhe que,
embora reconhecendo ser o mesmo trabalhador, não lhe poderia fazer
esse favor;
e) a repetição excessiva de palavras: O presidente da nossa empresa é
primo do presidente daquela transportadora, sendo um presidente
muito ativo;
f) o excesso de que: Solicitei-lhe que me remetesse o parecer que me
prometera a fim de que eu pudesse concluir a análise que me fora
solicitada.
Obs.: Observe-se que esse excesso de que confere ao período um estilo
arrastado e deselegante; além disso, demonstra que o autor não conhece
bem o manejo do idioma quanto à substituição das orações desenvolvidas
por expressões equivalentes.
Polidez:
O texto polido revela civilidade, cortesia. A finalidade, especialmente nas
correspondências oficiais, é impressionar o destinatário de forma favorável, evitando
frases grosseiras ou insultuosas, expressando respeito sem rebaixamento próprio.
Expressar consideração pelo outro, sem ao mesmo tempo rebaixar-se, por vezes até
compensa falhas nas outras qualidades fundamentais do texto antes examinadas.
Correspondência é contato humano e, como tal, deve ser pautada pelos mesmos
princípios de convivência pacífica da vida social.
3.3. Uso elegante de pronomes oblíquos
Os pronomes oblíquos (me, lhe, nos) substituem muito elegantemente os
possessivos (minha, sua) em frases como as seguintes:
O barulho perturba-me as idéias (em vez de: O barulho perturba as
minhas idéias).
Ninguém lhe ouvia as propostas (em vez de: Ninguém ouvia as suas
propostas).
A solução do problema nos tomou o dia (em vez de: A solução do
problema tomou o nosso dia).
3.4. Uso (não aconselhável) de cacófatos, chavões e pleonasmos
Cacófato (ou cacofonia):
É o som desagradável, ou a palavra obscena, proveniente da união das
sílabas finais de uma palavra com as iniciais da seguinte: Metalúrgica gaúcha
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espera crescer 40%. Eva e Adão. Ela trina muito bem. Uma prima minha. Dê-me já.
Só haverá cacofonia quando a palavra produzida for torpe, obscena, ridícula. É
infundado o exagerado escrúpulo de quem diz haver cacófato em por cada, e|a t|nha,
só ||nha. Citem-se, a propósito, os dizeres de Rui Barbosa: “Se a idéia de ‘porta’,
suscitada em ‘por tal’, irrita a cacofatomania desses críticos... outras locuções
vernáculas têm de ser, como essa, refugadas”.
Chavão:
É lugar comum, clichê. É o que se faz, se diz ou se escreve por costume.
De tanto ser repetido, o chavão perde a força original, envelhece o texto. Recorrer a
eles poderá denotar falta de imaginação, preguiça ou pobreza vocabular. Por isso,
deve-se procurar evitá-los. Exemplos de chavões:
a cada dia que passa
a olhos vistos
abrir com chave de ouro
acertar os ponteiros
ao apagar das luzes
assolar o país
astro-rei (sol)
baixar a guarda
cair como uma bomba
calor escaldante
crítica construtiva
depois de longo e tenebroso inverno
dizer cobras e lagartos
em sã consciência
estar no fundo do poço
hora da verdade
inflação galopante
inserido no contexto
mestre Aurélio (dicionário)
obra faraônica
óbvio ululante
parece que foi ontem
passar em brancas nuvens
perda irreparável
perder o bonde da história
pomo da discórdia
silêncio sepulcral
singela homenagem
tábua de salvação
vaias estrepitosas
voltar à estaca zero
Pleonasmo:
Indica redundância de expressão, ou seja, repetição de uma mesma idéia,
mediante palavras diferentes. Quando a repetição de idéia não traz nenhuma
energia à expressão, o pleonasmo passa a ser vício, devendo, nesse caso, ser
evitado. Exemplos de pleonasmos indesejáveis:
acabamento final
a razão é porque
a seu critério pessoal
certeza absoluta
comer com a boca
conviver junto
criação nova
descer para baixo
destaque excepcional
elo de ligação
em duas metades iguais
empréstimo temporário
encarar de frente
expressamente proibido
fato real
há anos atrás
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meu amigo particular
multidão de pessoas
planejar antecipadamente
relações bilaterais entre dois países
sintomas indicativos
subir para cima
surpresa inesperada
todos foram unânimes
ver com os olhos
3.5. Problemas na construção de frases
A clareza e a concisão na forma escrita são alcançadas principalmente
pela construção adequada da frase. Alguns problemas mais freqüentemente
encontrados na construção de frases dizem respeito à utilização do sujeito da
oração como complemento, à ambigüidade da idéia expressa, à elaboração de
falsos paralelismos e aos erros de comparação, conforme exemplificado a seguir.
Uso indevido do sujeito como complemento:
8uje|to é o ser de quem se fala ou que executa a ação enunciada na
oração. Ele pode ter complemento, mas não ser complemento. Devem ser evitadas,
portanto, construções como:
Errado: É tempo dos parlamentares votarem o projeto.
Certo: É tempo de os parlamentares votarem o projeto.
Errado: Antes desses requisitos serem cumpridos...
Certo: Antes de esses requisitos serem cumpridos...
Errado: Apesar da Assessoria ter informado em tempo...
Certo: Apesar de a Assessoria ter informado em tempo...
Ambigüidade:
Ambígua é a frase ou oração que pode ser tomada em mais de um
sentido. Como a clareza é requisito básico de todo texto oficial, deve-se atentar para
as construções que possam gerar equívocos de compreensão. A ambigüidade
decorre, em geral, da dificuldade de identificar-se a que palavra se refere um
pronome que possui mais de um antecedente na terceira pessoa. Outro tipo de
ambigüidade decorre da dúvida sobre a que se refere a oração reduzida. Exemplos:
Ambíguo: O Chefe de Gabinete comunicou ao Diretor que ele seria
exonerado. (Quem seria exonerado? O Chefe de Gabinete? O
Diretor?)
Claro: O Chefe de Gabinete comunicou a exoneração dele ao Diretor.
(O Chefe de Gabinete foi exonerado.)
Claro: O Chefe de Gabinete comunicou ao Diretor a exoneração
deste. (O Diretor foi exonerado.)
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Ambíguo: O Deputado saudou o Presidente da República, em seu
discurso, e solicitou sua intervenção no seu Estado, mas isso
não o surpreendeu. (Discurso de quem? Estado de quem?
Quem não se surpreendeu?)
Claro: Em seu discurso, o Deputado saudou o Presidente da
República. No pronunciamento, solicitou a intervenção federal
em seu Estado, o que não surpreendeu o Presidente. (Discurso
do Deputado. Estado do Deputado. O Presidente não se
surpreendeu.)
Ambíguo: Sendo indisciplinado, o Chefe admoestou o funcionário. (Quem
é indisciplinado?)
Claro: O Chefe admoestou o funcionário por ser este indisciplinado.
Erros de paralelismo:
Uma das convenções estabelecidas na língua escrita consiste em
apresentar idéias similares numa forma gramatical idêntica, o que se chama de
para|e||smo. Assim, incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a elementos
paralelos. Exemplos:
Errado: Pelo aviso circular recomendou-se às unidades economizar
energia e que elaborassem planos de redução de despesas.
Certo: Pelo aviso circular, recomendou-se às unidades que
economizassem energia e (que) elaborassem planos para
redução de despesas.
Certo: Pelo aviso circular, recomendou-se às unidades economizar
energia e elaborar planos para redução de despesas.
Errado: No discurso de posse, mostrou determinação, não ser
inseguro, inteligência e ter ambição.
Certo: No discurso de posse, mostrou determinação, segurança,
inteligência e ambição.
Certo: No discurso de posse, mostrou ser determinado e seguro, ter
inteligência e ambição.
Errado: O novo procurador é jurista renomado, e que tem sólida
formação acadêmica.
Certo: O novo procurador é jurista renomado e tem sólida formação
acadêmica.
Certo: O novo procurador é jurista renomado, que tem sólida
formação acadêmica.
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Errado: Sugere-se que o egrégio Plenário:
I – tome conhecimento da ............;
II – autorizar a devolução de .........;
Certo: Sugere-se que o egrégio Plenário:
I – tome conhecimento da ............;
II – autorize a devolução de .........;
Certo: Sugere-se ao egrégio Plenário:
I – tomar conhecimento da ............;
II – autorizar a devolução de .........;
Erros de comparação:
A omissão de certos termos ao se fazer uma comparação deve ser
evitada ao redigir, pois compromete a clareza do texto: nem sempre é possível
identificar, pelo contexto, qual o termo omitido. A ausência indevida de um termo
pode impossibilitar o entendimento do sentido que se quer dar a uma frase:
Errado: O salário de um professor é mais baixo do que um médico.
Certo: O salário de um professor é mais baixo do que o salário de um
médico.
Certo: O salário de um professor é mais baixo do que o de um
médico.
Errado: O alcance da Resolução é diferente da Portaria.
Certo: O alcance da Resolução é diferente do alcance da Portaria.
Certo: O alcance da Resolução é diferente do da Portaria.
Errado: A Secretaria de Educação dispõe de mais verbas do que as
Secretarias do Governo.
Certo: A Secretaria de Educação dispõe de mais verbas do que as
outras Secretarias do Governo.
Certo: A Secretaria de Educação dispõe de mais verbas do que as
demais Secretarias do Governo.
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
14
SEGUNDA PARTE
Atos oficiais do Tribunal
(Os modelos apresentados a seguir são exemplificativos, devendo ser adaptados quando necessário for)
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4. Considerações gerais
4.1. O que é ato oficial
É toda manifestação de vontade exarada pelo Poder Público no intuito de
transmitir, interna ou externamente, assunto relativo às suas competências.
Caracteriza-se pela impessoalidade, utilização do padrão culto da linguagem,
clareza, concisão, formalidade e uniformidade.
4.2. Tipos de atos oficiais
Os atos oficiais são classificados em diversos tipos, tais como:
normativos, enunciativos, negociais, deliberativos, comprobatórios, de ajuste, de
correspondência, de comunicação e processuais, entre outros. Para os propósitos
deste Manual, e levando-se em consideração os atos utilizados com maior
freqüência no âmbito do Tribunal, os atos oficiais foram classificados em quatro
tipos, a saber: atos de comunicação, atos normativos, atos processuais e outros
atos.
4.3. Formas de encaminhamento dos atos oficiais
Para os setores internos do Tribunal:
O encaminhamento dos atos oficiais de cunho interno do Tribunal será
efetuado mediante registro em livro de protocolo da área emitente, no qual deve ser
especificado o tipo de ato e o destinatário, bem como a data em que foi entregue,
acompanhada da assinatura de recebimento pelo destinatário ou seu representante.
Para publicação no Diário Oficial do Distrito Federal:
As matérias para publicação no Diário Oficial do Distrito Federal devem
ser encaminhadas à Secretaria das Sessões — quando oriundas de deliberações do
Plenário do Tribunal — ou à Diretoria-Geral de Administração, nos demais casos.
Essas unidades adotarão os procedimentos necessários para ultimar a publicação.
Para publicação no Boletim Interno do Tribunal:
Os atos que se destinarem à publicação no Boletim Interno do Tribunal
devem ser encaminhados à Divisão de Recursos Humanos da Diretoria-Geral de
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16
Administração para as providências pertinentes.
Para a Câmara Legislativa do Distrito Federal:
O encaminhamento de atos oficiais para a Câmara Legislativa do Distrito
Federal é realizado pelo Gabinete da Presidência do Tribunal.
Para os demais órgãos e entidades da Administração Pública:
Os atos oficiais destinados aos demais órgãos e entidades da
Administração Pública são encaminhados pelo Gabinete da Presidência do Tribunal,
pelas Inspetorias de Controle Externo e pela Diretoria-Geral de Administração.
4.4. Formas de fecho dos atos oficiais
O fecho dos atos oficiais objetiva demarcar o fim da exposição do assunto
e proporcionar a saudação ao destinatário. Para atos de comunicação tais como o
memorando, o memorando-circular, o ofício e o ofício-circular, e para atos
processuais tais como a cientificação, a citação, a comunicação de audiência, a
comunicação de diligência e a notificação, são utilizados dois tipos de fechos, a
saber:
Respeitosamente, — para autoridades superiores, inclusive o Presidente da
República.
Atenciosamente, — para autoridades de mesma hierarquia ou hierarquia inferior.
Para os demais atos oficiais, devem ser observadas as especificidades de
cada um, conforme os modelos apresentados neste Manual.
Obs.: Em qualquer ato oficial, deve-se evitar que o nome ou a assinatura do
emitente fique em página isolada do documento; transfira-se ao menos o último
parágrafo do texto para a página seguinte, onde se encontra o nome ou a
assinatura.
4.5. Aspectos redacionais e ortográficos dos atos oficiais do Tribunal
Recomenda-se consultar as outras partes deste Manual, em especial as
seguintes:
• Qualidades e características fundamentais da redação oficial: tópicos 2.1 a 2.6;
• Orientações básicas sobre o ato de escrever: tópicos 3.1 a 3.5;
• Ortografia: tópicos 15.1 e 15.10;
• Uso das siglas: tópico 22.
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5. Padrão unificado de apresentação dos atos oficiais
Um dos objetivos deste Manual foi buscar a adoção de um padrão único
de apresentação dos atos oficiais nele contidos, de forma a facilitar a elaboração de
tais atos e homogeneizar as mais variadas formas atualmente em uso nas diversas
áreas do Tribunal.
O padrão proposto estabelece a formatação dos documentos no tocante a
tamanho do papel, tipo e tamanho da fonte, margens, formatação de parágrafos etc.,
inclusive com sugestão de cabeçalhos (com carimbo opcional, nos casos em que
tais atos constituírem peças processuais), para fins de identificação da origem do
ato.
Especificações:
• Tamanho de papel: padrão A4 (210 x 297mm)
• Tipo e tamanho da fonte: arial, corpo 12 (em determinados casos, tais como
citações, notas, observações, gráficos e tabelas podem ser utilizados tamanhos
menores, buscando, sempre que possível, manter harmonia no conjunto).
• Margens:
superior : 2,5cm.
inferior : 2,5cm.
esquerda : 3,5cm.
direita : 1,5cm.
cabeçalho : 1,0cm.
rodapé : 1,8cm.
• Formatação de parágrafos:
alinhamento do texto : justificado (salvo quando contrariamente especificado).
espaçamento
entre parágrafos : 6pt antes e 6pt depois.
entre linhas : simples.
título do documento : 42pt antes e 6pt depois.
ementa : 18pt antes e 18pt depois.
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18
nome do emitente : pelo menos 30pt antes (para aposição da assinatura).
recuo:
citações ou transcrições : esquerdo 2cm e direito 2cm
(neste caso o texto é em itálico e a fonte tamanho
11 – ver estrutura de Ata, no tópico 9).
ementa : esquerdo 9cm
(exceto para os casos de Decisão, Despacho
Singular, Informação, Parecer, Relatório de
Auditoria e Relatório de Relator, em que a ementa
possui alinhamento à esquerda, sem haver recuo).
texto : especial na primeira linha de 3cm
(nos parágrafos numerados é inserida uma
tabulação de 3cm após o ponto que segue o
número).
• Itens de sugestões: as sugestões oferecidas ao final de determinados atos são
dispostas em itens numerados com algarismos romanos seguidos de traço.
O texto dos itens deve iniciar com letra minúscula (a menos que se justifique o uso
de maiúscula na palavra inicial) e terminar por ponto e vírgula, com exceção
daquele que contiver desdobramento em subitens, que se encerra por dois pontos
e do último item, que termina por ponto. Os itens podem ser desdobrados em
subitens, que são expressos por letras seguidas de sinal de parênteses, de acordo
com a seguinte formatação:
recuo para itens : esquerdo de 3cm e deslocamento de 1,25cm.
recuo para subitens : esquerdo de 4,25cm e deslocamento de 0,8cm.
exemplos:
I – tomar conhecimento do .......................................... e de seus
anexos;
II – autorizar a elaboração da ............................, com as seguintes
etapas:
a) análise preliminar dos ......................................................
conforme a ..............;
Obs.: Ver tópico 3.5 (Problemas na construção de frases), em especial a parte
que trata de erros de paralelismo.
• Numeração de páginas:
sem carimbo : no rodapé, alinhado à direita e fonte tamanho 10.
com carimbo : no próprio carimbo, com fonte tamanho 6.
• Cabeçalhos: seguem o disposto na apresentação de cada modelo.
(ver sugestões de cabeçalhos no Anexo II)
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6. Atos de comunicação
6.1. Definição
São os atos que têm por finalidade estabelecer comunicação entre
pessoas, órgãos e entidades.
6.2. Formas de tratamento
Ver tópico 19.2 (Pronomes pessoais), em especial a parte que trata do
uso dos pronomes de tratamento, e Anexo IV.
6.3. Formas de endereçamento
Quanto às formas de endereçamento constantes dos envelopes das
comunicações oficiais, devem ser observados os seguintes aspectos:
• Para autoridades tratadas por Vossa Excelência (ver Anexo IV), deve constar a
expressão “Ao(À) Excelentíssimo(a) Senhor(a)”, acrescida de nome, cargo e
endereço.
• Para autoridades e particulares tratados por Vossa Senhoria (ver Anexo IV), deve
constar a expressão “Ao(À) Senhor(a)”, acrescida de nome, cargo (quando for o
caso) e endereço.
6.4. Tipos de atos de comunicação do Tribunal
• Aviso
• Comunicado
• Fac-símile
• Memorando
• Memorando-circular
• Ofício
• Ofício-circular
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Av!SO
Definição
Expediente utilizado pelo Tribunal para tornar público, externamente,
assunto de seu interesse, podendo ou não solicitar a participação dos interessados.
Por ser multidirecional (dirigido a entidades diversas, não identificadas previamente),
geralmente não traz destinatário, fecho ou expressões de cortesia.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando
a área emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de avisos compete às unidades que compõem a Diretoria-
Geral de Administração, nos assuntos que lhes forem afetos.
Estrutura
• Denominação do ato — AVISO, centralizada, em letras maiúsculas e em negrito,
podendo ser complementada com outros dados em função do assunto a que se
referir (ex.: AVISO DE LICITAÇÃO, AVISO DE REVOGAÇÃO DE LICITAÇÃO,
AVISO DE RESULTADO DE JULGAMENTO DE LICITAÇÃO etc.).
• Texto com a exposição detalhada da matéria objeto da divulgação.
• Local e data por extenso, centralizados.
• Nome do emitente, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, e respectivo
cargo.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE LICITAÇÃO, MATERIAL E PATRIMÔNIO
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M
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D
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AVISO DE LICITAÇÃO
TOMADA DE PREÇOS Nº ...... / ......
Objeto: aquisição de equipamentos e componentes de informática.
A COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO torna público aos
licitantes e demais interessados que estará recebendo os envelopes com as
propostas referentes ao objeto em epígrafe no dia ................... às ....... Informa,
ainda, que cópia do Edital encontra-se à disposição na Seção de Compras, no 4º
andar do Edifício Anexo do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Praça do Buriti.
Informações adicionais poderão ser obtidas por meio dos telefones ................,
..................... e pelo fax ................... .
Brasília (DF), ....... de ......................... de ............
NOME DO TITULAR
Presidente da Comissão Especial de Licitação
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CONUN!CADO
Definição
Instrumento utilizado pelo Tribunal para divulgação interna, a seus
servidores, de eventos programados e outros assuntos de interesse, podendo ser
afixado nos locais próprios para essa finalidade ou divulgados pela rede interna de
computadores.
Apresentação
Devido à diversidade dos assuntos tratados em comunicados, nos quais a
criatividade assume importante papel na qualidade da divulgação, não existe modelo
específico que possa contemplar todos os tipos. Ademais, há situações em que a
apresentação de “folder” ou cartaz do evento se torna mais apropriada. Para as
situações em que os comunicados se caracterizam pela regularidade da divulgação,
utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com identificação da área emitente.
Competência
A expedição de comunicados compete ao Gabinete da Presidência, ao
Núcleo de Informática e Processamento de Dados e às unidades que compõem a
Diretoria-Geral de Administração, nos assuntos que lhes forem afetos.
Estrutura
Conforme já exposto, a correta exploração do aspecto visual confere
maior potencial de alcance ao assunto a ser transmitido. Portanto, sem o intuito de
tolher a capacidade criativa dos responsáveis pela elaboração do comunicado,
recomenda-se que ele preencha, no mínimo, os seguintes requisitos:
• Trate de matéria de interesse do Tribunal.
• Contenha carimbo da área competente, quando se tratar de cartaz ou “folder”.
• Indique data, hora e local do evento.
• Informe números de telefone e fax, ou “e-mail”, por meio dos quais poderão ser
obtidas informações adicionais sobre a matéria divulgada.
• Identifique a área emitente.
• Contenha a devida autorização da área competente, quando se tratar de
divulgações de interesse particular de servidores.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS
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M
O
D
E
L
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COMUNICADO
Nos termos da Portaria nº ......., de .... de .................. de .........,
comunicamos aos servidores do Tribunal que a entrega dos formulários referentes
ao .................... será efetuada na ..........................., localizada no térreo do Edifício
Anexo, nas datas e horários abaixo relacionados:
Data Horário
.................
das ..... às .....h
das ..... às .....h
.................. das ..... às .....h
Brasília (DF), ...... de ............... de ................
DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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FAC-SÍN!LE
Definição
O fax (forma reduzida de “fac-símile”) é modalidade de comunicação
utilizada principalmente para transmissão de mensagens urgentes e para envio
antecipado de documentos que, por sua natureza, requerem imediato conhecimento.
Sua utilização deve ser direcionada para matérias de interesse do Tribunal,
podendo, entretanto, abordar assuntos de interesse particular de servidor, mediante
autorização da chefia competente.
Apresentação
O formulário de encaminhamento de fax segue o modelo padronizado
apresentado na página seguinte.
Competência
A expedição de fax compete ao(à) Presidente, aos Conselheiros, aos
Auditores, aos Procuradores do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do
Distrito Federal – MPjTCDF, aos titulares das unidades dos Serviços Auxiliares e aos
demais servidores autorizados.
Estrutura
• Número seqüencial de controle de encaminhamento de fax, seguido do ano com
dois dígitos.
• Data e quantidade total de páginas.
• Nome do destinatário, número do fax e nome da empresa ou órgão
correspondente.
• Nome do emitente, número do fax e nome da unidade de lotação do remetente, e
nome da pessoa que efetivamente transmitiu o fax.
• Número de telefone para comunicação de eventuais problemas relativos à
recepção do fax.
• Texto com a mensagem.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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M
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Nº ____/____ DATA __/__/_____
ENCAMINHAMENTO DE FAX
Nº de páginas (inclusive esta): ________
DESTINATÁRIO:
Nº FAX:
EMPRESA/ÓRGÃO:
REMETENTE:
Nº FAX: TRANSMITIDO POR:
UNIDADE:
Ocorrendo problemas na recepção, favor comunicar pelo telefone ____________________________
MENSAGEM
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NENORANDO
Definição
Documento destinado à exposição de assuntos referentes a situações
administrativas em geral, utilizado para formalizar a comunicação interna entre as
unidades do Tribunal.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando
a área ou comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de memorando compete aos titulares das unidades dos
Serviços Auxiliares do Tribunal e às comissões legalmente constituídas.
Estrutura
• Denominação do ato — Memorando, em negrito, com seu número
correspondente e ano com dois dígitos, seguida da sigla da unidade ou comissão
emitente, com alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com
alinhamento à direita.
• Expressão “Ao:” ou “À:”, em negrito, seguida do cargo ocupado pelo destinatário,
com alinhamento à esquerda.
• Expressão “Assunto:”, em negrito, com resumo do teor da comunicação, com
alinhamento à esquerda.
• Texto com a exposição do assunto, sendo que, à exceção do primeiro parágrafo
e do fecho, todos os demais parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o
caso (ver tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica,
quando houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, e
respectivo(s) cargo(s).
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
NÚCLEO DE INFORMÁTICA E PROCESSAMENTO DE DADOS - NIPD
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M
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D
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L
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Memorando nº ....../..... – NIPD
Brasília (DF), ..... de ............... de ..........
Ao: Senhor Diretor-Geral de Administração
Assunto: Alteração de férias de servidor.
Por estrita necessidade de serviço, solicito de Vossa Senhoria a
fineza de viabilizar a alteração das férias do servidor ..................................................,
matrícula nº ..................., referentes ao exercício de ..........., preliminarmente
previstas para serem fruídas em 20 dias, a partir de ................., para 30 dias,
devendo o primeiro período, de 20 dias, ser iniciado em ................., ficando o
segundo, de 10 dias, para ser marcado oportunamente.
Atenciosamente,
NOME DO TITULAR
Cargo
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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NENORANDO-C!RCULAR
Definição
Documento destinado à exposição de assuntos referentes a situações
administrativas em geral, utilizado para formalizar a comunicação interna entre as
unidades do Tribunal. Difere do memorando por ser encaminhado a vários
destinatários.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando
a área ou comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de memorando-circular compete aos titulares das unidades
dos Serviços Auxiliares do Tribunal e às comissões legalmente constituídas.
Estrutura
• Denominação do ato — Memorando-Circular, em negrito, com seu número
correspondente e ano com dois dígitos, seguida da sigla da unidade ou comissão
emitente, com alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com
alinhamento à direita.
• Expressão “Aos:” ou “Às:”, em negrito, seguida dos cargos ocupados pelos
destinatários, com alinhamento à esquerda.
• Expressão “Assunto:”, em negrito, com o resumo do teor da comunicação, com
alinhamento à esquerda.
• Texto com a exposição do assunto, sendo que, à exceção do primeiro parágrafo
e do fecho, todos os demais parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o
caso (ver tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica,
quando houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, e
respectivo(s) cargo(s).
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA - DIPLAN
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M
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Memorando-Circular nº ...../..... – DIPLAN
Brasília (DF), ..... de ............ de ..........
Aos: Titulares das Inspetorias de Controle Externo, da Diretoria-Geral de
Administração, do Núcleo de Informática e Processamento de Dados e
da Secretaria das Sessões.
Assunto: Encaminhamento do Plano Geral de Ação – PGA para o exercício de
...........
Para conhecimento e referência, estamos encaminhando, em anexo,
cópia do Plano Geral de Ação – PGA para o exercício de ............. e da Decisão nº
.............., de ..... de ................. de .........., que aprovou o referido documento.
2. Por oportuno, informamos encontrar-se o referido Plano disponível
em rede, no endereço ...................................
Atenciosamente,
NOME DO TITULAR
Cargo
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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OFÍC!O
Definição
Correspondência oficial destinada ao trato de assuntos de interesse do
Tribunal, utilizada para formalizar a comunicação com dirigentes e demais
autoridades de outras instituições, sejam elas públicas ou privadas, e com
particulares. Seu uso é adotado, também, nas comunicações internas do(a)
Presidente, dos Conselheiros, dos Auditores e dos Procuradores do MPjTCDF e
naquelas a eles dirigidas pelos titulares de unidades do Tribunal e pelas comissões
legalmente constituídas.
Apresentação
Para destinatários externos é utilizado o padrão unificado (ver tópico 5),
com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). Nas comunicações internas,
será utilizado o cabeçalho que identifica a área ou comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de ofício compete ao(à) Presidente, aos Conselheiros, aos
Auditores, aos Procuradores do MPjTCDF, aos titulares das unidades de primeiro
nível do Tribunal e às comissões legalmente constituídas.
Estrutura
• Denominação do ato — Ofício, em negrito, com seu número correspondente e
ano com dois dígitos, seguida da sigla da unidade ou comissão emitente, com
alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com
alinhamento à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto, sendo que, à exceção do primeiro parágrafo
e do fecho, todos os demais parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o
caso (ver tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica,
quando houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, e
respectivo(s) cargo(s).
• Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6.3), nome completo em
letras maiúsculas, cargo (quando for o caso) e endereço, com alinhamento na
parte inferior esquerda da primeira página do ofício.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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M
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L
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Ofício nº ............/...... – GP
Brasília (DF), ..... de ............ de ............
Excelentíssimo(a) Senhor(a) Presidente,
Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Excelência para encaminhar,
em anexo, cópia do inteiro teor da Decisão nº .................., aprovada por este
Tribunal na Sessão Ordinária nº ..............., realizada em ................, quando apreciou
o Processo nº .....................
Atenciosamente,
NOME DO TITULAR
Cargo
Ao(À) Excelentíssimo(a) Senhor(a)
Deputado(a) ...............................................
Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Nesta
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
32
OFÍC!O-C!RCULAR
Definição
Correspondência oficial destinada ao trato de assuntos de interesse do
Tribunal, utilizada para formalizar a comunicação com dirigentes e demais
autoridades de outras instituições, sejam elas públicas ou privadas, e com
particulares. Seu uso é adotado, também, nas comunicações internas do(a)
Presidente, dos Conselheiros, dos Auditores e dos Procuradores do MPjTCDF.
Como o próprio nome diz, o ofício-circular difere do ofício por ser encaminhado a
vários destinatários.
Apresentação
Para destinatários externos é utilizado o padrão unificado (ver tópico 5),
com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). Nas comunicações internas,
será utilizado o cabeçalho que identifica a área emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de ofício-circular compete ao(à) Presidente, aos
Conselheiros, aos Auditores, aos Procuradores do MPjTCDF e aos titulares das
unidades de primeiro nível do Tribunal.
Estrutura
• Denominação do ato — Ofício-Circular, em negrito, com seu número
correspondente e ano com dois dígitos, seguida da sigla da área emitente, com
alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com
alinhamento à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto, sendo que, à exceção do primeiro parágrafo
e do fecho, todos os demais parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o
caso (ver tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, e respectivo
cargo.
• Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6.3), nome completo em
letras maiúsculas, cargo (quando for o caso) e endereço, com alinhamento na
parte inferior esquerda da primeira página do ofício-circular.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
MINISTÉRIO PÚBLICO
GABINETE DA PROCURADORA-GERAL MÁRCIA FERREIRA CUNHA FARIAS
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M
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D
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L
O
M
O
D
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L
O
Ofício-Circular nº ...../..... – PG
Brasília (DF), ..... de .......... de ......... .
Senhor(a) Diretor(a),
Tenho a honra de convidar Vossa Senhoria para assistir ao .............,
a realizar-se em ....... de ............... de ........... no(a) .........................................., sob a
coordenação do(a) ...........................
........................................................................................................................................
Atenciosamente,
NOME DO TITULAR
Cargo
Ao(À) Senhor(a)
.........................................................
Diretor(a) do(a) ................../TCDF
Nesta
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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7. Atos normativos
7.1. Definição
São os atos expedidos por autoridade administrativa competente que
estabelecem normas ou regras, com vistas à correta aplicação da lei.
7.2. Sistemática de elaboração dos atos normativos
A elaboração dos atos normativos baseia-se em critérios adotados na boa
técnica legislativa, em que a exposição do assunto distribui-se em artigos,
parágrafos, incisos, alíneas e itens. Para os fins a que se destina este Manual, serão
abordados alguns critérios, considerados relevantes na feitura de tais atos.
Ementa
É uma síntese do assunto que estiver sendo tratado, expressando, de
forma inequívoca, a finalidade precípua do ato normativo. Deve ser iniciada por
verbo na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo. Para atos processuais (ver
tópico 8.3), a ementa assume conotação diferente: apresenta resumo do andamento
do processo, geralmente expresso por breves períodos.
Fundamentação legal
São os dispositivos legais que amparam o signatário na expedição de
determinados atos. Os atos oficiais do Tribunal normalmente fazem remissões a
dispositivos de seu Regimento Interno, à Lei Complementar nº 1/94 do Distrito
Federal, à Lei Orgânica do Distrito Federal, de 08.06.93, e aos diversos normativos
internos vigentes. Dependendo do tipo de ato e da matéria nele tratada, deve-se
mencionar o dispositivo mais apropriado: .... no uso da atribuição que lhe confere o
art. .... do Regimento Interno.
Motivações em forma de “Considerando”
Após a fundamentação legal e antecedendo o texto do ato normativo, é
usual a inclusão de considerações legais ou administrativas que orientam ou
fundamentam a expedição do ato. Tais considerações são dispostas em parágrafos
distintos, separados por ponto e vírgula, e iniciadas com a expressão
“Considerando... ” (ver modelo de Decisão Normativa adiante).
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
35
Articulação do texto
No texto dos atos normativos, é usual o desdobramento do assunto a ser
disciplinado em partes distintas, que devem ser adequadamente articuladas de
forma a preservar a unidade e o bom entendimento do texto. Para tanto são
utilizados, no que couber, os elementos caracterizados a seguir.
Obs.: Ver tópico 17.3 (Alguns casos da vírgula), em especial a parte que trata da
vírgula nas referências a textos legais.
Artigo – É a unidade básica de articulação, à qual subordinam-se os
parágrafos, incisos, alíneas e itens. Cada artigo deve conter um único assunto,
fixando em seu “caput” a norma geral e deixando as restrições, exceções ou
complementações para os parágrafos ou incisos em que for desdobrado. É indicado
pela abreviatura “Art. “, seguido da numeração ordinal até o nono artigo e cardinal
depois deste: Art. 1º, ...., Art. 9º, Art. 10., ... Observe-se que deve haver um espaço
em branco, sem traços ou outros sinais, entre a abreviatura e o número e entre este
e o início do texto. O texto do artigo deve ser iniciado com letra maiúscula e
terminado com ponto, salvo se o artigo for desdobrado em incisos, quando terminará
com dois pontos. Nas remissões a dispositivos legais, utiliza-se a abreviatura “art.”
ou “arts.” (se a referência for a mais de um artigo) seguida do(s) respectivo(s)
número(s); quando não for explicitado o número, na remissão a palavra artigo será
grafada por extenso: ... conforme disposto nos arts. 5º, 7º, IV e 9º da Lei ...; ...
conforme disposto no artigo anterior.
Parágrafo – Constitui o desdobramento imediato de artigo. Serve para
explicar ou complementar a disposição principal. É indicado pela abreviatura “§” e
segue as mesmas regras de numeração aplicáveis ao artigo. Quando houver apenas
um parágrafo, este será denominado de “Parágrafo único.” (em itálico, com a inicial
maiúscula e seguido de ponto) e não “§ único”. O texto do parágrafo, a exemplo do
texto do artigo, deve ser iniciado com letra maiúscula e terminado com ponto, salvo
se o parágrafo for desdobrado em incisos, quando terminará com dois pontos.
Quanto às remissões, adota-se a mesma regra utilizada para o artigo, com a
ressalva de que será utilizado o sinal “§” ou “§§” (quando se referir a mais de um
parágrafo), como nestes exemplos: ... consoante dispõe o § 2º do art. 11; ... já
estabelecido nos §§ 5º e 6º do art. 3º; ... conforme disposto no art. 11, § 2º; ... de
acordo com o parágrafo único do art. 5º.
Inciso – É utilizado como elemento de desdobramento de artigo — desde
que o assunto abordado não possa constar do “caput” do artigo ou não se mostre
adequado para constituir parágrafo — e também como subdivisão de parágrafo,
sendo comumente destinado a enumerações. Os incisos são indicados por
algarismos romanos, seguidos de traço, não havendo inciso único: I – , II – , ...
Observe-se que deve haver um espaço em branco entre o algarismo e o traço e
entre este e o início do texto. O texto do inciso deve ser iniciado com letra minúscula
(a menos que se justifique o uso de maiúscula na palavra inicial) e terminado com
ponto e vírgula, com exceção do último inciso, que terminará com ponto, e do que
contiver desdobramento em alíneas, que terminará com dois pontos. Nas remissões,
a palavra inciso será grafada por extenso quando mencionada na forma direta, como
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
36
nestes exemplos: ... de acordo com o inciso V do art. 5º; ... de acordo com o inciso
anterior; e será suprimida quando na forma indireta: ... de acordo com o art. 5º, V.
Alínea – É o elemento complementar do sentido oracional do inciso. As
alíneas são indicadas por letras minúsculas, seguidas de parêntese, não havendo
alínea única: a) , b) , ... Observe-se que deve haver um espaço em branco entre o
parêntese e o início do texto. O texto da alínea, a exemplo do texto do inciso, deve
ser iniciado com letra minúscula (a menos que se justifique o uso de maiúscula na
palavra inicial) e terminado com ponto e vírgula, com exceção da alínea que contiver
desdobramento em itens, que terminará com dois pontos, e da última alínea de uma
série, que terminará por ponto, se depois dela não houver novo inciso. Quanto às
remissões, adota-se a mesma regra utilizada para o inciso, com a ressalva de que a
letra da alínea será grafada em itálico, como nestes exemplos: ... o disposto nas
alíneas a e c do inciso IV... ; ... o disposto no inciso IV, a e c...; ... o disposto nas
alíneas anteriores ...
Item – Constitui a subdivisão da alínea, quando esta, para maior clareza,
exigir desdobramento. Os itens são indicados por números arábicos, seguidos de
ponto, não havendo item único: 1. , 2. , ... Observe-se que deve haver um espaço
em branco entre o ponto e o início do texto. O texto do item, a exemplo do texto da
alínea, deve ser iniciado com letra minúscula (a menos que se justifique o uso de
maiúscula na palavra inicial) e terminado com ponto e vírgula, com exceção do
último item de uma série, que terminará com ponto, se depois dele não houver nova
alínea. Nas remissões a itens adota-se a mesma regra utilizada para a alínea, com o
número do item grafado em itálico, como nestes exemplos: ... de acordo com o item
1 da alínea a... ; ... de acordo com a alínea a, 1... ; ... o disposto no item anterior ...
Cláusula de vigência
A vigência do ato normativo deve ser indicada de forma expressa, sendo
regra geral a entrada da norma em vigor na data da publicação. Usualmente, a
vigência é explicitada no penúltimo artigo do texto, antecedendo a cláusula de
revogação: Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Cláusula de revogação
A cláusula de revogação, quando necessária, ocorre no último artigo do
texto, devendo, sempre que possível, conter expressamente todas as disposições
revogadas a partir da vigência do novo ato: Art. 9º Revogam-se a Resoluções n
os
.....,
de ...... de ................... de ............, e ....., de ...... de ................... de .............
7.3. Tipos de atos normativos do Tribunal
• Decisão Normativa
• Emenda Regimental
• Instrução
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• Instrução Normativa
• Justificação em Projeto de Lei
• Mensagem
• Ordem de Serviço
• Portaria
• Projeto de Lei
• Resolução
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DEC!SÁO NORNAT!vA
Definição
Deliberação do Tribunal para fixação de critérios ou orientação no tocante
a caso concreto que não justifique a expedição de Resolução (cf. o Regimento
Interno do Tribunal de Contas do Distrito Federal – RI/TCDF, art. 78, III, e a
Resolução nº 61, de 14 de setembro de 1993).
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do
Tribunal (ver Anexo II).
Competência
A apresentação de projeto de Decisão Normativa é de iniciativa do(a)
Presidente e dos Conselheiros, podendo ser sugerida por Auditor, Procurador e
titular de unidade do Tribunal (cf. art. 1º da Resolução nº 61/93). A aprovação do
projeto compete ao Plenário, e sua expedição, ao(à) Presidente.
Estrutura
Segue o disposto na Resolução nº 61/93, com as seguintes
especificidades:
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão DECISÃO NORMATIVA, seguida do número seqüencial e do ano
correspondente, com dois dígitos.
• Ementa, fundamentação legal, motivações em forma de “Considerando” (quando
for o caso) e a expressão “Resolve baixar a seguinte DECISÃO NORMATIVA:”.
• Texto da decisão, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da cláusula
de revogação.
• Local e data por extenso, centralizados.
• Nome do(a) Presidente do Tribunal, centralizado, em letras maiúsculas e em
negrito.
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DECISÃO NORMATIVA Nº ....... / ......
Dispõe sobre a interpretação
extensiva do disposto no inciso ... do
art. ..... da Lei nº .........., de ..... de
................. de ...........
O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO
FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso XXVI do art. 84 do
Regimento Interno, de acordo com o decidido pelo egrégio Plenário, na Sessão
realizada em .......... de ......................... de ............. , conforme consta do Processo
nº ..............., e
Considerando a inexistência de melhores alternativas, como
exaustivamente demonstrado nos autos do Processo nº ................ , que possibilitem
à Administração fazer uso do fornecimento contínuo de materiais;
Considerando .......................................................................................
..............................................................................................................;
Considerando a prerrogativa conferida a esta Corte no art. 3º da Lei
Complementar nº 1 do Distrito Federal, de 9 de maio de 1994;
Resolve baixar a seguinte DECISÃO NORMATIVA:
a) é admitida a interpretação extensiva do disposto no inciso .... do
art. ...... da Lei nº ............, de ..... de ............. de ............, às situações caracterizadas
como fornecimento contínuo, desde que devidamente fundamentadas, caso a caso,
pelo órgão ou entidade interessados;
b) esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília (DF), ........... de .......................... de .............. .
NOME DO(A) PRESIDENTE
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ENENDA REG!NENTAL
Definição
Deliberação do Tribunal com a finalidade de alterar seu Regimento
Interno.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do
Tribunal (ver Anexo II).
Competência
A apresentação de proposta de Emenda Regimental é de iniciativa de
Conselheiro, de Auditor ou do(a) Procurador(a)-Geral (cf. art. 210 do RI/TCDF) e sua
aprovação compete ao Plenário.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão EMENDA REGIMENTAL, seguida do número seqüencial.
• Ementa, fundamentação legal, motivações em forma de “Considerando” (quando
for o caso) e a expressão “decide aprovar a seguinte Emenda Regimental:”.
• Texto da emenda, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da cláusula
de revogação. Ressalte-se, quanto ao conteúdo do texto, que “os dispositivos
modificados conservarão sua numeração; em caso de supressão, será essa
indicada pela palavra ‘suprimido’; e a alteração que versar matéria nova ou não
se enquadrar em qualquer dos artigos figurará em dispositivo conexo, até que o
Regimento, devidamente renumerado, seja publicado na íntegra”, cf. art. 212 do
RI/TCDF.
• Local (Sala das Sessões) e data por extenso, centralizados.
• Nome dos membros presentes à Sessão, na seguinte seqüência: Presidente do
Tribunal, Relator(a), Vice-Presidente, demais Conselheiros por ordem de
antigüidade e representante do MPjTCDF, todos escritos em letras maiúsculas e
em negrito.
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EMENDA REGIMENTAL Nº
Altera o inciso II do art. 112 do
Regimento Interno desta Corte
quanto à disposição sobre remessa
de notas de empenho e de
balancetes trimestrais dos órgãos da
Administração Direta do Distrito
Federal e respectivos Fundos
Especiais ao Tribunal de Contas do
Distrito Federal.
O TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL, no uso da
competência que lhe é conferida pelos arts. 84, I, da Lei Orgânica do Distrito
Federal, de 8 de junho de 1993, e 4º, II, da Lei Complementar nº 1 do Distrito
Federal, de 9 de maio de 1994, nos termos do disposto nos arts. 4º, I, e 210 a 212
de seu Regimento Interno, e à vista do contido no Processo nº ............... , decide
aprovar a seguinte Emenda Regimental:
Art. 1º O inciso II do art. 112 do Regimento Interno passa a vigorar
com a seguinte redação:
“Art. 112. ......................................................................................
......................................................................................................
II – acompanhará a execução orçamentária e financeira,
inclusive dos fundos especiais, quanto aos diversos aspectos
da receita e da despesa, mediante utilização dos meios
disponíveis, especialmente sistemas informatizados da
Administração do Distrito Federal e outros desenvolvidos pelo
Tribunal;
....................................................................................................”
Art. 2º Esta Emenda Regimental entra em vigor na data de sua
publicação.
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Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.
Sala das Sessões, ........ de ....................... de ............. .
NOME DO(A) PRESIDENTE
Presidente
NOME DO(A) CONSELHEIRO(A)-
RELATOR(A)
Conselheiro(a)-Relator(a)
NOME DO(A) VICE-PRESIDENTE
Vice-Presidente
NOME DO(A) CONSELHEIRO(A)
Conselheiro(a)
NOME DO(A) CONSELHEIRO(A)
Conselheiro(a)
NOME DO(A) CONSELHEIRO(A)
Conselheiro(a)
NOME DO(A) CONSELHEIRO(A)
Conselheiro(a)
NOME DO(A) REPRESENTANTE DO
MPJTCDF
Representante do Ministério Público
junto ao TCDF
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!NSTRUÇÁO
Definição
Ato normativo interno, mediante o qual o titular de unidade dos Serviços
Auxiliares do Tribunal regula procedimentos gerais a respeito do modo e da forma
de execução de serviços, fixa comandos de ação ou estabelece normas para
cumprimento de determinado serviço.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando
a área ou comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de instrução é atribuição dos titulares das Inspetorias de
Controle Externo, do titular da Diretoria-Geral de Administração (cf. arts. 39, IX e 41,
VIII, ambos do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF, aprovado pela
Resolução nº 10, de 10 de setembro de 1986) e das comissões legalmente
constituídas.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão INSTRUÇÃO-ICE, quando proveniente de Inspetoria,
INSTRUÇÃO-DGA, se expedido pela Diretoria-Geral de Administração, ou
INSTRUÇÃO-(sigla que identifica a comissão), quando expedido por comissão
legalmente constituída, seguido do número seqüencial e da data correspondente
por extenso.
• Ementa, fundamentação legal — iniciando com a expressão O(A) INSPETOR(A)
DA ................................ INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO, ou O(A)
DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO, ou A COMISSÃO .............,
conforme o caso —, motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso)
e a expressão “resolve:”.
• Texto da instrução, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da cláusula
de revogação.
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica,
quando houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, incluindo-se,
no caso de comissões, os cargos dos membros respectivos.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
GABINETE DO DIRETOR
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INSTRUÇÃO-DGA Nº ......., DE ...... DE ............... DE ...........
Acrescenta o inciso XXI ao art. 2º da
Instrução-DGA nº ........, de ....... de
....................... de .........., que dispõe
sobre procedimentos administrativos
para execução de contratos no
âmbito do Tribunal de Contas do
Distrito Federal.
O(A) DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso das
atribuições que lhe confere o inciso VIII do art. 41 do Regulamento dos Serviços
Auxiliares do Tribunal de Contas do Distrito Federal, aprovado pela Resolução nº 10,
de 10 de setembro de 1986, resolve:
Art. 1º O art. 2º da Instrução-DGA nº ......., de ....... de ................... de
............, passa a vigorar acrescido do seguinte inciso:
"Art. 2º. Compete ao executor de contrato:
......................................................................................................
XXI) assumir a carga patrimonial, na qualidade de detentor, dos
bens adquiridos com base no art. 59, § 1º, do Decreto nº
16.098, de 29 de novembro de 1994, passando-a ao
interessado por ocasião do adimplemento da obrigação objeto
do contrato."
Art. 2º Esta Instrução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.
NOME DO TITULAR
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!NSTRUÇÁO NORNAT!vA
Definição
Expediente utilizado para disciplinar matéria que envolva pessoa física,
órgão ou entidade sujeita à jurisdição do Tribunal.
Obs.: Este tipo de ato está sendo objeto de regulamentação nos trabalhos de
revisão do Regimento Interno desta Corte.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do
Tribunal (ver Anexo II).
Competência
A apresentação de projeto de Instrução Normativa é de iniciativa do(a)
Presidente e dos Conselheiros, podendo ser sugerida por Auditor, Procurador e
comissões legalmente constituídas. A aprovação do projeto compete ao Plenário, e
sua expedição, ao(à) Presidente.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão INSTRUÇÃO NORMATIVA, seguida do número seqüencial e da
data correspondente por extenso.
• Ementa, fundamentação legal, motivações em forma de “Considerando” (quando
for o caso) e a expressão “Resolve aprovar a seguinte INSTRUÇÃO
NORMATIVA:”.
• Texto da instrução, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da cláusula
de revogação.
• Nome do(a) Presidente do Tribunal, centralizado, em letras maiúsculas e em
negrito.
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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº ........, DE ....... DE .................... DE .......... .
Institui normas acerca das contas do
Governador e das tomadas e
prestações de contas anuais e
extraordinárias.
O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO
FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, XXVI, do Regimento
Interno, conforme o disposto nos arts. 3º e 8º da Lei Complementar nº 1 do Distrito
Federal, de 9 de maio de 1994, e
Considerando ......................................................................................;
Resolve aprovar a seguinte INSTRUÇÃO NORMATIVA:
TÍTULO I
DAS CONTAS DO GOVERNADOR
Art. 1º A Prestação de Contas Anual do Governador, de que tratam
os arts. 78, I, e 100, XVII, da Lei Orgânica do Distrito Federal, de 8 de junho de
1993, e o art. 37 da Lei Complementar nº 1/94, deve conter os seguintes elementos
imprescindíveis à elaboração do respectivo Relatório Analítico e Parecer Prévio:
........................................................................................................................................
Art. 30. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua
publicação.
Art. 31. Revogam-se as disposições em contrário.
NOME DO(A) PRESIDENTE
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JUST!F!CAÇÁO EN PROJETO DE LE!
Definição
Instrumento utilizado pelo Tribunal e pelo MPjTCDF para demonstrar a
necessidade da providência proposta em projeto de lei de iniciativa desses entes. A
justificação acompanhará a mensagem que encaminha o projeto.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do
Tribunal (ver Anexo II) — quando se tratar de projetos de iniciativa do(a) Presidente
ou dos Conselheiros — e com o cabeçalho que identifica o MPjTCDF, quando a
iniciativa for do(a) Procurador(a)-Geral.
Competência
A apresentação de justificação em projeto de lei é de iniciativa do(a)
Presidente, dos Conselheiros e do(a) Procurador(a)-Geral do MPjTCDF (cf. art. 23, §
3º, da Lei Complementar nº 13 do Distrito Federal, de 3 de setembro de 1996),
podendo ser sugerida por Auditor e Procurador. A aprovação é de competência do
Plenário.
Estrutura
• Denominação do ato — JUSTIFICAÇÃO, centralizada, em letras maiúsculas e
em negrito.
• Remissão à Mensagem que encaminha o projeto de lei ou projeto de lei
complementar, conforme o caso, centralizada, entre parênteses, na linha
imediatamente abaixo do título, com os seguintes dizeres: “(Do projeto de lei —
ou projeto de lei complementar, conforme o caso — encaminhado pela
Mensagem nº ...../.....)”.
• Texto propriamente dito, com as justificativas pertinentes.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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JUSTIFICAÇÃO
(Do projeto de lei complementar encaminhado pela Mensagem nº....../.....)
As instalações do Tribunal de Contas do Distrito Federal, distribuídas
em dois edifícios, sede e anexo, encontram-se situadas no lote nº ......... da
......................., conforme descrito nas plantas anexas.
As áreas hoje existentes nos limites do referido lote, embora sendo
de uso comum, têm sido utilizadas, exclusivamente, para acesso aos edifícios do
Tribunal de veículos conduzindo autoridades, visitantes e servidores ou
transportando cargas e documentos.
Pela inexistência de garagem no subsolo dos aludidos edifícios e de
áreas suficientes para estacionamentos privativo e rotativo, os veículos alinham-se
ao longo das vias de acesso e em frente às portarias dos prédios, prejudicando,
assim, o tráfego de outras viaturas.
........................................................................................................................................
Como as áreas lindeiras ao lote acima referido são de uso comum,
não pode o Tribunal dispor sobre sua correta preservação e utilização, visando à
segurança de seus membros e servidores e à preservação do patrimônio público
pelo qual é responsável.
Com as precedentes ponderações, temos por suficientemente
justificada a medida ora proposta. Confiamos, pois, no aval dos nobres
representantes dessa augusta Casa de Leis, a fim de que possa o presente projeto
ser aprovado e produzir os bons frutos a que se destina.
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NENSAGEN
Definição
Expediente utilizado pelo Tribunal para encaminhar projetos de lei de sua
iniciativa ou do MPjTCDF à Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do
Tribunal (ver Anexo II).
Competência
A expedição de mensagem é de iniciativa do(a) Presidente do Tribunal.
Estrutura
• Denominação do ato — Mensagem, em negrito, com seu número correspondente
e ano com dois dígitos, seguida da sigla do Gabinete da Presidência, com
alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com
alinhamento à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto.
• Nome do(a) Presidente do Tribunal, centralizado, em letras maiúsculas e em
negrito.
• Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6.3), nome completo em
letras maiúsculas, cargo e endereço, com alinhamento na parte inferior esquerda
da primeira página da mensagem.
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Mensagem nº ...... / ...... – GP
Brasília (DF), ...... de .................. de ........... .
Excelentíssimo(a) Senhor(a) Presidente,
Tenho a honra de encaminhar à elevada apreciação dessa Casa
Legislativa a anexa proposta de projeto de lei complementar que desafeta a
destinação de bem de uso comum do povo, a área pública de .................. m
2
,
localizada no ..................................., que passa a ser de uso especial, destinada a
estacionamento do Tribunal de Contas do Distrito Federal, conforme croqui anexo.
NOME DO(A) PRESIDENTE
Ao(À) Excelentíssimo(a) Senhor(a)
Deputado(a) ..............................................
Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Nesta
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ORDEN DE SERv!ÇO
Definição
Expediente de caráter interno, mediante o qual o titular de unidade dos
Serviços Auxiliares do Tribunal regula procedimentos específicos para a execução
de serviços, fixa comandos de ação ou estabelece normas para cumprimento de
determinado serviço. Difere da Instrução por referir-se a procedimentos específicos,
não a gerais.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando
a área ou comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de ordem de serviço é atribuição dos titulares das Inspetorias
de Controle Externo, do titular da Diretoria-Geral de Administração (cf. arts. 39, IX e
41, VIII, ambos do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF, aprovado pela
Resolução nº 10/86) e das comissões legalmente constituídas.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão ORDEM DE SERVIÇO-ICE, quando proveniente de Inspetoria,
ORDEM DE SERVIÇO-DGA, se expedido pela Diretoria-Geral de Administração,
ou ORDEM DE SERVIÇO-(sigla que identifica a comissão) quando expedido por
comissão legalmente constituída, seguido do número seqüencial e da data
correspondente por extenso.
• Ementa, fundamentação legal — iniciando com a expressão O(A) INSPETOR(A)
DA .................................. INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO, ou O(A)
DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO, ou a COMISSÃO .............,
conforme o caso —, motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso)
e a expressão “resolve:”.
• Texto com a exposição do assunto da ordem de serviço, seguido da cláusula de
vigência e, se for o caso, da cláusula de revogação.
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica,
quando houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, incluindo-se,
no caso de comissões, os cargos dos membros respectivos.
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DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
GABINETE DO DIRETOR
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ORDEM DE SERVIÇO-DGA Nº ...., DE ...... DE ............... DE ............
Revoga as Ordens de Serviço-DGA
n
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.........., ........... e .............
O(A) DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO, no uso das
atribuições que lhe conferem os incisos II e VIII do art. 41 do Regulamento dos
Serviços Auxiliares do TCDF, aprovado pela Resolução nº 10, de 10 de setembro de
1986, resolve:
Art. 1º Ficam revogadas as seguintes Ordens de Serviço:
I – nº ....., de ...... de ............. de ............, publicada no Boletim
Interno do Tribunal, de ...... de .............. de .........., que regulamenta a requisição de
veículos de serviço pela Diretoria-Geral de Administração – DGA;
II – nº ......, de ....... de ............. de ............., publicada no Boletim
Interno de ..... de .......... de ........., que regulamenta a permanência de servidores
nas dependências da DGA em dias e em horários em que não há expediente e dá
outras providências;
III – nº ......, de ...... de ................ de ..........., publicada no Boletim
Interno de ...... de ........... de ............., que determina a observância rigorosa dos
prazos estabelecidos na Resolução nº ......, de ...... de ............... de ........, a qual
regulamenta a concessão e o processamento das licenças para tratamento de
saúde.
Art. 2º Esta Ordem de Serviço entra em vigor na data de sua
publicação.
NOME DO TITULAR
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PORTAR!A
Definição
Ato administrativo interno que tem por finalidade estabelecer
procedimentos relativos a pessoal ou à organização e funcionamento de serviços e,
ainda, orientar quanto à aplicação de textos legais e disciplinar matéria ainda não
regulamentada.
Apresentação
Para as portarias de iniciativa do(a) Presidente é utilizado o padrão
unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). No caso
das expedidas pelo titular da Diretoria-Geral de Administração, usa-se o padrão
unificado com o cabeçalho que identifica a Diretoria-Geral de Administração (ver
Anexo II).
Competência
A expedição de portarias compete ao(à) Presidente do Tribunal e, em
decorrência da delegação de atribuições, ao titular da Diretoria-Geral de
Administração.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão PORTARIA, ou PORTARIA-DGA, no caso de ser proveniente da
Diretoria-Geral de Administração, seguido do número seqüencial e da data
correspondente por extenso.
• Ementa, fundamentação legal — iniciando com a expressão O(A) PRESIDENTE
DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ou O(A) DIRETOR(A)-
GERAL DE ADMINISTRAÇÃO, conforme o caso —, motivações em forma de
“Considerando” (quando for o caso) e a expressão “resolve:”.
• Texto da portaria, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da cláusula
de revogação.
• Nome do(a) Presidente do Tribunal, ou do(a) Diretor(a)-Geral, conforme o caso,
centralizado, em letras maiúsculas e em negrito.
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PORTARIA Nº ......... , DE .......... DE ............................. DE ............. .
Regulamenta a aquisição, a substi-
tuição e a renovação de assinaturas
de jornais e dá outras providências.
O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO
FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, XXXIII, do Regimento
Interno e tendo em vista o que consta do Processo nº .............. , resolve:
Art. 1º Compete à Diretoria-Geral de Administração, nos termos do
art. ..... da Resolução nº ......., de ..... de ............. de ........, a aquisição, a substituição
e a renovação de assinaturas de jornais.
Parágrafo único. Os pedidos de substituição ou cancelamento de
assinaturas de jornais devem ser encaminhados ao Departamento .................. com,
pelo menos, 30 (trinta) dias de antecedência do vencimento.
..............................................................................................................
................................................
Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º Revoga-se a Portaria nº ......., de ..... de .......... de ..........
NOME DO(A) PRESIDENTE
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PROJETO DE LE!
Definição
Instrumento utilizado pelo Tribunal e pelo MPjTCDF para propor à Câmara
Legislativa do Distrito Federal a criação, transformação e extinção de cargos e a
fixação dos respectivos vencimentos, bem como outros assuntos de interesse (cf.
art. 4º, V e VII, da Lei Complementar nº 1 do Distrito Federal, de 09.05.94, e
parágrafo único do art. 8º do Ato das Disposições Transitórias da Lei Orgânica do
Distrito Federal, de 08.06.93).
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do
Tribunal (ver Anexo II), quando se tratar de projeto de iniciativa do(a) Presidente ou
dos Conselheiros, ou com o cabeçalho que identifica o MPjTCDF, quando a iniciativa
for do(a) Procurador(a)-Geral.
Competência
A apresentação de projeto de lei é de iniciativa do(a) Presidente, dos
Conselheiros e do(a) Procurador(a)-Geral do MPjTCDF (cf. art. 23, § 3º, da Lei
Complementar nº 13/96 do Distrito Federal), podendo ser sugerida por Auditor e
Procurador. É da competência do Plenário aprovar o texto do projeto antes de seu
encaminhamento à Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão PROJETO DE LEI ou PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR,
conforme o caso, seguida de espaços para o número seqüencial e para a data
correspondente por extenso.
• Ementa e a expressão “A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
decreta:”
• Texto do projeto de lei, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da
cláusula de revogação.
• Local e data por extenso, centralizados.
• Indicativos ordinais, centralizados, referentes ao total de anos decorridos desde a
proclamação da República e desde a inauguração de Brasília como Capital do
Brasil.
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PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº ....., DE ...... DE ................... DE ..........
Dispõe sobre a desafetação de área
pública que especifica na Região
Administrativa ..............., em Brasília
(DF).
A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL decreta:
Art. 1º Fica desafetada da destinação de bem de uso comum do
povo a área pública localizada no ......................, ........................., de .................. m
2
,
na Região Administrativa ......................, em Brasília (DF), que passa a ser de uso
especial, destinada a estacionamento do .............................., conforme croqui anexo.
Art. 2º O Poder Executivo, no prazo de ............. dias, adotará as
providências necessárias ao fiel cumprimento desta Lei Complementar.
Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília (DF), ....... de ..................... de ..............
......... º da República e ...... º de Brasília.
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RESOLUÇÁO
Definição
Deliberação do Tribunal para tratar de atos administrativos em geral ou
que definam estrutura, atribuições ou funcionamento de seus Serviços Auxiliares, ou
outras matérias que, a critério da Corte, devam revestir-se dessa forma (cf. art. 78,II,
do RI/TCDF).
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do
Tribunal (ver Anexo II).
Competência
A Resolução será redigida pelo(a) Relator(a) ou pelo(a) autor(a) da
proposta e baixada pelo(a) Presidente do Tribunal (cf. art. 79 do RI/TCDF). Sua
aprovação compete ao Plenário, e sua expedição, ao(à) Presidente.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão RESOLUÇÃO, seguido do número seqüencial e da data
correspondente por extenso.
• Ementa, fundamentação legal, motivações em forma de “Considerando” (quando
for o caso), e a expressão “resolve:”.
• Texto da resolução, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da cláusula
de revogação.
• Nome do(a) Presidente do Tribunal, centralizado, em letras maiúsculas e em
negrito.
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RESOLUÇÃO Nº ........... , DE ........ DE ....................... DE ............ .
Altera a redação dos arts. ...., .... e
...... da Resolução nº ....., de ..... de
............... de ........, que dispõe sobre
o efeito suspensivo dos recursos.
O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO
FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, XXVI, do Regimento
Interno e de acordo com o decidido na Sessão ....................... nº ..............., realizada
em ...... de ............... de ............, conforme consta do Processo nº .................,
resolve:
Art. 1º Os arts. 1º, 3º e 4º da Resolução nº ......., de ..... de ............
de .........., passam a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 1º O efeito suspensivo, a que se referem os arts. ....., .....,
§ ....., e ...... da Lei Complementar nº ........, ocorrerá se for
formalmente conhecido o recurso cabível, nos termos desta
Resolução.
......................................................................................................
Art. 3º O recurso, instruído pela Inspetoria, terá tratamento
prioritário e será distribuído a Relator, que o submeterá à
apreciação do Plenário.
Parágrafo único. No período de recesso regimental, o(a)
Presidente do Tribunal poderá conhecer do recurso a que se
refere este artigo, levando seu ato à apreciação do Plenário, na
primeira sessão ordinária que se seguir.
Art. 4º A decisão sobre o conhecimento do recurso, conforme
previsto no artigo anterior, será comunicada aos interessados e
à autoridade administrativa competente, para ciência e
providências cabíveis, inclusive quanto ao efeito suspensivo, se
for o caso.”
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.
NOME DO(A) PRESIDENTE
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8. Atos processuais
8.1. Definição
São os atos que, por sua natureza, geralmente constituem peças
processuais.
8.2. Tipos de atos processuais do Tribunal
• Acórdão
• Cientificação
• Citação
• Comunicação de Audiência
• Comunicação de Diligência
• Decisão
• Despacho
• Informação
• Notificação
• Parecer
• Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do DF
• Relatório de auditoria
• Relatório de participação em evento
• Relatório de Relator
• Relatório periódico das Contas do Governo do DF
• Representação
8.3. Ementa de atos processuais
Constitui resumo do andamento do processo, identificando seus principais
aspectos. Tal resumo é geralmente expresso por frases curtas, de preferência
nominais (sem verbo): Aposentadoria especial. Magistério. Proventos integrais.
Tempo de serviço fora de sala de aula. Parcela irregular. Insuficiência do requisito
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temporal exigido para a modalidade em espécie. Ilegalidade.
Obs.: Ver tópico 7.2 (Sistemática de elaboração dos atos normativos), em
especial a parte que trata de ementa.
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ACORDÁO
Definição
Documento que formaliza decisão definitiva do Tribunal, quanto à regularidade
das contas dos administradores e demais responsáveis jurisdicionados (cf. art. 24 da Lei
Complementar nº 1/94 do Distrito Federal). Também serão formalizadas por acórdão as
deliberações previstas nos arts. 21 e 22, § 2º, do mesmo diploma legal indicado, conforme
disposto na Resolução nº 138, de 27 de novembro de 2001.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do Tribunal
(ver Anexo II).
Competência
De acordo com o art. 81 do RI/TCDF e seu parágrafo único, “o acórdão será
redigido pelo Relator, que o assinará juntamente com o Presidente e o representante do
Ministério Público ...” e no caso em que for “vencido o Relator, no todo ou em parte, a
redação do acórdão caberá ao Conselheiro que tenha proferido o voto vencedor”.
Estrutura
Conforme o disposto no § 1º do art. 1º da Resolução nº 138, de 27.11.01,
diferentes circunstâncias poderão ensejar a formalização de acórdão pelo Tribunal, a saber:
CASO 1 – contas anuais regulares, com quitação plena; CASO 2 – contas anuais regulares
com ressalva, quitação e recomendação; CASO 3 – contas irregulares com imputação de
débito; CASO 4 – contas irregulares, com imputação de débito e arquivamento dos autos,
por economicidade; CASO 5 – recurso em contas; CASO 6 – contas irregulares, sem débito,
mas com cominação de multa; CASO 7 – contas iliquidáveis–trancamento e CASO 8 –
contas iliquidáveis–encerramento. Tais situações estão previstas nos modelos apresentados
adiante. A estrutura para atender a essas peculiaridades é a seguinte:
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado pela
expressão ACÓRDÃO, seguida do número seqüencial e do ano correspondente com
dois dígitos. (Para os CASOS 1 a 8.)
• Expressão “Ementa:”, em negrito, seguida da síntese do teor da decisão. (Para os
CASOS 1 a 8.)
• Número do Processo; número(s) do(s) anexo(s) ou apenso(s), se houver; nome do(s)
responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s) em que a(s) exerceu(ram); nome do
órgão ou entidade jurisdicionada, especificando a unidade; relator(a) do processo; e
unidade técnica da instrução do processo. (Para os CASOS 1 a 8.)
• Síntese das impropriedades, falhas apuradas. (Para os CASOS 2 e 6.)
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62
• Síntese das impropriedades, falhas apuradas ou dano causador. (Para os CASOS 3 e
4.)
• Recomendações de providências, de modo a prevenir a ocorrência de fatos
semelhantes. (Apenas para o CASO 2.)
• Indicação do(s) débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is). (Para os CASOS 3, 4 e 5.)
• Número do acórdão recorrido e data da sessão em que foi aprovado. (Apenas para o
CASO 5.)
• Indicação do(s) valor(es) da(s) multa(s) aplicada(s) ao(s) responsável(is). (Apenas para
o CASO 6.)
• Texto do acórdão, de acordo com as especificidades de cada situação. (Para os CASOS
1 a 8.)
• Tipo, número e data da sessão em que foi proferido o acórdão. (Para os CASOS 1 a 8.)
• Nome dos Conselheiros presentes à sessão. (Para os CASOS 1 a 8.)
• Indicação do resultado da decisão tomada, se por unanimidade ou maioria — neste caso
nominar o(s) voto(s) vencido(s). (Para os CASOS 1 a 8.)
• Nome do(a) representante do Ministério Público presente. (Para os CASOS 1 a 8.)
• Nome do(a) Presidente e do(a) Relator(a). (Para os CASOS 1 a 8.)
• Expressão “Fui presente:” seguida do nome do(a) representante do Ministério Público
presente. (Para os CASOS 1 a 8.)
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ACÓRDÃO Nº ............../......
Ementa: Tomada/Prestação de Contas
Anual. Contas julgadas regulares.
Quitação plena ao(s) responsável(is).
Processo TCDF nº .............../...... (Apenso(s) n
o(s)
: .........................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) ................................
Unidade Técnica: .......................... Inspetoria de Controle Externo.
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando a manifestação
emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do
processo, bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério
Público junto a esta Corte, acordam os Conselheiros, nos termos do voto proferido pelo(a)
Relator(a), com fundamento nos arts. 17, I, e 24, I, da Lei Complementar do DF nº 1, de 9 de
maio de 1994, julgar regulares as contas em apreço e dar quitação plena ao(s)
responsável(is) indicado(s).
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ............... de ..................................
Presentes os Conselheiros: ...................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) ..........................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) ...............................................
____________________
Presidente
____________________
Relator(a)
Fui presente:
____________________
Representante do MP
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ACÓRDÃO Nº ............./.......
Ementa: Tomada/Prestação de Contas
Anual. Contas julgadas regulares com
ressalva. Quitação ao(s) responsá-
vel(is). Recomendações de providências
corretivas.
Processo TCDF nº ............../...... (Apenso(s) n
o(s)
: ...................................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) .............................................
Unidade Técnica: ........................... Inspetoria de Controle Externo.
Síntese de impropriedades/falhas apuradas: ...........................................................................
Recomendações (LC/DF nº 1/94, art. 19): ...............................................................................
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando a manifestação
emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do
processo, bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério
Público junto a esta Corte, acordam os Conselheiros, nos termos do voto proferido pelo(a)
Relator(a), com fundamento nos arts. 17, II, 19 e 24, II, da Lei Complementar do DF nº 1, de
9 de maio de 1994, julgar regulares com ressalva as contas em apreço e dar quitação ao(s)
responsável(is) indicado(s), com as recomendações de providências apontadas, para
correção daquela(s) impropriedade(s)/falha(s) identificada(s).
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ................... de ................................
Presentes os Conselheiros: ..................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) ........................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) .................................
____________________
Presidente
____________________
Relator(a)
Fui presente:
____________________
Representante do MP
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ACÓRDÃO Nº ............/.......
Ementa: Tomada/Prestação de Contas
Anual / Tomada de Contas Especial.
Contas julgadas irregulares. Imputação
de débito ao(s) responsável(is).
Processo TCDF nº ............./...... (Apenso(s) n
o(s)
: ..................................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) ............................................
Unidade Técnica: ........................... Inspetoria de Controle Externo.
Síntese de impropriedades/falhas apuradas ou dano causador: ...........................................
Débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is): ......................................................................
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando a manifestação
emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do
processo, bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério
Público junto a esta Corte, acordam os Conselheiros, nos termos do voto proferido pelo(a)
Relator(a), com fundamento nos arts. 17, III, (alíneas b, c ou d) e 20, da Lei Complementar
do DF nº 1, de 9 de maio de 1994, julgar irregulares as contas em apreço e condenar o(s)
responsável(is) indicado(s) ao ressarcimento do(s) débito(s) que lhe(s) é(são) imputado(s),
como também determinar a adoção das providências cabíveis, nos termos dos arts. 24, III,
26 e 29, do mesmo diploma legal.
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ................. de .............................
Presentes os Conselheiros: ...................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) .........................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) ..........................................
____________________
Presidente
____________________
Relator(a)
Fui presente:
____________________
Representante do MP
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ACÓRDÃO Nº .............../.........
Ementa: Tomada/Prestação de Contas
Anual / Tomada de Contas Especial.
Contas julgadas irregulares. Imputação
de débito ao(s) responsável(is).
Arquivamento sem cancelamento do
débito, com fundamento no art. 85 da
LC/DF nº 1/94.
Processo TCDF nº .............../....... (Apenso(s) n
o(s)
: ...................................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) ..............................................
Unidade Técnica: .......................... Inspetoria de Controle Externo.
Síntese de impropriedades/falhas apuradas ou dano causador: .............................................
Débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is): ......................................................................
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando a manifestação
emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do
processo, bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério
Público junto a esta Corte, acordam os Conselheiros, nos termos do voto proferido pelo(a)
Relator(a), com fundamento nos arts. 17, III, (alínea b, c ou d) e 20, da Lei Complementar do
DF nº 1, de 9 de maio de 1994, julgar irregulares as contas em apreço e condenar o(s)
responsável(is) indicado(s) ao ressarcimento do(s) débito(s) que lhe(s) é(são) imputado(s),
ficando desde logo determinado o arquivamento deste Processo, por medida de economia
processual, nos termos do disposto no art. 85 do referido diploma legal.
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ................. de .............................
Presentes os Conselheiros: ...................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) .........................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) ............................................
____________________
Presidente
____________________
Relator(a)
Fui presente:
____________________
Representante do MP
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ACÓRDÃO Nº ............./..........
Ementa: Recurso contra Acórdão que
julgou contas irregulares/regulares com
ressalva. Apelo conhecido/não conhe-
cido e provido/provido parcialmente /
improvido.
Processo TCDF nº .............../...... (Apenso(s) n
o(s)
: ................................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) ...........................................
Unidade Técnica: ............................ Inspetoria de Controle Externo.
Débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is): ......................................................................
Acórdão recorrido nº ...................., de ...................................
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando o que consta do
processo, bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério
Público junto a esta Corte, acordam os Conselheiros, nos termos do voto proferido pelo(a)
Relator(a), conhecer/não conhecer o recurso em apreço, dando-lhe provimento/provimento
parcial / negando-lhe provimento, para o fim de (manter, reformar ou reformar parcialmente)
a decisão recorrida, no sentido de ............................................
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ................. de ............................
Presentes os Conselheiros: .................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) .......................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) .............................................
____________________
Presidente
____________________
Relator(a)
Fui presente:
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Representante do MP
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ACÓRDÃO Nº .............../.........
Ementa: Tomada/Prestação de Contas
Anual / Tomada de Contas Especial.
Contas julgadas irregulares. Ausência
de débito. Aplicação de multa ao(s)
responsável(is).
Processo TCDF nº .............../....... (Apenso(s) n
o(s)
: ..................................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) ............................................
Unidade Técnica: .......................... Inspetoria de Controle Externo
Síntese de impropriedades/falhas apuradas: ............................................................................
Valor(es) da(s) multa(s) aplicada(s) ao(s) responsável(is): .................................................
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando a manifestação
emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do
processo, bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério
Público junto a esta Corte, acordam os Conselheiros, nos termos do voto proferido pelo(a)
Relator(a), com fundamento nos arts. 17, III, 20, parágrafo único, e 57, da Lei Complementar
do DF nº 1, de 9 de maio de 1994, julgar irregulares as contas em apreço e aplicar ao(s)
responsável(is) a(s) multa(s) acima indicada(s), como também determinar a adoção das
providências cabíveis, nos termos dos arts. 24, III, 26 e 29, do mesmo diploma legal.
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº .................... de ................................
Presentes os Conselheiros: .................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) .......................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) ................................................
____________________
Presidente
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Relator(a)
Fui presente:
____________________
Representante do MP
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ACÓRDÃO Nº ................/........
Ementa: Tomada/Prestação de Contas
Anual / Tomada de Contas Especial.
Contas iliquidáveis. Trancamento.
Processo TCDF nº ................/....... (Apenso(s) n
o(s)
: ...................................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) ............................................
Unidade Técnica: .......................... Inspetoria de Controle Externo.
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando a ocorrência de
caso fortuito ou de força maior, comprovadamente alheio à vontade do(s) responsável(is),
que tornaram materialmente impossível o julgamento de mérito das contas em exame, bem
assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta
Corte, acordam os Conselheiros, nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a), com
fundamento nos arts. 21 e 22, caput, ambos da Lei Complementar do DF nº 1, de 9 de maio
de 1994, considerar iliquidáveis as contas em apreço, determinando seu trancamento e
conseqüente arquivamento.
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ................. de ...............................
Presentes os Conselheiros: ..................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) ........................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) ..............................................
____________________
Presidente
____________________
Relator(a)
Fui presente:
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Representante do MP
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ACÓRDÃO Nº ................/........
Ementa: Tomada/Prestação de Contas
Anual / Tomada de Contas Especial.
Contas iliquidáveis. Encerramento.
Processo TCDF nº ................/....... (Apenso(s) n
o(s)
: ...................................)
Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is), sua(s) função(ões) e período(s).)
Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade, especificando a unidade.)
Relator(a): Conselheiro(a) ............................................
Unidade Técnica: .......................... Inspetoria de Controle Externo.
Vistos, relatados e discutidos estes autos, considerando o decurso do
prazo a que se refere o § 1º do art. 22 da Lei Complementar do DF nº 1, de 9 de maio de
1994, e a ausência de novos elementos, bem assim tendo em vista as conclusões da
unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte, acordam os Conselheiros, nos
termos do voto proferido pelo(a) Relator(a), com fundamento no § 2º do art. 22, do mesmo
diploma legal, considerar encerradas as contas iliquidáveis em apreço, determinando a
baixa na(s) responsabilidade(s) acima indicada(s).
ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ................. de ...............................
Presentes os Conselheiros: ..................................................................................................
Decisão tomada: por unanimidade/maioria, vencido(s) ........................................................
Representante do MP presente: Procurador(a) ..............................................
____________________
Presidente
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Relator(a)
Fui presente:
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Representante do MP
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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C!ENT!F!CAÇÁO
Definição
Expediente utilizado para comunicar ao(s) responsável(is) em processo sob
exame no Tribunal a rejeição das alegações de defesa e para demandar o recolhimento da
importância devida, no prazo regimental, à Secretaria de Fazenda e Planejamento do DF ou,
no caso de débito de responsável perante entidade descentralizada, à própria Entidade (cf.
art. 13, § 1º, da Lei Complementar do DF nº 1/94 e art. 176, § 2º, do RI/TCDF).
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de cientificação compete aos titulares das Inspetorias de Controle
Externo.
Estrutura
Conforme o disposto no art. 23 da Lei Complementar do DF nº 1/94, a
cientificação será feita diretamente por servidor do Tribunal; pelo correio, mediante carta
registrada, com aviso de recebimento; ou por edital, quando seu destinatário não for
localizado. Portanto, são apresentadas duas estruturas, para atender às referidas situações.
Cientificação direta ou mediante carta registrada:
• Denominação do ato — Cientificação, em negrito, com indicação do seu número e do
ano correspondente (com dois dígitos), seguida da sigla da área emitente, com
alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com alinhamento
à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o caso (ver
tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, acompanhado da indicação do
respectivo cargo, com alinhamento centralizado.
• Expressão de tratamento (ver tópico 6.3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário,
com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da cientificação.
Cientificação por edital:
• Denominação do ato — EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO, em letras maiúsculas e em
negrito, seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos), com
alinhamento centralizado.
• Texto com a exposição do assunto.
• Local e data por extenso, centralizados.
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, com alinhamento centralizado.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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Cientificação nº ........./..... – ...ª ICE
Brasília (DF), .... de ............... de ........ .
[VOCATIVO],
Em face do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal –
TCDF, na Sessão ............................. nº ..........., de ...... de ................... de ............,
conforme consta do Processo nº ................(Decisão nº ...../......, cópia anexa), fica
[FORMA DE TRATAMENTO] CIENTIFICADO(A) nos termos do art. 13, § 1º, da Lei
Complementar do Distrito Federal nº 1, de 9 de maio de 1994, da rejeição das
alegações de defesa interpostas.
Fica [FORMA DE TRATAMENTO], também, nos termos do mesmo
dispositivo legal, ciente de que deverá recolher .......[à Secretaria de Fazenda e
Planejamento / à Entidade]......, no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias, contados
do recebimento desta, o débito que lhe é imputado nos referidos autos — R$
............................(valor por extenso), devendo, ainda, apresentar a este Tribunal o
comprovante do recolhimento.
Consignamos que da Decisão acima cabem os recursos previstos no
art. 33 da referida Lei Complementar.
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se a sua disposição, de 2ª a 6ª feira, das ........ às ....... horas, na
Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do Distrito
Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser obtidas
pelo telefone ................, no mesmo horário.
[FECHO],
NOME DO TITULAR
Cargo
[EXPRESSÃO DE TRATAMENTO]
Nome
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO Nº ........./.......
O(A) Inspetor(a) da ...................... Inspetoria de Controle Externo do
Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF, na forma da lei, após esgotados,
sem sucesso, os meios previstos no art. 23, I e II, da Lei Complementar do DF nº 1,
de 9 de maio de 1994, FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele
tiverem conhecimento, que tramitam neste Tribunal os autos de nº ............/.....,
tratando ........(assunto do processo)......., tendo o egrégio Plenário na Sessão
...................... nº ........., de .......... de ........... de .........., determinado a cientificação
por edital do(a) [FORMA DE TRATAMENTO] ...........(nome)..............., ........(cargo
ocupado)......, residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido, quanto à
rejeição das alegações de defesa interpostas, o(a) qual deverá recolher nos termos
do art. 13, § 1º, da mencionada Lei Complementar, .......[à Secretaria de Fazenda e
Planejamento / à Entidade]......, no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias, a contar
da primeira publicação deste Edital, o débito que lhe é imputado nos referidos autos
— R$ ............................(valor por extenso), devendo, ainda, apresentar a este
Tribunal o comprovante do recolhimento.
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se à disposição do(a) cientificado(a), de 2ª a 6ª feira, das ........ às
....... horas, na Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do
Distrito Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser
obtidas pelo telefone ................, no mesmo horário.
Brasília (DF), ...... de ................. de .............
NOME DO TITULAR
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
74
C!TAÇÁO
Definição
Expediente utilizado para convocar responsável(is) em processo sob exame no
Tribunal, nos casos em que há débito, para, sob pena de revelia, no prazo regimental,
apresentar(em) defesa ou recolher(em) o valor devido (cf. art. 13, II e § 3º, da Lei
Complementar nº 1/94 do Distrito Federal).
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de citação compete aos titulares das Inspetorias de Controle
Externo.
Estrutura
Conforme o disposto no art. 23 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal,
a citação será feita diretamente por servidor do Tribunal; pelo correio, mediante carta
registrada, com aviso de recebimento; ou por edital, quando seu destinatário não for
localizado. Portanto, são apresentadas duas estruturas, para atender às referidas situações.
Citação direta ou mediante carta registrada:
• Denominação do ato — Citação, em negrito, com indicação do seu número e do ano
correspondente (com dois dígitos), seguida da sigla da área emitente, com alinhamento
à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com alinhamento
à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o caso (ver
tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, acompanhado da indicação do
respectivo cargo, com alinhamento centralizado.
• Expressão de tratamento (ver tópico 6.3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário,
com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da citação.
Citação por edital:
• Denominação do ato — EDITAL DE CITAÇÃO, em letras maiúsculas e em negrito,
seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos), com
alinhamento centralizado.
• Texto com a exposição do assunto.
• Local e data por extenso, centralizados.
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, com alinhamento centralizado.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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Citação nº ........./..... – ...ª ICE
Brasília (DF), .... de ............... de ........ .
[VOCATIVO],
Em face do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal –
TCDF, na Sessão ..................... nº ..........., de ...... de ............... de ............, conforme
consta do Processo nº ................, fica [FORMA DE TRATAMENTO] CITADO(A)
para, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar do recebimento desta, sob pena de
revelia, apresentar alegações de defesa quanto ao disposto na Decisão nº ..........
(cópia anexa), de ..... de ...... de ........... ou, se preferir, recolher desde logo o valor
do débito, nos termos do art. 13, II, da Lei Complementar nº 1 do Distrito Federal, de
9 de maio de 1994 e dos arts. 172 e seguintes do Regimento Interno do TCDF.
A não apresentação de defesa no prazo estabelecido, bem como a
rejeição das alegações apresentadas à Corte, ensejará a imputação do débito pelo
Tribunal, com os acréscimos legais, com base nos elementos dos autos.
A defesa deverá vir, desde logo, acompanhada de provas
documentais que comprovem elementos não constantes dos autos.
Informamos que o(s) responsável(eis) pelas contas em apreço
está(ão) sujeito(s), também, em caso de julgamento pela irregularidade, às
conseqüências previstas no art. 83 da mencionada Lei Complementar e no art. 11,
caput e § 5º, da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, concernente ao envio
do(s) nome(s) à Corregedoria Regional Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral.
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se a sua disposição, de 2ª a 6ª feira, das ........ às ....... horas, na
Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do Distrito
Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser obtidas
pelo telefone ................, no mesmo horário.
[FECHO],
NOME DO TITULAR
Cargo
[EXPRESSÃO DE TRATAMENTO]
Nome
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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EDITAL DE CITAÇÃO Nº ........./.......
O(A) Inspetor(a) da ...................... Inspetoria de Controle Externo do
Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF, na forma da lei, após esgotados,
sem sucesso, os meios previstos no art. 23, I e II, da Lei Complementar do DF nº 1,
de 9 de maio de 1994, FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele
tiverem conhecimento, que tramitam neste Tribunal os autos de nº ............/.....,
tratando ........(assunto do processo)......., tendo o egrégio Plenário na Sessão
...................... nº ........., de .......... de ........... de .........., determinado a citação por
edital do(a) [FORMA DE TRATAMENTO] ..............(nome).............., ........(cargo
ocupado)......, residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido, o(a) qual
deverá, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da primeira publicação deste Edital, e
sob pena de revelia, apresentar defesa quanto ao disposto na Decisão nº .........., de
..... de ...... de ............
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se à disposição do(a) citado(a), de 2ª a 6ª feira, das ........ às .......
horas, na Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do
Distrito Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser
obtidas pelo telefone ................, no mesmo horário.
Brasília (DF), ...... de ................. de .............
NOME DO TITULAR
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
77
CONUN!CAÇÁO DE AUD!ÊNC!A
Definição
Expediente utilizado para convocar responsável(is) em processo sob exame no
Tribunal, nos casos em que não haja débito, para, sob pena de revelia, no prazo regimental,
apresentar(em) razões de justificativa quanto à possibilidade de aplicação de multa pelas
impropriedades indicadas nos incisos do art. 57 da Lei Complementar do DF nº 1/94 (cf. art.
13, III e seu parágrafo 3º, da referida norma e art. 182, § 5º, do RI/TCDF).
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de comunicação de audiência compete aos titulares das Inspetorias
de Controle Externo.
Estrutura
Conforme o disposto no art. 23 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal,
a comunicação de audiência será feita diretamente por servidor do Tribunal; pelo correio,
mediante carta registrada, com aviso de recebimento; ou por edital, quando seu destinatário
não for localizado. Portanto, são apresentadas duas estruturas, para atender às referidas
situações.
Comunicação de Audiência direta ou mediante carta registrada:
• Denominação do ato — Comunicação de Audiência, em negrito, com indicação do seu
número e do ano correspondente (com dois dígitos), seguida da sigla da área emitente,
com alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com alinhamento
à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o caso (ver
tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, acompanhado da indicação do
respectivo cargo, com alinhamento centralizado.
• Expressão de tratamento (ver tópico 6.3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário,
com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da comunicação de
audiência.
Comunicação de Audiência por edital:
• Denominação do ato — EDITAL DE AUDIÊNCIA, em letras maiúsculas e em negrito,
seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos), com
alinhamento centralizado.
• Texto com a exposição do assunto.
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
78
• Local e data por extenso, centralizados.
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, com alinhamento centralizado.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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Comunicação de Audiência nº ........./..... – ...ª ICE
Brasília (DF), .... de ............... de ........ .
[VOCATIVO],
Em face do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal –
TCDF, na Sessão ............................. nº ..........., de ...... de ................... de ............,
conforme consta do Processo nº ................, fica [FORMA DE TRATAMENTO]
chamado(a) em AUDIÊNCIA para, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar do
recebimento desta e sob pena de revelia, apresentar razões de justificativa quanto
ao disposto na Decisão nº .......... (cópia anexa), de ..... de ............ de .........., nos
termos do [art. 13, III, da Lei Complementar nº 1 do DF, de 9 de maio de 1994 / art.
182, § 5º, do Regimento Interno do TCDF].
A não apresentação das razões de justificativa no prazo
estabelecido, bem como a rejeição das mesmas alegações, ensejará a notificação
de [FORMA DE TRATAMENTO] para recolher o valor da multa fixada pelo Tribunal,
nos termos do art. 57, (II, IV, V, VI, VII ou § 1º), da Lei Complementar nº 1 do DF, de
9 de maio de 1994.
As razões de justificativa deverão vir, desde logo, acompanhadas de
provas documentais que comprovem elementos não constantes dos autos.
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se a sua disposição, de 2ª a 6ª feira, das ........ às ....... horas, na
Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do Distrito
Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser obtidas
pelo telefone ................, no mesmo horário.
[FECHO],
NOME DO TITULAR
Cargo
[EXPRESSÃO DE TRATAMENTO]
Nome
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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EDITAL DE AUDIÊNCIA Nº ........./.......
O(A) Inspetor(a) da ...................... Inspetoria de Controle Externo do
Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF, na forma da lei, após esgotados,
sem sucesso, os meios previstos no art. 23, I e II, da Lei Complementar do DF nº 1,
de 9 de maio de 1994, FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele
tiverem conhecimento, que tramitam neste Tribunal os autos de nº ............/.....,
tratando ......(assunto do processo)......., tendo o egrégio Plenário na Sessão
...................... nº ........., de .......... de ........... de .........., determinado a audiência por
edital do(a) [FORMA DE TRATAMENTO] ...................(nome)..............., .....(cargo
ocupado)......, residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido, o(a) qual
deverá, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar da primeira publicação deste Edital, e
sob pena de revelia, apresentar razões de justificativa quanto ao disposto na
Decisão nº .........., de ..... de ...... de ............
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se à disposição do(a) interessado(a), de 2ª a 6ª feira, das ........ às
....... horas, na Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do
Distrito Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser
obtidas pelo telefone ................, no mesmo horário.
Brasília (DF), ...... de ................. de .............
NOME DO TITULAR
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
81
CONUN!CAÇÁO DE D!L!GÊNC!A
Definição
Expediente utilizado para obtenção, junto a órgãos e entidades
jurisdicionados, de informações necessárias ao saneamento de autos sob exame do
Tribunal.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando
a área emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de comunicação de diligência compete aos titulares das
Inspetorias de Controle Externo.
Estrutura
• Denominação do ato — Comunicação de Diligência, em negrito, com seu número
correspondente e ano com dois dígitos, seguida da sigla da área emitente, com
alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com
alinhamento à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o
caso (ver tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, e respectivo
cargo.
• Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6.3), nome completo em
letras maiúsculas, cargo e órgão ou entidade a que estiver vinculado, com
alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da comunicação de
diligência.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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Comunicação de Diligência nº ........./..... – ....ª ICE
Brasília (DF), .... de ............... de ........ .
[VOCATIVO],
Com o fim de exercer a fiscalização de competência do Controle
Externo, no que se refere ao acompanhamento dos procedimentos licitatórios e
contratos administrativos, na forma aprovada pela Decisão nº ......, de .... de .........
de ............, desta Corte de Contas, vimos solicitar a [FORMA DE TRATAMENTO],
com base no art. 1º da Resolução nº 99, de 2 de julho de 1998, cópias do Processo
nº ................., que envolve dispensa de licitação ratificada mediante publicação no
Diário Oficial do Distrito Federal de ...................
[FECHO],
NOME DO TITULAR
Cargo
[EXPRESSÃO DE TRATAMENTO]
Nome
Cargo
Nome do órgão ou entidade
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
83
DEC!SÁO
Definição
É o posicionamento adotado em cada processo submetido à apreciação do
Plenário do Tribunal. Reveste-se da denominação ACÓRDÃO quando se referir a decisões
definitivas conforme os arts. 24 da Lei Complementar nº 1/94 e 176 do Regimento Interno,
bem como aquelas previstas nos arts. 21 e 22, § 2º, da referida Lei (ver modelo de
Acórdão). Decisões podem ser exaradas em sessões ordinárias, extraordinárias —
reservadas ou administrativas — e especiais. Todas as decisões são numeradas em ordem
crescente de sessão, com exceção das “Decisões sem número”, originárias de medidas
determinadas pelo Plenário ou Presidência da Corte em documentos ainda não
processados.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a
Secretaria das Sessões. Para fins de publicação no Diário Oficial do Distrito Federal, segue
o padrão adotado no Manual de Operações da Secretaria das Sessões.
Competência
A expedição de decisão compete à Secretaria das Sessões (cf. art. 9º, IV, do
Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF, aprovado pela Resolução nº 10/86).
Estrutura
• Expressão “Sessão ................”, em letras maiúsculas, centralizada e em negrito,
identificando o tipo de sessão em que a decisão foi prolatada, seguida do respectivo
número seqüencial e da data por extenso.
• Expressão “Processo nº :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de sua
identificação, composta do número e do ano com dois dígitos.
• Expressão “Relator(a) :”, em negrito, alinhada à esquerda, com a identificação do(a)
relator(a) do processo.
• Expressão “Ementa :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de síntese do
andamento dos autos.
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado pela
expressão DECISÃO, seguida do número seqüencial e do ano correspondente com dois
dígitos.
• Texto da decisão, incluindo a identificação dos participantes da sessão.
• Local (Sala das Sessões) e data por extenso, centralizados.
• Nome do titular da Secretaria das Sessões, centralizado, em letras maiúsculas e em
negrito.
• Nome do(a) Presidente do Tribunal, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito (nas
decisões sem número, consta apenas o nome do titular da Secretaria das Sessões).
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SECRETARIA DAS SESSÕES
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SESSÃO ORDINÁRIA Nº .........., DE ....... DE ............... DE ...........
Processo nº : ..................
Relator(a) : Conselheiro(a) ................................
Ementa : Representação nº ................., do .................................., versando
sobre a inconstitucionalidade da Lei distrital nº .......... .
DECISÃO Nº ............./......
O Tribunal, de acordo com o voto do(a) Relator(a), tendo em conta a
instrução da unidade técnica competente, decidiu: I – tomar conhecimento do
resultado da inspeção realizada na .............................., na .......................... e no
...........................................; II – considerar que a Lei nº ............, de ................., é
incompatível com o disposto nos arts. ............., e ............., da Lei Orgânica do
Distrito Federal, de ..... de ......... de .........; III – dar ciência desta Decisão ao
Excelentíssimo Senhor Governador do Distrito Federal e ao Excelentíssimo Senhor
Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, informando-lhes que, com
respaldo na Súmula nº 347 do Supremo Tribunal Federal, esta Corte negará
validade aos atos de gestão praticados ao abrigo da referida norma; IV – autorizar o
arquivamento dos autos. Decidiu, mais, mandar publicar, em anexo à presente ata, o
Relatório/Voto do(a) Relator(a).
Participaram do julgamento: o(a) Presidente, Conselheiro(a)
....................., os Conselheiros ..................., ......................., ...................... e
......................, o Conselheiro-Substituto ........................ e o(a) representante do
Ministério Público junto ao Tribunal, Procurador(a)-Geral ............................ .
Sala das Sessões, ...... de .................... de .............
NOME DO TITULAR DA SECRETARIA DAS SESSÕES
NOME DO(A) PRESIDENTE
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
85
DESPACHO
Definição
Instrumento pelo qual a autoridade competente recomenda ou determina, em
processo ou outro tipo de documentação ou correspondência submetidos a sua apreciação,
a adoção de providências acerca do assunto sob exame. Pode ser “decisório”, na
modalidade “administrativo”, quando defere ou não solicitações e na modalidade “singular”,
quando referir-se às situações previstas nos arts. 12 e 40 da Lei Complementar do DF nº
1/94 e nos arts. 197 e 200 do RI/TCDF, ou “interlocutório”, quando não decide sobre a
demanda principal, caso em que geralmente o assunto é encaminhado para apreciação ou
providências de outrem.
Apresentação
Os despachos utilizam o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho
identificando a área emitente (ver Anexo II). No caso do despacho interlocutório, adota-se
também a forma manuscrita, no próprio corpo do processo, evitando-se, sempre que
possível, sua aposição no verso das folhas, de forma a facilitar a reprodução de cópias dos
autos.
Competência
A expedição de despacho compete ao(à) Presidente, aos Conselheiros, aos
Auditores, aos Procuradores do MPjTCDF, aos titulares das unidades dos Serviços
Auxiliares do Tribunal e aos demais servidores a quem for delegada competência — neste
último caso, o despacho inicia-se com a expressão “De ordem”. No caso de despacho
singular, a expedição cabe ao(à) Presidente, a Conselheiro-Relator e a Auditor-Relator.
Estrutura
Para despachos decisórios administrativos:
• Título do expediente, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado pela
expressão DESPACHO DO(A) (cargo do emitente).
• Data, por extenso e centralizada, na linha abaixo do título.
• Expressão “Processo nº :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de sua
identificação, composta do número e do ano com dois dígitos.
• Expressão “Assunto:”, em negrito, com o resumo do teor do despacho, com alinhamento
à esquerda.
• Texto decidindo a respeito do assunto objeto do despacho.
• Nome do emitente, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito.
Para despachos singulares:
• Expressão “Processo nº :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de sua
identificação, composta do número e do ano com dois dígitos.
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
86
• Expressão “Apenso(s):”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do(s) número(s) do(s)
apenso(s) aos autos, quando for o caso.
• Expressão “Órgão de Origem:”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida da
procedência dos autos.
• Expressão “Assunto:”, em negrito, com o resumo do teor do despacho, com alinhamento
à esquerda.
• Expressão “Ementa:”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do resumo do
andamento dos autos.
• Denominação do ato — DESPACHO SINGULAR, em negrito, com seu número
correspondente e ano (com dois dígitos), seguida da sigla da área emitente, com
alinhamento centralizado.
• Texto decidindo a respeito do assunto objeto do despacho.
• Data, por extenso e centralizada.
• Nome do emitente, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito.
Para despachos interlocutórios:
• Expressão introdutória — “De acordo.” (quando for o caso), ou “De ordem.” (quando há
delegação de competência) e expressão de encaminhamento, seguida de
recomendações ou determinações pertinentes.
• Data por extenso, centralizada, após a expressão de encaminhamento.
• Nome do emitente, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, e respectivo cargo.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
87
M
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D
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DESPACHO DO(A) PRESIDENTE
...... de ............. de .........
Processo nº ....................
Assunto : Autorização para emissão de nota de empenho destinada à aquisição
de ....................... relativa ao mês de ..................../.......
Nos termos do art. 25 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993,
ratifico a inexigibilidade de licitação para a aquisição de ................., no mês de
............../........, e autorizo a emissão de notas de empenho, na modalidade ordinária,
nos valores de R$ ................ (valor por extenso), R$ ................... (valor por extenso)
e R$ ................. (valor por extenso), respectivamente em favor do .........................,
da ............................... e da ................................
Encaminhem-se os autos à Diretoria-Geral de Administração, para
publicação e demais providências. (0bs.: Este ú|t|mo parágrafo é um despacho
|nter|ocutór|o. 8ua f|na||dade é |nterna, portanto não necess|ta constar da pub||cação externa.}
NOME DO(A) PRESIDENTE
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO(A) .........................
88
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
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PROCESSO Nº :
APENSO(S) :
ÓRGÃO DE ORIGEM :
ASSUNTO :
EMENTA:
DESPACHO SINGULAR Nº ....../...... – (área emitente)
Nos termos do (incluir o enquadramento legal das medidas), e de acordo
com a manifestação da instrução, conforme Informação/Relatório nº , fls. , e o
posicionamento do Parquet, fls. , sobre o (resultado da auditoria, exame da
licitação, pedido de prorrogação de prazo formulado pela jurisdicionada etc.),
DETERMINO/SOLICITO/CONCEDO/RECOMENDO etc.:
I – ..............................;
II – ..............................;
III – ............................. .
Brasília (DF), ....... de ............... de ...........
Presidente / Conselheiro(a)-Relator(a) / Auditor-Relator
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Exemplos de despachos interlocutórios:
De acordo.
À Seção de Cadastro Funcional, para as providências pertinentes.
......... de ................... de ...............
NOME
Cargo
De ordem.
À ................ Inspetoria de Controle Externo, para exame e instrução.
......... de ................... de ...............
NOME
Cargo
De ordem.
À Divisão de Recursos Humanos, para análise e pronunciamento.
......... de ................... de ...............
NOME
Cargo
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
90
!NFORNAÇÁO
Definição
Informação é o instrumento utilizado para registrar a análise realizada por
servidor do Tribunal, no exercício de sua função, envolvendo trabalhos ou estudos
especiais, situações reais ou dispositivos legais contidos em um processo.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
ou a comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de informação compete aos titulares de unidades, às comissões
legalmente constituídas e aos servidores designados para tal (neste último caso,
reportando-se ao seu superior hierárquico).
Estrutura
• Denominação do ato — Informação, em negrito, com seu número correspondente e ano
(com dois dígitos), seguida da sigla da área ou da comissão emitente, com alinhamento
à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com alinhamento
à direita.
• Expressão “Processo nº :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de sua
identificação, composta do número e do ano (com dois dígitos).
• Expressão “Jurisdicionado(a):”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do nome do
ente jurisdicionado a que se refere a informação.
• Expressão “Apenso(s) n
o(s)
:”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do(s) número(s)
do(s) apenso(s) aos autos, quando for o caso.
• Expressão “Assunto :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida da indicação do
assunto tratado nos autos.
• Expressão “Ementa :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do resumo do
andamento dos autos.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto, sendo que à exceção do primeiro parágrafo e do
fecho, todos os demais parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “À consideração superior” ou “À elevada consideração de
Vossa Excelência”, conforme o caso.
• Nome do emitente centralizado — ou com distribuição espacial simétrica, quando houver
vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, acompanhado da indicação do(s)
respectivo(s) cargo(s).
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA - DIPLAN
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Informação nº ........./..... – DIPLAN
Brasília (DF), .... de ............... de ........ .
Processo nº : ............./.....
Jurisdicionado(a) :
Apenso(s) n
o(s)
:
Assunto: Relatório de Atividades.
Ementa: Relatório de Atividades do TCDF – Trimestral (.......º trimestre/.........),
para envio à Câmara Legislativa do Distrito Federal.
[VOCATIVO],
De acordo com o disposto no § ..... do art. ..... da Lei .................., de
..... de ......... de ............, combinado com o art. ...... da Lei ........................, de ..... de
.............. de ..........., deve o Tribunal encaminhar à Câmara Legislativa do Distrito
Federal relatórios trimestrais e anuais circunstanciados, demonstrando as atividades
internas e de controle externo desenvolvidas por esta Corte de Contas.
........................................................................................................................................
4. Nessas condições, e considerando que o Relatório em epígrafe deve
ser remetido à Câmara Legislativa até ..............., somos pelo encaminhamento da
matéria ao egrégio Plenário, com as seguintes sugestões:
I – tomar conhecimento do anexo Relatório de Atividades – ......º
trimestre de ..........., com vistas à aprovação;
II – autorizar a remessa do Relatório à Câmara Legislativa do
Distrito Federal.
[FECHO].
NOME DO TITULAR
Cargo
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
92
NOT!F!CAÇÁO
Definição
Expediente utilizado para intimar o(s) responsável(is) a efetuar(em) e
comprovar(em) o recolhimento de valor correspondente ao débito imputado ou à multa
cominada à Secretaria de Fazenda e Planejamento do DF ou, no caso de débito de
responsável perante entidade descentralizada, à própria Entidade (cf. art. 26 da Lei
Complementar nº 1/94 do Distrito Federal).
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de notificação compete aos titulares das Inspetorias de Controle
Externo.
Estrutura
Conforme o disposto no art. 23 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal,
a notificação será feita diretamente por servidor do Tribunal; pelo correio, mediante carta
registrada, com aviso de recebimento; ou por edital, quando seu destinatário não for
localizado. Portanto, são apresentadas duas estruturas, para atender às referidas situações.
Notificação direta ou mediante carta registrada:
• Denominação do ato — Notificação, em negrito, com indicação do seu número e do ano
correspondente (com dois dígitos), seguida da sigla da área emitente, com alinhamento
à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com alinhamento
à direita.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto.
• Fecho, com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”, conforme o caso (ver
tópico 4.4 – Formas de fechos dos atos oficiais).
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, acompanhado da indicação do
respectivo cargo, com alinhamento centralizado.
• Expressão de tratamento (ver tópico 6.3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário,
com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da notificação.
Notificação por edital:
• Denominação do ato — EDITAL DE NOTIFICAÇÃO, em letras maiúsculas e em negrito,
seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos), com
alinhamento centralizado.
• Texto com a exposição do assunto.
• Local e data por extenso, centralizados.
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
93
• Nome do emitente, em letras maiúsculas e em negrito, com alinhamento centralizado.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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Notificação nº ........./..... – ....ª ICE
Brasília (DF), .... de ............... de ........ .
[VOCATIVO],
Em virtude do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal –
TCDF, na Sessão ............................. nº ..........., de ...... de ................... de ............,
(Decisão nº .........../......, cópia anexa), fica [FORMA DE TRATAMENTO]
cientificado(a) de que .......[foram consideradas improcedentes as razões de
justificativa apresentadas / foi negado provimento ao recurso interposto / foram
julgadas irregulares, com fundamento na alínea ..... do inciso III do art. 17 da Lei
Complementar do DF nº 1, de 9 de maio de 1994, as contas apreciadas]....... no
âmbito do Processo nº ............./........
Fica [FORMA DE TRATAMENTO], também, NOTIFICADO(A),
consoante art. 26 da mencionada Lei Complementar, para recolher .......[à Secretaria
de Fazenda e Planejamento / à Entidade]......, no prazo de 30 (trinta) dias a contar
do recebimento desta, a importância de R$ ...............(valor por extenso), referente
.......[ao débito apurado nos autos e/ou à multa que lhe é imputada nos autos com
fulcro no art. 57 da Lei Complementar do DF nº 1, de 9 de maio de 1994]...... com os
acréscimos legais cabíveis, devendo, ainda, apresentar a este Tribunal o
comprovante do recolhimento.
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se a sua disposição, de 2ª a 6ª feira, das ........ às ....... horas, na
Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do Distrito
Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser obtidas
pelo telefone ................, no mesmo horário.
[FECHO],
NOME DO TITULAR
Cargo
[EXPRESSÃO DE TRATAMENTO]
Nome
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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EDITAL DE NOTIFICAÇÃO Nº ........./.......
O(A) Inspetor(a) da ................. Inspetoria de Controle Externo do
Tribunal de Contas do Distrito Federal, na forma da lei, após esgotados, sem
sucesso, os meios previstos no art. 23, I e II, da Lei Complementar do DF nº 1, de 9
de maio de 1994, FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele tiverem
conhecimento, que tramitam neste Tribunal os autos de nº ............/....., tratando
........(assunto do processo)......., tendo o egrégio Plenário na Sessão ......................
nº ........., de .......... de ........... de .........., determinado a notificação por edital do(a)
[FORMA DE TRATAMENTO] ..............(nome)................, ........(cargo ocupado)......,
residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido, o(a) qual deverá recolher
.......[à Secretaria de Fazenda e Planejamento / à Entidade]......, no prazo de 30
(trinta) dias, a contar da primeira publicação deste Edital, a importância de R$
...............(valor por extenso), referente .......[ao débito apurado nos autos e/ou à
multa que lhe é imputada nos autos com fulcro no art. 57 da Lei Complementar do
DF nº 1, de 9 de maio de 1994]...... com os acréscimos legais cabíveis, devendo,
ainda, apresentar a este Tribunal o comprovante do recolhimento.
Para as consultas que se fizerem necessárias, o Processo acima
referido encontra-se à disposição do(a) notificado(a), de 2ª a 6ª feira, das ........ às
....... horas, na Sala de Atendimento ao Público, localizada no Tribunal de Contas do
Distrito Federal — Edifício Anexo, Praça do Buriti. Informações adicionais podem ser
obtidas pelo telefone ................, no mesmo horário.
Brasília (DF), ...... de ................. de .............
NOME DO TITULAR
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
96
PARECER
Definição
Parecer é o instrumento utilizado para expressar a opinião fundamentada,
técnica ou jurídica, sobre determinado assunto.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando
a área ou comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A emissão de pareceres cabe à Consultoria Jurídica e aos Auditores (cf.
arts. 8º, I; e 12, VI; ambos do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF,
aprovado pela Resolução nº 10, de 10.09.86), ao Ministério Público junto ao Tribunal
(cf. art. 58 do RI/TCDF), à Divisão de Recursos Humanos (cf. art. 1º, parágrafo
único, da Instrução-DGA nº 4, de 09.11.98), à Seção de Contabilidade (cf. art. 11, III,
da Instrução-DGA nº 1, de 16.10.97, com a redação dada pela Instrução-DGA nº 3,
de 15.09.98), e à Comissão Permanente dos Inspetores de Controle Externo – CICE
(cf. art. 6º da Portaria nº 285, de 07.12.93).
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado
pela expressão PARECER, com seu número seqüencial correspondente e ano
com dois dígitos, seguida da sigla da área emitente.
• Expressão “Processo nº :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de sua
identificação composta do número e do ano com dois dígitos.
• Expressão “Assunto :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida da indicação do
assunto tratado nos autos.
• Expressão “Ementa :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do resumo do
andamento dos autos.
• Texto com a exposição do assunto, sendo que, à exceção do primeiro parágrafo
e do fecho, todos os demais parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “À elevada consideração de Vossa Excelência”, ou “À
consideração superior”, ou “É o parecer”, ou “É o parecer, sub censura” ou “É o
parecer, s.m.j.”, conforme o caso.
• Local e data por extenso, centralizados.
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica,
quando houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, e
respectivo(s) cargo(s).
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
CONSULTORIA JURÍDICA DA PRESIDÊNCIA
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Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
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PARECER Nº ............ / ........ – CJP
Processo nº : ..................
Assunto : Portaria nº .............. sobre o Decreto – DF nº ..............
Ementa : Ofício nº .............., encaminhando à Presidência desta Corte cópia
da Portaria nº .............., da ....................., que institui normas para
aplicação do Decreto nº .............., de ................, do DF .
A douta Procuradoria-Geral do Ministério Público junto a este
Tribunal, por meio do Ofício nº ............., dá conhecimento da Portaria nº ...............,
de ..........., expedida pela ...................... e publicada no Diário Oficial do DF em
..........., a qual institui normas para aplicação do Decreto nº .............. de .................,
do Distrito Federal.
2. O referido Decreto atribui competência à .......................... para
receber e processar as representações e os requerimentos de informação a serem
encaminhados a este Tribunal de Contas.
........................................................................................................................................
10. O parecer desta Consultoria Jurídica, portanto, é no sentido de que
se recomende às unidades de instrução que observem a ............................................
no atinente ao ......................................., sem embargo de dar-se disso conhecimento
ao ............................, com vistas a prevenir incidentes dessa natureza.
À elevada consideração de Vossa Excelência.
Brasília (DF), ....... de .................. de ............ .
NOME DO TITULAR
Cargo
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
98
RELATOR!O ANALÍT!CO E PARECER
PRÉv!O SOBRE AS CONTAS DO
GOvERNO DO D!STR!TO FEDERAL
Definição
Documento previsto no art. 78, I, da Lei Orgânica do Distrito Federal, de
08.06.93, e no art. 1º, I, combinado com o art. 37, ambos da Lei Complementar nº 1/94 do
Distrito Federal, versando sobre a análise e respectivo parecer prévio sobre as contas
prestadas anualmente pelo Governador do Distrito Federal, para julgamento pela Câmara
Legislativa do Distrito Federal.
Apresentação
São utilizados dois formatos: um com tamanho A4, para encadernação em capa
dura e outro com encadernação simples e tamanho 156x223mm, seguindo o padrão de
formatação e margens definido pela Quinta Inspetoria de Controle Externo.
Competência
A elaboração do Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do
Governo do Distrito Federal compete ao(à) Conselheiro(a)-Relator(a), assessorado pela
Quinta Inspetoria de Controle Externo, e sua aprovação compete ao Plenário.
Estrutura
A estrutura do Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo
do Distrito Federal é atualizada constantemente, em decorrência da própria dinâmica dos
planos e programas governamentais e das inovações instituídas por dispositivos legais que
neles exerçam influência, bem como das diretrizes estabelecidas pelo(a) Relator(a). Dentre
os aspectos principais que são evidenciados no referido relatório, destacam-se:
• Visão do cenário sócioeconômico nacional ao longo do exercício sob exame e dos seus
reflexos na economia distrital.
• Explicitação e avaliação dos principais instrumentos de planejamento e de orçamento
utilizados pelo Governo local.
• Análise dos demonstrativos contábeis das unidades distritais que integram os
Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social.
• Análise do desempenho econômico e financeiro das empresas públicas e das
sociedades de economia mista do Distrito Federal.
• Avaliação da manifestação do Governador.
• Conclusão e voto.
• Projeto de Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal.
• Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal.
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Dadas a extensão e a diversidade dos assuntos tratados no Relatório
Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal, a
apresentação de modelo nos moldes deste Manual não permitiria a perfeita
visualização do documento em tela, razão por que se recomenda consultar o
documento original.
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
100
RELATOR!O DE AUD!TOR!A
Definição
É o instrumento utilizado para apresentar exposição minuciosa de fatos e
circunstâncias observados em auditoria.
Obs.: Na elaboração de relatório de inspeção deverá ser observado, no que
couber, a padronização a seguir indicada.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de relatório de auditoria cabe às Divisões das Inspetorias de
Controle Externo.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado pela
expressão RELATÓRIO, seguida do número seqüencial e do ano correspondente (com
dois dígitos).
• Expressão “Processo nº :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de sua
identificação, composta do número e do ano (com dois dígitos).
• Expressão “Jurisdicionado(a) :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do nome do
órgão ou entidade objeto da auditoria.
• Expressão “Assunto :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida da indicação do
procedimento e tipo (auditoria de regularidade, de desempenho, integrada).
• Expressão “Ementa :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do resumo do relatório,
observando, quando possível, os verbetes relacionados no ementário vigente no
Tribunal.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Texto com a exposição do assunto, devendo conter, necessariamente, a exposição
propriamente dita, a análise dos achados, as conclusões e as sugestões (e outras
considerações, conforme a padronização constante no Manual de Auditoria elaborado
pelas Divisões de Auditoria da Primeira, Segunda e Terceira Inspetorias de Controle
Externo), sendo que, à exceção do primeiro parágrafo e do fecho, todos os demais
parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “À consideração superior”.
• Local e data por extenso, centralizados.
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica, quando
houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, acompanhado da indicação
do(s) respectivo(s) cargo(s).
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
.............. INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE AUDITORIA
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Fls.: 00
Proc.: 0000/00
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RELATÓRIO Nº ........ / .....
Processo nº : .........../.....
Jurisdicionado(a) : .....................................
Assunto : Auditoria de Regularidade.
Ementa : Atendimento da Decisão nº ......... determinando a
realização de auditoria de regularidade. Ciência ao
Governador do DF do presente trabalho. Determinações.
Senhor(a) Diretor(a),
Cuidam os autos da Auditoria de Regularidade, realizada na
........................................, no período de ...... de ............... de ......... a ...... de
................ de .........
2. ..............................................................................................................
.....................................................................................................................
........................................................................................................................................
SUGESTÕES
14. Ante o exposto, sugerimos ao egrégio Plenário que:
I – tome conhecimento do resultado da presente auditoria;
..............................................................................................................
IV – autorize a remessa de cópia deste Relatório ao jurisdicionado.
À consideração superior.
Brasília(DF), ....... de ........................ de ............. .
NOME
Cargo
NOME
Cargo
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
102
RELATOR!O DE PART!C!PAÇÁO EN EvENTO
Definição
Documento por meio do qual o(a) servidor(a) do Tribunal apresenta relato das
atividades desenvolvidas em curso, seminário, congresso ou outro evento externo de que
tenha participado. A elaboração de relato dessa natureza é prevista no parágrafo único do
art. 2º da Portaria nº 208, de 24 de julho de 1996, alterada pela Portaria nº 282, de 15 de
julho de 1997.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
onde o(a) servidor(a) estiver lotado(a) (ver Anexo II). Deve ser redigido em duas ou três
laudas (análises ou comentários mais detalhados poderão constar em documentos anexos
ao relatório).
Competência
Compete ao(à) servidor(a) participante de evento externo elaborar e, após
conhecimento da chefia imediata, encaminhar o Relatório de Participação em Evento ao(à)
titular da Seção de Seleção e Treinamento do Tribunal.
Estrutura
• Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado pela
expressão RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO EM EVENTO.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Breve encaminhamento do relatório, citando os dispositivos legais que prevêem sua
elaboração e o nome do evento.
• Identificação do(a) servidor(a), da qual devem constar: nome, matrícula, cargo/função e
unidade de lotação.
• Caracterização do evento, da qual devem constar: nome, objetivo, público-alvo, local,
data, carga horária e entidade(s) promotora(s).
• Síntese dos principais temas ou assuntos abordados no evento.
• Comentários finais, fazendo alusão a possível aproveitamento do aprendizado,
sugestões ou recomendações de ações e outros comentários julgados relevantes.
• Relação de documentos e/ou materiais obtidos pelo(a) servidor(a) no evento, ou
decorrentes de seu detalhamento/análise acerca dos principais temas nele abordados,
indicando se o documento/material: a) segue anexo; b) encontra-se disponível na
Biblioteca ou na unidade de lotação do(a) servidor(a).
• Local e data por extenso, centralizados.
• Assinatura e nome do(a) servidor(a).
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA - DIPLAN
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RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO EM EVENTO
Senhor(a) Chefe(a) da Seção de Seleção e Treinamento,
Em cumprimento ao disposto no parágrafo único do art. 2º da
Portaria nº 208/96, alterada pela de nº 282/97, venho apresentar relatório das
atividades desenvolvidas por ocasião do ...................................................., de que
participei no período ................
1. IDENTIFICAÇÃO DO(A) SERVIDOR(A)
• Nome: ...............................
• Matrícula: ...............................
• Cargo/Função: ..........................................
• Unidade de lotação: .........................
2. CARACTERIZAÇÃO DO EVENTO
• Nome: .......................................................................
• Objetivo: ...................................................................
• Público-alvo: ............................................................
• Local e data de realização: .......................................................
• Carga horária: ..................... horas.
• Entidade(s) promotora(s): .........................................................
3. PRINCIPAIS TEMAS ABORDADOS NO EVENTO
• ..........................
• ..............................
• ..................................
4. COMENTÁRIOS FINAIS
..............................................................................................................
........................................................................................................................................
........................................................................................
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA - DIPLAN
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5. DOCUMENTOS E MATERIAIS ANEXOS
• ...............................................
• .................................................
• ....................................................
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NOME DO(A) SERVIDOR(A)
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
105
RELATOR!O DE RELATOR
Definição
Documento com manifestação e voto de Conselheiro ou Auditor (quando em
substituição a Conselheiro) acerca de assunto tratado em processo para o qual foi
designado como Relator.
Obs.: Quando não substitui Conselheiro, o Auditor apresenta ao Plenário
proposta de decisão nos processos que relata.
Apresentação
O Relatório de Relator utiliza o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho
identificando a área emitente (ver Anexo II).
Competência
Compete a Conselheiro e a Auditor do Tribunal (quando em substituição a
Conselheiro) a relatoria de processo com apresentação de voto.
Estrutura
Segue a orientação do(a) Relator(a). Geralmente é composto de duas partes
principais: o relatório propriamente dito e o voto respectivo. Com base em diversos relatórios
dessa espécie compulsados, sugere-se a seguinte estrutura básica, sujeita às alterações
julgadas necessárias pelo(a) Relator(a):
• Expressão “Processo nº :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida de sua
identificação composta do número e do ano com dois dígitos.
• Expressão “Origem :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida da procedência dos
autos.
• Expressão “Assunto :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida da indicação do
assunto tratado nos autos.
• Expressão “Ementa :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida do resumo do
andamento dos autos.
• Expressão “RELATÓRIO”, centralizada, em letras maiúsculas e em negrito.
• Texto com a exposição do assunto, podendo, se for o caso, incluir as manifestações do
órgão instrutivo, da Consultoria Jurídica da Presidência, do Ministério Público junto ao
Tribunal e outras que se fizerem necessárias, encerrando com a expressão “É o
Relatório”.
• Expressão “VOTO”, iniciando nova folha, centralizada, em letras maiúsculas e em
negrito.
• Texto com o Voto do(a) Relator(a).
• Local (Sala das Sessões) e data por extenso, centralizados.
• Nome do(a) Relator(a), centralizado, em letras maiúsculas e em negrito.
• Expressão “Conselheiro(a)-Relator(a)” ou “Conselheiro(a)-Substituto(a) Relator(a)”
abaixo do nome, com alinhamento centralizado.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO(A) .........................
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Fls.: 00
Proc.: 0000/00
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Processo nº : ............../.....
Origem : Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Distrito Federal
Assunto : Representação
Ementa : Representação nº ........... . Argüição de constitucionalidade da Lei nº
........, que dispõe sobre ............................... . Resultado de Inspeção.
Conhecimento. Incompatibilidade com a Lei Orgânica do DF.
Comunicação aos Excelentíssimos Senhores Governador e
Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Arquivamento
dos autos.
RELATÓRIO
Tratam estes autos da Representação em epígrafe, formulada pelo
.................................................. questionando sobre a constitucionalidade da Lei nº
............, de ..... de ............... de .........., por conter vício de formalidade, invadindo a
competência do Executivo local, em desacordo com os arts. ...... e ......, da Lei
Orgânica do Distrito Federal, de 8 de junho de 1993.
........................................................................................................................................
MANIFESTAÇÃO DO ÓRGÃO INSTRUTIVO (se for o caso)
..............................................................................................................
....................................................
MANIFESTAÇÃO DA CONSULTORIA JURÍDICA DA PRESIDÊNCIA (se for o caso)
..............................................................................................................
....................................................
MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO (se for o caso)
..............................................................................................................
....................................................
........................................................................................................................................
É o Relatório.
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO(A) CONSELHEIRO(A) .........................
107
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
M
O
D
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O
VOTO
Acolhendo os termos da instrução e à vista do entendimento firmado
no item ..... da Decisão nº ..........., exarado no Processo nº .............., na Sessão
................... nº ........... de ...... de .......... de .........., VOTO no sentido de que este
egrégio Plenário:
I – tome conhecimento do resultado da inspeção realizada na
..............................................;
II – considere a Lei nº ..........., de ...... de ........... de ..........,
incompatível com o disposto nos arts. ....... e ....... da Lei
Orgânica do Distrito Federal, de 8 de junho de 1993;
III – dê ciência desta Decisão aos Excelentíssimos Senhores
Governador do Distrito Federal e Presidente da Câmara
Legislativa do Distrito Federal, informando-lhes que, com
respaldo na Súmula nº 347 do Supremo Tribunal Federal,
esta Corte negará validade aos atos de gestão praticados ao
abrigo da referida norma;
IV – autorize o arquivamento destes autos.
Sala das Sessões, ....... de ........................... de ..............
NOME
Conselheiro(a)-Relator(a)
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
108
RELATOR!O PER!OD!CO DAS CONTAS
DO GOvERNO DO D!STR!TO FEDERAL
Definição
Documento utilizado para registrar o acompanhamento da execução
orçamentária e financeira do Distrito Federal em cada exercício, para subsidiar a análise da
Prestação de Contas do Governador relativa ao mesmo exercício.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
emitente (ver Anexo II).
Competência
A elaboração do Relatório Periódico das Contas do Governo do Distrito Federal
compete à Quinta Inspetoria de Controle Externo, sob orientação do(a) Conselheiro(a)-
Relator(a).
Estrutura
O Relatório Periódico das Contas do Governo do Distrito Federal não possui
uma estrutura rígida, sujeitando-se às mudanças nos cenários a que é submetida a
economia do Distrito Federal e aos enfoques específicos determinados pelo(a) Relator(a)
das Contas. Dentre os aspectos principais que são evidenciados no referido relatório,
destacam-se:
• Análise dos dados obtidos nas bases de sistemas informatizados, relativamente ao
acompanhamento orçamentário e financeiro do Distrito Federal.
• Análise subsidiária dos dados constantes nos seguintes documentos: relatório resumido
da receita arrecadada e relatório resumido da execução orçamentária (ambos publicados
pela Secretaria de Fazenda); relatório de desempenho físico-financeiro (publicado pela
Secretaria de Planejamento); e relatório resumido da execução do orçamento da
educação e de seus programas suplementares (publicado pela Secretaria de Fazenda
em conjunto com a Secretaria de Educação).
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Dadas a extensão e a diversidade dos assuntos abordados no Relatório
Periódico das Contas do Governo do Distrito Federal, a apresentação de modelo nos
moldes deste Manual não permitiria a perfeita visualização do documento em tela,
razão por que se recomenda consultar o documento original, elaborado pela Quinta
Inspetoria de Controle Externo.
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
110
REPRESENTAÇÁO
Definição
Exposição escrita, dirigida à autoridade competente — titular da Presidência ou
de Inspetoria de Controle Externo — acerca de determinada situação real ou de dispositivo
legal, solicitando providências voltadas à apuração dos fatos e à adoção das medidas
cabíveis. Seu uso é adotado, também, para propor o desenvolvimento de ações de interesse
da instituição. A representação geralmente dá início a um processo e pode assumir a
modalidade “Conjunta”, quando elaborada por mais de um emitente.
Apresentação
Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho identificando a área
ou comissão emitente (ver Anexo II).
Competência
A expedição de representação compete ao(à) Presidente, aos Conselheiros, aos
Auditores, aos Procuradores do MPjTCDF, aos titulares das unidades dos Serviços
Auxiliares do Tribunal, aos Diretores de Divisão (neste caso reportando-se ao seu superior
imediato) e às comissões legalmente constituídas.
Estrutura
• Denominação do ato — Representação ou Representação-Conjunta, conforme o caso,
em negrito, com seu número correspondente e ano com dois dígitos, seguida da sigla da
área emitente, com alinhamento à esquerda.
• Local e data por extenso, na linha seguinte à da denominação do ato, com alinhamento
à direita.
• Expressão “Processo nº :” (se for o caso), em negrito, alinhada à esquerda, seguida de
sua identificação, composta do número e do ano (com dois dígitos).
• Expressão “Assunto :”, em negrito, alinhada à esquerda, seguida da indicação do
assunto objeto da Representação.
• Vocativo, seguido de vírgula (ver Anexo IV).
• Indicação do dispositivo legal de competência para representar (se for o caso).
• Texto com a exposição do assunto, sendo que, à exceção do primeiro parágrafo e do
fecho, todos os demais parágrafos devem ser numerados.
• Fecho, com a expressão “À consideração superior”, ou “À elevada consideração de
Vossa Excelência”, ou “Nesse sentido, é a representação do(a) ... (nome da área
emitente)”, conforme o caso.
• Nome do emitente, centralizado — ou com distribuição espacial simétrica, quando
houver vários nomes —, em letras maiúsculas e em negrito, acompanhado da indicação
do(s) respectivo(s) cargo(s).
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
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Representação nº ....../...... – ....ª ICE
Brasília (DF), ..... de ........... de ......... .
Processo nº ............./......
Assunto: ....................
[VOCATIVO],
Com fulcro no ... (citar dispositivo legal) ... a ... (nome da área) ...
vem por meio do presente instrumento,
REPRESENTAR
acerca do(a) ... (assunto)
..............................................................................................................
................................................................................
........................................................................................................................................
5. Nesse sentido ............................
ou
... (inicia-se com o texto propriamente dito) ...
........................................................................................................................................
4. Em face do exposto, sugerimos ...........................................................
[FECHO].
NOME DO TITULAR
Cargo
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
112
9. Outros atos
9.1. Definição
São os atos oficiais expedidos pelo Tribunal que não se enquadram nas
classificações anteriores.
9.2. Outros atos do Tribunal
• Ata
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
113
ATA
Definição
É o documento elaborado em decorrência da realização de sessões
plenárias no Tribunal, apresentando o registro fiel dos atos e fatos nelas ocorridos.
Apresentação
Utiliza-se o papel tamanho A4, com a formatação e as margens
recomendadas no Manual de Operações da Secretaria das Sessões.
Competência
Cabe ao Secretário das Sessões lavrar as atas das sessões do Tribunal
(cf. arts. 51 do RI/TCDF e 35, III, do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF,
aprovado pela Resolução nº 10/86).
Estrutura
A ata é composta de quatro partes principais: Introdução, Expediente,
Julgamento e Encerramento. De acordo com o disposto no art. 51 do RI/TCDF, deve
constar na ata:
“I - o número de ordem, natureza da sessão, dia, mês e ano, bem
como a hora da abertura e do encerramento;
II - o nome do Conselheiro que presidiu a sessão e do Secretário;
III - os nomes dos Conselheiros, Auditores e representante do
Ministério Público presentes;
IV - os nomes dos Conselheiros em exercício que estiverem
ausentes; e
V - as demais ocorrências, indicando-se, quanto aos processos:
a) o número, o nome do interessado e outros dados necessários à
identificação;
b) o nome do Relator;
c) a decisão interlocutória ou definitiva, com a indicação dos votos
vencidos, na preliminar, se houver, e no mérito;
d) a designação do Conselheiro a que se refere o art. 81, parágrafo
único, in fine, deste Regimento; (ver Competência em Acórdão, no tópico
8) e
e) as declarações de voto oferecidas e os pareceres do Ministério
Público, se houver, necessários ao perfeito conhecimento da
matéria.”
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
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ATA DA SESSÃO ORDINÁRIA Nº .............
Aos ..... dias do mês de ......... de ......., às ...... horas, na Sala de Sessões do Tribunal, presentes os
Conselheiros .........................., ........................., ..................... e ....................., o Auditor
........................ e o(a) representante do Ministério Público junto a esta Corte, Procurador(a)-Geral
..........................., o(a) Presidente, Conselheiro(a) ............................., declarou aberta a sessão.
Ausente, por motivos de férias, o(a) Conselheiro(a) ......................... .
EXPEDIENTE
Foram aprovadas as atas das Sessões Ordinária nº ............. e Extraordinárias Reservada nº ............ e
Administrativa nº .............., todas de ...........................
O(A) Senhor(a) Presidente deu conhecimento ao Plenário do seguinte:
– Ofício nº ..........., mediante o qual o(a) Representante do Ministério Público junto à Corte,
Procurador(a)-Geral ..................................., comunica que ............................. .
....................................................................................................................................................................
JULGAMENTO
O(A) Senhor(a) Presidente concedeu a palavra a ..................... .
RELATADOS PELO(A) CONSELHEIRO(A) .....................................................
PROCESSO Nº .................... – Contrato nº .............. celebrado entre a então ............................ e a
.................. ............. . DECISÃO Nº ............... – O Tribunal, de acordo com o voto do(a) Relator(a),
tendo em conta a instrução, decidiu: I) autorizar a baixa no sobrestamento dos autos, vez que não mais
subsistem os motivos, em face das Decisões n
os
............... e ............. do Processo nº .............; II)
autorizar o arquivamento dos autos.
....................................................................................................................................................................
RELATADOS PELO(A) CONSELHEIRO(A) ........................................................
PROCESSO Nº .................... (apenso o de nº ...............) – Aposentadoria de ............................... –
DECISÃO Nº ..................... – O Tribunal, de acordo com o voto do(a) Relator(a), decidiu,
preliminarmente, enviar os autos ao Ministério Público, solicitando parecer.
PROCESSO Nº .................... (anexo o de nº ................) – Revisão dos proventos da aposentadoria de
........................ – DECISÃO Nº ..................... – O Tribunal, de acordo com o voto do(a) Relator(a),
tendo em conta a instrução e o parecer do Ministério Público, considerou legal, para fins de registro, o
ato concessório.
....................................................................................................................................................................
Encerrada a fase de processos ostensivos, o(a) Senhor(a) Presidente convocou Sessão Extraordinária,
de caráter reservado, a realizar-se a seguir, para que o Tribunal apreciasse, na forma do disposto no art.
97, § 1º, da Lei Orgânica desta Corte, matéria sigilosa.
Nada mais havendo a tratar, às 12h40, o(a) Presidente declarou encerrada a Sessão. E, para constar, eu,
..........................., Secretário(a) das Sessões ......................., lavrei a presente ata contendo .......
processos que, lida e achada conforme, vai assinada pelo(a) Presidente, Conselheiros, Auditor e
representante do Ministério Público junto à Corte.
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115
TERCEIRA PARTE
Elementos de gramática
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116
10. Abreviatura
O ritmo acelerado dos dias atuais obriga as pessoas a se exprimirem,
verbalmente ou por escrito, de forma cada vez mais rápida. Economizar tempo e
palavras é uma tendência geral. Daí o uso difundido das abrev|aturas para reduzir
frases e palavras, representando-as dentro de limites que não prejudiquem a
compreensão. Abrev|atura é, portanto, a representação abreviada de uma palavra ou
expressão (ver Anexo III).
A abreviatura normalmente termina por consoante seguida de ponto final:
Av. = Avenida, Sr. = Senhor. As abreviaturas de símbolos científicos, porém, são
escritas sem ponto e, no plural, sem s: h = hora ou horas, m = metro ou metros.
Na língua portuguesa empregam-se diversas formas de abreviaturas: ora
a inicial seguida de ponto: D. = dom, v. = você; ora as primeiras letras e o ponto:
Rev. = reverendo; ora algumas letras e o ponto: Exa. = excelência, Exmo. =
excelentíssimo; ora uma letra seguida de barra: m/ = meu(s), minha(s).
Duas letras maiúsculas seguidas de ponto podem indicar ou plural ou
superlativo: SS. = senhorias, VV. = vossas, MM. = meritíssimo.
Há palavras que são abreviadas de maneiras diversas: Cia. ou C.
ia
=
Companhia, Sra. ou Sr.
a
= Senhora.
Os acentos são mantidos nas abreviaturas: gên. (gênero), índ. (índice),
núm. (número), pág. (página), séc. (século).
Se a última palavra da frase for uma abreviatura, que, por natureza, tem
ponto, não se usa outro ponto para indicar o fim do período: Vimos os móveis nas
Lojas Carmel Ltda. Na livraria, comprei caneta, lápis, borracha, régua etc.
Nas abreviações envolvendo horas, minutos e segundos, não devem ser
usados: do|s pontos (2:15), como no inglês; nem s para indicar plural (3hs); nem ponto
após a abreviatura (2h.). Usam-se as formas: 2h, 2h15 (ou: 2h15min), 7h26min42
(ou: 7h26min42s).
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117
11. Acentuação gráfica
Ao estudar o assunto acentuação gráfica, é preciso considerar
primeiramente a classificação dos vocábulos quanto à tonicidade (pronúncia mais
forte).
Na língua portuguesa, o acento tônico pode ocupar três posições,
recaindo ou na última ou na penúltima ou na antepenúltima sílaba. Segundo esses
três casos, os vocábulos são classificados em: oxítonos – têm acento tônico na
última sílaba; paroxítonos – acento tônico na penúltima sílaba e proparoxítonos – a
antepenúltima sílaba é a tônica.
Além disso, devem ser observados os critérios de divisão silábica dos
vocábulos e outras particularidades apresentadas a seguir.
11.1. Oxítonos
Acentuam-se os vocábulos oxítonos terminados em:
a) a, e, o, seguidos ou não de s: será, serás, xará, xarás, freguês, pajé,
pajés, Tietê, você, avó, avós, vovô, vovó. Seguem esta regra os
infinitivos seguidos de pronome: cortá-los, conhecê-la, vendê-lo,
compô-lo.
b) em, ens, em palavras de duas ou mais sílabas: armazém, ele contém,
ele convém, ele intervém, ele mantém, ninguém, armazéns, tu
conténs. A 3ª pessoa plural do presente do indicativo dos verbos ter e
v|r e seus derivados leva acento circunflexo: Eles têm, contêm, detêm,
obtêm, retêm. Eles vêm, convêm, intervêm, provêm, sobrevêm.
11.2. Paroxítonos
Acentuam-se os vocábulos paroxítonos terminados em:
a) ditongo crescente, seguido ou não de s: ânsia, árdua, cerimônia,
decência, espontâneo, Gávea, ingênuo, nódoa, planície, régua, róseo,
sábio;
b) |, |s, us, um, uns: júri, táxi, lápis, bônus, Vênus, vírus, álbum, fórum,
médium, álbuns, fóruns, médiuns;
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118
c) |, n, r, x, ons, ps: cônsul, fácil, móvel, cânon, elétron, hífen, pólen,
mártir, revólver, Félix, fênix, látex, elétrons, bíceps, fórceps;
d) e|, e|s: jóquei, vôlei, fáceis, fizésseis, fósseis, lêsseis, túneis, úteis;
e) ã, ãs, ão, ãos: ímã, ímãs, bênção, bênçãos, órgão, órgãos.
Cuidado: Não se acentuam:
1) As paroxítonas terminadas em em: homem, item, jovem, nuvem;
2) Os vocábulos paroxítonos terminados em ens: edens, hifens, homens,
imagens, itens, jovens, nuvens;
3) Os prefixos ant|, sem| e super, por serem considerados elementos átonos:
anti-rábico, semi-selvagem, super-homem.
11.3. Proparoxítonos
Todos os vocábulos proparoxítonos levam acento agudo ou circunflexo:
esplêndido, estômago, fôssemos, ínterim, inúmeros, lágrima, lâmpada, lêssemos,
lógico, pêndulo, pêssego, polígono, queríamos, quilômetro, término, úmido, xícara.
11.4. Monossílabos
Acentuam-se os monossílabos tônicos terminados em a, e, o, seguidos ou
não de s: há, má, más, pá, pás, dê, dês, mês, pé, pés, nó, nós, pôs.
11.5. Ditongos
Acentua-se a vogal dos ditongos abertos e tônicos é|, éu, ó|: estréiam,
estréio, idéia, papéis, céus, chapéu, anzóis, eu apóio, eles apóiam, destrói, herói,
jibóia, Niterói, sóis, tireóide.
Obs.: Não se acentua a vogal tônica dos ditongos |u e u|: atraiu, contraiu,
contribuiu, distribuiu, saiu, tapuis, pauis.
11.6. Hiatos
a) acentuam-se o | e o u tônicos em hiato com vogal ou ditongo anterior,
formando sílaba sozinhos ou com s: cafeína, caí, caía, construía,
destruí-lo, egoísta, eletroímã, faísca, heroína, influí, juízo, Luís, país,
proíbem, saída, saímos, saíra, uísque, balaústre, baú, baús, Bocaiúva,
feiúra, Grajaú, reúne, saúde;
b) usa-se acento circunflexo na primeira vogal dos hiatos óo e èe, quando
tônica: abençôo, abotôo, enjôo, vôo, crêem, dêem, descrêem, lêem,
prevêem, relêem, vêem.
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119
Obs.:
1) Existem hiatos acentuados não por serem hiatos, mas por outras razões.
Acentua-se, por exemplo, poético, por ser proparoxítono; beócio e boêmio, por
serem paroxítonos terminados em ditongo crescente; jaó, por ser vocábulo
oxítono terminado em o;
2) Não se acentuam o | e o u quando seguidos de nh: fuinha, lagoinha, moinho,
rainha; ou quando formam sílaba com letra que não seja s: ainda, amendoim,
cair, ruim, saindo, sairmos, saiu, juiz, diurno, Raul.
11.7. Acentuação do u nos grupos gue, gui, que, qui
a) usa-se acento agudo sobre o u desses grupos, quando é pronunciado e
tón|co: apazigúe, apazigúes, apazigúem; averigúe, averigúes,
averigúem; argúis, argúi, argúem; obliqúe, obliqúes, obliqúem.
b) quando pronunciado e átono, o u desses grupos receberá trema:
agüentar, enxagüei, argüia, argüimos, argüir, argüiu, pingüim,
cinqüenta, delinqüência, freqüente, seqüestro, delinqüir, tranqüilo.
11.8. Acento diferencial
Emprega-se o acento diferencial, circunflexo ou agudo, para distinguir
vocábulos homógrafos (aqueles que têm a mesma grafia, mas significados
diferentes), nos seguintes casos:
ás – carta de baralho
as – artigo
côa, côas – verbo coar
coa, coas – com + a, com + as
pára – verbo
para – preposição
péla, pélas – substantivo, verbo
pela, pelas – per + a, per + as
pélo – verbo
pêlo – substantivo
pelo – per + o
pêra – fruta)
péra, péra-fita – pedra antiga
pera – preposição arcaica
pólo, pólos – extremidade, jogo
pôlo, pôlos – falcão
polo – por + o
pôr – verbo
por – preposição
porquê – substantivo
porque – conjunção
quê – substantivo, pronome
que – conjunção
Obs.: Excepcionalmente, usa-se o acento diferencial para distinguir o homógrafo
tônico fechado póde (pretérito perfeito do verbo poder) do homógrafo tônico
aberto pode (presente do indicativo do mesmo verbo): Ontem o médico não pôde
atender. Hoje ele pode.
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120
11.9. Crase
Definição de crase
Crase é a fusão de duas vogais foneticamente idênticas. O caso especial
de crase, objeto de estudo no momento, é a contração de a com a, indicada pelo
acento grave (`). Ver também o tópico 20 – Regência verbal.
Na crase a preposição a está sempre presente. Assim poderá haver crase
da preposição a nos seguintes casos:
a) com o artigo definido feminino a(as): Dediquei-me à elaboração do
relatório;
b) com o pronome demonstrativo a(as) quando equivalentes a aque|a
(aque|as): Esta obra é idêntica àquela que fiscalizamos. Esta obra é
idêntica à que fiscalizamos;
c) com o a inicial dos pronomes demonstrativos aqu||o, aque|e(aque|es),
aque|a(aque|as): Refiro-me àquele processo;
d) com o a do pronome relativo a qua|(as qua|s): Eis a ponte à qual me
referi. Estas são cenas às quais assistimos com prazer.
Regras para identificação da ocorrência de crase:
a) substitui-se a palavra feminina por outra masculina. Se, antes da
masculina, aparecer a forma ao, haverá crase: Vou à cidade. (Vou ao
centro.) Fez referência à tradução. (Fez referência ao livro.);
b) antes de nome geográfico, só haverá crase quando antepondo-se-lhe
as preposições de ou em, estas se transformarem, respectivamente,
em da ou na (observando sempre se a preposição a está presente):
Vou à Bahia (Venho da Bahia ou Estou na Bahia). Vou a Manaus
(Venho de Manaus ou Estou em Manaus). Visitarei a Holanda (Venho
da Holanda ou Estou na Holanda. Neste caso não ocorre crase porque
o verbo v|s|tar não pede preposição);
Obs.: Admitirá crase o nome geográfico que vier modificado ou qualificado,
pois, neste caso, o artigo a está sempre presente: Fui à linda Copacabana.
(Vim da linda Copacabana ou Estou na linda Copacabana).
Ocorre crase:
a) nas expressões a moda de, a mane|ra de, mesmo que subentendidas,
podendo, neste caso, vir antes de palavras masculinas: Bacalhau à
Portuguesa. Sapatos à moda de Luiz XV. Texto à Machado de Assis.
Filé à Rossini;
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121
b) antes de |ocuções formadas de pa|avra fem|n|na: à zero hora, às 2h, às
claras, às escuras, à tarde, à vontade, à uma, à procura de, à
proporção que, à força de;
c) antes da palavra d|stànc|a, quando determinada: Estávamos à distância
de quatro metros. Fiscalização a distância (neste caso não há crase,
pois a distância não está determinada);
d) por questão de c|areza, ou seja, para evitar ambigüidade: Vender à vista
(sem a crase, poder-se-ia entender que se quer vender a vista =
vender o olho). Matou-o à facada (sem a crase, o sujeito desta oração
tanto poderia ser e|e como facada).
Não ocorre crase:
a) antes de pa|avras mascu||nas: Escrevi todo o relatório a lápis. Fui ao
banco a pé;
b) antes de verbos: Ela se pôs a cantar. Estou apto a discutir o assunto;
c) antes de pronomes de tratamento (exceção feita a senhora, senhorita,
dona e madame): Remeto a Vossa Senhoria a informação solicitada.
(Remeterei à senhora as flores solicitadas. Fornecerei o material à
senhorita.);
d) antes de pronomes em gera| que não aceitem artigo: Referia-me a toda
pessoa de bem. Não iremos a festa alguma. Não me referia a ela.
Falava a qualquer pessoa. O livro pertence a quem esteve aqui. Esta é
a peça a cuja cena final assisti. Daremos a esta servidora o prêmio
merecido;
Obs.: Se o pronome aceitar o artigo, ocorrerá a crase: Fiz alusão à mesma
pessoa.
e) antes de que: A cidade a que fomos estava em festa. A obra a que me
referi foi superfaturada;
Obs.: Se ao substituir a palavra feminina anterior ao que por masculina
couber ao, haverá crase, ou seja, neste caso o que será equivalente à
expressão a aque|a que: Relatei o fato a esta servidora, não à que você citou.
(Relatei o fato a este servidor, não ao que você citou). Dei uma sugestão
anterior à que você deu (Dei um palpite anterior ao que você deu).
f) em expressões que vèm aos pares: Cara a cara. Semana a semana. Gota
a gota. Uma a uma. Face a face;
g) antes de pa|avras no p|ura|, estando o a no s|ngu|ar: Não falo a pessoas
estranhas;
h) em expressões comb|nadas, se a primeira expressão não vier
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122
acompanhada de artigo: De segunda a sexta-feira. De 14 as 18h. De
Recife a Paraíba;
Obs.: Se a primeira expressão vier acompanhada de artigo, haverá crase: Da
segunda à sexta-feira. Da página 8 à (página) 11. Das 14 às 18h. Do Rio à
Paraíba.
i) antes da palavra terra, quando antônima de bordo, mar, pois não aceita
artigo: O comandante mandou o marinheiro a terra, com ordens de
regressar logo ao navio;
Obs.: Se a palavra terra tiver outro sentido, admitirá artigo e,
conseqüentemente, a crase: Vindos da viagem espacial, os astronautas
chegaram à Terra na hora prevista.
j) antes da palavra casa, quando não especificada, sinônima de lar
próprio: Fiz a prova e retornei a casa (Estou em casa).
Obs.: Ocorre crase antes da palavra casa especificada, em virtude da
ocorrência de artigo: Fiz a prova e retornei à casa de meus pais. (Estou na
casa de meus pais).
Será facultativo o emprego do acento indicativo de crase:
a) antes de pronomes (adjet|vos} possess|vos: Não fui a minha cidade (ou:
Não fui à minha cidade);
Obs.: Quando o pronome vem sozinho, ou seja, quando é pronome
substantivo possessivo, ocorrerá crase: Não fui a minha cidade, mas à sua.
b) antes de nomes própr|os fem|n|nos: O livro que você me pediu, dei-o a
Maria (ou: O livro que você me pediu, dei-o à Maria);
c) depois da preposição até seguida de pa|avra fem|n|na: Iremos daqui até
a montanha (ou: Iremos daqui até à montanha). Ele dirigirá o carro até
a cidade mais próxima (ou: Ele dirigirá o carro até à cidade mais
próxima).
Obs.: A preposição até estará sempre indicando ||m|te. Não confundir com
até, sinônimo de |nc|us|ve, também, que não faculta a ocorrência de crase:
Foram aprovadas todas as propostas, até a sua.
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12. Artigo
Art|go é uma palavra que se antepõe ao substantivo para dar-lhe um
sentido determinado ou indeterminado. Daí a subdivisão em artigos definidos: o, a,
os, as; e indefinidos: um, uma, uns, umas. A seguir, algumas particularidades de seu
emprego.
12.1. Uso do artigo definido
Há diferença de significado nestas orações: Os servidores públicos
reivindicam melhores salários. Servidores públicos reivindicam melhores salários. Ao
dizer os servidores, englobam-se todos os servidores. A segunda oração, que não
tem o artigo antes da palavra serv|dores, não engloba todos eles. Outro exemplo: Os
universitários fazem manifestações contra o Provão (= todos os alunos).
Universitários fazem manifestações contra o Provão (= alguns alunos).
Nas enumerações, os elementos citados podem vir com ou sem artigo,
conforme a necessidade ou não de especificação: São línguas vivas: português,
italiano, inglês, espanhol etc. Quando, porém, o primeiro elemento vem antecedido
de artigo, este deve aparecer também antes dos demais: São línguas vivas: o
português, o italiano, o inglês, o espanhol etc.
Não se tratando de expressões de tratamento nem de individualização
especial (Os outros também eram seus filhos, mas o seu filho era José), é indiferente
o emprego do artigo antes dos possessivos: meu caderno (ou: o meu caderno), teu
lápis (ou: o teu lápis), a casa de meu tio (ou: a casa do meu tio), em frente de minha
casa (ou: em frente da minha casa), meu filho Pedro (ou: o meu filho Pedro),
confirmação de nosso pedido (ou: confirmação do nosso pedido).
12.2. Uso abusivo do artigo indefinido
Deve-se evitar o abusivo emprego dos indefinidos um, uma: Soava no
salão rumor alegre (e não: um rumor alegre). Falou em tom peremptório (e não: em
um tom peremptório). Respondeu com voz lenta e solene (e não: com uma voz...).
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124
13. Concordância nominal e verbal
6oncordànc|a é o processo sintático pelo qual uma palavra se acomoda, na
sua flexão, com a flexão de outra palavra de que depende. Essa acomodação
flexional pode efetuar-se quanto ao gènero, quanto ao número e quanto à pessoa.
Os termos que na oração devem concordar, acomodar-se são: 1) o verbo,
que se acomoda ao sujeito; 2) o adjet|vo, que concorda com o substantivo; 3) o
pred|cat|vo, que concorda com o sujeito; e 4) o pronome, que concorda com o nome a
que se refere. No primeiro caso, tem-se a concordànc|a verba|, nos demais a
concordànc|a nom|na|.
São examinados, a seguir, apenas alguns casos particulares de
concordância nominal e de concordância verbal, já que não há maiores dificuldades
nos casos gerais.
13.1. Concordância nominal
Estão (desempregados mais de dois milhões e meio ou desempregadas
mais de duas milhões e meia?) de pessoas
Milhão é masculino. Não se diz uma m||hão mas um m||hão. A frase correta
é: Estão desempregados mais de dois milhões e meio (milhão) de pessoas.
Estes funcionários são (o mais eficientes possível ou os mais eficientes
possíveis?)
Note-se que nessas orações entra a locução adverbial o ma|s poss|ve|,
locução que não poderá variar, seja qual for a ordem de seus termos, isto é, o o
deverá ficar sempre no singular, como deverá ficar o poss|ve|: Estes funcionários são
o mais eficientes possível. Estes são os funcionários o mais eficientes possível.
A Primeira e Segunda (Inspetorias ou Inspetoria?)
No caso, mais de um numeral (Primeira e Segunda) se refere ao mesmo
substantivo (Inspetoria). Então, há duas possibilidades:
a) se os numerais forem precedidos de artigo, pode-se escolher; o
substantivo fica no singular ou vai para o plural: A Primeira e a
Segunda Inspetoria (ou Inspetorias) trataram do assunto. O terceiro e
o quarto andar (ou andares) do edifício foram danificados;
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125
b) se não houver repetição do artigo, usa-se só o plural: A Primeira e
Segunda Inspetorias trataram do assunto. O terceiro e quarto andares
do edifício foram danificados.
Obs.: São erradas estas construções, com artigo no plural: As Primeira e
Segunda Inspetorias... Os terceiro e quarto andares...
O Tribunal expediu orientação aos órgãos e entidades (jurisdicionadas
ou jurisdicionados?) a respeito do assunto
Se os substantivos são de gêneros diferentes (no caso: os órgãos, as
entidades) e estão no plural, o adjetivo vai:
a) para o plural e para o gênero do substantivo mais próximo
(concordância mais comum): O Tribunal expediu orientação aos
órgãos e entidades jurisdicionadas...;
b) para o masculino plural (concordância mais rara): O Tribunal expediu
orientação aos órgãos e entidades jurisdicionados...
1,5 (milhão ou milhões?)
A concordância é com o número que vem antes da vírgula: 1,5 milhão; 2,4
milhões; 1,8 bilhão; 4,8 bilhões.
13.2. Concordância verbal
A Diretora era uma das pessoas que mais (confiavam ou confiava?) em
nós
Quando o relativo que vem antecedido das expressões um dos, uma das, o
verbo de que ele é sujeito pode ir para a 3ª pessoa do plural ou, mais raramente,
para a 3ª pessoa do singular: A Diretora era uma das pessoas que mais confiavam
(ou: confiava) em nós. Foi uma das poucas pessoas do seu tempo que
reconheceram (ou: reconheceu) a originalidade e importância da literatura brasileira.
Obs.: Quando ocorrer a expressão um dos (destes, desses, daque|es} que, o
verbo irá preferencialmente para o plural: Sou um dos que mais estudam.
(Adotaram-se ou adotou-se?) medidas para evitar a corrupção
Nesse caso, a língua padrão exige que o verbo concorde com o sujeito.
Procede-se, então, conforme indicado a seguir:
a) procurar o sujeito da oração, pois o verbo deve concordar com ele:
Adotaram-se medidas para evitar a corrupção. Que é que se adotou?
Hed|das, que é o sujeito. Como está no plural, o verbo também fica no
plural;
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126
b) construir a frase com o verbo ser. Se ele ficar no plural, o da frase
original também ficará; se no singular, o da oração o acompanhará:
Medidas foram adotadas para evitar a corrupção. Então: Adotaram-se
medidas...
Obs.:
1) Nem sempre o se é pronome apassivador: Precisa-se de vendedores. Trata-
se de problemas antigos. Viaja-se bem pelas estradas de São Paulo. Nesses
casos, o se é índice de indeterminação do sujeito, o verbo, portanto, se mantém
na 3ª pessoa do singular. A diferença é que, quando o se é pronome
apassivador, a frase tem sujeito, e o verbo precisa concordar com ele. Quando
não o é, o verbo se mantém irredutível no singular;
2) Em geral, na voz passiva, o se é seguido de substantivo sem auxílio de
preposição: Freqüentam-se bons restaurantes naquela cidade. Se o se não for
pronome apassivador, ou virá acompanhado de preposição (Precisa-se de
operários. Trata-se de assuntos domésticos.) ou não será seguido de
substantivo: Come-se bem naquela cidade. Estuda-se muito no pré-vestibular.
A maioria das irregularidades apontadas não (existiu ou existiram?)
Quando o sujeito é constituído por uma expressão partitiva (como a ma|or|a
de, parte de, uma porção de, o grosso de, o resto de, a metade de e equivalentes) e um
substantivo ou pronome no plural, o verbo pode ir para o singular ou para o plural: A
maioria das irregularidades apontadas não existiu (o verbo concorda com ma|or|a). A
maioria das irregularidades apontadas não existiram (concorda com |rregu|ar|dades).
Estão (ou: está) surgindo uma porção de razões contra ele. Metade dos processos
teve decisão conclusiva (concorda com metade). Metade dos processos tiveram
decisão conclusiva (concorda com processos).
Obs.:
1) A cada uma dessas possibilidades corresponde um matiz da expressão:
deixa-se o verbo no singular quando se quer destacar o conjunto como uma
unidade; leva-se o verbo ao plural para evidenciar os vários elementos que
compõem o todo;
2) Quando as expressões partitivas não são seguidas de substantivo ou
pronome, o verbo é obrigado a concordar com o partitivo e só com ele: A maioria
não resistiu. Metade sumiu.
Ao (chegarmos ou chegar?), encontramos tudo devassado
Há flexão do infinitivo depois da combinação ao (preposição + artigo): Ao
chegarmos, encontramos tudo devassado. Toma cuidado ao assinares documentos
que envolvam valores dessa grandeza.
10% da população (votou ou votaram?)
A tendência é fazer concordar o verbo com o termo preposicionado que
especifica a referência numérica: Dez por cento da população votou. Um por cento
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dos presentes saíram.
Obs.:
1) Nestas frases, só se usa o plural: Trinta por cento das pessoas preferem o
azul. (O número é trinta, plural. O nome, pessoas, também). Trinta por cento
abstiveram-se. (Só há o número trinta. O verbo concorda com ele);
2) Nestas, só se utiliza o singular: Um por cento da população está indecisa. (O
número um é singular. O nome população, também). Um por cento não
compareceu. (Só há o número um. O verbo concorda com ele);
3) Nos casos de artigo ou pronome acompanhando o número percentual, a
concordância será feita só com o número: Uns 8% da população ganham mais
de 10 mil dólares. Este 1% de indecisos definirá o resultado das eleições;
4) Nos casos em que o verbo vem antes do número, o verbo concorda com o
numeral: Vivia ali na cidade 1% dos candidatos. Trabalhavam no comércio 80%
da população local.
(É ou são?) meio-dia
Na indicação de horas, o verbo concorda com o numeral. Se o número
está no singular, o verbo fica no singular. Se no plural, o verbo vai para o plural: É
meio-dia. É meio-dia e meia. É uma hora. É 1h45. São cinco horas. São 6h45. (Ver
tópico 14.2 – Verbo ser.)
Exemplos a (ser ou serem?) seguidos
Quando o verbo vem antecedido de preposição (no caso, a preposição a),
usa-se o singular ou o plural: Exemplos a ser (ou: a serem) seguidos; valores a ser
(ou: a serem) cobrados; empregados para ser (ou: para serem) treinados; trabalhos
fáceis de ser (ou: de serem) feitos.
Obs.: Se o sujeito da oração principal e o da subordinada forem os mesmos, o
infinitivo dispensa a flexão; se diferentes, exige a concordância. Há exceções,
como é o caso dos verbos mandar, fazer, de|xar, ver e ouv|r. Com eles a flexão é
facultativa, mesmo que o sujeito da subordinada seja diferente do da principal:
Governo manda os funcionários devolver (ou: devolverem) os cargos. Fiz os
alunos estudar (ou: estudarem). Deixai vir (ou: virem) a mim os pequeninos. Vi
os dois chegar (ou: chegarem).
(Falta ou faltam?) instruir nove processos
Quando seguido de infinitivo, o verbo fa|tar não varia. Fica sempre na 3ª
pessoa do singular: Falta instruir nove processos. São trabalhos que ainda me falta
terminar. Ali estavam os contratos que faltava assinar. São processos que ainda
falta encaminhar. Falta escrever três capítulos do livro. Falta trabalhar três meses
para completar o tempo de serviço. Fora isso, fa|tar comporta-se como um verbo
comum; varia, concordando com o sujeito: Falta uma semana para as férias. Faltam
menos de duas semanas para o Natal. Faltam vagas no comércio. Falta um minuto
para as oito. Faltam empregos na indústria. Faltam 48 dias para o julgamento.
Faltam dois anos para ele aposentar-se.
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128
Fui devagar, mas ou o pé ou o espelho (traiu-me ou traíram-me?)
Quando o sujeito composto é formado de substantivos no singular ligados
pelas conjunções ou ou nem, o verbo costuma ir:
a) para o plural, se o fato expresso pelo verbo pode ser atribuído a todos
os sujeitos: Nunca de sua parte um gesto mais ousado, ou uma
palavra menos elegante haviam produzido efeito tão ruinoso em sua
gestão. Nem ar nem onda corrente possuem suspiro igual;
b) para o singular, se o fato expresso pelo verbo só pode ser atribuído a
um dos sujeitos, isto é, há idéia de alternativa: Fui devagar, mas ou o
pé ou o espelho traiu-me.
Obs.: Se os sujeitos ligados por ou ou por nem não forem da mesma pessoa, o
verbo irá normalmente para o plural e para a pessoa que tiver precedência: Ou
eu ou ela havemos de abandonar para sempre esta casa, e isto hoje mesmo.
Nem Bernardo nem eu íamos para a milícia política.
(Houve ou houveram?) quatro reuniões sobre o assunto
No sentido de ex|st|r, ocorrer, acontecer, o verbo haver é impessoal. Não tem
sujeito. Só se conjuga na terceira pessoa do singular: Houve quatro reuniões sobre o
assunto. Não houve distúrbios nas manifestações em São Bernardo. Havia
estudantes fora das salas de aula. Nessas frases, haver não tem sujeito. Reun|ões,
d|stúrb|os e estudantes funcionam como objeto direto. A impessoalidade do haver
estende-se aos verbos que o acompanham como auxiliares, os quais ficam também
na 3ª pessoa do singular: Deve haver três governadores envolvidos no escândalo.
Está havendo distúrbios na cidade.
Obs.: Já os verbos ex|st|r, ocorrer e acontecer são pessoais, têm sujeito e
flexionam-se normalmente: Existem no plano medidas que os gerentes apóiam
(ou: Há no plano medidas que os gerentes apóiam). Estão ocorrendo problemas
entre os membros da Comissão (ou: Está havendo problemas entre os membros
da Comissão). Enquanto o mundo for mundo, vão acontecer desentendimentos
entre pais e filhos (ou: Enquanto o mundo for mundo, vai haver desentendi-
mentos entre pais e filhos).
Ver tópico 14.1 – Verbo haver.
Mais de um candidato (foi avaliado ou foram avaliados?)
Quando o sujeito denota quantidade aproximada, flexiona-se o verbo
assim:
a) se o sujeito é formado de um número plural precedido das expressões
cerca de, ma|s de, menos de e similares, o verbo vai normalmente para o
plural: Os companheiros de classe eram cerca de vinte;
b) se o sujeito é formado pelas expressões ma|s de um ou ma|s que um,
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129
seguidas de substantivo, deixa-se o verbo no singular: Mais de um
candidato foi avaliado.
O deputado com o suplente (redigiram ou redigiu?) a emenda
Quando no sujeito composto ocorrer a partícula com, o verbo pode ser
utilizado no plural ou em concordância com o primeiro elemento, segundo a
valorização expressiva que se der ao elemento regido de com. Assim, o verbo irá
normalmente para o plural, quando os sujeitos estão em pé de igualdade, e a
partícula com os enlaça como se fosse a conjunção e: O deputado com o suplente
fizeram a emenda. O verbo irá para o número do primeiro sujeito, quando se
pretende realçá-lo em detrimento do segundo, reduzido à condição de adjunto
adverbial de companhia: O Presidente, com a esposa, chegou pontual às duas
horas.
Que dia é hoje? (É ou são?) 5 de setembro
A maioria dos gramáticos exige a concordância com a expressão
numérica, embora a concordância com a idéia implícita de d|a seja possível: É
primeiro de janeiro. São 5 de setembro. São 26 de janeiro. Hoje é dia 5 de setembro
ou Hoje é 5 de setembro.
Ver tópico 14.2 – Verbo ser.
Quinze reais (é suficiente ou são suficientes?)
Nas orações em que aparecem expressões como é suf|c|ente, é mu|to, é
pouco, é ma|s de, é tanto, é bastante, seguidas de determinação de preço, medida ou
quantidade, o verbo ser é empregado no singular: Cinqüenta reais é suficiente para
pagar os ingressos. Dois metros de fio é suficiente para fazer a cabeação. Trinta
cadeiras é suficiente. (Ver tópico 14.2 – Verbo ser.)
Obs.: Se o numeral estiver antecedido de artigo ou pronome, vale a regra geral:
o verbo concorda com o sujeito em pessoa e número: Quaisquer cinco reais são
suficientes para pagar o estacionamento. Uns cinco quilos a mais seriam
suficientes para ela recuperar o peso.
Sem dúvida, férias (fará ou farão?) muito bem para a minha
recuperação
Férias, vencimentos, pêsames, Estados Unidos, Sertões, Vassouras e
Canudos são nomes que só se usam na forma plural. Essas palavras levarão o
verbo para o plural somente quando vierem precedidas de artigo ou de modificador.
Então, o certo é: Sem dúvida, férias fará muito bem para a minha recuperação.
Tanto o juiz como o procurador (notaram ou notou?) a falha processual
Quando no sujeito composto ocorrer uma das conjunções comparativas
como, ass|m como, bem como e equivalentes, a concordância depende da
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interpretação que for dada ao conjunto:
a) verbo concordará com o primeiro elemento, se o objetivo for destacá-
lo: Meu caro amigo, você, como eu, tem cuidadoso interesse neste
assunto. Nesse caso, a conjunção conserva pleno o seu valor
comparativo; e o segundo termo vem entre vírgulas;
b) verbo concordará com os dois elementos do sujeito englobadamente,
isto é, o verbo irá para o plural, se os elementos forem considerados
termos que se adicionam, que se reforçam, interpretação que
normalmente se dá, por exemplo, a estruturas correlatas do tipo tanto...
como: Tanto o juiz como o procurador notaram a falha processual.
Entre os elementos do sujeito não há vírgula;
c) de modo semelhante se comportam os elementos do sujeito ligados
por série aditiva enfática (não só... mas também, não só... como também):
Qualquer um se persuadirá de que não só a população mas também o
governo buscavam a paz.
Um de nós (voltará ou voltaremos?) ao local
Um de nós é um. Leva o verbo para a terceira pessoa do singular: Um de
nós voltará ao local. Um dos conferencistas falou aos ilustres visitantes. Um deles
será premiado no concurso de monografias.
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14. Emprego dos verbos haver e ser
Antes de considerarmos o emprego de haver e ser, precisamos comentar
que os verbos, quanto à forma de emprego, podem ser pessoais, isto é, flexionam-
se normalmente concordando com o sujeito, ou impessoais, ficam sempre na
terceira pessoa do singular.
14.1. Verbo haver
Será pessoal, possuirá sujeito e com ele concordará, nos seguintes casos:
a) quando sinônimo de ter, possu|r, obter: Donde houveste, ó pélago
revolto, esse rugido teu? José e Maria houveram vários filhos;
b) quando sinônimo de ju|gar: O juiz houve por bem absolver o réu. Era
gênio, mas todos o haviam por louco;
c) quando sinônimo de portar-se, comportar-se, conduz|r-se, caso em que é
sempre pronominal: Soares houve-se como pôde na singular situação
em que se achava. Por ocasião da abertura das propostas, houve-se
com grande discrição;
d) quando sinônimo de entender-se, ajustar contas, também pronominal: Se
as ações programadas não resolverem o problema, ele terá que se
haver com seus superiores. Os bandidos têm de haver-se com a
justiça.
Será impessoal, não possuirá sujeito e transmitirá sua impessoalidade a
todo auxiliar que com ele constituir uma locução verbal, ficando assim
na terceira pessoa do singular:
a) quando sinônimo de ex|st|r, ocorrer, acontecer: Havia muitas dúvidas no
ar. Não podia haver candidatos ao cargo;
Obs.: Os sinônimos ex|st|r, ocorrer e acontecer são pessoais, têm sujeito e
com ele concordam em número e pessoa: Não existiam provas para todos.
Ocorreram vários tumultos durante a passeata. Aconteciam coisas estranhas
naquele lugar.
b) quando indicar tempo decorr|do: Há três anos conseguimos melhorias
significativas nas vendas. Deve haver cinco meses que preparo aquele
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132
trabalho.
14.2. Verbo ser
O verbo ser, em seu emprego, apresenta as seguintes particularidades:
a) se o sujeito exprimir no plural idéia de preço, med|da ou peso
acompanhado de termo ou expressão que indique quant|dade (muito,
pouco, bastante etc.), o verbo ser concordará com a quantidade:
Oitenta milhões de reais era pouco para a realização da obra.
Quinhentos quilômetros é muito para percorrer em um só dia.
Duzentos gramas são bastantes;
b) se o sujeito é um substant|vo e o predicativo (aquilo que se refere ao
sujeito) um pronome pessoa|, o verbo ser concordará com o pronome
pessoal: Os inimigos da pátria sois vós. Os vencedores do certame
seremos nós;
c) em frases interrogativas iniciadas pelos pronomes que ou quem, o
verbo ser concordará com o substantivo ou pronome que o seguir:
Quem eram os visitantes? Que são palavras cognatas? Quem sois
vós?
d) quando o sujeito é um dos pronomes tudo, |sto, o, aqu||o etc. e o
predicativo vem no plural, o verbo ser concordará com o sujeito ou com
o predicativo, dependendo de qual deles se queira destacar: Tudo
eram flores para os novos funcionários (o verbo concorda com f|ores).
Tudo era flores para os novos funcionários (concorda com tudo). Aquilo
eram verdades comprovadas (concorda com verdades). Aquilo era
verdades comprovadas (concorda com aqu||o);
e) se o sujeito designa co|sa no singular e o predicativo exprime co|sa no
plural, o verbo ser vai para o singular ou o plural, dependendo de qual
deles se queira destacar: A causa de meu perdão foi tuas súplicas (o
verbo concorda com causa). A causa de meu perdão foram tuas
súplicas (concorda com súp||cas);
f) se acompanhado de expressão indicativa de hora, data ou d|stànc|a,
concordará com o numeral, ou, se o numeral for composto, com o
primeiro deles: Seriam dez horas da manhã. Era meio-dia e quarenta.
Hoje são 13 de maio. Daqui ao Tribunal são três quilômetros e meio.
Obs.:
1) Com as locuções prepositivas cerca de, perto de etc., o verbo ser ficará
preferencialmente no singular: Deveria ser cerca de 21 horas. Era perto de
quatro horas.
2) Na oração “Hoje são 13 de maio”, a concordância com a idéia implícita de
“dia”, também é correta: Hoje é (dia) 13 de maio.
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15. Ortografia
0rtograf|a (do grego orthograph|a, escrita correta) é a parte da Gramática
que trata do emprego correto das letras e dos sinais gráficos na língua escrita. O
sistema ortográfico atualmente em vigor é o de 1943, alterado por lei do Executivo
brasileiro, datada de 18 de dezembro de 1971. Apresentam-se, a seguir, orientações
sobre uso de certas letras, emprego e escrita correta de algumas palavras, números
e expressões.
15.1. Alguns usos de letras maiúsculas e minúsculas
Emprego de inicial maiúscula e minúscula em textos legais que fazem
referência a leis, decretos, portarias etc.
a) utiliza-se a inicial maiúscula quando o nome dos atos estiver
acompanhado do respectivo número: A Lei nº 312, de 24.05.95,
dispõe... O Decreto nº 312, de 05.04.93, regulamenta... A Portaria nº
234, de 25.07.97, teve várias alterações... A Sessão Ordinária nº ... O
Parecer nº .... A Informação nº ...;
Obs.: Não há consenso entre os gramáticos quanto ao uso de inicial
maiúscula quando determinado ato, após sua primeira citação no texto — no
caso, acompanhado do respectivo número — é referenciado em outras
partes do texto, sem estar acompanhado do número. Neste Manual adotou-
se o uso de inicial maiúscula em tais casos, desde que fique subentendido
que os referidos atos estejam |nd|v|dua||zados: Art. 5°Esta Resolução entra
em vigor na data de sua publicação. Conforme o disposto no art. 3°da citada
Lei Complementar, ...
b) a remissão a artigos, parágrafos e incisos escreve-se com letra
minúscula: Refiro-me ao parágrafo único do art. 11 da Portaria nº... De
acordo com o inciso I do art. 57 da Lei nº... ;
c) ganha a inicial maiúscula o nome de leis ou normas políticas e
econômicas consagradas pela importância de que se revestem: Lei de
Diretrizes e Bases da Educação, Lei Áurea, Lei Afonso Arinos, Lei
Antitruste, Código Civil, Lei de Responsabilidade Fiscal.
Nome de moeda escreve-se com letra minúscula: real, dólar, franco, peso,
marco, libra. O real está de cara e coroa novas. Atenção: quando se fala do Plano
Real, está-se falando de nome próprio; nesse caso, usa-se inicial maiúscula: O
(Plano) Real estabilizou a economia.
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Nomes que designam cargos ou postos escrevem-se com inicial maiúscula:
A Presidente do Tribunal de Contas do DF concedeu a palavra ao Relator. O Diretor-
Geral autorizou a publicação do normativo.
Nomes de prof|ssões são escritos com inicial minúscula: advogado,
contador, engenheiro, jornalista, médico, professor.
Obs.: Quando individuados, emprega-se a inicial maiúscula: o Advogado Rui
Barbosa, o Poeta Camões etc.
Após o parêntese, inicia-se com maiúscula somente quando o texto
constitui oração à parte, completa, caso em que vem precedido de ponto. A oração
que está entre parênteses tem o ponto dentro, antes de fechar o parêntese, e não
fora: Na portaria da fábrica o ambiente era de absoluta calma. (A indústria não
trabalha aos sábados.)
15.2. As letras E e l
Grafam-se com a letra E:
a) a sílaba final de formas dos verbos terminados em uar: continue,
continues, habitue, habitues, pontue, pontues;
b) a sílaba final de formas dos verbos terminados em oar: abençoe,
abençoes, magoe, magoes, perdoe, perdoes;
c) as palavras formadas com o prefixo ante (antes, anterior): antebraço,
antecipar, antedatar, antediluviano, antevéspera;
d) os seguintes vocábulos, entre outros: cadeado, cumeeira, desperdiçar,
desperdício, destilar, empecilho, irrequieto, lacrimogêneo,
mimeógrafo, quase, senão, sequer, umedecer.
Grafam-se com a letra l:
a) a sílaba final de formas dos verbos terminados em u|r: diminui,
diminuis, influi, influis, possui, possuis, substitui, substituis;
b) as palavras formadas com o prefixo ant| (contra): antiaéreo, Anticristo,
antitetânico, antiestético;
c) os seguintes vocábulos, entre outros: artifício, artimanha, chefiar,
cimento, crânio, criação, criador, criar, digladiar, displicência,
displicente, frontispício, inclinação, inclinar, inigualável, invólucro,
penicilina, privilégio, requisito.
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15.3. As letras C e J
Escrevem-se com a letra C:
a) os substantivos terminados em agem, |gem, ugem: garagem, viagem;
origem, vertigem; ferrugem. Exceção: pajem;
b) as palavras terminadas em ág|o, ég|o, |g|o, óg|o, úg|o: contágio, estágio;
egrégio; prodígio; relógio; refúgio;
c) as palavras derivadas de outras que se grafam com g: engessar (de
gesso), ferruginoso (de ferrugem), selvageria (de selvagem),
vertiginoso (de vertigem);
d) os seguintes vocábulos, entre outros: algema, apogeu, auge,
estrangeiro, gesto, gíria, giz, hegemonia, sugestão.
Escrevem-se com a letra J:
a) palavras derivadas de outras terminadas em ja: laranja => laranjeira,
laranjinha; lisonja => lisonjeador, lisonjear, lisonjeiro; loja => lojeca,
lojinha, lojista;
b) todas as formas de conjugação dos verbos terminados em jar ou jear:
arranjar (arranje, arranjei, arranjem, arranjemos); despejar (despeje,
despejei, despejem, despejemos); viajar (viaje, viajei, viajem,
viajemos); granjear (granjeie, granjeei, granjeiem, granjeemos);
Obs.: V|agem, com g, é substantivo;
c) vocábulos que têm a mesma raiz ou são derivados de outros que têm
j: laje (lajedo, lajense, lajiano); nojo (nojeira, nojento); jeito (ajeitar,
desajeitado, jeitoso);
d) palavras de origem indígena, principalmente tupi-guarani ou africana:
canjerê, canjica, jenipapo, jequitibá, jibóia, mojiano;
e) as seguintes palavras, entre outras: alfanje, alforje, cafajeste, intrujice,
majestade, majestoso, ojeriza, rijeza, sujeira, traje, ultraje, varejista.
15.4. As letras 0 e 0
Grafam-se com a letra 0:
Os seguintes vocábulos, entre outros: abolir, boletim, bússola, chover,
cobiça, cobiçar, concorrência, costume, engolir, mágoa, nódoa, óbolo, ocorrência.
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Grafam-se com a letra 0:
Os seguintes vocábulos, entre outros: bulício, buliçoso, burburinho,
chuvisco, cumbuca, cúpula, cutucar, entupir, lóbulo, rebuliço, tábua, tabuada, trégua.
15.5. As letras 3 e Z
Representações diversas do fonema 3:
a) palavras com 6, Ç: acetinado, anoitecer, censura, cimento, vicissitude;
almaço, contorção, endereço, exceção, maciço, maço, pinça;
b) palavras com 8: ansiar, ansiedade, ansioso, cansado, cansar,
descansar, descanso, diversão, excursão, farsa, pretensão,
pretensioso, propensão, remorso, tenso, utensílio;
c) palavras com 88: acesso, acessível, acessório, assinar, concessão,
discussão, ecossistema, escassez, escasso, essencial, expressão,
fracasso, impressão, maxissaia, minissistema, missão, multissecular,
necessário, opressão, profissão, profissional, sessenta, sossegar,
sossego, submissão, sucessivo, telessistema;
d) palavras com 86, 8Ç: acréscimo, adolescente, ascensão, consciência,
consciente, crescer, descer, discernir, disciplina, discípulo, florescer,
imprescindível, néscio, oscilar, seiscentos, suscetibilidade, suscetível,
suscitar; cresço, desço;
e) palavras com X: aproximar, auxiliar, auxílio, máximo, proximidade,
próximo, trouxe, trouxer, trouxeram;
f) palavras com X6: exceção, excedente, exceder, excelência, excelso,
excêntrico, excepcional, excessivo, excesso, exceto, excitar.
Escrevem-se com 3 mas têm som de Z:
a) os adjetivos com os sufixos oso, osa: gostoso, gracioso, teimoso;
gostosa, graciosa, teimosa;
b) os adjetivos pátrios com os sufixos ès, esa: inglês, milanês, português;
inglesa, milanesa, portuguesa;
c) os substantivos e os adjetivos terminados em ès (feminino esa):
burguês, burgueses, camponês, camponeses, freguês, fregueses;
burguesa, camponesa, freguesa;
d) os substantivos com os sufixos gregos ese, |sa, ose: catequese,
diocese, diurese; pitonisa, poetisa, sacerdotisa; glicose, metamorfose,
virose;
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137
e) os verbos derivados de palavras cujo radical termina em s: abrasar (de
brasa), afrancesar (de francês), analisar (de análise), apresar (de
presa), atrasar (de atrás), enviesar (de viés), extasiar (de êxtase);
f) as formas dos verbos pór e querer e de seus derivados: pôs, pus,
pusemos, puser, puseram, compôs, compusesse, impuser; quis,
quisemos, quiser, quisera, quiseram, quiséssemos;
g) os seguintes nomes próprios: Baltasar, Eliseu, Heloísa, Inês, Isabel,
Isaura, Luís, Luísa, Queirós, Resende, Sousa, Teresa, Teresinha,
Tomás, Valdês;
h) os seguintes vocábulos, entre outros: aliás, análise, ás, ases, atrás,
através, avisar, aviso, colisão, cortês, cortesia, defesa, descortesia,
despesa, espontâneo, evasiva, fase, frase, hesitar, mês, obséquio,
país, pêsames, pesquisa, presídio, represa, requisito, revés, reveses,
surpresa, usina, vigésimo, visita.
Escrevem-se com Z:
a) os derivados em za|, ze|ro, z|nha, z|nho, z|ta, z|to: cafezal; cafezeiro;
avezinha; cafezinho; avezita; cãozito;
b) os derivados de palavras cujo radical termina em z: cruzeiro (de cruz),
enraizar (de raiz), esvaziar, vazão, vazar (de vazio);
c) os verbos formados com o sufixo |zar e palavras cognatas: civilizar,
fertilizar; civilização, fertilizante;
d) os substantivos abstratos em eza, derivados de adjetivos e denotando
qualidade física ou moral: frieza (de frio), limpeza (de limpo), pobreza
(de pobre);
e) as seguintes palavras, entre outras: amizade, aprazível, azáfama,
azar, azedo, baliza, ojeriza, prezado, prezar, proeza, vazamento,
vazar, vizinho, xadrez.
15.6. As letras X e Ch
O X tem sons diversos:
a) de ch: enxofre, vexame, xarope;
b) de cs: látex, léxico, sexo, tóxico;
c) de s: expectativa, extensão, sexto, texto;
d) de ss: auxílio, máximo, próximo;
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138
e) de z: exame, exílio, êxodo.
Escrevem-se com Ch:
Bucha, charque, chávena, chimarrão, chuchu, cochilar, cochilo, fachada,
ficha, flecha, mecha, mochila, pechincha, tocha.
Escreve-se X e não Ch:
a) em geral, depois de ditongo: ameixa, baixo, caixa, faixa, feixe,
rouxinol, seixo. Excetuam-se: caucho e os derivados cauchal,
recauchutagem e recauchutar;
b) geralmente, depois da sílaba inicial en: enxada, enxaguar, enxame,
enxaqueca, enxergar, enxertar, enxerto, enxó, enxotar, enxugar,
enxurrada, enxuto. Excepcionalmente, grafam-se com ch: encharcar
(de charco), enchente, encher, enchimento, enchova, enchumaçar
(de chumaço), preencher;
c) em vocábulos de origem indígena ou africana: abacaxi, caxambu
(dança negra), caxinguelê, maxixe, mixira, orixá, xará, xavante;
d) nas seguintes palavras: anexim, bexiga, faxina, graxa, lixa, lixo,
mexer, mexerico, oxalá, praxe, puxar, rixa, vexame, xadrez, xale,
xícara, xingar.
Escrevem-se com X e não 3:
Expectativa, experiente, expiar (remir, pagar), expirar (morrer), expoente,
êxtase, extasiado, extrair, têxtil, texto.
15.7. As terminações É3, EZ, E3A e EZA
O sufixo É3:
Forma adjetivos (às vezes substantivos) derivados de substantivos
concretos: burguês (de burgo), chinês (de China), cortês (de corte), francês (de
França), montanhês (de montanha), montês (de monte).
O sufixo EZ:
Forma substantivos abstratos femininos derivados de adjetivos: acidez
(de ácido), aridez (de árido), avidez (de ávido), cupidez (de cúpido), estupidez (de
estúpido), lucidez (de lúcido), palidez (de pálido), rapidez (de rápido).
Escreve-se E3A:
a) nos seguintes substantivos cognatos (com raiz comum) de verbos
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139
terminados em ender: defesa (defender), despesa (despender),
empresa (empreender), presa (prender), surpresa (surpreender);
b) nos substantivos femininos designativos de títulos nobiliárquicos:
baronesa, consulesa, dogesa, duquesa, marquesa, princesa, prioresa;
c) nas formas femininas dos adjetivos terminados em ès: burguesa (de
burguês), camponesa (de camponês), francesa (de francês),
holandesa (de holandês);
d) nas seguintes palavras femininas: framboesa, indefesa, lesa, mesa,
obesa, sobremesa, Teresa, tesa.
Escreve-se EZA:
Nos substantivos femininos abstratos derivados de adjetivos e denotando
qualidade, estado, condição: beleza (de belo), franqueza (de franco), leveza (de
leve), pobreza (de pobre).
15.8. As terminações l3AR e lZAR
Grafa-se o verbo com l3AR:
Quando o radical dos nomes correspondentes contém s: alisar (a + liso +
ar), analisar (análise + ar), avisar (aviso + ar), bisar (bis + ar), catalisar (catálise +
ar), frisar (friso + ar), improvisar (improviso + ar), paralisar (paralisia + ar), pesquisar
(pesquisa + ar), pisar (piso + ar).
Grafa-se o verbo com lZAR:
Se o radical não contém s: amenizar (ameno + izar), anarquizar (anarquia
+ izar), canalizar (canal + izar), cicatrizar (cicatriz + ar), civilizar (civil + izar),
colonizar (colono + izar), deslizar (deslize + ar), escravizar (escravo + izar), matizar
(matiz + ar), motorizar (motor + izar), vulgarizar (vulgar + izar).
15.9. Grafia de homônimos e parônimos
a par – informado, ao corrente, ciente
ao par – de acordo com a convenção legal
acender – atear, pôr fogo
ascender – subir, elevar-se
acento – inflexão da voz, sinal gráfico
assento – lugar para sentar-se
acerca de – sobre, a respeito
a cerca de – a uma distância aproximada de
há cerca de – faz aproximadamente tanto tem-
po
acidente – acontecimento casual, desastre
incidente – episódio, que incide, que ocorre
afim – que apresenta afinidade, semelhança,
relação de parentesco
a fim – para, com a finalidade de, com o fito de
ao encontro de – para junto de, favorável a
de encontro a – contra, em prejuízo de
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140
ao invés de – ao contrário de
em vez de – em lugar de
aparte – interrupção, comentário à margem
à parte – em separado, isoladamente, de lado
apreçar – avaliar, marcar o preço
apressar – dar pressa a, acelerar
aresto – acórdão, caso jurídico julgado
arresto – apreensão judicial, embargo
atuar – agir, pôr em ação, pressionar
autuar – lavrar um auto, processar
auferir – obter, receber
aferir – avaliar, cotejar, medir, conferir
augurar – prognosticar, prever, auspiciar
agourar – pressagiar, predizer, geralmente no
mau sentido
avocar – atribuir-se, chamar
evocar – lembrar
invocar – pedir a ajuda de, chamar, proferir
caçar – perseguir, procurar, apanhar
cassar – tornar nulo ou sem efeito, suspender,
invalidar
casual – fortuito, aleatório, ocasional
causal – causativo, relativo a causa
censo – recenseamento
senso – juízo
cessão – ato de ceder
seção – divisão, repartição
secção – corte, amputação
sessão – tempo de uma reunião ou espetáculo
cível – relativo à jurisdição dos tribunais civis
civil – relativo ao cidadão, cortês, polido, não
militar nem eclesiástico
concertar – harmonizar
consertar – reparar, emendar
deferir – conceder, atender
diferir – ser diferente, divergir
delatar – denunciar
dilatar – distender, aumentar
derrogar – revogar parcialmente uma lei, anu-
lar
derrocar – destruir, arrasar, desmoronar
descrição – ato de descrever
discrição – qualidade de quem é discreto
descriminar – absolver de crime, inocentar,
tirar a culpa de
discriminar – diferençar, separar, discernir
destratar – insultar, maltratar com palavras
distratar – desfazer um trato, anular
distensão – ato ou efeito de distender, torção
violenta dos ligamentos de uma articulação
distinção – elegância, nobreza, boa educação
dissensão – desavença, diferença de opiniões
ou interesses
elidir – suprimir, eliminar
ilidir – contestar, refutar, desmentir
emenda – correção de falta ou defeito, regene-
ração, remendo
ementa – apontamento, súmula de decisão
judicial ou do objeto de um ato oficial ou de um
relatório
eminente – elevado, ilustre
iminente – que ameaça acontecer
emitir – produzir, expedir, publicar
imitir – fazer entrar, introduzir, investir
empoçar – formar poça
empossar – dar posse a
espectador – aquele que assiste qualquer ato
ou espetáculo, testemunha
expectador – que tem expectativa, que espera
estada – ato de estar, permanência
estadia – prazo para carga e descarga de
navio ancorado em porto
estância – lugar onde se está, morada, recinto
instância – solicitação, pedido, rogo, foro,
jurisdição, juízo
estrato – cada camada das rochas estratifica-
das
extrato – coisa que se extraiu de outra,
pagamento, resumo, cópia, perfume
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141
flagrante – diz-se do ato que a pessoa é
surpreendida a praticar
fragrante – que tem fragrância ou perfume,
cheiroso
incerto – não certo, indeterminado, duvidoso,
variável
inserto – introduzido, incluído, inserido
incipiente – principiante
insipiente – ignorante
induzir – causar, sugerir, aconselhar, levar a
aduzir – expor, apresentar
infligir – aplicar
infringir – transgredir
intercessão – ato de interceder
interseção – ponto onde duas linhas se
cruzam
judicial – que tem origem no Poder Judiciário
ou que perante ele se realiza
judiciário – relativo ao direito processual ou à
organização da Justiça
mandado – ato de mandar, ordem escrita
expedida por autoridade judicial ou administra-
tiva
mandato – garantia constitucional para
proteger direito individual líquido e certo,
autorização que alguém confere a outrem para
praticar atos em seu nome, procuração,
delegação
pleito – questão em juízo, demanda, litígio,
discussão
preito – sujeição, respeito, homenagem
preceder – ir ou estar adiante de, anteceder,
adiantar-se
proceder – originar-se, derivar, provir, levar a
efeito, executar
preeminente – que ocupa lugar elevado,
nobre, distinto
proeminente – alto, saliente, que se alteia
acima do que o circunda
prescrever – fixar limites, ordenar de modo
explícito, determinar, ficar sem efeito, anular-
se
proscrever – abolir, extinguir, proibir, terminar,
desterrar
ratificar – confirmar
retificar – tornar reto, corrigir
reincidir – tornar a incidir, recair, repetir
rescindir – dissolver, invalidar, romper, desfa-
zer
remição – ato de remir, resgate, quitação
remissão – ato de remitir, intermissão,
intervalo, perdão, expiação
sobrescritar – endereçar, destinar, dirigir
subscritar – assinar, subscrever
sortir – abastecer
surtir – produzir efeito ou resultado
subentender – perceber o que não estava
claramente exposto, supor
subintender – exercer função de subinten-
dente, dirigir
subtender – estender por baixo
sustar – interromper, suspender, interromper-
se, parar
suster – sustentar, manter, fazer parar, deter
tachar – censurar, qualificar, acoimar
taxar – fixar a taxa de, regular, regrar
vultoso – volumoso, muito grande
vultuoso – congestionado
15.10. Grafia de datas e números
Datas:
Nos atos oficiais, as datas devem ser grafadas por extenso, quando se
referirem a leis ou normativos em geral, citados pela primeira vez no texto: Segundo
a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993... Observe-se que, ao escrever datas por
extenso, não se coloca o zero antes do número indicativo do dia do mês: Lei nº ..., de
2 de julho de 1999 (e não: Lei nº ..., de 02 de julho de 1999).
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142
Nas citações (de leis e outros normativos) subseqüentes à primeira, usa-
se a forma reduzida para as datas: Lei nº 8.666/93, ou Lei nº 8.666, de 21.06.93.
Neste Manual adotou-se o ponto como elemento separador para as datas expressas
na forma reduzida, e o uso de dois dígitos para representação do dia, mês e ano:
Referiu-se ao memorando de 12.10.99. Elaborou o estudo consoante o disposto na
Decisão nº ... de 06.03.99. Neste último exemplo, relativo aos casos em que o mês
do ano (ou o dia do mês) é representado por um só algarismo, coloca-se o número
zero antes daquele algarismo.
O nome do mês escreve-se com letra minúscula: 13 de agosto, 4 de
outubro. Só se escreve com maiúscula quando vira substantivo próprio. Aí, nomeia
datas comemorativas: o 7 de Setembro, o 15 de Novembro.
O primeiro dia do mês escreve-se em ordinal: 1º de janeiro, 1º de outubro
(e não: 1 de janeiro ou 1 de outubro).
Escreve-se o ano sem ponto no numeral: Ano 2000 (e não: Ano 2.000).
Portaria nº ..., de 2 de julho de 1999 (e não: ... de 1.999).
Números que identificam leis, processos, decisões e normativos em geral:
Devem ser grafados separando-se o milhar por um ponto: Lei nº 8.666/93
(e não: Lei nº 8666/93). Processo nº 1.530/96 (e não: Processo nº 1530/96). Portaria
nº 1.119/99 (e não: Portaria nº 1119/99).
Obs.: Os atos oficiais do Tribunal são identificados por meio de seqüências
numéricas distintas, relativas ao ano de sua aprovação, salvo nos casos de
Emendas Regimentais, Resoluções e Atas, em que a numeração não é
reiniciada a cada ano.
Números cardinais compostos:
A escrita do cardinal, conforme sua composição, faz-se da seguinte
maneira:
a) dois algarismos, põe-se a conjunção e entre os algarismos: 86 =>
oitenta e seis;
b) três algarismos, põe-se a conjunção e entre cada um dos três: 654 =>
seiscentos e cinqüenta e quatro;
c) quatro algarismos, omite-se a conjunção e entre o primeiro algarismo e
os restantes: 4.455 => quatro mil, quatrocentos e cinqüenta e cinco.
Se o primeiro algarismo da centena final for zero, aparecerá então o e:
3.048 => três mil e quarenta e oito. Aparecerá ainda o e quando os
dois últimos ou os dois primeiros da centena forem representados por
zeros: 1.400 => mil e quatrocentos; 1.001 => mil e um; R$ 4.005,28 =>
quatro mil e cinco reais e vinte e oito centavos;
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143
d) de vários grupos de três algarismos, omite-se o e entre cada um dos
grupos: 3.444.225.528.367 => três trilhões, quatrocentos e quarenta e
quatro bilhões, duzentos e vinte e cinco milhões, quinhentos e vinte e
oito mil, trezentos e sessenta e sete.
Emprego dos números ordinais pelos cardinais:
Em alguns casos o numeral ordinal é substituído pelo cardinal
correspondente:
a) na numeração de artigos de leis, decretos e portarias, usa-se o ordinal
até nove, e o cardinal, de dez em diante: Art. 1º (primeiro). Art. 9º
(nono). Art. 10 (dez). Art. 91 (noventa e um);
b) nas referências aos dias do mês, usam-se os cardinais, salvo na
designação do primeiro dia, em que é de regra usar o ordinal:
Viajaremos no dia quinze de agosto. Regressaremos no dia primeiro
de setembro;
c) também na indicação dos anos e das horas, empregam-se os
cardinais: Eram seis horas da tarde de vinte e quatro de dezembro de
mil novecentos e sessenta e oito;
d) na numeração de páginas e de folhas, bem como na de casas,
apartamentos, quartos de hotel, cabines de navio, poltronas de casas
de diversões e equivalentes usam-se os cardinais: Página 5 (cinco).
Folha 33 (trinta e três). Cabine 2 (dois). Casa 1 (um). Apartamento 203
(duzentos e três). Quarto 25 (vinte e cinco). Se o numeral vier
anteposto, usa-se o ordinal: Quinta página. Trigésima terceira folha.
Segunda cabine. Primeira casa.
Obs.: Na linguagem forense, diz-se: De folhas vinte e duas a folhas trinta e
uma. Conforme estudo acostado às fls. 22/31.
Números fracionários:
Para a escrita dos fracionários observe-se:
a) escrever-se-á, no plural: meios, terços, quartos, quintos, sextos,
sétimos, oitavos, nonos;
b) quando se tratar de 10 ou potência de 10, o plural será: décimos,
centésimos, milésimos, décimos milésimos, centésimos milésimos,
milionésimos;
c) juntar-se-á a palavra avos em qualquer outro caso: seis quatrocentos
avos (6/400), um dois mil avos (1/2000), dois três mil e cinco avos
(2/3005).
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Números no início de período:
Na escrita ordinária não se deve começar período com algarismos. O
numeral deve vir por extenso: Vinte e cinco dias passaram-se... (e não: 25 dias
passaram-se...).
Números ordinais:
O ordinal de 1000 é m||és|mo, o ordinal de 2000 é segundo m||és|mo, o de
3000, terce|ro m||és|mo, e assim por diante. Igualmente, o de milhão é m|||onés|mo, o
de 2 milhões é segundo m|||onés|mo: Falo pela milésima vez e falarei pela segunda
milésima se for preciso. No terceiro milésimo tricentésimo trigésimo terceiro dia
(3333º dia).
Porcentagem:
Tanto faz usar percentagem ou porcentagem, mas o adjetivo só tem uma
forma: percentual. Na escrita, a percentagem pode ser expressa em algarismos
seguida do símbolo 7 (3%, 10%) ou na fórmula mista (3 por cento, 10 por cento).
Obs.: Diante de dois ou mais valores da porcentagem, deve-se usar o 7 em
todos eles: O aumento oscilará entre 5% e 7%. O imposto deve subir de 25%
para 27,5%.
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145
16. Plural de certas palavras e expressões
16.1. Dias da semana
Os dias da semana são formados por palavras variáveis. No plural, todas
flexionam-se: segundas-feiras, terças-feiras, quartas-feiras, quintas-feiras, sextas-
feiras, sábados, domingos.
16.2. Letras
Há duas formas para o plural das letras: a) dobrar as letras: Ponha os
pontos nos ii. Pronuncie os ff e os ss; b) escrever o nome pronunciável da letra com
s: Ponha os pontos nos is. Pronuncie os efes e os esses.
16.3. Locuções conjuntivas
As locuções de mane|ra que, de modo que, de forma que, de sorte que, de mo|de
que, de je|to que não têm plural. Essas locuções pertencem à família das locuções
conjuntivas. Conjunção é invariável; locução conjuntiva também: Fez a viagem de
maneira que se cansasse menos. Deu recado de forma que não deixasse dúvida.
Terminou o trabalho a tempo, de sorte que pôde ir ao cinema. É, portanto, errado
dizer ou escrever de mane|ras que, de formas que.
16.4. Outros plurais
Plural de abreviatura de peso, medida ou hora:
Estas abreviaturas não têm plural: Andou 10km a pé. Depois, nadou
1.500m no estilo borboleta. Comprou 2kg de carne, 500g de presunto e 5l de leite. O
atleta saiu às 8h e chegou às 9h45min12 em ponto. Ver tópico 10 – Abreviaturas.
Plural de algumas palavras compostas:
a) onde há preposição clara ou oculta:
auxílio-doença
auxílios-doença
auxílio-moradia
auxílios-moradia
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146
auxílio-terno
auxílios-terno
mesa-de-cabeceira
mesas-de-cabeceira
pé-de-moleque
pés-de-moleque
tíquete-refeição
tíquetes-refeição
vale-combustível
vales-combustível
vale-refeição
vales-refeição
vale-transporte
vales-transporte
b) de dois substantivos, de um substantivo e um adjetivo ou de um
adjetivo e um substantivo:
decreto-lei
decretos-leis
hora extra
horas extras
gentil-homem
gentis-homens
gentil-dona
gentis-donas
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17. Pontuação
Pontuação é a arte de dividir, por meio de sinais gráficos, as partes do
discurso que não têm entre si ligação íntima, e de mostrar do modo mais claro as
relações que existem entre essas partes. Pontuar, portanto, é sinalizar gramatical e
expressivamente um texto. O emprego inadequado de pontuação pode não só
prejudicar, mas até alterar o sentido da comunicação.
17.1. Alguns usos do ponto
Emprego do ponto:
O ponto assinala a pausa máxima da voz depois de um grupo fônico de
final decrescente. Emprega-se, pois, fundamentalmente, para indicar o término de
uma oração declarativa, seja ela absoluta, seja a derradeira de um período
composto. Trata-se de um eficiente recurso estilístico, quando usado adequada e
sobriamente. Ao ponto que encerra um enunciado dá-se o nome de ponto f|na|.
Obs.: Além de servir para assinalar uma pausa longa, o ponto tem outra
utilidade: é o sinal que se emprega depois das palavras escritas
abreviadamente.
Ponto dentro ou fora das aspas:
No fim de uma citação o sinal de pontuação ficará dentro das aspas se
pertencer à citação; se o sinal for de quem escreve, e não da pessoa citada, ficará
depois das aspas. Ver exemplos no tópico 23.1 – Aspas.
Ponto dentro ou fora dos parênteses:
O competente sinal de pontuação fica contido pelos parênteses quando
eles abrangerem a proposição inteira: Geralmente ele sai para almoçar somente
quando termina seu trabalho. (Há semanas em que ele simplesmente não almoça.)
As pessoas obsessivas fazem qualquer coisa para obter o que desejam. (Elas não
sabem perder.) Fica fora quando a expressão encerrada entre parênteses for
apenas uma parte da proposição: Três países estão com dificuldades nas
exportações (Brasil, Argentina e Chile). Estão ameaçando o abastecimento de água
da cidade os loteamentos próximos à barragem (muitos deles irregulares). Ver tópico
23.3 – Parênteses.
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148
Pontuação no fim da frase, após abreviatura:
Se a última palavra da frase for uma abreviatura, que, por natureza, tem
ponto, não se usa outro ponto para indicar o fim do período. Vale o ponto da
abreviatura: Vi os móveis nas Lojas Carmel Ltda. Na feira, comprei laranjas,
bananas, pêras, abacaxis etc.
17.2. Alguns usos do ponto e vírgula
Como o nome indica, este sinal serve de intermediário entre o ponto e a
vírgula, podendo aproximar-se ora mais daquele, ora mais desta, segundo os
valores pausais e melódicos que assume no texto. Entretanto, pode-se estabelecer
que, em princípio, ele é usado:
a) para separar, num período, as orações da mesma natureza que
tenham uma certa extensão: Os dois primeiros alvitres foram
desprezados por impraticáveis; ele não tinha dinheiro nem crédito tão
alto;
b) para separar partes de um período, das quais uma pelo menos esteja
subdividida por vírgula, como neste passo: O incêndio é a mais
impaciente das catástrofes; a explosão, a mais impulsiva e lacônica; o
abalroamento, a mais colérica; a inundação, a mais feminina e
majestosa;
c) para separar os diversos itens de enunciados enumerativos (em leis,
decretos, portarias, regulamentos): Art. 1º A educação nacional,
inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade
humana, tem por fim: I) a compreensão dos direitos e deveres da
pessoa humana, do cidadão, do Estado, da família e dos demais
grupos que compõem a comunidade; II) o respeito à dignidade e às
liberdades fundamentais do homem; III) o fortalecimento da unidade
nacional e da solidariedade internacional;...
Ao separar termos de uma enumeração em textos legais, o ponto e
vírgula pode, às vezes, permitir leituras ou interpretações divergentes:
“É assegurada a aposentadoria no regime geral da previdência social, nos
termos da lei, obedecidas as seguintes condições:
I – trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de
contribuição, se mulher;
II – sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de
idade, se mulher.”
Nesse exemplo, alguns entendem que o ponto e vírgula substitui o e. O
trabalhador, então, só se aposenta se preencher as condições I e II. Outros têm
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149
leitura diferente: o ponto e vírgula estaria no lugar do ou. Vê-se, assim, que o texto
permite duas leituras e deve, portanto, ser modificado para eliminar a ambigüidade.
Outro exemplo:
“São formas de provimento de cargo público:
a) nomeação;
b) promoção;
c) readaptação;
d) reversão;
e) aproveitamento;
f) reintegração;
g) recondução.”
No caso, basta preencher uma das condições para ocupar cargo público.
Logo, o ponto e vírgula está no lugar do ou. Mais um exemplo:
“São funções do Banco Central:
a) Emitir moeda;
b) Fiscalizar o Sistema Financeiro Nacional;
c) Controlar o crédito e o capital estrangeiros;
d) Representar o governo brasileiro perante governos estrangeiros.”
Nesse caso, um item não exclui outro. Todos os itens constituem
obrigações do Banco Central. O ponto e vírgula indica soma, inclusão. Entre as
letras c e d, poder-se-ia usar a conjunção e para dizer que são só essas as
atribuições do Banco Central. A ausência do e funciona como um etc., significa que
há outras atribuições.
Em muitos casos, o uso do ponto e vírgula torna o texto mais leve,
facilitando a vida do leitor. Examine-se esta frase: João trabalha no Senado, Pedro
trabalha na Assembléia, Carlos trabalha no banco, Beatriz trabalha na universidade,
Alberto trabalha no shopping. A frase está correta e clara. As vírgulas separam as
orações coordenadas. Mas a repetição do verbo torna-a cansativa. Recorre-se,
então, ao ponto e vírgula para separar as orações coordenadas: João trabalha no
Senado; Pedro, na Assembléia; Carlos, no banco; Beatriz, na universidade; Alberto,
no shopping. Outros exemplos: Eu estudo na USP; Maria, na UFMG. Alencar
escreveu romances; Drummond, poesias.
Obs.: Nesse exemplo, para não repetir traba|ha em todas as orações, mantém-se
o verbo apenas na primeira; nas demais, põe-se a vírgula no lugar do verbo.
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150
17.3. Alguns usos da vírgula
Vírgula antes do e:
Separam-se por vírgula as orações coordenadas unidas pela conjunção e,
quando têm sujeito diferente: Os dois cumprimentaram-se, e o debate começou. Ele
fora meu condiscípulo, e ficamos sempre amigos com regular correspondência.
Quando a conjunção e vem repetida numa enumeração, costuma-se
separar por vírgula os elementos coordenados: “Fui cisne, e lírio, e águia, e
catedral”.
Costuma-se também separar por vírgula as orações introduzidas pela
conjunção e quando esta vem reiterada: “O circo desapareceu, mas a semente ficou,
e germinou, e brotou, e cresceu, e fez-se a magnífica árvore, a cuja sombra se pode
hoje estirar a nossa filosofia”.
Vírgula antes do etc.:
Não há consenso entre os gramáticos. Alguns usam e defendem o uso da
vírgula antes do etc.; outros dispensam-na em virtude do seu significado (ver Anexo
VI – Palavras e expressões latinas). Nesse caso, considera-se a vírgula facultativa;
fica a critério do redator utilizá-la ou não: Na feira, comprei laranja, ameixa, uva,
abacaxi, maçã etc. (ou: Na feira, comprei laranja, ameixa, uva, abacaxi, maçã, etc.).
Neste Manual, convencionou-se não utilizar vírgula antes do etc..
Vírgula antes do mas:
A vírgula é obrigatória antes do mas: Estudei, mas tirei nota baixa. Ele
apelou para a pieguice, mas não ganhou o cargo.
Vírgula após em anexo:
Por ser o termo locução adverbial, a presença ou ausência da vírgula
depende de sua posição na frase. Quando em anexo está no fim da oração, ou seja,
na ordem direta, não há vírgula: Encaminho os documentos em anexo. A carta
segue em anexo. Quando aparecer no começo ou no meio, ou seja, fora da ordem
direta, há vírgula: Em anexo, encaminho os documentos solicitados. Encaminho, em
anexo, os documentos solicitados. Em anexo, segue a carta do diretor. Segue, em
anexo, a carta do diretor.
Vírgula após o parêntese:
Introduzindo-se num período um parêntese em lugar onde haja vírgula,
esta se coloca depois de fechado o parêntese, uma vez que este sempre esclarece
o que ficou antes da vírgula, e não o que vem depois dela: Estava ela em sua casa
(nenhum prazer sentia fora dela), quando ouviu baterem...
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151
Vírgula após o vocativo:
Houve tempo em que se separava o vocativo que encabeça cartas,
requerimentos, ofícios por dois pontos (Senhor Diretor:), vírgula (Senhor Diretor,) ou
nada (Senhor Diretor). Hoje, recomenda-se o emprego apenas da vírgula (mas
emprega-se letra maiúscula depois): Senhor Diretor, Encaminho a V.Sa. o relatório...
Vírgula nas referências a textos legais:
Nos textos que fazem referência a leis, decretos, medidas provisórias etc.,
a disposição dos termos pode seguir três caminhos:
a) decrescente (lei => artigo => parágrafo => inciso => alínea); nesse
caso, há vírgula: Constituição, art. 5º, § 3º, II, b;
b) crescente (alínea => inciso => parágrafo => artigo => lei); nessa
ordem, não há vírgula: alínea b do inciso II do § 3º do art. 5º da
Constituição;
c) forma híbrida (artigo => inciso => lei); nessa forma, também ocorre a
vírgula: art. 5º, II, da Constituição.
Obs.:
1) Deve-se pôr a data da norma entre vírgulas: A Resolução nº 535, de 1989,
trata de três assuntos. A Portaria nº 45, de 06.06.93, regulamenta...
2) Ver tópico 7.2 (Sistemática de elaboração dos atos normativos), em especial a
parte que trata de articulação do texto.
Vírgula nos endereços:
Ao escrever endereços, usa-se vírgula entre o nome do logradouro e o
número da casa ou edifício: Avenida Paulista, 234. Rua dos Andradas, 14. Avenida
Luís Eduardo Magalhães, 234, bloco C, apartamento 13. Nos endereços de Brasília,
dispensa-se a vírgula entre a indicação da quadra ou do setor e o número: SQS 310
(e não: SQS, 310), bloco C, ap. 620. SCLN 208 (e não: SCLN, 208), bloco C, loja 16.
A indicação do CEP ou da caixa postal não pode vir separada do número por vírgula
ou dois pontos: CEP 71501-230 (e não: CEP, 71501-230). Caixa postal 135 (e não:
Caixa Postal, 135).
Vírgula nos termos explicativos e restritivos:
Comparem-se as frases: O Presidente da República, Gomide Oliveira,
prepara nova viagem. O Ex-Presidente da República Josias Franco morou no
exterior. Uma traz o nome entre vírgulas; outra, não. Na primeira frase, aparece o
termo Pres|dente da Repúb||ca antes do nome Com|de 0||ve|ra. Como só existe um
Presidente, Com|de é termo explicativo ou aposto (sua ausência não prejudica o
entendimento da frase). As vírgulas indicam isso.
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152
Na segunda frase, aparece Ex-Pres|dente da Repúb||ca antes do nome Jos|as
Franco. Como há vários ex-presidentes, deve-se indicar a qual deles se refere a
frase. Jos|as é, portanto, termo restritivo e, nesse caso, não aceita vírgula antes ou
depois.
Mais exemplos:
A capital do Brasil, Brasília, tem dois milhões de habitantes (o Brasil só
tem uma capital). O Ministro da Fazenda, Machado Ribeiro, deve depor
na CPI (só há um Ministro da Fazenda). O Ex-Ministro da Fazenda
Ricardo Almeida ficou famoso pela expedição de mais de cinco pacotes
econômicos (há vários ex-ministros da Fazenda).
Vírgula separando locais de datas
Utiliza-se a vírgula para separar, na datação de um escrito, o nome do
lugar: Brasília, 27 de abril de 2001.
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153
18. Emprego do porquê
18.1. Por que separado e sem acento
1º caso: Por que = por que razão ou por que mot|vo
No início de orações interrogativas diretas (com o ponto de interrogação
grafado): Por que você fez isso? Por que você disse aquilo?
2º caso: Por que = por que razão ou por que mot|vo
No início de orações interrogativas indiretas (sem o ponto de
interrogação). Neste caso, estará iniciando oração subordinada substantiva, que
poderá ser trocada por |sto: Não sei por que você fez isso. Perguntaram-me por que
você faltou.
3º caso: Por que = pe|o qua| (ou variações)
No início de orações subordinadas adjetivas, quando o por é preposição e
o que pronome relativo, perfeitamente substituível por o qua|, a qua|, os qua|s, as qua|s.
Com a função de relativo, o que sempre se separa do por. Nesse caso há, sempre,
um substantivo anteposto (claro ou subentendido) ao por que: Essa é a razão por que
o demiti. Não se sabe o motivo por que você disse aquilo. Não há por que reclamar
(não há motivo). Acertei a prova toda. Eis por que fiquei feliz (eis o motivo, a razão).
4º caso: O que é conjunção integrante
Usa-se ainda por que (em duas palavras) quando a preposição por é uma
exigência de um nome relativo; o que, nesse caso, é uma conjunção integrante: Eles
demonstraram simpatia por que eu ficasse ali com eles. (Quem demonstra simpatia,
demonstra simpatia por alguma coisa; portanto, s|mpat|a é um nome relativo.) Estou
ansioso por que o aumento seja aprovado. (Quem está ansioso, está ansioso por
alguma coisa; logo, ans|oso é um nome relativo.)
18.2. Por quê separado e com acento
Quando por que vem em final de frase de qualquer natureza e o acento se
justifica pelo fato de o que ser tônico: Você fez isso, por quê? Ele fez isso por quê, se
foi orientado para não fazê-lo? Você faltou e não disse por quê.
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154
18.3. Porque junto e sem acento
Usa-se nos casos não mencionados anteriormente. Pode ser conjunção
ou palavra denotativa de realce: Não apóio esse governo porque desconfio dele
(Conjunção). Pretender manobras eleitoreiras iguais àquela é temeroso. Porque não
se iludam: o povo não se deixará enganar novamente. (Palavra denotativa de
realce.).
18.4. Porquê junto e com acento
Observe-se que o porque pode aparecer, às vezes, substantivado ou seja,
precedido de artigo, numeral ou pronome. Nesse caso, recebe acento: Aprendendo
um porquê, podemos aprender todos os porquês. Ninguém sabe o porquê de ela ter
feito isso. Ninguém sabe o porquê da sua recusa. Acertei aquele porquê que caiu na
prova.
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155
19. Pronome
Pronomes são palavras que representam os nomes dos seres ou os
determinam, indicando a pessoa do d|scurso (é a que participa do ato da
comunicação). Há seis tipos de pronomes: demonstrativos, pessoais, possessivos,
indefinidos, relativos e interrogativos. Neste Manual serão abordados apenas os três
primeiros.
19.1. Pronomes demonstrativos
Os pronomes demonstrativos (este, esse, aquele, esta, essa, aquela, isto,
isso, aquilo) situam a pessoa ou a coisa designada relativamente às pessoas
gramaticais. Podem situá-la no espaço ou no tempo, mas empregam-se também
para lembrar ao ouvinte ou ao leitor o que já foi mencionado ou o que se vai
mencionar. São, portanto, versáteis: ora indicam situação no espaço, ora no tempo,
ora no texto.
Situação no espaço:
A situação no espaço tem a ver com as pessoas do discurso (discurso =
conversa). Nele, tomam parte três pessoas: a que fala, a que escuta e a que é
objeto da conversa. Este indica que o objeto está perto da pessoa que fala: esta
bolsa, este jornal, este banco, esta sala (referindo-se à sala onde quem fala ou
escreve está). Esse informa que o objeto está próximo da pessoa que escuta: esse
livro, essa sala. Aque|e diz que o objeto da conversa está longe da pessoa que fala e
da que escuta: aquele quadro, aquela mesa. Assim, na frase: Os ônus correrão por
conta deste órgão, o deste refere-se ao órgão onde trabalha a autoridade que
assinou a correspondência. Se os ônus fossem do órgão ao qual a correspondência
é dirigida, estaria escrito: Os ônus correrão por conta desse órgão.
Situação no tempo:
Este anuncia tempo presente: este ano (o ano em curso), este mês (o mês
em curso), esta semana (a semana em curso), este fim de semana (o fim de semana
próximo, que o falante considera presente). Neste momento, os governadores estão
em pé de guerra com o Presidente. Esse e aque|e exprimem tempo passado (esse,
passado próximo; aquele, passado distante): Visitei João Pessoa em 1970. Nesse
(ou naquele) tempo eu morava em Recife.
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156
Situação no texto:
Quanto à situação no texto, esse recupera a informação; indica que o fato
já foi referido ou mencionado anteriormente: “Tudo vale a pena se a alma não é
pequena.” Esse verso foi escrito por Fernando Pessoa. Este informa que a referência
vai ser feita: Fernando Pessoa escreveu este verso: “Tudo vale a pena se a alma
não é pequena”. A discussão girou em torno deste tema — o manifesto dos
governadores da oposição. A regra vale para os pronomes |sto e |sso: Heráclito
escreveu isto: “A única coisa permanente no universo é a mudança”. O Brasil busca
o crescimento econômico; que brasileiro não sonha com isso?
Obs.: Quando se quer referir, discriminadamente, a termos já mencionados,
usa-se do demonstrativo aque|e para o termo citado em primeiro lugar, e do
demonstrativo este para o que foi nomeado por último: Todos têm olhos para ver
e prezar a formosura, poucos inteligência para avaliar e admirar a sabedoria:
esta vence com o tempo, aquela triunfa aparecendo. Pedro e João estudam na
universidade. Este cursa direito; aquele, economia.
19.2. Pronomes pessoais
Emprego:
Os pronomes pessoais são palavras que substituem os nomes e
representam as pessoas do discurso. Os pronomes pessoais retos (eu, tu, ele, ela,
nós, vós, eles, elas) funcionam, em regra, como sujeito da oração e os pronomes
pessoais oblíquos (me, mim, comigo, te, ti, contigo, se, si, consigo, lhe, lhes, o, os, a,
as, nos, conosco, vos, convosco), como objetos ou complementos. Tratar-se-á, a
seguir, da colocação dos pronomes oblíquos átonos na frase e dos pronomes de
tratamento.
Colocação dos pronomes pessoais oblíquos átonos:
Os pronomes pessoais oblíquos me, te, se, o, a, |he, nos, vos, os, as, |hes
são átonos, isto é, não têm acento tônico. Na frase, apoiam-se, para efeito de
acentuação, nos próprios verbos de que são complementos. Com relação ao verbo,
esses pronomes podem, na frase, ocupar três posições: antes, depois ou no meio do
verbo. Vindo antes, o pronome oblíquo se diz proc||t|co (e a posição chama-se
próc||se); vindo depois, enc||t|co (e a posição, ènc||se); vindo no meio, mesoc||t|co (e a
posição, mesóc||se).
Antes de continuar este estudo, faz-se necessário ressaltar que as
normas regentes da colocação do pronome na frase são determinadas por fatores
fonéticos. Devido a esse fato a colocação dos pronomes átonos no Brasil difere
apreciavelmente da atual colocação em Portugal, principalmente na linguagem oral,
e encontra, em alguns casos, similar na língua medieval e clássica.
Ver-se-ão, a seguir, algumas regras para o melhor posicionamento
desses pronomes na frase de acordo com a norma culta. Observa-se, no entanto,
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157
que há divergência entre os gramáticos em relação a esse assunto.
ÊNCLISE:
a) como regra geral, os pronomes oblíquos devem vir pospostos aos
verbos, isto é, devem ser enc||t|cos. Assim, se não houver nada que
eufonicamente atraia o pronome oblíquo, deve-se dar preferência à
posposição: Os homens dizem-se sábios quando... Apresentavam-me
uma nova oportunidade;
b) não se pode iniciar um período com pronome oblíquo: Disseram-me
isso ontem. (e não: Me disseram isso ontem);
c) exige a eufonia (bom som) a posposição dos oblíquos aos gerúndios:
Não queira conquistá-lo confiando-lhe segredos. Existe uma exceção:
o pronome oblíquo passa a vir antes do gerúndio quando este estiver
precedido da preposição em e, ainda mais, quando fizer parte de
locuções verbais: Em o nomeando, fez o governo justiça. Ele está-se
levantando. Finalmente, se a uma forma verbal simples em ndo
preceder palavra de valor atrativo, o oblíquo virá antes: Não se
revestindo...
PRÓCLISE:
Há casos em que o verbo perde sua força enclítica, o que é motivado pela
anteposição, aos verbos, de partículas que, para efeito de eufonia, atraem o
pronome oblíquo; isso ocorre em casos tais como:
a) nas orações negativas, uma vez que a negativa, quer constituída de
advérbio, quer de pronome, quer de conjunção, atrai o oblíquo para
antes do verbo: Não se deixe iludir pelas promessas daquele
candidato. Ele não foi nem se deixou levar. Nada lhes devo;
b) com certas conjunções coordenativas aditivas (nem, não só... mas
também, que): Não foi nem se lembrou de levar. Diz-me com quem
andas, que eu te direi quem és. Um grande fracasso de organização
fez com que todos, palestrantes e público, se queixassem
veementemente do evento;
c) com as alternativas ora... ora, ou... ou, já... já, quer... quer, agora... agora,
quando... quando: Ora se decide, ora se omite;
d) com os pronomes adjetivos e pronomes relativos (que, qual, quem,
cujo): O livro que me deu é bom. Aí está o livro cujas páginas se
estragaram;
e) com os indefinidos (algum, alguém, diversos, muito, pouco, tudo,
vários etc.), quando vêm antes do verbo: Pouco se faz em prol do
idioma pátrio. Tudo lhe dei, saúde e dinheiro;
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158
f) com os advérbios, quando precedem o verbo: Sempre lhe disse... O
que aqui me fizeram...;
g) com os pronomes demonstrativos: Aquilo me parecia uma grande
falsidade;
h) com o verbo no gerúndio, precedido da preposição em: Em me
firmando nesta terra, jamais sairei daqui.
MESÓCLISE:
Quando as formas do futuro do presente e as do futuro do pretér|to iniciarem
o período, torna-se forçada a colocação dos pronomes no meio do verbo: dir-te-ei,
dar-me-ás, far-vos-á, encontrar-nos-emos, queixar-vos-ei, castigar-nos-ão; dar-lhe-
íamos. Ainda que essas formas não iniciem período, pode-se empregar a mesóclise,
bastando para isso que não exista nenhuma palavra de valor atrativo que obrigue a
próclise: O tempo dir-lhe-á quem está com a verdade.
Uso dos pronomes de tratamento:
Entre os pronomes pessoais incluem-se os pronomes de tratamento,
também chamados formas de tratamento, que se usam no trato com as pessoas.
Substituem a terceira pessoa gramatical. Dependendo da pessoa a quem se dirige,
do seu cargo, título, idade, dignidade, o tratamento será familiar ou cerimonioso:
fulano, beltrano, sicrano, a gente, você, vossa mercê, vossa excelência, vossa
senhoria, sua senhoria. (Ver Anexo IV.)
Observe-se, ainda, a respeito desses pronomes:
a) sua emprega-se quando se está referindo à pessoa: Vi Sua Excelência
o Prefeito em campanha eleitoral. Vossa emprega-se quando se está
dirigindo à pessoa: Acabo de receber o diploma que Vossa Excelência
se dignou enviar-me. Em ambos os casos, a fórmula é sempre da
terceira pessoa; verbos e pronomes a ela referentes devem na terceira
pessoa ser flexionados;
b) não é elegante dizer, em uma mesma correspondência, de V. 8a., a V.
8a., repetindo-se enfadonhamente o V. 8a.. Esse tratamento, como
todos os demais de cortesia, pode muito bem aparecer na forma
oblíqua: formulamos-lhe, pedimos-lhe, vemos na sua pessoa, em vez
de: formulamos a V. Sa., pedimos a V. Sa., na pessoa de V. Sa.;
c) encontra-se em desuso a expressão “Digníssimo (DD.)”. Quanto à
expressão “doutor”, só deve ser utilizada como título acadêmico,
sendo empregada apenas nos casos em que o destinatário tenha
obtido tal grau em curso de doutorado.
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159
19.3. Pronomes possessivos
O uso do possessivo seu, sua pode-se referir a vocè e a e|e ou e|a. Em
geral gera ambigüidade: Maria pediu a Carlos que tirasse cópia do seu processo.
Processo de quem? De Carlos? De Maria? Uma possível solução para eliminar a
ambigüidade seria substituir o possessivo pelo pronome de|e ou de|a: Maria pediu a
Carlos que tirasse cópia do processo dele (ou dela).
Omite-se comumente o possessivo junto a palavras que indicam:
a) partes do corpo: Na batida, quebrou a perna (e não: sua perna).
Arranhou o rosto (e não: seu rosto). Levantou a mão (e não: sua mão);
b) objetos de uso pessoal: Calçou os sapatos (e não: seus sapatos). Pôs
os óculos (e não: seus óculos). Vestiu o terno (e não: seu terno);
c) qualidades do espírito: Perdeu a consciência (e não: sua consciência).
Mudou a mentalidade (e não: sua mentalidade).
Na maioria dos casos, é dispensável o uso do possessivo: Todos ficaram
sabendo dos detalhes da cirurgia que ela fez para mudar o (seu) corpo. Paulo fez a
(sua) redação. Pegou o (seu) carro e foi ao supermercado. Você tem medo de
perder a (sua) juventude? Em alguns casos o pronome |he substitui o seu, com a
vantagem de dar elegância à frase: Criticou os seus discursos. Criticou-lhe os
discursos.
Os possessivos concordam, em português, com a coisa possuída e não
com o possuidor. Em orações como “Meninos, seus pais devem continuar
trabalhando”, o substantivo pa|s está no plural e o possessivo com ele concorda. Se
os meninos forem irmãos, diremos: “Meninos, seu pai deve continuar trabalhando”; o
possessivo, nesse caso, deverá concordar com pa| que está no singular.
Sobre o assunto ver também tópico 21.74 – Seu / Sua.
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160
20. Regência verbal
Em geral, as palavras de uma oração são interdependentes, isto é,
relacionam-se entre si para formar um todo significativo. Essa relação necessária
que se estabelece entre as palavras, em que uma delas serve de complemento a
outra, é o que se chama regência, nominal ou verbal. Regência verbal é o
mecanismo que regula as ligações entre o verbo e os seus complementos.
Há verbos transitivos e intransitivos. Os intransitivos expressam uma idéia
completa, portanto não exigem o acompanhamento de uma palavra para
complementar-lhes o sentido: Carlos saiu. O cavalo galopava. O pássaro voou. O
navio partiu. Já os transitivos, mais numerosos, exigem sempre o acompanhamento
de uma ou mais palavras para integrar-lhes o sentido: Recebemos (o quê?) tuas
lembranças. Mário gosta (de quê? ou de quem?) de flores. João entregou (o quê?) a
carta (a quem?) ao destinatário.
A ligação do verbo transitivo com o seu complemento pode ser feita
diretamente, sem preposição intermediária, caso em que o verbo será transitivo
direto. Essa ligação, também, poderá ser realizada indiretamente, mediante o
emprego de preposição (a, com, de, em, para, por), situação na qual o verbo será
transitivo indireto.
As dúvidas mais freqüentes quanto à regência verbal dizem respeito à
necessidade ou não do uso da preposição após determinado verbo e à escolha da
preposição apropriada.
Considerando que certos verbos possuem mais de uma regência e, ainda,
que esta diversidade poderá ocasionar variações no sentido do verbo, algumas
regências são mostradas, na lista seguinte, com os respectivos significados do
verbo.
20.1. Agradecer
a) transitivo direto (agradecer a coisa): Agradeci o presente;
b) transitivo indireto, com a preposição a (agradecer a alguém): Agradeço
a Deus. Agradecemos aos amigos;
c) transitivo direto e indireto (agradecer a alguém alguma coisa): Quero
agradecer ao diretor a promoção recebida;
Obs.: Na substituição do a|guém pelo pronome, emprega-se o |he: Quero
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161
agradecer-lhe a lembrança. Quem lhe agradece primeiro?
d) intransitivo: Recebe favores, e não agradece.
20.2. Apelar
a) no sentido de pedir auxílio, valer-se de alguém ou de alguma coisa, é
transitivo indireto com a preposição para: Apelar para o governador.
Apelar para o professor. Apelar para a consciência. Apelar para a
ignorância. O médico apelou para o bom senso do paciente. Os
trabalhadores rurais apelaram para o presidente da República;
b) na acepção de recorrer por apelação, interpor recurso judicial é
transitivo indireto com a preposição de: O advogado apelou da
sentença.
20.3. Aspirar
a) no sentido de respirar, sorver ar, é transitivo direto: Quero sempre
aspirar o perfume das flores.
b) no sentido de pretender, almejar, é transitivo indireto com a preposição
a: Todos aspiram a uma vida digna. Não admite pronome oblíquo
átono como complemento, ou seja, exige a forma a e|e(s} ou a e|a(s} e
não |he(s}: Aspiras ao cargo? Sim, aspiro a ele.
20.4. Assistir
a) no sentido de acompanhar, ajudar, socorrer, é transitivo direto ou
transitivo indireto com a preposição a: O médico assiste os doentes. O
médico assiste aos doentes. A noção da insignificância humana
assistia-o constantemente contra o ridículo da cólera e das atitudes
patéticas. O dono da casa era um padre que lhe assistiu com muita
caridade;
b) no sentido de ver, presenciar, é transitivo indireto com a preposição a:
Assisti à palestra. Assistimos ao show de João Gilberto. Não admitirá
pronome oblíquo átono como complemento, ou seja, exigirá a forma a
e|e(s} ou a e|a(s}, e não |he(s}: Assististe aos jogos? Sim, assisti a eles;
c) na acepção de favorecer, caber (direito ou razão a alguém), é
transitivo indireto com a preposição a: Não assiste ao empregado esta
tarefa. Verifico mais uma vez como lhe assistia razão;
d) no sentido de morar, residir, habitar, é intransitivo com a preposição
em: Dois daqueles assistiam no termo de Vila Nova da Rainha. Ele
assiste em Brasília.
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162
20.5. Caber (recurso)
Significa ser admissível ou oportuno interpor recurso judicial (pedido de
reconsideração). Cabe recurso à instância superior ou à Justiça, não à decisão. É
errada a construção: À decisão cabe recurso. Deve-se dizer ou escrever: Da decisão
cabe recurso. Contra a decisão cabe recurso.
20.6. Chamar
a) no sentido de evocar, é transitivo direto: A velhinha assaltada chamou
o policial.
b) no sentido de denominar, dar nome, é indiferentemente transitivo
direto ou transitivo indireto com a preposição a, pedindo ainda
predicativo para o objeto, predicativo este que pode ou não vir regido
da preposição de: A torcida chamou o mau juiz ladrão. A torcida
chamou o mau juiz de ladrão. A torcida chamou ao mau juiz ladrão. A
torcida chamou ao mau juiz de ladrão.
20.7. Consistir
Quer dizer ser constituído, constar, compor-se, resumir-se, reduzir-se,
cifrar-se. É verbo transitivo indireto com a preposição em: O edifício consistia em
construções várias, de diferentes materiais. Em que consistiu seu erro? Consistiu em
confundir as datas. A herança consiste em terrenos e apartamentos. A biblioteca
consiste em trezentos volumes. Sua proclamada cultura consiste na memorização
de sentenças latinas.
20.8. Constituir
É transitivo direto, mesmo quando utilizado pronominalmente (constituir-
se): O perfeito equilíbrio entre as receitas e as despesas públicas constitui (ou:
constitui-se) o maior desafio dos governantes. A libertação dos escravos constituía
fator importante na proclamação da República. Constituiu uma firma comercial.
Constituí um advogado para tratar do assunto.
20.9. Contradizer
É transitivo direto (não aceita preposição) nas acepções de dizer o
contrário de, impugnar, contrariar, desmentir, redargüir a, contestar: No seu
arrazoado contradizia a doutrina do mestre. Há fatos que contradizem sua
afirmação. Magoado, não contradisse o amigo. Tal ato contradiz frontalmente (e não:
contradiz frontalmente com) a Lei nº 8.666/93.
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163
20.10. Custar
a) no sentido de ser custoso, tem como sujeito a coisa custosa e como
objeto indireto a pessoa a quem a coisa custa: Muito me custaram teus
maus conselhos. Sendo o sujeito uma oração infinitiva, esta poderá
ser precedida da preposição a: Custou-me a chegar a casa.
b) no sentido de acarretar, é transitivo direto e indireto: A tarefa custou-
nos muita dedicação.
20.11. Dar entrada
Usa-se com a preposição a: O advogado deu entrada ao processo na
segunda vara (e não: ... deu entrada no processo...). Assim sendo, solicitamos as
devidas providências, objetivando dar entrada a um processo contra a empresa, de
forma a solucionar a pendência (e não: ... dar entrada num processo contra...).
20.12. Desculpar
a) no sentido de eliminar ou atenuar a culpa de, justificar, perdoar, é
transitivo direto: A má saúde desculpa sua negligência no trabalho.
Intolerante, não desculpa faltas alheias. Não soube o pai desculpar a
falta do filho;
b) no sentido de desculpar alguém de alguma coisa, ou alguma coisa a
alguém, é transitivo direto e indireto, e exige a preposição de:
Desculpe-nos do atraso na entrega do relatório. Desculpou-se de só
chegar àquela hora. Desculpei-lhe o atraso.
20.13. Esquecer e lembrar
a) usados não pronominalmente, são transitivos diretos: Jamais
esquecerei meus primeiros dias no Tribunal. Sempre lembro aqueles
dias;
b) usados pronominalmente, são transitivos indiretos com a preposição
de: Jamais me esquecerei dos meus primeiros dias no Tribunal.
Sempre me lembro daqueles dias;
c) estes verbos podem, ainda, aparecer tendo como sujeito a co|sa que
lembra ou esquece e como objeto indireto a pessoa a quem a coisa
lembra ou esquece: Jamais me esquecerão os teus lindos olhos.
Lembram-me, ainda, teus belos cabelos.
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20.14. Implicar
No sentido de acarretar, trazer como conseqüência, envolver, importar, é
transitivo direto, não aceita preposição: Alterações no câmbio implicaram mudanças
na economia (e não: Alterações no câmbio implicaram em mudanças). A supressão
da liberdade implica, não raro, a violência (e não: ... implica, não raro, em violência).
20.15. Informar
É transitivo direto e indireto, podendo apresentar:
a) objeto direto de coisa e objeto indireto de pessoa. Quem informa,
informa alguma coisa a alguém: Informo o horário da reunião a vocês.
Informo a V.Sa. que a empresa adotará novo regime de trabalho. Para
substituir o nome pelo pronome, há duas maneiras: uma é trocar o a
a|guém, que é objeto indireto, por |he: Informo-lhes o horário da reunião.
Informo-lhe que a empresa adotará novo regime de trabalho; outra,
substituir o a|guma co|sa, que é objeto direto, por o ou a: Informo-o a
vocês;
b) objeto direto de pessoa e objeto indireto de coisa. Quem informa,
informa alguém de alguma coisa: Informo vocês do horário da reunião.
Informo V.Sa. de que a empresa adotará novo regime de trabalho.
Nesse caso, só o objeto direto pode virar pronome: Informo-os do
horário da reunião. Informo-o de que a empresa adotará novo regime
de trabalho.
Obs.: Seguem estes mesmos preceitos, entre outros, os verbos: avisar, certificar,
cientificar, notificar, prevenir, proibir.
20.16. Necessitar
Com o único sentido de ter necessidade, carecer, é transitivo direto e,
ainda, transitivo indireto: Necessito algumas explicações. Necessito de algumas
explicações.
20.17. Obedecer
Em linguagem culta formal, recomenda-se seu uso como transitivo
indireto com a preposição a: A instituição não obedeceu ao art. 1º da lei. Os seus
subordinados obedeciam a ele. O verbo desobedecer segue a mesma regra: Não
desobedeça a seu pai.
Obs.: Obedecer e desobedecer são os únicos verbos transitivos indiretos que
admitem a construção na voz passiva: A lei foi obedecida. Dava-lhes ordens
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165
certo de ser obedecido. O decreto foi desobedecido.
20.18. Preferir
É transitivo direto e indireto. Não aceita a construção com expressões que
denotam intensidade ma|s, menos, m|| vezes etc., bem como repele expressões
comparativas do tipo que ou do que: Prefiro ser rico e saudável a ser pobre e doente.
20.19. Proceder
a) no sentido de dar início, é transitivo indireto com a preposição a: O juiz
procedeu ao julgamento do réu;
b) no sentido de ter fundamento, comportar-se e provir, é intransitivo:
Aquela informação não procedia. Meu filho sempre procedeu bem na
escola. O navio procedia da Europa.
20.20. Querer
a) no sentido de desejar, é transitivo direto: Todos queriam o cargo de
chefe;
b) no sentido de estimar, gostar, é transitivo indireto com a preposição a:
A mãe queria bastante a seus filhos.
20.21. Responder
a) na acepção de dar resposta a alguém ou a alguma coisa;
responsabilizar-se, fazer as vezes de alguém é transitivo indireto com
a preposição a: Responder ao professor. Responder à carta,
responder ao ofício;
b) quando significa responsabilizar-se, fazer as vezes de alguém é
transitivo indireto com a preposição por: Parecia que outro
personagem respondia por ele, a fim de deixá-lo à vontade;
c) no sentido de replicar, retorquir, usa-se, normalmente, como transitivo
indireto, porém, o emprego intransitivo é freqüente: À linguagem do
deputado o jovem médico respondeu com igual franqueza. O réu não
ergueu os olhos nem respondeu. Quem bem ouve, bem responde;
d) na acepção de responder algo a alguém é transitivo direto e indireto
com a preposição a: O deputado respondeu aos jornalistas que não
aceitava a acusação. Ele responderá o que quiser ao público.
Respondeu-lhes que aceitava a proposta.
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20.22. Simpatizar e deparar
São transitivos indiretos seguidos da preposição com. Não podem ser
usados pronominalmente: Sempre simpatizei com a idéia. Quando ele deparou com
o problema, fugiu.
20.23. Ter de
Indica necessidade, interesse, obrigação ou dever: Ele vai ter de estudar
o caso. Tenho de conseguir esse emprego. A expressão ter que nessa acepção
surgiu por cruzamento com ter (a|go} que + |nf|n|t|vo trans|t|vo d|reto, onde o que é
pronome relativo, objeto direto do infinitivo: Ela tem um caso que estudar. Tenho
muito que fazer.
Obs.: O uso atual mostra o ter que amplamente consagrado.
20.24. Tomar parte
Com o sentido de integrar, fazer parte, essa expressão deve ser
empregada com a preposição em. Não se toma parte de; toma-se parte em: Informo que
não poderei tomar parte na reunião, pois estarei viajando (e não: ... não poderei
tomar parte da reunião...).
20.25. Visar
a) no sentido de dar ou pôr o visto em algum documento, apontar um
alvo, mirar com arma de fogo é transitivo direto: Visar um passaporte.
Visar o diploma. O professor visou a lição do aluno. Visei o cheque.
Visando o alvo, atirou. O policial visou o ladrão e atirou;
b) no sentido de ter em vista, objetivar, pretender, é transitivo indireto,
exigindo a preposição a: As medidas do governo visam ao salvamento
do Plano Real. Os grandes investidores visam à especulação com o
dólar. Quando seguido de infinitivo, v|sar pode aparecer seguido de
preposição ou pode dispensá-la: O governo visa (a) conter a escalada
do dólar. Jackson Souza visa (a) esclarecer as manhas do verbo.
Obs.: Com essa acepção, há gramáticos que defendem o uso do verbo v|sar
também como transitivo direto.
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21. Significado e uso de certas palavras e expressões
Apresenta-se, a seguir, lista de palavras e expressões usadas com certa
freqüência na redação oficial, indicando-se, quando necessário, seu significado,
fornecendo-se exemplos de seu emprego e sugerindo-se alternativas vocabulares a
palavras que costumam constar em excesso dos textos oficiais.
21.1. Acerca / A cerca / Há cerca
Acerca:
Significa sobre, a respe|to de: O deputado falou acerca das eleições.
A cerca:
Quer dizer aprox|madamente, quando se refere a tempo futuro: O projeto
será implementado daqui a cerca de oito meses.
Há cerca:
Quer dizer aprox|madamente, quando se refere a tempo passado: A votação
ocorreu há cerca de meia hora.
21.2. Adequar
O verbo adequar é um dos verbos defectivos da língua portuguesa (não se
conjuga em algumas pessoas do presente do indicativo, em todas as pessoas do
presente do subjuntivo e em algumas pessoas do imperativo afirmativo). Daí ser
errado dizer: A referida mesa não se adequa ao ambiente do escritório. O certo: A
referida mesa não é adequada (ou: não é apropriada) ao ambiente do escritório.
21.3. A distância / À distância
A locução a d|stànc|a tem crase só se o substantivo d|stànc|a estiver
determinado: Quando voamos, fazemos manobras à distância de menos de um
metro entre um avião e outro. Caso contrário, não há crase: Treinamento a distância.
Fiscalização a distância. Siga-a discretamente, a distância.
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21.4. A expensas de
Significa a custa de: Não tinha emprego regular, vivia a expensas do pai.
21.5. A fim de / Afim
A fim de:
Significa com a f|na||dade de, para (sempre que possível prefira-se para):
Escrevo a fim de informar (ou: Escrevo para informar). Saiu cedo a fim de ir à
faculdade (ou: Saiu cedo para ir à faculdade).
Afim:
Quer dizer que tem af|n|dade, seme|hança, podendo reger-se pelas
preposições com, de, em: Temos gostos afins. O espanhol é língua afim com o
português. Tal descoberta tem uma larga esfera de aplicação às ciências afins da
medicina. C e G são letras afins no som.
21.6. Ambos / Todos os dois
Ambos significa os do|s ou um e outro. Devem ser evitadas expressões
pleonásticas como ambos do|s, ambos os do|s, ambos de do|s, ambos a do|s. Quando for
o caso de enfatizar a dualidade, pode-se empregar todos os do|s: Todos os dois
Ministros assinaram a Portaria.
21.7. À medida que / Na medida em que
À medida que:
Significa a proporção que, ao passo que, conforme: À medida que crescia,
tornava-se parecido com o pai. À medida que as investigações avançam, mais
peixes vão caindo na rede.
Na medida em que:
Dá idéia de causa, significa uma vez que, tendo em v|sta, pe|o fato de que: É
preciso punir os responsáveis na medida em que houve vítimas. Aumentaram os
casos de desidratação na medida em que (porque) a umidade relativa do ar chegava
a níveis críticos.
Obs.: Não se combinam partes de uma expressão com as de outra: a medida em
que e na medida que não existem.
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21.8. A ministra
A Lei Federal nº 2.749, de 2 de abril de 1956, determina que se flexione
no feminino o nome designativo de cargo público exercido por mulher: a chefe (não
há chefa), a conselheira, a consulesa, a delegada, a deputada, a embaixadora, a
governadora, a juíza, a ministra, a prefeita, a presidente (ou: a presidenta), a
secretária, a senadora, a vereadora.
21.9. Anexo / Em anexo
Anexo:
É adjetivo, flexiona-se, tem masculino, feminino, singular e plural.
Concorda em gênero e número com o substantivo ao qual se refere: Anexo,
encaminho o ofício. Anexa, encaminho a carta. Dirigimos os anexos projetos à
Chefia. Anexos, encaminho os ofícios. Encaminho as minutas anexas. Anexas,
encaminho as cartas. Quanto à pontuação, se anexo vem antes do objeto, usa-se a
vírgula: Anexa, encaminho a carta do diretor. Encaminho, anexa, a carta do diretor.
Em anexo:
É locução adverbial. Equivale a anexamente. Invariável, não tem feminino,
masculino, singular ou plural. Apresenta-se sempre da mesma forma: Em anexo,
encaminho os documentos. Encaminho as minutas em anexo. Em anexo, dirigimos
os projetos à Chefia. Em anexo, segue a correspondência. Quanto à vírgula,
depende da colocação do termo na oração. Se em anexo estiver no fim, não há
vírgula: Encaminho os documentos em anexo. A carta segue em anexo. Se aparecer
no começo ou no meio da oração, há vírgula: Em anexo, encaminho os documentos
solicitados. Encaminho, em anexo, os documentos solicitados. Em anexo, segue a
carta do diretor. Segue, em anexo, a carta do diretor.
21.10. A nível de / Ao nível de / Em nível de
Ao nível de:
Tem o sentido de a mesma a|tura de: Fortaleza localiza-se ao nível do mar.
Obs.:
1) Em n|ve| de é modismo, em geral, dispensável. Significa nessa |nstànc|a, no
àmb|to de: A decisão foi tomada em nível de diretoria. (A decisão foi tomada pela
diretoria.) Faço um curso em nível de pós-graduação. (Faço um curso de pós-
graduação.);
2) A n|ve| de não existe; constitui modismo que se recomenda evitar.
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21.11. Ao encontro de / De encontro a
Ao encontro de:
Quer dizer na d|reção de ou em favor de: O pai caminhou ao encontro do
filho. O programa veio ao encontro dos interesses da comunidade.
De encontro a:
Significa contra, no sent|do contrár|o, em contrad|ção: O carro foi de encontro
ao poste. O projeto do governo vai de encontro aos interesses dos trabalhadores.
21.12. Ao invés de / Em vez de
Ao invés de:
Ao |nvés de quer dizer ao contrár|o de: Ao invés de baixar, o preço subiu.
Saiu ao invés de entrar. Viajou ao invés de ficar.
Em vez de:
Significa em |ugar de: Comeu peixe em vez de frango. Foi de carro em vez
de avião. Estudou geografia em vez de história.
Obs.: Em vez de tem a vantagem de expressar substituição e também oposição.
Logo, na dúvida, usa-se em vez de.
21.13. A partir de / Começar
É redundância, pleonasmo, dizer ou escrever: O Jornal dos Esportes
começa a partir das 6h. A part|r de significa começar. Como a frase já tem o verbo
começar, a part|r de é desnecessário: O Jornal dos Esportes começa às 6h. A
primavera começa em 23 de setembro.
Para usar a part|r de, exclui-se da oração o verbo começar: A partir do dia
25, o código de Unaí será 38. Em reportagem a partir da página 70, a revista
mergulha na obra inédita de Gilberto Freyre.
Obs.: A part|r de deve ser empregado preferencialmente no sentido temporal: A
cobrança do imposto entra em vigor a partir do próximo ano. Evite-se usá-la com
o sentido de com base em; prefira cons|derando, tomando-se por base, fundando-
se em, baseando-se em.
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171
21.14. A partir de / Desde
A partir de:
Quer dizer a começar. Indica tempo presente ou futuro: Meu horário de
trabalho muda a partir de hoje. Os combustíveis terão novos preços a partir de
quinta-feira. A partir de hoje, não aceito mais seus argumentos falaciosos.
Desde:
Refere-se ao tempo passado: Está no Brasil desde 1993. Trabalha desde
os 14 anos. Ele administra a empresa desde o ano passado. Portanto, é errado
dizer: O relatório estava concluído a partir de 29 de setembro. O certo é: O relatório
estava concluído desde 29 de setembro.
21.15. Apenar / Penalizar
Apenar:
Significa condenar a pena, cast|gar, pun|r: O Tribunal apenou o responsável
pelo prejuízo.
Penalizar:
Quer dizer causar pena ou desgosto a, sent|r grande pena ou desgosto: Também
o penalizavam os resultados da fome em seu país. Penalizou-se com o sofrimento
do amigo.
21.16. Aposentar-se
No sentido de obter aposentadoria, é verbo pronominal (aposentar-se).
Exige o me, te, se, nos: Eu me aposentei no ano passado (e não: eu aposentei no ano
passado). O trabalhador aposenta-se com baixos salários (e não: o trabalhador
aposenta com baixos salários).
21.17. A princípio / Em princípio
A princípio:
Significa no começo: A princípio, pensei que ele se apresentaria como
candidato. Agora, com a sua ausência dos debates, tenho dúvidas.
Em princípio:
Quer dizer teor|camente, em tese: Em princípio, o Plano Real está correto.
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172
As crianças, em princípio, são inocentes. Aceito, em princípio, seu ponto de vista.
21.18. Assim
Usa-se após a apresentação de alguma situação ou proposta para ligá-la
à idéia seguinte. Alterne com: assim sendo, conseqüentemente, dessa forma, desse
modo, diante do exposto, diante disso, em conseqüência, em face disso, em vista
disso, por conseguinte, portanto.
21.19. Através de
A locução através de quer dizer de |ado a |ado, ao |ongo de, por entre. Pertence
à família do verbo atravessar, por isso só deve ser empregada no sentido de passar
de um lado a outro, ou passar ao longo de: Vejo o carro através da janela (meu olhar
atravessa a janela e chega ao carro). O conceito de beleza mudou através dos
tempos (ao longo dos anos, o belo foi adquirindo significados diferentes). A viagem
incluía deslocamentos através de boa parte da floresta.
Obs.: Evite-se o emprego de através de com o sentido de me|o ou |nstrumento.
Nesse caso, pode-se empregar graças a, med|ante, por, por |nterméd|o, por me|o
de, segundo, serv|ndo-se de, va|endo-se de: O dirigente da jurisdicionada
respondeu à diligência mediante o Ofício nº 147/01. O projeto será aprovado
mediante acordo de líderes. A comissão foi criada mediante portaria do Diretor-
Geral. A nomeação foi feita por decreto. A notícia chegou por intermédio dos
familiares da vítima. O projeto foi apresentado por intermédio do Departamento.
O assunto deve ser regulado por meio de portaria.
21.20. Bastante / Bastantes
ßastante é adjetivo quando acompanha substantivo. Se o substantivo
estiver no singular, fica no singular; se estiver no plural vai para o plural: Tenho
bastante trabalho para este ano. Nomeio os dois como meus bastantes
procuradores.
ßastante é advérbio quando acompanha adjetivo ou verbo. Não se
flexiona, portanto: Descansou bastante no fim de semana. Mostrou-se bastante
receptiva. Estamos bastante contentes.
Obs.: No caso de dúvida, substitui-se bastante por suf|c|ente. Se for advérbio,
suf|c|ente vira suf|c|entemente: Correu bastante (suficientemente), mas chegou
atrasado. Nomeio os dois como meus bastantes procuradores.
21.21. Bem como
Evite-se repetir, alternando com: como (também), da mesma forma, e,
igualmente. Evite-se o uso, polêmico para certos autores, da locução bem ass|m
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173
como equivalente.
21.22. Bimensal / Bimestral
Bimensal:
Significa duas vezes por mès: Trabalho numa revista bimensal. Ela circula
nos dias 15 e 30 de cada mês.
Bimestral:
Quer dizer de do|s em do|s meses: A faculdade faz avaliação bimestral dos
alunos.
21.23. Cada
O pronome indefinido cada não pode ser usado sozinho. Deve ser
acompanhado de substantivo ou numeral, ou do pronome qua|: Custou R$ 50,00
cada ingresso. As duas usinas têm capacidade instalada de 480 MW cada uma.
Quanto às famílias presentes, foi distribuída uma cesta básica a cada uma. Evite-se
a construção coloquial fo| d|str|bu|da uma cesta bás|ca a cada.
21.24. Com vista a / Com vistas a
Ambas as expressões significam a f|m de, com o objet|vo de. Tanto faz
utilizar uma ou outra: Remeteu o processo ao Ministério Público com vista à (ou:
com vistas à) elaboração de parecer.
21.25. Constatar
Evite-se repetir, alternando com: apurar, atestar, averiguar, certificar-se,
comprovar, evidenciar, notar, observar, perceber, registrar, verificar.
21.26. Currículo / Curriculum vitae
As duas formas estão corretas e podem ser usadas. Depende da
preferência da pessoa. Diz-se curr|cu|um v|tae ou curr|cu|o. Mas deve-se prestar
atenção para não misturar. É errado dizer curr|cu|o v|tae.
21.27. Custas / Custa
Para referir-se a despesas em processo judicial usa-se custas, no plural:
Foram bastante altas as custas do processo. Nos outros casos, usa-se o singular:
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As despesas foram feitas à custa (a expensas de) do pai. O serviço foi feito a minha
custa (a expensas de). Faz concessões à custa (com sacrifício de) da honra.
21.28. Dado/Visto / Haja vista
Dado/Visto:
Os particípios dado e v|sto usados como adjetivo concordam em gênero e
número com o substantivo a que se referem: Dados o interesse e o esforço
demonstrados, optou-se pela permanência do servidor em sua função. Dadas as
circunstâncias... Vistas as provas apresentadas, não houve mais hesitação no
encaminhamento do inquérito.
Haja vista:
Já a expressão haja v|sta, significa uma vez que, seja cons|derado ou veja-se, e
é locução invariável: O servidor tem qualidades, haja vista o interesse e o esforço
demonstrados. Na greve, ocorreram alguns imprevistos, haja vista o número de
feridos. Eu estava preparada para o vestibular, haja vista as notas que tirei.
Obs.: haja v|sto (com o) com o sentido de haja v|sta é inovação oral brasileira,
evidentemente descabida em redação oficial. É empregado apenas como
pretérito perfeito composto do verbo ver.
21.29. De forma que / De forma a
De forma (ou: maneira, modo) que:
Usa-se nas orações desenvolvidas: Fez a viagem de forma que se
cansasse menos. Deu recado de maneira que não deixasse dúvida. Terminou o
trabalho a tempo, de modo que pôde ir ao cinema.
De forma (ou: maneira, modo) a:
Usa-se nas orações reduzidas de infinitivo: Deu amplas explicações, de
forma (ou: maneira, modo) a deixar tudo claro.
Obs.: As locuções de forma que, de mane|ra que, de modo que, de sorte que, de
mo|de que, de je|to que não têm plural. Essas locuções pertencem à família das
locuções conjuntivas. Conjunção é invariável; locução conjuntiva também. É,
portanto, errado dizer ou escrever: de maneiras que, de formas que.
21.30. Desse ponto de vista
Evite-se repetir, empregando também: assim, desse prisma, dessarte,
desse modo, por esse prisma, sob esse ângulo, sob esse aspecto.
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21.31. Detalhar
Evite-se repetir, alternando com: delinear, minudenciar, particularizar,
pormenorizar.
21.32. Devido a
Quando empregado no sentido por causa de ou em razão de, dev|do exige a
preposição a: Devido ao turbilhão de denúncias, o deputado deverá ser cassado. Se
não ocorrer o impedimento, será devido ao corporativismo.
Evite-se repetir, utilizando: em razão de, em virtude de, graças a, por
causa de, provocado por.
21.33. Dia-a-dia / Dia a dia
O substantivo d|a-a-d|a tem hífen. A locução adverbial d|a a d|a não.
No sentido de quotidiano (sucessão dos dias), a forma é dia-a-dia: O dia-
a-dia do atleta exige treinos.
Na acepção de dia após dia, não ocorre hífen. É como mès a mès, ano a
ano: Melhorou meu inglês dia a dia.
21.34. Dirigir
Quando empregado com o sentido de encaminhar, alterne-se com:
encaminhar, endereçar, enviar, mandar, remeter, transmitir.
21.35. Em face de / Face a
A expressão face a é francesismo a ser evitado. A forma correta é em face
de: Em face do exposto, o Presidente cancelou a audiência. Em face da decisão do
Supremo Tribunal Federal, o Governo vai modificar sua estratégia.
Pode-se usar ante no lugar de em face de. O sentido não muda: Ante o
exposto, o Presidente cancelou a audiência. Ante a decisão do Supremo Tribunal
Federal, o governo vai modificar sua estratégia.
21.36. Em longo prazo / A longo prazo
Usa-se em |ongo prazo, em curto prazo, em méd|o prazo. Nas frases: Em que
prazo você me faz o serviço? Faço em três dias, a preposição usada é em. Não é
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176
possível empregar a preposição a. Escreve-se, portanto: Em longo prazo, serão
necessárias inúmeras mudanças para a conquista de novos mercados.
21.37. Em que pese a
Significa a|nda que |he custe, a|nda que |he doa. O pese fica sempre no
singular, porque fica subentendida a palavra |sto (isso) como sujeito: Em que (isto)
pese ao setor bancário, suas taxas precisam cair. Em que (isto) pese a nós,
trabalharemos nos finais de semana. A lei será rigorosa, em que (isso) pese aos
maus administradores.
21.38. Em via de / em vias de
A expressão correta é em v|a de, que significa no cam|nho de, prestes a. Usa-
se somente no singular: O senador está em via de (e não: em vias de) terminar o
segundo mandato. O mico-leão-dourado está em via de (e não: em vias de)
extinção. Em v|as de não existe.
21.39. Enquanto
Enquanto é conjunção proporcional equivalente a ao passo que, a med|da que.
Liga orações: verbo com verbo. Indica que duas ações se passam ao mesmo tempo:
Enquanto eu falo, você escuta. Você trabalhava enquanto ele ouvia música.
Obs.:
1) Deve-se evitar a construção coloquial enquanto que;
2) Deve-se evitar, ainda, o emprego da conjunção enquanto no lugar da
conjunção como ou das locuções na cond|ção de, na qua||dade de: E saúdo agora
mais um passo do nosso avanço, como sociedade (e não: enquanto sociedade),
na direção de formas mais civilizadas de convivência. Na condição de presidente
(e não: enquanto presidente), cada um faz a mudança que quer.
21.40. Erário
Algumas pessoas falam em erár|o púb||co. Isso constitui redundância,
assim como: habitat natural, manter o mesmo, continuar ainda, conviver junto,
encarar de frente, goteira no teto. Não existe erário privado; erário é sempre público.
Alguns o chamam de Tesouro; outros de Fazenda (daí Ministério da Fazenda).
Engloba os recursos econômicos e financeiros do Estado.
21.41. Especialmente
Evite-se repetir, usando também: em especial, em particular, mormente,
nomeadamente, notadamente, principalmente, sobretudo.
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21.42. Estadia / Estada
Estadia:
Refere-se a embarcações; dá nome à duração da permanência de navios
no porto: A estadia do Queen no porto de Santos foi de cinco dias.
Estada:
Refere-se a pessoas; é demora ou detenção em algum lugar: A estada
dos executivos no hotel foi de sete dias. A estada dele na prisão será de dois meses.
21.43. Falar / Dizer
Falar:
Fala-se alguma coisa (falo inglês), fala-se de alguém (falo de Getúlio); ou
fala-se de alguma coisa (falo de confidências). Mas não se fala que. Está, portanto,
errada a frase Ele falou que é candidato a presidente.
Dizer:
Deve ser utilizado quando o sentido é dec|arar, enunc|ar, em geral, seguido
da partícula que: O Ministro disse que o salário mínimo pode chegar a US$ 200. Ela
disse que foi aprovada no concurso. Não diga nada a ela. Ele disse umas tantas
coisas incompreensíveis.
21.44. Fazer uma colocação / Colocar
Não é recomendável a utilização das expressões fazer uma co|ocação ou
co|ocar no sentido de apresentar opinião ou ponto de vista. Opiniões ou idéias não se
co|ocam, se dão ou se expõem: Vou fazer uma colocação. Prefira: Vou apresentar
minha opinião (meu ponto de vista). Utilize co|ocar ou co|ocação em casos concretos:
A colocação do cadeado no portão principal gerou protestos. Ele colocou o livro no
armário.
21.45. Grosso modo
Crosso modo significa de modo grosse|ro, |mprec|so, aprox|mado. Não deve ser
usada com a preposição a: A avaliação preliminar revelou, grosso modo (e não: a
grosso modo), lucro superior a 100 mil dólares.
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178
21.46. Há / A
Há:
Na contagem de tempo, há diz respeito a tempo passado. Pode ser
totalmente passado: Morei na Suíça há cinco anos. Antônio Callado morreu há dois
anos. Pode ser uma ação que começou no passado e continua no presente:
Trabalho aqui há cinco anos. O Diário de Pernambuco existe há mais de cem anos.
há pode ser substituído por faz: Aconteceu há dois dias (= aconteceu faz dois dias).
A:
No sentido de tempo, a refere-se a futuro: O produto estará disponível
daqui a um mês.
21.47. Há / Atrás
Na contagem de tempo, não se deve misturar o há com o atrás na mesma
frase. Escolhe-se um ou outro: Dois anos atrás, estive em João Pessoa. Há dois
anos estive em João Pessoa. (Nunca: Há dois anos atrás estive em João Pessoa).
21.48. Implantar / Implementar
Implantar:
Significa |ntroduz|r, |naugurar, estabe|ecer: O governo implantou o projeto do
ensino a distância.
Implementar:
É dar execução a um projeto, a um programa: O governo fechou pacote com
40 medidas econômicas. Vai, agora, implementá-las. (Tomar providências para pô-
las em prática.)
21.49. Inclusive
Advérbio que indica |nc|usão; opõe-se ao termo exc|usão. Evite-se o seu
uso abusivo com o sentido de até; nesse caso utilizar o próprio até ou adema|s, a|nda,
|gua|mente, mesmo, também.
21.50. Incluso / Incluído
O verbo incluir tem dois particípios: |nc|uso e |nc|u|do. Caso se
comportasse como os verbos abundantes (são os que têm dois particípios), |nc|u|do
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179
acompanharia os auxiliares ter e haver; |nc|uso, ser e estar. Mas há certa preferência
pelo |nc|u|do seja com que auxiliar for: Tinha (ou: havia) incluído o nome na lista.
Paulo foi (ou: estava) incluído na relação dos aprovados. A empresa não foi (ou: não
estava) incluída na lista telefônica. Sem verbo, |nc|uso é melhor: taxas inclusas, frete
incluso, documentos inclusos.
21.51. Independentemente / Independente
Usa-se o advérbio |ndependentemente quando puder ser substituído por sem
|evar em conta: O Secretário-Geral disse o que disse independentemente (sem levar
em conta) do cargo que ocupa. Os candidatos, independentemente (sem levar em
conta) da idade, deverão submeter-se a exames médicos. As entidades voltaram a
ocupar as rodovias independentemente (sem levar em conta) do andamento das
negociações. Compare-se com o uso do adjetivo |ndependente: O Brasil é país
independente desde 1822.
21.52. Informar
Alterne-se seu uso com: avisar, cientificar, comunicar, confirmar, dar
conhecimento, instruir, inteirar, levar ao conhecimento, noticiar, participar.
21.53. Isto posto / Posto isso
Há dois esclarecimentos a serem feitos quanto ao uso de |sto posto para
referir-se a algo que acabou de ser dito ou escrito: o primeiro tem a ver com o
emprego do pronome demonstrativo (isto ou isso); o segundo, com o lugar do
pronome na expressão.
Quanto ao primeiro: |sto, este, esta informam o que vai ser dito a seguir: A
grande verdade é esta: ela mentiu. A sugestão da unidade será esta: arquivem-se os
processos. |sso, esse, essa falam do que já foi dito: “Ela mentiu. Essa é a grande
verdade”. “Arquivem-se os processos. Essa foi a sugestão do unidade”. “As bolsas
estavam superaquecidas? Isso todos sabiam”. “Posto isso, resta apresentar a
conclusão”.
Quanto ao segundo esclarecimento é preciso observar que a forma
nominal do verbo (particípio e gerúndio) deve vir antes do substantivo. Inverter essa
ordem é incorrer em galicismo. Construções como estas: “A festa acabada, os
músicos partiram”, “Isso posto, sugerimos ao egrégio Plenário” — são construções
francesas, e não portuguesas. Devemos, portanto, preferir as construções: “Acabada
a aula, os alunos saíram”. “Posto isso, sugerimos ao egrégio Plenário”.
21.54. Maior que / Maior do que
Na comparação, ora se escreve que, ora se escreve do que. Ambas as
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180
formas estão corretas: O Brasil é maior que (ou: do que) a Argentina. O português é
mais falado que (ou: do que) o italiano. José de Alencar é menos lido que (ou: do
que) Machado de Assis.
21.55. Mal / Mau
Ha| é o contrário de bem. Hau o antônimo de bom. Na dúvida, faz-se a
substituição: mau humor (bom humor), homem mau (homem bom), mau português
(bom português), mal do século (bem do século), mal-estar (bem-estar). Cortando o
mal (bem) pela raiz.
21.56. Mesmo
Usar mesmo como pronome pessoal ou pronome relativo indica fraqueza
de estilo e falta de recursos sintáticos: Vou ao escritório do meu advogado. Lá,
combinarei com o mesmo a melhor linha de defesa. Há várias possibilidades de
melhorar a frase: Vou ao escritório do meu advogado, com quem combinarei a
melhor... Vou ao escritório do meu advogado. Combinarei com ele a melhor... Vou
ao escritório do meu advogado para combinar com ele a melhor...
21.57. Não... algum / Não... nem / Não... nenhum
Não... algum:
É correta a forma não... a|gum: Os professores e o governo não chegaram
a acordo algum. Os derrotados não aceitaram negociação alguma com os
vencedores. Não vejo solução alguma para a crise. O documento não apresenta
novidade alguma.
Obs.: É erro utilizar qua|quer no lugar do a|gum: O documento não apresenta
qualquer novidade.
Não... nem:
É também correta a forma não... nem, mas deve-se evitar dizer ou escrever
e nem: Paulo não estuda e nem trabalha. Nem é conjunção aditiva que significa e não,
e tampouco, dispensando, portanto, a conjunção e: Não foram feitos reparos à
proposta inicial, nem à nova versão do projeto. Evite-se, ainda, a dupla negação não
nem, nem tampouco: Não pôde encaminhar o trabalho no prazo, nem não teve tempo
para revisá-lo. O correto é: ... nem teve tempo para revisá-lo.
Não... nenhum:
É correto o uso do não... nenhum: Não tivemos nenhum problema. Os
professores e o governo não chegaram a nenhum acordo. Os motoristas não
aceitam nenhuma redução nas tarifas. Não vejo nenhuma solução para a crise. O
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181
documento não apresenta nenhuma novidade.
Obs.: É erro utilizar qua|quer no lugar do nenhum: Não tivemos qualquer
problema.
21.58. No sentido de
Evite-se a repetição, empregando também: a fim de, com vistas a, com a
finalidade de, com o fito (objetivo, intuito, fim) de, tendo em vista (mira), tendo por
fim.
21.59. Objetivar
Alterne-se o uso com: com o fito de, no intuito de, pretender, ter como
propósito, ter em mira, ter por fim, ter por objetivo.
21.60. Onde / Aonde
Onde:
Indica o lugar em que, no qua|: A cidade onde nasceu. O país onde viveu.
Não sei onde ele está. Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá.
Obs.: Devem ser evitadas construções como a |e| onde é f|xada a pena ou o
encontro onde o assunto fo| tratado. Nesses casos, deve-se substituir onde por
em que, na qua|, no qua|: ... a lei na qual é fixada a pena... o encontro em que o
assunto foi tratado.
Aonde:
Indica movimento para um lugar. Resulta do encontro da preposição a com
o pronome onde. A união só ocorre com verbos de movimento que exigem a
preposição a:
a) verbo |r é um deles (quem vai, vai a algum lugar): Aonde (a que lugar)
você vai? Eu sei aonde (para que lugar) queres ir;
b) chegar é outro verbo de movimento que pede a preposição a (quem
chega, chega a algum lugar): Aonde (a que lugar) o governo quer
chegar? Sei bem aonde (a que lugar) ele quer chegar;
c) conduz|r também preenche as duas condições: é verbo de movimento
e rege a preposição a (quem conduz, conduz a algum lugar): Aonde
nos conduzirá essa política econômica?
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182
21.61. Operacionalizar
É neologismo verbal de que se tem abusado. Prefira-se: compor,
construir, cumprir, desempenhar, efetuar, estabelecer, executar, fazer, levar a cabo
(ou a efeito), pôr em obra, praticar, produzir, realizar. É da mesma família de ag|||zar,
objet|var e outros verbos cujo problema está antes no uso excessivo do que na
forma, pois o acréscimo dos sufixos |zar e ar é uma das possibilidades normais de
criar novos verbos a partir de adjetivos (ágil + izar = agilizar; objetivo + ar = objetivar;
operacional + izar = operacionalizar).
21.62. Opor veto
O correto é opor veto e não apor veto. Vetar é opor veto; apor é acrescentar;
daí aposto, (o) que vem junto. O veto, a contrariedade são opostos, nunca apostos.
21.63. Parêntese / parênteses
As duas formas estão corretas. Usa-se parèntese, no singular, nestes
casos: abrir parêntese, fechar parêntese. No plural, parènteses usa-se assim: entre
parênteses. Ver tópico 23.3 – Parênteses.
21.64. Pedir para / Pedir que
Ped|r para quer dizer ped|r ||cença: O aluno pediu ao professor (licença) para
sair. Ped|r que significa so||c|tar: Pedi à secretária que chegasse mais cedo. O Banco
Central pediu aos bancos que suspendessem remessas de dólares.
21.65. Pedir vista / pedir vistas
O correto é ped|r v|sta, no singular. Significa so||c|tar exame do processo: O
ministro pede vista. O presidente lhe concede vista.
21.66. Percentagem / Porcentagem
Tanto faz usar percentagem ou porcentagem. Mas o adjetivo só tem uma
forma: percentual. Na escrita, a percentagem pode ser expressa em algarismos
seguida do símbolo % (3%, 10%), ou na fórmula mista (3 por cento, 10 por cento).
Obs.: Diante de dois ou mais valores da porcentagem, deve-se usar o % em
todos eles: O aumento oscilará entre 5% e 7% (e não: ... entre 5 e 7%). O
imposto deve subir de 25% para 27,5% (e não: ... de 25 para 27,5%).
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183
21.67. Praticar preços / Cobrar preços
É modismo a ser evitado dizer ou escrever: Naquela loja, praticam-se
preços altos. Diga-se: Naquela loja, cobram-se preços altos. Não se prat|cam preços.
Os preços são cobrados.
21.68. Priorizar
É preferível o uso da expressão dar pr|or|dade em vez de pr|or|zar: O diretor
vai dar prioridade à revisão do plano de cargos e salários.
21.69. Processo epigrafado
A palavra grega ep|grafar tem duas partes. Uma é ep|; quer dizer em c|ma
de, em pos|ção super|or. A outra, grafar; significa escrever. Portanto, na expressão
processo ep|grafado ac|ma, o ac|ma é dispensável; basta dizer: processo epigrafado (ou:
processo em epígrafe).
21.70. Relativo a
Para não repetir, empregue-se também: atinente a, concernente a,
pertencente a, que diz respeito a, que respeita, que trata de, referente a, tocante a.
21.71. Ressaltar
Varie-se seu uso com: destacar, distinguir, frisar, relevar, salientar,
sobressair, sublinhar.
21.72. Se
Evite-se o uso abusivo do pronome se como indeterminador do sujeito. O
simples emprego da forma infinitiva já confere a almejada impessoalidade: Para
atingir esse objetivo há que evitar o uso de coloquialismos (e não: Para atingir-se...
há que se evitar...).
21.73. Senão / Se não
Senão:
É conjunção coordenativa adversativa e tem os seguintes significados: 1)
de outro modo, de outra forma, do contrário: Confessa, senão apanhas. Não
insistas, senão serás advertido por escrito; 2) mas sim: Chamei-o aqui, não para
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184
ofendê-lo, senão para adverti-lo. Não quero falar, senão escrever; 3) a não ser, mais
do que: Ele não se corrigirá senão sendo punido. Não havia senão casas vazias na
região.
Se não:
Em se não há duas classes gramaticais distintas. O não conserva seu valor
de advérbio de negação, e o se, unicamente o se, exerce a função de conjunção e
pode ser substituída por outra conjunção sinônima: Se não queres (= caso não
queiras), não irei.
21.74. Seu / Sua
O uso do possessivo seu, sua pode se referir a vocè e a e|e ou e|a. Em
geral gera ambigüidade: Maria pediu a Carlos que tirasse cópia do seu processo.
Processo de quem? De Carlos? De Maria? Uma possível solução para eliminar a
ambigüidade seria substituir o possessivo pelo pronome de|e ou de|a: Maria pediu a
Carlos que tirasse cópia do processo dele (ou dela).
Os possessivos concordam, em português, com a coisa possuída e não
com o possuidor. Em orações como “Meninos, seus pais devem continuar
trabalhando”, o substantivo pa|s está no plural e o possessivo com ele concorda. Se
os meninos forem irmãos, diremos: “Meninos, seu pai deve continuar trabalhando”; o
possessivo, nesse caso, deverá concordar com pa| que está no singular.
Sobre o assunto ver também tópico 19.3 – Pronomes Possessivos.
21.75. Tachar / Taxar
Na acepção de acusar, censurar, pôr defeito ou em qualquer sentido
negativo, usa-se tachar: O empresário foi tachado de corrupto pelo sindicato dos
trabalhadores. Taxar significa |mpor tr|buto a, f|xar taxa: Muitas vezes os governos
procuram equilibrar o orçamento público taxando cada vez mais os cidadãos.
21.76. Tampouco / Tão pouco
Tampouco:
É um advérbio de negação e equivale a também não: Ele não aprovou a
reforma e eu tampouco. Não concordei com os resultados; tampouco aceitei os
critérios de julgamento. Não consegui explicar a diferença. Ele tampouco conseguiu.
O advérbio tampouco já tem, por si, valor negativo; não se deve, pois, acrescentar um
não à segunda oração (tampouco não).
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185
Tão pouco:
Em tão pouco existem dois advérbios de intensidade, sendo que tão
intensifica pouco. Tem a acepção de pequeno, pouca co|sa: Ele comeu tão pouco! Dei-
lhe o necessário; tão pouco ele pediu. É impossível aprender uma língua estrangeira
em tão pouco tempo. Nunca vi tão pouco esforço na elaboração de um projeto.
21.77. Todo / Todo o / Todos os
Todo/Todo o:
Há divergência entre gramáticos, mas enquanto em Portugal não se faz a
distinção formal entre todo com sentido de cada/qua|quer e todo o com sentido de
|nte|ro, usando-se quase sempre todo o: Todo o homem é mortal; no Brasil, para o
primeiro sentido, modernamente, dispensa-se o artigo: Todo homem é mortal e, para
o segundo, o artigo é obrigatório: Toda a casa pegou fogo.
Obs.: Depois do substantivo, todo quer dizer inteiro: Li o jornal todo (= li todo o
jornal). Arrumei a casa toda (= arrumei toda a casa).
Todos os:
Equivale a globalidade (todas as pessoas ou representantes de
determinada categoria, grupo ou espécie): Todas as crianças (a globalidade das
crianças) na escola.
21.78. Todos / Unânimes
É pleonasmo dizer ou escrever: Todos foram unânimes ao afirmar isso.
Unàn|mes é relativo a todos. Todos dispensa o unàn|mes. Se são todos, está garantida
a unanimidade. Diga-se, então: Todos afirmam isso. Os presentes foram unânimes
na afirmação.
21.79. Tratar de
Evite-se a repetição, empregando também: contemplar, cuidar, debater,
discorrer, discutir, ocupar-se de, referir-se, versar.
21.80. Vice
Entre outras prerrogativas, o vice substitui o titular do cargo. Deixa de ser
vice, tornando-se interino ou em exercício: O Presidente recebeu ontem o
Governador interino de Brasília. Gomide, Presidente em exercício, fica no cargo até
amanhã.
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186
21.81. Viger
V|ger significa v|gorar, ter v|gor, func|onar. Pertence à segunda conjugação.
Conjuga-se como viver, comer e escrever: Ele escreve (vige). Eles escrevem
(vigem). Ele escreveu (vigeu). Eles escreveram (vigeram). Ele escrevia (vigia). Eles
escreviam (vigiam). A lei vige por tempo indeterminado. A medida provisória
continua vigendo. Esta lei vigeu até julho do ano passado.
Obs.:
1) O verbo viger é defectivo, conjuga-se apenas em alguns modos e pessoas.
Nos demais casos, é necessário recorrer a um sinônimo;
2) Em caso de dúvida sobre a conjugação do verbo v|ger, pode-se utilizar, por
exemplo, o verbo v|gorar: A lei vigora por tempo indeterminado. A medida
provisória continua vigorando.
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187
22. Uso das siglas
Sigla é a abreviatura formada com as letras iniciais das palavras de um
nome ou de um título: Organização das Nações Unidas – ONU, Partido da Frente
Liberal – PFL, Partido dos Trabalhadores – PT, Tribunal de Contas do Distrito
Federal – TCDF.
Por serem práticas e cômodas, as siglas vão-se multiplicando cada vez
mais e até passam a funcionar como substantivos: o CEP, a Funai, o Senai, a TV. E,
uma vez criada e vulgarizada, a sigla passa a ser sentida como uma palavra
primitiva, capaz, portanto, de formar derivados: petista, pefelista, peemedebista.
Na primeira citação de nome ou título que tenha sigla, é recomendável
escrevê-lo por extenso, seguido da sigla, separada do nome por um traço (hífen), e
não entre parênteses: Partido dos Trabalhadores – PT, e não: Partido dos
Trabalhadores (PT). Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF, e não: Tribunal
de Contas do Distrito Federal (TCDF). Da segunda citação em diante, basta escrever
a sigla.
A tendência atual é grafar todas as letras da sigla maiúsculas em duas
situações: 1) se a sigla tiver até três letras: CEF, MEC, ONU, TCU; 2) se todas as
letras forem pronunciadas: BNDES, INSS, TCDF.
Se a sigla tiver mais de três letras e for pronunciada como palavra, tem só
a letra inicial grafada maiúscula: Detran, Embrapa, Opep, Otan, Varig.
Eliminam-se, atualmente, os pontos abreviativos nas siglas.
Quanto ao plural das siglas, não há regras específicas sobre o assunto.
Alguns gramáticos recomendam acrescentar um esse minúsculo no fim da sigla:
polícias militares (PMs), medidas provisórias (MPs), departamentos de trânsito
(Detrans), inspetorias de controle externo (ICEs).
Obs.: Não é recomendável usar o apóstrofo (’) para identificar o plural de
expressões ou siglas: UFIR’s, URV’s. Usa-se o apóstrofo para suprimir letra ou
letras (copo-d’água, estrela-d’alva) e não para indicar plural.
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188
23. Uso de sinais (aspas, hífen, parênteses, travessão)
23.1. Aspas
Empregam-se principalmente:
a) no início e no fim de uma citação, para distingui-la do resto do
contexto: Luís de Camões escreveu: “Amor é um fogo que arde sem
se ver”;
b) para fazer sobressair termos ou expressões, geralmente não
peculiares à linguagem normal de quem escreve (estrangeirismos,
arcaísmos, neologismos, vulgarismos etc.): “Me passe os cobres” é a
fórmula de uma cobrança amigável;
c) para acentuar o valor significativo de uma palavra: Dizia ele que “seu”
dinheiro valia mais;
d) para realçar ironicamente uma palavra ou expressão: Pego em
flagrante, respondeu que “não sabia” o que estava fazendo;
e) para indicar a significação de uma palavra ou de uma frase, em geral
de língua estrangeira: No Alentejo fazenda significa “rebanho de gado
macho”;
f) para indicar o título de uma obra: “Vocabulário Ortográfico da Língua
Portuguesa”, da Academia Brasileira de Letras, é referência freqüente
nas gramáticas brasileiras.
No fim de uma citação o sinal de pontuação ficará dentro das aspas se
pertencer à citação; se o sinal for de quem escreve, e não da pessoa citada, ficará
depois das aspas:
Diante do acontecido, o cidadão invocou o art. 5º, LXXVII, da
Constituição Federal: “São gratuitas as ações de habeas corpus e
habeas data, e, na forma da lei, os atos necessários ao exercício da
cidadania.”
Art. 2º O inciso II do art. 54 do Regimento Interno passa a vigorar
com a seguinte redação:
“Art. 54 ...
I – ...
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189
II – relatório e voto ou proposta de ... e dos processos respectivos.”
A unidade de instrução sugeriu, entre outras providências, “a
imediata citação dos envolvidos”.
O poeta espera a hora da morte e só aspira que ela “não seja vil,
manchada de medo, submissão ou cálculo”.
Obs.: A utilização do sinal de pontuação depois das aspas é desnecessária, se
já houver sinal antes delas.
Havendo necessidade de novas aspas dentro de um trecho já entre
aspas, estas serão simples: O mestre avisou: “O aluno que responder ‘Não estudei’
deverá justificar a resposta”. Em casos tais, as aspas encerram qualquer outro sinal
de pontuação de uma passagem citada dentro delas: “Devo responder ‘Não
estudei’?”
23.2. Hífen
O emprego do hífen é simples convenção. Só se ligam por hífen os
elementos das palavras compostas em que se mantém a noção da composição, isto
é, os elementos das palavras compostas que mantêm a sua independência fonética,
conservando cada um a sua própria acentuação, porém formando o conjunto
perfeita unidade de sentido.
Não aceitam o hífen:
agro (agroaçucareiro, agroindustrial, agropecuária, agrovila)
bi (bicampeão, birreator, bissexual)
bio (biodiversidade, bioenergia, biorritmo, biossatélite)
hexa e similares (hexacampeão)
maxi (maxissaia)
mega (megacomputador, megaempresa, megarregião, megassena)
meio ambiente
micro (microcomputador, microempresa, microssatélite)
mini (minieleição, miniempresa, minissaia)
multi (multiativo, multinacional, multirregional, multissecular, multissistema)
radio (radioatividade, radioemissora, radiopatrulha, radiorreceptor, radiossonda, radioterapia)
tele (teleconferência, telesserviço, telessonda, telessorteio)
tetra (tetracampeão)
tri (triângulo, tricampeonato, trimestral)
video (videocassete, videolocadora, videomania) etc.
Exigem o hífen:
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190
auxílio-doença
auxílio-moradia
auxílio-terno
bem-vindo
boas-vindas
mal-humorado
mão-de-obra
tão-só
tão-somente
tíquete-refeição
vale-combustível
vale-refeição
vale-transporte
O emprego do hífen depende do segundo elemento do composto:
a) ab-, ad-, ob-, sob- e sub- exigem hífen quando seguidos de elemento
iniciado por r e, no caso de sub-, também por b: ab-renunciar, ab-
rogar, ad-rogação, ob-rogação, sob-roda, sub-base, sub-bosque, sub-
região, sub-reptício. Fora esses casos, não há hífen: abceder,
abmigração, adjudicar, adnumerar, obsessão, subalimentação,
subchefe, subcomissão, subemenda, subinspetor, sublegenda,
subsecretário, subsolo, subtítulo, subumano;
b) ante-, ant|-, arqu|- e sobre- requerem hífen quando o segundo elemento
começa por h, r, s: ante-histórico, anti-histórico, anti-horário, anti-
humano, anti-regimental, anti-rural, anti-social, arqui-rabino, sobre-
humano, sobre-saturar, sobre-sentença, sobre-substancial. Nos
demais casos, não há hífen: antiestrela, antiimperialismo,
antiprofissional, arquiinimigo;
c) a toa, a-toa: quando é adjetivo, a-toa exige hífen; quando é advérbio,
não. É adjetivo quando a palavra a que se refere é um substantivo:
caminhada à-toa, esforço à-toa, palavras à-toa, vida à-toa. É advérbio
quando a palavra a que se refere é um verbo: caminhar à toa, escrever
à toa, viver à toa;
d) auto-, contra-, extra-, |nfra-, |ntra-, neo-, proto-, pseudo-, sem|-, supra- e u|tra-
pedem hífen quando o elemento seguinte começa por vogal, h, r ou s:
auto-acusação
auto-afirmação
auto-análise
auto-educação
auto-elogio
auto-estrada
auto-imposição
auto-indução
auto-instrução
auto-regeneração
auto-retrato
auto-serviço
auto-suficiente
auto-sugestão
contra-abertura
contra-argumento
contra-arrazoar
contra-escritura
contra-exemplo
contra-indicação
contra-informação
contra-oferta
contra-ordem
contra-reforma
contra-regra
contra-réplica
contra-seguro
contra-senso
contra-significação
extra-alcance
extra-escolar
extra-humano
extra-oficial
extra-regimental
extra-regulamentar
extra-sensível
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191
infra-assinado
infra-escrito
infra-estrutura
infra-renal
infra-som
intra-hepático
intra-ocular
intra-oral
neo-escolástico
neo-humanismo
neo-republicano
proto-histórico
proto-renascença
proto-revolução
proto-satélite
pseudo-herói
pseudo-revelação
pseudo-sábio
pseudo-sigla
semi-abertura
semi-anual
semi-especializado
semi-homem
semi-integral
semi-oficial
semi-reta
semi-sistematização
supra-humanismo
supra-realismo
supra-sumo
ultra-rápido
ultra-realismo
ultra-sofisticado
Obs.: Exclui-se a palavra extraord|nár|o, que se usa sem hífen;
e) bem requer hífen quando o elemento seguinte tem vida autônoma, ou
quando a pronúncia o requer: bem-aventurança, bem-ditoso, bem-te-
vi;
f) d|a-a-d|a, d|a a d|a: o substantivo d|a-a-d|a tem hífen; a locução adverbial
d|a a d|a não. No sentido de quotidiano (sucessão dos dias), a forma é
d|a-a-d|a: O dia-a-dia do atleta exige treinos. Na acepção de dia após
dia, não ocorre o hífen (é como mês a mês, ano a ano): Melhorei meu
inglês dia a dia;
g) ex- (com o sentido de cessamento ou estado anterior) e v|ce- pedem
hífen: ex-diretor, vice-presidente;
h) h|per-, |nter- e super- pedem hífen quando o segundo elemento é
iniciado com h ou r: hiper-realismo, inter-helênico, super-humano;
i) ma|- e pan- separam-se com hífen do elemento seguinte se ele começa
por vogal ou h: pan-americano, pan-helênico, mal-educado, mal-
humorado;
j) pós-, pré- e pró-: em geral pede hífen; em certos casos, não. Deve-se
consultar o dicionário: pós-datado, pré-escolar, pró-reitor. Exemplos
sem hífen: posposição, preestabelecer, procônsul.
Hífen nos pronomes átonos:
Os pronomes oblíquos átonos vêm, normalmente, ligados por hífen aos
verbos auxiliares: Ela havia-se aposentado há alguns anos. Ela deve-me ajudar
nesse trabalho. Começou a falar-lhe.
Obs.: Quando o verbo estiver no infinitivo e for precedido de preposição, admite-
se a seguinte construção: Começou a lhe falar.
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
192
Hífen versus travessão:
a) hífen é o traço pequeno (-). Tem apenas dois empregos: liga o
pronome átono ao verbo: far-se-á, pô-lo, vende-se; e forma palavras
compostas: beija-flor, guarda-chuva, pé-de-moleque;
Obs.: Neste Manual, o hífen é usado também em siglas (ver tópico 22);
b) travessão: é o traço maior (—). Tem os seguintes empregos: 1)
introduz diálogos: — Como vai o senhor?; 2) junta palavras sem
formar vocábulo novo (diferentemente do hífen, que forma): encontro
FHC—Clinton, entendimentos PFL—PSDB, Fla—Flu, ligação
Brasília—São Paulo, ponte Rio—Niterói; 3) separa as datas de
nascimento e morte de uma pessoa: Recife, 1905—Brasília, 1972; 4)
dá destaque a um termo, realçando-o: O governador conseguiu — até
— a adesão dos adversários; 5) substitui os dois pontos ou a vírgula
(ao introduzir uma explicação): Eis o grande vencedor — o filme que
faturou 300 milhões de dólares (ou: Eis o grande vencedor: o filme que
faturou 300 milhões de dólares). Paulo passou em duas faculdades —
UFRJ e Unicamp (ou: Paulo passou em duas faculdades: UFRJ e
Unicamp). O estado de Minas Gerais — o mais afetado pelas chuvas
— precisa de ajuda (ou: O estado de Minas Gerais, o mais afetado
pelas chuvas, precisa de ajuda).
23.3. Parênteses
O uso dos parênteses indica que a palavra, expressão ou oração neles
contida é secundária. Trata-se, em geral, de uma explicação, uma reflexão, um
comentário ou uma observação: Aquele senador (líder da bancada de oposição) é o
autor do projeto de renda mínima. Alguns aeroportos brasileiros não têm (quem
diria!) sistema de controle de bagagem. No último vestibular (dezembro), 15% dos
candidatos deixaram de comparecer. João Pessoa (capital da Paraíba) é conhecida
por Cidade Jardim.
A forma tem singular e plural. A primeira metade da dupla é um
parêntese; a segunda, o outro. As duas, parênteses. Daí, dizer-se: Vou abrir um
parêntese. Abra parêntese. Feche parêntese. A frase está entre parênteses.
Parêntese tem a variante parèntes|s, usada tanto no singular como no plural: Abrir
parêntesis. Entre parêntesis.
O sinal de pontuação fica fora dos parênteses quando a expressão
contida neles for uma parte da oração: Três universidades saíram-se bem no Provão
(UFMG, USP, PUC). Estão ameaçando o abastecimento de água da cidade os
loteamentos próximos à barragem (muitos deles irregulares). O sinal de pontuação
fica abrangido pelos parênteses quando eles englobam toda a oração: Geralmente
ele sai para almoçar somente quando termina seu trabalho. (Há semanas que ele
não almoça.) As pessoas obsessivas fazem qualquer coisa para obter o que
desejam. (Elas não sabem perder.) Ver tópico 17.1 – Alguns usos do ponto (em
especial a parte que trata do ponto dentro ou fora dos parênteses).
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
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193
O texto que se apresentar entre parênteses será iniciado com maiúscula
somente quando constituir oração à parte, completa, com consideração ou
pensamento independente. Nesse caso, a oração tem o sinal de pontuação
abrangido pelos parênteses, e não fora: Na portaria da fábrica o ambiente era de
absoluta calma. (A indústria não trabalhava aos sábados.)
Quanto à vírgula: introduzindo-se num período um parêntese em lugar
onde haja vírgula, esta se coloca depois de fechado o parêntese, uma vez que este
sempre esclarece o que ficou antes da vírgula, e não o que vem depois dela: Estava
ele em sua casa (nenhum prazer sentia fora dela), quando ouviu baterem...
23.4. Travessão
Emprega-se principalmente em dois casos: a) para indicar, nos diálogos,
a mudança de interlocutor; b) para isolar, num contexto, palavras ou frases (nesse
caso, em que desempenha função análoga à dos parênteses, usa-se geralmente o
travessão duplo).
Para usar o travessão deve-se deixar espaço antes e depois dele: Em
casa de ferreiro, espeto de ferro — mesmo — porque ele não sabe trabalhar com
outro material.
Quanto à vírgula após o travessão: só ocorre quando o segundo
travessão coincidir com a vírgula da sentença sem o travessão. Observem-se as
frases: Depois da votação da emenda com mais de 60% de aprovação, os
deputados deixaram o plenário. Depois da votação da emenda — com mais de 60%
de aprovação —, os deputados deixaram o plenário. Os travessões destacam o
termo com ma|s de ô07 de aprovação; só aparece vírgula após o segundo travessão;
antes do primeiro, não.
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194
ANEXOS
I. Resolução nº ......, de ...... de .................. de 2002
II. Cabeçalhos identificadores das áreas do Tribunal
III. Lista de abreviaturas
IV. Formas de tratamento
V. Palavras e expressões com significados similares
VI. Palavras e expressões latinas
VII. Termos da oração
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195
Anexo I
Resolução nº ....... , de ....... de ..................... de 2002.
Institui o Manual de Redação Oficial
do Tribunal de Contas do Distrito
Federal.
A PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO
FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso XXVI, do Regimento
Interno, tendo em vista o que se apresenta no Processo nº 597/00, e
Considerando a necessidade de estabelecer referência única
institucional que fixe padrões e uniformize procedimentos para a redação de atos
oficiais por esta Corte de Contas;
Considerando que tal iniciativa representa importante passo rumo à
modernização administrativa do Tribunal, contribuindo para elevá-lo a patamares tais
que seja reconhecido como instituição de referência perante a sociedade, resolve:
Art. 1º Fica instituído o Manual de Redação Oficial do Tribunal de
Contas do Distrito Federal para uso no âmbito do TCDF.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
MARLI VINHADELI
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196
Anexo II
Cabeçalhos identificadores das áreas do Tribunal
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA CONSELHEIRA MARLI VINHADELI
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO CONSELHEIRO MANOEL PAULO DE ANDRADE NETO
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO CONSELHEIRO RONALDO COSTA COUTO
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO CONSELHEIRO JORGE CAETANO
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
197
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO CONSELHEIRO PAULO CÉSAR DE ÁVILA E SILVA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO CONSELHEIRO JORGE ULISSES JACOBY FERNANDES
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO CONSELHEIRO ANTÔNIO RENATO ALVES RAINHA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DO AUDITOR JOSÉ ROBERTO DE PAIVA MARTINS
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
MINISTÉRIO PÚBLICO
GABINETE DA PROCURADORA-GERAL MÁRCIA FERREIRA CUNHA FARIAS
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
MINISTÉRIO PÚBLICO
GABINETE DA PROCURADORA CLÁUDIA FERNANDA DE OLIVEIRA PEREIRA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
CONSULTORIA JURÍDICA DA PRESIDÊNCIA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
ASSESSORIA ADMINISTRATIVA
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
198
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
ASSESSORIA TÉCNICA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
GABINETE DA PRESIDÊNCIA
DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA - DIPLAN
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
COMISSÃO PERMANENTE DOS INSPETORES DE CONTROLE EXTERNO – CICE
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SECRETARIA DAS SESSÕES
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
NÚCLEO DE INFORMÁTICA E PROCESSAMENTO DE DADOS - NIPD
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
GABINETE DO DIRETOR
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS E CONTABILIDADE
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE LICITAÇÃO, MATERIAL E PATRIMÔNIO
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
199
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
SERVIÇO DE APOIO ASSISTENCIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE AUDITORIA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
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200
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE AUDITORIA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE AUDITORIA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
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201
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
PRIMEIRA DIVISÃO TÉCNICA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
SEGUNDA DIVISÃO TÉCNICA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
TERCEIRA DIVISÃO TÉCNICA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
QUARTA DIVISÃO TÉCNICA
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS DO GOVERNO
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO E AUDITORIA
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
Fls.: 00
Proc.: 0000/00
___________
Rubrica
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
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202
Anexo III
Lista de abreviaturas
A
(a), (a.) assinado(a)
(aa), (aa.) assinados(as)
a/c, A/C ao(s) cuidado(s)
ad fin. ad finem, até o fim
ad infin. ad infinitum, até o infinito, inumera-
velmente
ad init. ad initium, no início, logo no início
ad int. ad interim, interinamente, no ínterim
ad loc. ad locum, ao lugar, para o lugar
add adde ou addatur, junta, junte-se
adm. púb. administração pública
adv.º, Advº advogado
ap., apart. apartamento
aprox. aproximadamente
art., Art. artigo
at.
te
atenciosamente
aux.º auxílio
aven., Av. avenida
B
B.
el
bacharel
B.
éis
bacharéis
bibliog. bibliografia
bibliot. biblioteca
buroc. burocracia
C
c/ com, conta
cap., Cap. capítulo, capital
caps. capítulos
c/c conta corrente, combinado(a)(s) com
C.C. código civil
C.Com. código comercial
cet. par. ceteris paribus, sendo iguais (seme-
lhantes, equivalentes) as outras coisas
cf. confere, compare, confira, confronte,
confronte com, verifique
Cia., Cia, C
ia
, C.
ia
companhia
cif, C.I.F. cost, insurance and freight, custo
seguro e frete
cit. citação, citatus, citata, citatum, citado,
citada, citado (neutro)
citt. citati, citatae, citata, citados, citadas,
citados (neutro)
cód. águas código de águas
cód. civ. código civil
cód. com. código comercial
cód. cont. código de contabilidade
cód. pen. código penal
cód. proc. código de processo
cód. proc. civ. código processual civil
cód. proc. pen. código processual penal
cód. trab. código do trabalho
cons.
o
, consel. conselheiro
const., Const. constituição
Cont.
dor
, Cont
or
contador
contab. contabilidade
corresp. correspondência
cump.
to
cumprimento
cx, cx. caixa
D
D. dom
D
a
, D.
a
, Da. dona
dec. decreto
dep. departamento
deps. departamentos
Desemb., Des.
dor
, Des.
or
desembargador
dir. adm. direito administrativo
dir. ant. direito antigo
dir. civ. direito civil
dir. com. direito comercial
dir. const. direito constitucional
dir. consuet. direito consuetudinário
dir. crim. direito criminal
dir. fisc. direito fiscal
dir. intern. direito internacional
dir. pen. direito penal
dir. pol. direito político
dir. proc. direito processual
dir. públ. direito público
dir. rur. direito rural
dir. trab. direito do trabalho, direito trabalhista
doc. documento
docs. documentos
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203
Dr., D.
r
doutor
Drs. doutores
Dra., Dra, D
ra
, D.
ra
, doutora
Dr.
as
doutoras
E
ed. edição, editado
E.D. espera deferimento
e.g. exempli gratia, por exemplo
E. M. em mão, em mãos
E.M.P. em mão própria, em mãos próprias
E. R. espera resposta
et al. et alii, et aliae, et alia, e outros, e outras,
e outro (neutro)
etc. et cetera, e as demais coisas
ex. exemplo(s), em exemplo, por exemplo
Exa., Ex.
a
, Ex
a
excelência
Exma., Ex.
ma
excelentíssima
Exmo., Ex.
mo
, Ex
mo
excelentíssimo
F
fol., f., fl. folha
fols., ff., fls. folhas
fig. figura, figuradamente, figurado
fin. públ. finanças públicas
fisc. fiscal
F.O.B. free on board, livre a bordo
for. forense, praxe forense
form. formulário
fs. fac-símile
fss. fac-símiles
G
grd, g
de
grande
gloss. glossário
gov. governador, governadoria, governo
G/P ganhos e perdas
gráf. gráfico
H
h hora, horas
hab. habitante, habitantes
hipót. hipótese
hist. contemp. história contemporânea
hist. inst. história das instituições
hist. mod. história moderna
I
i.e. id est, isto é
ib., ibid. ibidem, no mesmo lugar
id. idem, o mesmo
id. q. idem quod, o mesmo que
Ilma., Il
ma
. ilustríssima
Ilmo., Il
mo
, Il
mo
. ilustríssimo
incog. incognito, de forma não conhecida
índ. índice
inf. infra, abaixo
inform. informação
in loc. in loco, no lugar, nesse mesmo lugar
inst., instit. instituição, instituto
inst. pol. instituições políticas
inst. públ. instituições públicas
itál. itálico
J
jur. jurídico
juris, jurisp. jurisprudência
J.
z
, J
z
juiz
L
l linea, linha
ll. lineae, linhas
l., L., l.
o
, l
o
, liv. liber, livro
lat. latim, latinismo, latino
leg. fin. legislação financeira
leg. soc. legislação social
lit. litteraliter, literalmente
l.c., loc. cit. locus citatus, lugar citado, loco
citato, no lugar citado
loq. loquitur, disse
L.Q. lege, quaeso, lê ou leia, por favor
Ltda., ltda., Ltd., Lt.
da
, L.
da
limitada
M
m metro, metros, minuto, minutos
mat. fin. matemática financeira
máx. máximo
M.D. muito digno
memo. memorandum, memorando
m/ meu(s), minha(s)
min minuto(s)
mín. mínimo
MM., m.
mo
meritíssimo
muit.
mo
muitíssimo
munic. municipal
N
n., nº, n.º, núm., Nº número, números
n.b., N.B. nota bene, note bem
non seq. non sequitur, não segue
O
ob. cit. obra citada
obg.
mo
, obr.
mo
obrigadíssimo
obr.º obrigado
obr. púb., Obr. Púb. obras públicas
obs. observa, observe, observação(ões)
of. oficial, ofício
o m. q. o mesmo que
op. cit. opere citato, na obra citada, opus cita-
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204
tum, obra citada
opp. citt. opera citata, obras citadas
op. laud. opus laudatum, obra citada
P
p/ para, por
pág., p. página
págs., pp. páginas
P.D. pede deferimento
p.e. partes aequales, partes iguais
P.E.F. por especial favor
P.E.O. por especial obséquio
p. ext. por extensão, por extenso
pg. pago, pagou
P.J. pede justiça
P.M. prefeitura municipal
P.M.O. por muito obséquio
p.m.o.m. pouco mais ou menos
P.M.P. por mão própria
p.p. por procuração, próximo passado
P.P. para protestar
P.P.S. post post scriptum, depois do que foi
escrito depois
pref. prefeito, prefeitura, prefixo
pres., presid., Pres. presidente
presid. presidência
prev. soc. previdência social
P.R.J. pede recebimento e justiça
proc. processo, processualística, procuração,
procurador
proc. dados processamento de dados
prof., Prof. professor
profs., Profs. professores
prof.
a
, Prof.ª professora
prof.
as
, Prof.
as
professoras
pro temp. pro tempore, para o tempo em que
for oportuno
P.S. post scriptum, pós-escrito
pt ponto
pts. pontos
public. publicação, publicidade
Q
q.e.d. quod erat demonstrandum, o que se
queria demonstrar
q.v. queira ver, quod vide, veja isso
R
R. rua
ref. referência, referente
Rem.
te
remetente
R.S.V.P. répondez, s’il vous plait, respondei,
por favor
S
s segundo, segundos
S.A. sociedade anônima
S.A.R.L. sociedade anônima de responsabili-
dade limitada
s.d. sem data, sine die
s.e.o., S.E.O. salvo erro ou omissão
S. Exa., S. Ex.
a
sua excelência
S. Ex.
as
, SS. Ex.
as
suas excelências
S. Ilma., S. Il.
ma
sua ilustríssima
S. Il.
mas
, SS. Il.
mas
suas ilustríssimas
s.m.j., S.M.J. salvo melhor juízo
Sr. senhor
Srs. senhores
Sra., Sr.
a
senhora
Sras., Sr.
as
senhoras
Sr.
ta
senhorita
Sr.
tas
senhoritas
S.S.
a
sua senhoria
S.S.
as
, SS.SS. suas senhorias
sup.
e
suplicante
S.V.P. s’il vous plait, por favor
T
tel., telef. telefone
trib. tribunal, tributário, tributos
U
u. e c. usos e costumes
V
v., V. veja, vejam, veja-se
V. Exa., V. Ex.
a
vossa excelência
V. Ex.
as
, VV. Ex.
as
vossas excelências
V. Exma., V. Ex.
ma
vossa excelentíssima
VV. Ex.
mas
vossas excelentíssimas
v.g. verbi gratia, por amor da palavra, por
exemplo
V. Ilma., V. Il.
ma
vossa illustríssima
VV. Il.
mas
vossas ilustríssimas
vol. volume
vols. volumes
V.Sa., V.S., V. S.
a
vossa senhoria
V. Sas., V. S.
as
, VV. SS. vossas senhorias
V. Sa. Ilma., V. S.
a
Il.
ma
, V.S. Il
ma
vossa
senhoria ilustríssima
V. S.
as
Il.
mas
, VV. SS. Il.
mas
vossas senhorias
ilustríssimas
X
X.P.T.O. excelente, magnífico, sem par
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205
Anexo IV
Formas de tratamento
CARGO FORMA DE TRATAMENTO VOCATIVO
Administrador Regional Senhoria Senhor + cargo
Almirante Excelência Senhor + posto
Arcebispo Excelência Reverendíssima Excelentíssimo Senhor + cargo
Auditor Excelência Senhor + cargo
Bispo Excelência Reverendíssima Excelentíssimo Senhor Bispo
Brigadeiro Excelência Senhor + posto
Cardeal Eminência Reverendíssima Eminentíssimo Senhor Cardeal
Comandante de Corporação
Militar
Senhoria Senhor + cargo
Conselheiro Excelência Senhor + cargo
Cônsul Senhoria Senhor + cargo
Coronel Senhoria Senhor + posto
Deputado Excelência Senhor + cargo
Desembargador Excelência Senhor + cargo
Embaixador Excelência Senhor + cargo
General Excelência Senhor + posto
Governador de Estado Excelência Excelentíssimo Senhor + cargo
Juiz Excelência (Meritíssimo Juiz) Meritíssimo Senhor + cargo
Major Senhoria Senhor + posto
Ministro Excelência Senhor + cargo
Padre Reverendíssima Reverendo Padre
Prefeito Excelência Excelentíssimo Senhor + cargo
Presidente da República Excelência Excelentíssimo Senhor + cargo
Presidente de Assembléia /
Câmara Legislativa
Excelência Excelentíssimo Senhor + cargo
Presidente de Empresa Pú-
blica, Autarquia e Fundação
Senhoria Senhor + cargo
Presidente de Tribunal de
Contas
Excelência Senhor + cargo
Presidente de Tribunal de
Justiça de Estado
Excelência Excelentíssimo Senhor + cargo
Presidente do Congresso
Nacional / Senado / Câmara
Excelência Excelentíssimo Senhor + cargo
Presidente do Supremo
Tribunal Federal
Excelência Excelentíssimo Senhor + cargo
Procurador Excelência Senhor + cargo
Procurador-Geral Excelência Senhor + cargo
Reitor (de universidade) Magnificência (Magnífico Reitor) Magnífico Reitor
Secretário de Estado Excelência Senhor + cargo
Senador Excelência Senhor + cargo
Tenente-Coronel Senhoria Senhor + posto
Titular de cargo no TCDF Senhoria Senhor + cargo
Vereador Excelência Senhor + cargo
Demais autoridades Senhoria Senhor + cargo
Particulares Senhoria Prezado Senhor
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TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
206
Anexo V
Palavras e expressões com significados similares
PALAVRAS E EXPRESSÕES DE CAUSA E CONSEQÜÊNCIA
SUBSTANTIVOS
Causa, motivo, razão, fonte, origem, raiz, base, fundamento, alicerce, o porquê,
produção, agente, derivação, resultado, repercussão, reflexo, conseqüência,
efeito, decorrência...
ADJETIVOS
Original, primário, primordial, inicial, produtor, gerador, criador, formativo,
embrionário, resultante, derivado, proveniente, conseqüente...
ADVÉRBIOS
Originalmente, conseqüentemente, em decorrência, em conclusão,
finalmente...
PREPOSIÇÕES,
CONJUNÇÕES E
LOCUÇÕES
Porque, uma vez que, porquanto, desde que, já que, na medida em que, pois,
visto que, graças a, por causa de, por motivo de, em virtude de, em vista de,
devido a, tão... que, tanto... que...
VERBOS
Causar, gerar, produzir, originar, motivar, acarretar, resultar, decorrer, implicar,
dar origem, dar razão, dar causa, dar motivo, dar ensejo, ser efeito de, ser
resultado de, ocasionar, provocar, criar, desenvolver...
PALAVRAS E EXPRESSÕES DE FINALIDADE
SUBSTANTIVOS
Projeto, plano, objetivo, finalidade, desejo, alvo, meta, intuito, pretensão,
aspiração, anseio, ideal...
ADJETIVOS Inclinado, propenso, aplicado, aspirante, interessado...
PREPOSIÇÕES,
CONJUNÇÕES E
LOCUÇÕES
Para, para que, a fim de, a fim de que, com o propósito de, com a intenção de,
com o intuito de...
VERBOS
Desejar, almejar, aspirar, planejar, projetar, pretender, ter em mente, ter em
mira...
PALAVRAS E EXPRESSÕES DE OPOSIÇÃO E CONTRASTE
SUBSTANTIVOS
Antagonismo, tendência contrária, reação, resistência, hostilidade, antipatia,
teimosia, rivalidade, contraposição, empecilho, contrapeso, força maior,
objeção...
ADJETIVOS Contrário, oposto, antagônico, discrepante, contrastante...
PREPOSIÇÕES,
CONJUNÇÕES E
LOCUÇÕES
Apesar de, não obstante, ao contrário, pelo contrário, em contraste com, em
oposição a, contra, mas, porém, todavia, contudo, entretanto, no entanto,
embora, se bem que, ainda que, mesmo que, mesmo assim...
VERBOS
Defrontar-se, ir de encontro, ser contrário, enfrentar, reagir, impedir, obstar,
objetar, opor-se, contrapor-se, contradizer, desconsiderar...
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207
Anexo VI
Palavras e expressões latinas
A posteriori – pelo que segue. Exemplo: Raciocinar a posteriori (= argumentar com as
conseqüências de uma hipótese).
A priori – segundo um princípio anterior, admitido como evidente. Exemplo: Concluir a
priori.
Ab initio – desde o início.
Ad hoc – para o caso, eventualmente.
Ad nutum – à vontade, segundo a vontade, ao arbítrio. O empregado sem estabilidade —
ministro, secretário de governo, ocupante de cargo de confiança — pode ser demitido
segundo a vontade do patrão, a qualquer hora. Exemplo: O ministro disse que é demissível
ad nutum.
Ad referendum – pendente de aprovação.
Data venia – com a devida licença, permissão; com sua licença; com todo o respeito.
Recorre-se a essa expressão quando, numa argumentação, se discorda de alguém.
Dura lex sed lex – a lei é dura, mas é a lei.
Erga omnes – diz-se de ato, lei ou decisão que a todos obriga, ou é oponível contra todos,
ou sobre todos tem efeito.
Etc. – et coetera = e tantas coisas, e as demais coisas. Na pontuação, etc. exige o ponto
depois do c (quando o ponto coincidir com o final da frase, não se usa outro ponto): Na feira,
comprei laranja, pêra, maçã etc. Não se usam reticências depois do etc. nem e antes do etc.
Quanto ao uso de vírgula antes do etc., não há consenso entre os gramáticos sobre a
questão; pode-se, então, considerá-la facultativa. Exemplo: Comprei laranja, pêra, maçã
etc. (ou: Comprei laranja, pêra, maçã, etc.).
Obs.: Neste Manual, convencionou-se não utilizar vírgula antes do etc.
Et similia – e coisas semelhantes.
Exempli gratia – por exemplo. Pronuncia-se grác|a. Abrevia-se assim: e.g.
Ex expositis – do que ficou exposto.
Ex officio – por lei, oficialmente, em virtude do próprio cargo (pronuncia-se èz of|c|o).
Exemplo: O advogado do réu foi nomeado ex officio (por lei) pelo juiz.
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208
Ex positis – do que ficou assentado. Pronuncia-se pós|t|s.
Ex professo – como professor, magistralmente, com toda a perfeição. Exemplo: Discorreu
sobre o assunto ex professo.
Ex vi – por força, por efeito, por determinação expressa. Exemplo: ... ex vi do art. 52 da Lei
Complementar nº...
Habeas corpus – que tenhas o corpo livre para te apresentares ao tribunal. É o nome de
famosa lei inglesa que garante a liberdade individual. Na prática, tem duas funções: uma é
pôr em liberdade quem estiver ilegalmente preso; a outra, garantir a liberdade de quem
estiver ameaçado de perdê-la. Exemplo: O advogado afirma que vai entrar com pedido de
habeas corpus em favor do cliente.
Habeas data – que tu tenhas os dados.
Honoris causa – pela honra. Para receber o título de doutor, é necessário fazer curso de
doutorado e defender tese. Mas os personagens ilustres ganham o título sem exames,
tornam-se doutores honor|s causa. Exemplo: O jornal anunciou que o Presidente receberá
título de doutor honoris causa.
In fine – no fim.
In limine – no limiar, no princípio. Exemplo: As razões foram rejeitadas in limine.
In totum – em geral, no todo, totalmente.
Ipsis literis – com as mesmas letras, textualmente. Exemplo: O professor pede: ”Escreva
assim — ipsis literis”.
Ipsis verbis – com as mesmas palavras.
Ipso facto – em virtude desse mesmo fato. Exemplo: Ele não pagou; ipso facto não
concorreu ao sorteio.
Lato sensu – em sentido geral (o contrário de stricto sensu = em sentido restrito).
Maxime – principalmente, mormente. Exemplo: A todos obedeçamos, maxime aos pais.
Mutatis mutandis – mudando o que deve ser mudado, fazendo-se as mudanças devidas
com a devida alteração dos pormenores. Usa-se quando se adapta uma citação ao contexto
ou às circunstâncias. Exemplo: Tem o pai vários deveres para com o filho; mutatis mutandis,
tem o filho iguais deveres para com o pai.
Omissis – omitido.
Pari passu – a passo igual, junto. Exemplo: Acompanhar alguém pari passu (= acompanhá-
lo por toda a parte).
Persona non grata – pessoa que não é bem-vinda. É muito usada em linguagem
diplomática. Informa que a pessoa não é bem aceita por um governo estrangeiro. Exemplo:
O diplomata foi tratado como persona non grata.
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209
Primo – em primeiro lugar. Exemplo: Por duas razões assim procedi: primo porque a
consciência o mandava, secundo porque as circunstâncias o exigiam.
Pro forma – por mera formalidade.
Quantum satis ou quantum sufficit – o suficiente, o estritamente necessário.
Retro – atrás. Exemplo: Reporto-me ao que retro ficou dito nesta folha.
Secundo – em segundo lugar. Exemplo: Por duas razões assim procedi: primo porque a
consciência o mandava, secundo porque as circunstâncias o exigiam.
Sic – assim, deste modo, com as mesmas palavras. É palavra que se pospõe a uma
citação, ou que nesta se intercala, entre parênteses ou entre colchetes, para indicar que o
texto original é bem assim, por errado ou estranho que pareça. Exemplo: Teólogo diz
preferir ser ateu alegre do que (sic) um religioso assim. O erro aqui está na concordância
verbal, pois quem prefere prefere a|guma co|sa a outra, não do que outra: Teólogo diz preferir
ser ateu alegre a um religioso assim.
Sine die – indeterminadamente, sem fixar dia.
Status quo – no estado em que. Expressão geralmente usada para indicar o estado anterior
a uma situação. Exemplo: Os vencedores mantiveram o status quo na parte monetária.
Stricto sensu – em sentido restrito (o contrário de lato sensu = em sentido geral).
Sub examine – sob exame.
Sui generis – de gênero próprio, de seu próprio gênero, ímpar, sem igual. Exemplo: O
repórter considerou sui generis a reação do candidato.
Supra – acima, no lugar superior. Exemplo: Os supracitados fatos...
Verbi gratia – por exemplo. Abrevia-se assim: v.g.
Nota: muitas dessas expressões latinas, por serem bastante usadas em português, não costumam vir
escritas em itálico nem entre aspas. Na redação é recomendável evitar expressões estrangeiras
quando temos equivalentes na língua pátria, em razão da clareza do texto já exposta no tópico 2.1.
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Anexo VII
Termos da oração
SIMPLES Todos têm esperança.
COMPOSTO Professores e alunos estavam atentos.
INDETERMINADO
Disseram que não haverá sessão
amanhã. Precisa-se de funcionários.
SUJEITO
INEXISTENTE Houve dias em que eu desanimei.
NOMINAL O relatório foi aprovado.
VERBAL Ele trabalha muito.
ESSENCIAIS
PREDICADO
VERBO-NOMINAL O funcionário saiu feliz.
COMPLEMENTO NOMINAL Ele aprovou a distribuição do material.
OBJETO DIRETO Comprei um bom livro.
OBJETO INDIRETO Gosto muito de boa leitura.
INTEGRANTES
AGENTE DA PASSIVA O livro foi escrito pelo professor.
ADJUNTO ADNOMINAL
A alegre garota não parecia feliz
naquele dia.
ADJUNTO ADVERBIAL
O promotor caminhava apressada-
mente.
ACESSÓRIOS
APOSTO
O Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, é
a capital brasileira do turismo.
VOCATIVO Albatroz! Albatroz! Dá-me tuas asas.
Obs.: Há obras que classificam os termos da oração de outras maneiras, como por exemplo: 1) em relação aos
termos essenciais: não citam o sujeito inexistente; incluem o predicativo (do sujeito; do objeto); incluem a
predicação verbal (verbo transitivo direto ou indireto; verbo intransitivo); 2) em relação aos termos integrantes:
classificam como complementos verbais o objeto direto e o indireto; 3) em relação aos termos acessórios:
incluem o vocativo.
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211
OBRAS CONSULTADAS
PRIMEIRA PARTE – Aspectos gerais da redação oficial
ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Metódica da Língua Portuguesa. 36. ed. São
Paulo : Saraiva, 1989.
BRASIL. Decreto nº 2.954, de 29 de janeiro de 1999. Estabelece regras para a redação
de atos normativos de competência dos órgãos do Poder Executivo. Diário Oficial da
União, Brasília, Seção I, 1º de fevereiro de 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Normas sobre Correspondências e Atos
Oficiais. 5. ed. rev. e atual. Brasília : Ministério da Educação e do Desporto, SE, SAA,
1998.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 39. ed.
melhorada e ampl. São Paulo : Nacional, 1996.
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. 20. ed. Rio de Janeiro : Fundação
Getúlio Vargas, 2001.
LIRA, Cristina Novaes Souza et al. Manual de Atos Oficiais. Brasília : Câmara Legislativa
do Distrito Federal, 1995.
LUFT, Celso Pedro et al. Novo Manual de Português, Gramática, Ortografia Oficial, Literatura,
Redação, Textos e Testes. 2. ed. São Paulo : Globo, 1996.
MARTINS, Dileta Silveira & KNOP, Lúbia Scliar Zilber. Português Instrumental. 20. ed.
Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 1999.
MARTINS, Eduardo. Manual de Redação e Estilo. 3. ed. São Paulo : Moderna, 1997.
MENDES, Gilmar Ferreira et al. Manual de Redação da Presidência da República. Brasília :
Presidência da República, 1991.
NEY, João Luiz. Prontuário de Redação Oficial. 14. ed. Rio de Janeiro : Nova Fronteira,
1988.
OLIVEIRA, Maria da Conceição Alves de et al. Manual de Comunicação Oficial do Governo
do Distrito Federal. Aprovado pelo Decreto nº 20.940, de 30 de dezembro de 1999,
publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de 31 de dezembro de 1999. Revisão de
Maria José Cunha Gomes. Brasília : Instituto de Desenvolvimento de Recursos
Humanos, 1999.
SQUARISI, Dad Abi Chahine. Dicas de Português. Brasília : Jornal Correio Braziliense.
SEGUNDA PARTE – Atos oficiais do Tribunal
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Normas sobre Correspondências e Atos
Oficiais. 5. ed. rev. e atual. Brasília : Ministério da Educação e do Desporto, SE, SAA,
1998.
BRASIL. Decreto nº 2.954, de 29 de janeiro de 1999. Estabelece regras para a redação
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212
de atos normativos de competência dos órgãos do Poder Executivo. Diário Oficial da
União, Brasília, Seção I, 1º de fevereiro de 1999.
DISTRITO FEDERAL (BRASIL). Lei Complementar nº 13, de 3 de setembro de 1996.
Regulamenta o art. 69 da Lei Orgânica do Distrito Federal, dispondo sobre
elaboração, redação, alteração e consolidação das Leis do Distrito Federal. Diário
Oficial do Distrito Federal, Brasília, 4 de setembro de 1996.
LIRA, Cristina Novaes Souza et al. Manual de Atos Oficiais. Brasília : Câmara Legislativa
do Distrito Federal, 1995.
MARTINS, Dileta Silveira & KNOP, Lúbia Scliar Zilber. Português Instrumental. 20. ed.
Porto Alegre : Sagra Luzzatto, 1999.
MENDES, Gilmar Ferreira et al. Manual de Redação da Presidência da República. Brasília :
Presidência da República, 1991.
OLIVEIRA, Maria da Conceição Alves de et al. Manual de Comunicação Oficial do Governo
do Distrito Federal. Aprovado pelo Decreto nº 20.940, de 30 de dezembro de 1999,
publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de 31 de dezembro de 1999. Revisão de
Maria José Cunha Gomes. Brasília : Instituto de Desenvolvimento de Recursos
Humanos, 1999.
TERCEIRA PARTE – Elementos de gramática
AGUILAR, Simone Metzker. Redação Oficial e Elaboração de Relatórios. Brasília. Material
didático de curso ministrado a servidores do TCDF. Outubro de 1999.
ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática Metódica da Língua Portuguesa. 36. ed. São
Paulo : Saraiva, 1989.
BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 30. ed. São Paulo : Companhia
Editora Nacional, 1986.
BRASIL. Academia Brasileira de Letras. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.
Academia Brasileira de Letras. 2. ed. Rio de Janeiro : A Academia, 1988.
CAMPOS, Walkyria de. Língua Portuguesa. Brasília : Jornal de Brasília.
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 39. ed.
melhorada e ampl. São Paulo : Nacional, 1996.
CUNHA, Celso Ferreira da. Gramática da Língua Portuguesa. 9. ed. Rio de Janeiro : FAE,
1983.
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. 2. ed. Rio
de Janeiro : Nova Fronteira, 1997.
FONSECA, Luiz Fernando. Língua Portuguesa. Brasília : Jornal de Brasília.
GRION, Laurinda. Cem Erros que um Executivo Comete ao Redigir : mas não poderia
cometer. São Paulo : DFC – Consultoria e Treinamento.
GRION, Laurinda. Mais Cem Erros que um Executivo Comete ao Redigir. São Paulo : Edicta.
MACHADO, Josué. Dito e Escrito. São Paulo : Jornal Folha de São Paulo.
MENDES, Gilmar Ferreira et al. Manual de Redação da Presidência da República. Brasília :
Presidência da República, 1991.
RODRIGUES, Bruno. Questão de Estilo. Revista Internet Business. V. 3, nº 31, março de
2000.
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213
SACCONI, Luiz Antonio. Não Erre Mais! 13. ed. rev. e aument. São Paulo : Atual, 1990.
SACCONI, Luiz Antonio. Nossa Gramática : Teoria e Prática. 18. ed. reform. e atual. São
Paulo : Atual, 1994.
SAVIOLI, Francisco Platão. Gramática em 44 lições. 32. ed. São Paulo : Ática, 2000.
SILVA, Adalberto Prado et al. Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. 17. ed. São Paulo
: Melhoramentos, 2000.
SQUARISI, Dad Abi Chahine. Dicas de Português. Brasília : Jornal Correio Braziliense.
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214
ÍNDICE REMISSIVO
a, 178
a cerca, 167
a distância, 167
à distância, 167
a expensas de, 168
a fim de, 168
a longo prazo, 175
a maioria de, 126
à medida que, 168, 176
a metade de, 126
a nível de, 169
a partir de, 170, 171
a primeira e segunda, 124
a princípio, 171
a ser, 127
a serem, 127
abreviatura, 116, 202
acento diferencial, 119
acentuação gráfica, 117
acerca, 167
ACÓRDÃO, 61
adequar, 167
afim, 168
agradecer, 160
alínea, 36
aliteração, 8
ambigüidade, 4, 11
ambos, 168
anexo, 169
ao encontro de, 170
ao invés de, 170
ao nível de, 169
ao passo que, 176
aonde, 181
apelar, 161
apenar, 171
aposentar-se, 171
articulação do texto, 35
artigo, 35
artigo definido, 123
artigo indefinido, 123
aspas, 188
aspirar, 161
assim, 172
assim como, 129
assistir, 161
ATA, 113
ato oficial, 15
ato oficial (encaminhamento), 15
ato oficial (fechos), 16
ato oficial (tipos), 15
atos de comunicação, 19
atos normativos, 34
atos processuais, 59
atrás, 178
através de, 172
AUDIÊNCIA, 77
AVISO, 20
bastante, 172
bastantes, 172
bem como, 129, 172
bimensal, 173
bimestral, 173
cabeçalhos, 196
caber, 162
cacófato, 9
cacofonia, 8
cada, 173
cerca de, 128
chamar, 162
chavão, 10
CIENTIFICAÇÃO, 71
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CITAÇÃO, 74
citações, 18
clareza, 3
cláusula de revogação, 36
cláusula de vigência, 36
cobrar preços, 183
coesão, 4
colocar, 177
com vista a, 173
com vistas a, 173
com, 129
começar, 170
como, 129
COMUNICAÇÃO DE AUDIÊNCIA, 77
COMUNICAÇÃO DE DILIGÊNCIA, 81
COMUNICADO, 22
concisão, 5
concordância nominal, 124
concordância verbal, 125
considerando, 34
consistir, 162
constatar, 173
constituir, 162
contradizer, 162
correção gramatical, 6
crase, 120
currículo, 173
curriculum vitae, 173
custa, 173
custar, 163
custos, 173
dado, 174
dar entrada, 163
datas, 141
de encontro a, 170
de forma a, 174
de forma que, 145, 174
de jeito que, 145, 174
de maneira a, 174
de maneira que, 145, 174
de modo a, 174
de modo que, 145, 174
de molde que, 145, 174
de sorte que, 145, 174
DECISÃO, 83
DECISÃO NORMATIVA, 38
deparar, 166
desculpar, 163
desde, 171
DESPACHO, 85
DESPACHO DECISÓRIO, 85
DESPACHO INTERLOCUTÓRIO, 85
DESPACHO SINGULAR, 85
desse ponto de vista, 174
detalhar, 175
devido a, 175
dia a dia, 175
dia-a-dia, 175
dirigir, 175
ditongos, 118
dizer, 177
é, 127, 129
é bastante, 129
é mais de, 129
é muito, 129
é pouco, 129
é suficiente, 129
é tanto, 129
em anexo, 169
em face de, 175
em longo prazo, 175
em nível de, 169
em princípio, 171
em que pese, 176
em vez de, 170
em via de, 176
em vias de, 176
EMENDA REGIMENTAL, 40
ementa, 34, 59
ênclise, 157
enquanto, 176
epigrafar, 183
erário, 176
erros de comparação, 13
especialmente, 176
esquecer, 163
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216
estada, 177
estadia, 177
estilo, 8
excesso de intercalações, 4
expressões latinas, 207
face a, 175
FAC-SÍMILE, 24
falar, 177
falta, 127
faltam, 127
FAX, 24
fazer uma colocação, 177
formalidade, 6
formas de endereçamento, 19
formas de tratamento, 205
fundamentação legal, 34
grosso modo, 177
gue ... gui ... que ... qui, 119
há cerca, 167
há, 178
haja vista, 174
haja visto, 174
harmonia, 8
haver, 131
hiatismo, 8
hiatos, 118
hífen, 189
homógrafos, 119
homônimos, 139
hora, 145
houve, 128
houveram, 128
impessoalidade, 7
implantar, 178
implementar, 178
implicar, 164
inciso, 35
incluído, 178
inclusive, 178
incluso, 178
independente, 179
independentemente, 179
índice de indeterminação do sujeito, 126
infinitivo (flexão do), 126
INFORMAÇÃO, 90
informar, 164, 179
INSTRUÇÃO NORMATIVA, 45
INSTRUÇÃO, 43
isto posto, 179
item, 36
JUSTIFICAÇÃO EM PROJETO DE LEI, 47
lembrar, 163
maior do que, 179
maior que, 179
mais de um, 128
mais de, 128
mais que um, 128
maiúsculas, 133
mal, 180
margens, 17
mau, 180
medida, 145
MEMORANDO, 26
MEMORANDO-CIRCULAR, 28
menos de, 128
MENSAGEM, 49
mesmo, 180
mesóclise, 158
minúsculas, 133
monossílabos, 118
na medida em que, 168
não ... algum, 180
não ... nem, 180
não ... nenhum, 180
necessitar, 164
nem, 128
no sentido de, 181
NOTIFICAÇÃO, 92
números, 142
números cardinais compostos, 142
números cardinais, 143
números fracionários, 143
números ordinais, 144
o grosso de, 126
o mais ... possível, 124
o resto de, 126
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217
obedecer, 164
objetivar, 181
OFÍCIO, 30
OFÍCIO-CIRCULAR, 32
onde, 181
operacionalizar, 182
opor veto, 182
ORDEM DE SERVIÇO, 51
ortografia, 133
ou, 128
outros atos, 112
oxítonos, 117
padrão unificado, 17
palavras compostas, 145
parágrafo, 35
paralelismo, 12
PARECER, 96
parêntese, 182
parênteses, 182, 192
parônimos, 139
paroxítonos, 117
parte de, 126
pedir para, 182
pedir que, 182
pedir vista, 182
pedir vistas, 182
penalizar, 171
percentagem, 182
perífrase, 5
peso, 145
pleonasmo, 10
plural, 145
plural de dias da semana, 145
plural de letras, 145
polidez, 9
ponto, 147
ponto + abreviatura, 148
ponto + aspas, 147
ponto + parênteses, 147
ponto e vírgula, 148
pontuação, 147
por que, 153
por quê, 153
porcentagem, 126, 144, 182
porque, 154
porquê, 154
PORTARIA, 53
posto isso, 179
praticar preços, 183
preferir, 165
priorizar, 183
proceder, 165
próclise, 157
PROJETO DE LEI, 55
pronome, 155
pronome apassivador, 126
pronome de tratamento, 158
pronome demonstrativo, 155
pronome pessoal oblíquo átono, 156
pronome pessoal, 156
pronome possessivo, 159
proparoxítonos, 118
querer, 165
redação oficial, 2
regência verbal, 160
relativo a, 183
RELATÓRIO ANALÍTICO E PARECER PRÉVIO SOBRE
AS CONTAS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL,
98
RELATÓRIO DE AUDITORIA, 100
RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO EM EVENTO, 102
RELATÓRIO DE RELATOR, 105
RELATÓRIO PERIÓDICO DAS CONTAS DO GOVERNO
DO DISTRITO FEDERAL, 108
REPRESENTAÇÃO, 110
RESOLUÇÃO, 57
responder, 165
ressaltar, 183
revogação (cláusula de), 36
rima, 9
são, 127, 129
se, 125, 183
se não, 183
senão, 183
ser, 132
seu, 183
siglas, 187
MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL
218
simpatizar, 166
sua, 183
tachar, 183
tampouco, 184
tão pouco, 185
taxar, 183
ter de, 166
ter que, 166
texto obscuro, 4
todo, 185
todo o, 185
todos os dois, 168
todos os, 185
todos, 185
tomar parte, 166
transcrições, 18
tratar de, 185
travessão, 192, 193
um de nós, 130
um dos que, 125
uma porção de, 126
unânimes, 185
uniformidade, 6
vice, 185
vigência (cláusula de), 36
viger, 186
vírgula, 150
vírgula antes do “e”, 150
vírgula antes do “etc.”, 150
vírgula antes do “mas”, 150
vírgula após “em anexo”, 150
vírgula após o “parêntese”, 150
vírgula após o “vocativo”, 151
vírgula nas referências a textos legais, 151
vírgula nos endereços, 151
vírgula nos termos explicativos e restritivos,
151
visar, 166
vista, 174
vocativo, 205

ORGANIZAÇÃO
DIPLAN – TCDF

COORDENAÇÃO GERAL
José Wilson Gurgel

ELABORAÇÃO
Henrique Mattei James Quintão de Oliveira

REVISÃO
Carlos Tobias da Silva Nota: Registre-se, ainda, a participação dos titulares das unidades e dos demais servidores do Tribunal com valiosas contribuições para a feitura e o aperfeiçoamento deste Manual.

1ª edição – 2002

Distrito Federal (Brasil). Tribunal de Contas do Distrito Federal. Manual de Redação Oficial. -- Brasília: DIPLAN, 2002. 224p. 1. Redação Oficial. I. Título. CDD 808.066 CDU 806.90(817)

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA – DIPLAN Praça do Buriti, Edifício Presidente Costa e Silva – Anexo, 5º andar CEP 70075-901 - Brasília (DF) Tel.: 0 xx (61) 314-2153/2154/2155

Tribunal de Contas do Distrito Federal

COMPOSIÇÃO DO TRIBUNAL – 2002

Conselheiros
Marli Vinhadeli – Presidente Manoel Paulo de Andrade Neto – Vice-Presidente Ronaldo Costa Couto Jorge Caetano Paulo César de Ávila e Silva Jorge Ulisses Jacoby Fernandes Antônio Renato Alves Rainha

Auditor
José Roberto de Paiva Martins

Procuradores do Ministério Público Junto ao Tribunal
Márcia Ferreira Cunha Farias – Procuradora-Geral Cláudia Fernanda de Oliveira Pereira

II

... autorizou a inclusão... o Manual é composto de três partes principais: a primeira trata de aspectos gerais da redação oficial. de . MARLI VINHADELI Presidente III . com o Manual...... estaremos contribuindo para a consolidação de ações institucionais cada vez mais responsivas às expectativas da sociedade brasiliense....... É importante destacar que a edição deste compêndio representa mais um passo rumo à modernização administrativa já há muito abraçada por esta Corte com a participação fundamental dos membros do Plenário e dos demais servidores da Casa..... Dirigimos a todos nossos sinceros agradecimentos pelo apoio prestado e manifestamos nossa convicção de que. a segunda ocupa-se da elaboração dos atos oficiais no âmbito do Tribunal e a terceira exibe conjunto de elementos de gramática aplicados à redação oficial. do projeto de desenvolvimento do Manual de Redação Oficial desta Corte de Contas... Aprovado pela Decisão Plenária nº . de . o egrégio Plenário. 2002.... por meio da Decisão nº 56..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL APRESENTAÇÃO Com a intenção de uniformizar a elaboração dos atos oficiais aqui emanados. de 15 de dezembro de 1998..... no Plano Geral de Ação do Tribunal para 1999. cujo teor temos a satisfação de aqui apresentar....

.112 ANEXOS 10................................................................................................196 Anexo III Lista de abreviaturas ........................................................ II APRESENTAÇÃO................................................................................205 Anexo V Palavras e expressões com significados similares .............................................................................................................................................................................................................................................. parênteses................................................... de 2002 ........................................155 20............ Qualidades e características fundamentais da redação oficial .................8 TERCEIRA PARTE Elementos de gramática 4..................................................................................................................................................133 16........................211 ÍNDICE REMISSIVO ..............................................................................................145 17............................................................. Significado e uso de certas palavras e expressões..................... Acentuação gráfica ...........................34 8............................................................................ Abreviatura .... Pronome....................................... Emprego do porquê...................................................................................................................3 3.................................. Orientações básicas sobre o ato de escrever............. Ortografia ....................................................................................................................... Uso de sinais (aspas.....................................................................................................................195 Anexo II Cabeçalhos identificadores das áreas do Tribunal........187 23.......................123 13.................................................................................................. Concordância nominal e verbal.. Regência verbal .......... Plural de certas palavras e expressões...........................................188 OBRAS CONSULTADAS .......................................................................................................................................................................................................................................................................................116 11...................................................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL SUMÁRIO COMPOSIÇÃO DO TRIBUNAL – 2002 ............................................................................ hífen.................................................17 6.....................................................................19 7.................... de ......................................................210 IV ....... .............. Uso das siglas ..................... Atos normativos ..........................................207 Anexo VII Termos da oração ....................................................... Atos de comunicação ........................................................................................................................................................................................ Pontuação .................................................................................................................................................................124 14...............160 21....................167 22............... Atos processuais.................................................... Outros atos...................................131 15........59 9.............................................................................. III PRIMEIRA PARTE Aspectos gerais da redação oficial SEGUNDA PARTE Atos oficiais do Tribunal 1.......................................................................... Redação oficial ................................ de ....15 5...................................................................................................206 Anexo VI Palavras e expressões latinas ....................................... Padrão unificado de apresentação dos atos oficiais ................... Emprego dos verbos haver e ser ............214 Anexo I Resolução nº .............................................. Considerações gerais.............................153 19...... travessão) ...........................................147 18........202 Anexo IV Formas de tratamento ..........117 12... Artigo ..............2 2...........................................................................................................................................................................................

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL PRIMEIRA PARTE Aspectos gerais da redação oficial 1 .

Considere-se. aplicáveis à redação oficial: clareza. entretanto. A eficácia da comunicação oficial depende basicamente do uso de linguagem simples e direta. a vida moderna obriga a uma redação mais objetiva e concisa. aos rodeios ou aos circunlóquios. pelos atalhos das fórmulas de refinada cortesia usuais no século passado. Redação oficial Redação oficial é a maneira de redigir própria da Administração Pública. Sua finalidade básica é possibilitar a elaboração de comunicações e normativos oficiais claros e impessoais. A seguir. permitindo entendimento imediato. Ontem o estilo tendia ao rebuscamento. mas sim qualidades comuns a qualquer bom texto. que não há uma forma específica de linguagem administrativa. seja ele oficial ou literário. merecem destaque algumas características peculiares identificáveis na forma oficial de redigir: formalidade. pois o objetivo é transmitir a mensagem com eficácia. concisão. uniformidade e impessoalidade. chegando ao assunto que se deseja expor sem passar. 2 . apresenta-se análise pormenorizada de cada uma dessas qualidades e características. Além disso. por exemplo. hoje. correção gramatical. coesão.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 1.

e) buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o texto. as intercalações. Da mesma forma. d) transformar as orações negativas em positivas. bem dispostas na frase. facilmente compreensível. A ocorrência de trechos obscuros e de erros gramaticais em textos oficiais provém principalmente da falta da releitura. uma constante. c) evitar períodos com negativas múltiplas. Já que se busca. as palavras.1. 3 . h) utilizar palavras ou expressões de língua estrangeira somente quando indispensável. a indispensável releitura do texto contribui para obtenção da clareza. Alguns preceitos para a redação de textos claros: a) utilizar preferencialmente a ordem direta ou lógica (sujeito. g) evitar neologismos (palavras. a falsa idéia de que “escreve bem quem escreve difícil” também contribui para a obscuridade do texto. b) usar as palavras e as expressões em seu sentido mais comum. a precisão vocabular. Clareza Clareza é a qualidade do que é inteligível. às vezes essa ordem precisa ser alterada em benefício da própria clareza. verbo. com as idéias. correta. ou palavras antigas com sentidos novos). Além disso. com a clareza. que torna possível sua correção. f) escolher com cuidado o vocabulário. Qualidades e características fundamentais da redação oficial 2. a pontuação. é preciso que o pensamento de quem comunica também seja claro. sempre que possível. reduzidas a um mínimo. ordenadas. frases ou expressões novas. então. preciosismos (delicadeza ou sutileza excessiva no escrever) e regionalismos. Cada palavra dessa natureza é um tropeço para a leitura e só pode desvalorizar o que se escreve. quem escreve difícil dificilmente é compreendido.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 2. complementos). fazer-se facilmente entendido. Ora. evitando o jargão técnico.

mas. (Compare-se: Aprovas? Não! Discordo. por exemplo. Assim. pouco depois. bastante em si mesmo. (Compare-se: A Defesa Civil pede. que o atualiza perante as velozes mudanças do mundo moderno. pelo contrário. Coesão O termo coesão pode ser conceituado como a união íntima das partes de um todo. os períodos e os parágrafos estão interligados e coerentemente dispostos. já que. por fim. aliás. além do mais. em resumo. A transição não é necessariamente feita por partículas ou expressões. enquanto isso. Apesar de ser uma unidade lógica completa (começo.2. b) má disposição das palavras na frase: A Defesa Civil pede. c) ambigüidade: Ela pensava no tempo em que trabalhara com o Cassiano e concluía que a sua falta de visão teria contribuído para o fracasso do projeto. 2. d) excesso de intercalações: O planejamento estratégico. que é válido tanto para como para . temos de trabalhar com mecanismos de ligação entre os parágrafos. meio e fim). Ela pode ocorrer. O importante nos mecanismos de transição é manter a fluência do texto. em primeiro lugar. (Ambigüidade ocasionada pelo emprego do . que é um instrumento valioso para a gestão da empresa pública.).). e esta. em seguida. Para que esse desligamento não ocorra. no entanto. falta de visão pronome dele ou dela?). cobertores para casal de lã. assim. a propósito. deve periodicamente passar por um processo de revisão. também. por isso. Exemplos de algumas partículas e expressões de transição: da mesma forma. as orações. então. 4 . finalmente. com a utilização do mesmo sujeito da oração precedente. que devem ser evitados: a) mudança de sentido com a mudança da pontuação: Aprovas? Não discordo. (Compare-se: O planejamento estratégico deve periodicamente passar por um processo de revisão. A utilização desses mecanismos chama-se transição ou coesão. ora. neste ofício. portanto. dessa forma. o texto coeso é aquele em que as palavras.). além disso. daí. não pode estar solto do restante do texto. o cuidado com a estrutura do parágrafo pode induzir ao equívoco de encará-lo como redação autônoma. Às vezes. uma alavanca indispensável ao desenvolvimento econômico-social. neste ofício. cobertores de lã para casal.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Exemplos de textos obscuros.

esteio e célula-mater da sociedade. principalmente pelas conseqüências adversas que tal fato gera na sociedade. por exemplo. nem tratar os temas apenas na superfície. poupar tempo. imagens. decisão tomada no âmbito da diretoria => decisão da diretoria. Para que se redija um texto conciso. o terceiro. o número cada vez maior e.3. significa. por isso mesmo. o segundo. Economizar palavras traz benefícios ao texto: o primeiro é errar menos. obtém-se um texto conciso e não prolixo: O número cada vez maior de desempregados tem alarmado as autoridades governamentais. travar uma discussão => discutir. apenas que cada palavra é importante. o tempo necessário para revisálo depois de pronto. é fundamental que se tenha. desde o aumento da mortalidade infantil por desnutrição aguda até o crescimento da violência urbana. problema que aflige principalmente os países em desenvolvimento. e quanto menos se rechear a frase com adjetivos. Isso não significa fazer breves todas as frases. pessoa sem discrição => pessoa indiscreta. mais o leitor se sentirá respeitado. como é importante o texto enxuto.) Procedimentos para redigir textos concisos: a) eliminar palavras ou expressões desnecessárias: ato de natureza hostil => ato hostil. Afinal. É nessa revisão que muitas vezes se percebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de idéias. pelas conseqüências adversas que tal fato gera na sociedade. na eventualidade de => se. tem alarmado as autoridades governamentais. respeitar a paciência do leitor. Se esse mesmo trecho for reescrito sem a carga informativa desnecessária. pormenores desnecessários ou perífrases (rodeios de palavras). além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve. desde o aumento da mortalidade infantil por desnutrição aguda até o crescimento da violência urbana que aterroriza a família. assim. o seguinte texto: A partir desta década. mais alarmante de desempregados. guardiãs perenes do bem-estar social. neste momento nós acreditamos => acreditamos. nem evitar todo o detalhe. Pode-se adotar como regra . desde que não se abuse da síntese a tal ponto que a idéia se torne incompreensível. b) evitar o emprego de adjetivação excessiva: o difícil e alarmante problema da seca => o problema da seca. Veja-se. 5 . Vê-se.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 2. o tempo é precioso. com o objetivo de => para. Concisão A concisão consiste em expressar com um mínimo de palavras um máximo de informações.

Correção gramatical Correção gramatical é a utilização do padrão culto de linguagem. conhecer a própria língua não é privilégio de gramáticos. Não se trata somente da eterna dúvida quanto ao correto emprego deste ou daquele pronome de tratamento para uma autoridade de certo nível (ver tópico 19. irmã gêmea do caos. que é a bagunça pura e simples. que era prazo mais do que suficiente => O contrato previa a construção da ponte em um ano. a formalidade diz respeito à polidez. nas datas. os substantivos . ligo pra você => Terminado o trabalho. pôr moedas em circulação => emitir moedas.4. no ano de 2000 = > em 2000. bagunça pura e simples. prazo mais do que suficiente. irmã gêmea do caos => O que se tem é a anarquia. passo a escrever o texto => Explicado o título. e : no dia 12 de janeiro => em 12 de janeiro. Quando terminar o preâmbulo. os indefinidos (um) inquérito rigoroso e rápido. fazer uma redação => redigir.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL c) dispensar. sempre que possível. e) usar o aposto em lugar da oração apositiva: O contrato previa a construção da ponte em um ano. senão dever de todos aqueles que dela se utilizam.2 – Pronomes pessoais. no mês de fevereiro => em fevereiro. 2. A cultura da paz é (uma) iniciativa coletiva. ligo pra você. É erro de conseqüências imprevisíveis acreditar que só os escritores profissionais têm a obrigação de saber escrever. em especial a parte que trata do uso dos pronomes de tratamento. é escrever sem desrespeitar os fatos particulares da língua e as regras apropriadas para o seu perfeito uso. A língua é a mais viva expressão da nacionalidade. à civilidade no tratamento do assunto do qual cuida a 6 . d) trocar a locução pelo : fazer uma viagem => viajar. Timor-Leste se torna (uma) terra de ninguém. passo a escrever o texto. As incorreções gramaticais desmerecem o redator e põem em dúvida sua autoridade para falar sobre qualquer assunto. mais do que isso. e Anexo IV). passarei ao assunto principal => Terminado o preâmbulo. Depois de terminar o trabalho. Além disso. e : Dante quer g) eliminar. Formalidade e uniformidade A formalidade consiste na observância das normas de tratamento usuais na correspondência oficial. ou seja. 2. O que se tem é a anarquia. pôr as idéias em ordem => ordenar as idéias. passarei ao assunto principal. f) empregar o particípio do verbo para reduzir orações: Agora que expliquei o título.5. Saber escrever a própria língua faz parte dos deveres cívicos.

qualquer tom particular ou pessoal. por exemplo. Ora. como as que.6. se a Administração Pública (municipal. Impessoalidade A finalidade pública está sempre presente na redação oficial. constam de uma carta a um amigo. seja um órgão público. 7 . daí a necessidade de ser ela isenta de interferência da individualidade de quem a elabora. também. O tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos constantes das comunicações oficiais decorre: a) da ausência de impressões individuais da pessoa que comunica: independentemente de quem assina um expediente. é natural que suas comunicações sigam um mesmo padrão. O uso de papéis uniformes e a correta diagramação do texto são indispensáveis para a padronização das comunicações oficiais (ver Segunda Parte deste Manual). Desse modo. É importante salientar que o caráter impessoal do texto é mantido pela utilização do verbo na terceira pessoa do singular ou plural. ou ainda na primeira pessoa do plural. portanto. distrital ou federal) é una. à necessária uniformidade das comunicações. não cabe nelas.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL comunicação. o destinatário é sempre considerado de forma homogênea e impessoal. c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: as comunicações oficiais restringem-se a questões referentes ao interesse público. 2. não há lugar na redação oficial para impressões pessoais. ou de um artigo assinado de jornal. estadual. É importante salientar que a formalidade de tratamento vincula-se. O estabelecimento desse padrão exige atenção a todas as características da redação oficial e cuidado com a apresentação dos textos. a comunicação é sempre feita em nome do serviço público. b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação: seja um cidadão. ou mesmo de um texto literário.

Muitos fatores prejudicam a harmonia na redação oficial. a maneira peculiar de cada escritor expressar os seus pensamentos. portanto. ou seja.2. a concisão. apenas requerendo do redator a observância das qualidades e características fundamentais da redação oficial. Também nos textos oficiais pode-se identificar o estilo de cada pessoa. da pintura. por meio da música. a correção gramatical. a coesão.: ver tópico 3.4 – Uso (não aconselhável) de cacófatos.. tais como: a) a aliteração (repetição do mesmo fonema): Na certeza de que seria bem sucedido. Orientações básicas sobre o ato de escrever 3.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 3..1. resta fazer breves observações a respeito da harmonia e da polidez. quando soa bem aos nossos ouvidos. a concisão e a correção gramatical já foram comentadas nos tópicos anteriores. da literatura. 3. Obs. Harmonia: Uma mensagem é harmoniosa quando é elegante. (aliteração do fonema ). a harmonia. A clareza. c) a cacofonia (encontro de sílabas em que a malícia descobre um novo termo com sentido torpe ou ridículo) : Dê-me já aquela garrafa. o sucessor fez a seguinte asserção: . da escultura é o que se chama estilo. Qualidades da harmonia e da polidez As qualidades tradicionalmente conhecidas da expressão verbal — a clareza. a polidez — adquirem proeminência indiscutível na redação. chavões e pleonasmos. Estilo Tudo que o ser humano faz tem a marca de sua individualidade. Em relação ao ato de redigir. já explicitadas nos tópicos anteriores. a coesão. Essa maneira pessoal de as pessoas expressarem-se. dentro de uma determinada época. b) a emenda de vogais (ou hiatismo): Obedeça à autoridade. Convém respeitá-lo. 8 . estilo é.

especialmente nas correspondências oficiais. nos) substituem muito elegantemente os possessivos (minha. expressando respeito sem rebaixamento próprio. e) a repetição excessiva de palavras: O presidente da nossa empresa é primo do presidente daquela transportadora. Uso elegante de pronomes oblíquos Os pronomes oblíquos (me. lhe. 3. embora reconhecendo ser o mesmo trabalhador. confere ao período um estilo Obs. sua) em frases como as seguintes: O barulho perturba-me as idéias (em vez de: O barulho perturba as minhas idéias). proveniente da união das sílabas finais de uma palavra com as iniciais da seguinte: Metalúrgica gaúcha 9 . não lhe poderia fazer esse favor. deve ser pautada pelos mesmos princípios de convivência pacífica da vida social. Correspondência é contato humano e. é impressionar o destinatário de forma favorável. o assessor. f) o excesso de : Solicitei-lhe que me remetesse o parecer que me prometera a fim de que eu pudesse concluir a análise que me fora solicitada. 3.4. sem ao mesmo tempo rebaixar-se. cortesia. ou a palavra obscena. demonstra que o autor não conhece bem o manejo do idioma quanto à substituição das orações desenvolvidas por expressões equivalentes. A solução do problema nos tomou o dia (em vez de: A solução do problema tomou o nosso dia).: Observe-se que esse excesso de arrastado e deselegante. Expressar consideração pelo outro. Uso (não aconselhável) de cacófatos.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL d) a rima: O diretor chamou. evitando frases grosseiras ou insultuosas. por vezes até compensa falhas nas outras qualidades fundamentais do texto antes examinadas. dizendo-lhe que. com muita dor. Ninguém lhe ouvia as propostas (em vez de: Ninguém ouvia as suas propostas).3. chavões e pleonasmos Cacófato (ou cacofonia): É o som desagradável. sendo um presidente muito ativo. além disso. Polidez: O texto polido revela civilidade. como tal. A finalidade.

suscitada em ‘por tal’. o chavão perde a força original. repetição de uma mesma idéia. obscena. envelhece o texto. se diz ou se escreve por costume. É o que se faz. Recorrer a eles poderá denotar falta de imaginação. Exemplos de pleonasmos indesejáveis: acabamento final a razão é porque a seu critério pessoal certeza absoluta comer com a boca conviver junto criação nova descer para baixo destaque excepcional elo de ligação em duas metades iguais empréstimo temporário encarar de frente expressamente proibido fato real há anos atrás 10 . Citem-se. a propósito. Chavão: É lugar comum. ou seja. irrita a cacofatomania desses críticos. Eva e Adão. os dizeres de Rui Barbosa: “Se a idéia de ‘porta’. Ela trina muito bem. como essa. Uma prima minha. nesse caso.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL espera crescer 40%. clichê. Só haverá cacofonia quando a palavra produzida for torpe. mediante palavras diferentes. Quando a repetição de idéia não traz nenhuma energia à expressão.. devendo. o pleonasmo passa a ser vício. . Dê-me já. ser evitado. Por isso. Exemplos de chavões: a cada dia que passa a olhos vistos abrir com chave de ouro acertar os ponteiros ao apagar das luzes assolar o país astro-rei (sol) baixar a guarda cair como uma bomba calor escaldante crítica construtiva depois de longo e tenebroso inverno dizer cobras e lagartos em sã consciência estar no fundo do poço hora da verdade inflação galopante inserido no contexto mestre Aurélio (dicionário) obra faraônica óbvio ululante parece que foi ontem passar em brancas nuvens perda irreparável perder o bonde da história pomo da discórdia silêncio sepulcral singela homenagem tábua de salvação vaias estrepitosas voltar à estaca zero Pleonasmo: Indica redundância de expressão. . preguiça ou pobreza vocabular. refugadas”. outras locuções vernáculas têm de ser.. deve-se procurar evitá-los. ridícula. É infundado o exagerado escrúpulo de quem diz haver cacófato em . De tanto ser repetido.

. Devem ser evitadas. deve-se atentar para as construções que possam gerar equívocos de compreensão. construções como: Errado: É tempo dos parlamentares votarem o projeto..5.. Alguns problemas mais freqüentemente encontrados na construção de frases dizem respeito à utilização do sujeito da oração como complemento. Como a clareza é requisito básico de todo texto oficial.. Errado: Antes desses requisitos serem cumpridos. Ambigüidade: Ambígua é a frase ou oração que pode ser tomada em mais de um sentido. mas não complemento.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL meu amigo particular multidão de pessoas planejar antecipadamente relações bilaterais entre dois países sintomas indicativos subir para cima surpresa inesperada todos foram unânimes ver com os olhos 3. (O Diretor foi exonerado. portanto. A ambigüidade decorre..) 11 . Ele pode complemento. à ambigüidade da idéia expressa. Errado: Apesar da Assessoria ter informado em tempo. Uso indevido do sujeito como complemento: é o ser de quem se fala ou que executa a ação enunciada na oração. da dificuldade de identificar-se a que palavra se refere um pronome que possui mais de um antecedente na terceira pessoa.) Claro: O Chefe de Gabinete comunicou ao Diretor a exoneração deste. Certo: É tempo de os parlamentares votarem o projeto. em geral.. conforme exemplificado a seguir. Problemas na construção de frases A clareza e a concisão na forma escrita são alcançadas principalmente pela construção adequada da frase.. Outro tipo de ambigüidade decorre da dúvida sobre a que se refere a oração reduzida. Certo: Apesar de a Assessoria ter informado em tempo. Exemplos: Ambíguo: O Chefe de Gabinete comunicou ao Diretor que ele seria exonerado. à elaboração de falsos paralelismos e aos erros de comparação. Certo: Antes de esses requisitos serem cumpridos. (O Chefe de Gabinete foi exonerado. (Quem seria exonerado? O Chefe de Gabinete? O Diretor?) Claro: O Chefe de Gabinete comunicou a exoneração dele ao Diretor..

Erros de paralelismo: Uma das convenções estabelecidas na língua escrita consiste em apresentar idéias similares numa forma gramatical idêntica. o Deputado saudou o Presidente da República. inteligência e ter ambição. recomendou-se às unidades economizar energia e elaborar planos para redução de despesas. em seu discurso. (Discurso do Deputado. segurança. o que não surpreendeu o Presidente. e que tem sólida formação acadêmica. não ser inseguro. No discurso de posse. Pelo aviso circular. solicitou a intervenção federal em seu Estado. O novo procurador é jurista renomado. No discurso de posse. ter inteligência e ambição. e solicitou sua intervenção no seu Estado. O Presidente não se surpreendeu.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Ambíguo: O Deputado saudou o Presidente da República. recomendou-se às unidades que economizassem energia e (que) elaborassem planos para redução de despesas. mas isso não o surpreendeu. Assim. O novo procurador é jurista renomado. No pronunciamento. mostrou ser determinado e seguro. Exemplos: Errado: Certo: Certo: Pelo aviso circular recomendou-se às unidades economizar energia e que elaborassem planos de redução de despesas. o que se chama de .) Ambíguo: Sendo indisciplinado. (Quem é indisciplinado?) Claro: O Chefe admoestou o funcionário por ser este indisciplinado. Pelo aviso circular. mostrou determinação. inteligência e ambição. o Chefe admoestou o funcionário. incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a elementos paralelos. que tem sólida formação acadêmica. mostrou determinação. Errado: Certo: Certo: Errado: Certo: Certo: 12 . (Discurso de quem? Estado de quem? Quem não se surpreendeu?) Claro: Em seu discurso. Estado do Deputado. O novo procurador é jurista renomado e tem sólida formação acadêmica. No discurso de posse.

. qual o termo omitido....... Erros de comparação: A omissão de certos termos ao se fazer uma comparação deve ser evitada ao redigir.... II – autorizar a devolução de ...... A ausência indevida de um termo pode impossibilitar o entendimento do sentido que se quer dar a uma frase: Errado: Certo: Certo: O salário de um professor é mais baixo do que um médico. A Secretaria de Educação dispõe de mais verbas do que as Secretarias do Governo. Sugere-se ao egrégio Plenário: I – tomar conhecimento da .... Sugere-se que o egrégio Plenário: I – tome conhecimento da ...TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Errado: Certo: Certo: Sugere-se que o egrégio Plenário: I – tome conhecimento da .. II – autorizar a devolução de . A Secretaria de Educação dispõe de mais verbas do que as outras Secretarias do Governo. pois compromete a clareza do texto: nem sempre é possível identificar... O salário de um professor é mais baixo do que o de um médico.... II – autorize a devolução de ...... A Secretaria de Educação dispõe de mais verbas do que as demais Secretarias do Governo............. O alcance da Resolução é diferente do alcance da Portaria. O alcance da Resolução é diferente do da Portaria. pelo contexto.... O salário de um professor é mais baixo do que o salário de um médico. Errado: Certo: Certo: Errado: Certo: Certo: 13 ..... O alcance da Resolução é diferente da Portaria..............

devendo ser adaptados quando necessário for) 14 .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL SEGUNDA PARTE Atos oficiais do Tribunal (Os modelos apresentados a seguir são exemplificativos.

atos processuais e outros atos.2. concisão.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL 4. comprobatórios. a saber: atos de comunicação. negociais.1. 4. formalidade e uniformidade. 4. bem como a data em que foi entregue. deliberativos. interna ou externamente. clareza. de comunicação e processuais. atos normativos. Tipos de atos oficiais Os atos oficiais são classificados em diversos tipos. utilização do padrão culto da linguagem. O que é ato oficial É toda manifestação de vontade exarada pelo Poder Público no intuito de transmitir. no qual deve ser especificado o tipo de ato e o destinatário. nos demais casos. e levando-se em consideração os atos utilizados com maior freqüência no âmbito do Tribunal. Para publicação no Diário Oficial do Distrito Federal: As matérias para publicação no Diário Oficial do Distrito Federal devem ser encaminhadas à Secretaria das Sessões — quando oriundas de deliberações do Plenário do Tribunal — ou à Diretoria-Geral de Administração. Formas de encaminhamento dos atos oficiais Para os setores internos do Tribunal: O encaminhamento dos atos oficiais de cunho interno do Tribunal será efetuado mediante registro em livro de protocolo da área emitente. Para publicação no Boletim Interno do Tribunal: Os atos que se destinarem à publicação no Boletim Interno do Tribunal devem ser encaminhados à Divisão de Recursos Humanos da Diretoria-Geral de 15 . assunto relativo às suas competências. Para os propósitos deste Manual.3. de ajuste. Considerações gerais 4. Essas unidades adotarão os procedimentos necessários para ultimar a publicação. enunciativos. entre outros. tais como: normativos. acompanhada da assinatura de recebimento pelo destinatário ou seu representante. de correspondência. Caracteriza-se pela impessoalidade. os atos oficiais foram classificados em quatro tipos.

: Em qualquer ato oficial.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Administração para as providências pertinentes. 4. são utilizados dois tipos de fechos. e para atos processuais tais como a cientificação. devem ser observadas as especificidades de cada um.10. a saber: Respeitosamente. Aspectos redacionais e ortográficos dos atos oficiais do Tribunal seguintes: • • • • Recomenda-se consultar as outras partes deste Manual. Atenciosamente. pelas Inspetorias de Controle Externo e pela Diretoria-Geral de Administração. Formas de fecho dos atos oficiais O fecho dos atos oficiais objetiva demarcar o fim da exposição do assunto e proporcionar a saudação ao destinatário. conforme os modelos apresentados neste Manual. a citação. Uso das siglas: tópico 22. 4.6. o memorando-circular. 16 .5. deve-se evitar que o nome ou a assinatura do emitente fique em página isolada do documento. Para os demais órgãos e entidades da Administração Pública: Os atos oficiais destinados aos demais órgãos e entidades da Administração Pública são encaminhados pelo Gabinete da Presidência do Tribunal.1 a 2. Para os demais atos oficiais. — para autoridades superiores. transfira-se ao menos o último parágrafo do texto para a página seguinte. Obs. inclusive o Presidente da República. Orientações básicas sobre o ato de escrever: tópicos 3. a comunicação de audiência. — para autoridades de mesma hierarquia ou hierarquia inferior. Para a Câmara Legislativa do Distrito Federal: O encaminhamento de atos oficiais para a Câmara Legislativa do Distrito Federal é realizado pelo Gabinete da Presidência do Tribunal.5.1 e 15. o ofício e o ofício-circular. Ortografia: tópicos 15.4. a comunicação de diligência e a notificação. em especial as Qualidades e características fundamentais da redação oficial: tópicos 2. onde se encontra o nome ou a assinatura.1 a 3. Para atos de comunicação tais como o memorando.

formatação de parágrafos etc. sempre que possível. de forma a facilitar a elaboração de tais atos e homogeneizar as mais variadas formas atualmente em uso nas diversas áreas do Tribunal.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL 5.5cm. Especificações: • Tamanho de papel: padrão A4 (210 x 297mm) • Tipo e tamanho da fonte: arial. inclusive com sugestão de cabeçalhos (com carimbo opcional. : justificado (salvo quando contrariamente especificado). : simples. 2.0cm. . 1. tipo e tamanho da fonte. 17 : : : : : : 2.5cm. Padrão unificado de apresentação dos atos oficiais Um dos objetivos deste Manual foi buscar a adoção de um padrão único de apresentação dos atos oficiais nele contidos. O padrão proposto estabelece a formatação dos documentos no tocante a tamanho do papel.. corpo 12 (em determinados casos. observações. 1. gráficos e tabelas podem ser utilizados tamanhos menores. margens. 3. para fins de identificação da origem do ato.8cm. tais como citações. : 42pt antes e 6pt depois. nos casos em que tais atos constituírem peças processuais). : 18pt antes e 18pt depois. • Margens: superior inferior esquerda direita cabeçalho rodapé • Formatação de parágrafos: alinhamento do texto espaçamento entre parágrafos entre linhas título do documento ementa : 6pt antes e 6pt depois. buscando.5cm. 1.5cm. manter harmonia no conjunto). notas.

alinhado à direita e fonte tamanho 10.... Relatório de Auditoria e Relatório de Relator.. com fonte tamanho 6... • Numeração de páginas: sem carimbo com carimbo : no rodapé... que termina por ponto............. autorizar a elaboração da .. e de seus anexos......... Informação.... O texto dos itens deve iniciar com letra minúscula (a menos que se justifique o uso de maiúscula na palavra inicial) e terminar por ponto e vírgula....: Ver tópico 3.. de acordo com a seguinte formatação: recuo para itens recuo para subitens exemplos: I– II – tomar conhecimento do ....25cm. que se encerra por dois pontos e do último item... que são expressos por letras seguidas de sinal de parênteses. • Itens de sugestões: as sugestões oferecidas ao final de determinados atos são dispostas em itens numerados com algarismos romanos seguidos de traço.... conforme a .. com as seguintes etapas: a) análise preliminar dos .... no tópico 9). : no próprio carimbo..... Os itens podem ser desdobrados em subitens......... em especial a parte que trata de erros de paralelismo.... com exceção daquele que contiver desdobramento em subitens... Despacho Singular........ (ver sugestões de cabeçalhos no Anexo II) 18 .... sem haver recuo). Parecer. citações ou transcrições : esquerdo 2cm e direito 2cm (neste caso o texto é em itálico e a fonte tamanho 11 – ver estrutura de Ata.............. texto : especial na primeira linha de 3cm (nos parágrafos numerados é inserida uma tabulação de 3cm após o ponto que segue o número)........8cm..5 (Problemas na construção de frases)....... ementa : esquerdo 9cm (exceto para os casos de Decisão.... Obs......MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL nome do emitente recuo: : pelo menos 30pt antes (para aposição da assinatura). : esquerdo de 4....25cm e deslocamento de 0...... • Cabeçalhos: seguem o disposto na apresentação de cada modelo.... em que a ementa possui alinhamento à esquerda... : esquerdo de 3cm e deslocamento de 1..............

4. acrescida de nome. em especial a parte que trata do uso dos pronomes de tratamento. Formas de endereçamento Quanto às formas de endereçamento constantes dos envelopes das comunicações oficiais. e Anexo IV. • 6. deve constar a expressão “Ao(À) Senhor(a)”.2 (Pronomes pessoais). 6. 6.1.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL 6. Formas de tratamento Ver tópico 19. Para autoridades e particulares tratados por Vossa Senhoria (ver Anexo IV).2. cargo (quando for o caso) e endereço. deve constar a expressão “Ao(À) Excelentíssimo(a) Senhor(a)”.3. Tipos de atos de comunicação do Tribunal • • • • • • • Aviso Comunicado Fac-símile Memorando Memorando-circular Ofício Ofício-circular 19 . acrescida de nome. Definição São os atos que têm por finalidade estabelecer comunicação entre pessoas. Atos de comunicação 6. órgãos e entidades. cargo e endereço. devem ser observados os seguintes aspectos: • Para autoridades tratadas por Vossa Excelência (ver Anexo IV).

Nome do emitente.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado pelo Tribunal para tornar público. AVISO DE RESULTADO DE JULGAMENTO DE LICITAÇÃO etc. nos assuntos que lhes forem afetos. Estrutura • Denominação do ato — AVISO. • • • 20 . Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5).: AVISO DE LICITAÇÃO. Texto com a exposição detalhada da matéria objeto da divulgação. externamente. Local e data por extenso. assunto de seu interesse. e respectivo cargo. em letras maiúsculas e em negrito. geralmente não traz destinatário.). centralizada. fecho ou expressões de cortesia. AVISO DE REVOGAÇÃO DE LICITAÇÃO. em letras maiúsculas e em negrito. podendo ser complementada com outros dados em função do assunto a que se referir (ex. Por ser multidirecional (dirigido a entidades diversas. centralizados. centralizado. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). podendo ou não solicitar a participação dos interessados. Competência A expedição de avisos compete às unidades que compõem a DiretoriaGeral de Administração. não identificadas previamente).

........... ainda..... que cópia do Edital encontra-se à disposição na Seção de Compras... ... O Objeto: aquisição de equipamentos e componentes de informática...... M O D Brasília (DF)........ ............ 21 ....... MATERIAL E PATRIMÔNIO AVISO DE LICITAÇÃO TOMADA DE PREÇOS Nº .... Praça do Buriti. no 4º andar do Edifício Anexo do Tribunal de Contas do Distrito Federal................. e pelo fax ................... Presidente da Comissão Especial de Licitação EL NOME DO TITULAR A COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO torna público aos licitantes e demais interessados que estará recebendo os envelopes com as propostas referentes ao objeto em epígrafe no dia ......... Informa....... Informações adicionais poderão ser obtidas por meio dos telefones .... de ....... ... de ...... às ...TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO DIVISÃO DE LICITAÇÃO........... / ...

com identificação da área emitente. Identifique a área emitente. no mínimo. a correta exploração do aspecto visual confere maior potencial de alcance ao assunto a ser transmitido. Indique data. Portanto. a seus servidores. Estrutura Conforme já exposto. os seguintes requisitos: • • • • • • Trate de matéria de interesse do Tribunal. hora e local do evento. podendo ser afixado nos locais próprios para essa finalidade ou divulgados pela rede interna de computadores. quando se tratar de divulgações de interesse particular de servidores. quando se tratar de cartaz ou “folder”. utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). Contenha carimbo da área competente. ao Núcleo de Informática e Processamento de Dados e às unidades que compõem a Diretoria-Geral de Administração. 22 . Informe números de telefone e fax. Apresentação Devido à diversidade dos assuntos tratados em comunicados. por meio dos quais poderão ser obtidas informações adicionais sobre a matéria divulgada. há situações em que a apresentação de “folder” ou cartaz do evento se torna mais apropriada. Competência A expedição de comunicados compete ao Gabinete da Presidência. de eventos programados e outros assuntos de interesse. nos assuntos que lhes forem afetos. sem o intuito de tolher a capacidade criativa dos responsáveis pela elaboração do comunicado. recomenda-se que ele preencha. nos quais a criatividade assume importante papel na qualidade da divulgação. Ademais.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Instrumento utilizado pelo Tribunal para divulgação interna. ou “e-mail”. não existe modelo específico que possa contemplar todos os tipos. Para as situações em que os comunicados se caracterizam pela regularidade da divulgação. Contenha a devida autorização da área competente.

h das ........... . às ...TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS COMUNICADO Nos termos da Portaria nº ...................... Brasília (DF).... nas datas e horários abaixo relacionados: Data ... de ............... será efetuada na ................. M O D ................ de .... comunicamos aos servidores do Tribunal que a entrega dos formulários referentes ao .. às ....... às ....... de ........................................... de ......h 23 ......... DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS EL Horário O das .. localizada no térreo do Edifício Anexo... de ................h das ..

requerem imediato conhecimento. 24 . aos titulares das unidades dos Serviços Auxiliares e aos demais servidores autorizados. Data e quantidade total de páginas. Estrutura • • • • • • Número seqüencial de controle de encaminhamento de fax. Texto com a mensagem. número do fax e nome da empresa ou órgão correspondente. Número de telefone para comunicação de eventuais problemas relativos à recepção do fax. mediante autorização da chefia competente. Sua utilização deve ser direcionada para matérias de interesse do Tribunal. aos Auditores. aos Conselheiros. e nome da pessoa que efetivamente transmitiu o fax. entretanto. Competência A expedição de fax compete ao(à) Presidente. Apresentação O formulário de encaminhamento de fax segue o modelo padronizado apresentado na página seguinte.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição O fax (forma reduzida de “fac-símile”) é modalidade de comunicação utilizada principalmente para transmissão de mensagens urgentes e para envio antecipado de documentos que. abordar assuntos de interesse particular de servidor. número do fax e nome da unidade de lotação do remetente. Nome do destinatário. aos Procuradores do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Distrito Federal – MPjTCDF. Nome do emitente. podendo. seguido do ano com dois dígitos. por sua natureza.

favor comunicar pelo telefone ____________________________ O REMETENTE: .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ENCAMINHAMENTO DE FAX DESTINATÁRIO: Nº FAX: EMPRESA/ÓRGÃO: Nº ____/____ DATA __/__/_____ Nº de páginas (inclusive esta): ________ Nº FAX: UNIDADE: TRANSMITIDO POR: M O D 25 EL MENSAGEM Ocorrendo problemas na recepção.

com alinhamento à esquerda. centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. Local e data por extenso. em letras maiúsculas e em negrito. Texto com a exposição do assunto. com resumo do teor da comunicação. seguida da sigla da unidade ou comissão emitente. sendo que. seguida do cargo ocupado pelo destinatário. Competência A expedição de memorando compete aos titulares das unidades dos Serviços Auxiliares do Tribunal e às comissões legalmente constituídas. com alinhamento à direita. quando houver vários nomes —.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Documento destinado à exposição de assuntos referentes a situações administrativas em geral. em negrito. Expressão “Assunto:”. em negrito. na linha seguinte à da denominação do ato. à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. com seu número correspondente e ano com dois dígitos. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). Fecho. Expressão “Ao:” ou “À:”. utilizado para formalizar a comunicação interna entre as unidades do Tribunal. Estrutura • Denominação do ato — Memorando. com alinhamento à esquerda. conforme o caso (ver tópico 4. Nome do emitente. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). e respectivo(s) cargo(s). em negrito. com alinhamento à esquerda. com o cabeçalho identificando a área ou comissão emitente (ver Anexo II). • • • • • • 26 . todos os demais parágrafos devem ser numerados.

. matrícula nº .......... de . de 20 dias............. ser iniciado em .. solicito de Vossa Senhoria a fineza de viabilizar a alteração das férias do servidor .. Ao: Assunto: Senhor Diretor-Geral de Administração Alteração de férias de servidor. para ser marcado oportunamente... referentes ao exercício de ........................ preliminarmente previstas para serem fruídas em 20 dias........... de 10 dias................/...... ficando o segundo. para 30 dias.... de .... O M D Por estrita necessidade de serviço.......... NOME DO TITULAR Cargo O 27 ...... – NIPD Brasília (DF)..NIPD TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Memorando nº ................NÚCLEO DE INFORMÁTICA E PROCESSAMENTO DE DADOS ................. a partir de ........ devendo o primeiro período.......... .. EL Atenciosamente...

com alinhamento à direita.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). em negrito. centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. seguida dos cargos ocupados pelos destinatários. com alinhamento à esquerda. em negrito. em negrito. • • • • • • 28 . Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). com seu número correspondente e ano com dois dígitos. à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. conforme o caso (ver tópico 4. Competência A expedição de memorando-circular compete aos titulares das unidades dos Serviços Auxiliares do Tribunal e às comissões legalmente constituídas. Fecho. e respectivo(s) cargo(s). sendo que. Expressão “Aos:” ou “Às:”. Difere do memorando por ser encaminhado a vários destinatários. seguida da sigla da unidade ou comissão emitente. Expressão “Assunto:”. todos os demais parágrafos devem ser numerados.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Documento destinado à exposição de assuntos referentes a situações administrativas em geral. Estrutura • Denominação do ato — Memorando-Circular. quando houver vários nomes —. Nome do emitente. Local e data por extenso. com o resumo do teor da comunicação. com o cabeçalho identificando a área ou comissão emitente (ver Anexo II). com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. com alinhamento à esquerda. Texto com a exposição do assunto. em letras maiúsculas e em negrito. na linha seguinte à da denominação do ato. com alinhamento à esquerda. utilizado para formalizar a comunicação interna entre as unidades do Tribunal.

. de ... no endereço .. de ....DIPLAN Memorando-Circular nº ... informamos encontrar-se o referido Plano disponível em rede.......... ........................ de ../.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DA PRESIDÊNCIA DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ... da Diretoria-Geral de Administração..... cópia do Plano Geral de Ação – PGA para o exercício de ........ do Núcleo de Informática e Processamento de Dados e da Secretaria das Sessões...... D EL Atenciosamente. de ................... NOME DO TITULAR Cargo O 29 .. Encaminhamento do Plano Geral de Ação – PGA para o exercício de . em anexo... e da Decisão nº ....................... Aos: Titulares das Inspetorias de Controle Externo..... Assunto: Para conhecimento e referência......... M O 2.. que aprovou o referido documento... Por oportuno....... – DIPLAN Brasília (DF).. estamos encaminhando........ de .

aos Auditores. Vocativo. dos Conselheiros. Fecho. Estrutura • Denominação do ato — Ofício. Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6. nas comunicações internas do(a) Presidente. nome completo em letras maiúsculas. seguido de vírgula (ver Anexo IV). e com particulares. quando houver vários nomes —. em negrito. com seu número correspondente e ano com dois dígitos. centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. sendo que. Seu uso é adotado. com alinhamento à direita. aos titulares das unidades de primeiro nível do Tribunal e às comissões legalmente constituídas. dos Auditores e dos Procuradores do MPjTCDF e naquelas a eles dirigidas pelos titulares de unidades do Tribunal e pelas comissões legalmente constituídas. Apresentação Para destinatários externos é utilizado o padrão unificado (ver tópico 5). com alinhamento à esquerda. na linha seguinte à da denominação do ato. Nas comunicações internas. Competência A expedição de ofício compete ao(à) Presidente. todos os demais parágrafos devem ser numerados. Local e data por extenso.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). será utilizado o cabeçalho que identifica a área ou comissão emitente (ver Anexo II). em letras maiúsculas e em negrito. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). e respectivo(s) cargo(s). à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. Texto com a exposição do assunto. cargo (quando for o caso) e endereço. 30 • • • • • • . também. com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página do ofício. sejam elas públicas ou privadas.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Correspondência oficial destinada ao trato de assuntos de interesse do Tribunal. utilizada para formalizar a comunicação com dirigentes e demais autoridades de outras instituições. Nome do emitente. seguida da sigla da unidade ou comissão emitente. conforme o caso (ver tópico 4.3). aos Procuradores do MPjTCDF. aos Conselheiros.

..... realizada em . em anexo.... de ................ de ..... Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal D EL Atenciosamente... O M Nesta Ao(À) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Deputado(a) .......................................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Ofício nº .............. Excelentíssimo(a) Senhor(a) Presidente.............. aprovada por este Tribunal na Sessão Ordinária nº ................ cópia do inteiro teor da Decisão nº ..... quando apreciou o Processo nº ..../... Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Excelência para encaminhar........................... NOME DO TITULAR Cargo O 31 ..... ... – GP Brasília (DF).........

em letras maiúsculas e em negrito. também. com alinhamento à esquerda. com alinhamento à direita. Como o próprio nome diz. seguido de vírgula (ver Anexo IV). com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página do ofício-circular. Local e data por extenso. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. aos Procuradores do MPjTCDF e aos titulares das unidades de primeiro nível do Tribunal. utilizada para formalizar a comunicação com dirigentes e demais autoridades de outras instituições. cargo (quando for o caso) e endereço. Fecho. o ofício-circular difere do ofício por ser encaminhado a vários destinatários. e com particulares. centralizado. conforme o caso (ver tópico 4. Seu uso é adotado. na linha seguinte à da denominação do ato.3). todos os demais parágrafos devem ser numerados. dos Conselheiros. Texto com a exposição do assunto. sejam elas públicas ou privadas. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. aos Auditores. nome completo em letras maiúsculas. Apresentação Para destinatários externos é utilizado o padrão unificado (ver tópico 5). aos Conselheiros. em negrito. Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). será utilizado o cabeçalho que identifica a área emitente (ver Anexo II). Nome do emitente. nas comunicações internas do(a) Presidente. e respectivo cargo.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Correspondência oficial destinada ao trato de assuntos de interesse do Tribunal. Nas comunicações internas. dos Auditores e dos Procuradores do MPjTCDF. Competência A expedição de ofício-circular compete ao(à) Presidente. com seu número correspondente e ano com dois dígitos. • • • • • • 32 . seguida da sigla da área emitente. Estrutura • Denominação do ato — Ofício-Circular. sendo que. Vocativo.

........................ a realizar-se em ..................... ........ – PG Brasília (DF)..... de . sob a coordenação do(a) .... no(a) ........................................................................................../TCDF D EL Atenciosamente...... Diretor(a) do(a) .... O M Ao(À) Senhor(a) Nesta ............. ......................................................... de ...GABINETE DA PROCURADORA-GERAL MÁRCIA FERREIRA CUNHA FARIAS TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MINISTÉRIO PÚBLICO Ofício-Circular nº .............. de ........ de ..................... ...... Senhor(a) Diretor(a)......../.................. Tenho a honra de convidar Vossa Senhoria para assistir ao .............................................. NOME DO TITULAR Cargo O 33 ..........

Atos normativos 7. com vistas à correta aplicação da lei. considerados relevantes na feitura de tais atos.. alíneas e itens. Para os fins a que se destina este Manual. 7. em que a exposição do assunto distribui-se em artigos. Motivações em forma de “Considerando” Após a fundamentação legal e antecedendo o texto do ato normativo. é usual a inclusão de considerações legais ou administrativas que orientam ou fundamentam a expedição do ato. Dependendo do tipo de ato e da matéria nele tratada. incisos..93. Definição São os atos expedidos por autoridade administrativa competente que estabelecem normas ou regras.. a finalidade precípua do ato normativo. 34 . Para atos processuais (ver tópico 8. de forma inequívoca. Sistemática de elaboração dos atos normativos A elaboração dos atos normativos baseia-se em critérios adotados na boa técnica legislativa. e aos diversos normativos internos vigentes. parágrafos. do Regimento Interno. e iniciadas com a expressão “Considerando. serão abordados alguns critérios.06. à Lei Orgânica do Distrito Federal. Ementa É uma síntese do assunto que estiver sendo tratado. expressando. à Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal. Fundamentação legal São os dispositivos legais que amparam o signatário na expedição de determinados atos. de 08. geralmente expresso por breves períodos..MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL 7. Deve ser iniciada por verbo na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo.... ” (ver modelo de Decisão Normativa adiante). a ementa assume conotação diferente: apresenta resumo do andamento do processo..3).2. separados por ponto e vírgula. deve-se mencionar o dispositivo mais apropriado: . Tais considerações são dispostas em parágrafos distintos. no uso da atribuição que lhe confere o art.1. . Os atos oficiais do Tribunal normalmente fazem remissões a dispositivos de seu Regimento Interno.

IV e 9º da Lei . Para tanto são utilizados. seguido da numeração ordinal até o nono artigo e cardinal depois deste: Art. conforme disposto no artigo anterior. com exceção do último inciso. consoante dispõe o § 2º do art.” (se a referência for a mais de um artigo) seguida do(s) respectivo(s) número(s). adota-se a mesma regra utilizada para o artigo. .. como 35 .. quando não for explicitado o número.. 3º. em especial a parte que trata da vírgula nas referências a textos legais. .. utiliza-se a abreviatura “art. conforme disposto nos arts. a palavra inciso será grafada por extenso quando mencionada na forma direta. 5º. seguidos de traço. sendo comumente destinado a enumerações. Parágrafo – Constitui o desdobramento imediato de artigo. que devem ser adequadamente articuladas de forma a preservar a unidade e o bom entendimento do texto. Quando houver apenas um parágrafo. . salvo se o parágrafo for desdobrado em incisos. O texto do inciso deve ser iniciado com letra minúscula (a menos que se justifique o uso de maiúscula na palavra inicial) e terminado com ponto e vírgula. 5º.. como nestes exemplos: . não havendo inciso único: I – .. É indicado pela abreviatura “§” e segue as mesmas regras de numeração aplicáveis ao artigo.” (em itálico.... que terminará com dois pontos. este será denominado de “Parágrafo único.3 (Alguns casos da vírgula). na remissão a palavra artigo será grafada por extenso: . incisos. Os incisos são indicados por algarismos romanos.” ou “arts. fixando em seu “caput” a norma geral e deixando as restrições. com a inicial maiúscula e seguido de ponto) e não “§ único”. 1º. já estabelecido nos §§ 5º e 6º do art. quando terminará com dois pontos. ..MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Articulação do texto No texto dos atos normativos. à qual subordinam-se os parágrafos.. alíneas e itens. Quanto às remissões. . no que couber.. Observe-se que deve haver um espaço em branco. salvo se o artigo for desdobrado em incisos. quando terminará com dois pontos. Inciso – É utilizado como elemento de desdobramento de artigo — desde que o assunto abordado não possa constar do “caput” do artigo ou não se mostre adequado para constituir parágrafo — e também como subdivisão de parágrafo. 11. a exemplo do texto do artigo.. 10. é usual o desdobramento do assunto a ser disciplinado em partes distintas. Artigo – É a unidade básica de articulação. O texto do artigo deve ser iniciado com letra maiúscula e terminado com ponto.. exceções ou complementações para os parágrafos ou incisos em que for desdobrado..: Ver tópico 17. II – .. 11. e do que contiver desdobramento em alíneas. 9º. os elementos caracterizados a seguir. conforme disposto no art. É indicado pela abreviatura “Art. Nas remissões a dispositivos legais.. .. com a ressalva de que será utilizado o sinal “§” ou “§§” (quando se referir a mais de um parágrafo).. Obs. 7º. Serve para explicar ou complementar a disposição principal. Observe-se que deve haver um espaço em branco entre o algarismo e o traço e entre este e o início do texto. deve ser iniciado com letra maiúscula e terminado com ponto.. de acordo com o parágrafo único do art. que terminará com ponto. entre a abreviatura e o número e entre este e o início do texto. Cada artigo deve conter um único assunto. Nas remissões. O texto do parágrafo.. sem traços ou outros sinais... § 2º.. Art. . “. Art.

de ...... quando necessária. e será suprimida quando na forma indireta: . b) .. deve ser iniciado com letra minúscula (a menos que se justifique o uso de maiúscula na palavra inicial) e terminado com ponto e vírgula.... de ... .. 9º Revogam-se a Resoluções nos. sempre que possível.. de acordo com o art..... Observe-se que deve haver um espaço em branco entre o ponto e o início do texto... e da última alínea de uma série..... Item – Constitui a subdivisão da alínea... ... com o número do item grafado em itálico. a exemplo do texto da alínea.. de .. que terminará com ponto... de acordo com o item 1 da alínea a.. antecedendo a cláusula de revogação: Art... conter expressamente todas as disposições revogadas a partir da vigência do novo ato: Art.. de ... . O texto da alínea. Os itens são indicados por números arábicos.. 5º. V. . .. de .. se depois dele não houver nova alínea.. se depois dela não houver novo inciso.... 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação... Quanto às remissões. com a ressalva de que a letra da alínea será grafada em itálico. não havendo alínea única: a) . exigir desdobramento. O texto do item..... a vigência é explicitada no penúltimo artigo do texto... que terminará por ponto. adota-se a mesma regra utilizada para o inciso.. ocorre no último artigo do texto..3... Cláusula de revogação A cláusula de revogação... .... o disposto no item anterior ... o disposto nas alíneas anteriores . não havendo item único: 1.. a exemplo do texto do inciso. como nestes exemplos: . como nestes exemplos: .. Tipos de atos normativos do Tribunal • • • Decisão Normativa Emenda Regimental Instrução 36 . para maior clareza... com exceção da alínea que contiver desdobramento em itens.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL nestes exemplos: . e .... ... que terminará com dois pontos.... de acordo com o inciso anterior...... o disposto nas alíneas a e c do inciso IV.. ........ Nas remissões a itens adota-se a mesma regra utilizada para a alínea... deve ser iniciado com letra minúscula (a menos que se justifique o uso de maiúscula na palavra inicial) e terminado com ponto e vírgula.. 7. 5º. de .... Observe-se que deve haver um espaço em branco entre o parêntese e o início do texto... . de acordo com o inciso V do art. devendo. . seguidas de parêntese... o disposto no inciso IV. Alínea – É o elemento complementar do sentido oracional do inciso.... de acordo com a alínea a. 1.. a e c. sendo regra geral a entrada da norma em vigor na data da publicação. 2.... quando esta. com exceção do último item de uma série.. ..... As alíneas são indicadas por letras minúsculas. Cláusula de vigência A vigência do ato normativo deve ser indicada de forma expressa... seguidos de ponto... Usualmente. ..

MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL • • • • • • • Instrução Normativa Justificação em Projeto de Lei Mensagem Ordem de Serviço Portaria Projeto de Lei Resolução 37 .

centralizados. fundamentação legal. art. 1º da Resolução nº 61/93). de 14 de setembro de 1993). com as seguintes Título do documento. Competência A apresentação de projeto de Decisão Normativa é de iniciativa do(a) Presidente e dos Conselheiros. Local e data por extenso. Nome do(a) Presidente do Tribunal. seguido da cláusula de vigência e. formado pela expressão DECISÃO NORMATIVA. seguida do número seqüencial e do ano correspondente. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). e sua expedição. em letras maiúsculas e em negrito. • • • • 38 . Estrutura Segue especificidades: • o disposto na Resolução nº 61/93. III. se for o caso. centralizado. Ementa. A aprovação do projeto compete ao Plenário. em letras maiúsculas e em negrito. podendo ser sugerida por Auditor. Texto da decisão. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). da cláusula de revogação. o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Distrito Federal – RI/TCDF.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Deliberação do Tribunal para fixação de critérios ou orientação no tocante a caso concreto que não justifique a expedição de Resolução (cf. art. motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso) e a expressão “Resolve baixar a seguinte DECISÃO NORMATIVA:”. Procurador e titular de unidade do Tribunal (cf. centralizado. e a Resolução nº 61. com dois dígitos. ao(à) Presidente. 78.

............................ .......TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL DECISÃO NORMATIVA Nº ............ desde que devidamente fundamentadas............... Dispõe sobre a interpretação extensiva do disposto no inciso ... a) é admitida a interpretação extensiva do disposto no inciso .... D ....... caso a caso....... de .... no uso da atribuição que lhe confere o inciso XXVI do art......... de .. de . 3º da Lei Complementar nº 1 do Distrito Federal.... como exaustivamente demonstrado nos autos do Processo nº . de acordo com o decidido pelo egrégio Plenário.. . do art........... de ................... ........ O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL. de 9 de maio de 1994.. pelo órgão ou entidade interessados..... de ........ de ..................... M O Resolve baixar a seguinte DECISÃO NORMATIVA: b) esta Decisão entra em vigor na data de sua publicação... Considerando ................. 84 do Regimento Interno..... de ...................... / .................... . conforme consta do Processo nº ..... de ..... da Lei nº ... NOME DO(A) PRESIDENTE EL O 39 ...... Brasília (DF).......... da Lei nº ....... às situações caracterizadas como fornecimento contínuo.............. e Considerando a inexistência de melhores alternativas.................. ....................................... que possibilitem à Administração fazer uso do fornecimento contínuo de materiais... na Sessão realizada em ............... de ......... Considerando a prerrogativa conferida a esta Corte no art................... do art................ de ................................. .................

art. da cláusula de revogação. quanto ao conteúdo do texto. Competência A apresentação de proposta de Emenda Regimental é de iniciativa de Conselheiro. seguido da cláusula de vigência e. • • 40 . em letras maiúsculas e em negrito. de Auditor ou do(a) Procurador(a)-Geral (cf. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II).MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Interno. Texto da emenda. será essa indicada pela palavra ‘suprimido’. Estrutura • • • Título do documento. todos escritos em letras maiúsculas e em negrito. centralizado. seja publicado na íntegra”. centralizados. seguida do número seqüencial. em caso de supressão. que “os dispositivos modificados conservarão sua numeração. na seguinte seqüência: Presidente do Tribunal. demais Conselheiros por ordem de antigüidade e representante do MPjTCDF. art. se for o caso. Deliberação do Tribunal com a finalidade de alterar seu Regimento Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). Nome dos membros presentes à Sessão. formado pela expressão EMENDA REGIMENTAL. Relator(a). cf. fundamentação legal. Ementa. Local (Sala das Sessões) e data por extenso. 212 do RI/TCDF. até que o Regimento. Vice-Presidente. 210 do RI/TCDF) e sua aprovação compete ao Plenário. Ressalte-se. motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso) e a expressão “decide aprovar a seguinte Emenda Regimental:”. e a alteração que versar matéria nova ou não se enquadrar em qualquer dos artigos figurará em dispositivo conexo. devidamente renumerado.

” Art.................................... 84.......... 112 do Regimento Interno passa a vigorar com a seguinte redação: EL O ........................... 112 do Regimento Interno desta Corte quanto à disposição sobre remessa de notas de empenho e de balancetes trimestrais dos órgãos da Administração Direta do Distrito Federal e respectivos Fundos Especiais ao Tribunal de Contas do Distrito Federal... O TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL.... de 9 de maio de 1994........... 2º Esta Emenda Regimental entra em vigor na data de sua 41 D Art................ .... 1º O inciso II do art... II..... O “Art........... II – acompanhará a execução orçamentária e financeira................... e à vista do contido no Processo nº . e 4º.............. da Lei Orgânica do Distrito Federal...... ...... da Lei Complementar nº 1 do Distrito Federal. 112. mediante utilização dos meios disponíveis......... 4º...... I.... especialmente sistemas informatizados da Administração do Distrito Federal e outros desenvolvidos pelo Tribunal.........TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL EMENDA REGIMENTAL Nº Altera o inciso II do art.... decide aprovar a seguinte Emenda Regimental: M publicação... ...... no uso da competência que lhe é conferida pelos arts........... de 8 de junho de 1993..................... inclusive dos fundos especiais......... quanto aos diversos aspectos da receita e da despesa.................................. I................ e 210 a 212 de seu Regimento Interno........... nos termos do disposto nos arts...... .....

..... NOME DO(A) PRESIDENTE Presidente NOME DO(A) CONSELHEIRO(A)RELATOR(A) Conselheiro(a)-Relator(a) NOME DO(A) CONSELHEIRO(A) Conselheiro(a) D NOME DO(A) CONSELHEIRO(A) Conselheiro(a) O M NOME DO(A) REPRESENTANTE DO MPJTCDF Representante do Ministério Público junto ao TCDF EL O NOME DO(A) VICE-PRESIDENTE Vice-Presidente NOME DO(A) CONSELHEIRO(A) Conselheiro(a) NOME DO(A) CONSELHEIRO(A) Conselheiro(a) 42 ..... Sala das Sessões......... .... de ... de .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Art. ..... 3º Revogam-se as disposições em contrário................

.. VIII. quando houver vários nomes —. em letras maiúsculas e em negrito. do titular da Diretoria-Geral de Administração (cf. ambos do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF. centralizado. Estrutura • Título do documento. com o cabeçalho identificando a área ou comissão emitente (ver Anexo II).. formado pela expressão INSTRUÇÃO-ICE. ou O(A) DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO. conforme o caso —.... • • • 43 ........... INSTRUÇÃO-DGA. Competência A expedição de instrução é atribuição dos titulares das Inspetorias de Controle Externo. 39. arts. INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO. de 10 de setembro de 1986) e das comissões legalmente constituídas.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Ato normativo interno. se expedido pela Diretoria-Geral de Administração. fundamentação legal — iniciando com a expressão O(A) INSPETOR(A) DA . quando proveniente de Inspetoria..... incluindo-se.... fixa comandos de ação ou estabelece normas para cumprimento de determinado serviço.. Texto da instrução.. Nome do emitente. seguido da cláusula de vigência e. seguido do número seqüencial e da data correspondente por extenso. se for o caso...... da cláusula de revogação... no caso de comissões. ou INSTRUÇÃO-(sigla que identifica a comissão).. aprovado pela Resolução nº 10.. IX e 41. motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso) e a expressão “resolve:”.. em letras maiúsculas e em negrito.. os cargos dos membros respectivos. ou A COMISSÃO .. centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. mediante o qual o titular de unidade dos Serviços Auxiliares do Tribunal regula procedimentos gerais a respeito do modo e da forma de execução de serviços.. Ementa. quando expedido por comissão legalmente constituída. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5).......

.. DE ...................... no uso das atribuições que lhe confere o inciso VIII do art..... § 1º..... na qualidade de detentor......098..... que dispõe sobre procedimentos administrativos para execução de contratos no âmbito do Tribunal de Contas do Distrito Federal........... XXI) assumir a carga patrimonial. de .. 2º da Instrução-DGA nº ...... passa a vigorar acrescido do seguinte inciso: "Art........... 2º.. de 10 de setembro de 1986...... do Decreto nº 16........ Acrescenta o inciso XXI ao art.... de . 2º da Instrução-DGA nº .. de .. passando-a ao interessado por ocasião do adimplemento da obrigação objeto do contrato.... resolve: O 44 ... DE ....... dos bens adquiridos com base no art...." Art. Compete ao executor de contrato: .......... de ............... 59....... 2º Esta Instrução entra em vigor na data de sua publicação............. Art.............. 1º O art..... de .................... 3º Revogam-se as disposições em contrário..... de 29 de novembro de 1994........ DE . 41 do Regulamento dos Serviços Auxiliares do Tribunal de Contas do Distrito Federal.... Art......... aprovado pela Resolução nº 10..... M O D EL NOME DO TITULAR O(A) DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO....TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO GABINETE DO DIRETOR INSTRUÇÃO-DGA Nº ..................... de ...

: Este tipo de ato está sendo objeto de regulamentação nos trabalhos de revisão do Regimento Interno desta Corte. seguida do número seqüencial e da data correspondente por extenso. ao(à) Presidente. formado pela expressão INSTRUÇÃO NORMATIVA. Procurador e comissões legalmente constituídas. Competência A apresentação de projeto de Instrução Normativa é de iniciativa do(a) Presidente e dos Conselheiros. órgão ou entidade sujeita à jurisdição do Tribunal. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). podendo ser sugerida por Auditor. Ementa. em letras maiúsculas e em negrito. da cláusula de revogação. A aprovação do projeto compete ao Plenário. se for o caso. Nome do(a) Presidente do Tribunal. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). centralizado. e sua expedição. Texto da instrução.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado para disciplinar matéria que envolva pessoa física. motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso) e a expressão “Resolve aprovar a seguinte INSTRUÇÃO NORMATIVA:”. Obs. centralizado. fundamentação legal. em letras maiúsculas e em negrito. Estrutura • Título do documento. • • • 45 . seguido da cláusula de vigência e.

........... 78....... conforme o disposto nos arts.................. e 100... de 9 de maio de 1994...... M O D Art.... da Lei Orgânica do Distrito Federal...... I................... 37 da Lei Complementar nº 1/94.... DE .. .......... 30. 31.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº ............................... Art... DE ... Institui normas acerca das contas do Governador e das tomadas e prestações de contas anuais e extraordinárias... do Regimento Interno.......... DE ... e o art....................... 3º e 8º da Lei Complementar nº 1 do Distrito Federal............ de 8 de junho de 1993...... de que tratam os arts.. 84.. publicação........................ no uso da atribuição que lhe confere o art......... 1º A Prestação de Contas Anual do Governador..... XXVI..................... Resolve aprovar a seguinte INSTRUÇÃO NORMATIVA: TÍTULO I DAS CONTAS DO GOVERNADOR ........ Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua Art.. Revogam-se as disposições em contrário.............. deve conter os seguintes elementos imprescindíveis à elaboração do respectivo Relatório Analítico e Parecer Prévio: NOME DO(A) PRESIDENTE EL O 46 .. XVII....... e Considerando .............. O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL.

Remissão à Mensagem que encaminha o projeto de lei ou projeto de lei complementar. de 3 de setembro de 1996). Estrutura • • Denominação do ato — JUSTIFICAÇÃO. entre parênteses. com os seguintes dizeres: “(Do projeto de lei — ou projeto de lei complementar.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Instrumento utilizado pelo Tribunal e pelo MPjTCDF para demonstrar a necessidade da providência proposta em projeto de lei de iniciativa desses entes. centralizada. Competência A apresentação de justificação em projeto de lei é de iniciativa do(a) Presidente.. A justificação acompanhará a mensagem que encaminha o projeto. quando a iniciativa for do(a) Procurador(a)-Geral. centralizada.. dos Conselheiros e do(a) Procurador(a)-Geral do MPjTCDF (cf.. da Lei Complementar nº 13 do Distrito Federal. Texto propriamente dito. em letras maiúsculas e em negrito. 23. podendo ser sugerida por Auditor e Procurador. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5)..)”.. com as justificativas pertinentes. A aprovação é de competência do Plenário. conforme o caso — encaminhado pela Mensagem nº . com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II) — quando se tratar de projetos de iniciativa do(a) Presidente ou dos Conselheiros — e com o cabeçalho que identifica o MPjTCDF./.. art. § 3º. na linha imediatamente abaixo do título... conforme o caso. • 47 .

... distribuídas em dois edifícios..... o tráfego de outras viaturas....... sede e anexo..... Confiamos..... EL As áreas hoje existentes nos limites do referido lote......... da . no aval dos nobres representantes dessa augusta Casa de Leis............... encontram-se situadas no lote nº ............TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL JUSTIFICAÇÃO (Do projeto de lei complementar encaminhado pela Mensagem nº... prejudicando... os veículos alinham-se ao longo das vias de acesso e em frente às portarias dos prédios. assim... M O Como as áreas lindeiras ao lote acima referido são de uso comum.... pois.......... visando à segurança de seus membros e servidores e à preservação do patrimônio público pelo qual é responsável. a fim de que possa o presente projeto ser aprovado e produzir os bons frutos a que se destina............... D ............. exclusivamente................./........... embora sendo de uso comum... não pode o Tribunal dispor sobre sua correta preservação e utilização.....) Pela inexistência de garagem no subsolo dos aludidos edifícios e de áreas suficientes para estacionamentos privativo e rotativo... temos por suficientemente justificada a medida ora proposta. para acesso aos edifícios do Tribunal de veículos conduzindo autoridades....... visitantes e servidores ou transportando cargas e documentos...... O As instalações do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Com as precedentes ponderações.......... têm sido utilizadas... 48 ....... conforme descrito nas plantas anexas................

seguida da sigla do Gabinete da Presidência. nome completo em letras maiúsculas. Nome do(a) Presidente do Tribunal. Local e data por extenso. cargo e endereço. seguido de vírgula (ver Anexo IV). com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da mensagem. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). em negrito. na linha seguinte à da denominação do ato. com seu número correspondente e ano com dois dígitos. Vocativo. centralizado. com alinhamento à esquerda.3). • • • • • 49 . com alinhamento à direita. em letras maiúsculas e em negrito.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado pelo Tribunal para encaminhar projetos de lei de sua iniciativa ou do MPjTCDF à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Competência A expedição de mensagem é de iniciativa do(a) Presidente do Tribunal. Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6. Estrutura • Denominação do ato — Mensagem. Texto com a exposição do assunto.

................ de ......... a área pública de ................... Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal Nesta 50 O D NOME DO(A) PRESIDENTE EL Tenho a honra de encaminhar à elevada apreciação dessa Casa Legislativa a anexa proposta de projeto de lei complementar que desafeta a destinação de bem de uso comum do povo. / .. destinada a estacionamento do Tribunal de Contas do Distrito Federal.. M Ao(À) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Deputado(a) ........TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Mensagem nº .......... conforme croqui anexo............. – GP Brasília (DF).......... m2................ localizada no .. .... O ........ que passa a ser de uso especial..... Excelentíssimo(a) Senhor(a) Presidente........ .......... de .............

. Difere da Instrução por referir-se a procedimentos específicos. se for o caso.. Ementa. centralizado.. quando houver vários nomes —.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente de caráter interno... em letras maiúsculas e em negrito.. • • • 51 ... os cargos dos membros respectivos. quando proveniente de Inspetoria. em letras maiúsculas e em negrito. fundamentação legal — iniciando com a expressão O(A) INSPETOR(A) DA ..... fixa comandos de ação ou estabelece normas para cumprimento de determinado serviço. seguido da cláusula de vigência e.. com o cabeçalho identificando a área ou comissão emitente (ver Anexo II)... não a gerais.. seguido do número seqüencial e da data correspondente por extenso.. motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso) e a expressão “resolve:”. ambos do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF. da cláusula de revogação.. IX e 41. Texto com a exposição do assunto da ordem de serviço. ou a COMISSÃO .... se expedido pela Diretoria-Geral de Administração. formado pela expressão ORDEM DE SERVIÇO-ICE.. 39... ou O(A) DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO... no caso de comissões... arts. conforme o caso —.... centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. VIII.. INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO. ORDEM DE SERVIÇO-DGA. ou ORDEM DE SERVIÇO-(sigla que identifica a comissão) quando expedido por comissão legalmente constituída.. Nome do emitente.... incluindo-se... mediante o qual o titular de unidade dos Serviços Auxiliares do Tribunal regula procedimentos específicos para a execução de serviços.. aprovado pela Resolução nº 10/86) e das comissões legalmente constituídas... Competência A expedição de ordem de serviço é atribuição dos titulares das Inspetorias de Controle Externo... Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5)... Estrutura • Título do documento. do titular da Diretoria-Geral de Administração (cf..

... DE .... de ...... 1º Ficam revogadas as seguintes Ordens de Serviço: I – nº ... publicada no Boletim Interno do Tribunal............ II – nº .. 41 do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF.. de . publicação.................... DE ............................... Revoga as Ordens de Serviço-DGA nos ..... M O Art............ a qual regulamenta a concessão e o processamento das licenças para tratamento de saúde.. de ...... publicada no Boletim Interno de . .. de ....TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO GABINETE DO DIRETOR ORDEM DE SERVIÇO-DGA Nº ............. que regulamenta a permanência de servidores nas dependências da DGA em dias e em horários em que não há expediente e dá outras providências.... de ............ de ........... resolve: Art......... III – nº . de 10 de setembro de 1986.... de ........ de ..... de .... de . de .. de . de ........ DE . de ......... de ...................... O(A) DIRETOR(A)-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO. no uso das atribuições que lhe conferem os incisos II e VIII do art....... publicada no Boletim Interno de ................. de ............................... e ..... que regulamenta a requisição de veículos de serviço pela Diretoria-Geral de Administração – DGA.. 2º Esta Ordem de Serviço entra em vigor na data de sua D EL NOME DO TITULAR O 52 ....... aprovado pela Resolução nº 10........... que determina a observância rigorosa dos prazos estabelecidos na Resolução nº . de ............ de .... de .

com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). seguido da cláusula de vigência e. em decorrência da delegação de atribuições. seguido do número seqüencial e da data correspondente por extenso. • • • 53 . no caso de ser proveniente da Diretoria-Geral de Administração. usa-se o padrão unificado com o cabeçalho que identifica a Diretoria-Geral de Administração (ver Anexo II). centralizado. Texto da portaria. Ementa. Nome do(a) Presidente do Tribunal. Competência A expedição de portarias compete ao(à) Presidente do Tribunal e. ao titular da Diretoria-Geral de Administração. em letras maiúsculas e em negrito.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Ato administrativo interno que tem por finalidade estabelecer procedimentos relativos a pessoal ou à organização e funcionamento de serviços e. formado pela expressão PORTARIA. motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso) e a expressão “resolve:”. em letras maiúsculas e em negrito. ou do(a) Diretor(a)-Geral. conforme o caso. ou PORTARIA-DGA. conforme o caso —. orientar quanto à aplicação de textos legais e disciplinar matéria ainda não regulamentada. fundamentação legal — iniciando com a expressão O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ou O(A) DIRETOR(A)GERAL DE ADMINISTRAÇÃO. Apresentação Para as portarias de iniciativa do(a) Presidente é utilizado o padrão unificado (ver tópico 5). centralizado. Estrutura • Título do documento. ainda. se for o caso. da cláusula de revogação. No caso das expedidas pelo titular da Diretoria-Geral de Administração.

........... no uso da atribuição que lhe confere o art............ Art................. de ... Parágrafo único...................... .... a substituição e a renovação de assinaturas de jornais e dá outras providências..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA Nº ................. 84.............. 1º Compete à Diretoria-Geral de Administração. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.... com.... O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL.............. da Resolução nº .............. de ..... 4º Revoga-se a Portaria nº .. nos termos do art...................................... ........................ .. . Regulamenta a aquisição............................ M O D NOME DO(A) PRESIDENTE EL O 54 ... a aquisição. ............ de ...... do Regimento Interno e tendo em vista o que consta do Processo nº .. DE . de ........ de ... Art... XXXIII. Os pedidos de substituição ou cancelamento de assinaturas de jornais devem ser encaminhados ao Departamento ...... 30 (trinta) dias de antecedência do vencimento........... resolve: Art.............. DE .... DE .............. pelo menos. .... a substituição e a renovação de assinaturas de jornais.... de .........

centralizados.06.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Instrumento utilizado pelo Tribunal e pelo MPjTCDF para propor à Câmara Legislativa do Distrito Federal a criação. referentes ao total de anos decorridos desde a proclamação da República e desde a inauguração de Brasília como Capital do Brasil. 8º do Ato das Disposições Transitórias da Lei Orgânica do Distrito Federal. transformação e extinção de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos. formado pela expressão PROJETO DE LEI ou PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR. centralizado. da cláusula de revogação.93). art. 55 • • • • . Local e data por extenso. da Lei Complementar nº 13/96 do Distrito Federal). 4º. da Lei Complementar nº 1 do Distrito Federal. 23. centralizados. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). quando a iniciativa for do(a) Procurador(a)-Geral. quando se tratar de projeto de iniciativa do(a) Presidente ou dos Conselheiros. Indicativos ordinais. se for o caso. seguido da cláusula de vigência e. conforme o caso. podendo ser sugerida por Auditor e Procurador. V e VII. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). ou com o cabeçalho que identifica o MPjTCDF. art. e parágrafo único do art. Ementa e a expressão “A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL decreta:” Texto do projeto de lei. de 09. seguida de espaços para o número seqüencial e para a data correspondente por extenso.05. § 3º. em letras maiúsculas e em negrito. dos Conselheiros e do(a) Procurador(a)-Geral do MPjTCDF (cf. É da competência do Plenário aprovar o texto do projeto antes de seu encaminhamento à Câmara Legislativa do Distrito Federal. Competência A apresentação de projeto de lei é de iniciativa do(a) Presidente. de 08. Estrutura • Título do documento. bem como outros assuntos de interesse (cf.94.

..... 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação... ..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº .. em Brasília (DF). que passa a ser de uso especial... Brasília (DF)....... 2º O Poder Executivo.. de . no prazo de .................... DE ..... A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL decreta: Art................. .... DE .... destinada a estacionamento do ........ Dispõe sobre a desafetação de área pública que especifica na Região Administrativa ...... em Brasília (DF)..................... M O D Art............ de . EL O 56 ................. DE ... º de Brasília........ de .................................... adotará as providências necessárias ao fiel cumprimento desta Lei Complementar.............. Art.... m2..... º da República e .. conforme croqui anexo.... 4º Revogam-se as disposições em contrário.................. na Região Administrativa ..... ...... 1º Fica desafetada da destinação de bem de uso comum do povo a área pública localizada no ... Art..... dias...........

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Definição Deliberação do Tribunal para tratar de atos administrativos em geral ou que definam estrutura, atribuições ou funcionamento de seus Serviços Auxiliares, ou outras matérias que, a critério da Corte, devam revestir-se dessa forma (cf. art. 78,II, do RI/TCDF). Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5), com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). Competência A Resolução será redigida pelo(a) Relator(a) ou pelo(a) autor(a) da proposta e baixada pelo(a) Presidente do Tribunal (cf. art. 79 do RI/TCDF). Sua aprovação compete ao Plenário, e sua expedição, ao(à) Presidente. Estrutura • Título do documento, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, formado pela expressão RESOLUÇÃO, seguido do número seqüencial e da data correspondente por extenso. Ementa, fundamentação legal, motivações em forma de “Considerando” (quando for o caso), e a expressão “resolve:”. Texto da resolução, seguido da cláusula de vigência e, se for o caso, da cláusula de revogação. Nome do(a) Presidente do Tribunal, centralizado, em letras maiúsculas e em negrito.

• • •

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RESOLUÇÃO Nº ........... , DE ........ DE ....................... DE ............ . Altera a redação dos arts. ...., .... e ...... da Resolução nº ....., de ..... de ............... de ........, que dispõe sobre o efeito suspensivo dos recursos. O(A) PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, XXVI, do Regimento Interno e de acordo com o decidido na Sessão ....................... nº ..............., realizada em ...... de ............... de ............, conforme consta do Processo nº ................., resolve: Art. 1º Os arts. 1º, 3º e 4º da Resolução nº ......., de ..... de ............ de .........., passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º O efeito suspensivo, a que se referem os arts. ....., ....., § ....., e ...... da Lei Complementar nº ........, ocorrerá se for formalmente conhecido o recurso cabível, nos termos desta Resolução. ...................................................................................................... Art. 3º O recurso, instruído pela Inspetoria, terá tratamento prioritário e será distribuído a Relator, que o submeterá à apreciação do Plenário. Parágrafo único. No período de recesso regimental, o(a) Presidente do Tribunal poderá conhecer do recurso a que se refere este artigo, levando seu ato à apreciação do Plenário, na primeira sessão ordinária que se seguir. Art. 4º A decisão sobre o conhecimento do recurso, conforme previsto no artigo anterior, será comunicada aos interessados e à autoridade administrativa competente, para ciência e providências cabíveis, inclusive quanto ao efeito suspensivo, se for o caso.” Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário.

M

O

D

NOME DO(A) PRESIDENTE
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EL

O

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8. Atos processuais

8.1. Definição
São os atos que, por sua natureza, geralmente constituem peças processuais.

8.2. Tipos de atos processuais do Tribunal
• • • • • • • • • • • • • • • • Acórdão Cientificação Citação Comunicação de Audiência Comunicação de Diligência Decisão Despacho Informação Notificação Parecer Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do DF Relatório de auditoria Relatório de participação em evento Relatório de Relator Relatório periódico das Contas do Governo do DF Representação

8.3. Ementa de atos processuais
Constitui resumo do andamento do processo, identificando seus principais aspectos. Tal resumo é geralmente expresso por frases curtas, de preferência nominais (sem verbo): Aposentadoria especial. Magistério. Proventos integrais. Tempo de serviço fora de sala de aula. Parcela irregular. Insuficiência do requisito
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MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL
TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

temporal exigido para a modalidade em espécie. Ilegalidade.
Obs.: Ver tópico 7.2 (Sistemática de elaboração dos atos normativos), em especial a parte que trata de ementa.

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quanto à regularidade das contas dos administradores e demais responsáveis jurisdicionados (cf. Competência De acordo com o art...) Expressão “Ementa:”. Estrutura Conforme o disposto no § 1º do art.) Número do Processo.) Síntese das impropriedades. CASO 5 – recurso em contas. § 2º. que o assinará juntamente com o Presidente e o representante do Ministério Público .” e no caso em que for “vencido o Relator. sem débito. (Para os CASOS 1 a 8. falhas apuradas. seguida do número seqüencial e do ano correspondente com dois dígitos. com quitação plena. do mesmo diploma legal indicado. mas com cominação de multa. (Para os CASOS 1 a 8. nome do órgão ou entidade jurisdicionada. de 27 de novembro de 2001. nome do(s) responsável(is). em negrito. com imputação de débito e arquivamento dos autos. CASO 4 – contas irregulares. formado pela expressão ACÓRDÃO. CASO 6 – contas irregulares. CASO 2 – contas anuais regulares com ressalva. centralizado. diferentes circunstâncias poderão ensejar a formalização de acórdão pelo Tribunal. no todo ou em parte. se houver. especificando a unidade. relator(a) do processo. Também serão formalizadas por acórdão as deliberações previstas nos arts. 24 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal). “o acórdão será redigido pelo Relator. de 27. a redação do acórdão caberá ao Conselheiro que tenha proferido o voto vencedor”. (Para os CASOS 1 a 8. (Para os CASOS 2 e 6. Tais situações estão previstas nos modelos apresentados adiante. seguida da síntese do teor da decisão. 1º da Resolução nº 138. art. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). quitação e recomendação. CASO 3 – contas irregulares com imputação de débito. número(s) do(s) anexo(s) ou apenso(s).01. 21 e 22. por economicidade.) 61 • • • .11. em letras maiúsculas e em negrito. com o cabeçalho padrão do Tribunal (ver Anexo II). A estrutura para atender a essas peculiaridades é a seguinte: • Título do documento. CASO 7 – contas iliquidáveis–trancamento e CASO 8 – contas iliquidáveis–encerramento.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Documento que formaliza decisão definitiva do Tribunal. a saber: CASO 1 – contas anuais regulares. conforme disposto na Resolução nº 138. e unidade técnica da instrução do processo. sua(s) função(ões) e período(s) em que a(s) exerceu(ram). 81 do RI/TCDF e seu parágrafo único.

número e data da sessão em que foi proferido o acórdão.) Indicação do resultado da decisão tomada. (Para os CASOS 1 a 8. (Para os CASOS 1 a 8. (Para os CASOS 1 a 8. (Apenas para o CASO 6. falhas apuradas ou dano causador.) Texto do acórdão. (Para os CASOS 1 a 8. (Apenas para o CASO 5. (Para os CASOS 3 e 4. de acordo com as especificidades de cada situação.) • • • 62 .) Nome do(a) representante do Ministério Público presente. 4 e 5. se por unanimidade ou maioria — neste caso nominar o(s) voto(s) vencido(s).) Número do acórdão recorrido e data da sessão em que foi aprovado. (Para os CASOS 1 a 8.) Expressão “Fui presente:” seguida do nome do(a) representante do Ministério Público presente.) Nome do(a) Presidente e do(a) Relator(a). de modo a prevenir a ocorrência de fatos semelhantes.) Recomendações de providências. (Para os CASOS 1 a 8.) Nome dos Conselheiros presentes à sessão.) Indicação do(s) valor(es) da(s) multa(s) aplicada(s) ao(s) responsável(is). (Para os CASOS 3.) Indicação do(s) débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is).MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL • • • • • • • • • Síntese das impropriedades. (Apenas para o CASO 2. (Para os CASOS 1 a 8.) Tipo.

.. sua(s) função(ões) e período(s).. 17............................ I............................... Quitação plena ao(s) responsável(is)............ Decisão tomada: por unanimidade/maioria. bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte...) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is).......... relatados e discutidos estes autos......... especificando a unidade....../....../...................... (Apenso(s) no(s): . vencido(s) ...................... I. Ementa: Tomada/Prestação de Contas Anual.................... com fundamento nos arts...................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº ........... nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a).......... de ................................. Representante do MP presente: Procurador(a) .. de 9 de maio de 1994... Inspetoria de Controle Externo.... EL ____________________ Presidente Relator(a) Relator(a): Conselheiro(a) ...) Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade... e 24................... julgar regulares as contas em apreço e dar quitação plena ao(s) responsável(is) indicado(s)........ Contas julgadas regulares....................................................... considerando a manifestação emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do processo... acordam os Conselheiros....... Processo TCDF nº ................ ____________________ ____________________ Representante do MP O 63 ....) Unidade Técnica: ........ M Fui presente: O Presentes os Conselheiros: ...... da Lei Complementar do DF nº 1... ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº .. D Vistos......

.......... Inspetoria de Controle Externo...............) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is)...........) Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade..... ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº . 19 e 24.. Ementa: Tomada/Prestação de Contas Anual. Síntese de impropriedades/falhas apuradas: .......................... sua(s) função(ões) e período(s)....... Quitação ao(s) responsável(is). M Fui presente: Representante do MP presente: Procurador(a) ........./...... nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a).................. vencido(s) .......................... relatados e discutidos estes autos................................................................ Processo TCDF nº ..................................../........ bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte..... 19): ................... Recomendações (LC/DF nº 1/94............... Vistos.... especificando a unidade................................ II.................. acordam os Conselheiros....... com fundamento nos arts.............. 17...) Unidade Técnica: ..................... de 9 de maio de 1994.... Decisão tomada: por unanimidade/maioria.. considerando a manifestação emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do processo...................... (Apenso(s) no(s): ............... com as recomendações de providências apontadas.......... O D EL ____________________ Presidente Relator(a) Relator(a): Conselheiro(a) ..... art......TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº ................ Recomendações de providências corretivas............... ____________________ ____________________ Representante do MP O 64 ..... julgar regulares com ressalva as contas em apreço e dar quitação ao(s) responsável(is) indicado(s)....... da Lei Complementar do DF nº 1.. II...... de .... Presentes os Conselheiros: ...... Contas julgadas regulares com ressalva........................................................ para correção daquela(s) impropriedade(s)/falha(s) identificada(s)...

................ III..... Representante do MP presente: Procurador(a) ......... sua(s) função(ões) e período(s)...) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is)........... (alíneas b... como também determinar a adoção das providências cabíveis...... acordam os Conselheiros.) Relator(a): Conselheiro(a) ..... da Lei Complementar do DF nº 1............... ____________________ ____________________ Representante do MP O 65 .... 17............. Ementa: Tomada/Prestação de Contas Anual / Tomada de Contas Especial................ bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte..... Imputação de débito ao(s) responsável(is)............................/..................... Débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is): ............................... julgar irregulares as contas em apreço e condenar o(s) responsável(is) indicado(s) ao ressarcimento do(s) débito(s) que lhe(s) é(são) imputado(s)................. Decisão tomada: por unanimidade/maioria...................... nos termos dos arts....... de 9 de maio de 1994.... com fundamento nos arts.......................... 24......................... Processo TCDF nº . ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ................. Síntese de impropriedades/falhas apuradas ou dano causador: .............. especificando a unidade.. (Apenso(s) no(s): . de ................................ Presentes os Conselheiros: ... do mesmo diploma legal...... Vistos........................ III../............ M Fui presente: O D EL ____________________ Presidente Relator(a) Unidade Técnica: .....TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº .............) Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade........... c ou d) e 20. 26 e 29.. Contas julgadas irregulares. Inspetoria de Controle Externo...... nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a)....... vencido(s) ............ relatados e discutidos estes autos................................................ considerando a manifestação emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do processo.................

.. c ou d) e 20.) Relator(a): Conselheiro(a) .................................................) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is).. M Fui presente: Decisão tomada: por unanimidade/maioria......... Débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is): ............. Representante do MP presente: Procurador(a) ...... Vistos.. Arquivamento sem cancelamento do débito... 85 do referido diploma legal.............. (Apenso(s) no(s): ... vencido(s) ..................................................... ____________________ Presidente ____________________ Relator(a) O D EL ____________________ Representante do MP Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade...TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº ................. julgar irregulares as contas em apreço e condenar o(s) responsável(is) indicado(s) ao ressarcimento do(s) débito(s) que lhe(s) é(são) imputado(s)...... considerando a manifestação emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do processo.......... nos termos do disposto no art.............................. de ....... Ementa: Tomada/Prestação de Contas Anual / Tomada de Contas Especial.. Síntese de impropriedades/falhas apuradas ou dano causador: ............ de 9 de maio de 1994..................... da Lei Complementar do DF nº 1....... Contas julgadas irregulares... com fundamento nos arts......... relatados e discutidos estes autos.... nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a).............. por medida de economia processual... Inspetoria de Controle Externo...................... acordam os Conselheiros................... ficando desde logo determinado o arquivamento deste Processo......... com fundamento no art... ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº . III. Processo TCDF nº .................... 85 da LC/DF nº 1/94....../. Unidade Técnica: .................................................. Imputação de débito ao(s) responsável(is).............. 17.... bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte......../..) O 66 ......................................... especificando a unidade... Presentes os Conselheiros: . sua(s) função(ões) e período(s).............................. (alínea b.....

reformar ou reformar parcialmente) a decisão recorrida.......... M Fui presente: O ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ...................... para o fim de (manter...................... nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a).. Decisão tomada: por unanimidade/maioria...) Relator(a): Conselheiro(a) .......) Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade................................................................. vencido(s) ......... acordam os Conselheiros... de .. considerando o que consta do processo.............. Acórdão recorrido nº .......................................... (Apenso(s) no(s): ... bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte.... relatados e discutidos estes autos.................. Representante do MP presente: Procurador(a) .... dando-lhe provimento/provimento parcial / negando-lhe provimento........... Presentes os Conselheiros: ........................./.................. Inspetoria de Controle Externo.................................... de .../............................ Unidade Técnica: ........................................................... Ementa: Recurso contra Acórdão que julgou contas irregulares/regulares com ressalva..... Apelo conhecido/não conhecido e provido/provido parcialmente / improvido...... EL ____________________ Presidente Relator(a) ____________________ ____________________ Representante do MP O 67 .) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is)...... especificando a unidade....... no sentido de ............................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº ..... sua(s) função(ões) e período(s)................................... D Vistos........... conhecer/não conhecer o recurso em apreço............ Processo TCDF nº ............................................ Débito(s) imputado(s) ao(s) responsável(is): ........

Vistos..... Inspetoria de Controle Externo Síntese de impropriedades/falhas apuradas: .................. M Fui presente: Representante do MP presente: Procurador(a) ... Aplicação de multa ao(s) responsável(is).................. acordam os Conselheiros................................................................... de 9 de maio de 1994.. com fundamento nos arts. da Lei Complementar do DF nº 1........ O D EL ____________________ Presidente Relator(a) Relator(a): Conselheiro(a) .) Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade................................ 20....... julgar irregulares as contas em apreço e aplicar ao(s) responsável(is) a(s) multa(s) acima indicada(s)...................... 26 e 29......TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº ... parágrafo único...... ____________________ ____________________ Representante do MP O 68 .......... como também determinar a adoção das providências cabíveis.................................... Processo TCDF nº ..... vencido(s) .......... Presentes os Conselheiros: .. Ausência de débito..... considerando a manifestação emitida pelo Controle Interno no seu Certificado de Auditoria e o que mais consta do processo................................... especificando a unidade................ e 57.. sua(s) função(ões) e período(s).....) Unidade Técnica: ... do mesmo diploma legal................/........................) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is)..................................................... ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ... Ementa: Tomada/Prestação de Contas Anual / Tomada de Contas Especial............ III............. 24. (Apenso(s) no(s): ........ Contas julgadas irregulares............... Decisão tomada: por unanimidade/maioria...... 17.. III.. nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a)...................../........... Valor(es) da(s) multa(s) aplicada(s) ao(s) responsável(is): ................... nos termos dos arts... de . bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte................. relatados e discutidos estes autos...

.......... especificando a unidade...... caput... considerar iliquidáveis as contas em apreço........ sua(s) função(ões) e período(s).. acordam os Conselheiros........................ M Fui presente: O D Vistos........................... Processo TCDF nº ................................................... Trancamento.................. Ementa: Tomada/Prestação de Contas Anual / Tomada de Contas Especial. Representante do MP presente: Procurador(a) ..../......... vencido(s) .......... Presentes os Conselheiros: ............... Decisão tomada: por unanimidade/maioria. bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte........................................../.. de 9 de maio de 1994.......... considerando a ocorrência de caso fortuito ou de força maior..) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is)....... ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ............ Inspetoria de Controle Externo................ de ...) Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade. EL ____________________ Presidente Relator(a) Relator(a): Conselheiro(a) ..... determinando seu trancamento e conseqüente arquivamento...... ____________________ ____________________ Representante do MP O 69 .... 21 e 22............ (Apenso(s) no(s): .............................. nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a)......) Unidade Técnica: ......... que tornaram materialmente impossível o julgamento de mérito das contas em exame.................... com fundamento nos arts.................... Contas iliquidáveis.......... comprovadamente alheio à vontade do(s) responsável(is).... ambos da Lei Complementar do DF nº 1.. relatados e discutidos estes autos....TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº .........

........................... Contas iliquidáveis...... especificando a unidade... considerando o decurso do prazo a que se refere o § 1º do art.........) Nome/Função/Período: (Nome(s) do(s) responsável(is)........ de 9 de maio de 1994............ bem assim tendo em vista as conclusões da unidade técnica e do Ministério Público junto a esta Corte.... e a ausência de novos elementos.... ATA da Sessão Ordinária/Extraordinária nº ............................................. Encerramento.... nos termos do voto proferido pelo(a) Relator(a)......... acordam os Conselheiros.) Unidade Técnica: ................./............................... ____________________ ____________________ Representante do MP O 70 ......... com fundamento no § 2º do art... Inspetoria de Controle Externo.....) Órgão/Entidade: (Nome do órgão ou da entidade./.... vencido(s) ......... considerar encerradas as contas iliquidáveis em apreço.... EL ____________________ Presidente Relator(a) Relator(a): Conselheiro(a) .............. de ............................................. Decisão tomada: por unanimidade/maioria...... do mesmo diploma legal................... Processo TCDF nº .... 22 da Lei Complementar do DF nº 1... 22................. (Apenso(s) no(s): ............... D Vistos.............. relatados e discutidos estes autos....... sua(s) função(ões) e período(s).............. M Fui presente: O Presentes os Conselheiros: ....... Ementa: Tomada/Prestação de Contas Anual / Tomada de Contas Especial........ Representante do MP presente: Procurador(a) ..................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ACÓRDÃO Nº ......... determinando a baixa na(s) responsabilidade(s) acima indicada(s).........

art. são apresentadas duas estruturas. em letras maiúsculas e em negrito. à própria Entidade (cf. no prazo regimental. Expressão de tratamento (ver tópico 6. com alinhamento centralizado. com alinhamento à esquerda. à Secretaria de Fazenda e Planejamento do DF ou. pelo correio. a cientificação será feita diretamente por servidor do Tribunal. com alinhamento centralizado. com aviso de recebimento. quando seu destinatário não for localizado. A expedição de cientificação compete aos titulares das Inspetorias de Controle • • • • 71 . § 1º. na linha seguinte à da denominação do ato. Texto com a exposição do assunto. Fecho. ou por edital. Vocativo. com alinhamento centralizado. Competência Externo. seguido de vírgula (ver Anexo IV). Nome do emitente. Local e data por extenso. conforme o caso (ver tópico 4. Estrutura Conforme o disposto no art. 176. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. acompanhado da indicação do respectivo cargo. da Lei Complementar do DF nº 1/94 e art. para atender às referidas situações. Nome do emitente. em letras maiúsculas e em negrito.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado para comunicar ao(s) responsável(is) em processo sob exame no Tribunal a rejeição das alegações de defesa e para demandar o recolhimento da importância devida. 13. Cientificação por edital: Denominação do ato — EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO. mediante carta registrada. com alinhamento à direita. § 2º. do RI/TCDF). seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos). • • • • • • • Cientificação direta ou mediante carta registrada: Denominação do ato — Cientificação. com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da cientificação. centralizados. no caso de débito de responsável perante entidade descentralizada. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5).3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário. em letras maiúsculas e em negrito. 23 da Lei Complementar do DF nº 1/94. Local e data por extenso.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). com indicação do seu número e do ano correspondente (com dois dígitos). em negrito. Texto com a exposição do assunto. Portanto. seguida da sigla da área emitente.

. Para as consultas que se fizerem necessárias....... devendo.. fica [FORMA DE TRATAMENTO] CIENTIFICADO(A) nos termos do art. de ......... na Sala de Atendimento ao Público.. Consignamos que da Decisão acima cabem os recursos previstos no art./. da rejeição das alegações de defesa interpostas................ .. da Lei Complementar do Distrito Federal nº 1.............. § 1º..... no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias..... .... apresentar a este Tribunal o comprovante do recolhimento..... de ...... nos termos do mesmo dispositivo legal...........(valor por extenso).ª ICE Brasília (DF)......... de ........ às .... [VOCATIVO]... localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo.... NOME DO TITULAR Cargo Em face do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF.... EL [FECHO]........./.. 33 da referida Lei Complementar... Praça do Buriti......... o débito que lhe é imputado nos referidos autos — R$ .............. de .. Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone .. conforme consta do Processo nº ........... o Processo acima referido encontra-se a sua disposição. também.. ainda... de 2ª a 6ª feira. horas. no mesmo horário.. 13.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR Cientificação nº ....... cópia anexa)...... das ....[à Secretaria de Fazenda e Planejamento / à Entidade]. – . ciente de que deverá recolher ..(Decisão nº ......... de 9 de maio de 1994........ de ........ O 72 ...... nº .. na Sessão . M Nome O [EXPRESSÃO DE TRATAMENTO] D Fica [FORMA DE TRATAMENTO].... contados do recebimento desta..........

....... da Lei Complementar do DF nº 1..... M O D Brasília (DF).... quanto à rejeição das alegações de defesa interpostas......(nome)... da mencionada Lei Complementar.... horas..... de . sem sucesso. de 9 de maio de 1994............ 13.(cargo ocupado).. das .....[à Secretaria de Fazenda e Planejamento / à Entidade].. Para as consultas que se fizerem necessárias...... Praça do Buriti.... o(a) qual deverá recolher nos termos do art.. no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias... de 2ª a 6ª feira...... O 73 ... .. na Sala de Atendimento ao Público...... FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele tiverem conhecimento..... apresentar a este Tribunal o comprovante do recolhimento......... localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo..... residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido... na forma da lei................ que tramitam neste Tribunal os autos de nº ........./........ no mesmo horário....... nº ....... Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone ..... de ......... tratando ... após esgotados.... o Processo acima referido encontra-se à disposição do(a) cientificado(a)..... I e II... § 1º...TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO Nº ......... ainda.. devendo...(assunto do processo).. 23...... .. ................. Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF..../... às ..... os meios previstos no art.. determinado a cientificação por edital do(a) [FORMA DE TRATAMENTO] ..........(valor por extenso).............. de . EL NOME DO TITULAR O(A) Inspetor(a) da .............. tendo o egrégio Plenário na Sessão . de ........ de .... o débito que lhe é imputado nos referidos autos — R$ ................... a contar da primeira publicação deste Edital...

Nome do emitente. em letras maiúsculas e em negrito. seguida da sigla da área emitente. A expedição de citação compete aos titulares das Inspetorias de Controle • • • • 74 . com alinhamento centralizado. 13. em letras maiúsculas e em negrito. com alinhamento à esquerda. Vocativo. mediante carta registrada. Local e data por extenso. em letras maiúsculas e em negrito. • • • • • • • Citação direta ou mediante carta registrada: Denominação do ato — Citação.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). nos casos em que há débito. apresentar(em) defesa ou recolher(em) o valor devido (cf. Expressão de tratamento (ver tópico 6. acompanhado da indicação do respectivo cargo.3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário. são apresentadas duas estruturas. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5).MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado para convocar responsável(is) em processo sob exame no Tribunal. conforme o caso (ver tópico 4. em negrito. com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da citação. ou por edital. a citação será feita diretamente por servidor do Tribunal. com indicação do seu número e do ano correspondente (com dois dígitos). 23 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal. da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal). Local e data por extenso. com alinhamento centralizado. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). no prazo regimental. Portanto. art. Citação por edital: Denominação do ato — EDITAL DE CITAÇÃO. seguido de vírgula (ver Anexo IV). com alinhamento à direita. Fecho. para. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. na linha seguinte à da denominação do ato. Texto com a exposição do assunto. Nome do emitente. com aviso de recebimento. Competência Externo. Estrutura Conforme o disposto no art. II e § 3º. centralizados. Texto com a exposição do assunto. quando seu destinatário não for localizado. sob pena de revelia. com alinhamento centralizado. pelo correio. seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos). para atender às referidas situações.

.... II. de ...ª ICE Brasília (DF)... horas...... na Sala de Atendimento ao Público. de ... de .... localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo. também.......... fica [FORMA DE TRATAMENTO] CITADO(A) para.... sob pena de revelia...... [FECHO]... concernente ao envio do(s) nome(s) à Corregedoria Regional Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral... 13..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR Citação nº ......./. de 9 de maio de 1994 e dos arts. apresentar alegações de defesa quanto ao disposto na Decisão nº .... ensejará a imputação do débito pelo Tribunal. da Lei Complementar nº 1 do Distrito Federal.................... de . 11............. de . caput e § 5º.. na Sessão . acompanhada de provas documentais que comprovem elementos não constantes dos autos.. de 30 de setembro de 1997. A defesa deverá vir.... no prazo de 30 (trinta) dias....... de 2ª a 6ª feira. de .. conforme consta do Processo nº .. bem como a rejeição das alegações apresentadas à Corte. . se preferir.... às .504.. (cópia anexa). recolher desde logo o valor do débito... ou.. com base nos elementos dos autos...... desde logo. em caso de julgamento pela irregularidade.. de . EL Em face do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF.. Para as consultas que se fizerem necessárias.. de .... Praça do Buriti.. ... das .... o Processo acima referido encontra-se a sua disposição.......... no mesmo horário.. O ........ 83 da mencionada Lei Complementar e no art....... 172 e seguintes do Regimento Interno do TCDF..... nº .... a contar do recebimento desta.. nos termos do art....... da Lei nº 9... Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone .. – ... às conseqüências previstas no art.. D A não apresentação de defesa no prazo estabelecido..... [VOCATIVO]... com os acréscimos legais.... NOME DO TITULAR Cargo [EXPRESSÃO DE TRATAMENTO] Nome 75 M O Informamos que o(s) responsável(eis) pelas contas em apreço está(ão) sujeito(s).....

o Processo acima referido encontra-se à disposição do(a) citado(a). de ... Praça do Buriti........ horas.............. e sob pena de revelia.......................(cargo ocupado). na Sala de Atendimento ao Público.... apresentar defesa quanto ao disposto na Decisão nº .... de .(assunto do processo).......TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR EDITAL DE CITAÇÃO Nº ........ o(a) qual deverá..... .. de 2ª a 6ª feira....... FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele tiverem conhecimento.. na forma da lei..... Brasília (DF).. Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF....... de .. de .... no mesmo horário..... O M D Para as consultas que se fizerem necessárias....... Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone . ..... os meios previstos no art....../............(nome).. de .. nº .. após esgotados.... sem sucesso.................. EL NOME DO TITULAR O(A) Inspetor(a) da ....... de ....... da Lei Complementar do DF nº 1......... que tramitam neste Tribunal os autos de nº ..... tendo o egrégio Plenário na Sessão ................ O 76 .. às ....... das .. a contar da primeira publicação deste Edital. residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido......./............. de ............... 23... de ........ no prazo de 30 (trinta) dias. I e II........... determinado a citação por edital do(a) [FORMA DE TRATAMENTO] .. localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo... de 9 de maio de 1994............ tratando ..

III e seu parágrafo 3º. • Comunicação de Audiência direta ou mediante carta registrada: Denominação do ato — Comunicação de Audiência. § 5º. mediante carta registrada. pelo correio. no prazo regimental. da referida norma e art. em negrito. Texto com a exposição do assunto. 77 • • • • • • • • .3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. são apresentadas duas estruturas. Local e data por extenso. na linha seguinte à da denominação do ato. com alinhamento à direita. seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos). com indicação do seu número e do ano correspondente (com dois dígitos). ou por edital.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). art. seguido de vírgula (ver Anexo IV). Vocativo. acompanhado da indicação do respectivo cargo. conforme o caso (ver tópico 4. sob pena de revelia. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). Texto com a exposição do assunto. com alinhamento centralizado. a comunicação de audiência será feita diretamente por servidor do Tribunal. com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da comunicação de audiência. para. 23 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal. Expressão de tratamento (ver tópico 6. Fecho. para atender às referidas situações. com alinhamento centralizado. 182. seguida da sigla da área emitente. com alinhamento à esquerda. Competência A expedição de comunicação de audiência compete aos titulares das Inspetorias de Controle Externo. com aviso de recebimento. apresentar(em) razões de justificativa quanto à possibilidade de aplicação de multa pelas impropriedades indicadas nos incisos do art. Comunicação de Audiência por edital: Denominação do ato — EDITAL DE AUDIÊNCIA. 13.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado para convocar responsável(is) em processo sob exame no Tribunal. Portanto. 57 da Lei Complementar do DF nº 1/94 (cf. do RI/TCDF). Nome do emitente. nos casos em que não haja débito. Estrutura Conforme o disposto no art. em letras maiúsculas e em negrito. em letras maiúsculas e em negrito. quando seu destinatário não for localizado. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5).

com alinhamento centralizado. 78 . Nome do emitente.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL • • Local e data por extenso. centralizados. em letras maiúsculas e em negrito.

.......... da Lei Complementar nº 1 do DF...... de . V.. – .. às . 57. acompanhadas de provas documentais que comprovem elementos não constantes dos autos............. 182..... de .. de . Praça do Buriti........ de 2ª a 6ª feira.. desde logo. O 79 .. de .. ensejará a notificação de [FORMA DE TRATAMENTO] para recolher o valor da multa fixada pelo Tribunal... . § 5º............ VII ou § 1º). IV... na Sessão ......... nos termos do [art. nos termos do art. do Regimento Interno do TCDF]..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR Comunicação de Audiência nº . NOME DO TITULAR Cargo Em face do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF... na Sala de Atendimento ao Público... conforme consta do Processo nº . .... de 9 de maio de 1994 / art.... da Lei Complementar nº 1 do DF... horas... nº ........... Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone ..... bem como a rejeição das mesmas alegações.. no mesmo horário. [VOCATIVO]........ apresentar razões de justificativa quanto ao disposto na Decisão nº ... de ..... 13.. M Nome Para as consultas que se fizerem necessárias.. EL [FECHO].ª ICE Brasília (DF)...... (cópia anexa)../... de .. III.. a contar do recebimento desta e sob pena de revelia...... de ............... das ...... de 9 de maio de 1994.. fica [FORMA DE TRATAMENTO] chamado(a) em AUDIÊNCIA para...... [EXPRESSÃO DE TRATAMENTO] D A não apresentação das razões de justificativa no prazo estabelecido. O As razões de justificativa deverão vir........ no prazo de 30 (trinta) dias..... localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo...... (II... VI. o Processo acima referido encontra-se a sua disposição......... de ..............

. .. na forma da lei........ residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido..... 23....................... Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone .................. I e II.. FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele tiverem conhecimento..... ....... horas......... no prazo de 30 (trinta) dias................ O M D Para as consultas que se fizerem necessárias.. às . das .......... de . após esgotados.. que tramitam neste Tribunal os autos de nº ............ a contar da primeira publicação deste Edital...... de ........... de 2ª a 6ª feira.......... o(a) qual deverá....... da Lei Complementar do DF nº 1........ de ....... de ./......... os meios previstos no art. EL NOME DO TITULAR O(A) Inspetor(a) da ................... nº ..... tratando .. sem sucesso./........ determinado a audiência por edital do(a) [FORMA DE TRATAMENTO] ......... Praça do Buriti...... de ..... de ... Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF...TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR EDITAL DE AUDIÊNCIA Nº ................. de 9 de maio de 1994.(assunto do processo)..(cargo ocupado). apresentar razões de justificativa quanto ao disposto na Decisão nº ... o Processo acima referido encontra-se à disposição do(a) interessado(a)... de ............ localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo.. na Sala de Atendimento ao Público.. de .(nome)...... tendo o egrégio Plenário na Sessão ....... e sob pena de revelia.. no mesmo horário.. O 80 . Brasília (DF).

cargo e órgão ou entidade a que estiver vinculado. com alinhamento à direita.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado para obtenção. conforme o caso (ver tópico 4. Nome do emitente. • • • • • • 81 . Fecho. e respectivo cargo. Local e data por extenso. com seu número correspondente e ano com dois dígitos. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). seguida da sigla da área emitente. Texto com a exposição do assunto. em negrito. seguido de vírgula (ver Anexo IV).3). junto a órgãos e entidades jurisdicionados. em letras maiúsculas e em negrito.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). Estrutura • Denominação do ato — Comunicação de Diligência. Vocativo. Competência A expedição de comunicação de diligência compete aos titulares das Inspetorias de Controle Externo. com alinhamento à esquerda. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). na linha seguinte à da denominação do ato. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. centralizado. Expressão de tratamento do destinatário (ver tópico 6. nome completo em letras maiúsculas. com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da comunicação de diligência. de informações necessárias ao saneamento de autos sob exame do Tribunal.

.................... de ... ..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR Comunicação de Diligência nº .... O M Nome Cargo Nome do órgão ou entidade [EXPRESSÃO DE TRATAMENTO] D EL [FECHO].. vimos solicitar a [FORMA DE TRATAMENTO]. com base no art. de .......... Com o fim de exercer a fiscalização de competência do Controle Externo... de ./.... que envolve dispensa de licitação ratificada mediante publicação no Diário Oficial do Distrito Federal de .... de 2 de julho de 1998......... desta Corte de Contas. de .............. 1º da Resolução nº 99.. na forma aprovada pela Decisão nº ........ – ......ª ICE Brasília (DF). no que se refere ao acompanhamento dos procedimentos licitatórios e contratos administrativos... cópias do Processo nº ..... NOME DO TITULAR Cargo O 82 ... . [VOCATIVO]........ de ...........

seguida do respectivo número seqüencial e da data por extenso.. alinhada à esquerda. 24 da Lei Complementar nº 1/94 e 176 do Regimento Interno. Local (Sala das Sessões) e data por extenso. em letras maiúsculas e em negrito.. centralizado.... com exceção das “Decisões sem número”. Expressão “Ementa :”. identificando o tipo de sessão em que a decisão foi prolatada. alinhada à esquerda. formado pela expressão DECISÃO. incluindo a identificação dos participantes da sessão. Para fins de publicação no Diário Oficial do Distrito Federal. da referida Lei (ver modelo de Acórdão). centralizados. Decisões podem ser exaradas em sessões ordinárias. composta do número e do ano com dois dígitos. Expressão “Processo nº :”. em negrito. Estrutura • Expressão “Sessão . consta apenas o nome do titular da Secretaria das Sessões). 9º. Todas as decisões são numeradas em ordem crescente de sessão. seguida do número seqüencial e do ano correspondente com dois dígitos... centralizada e em negrito. em negrito. extraordinárias — reservadas ou administrativas — e especiais.. em letras maiúsculas e em negrito. § 2º. Reveste-se da denominação ACÓRDÃO quando se referir a decisões definitivas conforme os arts. centralizado.. Texto da decisão. seguida de sua identificação. Nome do(a) Presidente do Tribunal. centralizado.”. em letras maiúsculas e em negrito (nas decisões sem número.. bem como aquelas previstas nos arts. IV. em negrito.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição É o posicionamento adotado em cada processo submetido à apreciação do Plenário do Tribunal. com a identificação do(a) relator(a) do processo. Nome do titular da Secretaria das Sessões. originárias de medidas determinadas pelo Plenário ou Presidência da Corte em documentos ainda não processados. art.. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). Competência A expedição de decisão compete à Secretaria das Sessões (cf. 21 e 22.. seguida de síntese do andamento dos autos. com o cabeçalho identificando a Secretaria das Sessões.. Título do documento. 83 • • • • • • • • ... segue o padrão adotado no Manual de Operações da Secretaria das Sessões. alinhada à esquerda. aprovado pela Resolução nº 10/86). Expressão “Relator(a) :”. em letras maiúsculas. do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF.

..... ............. de acordo com o voto do(a) Relator(a)....... II – considerar que a Lei nº ....../.................... versando sobre a inconstitucionalidade da Lei distrital nº ............. IV – autorizar o arquivamento dos autos........ ..... e ..... O NOME DO TITULAR DA SECRETARIA DAS SESSÕES D NOME DO(A) PRESIDENTE 84 EL DECISÃO Nº .................. informando-lhes que.. em anexo à presente ata... DE ........TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DAS SESSÕES SESSÃO ORDINÁRIA Nº ................ Conselheiro(a) ........... Sala das Sessões... Procurador(a)-Geral ......................... e ..................................... e no ....... DE ..... ............................. O Tribunal...................... na .............. o Relatório/Voto do(a) Relator(a).. O ...... Relator(a) : Ementa : Conselheiro(a) ........... tendo em conta a instrução da unidade técnica competente........... Processo nº : ...... ................... ... M Participaram do julgamento: o(a) Presidente. com respaldo na Súmula nº 347 do Supremo Tribunal Federal..... de . de .. Representação nº ..... de ...... é incompatível com o disposto nos arts.......... DE ........... o Conselheiro-Substituto ........... os Conselheiros ................................ do ...... Decidiu........................... III – dar ciência desta Decisão ao Excelentíssimo Senhor Governador do Distrito Federal e ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal.................... decidiu: I – tomar conhecimento do resultado da inspeção realizada na ......... de ..... e o(a) representante do Ministério Público junto ao Tribunal. mandar publicar.......... esta Corte negará validade aos atos de gestão praticados ao abrigo da referida norma.... de ............. mais. da Lei Orgânica do Distrito Federal............ ............................................... de ....

aos Conselheiros. Data. Apresentação Os despachos utilizam o padrão unificado (ver tópico 5). de forma a facilitar a reprodução de cópias dos autos. No caso do despacho interlocutório. composta do número e do ano com dois dígitos. no próprio corpo do processo. 12 e 40 da Lei Complementar do DF nº 1/94 e nos arts. na linha abaixo do título. formado pela expressão DESPACHO DO(A) (cargo do emitente). ou “interlocutório”. No caso de despacho singular. a Conselheiro-Relator e a Auditor-Relator. por extenso e centralizada. centralizado. aos Auditores. evitando-se. sua aposição no verso das folhas. Expressão “Processo nº :”. em letras maiúsculas e em negrito. a expedição cabe ao(à) Presidente. quando referir-se às situações previstas nos arts. a adoção de providências acerca do assunto sob exame. seguida de sua identificação. o despacho inicia-se com a expressão “De ordem”. Expressão “Assunto:”. com alinhamento à esquerda. 197 e 200 do RI/TCDF. Para despachos singulares: Expressão “Processo nº :”. Pode ser “decisório”. em processo ou outro tipo de documentação ou correspondência submetidos a sua apreciação. com o resumo do teor do despacho. em negrito. 85 . Nome do emitente. aos Procuradores do MPjTCDF. em negrito. aos titulares das unidades dos Serviços Auxiliares do Tribunal e aos demais servidores a quem for delegada competência — neste último caso. em negrito. quando defere ou não solicitações e na modalidade “singular”. caso em que geralmente o assunto é encaminhado para apreciação ou providências de outrem. alinhada à esquerda. na modalidade “administrativo”. em letras maiúsculas e em negrito. Texto decidindo a respeito do assunto objeto do despacho. alinhada à esquerda. Competência A expedição de despacho compete ao(à) Presidente. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). centralizado. seguida de sua identificação. quando não decide sobre a demanda principal. sempre que possível. adota-se também a forma manuscrita. Estrutura Para despachos decisórios administrativos: • • • • • • • Título do expediente. composta do número e do ano com dois dígitos.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Instrumento pelo qual a autoridade competente recomenda ou determina.

Expressão “Órgão de Origem:”. seguida do(s) número(s) do(s) apenso(s) aos autos. por extenso e centralizada. e respectivo cargo. centralizado. em negrito. seguida do resumo do andamento dos autos. seguida da procedência dos autos. Expressão “Assunto:”.” (quando for o caso). Para despachos interlocutórios: • • • • Expressão introdutória — “De acordo. alinhada à esquerda. • • 86 . em negrito. em negrito. com o resumo do teor do despacho. seguida da sigla da área emitente. após a expressão de encaminhamento. Data. em negrito. Denominação do ato — DESPACHO SINGULAR. alinhada à esquerda. com alinhamento à esquerda. centralizada. Nome do emitente. Data por extenso. seguida de recomendações ou determinações pertinentes.” (quando há delegação de competência) e expressão de encaminhamento. centralizado. quando for o caso. em letras maiúsculas e em negrito. alinhada à esquerda. Nome do emitente. com seu número correspondente e ano (com dois dígitos). com alinhamento centralizado. Texto decidindo a respeito do assunto objeto do despacho. ou “De ordem. em letras maiúsculas e em negrito.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL • • • • • Expressão “Apenso(s):”. em negrito. Expressão “Ementa:”.

............... e autorizo a emissão de notas de empenho.................. e da ...... (valor por extenso)....... (valor por extenso) e R$ ..... 25 da Lei nº 8................ 87 ....... O Assunto : Autorização para emissão de nota de empenho destinada à aquisição de ........... no mês de ............ de 21 de junho de 1993........ M O D Encaminhem-se os autos à Diretoria-Geral de Administração.. Processo nº ..... na modalidade ordinária. respectivamente em favor do ...................../.....666...................................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL DESPACHO DO(A) PRESIDENTE ................. R$ ................ da . de ...................... !" # $ # $ % & ' ( NOME DO(A) PRESIDENTE EL Nos termos do art..... para publicação e demais providências.. ratifico a inexigibilidade de licitação para a aquisição de ....... (valor por extenso)....... de ...... nos valores de R$ ./............ relativa ao mês de .....................

. Brasília (DF)...........: II – III – M O Presidente / Conselheiro(a)-Relator(a) / Auditor-Relator D . fls......... sobre o (resultado da auditoria.: 00 GABINETE DO(A) ..: 0000/00 ___________ Rubrica PROCESSO Nº : APENSO(S) : ÓRGÃO DE ORIGEM : ASSUNTO : EMENTA: DESPACHO SINGULAR Nº . DETERMINO/SOLICITO/CONCEDO/RECOMENDO etc.................Fls.......... ....... EL O ..... e de acordo com a manifestação da instrução... exame da licitação. TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc. .......... de ......... 88 I– ................. conforme Informação/Relatório nº .... de .................... pedido de prorrogação de prazo formulado pela jurisdicionada etc.. .........)...... e o posicionamento do Parquet.. .................. . – (área emitente) Nos termos do (incluir o enquadramento legal das medidas)........./. fls.

.. de ....... À Divisão de Recursos Humanos..... . D EL NOME Cargo NOME Cargo O 89 ................... de .. de ...... de ............... Inspetoria de Controle Externo....... de .Exemplos de despachos interlocutórios: De acordo......... M O De ordem.... . para análise e pronunciamento.... para exame e instrução...... para as providências pertinentes......... À Seção de Cadastro Funcional... À .... ..... NOME Cargo De ordem................. de ............................

Expressão “Assunto :”. Texto com a exposição do assunto. quando for o caso. em negrito. Expressão “Jurisdicionado(a):”. Expressão “Apenso(s) no(s):”. com alinhamento à direita. Local e data por extenso. reportando-se ao seu superior hierárquico). acompanhado da indicação do(s) respectivo(s) cargo(s). Vocativo. com a expressão “À consideração superior” ou “À elevada consideração de Vossa Excelência”. seguida de sua identificação. em negrito. no exercício de sua função. composta do número e do ano (com dois dígitos). em negrito. seguida do resumo do andamento dos autos. alinhada à esquerda. alinhada à esquerda. Nome do emitente centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. seguida da sigla da área ou da comissão emitente. 90 • • • • • • • • • • . alinhada à esquerda. Expressão “Processo nº :”. sendo que à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. com seu número correspondente e ano (com dois dígitos). todos os demais parágrafos devem ser numerados. situações reais ou dispositivos legais contidos em um processo. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). em negrito. em letras maiúsculas e em negrito. Competência A expedição de informação compete aos titulares de unidades. em negrito. com alinhamento à esquerda. seguida da indicação do assunto tratado nos autos. conforme o caso.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Informação é o instrumento utilizado para registrar a análise realizada por servidor do Tribunal. com o cabeçalho identificando a área ou a comissão emitente (ver Anexo II). alinhada à esquerda. na linha seguinte à da denominação do ato. alinhada à esquerda. Fecho. Estrutura • Denominação do ato — Informação. seguida do(s) número(s) do(s) apenso(s) aos autos. Expressão “Ementa :”. quando houver vários nomes —. seguido de vírgula (ver Anexo IV). envolvendo trabalhos ou estudos especiais. seguida do nome do ente jurisdicionado a que se refere a informação. às comissões legalmente constituídas e aos servidores designados para tal (neste último caso. em negrito.

.................... Relatório de Atividades do TCDF – Trimestral (. de .../........ De acordo com o disposto no § .... com vistas à aprovação........... Apenso(s) no(s) : Assunto: Ementa: Relatório de Atividades................... 4............... de .......... ............ .. ........... – DIPLAN Brasília (DF)........DIPLAN Informação nº .... combinado com o art........ da Lei ............ somos pelo encaminhamento da matéria ao egrégio Plenário....GABINETE DA PRESIDÊNCIA TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Fls.....: 0000/00 ___________ Rubrica DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA . e considerando que o Relatório em epígrafe deve ser remetido à Câmara Legislativa até ............ Nessas condições......... com as seguintes sugestões: I– tomar conhecimento do anexo Relatório de Atividades – ........................ para envio à Câmara Legislativa do Distrito Federal... de ...... da Lei ......................./....................... ........ [VOCATIVO].....º trimestre/.......... de . do art..........º trimestre de ..........).... . deve o Tribunal encaminhar à Câmara Legislativa do Distrito Federal relatórios trimestrais e anuais circunstanciados........ demonstrando as atividades internas e de controle externo desenvolvidas por esta Corte de Contas........ M II – O [FECHO]. D EL NOME DO TITULAR Cargo O 91 Jurisdicionado(a) : .......: 00 Proc. Processo nº : ........ de .. autorizar a remessa do Relatório à Câmara Legislativa do Distrito Federal.......................... de . de ........ de ......

são apresentadas duas estruturas. à própria Entidade (cf.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Expediente utilizado para intimar o(s) responsável(is) a efetuar(em) e comprovar(em) o recolhimento de valor correspondente ao débito imputado ou à multa cominada à Secretaria de Fazenda e Planejamento do DF ou. Expressão de tratamento (ver tópico 6. com alinhamento centralizado. mediante carta registrada. seguida da sigla da área emitente. pelo correio. Fecho. em letras maiúsculas e em negrito. Competência Externo. conforme o caso (ver tópico 4. acompanhado da indicação do respectivo cargo. Portanto. com alinhamento à direita. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). Notificação por edital: Denominação do ato — EDITAL DE NOTIFICAÇÃO. seguido de vírgula (ver Anexo IV). para atender às referidas situações. com alinhamento na parte inferior esquerda da primeira página da notificação. ou por edital. com indicação do seu número e do ano correspondente (com dois dígitos). art. Local e data por extenso. com alinhamento centralizado.3) e nome (em letras maiúsculas) do destinatário. 26 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal). Texto com a exposição do assunto. em negrito. com alinhamento à esquerda. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). no caso de débito de responsável perante entidade descentralizada. • Notificação direta ou mediante carta registrada: Denominação do ato — Notificação. 23 da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal. Local e data por extenso. com a expressão “Respeitosamente” ou “Atenciosamente”. seguido do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos). centralizados.4 – Formas de fechos dos atos oficiais). 92 A expedição de notificação compete aos titulares das Inspetorias de Controle • • • • • • • • • . com aviso de recebimento. Vocativo. em letras maiúsculas e em negrito. na linha seguinte à da denominação do ato. a notificação será feita diretamente por servidor do Tribunal. Nome do emitente. quando seu destinatário não for localizado. Texto com a exposição do assunto. Estrutura Conforme o disposto no art.

MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL • Nome do emitente. com alinhamento centralizado. em letras maiúsculas e em negrito. 93 .

na Sala de Atendimento ao Público.. Praça do Buriti...... de 2ª a 6ª feira.............. de 9 de maio de 1994... referente ... (Decisão nº . para recolher .[à Secretaria de Fazenda e Planejamento / à Entidade]../............... na Sessão .. O 94 .[foram consideradas improcedentes as razões de justificativa apresentadas / foi negado provimento ao recurso interposto / foram julgadas irregulares......... a importância de R$ ....... 57 da Lei Complementar do DF nº 1.. .......(valor por extenso).. [EXPRESSÃO DE TRATAMENTO] D EL [FECHO]...... de ........... de .... ..... 17 da Lei Complementar do DF nº 1.. também.. horas............... das . devendo.... cópia anexa)........... às .... do inciso III do art.. ainda. NOME DO TITULAR Cargo Em virtude do decidido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF....../.. de . Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone .......... com os acréscimos legais cabíveis. – ...... NOTIFICADO(A)..... consoante art.....ª ICE Brasília (DF).............. 26 da mencionada Lei Complementar... o Processo acima referido encontra-se a sua disposição................... no mesmo horário......... localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo.. de 9 de maio de 1994]....[ao débito apurado nos autos e/ou à multa que lhe é imputada nos autos com fulcro no art....TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR Notificação nº .... [VOCATIVO]. no prazo de 30 (trinta) dias a contar do recebimento desta.. de .. com fundamento na alínea .. O Fica [FORMA DE TRATAMENTO].. apresentar a este Tribunal o comprovante do recolhimento.. de .. nº ... fica [FORMA DE TRATAMENTO] cientificado(a) de que ..../. no âmbito do Processo nº . M Nome Para as consultas que se fizerem necessárias....... as contas apreciadas]...................

de 9 de maio de 1994.............. a importância de R$ ........ de ...... O 95 ..... tendo o egrégio Plenário na Sessão ... nº .... Praça do Buriti........... os meios previstos no art..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR EDITAL DE NOTIFICAÇÃO Nº . o Processo acima referido encontra-se à disposição do(a) notificado(a)....../..... Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Distrito Federal........... das ....... 57 da Lei Complementar do DF nº 1...... que tramitam neste Tribunal os autos de nº ..........(nome).... ainda.. FAZ SABER a todos quantos este Edital virem ou dele tiverem conhecimento... residente e domiciliado(a) em local incerto e não sabido............ localizada no Tribunal de Contas do Distrito Federal — Edifício Anexo.[à Secretaria de Fazenda e Planejamento / à Entidade].. EL NOME DO TITULAR O(A) Inspetor(a) da .. na forma da lei..(assunto do processo)..... apresentar a este Tribunal o comprovante do recolhimento.. de .. a contar da primeira publicação deste Edital..... na Sala de Atendimento ao Público................(valor por extenso).... determinado a notificação por edital do(a) [FORMA DE TRATAMENTO] ... da Lei Complementar do DF nº 1...... I e II....... Para as consultas que se fizerem necessárias./...........(cargo ocupado).. referente ... M O D Brasília (DF).. de 9 de maio de 1994]....... tratando ......... no mesmo horário... de . de ........ o(a) qual deverá recolher ...... ....... 23...... . de 2ª a 6ª feira. no prazo de 30 (trinta) dias.[ao débito apurado nos autos e/ou à multa que lhe é imputada nos autos com fulcro no art..... devendo............. após esgotados...... horas. às ................. Informações adicionais podem ser obtidas pelo telefone ........... sem sucesso....... com os acréscimos legais cabíveis.... de .......

com a redação dada pela Instrução-DGA nº 3. seguida da sigla da área emitente.98). Competência A emissão de pareceres cabe à Consultoria Jurídica e aos Auditores (cf.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Parecer é o instrumento utilizado para expressar a opinião fundamentada. seguida da indicação do assunto tratado nos autos. ao Ministério Público junto ao Tribunal (cf. de 09. art. seguida de sua identificação composta do número e do ano com dois dígitos. III. sobre determinado assunto. 11. técnica ou jurídica. à Divisão de Recursos Humanos (cf. da Instrução-DGA nº 4.j. formado pela expressão PARECER.m.10.”.09. todos os demais parágrafos devem ser numerados. alinhada à esquerda.86). seguida do resumo do andamento dos autos.11. em negrito.12. centralizado. 96 • • • • • • • . alinhada à esquerda. e respectivo(s) cargo(s). Nome do emitente. quando houver vários nomes —.98). e 12. Expressão “Processo nº :”. com seu número seqüencial correspondente e ano com dois dígitos. art. de 16. Expressão “Assunto :”. ambos do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF. parágrafo único. em letras maiúsculas e em negrito. Texto com a exposição do assunto. sendo que. ou “É o parecer. 1º. 58 do RI/TCDF).93). art. e à Comissão Permanente dos Inspetores de Controle Externo – CICE (cf. Estrutura • Título do documento. de 07. 8º. centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. ou “É o parecer”. em negrito. aprovado pela Resolução nº 10. Local e data por extenso. I.97. VI. à Seção de Contabilidade (cf. centralizados. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). arts. ou “À consideração superior”. da Instrução-DGA nº 1. de 10. de 15. Expressão “Ementa :”. alinhada à esquerda. conforme o caso. Fecho. 6º da Portaria nº 285. art. com a expressão “À elevada consideração de Vossa Excelência”. em negrito. com o cabeçalho identificando a área ou comissão emitente (ver Anexo II). s. em letras maiúsculas e em negrito. à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. sub censura” ou “É o parecer.09.

......... D A douta Procuradoria-Geral do Ministério Público junto a este Tribunal...: 00 CONSULTORIA JURÍDICA DA PRESIDÊNCIA TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc........................... a qual institui normas para aplicação do Decreto nº ................................................................ sobre o Decreto – DF nº ..... 10.......... de . de ............................... Ofício nº .. O referido Decreto atribui competência à ..................................... EL O 97 ...................... ....... .............. é no sentido de que se recomende às unidades de instrução que observem a .......................... NOME DO TITULAR Cargo M O 2................ Assunto : Ementa : Portaria nº .. que institui normas para aplicação do Decreto nº ............ – CJP Processo nº : ................. do Distrito Federal... expedida pela ........Fls.......... por meio do Ofício nº .......... O parecer desta Consultoria Jurídica............................ portanto...... com vistas a prevenir incidentes dessa natureza............ de .. / ... no atinente ao ... para receber e processar as representações e os requerimentos de informação a serem encaminhados a este Tribunal de Contas.......... sem embargo de dar-se disso conhecimento ao ................. da ....... dá conhecimento da Portaria nº .. Brasília (DF)......................................... de .......................... encaminhando à Presidência desta Corte cópia da Portaria nº .................................: 0000/00 ___________ Rubrica PARECER Nº .... do DF ...... ........................ À elevada consideração de Vossa Excelência........... de ........ e publicada no Diário Oficial do DF em ......

da Lei Orgânica do Distrito Federal. 98 . Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal. Estrutura A estrutura do Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal é atualizada constantemente. 37. Avaliação da manifestação do Governador. assessorado pela Quinta Inspetoria de Controle Externo. Análise do desempenho econômico e financeiro das empresas públicas e das sociedades de economia mista do Distrito Federal. e sua aprovação compete ao Plenário. combinado com o art. bem como das diretrizes estabelecidas pelo(a) Relator(a).93. para julgamento pela Câmara Legislativa do Distrito Federal. ambos da Lei Complementar nº 1/94 do Distrito Federal. Conclusão e voto. em decorrência da própria dinâmica dos planos e programas governamentais e das inovações instituídas por dispositivos legais que neles exerçam influência. Apresentação São utilizados dois formatos: um com tamanho A4.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Documento previsto no art. Dentre os aspectos principais que são evidenciados no referido relatório.06. para encadernação em capa dura e outro com encadernação simples e tamanho 156x223mm. 1º. seguindo o padrão de formatação e margens definido pela Quinta Inspetoria de Controle Externo. Explicitação e avaliação dos principais instrumentos de planejamento e de orçamento utilizados pelo Governo local. versando sobre a análise e respectivo parecer prévio sobre as contas prestadas anualmente pelo Governador do Distrito Federal. I. Análise dos demonstrativos contábeis das unidades distritais que integram os Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. de 08. 78. I. Projeto de Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal. Competência A elaboração do Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal compete ao(à) Conselheiro(a)-Relator(a). e no art. destacam-se: • • • • • • • • Visão do cenário sócioeconômico nacional ao longo do exercício sob exame e dos seus reflexos na economia distrital.

EL O 99 . a apresentação de modelo nos moldes deste Manual não permitiria a perfeita visualização do documento em tela.M O D Dadas a extensão e a diversidade dos assuntos tratados no Relatório Analítico e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo do Distrito Federal. razão por que se recomenda consultar o documento original.

centralizado. quando possível. seguida da indicação do procedimento e tipo (auditoria de regularidade. a exposição propriamente dita. em negrito. conforme a padronização constante no Manual de Auditoria elaborado pelas Divisões de Auditoria da Primeira. no que couber. Nome do emitente. Segunda e Terceira Inspetorias de Controle Externo). Expressão “Processo nº :”. Texto com a exposição do assunto.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição É o instrumento utilizado para apresentar exposição minuciosa de fatos e circunstâncias observados em auditoria. em negrito. observando. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). Local e data por extenso. Expressão “Ementa :”. de desempenho. Competência A expedição de relatório de auditoria cabe às Divisões das Inspetorias de Controle Externo. centralizado — ou com distribuição espacial simétrica. Obs. com a expressão “À consideração superior”. Expressão “Assunto :”. a análise dos achados. seguido de vírgula (ver Anexo IV). seguida do nome do órgão ou entidade objeto da auditoria. composta do número e do ano (com dois dígitos).: Na elaboração de relatório de inspeção deverá ser observado. Fecho. quando houver vários nomes —. a padronização a seguir indicada. seguida do número seqüencial e do ano correspondente (com dois dígitos). Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). as conclusões e as sugestões (e outras considerações. Expressão “Jurisdicionado(a) :”. todos os demais parágrafos devem ser numerados. devendo conter. formado pela expressão RELATÓRIO. Vocativo. integrada). centralizados. alinhada à esquerda. em negrito. alinhada à esquerda. em negrito. alinhada à esquerda. em letras maiúsculas e em negrito. necessariamente. alinhada à esquerda. seguida do resumo do relatório. em letras maiúsculas e em negrito. 100 • • • • • • • • • . os verbetes relacionados no ementário vigente no Tribunal. seguida de sua identificação. acompanhado da indicação do(s) respectivo(s) cargo(s). sendo que. à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. Estrutura • Título do documento.

... 14........................................................ INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO DIVISÃO DE AUDITORIA Fls.. / ............. Atendimento da Decisão nº ....................................: 0000/00 ___________ Rubrica RELATÓRIO Nº ................... ....................................................................... Processo nº : Jurisdicionado(a) : Assunto : Ementa : .......... no período de ....... M O I– IV – NOME Cargo Ante o exposto..................... Ciência ao Governador do DF do presente trabalho................. Auditoria de Regularidade............TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ..................... realizada na ...................................................... Cuidam os autos da Auditoria de Regularidade....... sugerimos ao egrégio Plenário que: tome conhecimento do resultado da presente auditoria...... Determinações........ de ......... Senhor(a) Diretor(a)................... À consideração superior....................: 00 Proc................... de ....................... D 2................. ...................... de .......... . Brasília(DF)................................./.......... .... determinando a realização de auditoria de regularidade. .. ............................. ...... de . de .................. de ....................................... SUGESTÕES EL O NOME Cargo 101 ........................................................ a ............. autorize a remessa de cópia deste Relatório ao jurisdicionado..........

2º da Portaria nº 208. Estrutura • • • • • • • • Título do documento. local. congresso ou outro evento externo de que tenha participado. Local e data por extenso. cargo/função e unidade de lotação. Identificação do(a) servidor(a). matrícula. objetivo. data. em letras maiúsculas e em negrito. seguido de vírgula (ver Anexo IV). da qual devem constar: nome. seminário. Deve ser redigido em duas ou três laudas (análises ou comentários mais detalhados poderão constar em documentos anexos ao relatório). b) encontra-se disponível na Biblioteca ou na unidade de lotação do(a) servidor(a). centralizados. fazendo alusão a possível aproveitamento do aprendizado. sugestões ou recomendações de ações e outros comentários julgados relevantes. citando os dispositivos legais que prevêem sua elaboração e o nome do evento. Caracterização do evento. público-alvo. após conhecimento da chefia imediata. formado pela expressão RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO EM EVENTO. carga horária e entidade(s) promotora(s). da qual devem constar: nome. Relação de documentos e/ou materiais obtidos pelo(a) servidor(a) no evento. Síntese dos principais temas ou assuntos abordados no evento. centralizado. Breve encaminhamento do relatório. Assinatura e nome do(a) servidor(a). Vocativo. de 15 de julho de 1997. Comentários finais. com o cabeçalho identificando a área onde o(a) servidor(a) estiver lotado(a) (ver Anexo II). A elaboração de relato dessa natureza é prevista no parágrafo único do art. Competência Compete ao(à) servidor(a) participante de evento externo elaborar e. alterada pela Portaria nº 282. de 24 de julho de 1996. indicando se o documento/material: a) segue anexo.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Documento por meio do qual o(a) servidor(a) do Tribunal apresenta relato das atividades desenvolvidas em curso. 102 • • . ou decorrentes de seu detalhamento/análise acerca dos principais temas nele abordados. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). encaminhar o Relatório de Participação em Evento ao(à) titular da Seção de Seleção e Treinamento do Tribunal.

............................... • ................................................................. 1........... Matrícula: ............ ............DIPLAN RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO EM EVENTO Senhor(a) Chefe(a) da Seção de Seleção e Treinamento................ EL Em cumprimento ao disposto no parágrafo único do art................................. Objetivo: ....................... 103 O D Unidade de lotação: ................................... 4........................................ Carga horária: ................................... COMENTÁRIOS FINAIS ................................................................................................................. .. 2............ venho apresentar relatório das atividades desenvolvidas por ocasião do ................................................................................................................................. • .................................................................................................................................... de que participei no período ....................... PRINCIPAIS TEMAS ABORDADOS NO EVENTO • .... O ................................................................... M 3................................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DA PRESIDÊNCIA DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA .. 2º da Portaria nº 208/96........................ IDENTIFICAÇÃO DO(A) SERVIDOR(A) • • • • Nome: ... horas..................... Local e data de realização: . alterada pela de nº 282/97.................... Cargo/Função: .................. Entidade(s) promotora(s): .................. • Público-alvo: ..................... CARACTERIZAÇÃO DO EVENTO • • • • • Nome: .........

....................... de ......TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DA PRESIDÊNCIA DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA ...............................DIPLAN 5............ DOCUMENTOS E MATERIAIS ANEXOS • .. de .................................. NOME DO(A) SERVIDOR(A) M O D 104 EL O .......... Brasília (DF). • ..................... ................................. ..... • ....

centralizados. Estrutura Segue a orientação do(a) Relator(a). seguida de sua identificação composta do número e do ano com dois dígitos. Texto com o Voto do(a) Relator(a). da Consultoria Jurídica da Presidência. o Auditor apresenta ao Plenário proposta de decisão nos processos que relata. em letras maiúsculas e em negrito. alinhada à esquerda. centralizado. Expressão “Origem :”. alinhada à esquerda. sujeita às alterações julgadas necessárias pelo(a) Relator(a): • • • • • • Expressão “Processo nº :”. alinhada à esquerda. seguida do resumo do andamento dos autos. alinhada à esquerda. Expressão “VOTO”. Expressão “Conselheiro(a)-Relator(a)” ou “Conselheiro(a)-Substituto(a) abaixo do nome.: Quando não substitui Conselheiro. Expressão “Ementa :”. encerrando com a expressão “É o Relatório”. do Ministério Público junto ao Tribunal e outras que se fizerem necessárias. seguida da procedência dos autos. Geralmente é composto de duas partes principais: o relatório propriamente dito e o voto respectivo. centralizada. Texto com a exposição do assunto. Expressão “Assunto :”. se for o caso. Relator(a)” • • • • • 105 . incluir as manifestações do órgão instrutivo. Com base em diversos relatórios dessa espécie compulsados. em negrito. Obs. sugere-se a seguinte estrutura básica. em letras maiúsculas e em negrito. seguida da indicação do assunto tratado nos autos. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). Apresentação O Relatório de Relator utiliza o padrão unificado (ver tópico 5). com alinhamento centralizado. podendo. em negrito. em letras maiúsculas e em negrito. em negrito. Nome do(a) Relator(a). iniciando nova folha. Local (Sala das Sessões) e data por extenso. Expressão “RELATÓRIO”. em negrito. Competência Compete a Conselheiro e a Auditor do Tribunal (quando em substituição a Conselheiro) a relatoria de processo com apresentação de voto.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Documento com manifestação e voto de Conselheiro ou Auditor (quando em substituição a Conselheiro) acerca de assunto tratado em processo para o qual foi designado como Relator. centralizada.

.............. de ...................................... de .................................................... O D Tratam estes autos da Representação em epígrafe....... Origem : Assunto : Ementa : Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Distrito Federal Representação Representação nº ........................................../.......................... TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc. .............................................. invadindo a competência do Executivo local....................... e ........................................................: 0000/00 ___________ Rubrica Processo nº : ...................... ... Resultado de Inspeção....................................... por conter vício de formalidade.... ... Comunicação aos Excelentíssimos Senhores Governador e Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal....... que dispõe sobre .............................. em desacordo com os arts....................................................... Conhecimento...................... MANIFESTAÇÃO DO ÓRGÃO INSTRUTIVO (se for o caso) ................................... ......................................... .................... .................. Incompatibilidade com a Lei Orgânica do DF...........................................: 00 GABINETE DO(A) .......................................... M MANIFESTAÇÃO DA CONSULTORIA JURÍDICA DA PRESIDÊNCIA (se for o caso) ........ É o Relatório.... ............................. Arquivamento dos autos..Fls.. EL RELATÓRIO O 106 .................................................... MANIFESTAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO (se for o caso) ........................ formulada pelo ..................................... de .. .......................................... de 8 de junho de 1993............... Argüição de constitucionalidade da Lei nº ................................... questionando sobre a constitucionalidade da Lei nº .. da Lei Orgânica do Distrito Federal..................................

.... de 8 de junho de 1993....... VOTO no sentido de que este egrégio Plenário: I– II – tome conhecimento do resultado da inspeção realizada na .......Fls......... O M D EL NOME Conselheiro(a)-Relator(a) III – dê ciência desta Decisão aos Excelentíssimos Senhores Governador do Distrito Federal e Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal......... ... da Lei Orgânica do Distrito Federal....... de ... Sala das Sessões... IV – autorize o arquivamento destes autos.... O 107 ....... e .... incompatível com o disposto nos arts.............. exarado no Processo nº ................ ..................... nº ...: 00 GABINETE DO(A) CONSELHEIRO(A) ............... de ........: 0000/00 ___________ Rubrica VOTO Acolhendo os termos da instrução e à vista do entendimento firmado no item ....... de ............... TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.............. com respaldo na Súmula nº 347 do Supremo Tribunal Federal..... de . de .... de ............ de ...... esta Corte negará validade aos atos de gestão praticados ao abrigo da referida norma........ na Sessão .............. de ..... informando-lhes que..................... considere a Lei nº ................. da Decisão nº ..

Dentre os aspectos principais que são evidenciados no referido relatório. para subsidiar a análise da Prestação de Contas do Governador relativa ao mesmo exercício. relativamente ao acompanhamento orçamentário e financeiro do Distrito Federal. Competência A elaboração do Relatório Periódico das Contas do Governo do Distrito Federal compete à Quinta Inspetoria de Controle Externo. e relatório resumido da execução do orçamento da educação e de seus programas suplementares (publicado pela Secretaria de Fazenda em conjunto com a Secretaria de Educação). relatório de desempenho físico-financeiro (publicado pela Secretaria de Planejamento). sujeitando-se às mudanças nos cenários a que é submetida a economia do Distrito Federal e aos enfoques específicos determinados pelo(a) Relator(a) das Contas. 108 . Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). Análise subsidiária dos dados constantes nos seguintes documentos: relatório resumido da receita arrecadada e relatório resumido da execução orçamentária (ambos publicados pela Secretaria de Fazenda). sob orientação do(a) Conselheiro(a)Relator(a). destacam-se: • • Análise dos dados obtidos nas bases de sistemas informatizados. com o cabeçalho identificando a área emitente (ver Anexo II). Estrutura O Relatório Periódico das Contas do Governo do Distrito Federal não possui uma estrutura rígida.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Documento utilizado para registrar o acompanhamento da execução orçamentária e financeira do Distrito Federal em cada exercício.

elaborado pela Quinta Inspetoria de Controle Externo. razão por que se recomenda consultar o documento original. EL O 109 . a apresentação de modelo nos moldes deste Manual não permitiria a perfeita visualização do documento em tela.M O D Dadas a extensão e a diversidade dos assuntos abordados no Relatório Periódico das Contas do Governo do Distrito Federal.

com alinhamento à direita. em negrito. Expressão “Processo nº :” (se for o caso). ou “Nesse sentido. Vocativo.. Indicação do dispositivo legal de competência para representar (se for o caso). solicitando providências voltadas à apuração dos fatos e à adoção das medidas cabíveis. à exceção do primeiro parágrafo e do fecho. aos Procuradores do MPjTCDF. centralizado — ou com distribuição espacial simétrica.. na linha seguinte à da denominação do ato. ou “À elevada consideração de Vossa Excelência”. aos Diretores de Divisão (neste caso reportando-se ao seu superior imediato) e às comissões legalmente constituídas. Apresentação Utiliza-se o padrão unificado (ver tópico 5). seguida de sua identificação. seguida da indicação do assunto objeto da Representação.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição Exposição escrita. conforme o caso. dirigida à autoridade competente — titular da Presidência ou de Inspetoria de Controle Externo — acerca de determinada situação real ou de dispositivo legal. aos titulares das unidades dos Serviços Auxiliares do Tribunal. 110 • • • • • • • • . sendo que. aos Auditores. Fecho. em negrito. Expressão “Assunto :”. composta do número e do ano (com dois dígitos). quando elaborada por mais de um emitente. Texto com a exposição do assunto. para propor o desenvolvimento de ações de interesse da instituição. alinhada à esquerda. em negrito. aos Conselheiros. alinhada à esquerda. também. quando houver vários nomes —. acompanhado da indicação do(s) respectivo(s) cargo(s). com a expressão “À consideração superior”. com seu número correspondente e ano com dois dígitos. com o cabeçalho identificando a área ou comissão emitente (ver Anexo II). Estrutura • Denominação do ato — Representação ou Representação-Conjunta. Local e data por extenso. com alinhamento à esquerda. seguida da sigla da área emitente. é a representação do(a) . Nome do emitente. seguido de vírgula (ver Anexo IV). (nome da área emitente)”. Seu uso é adotado. todos os demais parágrafos devem ser numerados. Competência A expedição de representação compete ao(à) Presidente. em letras maiúsculas e em negrito. A representação geralmente dá início a um processo e pode assumir a modalidade “Conjunta”. conforme o caso.

... sugerimos ................................. [VOCATIVO]........................./.......................... Em face do exposto............................ REPRESENTAR acerca do(a) .......................... (citar dispositivo legal) .. de .................................................. (inicia-se com o texto propriamente dito) ......... Assunto: . ......................... vem por meio do presente instrumento.............. M 4................................................. EL NOME DO TITULAR Cargo O 111 ........... O ou ............................... – ................................. D ..... de .................. ..........................................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO GABINETE DO INSPETOR Representação nº ................................................................. (assunto) .............. Processo nº .. (nome da área) . Nesse sentido ................................... Com fulcro no ................. 5... ..................................... [FECHO]....ª ICE Brasília (DF)......................../.............. ......... a ...

Outros atos 9. 9.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL 9. Definição São os atos oficiais expedidos pelo Tribunal que não se enquadram nas classificações anteriores. Outros atos do Tribunal • Ata 112 .1.2.

necessários ao perfeito conhecimento da matéria.as demais ocorrências. Competência Cabe ao Secretário das Sessões lavrar as atas das sessões do Tribunal (cf. III. 51 do RI/TCDF. o nome do interessado e outros dados necessários à identificação. c) a decisão interlocutória ou definitiva. e V . se houver. na preliminar. Auditores e representante do Ministério Público presentes. se houver.MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Definição É o documento elaborado em decorrência da realização de sessões plenárias no Tribunal.os nomes dos Conselheiros em exercício que estiverem ausentes. do Regulamento dos Serviços Auxiliares do TCDF. deve constar na ata: “I . (ver Competência em Acórdão. Expediente. II . com a formatação e as margens recomendadas no Manual de Operações da Secretaria das Sessões. Apresentação Utiliza-se o papel tamanho A4. dia. indicando-se. e no mérito. mês e ano. b) o nome do Relator. apresentando o registro fiel dos atos e fatos nelas ocorridos. natureza da sessão. IV . parágrafo único. 81.o número de ordem. quanto aos processos: a) o número. in fine. arts. Julgamento e Encerramento. com a indicação dos votos vencidos. III . aprovado pela Resolução nº 10/86). deste Regimento. 51 do RI/TCDF e 35. bem como a hora da abertura e do encerramento. d) a designação do Conselheiro a que se refere o art. no tópico 8) e e) as declarações de voto oferecidas e os pareceres do Ministério Público.” 113 .o nome do Conselheiro que presidiu a sessão e do Secretário. De acordo com o disposto no art.os nomes dos Conselheiros. Estrutura A ata é composta de quatro partes principais: Introdução.

.......... ... o(a) Senhor(a) Presidente convocou Sessão Extraordinária. para que o Tribunal apreciasse.. ................... II) autorizar o arquivamento dos autos................................ .............................. o ato concessório.............. solicitando parecer.. Secretário(a) das Sessões . – O Tribunal................................................ de acordo com o voto do(a) Relator(a)........... e .................................................... PROCESSO Nº . presentes os Conselheiros . e .... o(a) Conselheiro(a) ......................) – Revisão dos proventos da aposentadoria de ......... o(a) Presidente declarou encerrada a Sessão....... matéria sigilosa....... o(a) Presidente...... ....... E.......................... Aos . ........... e Extraordinárias Reservada nº ........ Procurador(a)-Geral ... o Auditor .................................. PROCESSO Nº ......... RELATADOS PELO(A) CONSELHEIRO(A) ...................... na Sala de Sessões do Tribunal.................................... às ...... às 12h40.............. dias do mês de ............... na forma do disposto no art......... comunica que ....... ........... de ... – O Tribunal............................ Encerrada a fase de processos ostensivos...... vez que não mais subsistem os motivos............ DECISÃO Nº ... EXPEDIENTE Foram aprovadas as atas das Sessões Ordinária nº ........ Ausente... por motivos de férias.................. eu...................................... lavrei a presente ata contendo .. processos que..... lida e achada conforme......................................... declarou aberta a sessão......... Nada mais havendo a tratar... enviar os autos ao Ministério Público..................................................... considerou legal...... decidiu: I) autorizar a baixa no sobrestamento dos autos.............. tendo em conta a instrução........ – O Tribunal......... RELATADOS PELO(A) CONSELHEIRO(A) .. .. – DECISÃO Nº ... ...... todas de ......... a realizar-se a seguir..... para constar.......... Procurador(a)-Geral ............ preliminarmente....) – Aposentadoria de .................. – DECISÃO Nº ..................... 114 M O D EL – Ofício nº ................................................ horas. e a ...................................................TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL ATA DA SESSÃO ORDINÁRIA Nº .... mediante o qual o(a) Representante do Ministério Público junto à Corte............................. de acordo com o voto do(a) Relator(a)........... do Processo nº ................. PROCESSO Nº .................................................. 97... celebrado entre a então . Auditor e representante do Ministério Público junto à Corte...... ....... e o(a) representante do Ministério Público junto a esta Corte............................................... e Administrativa nº ........... tendo em conta a instrução e o parecer do Ministério Público........................ O . § 1º...... ...... decidiu........... de acordo com o voto do(a) Relator(a)........................ em face das Decisões nos ......... (apenso o de nº ..... de caráter reservado. para fins de registro......... Conselheiro(a) ........... da Lei Orgânica desta Corte.... (anexo o de nº ....................................................... Conselheiros........................... vai assinada pelo(a) Presidente. O(A) Senhor(a) Presidente deu conhecimento ao Plenário do seguinte: .................................................... – Contrato nº .......................... JULGAMENTO O(A) Senhor(a) Presidente concedeu a palavra a ...................

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL TERCEIRA PARTE Elementos de gramática 115 .

v. = você. ora uma letra seguida de barra: m/ = meu(s). pág. por natureza. Nas abreviações envolvendo horas. ) é. Sra. a representação abreviada de uma palavra ou expressão (ver Anexo III). 116 . ou C. = Avenida. A abreviatura normalmente termina por consoante seguida de ponto final: Av. ora algumas letras e o ponto: Exa. 2h15 (ou: 2h15min). são escritas sem ponto e. Na livraria. sem : h = hora ou horas. VV. = vossas. portanto. MM. verbalmente ou por escrito. nem para indicar plural (3hs). (século). (número). Usam-se as formas: 2h. tem ponto. = reverendo. de forma cada vez mais rápida. representando-as dentro de limites que não prejudiquem a compreensão.a = Senhora. = dom. = meritíssimo. no plural. minha(s). (gênero). não se usa outro ponto para indicar o fim do período: Vimos os móveis nas Lojas Carmel Ltda. ora as primeiras letras e o ponto: Rev. Abreviatura O ritmo acelerado dos dias atuais obriga as pessoas a se exprimirem. régua etc. nem após a abreviatura (2h. Há palavras que são abreviadas de maneiras diversas: Cia. = excelência. séc. núm. porém. não devem ser usados: (2:15). (página). ou Sr. minutos e segundos. Os acentos são mantidos nas abreviaturas: gên.ia = Companhia. = Senhor. = excelentíssimo. como no inglês. que.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 10. índ. (índice). Exmo. Duas letras maiúsculas seguidas de ponto podem indicar ou plural ou superlativo: SS. = senhorias. Daí o uso difundido das frases e palavras. borracha. comprei caneta. Na língua portuguesa empregam-se diversas formas de abreviaturas: ora a inicial seguida de ponto: D. m = metro ou metros. Economizar tempo e para reduzir palavras é uma tendência geral. Sr. Se a última palavra da frase for uma abreviatura. As abreviaturas de símbolos científicos.). lápis. 7h26min42 (ou: 7h26min42s).

cerimônia. Na língua portuguesa. seguido ou não de : ânsia. serás. detêm. lápis. tu conténs. Seguem esta regra os infinitivos seguidos de pronome: cortá-los. é preciso considerar primeiramente a classificação dos vocábulos quanto à tonicidade (pronúncia mais forte). . .1. você. Tietê. Eles vêm. intervêm. . retêm. b) . róseo. álbum. : júri. Oxítonos Acentuam-se os vocábulos oxítonos terminados em: a) . xarás. fóruns. médium. fórum. vírus. Acentuação gráfica Ao estudar o assunto acentuação gráfica. sobrevêm. pajés. armazéns. devem ser observados os critérios de divisão silábica dos vocábulos e outras particularidades apresentadas a seguir. árdua. . ele convém. Além disso. ninguém. seguidos ou não de : será. táxi. 117 . o acento tônico pode ocupar três posições. b) 11. paroxítonos – acento tônico na penúltima sílaba e proparoxítonos – a antepenúltima sílaba é a tônica. sábio. freguês.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 11. vovó. compô-lo. convêm. avós. pajé. ingênuo. 11. . nódoa. obtêm. Paroxítonos Acentuam-se os vocábulos paroxítonos terminados em: a) ditongo crescente. régua. . provêm. vovô. vendê-lo.2. Vênus. médiuns. ele intervém. recaindo ou na última ou na penúltima ou na antepenúltima sílaba. ele contém. Gávea. conhecê-la. xará. decência. A 3ª pessoa plural do presente do indicativo dos verbos e e seus derivados leva acento circunflexo: Eles têm. contêm. espontâneo. ele mantém. álbuns. os vocábulos são classificados em: oxítonos – têm acento tônico na última sílaba. bônus. . em palavras de duas ou mais sílabas: armazém. avó. Segundo esses três casos. planície.

faísca. jovem. quilômetro. Bocaiúva. caí. 11. heroína. Monossílabos Acentuam-se os monossílabos tônicos terminados em . fórceps. uísque. úteis. relêem. pólen. saiu. homens. . tapuis. mês. distribuiu. polígono. 11. Luís. hífen. semi-selvagem. nuvem. Félix. Grajaú. destrói. anzóis. : jóquei. Niterói. túneis.: Não se acentua a vogal tônica dos ditongos contribuiu. má. : estréiam. dê. . saída. 2) Os vocábulos paroxítonos terminados em imagens. pés. juízo. . país. fizésseis. lógico. pôs.5. saúde. baús. vêem. herói. fósseis. '. por serem considerados elementos átonos: anti-rábico. : cônsul. fôssemos. látex. sóis. cânon. queríamos. tireóide. hifens. bíceps. formando sílaba sozinhos ou com : cafeína. 11. destruí-lo. $ .3. nós. d) e) . mártir. prevêem. b) usa-se acento circunflexo na primeira vogal dos hiatos * e . quando tônica: abençôo. nó. Ditongos Acentua-se a vogal dos ditongos abertos e tônicos $ . céus. crêem. saíra. egoísta. nuvens. pás. abotôo. móvel. ímãs. chapéu. . proíbem. inúmeros. super-homem. balaústre. 11. Hiatos a) acentuam-se o e o tônicos em hiato com vogal ou ditongo anterior. . elétrons. pé. órgãos. Cuidado: Não se acentuam: 1) As paroxítonas terminadas em : homem.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL c) . elétron. eles apóiam. saímos. descrêem. lêssemos. itens. construía. dêem. : edens. lêsseis. dês. estômago. revólver. estréio. item. baú. enjôo. vôo. . fácil. 118 . bênçãos. influí. idéia. pêndulo. contraiu. fáceis. vôlei. caía. jibóia. bênção. úmido. término. Obs. Proparoxítonos Todos os vocábulos proparoxítonos levam acento agudo ou circunflexo: esplêndido. órgão. e : atraiu. seguidos ou não de : há. pauis. lêem. lágrima. . pêssego. feiúra. eletroímã. xícara. 3) Os prefixos . e .4.6. fênix. más. : ímã. jovens. eu apóio. pá. ínterim. reúne. papéis. . lâmpada.

per + as pélo – verbo pêlo – substantivo pelo – per + o pêra – fruta) péra. coas – com + a. diurno. b) quando pronunciado e ! .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Obs. . pôlos – falcão polo – por + o pôr – verbo por – preposição porquê – substantivo porque – conjunção quê – substantivo. 11. seqüestro.8.: 1) Existem hiatos acentuados não por serem hiatos. pelas – per + a. averigúem. para distinguir vocábulos " # (aqueles que têm a mesma grafia. rainha. verbo pela. beócio e boêmio. argüia. circunflexo ou agudo. jaó. pólos – extremidade. por exemplo. saindo. sairmos. delinqüir. Acentuação do nos grupos . averigúe. Hoje ele pode. jogo pôlo. Acento diferencial Emprega-se o acento diferencial. obliqúem. obliqúe. por ser proparoxítono. amendoim. delinqüência. a) usa-se " sobre o desses grupos. argüimos. por serem paroxítonos terminados em ditongo crescente. mas significados diferentes). por ser vocábulo oxítono terminado em . 2) Não se acentuam o e o quando seguidos de : fuinha. argúis.7. argúem. pronome que – conjunção Obs. obliqúes. mas por outras razões. argüiu. Acentua-se. cinqüenta. . usa-se o acento diferencial para distinguir o homógrafo (pretérito perfeito do verbo poder) do homógrafo tônico tônico fechado * aberto (presente do indicativo do mesmo verbo): Ontem o médico não pôde atender. Raul. 119 . ruim. péra-fita – pedra antiga pera – preposição arcaica pólo. cair. poético. pingüim. lagoinha. moinho. apazigúem. pélas – substantivo. enxagüei. o desses grupos receberá : agüentar. tranqüilo. argúi. averigúes. apazigúes. com + as pára – verbo para – preposição péla. nos seguintes casos: ás – carta de baralho as – artigo côa. ou quando formam sílaba com letra que não seja : ainda. saiu. freqüente.: Excepcionalmente. côas – verbo coar coa. quando é pronunciado e * : apazigúe. juiz. argüir. 11.

aparecer a forma . o artigo está sempre presente: Fui à linda Copacabana. c) com o ( inicial dos pronomes demonstrativos ): Refiro-me àquele processo. . podendo. Regras para identificação da ocorrência de crase: a) substitui-se a palavra feminina por outra masculina. indicada pelo acento grave (`). Filé à Rossini. é a contração de com .: Admitirá crase o nome geográfico que vier modificado ou qualificado. ( ). Crase Definição de crase Crase é a fusão de duas vogais foneticamente idênticas. d) com o do pronome relativo ( ): Eis a ponte à qual me referi. 120 . Estas são cenas às quais assistimos com prazer. antes da masculina. mesmo que subentendidas.9. neste caso. + . O caso especial de crase. (Fez referência ao livro. Na crase a preposição está sempre presente. vir antes de palavras masculinas: Bacalhau à Portuguesa. Vou a Manaus (Venho de Manaus ou Estou em Manaus). Se. (Vou ao centro. Neste caso não ocorre crase porque não pede preposição). Ver também o tópico 20 – Regência verbal. b) com o pronome demonstrativo ( ) quando equivalentes a ( ): Esta obra é idêntica àquela que fiscalizamos. o verbo Obs. (Vim da linda Copacabana ou Estou na linda Copacabana). objeto de estudo no momento. b) antes de nome geográfico. pois. em ou (observando sempre se a preposição está presente): Vou à Bahia (Venho da Bahia ou Estou na Bahia). respectivamente.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 11. Texto à Machado de Assis. estas se transformarem.). Ocorre crase: a) nas expressões + . só haverá crase quando antepondo-se-lhe as preposições ou .) Fez referência à tradução. neste caso. Visitarei a Holanda (Venho da Holanda ou Estou na Holanda. Assim poderá haver crase da preposição nos seguintes casos: a) com o artigo definido feminino ( ): Dediquei-me à elaboração do relatório. Sapatos à moda de Luiz XV. haverá crase: Vou à cidade. Esta obra é idêntica à que fiscalizamos.

). Esta é a peça a cuja cena final assisti. Gota a gota. às escuras. à vontade. Fornecerei o material à senhorita. à proporção que. Face a face. Não ocorre crase: a) antes de banco a pé. o sujeito desta oração tanto poderia ser como # ). ou seja.: Se ao substituir a palavra feminina anterior ao couber . não ao que você citou). Daremos a esta servidora o prêmio merecido. por masculina Obs. d) antes de " que não aceitem artigo: Referia-me a toda pessoa de bem. dona e madame): Remeto a Vossa Senhoria a informação solicitada. Fui ao : Ela se pôs a cantar. poder-se-ia entender que se quer vender a vista = vender o olho). Obs. c) antes de (exceção feita a senhora. Estou apto a discutir o assunto. ou seja. às 2h. ocorrerá a crase: Fiz alusão à mesma pessoa. c) antes da palavra . h) em ' . g) antes de estranhas. Não me referia a ela. b) antes de : Escrevi todo o relatório a lápis. Não iremos a festa alguma. se a primeira expressão não vier 121 . Fiscalização a distância (neste caso não há crase. às claras. estando o no " : Não falo a pessoas . f) em ' . A obra a que me referi foi superfaturada. pois a distância não está determinada). e) antes de : A cidade a que fomos estava em festa. para evitar ambigüidade: Vender à vista (sem a crase. : Cara a cara.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL b) antes de &. à procura de. O livro pertence a quem esteve aqui. haverá crase. Uma a uma. Matou-o à facada (sem a crase. (Relatei o fato a este servidor. à tarde. Falava a qualquer pessoa.: Se o pronome aceitar o artigo. neste caso o será equivalente à expressão : Relatei o fato a esta servidora. d) . # # : à zero hora. não à que você citou. . (Remeterei à senhora as flores solicitadas. Dei uma sugestão anterior à que você deu (Dei um palpite anterior ao que você deu). Semana a semana. à uma. à força de. quando determinada: Estávamos à distância de quatro metros. senhorita.

c) depois da preposição $ seguida de # : Iremos daqui até a montanha (ou: Iremos daqui até à montanha).: Quando o pronome vem sozinho. Da página 8 à (página) 11. . Não confundir com Obs. admitirá artigo e. 122 . # : O livro que você me pediu. tiver outro sentido. quando antônima de . a crase: Vindos da viagem espacial. com ordens de regressar logo ao navio.: Ocorre crase antes da palavra ocorrência de artigo: Fiz a prova e retornei à casa de meus pais. $ . ou seja. pois não aceita artigo: O comandante mandou o marinheiro a terra. Será facultativo o emprego do acento indicativo de crase: a) antes de Não fui à minha cidade). dei-o a b) antes de Maria (ou: O livro que você me pediu. . ocorrerá crase: Não fui a minha cidade. (Estou na casa de meus pais). até a sua. especificada. j) antes da palavra . ( : Não fui a minha cidade (ou: Obs. Ele dirigirá o carro até a cidade mais próxima (ou: Ele dirigirá o carro até à cidade mais próxima). sinônima de lar próprio: Fiz a prova e retornei a casa (Estou em casa). i) antes da palavra .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL acompanhada de artigo: De segunda a sexta-feira. dei-o à Maria). haverá crase: Da segunda à sexta-feira.: Se a palavra conseqüentemente. Obs. Obs. quando é pronome substantivo possessivo. que não faculta a ocorrência de crase: Foram aprovadas todas as propostas.: A preposição $ estará sempre indicando $. mas à sua. sinônimo de . Do Rio à Paraíba.: Se a primeira expressão vier acompanhada de artigo. Das 14 às 18h. em virtude da Obs. De Recife a Paraíba. quando não especificada. De 14 as 18h. os astronautas chegaram à Terra na hora prevista.

Ao dizer os servidores. porém. Daí a subdivisão em artigos definidos: o.. Universitários fazem manifestações contra o Provão (= alguns alunos). Falou em tom peremptório (e não: em um tom peremptório). Respondeu com voz lenta e solene (e não: com uma voz. algumas particularidades de seu emprego. espanhol etc. não engloba todos eles. Uso do artigo definido Há diferença de significado nestas orações: Os servidores públicos reivindicam melhores salários. mas seu filho era José). Uso abusivo do artigo indefinido Deve-se evitar o abusivo emprego dos indefinidos . os.). o inglês. : Soava no salão rumor alegre (e não: um rumor alegre). que não tem o artigo antes da palavra . uns. 12. Outro exemplo: Os universitários fazem manifestações contra o Provão (= todos os alunos). conforme a necessidade ou não de especificação: São línguas vivas: português. inglês. A segunda oração. em frente de minha casa (ou: em frente da minha casa). as. é indiferente o emprego do artigo antes dos possessivos: meu caderno (ou: o meu caderno). e indefinidos: um..1. a casa de meu tio (ou: a casa do meu tio). o espanhol etc.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 12. o italiano. italiano. uma. teu lápis (ou: o teu lápis). Nas enumerações. Quando. Artigo ) " é uma palavra que se antepõe ao substantivo para dar-lhe um sentido determinado ou indeterminado. confirmação de nosso pedido (ou: confirmação do nosso pedido).2. Servidores públicos reivindicam melhores salários. Não se tratando de expressões de tratamento nem de individualização especial (Os outros também eram seus filhos. 12. A seguir. este deve aparecer também antes dos demais: São línguas vivas: o português. a. os elementos citados podem vir com ou sem artigo. meu filho Pedro (ou: o meu filho Pedro). o primeiro elemento vem antecedido de artigo. umas. 123 . englobam-se todos os servidores.

No primeiro caso. Os termos que na oração devem . A Primeira e Segunda (Inspetorias ou Inspetoria?) No caso. o substantivo fica no singular ou vai para o plural: A Primeira e a Segunda Inspetoria (ou Inspetorias) trataram do assunto. mais de um numeral (Primeira e Segunda) se refere ao mesmo substantivo (Inspetoria). que concorda com o nome que se refere. a seguir. que concorda com o substantivo. locução que não poderá variar. . 2) o .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 13. Estes funcionários são (o mais eficientes possível ou os mais eficientes possíveis?) Note-se que nessas orações entra a locução adverbial 0 . O terceiro e o quarto andar (ou andares) do edifício foram danificados. Concordância nominal e verbal . o deverá ficar sempre no singular. o a a São examinados. seja qual for a ordem de seus termos. nos demais . apenas alguns casos particulares de concordância nominal e de concordância verbal. 124 . Estes são os funcionários o mais eficientes possível.1. com a flexão de outra palavra de que depende. há duas possibilidades: a) se os numerais forem precedidos de artigo. e 4) o . Não se diz mas . A frase correta é: Estão desempregados mais de dois milhões e meio (milhão) de pessoas. Essa acomodação flexional pode efetuar-se quanto ao " . na sua flexão. pode-se escolher. Então. quanto ao e quanto à . é o processo sintático pelo qual uma palavra se acomoda. 3) . já que não há maiores dificuldades nos casos gerais. tem-se a . isto é. / são: 1) o que se acomoda ao sujeito. como deverá ficar o 0 : Estes funcionários são o mais eficientes possível. 13. que concorda com o sujeito. Concordância nominal Estão (desempregados mais de dois milhões e meio ou desempregadas mais de duas milhões e meia?) de pessoas Milhão é masculino.

8 bilhões. O terceiro e quarto andares do edifício foram danificados.. 2. 13...8 bilhão. 1. as entidades) e estão no plural.. % % ( Obs.5 (milhão ou milhões?) A concordância é com o número que vem antes da vírgula: 1. 1.. o (Adotaram-se ou adotou-se?) medidas para evitar a corrupção Nesse caso.2. que é o sujeito. Que é que se adotou? 1 . o adjetivo vai: a) para o plural e para o gênero do substantivo mais próximo (concordância mais comum): O Tribunal expediu orientação aos órgãos e entidades jurisdicionadas. Foi uma das poucas pessoas do seu tempo que reconheceram (ou: reconheceu) a originalidade e importância da literatura brasileira.4 milhões.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL b) se não houver repetição do artigo. usa-se só o plural: A Primeira e Segunda Inspetorias trataram do assunto.5 milhão. Concordância verbal A Diretora era uma das pessoas que mais (confiavam ou confiava?) em nós Quando o relativo vem antecedido das expressões . 4. .. com artigo no plural: As Primeira e Segunda Inspetorias.: São erradas estas construções.. 125 . então. o verbo também fica no plural. b) para o masculino plural (concordância mais rara): O Tribunal expediu orientação aos órgãos e entidades jurisdicionados. para a 3ª pessoa do singular: A Diretora era uma das pessoas que mais confiavam (ou: confiava) em nós.. mais raramente.: Quando ocorrer a expressão verbo irá preferencialmente para o plural: Sou um dos que mais estudam.o verbo de que ele é sujeito pode ir para a 3ª pessoa do plural ou. a língua padrão exige que o verbo concorde com o sujeito. Os terceiro e quarto andares. conforme indicado a seguir: a) procurar o sujeito da oração. pois o verbo deve concordar com ele: Adotaram-se medidas para evitar a corrupção.. O Tribunal expediu orientação aos órgãos e entidades (jurisdicionadas ou jurisdicionados?) a respeito do assunto Se os substantivos são de gêneros diferentes (no caso: os órgãos. Obs. . Como está no plural. Procede-se.

10% da população (votou ou votaram?) A tendência é fazer concordar o verbo com o termo preposicionado que especifica a referência numérica: Dez por cento da população votou. Metade dos processos ). Metade dos processos tiveram teve decisão conclusiva (concorda com decisão conclusiva (concorda com ). Ao (chegarmos ou chegar?). Nesses casos. Viaja-se bem pelas estradas de São Paulo. Obs. o verbo é obrigado a concordar com o partitivo e só com ele: A maioria não resistiu. o é índice de indeterminação do sujeito.) ou não será seguido de substantivo: Come-se bem naquela cidade. leva-se o verbo ao plural para evidenciar os vários elementos que compõem o todo. & . Se ele ficar no plural. Um por cento 126 . ou virá acompanhado de preposição (Precisa-se de operários. 2) Quando as expressões partitivas não são seguidas de substantivo ou pronome. Trata-se de assuntos domésticos. encontramos tudo devassado Há flexão do infinitivo depois da combinação (preposição + artigo): Ao chegarmos. se no singular. se mantém na 3ª pessoa do singular.. Toma cuidado ao assinares documentos que envolvam valores dessa grandeza. . Metade sumiu. encontramos tudo devassado.. portanto. Estão (ou: está) surgindo uma porção de razões contra ele. na voz passiva. " . A maioria das irregularidades apontadas não (existiu ou existiram?) Quando o sujeito é constituído por uma expressão partitiva (como .: 1) A cada uma dessas possibilidades corresponde um matiz da expressão: deixa-se o verbo no singular quando se quer destacar o conjunto como uma unidade. Estuda-se muito no pré-vestibular. 2) Em geral. o da frase original também ficará. Trata1) Nem sempre o se de problemas antigos. o verbo pode ir para o singular ou para o plural: A maioria das irregularidades apontadas não existiu (o verbo concorda com ). o é seguido de substantivo sem auxílio de preposição: Freqüentam-se bons restaurantes naquela cidade.: é pronome apassivador: Precisa-se de vendedores. e o verbo precisa concordar com ele. o verbo se mantém irredutível no singular. quando o é pronome apassivador. a frase tem sujeito. Se o não for pronome apassivador. o da oração o acompanhará: Medidas foram adotadas para evitar a corrupção. Então: Adotaram-se medidas. . Obs. A maioria das irregularidades apontadas não existiram (concorda com " ). o verbo. Quando não o é. A diferença é que. e equivalentes) e um substantivo ou pronome no plural.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL b) construir a frase com o verbo .

Um por cento não compareceu. Com eles a flexão é como é o caso dos verbos facultativa. 127 . É meio-dia e meia. a preposição ). Fica sempre na 3ª pessoa do singular: Falta instruir nove processos. Deixai vir (ou: virem) a mim os pequeninos. São 6h45. São cinco horas. o verbo fica no singular. plural. exige a concordância. O verbo concorda com ele).TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL dos presentes saíram. Faltam vagas no comércio. só se utiliza o singular: Um por cento da população está indecisa. usa-se o singular ou o plural: Exemplos a ser (ou: a serem) seguidos. Trinta por cento abstiveram-se. empregados para ser (ou: para serem) treinados. Obs. É 1h45. o verbo concorda com o numeral.2 – Verbo ser. só se usa o plural: Trinta por cento das pessoas preferem o azul. Faltam menos de duas semanas para o Natal. Fiz os alunos estudar (ou: estudarem). Fora isso. (O número é trinta. Falta escrever três capítulos do livro. o infinitivo dispensa a flexão. ' . e . É uma hora. (Ver tópico 14. valores a ser (ou: a serem) cobrados. (Falta ou faltam?) instruir nove processos Quando seguido de infinitivo.: 1) Nestas frases. # comporta-se como um verbo comum. 2) Nestas. . varia. O verbo concorda com ele). Se o número está no singular. Faltam 48 dias para o julgamento. o verbo vai para o plural: É meio-dia. Falta um minuto para as oito. (É ou são?) meio-dia Na indicação de horas. Falta trabalhar três meses para completar o tempo de serviço. se diferentes.) Exemplos a (ser ou serem?) seguidos Quando o verbo vem antecedido de preposição (no caso. 4) Nos casos em que o verbo vem antes do número. Trabalhavam no comércio 80% da população local. Há exceções. (Só há o número um. Obs. Faltam empregos na indústria. a concordância será feita só com o número: Uns 8% da população ganham mais de 10 mil dólares. o verbo concorda com o numeral: Vivia ali na cidade 1% dos candidatos.# . Se no plural. (O número um é singular. também). Este 1% de indecisos definirá o resultado das eleições. também). (Só há o número trinta. trabalhos fáceis de ser (ou: de serem) feitos. São trabalhos que ainda me falta terminar.: Se o sujeito da oração principal e o da subordinada forem os mesmos. concordando com o sujeito: Falta uma semana para as férias. O nome população. Ali estavam os contratos que faltava assinar. Vi os dois chegar (ou: chegarem). O nome. mesmo que o sujeito da subordinada seja diferente do da principal: Governo manda os funcionários devolver (ou: devolverem) os cargos. o verbo # não varia. Faltam dois anos para ele aposentar-se. pessoas. 3) Nos casos de artigo ou pronome acompanhando o número percentual. São processos que ainda falta encaminhar.

e são pessoais. o verbo costuma ir: pelas conjunções a) para o plural. Estão ocorrendo problemas entre os membros da Comissão (ou: Está havendo problemas entre os membros da Comissão). ou por não forem da mesma pessoa. Não houve distúrbios nas manifestações em São Bernardo. . o Obs. .: Já os verbos ' flexionam-se normalmente: Existem no plano medidas que os gerentes apóiam (ou: Há no plano medidas que os gerentes apóiam). 128 . A impessoalidade do estende-se aos verbos que o acompanham como auxiliares. b) para o singular. se o fato expresso pelo verbo pode ser atribuído a todos os sujeitos: Nunca de sua parte um gesto mais ousado. .: Se os sujeitos ligados por verbo irá normalmente para o plural e para a pessoa que tiver precedência: Ou eu ou ela havemos de abandonar para sempre esta casa. Nessas frases.1 – Verbo haver. Está havendo distúrbios na cidade. e similares. . e funcionam como objeto direto. b) se o sujeito é formado pelas expressões ou . . Nem Bernardo nem eu íamos para a milícia política. o verbo vai normalmente para o plural: Os companheiros de classe eram cerca de vinte. não tem sujeito. 2 . Mais de um candidato (foi avaliado ou foram avaliados?) assim: Quando o sujeito denota quantidade aproximada. os quais ficam também na 3ª pessoa do singular: Deve haver três governadores envolvidos no escândalo. Ver tópico 14. Só se conjuga na terceira pessoa do singular: Houve quatro reuniões sobre o assunto. Não tem sujeito. (Houve ou houveram?) quatro reuniões sobre o assunto No sentido de ' . flexiona-se o verbo a) se o sujeito é formado de um número plural precedido das expressões . Havia estudantes fora das salas de aula. há idéia de alternativa: Fui devagar. vão acontecer desentendimentos entre pais e filhos (ou: Enquanto o mundo for mundo. isto é. o verbo é impessoal. ou uma palavra menos elegante haviam produzido efeito tão ruinoso em sua gestão. Nem ar nem onda corrente possuem suspiro igual. mas ou o pé ou o espelho traiu-me. mas ou o pé ou o espelho (traiu-me ou traíram-me?) Quando o sujeito composto é formado de substantivos no singular ligados ou . vai haver desentendimentos entre pais e filhos). se o fato expresso pelo verbo só pode ser atribuído a um dos sujeitos. e isto hoje mesmo. Enquanto o mundo for mundo. têm sujeito e Obs.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Fui devagar.

$ . vencimentos. e a partícula os enlaça como se fosse a conjunção : O deputado com o suplente fizeram a emenda.) Obs. e equivalentes. o verbo pode ser utilizado no plural ou em concordância com o primeiro elemento.: Se o numeral estiver antecedido de artigo ou pronome. São 26 de janeiro.$ . medida ou quantidade. $ . o verbo irá normalmente para o plural. Uns cinco quilos a mais seriam suficientes para ela recuperar o peso. Trinta cadeiras é suficiente. Sem dúvida. deixa-se o verbo no singular: Mais de um candidato foi avaliado. (Ver tópico 14. Ver tópico 14. Assim.$ . reduzido à condição de adjunto adverbial de companhia: O Presidente. Que dia é hoje? (É ou são?) 5 de setembro A maioria dos gramáticos exige a concordância com a expressão seja possível: É numérica.2 – Verbo ser. embora a concordância com a idéia implícita de primeiro de janeiro. Essas palavras levarão o verbo para o plural somente quando vierem precedidas de artigo ou de modificador. pêsames. o verbo ser é empregado no singular: Cinqüenta reais é suficiente para pagar os ingressos. Hoje é dia 5 de setembro ou Hoje é 5 de setembro. quando se pretende realçá-lo em detrimento do segundo. Vassouras e Canudos são nomes que só se usam na forma plural. seguidas de determinação de preço. Tanto o juiz como o procurador (notaram ou notou?) a falha processual . quando os sujeitos estão em pé de igualdade. o certo é: Sem dúvida. Então.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL seguidas de substantivo. O verbo irá para o número do primeiro sujeito. São 5 de setembro. férias fará muito bem para a minha recuperação.2 – Verbo ser. chegou pontual às duas horas. vale a regra geral: o verbo concorda com o sujeito em pessoa e número: Quaisquer cinco reais são suficientes para pagar o estacionamento. $ . a concordância depende da 129 . Quinze reais (é suficiente ou são suficientes?) Nas orações em que aparecem expressões como $ # . com a esposa. Sertões. férias (fará ou farão?) muito bem para a minha recuperação Férias. Quando no sujeito composto ocorrer uma das conjunções comparativas . O deputado com o suplente (redigiram ou redigiu?) a emenda Quando no sujeito composto ocorrer a partícula . Dois metros de fio é suficiente para fazer a cabeação. Estados Unidos. segundo a valorização expressiva que se der ao elemento regido de .

Entre os elementos do sujeito não há vírgula. como eu. a conjunção conserva pleno o seu valor comparativo. isto é. você. Um deles será premiado no concurso de monografias. $ ): Qualquer um se persuadirá de que não só a população mas também o governo buscavam a paz. Um de nós (voltará ou voltaremos?) ao local 3 é . tem cuidadoso interesse neste assunto. Um dos conferencistas falou aos ilustres visitantes. se o objetivo for destacálo: Meu caro amigo. c) de modo semelhante se comportam os elementos do sujeito ligados por série aditiva enfática ( $ . por exemplo. se os elementos forem considerados termos que se adicionam. que se reforçam. b) verbo concordará com os dois elementos do sujeito englobadamente. e o segundo termo vem entre vírgulas. a estruturas correlatas do tipo : Tanto o juiz como o procurador notaram a falha processual. 130 . interpretação que normalmente se dá. Nesse caso. Leva o verbo para a terceira pessoa do singular: Um de nós voltará ao local.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL interpretação que for dada ao conjunto: a) verbo concordará com o primeiro elemento. o verbo irá para o plural.

Aconteciam coisas estranhas naquele lugar. caso em que é sempre pronominal: Soares houve-se como pôde na singular situação em que se achava. d) quando sinônimo de / . . possuirá sujeito e com ele concordará. mas todos o haviam por louco. nos seguintes casos: a) quando sinônimo de . ficando assim na terceira pessoa do singular: a) quando sinônimo de ' . 14. houve-se com grande discrição. ele terá que se haver com seus superiores. ó pélago revolto. ou impessoais.: Os sinônimos ' com ele concordam em número e pessoa: Não existiam provas para todos. Deve haver cinco meses que preparo aquele 131 . Será impessoal. b) quando indicar : Há três anos conseguimos melhorias significativas nas vendas. / . Verbo haver Será pessoal. ficam sempre na terceira pessoa do singular.1. Era gênio. . Não podia haver candidatos ao cargo. : Donde houveste. c) quando sinônimo de / .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 14. Emprego dos verbos haver e ser e . e são pessoais. precisamos comentar Antes de considerarmos o emprego de que os verbos. têm sujeito e Obs. podem ser pessoais. Por ocasião da abertura das propostas. não possuirá sujeito e transmitirá sua impessoalidade a todo auxiliar que com ele constituir uma locução verbal. / . flexionamse normalmente concordando com o sujeito. . ar. : Havia muitas dúvidas no . esse rugido teu? José e Maria houveram vários filhos. Os bandidos têm de haver-se com a justiça. isto é. b) quando sinônimo de " : O juiz houve por bem absolver o réu. Ocorreram vários tumultos durante a passeata. quanto à forma de emprego. também pronominal: Se as ações programadas não resolverem o problema.

Hoje são 13 de maio. dependendo de qual deles se queira destacar: Tudo ). Verbo ser O verbo . Aquilo eram verdades comprovadas (concorda com ).TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL trabalho. súplicas (concorda com f) se acompanhado de expressão indicativa de . concordará com o numeral. o verbo concordará com o sujeito ou com o predicativo. etc. Os vencedores do certame seremos nós. com o primeiro deles: Seriam dez horas da manhã. também é correta: Hoje é (dia) 13 de maio. ou . a concordância com a idéia implícita de “dia”. o concordará com o substantivo ou pronome que o seguir: verbo Quem eram os visitantes? Que são palavras cognatas? Quem sois vós? d) quando o sujeito é um dos pronomes . Aquilo era verdades comprovadas (concorda com ). Duzentos gramas são bastantes. ou acompanhado de termo ou expressão que indique (muito. eram flores para os novos funcionários (o verbo concorda com # Tudo era flores para os novos funcionários (concorda com ). e o predicativo (aquilo que se refere ao b) se o sujeito é um . Quinhentos quilômetros é muito para percorrer em um só dia. etc. .: . c) em frases interrogativas iniciadas pelos pronomes ou . o verbo ser ficará 1) Com as locuções prepositivas preferencialmente no singular: Deveria ser cerca de 21 horas. bastante etc. Daqui ao Tribunal são três quilômetros e meio.). se o numeral for composto. o verbo vai para o singular ou o plural. dependendo de qual deles se queira destacar: A causa de meu perdão foi tuas súplicas (o verbo concorda com ). 14. apresenta as seguintes particularidades: a) se o sujeito exprimir no plural idéia de & . Era meio-dia e quarenta. 132 .2. pouco.. no singular e o predicativo exprime no e) se o sujeito designa plural. . e o predicativo vem no plural. em seu emprego. o verbo concordará com a quantidade: Oitenta milhões de reais era pouco para a realização da obra. o verbo concordará com o pronome sujeito) um pessoal: Os inimigos da pátria sois vós. Era perto de quatro horas. ou. A causa de meu perdão foram tuas ). Obs. 2) Na oração “Hoje são 13 de maio”.

. Conforme o disposto no art. Código Civil. datada de 18 de dezembro de 1971.. está-se falando de nome próprio. escrita correta) é a parte da Gramática que trata do emprego correto das letras e dos sinais gráficos na língua escrita.. c) ganha a inicial maiúscula o nome de leis ou normas políticas e econômicas consagradas pela importância de que se revestem: Lei de Diretrizes e Bases da Educação. A Sessão Ordinária nº . Lei Afonso Arinos. a) utiliza-se a inicial maiúscula quando o nome dos atos estiver acompanhado do respectivo número: A Lei nº 312. . dólar. Lei de Responsabilidade Fiscal.: Não há consenso entre os gramáticos quanto ao uso de inicial maiúscula quando determinado ato. decretos. 57 da Lei nº. marco. Alguns usos de letras maiúsculas e minúsculas Emprego de inicial maiúscula e minúscula em textos legais que fazem referência a leis. orientações sobre uso de certas letras..93.. Lei Áurea. desde que fique subentendido : Art. sem estar acompanhado do número.. Nome de escreve-se com letra minúscula: real. portarias etc. franco.05... a seguir. libra.. De acordo com o inciso I do art..95.. após sua primeira citação no texto — no caso.97. de 24. de 25.04. 133 ... teve várias alterações.. . 11 da Portaria nº. Atenção: quando se fala do Plano Real..1.. 3° da citada ei omplementar. A Informação nº . números e expressões.. regulamenta. emprego e escrita correta de algumas palavras.07. b) a remissão a artigos. peso. A Portaria nº 234. Ortografia " # (do grego " 0 .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 15. Lei Antitruste. Apresentam-se. acompanhado do respectivo número — é referenciado em outras partes do texto. O real está de cara e coroa novas.. parágrafos e incisos escreve-se com letra minúscula: Refiro-me ao parágrafo único do art. 15. O sistema ortográfico atualmente em vigor é o de 1943. Neste Manual adotouse o uso de inicial maiúscula em tais casos. usa-se inicial maiúscula: O (Plano) Real estabilizou a economia. Obs. nesse caso. de 05... dispõe. O Decreto nº 312. alterado por lei do Executivo brasileiro. 5° Esta esolução entra que os referidos atos estejam em vigor na data de sua publicação. O Parecer nº .

: abençoe. perdoes. o Poeta Camões etc. requisito. umedecer. empecilho. inclinar. inclinação. desperdiçar. antes de fechar o parêntese. influis. criador. (A indústria não trabalha aos sábados. senão. entre outros: artifício. possui. displicente. cimento. quase. substituis. entre outros: cadeado. criação. médico. penicilina. A oração que está entre parênteses tem o ponto dentro. Obs. são escritos com inicial minúscula: advogado. b) a sílaba final de formas dos verbos terminados em abençoes. inigualável.) 15. : continue. chefiar. antediluviano. antedatar. magoes. inicia-se com maiúscula somente quando o texto constitui oração à parte. antiestético. mimeógrafo. pontues. perdoe. sequer. (antes. artimanha. 134 . invólucro.: Quando individuados. As letras e Grafam-se com a letra : a) a sílaba final de formas dos verbos terminados em continues. anterior): antebraço. engenheiro. completa. privilégio. magoe. Após o parêntese. lacrimogêneo. caso em que vem precedido de ponto. destilar. frontispício.2. Grafam-se com a letra : a) a sílaba final de formas dos verbos terminados em diminuis. jornalista. desperdício. (contra): antiaéreo. influi. antevéspera. O DiretorGeral autorizou a publicação do normativo. contador. e não fora: Na portaria da fábrica o ambiente era de absoluta calma. irrequieto. b) as palavras formadas com o prefixo antitetânico. c) os seguintes vocábulos. criar. Nomes de # .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Nomes que designam " ou escrevem-se com inicial maiúscula: A Presidente do Tribunal de Contas do DF concedeu a palavra ao Relator. professor. d) os seguintes vocábulos. Anticristo. displicência. : diminui. habitue. emprega-se a inicial maiúscula: o Advogado Rui Barbosa. digladiar. possuis. substitui. pontue. c) as palavras formadas com o prefixo antecipar. cumeeira. crânio. habitues.

3. b) todas as formas de conjugação dos verbos terminados em ou : arranjar (arranje. jequitibá. despejemos). viajemos). ferruginoso (de ferrugem). arranjei. sujeira. loja => lojeca. intrujice. é substantivo. despejar (despeje. varejista. entre outras: alfanje. cafajeste. nojento). mojiano. cobiça. principalmente tupi-guarani ou africana: canjerê. ocorrência. lojista. ojeriza. egrégio. canjica. Escrevem-se com a letra : a) palavras derivadas de outras terminadas em : laranja => laranjeira. auge. " origem.4. hegemonia. lajiano).: 4 " . chover. viajei. entre outros: abolir. d) os seguintes vocábulos. Exceção: pajem. gíria. granjeiem. 15. jibóia. granjeemos). alforje. entre outros: algema. engolir. majestade. lojinha. gesto. granjeei. cobiçar. Obs. viajar (viaje. arranjem. sugestão.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 15. majestoso. " . vertigem. concorrência. relógio. estágio. refúgio. giz. ultraje. jeito (ajeitar. com ". selvageria (de selvagem). estrangeiro. bússola. lisonjeiro. despejem. $" . nojo (nojeira. e) as seguintes palavras. " : contágio. c) vocábulos que têm a mesma raiz ou são derivados de outros que têm : laje (lajedo. lisonja => lisonjeador. : garagem. mágoa. boletim. viagem. viajem. jeitoso). óbolo. ferrugem. lisonjear. arranjemos). 135 . nódoa. jenipapo. despejei. As letras e Escrevem-se com a letra : a) os substantivos terminados em " . b) as palavras terminadas em ! " . rijeza. granjear (granjeie. As letras e Grafam-se com a letra : Os seguintes vocábulos. " . apogeu. traje. desajeitado. c) as palavras derivadas de outras que se grafam com ": engessar (de gesso). d) palavras de origem indígena. prodígio. 0" . lajense. costume. vertiginoso (de vertigem). laranjinha.

próximo. b) os adjetivos pátrios com os sufixos inglesa. sossego. excelência. : catequese. virose. maciço. exceder. cutucar.5. escasso. glicose. cúpula. milanesa. teimoso. trégua. excitar. sessenta. pretensioso. suscetibilidade. b) palavras com : ansiar. pinça. camponeses. maxissaia.: exceção. máximo. chuvisco. censura. As letras e Representações diversas do fonema : a) palavras com . milanês. excêntrico. endereço. portuguesa. concessão. necessário. maço. fracasso. excepcional. d) os substantivos com os sufixos gregos . trouxe. . tabuada. escassez. c) os substantivos e os adjetivos terminados em (feminino ): burguês. crescer.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Grafam-se com a letra : Os seguintes vocábulos. impressão. cansado. metamorfose. auxílio. diversão. desço. trouxeram. entupir. descanso. sossegar. cresço. ansioso. camponesa. expressão. sucessivo. farsa. cumbuca. buliçoso. : gostoso. descansar. auxiliar. néscio. suscitar. opressão. remorso. exceto. burgueses. lóbulo. diurese. : acesso. cansar. consciência. ecossistema. diocese. excedente. disciplina. essencial. e) palavras com 6: aproximar. pretensão. : inglês. adolescente. tábua. profissional. acessório. tenso. acessível. propensão. florescer. consciente. sacerdotisa. graciosa. excesso. almaço. assinar. burburinho. multissecular. a) os adjetivos com os sufixos gostosa. pitonisa. f) palavras com 6. 136 . contorção. freguês. discípulo. rebuliço. 5: acréscimo. excursão. ascensão. utensílio. d) palavras com . telessistema. excelso. profissão. freguesa.. minissistema. discernir. exceção. missão. submissão. burguesa. 15. Escrevem-se com mas têm som de : . anoitecer. camponês. excessivo. c) palavras com discussão. poetisa. . suscetível. proximidade. gracioso.. fregueses. descer. teimosa. português. cimento. ansiedade. trouxer. oscilar. vicissitude. entre outros: bulício. imprescindível. 5: acetinado. seiscentos.

aprazível. cafezinho. prezar.6. atrás. vazar. pêsames. f) as formas dos verbos * e e de seus derivados: pôs. puser. quiséssemos. quiser. tóxico. . sexo. ojeriza. vexame. derivados de adjetivos e denotando d) os substantivos abstratos em qualidade física ou moral: frieza (de frio). frase. Isaura. Inês. cafezeiro. puseram. defesa. . 137 . fertilizante. extasiar (de êxtase). compusesse. através. despesa. quis. atrasar (de atrás). vizinho. baliza. azar. Valdês. Eliseu. . compôs. quisera. léxico. apresar (de presa). b) os derivados de palavras cujo radical termina em : cruzeiro (de cruz). fase. esvaziar. azedo. espontâneo. visita. enraizar (de raiz). Sousa. país. reveses. impuser. Heloísa. extensão. Escrevem-se com : . Teresinha. Queirós. ases. limpeza (de limpo). e palavras cognatas: civilizar. . quiseram. enviesar (de viés). sexto. aviso. requisito. represa. cãozito. a) os derivados em avezinha. c) os verbos formados com o sufixo fertilizar. descortesia. próximo. máximo. civilização. vigésimo. revés. colisão. xadrez. e) as seguintes palavras. mês. cortês. xarope. h) os seguintes vocábulos. As letras O e tem sons diversos: : enxofre. Resende. afrancesar (de francês). vazão. Teresa. ás. pusemos. avezita. texto. usina. avisar.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL e) os verbos derivados de palavras cujo radical termina em : abrasar (de brasa). vazamento. pobreza (de pobre). : látex. analisar (de análise). análise. a) de b) de c) de : expectativa. presídio. proeza. obséquio. pesquisa. quisemos. 15. Isabel. d) de : auxílio. surpresa. entre outros: aliás. entre outras: amizade. prezado. g) os seguintes nomes próprios: Baltasar. cortesia. evasiva. vazar (de vazio). pus. azáfama. . hesitar. Luís. : cafezal. Tomás. Luísa.

e Forma adjetivos (às vezes substantivos) derivados de substantivos concretos: burguês (de burgo). chimarrão. lixa. cortês (de corte). chávena. fachada. mecha. expirar (morrer). têxtil. O sufixo : Forma substantivos abstratos femininos derivados de adjetivos: acidez (de ácido). xadrez. xícara.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL e) de : exame. Escrevem-se com : Bucha. depois da sílaba inicial : enxada. enxotar. montanhês (de montanha). mexer. maxixe. pagar). seixo. rouxinol. estupidez (de estúpido). . cochilo. encher. palidez (de pálido). oxalá. enchente. expoente. cupidez (de cúpido). extrair. enxerto. texto. lucidez (de lúcido). d) nas seguintes palavras: anexim. Escreve-se : a) nos seguintes substantivos cognatos (com raiz comum) de verbos 138 . baixo. êxodo. Excetuam-se: caucho e os derivados cauchal. c) em vocábulos de origem indígena ou africana: abacaxi. feixe. ficha. orixá. recauchutagem e recauchutar. enxergar. rapidez (de rápido). Escrevem-se com e não : Expectativa. enxugar. caixa. montês (de monte). avidez (de ávido). faxina. tocha. exílio. enchumaçar (de chumaço). bexiga. enchova. mixira. enxaguar. pechincha. experiente. xavante. aridez (de árido). preencher. enxame. charque. xará. vexame.7. enxertar. Escreve-se e não : a) em geral. faixa. enxuto. praxe. cochilar. flecha. enxaqueca. caxambu (dança negra). graxa. rixa. êxtase. lixo. chinês (de China). francês (de França). mexerico. depois de ditongo: ameixa. extasiado. b) geralmente. caxinguelê. Excepcionalmente. mochila. enxurrada. expiar (remir. enchimento. 15. puxar. xale. grafam-se com : encharcar (de charco). chuchu. enxó. xingar. As terminações O sufixo : .

pobreza (de pobre). lesa. que incide. escravizar (escravo + izar). colonizar (colono + izar). que ocorre afim – que apresenta afinidade. Escreve-se : Nos substantivos femininos abstratos derivados de adjetivos e denotando qualidade. Teresa. d) nas seguintes palavras femininas: framboesa. ciente ao par – de acordo com a convenção legal acender – atear. bisar (bis + ar). a respeito a cerca de – a uma distância aproximada de há cerca de – faz aproximadamente tanto tempo acidente – acontecimento casual. tesa. leveza (de leve). vulgarizar (vulgar + izar).9. elevar-se acento – inflexão da voz. As terminações Grafa-se o verbo com e : Quando o radical dos nomes correspondentes contém : alisar (a + liso + ar). deslizar (deslize + ar). ao corrente. relação de parentesco a fim – para. marquesa. indefesa. francesa (de francês). frisar (friso + ar). prioresa. favorável a de encontro a – contra.8. 15. princesa. sinal gráfico assento – lugar para sentar-se acerca de – sobre. desastre incidente – episódio. franqueza (de franco). motorizar (motor + izar). paralisar (paralisia + ar). presa (prender). camponesa (de camponês). canalizar (canal + izar). cicatrizar (cicatriz + ar). 15.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL terminados em : defesa (defender). avisar (aviso + ar). Grafa-se o verbo com : Se o radical não contém : amenizar (ameno + izar). dogesa. consulesa. semelhança. mesa. analisar (análise + ar). com o fito de ao encontro de – para junto de. condição: beleza (de belo). obesa. anarquizar (anarquia + izar). empresa (empreender). matizar (matiz + ar). pesquisar (pesquisa + ar). pisar (piso + ar). holandesa (de holandês). catalisar (catálise + ar). Grafia de homônimos e parônimos a par – informado. com a finalidade de. em prejuízo de 139 . sobremesa. surpresa (surpreender). b) nos substantivos femininos designativos de títulos nobiliárquicos: baronesa. despesa (despender). pôr fogo ascender – subir. c) nas formas femininas dos adjetivos terminados em : burguesa (de burguês). civilizar (civil + izar). duquesa. improvisar (improviso + ar). estado.

permanência estadia – prazo para carga e descarga de navio ancorado em porto estância – lugar onde se está. remendo ementa – apontamento. pressionar autuar – lavrar um auto. chamar. discernir destratar – insultar. juízo estrato – cada camada das rochas estratificadas extrato – coisa que se extraiu de outra. perfume 140 . processar auferir – obter. chamar evocar – lembrar invocar – pedir a ajuda de. invalidar casual – fortuito. arrasar. tirar a culpa de discriminar – diferençar. regeneração. diferença de opiniões ou interesses elidir – suprimir. separar. pôr em ação. procurar. jurisdição. morada. atender diferir – ser diferente. investir empoçar – formar poça empossar – dar posse a espectador – aquele que assiste qualquer ato ou espetáculo. apanhar cassar – tornar nulo ou sem efeito. pagamento. suspender. embargo atuar – agir. refutar. acelerar aresto – acórdão. ilustre iminente – que ameaça acontecer emitir – produzir. eliminar ilidir – contestar. marcar o preço apressar – dar pressa a. conferir augurar – prognosticar. aleatório. anular distensão – ato ou efeito de distender. súmula de decisão judicial ou do objeto de um ato oficial ou de um relatório eminente – elevado. introduzir. comentário à margem à parte – em separado. foro. polido. emendar deferir – conceder. rogo. recinto instância – solicitação. resumo. torção violenta dos ligamentos de uma articulação distinção – elegância. medir. divergir delatar – denunciar dilatar – distender. repartição secção – corte. proferir caçar – perseguir. caso jurídico julgado arresto – apreensão judicial. nobreza. que espera estada – ato de estar. cotejar. anular derrocar – destruir. testemunha expectador – que tem expectativa. geralmente no mau sentido avocar – atribuir-se. isoladamente. desmentir emenda – correção de falta ou defeito. relativo a causa censo – recenseamento senso – juízo cessão – ato de ceder seção – divisão. receber aferir – avaliar. predizer. cópia. não militar nem eclesiástico concertar – harmonizar consertar – reparar. expedir. pedido. amputação sessão – tempo de uma reunião ou espetáculo cível – relativo à jurisdição dos tribunais civis civil – relativo ao cidadão. cortês. prever. aumentar derrogar – revogar parcialmente uma lei. maltratar com palavras distratar – desfazer um trato. auspiciar agourar – pressagiar. de lado apreçar – avaliar. publicar imitir – fazer entrar. ocasional causal – causativo. boa educação dissensão – desavença. inocentar. desmoronar descrição – ato de descrever discrição – qualidade de quem é discreto descriminar – absolver de crime.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL ao invés de – ao contrário de em vez de – em lugar de aparte – interrupção.

duvidoso. interromperse. intermissão. de 2 de julho de 1999 (e não: Lei nº . litígio. qualificar.. parar suster – sustentar. regrar vultoso – volumoso. destinar. romper. desfazer remição – ato de remir. dirigir subtender – estender por baixo sustar – interromper. saliente. regular. nobre. sugerir. procuração. subscrever sortir – abastecer surtir – produzir efeito ou resultado subentender – perceber o que não estava claramente exposto. recair. ficar sem efeito.. respeito.. anteceder. desterrar ratificar – confirmar retificar – tornar reto. resgate. perdão. inserido incipiente – principiante insipiente – ignorante induzir – causar. cheiroso incerto – não certo.. não se coloca o antes do número indicativo do dia do mês: Lei nº . dirigir subscritar – assinar. manter. adiantar-se proceder – originar-se. quitação remissão – ato de remitir. homenagem preceder – ir ou estar adiante de. demanda.. citados pela primeira vez no texto: Segundo a Lei nº 8.10. as datas devem ser grafadas por extenso. anularse proscrever – abolir. intervalo. terminar. extinguir. indeterminado. delegação pleito – questão em juízo. expiação sobrescritar – endereçar. distinto proeminente – alto. supor subintender – exercer função de subintendente.. Grafia de datas e números Datas: Nos atos oficiais. muito grande vultuoso – congestionado 15. provir. 141 . quando se referirem a leis ou normativos em geral. corrigir reincidir – tornar a incidir. de 02 de julho de 1999).666. proibir. que se alteia acima do que o circunda prescrever – fixar limites. executar preeminente – que ocupa lugar elevado. de 21 de junho de 1993. ordem escrita expedida por autoridade judicial ou administrativa mandato – garantia constitucional para proteger direito individual líquido e certo. levar a aduzir – expor. ordenar de modo explícito. incluído. derivar. repetir rescindir – dissolver.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL flagrante – diz-se do ato que a pessoa é surpreendida a praticar fragrante – que tem fragrância ou perfume. acoimar taxar – fixar a taxa de. discussão preito – sujeição. levar a efeito. deter tachar – censurar. autorização que alguém confere a outrem para praticar atos em seu nome. ao escrever datas por extenso. apresentar infligir – aplicar infringir – transgredir intercessão – ato de interceder interseção – ponto onde duas linhas se cruzam judicial – que tem origem no Poder Judiciário ou que perante ele se realiza judiciário – relativo ao direito processual ou à organização da Justiça mandado – ato de mandar. variável inserto – introduzido.. determinar.. Observe-se que. suspender. invalidar. aconselhar. fazer parar.

Neste último exemplo.93. Só se escreve com maiúscula quando vira substantivo próprio. Neste Manual adotou-se o como elemento separador para as datas expressas na forma reduzida. quatrocentos e cinqüenta e cinco.99. em que a numeração não é reiniciada a cada ano. 1..530/96 (e não: Processo nº 1530/96). 1º de outubro (e não: 1 de janeiro ou 1 de outubro).048 => três mil e quarenta e oito. o 15 de Novembro.03. mês e ano: Referiu-se ao memorando de 12.666. nomeia datas comemorativas: o 7 de Setembro.28 => quatro mil e cinco reais e vinte e oito centavos.: Os atos oficiais do Tribunal são identificados por meio de seqüências numéricas distintas.455 => quatro mil.. Aparecerá ainda o quando os dois últimos ou os dois primeiros da centena forem representados por : 1. processos. salvo nos casos de Emendas Regimentais.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Nas citações (de leis e outros normativos) subseqüentes à primeira.. Aí. Escreve-se o ano sem ponto no numeral: Ano 2000 (e não: Ano 2. Obs.99. O primeiro dia do mês escreve-se em ordinal: 1º de janeiro.005.06.000). 142 . Resoluções e Atas. usase a forma reduzida para as datas: Lei nº 8. R$ 4. relativo aos casos em que o mês do ano (ou o dia do mês) é representado por um só algarismo. decisões e normativos em geral: Devem ser grafados separando-se o milhar por um : Lei nº 8. Portaria nº 1. põe-se a conjunção seiscentos e cinqüenta e quatro.400 => mil e quatrocentos.666/93.119/99 (e não: Portaria nº 1119/99). Elaborou o estudo consoante o disposto na Decisão nº . aparecerá então o : 3. faz-se da seguinte entre os algarismos: 86 => entre cada um dos três: 654 => a) dois algarismos.10. coloca-se o número antes daquele algarismo.666/93 (e não: Lei nº 8666/93).. de 06. Números cardinais compostos: maneira: A escrita do cardinal. Portaria nº . O nome do mês escreve-se com letra minúscula: 13 de agosto. conforme sua composição.001 => mil e um. de 2 de julho de 1999 (e não: . Se o primeiro algarismo da centena final for . b) três algarismos. omite-se a conjunção entre o primeiro algarismo e os restantes: 4.. 4 de outubro. de 21..999). põe-se a conjunção oitenta e seis. Números que identificam leis. Processo nº 1. ou Lei nº 8. e o uso de dois dígitos para representação do dia. de 1. c) quatro algarismos.. relativas ao ano de sua aprovação.

um dois mil avos (1/2000).528. centésimos. usa-se o ordinal: Quinta página. quartos.367 => três trilhões. Regressaremos no dia primeiro de setembro. empregam-se os cardinais: Eram seis horas da tarde de vinte e quatro de dezembro de mil novecentos e sessenta e oito. 91 (noventa e um). Obs. Art. de em diante: Art. b) quando se tratar de 10 ou potência de 10. c) também na indicação dos anos e das horas. sétimos. decretos e portarias. Quarto 25 (vinte e cinco). duzentos e vinte e cinco milhões. bem como na de casas. sextos. Folha 33 (trinta e três). em que é de regra usar o ordinal: Viajaremos no dia quinze de agosto.444. Apartamento 203 (duzentos e três). diz-se: De folhas vinte e duas a folhas trinta e uma. 143 . cabines de navio. poltronas de casas de diversões e equivalentes usam-se os cardinais: Página 5 (cinco). nonos. quartos de hotel. décimos milésimos. Emprego dos números ordinais pelos cardinais: Em alguns casos o numeral ordinal é substituído pelo cardinal correspondente: a) na numeração de artigos de leis. 9º (nono). centésimos milésimos. Casa 1 (um). Conforme estudo acostado às fls. quatrocentos e quarenta e quatro bilhões. milésimos. no plural: meios. d) na numeração de páginas e de folhas. quinhentos e vinte e oito mil. trezentos e sessenta e sete.: Na linguagem forense. Art. usam-se os cardinais. 22/31. Cabine 2 (dois). terços. 10 (dez). apartamentos.225. 1º (primeiro). omite-se o entre cada um dos grupos: 3. em qualquer outro caso: seis quatrocentos c) juntar-se-á a palavra avos (6/400). quintos. Se o numeral vier anteposto. Trigésima terceira folha. e o cardinal. oitavos. Segunda cabine. Números fracionários: Para a escrita dos fracionários observe-se: a) escrever-se-á. Art. dois três mil e cinco avos (2/3005). Primeira casa. milionésimos. b) nas referências aos dias do mês. o plural será: décimos.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL d) de vários grupos de três algarismos. usa-se o ordinal até . salvo na designação do primeiro dia.

Porcentagem: " ou " .. Números ordinais: $ . mas o adjetivo só tem uma Tanto faz usar forma: percentual. Igualmente. e assim por diante... (e não: 25 dias passaram-se. o de O ordinal de 1000 é 3000.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Números no início de período: Na escrita ordinária não se deve começar período com algarismos. deve-se usar o 7 em todos eles: O aumento oscilará entre 5% e 7%. No terceiro milésimo tricentésimo trigésimo terceiro dia (3333º dia). o de milhão é $ . O numeral deve vir por extenso: Vinte e cinco dias passaram-se. a percentagem pode ser expressa em algarismos seguida do símbolo 7 (3%. O imposto deve subir de 25% para 27. Obs. o ordinal de 2000 é " $ .o de 2 milhões é " $ : Falo pela milésima vez e falarei pela segunda milésima se for preciso. Na escrita. 10%) ou na fórmula mista (3 por cento. $ .: Diante de dois ou mais valores da porcentagem.5%. 10 por cento).). 144 ..

domingos. portanto. . errado dizer ou escrever .4. sextasfeiras. medida ou hora: Estas abreviaturas não têm plural: Andou 10km a pé. quartas-feiras.3. . No plural. Dias da semana Os dias da semana são formados por palavras variáveis. 16. sábados. O atleta saiu às 8h e chegou às 9h45min12 em ponto. Essas locuções pertencem à família das locuções conjuntivas. terças-feiras. Comprou 2kg de carne.500m no estilo borboleta. Locuções conjuntivas As locuções . 16. Conjunção é invariável. Letras Há duas formas para o plural das letras: a) dobrar as letras: Ponha os pontos nos ii. # .1. É. . quintas-feiras. 500g de presunto e 5l de leite. não têm plural. # . todas flexionam-se: segundas-feiras. 16. Ver tópico 10 – Abreviaturas. Plural de certas palavras e expressões 16. Depois. nadou 1. Outros plurais Plural de abreviatura de peso. Plural de algumas palavras compostas: a) onde há preposição clara ou oculta: auxílio-doença auxílios-doença auxílio-moradia auxílios-moradia 145 .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 16. b) escrever o nome pronunciável da letra com : Ponha os pontos nos is.2. Deu recado de forma que não deixasse dúvida. Pronuncie os efes e os esses. locução conjuntiva também: Fez a viagem de maneira que se cansasse menos. Pronuncie os ff e os ss. de sorte que pôde ir ao cinema. Terminou o trabalho a tempo.

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL auxílio-terno auxílios-terno mesa-de-cabeceira mesas-de-cabeceira pé-de-moleque pés-de-moleque tíquete-refeição tíquetes-refeição vale-combustível vales-combustível vale-refeição vales-refeição vale-transporte vales-transporte b) de dois substantivos. de um substantivo e um adjetivo ou de um adjetivo e um substantivo: decreto-lei decretos-leis hora extra horas extras gentil-homem gentis-homens gentil-dona gentis-donas 146 .

Estão ameaçando o abastecimento de água da cidade os loteamentos próximos à barragem (muitos deles irregulares). sobriamente. quando usado adequada e # . Ver tópico 23. O emprego inadequado de pontuação pode não só prejudicar. seja ela absoluta. Ponto dentro ou fora das aspas: No fim de uma citação o sinal de pontuação ficará dentro das aspas se pertencer à citação. 147 . as partes do discurso que não têm entre si ligação íntima. (Elas não sabem perder.1. Alguns usos do ponto Emprego do ponto: O ponto assinala a pausa máxima da voz depois de um grupo fônico de final decrescente. Trata-se de um eficiente recurso estilístico.: Além de servir para assinalar uma pausa longa.3 – Parênteses. Pontuação Pontuação é a arte de dividir. para indicar o término de uma oração declarativa. por meio de sinais gráficos. (Há semanas em que ele simplesmente não almoça.) As pessoas obsessivas fazem qualquer coisa para obter o que desejam. fundamentalmente. Ao ponto que encerra um enunciado dá-se o nome de tem outra Obs. Ponto dentro ou fora dos parênteses: O competente sinal de pontuação fica contido pelos parênteses quando eles abrangerem a proposição inteira: Geralmente ele sai para almoçar somente quando termina seu trabalho.) Fica fora quando a expressão encerrada entre parênteses for apenas uma parte da proposição: Três países estão com dificuldades nas exportações (Brasil. se o sinal for de quem escreve. o utilidade: é o sinal que se emprega depois das palavras escritas abreviadamente. portanto. e não da pessoa citada.1 – Aspas. 17. e de mostrar do modo mais claro as relações que existem entre essas partes. Pontuar. Emprega-se. é sinalizar gramatical e expressivamente um texto. ficará depois das aspas. Argentina e Chile).TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 17. Ver exemplos no tópico 23. pois. mas até alterar o sentido da comunicação. seja a derradeira de um período composto.

ele é usado: a) para separar. só se aposenta se preencher as condições I e II. a explosão. em princípio. c) para separar os diversos itens de enunciados enumerativos (em leis. não se usa outro ponto para indicar o fim do período. num período. decretos. o abalroamento. pode-se estabelecer que. ora mais desta. este sinal serve de intermediário entre o ponto e a vírgula. por natureza. tem ponto. e trinta anos de contribuição. obedecidas as seguintes condições: I – trinta e cinco anos de contribuição. a inundação. permitir leituras ou interpretações divergentes: “É assegurada a aposentadoria no regime geral da previdência social. e sessenta anos de idade. que. das quais uma pelo menos esteja subdividida por vírgula. portarias. regulamentos): Art. Ao separar termos de uma enumeração em textos legais. a mais colérica. Alguns usos do ponto e vírgula Como o nome indica.. podendo aproximar-se ora mais daquele. Outros têm 148 . se homem. bananas.. O trabalhador. comprei laranjas. após abreviatura: Se a última palavra da frase for uma abreviatura. alguns entendem que o ponto e vírgula substitui o . a mais impulsiva e lacônica. segundo os valores pausais e melódicos que assume no texto. a mais feminina e majestosa. do Estado.” Nesse exemplo. tem por fim: I) a compreensão dos direitos e deveres da pessoa humana. Vale o ponto da abreviatura: Vi os móveis nas Lojas Carmel Ltda. ele não tinha dinheiro nem crédito tão alto. então. 1º A educação nacional. se mulher. Entretanto. Na feira. às vezes.2. nos termos da lei.. se mulher. II – sessenta e cinco anos de idade. II) o respeito à dignidade e às liberdades fundamentais do homem. abacaxis etc.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Pontuação no fim da frase. se homem. inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana. as orações da mesma natureza que tenham uma certa extensão: Os dois primeiros alvitres foram desprezados por impraticáveis. da família e dos demais grupos que compõem a comunidade. b) para separar partes de um período. 17. pêras. como neste passo: O incêndio é a mais impaciente das catástrofes. do cidadão. o ponto e vírgula pode. III) o fortalecimento da unidade nacional e da solidariedade internacional.

o ponto e vírgula está no lugar do . g) recondução. um item não exclui outro. c) Controlar o crédito e o capital estrangeiros. Beatriz. assim. b) Fiscalizar o Sistema Financeiro Nacional. Beatriz trabalha na universidade. Vê-se. na UFMG. no shopping. na universidade. Em muitos casos. d) reversão. o uso do ponto e vírgula torna o texto mais leve. poder-se-ia usar a conjunção para dizer que são só essas as atribuições do Banco Central. em todas as orações. d) Representar o governo brasileiro perante governos estrangeiros. A ausência do funciona como um .: Nesse exemplo.” No caso. Pedro. inclusão. basta preencher uma das condições para ocupar cargo público. A frase está correta e clara. Alberto trabalha no shopping. Todos os itens constituem obrigações do Banco Central. ser modificado para eliminar a ambigüidade. poesias. Recorre-se. nas demais. Drummond. para não repetir o verbo apenas na primeira. portanto. na Assembléia. f) reintegração. Outro exemplo: “São formas de provimento de cargo público: a) nomeação. que o texto permite duas leituras e deve. Alberto. Mais um exemplo: “São funções do Banco Central: a) Emitir moeda. 149 . e) aproveitamento. mantém-se Obs. Carlos. então. Examine-se esta frase: João trabalha no Senado. Carlos trabalha no banco. Logo. b) promoção. Maria. Entre as letras e . no banco. facilitando a vida do leitor.” Nesse caso. Mas a repetição do verbo torna-a cansativa. põe-se a vírgula no lugar do verbo. ao ponto e vírgula para separar as orações coordenadas: João trabalha no Senado. Outros exemplos: Eu estudo na USP. As vírgulas separam as orações coordenadas. O ponto e vírgula indica soma. c) readaptação.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL leitura diferente: o ponto e vírgula estaria no lugar do . significa que há outras atribuições. Alencar escreveu romances. Pedro trabalha na Assembléia.

150 . fora da ordem direta. outros dispensam-na em virtude do seu significado (ver Anexo vírgula antes do VI – Palavras e expressões latinas). abacaxi.. Alguns usam e defendem o uso da . Ele A vírgula é obrigatória antes do apelou para a pieguice. quando têm sujeito diferente: Os dois cumprimentaram-se. maçã etc. Quando a conjunção vem repetida numa enumeração. comprei laranja. a presença ou ausência da vírgula ' está no fim da oração. e águia. Vírgula antes do : Não há consenso entre os gramáticos. quando ouviu baterem. há vírgula: Em anexo. mas tirei nota baixa. encaminho os documentos solicitados. considera-se a vírgula facultativa. convencionou-se não utilizar vírgula antes do .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 17. ou seja. Nesse caso. maçã.3. e brotou. Em anexo. e cresceu. uva. Quando na ordem direta. Costuma-se também separar por vírgula as orações introduzidas pela conjunção quando esta vem reiterada: “O circo desapareceu. abacaxi. ameixa. (ou: Na feira.). segue a carta do diretor. Ele fora meu condiscípulo.. e ficamos sempre amigos com regular correspondência. Segue. e lírio. uma vez que este sempre esclarece o que ficou antes da vírgula. e não o que vem depois dela: Estava ela em sua casa (nenhum prazer sentia fora dela). etc. Vírgula após : Por ser o termo locução adverbial. os documentos solicitados. e catedral”. Alguns usos da vírgula Vírgula antes do : Separam-se por vírgula as orações coordenadas unidas pela conjunção . em anexo. Vírgula antes do : : Estudei. esta se coloca depois de fechado o parêntese. uva. em anexo. comprei laranja. A carta segue em anexo. Quando aparecer no começo ou no meio. Vírgula após o parêntese: Introduzindo-se num período um parêntese em lugar onde haja vírgula. fica a critério do redator utilizá-la ou não: Na feira. e fez-se a magnífica árvore. e o debate começou. costuma-se separar por vírgula os elementos coordenados: “Fui cisne. mas não ganhou o cargo. ameixa. não há vírgula: Encaminho os documentos em anexo. a carta do diretor. e germinou. depende de sua posição na frase. ou seja. Neste Manual. mas a semente ficou. Encaminho. a cuja sombra se pode hoje estirar a nossa filosofia”.

II.93.) ou nada (Senhor Diretor). 310). A indicação do CEP ou da caixa postal não pode vir separada do número por vírgula ou dois pontos: CEP 71501-230 (e não: CEP. 234.06. regulamenta. 2) Ver tópico 7. art. não. dispensa-se a vírgula entre a indicação da quadra ou do setor e o número: SQS 310 (e não: SQS. 5º da Constituição.. 208). Rua dos Andradas. Obs. nessa ordem. c) forma híbrida (artigo => inciso => lei). não há vírgula: alínea b do inciso II do § 3º do art. ap. A Portaria nº 45. o relatório. § 3º. Avenida Luís Eduardo Magalhães. 14. de 06. II. b) crescente (alínea => inciso => parágrafo => artigo => lei).: 1) Deve-se pôr a data da norma entre vírgulas: A Resolução nº 535. aparece o 2 antes do nome 9 . 9 é termo explicativo ou aposto (sua ausência não prejudica o entendimento da frase). 234. Na primeira frase. trata de três assuntos. 135). 71501-230). recomenda-se o emprego apenas da vírgula (mas emprega-se letra maiúscula depois): Senhor Diretor. O Ex-Presidente da República Josias Franco morou no exterior. 5º.. Vírgula nas referências a textos legais: Nos textos que fazem referência a leis. b. apartamento 13.. decretos.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Vírgula após o vocativo: Houve tempo em que se separava o vocativo que encabeça cartas. a disposição dos termos pode seguir três caminhos: a) decrescente (lei => artigo => parágrafo => inciso => alínea). bloco C. Nos endereços de Brasília. Encaminho a V. há vírgula: Constituição. de 1989. 5º. Vírgula nos termos explicativos e restritivos: Comparem-se as frases: O Presidente da República. também ocorre a vírgula: art. usa-se vírgula entre o nome do logradouro e o número da casa ou edifício: Avenida Paulista. em especial a parte que trata de articulação do texto. loja 16. nessa forma. outra. vírgula (Senhor Diretor.. SCLN 208 (e não: SCLN. prepara nova viagem. ofícios por dois pontos (Senhor Diretor:).. Uma traz o nome entre vírgulas. nesse caso. Vírgula nos endereços: Ao escrever endereços. As vírgulas indicam isso. da Constituição. Gomide Oliveira. medidas provisórias etc. Como só existe um termo 8 Presidente.Sa. 151 . bloco C. bloco C. Caixa postal 135 (e não: Caixa Postal. Hoje. requerimentos.2 (Sistemática de elaboração dos atos normativos). 620.

na datação de um escrito. termo restritivo e. : é. não aceita vírgula antes ou depois. o nome do lugar: Brasília. Como há vários ex-presidentes. O Ministro da Fazenda. deve-se indicar a qual deles se refere a frase. aparece '/8 2 antes do nome : . tem dois milhões de habitantes (o Brasil só tem uma capital). 152 . O Ex-Ministro da Fazenda Ricardo Almeida ficou famoso pela expedição de mais de cinco pacotes econômicos (há vários ex-ministros da Fazenda). nesse caso. portanto.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Na segunda frase. deve depor na CPI (só há um Ministro da Fazenda). Mais exemplos: A capital do Brasil. Machado Ribeiro. 27 de abril de 2001. Brasília. . Vírgula separando locais de datas Utiliza-se a vírgula para separar.

Com a função de relativo. Eis por que fiquei feliz (eis o motivo. é um nome relativo. Não há por que reclamar (não há motivo). 4º caso: O é conjunção integrante Usa-se ainda (em duas palavras) quando a preposição é uma exigência de um nome relativo. 3º caso: Por que = (ou variações) No início de orações subordinadas adjetivas. Emprego do porquê 18.2. demonstra simpatia por alguma coisa. é uma conjunção integrante: Eles demonstraram simpatia por que eu ficasse ali com eles. se foi orientado para não fazê-lo? Você faltou e não disse por quê. Neste caso. quando o é preposição e o pronome relativo. !separado e com acento Quando vem em final de frase de qualquer natureza e o acento se justifica pelo fato de o ser tônico: Você fez isso. por quê? Ele fez isso por quê.1. Perguntaram-me por que poderá ser trocada por você faltou. logo.) 18. sempre. 153 . .) Estou ansioso por que o aumento seja aprovado. . está ansioso por alguma coisa.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 18. é um nome relativo. separado e sem acento ou 1º caso: Por que = No início de orações interrogativas diretas (com o ponto de interrogação grafado): Por que você fez isso? Por que você disse aquilo? 2º caso: Por que = ou No início de orações interrogativas indiretas (sem o ponto de interrogação). perfeitamente substituível por . Acertei a prova toda. Não se sabe o motivo por que você disse aquilo. Nesse caso há. a razão). estará iniciando oração subordinada substantiva. . um substantivo anteposto (claro ou subentendido) ao : Essa é a razão por que o demiti. o . (Quem está ansioso. nesse caso. o sempre se separa do . portanto. (Quem demonstra simpatia. que : Não sei por que você fez isso.

substantivado ou seja. Nesse caso. numeral ou pronome. junto e sem acento Usa-se nos casos não mencionados anteriormente. !junto e com acento Observe-se que o pode aparecer. Ninguém sabe o porquê de ela ter feito isso. (Palavra denotativa de realce. às vezes. 154 . podemos aprender todos os porquês.). precedido de artigo. Pode ser conjunção ou palavra denotativa de realce: Não apóio esse governo porque desconfio dele (Conjunção). Pretender manobras eleitoreiras iguais àquela é temeroso.3. 18.4. recebe acento: Aprendendo um porquê. Acertei aquele porquê que caiu na prova.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 18. Porque não se iludam: o povo não se deixará enganar novamente. Ninguém sabe o porquê da sua recusa.

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL

19. Pronome

8 são palavras que representam os nomes dos seres ou os determinam, indicando a (é a que participa do ato da comunicação). Há seis tipos de pronomes: demonstrativos, pessoais, possessivos, indefinidos, relativos e interrogativos. Neste Manual serão abordados apenas os três primeiros.

19.1. Pronomes demonstrativos
Os pronomes demonstrativos (este, esse, aquele, esta, essa, aquela, isto, isso, aquilo) situam a pessoa ou a coisa designada relativamente às pessoas gramaticais. Podem situá-la no espaço ou no tempo, mas empregam-se também para lembrar ao ouvinte ou ao leitor o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar. São, portanto, versáteis: ora indicam situação no espaço, ora no tempo, ora no texto.

Situação no espaço:
A situação no espaço tem a ver com as pessoas do discurso (discurso = conversa). Nele, tomam parte três pessoas: a que fala, a que escuta e a que é indica que o objeto está perto da pessoa que fala: esta objeto da conversa. bolsa, este jornal, este banco, esta sala (referindo-se à sala onde quem fala ou escreve está). informa que o objeto está próximo da pessoa que escuta: esse diz que o objeto da conversa está longe da pessoa que fala e livro, essa sala. ) da que escuta: aquele quadro, aquela mesa. Assim, na frase: Os ônus correrão por conta deste órgão, o refere-se ao órgão onde trabalha a autoridade que assinou a correspondência. Se os ônus fossem do órgão ao qual a correspondência é dirigida, estaria escrito: Os ônus correrão por conta desse órgão.

Situação no tempo:
anuncia tempo presente: este ano (o ano em curso), este mês (o mês em curso), esta semana (a semana em curso), este fim de semana (o fim de semana próximo, que o falante considera presente). Neste momento, os governadores estão em pé de guerra com o Presidente. e exprimem tempo passado (esse, passado próximo; aquele, passado distante): Visitei João Pessoa em 1970. Nesse (ou naquele) tempo eu morava em Recife.

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Situação no texto:
recupera a informação; indica que o fato Quanto à situação no texto, já foi referido ou mencionado anteriormente: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena.” Esse verso foi escrito por Fernando Pessoa. informa que a referência vai ser feita: Fernando Pessoa escreveu este verso: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”. A discussão girou em torno deste tema — o manifesto dos governadores da oposição. A regra vale para os pronomes e : Heráclito escreveu isto: “A única coisa permanente no universo é a mudança”. O Brasil busca o crescimento econômico; que brasileiro não sonha com isso?
Obs.: Quando se quer referir, discriminadamente, a termos já mencionados, para o termo citado em primeiro lugar, e do usa-se do demonstrativo demonstrativo para o que foi nomeado por último: Todos têm olhos para ver e prezar a formosura, poucos inteligência para avaliar e admirar a sabedoria: esta vence com o tempo, aquela triunfa aparecendo. Pedro e João estudam na universidade. Este cursa direito; aquele, economia.

19.2. Pronomes pessoais
Emprego:
Os pronomes pessoais são palavras que substituem os nomes e representam as pessoas do discurso. Os pronomes pessoais retos (eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas) funcionam, em regra, como sujeito da oração e os pronomes pessoais oblíquos (me, mim, comigo, te, ti, contigo, se, si, consigo, lhe, lhes, o, os, a, as, nos, conosco, vos, convosco), como objetos ou complementos. Tratar-se-á, a seguir, da colocação dos pronomes oblíquos átonos na frase e dos pronomes de tratamento.

Colocação dos pronomes pessoais oblíquos átonos:
Os pronomes pessoais oblíquos , , , , , , , , , , são átonos, isto é, não têm acento tônico. Na frase, apoiam-se, para efeito de acentuação, nos próprios verbos de que são complementos. Com relação ao verbo, esses pronomes podem, na frase, ocupar três posições: antes, depois ou no meio do verbo. Vindo antes, o pronome oblíquo se diz 0 (e a posição chama-se ); vindo depois, 0 (e a posição, ); vindo no meio, 0 (e a posição, ). Antes de continuar este estudo, faz-se necessário ressaltar que as normas regentes da colocação do pronome na frase são determinadas por fatores fonéticos. Devido a esse fato a colocação dos pronomes átonos no Brasil difere apreciavelmente da atual colocação em Portugal, principalmente na linguagem oral, e encontra, em alguns casos, similar na língua medieval e clássica. Ver-se-ão, a seguir, algumas regras para o melhor posicionamento desses pronomes na frase de acordo com a norma culta. Observa-se, no entanto,
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que há divergência entre os gramáticos em relação a esse assunto. ÊNCLISE: a) como regra geral, os pronomes oblíquos devem vir pospostos aos verbos, isto é, devem ser 0 . Assim, se não houver nada que eufonicamente atraia o pronome oblíquo, deve-se dar preferência à posposição: Os homens dizem-se sábios quando... Apresentavam-me uma nova oportunidade; b) não se pode iniciar um período com pronome oblíquo: Disseram-me isso ontem. (e não: Me disseram isso ontem); c) exige a eufonia (bom som) a posposição dos oblíquos aos gerúndios: Não queira conquistá-lo confiando-lhe segredos. Existe uma exceção: o pronome oblíquo passa a vir antes do gerúndio quando este estiver e, ainda mais, quando fizer parte de precedido da preposição locuções verbais: Em o nomeando, fez o governo justiça. Ele está-se levantando. Finalmente, se a uma forma verbal simples em preceder palavra de valor atrativo, o oblíquo virá antes: Não se revestindo... PRÓCLISE: Há casos em que o verbo perde sua força enclítica, o que é motivado pela anteposição, aos verbos, de partículas que, para efeito de eufonia, atraem o pronome oblíquo; isso ocorre em casos tais como: a) nas orações negativas, uma vez que a negativa, quer constituída de advérbio, quer de pronome, quer de conjunção, atrai o oblíquo para antes do verbo: Não se deixe iludir pelas promessas daquele candidato. Ele não foi nem se deixou levar. Nada lhes devo; b) com certas conjunções coordenativas aditivas (nem, não só... mas também, que): Não foi nem se lembrou de levar. Diz-me com quem andas, que eu te direi quem és. Um grande fracasso de organização fez com que todos, palestrantes e público, se queixassem veementemente do evento; , , ! !, c) com as alternativas : Ora se decide, ora se omite; , " " ,

d) com os pronomes adjetivos e pronomes relativos (que, qual, quem, cujo): O livro que me deu é bom. Aí está o livro cujas páginas se estragaram; e) com os indefinidos (algum, alguém, diversos, muito, pouco, tudo, vários etc.), quando vêm antes do verbo: Pouco se faz em prol do idioma pátrio. Tudo lhe dei, saúde e dinheiro;
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f) com os advérbios, quando precedem o verbo: Sempre lhe disse... O que aqui me fizeram...; g) com os pronomes demonstrativos: Aquilo me parecia uma grande falsidade; h) com o verbo no gerúndio, precedido da preposição firmando nesta terra, jamais sairei daqui. MESÓCLISE: Quando as formas do # e as do # $ iniciarem o período, torna-se forçada a colocação dos pronomes no meio do verbo: dir-te-ei, dar-me-ás, far-vos-á, encontrar-nos-emos, queixar-vos-ei, castigar-nos-ão; dar-lheíamos. Ainda que essas formas não iniciem período, pode-se empregar a mesóclise, bastando para isso que não exista nenhuma palavra de valor atrativo que obrigue a próclise: O tempo dir-lhe-á quem está com a verdade. : Em me

Uso dos pronomes de tratamento:
Entre os pronomes pessoais incluem-se os , também chamados # , que se usam no trato com as pessoas. Substituem a terceira pessoa gramatical. Dependendo da pessoa a quem se dirige, do seu cargo, título, idade, dignidade, o tratamento será familiar ou cerimonioso: fulano, beltrano, sicrano, a gente, você, vossa mercê, vossa excelência, vossa senhoria, sua senhoria. (Ver Anexo IV.) Observe-se, ainda, a respeito desses pronomes: a) emprega-se quando se está referindo à pessoa: Vi Sua Excelência o Prefeito em campanha eleitoral. 4 emprega-se quando se está dirigindo à pessoa: Acabo de receber o diploma que Vossa Excelência se dignou enviar-me. Em ambos os casos, a fórmula é sempre da terceira pessoa; verbos e pronomes a ela referentes devem na terceira pessoa ser flexionados;

b) não é elegante dizer, em uma mesma correspondência, 4 , 4 , repetindo-se enfadonhamente o 4 . Esse tratamento, como todos os demais de cortesia, pode muito bem aparecer na forma oblíqua: formulamos-lhe, pedimos-lhe, vemos na sua pessoa, em vez de: formulamos a V. Sa., pedimos a V. Sa., na pessoa de V. Sa.; c) encontra-se em desuso a expressão “Digníssimo (DD.)”. Quanto à expressão “doutor”, só deve ser utilizada como título acadêmico, sendo empregada apenas nos casos em que o destinatário tenha obtido tal grau em curso de doutorado.

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com a coisa possuída e não com o possuidor.3. c) qualidades do espírito: Perdeu a consciência (e não: sua consciência). Pôs os óculos (e não: seus óculos). Pegou o (seu) carro e foi ao supermercado. 159 . o substantivo está no plural e o possessivo com ele concorda. pode-se referir a e a ou . Mudou a mentalidade (e não: sua mentalidade). deverá concordar com que está no singular. Na maioria dos casos. em português. Omite-se comumente o possessivo junto a palavras que indicam: a) partes do corpo: Na batida. diremos: “Meninos.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 19. com a perder a (sua) juventude? Em alguns casos o pronome vantagem de dar elegância à frase: Criticou os seus discursos. Vestiu o terno (e não: seu terno). Criticou-lhe os discursos. Arranhou o rosto (e não: seu rosto). Paulo fez a (sua) redação.74 – Seu / Sua. Sobre o assunto ver também tópico 21. o possessivo. Em geral gera ambigüidade: Maria pediu a Carlos que tirasse cópia do seu processo. seu pai deve continuar trabalhando”. seus pais devem continuar trabalhando”. Em orações como “Meninos. Você tem medo de substitui o . é dispensável o uso do possessivo: Todos ficaram sabendo dos detalhes da cirurgia que ela fez para mudar o (seu) corpo. b) objetos de uso pessoal: Calçou os sapatos (e não: seus sapatos). Levantou a mão (e não: sua mão). quebrou a perna (e não: sua perna). Processo de quem? De Carlos? De Maria? Uma possível solução para eliminar a ambigüidade seria substituir o possessivo pelo pronome ou : Maria pediu a Carlos que tirasse cópia do processo dele (ou dela). Pronomes possessivos O uso do possessivo . nesse caso. Os possessivos concordam. Se os meninos forem irmãos.

poderá ser realizada indiretamente. por). isto é. (agradecer alguém): Agradeço c) transitivo direto e indireto (agradecer alguém alguma coisa): Quero agradecer ao diretor a promoção recebida. Essa ligação. relacionam-se entre si para formar um todo significativo. João entregou (o quê?) a carta (a quem?) ao destinatário. com os respectivos significados do verbo. caso em que o verbo será transitivo direto. Os intransitivos expressam uma idéia completa. Obs. Considerando que certos verbos possuem mais de uma regência e. 20. sem preposição intermediária. Regência verbal é o mecanismo que regula as ligações entre o verbo e os seus complementos. mais numerosos. para. em que uma delas serve de complemento a outra. mediante o emprego de preposição (a. é o que se chama regência. A ligação do verbo transitivo com o seu complemento pode ser feita diretamente. emprega-se o : Quero 160 . com a preposição a Deus. Mário gosta (de quê? ou de quem?) de flores. O navio partiu. ainda. exigem sempre o acompanhamento de uma ou mais palavras para integrar-lhes o sentido: Recebemos (o quê?) tuas lembranças. Essa relação necessária que se estabelece entre as palavras. em. portanto não exigem o acompanhamento de uma palavra para complementar-lhes o sentido: Carlos saiu. que esta diversidade poderá ocasionar variações no sentido do verbo. Regência verbal Em geral.1. Já os transitivos. também. Agradecemos aos amigos. O pássaro voou. de. algumas regências são mostradas. com.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 20. nominal ou verbal. Agradecer a) transitivo direto (agradecer a coisa): Agradeci o presente. as palavras de uma oração são interdependentes. O cavalo galopava. Há verbos transitivos e intransitivos. na lista seguinte. situação na qual o verbo será transitivo indireto. As dúvidas mais freqüentes quanto à regência verbal dizem respeito à necessidade ou não do uso da preposição após determinado verbo e à escolha da preposição apropriada.: Na substituição do " $ pelo pronome. b) transitivo indireto.

exige a forma ( ou ( e não (: Aspiras ao cargo? Sim. Apelar para a ignorância. e não (: Assististe aos jogos? Sim. é transitivo indireto com a preposição : Não assiste ao empregado esta tarefa. Apelar a) no sentido de pedir auxílio. Assistimos ao show de João Gilberto. Assistir a) no sentido de acompanhar. é transitivo direto: Quero sempre aspirar o perfume das flores. Aspirar a) no sentido de respirar. Apelar para a consciência. ou seja. é transitivo indireto com a preposição : Todos aspiram a uma vida digna. Quem lhe agradece primeiro? d) intransitivo: Recebe favores. sorver ar. 20. 161 . ajudar. almejar. interpor recurso judicial é transitivo indireto com a preposição : O advogado apelou da sentença. presenciar. Não admite pronome oblíquo átono como complemento. b) no sentido de ver. é transitivo indireto com a preposição : Assisti à palestra. habitar. b) na acepção de recorrer por apelação. caber (direito ou razão a alguém). é intransitivo com a preposição : Dois daqueles assistiam no termo de Vila Nova da Rainha. assisti a eles. valer-se de alguém ou de alguma coisa. 20. O médico apelou para o bom senso do paciente. Os trabalhadores rurais apelaram para o presidente da República. ou seja. aspiro a ele. 20. exigirá a forma ( ou (.4. Ele assiste em Brasília. d) no sentido de morar. Apelar para o professor. A noção da insignificância humana assistia-o constantemente contra o ridículo da cólera e das atitudes patéticas. Não admitirá pronome oblíquo átono como complemento.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL agradecer-lhe a lembrança. é transitivo indireto com a preposição : Apelar para o governador. O dono da casa era um padre que lhe assistiu com muita caridade. socorrer. é transitivo direto ou transitivo indireto com a preposição : O médico assiste os doentes. e não agradece. O médico assiste aos doentes.2. Verifico mais uma vez como lhe assistia razão. c) na acepção de favorecer. residir.3. b) no sentido de pretender.

20.6. cifrar-se. É errada a construção: À decisão cabe recurso.9. contestar: No seu arrazoado contradizia a doutrina do mestre. de diferentes materiais. A herança consiste em terrenos e apartamentos. é transitivo direto: A velhinha assaltada chamou o policial. Magoado. reduzir-se. A torcida chamou ao mau juiz de ladrão. Deve-se dizer ou escrever: Da decisão cabe recurso. Em que consistiu seu erro? Consistiu em confundir as datas. não contradisse o amigo.7.5. A torcida chamou ao mau juiz ladrão. É verbo transitivo indireto com a preposição : O edifício consistia em construções várias. A torcida chamou o mau juiz de ladrão. Sua proclamada cultura consiste na memorização de sentenças latinas. Contra a decisão cabe recurso. Constituir É transitivo direto. Caber (recurso) Significa ser admissível ou oportuno interpor recurso judicial (pedido de reconsideração). compor-se. Tal ato contradiz frontalmente (e não: contradiz frontalmente com) a Lei nº 8. desmentir. pedindo ainda predicativo para o objeto.666/93. Contradizer É transitivo direto (não aceita preposição) nas acepções de dizer o contrário de. é indiferentemente transitivo direto ou transitivo indireto com a preposição . b) no sentido de denominar. mesmo quando utilizado pronominalmente (constituirse): O perfeito equilíbrio entre as receitas e as despesas públicas constitui (ou: constitui-se) o maior desafio dos governantes. 20. 20. constar. resumir-se. Cabe recurso à instância superior ou à Justiça. 20. contrariar.8. Constituiu uma firma comercial. 162 . não à decisão. A biblioteca consiste em trezentos volumes. dar nome. Consistir Quer dizer ser constituído. redargüir a.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 20. Chamar a) no sentido de evocar. A libertação dos escravos constituía fator importante na proclamação da República. predicativo este que pode ou não vir regido da preposição : A torcida chamou o mau juiz ladrão. impugnar. Constituí um advogado para tratar do assunto. Há fatos que contradizem sua afirmação.

).11.13. Dar entrada Usa-se com a preposição : O advogado deu entrada ao processo na segunda vara (e não: .10..). dar entrada num processo contra. Lembram-me. Desculpei-lhe o atraso. Desculpou-se de só chegar àquela hora.. Sendo o sujeito uma oração infinitiva.... não desculpa faltas alheias. 20. são transitivos diretos: Jamais esquecerei meus primeiros dias no Tribunal. e exige a preposição Desculpe-nos do atraso na entrega do relatório. solicitamos as devidas providências. Não soube o pai desculpar a falta do filho. Esquecer e lembrar a) usados não pronominalmente. Sempre lembro aqueles dias. b) no sentido de desculpar alguém de alguma coisa. deu entrada no processo. teus belos cabelos. 20. Custar a) no sentido de ser custoso. c) estes verbos podem. ainda. aparecer tendo como sujeito que lembra ou esquece e como objeto indireto a quem a coisa lembra ou esquece: Jamais me esquecerão os teus lindos olhos.. ainda. b) usados pronominalmente. esta poderá ser precedida da preposição : Custou-me a chegar a casa. justificar. 20. Assim sendo. objetivando dar entrada a um processo contra a empresa. 163 . Desculpar a) no sentido de eliminar ou atenuar a culpa de. é transitivo direto: A má saúde desculpa sua negligência no trabalho. tem como sujeito a coisa custosa e como objeto indireto a pessoa a quem a coisa custa: Muito me custaram teus maus conselhos. é transitivo direto e indireto: A tarefa custounos muita dedicação.. b) no sentido de acarretar.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 20. Intolerante. ou alguma coisa a : alguém. é transitivo direto e indireto. são transitivos indiretos com a preposição : Jamais me esquecerei dos meus primeiros dias no Tribunal.12. de forma a solucionar a pendência (e não: . perdoar. Sempre me lembro daqueles dias..

Informo-lhe que a empresa adotará novo regime de trabalho. importar. a violência (e não: . prevenir.Sa. Necessitar Com o único sentido de ter necessidade. entre outros. outra. Informo a V. Os seus subordinados obedeciam a ele. Necessito de algumas explicações. Quem informa. ainda. por ou : Informo-o a vocês. Informar É transitivo direto e indireto. b) objeto direto de pessoa e objeto indireto de coisa.. Informo-o de que a empresa adotará novo regime de trabalho. em violência). Quem informa. Obedecer Em linguagem culta formal. Implicar No sentido de acarretar. O verbo desobedecer segue a mesma regra: Não desobedeça a seu pai. cientificar. Nesse caso. substituir o " .Sa. que é objeto indireto.15. não raro. os verbos: avisar. é transitivo direto. por : Informo-lhes o horário da reunião. só o objeto direto pode virar pronome: Informo-os do horário da reunião.14.: Obedecer e desobedecer são os únicos verbos transitivos indiretos que admitem a construção na voz passiva: A lei foi obedecida. transitivo indireto: Necessito algumas explicações. carecer. trazer como conseqüência. A supressão da liberdade implica. podendo apresentar: a) objeto direto de coisa e objeto indireto de pessoa. de que a empresa adotará novo regime de trabalho. não raro. certificar. 20. Dava-lhes ordens 164 . implica. recomenda-se seu uso como transitivo indireto com a preposição : A instituição não obedeceu ao art. envolver.17. Para substituir o nome pelo pronome. não aceita preposição: Alterações no câmbio implicaram mudanças na economia (e não: Alterações no câmbio implicaram em mudanças). notificar.. Obs. informa alguma coisa a alguém: Informo o horário da reunião a vocês. há duas maneiras: uma é trocar o " $ .: Seguem estes mesmos preceitos. que a empresa adotará novo regime de trabalho. Obs. 20. é transitivo direto e. 1º da lei.16. Informo V. 20.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 20. informa alguém de alguma coisa: Informo vocês do horário da reunião. que é objeto direto. proibir.

retorquir. 20. porém. O decreto foi desobedecido.18. usa-se. 20. Preferir É transitivo direto e indireto. responsabilizar-se. . Responder a) na acepção de dar resposta a alguém ou a alguma coisa. é intransitivo: Aquela informação não procedia. Respondeu-lhes que aceitava a proposta.19. como transitivo indireto. é transitivo indireto com a preposição : O juiz procedeu ao julgamento do réu. Meu filho sempre procedeu bem na escola. Ele responderá o que quiser ao público. 20. c) no sentido de replicar. bem responde. a fim de deixá-lo à vontade. Querer a) no sentido de desejar. bem como repele expressões comparativas do tipo ou : Prefiro ser rico e saudável a ser pobre e doente. normalmente.20. etc. Não aceita a construção com expressões que denotam intensidade . Proceder a) no sentido de dar início. b) no sentido de ter fundamento. comportar-se e provir. responder ao ofício. é transitivo indireto com a preposição : A mãe queria bastante a seus filhos. gostar. d) na acepção de responder algo a alguém é transitivo direto e indireto com a preposição : O deputado respondeu aos jornalistas que não aceitava a acusação. é transitivo direto: Todos queriam o cargo de chefe. O réu não ergueu os olhos nem respondeu. O navio procedia da Europa. Responder à carta.. fazer as vezes de alguém é : Parecia que outro transitivo indireto com a preposição personagem respondia por ele. b) no sentido de estimar. b) quando significa responsabilizar-se.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL certo de ser obedecido. 165 .21. 20. o emprego intransitivo é freqüente: À linguagem do deputado o jovem médico respondeu com igual franqueza. fazer as vezes de alguém é transitivo indireto com a preposição : Responder ao professor. Quem bem ouve.

pretender. Não podem ser usados pronominalmente: Sempre simpatizei com a idéia. / : Informo que não poderei tomar parte na reunião. obrigação ou dever: Ele vai ter de estudar o caso.. atirou. pode aparecer seguido de preposição ou pode dispensá-la: O governo visa (a) conter a escalada do dólar. fugiu. Obs.: O uso atual mostra o amplamente consagrado. A expressão nessa acepção surgiu por cruzamento com " ( # ..23. Os grandes investidores visam à especulação com o dólar. Visar o diploma.). Visando o alvo. 166 . Quando seguido de infinitivo. Ter de Indica necessidade. Tomar parte Com o sentido de integrar.22. Quando ele deparou com o problema. Não . Tenho de conseguir esse emprego. é transitivo indireto. pois estarei viajando (e não: .. não poderei tomar parte da reunião. objetivar. interesse. O policial visou o ladrão e atirou. objeto direto do infinitivo: Ela tem um caso que estudar.25..24. b) no sentido de ter em vista. há gramáticos que defendem o uso do verbo também como transitivo direto. Jackson Souza visa (a) esclarecer as manhas do verbo. Visar a) no sentido de dar ou pôr o visto em algum documento.: Com essa acepção. onde o é pronome relativo. Obs. apontar um alvo. Simpatizar e deparar São transitivos indiretos seguidos da preposição .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 20. exigindo a preposição : As medidas do governo visam ao salvamento do Plano Real. 20. 20. fazer parte. Tenho muito que fazer. essa expressão deve ser empregada com a preposição . 20. mirar com arma de fogo é transitivo direto: Visar um passaporte. Visei o cheque. O professor visou a lição do aluno.

quando necessário. 167 . quando se refere a tempo futuro: O projeto será implementado daqui a cerca de oito meses. seu significado. fornecendo-se exemplos de seu emprego e sugerindo-se alternativas vocabulares a palavras que costumam constar em excesso dos textos oficiais. Siga-a discretamente. .3. a distância. 21. Acerca / A cerca / Há cerca Acerca: Significa . indicando-se. Adequar O verbo é um dos verbos defectivos da língua portuguesa (não se conjuga em algumas pessoas do presente do indicativo. em todas as pessoas do presente do subjuntivo e em algumas pessoas do imperativo afirmativo). A distância / À distância A locução tem crase só se o substantivo estiver determinado: Quando voamos.1. : O deputado falou acerca das eleições. a seguir. Fiscalização a distância. Há cerca: Quer dizer ' ocorreu há cerca de meia hora. não há crase: Treinamento a distância. fazemos manobras à distância de menos de um metro entre um avião e outro. 21. Significado e uso de certas palavras e expressões Apresenta-se.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. Caso contrário. O certo: A referida mesa não é adequada (ou: não é apropriada) ao ambiente do escritório. lista de palavras e expressões usadas com certa freqüência na redação oficial. quando se refere a tempo passado: A votação 21.2. Daí ser errado dizer: A referida mesa não se adequa ao ambiente do escritório. A cerca: Quer dizer ' .

: Não se combinam partes de uma expressão com as de outra: " ## e não existem. . . tornava-se parecido com o pai. : Temos gostos afins.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. À medida que as investigações avançam. À medida que / Na medida em que À medida que: Significa + & . C e G são letras afins no som. . Aumentaram os casos de desidratação na medida em que (porque) a umidade relativa do ar chegava a níveis críticos. Saiu cedo a fim de ir à faculdade (ou: Saiu cedo para ir à faculdade). A expensas de Significa + : Não tinha emprego regular.6. . 21.7. # : À medida que crescia. mais peixes vão caindo na rede. Tal descoberta tem uma larga esfera de aplicação às ciências afins da medicina. Devem ser evitadas expressões . # :É preciso punir os responsáveis na medida em que houve vítimas. pode-se empregar : Todos os dois Ministros assinaram a Portaria. Afim: Quer dizer # . & . . Ambos / Todos os dois ) significa ou . podendo reger-se pelas . 21. Na medida em que: Dá idéia de causa. Obs.5. Quando for pleonásticas como o caso de enfatizar a dualidade. . significa . vivia a expensas do pai. ## 168 . A fim de / Afim A fim de: Significa # .4. O espanhol é língua afim com o preposições português. 21. (sempre que possível prefira-se ): Escrevo a fim de informar (ou: Escrevo para informar).

Se aparecer no começo ou no meio da oração. singular e plural. feminino.). Anexas. Encaminho. constitui modismo que se recomenda evitar. a governadora. A nível de / Ao nível de / Em nível de Ao nível de: Tem o sentido de + Obs. a secretária. segue a carta do diretor.: 1) : Fortaleza localiza-se ao nível do mar. flexiona-se. a vereadora. a senadora. segue a correspondência. não tem feminino. a embaixadora. É locução adverbial. Encaminho as minutas em anexo. de 2 de abril de 1956. determina que se flexione no feminino o nome designativo de cargo público exercido por mulher: a chefe (não há chefa). a prefeita. Significa . Apresenta-se sempre da mesma forma: Em anexo. 21. depende da colocação do termo na oração. a deputada. (Faço um curso de pósgraduação. 169 . Quanto à vírgula. Concorda em gênero e número com o substantivo ao qual se refere: Anexo. Quanto à pontuação.8. os documentos solicitados. encaminho os ofícios.9. Em anexo: ' . singular ou plural. a presidente (ou: a presidenta).10. A carta segue em anexo. em anexo. a consulesa. Anexo / Em anexo Anexo: É adjetivo. a carta do diretor. a carta do diretor. a delegada. usa-se a encaminho as cartas. Encaminho as minutas anexas. Invariável. Segue. encaminho os documentos. 21. encaminho a carta. a juíza. Anexos. dispensável. anexa. 0 2) ) 0 não existe. dirigimos os projetos à Chefia. Equivale a masculino. encaminho o ofício.749. em geral. (A decisão foi tomada pela diretoria. encaminho a carta do diretor. Em anexo. tem masculino. em anexo. a conselheira. Em anexo.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. Anexa. não há vírgula: Encaminho os documentos em anexo. se vírgula: Anexa. Em anexo. Se ' estiver no fim. Encaminho. A ministra A Lei Federal nº 2. Dirigimos os anexos projetos à Chefia. há vírgula: Em anexo. encaminho os documentos solicitados. ' vem antes do objeto. a ministra.) Faço um curso em nível de pós-graduação. - é modismo. : A decisão foi tomada em nível de diretoria.

é desnecessário: O Jornal dos Esportes começa às 6h. Foi de carro em vez de avião.# / . / .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. o preço subiu. ) significa & . Ao encontro de / De encontro a Ao encontro de: Quer dizer & ou # : O pai caminhou ao encontro do filho. Para usar . O programa veio ao encontro dos interesses da comunidade. exclui-se da oração o verbo & : A partir do dia 25. Saiu ao invés de entrar. & : O carro foi de encontro ao poste. A partir de / Começar É redundância. O projeto do governo vai de encontro aos interesses dos trabalhadores. Em reportagem a partir da página 70. Viajou ao invés de ficar. 170 . A primavera começa em 23 de setembro. dizer ou escrever: O Jornal dos Esportes começa a partir das 6h. Evite-se usá-la com o sentido de . Ao invés de / Em vez de Ao invés de: ) $ quer dizer ! : Ao invés de baixar. o código de Unaí será 38. pleonasmo.12. Em vez de: Significa " : Comeu peixe em vez de frango. usa-se . Obs. na dúvida. prefira . a revista mergulha na obra inédita de Gilberto Freyre. Como a frase já tem o verbo & . ! .11.: ) cobrança do imposto entra em vigor a partir do próximo ano. 21.13. tem a vantagem de expressar substituição e também oposição. 21. De encontro a: Significa . Estudou geografia em vez de história.: Logo. / . deve ser empregado preferencialmente no sentido temporal: A Obs.

é verbo pronominal (aposentar-se). pensei que ele se apresentaria como candidato. O trabalhador aposenta-se com baixos salários (e não: o trabalhador aposenta com baixos salários). Penalizou-se com o sofrimento do amigo. . " " : Também o penalizavam os resultados da fome em seu país. Ele administra a empresa desde o ano passado. Os combustíveis terão novos preços a partir de quinta-feira. + . Agora. . : Em princípio. : O Tribunal apenou o responsável Penalizar: Quer dizer " . A partir de / Desde A partir de: Quer dizer & . não aceito mais seus argumentos falaciosos. 21. Portanto.15. A princípio / Em princípio A princípio: Significa & : A princípio. Indica tempo presente ou futuro: Meu horário de trabalho muda a partir de hoje. Desde: Refere-se ao tempo passado: Está no Brasil desde 1993.14. Aposentar-se No sentido de obter aposentadoria.16. 21. 171 . Apenar / Penalizar Apenar: Significa pelo prejuízo. tenho dúvidas. Exige o . " . A partir de hoje. 21. é errado dizer: O relatório estava concluído a partir de 29 de setembro. com a sua ausência dos debates.17. : Eu me aposentei no ano passado (e não: eu aposentei no ano passado).TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. o Plano Real está correto. Trabalha desde os 14 anos. Em princípio: Quer dizer . O certo é: O relatório estava concluído desde 29 de setembro.

$ . da locução 172 . A comissão foi criada mediante portaria do DiretorGeral. / . Estamos bastante contentes. em vista disso. diante disso. O projeto será aprovado mediante acordo de líderes.19. Alterne com: assim sendo. Nomeio os dois como meus bastantes procuradores. " . / : O dirigente da jurisdicionada respondeu à diligência mediante o Ofício nº 147/01. 21.20. diante do exposto. Pertence à família do verbo . Através de A locução $ quer dizer . O projeto foi apresentado por intermédio do Departamento. 21. mas chegou atrasado. A viagem incluía deslocamentos através de boa parte da floresta. igualmente. dessa forma. O assunto deve ser regulado por meio de portaria. Se for advérbio. em princípio. Bastante / Bastantes é adjetivo quando acompanha substantivo. fica no singular. se estiver no plural vai para o plural: Tenho bastante trabalho para este ano. Evite-se o uso. 21.18. Aceito. . o belo foi adquirindo significados diferentes). são inocentes. em conseqüência. por conseguinte. . em princípio. Mostrou-se bastante receptiva. Obs. desse modo. por # . O conceito de beleza mudou através dos tempos (ao longo dos anos.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL As crianças. polêmico para certos autores. Bem como Evite-se repetir. $ com o sentido de ou . Se o substantivo estiver no singular. 21.: Evite-se o emprego de . < < é advérbio quando acompanha adjetivo ou verbo. Não se flexiona. Obs. alternando com: como (também). . e. Nomeio os dois como meus bastantes procuradores. A nomeação foi feita por decreto. A notícia chegou por intermédio dos familiares da vítima. portanto: Descansou bastante no fim de semana. seu ponto de vista. portanto. ou passar ao longo de: Vejo o carro através da janela (meu olhar atravessa a janela e chega ao carro). " . conseqüentemente.21. Assim Usa-se após a apresentação de alguma situação ou proposta para ligá-la à idéia seguinte. da mesma forma.: No caso de dúvida. por isso só deve ser empregada no sentido de passar de um lado a outro. Nesse caso. pode-se empregar " & . substitui-se # vira # : Correu bastante (suficientemente). em face disso.

As duas usinas têm capacidade instalada de 480 MW cada uma. foi distribuída uma cesta básica a cada uma. 21. perceber. É errado dizer 0 . Evite-se a construção coloquial # 0 ! .23. observar. Depende da preferência da pessoa. Bimensal / Bimestral Bimensal: Significa nos dias 15 e 30 de cada mês.25. Ela circula Bimestral: alunos. Tanto faz utilizar uma ou outra: Remeteu o processo ao Ministério Público com vista à (ou: com vistas à) elaboração de parecer. certificar-se. Nos outros casos. Quer dizer : A faculdade faz avaliação bimestral dos 21.24. comprovar. verificar. 21. Custas / Custa Para referir-se a despesas em processo judicial usa-se . no plural: Foram bastante altas as custas do processo. Constatar Evite-se repetir. alternando com: apurar. Diz-se ou 0 . evidenciar. Com vista a / Com vistas a Ambas as expressões significam # . ou do pronome : Custou R$ 50. Currículo / Curriculum vitae As duas formas estão corretas e podem ser usadas.00 cada ingresso. . Mas deve-se prestar atenção para não misturar. Deve ser O pronome indefinido acompanhado de substantivo ou numeral. usa-se o singular: 173 . Quanto às famílias presentes. Cada não pode ser usado sozinho. atestar. 21. : Trabalho numa revista bimensal. notar. 21.22.26.27.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL como equivalente. registrar. 21. averiguar.

Eu estava preparada para o vestibular. ocorreram alguns imprevistos. não houve mais hesitação no encaminhamento do inquérito. É empregado apenas como pretérito perfeito composto do verbo ver. portanto. modo) a deixar tudo claro. De forma que / De forma a De forma (ou: maneira.29. É. Dadas as circunstâncias. 21. . . Obs. haja vista as notas que tirei. sob esse aspecto. Haja vista: Já a expressão . desse prisma. dessarte. Terminou o trabalho a tempo. de formas que. . 21. O serviço foi feito a minha custa (a expensas de). Desse ponto de vista Evite-se repetir. Vistas as provas apresentadas. 21. Essas locuções pertencem à família das locuções conjuntivas. modo) a: Usa-se nas orações reduzidas de infinitivo: Deu amplas explicações.: As locuções # . ou / . . haja vista o interesse e o esforço demonstrados. De forma (ou: maneira. modo) que: Usa-se nas orações desenvolvidas: Fez a viagem de forma que se cansasse menos. Obs.30.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL As despesas foram feitas à custa (a expensas de) do pai. 174 .28. optou-se pela permanência do servidor em sua função. Faz concessões à custa (com sacrifício de) da honra. Deu recado de maneira que não deixasse dúvida. por esse prisma. Conjunção é invariável. errado dizer ou escrever: de maneiras que. significa . não têm plural. de forma (ou: maneira. Na greve. sob esse ângulo. (com ) com o sentido de é inovação oral brasileira.. empregando também: assim..: = evidentemente descabida em redação oficial.e é locução invariável: O servidor tem qualidades. desse modo. haja vista o número de feridos. Dado/Visto / Haja vista Dado/Visto: Os particípios e usados como adjetivo concordam em gênero e número com o substantivo a que se referem: Dados o interesse e o esforço demonstrados. locução conjuntiva também. de modo que pôde ir ao cinema.

a forma é dia-a-dia: O diaa-dia do atleta exige treinos. será devido ao corporativismo. Devido a Quando empregado no sentido ou . remeter. Nas frases: Em que prazo você me faz o serviço? Faço em três dias. Dirigir Quando empregado com o sentido de encaminhar. a preposição usada é . graças a. Pode-se usar no lugar de # . mandar. .34. o Governo vai modificar sua estratégia. provocado por. $ . alterne-se com: encaminhar.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. Em face de / Face a A expressão # é francesismo a ser evitado. enviar. Se não ocorrer o impedimento.36. em virtude de. No sentido de quotidiano (sucessão dos dias). É como : Melhorou meu inglês dia a dia. Na acepção de dia após dia. não ocorre hífen. por causa de. 21. alternando com: delinear. Ante a decisão do Supremo Tribunal Federal. o Presidente cancelou a audiência. transmitir. o governo vai modificar sua estratégia. 21. Evite-se repetir. endereçar.32. pormenorizar. 21. 21. Não é 175 .35. O sentido não muda: Ante o exposto. o Presidente cancelou a audiência. particularizar. minudenciar. exige a preposição : Devido ao turbilhão de denúncias. A forma correta é # : Em face do exposto. o deputado deverá ser cassado. Dia-a-dia / Dia a dia O substantivo / / tem hífen. utilizando: em razão de. Em longo prazo / A longo prazo Usa-se " . Detalhar Evite-se repetir.31. 21.33. . Em face da decisão do Supremo Tribunal Federal. A locução adverbial não.

principalmente. 21. Escreve-se. Em que (isto) pese a nós.39. nomeadamente. : E saúdo agora mais um passo do nosso avanço. erário é sempre público. manter o mesmo. notadamente. 2) Deve-se evitar. Liga orações: verbo com verbo. Você trabalhava enquanto ele ouvia música. Na condição de presidente (e não: enquanto presidente). Em via de / em vias de .41. cada um faz a mudança que quer. encarar de frente. Não existe erário privado. UsaA expressão correta é se somente no singular: O senador está em via de (e não: em vias de) terminar o segundo mandato. Engloba os recursos econômicos e financeiros do Estado. continuar ainda.38. sobretudo.+ . ainda. 21. goteira no teto. na direção de formas mais civilizadas de convivência. o emprego da conjunção no lugar da conjunção ou das locuções & .37. porque fica subentendida a palavra (isso) como sujeito: Em que (isto) pese ao setor bancário.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL possível empregar a preposição . Indica que duas ações se passam ao mesmo tempo: Enquanto eu falo. como sociedade (e não: enquanto sociedade). não existe. em que (isso) pese aos maus administradores. suas taxas precisam cair.: 1) Deve-se evitar a construção coloquial . serão necessárias inúmeras mudanças para a conquista de novos mercados. A lei será rigorosa. você escuta. em particular. Erário Algumas pessoas falam em ! . Isso constitui redundância. trabalharemos nos finais de semana. 21. O mico-leão-dourado está em via de (e não: em vias de) extinção. portanto: Em longo prazo. Em que pese a Significa . .40. mormente. usando também: em especial. Alguns o chamam de Tesouro. Obs. Enquanto é conjunção proporcional equivalente a . outros de Fazenda (daí Ministério da Fazenda). . 176 . O fica sempre no singular. conviver junto. que significa . 21. assim como: habitat natural. 21. Especialmente Evite-se repetir.

21.45. se ou se ' . Prefira: Vou apresentar minha opinião (meu ponto de vista). Falar / Dizer Falar: Fala-se alguma coisa (falo inglês). Não deve ser usada com a preposição : A avaliação preliminar revelou. Estadia / Estada Estadia: Refere-se a embarcações. ou . 21. Estada: Refere-se a pessoas. 177 .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. Opiniões ou idéias não se . Ele colocou o livro no armário. : Vou fazer uma colocação. grosso modo (e não: a grosso modo). Utilize ou & em casos concretos: A colocação do cadeado no portão principal gerou protestos. Mas não se fala errada a frase Ele falou que é candidato a presidente. fala-se de alguma coisa (falo de confidências). em geral. Ela disse que foi aprovada no concurso. ' . dá nome à duração da permanência de navios no porto: A estadia do Queen no porto de Santos foi de cinco dias. seguido da partícula : O Ministro disse que o salário mínimo pode chegar a US$ 200. . Fazer uma colocação / Colocar Não é recomendável a utilização das expressões # & ou no sentido de apresentar opinião ou ponto de vista. lucro superior a 100 mil dólares. A estada dele na prisão será de dois meses.42. Está. portanto. fala-se de alguém (falo de Getúlio). Grosso modo 9 significa " . .43. Dizer: Deve ser utilizado quando o sentido é . Ele disse umas tantas coisas incompreensíveis. 21. é demora ou detenção em algum lugar: A estada dos executivos no hotel foi de sete dias. Não diga nada a ela.44.

21. ! diz respeito a tempo passado. Escolhe-se um ou outro: Dois anos atrás.50. Caso se comportasse como os verbos abundantes (são os que têm dois particípios). (Nunca: Há dois anos atrás estive em João Pessoa). daqui a um mês. Pode ser uma ação que começou no passado e continua no presente: Trabalho aqui há cinco anos. " . estive em João Pessoa. " : O governo fechou pacote com 40 medidas econômicas. . = ! pode ser substituído por # : Aconteceu há dois dias (= aconteceu faz dois dias).48. A: No sentido de tempo. nesse caso utilizar o próprio " .49. (Tomar providências para pôlas em prática. O Diário de Pernambuco existe há mais de cem anos. Há / A Há: Na contagem de tempo. . 0 178 . Há dois anos estive em João Pessoa. implementá-las. Antônio Callado morreu há dois anos. . : O governo implantou o projeto do Implementar: É dar execução . refere-se a futuro: O produto estará disponível 21. Inclusive . Implantar / Implementar Implantar: Significa ensino a distância.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21.47. Vai. Evite-se o seu $ ou . opõe-se ao termo ' Advérbio que indica uso abusivo com o sentido de $. agora. Pode ser totalmente passado: Morei na Suíça há cinco anos. não se deve misturar o ! com o ! na mesma frase. 21. Incluso / Incluído O verbo incluir tem dois particípios: e 0 .) 21. Há / Atrás Na contagem de tempo. $ .46. .

A empresa não foi (ou: não estava) incluída na lista telefônica. Quanto ao segundo esclarecimento é preciso observar que a forma nominal do verbo (particípio e gerúndio) deve vir antes do substantivo. Construções como estas: “A festa acabada. 21. frete incluso. . 21. resta apresentar a conclusão”. Quanto ao primeiro: . Independentemente / Independente Usa-se o advérbio quando puder ser substituído por : O Secretário-Geral disse o que disse independentemente (sem levar em conta) do cargo que ocupa. Ambas as 179 . cientificar. independentemente (sem levar em conta) da idade. instruir. 21. “Posto isso. deverão submeter-se a exames médicos. participar. sugerimos ao egrégio Plenário” — são construções francesas. dar conhecimento. comunicar.51. levar ao conhecimento. “Posto isso. . Mas há certa preferência pelo 0 seja com que auxiliar for: Tinha (ou: havia) incluído o nome na lista. com o lugar do pronome na expressão. “Isso posto. os músicos partiram”. sugerimos ao egrégio Plenário”. documentos inclusos. 21. inteirar. Informar Alterne-se seu uso com: avisar. Os candidatos. noticiar. ora se escreve . Isto posto / Posto isso Há dois esclarecimentos a serem feitos quanto ao uso de para referir-se a algo que acabou de ser dito ou escrito: o primeiro tem a ver com o emprego do pronome demonstrativo (isto ou isso). confirmar. os alunos saíram”. Compare-se com o uso do adjetivo : O Brasil é país independente desde 1822. preferir as construções: “Acabada a aula.53. Devemos. o segundo. “As bolsas estavam superaquecidas? Isso todos sabiam”. Sem verbo.52. > . ser e estar. e não portuguesas. informam o que vai ser dito a seguir: A grande verdade é esta: ela mentiu. ora se escreve . Essa é a grande verdade”.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL acompanharia os auxiliares ter e haver. “Arquivem-se os processos. Inverter essa ordem é incorrer em galicismo. Essa foi a sugestão do unidade”. Paulo foi (ou: estava) incluído na relação dos aprovados.54. Maior que / Maior do que Na comparação. portanto. é melhor: taxas inclusas. A sugestão da unidade será esta: arquivem-se os processos. As entidades voltaram a ocupar as rodovias independentemente (sem levar em conta) do andamento das negociações. . falam do que já foi dito: “Ela mentiu.

O português é mais falado que (ou: do que) o italiano. Os professores e o governo não chegaram a nenhum acordo. no lugar do " : O documento não apresenta Não. Os motoristas não aceitam nenhuma redução nas tarifas. mal do século (bem do século). Não vejo solução alguma para a crise.. O correto é: .. nem à nova versão do projeto.. mas deve-se evitar dizer ou escrever : Paulo não estuda e nem trabalha.. nem: É também correta a forma . com quem combinarei a melhor. nem não teve tempo para revisá-lo. Evite-se. Mesmo como pronome pessoal ou pronome relativo indica fraqueza Usar de estilo e falta de recursos sintáticos: Vou ao escritório do meu advogado. mal-estar (bem-estar).. José de Alencar é menos lido que (ou: do que) Machado de Assis. 21..: É erro utilizar qualquer novidade.. ? é conjunção aditiva que significa . 21.. Combinarei com ele a melhor.. combinarei com o mesmo a melhor linha de defesa. portanto. Há várias possibilidades de melhorar a frase: Vou ao escritório do meu advogado.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL formas estão corretas: O Brasil é maior que (ou: do que) a Argentina. Vou ao escritório do meu advogado.. a conjunção : Não foram feitos reparos à proposta inicial. Lá. nenhum: É correto o uso do : Não tivemos nenhum problema. Cortando o mal (bem) pela raiz.55. 1 o antônimo de bom. algum: É correta a forma " : Os professores e o governo não chegaram a acordo algum. a dupla negação .56... Não.. Na dúvida. Os derrotados não aceitaram negociação alguma com os vencedores. nem teve tempo para revisá-lo.. 21.. dispensando. Vou ao escritório do meu advogado para combinar com ele a melhor. mau português (bom português). O 180 . Obs. homem mau (homem bom). O documento não apresenta novidade alguma..57. Não vejo nenhuma solução para a crise. algum / Não.. ainda. Mal / Mau 1 é o contrário de bem.. : Não pôde encaminhar o trabalho no prazo. nenhum Não. faz-se a substituição: mau humor (bom humor).. . Não.. nem / Não.

pretender. no intuito de. com o fito (objetivo. Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá. Nesses casos.60. deve-se substituir por .59. 21. ter como propósito. : A cidade onde nasceu. também preenche as duas condições: é verbo de movimento e rege a preposição (quem conduz. tendo em vista (mira). intuito. o encontro em que o assunto foi tratado. ter por objetivo. Aonde: Indica movimento um lugar. . Não sei onde ele está. A união só ocorre com verbos de movimento que exigem a o pronome preposição : a) verbo é um deles (quem vai. a lei na qual é fixada a pena. : . no lugar do : Não tivemos qualquer 21.. Onde / Aonde Onde: Indica o lugar . O país onde viveu. ter em mira. Objetivar Alterne-se o uso com: com o fito de. empregando também: a fim de.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL documento não apresenta nenhuma novidade. b) " é outro verbo de movimento que pede a preposição (quem chega.58. tendo por fim. com vistas a. chega a algum lugar): Aonde (a que lugar) o governo quer chegar? Sei bem aonde (a que lugar) ele quer chegar. vai a algum lugar): Aonde (a que lugar) você vai? Eu sei aonde (para que lugar) queres ir. fim) de.. com a finalidade de. No sentido de Evite-se a repetição. $ #' ou Obs..: Devem ser evitadas construções como # . ter por fim..: É erro utilizar problema. conduz a algum lugar): Aonde nos conduzirá essa política econômica? c) 181 . Obs. 21. Resulta do encontro da preposição com .

executar. efetuar. O Banco Central pediu aos bancos que suspendessem remessas de dólares. 10%).. levar a cabo (ou a efeito). ' :O 21. 182 .5% (e não: .66. fazer..65. no singular. operacional + izar = operacionalizar). praticar.63. Pedir para / Pedir que quer dizer & : O aluno pediu ao professor (licença) para sair. fechar parêntese. Mas o adjetivo só tem uma forma: percentual. e outros verbos cujo problema está antes no uso excessivo do que na forma.61. daí aposto. a contrariedade são opostos. 8 21.64. 21. Significa ministro pede vista. 8 significa : Pedi à secretária que chegasse mais cedo. ou na fórmula mista (3 por cento. a percentagem pode ser expressa em algarismos seguida do símbolo % (3%. Vetar é . deve-se usar o % em todos eles: O aumento oscilará entre 5% e 7% (e não: .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. pôr em obra. Usa-se casos: abrir parêntese.. Obs. No plural. estabelecer. no singular. Parêntese / parênteses As duas formas estão corretas. 10 por cento). nunca apostos.5%). parênteses..62. produzir. Opor veto O correto é e não . objetivo + ar = objetivar. É da mesma família de " . Na escrita. Pedir vista / pedir vistas O correto é . O imposto deve subir de 25% para 27. de 25 para 27. O presidente lhe concede vista.: Diante de dois ou mais valores da porcentagem. entre 5 e 7%). pois o acréscimo dos sufixos e é uma das possibilidades normais de criar novos verbos a partir de adjetivos (ágil + izar = agilizar. desempenhar. cumprir. construir. Percentagem / Porcentagem Tanto faz usar " ou " . (o) que vem junto. Ver tópico 23. nestes usa-se assim: entre 21. é . . 21. realizar. Operacionalizar É neologismo verbal de que se tem abusado. O veto. Prefira-se: compor.3 – Parênteses.

há que se evitar...68. de outra forma. salientar.67. Portanto. basta dizer: processo epigrafado (ou: processo em epígrafe).70. Não insistas. não para 183 . Relativo a Para não repetir. concernente a. 21. quer dizer A palavra grega & . distinguir. 21. que diz respeito a. Priorizar É preferível o uso da expressão em vez de vai dar prioridade à revisão do plano de cargos e salários. significa . 21. empregue-se também: atinente a. 21. 21. Ressaltar Varie-se seu uso com: destacar.71. referente a. Diga-se: Naquela loja. do contrário: Confessa. 2) mas sim: Chamei-o aqui. na expressão " # . praticam-se preços. A outra. que trata de. sublinhar. sobressair..). Senão / Se não Senão: É conjunção coordenativa adversativa e tem os seguintes significados: 1) de outro modo. relevar. Uma é . Não se Os preços são . Processo epigrafado " # tem duas partes. pertencente a.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. Se como indeterminador do sujeito.69. : O diretor 21.73.. senão serás advertido por escrito. " # . tocante a. cobram-se preços altos.72. Praticar preços / Cobrar preços É modismo a ser evitado dizer ou escrever: Naquela loja.o é dispensável. senão apanhas. preços altos. frisar. que respeita. . O Evite-se o uso abusivo do pronome simples emprego da forma infinitiva já confere a almejada impessoalidade: Para atingir esse objetivo há que evitar o uso de coloquialismos (e não: Para atingir-se.

Processo de quem? De Carlos? De Maria? Uma possível solução para eliminar a ou : Maria pediu a ambigüidade seria substituir o possessivo pelo pronome Carlos que tirasse cópia do processo dele (ou dela). Não havia senão casas vazias na região.75. 184 . mais do que: Ele não se corrigirá senão sendo punido. acrescentar um à segunda oração (tampouco não). Se não: Em há duas classes gramaticais distintas. Seu / Sua O uso do possessivo .76. tampouco aceitei os critérios de julgamento. o substantivo está no plural e o possessivo com ele concorda. 21. senão escrever. Em orações como “Meninos. o que está no singular. pois. deverá concordar com Sobre o assunto ver também tópico 19. nesse caso. 3) a não ser. Tampouco / Tão pouco Tampouco: É um advérbio de negação e equivale a $ : Ele não aprovou a reforma e eu tampouco. 21. por si. Se os meninos forem irmãos. #' ' : Muitas vezes os governos trabalhadores. não se deve. unicamente o . censurar. valor negativo. Tachar / Taxar Na acepção de acusar. @ ' significa procuram equilibrar o orçamento público taxando cada vez mais os cidadãos. usa-se : O empresário foi tachado de corrupto pelo sindicato dos .TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL ofendê-lo. seus pais devem continuar trabalhando”.74. diremos: “Meninos. exerce a função de conjunção e pode ser substituída por outra conjunção sinônima: Se não queres (= caso não queiras). Ele tampouco conseguiu. com a coisa possuída e não com o possuidor. não irei. e o . 21. Em geral gera ambigüidade: Maria pediu a Carlos que tirasse cópia do seu processo. Não consegui explicar a diferença. possessivo. em português. Não concordei com os resultados.3 – Pronomes Possessivos. Não quero falar. seu pai deve continuar trabalhando”. O conserva seu valor de advérbio de negação. Os possessivos concordam. pode se referir a e a ou . pôr defeito ou em qualquer sentido negativo. O advérbio já tem. senão para adverti-lo.

tão pouco ele pediu.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Tão pouco: existem dois advérbios de intensidade.80. Todos / Unânimes É pleonasmo dizer ou escrever: Todos foram unânimes ao afirmar isso. cuidar. 21. sendo que Em intensifica . Se são todos. Arrumei a casa toda (= arrumei toda a casa). discorrer.79. está garantida a unanimidade.@ dispensa o . referir-se. quer dizer inteiro: Li o jornal todo (= li todo o Obs. Gomide. o vice substitui o titular do cargo. Todos os: Equivale a globalidade (todas as pessoas ou representantes de determinada categoria. mas enquanto em Portugal não se faz a distinção formal entre com sentido de / e com sentido de . versar. 21. fica no cargo até amanhã. 21. empregando também: contemplar.: Depois do substantivo. o artigo é obrigatório: Toda a casa pegou fogo. 3 é relativo a . Presidente em exercício. Tratar de Evite-se a repetição. então: Todos afirmam isso. debater. Diga-se. usando-se quase sempre : Todo o homem é mortal.77. jornal). discutir. grupo ou espécie): Todas as crianças (a globalidade das crianças) na escola. É impossível aprender uma língua estrangeira em tão pouco tempo. Tem a acepção de . Vice Entre outras prerrogativas. para o primeiro sentido. Os presentes foram unânimes na afirmação. para o segundo. 185 . Nunca vi tão pouco esforço na elaboração de um projeto. tornando-se interino ou em exercício: O Presidente recebeu ontem o Governador interino de Brasília. ocupar-se de. : Ele comeu tão pouco! Deilhe o necessário. dispensa-se o artigo: Todo homem é mortal e. Deixa de ser vice.78. 21. no Brasil. modernamente. Todo / Todo o / Todos os Todo/Todo o: Há divergência entre gramáticos.

A medida provisória continua vigorando. Obs.: 1) O verbo viger é defectivo. Eles escreviam (vigiam).# . A medida provisória continua vigendo. é necessário recorrer a um sinônimo. comer e escrever: Ele escreve (vige). Ele escreveu (vigeu).81. Viger 4 " significa " . " . 2) Em caso de dúvida sobre a conjugação do verbo " . por exemplo. Ele escrevia (vigia). Eles escrevem (vigem). Esta lei vigeu até julho do ano passado.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 21. conjuga-se apenas em alguns modos e pessoas. o verbo " : A lei vigora por tempo indeterminado. 186 . Pertence à segunda conjugação. Conjuga-se como viver. Nos demais casos. A lei vige por tempo indeterminado. pode-se utilizar. Eles escreveram (vigeram).

basta escrever a sigla. Otan. uma vez criada e vulgarizada. Eliminam-se. os pontos abreviativos nas siglas. e não: Partido dos Trabalhadores (PT). a sigla passa a ser sentida como uma palavra primitiva. Opep. as siglas vão-se multiplicando cada vez mais e até passam a funcionar como substantivos: o CEP. e não: Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). tem só a letra inicial grafada maiúscula: Detran. e não entre parênteses: Partido dos Trabalhadores – PT. Embrapa. TCU. não há regras específicas sobre o assunto. Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF. 187 . Obs. Uso das siglas Sigla é a abreviatura formada com as letras iniciais das palavras de um nome ou de um título: Organização das Nações Unidas – ONU. a Funai. o Senai. é recomendável escrevê-lo por extenso. minúsculo no fim da sigla: Alguns gramáticos recomendam acrescentar um polícias militares (PMs).: Não é recomendável usar o apóstrofo (’) para identificar o plural de expressões ou siglas: UFIR’s. departamentos de trânsito (Detrans). Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF. MEC. Na primeira citação de nome ou título que tenha sigla. Varig. inspetorias de controle externo (ICEs). Se a sigla tiver mais de três letras e for pronunciada como palavra. Por serem práticas e cômodas. separada do nome por um traço (hífen). capaz. ONU. Quanto ao plural das siglas. seguido da sigla. E. INSS. Da segunda citação em diante. A tendência atual é grafar todas as letras da sigla maiúsculas em duas situações: 1) se a sigla tiver até três letras: CEF. portanto. pefelista. 2) se todas as letras forem pronunciadas: BNDES.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL 22. Usa-se o apóstrofo para suprimir letra ou letras (copo-d’água. estrela-d’alva) e não para indicar plural. Partido dos Trabalhadores – PT. atualmente. Partido da Frente Liberal – PFL. medidas provisórias (MPs). de formar derivados: petista. peemedebista. a TV. TCDF. URV’s.

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23. Uso de sinais (aspas, hífen, parênteses, travessão)

23.1. Aspas
Empregam-se principalmente: a) no início e no fim de uma citação, para distingui-la do resto do contexto: Luís de Camões escreveu: “Amor é um fogo que arde sem se ver”; b) para fazer sobressair termos ou expressões, geralmente não peculiares à linguagem normal de quem escreve (estrangeirismos, arcaísmos, neologismos, vulgarismos etc.): “Me passe os cobres” é a fórmula de uma cobrança amigável; c) para acentuar o valor significativo de uma palavra: Dizia ele que “seu” dinheiro valia mais; d) para realçar ironicamente uma palavra ou expressão: Pego em flagrante, respondeu que “não sabia” o que estava fazendo; e) para indicar a significação de uma palavra ou de uma frase, em geral de língua estrangeira: No Alentejo fazenda significa “rebanho de gado macho”; f) para indicar o título de uma obra: “Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa”, da Academia Brasileira de Letras, é referência freqüente nas gramáticas brasileiras. No fim de uma citação o sinal de pontuação ficará dentro das aspas se pertencer à citação; se o sinal for de quem escreve, e não da pessoa citada, ficará depois das aspas:
Diante do acontecido, o cidadão invocou o art. 5º, LXXVII, da Constituição Federal: “São gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data, e, na forma da lei, os atos necessários ao exercício da cidadania.” Art. 2º O inciso II do art. 54 do Regimento Interno passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 54 ... I – ...
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II – relatório e voto ou proposta de ... e dos processos respectivos.” A unidade de instrução sugeriu, entre outras providências, “a imediata citação dos envolvidos”. O poeta espera a hora da morte e só aspira que ela “não seja vil, manchada de medo, submissão ou cálculo”. Obs.: A utilização do sinal de pontuação depois das aspas é desnecessária, se já houver sinal antes delas.

Havendo necessidade de novas aspas dentro de um trecho já entre aspas, estas serão simples: O mestre avisou: “O aluno que responder ‘Não estudei’ deverá justificar a resposta”. Em casos tais, as aspas encerram qualquer outro sinal de pontuação de uma passagem citada dentro delas: “Devo responder ‘Não estudei’?”

23.2. Hífen
O emprego do hífen é simples convenção. Só se ligam por hífen os elementos das palavras compostas em que se mantém a noção da composição, isto é, os elementos das palavras compostas que mantêm a sua independência fonética, conservando cada um a sua própria acentuação, porém formando o conjunto perfeita unidade de sentido.

Não aceitam o hífen:
agro (agroaçucareiro, agroindustrial, agropecuária, agrovila) bi (bicampeão, birreator, bissexual) bio (biodiversidade, bioenergia, biorritmo, biossatélite) hexa e similares (hexacampeão) maxi (maxissaia) mega (megacomputador, megaempresa, megarregião, megassena) meio ambiente micro (microcomputador, microempresa, microssatélite) mini (minieleição, miniempresa, minissaia) multi (multiativo, multinacional, multirregional, multissecular, multissistema) radio (radioatividade, radioemissora, radiopatrulha, radiorreceptor, radiossonda, radioterapia) tele (teleconferência, telesserviço, telessonda, telessorteio) tetra (tetracampeão) tri (triângulo, tricampeonato, trimestral) video (videocassete, videolocadora, videomania) etc.

Exigem o hífen:
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auxílio-doença auxílio-moradia auxílio-terno bem-vindo boas-vindas

mal-humorado mão-de-obra tão-só tão-somente

tíquete-refeição vale-combustível vale-refeição vale-transporte

O emprego do hífen depende do segundo elemento do composto:
a) /, /, /, / e / exigem hífen quando seguidos de elemento iniciado por e, no caso de sub-, também por : ab-renunciar, abrogar, ad-rogação, ob-rogação, sob-roda, sub-base, sub-bosque, subregião, sub-reptício. Fora esses casos, não há hífen: abceder, abmigração, adjudicar, adnumerar, obsessão, subalimentação, subchefe, subcomissão, subemenda, subinspetor, sublegenda, subsecretário, subsolo, subtítulo, subumano; /, /, /e / requerem hífen quando o segundo elemento começa por , , : ante-histórico, anti-histórico, anti-horário, antihumano, anti-regimental, anti-rural, anti-social, arqui-rabino, sobrehumano, sobre-saturar, sobre-sentença, sobre-substancial. Nos demais casos, não há hífen: antiestrela, antiimperialismo, antiprofissional, arquiinimigo;

b)

c) + , + / : quando é adjetivo, + / exige hífen; quando é advérbio, não. É adjetivo quando a palavra a que se refere é um substantivo: caminhada à-toa, esforço à-toa, palavras à-toa, vida à-toa. É advérbio quando a palavra a que se refere é um verbo: caminhar à toa, escrever à toa, viver à toa; d) /, /, ' /, # /, /, /, /, /, /, /e / pedem hífen quando o elemento seguinte começa por vogal, , ou :
auto-suficiente auto-sugestão contra-abertura contra-argumento contra-arrazoar contra-escritura contra-exemplo contra-indicação contra-informação contra-oferta contra-ordem contra-reforma contra-regra contra-réplica contra-seguro contra-senso contra-significação extra-alcance extra-escolar extra-humano extra-oficial extra-regimental extra-regulamentar extra-sensível
190

auto-acusação auto-afirmação auto-análise auto-educação auto-elogio auto-estrada auto-imposição auto-indução auto-instrução auto-regeneração auto-retrato auto-serviço

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infra-assinado infra-escrito infra-estrutura infra-renal infra-som intra-hepático intra-ocular intra-oral neo-escolástico neo-humanismo neo-republicano

proto-histórico proto-renascença proto-revolução proto-satélite pseudo-herói pseudo-revelação pseudo-sábio pseudo-sigla semi-abertura semi-anual semi-especializado

semi-homem semi-integral semi-oficial semi-reta semi-sistematização supra-humanismo supra-realismo supra-sumo ultra-rápido ultra-realismo ultra-sofisticado

Obs.: Exclui-se a palavra '

!

, que se usa sem hífen;

e)

requer hífen quando o elemento seguinte tem vida autônoma, ou quando a pronúncia o requer: bem-aventurança, bem-ditoso, bem-tevi; : o substantivo / / tem hífen; a locução adverbial não. No sentido de quotidiano (sucessão dos dias), a forma é / / : O dia-a-dia do atleta exige treinos. Na acepção de dia após dia, não ocorre o hífen (é como mês a mês, ano a ano): Melhorei meu inglês dia a dia; / / '/ (com o sentido de cessamento ou estado anterior) e hífen: ex-diretor, vice-presidente; / pedem ,

f)

g) h) i)

/, / e / pedem hífen quando o segundo elemento é iniciado com ou : hiper-realismo, inter-helênico, super-humano; /e / separam-se com hífen do elemento seguinte se ele começa por vogal ou : pan-americano, pan-helênico, mal-educado, malhumorado; /, $/ e /: em geral pede hífen; em certos casos, não. Deve-se consultar o dicionário: pós-datado, pré-escolar, pró-reitor. Exemplos sem hífen: posposição, preestabelecer, procônsul.

j)

Hífen nos pronomes átonos:
Os pronomes oblíquos átonos vêm, normalmente, ligados por hífen aos verbos auxiliares: Ela havia-se aposentado há alguns anos. Ela deve-me ajudar nesse trabalho. Começou a falar-lhe.
Obs.: Quando o verbo estiver no infinitivo e for precedido de preposição, admitese a seguinte construção: Começou a lhe falar.
191

(Elas não sabem perder. (Há semanas que ele não almoça.) Ver tópico 17. Alguns aeroportos brasileiros não têm (quem diria!) sistema de controle de bagagem. 5) substitui os dois pontos ou a vírgula (ao introduzir uma explicação): Eis o grande vencedor — o filme que faturou 300 milhões de dólares (ou: Eis o grande vencedor: o filme que faturou 300 milhões de dólares). A frase está entre parênteses. b) travessão: é o traço maior (—).) As pessoas obsessivas fazem qualquer coisa para obter o que desejam. e forma palavras compostas: beija-flor. Tem apenas dois empregos: liga o pronome átono ao verbo: far-se-á. Feche parêntese. 3) separa as datas de nascimento e morte de uma pessoa: Recife. de uma explicação. uma reflexão. Abra parêntese. expressão ou oração neles contida é secundária. entendimentos PFL—PSDB. a segunda. O sinal de pontuação fica abrangido pelos parênteses quando eles englobam toda a oração: Geralmente ele sai para almoçar somente quando termina seu trabalho. vende-se. ponte Rio—Niterói.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Hífen versus travessão: a) hífen é o traço pequeno (-). 1905—Brasília. Estão ameaçando o abastecimento de água da cidade os loteamentos próximos à barragem (muitos deles irregulares). João Pessoa (capital da Paraíba) é conhecida por Cidade Jardim. 192 . guarda-chuva. um comentário ou uma observação: Aquele senador (líder da bancada de oposição) é o autor do projeto de renda mínima. parênteses.1 – Alguns usos do ponto (em especial a parte que trata do ponto dentro ou fora dos parênteses). o mais afetado pelas chuvas. Fla—Flu. O sinal de pontuação fica fora dos parênteses quando a expressão contida neles for uma parte da oração: Três universidades saíram-se bem no Provão (UFMG. Daí. Tem os seguintes empregos: 1) introduz diálogos: — Como vai o senhor?. A forma tem singular e plural. Trata-se. 15% dos candidatos deixaram de comparecer. No último vestibular (dezembro). 1972. USP.: Neste Manual. usada tanto no singular como no plural: Abrir Parêntese tem a variante parêntesis. 23. em geral. A primeira metade da dupla é um parêntese. . O estado de Minas Gerais — o mais afetado pelas chuvas — precisa de ajuda (ou: O estado de Minas Gerais. Parênteses O uso dos parênteses indica que a palavra.3. pé-de-moleque. ligação Brasília—São Paulo. dizer-se: Vou abrir um parêntese. 2) junta palavras sem formar vocábulo novo (diferentemente do hífen. pô-lo. 4) dá destaque a um termo. o outro. precisa de ajuda). As duas. o hífen é usado também em siglas (ver tópico 22). realçando-o: O governador conseguiu — até — a adesão dos adversários. PUC). Obs. Paulo passou em duas faculdades — UFRJ e Unicamp (ou: Paulo passou em duas faculdades: UFRJ e Unicamp). Entre parêntesis. que forma): encontro FHC—Clinton.

Observem-se as frases: Depois da votação da emenda com mais de 60% de aprovação. uma vez que este sempre esclarece o que ficou antes da vírgula. b) para isolar. esta se coloca depois de fechado o parêntese. usa-se geralmente o travessão duplo). Para usar o travessão deve-se deixar espaço antes e depois dele: Em casa de ferreiro. e não o que vem depois dela: Estava ele em sua casa (nenhum prazer sentia fora dela). Os travessões destacam o AB7 & .) Quanto à vírgula: introduzindo-se num período um parêntese em lugar onde haja vírgula. Quanto à vírgula após o travessão: só ocorre quando o segundo travessão coincidir com a vírgula da sentença sem o travessão. palavras ou frases (nesse caso. 23.. espeto de ferro — mesmo — porque ele não sabe trabalhar com outro material. num contexto. os deputados deixaram o plenário. em que desempenha função análoga à dos parênteses. não. com consideração ou pensamento independente. nos diálogos. os deputados deixaram o plenário. completa. Travessão Emprega-se principalmente em dois casos: a) para indicar. só aparece vírgula após o segundo travessão.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL O texto que se apresentar entre parênteses será iniciado com maiúscula somente quando constituir oração à parte. termo antes do primeiro. a oração tem o sinal de pontuação abrangido pelos parênteses. quando ouviu baterem.. Depois da votação da emenda — com mais de 60% de aprovação —. e não fora: Na portaria da fábrica o ambiente era de absoluta calma.4. Nesse caso. a mudança de interlocutor. 193 . (A indústria não trabalhava aos sábados.

... de ....TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL ANEXOS I..... Lista de abreviaturas IV.. Palavras e expressões com significados similares VI.. II. de 2002 Cabeçalhos identificadores das áreas do Tribunal III... Palavras e expressões latinas VII... Formas de tratamento V. de ... Termos da oração 194 .. Resolução nº ..........

. de 2002. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação... MARLI VINHADELI 195 ........ de ... Considerando que tal iniciativa representa importante passo rumo à modernização administrativa do Tribunal... tendo em vista o que se apresenta no Processo nº 597/00.. 84.. 1º Fica instituído o Manual de Redação Oficial do Tribunal de Contas do Distrito Federal para uso no âmbito do TCDF. e Considerando a necessidade de estabelecer referência única institucional que fixe padrões e uniformize procedimentos para a redação de atos oficiais por esta Corte de Contas. resolve: Art..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Anexo I Resolução nº .... do Regimento Interno..... de . A PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL... . contribuindo para elevá-lo a patamares tais que seja reconhecido como instituição de referência perante a sociedade.. no uso da atribuição que lhe confere o art. Art... inciso XXVI.... Institui o Manual de Redação Oficial do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Anexo II Cabeçalhos identificadores das áreas do Tribunal Fls.: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 00 GABINETE DA CONSELHEIRA MARLI VINHADELI TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.: 00 TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 0000/00 ___________ Rubrica 196 .: 00 GABINETE DO CONSELHEIRO MANOEL PAULO DE ANDRADE NETO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 00 TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO CONSELHEIRO JORGE CAETANO Proc.: 00 TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO CONSELHEIRO RONALDO COSTA COUTO Proc.: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 00 GABINETE DA PRESIDÊNCIA TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.

: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 0000/00 ___________ Rubrica 197 .: 00 CONSULTORIA JURÍDICA DA PRESIDÊNCIA TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 00 GABINETE DO CONSELHEIRO PAULO CÉSAR DE ÁVILA E SILVA TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.: 00 Proc.: 00 TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO CONSELHEIRO ANTÔNIO RENATO ALVES RAINHA Proc.: 00 GABINETE DO CONSELHEIRO JORGE ULISSES JACOBY FERNANDES TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Proc.: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________ Rubrica Fls.: 0000/00 ___________ Rubrica GABINETE DA PRESIDÊNCIA ASSESSORIA ADMINISTRATIVA TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Fls.: 0000/00 ___________ Rubrica GABINETE DA PROCURADORA CLÁUDIA FERNANDA DE OLIVEIRA PEREIRA MINISTÉRIO PÚBLICO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Fls.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Fls.: 00 TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL GABINETE DO AUDITOR JOSÉ ROBERTO DE PAIVA MARTINS Proc.: 0000/00 ___________ Rubrica GABINETE DA PROCURADORA-GERAL MÁRCIA FERREIRA CUNHA FARIAS MINISTÉRIO PÚBLICO TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL Fls.: 00 Proc.

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GABINETE DA PRESIDÊNCIA
ASSESSORIA TÉCNICA

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Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

GABINETE DA PRESIDÊNCIA

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Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

DIVISÃO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA - DIPLAN

Fls.: 00

COMISSÃO PERMANENTE DOS INSPETORES DE CONTROLE EXTERNO – CICE

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Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

Fls.: 00

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DAS SESSÕES

Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

Fls.: 00

NÚCLEO DE INFORMÁTICA E PROCESSAMENTO DE DADOS - NIPD

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Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
GABINETE DO DIRETOR

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Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

DIVISÃO DE ORÇAMENTO, FINANÇAS E CONTABILIDADE

DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

DIVISÃO DE LICITAÇÃO, MATERIAL E PATRIMÔNIO

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DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE RECURSOS HUMANOS

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Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
DIVISÃO DE SERVIÇOS GERAIS

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

DIRETORIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
SERVIÇO DE APOIO ASSISTENCIAL

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE AUDITORIA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

PRIMEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

199

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL

SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE AUDITORIA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

SEGUNDA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE AUDITORIA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

TERCEIRA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

200

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QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
PRIMEIRA DIVISÃO TÉCNICA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
SEGUNDA DIVISÃO TÉCNICA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
TERCEIRA DIVISÃO TÉCNICA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

QUARTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
QUARTA DIVISÃO TÉCNICA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
GABINETE DO INSPETOR

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE CONTAS DO GOVERNO

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

QUINTA INSPETORIA DE CONTROLE EXTERNO
DIVISÃO DE ACOMPANHAMENTO E AUDITORIA

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

Fls.: 00 Proc.: 0000/00 ___________
Rubrica

201

confere. proc. adm. Cont contador contab. citatus.F. Cap. trab.º. capital caps.) assinado(a) (aa). código de contabilidade cód. dona dec. proc. equivalentes) as outras coisas cf. . citadas. departamento deps. confronte com.º auxílio aven. confronte. cont. departamentos dor or Desemb. direito consuetudinário dir. . conta cap. junta. código do trabalho o cons. compare. bibliografia bibliot. citado (neutro) citt. constituição dor or Cont. custo seguro e frete cit. intern. capítulos c/c conta corrente.C.. até o fim ad infin. direito administrativo dir. atenciosamente aux. par. consuet.. código penal cód. (a.. direito político dir. Art. pen. direito constitucional dir. Des. trab. crim. D. dom a a D . verifique ia ia Cia. caixa B B. direito público dir. ceteris paribus. proc. civ. código processual penal cód. C. citados (neutro) cód. Cia. cost. confira. Advº advogado ap. decreto dep. pen. civ. direito civil dir. Des. ad infinitum. . pen. citatae. burocracia el D D. cumprimento cx. consel. direito antigo dir. ad locum. Const. no ínterim ad loc. const. Av. citado. pol. ant.. código civil cód. conselheiro const. insurance and freight. código comercial cód. artigo te at. código de processo cód. direito comercial dir. citata. bacharel éis B. no início. avenida citada. águas código de águas cód. ad initium. proc. púb. inumeravelmente ad init. ad finem. logo no início ad int. até o infinito. documento docs. direito processual dir. citados. direito criminal dir. Da. fisc. ao lugar. direito trabalhista doc. ad interim.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Anexo III Lista de abreviaturas A (a). correspondência to cump. direito fiscal dir. documentos 202 C c/ com. código processual civil cód. para o lugar add adde ou addatur. direito rural dir.I. direito penal dir. A/C ao(s) cuidado(s) ad fin. rur. administração pública adv. citação. biblioteca buroc. com. capítulo.Com. citati. desembargador dir. código civil C. aproximadamente art. bacharéis bibliog. direito do trabalho. citata. civ. sendo iguais (semelhantes. C. cx. companhia cif. citatum..) assinados(as) a/c. apart. combinado(a)(s) com C.. com. junte-se adm. (aa. contabilidade corresp. . interinamente. código comercial cet.. direito internacional dir. . C . apartamento aprox. públ.

latim. non sequitur. nota bene. fiscal F. cit.. por favor da da Ltda.º. finanças públicas fisc. folha fols. ibidem. fac-símiles M m metro. q. J juiz L l linea.. . por exemplo a a Exa. figura. memorando m/ meu(s). ilustríssimo incog. Obr. .. ilustríssima mo mo Ilmo. em mão própria. habitantes hipót. Ltd. meritíssimo mo muit. o mesmo que op.. Ex excelentíssimo índ.g. lineae. em mãos próprias E. espera resposta et al. glossário gov. Ex. formulário fs.. loc.b. . instituição. literalmente l. muitíssimo munic. em mão. cit.c. de forma não conhecida O ob. e outros. forense. n.D. . free on board. abaixo inform. Lt. núm. linhas o o l. ltda. mod. D.º obrigado obr. livro lat. Ex. gráfico de H h hora. instituto inst. pol. lege. instituições políticas inst. jurisprudência z z J. doutora as Dr. espera deferimento e. governadoria. idem. obra citada mo mo obg. doutores ra ra Dra. metros. lê ou leia. q. jurídico juris. observa... fls. governo G/P ganhos e perdas gráf. governador. doutor Drs. linha ll. legislação financeira leg. R. infra. e as demais coisas ex. id est. o mesmo id. .e.. Púb.P. opere citato. números n. obras públicas obs. idem quod...B. D. máximo M. disse L. contemp. minutos mat. . figurado fin. municipal G grd. públ.D. matemática financeira máx. folhas fig. obr. exemplo(s).. em exemplo. por exemplo E. cit. na obra citada. et alii. loquitur. minuto. soc. et aliae. litteraliter. Ex excelência ma Exma.. L. in loco. M. púb. história contemporânea hist. incognito. Dra.Q. horas hab.. l. ibid. o mesmo que ma Ilma. fl. excelentíssima mo mo Exmo. edição. e outras.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Dr. itálico J jur. legislação social lit. mínimo mo MM. f. no lugar citado loq.. fac-símile fss. .. oficial. índice inf...M. observação(ões) of. Il . instituições públicas itál. instit. minha(s) min minuto(s) mín. locus citatus. loco citato. praxe forense form. Il ... não segue I i. latinismo. em mãos E. memorandum. D . observe. no mesmo lugar id.B. fin. nº. lugar citado. no lugar. fin. liber. ofício o m. inst.. habitante. exempli gratia. muito digno memo. opus cita203 . Ex. l . L. obrigadíssimo obr. e outro (neutro) etc.O. hipótese hist. história moderna N n.. doutoras r E ed. livre a bordo for. m.. limitada F fol.. note bem non seq. N. g grande gloss. nesse mesmo lugar inst. públ. latino leg. editado E. Nº número. ff. figuradamente.. jurisp. et cetera. isto é ib. informação in loc. história das instituições hist. liv. quaeso. et alia. Il .

V..E.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL tum. Il.T.S. pós-escrito pt ponto pts.S. Il.. obra citada opp. vossa excelência as as V.p.P.M. quod erat demonstrandum. Prof.m. opera citata.. Il.P. por extensão.F. dados processamento de dados prof. suas excelências ma S. processualística. S. presidência prev. . sociedade anônima de responsabilidade limitada s.o. V. sua ilustríssima mas mas S. páginas P. por muito obséquio p.S.J. telef. V. senhor Srs..e. volumes a V. laud. queira ver. SS. professor profs. Profs. S.d.. Ex. S. senhorita tas Sr. S. Il. página págs. Ex. Sa. obras citadas op.E.. tributos U u. sine die s. presidente presid.R. sem data. presid. citt. partes iguais P. professores a prof. suplicante S. referente te Rem. vossa excelentíssima mas VV. suas ilustríssimas s.M. magnífico. remetente R. procuração. pede justiça P. tribunal..Sa. .J.R. S. Exma. Il. Sr.. Sr.O. . tributário. pede recebimento e justiça proc. Exa. p.v. pagou P.A. VV. SS. Pres.P. Ilma. vossas excelentíssimas v. respondei. V.E. Ilma. VV. pontos public. pro tempore.o. Ex.e. por amor da palavra.. Il vossa senhoria ilustríssima as mas mas V. S.e. processo. .SS. por especial obséquio p. publicidade S.O. previdência social P. SS. . prefeitura. usos e costumes V v. VV. senhoritas a S. répondez.. o que se queria demonstrar q. professoras pro temp. para o tempo em que for oportuno P. procurador proc. vossa illustríssima mas VV. vossas excelências ma V. publicação. depois do que foi escrito depois pref. post scriptum.. vossas ilustríssimas vol. s’il vous plait. senhores a Sra. veja-se a V.. Ilma. partes aequales.A. sem par S s segundo... pouco mais ou menos P.P.. para protestar P. Il.J. próximo passado P. V. Ex. V.S.P.P. Prof. e c. post post scriptum. sua excelência as as S.m.O. vejam. Exa. Ex. por mão própria p.. soc. salvo erro ou omissão a S.g. por extenso pg. Sas. obra citada P p/ para.S. por procuração. V. Prof. Ex. Il.. sua senhoria as S. SS. Il. referência. senhora as Sras. V. s’il vous plait.D.. vossas senhorias ilustríssimas Q q. prefixo pres.. S. veja. quod vide. senhoras ta Sr. V. .d. pago.m.S. por exemplo ma V..j. rua ref. por especial favor P. opus laudatum..O. S.M.ª professora as as prof. Ex. por favor X X. segundos 204 . prefeito. verbi gratia. veja isso R R. prefeitura municipal P. pp. pede deferimento p.L. .S. . Ex. SS.M. volume vols. vossas senhorias a ma ma V.V. excelente. vossa senhoria as V. por favor T tel. ext. V. suas senhorias e sup. por pág. sociedade anônima S. . salvo melhor juízo Sr. telefone trib.

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Anexo IV Formas de tratamento CARGO Administrador Regional Almirante Arcebispo Auditor Bispo Brigadeiro Cardeal Comandante de Corporação Militar Conselheiro Cônsul Coronel Deputado Desembargador Embaixador General Governador de Estado Juiz Major Ministro Padre Prefeito Presidente da República Presidente de Assembléia / Câmara Legislativa Presidente de Empresa Pública. Autarquia e Fundação Presidente de Tribunal de Contas Presidente de Tribunal de Justiça de Estado Presidente do Congresso Nacional / Senado / Câmara Presidente do Supremo Tribunal Federal Procurador Procurador-Geral Reitor (de universidade) Secretário de Estado Senador Tenente-Coronel Titular de cargo no TCDF Vereador Demais autoridades Particulares FORMA DE TRATAMENTO Senhoria Excelência Excelência Reverendíssima Excelência Excelência Reverendíssima Excelência Eminência Reverendíssima Senhoria Excelência Senhoria Senhoria Excelência Excelência Excelência Excelência Excelência Excelência (Meritíssimo Juiz) Senhoria Excelência Reverendíssima Excelência Excelência Excelência Senhoria Excelência Excelência Excelência Excelência Excelência Excelência Magnificência (Magnífico Reitor) Excelência Excelência Senhoria Senhoria Excelência Senhoria Senhoria VOCATIVO Senhor + cargo Senhor + posto Excelentíssimo Senhor + cargo Senhor + cargo Excelentíssimo Senhor Bispo Senhor + posto Eminentíssimo Senhor Cardeal Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + posto Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + posto Excelentíssimo Senhor + cargo Meritíssimo Senhor + cargo Senhor + posto Senhor + cargo Reverendo Padre Excelentíssimo Senhor + cargo Excelentíssimo Senhor + cargo Excelentíssimo Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + cargo Excelentíssimo Senhor + cargo Excelentíssimo Senhor + cargo Excelentíssimo Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + cargo Magnífico Reitor Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + posto Senhor + cargo Senhor + cargo Senhor + cargo Prezado Senhor 205 .

força maior. PALAVRAS E EXPRESSÕES DE FINALIDADE SUBSTANTIVOS ADJETIVOS PREPOSIÇÕES. todavia. Porque. dar origem. tendência contrária. conseqüente. CONJUNÇÕES E LOCUÇÕES VERBOS Antagonismo. alvo. desejo. Desejar. dar motivo. contradizer. CONJUNÇÕES E LOCUÇÕES VERBOS Projeto.. proveniente.. ser resultado de. implicar. reflexo. visto que. a fim de que. conseqüentemente. objeção. mesmo que. efeito. criar. porquanto. projetar.. o porquê. 206 . devido a.. reação. pretensão. razão. propenso. resultar. empecilho. Inclinado. gerador. opor-se. acarretar.. mesmo assim. Apesar de.. oposto. criador. pois. pelo contrário. com o intuito de. dar razão. Originalmente. conseqüência. ter em mira. finalidade. em conclusão. ir de encontro. ao contrário. enfrentar.. desde que.. anseio... repercussão. contudo. ter em mente. dar causa. tão.. alicerce..TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Anexo V Palavras e expressões com significados similares PALAVRAS E EXPRESSÕES DE CAUSA E CONSEQÜÊNCIA SUBSTANTIVOS ADJETIVOS ADVÉRBIOS PREPOSIÇÕES. no entanto. ainda que. CONJUNÇÕES E LOCUÇÕES VERBOS Causa. mas. reagir. ser contrário. em vista de. contraposição. produtor. Causar. almejar. antipatia. dar ensejo. resultante. graças a. com o propósito de. em contraste com. se bem que.. finalmente. derivado. derivação. intuito. objetar. decorrência.. embora. ocasionar. provocar.. Original. Contrário. agente.. que. fundamento. plano.. raiz.. planejar.. inicial. originar. aplicado. em decorrência.... Para. interessado.. embrionário. PALAVRAS E EXPRESSÕES DE OPOSIÇÃO E CONTRASTE SUBSTANTIVOS ADJETIVOS PREPOSIÇÕES. contra.. que. motivo. ideal. objetivo. obstar.. primordial. uma vez que. resistência. aspirar. desconsiderar. por causa de. ser efeito de. aspirante. motivar. base. aspiração.. rivalidade. formativo. primário.. impedir. produzir. antagônico. não obstante. hostilidade. por motivo de. resultado. desenvolver. para que. contrapor-se.. Defrontar-se. gerar. a fim de.. teimosia. já que. em oposição a. na medida em que. entretanto. contrastante. com a intenção de. discrepante. tanto. contrapeso.. em virtude de. fonte. produção. porém. origem. meta. decorrer. pretender.

#0 ). considerá-la facultativa. pêra. segundo a vontade. em virtude do próprio cargo (pronuncia-se Exemplo: O advogado do réu foi nomeado ex officio (por lei) pelo juiz. permissão. Dura lex sed lex – a lei é dura. ou sobre todos tem efeito. pêra. Obs. Exemplo: Concluir a Ab initio – desde o início. Abrevia-se assim: e. com todo o respeito. etc.: Neste Manual. Exemplo: O ministro disse que é demissível ad nutum. então. maçã etc. Exemplo: Raciocinar a posteriori (= argumentar com as conseqüências de uma hipótese). (ou: Comprei laranja. admitido como evidente. eventualmente. ao arbítrio. Exemplo: Comprei laranja. não há consenso entre os gramáticos sobre a questão. Pronuncia-se " ! Ex expositis – do que ficou exposto. A priori – segundo um princípio anterior. secretário de governo. mas é a lei. ocupante de cargo de confiança — pode ser demitido " . – et coetera = e tantas coisas. ministro. 207 . Ex officio – por lei. Et similia – e coisas semelhantes. Ad nutum – à vontade. numa argumentação. Exempli gratia – por exemplo. exige o ponto depois do (quando o ponto coincidir com o final da frase. Recorre-se a essa expressão quando. O empregado sem estabilidade — Ad referendum – pendente de aprovação. pêra. se discorda de alguém. a qualquer hora. priori.g. . Erga omnes – diz-se de ato. Na pontuação. Ad hoc – para o caso. e as demais coisas. maçã etc. não se usa outro ponto): Na feira. convencionou-se não utilizar vírgula antes do Etc. ou é oponível contra todos. comprei laranja.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Anexo VI Palavras e expressões latinas A posteriori – pelo que segue. lei ou decisão que a todos obriga. oficialmente. maçã. Data venia – com a devida licença.). pode-se. Não se usam reticências depois do nem antes do Quanto ao uso de vírgula antes do . com sua licença.

52 da Lei Habeas corpus – que tenhas o corpo livre para te apresentares ao tribunal. mutatis mutandis. Ipsis verbis – com as mesmas palavras. por efeito. Exemplo: O professor pede: ”Escreva assim — ipsis literis”. no todo. Ipso facto – em virtude desse mesmo fato.. tem duas funções: uma é pôr em liberdade quem estiver ilegalmente preso. fazendo-se as mudanças devidas com a devida alteração dos pormenores. a outra.. Exemplo: . Exemplo: Acompanhar alguém pari passu (= acompanhálo por toda a parte). Pronuncia-se sobre o assunto ex professo. ipso facto não concorreu ao sorteio. Na prática. Exemplo: Discorreu Ex vi – por força. Honoris causa – pela honra. Omissis – omitido. junto. . por determinação expressa. Exemplo: O jornal anunciou que o Presidente receberá tornam-se título de doutor honoris causa.. maxime aos pais. magistralmente. totalmente. é necessário fazer curso de doutorado e defender tese. Exemplo: O diplomata foi tratado como persona non grata. 208 . ex vi do art. Pari passu – a passo igual. Informa que a pessoa não é bem aceita por um governo estrangeiro. Exemplo: Tem o pai vários deveres para com o filho. In limine – no limiar. Exemplo: As razões foram rejeitadas in limine. In totum – em geral. Lato sensu – em sentido geral (o contrário de stricto sensu = em sentido restrito).. Exemplo: Ele não pagou. In fine – no fim. tem o filho iguais deveres para com o pai. Habeas data – que tu tenhas os dados. Complementar nº. Persona non grata – pessoa que não é bem-vinda. . Usa-se quando se adapta uma citação ao contexto ou às circunstâncias. textualmente. Ex professo – como professor. com toda a perfeição.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Ex positis – do que ficou assentado. Mutatis mutandis – mudando o que deve ser mudado. Para receber o título de doutor. Exemplo: O advogado afirma que vai entrar com pedido de habeas corpus em favor do cliente. Mas os personagens ilustres ganham o título sem exames. no princípio. garantir a liberdade de quem estiver ameaçado de perdê-la. Maxime – principalmente. É o nome de famosa lei inglesa que garante a liberdade individual. mormente. Ipsis literis – com as mesmas letras. Exemplo: A todos obedeçamos. É muito usada em linguagem diplomática.

não costumam vir escritas em itálico nem entre aspas. pois quem prefere ser ateu alegre a um religioso assim. no lugar superior. Exemplo: O repórter considerou sui generis a reação do candidato. Sic – assim. Verbi gratia – por exemplo. Exemplo: Por duas razões assim procedi: primo porque a consciência o mandava. Quantum satis ou quantum sufficit – o suficiente. não outra: Teólogo diz preferir verbal. em razão da clareza do texto já exposta no tópico 2. secundo porque as circunstâncias o exigiam. ou que nesta se intercala. Exemplo: Os vencedores mantiveram o status quo na parte monetária. secundo porque as circunstâncias o exigiam. por errado ou estranho que pareça. Supra – acima. Sub examine – sob exame. Secundo – em segundo lugar. para indicar que o texto original é bem assim. Exemplo: Reporto-me ao que retro ficou dito nesta folha. Pro forma – por mera formalidade. Stricto sensu – em sentido restrito (o contrário de lato sensu = em sentido geral). de seu próprio gênero. com as mesmas palavras. Sui generis – de gênero próprio. entre parênteses ou entre colchetes. Retro – atrás.1. 209 . citação.. Status quo – no estado em que. sem igual. Na redação é recomendável evitar expressões estrangeiras quando temos equivalentes na língua pátria. Exemplo: Por duas razões assim procedi: primo porque a consciência o mandava. Nota: muitas dessas expressões latinas. Exemplo: Os supracitados fatos. É palavra que se pospõe a uma Sine die – indeterminadamente. deste modo. por serem bastante usadas em português.g.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Primo – em primeiro lugar.. Abrevia-se assim: v. o estritamente necessário. Expressão geralmente usada para indicar o estado anterior a uma situação. sem fixar dia. O erro aqui está na concordância # " . Exemplo: Teólogo diz preferir ser ateu alegre do que (sic) um religioso assim. ímpar.

Comprei um bom livro. 210 . A alegre garota não naquele dia. Ele trabalha muito. O funcionário saiu feliz. Gosto muito de boa leitura. O relatório foi aprovado. Houve dias em que eu desanimei. O promotor mente. Albatroz! Albatroz! Dá-me tuas asas. Professores e alunos estavam atentos. O livro foi escrito pelo professor. verbo intransitivo).: Há obras que classificam os termos da oração de outras maneiras. Ele aprovou a distribuição do material. Disseram que não haverá sessão amanhã. Precisa-se de funcionários. caminhava parecia feliz ADJUNTO ADNOMINAL ACESSÓRIOS ADJUNTO ADVERBIAL APOSTO apressada- O Rio de Janeiro. incluem a predicação verbal (verbo transitivo direto ou indireto. cidade maravilhosa. é a capital brasileira do turismo. incluem o predicativo (do sujeito. VOCATIVO Obs.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL Anexo VII Termos da oração SIMPLES COMPOSTO SUJEITO ESSENCIAIS INDETERMINADO INEXISTENTE NOMINAL PREDICADO VERBAL VERBO-NOMINAL COMPLEMENTO NOMINAL INTEGRANTES OBJETO DIRETO OBJETO INDIRETO AGENTE DA PASSIVA Todos têm esperança. do objeto). 3) em relação aos termos acessórios: incluem o vocativo. como por exemplo: 1) em relação aos termos essenciais: não citam o sujeito inexistente. 2) em relação aos termos integrantes: classificam como complementos verbais o objeto direto e o indireto.

Novo Manual de Português. Diário Oficial da União. Cristina Novaes Souza et al. NEY. 1996. 20. Estabelece regras para a redação 211 . Manual de Comunicação Oficial do Governo do Distrito Federal. OLIVEIRA. Brasília : Instituto de Desenvolvimento de Recursos Humanos. SE. Português Instrumental. ed. LIRA. ed. 2. 2001. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 5. Decreto nº 2. Redação. Prontuário de Redação Oficial. 1991. Brasília : Presidência da República. ed. Dad Abi Chahine. BRASIL. ed. Normas sobre Correspondências e Atos Oficiais. SE. Revisão de Maria José Cunha Gomes. BRASIL. Rio de Janeiro : Fundação Getúlio Vargas. Gramática. GARCIA. ed. Normas sobre Correspondências e Atos Oficiais. SEGUNDA PARTE – Atos oficiais do Tribunal BRASIL. Comunicação em Prosa Moderna. de 29 de janeiro de 1999. ed. Manual de Atos Oficiais. Domingos Paschoal. Napoleão Mendes de. de 30 de dezembro de 1999. de 29 de janeiro de 1999. ed.940.954. Dicas de Português. ed. Eduardo. Brasília. 1999. Textos e Testes. Ministério da Educação e do Desporto. São Paulo : Nacional. São Paulo : Globo. CEGALLA.954. Manual de Redação da Presidência da República. Estabelece regras para a redação de atos normativos de competência dos órgãos do Poder Executivo. 1988. publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de 31 de dezembro de 1999. João Luiz. MARTINS. Gramática Metódica da Língua Portuguesa. 3. Porto Alegre : Sagra Luzzatto. 1995.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL OBRAS CONSULTADAS PRIMEIRA PARTE – Aspectos gerais da redação oficial ALMEIDA. 1996. SQUARISI. Ministério da Educação e do Desporto. Seção I. 1º de fevereiro de 1999. 39. rev. BRASIL. 5. 1998. Dileta Silveira & KNOP. Lúbia Scliar Zilber. rev. Celso Pedro et al. São Paulo : Saraiva. Ortografia Oficial. Brasília : Ministério da Educação e do Desporto. MENDES. 20. ed. Brasília : Câmara Legislativa do Distrito Federal. Manual de Redação e Estilo. SAA. 1998. e atual. e atual. 14. 36. Brasília : Ministério da Educação e do Desporto. Maria da Conceição Alves de et al. São Paulo : Moderna. melhorada e ampl. Rio de Janeiro : Nova Fronteira. Othon M. Gilmar Ferreira et al. Brasília : Jornal Correio Braziliense. SAA. Aprovado pelo Decreto nº 20. LUFT. Literatura. 1989. MARTINS. Decreto nº 2. 1997. 1999.

ed. CEGALLA. 1997. Brasília : Presidência da República. Brasília. CAMPOS. 30. Revista Internet Business. 212 . melhorada e ampl. Gramática da Língua Portuguesa. Laurinda. São Paulo : Nacional. Manual de Comunicação Oficial do Governo do Distrito Federal. BECHARA. São Paulo : Saraiva. redação. ed. Revisão de Maria José Cunha Gomes. março de 2000. Manual de Redação da Presidência da República. V. Diário Oficial da União. GRION. 69 da Lei Orgânica do Distrito Federal. CUNHA. 1991. ed.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL de atos normativos de competência dos órgãos do Poder Executivo. Academia Brasileira de Letras. GRION. MACHADO. FERREIRA. publicado no Diário Oficial do Distrito Federal de 31 de dezembro de 1999. Português Instrumental. RODRIGUES. ed. LIRA. Cristina Novaes Souza et al. 1995. 1991. Manual de Redação da Presidência da República. 36. nº 31. Cem Erros que um Executivo Comete ao Redigir : mas não poderia cometer. Regulamenta o art. alteração e consolidação das Leis do Distrito Federal. 3. Gilmar Ferreira et al. Gramática Metódica da Língua Portuguesa. 2. São Paulo : DFC – Consultoria e Treinamento. Lei Complementar nº 13. Brasília : Jornal de Brasília. Rio de Janeiro : A Academia. DISTRITO FEDERAL (BRASIL). Língua Portuguesa. 4 de setembro de 1996. Celso Ferreira da. Dito e Escrito. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Simone Metzker. BRASIL. Brasília : Câmara Legislativa do Distrito Federal. Dileta Silveira & KNOP. Língua Portuguesa. Brasília. 1996. Luiz Fernando. São Paulo : Edicta. Napoleão Mendes de. Josué. Domingos Paschoal. 20. 2. Moderna Gramática Portuguesa. Aurélio Buarque de Holanda. 39. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 1988. ed. Brasília : Instituto de Desenvolvimento de Recursos Humanos. Lúbia Scliar Zilber. ed. 9. Gilmar Ferreira et al. Redação Oficial e Elaboração de Relatórios. Rio de Janeiro : Nova Fronteira. FONSECA. 1986. 1983. Rio de Janeiro : FAE. 1989. 1999. ed. São Paulo : Jornal Folha de São Paulo. Aprovado pelo Decreto nº 20. Brasília. Evanildo. de 3 de setembro de 1996. 1999. Outubro de 1999. Material didático de curso ministrado a servidores do TCDF. São Paulo : Companhia Editora Nacional. OLIVEIRA. Walkyria de. de 30 de dezembro de 1999. TERCEIRA PARTE – Elementos de gramática AGUILAR. MENDES. Brasília : Jornal de Brasília. Porto Alegre : Sagra Luzzatto. Laurinda.940. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Questão de Estilo. Manual de Atos Oficiais. ALMEIDA. Academia Brasileira de Letras. Maria da Conceição Alves de et al. dispondo sobre elaboração. Brasília : Presidência da República. 1º de fevereiro de 1999. MENDES. Mais Cem Erros que um Executivo Comete ao Redigir. Diário Oficial do Distrito Federal. Bruno. Seção I. MARTINS.

reform. Dad Abi Chahine. e aument. Brasília : Jornal Correio Braziliense. Luiz Antonio. Dicas de Português. 1990. Não Erre Mais! 13. 213 . Francisco Platão. 17. rev. 18. ed. 2000.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL SACCONI. e atual. São Paulo : Ática. Luiz Antonio. SACCONI. SAVIOLI. Gramática em 44 lições. São Paulo : Atual. Adalberto Prado et al. 2000. ed. Nossa Gramática : Teoria e Prática. SQUARISI. São Paulo : Melhoramentos. Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. ed. São Paulo : Atual. 1994. ed. SILVA. 32.

19 atos normativos. 4. 167 a expensas de. aposentar-se. 160 alínea. 170 ao invés de. 167 ACÓRDÃO. 172 bastantes. 175 a maioria de. 181 apelar. 170. 168 anexo.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL ÍNDICE REMISSIVO a. 113 ato oficial. 176 aonde. 36 aliteração. 168 agradecer. 123 artigo indefinido. 116. 161 apenar. 171 20 bastante. 167 a distância. 202 acento diferencial. 172 bem como. 10 CIENTIFICAÇÃO. 168 a longo prazo. 61 77 adequar. AVISO. 129. 169 ao encontro de. 35 artigo definido. 173 cabeçalhos. 126 a nível de. 188 aspirar. 167 afim. 173 bimestral. 16 ato oficial (tipos). 15 ato oficial (encaminhamento). 176 a metade de. 124 a princípio. 9 cacofonia. 161 ATA. 129 assistir. 161 assim. 178 através de. 169 a partir de. 167 à distância. 171 a primeira e segunda. 162 cacófato. 127 a serem. 8 ambigüidade. 71 214 . 169 ao passo que. 123 aspas. 15 atos de comunicação. 126 à medida que. 172 AUDIÊNCIA. 162 chavão. 168 a fim de. 168. 173 cerca de. 11 ambos. 117 acerca. 172 assim como. 196 caber. 8 cada. 171 a ser. 128 chamar. 34 atos processuais. 119 acentuação gráfica. 127 abreviatura. 171 articulação do texto. 172 bimensal. 178 a cerca. 59 atrás. 15 ato oficial (fechos). 170 ao nível de. 35 artigo.

145. 129 é suficiente. 141 de encontro a. 173 custar. 169 em face de. DESPACHO INTERLOCUTÓRIO. 18 clareza. 176 em vez de. 170 de forma a. 6 crase. 169 em princípio. 171 DESPACHO. 174 DECISÃO. 3 cláusula de revogação. 129 em anexo. 129 COMUNICAÇÃO DE AUDIÊNCIA. 129 começar. COMUNICADO. 173 com. 166 desculpar. deparar. 162 constatar. 120 currículo. 174 de maneira a. COMUNICAÇÃO DE DILIGÊNCIA. 170 em via de. 176 em vias de. 163 desde. 176 esquecer. 177 com vista a. 129 é bastante. 124 concordância verbal. 174 de jeito que. 145. 85 desse ponto de vista. 171 em que pese. 175 em nível de. 175 ditongos. 174 de modo a. 145. 36 cobrar preços. 145. 118 dizer. DESPACHO SINGULAR. 129 é tanto. 163 datas. 183 erário. 176 epigrafar. 174 de forma que. 74 de sorte que. 34. 13 especialmente. 36 cláusula de vigência.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL CITAÇÃO. 173 custa. 129 é muito. 173 constituir. 183 coesão. 174 40 ementa. citações. 145. 162 contradizer. 174 detalhar. 4 colocar. 129 é mais de. 177 é. 22 concisão. 145. 174 de maneira que. 163 custos. 173 curriculum vitae. 157 enquanto. 173 dado. 173 com vistas a. 175 em longo prazo. 59 ênclise. 85 85 85 DESPACHO DECISÓRIO. 170 como. 5 concordância nominal. 174 dar entrada. 176 erros de comparação. 175 dirigir. 174 de modo que. 162 correção gramatical. 175 77 81 dia a dia. 176 EMENDA REGIMENTAL. 175 devido a. 125 considerando. 83 38 DECISÃO NORMATIVA. 175 dia-a-dia. 127. 129 é pouco. 163 215 . 34 consistir. 174 de molde que.

168 não . 179 maior que.. 179 INSTRUÇÃO NORMATIVA. 128 mais que um. 205 fundamentação legal. 142 números cardinais compostos. 128 MENSAGEM. 180 margens. 178 independente. 179 24 item. 118 hífen... 128 impessoalidade. 180 mesóclise. 164 nem. 49 mesmo. 24 fazer uma colocação. 127 FAX. 178 incluso.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL estada. 178 inclusive. 178 implicar. 145 MEMORANDO. 128 houveram. 131 hiatismo. falar. 177 estadia. 126 INFORMAÇÃO. 189 homógrafos... 118 na medida em que. gui . 177 estilo. 119 há cerca. 164 inciso. 119 homônimos. 207 face a. 8 haver. menos de. 47 lembrar. nenhum. 143 números ordinais. 180 não . 90 45 informar. 145 houve. 143 números fracionários. qui. 174 harmonia. 126 26 28 MEMORANDO-CIRCULAR. 177 gue . 181 NOTIFICAÇÃO.. 17 mau. 180 necessitar. 178 implementar. algum. 128 no sentido de. 35 incluído. 128 mais de. 174 haja visto.. 167 há. infinitivo (flexão do). que . 144 o grosso de. 36 JUSTIFICAÇÃO EM PROJETO DE LEI. 34 grosso modo. nem.. 180 medida. 19 formas de tratamento. 126 216 . 139 hora. 126 o mais . 177 formalidade. 142 números cardinais. 7 implantar. 179 independentemente. 124 o resto de. 8 hiatos. 4 expressões latinas. 177 falta.. 6 formas de endereçamento. 179 índice de indeterminação do sujeito. 43 isto posto. 8 excesso de intercalações. 92 números. 133 mal. 128 maiúsculas.. 163 maior do que. INSTRUÇÃO. 164. possível. 127 faltam.. 133 monossílabos.. 178 haja vista. 158 minúsculas. 179 mais de um... 175 FAC-SÍMILE. 180 não .

ortografia. RELATÓRIO DE RELATOR. 2 regência verbal. 117 padrão unificado. 158 pronome demonstrativo. 12 PARECER. 154 porquê. 125. 53 onde. porcentagem. 183 RELATÓRIO ANALÍTICO E PARECER PRÉVIO SOBRE AS CONTAS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. 112 oxítonos. posto isso. 182 parênteses. 183 se não. 145 plural de letras. 155 pronome pessoal oblíquo átono. 118 querer. 5 peso. 100 102 RELATÓRIO DE PARTICIPAÇÃO EM EVENTO. 156 pronome pessoal. 171 percentagem. 126 pedir para. 154 32 PORTARIA. 133 ou. 9 ponto. RESOLUÇÃO. 129 se. 164 objetivar. 192 parônimos. 145 pleonasmo. 30 OFÍCIO-CIRCULAR. 165 51 priorizar. 55 pronome. 182 pedir vista. 9 são.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL obedecer. 182 perífrase. 183 ser. 148 ponto + aspas. 147 ponto e vírgula. 165 ressaltar. 187 217 . 181 operacionalizar. 147 por que. 156 pronome possessivo. 155 pronome apassivador. 148 pontuação. 182 penalizar. 35 paralelismo. 183 revogação (cláusula de). 126. 145 polidez. 157 PROJETO DE LEI. 182 porque. 182 pedir que. 147 ponto + abreviatura. 145 plural de dias da semana. 147 ponto + parênteses. 182 pedir vistas. 17 palavras compostas. 182. 139 paroxítonos. 159 proparoxítonos. 108 REPRESENTAÇÃO. 165 redação oficial. 182 ORDEM DE SERVIÇO. 179 praticar preços. 10 plural. 117 parte de. 105 RELATÓRIO PERIÓDICO DAS CONTAS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. 183 siglas. 36 rima. 110 57 responder. 183 proceder. 128 outros atos. 183 senão. 126 pronome de tratamento. 153 por quê. 181 OFÍCIO. 132 seu. 127. 183 preferir. 153 98 RELATÓRIO DE AUDITORIA. 160 relativo a. 96 parêntese. 165 próclise. 145 parágrafo. 182 opor veto. 144.

151 visar. 18 tratar de. 205 218 . 192. 184 tão pouco. 185 travessão.”. 125 uma porção de. 183 tachar. 4 todo. 168 todos os. 151 vírgula nos termos explicativos e restritivos. 166 texto obscuro. 185 tomar parte. 151 vírgula nas referências a textos legais. 151 vírgula nos endereços. 150 vírgula antes do “mas”. 185 todo o. 150 vírgula após “em anexo”. 150 vírgula após o “parêntese”. 185 taxar. 174 vocativo. 150 vírgula antes do “e”. 166 sua. 126 unânimes. 150 vírgula antes do “etc. 185 uniformidade.TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL MANUAL DE REDAÇÃO OFICIAL simpatizar. 185 todos os dois. 186 vírgula. 185 vigência (cláusula de). 6 vice. 185 todos. 166 transcrições. 150 vírgula após o “vocativo”. 166 vista. 183 ter de. 36 viger. 130 um dos que. 193 um de nós. 166 ter que. 183 tampouco.

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