Canteiro de Obras

FABIO LUCIO

Sumário

1. Conceitos 2. Fases do canteiro 3. Elementos para projeto do canteiro 4. Segurança e Saúde do Trabalhador 5. Gestão de resíduos 6. Equipamentos e instalações Bibliografia

AUT186 - 2009

1. Conceitos
Canteiro de trabalho segundo Norma Regulamentadora 18 NR18 do Ministério do Trabalho e Emprego Área de trabalho fixa e temporária, onde se desenvolvem operações de apoio e execução de uma obra

AUT186 - 2009

1. Conceitos
Canteiro de obras segundo NBR12.284 Área de vivência em canteiros Conjunto de áreas destinadas à execução e apoio dos trabalhos da indústria da construção, dividindo-se em áreas operacionais e áreas de vivência

AUT186 - 2009

1. Conceitos
•Os canteiros de obra, são setores da produção, formados por uma célula em constante transformação, modificando-se à medida que avançam as fases da obra.
- Projeto orientado à produção em canteiro: - impede a ociosidade de equipamentos/mão-de-obra; - diminui os tempos de deslocamento; - racionaliza e organiza as atividades e uso dos espaços; - impede operações repetidas em locais diferentes; - minimiza interferências; - garante a segurança dos trabalhadores; - garante o boa convivência com vizinhos; AUT186 - 2009

Conceitos Canteiro com tecnologia artesanal AUT186 .1.2009 .

1. Conceitos Canteiro com tecnologia mecanizada e industrial AUT186 .2009 .

Fases do canteiro Inicial: serviços que interferem com a implantação do canteiro • demolições • movimentos de terra • obras de contenção • obras de drenagem • fundações AUT186 .2.2009 .

2009 .2. Fases do canteiro Intermediária: caracterizada pelo grande volume de serviços e atividades • estrutura • vedos • cobertura • instalações • pavimentos AUT186 .

2009 .2. Fases do canteiro Final: grande diversidade de serviços e atividades • paramentos/revestimentos • vãos (caixilhos) • acabamentos AUT186 .

2009 .3. Elementos para o projeto do canteiro Condicionantes • Sondagem e levantamento planialtimétrico: conhecer o terreno e o tipo de solo. • Vias de acesso e códigos de trânsito locais: planejamento da recepção/retirada de materiais e equipamentos. • Código de obras e edificações do município: adequar o canteiro às restrições legais. • Processos e métodos construtivos • Nível de ruído AUT186 . • Infra-estrutura urbana. • Edificações/construções do terreno e da vizinhança: acautelamento contra danos às edificações existentes.

5. escritório de campo.2009 . como canteiro de obras ou para carga e descarga de materiais de construção.3. AUT186 . tais como alojamento. depósitos. implantação de instalações temporárias necessárias à sua execução.1. serviços complementares. ainda que temporária. Elementos para o projeto do canteiro Código de obras e edificações do Município de São Paulo • Seção 5. estande de vendas e outros.1-Durante a execução das obras será obrigatória a manutenção do passeio desobstruído e em perfeitas condições. salvo no lado interior dos tapumes que avançarem sobre o logradouro.1-CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras compreenderá a área destinada à execução e desenvolvimento das obras. sendo vedada sua utilização. conforme legislação municipal vigente.

avisos ou sinais de trânsito. AUT186 .1-A implantação do canteiro de obras deverá atender à Norma Regulamentadora 18 (NR18) da Consolidação das Leis do Trabalho relativa à Segurança e Medicina do Trabalho (NR) no que for pertinente.1.2-Nenhum elemento do canteiro de obras poderá prejudicar a arborização da rua. a iluminação pública.A. do COE. e às seções 5. inclusive quando se instalar em local diverso ao da obra. a visibilidade de placas.3.2009 .2. Elementos para o projeto do canteiro • Seção 5. e outras instalações de interesse público. 5.1 e 5.1-CANTEIRO DE OBRAS 5.

5.F. no máximo. em balanço. nos termos do item 3.A. b) seja mantido pé-direito mínimo igual a 2. ou de estande de vendas de unidades autônomas de condomínio a ser erigido no próprio imóvel. AUT186 .A. até metade do passeio. c) seja solicitado Alvará de Autorização para avanço de tapume.2-A implantação de canteiro de obras em local diverso ao da obra. Elementos para o projeto do canteiro • Seção 5.3. do COE e do Anexo 3 deste Decreto.50m (dois metros e cinqüenta centímetros) sob a projeção. nos termos da seção 3.1-CANTEIRO DE OBRAS 5. dependerão de solicitação de Alvará de Autorização.2009 .3-Será permitida a implantação.1 "V" deste Decreto. desde que: a) a projeção avance.5. de alojamentos e escritório do canteiro de obras.

2009 . Elementos para o projeto do canteiro Elementos de infra-estrutura do canteiro • instalações provisórias: – energia elétrica – água/esgoto • armazenamento de materiais (perecíveis e não perecíveis) • almoxarifado • refeitório • sanitários/vestiários • alojamento • ambulatório • armazenagem e manipulação de resíduos: • escritório • garagem • oficina de manutenção • área de descanço/lazer AUT186 .3.

2009 . Elementos para o projeto do canteiro Elementos relacionados à produção • Central de concreto • Central de argamassa • Central de preparo de armaduras • Central de produção de fôrmas • Central de produção de pré-moldados • Oficina de montagem de instalações e caixilhos AUT186 .3.

Elementos para o projeto do canteiro • Para sua implantação deve-se considerar o plano definitivo da obra envolvendo suas fases de desenvolvimento. AUT186 . de maneira que o fluxo de operações não apresente cruzamentos. • Organização do canteiro – considera-se a instalação principal e posteriormente os equipamentos.2009 .3. conflitos.

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3. Elementos para o projeto do canteiro AUT186 .2009 .

dotado de Segurança e Saúde do Trabalho. • O mesmo ocorre quando se utiliza componentes pré-moldados de concreto e outros materiais. onde trabalham seres humanos. Elementos para o projeto do canteiro • As inúmeras soluções que podem ser obtidas para determinada obra. • O Sistema construtivo em metal. levam a construtora a estudar. evitando a improvisação. projetar e implantar o canteiro para atender o desenvolvimento pleno das obras. torna-se responsabilidade de todos aqueles participantes no processo de produção do edifício. resultando numa otimização do trabalho da obra em geral. por ser um lugar. possibilita a organização de um canteiro mais racional e limpo.. • O canteiro.3. tornando-o local mais humano. AUT186 .2009 .

exigindo acompanhamento pontual e periódico. obrigatório para qualquer obra com mais de 20 operários do total. • Os riscos de acidentes dos trabalhadores acompanham esse processo. Segurança e Saúde do Trabalhador É necessário um programa de necessidades para o projeto do canteiro de obras PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho – ligado à NR-18. seguindo as Normas Reguladoras (NR’s).2009 . AUT186 . estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego.3. independente de serem ou não da mesma empresa. é específico.

Requisitos Legais 7. além das NR’s. Avaliação dos Riscos. Responsabilidade 2. Comunicações 5. Treinamento 3. Segurança e Saúde do Trabalhador Para atingir a eficácia da prevenção de acidentes. Monitoramento e Medições 6.2009 . há necessidade que as construtoras implementem programas específicos como: • PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais •PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – que compreende as seguintes etapas: 1. 4. Atendimento às emergências AUT186 .4.

de planejamento e de organização. que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos. Segurança e Saúde do Trabalhador NR18 – Norma Regulamentadora 18.Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e as atividades e serviços de demolição. nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção. da NR 4 .4.NR estabelece diretrizes de ordem administrativa. reparo. 18. inclusive manutenção de obras de urbanização e paisagismo. Consideram-se atividades da Indústria da Construção as constantes do Quadro I.1. Esta Norma Regulamentadora .1.2009 . de qualquer número de pavimentos ou tipo de construção. limpeza e manutenção de edifícios em geral. pintura.2.1. AUT186 . Código da Atividade Específica.

e todos os procedimentos que assegurem a segurança e a saúde dos operários (trabalhadores).4. há necessidade que a obra tenha o devido planejamento e treinamento. para melhorar as condições e o Meio Ambiente do Trabalho. conforme segue: • O Planejamento – abrange o cumprimento das Normas Ambientais. .cinto de segurança tipo pára-quedista AUT186 . • Para atingir esses objetivos as empresas construtora devem fornecer: . • O Treinamento – a NR-18 determina que todos os operários recebam treinamento dentro do seu horário de trabalho. a preservação de danos nas edificações vizinhas. Segurança e Saúde do Trabalhador • Para tanto.vestimenta e EPI (Equipamento de Proteção Individual). Antes de iniciar suas tarefas. deve ser informado sobre as condições e riscos de sua função e as medidas coletivas e individuais adotadas.2009 .

5m cama simples e 3.0m beliche. não ter comunicação com instalações sanitárias. pé-direito 2. .4. . não ficar situado em subsolos ou porões.Ambulatório – quando houver 50 ou mais trabalhadores na obra.adoção de bandeja – para prédios com mais de 4 pavimentos.Refeitório – mesas com tampos laváveis. .80m. AUT186 .Instalações Sanitárias/vestiários – um vaso sanitário/mictório/lavatório para cada 20 operários e 1 chuveiro para cada 10. alojamentos e área de lazer) quanto houver trabalhadores alojados . é proibido instalá-los em subsolos ou porões. . pé direito mínimo 2. idem para os pisos.elevador de cargas – com capacidades previstas •Áreas de Vivência (lavanderia.Alojamentos – dormitórios confortáveis e arejados. ou altura equivalente (~12m) -guarda-corpo – proteção contra quedas de altura (telas e/ou). 1m2/trabalhador.2009 . Segurança e Saúde do Trabalhador .

Gama).Reumatismo . gesso . asbestose) – inalação de partículas. . conforme segue: .Pneumocomioses (silicose.Conjuntivite por Radiação .Perdas de audição – exposição prolongada a ruídos acima de 85 dB. radiações (Raio X. Outros causadores de doenças ocupacionais referem .Insolação – exposição prolongada ao calor do sol. cal.Dermatite de contato – exposição ao cimento.2009 . Segurança e Saúde do Trabalhador •O atendimento das determinações da NR-18 e a adoção dos Programas enfatizados minimizam e/ou evitam as doenças ocupacionais na construção civil.exposição à radiação UV ou IV . . .LER (Lesões por Esforço Repetitivo) – por longos períodos.4.Lombalgia – carregamento de peso de forma inadequada.Embolia gasosa – trabalho embaixo d’água (condições hiperbáricas). . agentes químicos e biológicos (tintas. solventes). .exposição à umidade excessiva.se às exposições: vibrações constantes. AUT186 . .

Gestão de resíduos • LEI DE CRIMES AMBIENTAIS: LEI DE CRIMES AMBIENTAIS: Estabelece que a disposição de resíduos sólidos em desacordo com a legislação é crime ambiental • RESOLUÇÃO CONAMA 307 (Conselho Nacional do Meio Ambiente): Disciplina o gerenciamento dos resíduos sólidos da construção civil.2009 . atribuindo responsabilidades aos grandes geradores e ao poder público municipal • LEIS MUNICIPAIS: Tornam aplicáveis localmente as diretrizes da resolução CONAMA 307 AUT186 .4.

4. Gestão de resíduos Resolução CONAMA 307 (05/07/2002) Gestão dos Resíduos da Construção Civil Responsabilidades –caracterização –selação/triagem –condicionamento –transporte –destinação Jan/2005: Projeto de Gerenciamento de Resíduos deve ser aprovado com os demais projetos AUT186 .2009 .

AUT186 .2009 . madeira.. Gestão de resíduos Seleção/triagem – Sinalização e ordenação de fluxos – Treinamento das equipes – Dispositivos de transporte e captação diferenciada – Arranjo físico do canteiro adequado aos novos fluxos Destinação – Orientação para reuso/reciclagem – Destinação adequada f(tipo de resíduo) – Aproveitamento em obra: argamassas. blocos. metais..4. concretos.

•CINZA: resíduo geral não reciclável ou misturado. •MARROM: resíduos orgânicos. •AZUL: papel/papelão. AUT186 .2009 .4. Gestão de resíduos Padrão de cores (Resolução CONAMA 275/2001) •BRANCO: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde. ou contaminado não passível de separação. •VERDE: vidro. •VERMELHO: plástico. •AMARELO: metal. •PRETO: madeira. •ROXO: resíduos radioativos. •LARANJA: resíduos perigosos.

papéis. alvenaria.114 e Resolução CONAMA 307 e 348) • Classe A : concreto. argamassa. Gestão de resíduos Classificação e destinação dos resíduos (NBR15. solos reutilizados ou reciclados na forma de agregados ou dispostos em Aterros de Resíduos de Construção Civil • Classe B: plásticos. metais. madeira reutilizados. reciclados ou encaminhados a armazenamento temporário AUT186 .4.2009 .

amianto destinados conforme norma técnica específica AUT186 .4. solventes. resíduos de instalações radiológicas. industriais. Gestão de resíduos Classificação e destinação dos resíduos (NBR15.114 e Resolução CONAMA 307 e 348) • Classe C: resíduos sem tecnologias de recuperação: gesso destinados conforme norma técnica específica • Classe D: perigosos: tintas.2009 .

AUT186 . um Plano Integrado de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil. que tornam possível o correto tratamento ao RCD.) e resíduos recicláveis.2009 . Gestão de resíduos • muitas cidades já têm implantado.4. ou em fase de implantação. grandes objetos (móveis. poda de árvores etc. • o município de São Paulo conta com 34 Eco Pontos – locais de entrega voluntária de pequenos volumes de entulho (até 1 m³). por providenciarem locais adequados para a destinação dos seus diferentes materiais componentes.

• o transporte até os locais de deposição e/ou reciclagem autorizados deve ser realizado por empresas credenciadas. existem até o momento cinco ATTs (Áreas de Transbordo e Triagem) licenciadas. de 6 de junho de 2005) AUT186 . Gestão de resíduos • para receber volumes maiores.2009 . para tanto deve ser exigido da empresa transportadora o certificado de transporte de resíduos .CTR (instituído pelo Decreto nº 45.959.4.

vibradores. responsável principal pela obra. armazenagem dos insumos básicos. • Transporte de materiais AUT186 . Equipamentos e máquinas • A tecnologia da construção.1. • Estas trazem seu próprio equipamento. Equipamentos e instalações 5. • Dentre os equipamentos destacam-se: • Betoneiras.5. cabendo no entanto à empresa empreiteira.2009 . está vinculada à organizações especializadas em cada técnica que comparecem no canteiro como sub-empreiteiras. o fornecimento do equipamento básico e complementar.

centrais de concreto.5.Máquinas para processo industrializado de construção – autogruas. vibradores. pórtico ou cavalete. AUT186 .Máquinas móveis – betoneiras. serras manuais. já enfatizados nos equipamentos. .Máquinas fixas – de cortar ferro. serras circulares. Sua escolha depende do tamanho das peças. materiais a serem transportados. galeotas ou giricas. . furadeiras etc. gruas. convencional ou industrializado compreendem: . montacarga. complementam os equipamentos já citados. transformadores. Equipamentos e instalações • Máquinas – em função do método construtivo.2009 .

Equipamentos e instalações Caminhão betoneira AUT186 .5.2009 .

2009 Guindaste móvel de lança e cabo .5. Equipamentos e instalações Guincho de Andaimes Guindaste AUT186 .

2009 .5. Equipamentos e instalações Grua AUT186 .

5.2009 . Equipamentos e instalações Grua •Carga amnhecida AUT186 .

2009 . 1997 AUT186 .Posicioamento da grua Fonte: SOUZA. FRANCO.

2009 . Equipamentos e instalações Andaime fixo de madeira Andaime fixo de aço Andaime móvel (balancim) AUT186 .5.

2009 . Equipamentos e instalações Retroescavadeira AUT186 .5.

2009 . Equipamentos e instalações Pá carregadora AUT186 .5.

2009 .5. Equipamentos e instalações Girica AUT186 .

Equipamentos e instalações Compactador mecânico (sapo) AUT186 .2009 .5.

2. isento de umidade. canalização. AUT186 .5. são armazenados em silos. podem ser armazenadas posteriormente (após os vedos) em local apropriado. • Materiais especiais – deterioram com facilidade. fiação. Equipamentos e instalações 5. Armazenamento de materiais •Materiais perecíveis . madeira) armazenagem específica •Materiais de acabamento – azulejos. ventilado. empilhado sobre tablado de madeira elevado do solo. ferragens.2009 .cimento/cal/gesso – deve ter depósito específico. e são caros (tintas. Em construções de grande porte. peças sanitárias.

empilhados em paletes próximos às gruas.2009 . . área de 0.2.65m. Equipamentos e instalações 5.pedra e areia – armazená-los em locais próprios. . .armaduras (barras de aço) – área de 15m x 0.5.25m2 para 250 unidades.tijolos – empilhados por meio de amarração (fiadas). Armazenamento de materiais não perecíveis . .madeira . altura de 1. classificada por bitolas e tabicadas (área de 6m de comprimento por 1m para cada m3 de madeira). desperdício.para fôrmas e telhado.blocos de concreto – idem tijolos. AUT186 . Localizar próximos à betoneira e ao preparo das argamassas.50m para cada tonelada (prever área para bancada para dobragem). evitando evasão.

1997 AUT186 . Áreas aproximadas para armazenamento de materiais Fonte: SOUZA.2009 .5.2. FRANCO. Equipamentos e instalações 5.

• Escritórios – posição que permita o controle visual da obra. evitando aberturas voltadas aos ventos predominantes. independente dos vestiários e/ou.2009 . AUT186 .3 Instalações • é dada em função do número de trabalhadores. regra geral as peças chegam e já são montadas rapidamente. • Almoxarifados – 0. separando do Engo / Arquiteto residente dos mestres. evitando que sejam contíguas à obra.60m2 por trabalhador. • Carpintaria – espaço compatível quando a tecnologia for concreto armado.5. Equipamentos e instalações 5. depende da obra. O canteiro em aço exige espaços reduzidos.20 a 0.

2009 .5. Sanitários – superfície de 1 a 2m2 por trabalhador. Equipamentos e instalações 5. • Alojamentos – indispensável para obras fora do perímetro urbano (aluguel de casas próxima à obra) AUT186 . conforme já exposto • Oficinas – de acordo com os componentes a serem produzidos (pré-moldados e/ou).3 Instalações •Vestiários. e 1 a 2 sanitários para cada 50 operários.

São Paulo. Código de obras e edificações. NBR 12. execução. Rio de Janeiro: ABNT. NBR 15. 7p. AUT186 . licenciamento.114. Diário Oficial do Município. 12p. manutenção e utilização de obras e edificações. MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. ______.288 de 04 de julho de 1992. Lei n° 11. implantação e operação.Bibliografia ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. junho 2004.284. Set 1991.2009 . Resíduos sólidos na construção civil – áreas de reciclagem – diretrizes para projeto. Área de vivência em canteiros de obras. Dispõe sobre as regras gerais e específicas a serem obedecidas no projeto. Rio de Janeiro: ABNT. 1992. dentro dos limites dos imóveis.

Coleção Primeiros passos da qualidade no canteiro de obras. Lemes. São Paulo: Editora O Nome da Rosa. Ubiraci E. São Paulo. AUT186 . 1997. FRANCO. 16p. BT/PCC/177. Ubiraci E. 2002. São Paulo: Projeto Editores Associados Ltda. FERRO. O desenho e o canteiro. L.Bibliografia SOUZA. 96p.2009 . Projeto e implantação do canteiro. SOUZA. Definição do layout do canteiro de obras. 2ª Edição. Sérgio. Boletim Técnico o Departamento de Engenharia de Construção Civil da EPUSP. 1982. 2ª Edição. S. Lemes.

Lei n.605 de 12 de fevereiro de 1998. 9. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA. de 05 de julho de 2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.2009 . MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO – MTE.NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. Resolução n° 307. Diário Oficial da União.Bibliografia BRASIL. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente e dá outras providências. Diário Oficial da União em 17/jul/2002. Norma regulamentadora 18 . AUT186 .

Resolução n° 275 de 24 de abril de 2001 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.2009 . Resolução n° 348 de 16 de agosto de 2004 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Diário Oficial da União em 19/jun/2001 AUT186 . de 5 de julho de 2002. Estabelece código de cores para diferentes tipos de resíduos na coleta seletiva." Diário Oficial da União em 17/ago/2004. incluindo o amianto na classe de resíduos perigosos.Bibliografia MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE – MMA. Altera a Resolução CONAMA no 307.

Bibliografia PINTO. (publicação SindusCon-SP). AUT186 .2009 . São Paulo: Obra Limpa: I&T: SindusCon-SP. Tarcísio de Paula (coordenador) Gestão ambiental de resíduos da construção civil: a experiência do SindusCon-SP. 2005.

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