Profº Evanilde Drehmer Carminati evanildedrehmer@yahoo.com.

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CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA

Cascavel, fevereiro de 2009.

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SUMÁRIO PLANO DE ENSINO ...................................................................................................................... 2 1-INTRODUÇÃO AO DIREITO TRIBUTÁRIO ............................................................. 5 1.1 Conceito de Tributo ............................................................................................................... 5 1.2 PrincÍpios Constitucionais Tributários.................................................................................. 6 1.3 Elementos Fundamentais Do Tributo .................................................................................... 8 2. SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL........................................................................ 11 2.1 Legislação Tributária ........................................................................................................... 11 2.2 Tributos, conceitos e espécies .............................................................................................. 12 2.3 Classificação dos Tributos ................................................................................................... 14 3. TRIBUTOS SOBRE O VALOR AGREGADO ........................................................... 22 3.1 Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI.................................................................... 22 3.2 ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. .................................... 25 4. TRIBUTOS SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO................................................. 48 4.1 Contribuições ao INSS ........................................................................................................ 48 4.2 Contribuições ao FGTS ...................................................................................................... 50 4.3 IRRF sobre Rendimentos do Trabalho ............................................................................... 51 5 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O FATURAMENTO ....................................................... 60 5.1 Imposto Sobre Serviços – ISS ............................................................................................. 60 5.2 Programa de Integração Social – PIS ............................................................................ 61 5.3 COFINS............................................................................................................................... 66 6 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O RESULTADO .......................................... 75 6.1 Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas ............................................................................. 75 6.2 Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido – CSLL .......................................................... 76 7 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO FEDERAL .............................................................. 78 7.1 Lucro Presumido.................................................................................................................. 78 7.2 Lucro Arbitrado ............................................................................................................. 90 7.3 Lucro Real ..................................................................................................................... 96 RECEITA OPERACIONAL BRUTA.............................................................................................. 110 7.4 Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno .............................................................................................................. 120 Tabela - Partilha do Simples Nacional – Comércio ................................................................. 124 TABELA - Partilha do Simples Nacional – Indústria ............................................................. 125 Tabela - Partilha do Simples Nacional – Serviços e Locação de Bens Móveis ...................... 126 8. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DAS EMPRESAS ........................................... 130 8.1 ELISÃO, EVASÃO E ELUSÃO....................................................................................... 131 8.2 Remuneração a Sócios....................................................................................................... 132 8.3 Ganhos de Capital.............................................................................................................. 132 8.4 Retenção na Fonte do IRPJ CSLL, PIS e COFINS ........................................................... 133 8.5 Contratos de Longo Prazo ................................................................................................. 134 8.6 Faturamento para Entrega Futura ...................................................................................... 134 8.7 Depreciação ....................................................................................................................... 135 9 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO....................................................................................... 135 9.1 Fato Gerador ...................................................................................................................... 136 10. APÊNDICE...................................................................................Erro! Indicador não definido. 1

PLANO DE ENSINO
1 – IDENTIFICAÇÃO Colegiado de Curso: Área de Ensino: Habilitação: Nome da Disciplina: Carga horária: Professor: 2 – EMENTA CIÊNCIAS CONTÁBEIS Ciências Sociais Aplicadas Bacharel em Ciências Contábeis Ano Letivo: 2009

CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA 132 Série: 3º A e B Cód. Disc: Evanilde Drehmer Carminati

Regime: Anual

Introdução ao Direito Tributário. Impostos do sistema tributário nacional: tributos da União, Estados, DF. e Municípios. Planejamento tributário, Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Ajustes e apuração do resultado fiscal e contábil. Encerramento do exercício. 3 – OBJETIVOS DA DISCIPLINA 3.1 – Gerais Proporcionar ao acadêmico o conhecimento dos procedimentos contábeis pertinentes à aplicação da legislação tributária, assim como as técnicas de planejamento tributário e sua influência no resultado da empresa. 3.2 – Específicos Mostrar ao aluno a importância do planejamento tributário das empresas, conduzindo-o ao conhecimento do Sistema Tributário Nacional e dos diversos regimes tributários federais e estaduais. Conceder ao aluno subsídios para o seu desenvolvimento acadêmico e profissional na área tributária. Permitir ao acadêmico a análise e comparação dos regimes de tributação em vigor, para auxiliar na tomada de decisão do futuro profissional. 4 – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Bimestre Conteúdo 1- Introdução ao Direito Tributário 1.1- Espécies de Tributos 1.2- Principios Constitucionais Tributários 1.3- Elementos Fundamentais do Tributo. 2- Sistema Tributário Nacional 2.1 Legislação 2.2 Tributos, conceitos e espécies Primeiro 3. Tributos sobre o valor agregado 3.1 IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados 3.2 ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços 4. Tributos sobre a Folha de Pagamento 4.1 Contribuições ao INSS 4.2 Contribuições ao FGTS 4.3 IRRF sobre Rendimentos do Trabalho 2

1 Lucro Real Trimestral Terceiro 7. Trabalho a ser desenvolvido individualmente ou em grupo.3 Ganhos de Capital 8. Evasão e Elusão 8.2 PIS Não Cumulativo 5. Tributos Incidentes sobre o Resultado 6.5 Contratos de Longo Prazo 8.3. em assunto e tema escolhidos posteriormente.1 COFINS Cumulativa 5. PIS e COFINS Quarto 8.6 Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura 8.1 Elisão.1 ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza 5. O aluno que participar de todos os trabalhos garantirá 10% na composição do conceito bimestral. Planejamento Tributário das Empresas 8.2 CSLL _ Contribuição Social sobre o Lucro Líquido 7. correspondendo a 20% da nota bimestral.3 Lucro Real 7.1 Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas 6.2 Lucro Arbitrado 7.Segundo 5. 3 . aulas participativas.Contribuição para Financiamento Seguridade Social 5.2 PIS . Regimes de Tributação Federal 7. resolução de exercícios práticos e de estudos de caso. Tributos Incidentes sobre o Faturamento 5.1 PIS Cumulativo 5.1 Lucro Real versus Lucro Presumido/Arbitrado/SIMPLES.3. trabalhos em equipe e individual. 6 – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Análise e síntese de textos com apresentações e desenvolvimentos em sala de aula.Programa de Integração Social 5.2 Lucro Real Anual 7.4 Retenção na Fonte do IRPJ. A prova será individual.2 Remuneração a Sócios 8. abrangendo todo o conteúdo exposto durante o bimestre.4 Sistema Integrado de Pagamentos de Impostos r Contribuições das microempresas e Empresas de Pequeno Porte .3 COFINS . 5 – ENCAMINHAMENTO METODOLÓGICO A disciplina será desenvolvida através de aulas expositivas. Regimes de Tributação Federal 7.CSLL. objetivas ou práticas.2.7 Depreciação 9 Regimes de Tributação 9.3.2.1 Lucro Presumido 7.3. Avaliação bimestral: provas dissertativas.SIMPLES 8. debates.2 COFINS Não Cumulativa 6. representando 70% da nota bimestral. com interpretação e resolução.

IMPOSTO DE RENDA DAS EMPRESAS. Luis Martins de et al. ICMS. São Paulo: Atlas. 1ª ed.7 – BIBLIOGRAFIA INDICADA 7. 2000. CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. ISS. 2005. 4 . São Paulo: Atlas. 3ª ed. Humberto Bonavides. GERÊNCIA DE IMPOSTOS. OLIVEIRA. 3ª ed.1 – BÁSICA FABRETTI. 7. 2004. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Atlas. IPI. OLIVEIRA. CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. HIGUCHI. Gustavo Pedro de. MANUAL DE CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA. São Paulo: Atlas.2 – COMPLEMENTAR BORGES. Láudio Camargo.6ª ed. Hiromi et al. 25ª ed. 2000. 2000.

BTN. 2003). entre os quais se encontram as autoridades arrecadadoras de tributos. ou seja. 5 .Ufir) que não constitua sanção de ato ilícito: multas ou penalidades pecuniárias não se incluem no conceito de tributo. No exercício de sua função. a lei já estabelece todos os passos a serem seguidos. as normas brasileiras de contabilidade. acompanhando a evolução natural da sociedade. dentre elas as normas gerais do direito tributário. que não constitua sanção por ato ilícito. prestação pecuniária: o pagamento do tributo deverá ser efetuado em unidades de moeda corrente. além dos princípios fundamentais de contabilidade. 2003). em moeda ou cujo valor se possa exprimir: os tributos são expressos em moeda corrente nacional (reais) ou por meio de indexadores (ORTN. o contador precisa obedecer a legislação tributária para a apuração correta. orienta. o que é pago em bens ou em trabalho ou prestação de serviço. inexistindo o pagamento in natura ou in labore.1-INTRODUÇÃO AO DIREITO TRIBUTÁRIO Segundo Oliveira et al (2003). cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada: a autoridade não possui liberdade para escolher a melhor oportunidade de cobrar o tributo. o Direito e a Contabilidade são ciências que se complementam e caminham juntas há muito tempo. (Oliveira et al. tributo é toda prestação pecuniária compulsória. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir. sendo uma ferramenta para gerenciar o patrimônio de uma entidade. A contabilidade estuda. o registro e a arrecadação dos tributos nas diversas fases das atividades empresariais. compulsória: obrigação independente da vontade do contribuinte. controla e registra os atos e fatos econômicos. instituída em lei: só existe a obrigação de pagar o tributo se existir uma norma jurídica com força de lei que estabeleça esta obrigação. prestar contas entre os sócios e outros usuários. 1. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada (Oliveira et al. O Direito é a ciência que disciplina as relações humanas através das normas obrigatórias.1 Conceito de Tributo Segundo o Código Tributário Nacional. (CTN).OTN. não ocorrendo o pagamento deste de infração de determinada norma ou descumprimento da lei.

independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. CF) § Princípio da Legalidade: É vedado à União. § Princípio da irretroatividade : III. postergando para o primeiro dia do ano seguinte da publicação da lei o início de sua cobrança. considerando que todas são iguais perante a lei. ao Distrito Federal e aos municípios: “I – exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça (. O princípio deriva do princípio republicano que proíbe qualquer distinção entre as pessoas.. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida...Cobrar tributos: a.instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente.) Este princípio afasta a incidência tributária sobre fatos geradores passados em relação à lei que apareceu depois. garantindo ao contribuinte um certo período de tempo para se adaptar.150. O tributo não pode ser criado ou aumentado sem que seja amparado por lei. § Princípio da anterioridade simples: (art.. Assim.” Esse principio veda a Administração de exigir tributos no mesmo ano da publicação da lei que instituiu ou aumentou o tributo em questão..150 da CF.em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado.) b. na medida de suas desigualdades. III) III – cobrar tributos: (. § Princípio da Isonomia ou igualdade tributária: II. títulos ou direitos (Princípio da isonomia tributária).. aos Estados.no mesmo exercício financeiro que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. 2005). A igualdade tributária garante o tratamento tributário igual entre os contribuintes que se encontrem em situação igual e diferenciada para aqueles que estiverem em situação desigual. uma pessoa que recebe um salário mínimo num mês será tratada em matéria tributária de forma diferente daquela outra que recebe vinte salários mínimos mensais.(.2 PrincÍpios Constitucionais Tributários (art. (Oliveira.1.). 6 .

sendo uma forma mínima de preservar a propriedade do indivíduo. títulos. sendo subjetiva quando se refere à condição pessoal do contribuinte (capacidade econômica real) e objetiva quando leva em conta manifestações objetivas da riqueza do contribuinte (bens imóveis. § Princípio da capacidade contributiva: o art 145 par. § Princípio da liberdade de tráfego: (art. o art 152 da Constituição Federal proíbe a manipulação de alíquotas. ao Distrito Federal e aos Municípios: (..) IV – utilizar tributo com efeito de confisco.. da CF) É vedado à União. Dessa forma. seria irracional aplicar tributos que precisariam destituir o contribuinte de todos os seus bens para o pagamento do tributo.. § Princípio da competência : a União.cobrar tributos: (... dos Estados ou dos Municípios. a cobrança de um tributo só produzirá efeito 90 dias da data da publicação da lei que o houver criado ou majorado.1º estabelece que haja a possibilidade econômica do contribuinte pagar o tributo... Caso contrário.)... 150. § Princípio da não-discriminação tributária: visando a procedência e ao destino dos bens. Distrito Federal e Municípios: (... aos Estados. bases de cálculo ou qualquer outra fórmula tributária em benefício ou prejuízo da economia da União. 150 da CF) III . Estados.) 7 . porém. sinais de capacidade tributária ou riqueza). § Princípio da vedação de tributo confiscatório (art 150 da CF): Fica vedado à União. etc. não lhes sendo permitida. (.§ Princípio da anterioridade nonagesimal ou noventena: (art. combinando com o princípio da anterioridade simples.) Esse princípio rege que o tributo será instituído em um nível racional. bem como no ano seguinte ao da referida publicação. o Estado ou o Município exercitarão as competências tributárias.) c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou (. V. qualquer delegação ou prorrogação desta competência para outro ente que não seja aquele expressamente previsto na Constituição.

com as funções de dispor sobre conflitos de competência (Oliveira. (. 2005) § Lei Complementar: estabelece as normas gerais em matéria tributária. Estado. § Tratados e Convenções Internacionais: uma vez aprovados por decreto legislativo do Congresso Nacional. precisem ser constituídos por lei complementar (Oliveira. 2005).Distrito Federal ou Municípios) instituir os tributos de sua competência.. Leis Delegadas: elaboradas pelo Presidente da República sobre matéria específicas. desde que não se trate de matéria objeto de Lei Complementar (Oliveira. embora haja alguns que. desde que esses não sejam objeto de lei complementar (Oliveira. 1. vedada a reedição após este prazo. revogam ou modificam a legislação tributária interna. São fontes consideradas como primárias do direito tributário (Oliveira et al 2003): § Constituição Federal: estabelece as competências e os princípios tributários. 8 . mas dependem de sua conversão em lei no prazo de 60 dias. essa liberdade proíbe a limitação da locomoção de pessoas ou bens dento do território nacional por meio do estabelecimento de barreiras fiscais na forma de tributos interestaduais e intermunicipais. e as leis posteriores a tais tratados ou convenções deverão se adaptar a eles (Oliveira. observando os limites representados pelos princípios e imunidades constitucionais (Oliveira. § § § Lei Ordinária: tem a função de instituir tributos. Em matéria tributária. São admitidas para instituir tributos. por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. Cabe ao ente político (união. 2005).2005).3 Elementos Fundamentais Do Tributo São três os elementos básicos da obrigação tributária: a. pois cria os tributos e determina as condições de sua cobrança.2005) Mediadas Provisórias: Normas de iniciativa do Poder Executivo que possuem força de lei. por força da Constituição. que são as normas básicas reguladoras da competência tributária disposta na Constituição e estabelecedoras de regras gerais aplicáveis a todos os tributos.A LEI :é o principal elemento da obrigação.) A liberdade de locomoção é parte integrante dos direitos fundamentais do indivíduo.V – estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. 2005).. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público.

como por exemplo. a abstenção da prática de certos atos etc. Basicamente. etc. como a ratificação dos Tratados e Convenções Internacionais celebrados pelo Poder Executivo. As fontes consideradas como secundárias do Direito Tributário (Oliveira. as prestações consistem em: pagamento do valor em dinheiro referente ao tributo devido ou à multa imposta por não atendimento à determinação legal (obrigação principal) ou o cumprimento de formalidades complementares.O OBJETO: representa as obrigações que o sujeito passivo (contribuinte) deve cumprir.1 Sujeito Ativo e Sujeito Passivo 9 . o preenchimento de formulários. Normas Complementares: apenas esclarecem as fontes anteriores. mão inovando na ordem jurídica. destinadas a comprovar a existência e os limites da operação tributária e a exata observância da legislação aplicável (obrigação acessória). aprovando-os (Oliveira.O FATO GERADOR: é a situação definida em lei como necessária e suficiente para a sua ocorrência. § Resoluções do Senado Federal: são utilizadas para resolver assuntos de sua competência. a escrituração de livros fiscais. tal como: fixação das alíquotas máximas e mínimas do ICMS nas operações internas ou. 2005): § § Decretos: Normas expedidas pelo Chefe do Poder Executivo que regulamentam as leis. O fato gerador da obrigação fiscal com o Imposto de Renda é a obtenção da renda e proventos de qualquer natureza por pessoas jurídicas ou físicas. b. não inovando na ordem jurídica. também. a apresentação de declarações de rendimentos. c. O fato gerador da obrigação acessória é qualquer situação que impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure a principal (Oliveira et al. objetivando apenas dar fiel cumprimento aos ditames legais. 2003) 1.3. Uma vez constituído o crédito tributário.2005). 2003). Conceitua-se como “o fato” que gera a obrigação de pagar o tributo. este deve ser satisfeito pelo devedor por meio do pagamento ou da compensação (Oliveira et al. para fixar as alíquotas desse imposto nas operações interestaduais e de exportação. O fato gerador do ICMS é a venda de produtos ou mercadorias ou a prestação de serviços de transporte.§ Decretos Legislativos: emanados pelo Congresso Nacional que disciplinam matérias privativas da Casa. não necessitando da sanção do Presidente da República.

a vedação entre estatais instituírem impostos sobre o patrimônio. anterioridade e da irretroatividade (Oliveira et al. 1. et al. imunidade judicial. o sujeito ativo. imunidade parlamentar.” (Oliveira. a renda e os serviços.3 Base de Cálculo É o valor sobre o qual se aplica o percentual (ou alíquota) a fim de apurar o valor a ser recolhido. A base de cálculo deve ser definida em lei complementar estando sujeita aos princípios constitucionais da legalidade (mudança somente por outra lei). “Sujeito Ativo da obrigação é a pessoa jurídica de direito público.2 Contribuinte ou responsável As partes da obrigação tributária são. o sujeito passivo. O sujeito ativo da obrigação tributária é o ente público (União.3. a renda ou os serviços. 2005) Sujeito Passivo: é a pessoa obrigada ao pagamento do tributo. 1.3.3. estando também sujeita aos princíp ios constitucionais da legalidade. 1.4 Alíquota É o percentual definido em lei que. considerada como contribuinte ou responsável (Oliveira. titular da competência para exigir o seu cumprimento. e de outro lado. determina o montante do tributo a ser recolhido. 2003). imunidade tributária (vedação de entes estatais instituírem impostos sobre o patrimônio.5 Imunidade e Isenção Tributária. aplicado sobre a base de cálculo. e b) o responsável. uns dos outros. que tem relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador. 2005). da anterioridade (a lei deve estar em vigência antes de iniciada a ocorrência do fato gerador) e da irretroatividade (a norma não pode atingir fatos passados) (Oliveira et al. criador do tributo. 2003). Estado ou Município). das entidades mantenedoras de templos de qualquer culto.• • Sujeito Ativo: Segundo o art 119 da CF.3. que é aquele que não pratica o fato que causa o fato gerador mas se vê na obrigação de pagar o tributo por força de dispositivo legal (Oliveira. 1. O Código Tributário prevê duas espécies de sujeito passivo: a) o contribuinte. de um lado. vedação entre 10 . 2003). • As imunidades são privilégios dados a alguém para que se livre ou se isente de certas imposições legais em virtude de que não é obrigado a cumprir certo encargo de obrigação de caráter legal: imunidade diplomática.

195). contendo regras que devem ser seguidas pelos legisladores infraconstitucionais. a concessão atribuída a alguma coisa ou alguma pessoa.). os decretos e as normas complementares que versem. vedação de entes estatais instituírem impostos sobre livros. de 17 de dezembro de 2002. As disposições sobre o Sistema Tributário Nacional estão contidas nos artigos 145 a 162 da Constituição Federal.DOU de 27/12/2002).524.172 de 25/10/1966: “A expressão legislação tributária compreende as leis. Regulamento do PIS e COFINS (decreto nº 4.3. 11 . a imunidade. O RIR em vigor foi instituído pelo Decreto nº 3. 2003).000.estatais instituírem impostos sobre o patrimônio. SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL Sistema Tributário nacional é o conjunto de princípios e de normas unificados em torno da idéia de tributo. as convenções internacionais. Regulamento do INSS (Decreto 3048/99). instituições de educação e de assistência sem fins lucrativos. Regulamento do ICMS (Decreto 1980 de 21/12/2007). sindicatos de trabalhadores.6 Regulamento do Imposto de Renda Para Oliveira et al (2003} o RIR é a consolidação das Leis e Disposições que regulamentam e normatizam o IR das Pessoas Físicas e Pessoas Jurídicas. de 26 de Dezembro de 2002 . os tratados. não obstante existirem outros comandos constitucionais referentes a tributos (art. bem como por parte da administração tributária e do Poder Judiciário no exercício de suas respectivas funções. para que se possa livrar. esquivar ou desobrigar de algum encargo estipulado para todos. de 26 de março de 1999. periódicos e papel destinado à impressão destes. 96 da Lei 5.544. constantes sob este título. 2. • Isenção é concedida por lei e é a dispensa. sendo organizado por assunto. separando os contribuintes Pessoas Físicas das Pessoas Jurídicas. 1. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes”. Além do RIR. 2.1 Legislação Tributária Segundo o art. ou para que se livre de qualquer obrigação (Oliveira et al. a renda e os serviços dos partidos políticos. jornais. faz-se necessário conhecer o Regulamento do IPI (DECRETO Nº 4. no todo ou em parte. Tais disposições tratam dos aspectos estruturais básicos do nosso ordenamento jurídico-tributário.

Produtos industrializados. Exportação. Grandes fortunas.2 Tributos. câmbio e seguro. licença para funcionamento e alvará municipal de Combate a Incêndios 12 . Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre : Transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens e direitos (ITBI. Operações de crédito.1 Impostos: situação geradora independente de qualquer contraprestação do Estado em favor do contribuinte (ICMS. de bens imóveis e de direitos reais sobre imóveis. 2. Propriedade territorial rural. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. iluminação pública. Operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. taxa de iluminação pública) Taxas cobradas pela prestação de serviços pelo Estado: § § § § Coleta de lixo.2. para o exterior.2. ou ITCMD). conceitos e espécies No art 145 da Constituição Federal.2.2 Taxas : vinculadas à utilização efetiva do contribuinte. de produtos nacionais ou nacionalizados. 2%). ressalvadas as exceções legais (ITBI ou ISTBI. Rendas e proventos de qualquer natureza. de serviços públicos específicos e divisíveis (Taxa de coleta de lixo. IPI) São Impostos de competência da União: Importação de produtos estrangeiros. Propriedade de veículos automotores (IPVA). 2005): 2. foram definidas as espécies de tributos (Oliveira. Transmissão inter vivos. 4%). Imposto de Renda. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: Propriedade predial e territorial urbana(IPTU). Serviços de qualquer natureza (ISSQN). ainda que as operações e prestações se iniciem no exterior. por ato oneroso.

2. 13 . ou a importação e comercialização de petróleo e seus derivados. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas (Oliveira. O CTN impo limites para a cobrança desse tributo. gás natural e seus derivados e álcool combustível.3 Contribuições de melhoria: cobradas quando do benefício trazido aos contribuintes por obras públicas (calçamento ou asfaltamento de ruas. estadual e municipal) de registro do comércio (juntas Comerciais) água e esgoto taxas de expediente Taxas cobradas pelo exercício do poder de polícia pelo Estado Taxa de fiscalização de estabelecimentos Taxa de controle e fiscalização ambiental Taxa de fiscalização de anúncios Taxa de fiscalização de vigilância Sanitária Taxa de fiscalização de localização. e para financiar as entidades representativas de classe ou profissional. instalação e funcionamento 2.§ § § § § § § § § conservação e Limpeza Pública emissão de documentos (a nível federal. Devem ser instituídas por lei ordinária. São contribuições sociais: § § § § § Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS Programa de Integração Social – PIS Contribuição para o Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS Contribuição para o FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço As contribuições interventoras servem de instrumento para custear o Estado e visam o controle da produção em um mercado específico. sendo o limite total o que corresponde à despesa total pela realização da obra pública e o limite individual pelo acréscimo do valor do imóvel que foi beneficiado com a obra (Oliveira. etc) e fazem face ao custo das obras de que decorram valorização direta ou indireta de um imóvel. 2. como a produção do açúcar. por exemplo.2. 2005). respeitando as normas gerais previstas em lei complementar e só podem ser exigidas 90 dias após a publicação da lei instituidora ou majoradora. 2005): são tributos instituídos para o financiamento dos Sistemas Oficiais de Previdência e Assistência Social (contribuições sociais).4 Contribuições sociais.

a que não se refere a tributo do Sistema Tributário Nacional é: a. São considerados indiretos aqueles que a cada etapa econômica são repassados para o preço do produto/mercadoria/serviço: IPI.3 Classificação dos Tributos A classificação dos tributos em diretos e indiretos é mais econômica do que jurídica mas de muita importância para o estudo e avaliação que os tributos causam ao patrimônio e nas etapas econômicas da produção.combustíveis.2. (Oliveira. ICMS.resolução legislativa 2. calamidade pública. sobre o faturamento.taxa 14 .lei complementar c. É uma receita tributária que deve ser restituída dentro de determinado prazo de tempo. PIS s/Fat. definidoras dos tributos e suas espécies. 2.denominado de CIDE . (Oliveira. 2003) 1. mediante lei complementar nos casos de guerra ou sua iminência.lei delegada a.5 Empréstimos compulsórios: são instituídos pela União. As contribuições interventoras não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação 2.Das alternativas abaixo. São tributos diretos o IR. ISS. 2005). sob re a folha de pagamento ou sobre o resultado. et al. circulação e consumo. Em ambos os casos não há a necessidade de respeitar os princípios da anterioridade ou da noventena e em caso de investimento público de caráter urgente e relevante interesse nacional respeitando o princípio da anterioridade e da noventena. a CSLL.As normas gerais de Direito Tributário. ITR. Os tributos podem incidir sobre o valor agregado. são criadas pela seguinte proposição legislativa: a.decreto legislativo d.lei ordinária b. o IPVA. IPTU. COFINS. 2003) EXERCICIOS (Baseados no Livro de Exercícios do Manual de Contabilidade Tributária (Oliveira et al.

preço público d.hierarquia.tributo. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. relativa ao contribuinte.anterioridade.no mesmo dia de sua publicação b.empréstimo compulsório 3. legalidade. imposto.isonomia.contribuição de melhoria. § § Tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica.b. na mesma ordem. hierarquia b. em moeda ou cujo valor nela se possa exprimir.isonomia. imposto municipal d.São princípios constitucionais do Sistema Tributário Nacional a. hierarquia d.no primeiro dia do exercício seguinte ao de sua publicação 5.tributo. isononomia c. imposto.trinta dias após a respectiva assinatura c. reserva legal. anterioridade e.contribuição social e. taxa b. tributo.Um dispositivo que define nova hipótese de incidência tributária do imposto sobre a renda entra em vigor no seguinte momento: a.imposto.imunidade. imunidade 4. taxa por potencial prestação de serviços. contribuição de melhoria.preço público. legalidade. reserva nacional. preço público c.no primeiro dia útil seguinte ao de sua edição d. Tem por fato gerador e a prestação de limpeza pública urbana. preço público 15 . taxa e.Assinale a opção que corresponda. a. que não constitua sanção de ato ilícito.quarenta e cinco dias após lhe ser dado publicidade f. às expressões respectivas: § prestação pecuniária compulsória. imunidade.imposto c.

6- Assinale a alternativa que completa os espaços em branco no texto a seguir: O Código Tributário Nacional chama de ___________ quem tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o fato gerador da obrigação tributária principaL, e de _______ quem, sem revestir aquela condição, tenha obrigação decorrente de disposição expressa em lei. Em ambos os casos, recebe o nome de ____________ da obrigação tributária principal. a- obrigado, contribuinte legal e coobrigado b- sujeito passivo, devedor solidário, sub-rogado c- sujeito passivo, responsável ex lege, devedor d- contribuinte, responsável, sujeito passivo sujeito passivo, responsável, contribuinte.

7- A natureza jurídica de um tributo é determinada: a- em função de sua denominação jurídica b- em razão das peculiaridades dos sujeitos ativo e passivo da obrigação; c- pelo fato gerador da respectiva obrigação tributária d- pela destinação legal do produto de sua arrecadação;

8- Os tributos classificam-se em: a- impostos, taxas e contribuições previdenciárias b- impostos, taxas e contribuições de melhoria c- imposto de renda e contribuição social d- imposto de renda, contribuição social, PIS e COFINS

9- Qual o tributo cuja imposição decorre da realização de obras públicas? a- contribuição de intervenção no domínio econômico b-contribuição de melhoria c-taxa de serviços públicos d- imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana

10- O tributo, cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica relativa ao contribuinte, tem natureza jurídica específica de: a- taxa 16

b- impostos c- preço público d- contribuição parafiscal e- contribuição de melhoria f- contribuição provisória

11- Sendo: imposto de importação imposto sobre transmissão causa mortis imposto sobre transmissão de imóveis intervivos Os impostos acima competem respectivamente: a- União, Municípios e aos Estados b- Municípios, Estados, União c- Estados, União, Municípios d- Estados, Municípios, União e- União, Estados, Municípios. 12- De acordo com os principios que emanam da Constituição da República e do Código Tributário Nacional, em relação ao Imposto de Renda retido na fonte dos servidores do Estado do Piauí, no que concerne aos vencimentos destes: quem tem a competência para estabelecer-lhe a alíquota? A quem pertence o Produto da arrecadação deste imposto retido pelo estado do Piauí? Quem é o sujeito passivo da obrigação principal? Qual é o ente responsável pela fiscalização do contribuinte, relativamente à declaração desses vencimentos? a- o Estado, o Estado, o servidor, o Estado b- a União, o Estado, o servidor, a União c- a União, a empresa fornecedora do serviço, p empregado desta, o Esrado d- o estado, a empresa fornecedora do serviço, o empregado desta, a União e- a empresa fornecedora do serviço, essa mesma empresa, o empregado dela, a União.

13- A competência para instituir e arrecadar o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural é: a- dos Estados e Distrito Federal 17

b- dos Municípios c- da União d- da União e dos Estados

14- Assinale a alternativa que combina, respectivamente,as quatro afirmações a seguir (1,2,3,e4) com os respectivos princípios tributários constitucionais relacionados (w,x,y e z) 1. é proibido exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça; 2. é vedado instituir tratamento desigual entre os contribuintes que estejam em situação equivalente 3. é vedado cobrar tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei; 4- é vedado cobrar tributo no mesmo exercício em que se tenha publicado a lei que instituiu ou aumentou.

Sendo: w: anterioridade - x isonomia tributaria – y: Legalidade – z: irretroatividade Alternativas: a- w x y z b- x y z w c- y x z w d- y w x z e- w y x z

15- Cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou fere o princípio da: a- uniformidade tributária b- imunidade tributária c- anterioridade d- tutela jurídica 16- A ocorrência do fato gerador de um tributo: a- determina o nascimento da obrigação tributária acessória b- impede o pagamento do crédito tributário c- suspende a exigibilidade da obrigação tributária principal d- causa o surgimento da obrigação tributária principal e- exclui o nascimento do crédito tributário 18

da anterioridade e da irretroatividade.Assinale as alternativas corretas: a) Fato gerador da obrigação principal não é a situação definida em lei como necessária e suficiente a sua ocorrência. c) Assim como a base de cálculo. títulos ou direitos. não. na seqüência. não d) sim. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. b) Nasce uma Obrigação quando por meio de uma relação jurídica determinada pessoa (credor) pode exigir de outra (devedor) uma prestação (objeto). independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. não c) sim. em razão de prévia determinação legal ou de manifestação de vontade. às seguintes perguntas: Segundo o Código Tributário Nacional. dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído? Uma isenção de tributos por dez anos. sim. dadas às indústrias que se instalarem em certo pólo de informática. de serviços públicos específicos e divisíveis. d) De acordo com o principio da legalidade. sim b) não. 19 . e) Os impostos estão vinculados à utilização efetiva ou potencial por parte do contribuinte. é vedado instituir o tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. sim 18. não. aplica-se às taxas criadas no segundo ano após a concessão? a) sim.17-Assinale a alternativa que responda. a alteração da alíquota também não está sujeita aos princípios constitucionais da legalidade. sim. não. a isenção e anistia requerem interpretação literal? A isenção dispensa o cumprimento das obrigações acessórias. não e) não.

l) O Regulamento do Imposto de Renda é a consolidação das Leis e Dispositivos que regulamentam e normatizam o Imposto de Rendas das Pessoas Físicas e Jurídicas. os tratados e convenções internacionais. estando sua alteração sujeita aos princípios constitucionais da legalidade. a expressão legislação Tributária compreende as leis. controle e registro dos atos e fatos de uma administração econômica. da anterioridade e da irretroatividade. n) O sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou da penalidade pecuniária. instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. h) A base de cálculo. não há necessidade de lei para estabelecer a instituição de tributos ou a sua extinção. que não constitua sanção de ato ilícito. É o conjunto das normas jurídicas vigentes num país. Não serve como ferramenta para o gerenciamento da evolução do patrimônio de uma entidade. em moeda corrente ou cujo valor nela se possa exprimir. conforme a Constituição Federal. o) A Contabilidade é a ciência que estuda e pratica as funções de orientação.172/66 de 25/10/1966. deve ser definida em lei complementar. k) As taxas decorrem de situação geradora independente de qualquer contraprestação do Estado em favor do contribuinte. j) Os princípios constitucionais tributários prevalecem sobre todas as demais normas jurídicas.f) De acordo com o Código Tributário Nacional. 20 . os decretos. i) O Direito é a ciência das normas obrigatórias que disciplinam as relações dos homens em sociedade. as quais só têm validade se editadas em rigorosa consonância com eles. 96 da Lei nº 5. sobre tributos e relações jurídicas a eles pertinentes. e as normas complementares que versem no todo ou em parte. existindo para isso as diversas jurisprudências. m) O Código Tributário Nacional conceitua tributo como sendo toda prestação pecuniária compulsória. g) De acordo com o art.

96 da Lei 5172/66 de 25/10/1966? 4 Quais são normas complementares das leis. 7 Quais s/ao os principais tributos de competência da União? 8 Quais são os principais tributos de competência dos Estados e do Distrito Federal? 9 Quais são os principais tributos de competência dos Municípios? 10 Quais são os princípios constitucionais tributários? Comente sobre cada um deles. 19.Questões Teóricas 1 Por que o contabilista precisa conhecer. conforme o art. q) De acordo com o princípio da irretroatividade tributária.e dê um exemplo de uma situação hipotética que os contraria. também os aspectos da legislação tributária? 2 Na empresa em que você presta serviços.p) As contribuições de melhoria são cobradas quando do benefício trazido aos contribuintes por obras públicas. de acordo com o Código Tributário Nacional? 6 Comente sobre as espécies de tributos. destacando os aspectos de como ela nasce 21 . tratados e das convenções internacionais e dos decretos? 5 Qual é o conceito de tributo. quais são os tributos que incidem nas diversas fases da atividade da empresa? 3 Qual o conceito dado pelo Código Tributário Nacional à legislação tributária. é permitida a cobrança de tributos em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. além das normas e dos princípios fundamentais de contabilidade. 11Comente sobre a obrigação tributária.

e não está sujeito ao princípio constitucional da anterioridade. (Oliveira. Carros e barcos de alta potência. razão pela qual suas alíquotas podem ser alteradas durante o exercício financeiro. Quem é o sujeito ativo da obrigação tributária? Quem são os sujeitos passivos. veículos de transportes coletivos são taxados por alíquotas menores. 2005) 3.O que é fato gerador da obrigação principal? Exemplifique. de luxo.br/legislacao) O IPI é de competência da União e incide sobre os produtos industrializados nacionais e estrangeiros. Decreto 4. 16.receita. Na linguagem jurídica.gov. ou até os nocivos à saúde. representam quanto esta agrega aos insumos que adquire em um período. Esse tributo deve atender ao princípio da seletividade. As máquinas agrícolas poderão ter suas alíquotas reduzidas quando o governo quer subsidiar a 22 . etc. como cigarros. ou seja. qual é o entendimento para isenção? Quais são as entidades que gozam dessa prerrogativa constitucional? 17. A taxação varia de acordo com a política governamental de apoio e subsídios a determinados setores.1 Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI (RI . bebidas finas etc.544 de 26/12/2002 e TIPI (disponível em: www. O que é o Regulamento do Imposto de Renda? Qual a sua importância para os trabalhos co contabilista? 3. Comente sobre a base de cálculo e sobre a alíquota. enquanto carros populares. o que significa taxar o produto proporcionalmente a sua essencialidade. TRIBUTOS SOBRE O VALOR AGREGADO Os tributos incidentes s obre o valor agregado são aqueles que recaem sobre o valor adicionado de uma empresa.. de acordo com o código tributário? 15. recebem elevada taxação.fazenda.12 Quais são os elementos fundamentais da obrigação tributária? 13. 14. os chamados produtos supérfluos. sofisticados. tais como perfumes. são taxados por altas alíquotas. enquanto os essenciais recebem taxação mais baixos. Assim.

3. a apresentação ou a finalidade do produto. A industrialização modifica a natureza. c) Comerciantes de bens de produção. industrial. ou o aperfeiçoa para o consumo. Equiparados à industria: estabelecimentos que. 3. inclusive filiais que exerçam o comércio de produtos importados.2 Contribuintes § § Estabelecimento industrialização.agricultura a fim de baratear os alimentos.1 Fatos Geradores § § Saídas. de qualquer forma. que têm caráter facultativo à equiparação industrial. altera o funcionamento. conforme o art 153. a utilização. e: O desembaraço aduaneiro de produtos importados. c) Montagem: consiste na reunião de produtos. ou isentar o setor de produção de bens de capital para fortalecer determinado setor industrial. a) Transformação: é aquela exercida sobre a matéria-prima ou produtos industrializados e que origina uma nova espécie de produto. d) Acondicionamento ou recondicionamento: altera a apresentação do produto pela colocação de embalagem que se destine a dar nova configuração e não para transportar os produtos. que é todo aquele que executar qualquer operação de 3. b) Filiais de estabelecimento industrial. § 3º. mesmo incompleta.1. o acabamento. dos estabelecimentos industriais ou equiparados a industriais. o funcionamento. parcial ou intermediária. de produtos industrializados. 23 .1. são equiparados a tal: a) Importadores. na venda de seus produtos. O IPI segue o princípio da não cumulatividade. ainda que sob a mesma classificação fiscal. apesar de não realizarem operações de industrialização. o acabamento ou a aparência do produto. aperfeiçoa ou.3 Definição legal de industrialização Produto industrializado é o resultante de qualquer operação definida como industrialização. inciso II da Constituição Federal. b) Beneficiamento: modifica. peças ou partes que resulte em novo produto ou unidade autônoma.1. salvo se operarem exclusivamente a varejo.

encontre-se em atividade no local indicado e possibilite a comprovação dos demais dados cadastrais impressos no documento fiscal.gov. 3. atendendo todas as exigências da legislação vigente. exceto se o serviço for executado por conta e ordem de terceiros.fazenda.1. Que o documento seja emitido por contribuinte em situação regular perante o fisco. ainda.1.br 3. acrescidos desses tributos e dos encargos cambiais pagos pelo importador.7 Recuperação do IPI pago nas compras de matérias -primas. 3. creditar-se do imposto relativo a mátérias-primas. modelo 1. na saída da mercadoria. O direito ao crédito do IPI extinguir-se-á no prazo de cinco anos. 3.6 Prazo de recolhimento e período de apuração A apuração e o recolhimento do IPI está vinculado à classificação fiscal do produto industrializado. produtos intermediários e material de embalagem adquiridos de comerciante atacadista nãocontribuinte do IPI. esteja inscrito na repartição competente.e) Renovação ou restauração: exercida sobre produto usado ou parte remanescente de produto deteriorado ou inutilizado. calculados pelo adquirente. materiais de embalagens e outras mercadorias para utilização no processo de industrialização Para que as inbdustrias possam se creditar do IPI é necessário preencher as seguintes condições: § § Que o IPI esteja destacado em documento fiscal hábil. sobre 50% do seu valor.5 Alíquotas do IPI As alíquotas variam de 0 a 330% e seguem a classificação dos produtos da tabela de incidência do IPI (Tipi) disponivel em: htpp:www.148 do Regulamento do IPI) 24 . mediante a aplicação da alíquota a que estiver sujeito o produto. § § § Que o documento fiscal hábil seja escriturado no respectivo livro Registro de Entradas. renove ou restaure para nova utilização.4 Base de Cálculo § § Produto nacional: o preço da operação.1.receita. a partir da data da emissão pelo fornecedor do documento fiscal hábil. ou seja. Os estelecimentos industriais podem. Produto importado: a base de cálculo dos impostos aduaneiros. constante da respectiva nota-fiscal (art.1.

comercial.3.Pela apuração do saldo credor a recolher ou recuperar Débito: IPI a recolher (passivo circulante) Crédito: IPI a recuperar (ativo circulante) d. ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular. com a estrita observância das normas específicas independentemente da obrigatoriedade da escrituração dos livros e documentos contábeis.8 Contabilização das Compras e vendas de uma indústria a.Pela compra a prazo ou a vista de matérias-primas Débito: Compras de matéria-prima (Custos) Débito: IPI a recuperar (Ativo circulante) Crédito: Fornecedores (Passivo Circulante) ou Crédito: Caixa (Ativo Circulante) b. a legislação estabeleceu a obrigatoriedade da escrituração dos livros fiscais.1 Fato gerador § § § Saídas de mercadorias a qualquer título.2. 3. comercial. O ICMS é de competência dos Estados e do Distrito Federal e. Para que as empresas possam controlar o ICMS incidente nas diversas compras e nas diversas vendas. Entradas de mercadorias importadas no estabelecimento de contribuintes.2 ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços .1. entre os princípios constitucionais que regem o ICMS.Pelo pagamento do IPI Débito: IPI a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante) 3. de estabelecimento de contribuinte. industrial ou produtor.Pela venda a prazo ou a vista de produtos Débito: Duplicatas a receber ou Clientes (ativo circulante) ou Débito: Caixa (ativo circulante) Crédito: Vendas de produtos industrializados (receita bruta) Crédito: IPI a recolher (passivo circulante) c. industrial ou produtor. destacam-se a não cumulatividade e seletividade. 25 . e ainda que se trate de mercadorias para consumo ou bem do ativo imobilizado. Prestação de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicações e telecomunicações.

incluindo importâncias acessórias.” O parágrafo único do art 16. realizada entre contribuimtes e relativa ao produto destinado à industrialização ou à comercialização. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.colas. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: a) importe do exterior mercadoria ou bem. oriundos de outra unidade federada. com habitualidade ou em volume que carcaterize intuito comercial. bebidas e outras mercadorias em restaurantes. b) seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior. quando não destinados à industrialização ou à comercialização.2 Contribuintes No art 16 do Decreto 1980/2007 encontra-se que “Contribuinte do Imposto é qualquer pessoa. quando a operação. material escolar em geral. 3. operações de circulação de mercadoria ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. borrachas de apagar. 26 . 12%: prestações de serviço de transporte intermunicipal e nas operações com os seguintes bens e mercadorias: canestas. cafés e estabelecimentos similares. estadual ou municipal.4 Alíquotas Operações Internas 7%: Operações com alimentos quando destinados à merenda escolar. (Art 5º Decreto 1980/2007) 3.3 Base de cálculo A base de cálculo de modo geral é o valor da operação com mercadorias.2. qualquer que seja a sua finalidade. tais como seguros e fretes pagos pelo comprador. confirgurar fato gerador de ambos os impostos. c) adquira em licitação merdaoria ou bem apreendidos ou abandonados. física ou jurídica. 3. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. bares. excluídos os descontos incondicionais.2. nas vendas a órgãos da adminmistração federal. § 2º do Decreto 1980/2007 determina que: Não integra a base de cálculo do imposto o montante: a) do imposto sobre produtos industrializados. O art 6º. ou energia elétrica.§ Fornecimento de alimentação.2. d) adquira petróleo. que realize. Decreto 1980/2007 identifica também como contribuinte a pessoa física ou jurídica que. animais vivos. lápis.

agua mineral.hortifrutigranjeiros e agropecuários em estado natural. quando destinadas a vendas diretas a empresas. Rio de Janeiro. 432 do Decreto 5. sacolas ecológicas. combustíveis (gasolina de aviação. farelos. 29%: prestação de serviços de comunicação. o direito ao crédito. madeira. biodiesel). porcelana . porém. máquinas de lavar. fogões. máquinas e implementos. artigos de cama. de higiene pessoal e limpeza. veículos automotores novos e peças para veículos automotores quando a operação seja realizada sob o regime de substituição tributária. o imposto é pago apenas na produção e na comercialização final não há incidência. 4%: nas prestações de serviço de transporte aéreo interestadual de passageiro. sucos de frutas e água de coco. álcool anidro p/fins combustíveis. refrigeradores. bebidas alcoólicas. rações. energia elétrica destinada à eletrificação rural. calçados. refeições industriais e demais refeições. 3. óleo diesel. mercadorias ou serviços para contribuintes estabelecidos nos estados de Minas Gerais. destinados à construção civil. 7%: para as saídas de mercadorias. medicamentos. tecidos. madeiras e suas obras.12. 18%: nas operações com os demais bens e mercadorias. balões e dirigíveis.141 de 12. energia elétrica exceto à destinada à eletrificação rural. artigos do vestuário. Operações e prestações interestaduais 12%: saídas de bens. Rio Grande do Sul. cerâmica e vidro. gás liquefeito de pretróleo. Há.5 Substituição Tributária Segundo o art. tratores etc. artigos de uso doméstico de plástico. exceto de avião. plástico e suas obras. se o destinatário da mercadoria ou serviço for consumidor final localizado em outra unidade federada desde que não contribuinte do imposto. mesa e banho. perfumes e cosméticos. 28%: gasolina. da indústria de automação e eletrônica. drogas.2. fumo e sucedâneos. carga e mala postal. fármacos. Santa Catarina e São Paulo. alimentos.2001 algumas mercadorias estão sujeitas à retenção e ao recolhimento do ICMS na forma de substituição tributária em relação às operações subsequentes. se o produto for utilizado pelo estabelecimento adquirente 27 . máqujnas de costura etc. soros e vacinas. bens ou serviços a contribuintes estabelecidos no Distrito Federal e nos demais Estados não relacionados no item anterior. peleteria e suas obras. ou seja. OBS: as alíquotas internas também se aplicam à entrada de mercadorias ou bens importados do exterior. tortas e resíduos destinados à alimentação animal ou utilizadas em sua fabricação. embarcações de esporte e recreiro. farinhas. gás natural. 25%: armas e munições.

travesseiros e pillow. Cimento. Pilhas e baterias elétricas. Operações com mercadorias destinadas a revendedores parea venda porta-a-porta. Operações com energia elétrica (art. box. São alguns produtos e operações sujeitas à substituição tributária: § § § § § § § § § § § § § § § § § § § § Cerveja e refrigerante Cigarros e outros produtos derivados do fumo. ceras. periódicos e o papel destinado à sua impressão.na transformação ou fabricação de um novo produto. vernizes. 28 . massas para polir. Operações com auto-peças. derivados ou não de petróleo. fita virgem ou gravada Lâminas de barbear. Operações com aparelhos celulares. aguarrás e outras mercadorias da indústria quimica. artigos de higiene pessoal e toucador. câmaras de ar e protetores. cinematográficos e slides. Operações com sorvetes e acessórios destinados a revendedores situados no território paranaense. Operações com rações para animais domésticos.2. Operações com suportes elásticos para camas. aparelhos de barbear descartáveis e isqueiros. Lâmpadas elétricas. Operações interestaduais com combustíveis e derivados em que o imposto tenha sido retido anteriormente.6 Isenções – art. Veículos novos por meio de faturamento direto ao consumidor. Veículos.3º do Regulamento do ICMS O imposto não incide sobre: • • operações com livros.524 do Decreto 1980/07. jornais. Operações com cosméticos. Filmes fotográficos. perfumaria. 3. colchões. Saídas de combustíveis. Pneumáticos. para comerciantes atacadistas ou varejistas estabelecidos no território paranaense. Discos fonográficos. Tintas. exportação de mercadorias e serviços. impermeabilizantes.

(art. por contribuinte. Hortigranjeiros e demais produtos cfe art. saídas de impressos de estabelecimento gráfico desde que não participem de alguma forma de comercialização ou circulanção. na proporção de 33. material intermediário. importação de matéria-prima. saídas de bens do permanente. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. para indústria que o receba como matéria-prima. 3. entre outras. de café solúvel. operações com arrendamento mercantil.000.• • • • • • • operações interestaduais com energia elétrica e petróleo quando destinados à industrialização ou comercialização. entre outros. operações com ouro. 94 a 109 do Regulamento do ICMS • • • saídas internas entre contribuintes e nas operações de importação. saída para outro estado.349.8 Suspensão do Imposto – art 93 do Regulamento do ICMS • • nas saídas de mercadorias remetidas por cooperativa a estabelecimento da própria cooperativa dentro do estado do Paraná.2. saída para consumidor final . transferência de propriedade de estabelecimento industrial ou comercial.33% do valor da operação tributada em 18%. serviços prestados pelo rádio e pela televisão.7 Diferimento do Imposto – art. 95 do Decreto 1980/2007. secundário e de embalagem a ser utilizado no processo produtivo da importadora. saída de café torrado ou moído. quando a importação ocorrer através dos portos de Paranaguá e Antonina (Lei 14985) • nas operações com arroz entre outras. com receita bruta anual superior a R$ 360. em coco ou em grão até que ocorra uma das seguintes hipóteses: saída para o exterior. 3. saída para estabelecimento de empresa enquadrada so Simples Nacional e nas saídas para vendedor ambulante não vinculado a estabelecimento fixo.2. § 1º Decreto 1980/2007). 29 . e de bens para integrar o ativo permanente.2.00. Operações com café cru. 3.9 Obrigatoriedade do ECF – revenda de mercadorias ou bens ou prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou pessoa jurídica não contribuinte do ICMS. transferência de bens salvados em sinistro para companhias seguradoras.

Grupo 7: Operações ou prestações em que o destinatário estiver localizado em outro país.3.até o dia 12 – finais 3 e 4 3.201 3.2.126 2. Grupo 3: operações em que o estabelecimento remetente está localizado em outro país. sendo que: • • • • • • Grupo 1: compreende as operações em que o estabelecimento remetente está localiazo no mesmo Estado.126 DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO Compra p/industrialização ou produção rural Compra p/comercialização Compra p/utilização na prestação de serviço Transferência p/industrialização ou produção rural Transferência para comercialização Devolução de venda de produção do estabelecimento Grupo 1 1. bens ou prestação de serviços estão agrupados conforme o critério a seguir .151 2. Grupo 5: Operações ou prestações realizadas em que o estabelecimento destinatário estiver localizado no mesmo Estado.151 1.até o dia 15 – finais 9 e 0 2. Grupo 6: Operações ou prestações realizadas em que o destinatário estiver localizado em outro Estado.101 1. e à saída de mercadorias.11 Códigos fiscais de operações e Prestações Os CFOP são números criados com a finalidade de descrever o tipo/natureza da operação ou prestação que está sendo realizada.102 1. Este número é utilizado na Nota Fiscal e também nos Livros Fiscais de Entradas.152 1. como veremos a seguir: 1.201 Grupo 3 3.até o dia 14 – finais 7 e 8 5.até o dia 13 – finais 5 e 6 4. Saídas.102 3. Apuração do ICMS e Apuração do IPI. Grupo 2: operações em que o estabelecimento reemetente está localizado em outro estado.até o dia 11 – finais 1 e 2 2.102 2.201 30 . Grupo 2 2.2.152 2.101 3.101 2. Os principaís códigos em relação à entrada.10 Prazo de recolhimento e período de apuração A apuração do ICMS é mensal e o recolhimento de acordo com o final da inscrição estadual.126 1.

1.202 1.251 1.252 1.253 1.352 1.353 1.401

2.202 2.251 2.252 2.253 2.352 2.353 2.401

3.202 3.251

Devolução de venda de mercadoria adquirida/rec de terceiros Compra de energia elétrica p/distribuição ou comercialização Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial

3.352 3.353

Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial Compra p/industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

1.403

2.403

Compra p/comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária

1.551 1.556 1.910 1.911 Grupo 5 5.101 5.102

2.551 2.556 2.910 2.911 Grupo 6 6.101 6.102 6.107

3.551 3.556

Compra para o ativo imobilizado Compras de material para uso ou consumo Entrada de bonificação, doação ou brinde Entrada de amostra grátis

Grupo 7 7.101 7.102

DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO Venda de produção do estabelecimento Vendas de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Venda de produçao do estabelecimento, destinada a não

contribuinte 6.108 Venda de mercadoria aquirida ou recebida de terceiros, destinada a não contribuinte 5.116 6.116 Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura 5.117 6.117 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, originada de encomenda para entrega futura 5.151 5.152 5.201 5.202 5.401 6.151 6.152 6.201 6.202 6.401 7.201 7.202 Transferência de produção do estabelecimento Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Devolução de compra para industrialização ou produção rural Devolução de compra para comercialização Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuite substituto 31

contribuite substituto 5.402 6.402 Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária, em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto 5.403 6.403 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto 6.404 Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente 5.405 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído 5.551 5.553 5.556 5.910 5.911 5.922 6.551 6.553 6.556 6.910 5.911 6.922 7.551 7.553 7.556 Venda de bem do ativo imobilizado Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado Devolução de material de consumo Remessa em bonificação, doação ou brinde Remessa de amostra grátis Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura Fonte: Anexo IV - Lei 1980/2007

3.2.13 CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA – CST O Código de Situação Tributária deve ser utilizado na emissão das notas fiscais modelo 1 e 1-A, e o não cumprimento desta determinação ou incorreção sujeitará a penalidades. A) Origem da Mercadorias Código 0 1 2 Origem Nacional Estrangeira – Importação Direta Estrangeira – Adquirida no Mercado Interno

Fonte: Anexo IV – Lei 1980/2007 B) Tributação pelo ICMS 32

Código 00 10 20 30 40 41 50 51 60 70

Tratamento Tributário Tributada integralmente Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária Com redução da base de cálculo Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária Isenta Não Tributada Suspensão Diferimento ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária

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Outras

Nota Explicativa: O Código de Situação Tributária será composto de três digitos na forma ABB, onde o primeiro digíto indicará a origem da mercadoria, com base na tabela A, e os segundo e terceiro digítos a tributação pelo ICMS, com base na tabela B. Fonte: Anexo IV – Lei 1980/2007

3.2.14 Recuperação do ICMS nas compras de me rcadorias para revendas As empresas que adquirirem mercadorias para revender ou para industrializar, ou ainda para integrar seu ativo imobilizado tem direito ao crédito do imposto por ocasião da entrada desses itens em seus estabelecimentos. Quando as empresas efetuarem as saídas das mercadorias ou produtos de seus estoques, o imposto será cobrado do novo adquirente. De acordo com a legislação tributária, para se creditar do ICMS, é necessário preencher as seguintes condições: § § que o ICMS esteja corretamente destacado em documento fiscal hábil, com o atendimento de todas as exigências da legislação pertinente; que o documento fiscal seja emitido por contribuinte em situação regular perante o fisco, ou seja, esteja inscrito na repartição competente, encontre-se em atividade no local indicado e possibilite a comprovação dos demais dados cadastrais impressos no documento; § que o documento fiscal hábil seja escriturado no respectivo livro Registro de Entradas, modelo 1 ou 1 A.

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2. na venda a não contribuinte do ICMS ou a contribuinte para uso e consumo próprio.17 Contabilização do ICMS da industria ou comercio quando optante do SIMPLES estadual: 1.2.Pelo ICMS gerado pela venda: Débito: (-) ICMS (impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: ICMS a recolher 4. Portanto.16 Contabilização das compras e vendas de mercadorias/produtos tributação normal 1. o IPI integra a base de cálculo do ICMS.2.Pela venda de produtos/mercadorias pelo estabelecimento industrial ou comercial: Débito: Caixa/Bancos c/movimento (ativo circulante) se for a vista Débito: Duplicatas a receber (ativo circulante) se for a prazo Crédito: Vendas de produtos/Vendas de mercadorias (Receita bruta) 3.18 Regime Fiscal das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte 34 .15 Vendas a Não Contribuintes dentro e fora do Estado O § 2º do art 6º do Decreto 1980/2007 determina que o IPI não integra a base de cálculo do ICMS quando a operação for realizada entre contribuintes e o produto for destinado a industrialização ou à comercialização e configurar fato gerador de ambos os produtos.Pelo ICMS calculado sobre a venda de produtos/mercadorias D: ICMS (impostos incidentes) C: ICMS a recolher 3.3.Pela compra de matéria-prima pelo estabelecimento industrial. ou mercadorias pelo estabelecimento comercial: Débito: Compras de matéria-prima (custo) ou Compras de mercadorias (custo) Débito: ICMS a recuperar (ativo circulante) Crédito: Caixa/Bancos c/movimento ( ativo circulante) se for à vista Crédito: Fornecedores (passivo circulante) se for a prazo 2.2.Pelo saldo devedor apurado no período. 3. quando o ICMS Débito: ICMS a recolher Crédito: ICMS a recuperar 3.

00 De 1.320. 87. 2º.00 De 360.000. no uso das atribuições que lhe confere o art. no Estado do Paraná.000. o qual determina a forma de cálculo da parcela relativa ao ICMS a ser recolhida pelos contribuintes enquadrados no Simples Nacional.66% 52. de 30 de maio de 2007.01 a 960. considerando o disposto na Lei n. 123/2006 (art.00 De 840.44% 26.12% 32.CGSN.200.00 De 600. considerando o art. 3º da Lei n.000. 15. e considerando o disposto na Lei Complementar n.080. 1° Ficam isentas do pagamento do ICMS as microempresas e empresas de pequeno porte estabelecidas neste Estado e enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições .000.00 De 1.000. de 4 de julho de 2007. Art. relativamente ao ICMS. 123. e o imposto devido mensalmente será determinado mediante a aplicação da alíquota do ICMS prevista nos Anexos I e II da Lei Complementar n.562.000. DECRETA: Art.01 a 840. do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte . A base de cálculo do imposto será apurada considerando os seguintes percentuais de redução aplicados sobre a receita bruta do período de apuração. que estabelece normas sobre a aplicação.DECRETO Nº 1190 .Simples Nacional. 005.000. 123.000. dos Estados.Simples Nacional.00 trezentos e sessenta mil reais (art.72% 46. cuja receita bruta acumulada nos doze meses anteriores ao do período de apuração não ultrapasse R$ 360. de 14 de dezembro de 2006.000.00 De 480.01 a 480.01 a 600. inciso V.01 a 1. 15.00 35 Percentual de redução da BC a ser considerado isenta 73. de 14 de dezembro de 2006.080.000. 15.000. do Distrito Federal e dos Municípios.000.28% .34% 36.00 De 960.88% 28. 13 da Resolução CGSN n.00 De 720.200. do Comitê Gestor de Tributação das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte .000.000. que institui o Estatuto Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e estabelece normas gerais relativas ao tratamento di erenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e f empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União. instituído pela Lei Complementar n.19/07/2007 Publicado no Diário Oficial Nº 7517 de 19/07/2007: O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ.01 a 1.562/2007). da Constituição Estadual.000. no caso de concessão de isenção ou de redução pela unidade federada.96% 58.01 a 1.562/2007): eceita Bruta em Até 360.01 a 720. 2º da Lei n.000.000.000.

280.800.000.Entre os estabelecimentos a seguir enumerados.00 De 1.01 a 1.a compensação entre crédito (compras) e débitos( vendas) b-a uniformidade das alíquotas c.400.000.91% 15.00 De 2.00 De 1.importador de produtos de procedência estrangeira.000.01 a 1.00 De 2. para revenda a terceiros. por declaração.440.A seletividade das alíquotas do IPI tem como critério: a.000.00 De 1.06% 22. adquiridos de terceiros no mercado interno 36 .000.01 a 1.01 a 1.com a autorização prevista no inciso V do art 21 da Constituição Federal 2.recondicionador de objetos usados.a essencialidade dos produtos d.040. a que der saída.440.560.000.01 a 2.estabelecimento comercial varejista de produtos importados.680.com a constituição do crédito tributário b.65% 20.00 3.96% 23.65% 13. do crédito tributário d.680.920.industrializador de bebidas alcoólicas d. c.71% 20.01 a 2.com a ocorrência do fato gerador e.00 De 1.000.560.000.000.a não-incidência na exportação dos produtos exportados para o exterior e.com o lançamento.000.92% 1 – No que diz respeito ao Imposto sobre Produtos Industrializados.040.000.com a previsão da hipótese de incidência NO Código Tributário c.160.920.000.320. assinale aquele caracterizado no RIPI como equiparado a estabelecimento industrial: a.000.3 EXERCICIOS 25.55% 17.01 a 1.01 a 2.000.01 a 2. e.alíquotas mais elevadas na importação de produtos estrangeiros 4. nasce a obrigação tributária: a.De 1.000.000.800.00 De 1.000.00 De 2 280.63% 18.160.000.filial atacadista de estabelecimento exportador b.

7. o estoque de matérias-primas deve registrar como custo unitário de compras o valor de R$ 50. créditos da empresa c ompradora junto ao governo.os produtos não essenciais são tributados com alíquotas menos elevadas de IPI 6. materiais de embalagem e demais mercadorias utilizadas na produção representam.nas vendas de materiais de consumo para uma empresa industrial.a alíquota do IPI de um produto varia em proporção inversa a sua necessidade d.para que uma empresa comercial se credite do IPI. incluindo 18% de ICMS e R$ 18.51.5-De acordo com o critério da essencialidade: a – a alíquota do IPI de um produto varia em proporção direta a sua necessidade. a utilização. há a necessidade de que o IPI seja destacado em documento fiscal emitido pelo fornecedor. e. de acordo com a legislação pertinente. pagando ao fornecedor o total de R$ 201.os valores dos impostos recuperáveis pagos na aquisição das matérias-primas e demais materiais utilizados na produção devem compor o custo de aquisição que será incorporado aos estoques desses materiais. de qualquer forma.219.00 d. c.Assinale a(s) alternativa(s) correta(s).nas vendas de ativo imobilizado para uma empresa comercial. Pode haver mais de uma: a. maior será a alíquota do IPI b. b. c.292. industrial ou produtor. alterar o funcionamento. o acabamento ou a aparência do produto. o valor do IPI deve integrar a base de cálculo do ICMS.a alíquota do IPI de um produto independe da sua necessidade c.caracteriza-se como industrialização o beneficiamento que importe em modificar.68 de IPI.000 quilos de matérias-primas para uso na industrialização.uma empresa industrial adquiriu 3. ou seja.nas empresas industriais. os tributos indiretos – IPI e ICMS – pagos pela empresa compradora em decorrência da aquisição de matérias-primas.não se constituem fato gerador do ICM as entradas de mercadorias importadas no estabelecimento de contribuinte comercial.Assinale a alternativa correta: a. quanto maior a necessidade e grau de essencialidade. 37 . b. o valor do IPI não deve integrar a base de cálculo do ICMS. aperfeiçoar ou. Com base nessas informações.

g.Com relação à legislação do ICM e do IPI.o fato gerador do ICMS corresponde à circulação de mercadorias ou à prestação de serviços constantes da lista – ou relação – anexa à Lei Complementar b. 10. não incluindo as importâncias acessórias. que exerçam o comércio de produtos importador.caracteriza-se como industrialização o acondicionamento ou recondicionamento que importe alterar a apresentação do produto. no final do mês. podemos afirmar: a.d. 8. saldo a recolher de IPI.a base de cálculo do ICMS é o valor da operação com mercadorias.em todos os meses em que uma empresa INDUSTRIAL gastar mais na compra de matérias-primas do que receber pelas vendas dos produtos acabados.não se constitui como um dos fatos geradores do IPI o desembaraço aduaneiro de produtos importados c. inclusive suas filiais.o fato gerador do ICMS se restringe à circulação de produtos industriais e ao desembaraço de produtos importados c. ela terá. peças e partes que resultem em novo produto. pela colocação de embalagem que se destine a dar nova configuração d.não se caracteriza como industrialização o processo de montagem que consiste na reunião de produtos.são contribuinte do IPI todas as pessoas jurídicas que praticam operações concernentes à circulação de mercadorias. a partir da emissão pelo fornecedor do documento fiscal hábil. na venda de seus produtos b. d. salvo se operarem exclusivamente no varejo c. podemos afirmar: a.não são equiparadas à industria as filiais dos estabelecimentos industriais. tais como seguros e fretes pagos pelo comprador 38 .Com relação à legislação do IPI.o direito ao crédito do IPI extinguir-se-á no prazo de quatro anos.são equiparadas à industria os estabelecimentos importadores.as industrias não podem se creditar do ICMS pago nas contas de energia elétrica utilizada pela fábrica.a simples circulação de mercadorias entre filiais de uma mesma empresa industrial não se caracteriza como fato gerador do ICMS b. 9.Assinale a alternativa correta: a.

a base de cálculo do IPI dos produtos importados inclui os tributos e os encargos cambiais pagos pelo importador. parcial ou intermediária b.Na escrituração contábil de uma empresa comercial. importe na obtenção de espécie nova c. ou o aperfeiçoe para o consumo não se considera industrialização o preparo de produtos alimentares.d. aperfeiçoe ou altere o funcionamento. quando a alíquota for zero não se equiparam a estabelecimento industrial os estabelecimentos importadores de produtos de procedência estrangeira. peças ou partes e de que resulte um novo produto ou unidade autônoma. o acabamento. se não realizarem qualquer operação que modifique a natureza.Considere as três assertativ as a seguir: não se considera estabelecimento industrial o que executa operações de que resulte produto tributado.são verdadeiras as duas últimas assertativas 12.é verdadeira apenas a última assertativa e.Não se considera industrialização a operação: a. 11. o funcionamento. som a mesma classificação fiscal. 13. a. quando esta se destine ao transporte da mercadoria e.que consista na reunião de produtos.as três assertativas são falsas b. o acabamento ou a aparência do produto d.que apenas modifique. mas que esteja incompleta. que dêem saída a esses produtos.definida como tal.é falsa apenas a primeira assertativa c. não acondicionados em embalagem de apresentação.que. exercida sobre matéria-prima ou produto intermediário. foi efetuado o seguinte lançamento de registro de mercadorias para revenda: 39 . a apresentação ou a finalidade do produto.são contribuintes do IPI todas as pessoas jurídicas que praticam operações que envolvam a circulação de mercadorias e. ou seja. pela colocação da embalagem.é falsa apenas a segunda assertativa d.que altere a apresentação do produto. a utilização.

50 d.400 unidades de mercadorias a R$ 125 cada IPI destacado na Nota fiscal do fornecedor Total da nota fiscal do fornecedor R$ 800. com a finalidade de revede -las. porque não registrou o destaque do IPI a recuperar.00 800. quando cobrados esses dois impostos: a. pode -se afirmar que o lançamento contábil: a. sendo que o ICMS deve ser contabilizado como custo das mercadorias 14.está correto.R$ 44. sendo que o IPI deve ser contabilizado como custo das mercadorias d. porque não registrou o destaque do ICMS a recuperar.00 Sabendo que o registro se refere a uma nota fiscal com as seguintes características: Aquisição de 6.000.Não está correto.00 de ICM e de R$ 10.excluindo o ICMS e o IPI e. mas não contribuinte do IPI.00 c.00 R$ 120.000. a empresa deverá registrar nos controles de estoques de mesas para revendas o valor unitário de: a.Mercadorias A Caixa 800.incluindo o IPI.R$ 41. mas incluindo o ICMS relativo à revenda 40 .está correto.00 Sabendo ainda que a mercadoria sujeita ao ICMS de 12% e que a empresa comercial não é equiparada a industrial para efeito do IPI.incluindo o ICMS e excluindo o IPI c.50 e.Uma empresa contribuinte do ICMS. a pesar de não registrar o destaque do IPI e.00 de IPI. apesar de não registrar o destaque do ICMS b.00 b-R$ 50.00 R$ 920.R$ 46.00 na aquisição de 4 mesas.50 15.não está correto. deve registrar como custo das mercadorias adquiridas para revenda.000.R$ 52. a firma Mento Ltda pagou o total de R$ 210.não está correto porque não contabilizou o ICMS e o IPI como impostos a recuperar c. excluindo o ICMS b.Em 25 de março.excluindo o ICMS e o IPI.000. Após contabilizar essa aquisição de mercadorias.incluindo o ICMS e o IPI d.000. Esse valor contém o preço das mesas com incidência de R$ 34.

adquiriu em dezembro 1. supondo que não havia saldo anterior em estoques: a. 41 .16.560 c.00 17.R$ 1.R$ 830.00 R$ 200.030. incluindo o ICMS Fretes pagos ao fornecedor IPI= 10% ICMS destacado na Nota= 18% R$ 2.900 quilos de matéria-prima Y.Uma empresa comercial adquiriu em abril mercadorias para comercialização.R$ 993.000 No mês de abril.000. assinale a alternativa correspondente ao custo unitário de aquisição da matéria-prima que será registrado no estoque.00 b. de um fornecedor localizado no interior do estado.R$ 1. A nota fiscal do fornecedor continha os seguintes dados: valor das matérias-primas IPI Valor total da nota fiscal ICMS destacado na nota fiscal R$ 1.856. a empresa vendeu 40% dessas mercadorias.00 por quilo.00 e .200.00 R$ 1. assinale a alternativa que contém o valor que poderá ser computado no custo das matérias-primas: a.R$ 1. A Industria de Autopeças Gavião Ltda.400 18.R$ 742.R$ 1.200.00 c.840 e.00 R$ 170. como segue: Valor das mercadorias.00 d.000 R$ 20.200.113. Com base nessas informações.R$ 1.R$ 630.A Companhia Alfa adquiriu matérias-primas para serem utilizadas na produção.Com base nas informações a seguir.00 Sabendo que o IPI e o ICMS são impostos recuperáveis para a empresa.R$ 1.170. assinale a alternativa correspondente ao saldo em 30 de abril dos estoques de mercadorias para comercialização. O preço de venda do fornecedor é de R$ 130.000 b.000.840 d.

A nota fiscal inclui ICMS de R$ 6.Uma empresa industrial adquire matéria-prima por R$ 50. segundo a Constituição Federal: a. sabendo que o ICMS corresponde a 18%: a.E$ 50. Com base nas informações.700.000. tendo gasto R$ 1.00 c.000. obtendo um desconto comercial de 10%.R$ 34.R$ 45. citada anteriormente adquiriu em dezembro 9.00 d.R$ 100.60 b-R$ 2.000.00.R$ 2.00 b-R$ 35.A Industria de Autopeças Gavião Ltda. assinale a alternativa correspondente ao custo de aquisição de cada caixa de papelão.00 com o frete.48 20.exclusivamente nas operações de circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação b.60 e-R$ 110.000.000.mais 20% de IPI. incluindo R$ 3.R$ 39.00 21 – O ICMS é um imposto que incide.00 e.00 de frete intermunicipal.00.00. Contratou a Transporte Irmãos Tartaruga para o transporte desse material do fornecedor até a fábrica.00 b-R$ 130.66 d-R$ 3.000.85 c-R$ 3. O ICMS corresponde a 18%: a.000.realizadas por comerciantes.300.000 caixa de papelão para embalagem das peças fabricadas e vendidas. Pagou ao fornecedor o total de R$ 33. a matéria-prima ser´pa debitada por: a.000.00 de IPI.000.36 19. Cons iderando que a empresa é contribuinte do ICMS e do IPI. O comprador pagou mais R$ 8.00 c-R$ 136.35 d-R$ 106.21 e-R$ 3. produtores e industriais 42 .00 e IPI R$ 5.000.

desde que um dos participantes seja produtor 22.crédito da empresa com fornecedores d. com atividade mista de industria de móveis apresentou em 31/12/2008 o seu BP: 43 .o custo das mercadorias vendidas foi elevado.adquiridas para consumo e.o método de contabilização de estoques utilizado foi o de inventário Permanente 25. no período. Tal situação pode ter sido conseqüência.crédito da empresa com o governo e.exclusivamente nas operações realizadas por produtores e industriais e.realizadas exclusivamente por comerciante e independente d.o volume de compras foi maior que o de vendas b.No final do exercício. acarretando um lucro bruto reduzido e.A empresa Ex-Pedra Ltda.vendidas a revendedor b. do seguinte fato: a.débito da empresa com fornecedores 23.o volume de vendas foi maior que o de compras c.crédito da empresa com clientes c.O saldo da conta ICMS a Recuperar representa: a.débito da empresa com o governo b.vendidas diretamente ao consumidor 24. os registros contábeis de uma empresa comercial de revenda de mercadorias apresentaram um saldo na conta ICMS a Recuperar maior que o ICMS a Recolher.a margem de contribuição foi menor do que 50% d.nas saídas de mercadorias.c.recebidas em consignação c.Um lançamento feito corretamente a débito da conta ICMS a Recuperar pode registrar a apropriação de ICMS incidente sobre mercadorias: a.adquiridas para revenda d.

533.00 432. Industria A Barateira Ltda Rua das Perobas sn Cascavel PR Natureza da operação CFOP 5.000.566.700.366. Endereço: Dados do produto Descrição unid quant .00 Fornecedores 48. apurar o IPI e o ICMS a recolher ou recuperar no periodo e apresentar as Demonstrações contábeis.67 Total do Passivo 732.67 Permanente Patrimônio Líquido Imobilizado Instalações Comerciais (balcões.101 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda.500.67 Soma do PL 1.000.00 NF nº Saída entrada CNPJ: Inscrição Estadual Industria Paradão Ltda Rua João da Silva São Paulo SP Natureza da operação NF nº Saída entrada total % 10 IPI CFOP CNPJ: 6.000.67 No mês de janeiro/2009 teve o seguinte movimento fiscal: Pede-se: Completar as notas fiscais.000.33 866.200.101 Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant .67 1.000.200. efetuar a escrituração fiscal e contábil.33 647.800.800.366.366.123.366.00 68.unit compensado chap 500 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI Total produtos Total NF 20.00 26.00 48.00 50.00 Capital Social Lucros acumulados 2.123.500.00 32.000.0 Total IPI Total produtos Total NF 44 .BALANÇO EM 31 DE DEZEMBRO 2008 ATIVO Disponível Caixa Bancos c/Movimento Duplicatas a receber Cartões de Crédito a Receber Estoques PASSIVO Circulante 52.00 172.00 475.00 4.100.00 Financiamento 86.00 8 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 260.00 Estoque de Mercadorias Soma do circulante 341.00 48.00 Soma do circulante Exigível a longo prazo Financiamentos 168.833.unit total % IPI MDF chap 100 42.67 3.00 700.000.000.000.vitrines) Imóveis e Benfeitorias Móveis e Utensílios Equipamentos de informática Veículos (-) Depreciações acumuladas Instalações comerciais Móveis e Utensílios Equipamentos informática Veículos Soma do permanente Total do ativo 85.00 240.

102 CNPJ: Inscrição Estadual O Varejo da Industria Cascavel PR NF nº Saída entrada Londrina PR Natureza da operação Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant compensado chp desconto 5% Cálculo ICMS Base de cálculo seguro 100 Natureza da operação unit 25.00 NF nº Saída entrada Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI Total produtos Total NF Total produtos Total NF O Atacadão Ltda O atacado da industria moveleira NF nº Saída entrada CFOP 5.0 Total IPI Total produtos Total NF ValeTudo Ltda São Paulo SP Natureza da operação Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant Cola branca kg 1 CFOP 6.910 NF nº Saída entrada CNPJ: Inscrição Estadual Industria A Barateira Ltda unit 55.101 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI lixa folh 100 50.00 total % IPI CFOP CNPJ: 5.00 total % 0 IPI CFOP CNPJ: 5.102 NF nº Saída entrada CNPJ: Inscrição Estadual João e Filho Ltda Curitiba PR Natureza da operação NF nº Saída entrada unit 55.00 Total IPI Total produtos Total NF Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 240.00 Total IPI Total produtos Total NF Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI Total produtos Total NF 45 .102 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI MDF chp 2 45.00 Cálculo ICMS ICMS Frete 60.910 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI compenas chap 10 o Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI 20.00 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 120.00 total % 0 IPI Rua das Perobas sn Cascavel PR Natureza da operação CFOP CNPJ: 5.ValeTudo Ltda São Paulo SP Natureza da operação Destinatário: Ex-Pedra Ltda Endereço: Dados do produto Descrição unid quant Cola branca kg 100 CFOP 6.

00 8 Total produtos Total NF Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação CFOP 6.00 8 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 5.101 Inscrição Estadual Destinatário: Comercio de Moveis Criciúma Ltda Endereço: Criciúma SC Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI Camas unid 100 300.107 Inscrição Estadual Destinatário: Julio da Silva Endereço: São Paulo Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI camas unid 10 300.0 Total IPI Total produtos Total NF Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação NF nº Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação NF nº Saída entrada Saída entrada CFOP CNPJ: 5.00 8 Total produtos Total NF CFOP CNPJ/CPF 5.101 Inscrição Estadual Destinatário: Comercio de Móveis Cascavel Ltda Endereço: Cascavel PR Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI camas unid Cálculo ICMS Base de cálculo seguro 50 ICMS Frete Total IPI 310.202 Inscrição Estadual Destinatário: Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI camas unid 10 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI 300.0 Total IPI Total produtos Total NF Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 200.00 NF nº Saída entrada CNPJ: Inscrição Estadual Comercio d Moveis Criciúma Ltda Criciúma SC Natureza da operação NF nº total % 8 IPI Saída entrada CFOP CNPJ/CPF 6.00 8 CFOP CNPJ/CPF: 6.00 8 Total produtos Total NF Total produtos Total NF 46 .0 Total IPI 350.107 Inscrição Estadual Destinatário: Pedro dos Santos Endereço: Curitiba PR Dados do produto Descrição unid quant unit total % IPI camas unid 3 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete 120.Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação NF nº Ex-Pedra Ltda Cascavel PR Natureza da operação NF nº Saída entrada Saída entrada CFOP CNPJ: 6.000.201 Destinatário: Industria Paradão Ltda Rua João da Silva São Paulo SP Dados do produto Descrição unid quant unit MDF chap 10 Cálculo ICMS Base de cálculo seguro ICMS Frete Total IPI 42.

318.000. no estado do Paraná.00 72.000.00 268.000.00 cada.Determine o SIMPLES estadual (ICMS) a recolher nas seguintes situações: Receita Bruta R$ Receita bruta Percentual acumulada últimos de 12 meses redução 20.00 2.00 Base de cálculo Alíquota R$ ICMS Simples 28.3 compra de 120 mesas a R$ 50.Responda as seguintes questões: a.00 315.Quais são os contribuintes do ICMS? 47 .00 167.000.000.Qual é o fato gerador do ICMS o que compreende? c.2 Venda de 190 armários a vista para consumidores diversos a R$ 600.00 2.000.085. 2. 2.26 -A empresa Paradão Ltda.00 32.Destaque os principios constitucionais que regem o ICMS e transcreva o seu entendimento quanto a esses princípios.00 362.000.00 cada.000.000.162.829. oriundas do estado de Santa Catarina. adquiridas de um comércio atacadista do estado do Paraná.00 826. 27.000.00 2.000.000.00 cada. 2.316.4 Venda de 120 mesas a R$ 80. estabelecida como ramo de comércio de Móveis teve o seguinte movimento econômico no mês de janeiro/2007: 2.00 1.00 cada uma para um estabelecimento varejista estabelecido no estado do Paraná Pede-se determinar o estoque de mercadorias através da MPM e fazer a apuração do IPI e do ICMS a recolher ou a recuperar.000.000.000.00 492.00 120.00 67.000.000.00 1.00 220.000. b.445.1 Compra a prazo de 200 armários para revenda a R$ 400.000.00 180.00 270. com IPI de 4%.000.00 1.

Qual foi a intenção da legislação ao criar o substituto tributário? e. é de 20%. etc 48 . sobre o total das remunerações pagas.Qual é a definição legal de industrialização? k.De acordo com a legislação tributária.Qual é a base de cálculo do ICMS? Em que circunstâncias o IPI deve ser incluído na base de cálculo? f. além das contribuições previstas do RPS. aos segurados empregado e trabalhador avulso. quais são as condições que devem ser atendidas para que o contribuinte possa se creditar do ICMS pago nas compras? g. quais são as condições que devem ser atendidas para que o contribuinte possa se creditar do IPI pago nas compras? 4.d. h.Comente a figura do substituto tributário. devidas ou creditadas. bem como ao contribuinte individual.Destaque os princípios constitucionais tributários que regem o IPI e transcreva o seu entendimento quanto a eles. a qualquer título. no decorrer do mês.Qual é a base de cálculo do IPI? l. A Contribuição para terceiros varia de acordo com a atividade da empresa.De acordo com a legislação tributária.Quais são os fatos geradores do IPI? i.Quais são os contribuintes do IPI? j. transporte ferroviário e de cargas urbano. TRIBUTOS SOBRE A FOLHA DE PAGAMENTO 4. a qual é distinguida pelo código FPAS (Fundo de Previdência e Assistência Social) sendo: § 507 – Indústria.1 Contribuições ao INSS A contribuição para o INSS a cargo da empresa.

horas extras.1.3 Tabela de Contribuição dos Segurados Empregado.5 Senac Sesc TOTAL 5.Educ 2.1 Contribuição para terceiros segundo o FPAS: FPAS 507 515 S.4 Contabilização da Folha de pagamento e das obrigações para com o INSS 1.2 Senai 1.Pela Folha de pagamento – salario bruto.2 Contribuição para o RAT – Risco Ambiental do Trabalho § § § risco leve: 1% risco médio: 2% risco grave: 3% 4.00 9.1. salário familia e desconto do INSS Débito: Ordenados e Salários (Custo ou Despesas com pessoal) – sem descontos Débito: INSS a recolher ( passivo circulante) .1. 4. Provisão para Férias e 13º Salário D: Férias (Custo ou despesas com pessoal C: Provisão p/férias a pagar (Passivo circulante) D: 13º salário (Custo ou despesas com pessoal) 49 .2 0.8+ 1.Pelos encargos da empresa.pelo salário familia a pagar Crédito: Salários a pagar (passivo circulante) – pelo líquido a pagar ao empregado Crédito: INSS a recolher (passivo circulante) – pelo desconto feito sobre a folha 2.2 ou 3%) Débito: INSS (Custo ou Despesas com pessoal) Crédito INSS a recolher (passivo circulante) 3.00 11.6 1. parte empresa.0 Sesi 1.0 1.5 Incra 0. adicionais.8 4. terceiros e RAT (20% + 5.§ 515 – Comércio atacadista.5 2. para Pagamento de Remuneração a Partir de 1º de Janeiro de 2008 SALÁRIO-DE-CONTRIBUIÇÃO (R$) 8.1. etc.8 5.5 Sebrae 0. Empregado Doméstico e Trabalhador Avulso.00 ALÍQUOTA % 4. comércio varejista.6 0.

permanência do trabalhador por igual período fora do regime do FGTS. a ser utilizado por esse nos seguintes casos: § § § § § § § § Demissão do trabalhador sem justa causa Termino do contrato por prazo determinado Aposentadoria Suspensão do trabalho avulso Falecimento do trabalhador Quando o trabalhador ou quelquer de seus dependentes for portador do vírus HIB Quando o trabalhador ou qualquer de seus dependentes for acometido de neoplastia maligna (câncer) Permanência da conta sem depósito por três anos ininterruptos. A empresa deve recolher ao FGTS 8% da remuneração mensal do empregado. sobre o monatnte dos depósitos da conta do empregado 50 .036 de 1990. para os contratos rescindidos até 13/07/1990 e para os demais. devidamente reconhecida pelo governo federl e observadas as demais exigências da lei Compra da casa própria Pagamento de parte do saldo devedor das prestações de finanaciamento do SFH Amortização e/ou liquidação de saldo devedor de financiamento do SFH Aplicação em FMP/FGTS. quando da venda de empresas públicas. representa uma reserva constituida por depósitos realizados pelo empregador com base na remuneração do empregado. No caso de despedida sem justa causa.2 Contribuições ao FGTS O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço foi instituido em 1966 e regido. § § § § § § § Recisão do contrato por culpa recíproca ou força maio Recisão do contrato por extinção total ou parcial da empresa Ocorrência de calamidade pública que tenha afetado a residência do trabalhador. que deverá fornecer o respectivo extrato a tempo para a homologação da recisão do contrato de trabalho. em conta deste. atualmente pela Lei 8. Juntamente com a multa. na Caixa Econômica Federal.C: Provisão p/13º salário (Passivo Circulante) 4. deverá ser recolhida a contribuição de 10%. o empregador pagará uma multa de 40% sobre o saldo da conta vinculada do trabalhador na Caixa Econômica Federal.

60 a 2.866.52 Dedução por dependente R$ 144. titular de empresa individual. O imsposto é calculado mediante a utilização da tabela progressiva mensal.Pelo recolhimento Débito: FGTS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante) 4.70 Acima de 2.3 IRRF sobre Rendimentos do Trabalho De acordo com o RIR.5 Parcela a deduzir do imposto em R$ 215. participação dos trabalhadores nos lucros ou resultados da empresa e demais remunerações decorrentes de vículo empregaticio. soldo. inclusive adiantamento de salário a qualquer título. indenização sujeita à tributação. 51 . divulgada no site da SRF (www. vencimento. ordenado. pensão civil ou militar. o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre os rendimentos do trabalho tem como fato gerador o pagamento de salário. poderão ser deduzidas do rendimento bruto.2. diretor e administrador de pessoa jurídica.20. provento de aposentadoria. além dos dependentes: § As importâncias pagas a título de pensão alimentícia quando em cumprimento de decisão judicial ou acordo homologado judicialmente.434. 2005). Para fins de apuração da base de cálculo a ser tributada.434.59 De 1.4.Pelos encargos mensais Débito: FGTS (Despesas com pessoal) Crédito: FGTS a recolher (ativo circulante) 2. pró-labore.1 Contabilização do FGTS 1. reserva ou reforma.receita. gratificação e participação dos dirigentes nos lucros.70 Alíquota (%) 15. remuneração de conselheiro fiscal e de administrador.br): Tabela Progressiva mensal a partir de janeiro 2009: Base de cálculo mensal em R$ Até 1.fazenda.866.gov. recebido por pessoas físicas residentes no Brasil (Oliveira. benefício da previdência Social ou privada. comissão.0 27.19 573.

Pessoal está correta? a. anotando alguns dos encargos sociais sobre a folha: Encargos sobre a folha % Contribuição ao INSS – parte empresa Contribuição para terceiros Seguro de acidente do trabalho – risco grave Fundo de garantia por Tempo de Serviço 2.00 R$ 3. que alguns funcionários não constavam da lista. então.000. não tinham direito a férias.8% a alíquota total da Previdência.O contador da Empresa Gama. 2005) EXERCICIOS 1.Sim.A empresa elaborou a folha de pagamento de pessoal da área administrativa com salários no montante de R$ 30.00 3.Preencha a tabela a seguir. por isso.00 R$ 11.00 R$ 8.640. pois as faltas injustificada afetam a gradação alusiva ao período das férias b. Pessoal. Estados. recebeu do Departamento Pessoal uma relação contendo os valores que deveria provisionar sobre férias dos empregados. quando estava encerrando as demonstrações contábeis do exercício de 2006. sendo 11% da parte dos empregados e 28. pois se as faltas injustificadas ao trabalho não tiverem sido descontadas no salário.00. refletirão nas perdas das férias 52 .§ As contribuições para a previdência social da União. É de 39.8% da parte patronal. Notou. pois as faltas injustificadas ao trabalho devem ser descontadas do período das férias c. recebu a informação de que esses funcionários haviam tido um númeron excessivo de faltas.000.Sim. as contribuições para as entidades de previdência privada domiciliadas no Brasil (Oliveira.Sim. A resposta do Depto.940. e que. Consultando o Depto. A contabilização dos encargos da empresa com a Previdência é: a) Despesas com salários a Contribuições a Recolher b) Despesas com Previdência a Contribuições a Recolher c) Despesas Com previdência a Contribuições a Recolher d) Despesas com Salários a Contribuições a Recolher R$ 30. Distrito Federal e dos Municípios.300.

Determinada empresa costuma contabilizar as férias de seus funcionários somente no período de seu efetivo pagamento. pois observa inobserva.d. a partir do mês do efetivo usufruto das férias por parte do funcionário. imposto de renda. pois inobserva o Princípio da Prudência.As empresas devem recolher a contribuição social para a previdência descontada dos funcionários.está incorreta. o Princípio da Oportunidade d. quando de sua demissão c. a adoção do maior valor para o registro 5. A contabilização da folha de pagamentos segue as mesmas normas 53 . visto que o valor depositado será revertido para os trabalhadores.O Imposto de Renda retido na fonte dos funcionários da produção deve ser contabilizado como custo de produção no mês de competência b.O Imposto de Renda retido na Fonte dos funcionários da administração deve ser contabilizado como despesa. visto que não terá nenhim empregado com férias vencidas e não pagas 6.A folha de pagamentos de uma empresa resume os valores financeiros de todos os empregados. o Princípio da Competência no que diz respeito à inclusão na apuração do resultado do período da ocorrência c. sempre que surge um passivo. não repercutindo nas férias 4. assim como a contribuição social para a previdência social devida pelo empregador e. só há o surgimento da obrigação.Assinale a alternativa correta: a. entre outros. no mês em que os salários forem pagos d. data do encerramento das demonstrações contábeis.está correta.Não. pois as flatsa injustificadas ap trabalho devem ser apenas descontadas no salário do empregado. descontos relativos aos encargos sociais. com base na seguinte justificativa: Em realidade.Uma empresa que tenha iniciado suas atividades em 20 de fevereiro de 2006 não precisará constituir a provisão para férias em 31 de dezembro de 2006.” Essa afirmação: a. especificando as parcelas de salários.Não.está correta.está incorreta. pois as flatsa injustificadas ao trabalho são irrevelantes para efeito de férias e.O fundo de garantia do tempo de serviço dos funcionários administrativos não deve ser contabilizado como despesas da empresa. que deterrmina. pois observa o Princípio da Prudência b. adiantamentos e outros. pois observa. entre outros.

devidas e não pagas.das contribuições previdenciárias a recolher e o FGTS a recolher são parcelas que.200.o desembolso com adiantamento a empregado implica um registro a débito da conta de adiantamentos a empregados e a crédito de uma das contas das disponibilidades 7.00 e foram realizadas 15 horas extras diurnas. julgue os itens a seguir e assinale as alternativas corretas: a.o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do pessoal que desenvolve tarefas na área de administração geral deve ser contabilizado como despesa operacional d.200. depois de deduzidos os encargos sociais.Assinale as alternativas corretas: a.as contribuições previdenciárias a recolher compreendem as parcelas da empresa e dos empregados c. devido pelas empresas. ou seja.00 54 H extras DSR 13º salário Férias INSS FGTS Total .o valor das contribuições para a previdência social descontadas dos funcionários da fábrica deve ser contabilizado como custo da produção c.00 mensais.uma empresa que apurar prejuízo em determinado período contábil não poderá constituir a provisão para férias e 13º salário b. Calcular os encargos sociais e trabalhistas o salário de um empregado R$ 1.básicas aplicáveis aos fatos contábeis em geral. Faça os lançamentos correspondentes.200.Calcule os encargos sociais e trabalhistas de uma industria sobre uma folha de pagamento de R$ 8. impostos e demais descontos incidentes sobre os proventos dos empregados b.o IBRACON considera correto o procedimento de reconhecer contabilmente os custos e as despesas com as férias e 13º salário somente por ocasião do pagamento desses benefíc ios aos funcionários a provisão para férias deve ser classificada no Passivo Circulante 8.as despesas/custos de salários de uma empresa são representados pelos valores líquidos desembolsados. Relativamente a esse assunto. incidentes sobre as férias dos funcionários d. devem ser demonstradas no passivo circulante como saldo devedor e.a legislação tributária aceita como dedutível o provisionamento dos encargos sociais. Salário 13º salário 1/12 Férias 1/12 + 1/3 INSS FGTS total 9. Fazer os lançamentos correspondentes salário 1.

20 ou 40% sobre o salário mínimo regional Periculosidade: 30% sobre o salário do empregado Adicional noturno: 20% s/ hora diurna 55 . Elabore a folha de pagamento da Empresa ExPedra Ltda.00 1.00 580.220 horas mensais 44 horas semanais OBS: Oras extras diurnas com 50% de acréscimo DSR : HE/25 x 5 10.600.000.familia 2 1 3 Dependentes Sal.familia 1 H 1 3..00 adicional adicional Insalub 20% periculosid ----adicional Horas extras 8 9 5 Horas extras 4 5 8 Horas extras faltas faltas 1 dia 2 dias Vale transporte sim sim sim Vale transporte sim não não Vale transporte B 2 C 4 Administração: Empregado Dependentes IR D E F Direção: Diretor G 2 1 Dependentes IR 2 faltas Dependentes Sal.00 Salário 3.00 1. sabendos-e que o grau de risco da empresa é grave e que seu quadro de funcionários é composto de: Produção: Empregado A Dependentes IR 3 Dependentes Sal.000.480.familia 1 Salário 900.00 Salário 840.00 Remuneração 13º salário Férias INSS FGTS Total 11.00 e o pro labore R$ 2.000.00 960. e faça os respectivos lançamentos .Calcular os encargos sociais e trabalhistas do período sendo o salário mensal de 6.600.00 OBS: insalubridade: 10. calcule os encargos trabalhistas e sociais.

PRODUÇÃO Empregado Salário HE adicional DSR Faltas Subtotal Sal família IRRF INSS Vale transp Líquido receb Somas ADMINISTRAÇÃO Empregado Salário HE adicional DSR Faltas Subtotal Sal família IRRF INSS Vale transp Líquido receb Somas DIREÇÃO Diretor Salário HE adicional DSR Faltas Subtotal Sal família IRRF INSS Vale transp Líquido receb Somas TOTAIS Encargos trabalhistas e sociais Produção 13º Salário Férias Parte empresa administração 13º Salário INSS RAT FGTS Terceiros Férias Parte empresa INSS RAT FGTS Terceiros Direção 13º Salário Férias Parte empresa INSS RAT FGTS Terceiros 56 .

LIVRO RAZÃO Nº Conta Débito Crédito 57 .

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCICIO RECEITA OPERACIONAL BRUTA Vendas produtos no mercado interno Vendas produtos no mercado externo (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA Vendas Canceladas Descontos Incondicionais vendas mercado interno ICMS ISS PIS s/Fat COFINS (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-) CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS Compras Matéria prima Compras Matéria Secundaria Compras de Material de Consumo Ordenados e Salários INSS FGTS 13º Salário Férias (=) LUCRO BRUTO OPERACIONAL (-) DESPESAS OPERACIONAIS (-)Despesas Administrativas Ordenados e Salários Honorários profissionais Pró-labore INSS FGTS (+) OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS Descontos Recebidos Bonificações Recebidas (=) LUCRO OPERACIONAL RESULTADOS NÃO OPERACIONAIS (+)Ganhos de Capital (-) Perdas de Capital (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IRPJ E CSLL (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/IRPJ (=) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 58 .

BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO Disponível Caixa Bancos c/Movimento Duplicatas a receber Cartões de Crédito a Receber Estoques Estoque de Mercadorias Soma do circulante PASSIVO Circulante Fornecedores Financiamento Soma do circulante Exigível a longo prazo Financiamentos Soma ELP Permanente Imobilizado Instalações Comerciais Imóveis e Benfeitorias Móveis e Utensílios Equipamentos de informática Veículos (-) Depreciações acumuladas Instalações comerciais Móveis e Utensílios Equipamentos informática Veículos Soma do permanente Total do ativo Patrimônio Líquido Capital Social Lucros acumulados Soma do PL Total do Passivo 59 .

A Lei complementar do ISS de Cascavel encontra-se disponível no site WWW. A figura do responsável.1 Imposto Sobre Serviços – ISS O ISS é de competência dos municípios e incide sobre os serviços prestados pelas empresas – pessoas jurídicas – ou pelo profissionais autônomos.cascavel.1. art 198 exige que o tomador do serviços retenha e recolha o imposto quando o prestador for de outro município. 2003). na NA 13/2003. 2003). que não são tributados pelo ISS pelo fato de já serem tributados pelo Estado ou pela União (Oliveira et al. geração e fornecimento de energia elétrica.gov. Não são.1 Fato gerador Corresponde à prestação dos serviços constantes da lista ou relação – anexa à Lei Complementar. Elementos essenciais para a ocorrência do fato gerador do ISS: § § § Efetividade e habitualidade do serviço prestado. 60 . devedndo ser a realização deste em nome próprio.1. É o caso da prestação de serviços de telecomunicação. pessoas jurídicas ou físicas. 5. Autonomia do serviço prestado. 2003). e Os diretores membros dos conselhos consultivo e fiscal. porém.pr. entre outros Oliveira et al. porque a legislação municipal pode eleger a pessoa responsável pelo pagamento do imposto. sujeito passivo indireto obrigado a cumprir o pagamento do tributo em nome do contribuinte também existe no ISS. O município de Cascavel. em arquivo de leis. desde que o f gerador do serviço já não seja de ato competência tributária do Estado ou da União. Os trabalhadores avulsos. transportes.br. 5. Fianalidade lucrativa da atividade prestada. com ou sem estabelecimento fixo.5 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O FATURAMENTO 5. considerados contribuintes do ISS: § § § Quem presta serviços com vínculo empregatício. mesmo que a prestação de tais serviços envolva também o fornecimento de mercadorias (Oliveira et al. etc.2 Contribuintes e responsáveis Os contribuintes desse imposto são os prestadores de serviços. NA 13/2003. dos serviços prestados na tabela de cada município.

Em Cascavel existem três alíquotas: 2%. 2003). considerada a receita bruta sem nenhuma deduçãi. Das faturas de subempreiteiras.1.1. 5.6Contabilização do ISS 1. 5. b) Base de cálculo A base de cálculo é a receita bruta de bens e serviços com as seguintes exclusões: § § as vendas canceladas os descontos incondicionais 61 .5 Prazo de recolhimento e período de apuração Depende da regulamentação de cada município. excetuando os descontos ou abatimentos concedidos indepentemente de qualquer condição.3 Base de cálculo A base de cálculo é o preço do serviço.5. 5. 5. No caso de obras civis. de acordo com a tabela da NA 13/2003. Em Cascavel o prazo de recolhimento é até o dia 15 do mês subsequente ao fato gerador e apuração é mensal (Oliveira. alguns municípios admitem deduzir do preço dos serviços o valor: § § Dos materiais adquiridos de terceiros e aplicados na obra. et al.1.1.4 Alíquotas A fixação da alíquota do ISS é atribuição de cada município.Pelo pagamento do ISS Débito: ISS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante). 2003).Pela prestação do serviço Débito: ISS (deduções da receita bruta) Crédito: ISS a recolher (passivo circulante 2. já tributadas anteriormente pelo ISS (Oliveira et al. 3% e 5%. 2003).2 Programa de Integração Social – PIS a) Contribuintes São contribuintes com base no faturamento mensal as pessoas jurídicas com fins lucrativos (Oliveira et al.

com pagamento em moeda conversível vendas a empresa comercial exportadora com o fim específico de exportação. as pessoas jurídicas optantes SIMPLES. que não representem ingresso de novas receitas as receitas decorrentes das vendas de bens do ativo permanente dos resultados positivos – lucro – obtidos em decorrência de avaliação de investimentos em participações societárias pelo método da equivalência patrimonial dos lucros e dividendos recebidos ou a receber em decorrência de investimentos em participações societárias.2. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. as autarquias e fundações públicas federais. sociedades de crédito.1 PIS CUMULATIVO O PIS cumulativo não permite nenhuma dedução a título de crédito do valor a recolher e permanecem sujeitas às normas do regime da cumulatividade : § § § § § as pessoas jurídicas tributadas pelo imposto de renda com base no lucro presumido ou arbitrado. empresas de arrendamento mercantil e cooperativas de crédito. empresas de capitalização. abertas e fechadas. as pessoas jurídicas imunes a impostos. sociedades de crédito imobiliário.718 de 27/11/1998). bancos de investimento. entidades de previdência privada. caixas econômicas. 5. pessoas jurídicas que tenham por objeto 62 . os órgãos. sociedades corretoras. estaduais e municipais e as fundações cuja criação tenha sido autorizada por lei (Lei 9. empresas de seguros privados. bancos comerciais. financiamento e investimento.§ § § § § § § o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) o ICMS quando destacado em Nota Fiscal e cobrado pelo vendedor dos bens ou serviços prestados na condição de substituto tributário (automóveis e refrigerantes) as reversões de provisões as recuperações de créditos baixados como perdas. c) A contribuição para o PIS não incide sobre: § § § exportação de mercadorias para o exterior prestação de serviços para pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior. bancos de desenvolvimento. limitados aos valores efetivamente baixados.

receitas decorrentes do serviço prestado por hospital.2.2 PIS NÃO CUMULATIVO (Lei 10. operações de empresas de transporte aéreo ou quaisquer outras submetidas à incidência monofásica da contribuição.65% 5. exceto: § § receitas não operacionais. casa de saúde e de recuperação sob orientação médica e por banco de sangue. 63 . § § § § preparação composta para bebidas alcoólicas. decorrentes da venda de ativo permanente. pronto-socorro. nas pessoas juríd icas cujo objeto seja a compra e venda de veículos automotores. receitas decorrentes de prestação de serviços de empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens. refrigerantes e cervejas.0.1 Alíquota . vendas canceladas e descontos incondicionais. etc. venda de derivados de petróleo e gás natural. o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido. metroviário. máquinas. § § § § § § § as sociedades cooperativas. ferroviário e aquaviário de passageiros.1. reversão de provisões e recuperações de créditos baixados como perda que não representem o ingresso de novas receitas.a securitização de créditos imobiliários e financeiros e as operadoras de planos de assistência à saúde. adquiridos para revenda. § venda de veículos usados. receitas decorrentes da prestação de serviços de telecomunicações. receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte coletivo rodoviário. medicamentos e produtos de perfumaria.. as receitas decorrentes de prestação de serviços de educação infantil. receitas de empresas integrantes do Mercado Atacadista de Energia Elétrica (MAE). e embalagens de alumínio e PET.637 de 30/12/2002) O total das receitas compreende a receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia e todas as demais receitas da pessoa jurídica. 5. bem como dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados.2. tratores e veículos. ensinos fundamental e médio e de educação superior.

5. ou na prestação de serviços. utilizados na atividade da empresa.1 Alíquota: 1.2 Crédito do PIS Não Cumulativo As Pessoas Jurídicas que recolher o PIS pelo Regime Mão Cumulativo podem creditar-se do valor resultado da aplicação da mesma alíquota (1. quando o ônus for suportado pelo vendedor. inclusive combustíveis e lubrificantes. armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda. despesas financeiras decorrentes de empréstimos. em imóveis próprios ou de terceiros.2. § máquinas.2. financiamentos e o valor das contraprestações de operações de arrendamento mercantil de pessoa jurídica . 64 .65% sobre: § § § § § bens adquiridos para revenda. bens recebidos em devolução cuja receita de venda tenha integrado o faturamento do mês ou do mês anterior. utilizados nas atividades da 5. máquinas e equipamentos pagos a pessoa jurídica. exceto aqueles que tenham sido adquiridos de pessoa jurídica na condição monofásica e aqueles submetidos à incidência monofásica da contribuição: bens e serviços utilizados para o insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda. exceto de optante pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Micro Empresas e das Empresas de Pequeno Porte – SIMPLES.2.3 Receitas Financeiras – Não incidência As empresas que recolherem o PIS pelo Regime não cumulativo não tributarão suas receitas financeiras. e tributada conforme o disposto nesta Lei. adquiridos para utilização na produção de bens destinados à venda.2.2. § § § edificações e benfeitorias empresa. (a ser utilizado em 24 parcelas mensais).65% 5.§ lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita. equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado. energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica. aluguéis de prédios.2.

criados ou autorizados por lei.65% 3. calculada sobre a folha de pagamento mensal.2.2.2. inclusive as fundações definidas como empregadoras pela legislação trabalhista. em relação às operações praticadas com cooperados.1. científico e as associações que preencham as condições e requisitos legais. partidos políticos. habitualmente. federações e confederações.2.Pela receita bruta gerada no período Débito: PIS s/Fat (Impostos incidentes s/vendas) Crédito: PIS s/Fat a recolher (passivo circulante) 2.3.3 PIS sobre Folha de pagamento (Lei 9. recreativo.4 Contabilização do PIS Cumulativo 1.65% 2.718/1998) 5. tais como: § § § § § § § § § § templos de qualquer natureza. serviços sociais autônomos.5. instituições de educação e de assistência social que não realizem. fundações de direito privado.Contribuintes A contribuição ao PIS. cultural. condomínios de proprietários de imóveis residenciais e comerciais que possuam empregados. é devida pelas entidades sem fins lucrativos.Regime Cumulativo: 0. Alíquotas do PIS/Faturamento e sobre a Folha de Pagamento 1. conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas.Regime não Cumulativo: 1. 5. entidades de caráter filantrópico.2.3.Pelo recolhimento do tributo Débito: PIS s/Fat a recolher Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) Contabilização do PIS não Cumulativo 65 . venda de bens e serviços e que preencham as condições e requisitos legais. sindicatos.Prazo de recolhimento Até o último dia útil à quinzena subsequente ao fato gerador. Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e as organizações estaduais de ccoperativas.Folha de Pagamento: 1% 5.

Pelo recolhimento do tributo Débito: PIS s/Folha de pgto a recolher (passivo circulante) Crédito. 5.Pelo valor a recolher originado no período Débito: PIS s/Folha de Pagamento (Despesas operacionais) Crédito: PIS s/Folha de pgto a recolher (passivo circulante) 2. oi à previdência e à assistência social e incide sobre o faturamento mensal das pessoas jurídicas.1 Alíquotas § § Regime Cumulativo: 3% Regime não Cumulativo: 7.1.2 Contribuintes 66 .Pelo saldo devedor a recolher Débito: PIS s/ Fat a recolher (Passivo circulante) Crédito: Pis s/Fat a recuperar (ativo circulante) 4.6% 5.Pelo crédito gerado pelas compras/alugueis.Pelo débito originado pelo faturamento do mês Débito: PIS s/Fat (impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: PIS s/Fat a recolher (passivo circulante) 3. o IPI e o ICMS quando cobrado pelo vendedor dos bens ou serviços na condição de substituto tributário.3. Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 5.3.3 COFINS A COFINS f instituída para assegurar os direitos relativos à saúde (Lei 1. etc Débito: PIS s/Fat a recuperar (ativo circulante) Crédito: PIS s/Fat sobre Compras (resultado) 2. excluídas as vendas canceladas.940 de 25/05/1982). os descontos incondicionais.Pelo recolhimento do tributo Débito: PIS s/Fat a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante Contabilização do PIS sobre a folha de pagamento – alíquota de 1% 1. sendo este entendido como a receita bruta.

3 Base de cálculo A receita bruta é a § totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica.3. § § § as sociedade cooperativas quanto aos atos cooperativos próprios de suas finalidades. § as reversões de provisões operacionais e recuperação de créditos baixados como perda. 5. o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido e os lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição.4 Não Incidências da COFINS § § § venda de mercadorias para o exterior (exportação). venda a empresa comercial exportadora com o fim específico de exportação. pois a COFINS está incluída no pagamento do imposto simplificado. no período em que ficarem submetidas a este regime. São permitidas as seguintes exclusões (Lei 9. orfanatos. as sociedades civis de profissão regulamentada. 5. que tenham sido computados como receita. as entidades beneficientes de assistência social que atendam as exigências estabelecidas em lei. independente da atividade exercida ou da classificação contábil. quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário.3. santas casas de misericórdia etc.São as pessoas jurídicas em geral e aquelas equiparadas segundo a legislação do Imposto de Renda.718/1998): § as microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP). construtoras e incorporadoras de imóveis. 5.3.718/98): as vendas canceladas. incluindo as instituições financeiras. que optarem pelo sistema integrado de pagamento de impostos e contribuições (SIMPLES). São isentas da COFINS (Lei 9. que não representem ingresso de novas receitas. os descontos incondicionais concedidos. com pagamento em moeda conversível. prestação de serviços para a pessoa física ou jurídica domiciliada no exterior. o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações (ICMS).5 COFINS Cumulativa 67 . § as receitas decorrentes da venda de bens do permanente. como os asilos. o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

e não permite nenhum desconto a título de crédito. sociedades de crédito imobiliário. bancos de desenvolvimento. Lucro Arbitrado e as demais situações listadas abaixo. empresas de arrendamento mercantil e cooperativas de crédito. pessoas jurídicas que tenham por objeto a securitização de créditos imobiliários e financeiros e as operadoras de planos de assistência à saúde. 1º: “A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social .3. receitas decorrentes da prestação de serviços de transporte coletivo rodoviário. § § § § § § § § os órgãos públicos. casa de saúde e de recuperação sob orientação médica e por banco de sangue.A COFINS cumulativa é aplicada às empresa tributadas pelo Lucro Presumido.6 COFINS não cumulativa A LEI nº 10. § § § § as pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Presumido ou Arbitrado. assim entendido o total das receitas auferidas pela pessoa jurídica.COFINS. as receitas decorrentes de prestação de serviços de educação infantil. financiamento e investimento. bancos comerciais. bancos de investimento. com a incidência não cumulativa. sociedades corretoras. as pessoas jurídicas imunes a impostos. as autarquias e fundações públicas federais. empresas de capitalização. receitas decorrentes do serviço prestado por hospital. alterou a Legislação Tributária: Art. sociedades de crédito.” 68 . as sociedades cooperativas. estaduais e municipais. receitas de empresas integrantes do Mercado Atacadista de Energia Elétrica (MAE). tem como fato gerador o faturamento mensal. empresas de seguros privados. distribuidoras de títulos e valores mobiliários. as pessoas jurídicas optantes pelo SIMPLES. ensinos fundamental e médio e de educação superior.1 Alíquota da COFINS Cumulativa: 3 % 5. receitas decorrentes da prestação de serviços de telecomunicações. 5.5. caixas econômicas. receitas decorrentes de prestação de serviços de empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens. metroviário.003. independentemente de sua denominação ou classificação contábil. ferroviário e aquaviário de passageiros. pronto-socorro.833 de 29 de dezembro de 2. abertas e fechadas. entidades de previdência privada.3.

medicamentos e produtos de perfumaria.833 determina que: “Para determinação da COFINS aplicar-se-á. o total das receitas compreende a receita bruta da venda de bens e serviços nas operações em conta própria ou alheia e todas as demais receitas da pessoa jurídica. 5.6.6% (sete inteiros e seis décimos) da COFINS será aplicada sobre a base de cálculo apurada.Portanto. tratores e veículos. o resultado positivo da avaliação de investimentos pelo valor do patrimônio líquido. etc. operações de empresas de transporte aéreo ou quaisquer outras submetidas à incidência monofásica da contribuição. Do valor apurado a pessoa jurídica poderá descontar os seguintes créditos.2º da Lei nº 10. bem como dos recebidos como parte do preço da venda de veículos novos ou usados.” 5. lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido computados como receita. exceto: § § receitas não operacionais. refrigerantes e cervejas. máquinas. inclusive combustíveis e lubrificantes. reversão de provisões e recuperações de créditos baixados como perda que não representem o ingresso de novas receitas.3. energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica. adquiridos para revenda.2 Créditos da COFINS Não Cumulativa A alíquota de 7. 69 . § § § § § preparação composta para bebidas alcoólicas.1º. e embalagens de alumínio e PET.6. vendas canceladas e descontos incondicionais. exceto aqueles que tenham sido adquiridos de pessoa jurídica na condição monofásica e aqueles submetidos à incidência monofásica da contribuição: bens e serviços utilizados para o insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda.3..6% (sete inteiros e seis décimos por cento. venda de derivados de petróleo e gás natural. § venda de veículos usados. nas pessoas jurídicas cujo objeto seja a compra e venda de veículos automotores.1 Alíquota da COFINS Não Cumulativa O Art. decorrentes da venda de ativo permanente. desde que adquiridos ou pagos a pessoa jurídica domiciliada no País: § § § bens adquiridos para revenda. sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no Art. a alíquota de 7.

3.Pelo faturamento do mês Débito: COFINS (Impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: COFINS a recolher (passivo circulante) 2. 5.3. § § § edificações e benfeitorias empresa. equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado. Débito: COFINS a recuperar (Ativo circulante) 70 . financiamentos e o valor das contraprestações de operações de arrendamento mercantil de pessoa jurídica .Pelo crédito originado pelas compras de produtos/mercadorias/alugueis. (a ser utilizado em 24 parcelas mensais).7 Receitas Financeiras . armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda. § máquinas. 5.9 Contabilização da COFINS não Cumulativa – alíquota de 7. máquinas e equipamentos pagos a pessoa jurídica. adquiridos para utilização na produção de bens destinados à venda.8 Contabilização da COFINS Cumulativa .6% 1. despesas financeiras decorrentes de empréstimos. etc. utilizados na atividade da empresa.3. exceto de optante pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Micro Empresas e das Empresas de Pequeno Porte – SIMPLES.Pelo recolhimento do tributo Débito: COFINS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 5. utilizados nas atividades da bens recebidos em devolução cuja receita de venda tenha integrado o faturamento do mês ou do mês anterior. e tributada conforme o disposto nesta Lei. quando o ônus for suportado pelo vendedor.alíquota de 3% sobre a receita bruta 1. ou na prestação de serviços. em imóveis próprios ou de terceiros.§ § aluguéis de prédios.Não Incidência da COFINS Cumulativa As empresas que recolherem a COFINS pelo Regime não cumulativo não tributarão suas receitas financeiras.

as entidades beneficentes de assistência social.Assinale a(s) alternativa(s) correspondente(s) à(s) entidade(s) desobrigada(s) do recolhimento da COFINS a.as entidades beneficentes de assistência social que cumprem os quesitos estabelecidos em Lei para o enquadramento como entidades filantrópicas c.as construtoras d. ni período em que ficarem submetidas ao regime simplificado e.as microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP) que optarem pelo sistema integrado de pagamento de impostos e contribuições (SIMPLES).as instituições financeiras b. mesmo que não cumpram os quesitos estabelecidos em Lei para o enquadramento como entidade filantrópica f. com observância do disposto na legislação própria.4 EXERCICIOS 1.Crédito: COFINS s/compras .as sociedades cooperativas de consumo.Pelo débito originado pelo faturamento do mês Débito: COFINS (impostos incidentes sobre as vendas) Crédito: COFINS a recolher (Passivo circulante) 3.Pelo saldo devedor a recolher Débito: COFINS a recolher (passivo circulante) Crédito: COFINS a recuperar (ativo circulante) 4.Pelo recolhimento do tributo Débito: COFINS a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 5.pode ser excluído o ICMS quando cobrado pelo vendedor dos bens ou prestador dos serviços na condição de substituto tributário 71 .Pode -se afirmar em relação à base de cálculo da COFINS (pode haver mais de uma alternativa): a. cujo objetivo é a compra e o fornecimento de bens aos consumidores 2.

sendo irrelevante a atividade e a classificação contábil das receitas 3.as pessoas jurídicas optantes pelo regime de tributação do Imposto de Renda com base no lucro presumido não poderão adotar o regime de caixa para fins da incidência do PIS/PASEP.nas transações de câmbio. assim considerada a receita bruta de vendas de mercadorias e serviços de qualquer natureza. os valores das vendas canceladas.nas revendas de automóveis.a base de cálculo da contribuição é o faturamento mensal. quando a tenham integrado.Assinale a(s) alteenativa(s) correta(s): a.b-não pode ser excluído o IPI nas empresas contribuintes desse imposto. quando destacado em separado no documento fiscal c. será consid erada receita bruta: a diferença bruta positiva entre o preço de venda e o de compra da moeda estrangeira b. que tenham sido contabilizados como receitas d.o fato gerador do PIS/PASEP é a obtenção de receita pela pessoa jurídica de direito privado e a folha de salários das entidades sem fins lucrativos. não podem ser excluídos ou deduzidos da receita bruta.os resultados positivos dos ajustes diários ocorridos no mês nas operações no mercado futuro não integram a base de cálculo da COFINS d-uma construtora de obras civis que faturou um serviço em janeiro de 2006. compreende-se como receita a totalidade das receitas auferidas.fazem parte da base de cálculo os lucros e dividendos recebidos ou a receber em decorrência de investimentos em participações societárias avaliados pelo custo de aquisição.para efeito de apuração da base de cálculo do PIS/PASEP sobre o faturamento.Assinale a alternativa incorreta: a.não integram a base de cálculo as receitas com a exportação de mercadorias para o exterior e. passa a ser devedora da COFINS em maio e. dos descontos incondicionais concedidos e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) 72 . a base de cálculo da COFINS é a diferença entre o preço pelo veículo e o de venda ao consumidor final c. b. mas recebeu em maio.as receitas financeiras integram a base de cálculo da COFINS 4. independentemente da atividade exercida pela pessoa jurídica e da classificação contábil adotada para a sua escrituração d. c-na base de cálculo doPIS/PASEP das organizações com fins lucrativos.

Assinale a alternativa correta: a.5. qüinqüênios.00 150. 13º salário. comissões. gratificações.00 40.000. férias etc.000. tais como salários.000.00 110.00 15.000. o cálculo da contribuição para o PIS/PASEP será feito mediante a aplicação do percentual de 1% sobre o total da folha de pagamento mensal de seus empregados. prêmios. prêmios.900.000.00 39.00 1.000. venda de bens e serviços.00 2.00 30.000.00 10.Com base nas informações disponíveis.00 73 .000. 13º salário. calcule e contabilize a provisão para a COFINS e para o PIS. habitualmente.00 110. assim entendidos os rendimentos do trabalho assalariado de qualquer natureza.000. férias. etc pagos aos funcionários de um sindicato não integram a base de cálculo do PIS sobre a folha de pagamento c.em uma instituição de assistência social que não realiza. cumulativos e não cumulativos da empresa JJ Ltda em março de 2009 RECEITAS BRUTAS Vendas de mercadorias para o mercado nacional Receitas com prestação de serviços – clientes nacionais Receitas com prestação de serviços – clientes no exterior Total das receitas bruta DEDUÇÕES DAS RECEITAS BRUTA Vendas canceladas Descontos incondicionais Imposto sobre produtos industrializados Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços Imposto sobre serviços Total das deduções da receita bruta TOTAL DAS RECEITAS LIQUIDAS CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS Compras de mercadorias Receitas Financeiras Receitas operacionais decorrentes de ganho de equivalência patrimonial na avaliação de investimentos em participações societária controladas Receitas não operacionais decorrentes da venda de ativos imobilizados 7.00 900.as gratificações. comissões.as entidades sem fins lucrativos que não tiverem empregados estão obrigadas ao recolhimento da contribuição ao PIS/PASEP b.00 30.00 3.000. ajudas de custo. qüinqüênios.100.000.00 20.nenhuma das anteriores 6.000. ajudas de custo. d.

venda de eletrodomésticos pelas lojas de departamentos e.sujeito ativo d.exibição de filmes pelos cinemas localizados no Município 9.Assinale a situação que poderia constituir fato gerador do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS): a.responsável c. d. A prestação de qualquer serviço que esteja expressamente consignado na lista não faz nascer a obrigação de pagar o imposto. bem como os diretores e membros dos conselhos consultivos fiscais b.São considerados contribuintes do ISS quem presta serviços como trabalhador avulso. incluindo a prestação de serviços de telecomunicações c. mesmo que a prestação de tais serviços envolva também o fornecimento de mercadorias 74 .sujeito passivo e.Assinale a alternativa correta: a.O ISS incide sobre os serviços relacionados na legislação básica.solidariamente obrigado 8.O fato gerador do ISS corresponde à prestação de serviços relacionados na lista – ou relação – anexa à Lei Complementar e à legislação básica dos Municípios.PIS/FAT Base cálculo Cumulativo Não Cumulativo Base cálculo COFINS Cumulativo Não Cumulativo débito crédito A recol A Recu 7. em relação ao ISS é: a.O ISS incide sobre os serviços relacionados na legislação básica.venda de gêneros alimentícios pelos supermercados b-venda de combustíveis por postos revendedores aqui instalados c-prestação de serviços sob relação de emprego d.contribuinte b.O Município.

10.1. presumido ou arbitrado (RIR).2 Imunidades.1. A base de cálculo pode ser o lucro real. Fundações e associações 75 .1 Contribuintes § § As pessoas jurídicas. Isenções e não indidências § § § § § Templos de qualquer culto Partidos políticos e entidades sindicais dos trabalhadores Instituições de Educação e de Assistência Social Entidades de Previdência Privada Sociedades Beneficientes. Responda as que stões abaixo: a) Quais são os elementos essenciais para a ocorrência do fato gerador do ISS? b) Comente a base legal para a incidência do ISS. f) O que você entende por “local da prestação do serviço”? g) Todas as empresas prestadoras de serviços estão obrigadas a recolher o ISS para o Município onde estão estabelecidas? Comente possíveis exceções. 6. c) Qual é o fato gerador do ISS e quem são os contribuintes desse imposto? d) Comente a figura do responsável (ou sujeito passivo indireto) pelo pagamento do ISS. As empresas individuais 6. 6 TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O RESULTADO 6.1 Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas O imposto de renda é devido pelas pessoas jurídicas estabelecidas no país e incidirá sobre o lucro obtido no período. e) Destaque os principais aspectos relacionados com a base de cálculo do ISS.

A parcela que exceder. Sociedades de investimento com participação de capital estrangeiro A entidade binacional ITAIPU O Fundo Garantidor de Crédito – FGC As sociedades cooperativas que obedecerem ao disposto na legislação específica. o lucro da empresa.3 Contabilização do Imposto e Renda 1. podendo ser lucro real. observando o art 182 do Decreto 3000 de 26/03/1999. sob a forma de sociedade civil. (Lei 7.1. Associações de poupança e empréstimo autorizadas pelo órgão competente.2 Alíquota 76 .3.Pelo geração do Imposto Débito: Provisão p/Imposto de Renda Contas de resultado) Crédito: Provisão p/ Imposto de Renda a recolher (passivo circulante) 2.Alíquota A alíquota para a pessoa jurídica é de 15% sobre a base de cálculo.1.00 fica sujeita à incidência de adicional de 10%.§ § § § § § Empresas estrangeiras de transportes quando as brasileiras gozarem da mesma prerrogativa.2.000. a R$ 20. presumido ou arbitrado. quando não visarem lucro. 6. 6.2 Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido – CSLL 6. com exceção das entidades isentas. as m esmas isentadas pelo Imposto de Renda.1 Contribuintes Estão obrigadas a recolher a CSLL todas as pessoas jurídicas domiciliadas no país e aquelas que lhe são equiparadas pela legislação tributária. mensalmente.2.Pelo recolhimento do tributo Débito: Provisão p/Imposto de renda a recolher (passivo circulante) Crédito: Caixa ou Bancos c/Movimento (ativo circulante) 6. ou seja.689 de 15/12/1988) 6.

em relação a tributos e contribuições administrados pela Secretaria da Receita Federal: • • • • • lançamento de ofício.3 Bônus de Adimplência A partir do ano calendário de 2003 as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real ou presumido. no ajuste anual. poderá ser deduzida nos anos-calendário subseqüentes. da seguinte forma: a. recolhimentos ou pagamentos em atraso.2.2. 6. 6. Bônus excedente A parcela do bônus que não puder ser aproveitada no período de apuração. para efeito de utilização do bônus. no caso de PJ tributada com base no lucro anual. Utilização do Bônus O bônus será utilizado no último trimestre do ano-calendário. no caso de PJ tributada com base no lucro real anual. passará a ser 15% sobre o resultado da PJ.3. em cada trimestre. b. que nos últimos cinco anos-calendário.4 Contabilização da CSLL 77 . É considerada adimplente. presumido ou arbitrado. débitos com exigibilidade suspensa.1 Cálculo do Bônus O bônus de adimplência será calculado aplicando-se o percentual de l% sobre a base de cálculo da CSLL. o bônus será calculado em relação aos quatro trimestres do ano calendário e poderá ser deduzido da CSLL devida correspondente ao último trimestre. a pessoa jurídica. 6. NÃO se enquadre em qualquer das hipóteses. inscrição em dívida ativa. se PJ optante do lucro real trimestral ou lucro presumido ou no ajuste anual. no caso de PJ tributada com base no lucro real trimestral ou presumido. (art 17 da MP 413).Na hipótese de período de apuração trimestral. falta ou atraso no cumprimento de obrigação acessória. podendo este lucro ser real. A partir de 01/05/2008. relativamente ao ano-calendário em for permitido o seu aproveitamento.637/2002.2. adimplentes com os tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal (SRF) poderão beneficiar-se do bônus de adimplência instituído pelo art 38 da Lei 10.A alíquota da CSLLaté 30 de abril de2008 é de 9% sobre o lucro da pessoa jurídica.

00 multiplicado pelo número de meses do período. valores mobiliários e câmbio. sociedades corretoras de títulos. na forma do art.” A opção pelo Lucro Presumido é exercida com o pagamento da primeira ou única quota do imposto devido correspondente ao primeiro trimestre do ano-calendário e é definitiva para todo o ano. 7.000. autorizadas pela legislação tributária. sociedades de crédito imobiliário. que no decorrer do ano-calendário tenham efetuado pagamento mensal do imposto pelo regime de estimativa. podem presumir esse lucro. queiram usufruir benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do Imposto de Renda. empresas de arrendamento mercantil. ou seja. 78 . • • • que auferirem lucros. que. cooperativas de crédito.1 Algumas empresas são impedidas de optar pelo Lucro Presumido (RIR.Pelo pagamento do Tributo Débito: Provisão p/CSLL a recolher Crédito: Caixa ou Bancos c/movimento (ativo circulante 7 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO FEDERAL 7.00 ou de R$ 4. bancos de investimentos. bancos de desenvolvimento. sociedades de crédito. cujas atividades sejam de bancos comerciais.000.217): “O Lucro Presumido é uma alternativa para as pequenas empresas.° da Lei n° 9. pg.000. rendimentos ou ganhos de capital no exterior.1.000. em vez da apuração pelo lucro real.1. empresas de seguros privados e de capitalização de previdência privada aberta. de escrituração contábil. Estas. quando inferior a doze meses. caixas econômicas. até o limite da receita bruta total estabelecido em lei.430/96. financiamento e investimento.1 Lucro Presumido Segundo Fabretti ( 2000. Decreto 3 000 de 26/06/1999): • • cuja receita total no ano-calendário anterior tenha sido superior ao limite de R$ 48. distribuidoras de títulos e valores mobiliários.Pela geração do tributo Débito: Provisão p/CSLL (Despesas) Crédito: Provisão p/CSLL a recolher (passivo circulante) 2.

Quando a pessoa jurídica não exercer a atividade de locação de 32 imóveis) Administração de consórcios de bens duráveis 32 Cessão de direitos de qualquer natureza 32 Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão-de32 obra Serviços de transporte. exceto de carga 16 Revenda de mercadorias. TABELA 02 – PERCENTUAIS DE PRESUNÇÃO DO LUCRO ATIVIDADE % Revenda para consumo de combustível derivado de petróleo. enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro de custo orçado. gestão de crédito. • que exerceram atividades de compra e venda. As empresas tributadas pelo Lucro Presumido são obrigadas a apurar as bases de cálculo do Imposto de Renda (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) no encerramento de cada trimestre do ano-calendário.00 – base de cálculo reduzida em 50% = 16%. mercadológica.• que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de assessoria creditícia. pelas sociedades civis. administração de contas a pagar e a receber. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda execução de obras de construção 8 civil com emprego de materiais Prestação de serviços hospitalares 8 Transporte de cargas 8 Outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços 8 OBS: Prestação de serviços receita bruta anual até R$ 120. álcool etílico carburante e gás natural 1. imóveis e outros) 32 Administração. prestação de serviços em geral 32 Intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de Seguros. locação ou cessão de bens e imóveis (exceto a receita de aluguéis.000. incorporação e construção de imóveis.000. relativo ao exercício de profissões legalmente regulamentadas. vendas de produtos de fabricação própria 8 Industrialização por encomenda (material fornecido pela encomendante) 8 Atividade rural 8 Representação comercial por conta própria 8 Loteamento de terrenos. Para a parcela do lucro presumido que exceder o limite de R$ 60. loteamento. seleção e riscos. compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factorig). O Imposto de Renda é calculado à alíquota de 15% sobre o total da base de cálculo. aplicar-se-á a alíquota 79 .6 Prestação de serviços.00 no trimestre.

exceto serviços hospitalares e de transporte. de maneira resumida. No caso do trimestre incompleto o limite corresponderá ao resultado da multiplicação de R$ 20. 32% a) prestação de serviços em geral.de renda produzida pelo trabalho intelectual b. a obtenção de um conjunto de bens.2 A base de cálculo da CSLL no Lucro Presumido § § 12% .crédito tributário c-obrigação acessória d. à Receita Federal.de renda produzida pela aplicação no mercado de capitais e. móveis e direitos de qualquer natureza. a declaração anual de rendimentos. passíveis a serem transformados ou convertido de imediato em numerário 80 .fato gerador e.1. administração.auto-lançamento tributário 3.entende-se por disponibilidade econômica ou jurídica.000.venda de mercadorias ou produtos.de renda produzida pelo trabalho braçal c. Esse dever jurídico é definido como: a. locação ou cessão de imóveis.O Imposto de Renda tem como fato gerador a aquisião de disponibilidade econômica ou jurídica: a.todas estão corretas 2. 7.adicional de 10%.o fato gerador do Imposto de Renda restringe -se à obtenção de renda em decorrência da aplicação de capitais b. EXERCÍCIOS 1.00 pelo número de meses do período de apuração. b) intermediação de negócios.de renda produzida pelo capital d.obrigação principal b. valores e/ou títulos por uma pessoa física ou jurídica.Os contribuintes do Imposto de Renda têm a obrigação de preparar e entregar.Assinale as alternativas incorretas: a.

b. c. rendimentos ou ganhos de capital oriundos do exterior e. sempre. no ano -calendário anterior.as construtoras de imóveis que operam em mais de um estado. em relação ao lucro presumido: a. além dos acréscimos patrimoniais decorrentes de ganhos de capital e outras receitas não operacionais e.as empresas cujas atividades sejam de instituições financeiras ou equiparadas. para efeitos somente de apuração do valor do Imposto de Renda e da Contribuição Social.todas as pessoas jurídicas cuja receita bruta.Assinale a alternativa incorreta. cogitando-se sua incidência se houver apenas a potencialidade de se adquirir tais disponibilidades 4. a ocorrência do fato gerador se dá pela obtenção de resultados positivos (lucros) em suas operações industriais. a base de cálculo do Imposto de Renda e Contribuição Social é o faturamento da pessoa jurídica.o Imposto de Renda é um tributo direto. visto que. a opção mais vantajosa para o contribuinte. se fosse efetuada a escrituração contábil. com atividade de Supermercado.optando pelo lucro presumido.em relação às pessoas jurídicas. d.000. tenha sido inferior a R$ 48. de comp etência da União d.c. apresentou no primeiro trimestre de 2009. c. o que facilita a apuração dos tributos e representa. para algumas empresas.000. não haveria lucro real para servir como fato gerador dos tributos.as empresa que obtiveram lucros.00.a empresa optante pela tributação pelo lucro presumido pode estar recolhendo desnecessariamente mais tributos. ou proporcional ao número de meses do período.Lucro Presumido .Não podem optar pelo lucro presumido ( pode haver mais de uma alternativa): a. comerciais e de prestação de serviços.as pessoas jurídicas que podem se utilizar dessa opção para a tributação estariam dispensadas. quando inferior a 12 meses. as seguintes receitas: 81 . b.a introdução pelo fisco do conceito de lucro presumido visou facilitar a apuração da base de cálculo. da obrigatoriedade da escrituração contábil e levantamento periódico das demonstrações contábeis. que tenha manifestado sua opção pelo Lucro Presumido.Empresa comercial. 5. d. esta poderia demonstrar uma situação de prejuízo real. para a apuração e recolhimento do Imposto de Renda e da Contribuição Social.para estar sujeito à tributação pelo Imposto de Renda. mercantis. a disponibilidade não precisa se caracterizar como efetivamente adquirida. ou seja.as empresas que exerçam as atividades de factoring 6 .

200.600.00 -o- 16.00 2. Total 15% 10% IRPJ Receita Bruta Lucro Presumido Receita bruta PIS/ Fat COFINS CSLL – LUCRO PRESUMIDO Receitas 1.800.000.00 55.00 110.00 7.00 TOTAL 1.000.600.300. Receitas Operacionais 2.000.00 32.200.RECEITAS Vendas a Vista Vendas a prazo Subtotal 1 Descontos Incondicionais Devoluções de vendas Subtotal 2 Receitas Financeiras Total JANEIRO 145.00 CALCULAR E DEMONSTRAR: PIS e COFINS Período Jan: Fev: Mar: IRPJ – LUCRO PRESUMIDO Cálculos 1.800.00 95.00 FEVEREIRO 166. Receitas não Operacionais 3. Receitas não Operacionais Receita Bruta Base de Cálculo CSLL Lucro Presumido (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre 82 .500. Receitas Operacionais 2.00 MARÇO 278.

00 7.00 Abril 54. Receitas não Operacionais Receita Bruta Base de Cálculo CSLL 83 .450.7. Total 15% 10% IRPJ Receita Bruta Lucro Presumido CSLL – LUCRO PRESUMIDO Receitas 1.00 maio 245.000. Receitas Operacionais 2. apresentou no segundo trimestre de 2009.00 TOTAL Período PIS/ Fat COFINS ISS IRPJ – LUCRO PRESUMIDO Cálculos 1.00 150.230.00 12.240.00 44.152. Receitas não Operacionais 3.Lucro Presumido Empresa de Prestação de serviços com atividade de Oficina Mecânica.00 62.260.800. Receitas Operacionais 2.00 4.240.720.00 junho 372.170.00 42. que tenha manifestado sua opção pelo Lucro Presumido. as seguintes receitas: RECEITAS Serviços a Vista Serviços a prazo Subtotal 1 Descontos Concedid os Serviços Cancelados Subtotal 2 Receitas Financeiras Vendas do Imobilizado Total 20.00 15.540.180.

00 2.00 26.140.110.00 45.300.670.600.00 32.420.860.600.120. que tenha manifestado dus opção pelo Lucro Presumido.00 65.00 58.00 5. apresentou no 1º trimestre de 2009 as seguintes receitas: RECEITAS Vendas de mercadorias consumidor final Vendas de serviços SUBTOTAL 1 Devolução de vendas Descontos incondicionais vendas Serviços Cancelados Descontos Incondicionais Serviços Subtotal 2 Compras mercadorias Subtotal 3 Receitas de Aluguéis Vendas do Imobilizado Total 7.600.00 1.00 maio 55.DISTRIBUIÃO DE LUCROS Lucro Presumido (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre 8.400.00 35.00 abril 66.00 1.320.000.00 junho 72.200.00 800.200.00 4.00 600.00 TOTAL Período PIS/ Fat COFINS ISS ICMS 84 .00 10.360.LUCRO PRESUMIDO Empresa com atividade de revenda e manutenção de computadores.00 12.000.

Comércio e Assistência Técnica de Aparelhos Náuticos Ltda apura seus tributos federais pelo Lucro Presumido e obteve no 1º trimestre de 2007 o seguinte resultado: RECEITA BRUTA Venda Mercadorias mercado interno Venda Mercadorias Mercado Externo Serviços Prestados no Mercado Interno Serviços Prestados no Mercado Externo 85 280.600.00 38.00 89.00 50. Total DISTRIBUIÃO DE LUCROS Lucro Presumido (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre Receita Bruta Base de Cálculo CSLL --------------------------------------------------------- 9. Receitas não Operacionais 3.IRPJ – LUCRO PRESUMIDO Cálculos 1.A Empresa Industria.000.200. Receitas não Operacionais 3.00 . Receitas Operacionais 2.000. Receitas Operacionais 2. Total IRPJ Receita Bruta Lucro Presumido CSLL – LUCRO PRESUMIDO Receitas 1.

980. São Paulo. b) Vendas para o mercado interno destinam-se a comerciantes varejistas do Paraná.00 1.00 5.00 1.00 10.620. sem substituição tributária. Empresa com atividade mista de comércio e prestação de serviços.00 980. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.000.480.00 2. c) Alíquota do ISS: 3% d) Risco Ambiental do Trabalho: leve.00 2.00 1. considerando: a) Compras são efetuadas em estabelecimentos industriais do Estado do Paraná.000. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.00 129.800.00 3.00 15.300.00 5.800.600.900. São Paulo.00 3.00 12.480.200.280. 86 .(-) Deduções e Abatimentos Vendas Canceladas mercado externo Devoluções vendas mercado interno Descontos incondicionais mercado interno Descontos Incondicionais Serviços Mercado Externo Serviços Cancelados mercado interno (-) ICMS (-) ISS (-) PIS FAT (-) COFINS (=) Receita Líquida (-) Compras de Mercadorias (=) Lucro Bruto Operacional (-) Despesas Operacionais Despesas de Vendas Despesas administrativas Despesas Financeiras Descontos concedidos Juros Passivos (+) Receitas Financeiras Receitas de Aplicações Financeiras Descontos Recebidos Rendimentos auferidos em operações de mútuo com coligadas (-) Despesas Tributárias PIS Fat s/outras receitas COFINS s/outras receitas (=) Lucro Operacional (+) Receitas Não Operacionais Lucro na venda de ativo imobilizado Receita com locação de imóvel (=) Lucro antes do IR e CSLL (-) IR (-) CSLL (=) Lucro Líquido do exercício 1.000.00 35.

000.000.000.820.000.000.000.00 ________ 10.000.333.000.00 68.200.000.200.00 _________ _________ _________ 32.000.00 6.800.500.OBSERVAÇÃO: Desprezar os centavos.00 46.00 3.00 1.00 8.000.00 36.333.00 36.00 4.00 480.00 2.000.720.600.00 4.00 16.000. Comercial Propaganda e Publicidade pagos no exercício Brindes (-) Despesas administrativas Pró-Labore Ordenados e Salários Honorários Profissionais INSS FGTS Provisão p/13º salário Provisão p/ Férias __________ _________ _________ 480.00 460.600.00 1.240.00 4.00 392.300.00 1.00 __________ _________ _________ 12.00 6.Comercial Manutenção de bens do Dpto.00 730.00 4.000.000.00 1.00 34.900.00 87 .600.000.00 2.00 6.00 5.000.00 ________ _________ 8.200.000.000.00 16.00 2.280.00 460.000.00 520.000.260. Salários e Comissões s/Vendas INSS FGTS Provisão p/ Férias Provisão p/ 13º Salário Provisão p/devedores Duvidosos Fretes s/Entregas das vendas Seguros de bens do Dpto.000.000.000.00 3.500.00 5.00 2.00 6.800.000.00 6.700.00 5.000.00 290.500.230.000.00 12.00 FEV/09 MAR/09 TOTAIS (=) RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-) Custo das Mercadorias vendidas Estoque Inicial Compras de Mercadorias (-) ICMS s/ compras (-) PIS Fat s/ compras (-) COFINS s/compras (-) Estoque Final (-) Custo dos Serviços Prestados Ordenados e Salários INSS FGTS Provisão p/ férias Provisão p/13º Salário (=) LUCRO BRUTO PERACIONAL (-) Despesas com vendas Ordenados.00 13.00 80.00 7.00 9.800.00 380.00 9.000.200.00 9.00 5.000.460.00 13.00 4.00 96.400.00 8. JAN/09 RECEITA BRUTA Vendas de mercadorias no mercado interno Exportações de mercadorias Serviços Prestados no Mercado Interno (-) Deduções da Receita Bruta Vendas Canceladas no mercado interno Desconto incondicionais nas vendas internas ICMS PIS COFINS ISS 620.000.000.00 2.00 14.000.00 556.000.600.000.00 18.00 480.000.00 3.00 67.600.

00 8.370.600.000.000.00 6.900.200.800.000.00 12.00 2.900.00 3.400.400.00 0.00 6.960.600.000.00 1.00 8.00 2.00 88 .700.200.600.400.00 _________ _________ _________ 6.200.200.000.300.200.300.000.00 0.00 1.900.400.00 9.00 12.00 10.00 8.00 1.00 1.00 __________ _________ _________ 2.00 3.00 2.00 10.00 0.800.00 ________ _________ _________ 4.00 _ 2.00 2.00 14.400.00 12.00 15.200.00 __________ _________ _________ 12.00 1.300.300.00 5.00 6.700.200.00 5.00 _________ _________ _________ 12.300.300.00 9.200.Material de Expediente e Escritório Viagens e Estadas da administração Gratificação a dirigentes (-) Despesas Financeiras Juros Passivos Descontos Concedidos (+) Receitas Financeiras Juros Recebidos Descontos recebidos Rendimentos s/ Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas Receitas de Alugueis (-) Despesas Tributárias Impostos e taxas Municipais PIS Fat s/outras receitas COFINS s/outras receitas Multas de trânsito Multas por infração fiscal Multas por atraso no pagamentos tributos (=) LUCRO OPERACIONAL LIQUIDO (+) Receitas Não Operacionais Dividendos Recebidos Lucro na venda de bens do permanente (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IR (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/Imposto de Renda (=) LUCRO LIQUIDO DO EXERCICIO 2.600.00 3.00 4.260.00 2.00 3.000.00 1.00 4.000.800.00 2.

Data Conta Débito Crédito 89 .

inclusive a bancária. Lei 3. perder e ou destruir os mesmos. o livro Razão ou fichas utilizadas para resumir e totalizar.1 Aplicação do Arbitramento Regra geral. terá o seu lucro arbitrado. em cada ano. A pessoa jurídica. o lucro real apurado nas operações de conta alheia. 2000) : § falta de escrituração: quando o contribuinte. No entanto. § escrituração com falhas : quando a escrituração a que estiver obrigado o contribuinte revelar evidentes indícios de fraude ou com vícios. Se o mesmo não cumprir esta exigência. representante de pessoa jurídica estrangeira : o comissário ou representante da pessoa jurídica estrangeira deve escriturar os seus livros comerciais. quando ocorrerem as situações a seguir (Fabretti. o contribuinte poderá antecipar-se à ação do Fisco. poderá ter o lucro arbitrado pela autoridade tributária. inclusive a empresa individual equiparada.000/99 O arbitramento do lucro é uma forma de apuração da base de cálculo do Imposto de Renda utilizada pela autoridade tributária ou pelo contribuinte. Caso não atendam a esse requisito. além dos próprios rendimentos. ou deixar de elaborar as demonstrações financeiras exigidas pela legislação fiscal. por conta ou subconta. inclusive bancária. se conhecida a receita bruta. § recusa na apresentação de livros ou documentos: quando a pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido deixar de apresentar à autoridade tributária os livros e documentos da escrituração comercial e fiscal. de modo a demonstrar. 90 . em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. a iniciativa do arbitramento do lucro compete à autoridade fiscal. os lançamentos efetuados no Diário. estará obrigado a pagar o Imposto de Renda com base no lucro arbitrado.7. ou o licro Caixa. erros ou deficiências que a tornem imprestável para identificar a efetiva movimentação financeira. poderão ter seu lucro arbitrado. desde que a receita bruta seja conhecida e esteja enquadrado em quaisquer das hipóteses citadas no item anterior. nos quais deverá ser escriturada toda a moviumentação financeira. § Livro Razão: As empresas tributadas pelo lucro real estão obrigadas a manter.2 Lucro Arbitrado De acordo com o RIR. deixar de escriturar os livris exigidos pela legislação. procedendo ao auto-arbitramento do lucro. 7. § § opção indevida pelo lucro presumido: o contribuinte que optar indevidamente pelo lucro presumido estará sujeito a ter o seu lucro arbitrado.2. por algum motivo. ou determinar o lucro real.

não podendo o contribuinte. a pessoa jurídica poderá apurar o lucro trimestralmente. à soma das seguintes parcelas: a. se a empresa: a. ou anualmente com pagamentos por estimativa. o lucro arbitrado será determinado. sem considerar os períodos em que se sujeitou ao lucro arbitrado. os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras. sobre a parcela das receitas auferidas em cada atividade. 30 de junho.2. em períodos de apuração encerrados em 31 de março. c.o valor resultante da aplicação dos percentuais fixados no art 15 da Lei 9. nas exportações a pessoas jurídicas vinculadas domiciliadas no exterior ou aos países com tributação favorecida. em qualquer hipótese.249/95. em casa trimestre. No caso do lucro real.2. O IRPJ e a CSLL pagos sob a forma de arbitramento serão definitivos.3 Determinação do Lucro Arbitrado Ocorrida qualquer das hipóteses que ensejam o arbritramento.2 Período de Apuração O Imposto de Renda com base no lucro arbitrado abrangerá todo o ano -calendário. em cada trimestre. segundo uma das formas abaixo: § Receita bruta conhecida (arbitramento pelo fisco ou pelo contribuinte): quando a receita bruta da pessoa jurídica for conhecida a base de cálculo do IRPJ corresponderá. que exceder ao valor já aplicado na escrituração da empresa. compensá-los com recolhimentos futuros. Dispuser de escrituração comercial e fiscalque demonstre o lucro real dos períodos não abrangidos pelo arbritramento. b. as demais receitas e os resultados positivos decorrentes de recitas não abrangidas nas letras “a” e “b” auferidos no respectivo período de apuração. 7. 30 de setembro e 31 de dezembro. determinada de acordo com a sistemática de preços de referência.o valor resultante da aplicação dos percentuais mencionados na letra “a”. acrescidos de 20%. no respectivo período de apuração. Puder optar pelo lucro presumido. b.4 Receita Bruta não Conhecida (Arbitramento Pelo Fisco) 91 .2.7.os ganhos de capital. 7. assegurada ainda a tributação com base no lucro real ou presumido relativa aos trimestres não submetidos ao arbitramento. sendo devido trimestralmente.

os ganhos de capital. Quando o lucro for decorrente de período de apuração anual ou mensal. dos valores da folha de pagamento dos empregados e das compras de matéria-prima. 0. quando não conhecida a receita bruta. ser adotados isoladamente em cada atividade. d. f. 0. em cada trimestre. “f” e “g” acima. Quando a receita bruta da pessoa jurídica for desconhecida.8 da soma dos valores devidos no trimestre a empregados. 0. arbitrar o lucro mediante a utilização das seguintes alternativas de cálculo: a. produtos intermediários e materiais de embalagem.5 do lucro real referente ao último período em que a pessoa jurídica manteve escrituração de acordo com as leis comerciais e fiscais. de acordo com a natureza do negócio. constante do último balanço patrimonial conhecido ou registrado nos atos de constituição ou alteração da sociedade. será determinado através de procedimento de ofício e correspoderá à soma das seguintes parcelas: a. 0. a autoridade lançadora poderá. As alternativas previstas nas letras “e”.12 as soma dos valores do Ativo Circulante.15 do valor do Patrimônio Líquido. o valor que servirá como base ao arbitramento será proporcional ao número de meses do período considerado. os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras.981/95. 0.5 Cálculo com Receita Bruta Conhecida Inicialmente deve ser determinada a parcela resultante da aplicação do percentual correspondente sobre a receita da atividade da empresa auferida no trimestre. b.4 da soma. a critério da autoridade lançadora. constante do último balanço patrimonial conhecido. 92 .21 do valor do capital. 0. b. 7.4 do valor das compras de mercadorias efetuadas no trimestre.9 do valor do aluguel devido no trimestre. 0. poderão ter sua aplicação limitada. g. no caso de empresas com atividade mista. 1. Realizável a Longo Prazo e Ativo Permanente. o valor resultante da utilização de uma das alternativas de cálculo previstas no art 51 da Lei 8. industriais e de prestação de serviços e.O lucro arbitrado. às atividades comerciais. h. existentes no último balanço patrimonial conhecido: c. as demais receitas e os resultados positivos decorrentes de receitas não abrangidas na letra “a” auferidos no respectivo período apurado. e. respectivamente.2. inclusive a sua correção monetária c ontabilizada como Reserva de Capital.

000.00 1.2 9. álcool etílico carburante e gás natural Prestação de serviços. vendas de produtos de fabricação própria Industrialização por encomenda (material fornecido pela encomendante) Atividade rural Representação comercial por conta própria Loteamento de terrenos. relativo ao exercício de profissões legalmente regulamentadas.4 38.4 38.0 EXERCICIOS 1.000.4 38.00 15.6 9.000.00 ABRIL MAIO JUNHO TOTAL 1. locação ou cessão de bens e imóveis (exceto a receita de aluguéis.4 19.00 400.00 93 .6 9.6 9.4 38.00 13.032.6 9.6 45.000.00 50. decidiu por conveniência administrativa efetuar o recolhimento dos impostos do 2º trimestre de 2008 com base no LUCRO ARBITRADO.PERCENTUAIS APLICÁVEIS – alíquotas do lucro presumido + 20% ATIVIDADE Revenda para consumo de combustível derivado de petróleo.00 242.000.000. prestação de serviços em geral Intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de Seguros.Financeiras.000.6 9. optante do lucro presumido. exceto de carga Revenda de mercadorias.Lucro Arbitrado Empresa comercial no ramo de calçados e confecções. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda execução de obras de construção civil com emprego de materiais Prestação de serviços hospitalares Transporte de cargas Outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços Instituições financeiras e empresas equiparadas % 1. pelas sociedades civis. SOMAS 22. No referido período teve o seguinte faturamento: FATURAMENTO Vendas Receitas. imóveis e outros) Administração.6 9.4 38.00 440. Quando a pessoa jurídica não exercer a atividade de locação de imóveis) Administração de consórcios de bens duráveis Cessão de direitos de qualquer natureza Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão-deobra Serviços de transporte.6 9.000.082.000.9 38.

860.640.140.00 25.500.RECEITAS Vendas de mercadorias consumidor final Vendas de mercadoiras a comerciante SUBTOTAL 1 Devolução de vendas Vendas Canceladas a Consumidor Descontos Incond vendas a consumidor SUBTOTAL 2 Compras mercadorias Subtotal 3 Receitas de aplicações Financeiras Juros Recebidos Total abril 220.00 3.00 35. Receitas não Operacionais 3.00 1. Total IRPJ Receita Bruta Lucro Arbitrado CSLL – LUCRO ARBITRADO Receitas 1.00 junho 427.600.00 Período PIS/ Fat COFINS ICMS IRPJ – LUCRO ARBITRADO Cálculos 1.000.890.00 2.00 30.500.00 2.00 5.110.000.800.400. Receitas Operacionais 2.00 126.00 235.360.150.00 1.00 TOTAL 2. Total Receita Bruta Base de Cálculo CSLL --------------------------------------------------------- 94 . Receitas não Operacionais 3.000.00 58.800.600.00 maio 385.00 4.00 2.480. Receitas Operacionais 2.

00 22.500.245. Total IRPJ Receita Bruta Lucro Arbitrado 95 .000.00 ABRIL MAIO JUNHO 650.00 125.300.00 110.000.825.800.340. obteve no 2º trimestre do ano de 2008 a seguinte receita bruta: FATURAMENTO Vendas mercado interno Vendas mercado externo Serviços mercado interno (-) Descontos vendas mercado interno (-) Serviços Cancelados mercado interno Receitas financeiras Alugueis Recebidos 5.000. Receitas não Operacionais 3. Receitas Operacionais 2.00 5.300.00 TOTAL 400.00 5.152.00 6.00 122.565.00 4.00 55.DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Lucro arbitrado (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre 2 – Lucro arbitrado Empresa com atividade mista: Comércio e prestação de serviços.00 8.110.00 126.700.240.655. utilizando-se do Lucro Arbitrado.00 13.00 225.000.00 Período PIS/ Fat COFINS ISS IRPJ – LUCRO ARBITRADO Cálculos 1.00 600.

8° que: “O contribuinte deverá escriturar. exclusões ou compensações prescritas ou autorizadas pela legislação tributária (art. Receitas Operacionais 2. Receitas não Operacionais 3. O Decreto -Lei n° 1598 determina ainda em seu art. os seguintes livros: I – Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) II – Razão Auxiliar em ORTN.49) “No Lucro Real a empresa paga o Imposto de Renda e a Contribuição Social efetivamente devidos. Total DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Lucro arbitrado (-) PIS (-) COFINS (-) IRPJ (-) CSLL Valor do lucro a ser distribuído no trimestre Receita Bruta Base de Cálculo CSLL --------------------------------------------------------- 7. Decreto-Lei n° 1598 de 26 de dezembro de 1977). com observância das leis comerciais e fiscais”. Segundo Harres (2001. pg. O art.CSLL – LUCRO ARBITRADO Receitas 1. 6°. 7° da mesma lei determina que “o lucro real será determinado com base na escrituração que o contribuinte deve manter.3 Lucro Real Lucro Real é o lucro líquido do exercício ajustado pelas adições. uma vez que as respectivas bases de cálculo são apuradas em Balanços Patrimoniais que refletem a realidade econômica e financeira das empresas. além dos demais registros requeridos pelas leis comerciais e pela legislação tributária.” Com a extinção da correção monetária o Razão Auxiliar em ORTN caiu em desuso. no período específico.” 96 . porém o LALUR ainda é obrigatório.

000 de 26/03/1999 e são os seguintes: Livro Diário. que constarão no Livro Diário da Empresa. 259. podendo ficar sujeito ao pagamento do IR e da CSLL em determinado trimestre.Para que a empresa possa optar pelo Lucro Real deve observar as normas das legislações fiscais e comerciais. A elaboração das Demonstrações Contábeis através da escrituração contábil.000/1999) No Lucro Real Trimestral os prejuízos de trimestres anteriores só poderão ser compensados até o limite de 30% do lucro do trimestre atual. acrescido de ganhos de capital. e os recolhimentos do IRPJ e da CSLL são considerados definitivos. e no LALUR da Demonstração do Lucro ou Prejuízo do período em curso. Livro de Registro de Inventário. servirão para comprovar os valores devidos ao Imposto de Renda e à Contribuição Social sobre o lucro líquido.3. A opção pelo lucro real trimestral é exercida pelo pagamento da primeira quota. ou quota única relativa ao primeiro trimestre do ano-calendário 7. excetuados os rendimentos ou ganhos tributados como de aplicações financeiras.1 LUCRO REAL TRIMESTRAL (Decreto 3. 260 e 262 do Decreto n° 3. 7. 15 da Lei n° 9. mantendo sua escrituração contábil em perfeita ordem e dentro dos Princípios Contábeis. A base de cálculo do Imposto de Renda a ser pago mensalmente é o resultado do somatório de um percentual aplicado sobre a receita bruta do mês. Os percentuais aplicáveis sobre a receita bruta variam de acordo com a atividade da pessoa jurídica e constam do art. Os balancetes intermediários serão levantados mensalmente a fim de suspender ou reduzir o pagamento mensal do imposto calculado com base na receita bruta e acréscimos.2 LUCRO REAL ANUAL (Decreto 3. demais receitas e resultados positivos. Livro de Registro de Entradas. Os livros exigidos pela Receita Federal são citados nos artigos 258. Livro Razão. Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR). mesmo havendo prejuízos a compensar em trimestres anteriores.249/96: 97 . A cada trimestre existe a obrigação de encerrar o balanço. A opção é manifestada pelo pagamento do imposto relativo ao mês de janeiro ou ao mês de início das atividades e pela transcrição no Diário do balanço/balancete.3.000/1999) Os pagamentos mensais do IRPJ e da CSLL são calculados por estimativa mensal.

administrativas. ao Lucro Líquido ou Lucro Contábil.000 DE 26/03/1999 % 8 1. prestação de serviços. construção por administração ou empreitada unicamente de mão de obra. . 7. escolas.000. prestação de serviços de transporte de carga. locação ou cessão de bens imóveis (exceto a receita de aluguéis. o custo das mercadorias vendidas. para consumo. ou dos serviços prestados.000. Acrescentam-se as receitas não operacionais e deduzem-se as despesas não operacionais. em seguida. factorig FONTE: ART 223 DECRETO N° 3. chegando-se assim à receita líquida. os descontos incondicionais e os impostos incidentes sobre as vendas. Para o lucro que exceder o limite de R$ 20. financeiras).3.3 DIFERENÇAS ENTRE O LUCRO REAL TRIMESTRAL E O ANUAL TRIMESTRAL Apuração trimestral Pagamento trimestral do IRPJ e da CSLL ANUAL Apuração anual Pagamento mensal do IRPJ e da CSLL. 98 . pelos lucros de outros períodos do mesmo ano-calendário. Deduzem-se.00 anuais. administração de consórcios de qualquer natureza. cessão de direitos de qualquer natureza. diminuindose as vendas canceladas. de combustível derivado de petróleo. imóveis e outros. chegando-se. atividade rural. prestação de serviços hospitalares. execução de obras da construção civil com emprego de materiais. de transporte e profissões regulamentadas. por estimativa ou através do balancete de suspensão/redução. industrialização por encomenda (material fornecido pelo encomendante). as despesas operacionais (vendas.000.6 16 32 O Cálculo do Imposto de Renda é feito à alíquota de 15% sobre a base de cálculo. loteamento de terrenos.00 mensais. relativos ao exercício de profissões regulamentas. exceto de carga. Encerramento do balanço trimestralmente Balancetes intermediários mensais para suspensão ou redução do imposto Compensação dos prejuízos limitados a 30% Prejuízos são automaticamente absorvidos do lucro real de períodos subseqüentes. ou R$ 240. dos produtos vendidos. O Lucro Contábil é apurado considerando-se a receita bruta das vendas e serviços. ou seja. assim. representação comercial por conta própria. exceto serviços hospitalares. o lucro real apurado trimestralmente. incorporação imobiliária e venda de imóveis construídos ou adquiridos para revenda.IRPJ ATIVIDADE Revenda de mercadorias e produtos. creches Prestação de serviços em geral. administração. intermediação de negócios (inclusive representação comercial por conta de terceiros e corretagem de seguros. Instituições financeiras e equiparadas. ou a estimativa. Quando a pessoa jurídica não exercer a atividade de locação de imóveis. O Lucro Real é o Lucro Contábil + Adições – Exclusões/Compensações. outras atividades não caracterizadas como prestação de serviços Revenda. álcool etílico carburante e gás natural Prestação de serviços de transporte.PERCENTUAIS DE ESTIMATIVA APLICÁVEIS SOBRE RECEITA BRUTA . calcula-se um adicional de 10%. prestação de serviços em geral pelas pessoas jurídicas com receita bruta anual até R$ 120. pelas sociedades civis.

Adicional de 10% sobre a parcela que exceder a R$ 60.000,00

Opção é exercida com o pagamento da primeira quota ou quota única

LALUR – parte A preenchidos trimestralmente – parte B quando houver prejuízo

Prejuízos fiscais de períodos de apuração anteriores – limite de 30% do lucro real do período. Nos balanços de suspensão/redução e/ou balanço anual não haja incidência do adicional, por ser apurado prejuízo fiscal ou lucro real inferior a R$ 20.000,00 multiplicado pelo número de meses do respectivo período de apuração. Opção é manifestada pelo pagamento do imposto relativo ao mês de janeiro e transcrição no Diário e no LALUR do Balanço/balancete e da Demonstração do prejuízo Fiscal relativos ao mês de janeiro do ano-calendário. LALUR – no mês em que recolhe o Imposto por estimativa não preenche LALUR; No mês em que foi levantado balancete de suspensão/redução preenche a parte A mesmo se não houver Imposto a pagar; No mês em houver prejuízo preenche também a parte B.

7.3.4 ADIÇÕES AO LUCRO LÍQUIDO a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido; multas por autos de infração ou por lançamento de ofício; retiradas de dirigentes e de membros do conselho fiscal e de administração que não correspondam a remuneração mensal e fixa por prestação de serviços; remuneração indireta a administradores, quando os beneficiários não forem identificados ou identificados e não individualizados; participações atribuídas a dirigentes; participações atribuídas a técnicos estrangeiros; excesso de depreciação, amortização ou exaustão; despesas não relacionadas com a produção ou comercialização; contribuições não compulsórias; doações feitas a fundos controlados pelos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional dos Direitos das Criança e do Adolescente; doações ou patrocínios relativos a projetos aprovados nos termos do art. 18 da Lei 8.313/91, com as alterações da Lei 9.874/1999. 99

-

gastos com alimentação de administradores; gastos com alimentação de empregados, cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente; despesas com brindes; provisões, exceto as provisões para férias, para décimo terceiro salário, as provisões técnicas das companhias de seguros e de capitalização, e as provisões das Entidades de Previdência Privada, cuja constituição é exigida por lei;

7.3.5 EXCLUSÕES DO LUCRO LÍQUIDO resultados não tributáveis de sociedades cooperativas; lucros e dividendos de investimentos avaliados pelo custo de aquisição; ganho na avaliação de investimentos pela equivalência patrimonial ganho de capital nas vendas a prazo de bens (reconhece-se apenas a parcela do preço recebido em cada período de apuração); depreciação acelerada incentivada; outras exclusões e exclusões não realizadas em exercícios anteriores.

7.3.6 LIVRO DE APURAÇÃO DO LUCRO REAL - LALUR (COAD, Suplemento Estecial – IRPJ 2003) O Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR tem por finalidade demonstrar os ajustes do resultado do período através das adições, exclusões ou compensações autorizadas, que servirão para apuração do Lucro Real. A determinação da base de cálculo do IRPJ é feita através da escrituração do LALUR, sendo ele, portanto, peça fundamental para a apuração do Lucro Real. Estão obrigadas a escriturar o LALUR todas as pessoas jurídicas submetidas ao Lucro Real, ainda que por opção. O LALUR divide-se em duas partes (Parte A e Parte B) e pode ser utilizado em forma de livro encadernado ou sistema eletrônico de processamento de dados. Na primeira e na última páginas do livro devem constar, respectivamente os termos de abertura e de encerramento, que identificam o contribuinte, especificando a razão social; o número e a data do arquivamento dos atos na Junta

Comercial ou no Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas; o número de registro no Cadastro das Pessoas Jurídicas (CNPJ). Os termos de Abertura e Encerramento devem ser datados e assinados pelo diretor, gerente ou titular da pessoa jurídica e por contabilista legalmente habilitado.

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A legislação tributária admite a escrituração do LALUR mediante a utilização de sistema eletrônico de processamento de dados, desde que observadas as normas baixadas pela SRF. A exemplo dos demais livros, os formulários contínuos, após escriturados, devem ser encadernados em forma de livro, contendo Termo de Abertura e de Encerramento. O Livro de Apuração do Lucro Real não está sujeito a autenticação ou registro em órgão oficial. Caso a utilização de uma das partes do LALUR se complete antes do término da outras, as páginas em branco devem ser canceladas, prosseguindo-se a escrituração, integralmente, no livro subseqüente.

7.3.6.1 Escrituração da Parte A A parte A destina-se aos lançamentos de Ajuste do Resultado do Período e à transcrição do Lucro Real, que devem ser realizados, obrigatoriamente, a cada encerramento de período trimestral ou anual, bem como por ocasião dos balanços/balancetes de redução/suspensão. Os lançamentos de ajuste devem ser realizados com individualização e clareza, utilizando-se as colunas a seguir descriminadas: § § COLUNA DATA: anotar a data dos lançamentos de ajuste ao lucro líquido. COLUNA HISTÓRICO: Descrever os fatos determinantes dos ajustes, indicando a conta ou sub-conta em que os valores foram registrados e a data em que os lançamentos foram efetuados nos livros exigidos pela Legislação Comercial. Se o ajuste não for contabilizado na escrituração comercial, alem de registrar a natureza do mesmo, devem ser indicados os valores sobre os quais a inclusão ou exclusão foram calculados. A coluna auxiliar é utilizada para o registro de eventuais parcela integrantes de um mesmo lançamento, cuja soma deve ser transportada para a coluna de adição ou exclusão. § COLUNA ADIÇÕES: utilizada para registro dos valores que devam ser adicionados ao lucro líquido, para a determinação do Lucro Real. O total lançado nesta coluna, no final de cada período de apuração, deve coincidir com as adições discriminadas na Demonstração do Lucro Real. § COLUNA EXCLUSÕES: utilizada para registro dos valores permitidos pela legislação tributária como exclusão do lucro liquido para apuração do Lucro Real. A soma deste coluna, ao final de cada período de apuração, deve coincidir com o total das exclusões do lucro líquido, discriminadas na Demonstração do Lucro Real.

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12.7 Base de Cálculo Negativa da CSLL 102 . na forma a seguir: § § COLUNA (1) : anotar a data da efetivação do registro COLUNA (2): descrever os fatos determinantes do ajuste. segundo a sua natureza. COLUNA (9): Indicar por letra maiúscula Devedora (D) ou Credora ©. sendo também utilizada para baixa dos saldos devedores transportados de ano ou trimestre anterior. COLUNA (6): Registrar os débitos dos valores que constituirão adições ao lucro líquido de períodos futuros.3. até 31.1995. § § COLUNAS (3). para a determinação do Lucro Real respectivamente. Desta forma. 7. os saldos que devam ser adicionados ao lucro líquido de períodos futuros são indicados pela letra “D” e os que devam ser excluídos são indicados pela letra “C”. a qualquer momento. (4). a verificação da exatidão do respectivo saldo.12. de forma a permitir. Dentre outras. que representará o valor das adições ou exclusões.3. assim como dos valores debitados ou creditados em cada período de apuração. A escrituração deve ser feita através da utilização de uma folha para cada conta ou fato que exija controle individualizado. para calcular a correção monetária dos valores que devam ser computados na determinação do Lucro Real de períodos futuros.3 Valores que devem ser controlados no LALUR Os valores passiveis de controle devem ser agrupados em folhas distintas na Parte B.3.6.7. § § § COLUNA (7): registrar os créditos que constituirão exclusões nos períodos futuros.2 Escrituração Parte B Na parte B do LALUR são controlados os valores que influenciarão na determinação do Lucro Real de períodos futuros. que deverão ajustar o lucro líquido de períodos subseqüentes. devem ser controladas as seguintes contas: § § § § § Lucro inflacionário diferido até 31. com todos os elementos indispensáveis para o controle de cada valor sujeito à apropriação do Lucro Real nos períodos subseqüentes. (5): Utilizadas.6. incorporação ou cisão Lucro não realizado referente a vendas a longo prazo de bens do Ativo Permanente Prejuízos fiscais operacionais e não operacionais a compensar 7. Também é utilizada para baixa dos saldos credores transportados de períodos anteriores. COLUNA (8): registrar o saldo das operações de débito e crédito.95 Lucro não realizado decorrente de contrato a longo prazo com empresas públicas Ganhos de capital na participação societária extinta em fusão. do saldo constante da Coluna 8.

a PJ cind ida poderá compensar a base de cálculo negativa da CSLL proporcionalmente à parcela remanescente do patrimônio líquido. exceto as destinadas a custear seguros e planos de saúde e benefícios complementares assemelhados aos da previdência social.A base de cálculo negativa da CSLL pode ser compensada com a base de cálculo positiva apurada em períodos de apuração subseqüentes de tributação com base no Lucro Real trimestral. cumulativamente. são considerados antecipações da CSLL efetivamente devida. ajustado pelas adições e exclusões. 7. bolsas de estudo caracterizadas como doações etc. Na sucessão por fusão. porém. Ficam.10 Adições à Base de cálculo da CSLL As principais adições da CSLL: § § Despesas não relacionadas com a produção ou comercialização Contribuições não compulsórias .9 Deduções da CSLL devida Para efeito de pagamento. a PJ poderá deduzir da CSLL apurada no trimestre ou ano: A CSLL retida por órgão federal. 103 . Gastos com alimentos de sócios. Na hipótese de cisão parcial. Estaduais e Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. limitada a compensação a 30% do resultado do período de apuração subseqüente.3.3. instituídos em favor de empregados e dirigentes da PJ § § Doações feitas aos Fundos controlados pelos Conselhos Municipais. modificação de seu controle societário e do ramo de atividade.8 Compensação dos valores pagos por estimativa Os valores da CSLL pagos durante o ano-calendário com base na receita bruta e acréscimos ou balanços/balancetes de redução. A compensação deverá ser realizada com base nos valores originalmente pagos. quando do pagamento de valores relativos ao fornecimento de bens ou serviços O valor retido por PJ quando do pagamento de valores correspondentes ao fornecimento de bens ou serviços 7. impedidas de compensar a base de cálculo0 da CSLL quando: Se entre a data da apuração e da compensação houver ocorrido.3. 7. apurada no balanço anual em 31 de dezembro. cisão ou incorporação. acionistas e administradores.

7.§ § § Gastos com alimentação de empregados. devendo ser promovidos os devidos ajustes na parte “B” do LALUR. ajustado pelas adições e exclusões.3. Resultados não tributáveis de sociedade cooperativas Ajuste por aumento no valor de investimentos avaliados pelo Método da Equivalência Patrimonial. quando a parcela dos prejuizos fiscais não operacionais não puder ser compensada com o lucro real. podendo utilizar-se. Exclusões da Base de Cálculo da CSLL Lucros e dividendos de investimentos recebidos de outra PJ. apurado no período a compensaer. No período de apuração em que for verificado resultado não operacional positivo. 7. por opção do LALUR.3. ainda que a parcela do lucro real admitida para compensação não seja suficiente ou tenha sido apurado prejuízo fiscal. O valor do prejuízo não operacional a ser compensado em cada período de apuração também não poderá exceder 30% do lucro líquido somado aos prejuízos de outras atividades. passará a ser considerada prejuízo fiscal das demais atividades.11 Controle das adições e Exclusões Na determinação do valor da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido de cada período de apuração9 a PJ utilizará memória de cálculo a ser mantida à disposição do Fisco enquanto não decorrido o prazo decadencial. todo o seu valor poderá ser utilizado para compensar os prejuízos fiscais não operacionais de períodos anteriores.12 Compensação de Prejuízos (Revista COAD Suplemento Especial IRPJ 2003) A soma dos prejuízos fiscais operacionais não poderá exceder o limite de 30% do lucro líquido do período da compensação. Neste caso. EXERCÍCIOS 104 . seja em virtude da limitação de 30% do lucro líquido ajustado ou ter sido apurado prejuízo fiscal no período. 13º salário. inclusive cestas básicas. cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente a todos os empregados Despesas com brindes Provisões. exceto as provisões para férias. provisões técnicas das companhias de seguros e de capitalização.

pode-se concluir que o lucro real é aquele realmente apurado pela contabilidade. ou seja.a apuração do lucro real envolve maior complexidade na execução das rotinas contábeis e tributárias. que é uma alternativa de tributação opcional para algumas pessoas jurídicas.Assinale a alternativa incorreta. rendimentos e ganhos de capital não estão sujeitos à incidência da contribuição social d. o que não é presumido ou arbitrado. c-é uma opção do contribuinte. verdadeiro. que só deve ser aplicado quando houver ausência absoluta de confiança na escrituração contábil do contribuinte. para a completa escrituração das atividades e posterior apuração do lucro real.o fato gerador é a venda de mercadorias e a prestação de serviços b. restritas aos contribuintes que estão obrigados ao regime de apuração de tributação com base no estimado.Assinale a alternativa correspondente ao conceito de lucro real: a. com a estrita e rigorosa observância dos princípios fundamentais de contabilidade e demais normas fiscais e comerciais. b-contabilmente falando.a legislação.Com relação à Contribuição Social sobre o Lucro das pessoas jurídicas. b.é o lucro líquido do período apurado na escrituração comercial. denominado lucro contábil. d. geralmente algumas empresas de menor porte e menor nível de estutura. com relação ao conceito de lucro real: aa palavra real é usada pelo Código Tributário Nacional em oposição aos termos presumido e arbitrado.1. c.é uma forma simplificada de apuração da base de cálculo dos tributos com o Imposto de Renda e Contribuição Social. com o principal objetivo de exprimir o que existe de fato.as empresas obrigadas à tributação pelo lucro real não podem recolher a contribuição social com base em estimativas c. pode-se afirmar: a. 3.é um recurso utilizado pelas autoridades fiscais. quase sempre como última alternativa. ao introduzir a figura do lucro real. que é a base para cálculo 105 . 2. com base na completa escrituração contábil fiscal.os lucros. exclusões e compensações autorizadas pelas legislação do Imposto de Renda. ajustado pelas adições. visou facilitar as rotinas burocráticas e administrativas de algumas organizações. d.as pessoas jurídicas com base no lucro real deverão calcular a contribuição social sobre o lucro contábil antes da provisão para o Imposto de Renda ajustados pelas inclusões e exclusões previstas em lei e da Provisão para a Contribuição Social. quando há falta ou insuficiência de elementos concretos que permitam a identificação ou verificação da base de cálculo utilizada na tributação pelo lucro presumido.

com observância das normas estabelecidas na legislação comercial e fiscal. d. 15% do lucro real e mais uma alíquota adicional de 10% sobre a parcela da base de cálculo que exceder o limite de R$ 60. 5. este deve ser determinado em períodos de apuração encerrados em 31 de março. 4.na opção pelo lucro real. a empresa está obrigasa à apuração do lucro real anual. o que compreende a adoção de um conjunto de procedimentos corriqueiros no ambiente profissional do contabilista. demais receitas e resultados positivos. que é o somatório dos montantes das vendas de mercadorias ou produtos e dos serviços prestados.não há a necessidade de levantamento das Demonstrações Contábeis. os recolhimentos dos tributos devem ser efetuados uma vez por trimestre.000. c. dentro dos limites e condições fixados pela legislação. com base no resultado líquido de cada trimestre. não devendo ser acrescidos os ganhos de capital.as empresas devem basear-se na apuração do estimado sobre as receitas. 106 . o limire trimestral não será propoecional ao número de meses.no caso de início de atividades. para o cálculo e pagamento dos tributos do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o lucro. não podendo mudar a base de tributação pelo lucro presumido.as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem optar pela apuração do lucro real anual. as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real devem efetuar os recolhimentos mensais com base em estimativa.o Imposto de Renda pago mensalmente pelo critério de estimativa deverá ser calculado so9bre a receita bruta do contribuinte. c.o Imposto de Renda trimestral será calculado mediante a aplicação da alíquota de 15% sobre a totalidade da base de cálculo. 30 de setembro e 31 de dezembro.se a opção for pela apuração do lucro real trimestral. b.dos tributos com o Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro das empresas que não podem optar pelo lucro presumido. alternativamente à apuração em cada trimestre.Pode -se afirmar em relação à tributação pelo lucro real trimestral (pode haver mais de uma alternativa): a. 30 de junho. e-o lucro real é apurado com base na escrituração mercantil das organizações.Assinale a alternativa correta: a. b.00 – limite trimestral. e. No entanto. d. ou seja. A partir dessa opção.não poderão ser deduzidos do valor do Imposto de Renda trimestral os incentivos fiscais.

para efeitos comercias.no caso de apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social pelo lucro real trimestral. válido para os contribuintes pessoas físicas.período-base trata-se de um conceito utilizado no passado. b.a data do término do exercício social deve ser fixada no estatuto ou contrato social da pessoa jurídica. foi substituída pela expressão ano-calendário.conforme o art 35 da Instrução Normativa nº 11/96.Pode -se afirmar em relação à compensação de prejuízos fiscais ( pode haver mais de uma alternativa): a. período-base é a expressão que designa o período de incidência do Imposto de Renda das pessoas jurídicas. presumido ou arbitrado. 7. ou seja. c-a compensação está limitada ao máximo de 25% do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas em lei. 107 . com base lucro real. o período de apuração da base de cálculo. b. cada trimestre é considerado um período dr apuração distinto.6.exercicio social é determinado espeço de tempo no final do qual os contribuintes pessoas jurídicas são obrigados a apurar seus resultados e preparar as demonstrações contábeis. Na atualidade.o montante do prejuízo fiscal que pode ser objeto de compensação com o lucro real anual é aquele apurado e controladp no Livro de Apuração do Lucro Real. sendo que o lucro tributável apurado num trimestre poderá ser compensado com prejuízos fiscais ou bases negativas de contribuição social sobre o lucro de trimestres subseqüentes. d. c. para se referir ao período anual de 1º de janeiro a 31 de dezembro de obtenção e formação da renda tributária e dos demais proventos e valores que compunham a declaração de rendimentos. e.ano-calendário é o período de 12 meses consecutivos compreendidos de 1º de janeiro a 31 de dezembro. O período de apuração definitiva do Imposto de Renda das pessoas jurídicas pode ser: § Trimestral. O exercício social deve ter a duração de um trimestre. com exceção do primeiro ano de existência da empresa. sendo que a legislação do Imposto de Renda utiliza tal expressão para identificar o ano de ocorrência do fato gerador da obrigação tributária.Assinale as alternativas corretas: a. d. tributários e societários. não existe prazo de orescrição para a compensação.

real – o próprio contribuinte 9.as empresas obrigadas à tributação pelo lucro real não podem recolher a contribuição social com base em estimativas. Em ocasiões específicas. rendimentos e ganhos de capital não estão sujeitos à incidência da contribuição social. a que estiver obrigado.real – o fisco b. d. será ele tributado obrigatoriamente pelo lucro _____________. e deixar de elaborar as demonstrações financeiras exigidas pela legislação fiscal.as pessoas jurídicas com base no lucro real deverão calcular a contribuição social sobre o lucro contábil antes da provisão para o imposto de renda e da provisão para a contribuição social.Com relação à contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas.apurado – o fisco e. com relação às inclusões e exclusões ao lucro contábil para a determinação da base de cálculo da contribuição social pelo lucro real: a. ajustados pelas inclusões e exclusões previstas em lei. 10 – Assinale as alternativas corretas. somente _________________________ poderá calcular o imposto com base naquela modalidade. fusão ou cisão de empresas – início ou encerramento de atividades. pode -se afirmar: a.§ § Anual. no caso de opção pelos pagamentos mensais por estimativas. c.incorporação. nos casos de reestruturações societárias . As lacunas acima são corretamente preenchidas. b.os lucros. 108 .deve ser somado ao lucro contábil o resultado positivo da avaliação de investimentos em participações societárias avaliadas pela equivalência patrimonial.(I) Quando o contribuinte não mantiver escrituração na forma das leis comerciais e fiscais. com base no lucro real.presumido – o próprio contribuinte d. com as seguintes expressões: a. ou ainda.arbitrado – o fisco ou o próprio contribuinte c. (II) Quando conhecida a receita bruta e desde que ocorridas as hipóteses previstas para o cálculo do tributo pela modalidade prevista em lei para as hipóteses do enundiado (I). respectivamente.o fato gerador é a venda de mercadorias e a prestação de serviços. 8.

o lucro tributável.devem ser diminuídos do lucro contábil os lucros e dividendos derivados de investimentos avaliados pelo custo de aquisição que tenham sido registrados como receitas.para a compensação de base de cálculo negativa de CSLL apurada no mesmo ano-calendário. no encerramento do exercício. c. devem ser adicionados os ganhos de capital. d. casa trimestre é considerado um período de apuração distinto.deve ser diminuido do lucro contábil o valor das provisões não dedutíveis na determinação do lucro real.os recolhimentos mensais são antecipações do recolhimento para os cofres públicos. depois de ajustado pelas adições e exclusões previstas ou autorizadas pela legislação tributária. 12. e. com relação ao cálculo da contribuição social: a. e. b. sendo que o lucro tributável. d.a compensação está limitada ao máximo de 25% do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas em lei. c.b. com lucros da mesma natureza. d.deve ser diminuído do lucro contábil o valor das provisões não dedutíveis na determinação do lucro real adicionadas no exercício anterior. nos trimestres seguintes. que tenham sido baixadas no curso do período-base.não existe prazo de prescrição para a compensação. apurado num trimestre não poderá ser compensado com base de cálculo negativa de contribuição social 109 . os rendimentos e ganhos de aplicações financeiras.Assinale as alternativas corretas. c.o prejuízo não operacional de um trimestre somente poderá ser compensado.deve ser diminuído do lucro contábil o valor dos lucros distribuídos disfarçadamente. 11.na apuração da base de cálculo.tantop o ICMS como o ISS podem ser deduzidos das receitas brutas para a obtenção da base de cálculo. e. b. é oportuno ressaltar que. poderá ser reduzido pela compensação de base de cálculo negativa.Assinale as alternativas corretas. no caso de apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social pelo lucro real trimestral.a porcentagem a ser aplicada sobre a receita bruta é de 9%.as receitas com a prestação de serviços não entram na apuração da base de cálculo. por conta do total a ser a apurado pela Contabilidade. com relação à compensação da base de cálculo negativa da contribuição social sobre o lucro: a.

sobre o lucro de trimestres subseqüentes, com exceção das empresas rurais ou titulares de Programa Especial de Exportação.

13– Lucro real trimestral Com base na DRE – Demonstração do Resultado do Exercício do 1º trimestre de 2009, escriturar o LALUR, calcular os Tributos e apurar o Resultado:
RECEITA OPERACIONAL BRUTA Vendas de mercadorias no mercado interno Exportações de mercadorias Serviços Prestados no Mercado Interno (-) Deduções da Receita Bruta Vendas Canceladas no mercado interno Desconto incondicionais nas vendas internas ICMs PIS COFINS ISS 320.000,00 38.000,00 56.000,00 5.000,00 7.000,00

(=) RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-) Custo das Mercadorias vendidas Estoque Inicial Compras de Mercadorias (-) ICMS s/ compras (-) PIS Fat s/ compras (-) COFINS s/compras (-) Estoque Final (-) Custo dos Serviços Prestados Ordenados e Salários INSS FGTS Provisão p/ férias Provisão p/13º Salário (=) LUCRO BRUTO PERACIONAL (-) Despesas com vendas Ordenados, Salários e Comissões s/Vendas INSS FGTS Provisão p/ Férias Provisão p/ 13º Salário Provisão p/devedores Duvidosos Fretes s/Entregas das vendas Seguros de bens do Dpto.Comercial Manutenção de bens do Dpto. Comercial Propaganda e Publicidade pagos no exercício Brindes Cesta básica a todos os funcionários (-) Despesas administrativas 110

___________ 480.000,00 260.000,00

496.000,00 __________ 14.000,00

_________ 12.000,00

6.200,00 6.000,00 8.600,00 2.800,00 3.460,00 4.600,00 ________

Pró-Labore Ordenados e Salários Honorários Profissionais INSS FGTS Provisão p/13º salário Provisão p/ Férias Material de Expediente e Escritório Viagens e Estadas da administração Gratificação a dirigentes (-) Despesas Financeiras Juros Passivos Descontos Concedidos (+) Receitas Financeiras Juros Recebidos Descontos recebidos Rendimentos s/ Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas Receitas de Alugueis (-) Despesas Tributárias Impostos e taxas Municipais Multas de trânsito Multas por infração fiscal Multas por atraso no pagamentos tributos (=) RESULTADO OPERACIONAL LIQUIDO (+) Receitas Não Operacionais Dividendos Recebidos Lucro na venda de bens do permanente (=) RESULTADO LÍQUIDO ANTES DO IR (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/Imposto de Renda (=) RESULTADO LIQUIDO DO EXERCICIO Informações relevantes: 1. Prejuízo fiscal escriturado na parte B do LALUR rf 2008

8.400,00 10.800,00 4.900,00

2.800,00 5.400,00 10.000,00 __________ 2.300,00 4.800,00 _________ 6.700,00 6.900,00 14.900,00 __________ 12.000,00 ________ 4.200,00 2.300,00 4.600,00 3.900,00 _________ 12.000,00 35.000,00

R$ 220.000,00

111

14– Lucro real trimestral A empresa RODA & CIA LTDA, encerrou o 2º trimestre de de 2008, apresentando os seguintes dados relevantes: RECEITA BRUTA (-) Deduções e Abatimentos (=) Receita Líquida (-) Custo Mercadorias vendidas (=) Lucro Bruto Operacional (-) Despesas Operacionais (=) Prejuizo Operacional (+) Receitas Não Operacionais (=) Prejuizo antes do IR e da CSLL Informações relevantes 1- Saldo Prejuízo fiscal apurado até o 1º trim 2008 – cfe parte B do LALUR ........... 2- Multas por infrações de trânsito lançadas na fl 28 Livro diário nº 3 3- Gratificações aos dirigentes lançadas na fl 58 Livro diário nº 3 4- Despesas com brindes ao clientes lançadas na fl 59 Livro diário nº 3 5- Perda na avaliação de investimentos na empresa B lançadas na fl 68 Livro diário nº 3 Pede-se: Escritutar o LALUR do periodo. R$ 148.000,00 R$ 48.155,00 R$ 92.101,00 R$ 36.317,00 R$ 63.785,00 424.374,00 15.800,00 408.574,00 229.800,00 178.774,00 217.548,00 38.774,00 10.000.00 28.774,00

112

00 R$ 20.00 113 .318.15 – Lucro Real Trimestral (continuação do anterior) Escriturar o LALUR e determinar o LUCRO REAL e calcular o IR e a CSLL da empresa RODA & CIA LTDA.00 16– Lucro Real Trimestral Escriturar o LALUR e determinar o LUCRO REAL e calcular o IR e a CSLL da empresa RODA & CIA LTDA.544.00 R$ 22.888.680. cfe folha 30 da parte B do LALUR Multas por infrações fiscais – fl. tomando-se por base os seguintes dados: Lucro líquido do 4º trimestre de 2008 Saldo de prejuízos fiscais do 3º trim 200. Gratificação aos diretores Perdas na avaliação de investimento por equivalência patrimonial R$ 544.00 R$ 17. tomando-se por base os seguintes dados: Lucro líquido do 3º trimestre de 2008 Saldo de prejuízos fiscais do 2º trim 2009. não destinados a manutenção das atividades da empresa – fl 150 Livro Diário nº 3 R$ 4.544.424.00 R$ 66.00 R$ 14.327.887. cfe folha 30 da parte B do LALUR multa de trânsito multa p/infração fiscal Ganhos na avaliação de investimentos por equivalência Patrimonial – com base no patrimônio líquido (Empresa A) .424.464. 115 livro diário nº 3 Ganhos na avaliação de investimentos por equivalência patrimonial fl.678.00 R$ 14.120 livro 3 Gratificações aos diretores – fl 145 Livro 3 Manutenção e reparo de bens imóveis.00 R$ 204.00 R$ 54.00 R$ 4.

200.Cálculos com base na Receita Operacional .00 213.100.550.00 36.17.00 145.00 Ajustes para determinação do Lucro Real: 1.050.00) 67. tributada pelo Lucro Real anual obteve no 1º trimestre de 2009 os seguintes resultados: Contas de resultado janeiro fevereiro 1 -Receitas Operacionais 191.Cálculos com base nos balanços mensais março 271.60 2.150.ADIÇÕES Gratificações aos dirigentes em janeiro R$ 9.150.600.COMPARAÇÃO DOS VALORES ESTIMATIVA BALANCETE DE SUSPENSÃO Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL IRPJ CSLL TOTAL TOTAIS 114 .EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos R$ 10.750.00 3.00 235.00 1.Empresa Comercial Ltda.00 CSLL IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA janeiro Fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO – CSLL Janeiro Fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL (-) antecipação (=) a recolher 3.950.217.(=) Resultado (22.00 2.(-)custos e despesas operacionais 213.752.ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ Base cálculo IRPJ CSLL Janeiro Fevereiro março total 2.Lucro Real anual .

Empresa com atividade industrial .00 10.00 260.000.00 3.00 1.Cálculos com base na Receita Operacional .18 .ADIÇÕES Brindes distribuídos aos clientes em março R$ 10.000.(=) Resultado 130.00 310.000.000.000.EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos no mês de fevereiro R$ 30.000.00 2.00 2.000.000.ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ Base cálculo CSLL IRPJ CSLL Janeiro Fevereiro Março Total 2.00 300.00 320.000.00 Ajustes para determinação do Lucro Real: 1.Cálculos com base nos BALANÇOS MENSAIS IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA Janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) valor a recolher CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO – CSLL Janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL (-) antecipação (=) a recolher 3-COMPARAÇÃO DOS VALORES ESTIMATIVA BALANCETE DE SUSPENSÃO Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL IRPJ CSLL TOTAL TOTAIS 115 .(-)custos e despesas operacionais 120.000. obteve no 1º trimestre de 2009 os seguintes resultados: Contas de resultado janeiro fevereiro Março 1 -Receitas Operacionais 250. tributada pelo LUCRO REAL anual.00 40.000.

Cálculos com base nos balanços mensais IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA Meses abril maio junho Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO – CSLL MESES abril maio junho Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL (-) antecipação (=) a recolher 116 .ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Base cálculo CSLL CSLL abril maio junho total 2.00 223.(=) Resultado Imposto de renda recolhido até 31/03/2009: Ajustes para determinação do Lucro Real: 1. obteve os seguintes resultados no 2º trimestre/2009: Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.150.00 158.000.Cálculos com base na Receita Operacional .ADIÇÕES Multas de transito pagas em fevereiro R$ 7.228.00 1.Empresa do ramo industrial e comercial.00 178.00 139. optante do LUCRO REAL anual.(-)custos e despesas operacionais 3.600.780.19.EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos em janeiro R$ 20.630.00 42.00 maio junho 187.00 2.000.120.00 CSLL recolhida até 31/03/2009: Até Março abril 222.500.

.000.EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos em janeiro ......000.00 19.800...(-)custos e despesas operacionais 3.00 8.00 117 ..00 20.00 (1.000..........00 Setembro 158.000.(=) Resultado Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.(=) Resultado Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.00 310..00 184.600.550..150.......000...870..630....000..00 40.752.00 30... Ganhos na avaliação de investimentos em junho.ADIÇÕES: Gratificações aos dirigentes em janeiro ....00 130.(=) Resultado Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2..00 260.00 36... 2.300.00) Ajustes para determinação do Lucro Real: 1...00 235... Multas de trânsito em outubro ..00 120.00 Maio 320...200.420....150..00 Agosto 187..850.200.(=) Resultado janeiro 191..500.....000.780.(-)custos e despesas operacionais 3..050...000...750.00 213..(-)custos e despesas operacionais 3....228...00 novembro 242.3-COMPARAÇÃO DOS VALORES ESTIMATIVA Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL BALANCETE DE SUSPENSÃO IRPJ CSLL TOTAL TOTAIS 20.120.00 223.120.....000.550.60 10.100.000...00 7.00 Dezembro 168...950.....00 10....00 212.150.000.150.00 10... Brindes no mês de março .00 170..00) abril 250..00 139.00 145..200.217.00 julho 222. tributada pelo Lucro Real anual obteve no ano -calendário de 2008 o seguinte resultado: Contas de resultado 1 -Receitas Operacionais 2.000.00) outubro 195..000...800.00 67.00 (1.00 fevereiro 213...00 Junho 300..00 11.00 Março 271.(-)custos e despesas operacionais 3. 9.00 178..00 (22. Empresa Comercial Ltda.

Cálculo com base na Receita Operacional .Imposto De Renda – Pessoa Jurídica Meses janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher Meses Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher Meses Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher Meses Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ (-) antecipação (=) a recolher outubro novembro Dezembro julho agosto Setembro abril maio junho 118 .1.ESTIMATIVA Mês/Ano Receita bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Base cálculo CSLL CSLL Totais 2.Cálculos Com Base Dos Balanços Mensais De Suspensão/Redução .

CSLL Meses janeiro fevereiro Março Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher Meses abril maio Junho Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher Meses julho agosto setembro Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher Meses Outubro novembro dezembro Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) base de cálculo CSLL (-) antecipação (=) a recolher 4.3.Cálculos Com Base Dos Balanços Mensais de Suspensão/Redução .Comparação Dos Valores A Recolher Meses Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro TOTAIS RECEITA BRUTA IRPJ CSLL BALANÇOS MENSAIS IRPJ CSLL 119 .

Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR. Contribuições para a Seguridade Social. Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidos Público .7. Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS.000. ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários – IOF. Imposto de Renda.IPI. seguro de acidente de trabalho). Imposto de Renda relativo aos ganhos de capital auferidos na alienação de bens do ativo permanente.II.00 (Projeto de Lei Complementar 123). 120 .00 e a Empresa de Pequeno Porte aquela cuja receita bruta for superior a R$ 240.PIS/PASEP. Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. Imposto sobre Exportação de Produtos N acionais ou Nacionalizados – IIE.1 Unificação dos Tributos Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ. Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira – CPMF. Contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS. for igual ou inferior a R$ 240. 7.000.000.4.4. relativo aos pagamentos ou créditos efetuados pela pessoa pessoas físicas – IRRF. relativo aos rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras de renda fixa ou variável. a cargo da pessoa jurídica (parte empresa do INSS.4 Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Considera-se Microempresa a pessoa jurídica cuja receita bruta. Imposto de Renda. Imposto sobre Importação de Produtos Estrangeiros . Imposto sobre Produtos Industrializados .400. Imposto sobre Serviços de Qualq uer Natureza -ISS 7. no ano-calendário. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido .CSLL. Cambio e Seguro.00 e inferior a R$ 2. contribuição para terceiros.2 Tributos Excluídos do SIMPLES: Imposto sobre Operações de Crédito.

- Contribuição para a Seguridade Social. estadual ou municipal. - Contribuição para o PIS/Pasep. cooperativa de crédito. na qualidade de contribuinte individual. de cujo capital participe outra pessoa juridica.00. quando não destinadaos à comercialização ou industrialização. de investimento. se a receita bruta for superior a R$ 240. d) na aquisição ou manutenção em estoque de mercadoria desacobertada de documento fiscal f) na operação ou prestação desacobertada de documento fiscal entre outras. c) por ocasião do desembaraço aduaneiro. § ISS devido: a) em relação aos serviços sujeitos à substituição tributária ou retenção na fonte. sociedade de crédito imobiliário. de cujo capital participe entidade da administração pública. de pessoa jurídica com sede no exterior. caixa econômica. (factoring). ICMS devido: a) nas operações ou prestações sujeitas ao regime de substituição tributária. que tenha sócio domiciliado no exterior. distribuidora de títulos e valores mobiliários. COFINS e IPI incidentes na importação de bens e serviços. valores mobiliários e câmbio. empresa de arrendamento mercantil. desenvolvimento. de petróleo.4. sociedade de crédito. constituída sob a forma de sociedade por ações. financiamento e investimento. b) na importação de servisços. direta ou indireta. bem como energia elétrica. banco comercial.400. inclusive lubrificantes e combustiveis liquidos e gasosos dele derivados. relativa à pessoa do empresario. § § Contribuição sindical patronaç As ME e EPP ficam dispensadas do pagamento das demais contribuições instituídas pela União.3 Vedações ao SIMPLES na condição de Microempresa.000. se a receita bruta for superior a R$ 2. empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta. § § § § 7. sucursal. filial. gestão de crédito. carcaterizado como microempresa (INSS). b) na entrada do território do estado ou Distrito Federal.000.00 anuais. sociedade corretora de títulos. na condição de Empresa de Pequeno Porte. § § § § § que explore atividade de prestação cumulativa e continua de prestação de serviços de assessoria creditícia. no país. 121 . agência de representação. federal.

agencia terceurizada de correios.4. que realize atividade de consultoria. IV. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite estipulado § § § § cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada por esta lei Complementar. que seja geradora. artística ou cultural.4 Atividades enquadradas no SIMPLES I. creche. armas. que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas.§ § § § § § § § que preste serviço de comunicação. cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado. bem como de outro produtos tributados pelo IPI com alíquota superior a 20%. que possua débito com o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS ou com as Fazendas Públicas Federal. que exerça atividade de produção ou venda no atacado de bebidas alcoólicas. transmissora. de natureza técnica. que constitua profissão regulamentada ou não. III. de outra pessoa jurídica com fins lucratiuvos. pré-escola e estabelecimento de enssino fundamental. salvo as de consumo. resultante ou remanscente de cisão ou qualquer forma de desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos cinco anos-calendário anteriores. cigarros. que tenha por finalidade a prestação de serviços decorrentes de exercicio de atividade intelectual. II. 7. científica. 122 . que exerça atividade de importação de combustiveis. distribuidora ou comercializadaora de energia elétrica. de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos desta lei complementar. constituídas sob a forma de cooperativas. centro de formação de condutores de veículos automotores de transporte terrestre de passageiros e de carga. Estaadual ou Municipal. de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios. de corretor. cuja exigibilidade não esteja suspensa. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite. agência de viagem e turismo. bem com o preste serviços de instrutor. que se dedique ao loteamento e à incorporação de imóveis. § § § § que realize cessão ou locação de mão-de-obra. desportiva. desde que a receita bruta global ultrapasse o limite. que que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros.

serviços de manutenção e reparação de motocicletas. operadores autônomos de transporte de passageiros. tartores. cursos técnicos e gerenciais. Elétricos. de radiodifusãoi sonora e de sons e imagens. veículos pesados. XII. empresas montadoras de stands para feiras. planejamento. confecção. serviços de vigilância. serviços de reparos hidráulicos. XV. aquecimento e tratamento de ar em ambientes controlados. escritórios de serviços contábeis. XXIII. ônibus. XX. XI. academias de atividades físicas. escolas livres. agencia lotérica. XXVII. serviços de instalação e manutenção de aparelhos de ar condicionado. cunulativamente administração e locação de imóveis de terceiros. de linguas estrangeiras. XIII. XXII. desportivas. elaboração de programas de computadores. decoração e paisagismo. desde que realizaados em estabelecimento do optante. XVI. inclusive jogos eletrônicos. manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores. X. XXVI. serviços de instalação. XVIII. XXI. de natação e escolas de esportes. XIX. XIV. manutenção e reparação de máquinas de escritório e informática. refrigeração. VI. máquinas.V. e mídea externa. serviços de instalação. VIII. equipamentos agrícolas. XXIV. ventilação. limpesa e conservação. pintura e carpintaria em residências ou civis ou empresariais. IX. manutenção e atualização de páginas eletrônicas. academias de dança. produção cultural e artistica. XVII. serviços de manutenção e reparação de automóveis. vaminhões. de ioga e de artes marciais. licenciamento ou sessão de direito de uso de programa de computação. que se dedique à construção de imóveis e obras de engenharia em geral. VII. desde que desenvolvidos em estabelecimento do optante. motonetas e bicicletas. de capoeira. 123 . inclusive sob a forma de empreitada. veículos de comunicação. bem como manutenção e reparação de aparelhos estabelecimentos eletrodomésticos. XXV. produção cinematográfica e de artes cênicas. artes.

47% 0.73% 10.48% 0.160.000.46% 0.320.82% 3.96% 23.52% 0.43% 0.44% 26.38% 3.280.00 De 840.38% 0.65% 20.00 De 240.000.000.680.29% 8.09% 6.Tabela .00 De 2.01 a 1.99% 9.00% 0.58% 2.51% 5.35% 3.05% 1.00 De 1.34% 0.00 De 480.25% 1.00% 73.000.55% 17.72% 46.07% 3.04% 7.06% 22.000.200.000.000.04% 1.65% 10.80% 2.74% 1.000.28% 25.34% 0.000.000.03% 8.800.01 a 2.000.01 a 840.37% 0.280.30% 0.38% 0.28% 0.35% 9.76% 2.46% 0.44% 4.35% 0.57% 1.400.71% 20.34% 36.57% 3.000.53% 0.51% 9.79% 7.52% 0.52% 0.35% 0.56% 1.080.00% 2.000.27% 2.01 a 360.91% 3.00 De 1.35% 0.17% 1.46% 0.40% 0.440.23% 0.01 a 1.560.48% 0.00 De 360.53% 0.16% 1.82% 2.000.99% 3.83% 2.680.88% 3.47% 0.17% 2.000.54% COFINS 0.000.67% 2.41% 3.67% 1.00 De 1.49% 4.28% 0.94% 3.51% 3.00 De 600.00 De 120.00% 0.30% 3.Partilha do Simples Nacional – Comércio Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Até 120.06% IRPJ 0.000.00 De 2.39% 0.60% 3.000.000.19% 9.00 De 1.01 a 720.39% 0.01 a 1.42% 0.000.01 a 2.58% 1.38% INSS 1.47% 0.01 a 960.440.60% 1.000.28% 3.63% 18.02% 3.00 De 1.66% 52.30% 0.00 Alíquota 2.00% 0.000.08% 4.26% 1.00% 0.25% 0.000.42% 2.53% 0.31% 0.000.95% 1.00% 0.01 a 240.61% 4.56% 2.87% 3.48% 3.52% 0.000.35% 0.07% 2.00 De 960.080.01 a 1.46% 0.000.01% 4.71% 2.84% 2.00% 0.43% 0.15% 1.65% 13.00 De 720.08% 0.56% 4.00% 0.01 a 1.33% 10.05% 4.92% ICMS 0.00 De 2.000.53% 0.88% 28.42% 0.00% 0.25% 0.000.12% 32.95% 124 .39% 1.000.000.00% 0.200.31% 0.33% 0.320.01 a 1.60% ICMS 0.000.10% 3.00 De 1.01 a 480.84% 2.41% 8.01 a 1.33% 1.19% 3.54% CSLL 0.60% Pis/Pasep 0.42% 1.040.07% 1.920.33% 0.85% 3.33% 0.06% 3.37% 0.00% 0.00 De 1.65% 6.52% 1.38% 0.000.160.36% 0.39% 0.52% 4.040.45% 3.00% 0.01 a 2.01 a 1.96% 58.000.000.000.43% 1.40% 1.75% 3.000.000.21% 0.920.00 De 1.27% 0.47% 0.000.92% 3.30% 3.000.38% 0.800.01 a 600.90% 11.01 a 2.560.56% 2.38% 1.99% 4.53% 10.91% 15.39% 0.

000.31% 0.39% 0.00% 0.71% 20.200.040.01 a 1.000.50% 0.680.320.47% 0.40% PERC.42% 0.50% 0.25% 1.27% 0.00 De 2.39% 0.00% 0.42% 1.000.47% 0.50% 0.01 a 960.00 De 960.07% 3.80% 2.29% 7.92% ICMS 0.00 De 1.00 De 720.50% 0.26% 1.65% 20.920.30% 3.000.000.400.000.34% 0.52% 1.36% 0.01 a 240.00 IRPJ 0.50% 0.000.080.50% 0.37% 0.50% 0.000.50% 0.33% 0.33% 0.000.01% 10.00% 0.46% 0.000.82% 2.000.Partilha do Simples Nacional – Indústria Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Alíquota Até 120.440.31% 0.50% ICMS 0.65% 13.50% 0.57% 3.19% 3.83% 11.88% 3.74% 1.85% 10.42% 0.01 a 840.54% 7.000.56% 4.000.28% 0.34% 36.49% 9.71% 2.57% 1.560.60% IPI 0.52% 0.000.38% 0.15% 1.00% 0.11% 5.82% 3.45% 3.35% 0.60% 1.44% 4.50% 0.60% Pis/Pasep 0.000.17% 2.35% 3.84% 2.30% 3.25% 4.01 a 1.52% 4.03% 11.53% 0.58% 1.35% 0.56% 2.85% 3.72% 46.39% 0.99% 4.38% 0.00% 0.42% 0.76% 2.000.50% 0.000.56% 1.680.42% 2.56% 2.53% 8.08% 0.47% 0.00% 0.00 De 120.00 De 240.28% 3.00 De 480.00 De 600.01 a 600.040.91% 15.07% 1.52% 0.48% 0.53% 0.33% 0.38% 0.10% 3.000.160.92% 3.38% 3.01 a 1.01 a 1.00% 0.920.25% 0.000.00 De 1.00 De 2.00% 0.96% 58.51% 3.23% 11.05% 4.200.320.07% 2.15% 10.000.01% 4.59% 7.46% 0.48% 3.67% 2.01 a 480.91% 8.01 a 720.33% 1.00 De 1.01 a 2.99% 3.16% 1.79% 9.30% 0.800.01 a 2.38% INSS 1.28% 0.TABELA .01 a 2.01 a 1.43% 1.00 De 1.88% 28.REDU 0.000.50% 0.53% 0.58% 2.30% 0.01 a 1.00% 73.39% 1.04% 1.000.47% 0.96% 23.42% 0.38% 0.94% 3.000.00 De 1.440.84% 2.080.000.000.00 De 1.40% 1.52% 0.000.50% 0.280.91% 3.50% 0.00% 2.01 a 2.41% 3.50% 0.05% 1.00 De 2.06% 22.69% 9.23% 0.54% CSLL 0.54% COFINS 0.000.000.48% 0.02% 3.95% 1.000.50% 0.00 De 1.000.38% 1.50% 0.63% 18.53% 0.000.34% 0.00% 0.39% 0.01 a 1.000.49% 4.67% 1.17% 1.52% 0.000.37% 0.35% 0.08% 4.00% 0.06% 3.28% 25.160.46% 0.00 De 840.01 a 1.62% 3.95% 3.46% 0.40% 11.15% 6.44% 26.00% 0.00 De 360.50% 0.66% 52.01% 6.800.000.35% 0.00 De 1.000.560.87% 3.25% 0.000.01 a 360.27% 2.12% 32.000.000.280.50% 0.21% 0.83% 2.56% 125 .55% 17.000.

000.80% 0.47% 4.440.00 De 600.00% 2.01 a 360.78% 0.79% 0.39% 0.01 a 2.03% 5.01 a 240.00 De 1.52% 0.73% 1.01 a 2.63% 0.63% 0.69% 0.26% 4.000.000.76% 0.000.36% 2.00 De 480.00 De 2.13% 17.57% 0.000.000.78% 0.68% 14.000. 12 da Resolução CGSN no 4.40% 2.00 De 1.10% 2.000.13% 2.000.70% 0.58% 1.53% 0.000.000.57% 0.61% 4.00% 0.72% 0.320.280.560.01 a 1.00 De 360.40% 0.00 De 960.800.76% 1.57% 0.01 a 2.55% 13.31% 4.01 a 1.00 De 240.01 a 1.15% 2.Partilha do Simples Nacional – Serviços e Locação de Bens Móveis Seção II – Receitas decorrentes da prestação dos serviços previstos nos incisos I a XII do § 3º do art.84% 3.00% 8.23% 4.35% 15.81% CSLL 0.01 a 840.01 a 720.57% 0.00 De 2.27% 17.00% 5.00% 5.26% 4.35% 0.93% 15.00 De 2.000.78% 0.69% 0.37% 5.400.00 De 1.19% 1.000.000.56% 1.57% 0.01 a 1.92% 4.61% 0.000.40% 7.01 a 1.34% 2.42% 5.00 De 1.000.07% 4.06% 15.000.48% 16.800.160.00 De 1.69% 0.00 De 840.31% 11.320.560.000.89% 2.41% 7.26% 11.01 a 1.00 De 1.00% 0.200.62% 1.42% 3.000.040.42% IRPJ 0.01 a 480.01 a 600.000.000.42% Pis/Pasep 0.59% 0.00% 5.000.00% 5.00% 0.07% 2.00% 5.42% 0.68% 13.48% 0.200.50% 0.000.000.50% 0.00% 5.00 De 720.38% 0.50% 3.57% INSS 2.52% 4.440.51% 0.42% 0.56% 0.43% 0.000.680.54% 12.000.080.50% 7.43% 1.000.79% 3.000.71% 0.000.98% 17.01 a 960.83% ISS 2.69% 0.53% 0.64% 0.42% 12.000.09% 6.30% 6.040.01 a 1.20% 15.85% 16.00% 5.00 Alíquota 6.21% 10.37% 2.920.71% 7.40% 12.00% 126 .54% 0.79% 0.00 De 120.53% 0.Tabela .60% 7.01 a 2.70% 0.50% 0.01 a 1.680.00 De 1.59% 0.000.45% 0.51% 0.080.38% 0.45% 0.09% 2.000.56% 0.80% 0.160.97% 5.74% 1.000.88% 1.00% 5.000.000.87% 4.70% 0.00% 5. de 30 de maio de 2007 Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Até 120.000.65% 5.000.98% 6.00% 0.79% COFINS 1.00 De 1.000.19% 6.71% 0.000.280.56% 0.920.

00 ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO CALCULAR O VALOR DO SIMPLES A RECOLHER.320.00.000.860.200.00 Receita bruta acumula da de janeiro/2008 a dezembro/2008 R$ 492.Empresa JJ E CIA LTDA. no mês de agosto/2009 estava com o faturamento acumulado (últimos 12 meses) em R$ 852. BEM COMO EFETUAR A DISTRIBUIÇÃO DOS VALORES POR TRIBUTOS : TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL 002 – SIMPLES A empresa Boa Sorte Nunca é Demais Ltda. BEM COMO EFETUAR A DISTRIBUIÇÃO DOS 127 .00 R$ 32. optante do SIMPLES.00 R$ 47.EXERCICIOS 01 SIMPLES .733.315. obteve o seguinte faturamento no mês de Janeiro/2009: a) Vendas de produtos b) Vendas de mercadorias R$ 15.200.413. No mês de Setembro faturou apenas: a) Vendas de mercadorias mercado interno b) Vendas a mercadorias mercado externo VALORES POR TRIBUTOS: TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO R$ 42.00 R$ 32.00 R$ 74.00 CALCULAR O VALOR DO SIMPLES A RECOLHER.

03 – SIMPLES Empresa industrial.00 CALCULAR O VALOR DO SIMPLES A RECOLHER.00 R$ 22. contribuinte do IPI.00 R$ 32.00 R$ 1.645.444. obteve em JULHO/2009 o seguinte faturamento: a) Vendas de produtos industrializados b) Prestação de serviços c) Lucro na venda de Imobilizado TOTAL DO FATURAMENTO DE JULHO R$ 66.836.000. contribuinte do IPI. optante do SIMPLES na categoria de EPP.222.223.00 R$ 174.00 128 . optante do SIMPLES na categoria de EPP. obteve em setembro/2009 o seguinte faturamento: a) Vendas produtos industrializados mercado interno b) Vendas de produtos industrializados mercado externo Receita Bruta acumulada de setembro/2008 a agosto/2009: R$ 142.826.422.00 R$ 132. BEM COMO EFETUAR A DISTRIBUIÇÃO DOS VALORES POR TRIBUTOS E FAZER O LANÇAMENTO CONTÁBIL TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO 04 – SIMPLES Empresa industrial e de serviços.160.00 R$ 44.

comercial e prestadora de serviços.200. considerado que a receita bruta acumulada de Julho/2008 a junho/2009 foi de R$ 820. SIMPLES Empresa industrial. bem como efetuar a distribuição dos valores por tributos. optante do SIMPLES .160.00 R$ 18.00 129 . considerado que a receita bruta acumulada de Julho/2007 a junho/2008 foi de R$ 820.00 R$ 38.340.Calcular o valor do simples a recolher.340. contribuinte do IPI. bem como efetuar a distribuição dos valores por tributos.00 R$ 24.444. obteve em JULHO/2008 o seguinte faturamento: a) Vendas de produtos industrializados b) venda de mercadorias b) Prestação de serviços c) Lucro na venda de Imobilizado TOTAL DO FATURAMENTO DE JULHO R$ 56.00 TRIBUTOS IRPJ ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS ISS TOTAL 05.200.00 R$ Calcular o valor do simples a recolher.

Campos.19). obrigatoriamente. Tal ação ou omissão tem. ou reduz os seus efeitos econômicos.TRIBUTOS IRPJ ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS ISS TOTAL 8. FUNDAMENTAÇÃO O planejamento tributário é um processo de escolha porque pressupõe necessariamente a existência e a análise dos efeitos fiscais de duas ou mais alterantivas possíveis. que vise. 1985. ou seja. direta ou indiretamente. prevista ou não proibida por lei. 130 . Todavia. que impede ou retarda a ocorrência futura do fato gerador. não simulada. sempre se materializa através de uma ação ou omissão do sujeito passivo da obrigação tributária. PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO DAS EMPRESAS CONCEITO Planejamento trinutário é o processo de escolha de ação ou omissão lícita. No Brasil. em que forma jurídica adotada corresponda à efetiva intenção das partes. e não simulada. não é considerado ilícito um ato jurídico praticado unicamente com fins de economia tributária. economia de tributos (Cândido H. pág. ou seja. anterior à ocorrência do fato gerador. que ser lícita.

3 EVASÃO FISCAL (Oliveira. o contribuinte procura evitar a ocorrência do fato gerador ou colocá-lo de forma menos onerosa. ou enquadrar-se em regime fiscal mais favorável ou obter alguma vantagem fiscal específica. pois o contribuinte tem o direito de estruturar seu negócio da melhor maneira. 8. Portanto. procurando reduzir seus custos empresariais. por implicar sonegação fiscal.1.1.2 ELUSÃO TRIBUTÁRIA (Oliveira. 2005) A evasão fiscal é toda e qualquer ação ou omissão para reduzir ou retardar o cumprimento da obrigação tributária. 131 . que objetive impedir ou retardar a ocorrência do fato gerador. assumindo o risco pelo resultado e usando meios atípicos. tenta evitar a incidência tributária. 8. pois toda ação ou omissão praticada e formalizada DEPOIS da ocorrência do FATO GERADOR. 2005) É o fenômeno pelo qual o contribuinte. cabe à fazenda pública respeita-la.É fundamental que a ação ou omissão de Planejamento Tributário seja praticado e formalizado ANTES DA OCORRÊNCIA DO FATO GERADOR. considerada devida por força ou determinação legal. 8. A evasão ocorre quando o contribuinte não transfere ou deixa de p agar integralmente ao Fisco uma parcela a título de tributo. A elisão fiscal.1. mas simulados ou com fraude à lei. executando-o em conformidade com os sistemas legais que possibilitam a redução de tributos ou alíquotas. a tentativa de sua eliminação por forma ilícita. é considerada fraude. Se a forma adotada é licita. Na elusão. É a fuga do cumprimento da obrigação tributária já existente. ou reduzir os seus efeitos econômicos. EVASÃO E ELUSÃO 8. ou planejamento tributário. postergar ou até mesmo eliminar o recolhimento de tributos. mediante a organização planejada de atos lícitos.1 ELISÃO FISCAL (Oliveira.1 ELISÃO. 2005) A elisão fiscal visa uma economia de tributos de forma lícita e é desenvolvida pelo planejamento tributário. a elisão fiscal representa um conjunto de sistemas legais com o objetivo de reduzir. é todo procedimento lícito realizado pelo contribuinte antes da ocorrência do fato gerador com o objetivo de eliminar ou postergar a obrigação tributária ou reduzir o montante devido.

pg. ou seja. 197) 132 . para efeitos de apuração do lucro real. ou seja. computados antes da dedução dos juros. o RIR permite que os lucros apurados contabilmente a partir de1º de janeiro de 1996 e distribuído aos sócios ou acionistas. No entanto.2 Remuneração a Sócios 8.1 Distribuição de Lucros A empresa poderá distribuir lucros sem tributação. A Pessoa Jurídica poderá deduzir. presumido ou arbitrado. desde que obedeça ao limite de isenção. sócio ou acionistas.2 Juros sobre Capital Próprio O RIR/99 instituiu os juros sobre o capital próprio: “ Art 347. ou de lucros acumulados e reservas de lucros.” “Art 347 do RIR/99.2. se o lucro líquido apurado for inferior ao valor determinado.2. Portanto. os juros pagos ou creditados individualizadamente a titular. A reserva de reavaliação não deve compor a base de cálculo enquanto não for realizada. Par.3 Ganhos de Capital “A diferença entre o valor de venda de bens do Ativo Permanente e seu respectivo custo contábil corresponde ao ganho de capital. a título de remuneração do capital próprio. que deverá ser apurado pela empresa. calculados sobre as contas co patrimônio líquido e limitados à variação da Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP. (Oliveira. CSLL. não estarão sujeitas à incidência do IRRF (Oliveira. 2005) Contudo. 8. 8. 2005). Presumido. por empresas tributadas pelo Lucro Real. Arbitrado ou SIMPLES”. PIS e COFINS) a que a pessoa jurídica estiver sujeita (Oliveira. diminuída de todos os impostos e contribuições federais (IRPJ. independente de seu regime de tributação (Real. enquanto não for adicionada na determinação do lucro real e da contribuição social. O limite dos juros para fins de dedutibilidade do IRPJ e da CSLL será de 50% do lucro líquido correspondente ao período-base de seu pagamento ou crédito. antes da dedução da provisão para o imposto de renda e da dedução dos próprios juros ou dos saldos de lucros acumulados de períodos anteriores – o que for maior. a parcela dos lucros que excederem o valor da base de cálculo do imposto com base no lucro presumido ou arbitrado. a escrituração contábil justifica o procedimento pela economia obtida do IRRF aos sócios. sofrerá a retenção do IRRF à alíquota de 15% sobre o valor respectivo na data do pagamento ou crédito.2005. prevalecerá a isenção sobre a distribuição do lucro presumido líquido do imposto e das contribuições devidas. a título de remuneração do capital próprio. 1º: O efetivo pagamento ou crédi o de juros fica condicionado à t existência de lucros.8.” O valor dos juros pagos ou creditados.

a retenção é aplicada inclusive aos pagamentos efetuados por: 133 . pela prestação dos seguintes serviços: § § Limpeza. que a partir de 01/02/2004 estão sujeitos à retenção do IRRF à alíquota de 1. manutenção. mercadológica. reconhecer o lucro na proporção da parcela do preço recebida em cada período de apuração. os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas a o utras pessoa jurídicas de direito privado estão sujeitos à retenção na fonte da CSLL.4 Retenção na Fonte do IRPJ CSLL. casa de recuperação e repouso sob orientação médica.421 do RIR). Os pagamentos efetuados pela prestação dos serviços acima estão sujeitos à retenção na fonte de 4.0% antes de 01/02/2004 Assessoria creditícia.5%: § § § medicina prestados por ambulatório. vigilância. banco de sangue. além da retenção na fonte da CSLL. Além das pessoas jurídicas que efetuarem pagamentos ou créditos a outras pessoas jurídicas. pontes.65%.0 % CSLL 3.5%. gestão de crédito. engenharia de construção de estradas. Caso o contribuinte tenha reconhecido o lucro na escrituração comercial no período de apuração em que ocorreu a venda. § Remuneração de serviços caracterizadamente de natureza profissional que já se sujeitavam à retenção de IRRF à alíquota de 1.Nas vendas do Ativo Permanente para receber o preço. seleção e riscos.5% antes de 01/01/2004 (parágrafo 1º do art 647 IRI/2004).0% COFINS 0. o contribuinte poderá .65% PIS Os serviços abaixo. hospitalar e pronto-socorro. correspondente à soma das seguintes alíquotas: § § § 1. os ajustes e o controle do lucro na proporção da parcela do preço recebida em cada período de apuração serão registrados no LALUR. PIS e COFINS Para Oliveira (2005). no todo ou em parte. que já se sujeitavam à retenção do IRRF à alíquota de 1. 8. segurança. para determinar o Lucro Real. casa e clínica de saúde. transporte de valores e locação de mão-de-obra. COFINS e PIS. conservação. prédios e obras assemelhadas e publicidade e propaganda. após o término do ano-calendário seguinte ao da contratação (art. administração de contas a pagar e a receber. COFINS e PIS também estão sujeitos ao desconto do IRRF à alíquota de 1.

2. centrais sindicais e serviços sociais autônomos. sociedades simples. podendo ser compensados com o imposto e as contribuições da mesma espécie. 8. ou dos bens ou serviços a serem fornecidos. na apuração do resultado de contratos. Para efeito de determinar o lucro real.5 Contratos de Longo Prazo De acordo com o art 407 do RIR/2004. Portanto. Contudo. Custo de construção ou de produção dos bens ou serviços incorridos durante o período de apuração. 8. poderá ser excluída do lucro do período de apuração. inclusive entidades sindicais. COFINS e PIS serão considerados como antecipação do que for devido pelo contribuinte que sofreu a retenção.§ § § § associações. se estiver registrado no mesmo mês mais de um pagamento a uma mesma pessoa jurídica. confederações. determinada mediante aplicação. sobre o preço total da porcentagem do contrato ou da produção executada no período de apuração. 2005): 1. de construção por empreitada ou por fornecimento.000. inclusive sociedades cooperativas fundações de direito privado e condomínios de moradores Para efeito de planejamento tributário. de bens ou serviços a serem produzidos. parcela do lucro da empreitada ou fornecimento computado no resultado do período de apuração. a preço predeterminado. proporcionalmente à receita dessas operações consideradas nesse resultado e não recebida até a data do balanço de encerramento do período.6 Faturamento para Entrega Futura As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real devem apurar o seu resultado no período mediante o regime de competência. Também e stão dispensadas de retenção as PJ que efetuarem o pagamento de valor igual ou inferior a R$ 5. A parcela excluída deverá ser computada na determinação do lucro real do período de apuração em que a receita for recebida (Oliveira. 2005). serão computados em cada período de apuração (Oliveira.00. a cada pagamento deverá ser efetuada a soma de todos os valores já pagãos naquele mês para determinar a dispensa da retenção (Oliveira. As pessoas jurídicas optantes do SIMPLES não sofrerão nem estão obrigadas a efetuar a retenção das contribuições. federações. da CSLL. os valores retidos do IR. parte do preço total da empreitada. com prazo superior a um ano. 2005). segundo o qual as receitas serão computadas independentemente de 134 .

independentemente do efetivo pagamento (Oliveira. pagos ou incorridos.5. 9 REGIMES DE TRIBUTAÇÃO A cada ano. Por esse critério.sua realização em moeda e os custos e despesas. As máquinas e equipamentos são depreciados à taxa de 10% anuais. No caso de venda para entrega futura. empregado-se os coeficientes: § § § um turno de oito horas dois turnos de oito horas três turnos de oito horas 1. Entretanto. 1. pela 135 . diferentes das divulgadas pela SRF. a preferência é pelo lucro presumido. adequadas às condições de utilização dos bens. as receitas provenientes da venda a prazo de mercadorias.0. Assim. permitindo uma redução tributária pela maior contabilização das despesas de depreciação às empresas optantes pelo Lucro Real (Oliveira. Normalmente. a taxa dobrará para 20% anuais. o reconhecimento da receita da venda e de seu respectivo custo será no momento da entrega do bem. ou outra entidade oficial especializada. como de uso normal em um turno de oito horas diárias (Oliveira. tais bens serão depreciados em função do número de horas diárias de operação. produtos ou serviços serão reconhecidas no momento de sua realização. 2005). 2005). 2005).0. Além da utilização de laudos. 8. 2. o contribuinte pode solicitar ao Instituto Nacional de Tecnologia (INT). e não enquanto este permanecer em poder da empresa ou estiver sendo produzido. o RIR permite que se contabilize os efeitos de turnos superiores ao normal na vida útil dos bens móveis (depreciação acelerada). entretanto. segundo o laudo do ITN. Real ou Arbitrado) deve defini-lo para fins m de recolhimento do IRPJ e da CSLL. surge uma importante questão: a empresa que não tenha nenhum impedimento para optar por u regime de tributação (Lucro Presumido. se tiverem vida útil de cinco anos. no mesmo período em que corresponderem essas receitas.7 Depreciação A maioria das empresas brasileiras adota como taxas anuais de depreciação de seu imobilizado aquelas admitidas pelo Regulamento do Imposto de Renda. para itens do imobilizado com excessivo desgaste ou rápida obsolência. o laudo para adoção de taxas de depreciação.

a título de juros sobre o capital próprio. 9. o fato gerador é a receita bruta auferida.Assinale a alternativa incorreta. assim entendido o produto do capital. não são considerados aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica de renda tributável (Oliveira.430/96.a partir de 1997. assim entendidos os acréscimos patrimoniais não comprendidos no conceito de renda. nº 9.facilidade de cálculo do IRPJ e da CSLL. 2005). obtida nas demonstrações contábeis do período anterior e em sua projeção até o final do ano (Oliveira. É importante frisar que nem toda a aquisição de disponibiliadade econômica ou jurídica de renda é considerada FATO GERADOR dos tributos ora estudados. tais juros são dedutíveis também para a apuração da base de cálculo da Contribuição Social. Pelas empresas optantes pelo Lucro Presumido.. e de proventos de qualquer natureza. b. na apuração do lucro real. devido pelas Pessoas Jurídicas é a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica de RENDA. 136 . 9. pois a legislação exige apenas a escrituração do Livro Caixa (Oliveira.430/96 e do Regulamento ro Imposto de Renda relacionadas aos juros sobre o capital próprio: a. para empresas optantes desta modalidade tributária. é o LUCRO REAL. Arbitrado ou SIMPLES. exclusões e compemsações no LALUR.1 Fato Gerador O fato gerador ou hipótese de incidência dos Tributos Federais.249/95. c. Com relação às normas tributária das leis nº 9. computados antes da dedução dos juros.o efetivo pagamento ou crédito de juros fica condicionado à existência de lucros. ou de lucros acumulados e reservas de lucros. do trabalho ou da combinação de ambos. das importâncias pagas ou creditadas. 2005).a Lei nº 9. aos sócios ou acionistas das pessoas jurídicas. A decisão por um ou outro regime de tributação deve estar baseada na margem de lucro da empresa. 2005).2 EXERCICIOS 1. Os lucros auferido em empresas coligadas ou controladas. atualmente no Brasil. de acordo com a lei nº 9. além de reduzir os serviços em escritórios de contabilidade. antes do IRPJ e da CSLL. tais como IRPJ e CSLL. O fato gerador assim considerado pela Legislação do Imposto de Renda.249/95 instituiu a dedutibilidade. avaliados pelo método da Equivalência Patrimonial. ajustado por adições. em montante igual ou superior ao valor de duas vezes os juros a serem pagos ou creditados.

000. A empresa obteve um lucro contábil. a base de cálculo era de R$ 4.a Reserva de Reavaliação não deve compor a base de cálculo enquanto não for realizada. Reservas de Reavaliação. b.000. a base de cálculo era de R$ 3.000. de R$ 2.Supondo que no exercício de 2006 a variação da Taxa de Juros de Longo Prazo. para fins de apuração do lucro tributável: a. Reservas de Capital. d. Nesse caso.200.d.000. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 400. os saldos das contas de Capital Social.000.000.na empresa A.a base de cálculo dos juros sobre o capital próprio é o patrimônio líquido. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 1. Nesse caso. enquanto não for adicionada na determinação do lucro real e da contribuição social sobre o lucro 2. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 100. o montante correto a ser contabilizado seria de R$ 750.000.800. a base de cálculo era de R$ 6. a TJLP.000. 137 .000.000 no período-base. de R$ 90. sendo que havia lucros acumulados e reservas de Lucros no montante de R$ 1. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 50.000.000. A empresa obteve um lucro contábil. sem nenhuma exceção. Nesse caso. antes da provisão para o Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros.400.000.na Empresa E. antes da provisão para o Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros. Nesse caso.600.000. Nesse caso. sendo considerados. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 2. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 4. A empresa obteve prejuízo contábil. A empresa obteve um prejuízo contábil.000.na E mpresa D.na Empresa C. assinale a(s) alternativa(s) correta(s) com relação ao montante que poderia ser contabilizado e que estaria dentro dos limites aceitos pela legislação tributária para a contabilização e dedutibilidade dos juros sobre o capital próprio.000. antes da provisão para Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros.000. a base de cálculo era de R$ 1. e. c. de R$ 400. a base de cálculo era de R$ 7. sendo que havia lucros acumulados e reservas de lucros no montante de R$ 4.200. A empresa obteve um lucro contábil.na Empresa B. antes da provisão para o Imposto de Renda e da dedução dos refe ridos juros. Reservas de Lucros e Lucros ou Prejuízos Acumulados. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 200.000 no período-base.000.000. ou seja.000 no período-base. e. foi de 25%.000.400. antes da provisão para Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros.000.

00 22. supondo: a) que os juros serão pagos aos acionistas. CIAN Ltda. b) que no exercício de 2006 a taxa anual da TJLP foi de 22% e que o valor do patrimônio líquido do ano. calcular e contabilizar.000.000 4. em média. ao final do exercício de 2006. dedutíveis na Base do Lucro Real da empresa? a.Com base nas informações disponíveis da Cia. sendo que bão havia lucros acumulados e reservas de lucros.f. elabora um relatório contendo os dados na tabela abaixo: Contas Capital Social Reserva de Reavaliação Reserva Especial art 460 RIR Lucros acumulados até 2005 Lucro líquido de 2006 ( ajustado) TJLP no ano Valores 100. em 31/12/2006. 3.000. os juros sobre o capital próprio. Nesse caso.00 138 .000 3. qual é o valor máximo permitido pela Legislação do Imposto de Renda.00 5% Com base nas informações.R$ 11.000.00 13.000 no período-base. de R$ 40. a base de cálculo era de R$ 600. da empresa foi o seguinte: Capital social integralizado Reservas de capital Reservas de reavaliação Lucros acumulados Lucro contábil de 2006 antes da provisão para IR e da dedução dos referidos juros Total do Patrimônio Líquido 490. a ser pago ou creditado a título de Juros Sobre o Capital Próprio.00 50.000 240.000.000 200. antes da provisão para Imposto de Renda e da dedução dos referidos juros.000.00 10.230.000.Na Empresa F. considerando que não será efetuado nenhum ajuste no Lucro Real. o montante correto a ser contabilizado seria R$ 20.000.000 300.O Departamento responsável pelo controle de tributos da Cia Amazônia.000 2. A empresa obteve prejuízo contábil.000.000.

.00 março 300..000..00 260. demonstra-los.500.000.R$ 7.000.(-) Despesas Operacionais 3.00 5-PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Empresa de atividade comercial..100.000.00 120.000. CÁLCULOS COM BASE NO LUCRO PRESUMIDO IRPJ MÊS/ano RECEITA BRUTA BASE DE CÁLCULO % IRPJ R$ R$ 30.000.R$ 9..00 c.R$ 6.00 d.00 310. indicando qual dos dois seria mais econômico para a empresa: 1.. (=) Resultado AJUSTES PARA DETERMINAÇÃO DO LUCRO REAL: ADIÇÕES: Brindes distribuídos aos clientes no mês de Março EXCLUSÕES Ganhos na avaliação de investimentos em empresa Coligada no mês de JANEIRO/2009 . com referência a CSLL e IRPJ. Receitas não Operacionais 2.. pelo Lucro Real Anual.. efetuar os cálculos para efeito de PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO.000..000.R$ 6.00 10...00 fevereiro 320. e Lucro Presumido..750.. QUESTÃO: Com base nos dados acima. obteve no lº trimestre/2009 os seguintes resultados: Contas de Resultado 1...00 30..00 d..00 TOTAL 139 .000.b... Receitas Operacionais 2...00 R$ 10..000.250.00 Janeiro 250.

CÁLCULO COM BASE NO LUCRO REAL ANUAL IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA JANEIRO Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real IRPJ FEVEREIRO MARÇO CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO .CSLL MESES Resultado consolidado (+) adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL JANEIRO FEVEREIRO MARÇO COMPARAÇÃO DOS VALORES IRPJ Estimativa Balanços consolidados Totais 140 CSLL .CSLL MÊS/ano RECEITA BRUTA BASE DE CÁLCULO % CSLL R$ TOTA L 2.

950.00 R$ 60.00 Março 271..(+)Ganho na avaliação Investimentos 4.200.780.00 R$ 9.000.710.00 15..000.200.000.189.750.00 20.= Resultado (22.752...60 1. ADIÇÕES Gratificações aos dirigentes em JANEIRO .217.00 42. LUCRO REAL TRIMESTRAL Trimestre 1º Lucro contabil Adições Exclusões Compensações TOTAIS Base de cálculo IRPJ Base cálculo CSLL Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS TOTAIS 141 .Prejuízos Acumulados até 31/12/ 2008 R$ 10.050.550.(-) Compras dentro do estado 3.. EXCLUSÕES Ganho na avaliação de investimentos pela Equivalência patrimonial participação de 8% na empresa B em janeiro 3.100.00 85. Ordenados e Salários 3.00 Receita bruta acumulada dos últimos 12 meses imediatamente anteriores R$ 2.172....6– PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO Empresa industrial obteve no 1º trimestre/2009 os seguintes resultados: Contas de Resultado 1.00 AJUSTES PARA DETERMINAÇÃO DO LUCRO REAL: 1.00 10...00 36.000.440. 2.00 janeiro 191.00 18.752. Receitas Operacionais 2.00 121.00 fevereiro 213.00 117..00) 67.00 76.150.400.(-) Despesas Operacionais 4.00 108.

2.Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real CSLL Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS JANEIRO FEVEREIRO MARÇO TOTAIS 3. LUCRO REAL .Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (-) compensações (=) Lucro Real IRPJ Adicional JANEIRO FEVEREIRO MARÇO CÁLCULO COM BASE NOS BALANÇOS MENSAIS CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO – CSLL Mês/ano Result. LUCRO PRESUMIDO trimestre Receita Bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Base Cálculo CSLL CSLL 142 .CALCULO COM BASE NOS BALANÇOS DE SUSPENÇÃO IMPOSTO DE RENDA – PESSOA JURÍDICA Mês/ano Result.

LUCRO ARBITRADO trimestre Receita Bruta Base cálculo IRPJ IRPJ Base Cálculo CSLL CSLL Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS TOTAIS 5.Mês/ano PIS COFINS IPI ICMS INSS FGTS TOTAIS 4. SIMPLES NACIONAL TRIBUTOS IRPJ CSLL PIS COFINS INSS IPI ICMS TOTAL ALÍQUOTAS BASE DE CÁLCULO VALOR DEVIDO 143 .

COMPRAÇÃO DOS VALORES A RECOLHER Real Balanço anual Presumido trimestral IR CSLL PIS COFINS ICMS IPI INSS FGTS TOTAIS Arbitrado SIMPLES 144 .6.

cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente Provisões (exceto férias e 13º salário) Provisão p/CSLL Perdas na avaliação de investimentos por equivalência patrimonial EXCLUSÕES IRPJ Ganhos na avaliação de investimentos equivalência patrimonial Lucros ou dividendos distribuídos CSLL por Ganhos na avaliação de investimentos equivalência patrimonial Lucros ou dividendos distribuídos por 145 . cujo fornecimento não seja efetuado indistintamente Provisões (exceto férias e 13º salário) Provisão p/CSLL Perdas na avaliação de investimentos por equivalência patrimonial CSLL Despesas não relacionadas com produção/comercialização/prestação de serviços Conservação de Bens não destinados à produção Brindes Doações a Entidades (sindicatos/outras) Gastos com alimentação de diretores ou funcionários graduados Gastos com alimentação de empregados. APÊNDICE PRINCIPAIS ADIÇÕES E EXCLUSÕES DO LUCRO REAL ADIÇÕES IRPJ Gratificações a Diretoria Multas de Transito/ Multas por auto de infração Despesas não relacionadas com a produção.10. comercialização ou prestação de serviços Conservação de bens não destinados à produção Brindes Doações a Entidades (sindicatos/outras) Gastos com alimentação de diretores ou funcionários graduados Gastos com alimentação de empregados.

IMPOSTO CÁLCULO DEBITADO VALORES FISCAIS OPERAÇÕES S/DÉBITO IMPOSTO ISENTAS OU OUTRAS NÃO TRIBUT OBSERVAÇÕES 157 .LIVRO DE REGISTRO DE ENTRADAS MODELO 1 REGISTRO DE ENTRADAS FIRMA: INSC EST: CNPJ FOLHA: M~ES OU PERIODO/ANO Data de entrada Documentos Fiscais Número Data Código documento emitente codificação cont fiscal ICMS valores fiscais Base cálculo aliq Imposto Valor operação creditado (a) CÓDIGO DE VALORES FISCAIS 1 OPERAÇÕES COM CRÉDITO DE IMPOSTO 2 OPERAÇÕES SEM CRÉDITO DO IMPOSTO – ISENTAS OU NÃO TRIBUTADAS 3 OPERAÇÕES SEM CRÉDITO DE IMPOSTO OUTRAS IPI VALORES FISCAIS Co(a) esp séris UF Orig Valor contábil Cód (a) LVRO DE REGISTRO DE SAÍDAS MODELO 2 REGISTRO DE SAÍDAS FIRMA: INSC EST: CNPJ FOLHA: MES OU PERIODO/ANO DOCUMENTOS FISCAIS SÉRIE UF ESPÉCIE SUBNÚMERO DIA DESTINO SÉRIE CODIFICAÇÃO VALOR ICMS OPERAÇÕES COM DÉBITO CONTÁBIL CONTABIL FISCAL IPI BASE DF ALÍQ.

000 DO ESTERIOR TOTAIS SAÍDAS CODIFICAÇÃO VALORES CONTÁBEIS ICMS VALORES FISCAIS OPERAÇÕES COM DEBITO DO IMPOSTO OPERAÇÕES SEM DÉBITO DO IMPOSTO BASE DE IMPOSTO DEBITADO ISENTAS OU NÃO OUTRAS CÁLCULO TRIB CONTÁBIL FISCAL SUBTOTAIS 5.000 DO ESTADO SUBTOTAIS 2.000 DE OUTROS ESTADO SUBTOTAIS 3.000 PARA ESTADO O SUBTOTAIS 6. CNPJ: FOLHA: M~ES OU PERÍODO/ANO: ENTRADAS CODIFICAÇÃO VALORES CONTÁBEIS ICMS VALORES FISCAIS OPERAÇÕES COM CRÉDITO DO IMPOSTO OPERAÇÕES SEM CRÉDITO DO IMPOSTO BASE DE IMPOSTO CREDITADO ISENTAS OU NÃO OUTRAS CÁLCULO TRIB CONTÁBIL FISCAL SUBTOTAIS 1.000 PARA OUTROS ESTADO SUBTOTAIS 7.LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS MODELO 9 REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS FIRMA: INSC EST.000 PARA O ESTERIOR TOTAIS 158 .

TOTAL APURAÇÃO DO SALDO 011 – SALDO DEVEDOR (DÉBITO MENOS CRÉDITO) 012 – DEDUÇÕES (DISCRIMAR ABAIXO) 013 – IMPOSTO A RECOLHER 014 – SALDO CREDOR (CRÉDITO MENOS DÉBITO) A TRANSPORTAR P/ O PERIODO SEGUINTE INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES GUIA DE INFORMAÇÃO ÓRGÃO ARRECADADOR DATA DA ENTREGA VALORES COLUNA AUXILIAR SOMA GUIAS DE RECOLHIMENTO NÚMERO DATA (BANCO/REPARTIÇÃO) VALOR LOCAL DA ENTREGA OBSERVALÇÕES: 159 .: CNPJ: FOLHA: MÊS OU PERÍODO/ANO: DÉBITO DO IMPOSTO 001 – POR SAÍDAS / PRESTAÇÕES COM DÉBITO DO IMPOSTO 002 .SUBTOTAL CRÉDITO DO IMPOSTO 005 – POR ENTRADAS/AQUISIÇÕES COM CRÉDITO DO IMPOSTO 006 – OUTROS CRÉDITOS (DISCRIMINAR ABAIXO) 007 – EXTORNO DE DÉBITOS (DISCRIMAR ABAIXO) 008 – SUBTOTAL 009 – SALDO CREDOR DO PERIODO ANTERIOR 010 .EST.LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS MODELO 9 RESUMO DA APURAÇÃO DO IMPOSTO FIRMA INSC.OUTROS DPEBITOS (DISCRIMIM]NAR ABAIXO) 004 .

LIVRO DE REGISTRO DE APURAÇÃO DO IPI – MOD.I VALORES FISCAIS OPERAÇÕES COM CRÉDITO DO IMPOSTO OPERAÇÕES SEM CRÉDITO DO IMPOSTO BASE DE IMPOSTO ISENTAS/NÃO OUTRAS CÁLCULO CREDITADO TRIBUTADA ENTRADAS DO EXTERIOR 160 .P. 8 Registro de entradas período de ___________ a __________________ ENTRADAS CODIFICAÇÃO CONTÁBIL FISCAL NATUREZA ENTRADAS NO ESTADO COMPRAS P/INDUSTRIALIZAÇÃO COMPRAS P/COMERCIALIZAÇÃO INDUST POR OUTRAS EMPRESAS TRANSFERENCIAS P/INDUSTR TRANSFERENCIAS P/COMERCIA DEVOLUÇÕES VENDAS PROD EST COMPRAS P/ATIVO IMOBILIZADO COMPRAS MAT COINSUMO OUTRAS ENTRADAS SUBTOTAL COMPRAS P/INDUSTRIALIZAÇÃO ENTRADAS DE COMPRAS P/COMERCIALIZAÇÃO OUTROS INDUST POR OUTRAS EMPRESAS ESTADOS TRANSFERENCIAS P/INDUSTR TRANSFERENCIAS P/COMERCIA DEVOLUÇÕES VENDAS PROD EST COMPRAS P/ATIVO IMOBILIZADO COMPRAS MAT COINSUMO OUTRAS ENTRADAS SUBTOTAL COMPRAS P/INDUSTRIALIZAÇÃO COMPRAS P/COMERCIALIZAÇÃO INDUST POR OUTRAS EMPRESAS TRANSFERENCIAS P/INDUSTR TRANSFERENCIAS P/COMERCIA DEVOLUÇÕES VENDAS PROD EST COMPRAS P/ATIVO IMOBILIZADO COMPRAS MAT COINSUMO OUTRAS ENTRADAS SUBTOTAL DEMONSTRATIVO DOS CRÉDITOS 001 002 003 004 .POR ENTRADAS DO MERCADO NACIONAL – POR ENTRADAS DO MERCADO EXTERNO – POR SAÍDAS PARA O MERCADO EXTERNO – ESTORNO DE DÉBITOS VALORES CONTABEIS I.

SAÍDAS CODIFICAÇÃO CONTÁBIL FISCAL NATUREZA Vendas a contribuintes PARA O ESTADO Vendas a não contribuintes Transferênciap/ industrial e/ou comercializaç Transferência para uso e/ou consumo próprio Subtotal Remessa p/ industri por outros estabelecime Remessa p/ vendas fora do estabelecimento Retorno industrialização p/ outras estabelec Devoluções Outros saídas não especificadas PARA OUTROS ESTADOS Subtotal Vendas a contribuintes p indust e/ou comerci Vendas a contri p/ uso e/ou consumo próprio Subtotal Vendas a não contribuintes Transferências p/ industo e/ou comercializa Transferências p/ uso e/ou consumo próprio Subtotal Remessa p/ indust por outros estabeleciment Remessa p/ vendas fora do estabelecimento Retorno de industrialização p/ outros estabele Devoluções Outras saídas não especificadas Subtotal Vendas VALORES CONTABEIS I.I VALORES FISCAIS OPERAÇÕES COM CRÉDITO DO IMPOSTO OPERAÇÕES SEM CRÉDITO DO IMPOSTO BASE DE IMPOSTO ISENTAS/NÃO OUTRAS CÁLCULO CREDITADO TRIBUTADA PARA O Outras saídas não especificadas EXTERIO TOTAIS APURAÇÃO DOS SALDOS 013 – SALDO DEVEDOR (DÉBITO MENOS CRÉDITO) 014 – DEDUÇÕES 013 – IMPOSTO A RECOLHER 161 .P.

LIVRO RAZÃO Nº Conta Débito Crédito 162 .

PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 163 .

PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 164 .

PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: DATA DO LANÇAMEN TO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETÁRIA CONTROLE DE VALORES DÉBITO CRÉDITO SALDO Cr$ (8) D/C HISTÓRICO (2) MÈS DE REFERENCIA VALOR A CORRIGIR COEFICIENTE 165 .

PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: DATA DO LANÇAMEN TO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETÁRIA CONTROLE DE VALORES DÉBITO CRÉDITO SALDO Cr$ (8) D/C HISTÓRICO (2) MÈS DE REFERENCIA VALOR A CORRIGIR COEFICIENTE 166 .

São Paulo.00 34.600.00 2.00 13.000.000.000.333. g) Alíquota do ISS: 3% h) Risco Ambiental do Trabalho: leve.00 960.00 480.000.000.00 167 .00 1.00 556. OBSERVAÇÃO: Desprezar os centavos.000.00 FEV/09 MAR/09 TOTAIS 392.700.800. Sal e Comissões s/Vendas INSS _________ _________ _________ 480. considerando recolher seus tributos CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA pelo Lucro Real Anual. sendo que: e) Compras são efetuadas em estabelecimentos industriais do Estado do Paraná.000.00 26.333.00 480.00 36.000.00 2.00 320.CIÊNCIAS CONTÁBEIS – planejamento tributário NOME ___________________________________________________________ Série _________ Empresa com atividade mista de comércio e prestação de serviços.000. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.00 1.00 18.00 520.000 46.000.000.000.000.000. sem substituição tributária.000.000. São Paulo.00 290.00 67.00 1.000.500.00 2.00 _________ _________ 32.000.600.00 36.00 460.00 13.00 (=) RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA (-) Custo das Mercadorias vendidas Estoque Inicial Compras de Mercadorias (-) ICMS s/ compras (-) PIS Fat s/ compras (-) COFINS s/compras (-) Estoque Final (-) Custo dos Serviços Prestados Ordenados e Salários INSS FGTS Provisão p/ férias Provisão p/13º Salário (=) LUCRO BRUTO PERACIONAL (-) Despesas com vendas Ordenados.000 1.000.00 80.000.000.00 _________ _________ _________ 12.00 4.000.00 380.00 68. Santa Catarina e Rio Grande do Sul.000.500.00 3.000. LUCRO REAL ANUAL RECEITA BRUTA Vendas de mercadorias no mercado interno Exportações de mercadorias Serviços Prestados no Mercado Interno (-) Deduções da Receita Bruta Vendas Canceladas no mercado interno Desconto incondicionais nas vendas internas ICMS PIS COFINS ISS JAN/09 620. f) Vendas para o mercado interno destinam-se a comerciantes varejistas do Paraná.00 730.000.000.000.000.00 7.

820.00 5.00 1.300.200.200.200.800.00 _________ ________ 2.00 3.00 2.00 6.00 8.00 1.00 _________ 2.00 2.600.00 5.00 9.00 6.400.700.00 3.00 9.200.300.200.200.720.370.00 3.600.00 14.000.400.900.400.000.00 12. tributos (=) LUCRO OPERACIONAL LIQUIDO (+) Receitas Não Operacionais Dividendos Recebidos Lucro na venda de bens do permanente (=) RESULTADO LÍQUIDO ANTES DO IR (-) Provisão p/CSLL (-) Provisão p/Imposto de Renda (=) LUCRO LIQUIDO DO EXERCICIO 6.200.240.300.00 4.000.00 6.900.00 6.00 ________ 0.00 1.200.00 5.00 12.00 12.00 1.00 16.260.00 1.00 12.000.600.200.00 8.00 ________ _________ 8.300.000.Comercial Manutenção de bens do Dpto.300.900.FGTS Provisão p/ Férias Provisão p/ 13º Salário Provisão p/devedores Duvidosos Fretes s/Entregas das vendas Seguros de bens do Dpto.00 2.00 _________ ________ 2.900.00 3.400.700.00 4.400.400.300.000.000.00 6. Comercial Propaganda e Publicidade Brindes (-) Despesas administrativas Pró-Labore Ordenados e Salários Honorários Profissionais INSS FGTS Provisão p/13º salário Provisão p/ Férias Material de Expediente e Escritório Viagens e Estadas da administração Gratificação a dirigentes (-) Despesas Financeiras Juros Passivos Descontos Concedidos (+) Receitas Financeiras Juros Recebidos Descontos recebidos Rendimentos s/ Aplicações Financeiras (+) Outras Receitas Receitas de Alugueis (-) Despesas Tributárias Impostos e taxas Municipais Multas de trânsito Multas por infração fiscal Multas por atraso no pagto.600.600.00 5.200.00 _________ 6.000.00 9.000.00 ________ 10.00 14.00 9.00 _________ ________ 2.00 6.00 10.800.00 8.00 3.00 5.000.600.00 4.600.00 3.00 15.00 2.00 4.00 2.00 2.00 168 .000.260.280.00 4.00 2.00 _________ _________ 8.00 _________ 12.200.300.800.00 5.960.00 ________ 4.00 8.000.800.500.000.000.00 9.00 _________ _________ 12.00 6.00 10.230.000.200.800.00 4.00 0.460.00 0.00 1.

para cada mês.1-Cálculos com Base na Receita Bruta – ESTIMATIVA IMPOSTO DE RENDA Mês/ano Receita Bruta Jan/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Fev/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Mar/09 Mercadorias Serviços Não operacionais Base de cálculo IRPJ CSLL Base de cálculo CSLL TOTAIS 2. Janeiro/09 Fevereiro/09 Março/09 IRPJ Estimativa Balanço suspensão Antecipação CSLL IRPJ CSLL IRPJ CSLL 169 .Cálculos com base nos balanços mensais de redução/suspensão Lucro real Janeiro/09 Fevereiro/09 Resultado Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real antes Compensação Prejuízos (-) Compensação de Prejuízos (=) Lucro Real (=) IRPJ Março/09 (-) Antecipação (=) IRPJ a recolher Base de Cálculo da CSLL Janeiro/09 Fevereiro/09 Março/09 Resultado Consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Base de Cálculo antes Compensação de Bases de Cálculo Negativa (-) Compensação de Base de Cálculo Negativa (=) Base de Cálculo da CSLL (=) CSLL (-) Antecipação (=) CSLL a recolher 3. entre estimativa e balancete de suspensão.Comparação dos valores ESTIMATIVA BALANCETE DE SUSPENSÃO Mês/ano IRPJ CSLL TOTAL IRPJ CSLL TOTAL Janeiro/09 Fevereiro/09 Março/09 TOTAIS 4-Recolhimentos Escolher.

A recolher 5.Escriturar o LALUR PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 170 .

PARTE A – REGISTRO DOS AJUSTES DO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO DATA HISTÓRICO ADIÇÕES EXCLUSÕES 171 .

320.PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: Prejuízo Fiscal DATA DO LANÇAMEN TO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETÁRIA CONTROLE DE VALORES CRÉDITO SALDO Cr$ (8) D/C HISTÓRICO (2) Prejuízo Fiscal apurado em 31/12/2008 MÈS DE REFERENCIA VALOR A CORRIGIR COEFICIENTE DÉBITO 31/12/2008 89.00 C 172 .00 89.320.

943.00 C 173 .PARTE B – CONTROLE DE VALORES QUE CONSTITUIRÃO AJUSTE DO LUCRO LÍQUIDO DE EXERCICIOS FUTUROS CONTA: Base de Cálculo Negativa DATA DO LANÇAMEN TO (1) PARA EFEITO DE CORREÇÃO MONETÁRIA CONTROLE DE VALORES CRÉDITO SALDO Cr$ (8) D/C HISTÓRICO (2) Base de Cálculo Negativa da CSLL Apurada em 31/12/2008 MÈS DE REFERENCIA VALOR A CORRIGIR COEFICIENTE DÉBITO 31/12/2008 16.00 16.943.

Efetuar os lançamentos dos tributos calculados e lançados em cada mês.6. Data Conta 31/01/09 Débito Crédito 174 .

Data 31/02/09 Conta Débito Crédito 175 .

Data 31/03/09 Conta Débito Crédito 176 .

7. Tributos A Recolher Janeiro/08 ICMS A Recolher Pis Fat a Recolher COFINS a recolher ISS a Recolher INSS a Recolher FGTS a recolher IRPJ a recolher CSLL a recolher Fevereiro/08 Março/08 Total 177 .

057.500.00 500.780.00 4.00 9.00 52.00 523.800.000.00 40.00 1.200.00 17.200.00 0.00 2.000.00 16.00 900.200.00 0.00 93.CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA – planejamento tributário NOME _________________________________________________________________________TURMA _________ ESTUDO DE CASO: Empresa com atividade mista comercial.00 91.00 0.00 158.00 70.00 0.00 5.000.600.000.780.00 113.00 5.00 40.00 0.00 2.000. industrial e serviços.00 433.00 600. Produtos e serviços vendidos.00 12.600. DESPREZAR CENTAVOS.200.00 2.000.00 30.300.00 fevereiro Março TOTAIS 637.00 48.00 26.00 152. apresentou no 1º trimestre/2009: LUCRO REAL: Calcular os tributos incidentes s/faturamento e completar a DRE.00 4.000.00 2.00 14.600.700.00 37.500.00 0.00 447.623.00 23.00 13.000.400.380.900.00 2.260.00 16.00 6.00 43. (=) LUCRO BRUTO OPERACIONAL (-) Despesas Operacionais (-) Ordenados e Salários (-) Pró-Labore (-) Honorários Profissionais (-) Outras Despesas Operacionais (-) (-) (-) Despesas Financeiras (+) Juros Recebidos (+) Descontos Recebidos (=) LUCRO LÍQUIDO OPERACIONAL (+) Receitas Não Operacionais (+) Dividendos Recebidos (+) Lucro na Venda de Imóvel (-) Despesas Não Operacionais (-) Perdas com Ve nda de Veículo (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES IRPJ E CSLL 2.000.00 4.000.00 4.000.00 8.00 0.00 800.500.400.857.00 261.020.638.700.00 8.800.400.800.000.980.00 40.00 38.00 4.00 19.000.480. Janeiro RECEITA BRUTA Vendas de produtos no mercado interno Exportações de produtos Venda de mercadorias Serviços Prestados (-) Deduções e Abatimentos da Receita Bruta (-) Descontos Incondicionais vendas internas produtos (-) Devoluções de vendas internas de produtos (-) (-) (-) (-) (=) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (-) Custo Mercadorias.00 29.00 18.000.800.650.000.184.091.00 83.300.00 1.00 39.00 115.260.00 2.500.700.800.00 85.00 18.00 1.00 5.00 3.630.00 8.120.000.800.400.500.800.00 1.00 178 .00 137.00 1.00 0.00 0.00 2.800.162.500.00 8.000.00 262.00 0.00 0.00 0.00 38.400.00 3.000.00 101.00 12.000.

680.00 Março: 97.00 148.00 170.260.DESPREZAR CENTAVOS 1.Vendas 10% 10.BALAN SUSPENSÃO/REDUÇÃO LUCRO REAL ANUAL Resultado consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real antes da compensação de prejuízos (-) Compensação de prejuízos (=) Lucro real (=) IRPJ (-) Antecipação (=) IRPJ a recolher janeiro fevereiro março ICMS IPI PIS/Fat COFINS ICMS IPI PIS/Fat COFINS ICMS IPI PIS/Fat COFINS 179 .00 Alíquotas do ICMS: compras e vendas: 12% Alíquotas IPI: Compras 8% .00 Fevereiro/08 135.680.900.00 Setembro/08 Outubro/08 Novembro/08 Dezembro/08 168.920.800.800.600.00 Março/08 Abril/08 146.00 282.000.00 1.00 1.00 7.300.100.400.200.00 68.2 IRPJ.780.980.986.400.00 172.320.LUCRO REAL .1 LUCRO REAL Apuração dos tributos não cumulativos: DESPREZAR CENTAVOS Janeiro/2009 Débito Crédito A Recolher Fevereiro/2009 Débito Crédito A Recolher Março/2009 Débito Crédito A Recolher 1 .00 Receita Bruta Acumulada/2008 Janeiro/08 142.300.00 139.00 6.200.00 157.00 163.860.00 Maio/08 Junho/08 Julho/08 Agosto/08 158.Informações adi cionais Gratificações a dirigentes em janeiro Multas por infrações fiscais pagas em fevereiro Brindes a Clientes em Março Prejuízos acumu lados até 31/12/2008 constantes da parte B do LALUR Base de Cálculo Negativa da CSLL acumulada até 31/12/2008 constantes da parte B do LALUR Alíquotas do ISS: 5% RAT – risco grave Compras de Mercadorias: Janeiro: 120.00 Fevereiro: 82.00 45.228.

3 CSLL .00 4.1.300.00 16.422.4 IRPJ – ESTIMATIVA MENSAL – LUCRO REAL ANUAL .5LUCRO REAL ANUAL – Recolhimento mensal dos tributos.566.162.300.00 180 .000 22.00 3.206.00 15.184.DESPREZAR CENTAVOS fevereiro março IMPOSTO DE RENDA Mês/ano Receita Bruta Mercadorias Jan/09 Serviços Não operacionais Mercadorias Fev/09 Serviços Não operacionais Mercadorias Mar/09 Serviços Não operacionais Base de cálculo IRPJ CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Base de cálculo CSLL TOTAIS 1.00 20.DESPREZAR CENTAVOS janeiro Resultado consolidado (+) Adições (-) Exclusões (=) Resultado antes compensação base cálculo negativa (-) Compensação de base de cálculo negativa (=) Base de Cálculo da CSLL (=) CSLL (-) Antecipação (=) CSLL a Recolher 1.00 6. DESPREZAR CENTAVOS Mês/Ano Jan/09 INSS FGTS COFINS PIS IPI ICMS ISS IRPJ CSLL Fev/09 Mar/09 TOTAIS 19.582.BALANCETE DE SUSPENSÃO/REDUÇÃO – LUCRO REAL ANUAL .809.00 1.

809.DESPREZAR CENTAVOS IRPJ Resultado (+) Adições (-) Exclusões (=) Lucro Real antes da compensação de prejuízos (-) Compensação de prejuízos (=) Lucro real ou base de Cálculo da CSLL Valor devido CSLL 2. LUCRO REAL TRIMESTRAL .206.00 INSS FGTS COFINS PIS IPI ICMS ISS IRPJ CSLL 181 .DESPREZAR CENTAVOS 2.633.00 15.162.00 20.LUCRO REAL TRIMESTRAL .1 IRPJ/CSLL Receita Bruta Mercadorias Serviços Não operacionais Base de cálculo IRPJ Base de cálculo CSLL TOTAIS 3.206.00 15.300.300.300.00 4.00 11.00 INSS FGTS COFINS PIS IPI ICMS ISS IRPJ CSLL 3 – LUCRO PRESUMIDO .00 3.DESPREZAR CENTAVOS 3.408.00 19.184.184.582.2 Lucro Presumido .00 3.3 Lucro Presumido Recolhimento Mensal dos Tributos Mês/Ano 01/2009 02/2009 03/2009 TOTAIS 19.00 22.00 1.IRPJ E CSLL .422.387.00 16.00 22.809.Base de Cálculo PIS/Fat e COFINS janeiro fevereiro março 3.566.636.00 20.00 6.2 .00 4.2 LUCRO REAL TRIMESTRAL – RECOLHIMENTOS Mês/Ano Jan/09 Fev/09 Mar/09 TOTAIS 19.162.00 1.

Receita Bruta Acumulada: TRIBUTOS Atividade Alíquotas BASE CÁLCULO IRPJ Comércio/industria Serviços CSLL Comércio/industria Serviços COFINS Comércio/industria Serviços IS Comércio/industria Serviços INSS Comércio/industria Serviços IPI ISS ICMS SOMAS IRPJ FGTS Indústria Serviços Comércio/industria -----------------------GANHOS DE CAPITAL Folha ------------------------------------ VALOR DEVIDO SOMAS 20.4 – SIMPLES NACIONAL 4.947.664.30 20.57 4.1 SIMPLES NACIONAL – JANEIRO .664.FEVEREIRO .30 ALÍQUOTAS BASE CÁLCULO VALOR DEVIDO SOMAS 182 .2 SIMPLES NACIONAL .57 20.647.Receita Bruta acumulada: TRIBUTOS IRPJ Atividade Comércio/industria Serviços CSLL Comércio/industria Serviços COFINS Comércio/industria Serviços PIS Comércio/industria Serviços INSS Comércio/industria Serviços IPI ISS ICMS SOMAS IRPJ FGTS Indústria Serviços Comércio/industria -----------------------GANHOS DE CAPITAL Folha -------------------------------------20.

30 ---- 225.780.Renda CSLL INSS FGTS COFINS PIS IPI ICMS ISS TOTAIS 109.COMPARAÇÃO DO RESULTADO Tributo Lucro Real Anual Lucro Real Trimestral I.531.4 SIMPLES NACIONAL – RESUMO Atividade % Janeiro Base cálculo SIMPLES % Fevereiro Base cálculo SIMPLES % Março Base cálculo SIMPLES Comercio Industria Exportação Serviços Somas 20.728.74 Presumido SIMPLES 117.728.599.4.73 23.60 183 .728.73 ALÍQUOTAS BASE CÁLCULO VLR DEVIDO SOMAS 4.531.000.00 20.00 109.947.MARÇO – Receita Bruta Acumulada: TRIBUTOS IRPJ Atividade Comércio/industria Serviços CSLL Comércio/industria Serviços COFINS Comércio/industria Serviços PIS Comércio/industria Serviços INSS Comércio/industria Serviços IPI ISS ICMS SOMAS IRPJ FGTS Indústria Serviços Comércio/industria -------------------GANHOS DE CAPITAL Folha --------------------------------------23.664.00 Ganhos capital Totais 5.00 23.3 SIMPLES NACIONAL .725.57 ---199.00 75.

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