Diário da República, 1.ª série — N.

º 110 — 9 de Junho de 2008

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torna necessário proceder à revisão do RRAE, de modo a compatibilizá-lo com estes diplomas. Procede-se, assim, à compatibilização com as disposições do RGR, em especial as relativas ao isolamento sonoro das fachadas dos edifícios localizados em zonas próximas de vias de tráfego e definidas como sensíveis, e ao isolamento sonoro das fachadas de novos edifícios a construir em zonas urbanas consolidadas, para as quais não é possível, de imediato, cumprir os valores limite de exposição, nos termos previstos no n.º 7 do artigo 12.º do RGR. As alterações agora introduzidas actualizam os parâmetros de desempenho acústico dos edifícios e os indicadores do ruído de equipamentos e instalações, e estabelecem explicitamente procedimentos de avaliação de conformidade com as normas definidas no Regulamento, visando a melhoria da qualidade habitacional no País, tanto para edifícios novos como para os edifícios existentes que venham a ser objecto de reconstrução, ampliação, ou alteração. É alargado o âmbito de aplicação do RRAE, incluindo, agora, critérios mínimos para os edifícios de unidades hoteleiras e são definidos requisitos mínimos para auditórios, salas de espectáculo e cinemas de modo a evitar a necessidade de posteriores correcções acústicas. Introduz-se um desagravamento dos requisitos exigíveis em termos de isolamento sonoro dos espaços interiores em edifícios em processo de reabilitação situados em zonas históricas, de modo a tornar exequível a adopção de soluções construtivas que confiram identidade patrimonial e histórica. Com a presente alteração legislativa assegura-se a coerência entre a legislação que regula a exposição ao ruído exterior, assente em critérios específicos de uso do solo, e os requisitos exigidos para a qualidade habitacional e o uso dos edifícios. Procede-se, ainda, à alteração das normas relativas às contra-ordenações, adaptando-as ao regime das contra-ordenações ambientais, constante da Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto. Foram ouvidos a Associação Nacional de Municípios Portugueses e os órgãos de governo próprio das Regiões Autónomas. Assim: Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Artigo 1.º
Alteração ao Decreto-Lei n.º 129/2002, de 11 de Maio

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Decreto do Presidente da República n.º 34/2008
de 9 de Junho

Nos termos do n.º 2 do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 17/2008, de 29 de Janeiro, nomeio, sob proposta do Governo, para integrarem a Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, as seguintes personalidades: Presidente — Artur Eduardo Brochado dos Santos Silva. Vogais: Francisco Luís Sarsfield Pereira Cabral. João José de Sousa Bonifácio Serra. Maria Fernanda Fernandes Garcia Rollo. Maria Raquel Henriques da Silva. Assinado em 5 de Junho de 2008. Publique-se. O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.

Conselho de Estado Declaração n.º 7/2008 Nos termos e para os efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 6.º da Lei n.º 31/84, de 6 de Setembro, o membro do Conselho de Estado Dr.ª Maria Manuela Dias Ferreira Leite, em declaração dirigida ao Presidente da República, em 4 de Junho de 2008, renunciou ao cargo de membro do Conselho de Estado, para que havia sido designada pelo Presidente da República, conforme Decreto do Presidente da República n.º 31/2006, de 29 de Março, publicado no Diário da República, 1.ª série-A, de 29 de Março de 2006. Lisboa, 5 de Junho de 2008. — O Secretário, António Macedo de Almeida.

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Decreto-Lei n.º 96/2008
de 9 de Junho

O Decreto-Lei n.º 129/2002, de 11 de Maio, aprovou o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios (RRAE) que regula a vertente do conforto acústico no âmbito do regime da edificação, contribuindo para a melhoria da qualidade do ambiente acústico e para o bem estar e saúde das populações, em articulação com o regime jurídico relativo ao ruído ambiente. O actual enquadramento legal do ruído, estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 146/2006, de 31 de Julho, que procede à transposição para o ordenamento jurídico interno da Directiva n.º 2002/49/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Junho, relativa à avaliação do ruído ambiente, e pelo Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de Janeiro, que aprova o Regulamento Geral do Ruído (RGR),

1 — Os artigos 1.º, 2.º, 3.º, 5.º, 6.º, 7.º, 8.º, 9.º, 10.º, 11.º, 12.º, 13.º, 14.º e 15.º do Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 129/2002, de 11 de Maio, passam a ter a seguinte redacção: «Artigo 1.º
[…]

1— ..................................... 2 — As normas do presente Regulamento aplicam-se à construção, reconstrução, ampliação ou alteração dos seguintes tipos de edifícios, em função dos usos a que os mesmos se destinam: a) Edifícios habitacionais e mistos, e unidades hoteleiras;

..º..º 110 — 9 de Junho de 2008 espectrais do ruído na emissão.º do Regulamento Geral do Ruído. T» — intervalo de tempo necessário para que a energia volúmica do campo sonoro de um recinto fechado se reduza a um milionésio do seu valor inicial. .º 9/2007. e corrigido da influência das condições de reverberação do compartimento receptor.ª série — N. . devendo os mesmos ser publicitados nos sítios na Internet do LNEC e do organismo nacional de acreditação. o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) define. b) «Isolamento sonoro a sons de condução aérea. e de investigação. . . .º do Regulamento Geral do Ruído. Artigo 2.....2 m . são aplicáveis as normas sobre requisitos acústicos dos edifícios constantes dos artigos 5. padronizado. . .. . para compartimentos de habitação ou com dimensões comparáveis. nT» — o nível sonoro contínuo equivalente. .....º.. de 4 de Setembro.. .º Edifícios habitacionais e mistos.º 5 do artigo 12. .. . adicionado da correcção devida às características tonais do ruído. durante um intervalo de tempo especificado. .. indústria. Artigo 3... . de 17 de Janeiro. no prazo de seis meses.. .. . D2 m. nT . . dispensando a apreciação prévia dos projectos por parte dos serviços municipais.. em segundos... C ou Ctr» — correcção definida na EN ISO 717-1.....º 555/99.. aprovado pelo Decreto-Lei n. sendo engenheiros.. nT = L1.º a 10. .... w ≥ 33 dB. c) «Isolamento sonoro a sons de condução aérea. nT. abrangidos pelo presente Regulamento.. .w.. e) . . corrigido da influência das condições de reverberação do compartimento receptor. . 2 — Os projectos de condicionamento acústico devem ser elaborados e subscritos por técnicos qualificados que. D2 m. . . . c) Edifícios escolares e similares. se destinem também a comércio. ponderado A.º-A do presente Regulamento. em segundos... .... .3360 b) Edifícios comerciais e de serviços.º 1 do artigo 11. ..L2 + 10 Log(T/T0) dB […] Diário da República. tenham recebido qualificação adequada na área da acústica de edifícios reconhecida pelas respectivas ordens ou associações profissionais...º . L’nT» — nível sonoro médio (Li) medido no compartimento receptor.. . . . . não sendo engenheiros ou não tendo aquela especialização. 6 — A verificação da conformidade das disposições do presente Regulamento deve ser efectuada com base em ensaios acústicos. . . K. 5 — A responsabilidade pela execução da obra a que se refere o projecto de condicionamento acústico é aferida nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. .. 5 e 7 do artigo 12... . os respectivos critérios de amostragem.L2 + 10 Log(T/T0) dB d) «Nível sonoro de percussão padronizado..2 m). ... . .º e 34. . possuam especialização em engenharia acústica outorgada pela Ordem dos Engenheiros ou. . nos termos do disposto no n. o valor de referência a considerar será o do respectivo tempo de dimensionamento. função das características . .. nT = LA + K — 10 Log(T/T0) dB 1 — Os edifícios e as suas fracções que se destinem a usos habitacionais ou que. . . . e o nível médio de pressão sonora medido no compartimento receptor (L2). . sendo aplicáveis às entidades não acreditadas as metodologias e os critérios de amostragem de ensaios e medições acústicas utilizados pelas entidades acreditadas... . corrigido da influência das condições de reverberação do compartimento receptor... e partes similares em edifícios industriais... proveniente de uma excitação de percussão normalizada exercida sobre um pavimento. para compartimentos em que haja tempo de reverberação atribuível em projecto... e unidades hoteleiras e) «Nível de avaliação padronizado. DnT» — diferença entre o nível médio de pressão sonora medido no compartimento emissor (L1) produzido por uma ou mais fontes sonoras. . de 16 de Dezembro. . serviços ou diversão. conjugado com os artigos 33. a anexar ao índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. aprovado pelo Decreto-Lei n. segundo a expressão: LAr.. . corrigido da influência das condições de reverberação do compartimento receptor....º 60/2007. . .. Artigo 5. f) «Termo de adaptação. . do Regulamento Geral do Ruído. e T0 — é o tempo de reverberação de referência. . . d) Edifícios hospitalares e similares. . . LAr. . medido a 2 m da fachada do edifício (L1. 1. segundo a expressão: L’nT = Li -10 Log(T/T0) dB 1 — Na elaboração dos projectos de condicionamento acústico dos edifícios e suas fracções. ... estão sujeitos ao cumprimento dos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea... 3— . .. ... . . .º Responsabilidade em que: T — é o tempo de reverberação do compartimento receptor. . para os efeitos previstos nos n. 7 — Para efeitos do disposto no número anterior... em zonas mistas ou em zonas sensíveis reguladas pelas alíneas c). para além daquele uso. T0 = 0. . f) . a) «Tempo de reverberação. d) e e) do n. .os 3. 4 — A declaração a que alude o número anterior reveste a natureza de um termo de responsabilidade. . . . . com a redacção dada pela Lei n. entre o exterior do edifício e quartos ou zonas de estar dos fogos deve satisfazer o seguinte: i) D2 m. .. realizados de acordo com a normalização aplicável. padronizado..5 s. . nT» — diferença entre o nível médio de pressão sonora exterior. 4. e o nível médio de pressão sonora medido no local de recepção (L2).. . . g) Auditórios e salas. segundo a expressão: D2 m . segundo a expressão: DnT = L1 ... .

DnT. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. c) O valor obtido para o nível de avaliação. w o termo de adaptação apropriado.º 110 — 9 de Junho de 2008 ii) D2 m. ii) D2 m. grupos hidropressores. postos . o nível de avaliação. 8 — Aos edifícios situados em zonas históricas que sejam objecto de acções de reabilitação. iii) Os valores limite dos índices referidos nas subalíneas i) e ii) são acrescidos de 3 dB. LAr. como locais receptores. deve ser adicionado ao índice D2 m. entre o exterior dos edifícios. 5 — [Anterior n. entre compartimentos de um fogo. C ou Ctr. como sejam os sistemas de aquecimento. iii) DnT. nT. entre locais do edifício destinados a comércio.º 1 do artigo 11. satisfaça o limite regulamentar. do ruído particular de equipamentos colectivos do edifício. nT.º 7 do artigo 12. na normalização europeia ou internacional. w ≤ 50 dB 1 — Os edifícios que se destinem a usos comerciais ou de prestação de serviços. como locais emissores. w. conforme o tipo de ruído dominante na emissão. se o funcionamento do equipamento for contínuo. Artigo 6. L’nT. podem aplicar-se os requisitos constantes das alíneas b) a g) do n. DnT. w ≥ 28 dB. mantendo uma das vocações de uso previstas no presente artigo e a mesma identidade patrimonial. nT. ii) LAr. nT ≤ 27 dB (A). e quartos ou zonas de estar dos fogos. LAr. como locais emissores. caso não exista. e quartos ou zonas de estar de outro fogo. indústria.Diário da República. nT. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. indústria. quando se verifique o disposto no n. LAr. para os escritórios. e os locais tipificados no quadro I do anexo ao presente Regulamento. w ≥ 40 dB. 2 — Nas unidades hoteleiras e para efeito de aplicação dos requisitos das alíneas anteriores. automatismos de portas de garagem. L’nT. se o equipamento for um grupo gerador eléctrico de emergência. quando. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. w ≥ 48 dB. se o local emissor for um caminho de circulação vertical. w e do nível de avaliação. como locais emissores. nT. 1. deve satisfazer o seguinte: DnT. em zonas sensíveis reguladas pela alínea b) do n. b) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. w ≥ 50 dB. deve satisfazer o seguinte: i) DnT. deve satisfazer o seguinte: L’nT. w ou DnT. e partes similares em edifícios industriais c) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. tais como ascensores. se o local emissor for um caminho de circulação vertical. como locais receptores.º 1. nT. ventilação e ar condicionado. L’nT. d) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. L’nT. DnT. é adoptada a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído. deve satisfazer o seguinte: i) LAr. serviços ou diversão. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. w ≤ 60 dB f) A disposição estabelecida na alínea anterior não se aplica. w ou DnT. w. ou qualquer dos seus fogos. como locais emissores. D2 m. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). nT ≤ 40 dB (A). LAr. h) No interior dos quartos e zonas de estar dos fogos. como local emissor. como locais receptores. e quartos ou zonas de estar dos fogos. diminuído do factor I no valor de 3 dB. D2 m. deve satisfazer o seguinte: DnT. nT. w. deverá considerar-se que cada quarto equivale a um fogo. w. g) No interior dos quartos ou zonas de estar dos fogos. ii) DnT. w. como locais emissores. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. nT. w ≥ 58 dB e) No interior dos quartos ou zonas de estar dos fogos. para os restantes recintos. w.º do Regulamento Geral do Ruído. nT.º 4. sistemas centralizados de ventilação mecânica.ª série — N. serviços ou diversão. adstritos a uma determinada fracção habitacional. como locais receptores. deve satisfazer o seguinte: i) D2 m. w ≥ 25 dB. iv) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. w. deve satisfazer o seguinte: L’nT. com uma tolerância de 3 dB. ou partes análogas integradas em edifícios industriais.º do Regulamento Geral do Ruído. quando o edifício seja servido por ascensores. 4 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação. 3 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. w ≥ 50 dB 3361 de transformação de corrente eléctrica e instalações de escoamento de águas. nT ≤ 32 dB (A). estão sujeitos ao cumprimento dos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. satisfaça o limite regulamentar. D2 m. se o local emissor for uma garagem de parqueamento automóvel. w. acrescido do factor I no valor de 3 dB. entre locais de circulação comum do edifício. nT. satisfaça o limite regulamentar. w. 7 — O ruído proveniente do funcionamento de equipamentos de carácter privativo. como locais receptores. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii).] 6 — O edifício.º Edifícios comerciais e de serviços. proveniente de uma percussão normalizada sobre pavimentos dos outros fogos ou de locais de circulação comum do edifício. nT. deve ser enquadrado no disposto no artigo 24. w ≥ 30 dB. se o funcionamento do equipamento for intermitente. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. proveniente de uma percussão normalizada sobre pavimentos de locais do edifício destinados a comércio. como locais receptores. iii) LAr. quando o edifício seja servido por ascensores.º do Regulamento Geral do Ruído.

. w. .] 5 — O edifício. w. ginásio. 1000 Hz e 2000 Hz. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. T. . e) O paramento interior da envolvente dos átrios e corredores de grande circulação deve ser dotado de revestimentos absorventes sonoros. e do nível de avaliação. na normalização europeia ou internacional. . quando. c) O valor obtido para o nível de avaliação.. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. . satisfaça o limite regulamentar. se o funcionamento do equipamento for intermitente. LAr. como locais receptores. entre o exterior dos edifícios. se o local emissor for corredor de grande circulação. conforme o tipo de ruído dominante na emissão.. nT. deve satisfazer o seguinte: i) L’nT. diminuído do factor I no valor de 3 dB. nT. de investigação e de leitura estão sujeitos aos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. LAr. em zonas sensíveis reguladas pela alínea b) do n. .º do Regulamento Geral do Ruído. proveniente de uma excitação de percussão normalizada sobre pavimentos de outros locais do edifício. entre locais do edifício. . do ruído particular de equipamentos do edifício deve satisfazer as condições indicadas no quadro IV do anexo ao presente Regulamento. como locais emissores. . ou qualquer das suas partes. refeitório ou oficina. L’nT... D2 m.. LAr. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão.ª série — N.... caso não exista. ou de recintos com vocação similar.º 3... 1. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. se o local emissor for salas de aulas. satisfaça o limite regulamentar. . w ≤ 60 dB Diário da República. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). C ou Ctr. nT. nT ≤ 37 dB (A). . . satisfaça o limite regulamentar. . LAr. L’nT. w ou DnT. . . 4— . é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. o nível de avaliação. L’nT. nT. C ou Ctr. nT.. . c) No interior dos locais de recepção definidos no quadro II. nT. f) No interior dos locais de recepção indicados no quadro II. satisfaça o limite regulamentar. b) No interior dos escritórios. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. . ii) LAr.º 1 do artigo 11. diminuído do factor I no valor de 3 dB. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. L’nT. nT ≤ 42 dB (A).º Edifícios escolares e similares. deve satisfazer o seguinte: i) D2 m. w. DnT.. deve satisfazer o seguinte: L’nT. . conforme o tipo de ruído dominante na emissão. w.. T.. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. d) e e) do n. w ≤ 60 dB. w. 5 — O edifício.3362 iii) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. w ≥ 28 dB. L’nT. LAr. quando. w ou DnT. d) O valor obtido para o tempo de reverberação. é adoptada a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído. . nT. satisfaça o limite regulamentar. deve ser adicionado ao índice D2 m. na normalização europeia ou internacional. 3 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação. como locais emissores. . nT. A (m2). ou qualquer das suas fracções. LAr. deve ser adicionado ao índice D2 m. T. . proveniente de uma excitação de percussão normalizada sobre pavimentos de outros locais do edifício. satisfaça o limite regulamentar. D2 m. nT. . 2 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea... c) O valor obtido para o nível de avaliação. nT. o nível de avaliação. . iii) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. D2 m. LAr. .. satisfaça o limite regulamentar.. berçário ou salas polivalentes. e do tempo de reverberação. mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii).. 2 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. w. do nível de avaliação. e de investigação 1 — Os edifícios escolares e similares. nT. . w. nT. w ≥ 33 dB. nT. do ruído particular de equipamentos do edifício deve satisfazer o seguinte: i) LAr.. acrescido do factor I no valor de 3 dB. w ≤ 65 dB. ii) L’nT.. nT. D2 m... do tempo de reverberação. em zonas mistas ou em zonas sensíveis reguladas pelas alíneas c). .º 1 do artigo 11....º 110 — 9 de Junho de 2008 ii) D2 m... nT. . . w.. w. b) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. se o funcionamento do equipamento for contínuo. . w. LAr. acrescido do factor I no valor de 3 dB. w o termo de adaptação apropriado. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. w o termo de adaptação apropriado. é adoptada a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído. caso não exista. nT. . cuja área de absorção sonora equivalente. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea.. e os compartimentos interiores identificados no quadro II do anexo ao presente Regulamento.. . . c) [Anterior alínea b). . . mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii). Artigo 7.º do Regulamento Geral do Ruído. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar. d) . o índice de isolamento sonoro a sons de percussão.] d) Nos locais situados no interior do edifício onde se exerçam actividades que requeiram concentração e sossego. . . L’nT. .. seja maior ou igual a 25 % da superfície de pavimento dos locais considerados. como local emissor. D2 m.. w. . w. 4 — [Anterior n. deve satisfazer as condições indicadas no quadro II do anexo ao presente Regulamento. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). . 3 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação. .. nT. . correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz..

diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar. de volume superior a 350 m3. . nas quais V se refere ao volume interior do recinto em causa: a) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0. o tempo de reverberação. se o funcionamento do equipamento for contínuo. ii) LAr. ... w ou DnT. D2 m. . L’nT.. . se os espaços forem dotados de sistema de difusão pública de mensagens sonoras. 1000 Hz e 2000 Hz...Diário da República. satisfaça o limite regulamentar... nT. nT ≤ 30 dB (A). deve satisfazer o seguinte: i) L’nT.º […] 1 — No interior dos átrios ou salas de embarque das estações de transporte de passageiros. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão.. . seja maior ou igual a 25 % da superfície de pavimento dos locais considerados. .... como locais receptores.. D2 m..15 V1/3.. d) O valor obtido para o tempo de reverberação. diminuído do factor I no valor de 3 dB. . nT.... nT. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. se o local emissor for cozinha.º Edifícios hospitalares e similares 3363 tempo de reverberação. o tempo de reverberação. 5 — O edifício... deve satisfazer as condições seguintes.. b) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar.. nT. . se o funcionamento do equipamento for intermitente. . quando. considerados mobilados normalmente e sem ocupação. ... do ruído particular de equipamentos do edifício deve satisfazer ao seguinte: i) LAr.. w ≥ 33 dB...º do Regulamento Geral do Ruído.. nT. w ≤ 65 dB. . satisfaça o limite regulamentar.12 V1/3. ou qualquer das suas partes.. .... deverá satisfazer as condições seguintes... 2— .. ... 1000 Hz e 2000 Hz. LAr. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. refeitório ou oficina... w ≥ 28 dB. T.. ... Artigo 10. w o termo de adaptação apropriado...... em zonas mistas ou em zonas sensíveis reguladas pelas alíneas c). . w. iii) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. . w ou DnT. . 1.. nT ≤ 35 dB (A). diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). .... LAr.... d) e e) do n... D2 m. T. 3— .º 110 — 9 de Junho de 2008 d) O valor obtido para o tempo de reverberação. w. . .... ... deve ser adicionado ao índice D2 m. e) O paramento interior da envolvente dos corredores de circulação interna deve ser dotado de revestimentos absorventes sonoros... deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. T. c) O valor obtido para o nível de avaliação. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea.. nT. Artigo 8.º […] 1 — Os edifícios que se destinem à prestação de serviços hospitalares e de cuidados análogos estão sujeitos ao cumprimento dos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. . . correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. d) .ª série — N.. entre locais do edifício deve satisfazer as condições indicadas no quadro V do anexo ao presente Regulamento. caso não exista.. . 4 — O edifício. nT.. . . cuja área de absorção sonora equivalente... ii) D2 m.... LAr.. nas quais V se refere ao volume interior do recinto em causa: a) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0. satisfaça o limite regulamentar... nT.. 4— . satisfaça o limite regulamentar.. b) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0.. nT. . o nível de avaliação. . . proveniente de uma excitação de percussão normalizada sobre pavimentos de outros locais do edifício.. LAr.º do Regulamento Geral do Ruído.. . L’nT.. Artigo 9. satisfaça o limite regulamentar. . w ≤ 60 dB. . T.15 V1/3.. se os espaços forem dotados de sistema de difusão pública de mensagens sonoras.. w. A (m2).. . conforme o tipo de ruído dominante na emissão. como locais emissores. considerados mobilados normalmente e sem ocupação. ii) L’nT.. ou qualquer das suas partes.. adopta-se a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído.. acrescido do factor I no valor de 3 dB. 1000 Hz e 2000 Hz. entre o exterior dos edifícios.. f) No interior dos locais de recepção indicados no quadro VI do anexo ao presente Regulamento. e do nível de avaliação... w. nT. 3 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação. do 1 — No interior dos recintos desportivos. D2 m. . L’nT. em zonas sensíveis reguladas pela alínea b) do n. na normalização europeia ou internacional. . b) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea.. .. w. como locais receptores. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar... deve satisfazer o seguinte: i) D2 m. T. como local emissor. correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. w. satisfaça o limite regulamentar. correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. . é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis quando o valor obtido para o tempo de reverberação..... T..º 1 do artigo 11..12 V1/3.. para os restantes locais emissores. C ou Ctr.... . c) No interior dos locais de recepção definidos no quadro V do anexo ao presente Regulamento. 2 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea.. e os compartimentos interiores identificados no quadro V do anexo ao presente Regulamento. w... mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii). .º 1 do artigo 11... nT.

. de 11 de Maio É aditado ao Decreto-Lei n. ..º-A Auditórios e salas O produto das coimas aplicadas ao abrigo do presente diploma. . . .. de 16 de Dezembro. simultaneamente com a coima. . administrativas.. (**) Considerando que haverá porta de comunicação com os locais receptores. . . . .º-A do presente Regulamento.º Aditamento ao Decreto-Lei n. de 16 de Dezembro. b) A execução de projectos acústicos e a construção de edifícios em violação dos requisitos acústicos respectivamente aplicáveis. nos termos do disposto no artigo 38. . .. . gabinetes médicos. . . . de 4 de Setembro. Artigo 13... .. . de 29 de Agosto. .. . b) e c)] Locais de recepção — Locais de emissão Salas de aula (*). de 11 de Maio. . Restantes locais de re. . .º 555/99. . . n. . Artigo 11. . .º. se tal não for o caso. b) e c)] Locais de recepção — Locais de emissão Blocos operatórios. .º 129/2002. .. . . cepção indicados no quadro II.» Artigo 2. Bibliotecas Salas de professores. ..3364 2— .nT ≤ 40 dB (A) (se o funcionamento equipamento for intermitente). independentemente da fase em que se torne definitiva ou transite em julgado a decisão condenatória. Circulações internas (*) . .º. é repartido nos termos do disposto no artigo 73. .º 1.. .. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar.. . Artigo 14. .LAr. refeitórios. .. . .. .. os valores indicados serão acrescidos de 15 dB.º 1. . Refeitórios e cozinhas ..º 50/2006.º a 97. ..º 129/2002. Oficinas . nT ≤ 35 dB (A) (se o funcionamento equipamento for intermitente). .. 4 — O edifício. os valores indicados serão acrescidos de 15 dB.º 60/2007. .. . .nT ≤ 35 dB (A) (se o funcionamento equipamento for contínuo). e gabinetes polivalentes administrativas médicos e berçários A fiscalização do cumprimento do presente Regulamento rege-se pelo disposto nos artigos 93.. . LAr.. .. .. . . . . passam a ter a seguinte redacção: «QUADRO II [a que se refere o artigo 7. Enfermarias. . alínea f)] Locais Nível de avaliação.. de 29 de Agosto.. . de 29 de Agosto.... . 1. .. . ..» 1 — Os recintos cuja principal valência corresponda a actividades assentes na oratória.º 10 do artigo 98.º Classificação das contra-ordenações Salas de aula. ...º-A do presente Regulamento.. . ..º da Lei n. .. 2 — A tentativa e a negligência são puníveis. . Artigo 15. . . nT ≤ 30 dB (A) (se o funcionamento equipamento for contínuo). ... . . . estabelecidos nos artigos 5.. .º 555/99. . se tal não for o caso. alíneas a). . . administrativas e de convívio A autoridade competente pode.º Instrução dos processos e aplicação das coimas Blocos operatórios.º […] Diário da República. . salas polivalentes.. salas de consulta ou exame . salas de consulta ou exame Enfermarias. com a redacção dada pela Lei n.. . T.º 60/2007. . . LAr. Corredores de grande circulação (**) ≥ 45 ≥ 55 ≥ 53 ≥ 30 ≥ 45 ≥ 58 ≥ 55 ≥ 35 ≥ 45 ≥ 50 ≥ 48 ≥ 30 (*) Incluindo salas de aula musical. . o artigo 10. ... .º 1.. . . é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis quando o valor obtido para o tempo de reverberação.. ... 3 — Pode ser objecto de publicidade. . de 11 de Maio. com a seguinte redacção: «Artigo 10. satisfaça o limite regulamentar. quando a medida concreta da coima aplicada ultrapasse metade do montante máximo da coima abstractamente aplicável.º 1. . n. LAr. 3— . Artigo 12... .. . .º 50/2006. salas de tratamento .º-A.. .º 50/2006. nomeadamente de ..º a 10.º 110 — 9 de Junho de 2008 2 — Os Quadros II.º do Decreto-Lei n. . . de professores.. . QUADRO IV 1 — Constitui contra-ordenação ambiental grave: a) A elaboração de projectos acústicos em violação dos requisitos estabelecidos nos artigos 5. a condenação pela prática de infracções graves previstas no n. IV e V do anexo ao Decreto-Lei n.º a 10. ginásios e oficinas. .º.ª série — N..nT Biblioteca .... Salas administrativas e de convívio .. . n. LAr.. nos termos previstos na Lei n.. . .. .º da Lei n. .. . . . Salas de aula musical.. . . gabinetes médicos. ≥ 48 ≥ 55 ≥ 55 ≥ 35 ≥ 52 ≥ 55 ≥ 40 ≥ 45 ≥ 48 ≥ 30 ≥ 45 ≥ 48 O processamento das contra-ordenações e a aplicação das respectivas coimas regem-se pelo disposto no n.... ou qualquer das suas partes. . .º […] [a que se refere o artigo 7. determinar a aplicação das sanções acessórias que se mostrem adequadas.. . . alíneas a). . . . .º […] (*) Considerando que haverá porta de comunicação com os locais receptores.º 129/2002. .. . . . salas de tratamento. de 4 de Setembro. do do do do QUADRO V [a que se refere o artigo 8. com a redacção dada pela Lei n. . .º do Decreto-Lei n.. ... Berçários .

expresso em termos do isolamento sonoro padronizado. nomeadamente de auditórios para música ou salas de espectáculo. deve. corrigido do termo de adaptação aplicável. o isolamento sonoro a sons de condução aérea entre salas. 2 — Nos auditórios e salas cuja principal valência não corresponda a actividades assentes na oratória. de 11 de Maio. D2 m. oit. 1. D2 m. e a diferença DnT. satisfaça o limite regulamentar: i) 25 %.63 Hz. associado à determinação das grandezas em causa. 7 — A determinação do tempo de reverberação. satisfaçam o limite regulamentar. b) O projecto de condicionamento acústico destes espaços deve incluir um estudo específico destinado a assegurar uma característica de reverberação adequada no restante espectro de frequências e uma boa inteligibilidade da palavra nos diversos locais do recinto. aprovado pelo Decreto-Lei n. nos termos do disposto no n.º Regime transitório 4 — Nos complexos de várias salas de cinema.12 V1/3. satisfaça o seguinte: LAeq ≤ 30 dB (A) 3365 normalização portuguesa aplicável ou.º do Decreto-Lei n. se V ≥ 9000 m3. referenciados para zonas mistas. com as alterações decorrentes do presente diploma. b) DnT.º 129/2002. d) O valor obtido para o nível do ruído particular. w ≥ 65 dB. w acrescido do factor I no valor do 3 dB.05 V1/3. o nível sonoro contínuo equivalente do ruído particular.63 Hz acrescida do factor I no valor de 5 dB. o Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). padronizado. w. entre o exterior dos edifícios e os compartimentos interiores. w. de 17 de Janeiro. devem ser acompanhados de um projecto acústico que observe os valores do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea.º 3 do artigo 11. nos restantes recintos. submetidos a aprovação até à data da classificação das zonas sensíveis e zonas mistas. salas de conferência e salas polivalentes.º do Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios. 6 — Os requisitos enunciados nos n. T. em que V é o volume interior do recinto. na normalização europeia ou internacional. de 11 de Maio.º do Regulamento Geral do Ruído. no caso de cinemas. se 250 ≤ V < 9000 m3. sejam os necessários para que o nível sonoro contínuo equivalente do ruído ambiente no interior do recinto. e nas salas de cinema. DnT. 8 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza. estão sujeitos aos seguintes requisitos: a) O tempo de reverberação médio. deve satisfazer o seguinte: i) T ≤ 0. ii) T ≤ 0. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na os 1 — Os projectos de edifícios referidos no n. de acordo com o seguinte. C ou Ctr. 3 — As fachadas dos recintos referidos nos n. 1000 Hz e 2000 Hz.º 110 — 9 de Junho de 2008 auditórios. I. se 250 ≤ V < 9000 m3.º 9/2007. em edifícios existentes à data de entrada em vigor do presente decreto-lei. satisfaça o limite regulamentar. satisfaça o limite regulamentar.º 129/2002. e o isolamento sonoro padronizado correspondente à banda de oitava centrada na frequência de 63 Hz. DnT.os 1 e 2 devem assegurar que os valores do índice de isolamento a sons aéreos. quando. ventilação e ar condicionado. T. iii) 40 %. w. 1 a 5 são aplicáveis aos recintos que constituem o uso principal do edifício em que se inserem e aos que se integram em edifícios com outros usos. ou qualquer das suas partes. com a sala desocupada. se V < 250 m3. D2 m. industriais e de serviços. na ausência de funcionamento das instalações técnicas do edifício.º 129/2002. LAeq. b) LAeq ≤ 30 dB (A). T. se V < 250 m3.º 2 do artigo 1. de 11 de Maio. iii) T ≤ 0.Diário da República.63 Hz ≥ 45 dB. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. aprovado pelo Decreto-Lei n. em metros cúbicos. deve satisfazer cumulativamente o seguinte: a) DnT. c) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea.» Artigo 3. aplicam-se os requisitos de isolamento sonoro constantes do artigo 5. . LAeq. Artigo 4. com as alterações introduzidas pelo presente decreto-lei. ii) 35 %. com a redacção actual. 5 — No interior dos recintos. cumulativamente: a) O valor obtido para o tempo de reverberação. designadamente de instalações de aquecimento. nT. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. que faz parte integrante do presente decreto-lei.32 + 0. diminuído do factor I no valor percentual do limite regulamentar. 9 — O edifício. a considerar para estes recintos. caso não exista. 2 — Para efeitos de licenciamento de actividades comerciais. se V ≥ 9000 m3.ª série — N. aprovado pelo Decreto-Lei n. oit. w. associado ao funcionamento dos equipamentos e instalações técnicas. em anexo. determinado a partir da média espacial de pontos representativos. o projecto de condicionamento acústico destes espaços deve incluir um estudo específico destinado a assegurar a conformação acústica adequada à sua utilização funcional. nT. acrescido do factor I no valor de 3 dB (A). DnT. nT.17 LogV.º Republicação É republicado. quando mobilados normalmente e sem ocupação. oit. satisfazer o seguinte: a) LAeq ≤ 38 dB (A). LAeq. nas bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz.

ANÍBAL CAVACO SILVA. b) «Isolamento sonoro a sons de condução aérea. e corrigido da influência das condições de reverberação do compartimento receptor. de 17 de Janeiro.º 9/2007. e partes similares em edifícios industriais. 4. nT» — diferença entre o nível médio de pressão sonora exterior. entende-se por: a) «Tempo de reverberação. e de investigação. L’nT» — nível sonoro médio (Li) medido no compartimento receptor. d) Edifícios hospitalares e similares. com vista a melhorar as condições de qualidade acústica desses edifícios. segundo a expressão: LAr. proveniente de uma excitação de percussão normalizada exercida sobre um pavimento. nT = L1. medido a 2 m da fachada do edifício (L1. adicionado da correcção devida às características tonais do ruído. T» — intervalo de tempo necessário para que a energia volúmica do campo sonoro de um recinto fechado se reduza a um milionésio do seu valor inicial.º dia útil do mês seguinte ao da sua publicação. em função dos usos a que os mesmos se destinam: a) Edifícios habitacionais e mistos. o valor de referência a considerar será o do respectivo tempo de dimensionamento. para os efeitos previstos nos n.º Entrada em vigor Diário da República.5 s. e T0 — é o tempo de reverberação de referência. . reconstrução. e unidades hoteleiras. 5 e 7 do artigo 12.3366 Artigo 5.º Objecto e âmbito de aplicação d) «Nível sonoro de percussão padronizado. possuam especialização em engenharia acústica outorgada pela Ordem dos Engenheiros ou. aprovado pelo Decreto-Lei n.L2 + 10 Log(T/T0) dB CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1. corrigido da influência das condições 1 — Na elaboração dos projectos de condicionamento acústico dos edifícios e suas fracções. 2 — As normas do presente Regulamento aplicam-se à construção. — José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa — Rui Carlos Pereira — Francisco Carlos da Graça Nunes Correia — Manuel António Gomes de Almeida de Pinho — Mário Lino Soares Correia. T0 = 0. C ou Ctr» — correcção definida na EN ISO 717-1. para compartimentos de habitação ou com dimensões comparáveis. segundo a expressão: L’nT = Li -10 Log(T/T0) dB 1 — O presente Regulamento estabelece os requisitos acústicos dos edifícios. José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa. Publique-se.º 110 — 9 de Junho de 2008 de reverberação do compartimento receptor.2 m .L2 + 10 Log(T/T0) dB O presente decreto-lei entra em vigor no 1. f) Estações de transporte de passageiros. K. e o nível médio de pressão sonora medido no compartimento receptor (L2). durante um intervalo de tempo especificado.º-A do presente Regulamento. ampliação ou alteração dos seguintes tipos de edifícios. LAr. tenham recebido qualificação adequada na área da acústica de edifícios reconhecida pelas respectivas ordens ou associações profissionais. O Primeiro-Ministro. ponderado A.2 m). padronizado. Artigo 3.ª série — N.os 3. segundo a expressão: DnT = L1 . em segundos. nT» — o nível sonoro contínuo equivalente.º a 10. c) «Isolamento sonoro a sons de condução aérea. em segundos.º do Regulamento Geral do Ruído. 2 — Os projectos de condicionamento acústico devem ser elaborados e subscritos por técnicos qualificados que. DnT» — diferença entre o nível médio de pressão sonora medido no compartimento emissor (L1) produzido por uma ou mais fontes sonoras.º Responsabilidade Para os efeitos do disposto no presente Regulamento. g) Auditórios e salas. c) Edifícios escolares e similares. função das características espectrais do ruído na emissão. e) Recintos desportivos. não sendo engenheiros ou não tendo aquela especialização. e o nível médio de pressão sonora medido no local de recepção (L2). corrigido da influência das condições de reverberação do compartimento receptor. abrangidos pelo presente Regulamento. para compartimentos em que haja tempo de reverberação atribuível em projecto. sendo engenheiros. corrigido da influência das condições de reverberação do compartimento receptor. b) Edifícios comerciais e de serviços. padronizado. nT = LA + K — 10 Log(T/T0) dB f) «Termo de adaptação. Artigo 2. são aplicáveis as normas sobre requisitos acústicos dos edifícios constantes dos artigos 5. Referendado em 23 de Maio de 2008. D2 m. Promulgado em 21 de Maio de 2008. O Presidente da República.º Definições e) «Nível de avaliação padronizado. Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios (republicação) em que: T — é o tempo de reverberação do compartimento receptor. a anexar ao índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 20 de Março de 2008. 1. segundo a expressão: D2 m .

º 60/2007.º 555/99. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão.º Edifícios habitacionais e mistos.º. deve ser adicionado ao índice D2 m. w. w ≥ 50 dB c) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. se o funcionamento do equipamento for intermitente. P. em zonas mistas ou em zonas sensíveis reguladas pelas alíneas c). os respectivos critérios de amostragem. proveniente de uma percussão normalizada sobre pavimentos de locais do edifício destinados a comércio. iv) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. DnT. se o local emissor for um caminho de circulação vertical.º 1 do artigo 11. como locais emissores. deve satisfazer o seguinte: L’nT. com a redacção dada pela Lei n. como locais receptores. e quartos ou zonas de estar dos fogos. como locais receptores. no prazo de seis meses. LAr. nos termos do disposto no n. e unidades hoteleiras e) No interior dos quartos ou zonas de estar dos fogos. proveniente de uma percussão normalizada sobre pavimentos dos outros fogos ou de locais de circulação comum do edifício.º 110 — 9 de Junho de 2008 3 — O projecto de condicionamento acústico deve ser instruído com uma declaração do técnico que ateste a observância das normas gerais sobre prevenção do ruído e das normas do presente Regulamento. deve satisfazer o seguinte: i) LAr. de 16 de Dezembro.ª série — N. nos termos da legislação aplicável. europeia e internacional são assegurados pelo Instituto Português da Qualidade. quando o edifício seja servido por ascensores. iii) DnT. aprovado pelo Decreto-Lei n. D2 m. w ≤ 50 dB h) No interior dos quartos e zonas de estar dos fogos. postos de transformação de corrente eléctrica e instalações de escoamento de águas.Diário da República. I. w.º do Regulamento Geral do Ruído. g) No interior dos quartos ou zonas de estar dos fogos. nT ≤ 32 dB (A). indústria. do Regulamento Geral do Ruído. estão sujeitos ao cumprimento dos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. conjugado com os artigos 33. Artigo 4. se o local emissor for uma garagem de parqueamento automóvel. grupos hidropressores. d) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. d) e e) do n. se o local emissor for um caminho de circulação vertical. entre locais do edifício destinados a comércio. deve satisfazer o seguinte: i) DnT. w. sendo aplicáveis às entidades não acreditadas as metodologias e os critérios de amostragem de ensaios e medições acústicas utilizados pelas entidades acreditadas. do ruído particular de equipamentos colectivos do edifício. e quartos ou zonas de estar de outro fogo. entre compartimentos de um fogo. como locais receptores. w ≥ 40 dB. w ≥ 48 dB. 5 — A responsabilidade pela execução da obra a que se refere o projecto de condicionamento acústico é aferida nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação.º Acompanhamento da aplicação e apoio técnico 3367 iii) Os valores limite dos índices referidos nas subalíneas i) e ii) são acrescidos de 3 dB. nT. sistemas centralizados de ventilação mecânica. w ≤ 60 dB 1 — Os edifícios e as suas fracções que se destinem a usos habitacionais ou que.º e 34. como locais receptores. b) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea.º do Regulamento Geral do Ruído. w ≥ 58 dB 1 — Ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil compete acompanhar a aplicação do presente Regulamento. L’nT. C ou Ctr. o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) define. entre o exterior do edifício e quartos ou zonas de estar dos fogos deve satisfazer o seguinte: i) D2 m. 4 — A declaração a que alude o número anterior reveste a natureza de um termo de responsabilidade. indústria. nT. como locais receptores. ii) D2 m. deve satisfazer o seguinte: DnT. w ≥ 50 dB. quando o edifício seja servido por ascensores. o nível de avaliação. mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii). serviços ou diversão. entre locais de circulação comum do edifício.º 7 do artigo 12. L’nT.º 5 do artigo 12. . conforme o tipo de ruído dominante na emissão.w. como locais emissores. 1. ii) DnT. w. realizados de acordo com a normalização aplicável. de 4 de Setembro. dispensando a apreciação prévia dos projectos por parte dos serviços municipais. se destinem também a comércio. DnT. e quartos ou zonas de estar dos fogos.º 1 do artigo 11. nT . serviços ou diversão. w ≥ 28 dB. 7 — Para efeitos do disposto no número anterior. 6 — A verificação da conformidade das disposições do presente Regulamento deve ser efectuada com base em ensaios acústicos. f) A disposição estabelecida na alínea anterior não se aplica. serviços ou diversão. bem como prestar o apoio técnico necessário à boa execução das normas previstas no mesmo. automatismos de portas de garagem. em zonas sensíveis reguladas pela alínea b) do n.. w ≥ 33 dB. como locais emissores. como locais emissores. tais como ascensores. w.º. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. devendo os mesmos ser publicitados nos sítios na Internet do LNEC e do organismo nacional de acreditação. para além daquele uso. DnT. deve satisfazer o seguinte: L’nT. como locais emissores. deve satisfazer o seguinte: DnT.º do Regulamento Geral do Ruído. indústria. nT. 2 — A divulgação e o acesso à normalização portuguesa. quando se verifique o disposto no n. w o termo de adaptação apropriado. nT. CAPÍTULO II Requisitos acústicos dos edifícios Artigo 5.

e os locais tipificados no quadro I do anexo ao presente Regulamento. w ≥ 30 dB. 4 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação. I. w. L’nT. ii) LAr. com uma tolerância de 3 dB. quando. D2 m. 6 — O edifício. w e do nível de avaliação. deve satisfazer o seguinte: L’nT. mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii). acrescido do factor I no valor de 3 dB. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar. para os restantes recintos. w. e os compartimentos interiores identificados no . nT. c) O valor obtido para o nível de avaliação. nT ≤ 42 dB (A).º Edifícios escolares e similares. nT. ou partes análogas integradas em edifícios industriais. w. como locais emissores. satisfaça o limite regulamentar. se o funcionamento do equipamento for contínuo. D2 m. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. do nível de avaliação.º Edifícios comerciais e de serviços. 3 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. w. D2 m. diminuído do factor I no valor de 3 dB. na normalização europeia ou internacional. 2 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. L’nT. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. w ou DnT. w. deve satisfazer o seguinte: i) D2 m. Artigo 7. satisfaça o limite regulamentar. LAr. como sejam os sistemas de aquecimento. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). conforme o tipo de ruído dominante na emissão. satisfaça o limite regulamentar. de investigação e de leitura estão sujeitos aos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. 7 — O ruído proveniente do funcionamento de equipamentos de carácter privativo. nT. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. deve ser enquadrado no disposto no artigo 24. como locais receptores. LAr. d) Nos locais situados no interior do edifício onde se exerçam actividades que requeiram concentração e sossego. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. w ≤ 60 dB c) No interior dos locais indicados no quadro I do anexo ao presente Regulamento.º do Regulamento Geral do Ruído. L’nT. w. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. T. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. Artigo 6. estão sujeitos ao cumprimento dos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. na normalização europeia ou internacional. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). nT ≤ 37 dB (A). satisfaça o limite regulamentar. nT. adstritos a uma determinada fracção habitacional. se o funcionamento do equipamento for intermitente. D2 m. LAr. nT ≤ 40 dB (A). nT. 8 — Aos edifícios situados em zonas históricas que sejam objecto de acções de reabilitação. associado à determinação das grandezas em causa. deve ser adicionado ao índice D2 m. deverá considerar-se que cada quarto equivale a um fogo. diminuído do factor I no valor de 3 dB. T. o nível de avaliação. podem aplicar-se os requisitos constantes das alíneas b) a g) do n. LAr. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. nT.º 110 — 9 de Junho de 2008 b) No interior dos escritórios. nT. satisfaça o limite regulamentar. L’nT. nT. como local emissor. entre o exterior dos edifícios. caso não exista. nT.ª série — N.3368 ii) LAr. ou qualquer das suas fracções. ou qualquer dos seus fogos. D2 m. e partes similares em edifícios industriais Diário da República. se o funcionamento do equipamento for contínuo. associado à determinação das grandezas em causa. nT ≤ 27 dB (A). 5 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza. D2 m. w. deverá satisfazer as condições indicadas no quadro referido. 1. I. w. d) O valor obtido para o tempo de reverberação. para os escritórios. caso não exista. do ruído particular de equipamentos do edifício deve satisfazer o seguinte: i) LAr. quando. e de investigação 1 — Os edifícios que se destinem a usos comerciais ou de prestação de serviços. o tempo de reverberação. 1 — Os edifícios escolares e similares. considerados mobilados normalmente e sem ocupação. é adoptada a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído. correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. nT. w ≥ 25 dB. C ou Ctr. c) O valor obtido para o nível de avaliação. acrescido do factor I no valor de 3 dB. iii) LAr. é adoptada a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído. 4 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza. se o equipamento for um grupo gerador eléctrico de emergência. T. 3 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. w ou DnT. iii) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. w. 2 — Nas unidades hoteleiras e para efeito de aplicação dos requisitos das alíneas anteriores. ii) D2 m. nT. proveniente de uma excitação de percussão normalizada sobre pavimentos de outros locais do edifício. ventilação e ar condicionado. 1000 Hz e 2000 Hz. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. mantendo uma das vocações de uso previstas no presente artigo e a mesma identidade patrimonial. satisfaça o limite regulamentar. nT. LAr. ou de recintos com vocação similar. nT. LAr. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. entre o exterior dos edifícios. nT. satisfaça o limite regulamentar. como local emissor.º 1. L’nT. 5 — O edifício. w o termo de adaptação apropriado. LAr. w. e do tempo de reverberação. nT. nT.

w. correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. c) No interior dos locais de recepção definidos no quadro II. w ou DnT. satisfaça o limite regulamentar. como locais receptores. nT. iii) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. w. b) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. como locais emissores. e) O paramento interior da envolvente dos átrios e corredores de grande circulação deve ser dotado de revestimentos absorventes sonoros. se o local emissor for cozinha. deve satisfazer o seguinte: i) L’nT. w o termo de adaptação apropriado. deve satisfazer o seguinte: i) L’nT.º 110 — 9 de Junho de 2008 quadro II do anexo ao presente Regulamento. LAr. nT. diminuído do factor I no valor de 3 dB. o nível de avaliação. b) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. w ≤ 60 dB.º do Regulamento Geral do Ruído. L’nT. e os compartimentos interiores identificados no quadro V do anexo ao presente Regulamento. w. 1000 Hz e 2000 Hz. LAr. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. nT. entre locais do edifício. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. como locais receptores. LAr. D2 m. I. como local emissor. T. nT. conforme o tipo de ruído dominante na emissão. em zonas sensíveis reguladas pela alínea b) do n. quando. o tempo de reverberação. DnT. ii) L’nT. deve satisfazer o seguinte: i) D2 m.º 1 do artigo 11. A (m2). 4 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza. deve satisfazer as condições indicadas no quadro II do anexo ao presente Regulamento. entre locais do edifício deve satisfazer as condições indicadas no quadro V do anexo ao presente Regulamento. correspondente à média aritmética dos valores . do tempo de reverberação.º 1 do artigo 11. w. nT. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. como locais receptores. d) e e) do n. A (m2). satisfaça o limite regulamentar.º do Regulamento Geral do Ruído. L’nT. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. entre o exterior dos edifícios. ii) L’nT. w ≤ 65 dB. T. w ≥ 28 dB. satisfaça o limite regulamentar. w ou DnT. e) O paramento interior da envolvente dos corredores de circulação interna deve ser dotado de revestimentos absorventes sonoros. T. L’nT. mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii). deve ser adicionado ao índice D2 m.º Edifícios hospitalares e similares 1 — Os edifícios que se destinem à prestação de serviços hospitalares e de cuidados análogos estão sujeitos ao cumprimento dos seguintes requisitos acústicos: a) O índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. refeitório ou oficina. proveniente de uma excitação de percussão normalizada sobre pavimentos de outros locais do edifício. correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz.º 1 do artigo 11. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). acrescido do factor I no valor de 3 dB. iii) Quando a área translúcida for superior a 60 % do elemento de fachada em análise. D2 m. nT. considerados mobilados normalmente e sem ocupação. correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. LAr. ii) D2 m. o tempo de reverberação. d) No interior dos locais constantes do quadro VI do anexo ao presente Regulamento. na normalização europeia ou internacional. w o termo de adaptação apropriado. cuja área de absorção sonora equivalente. deve ser adicionado ao índice D2 m. em zonas mistas ou em zonas sensíveis reguladas pelas alíneas c). D2 m.Diário da República. T. cuja área de absorção sonora equivalente. w ≤ 65 dB. ginásio. considerados mobilados normalmente e sem ocupação. C ou Ctr.ª série — N. w. nT. d) O valor obtido para o tempo de reverberação. como locais emissores. d) No interior dos locais que constam do quadro III do anexo ao presente Regulamento. 1000 Hz e 2000 Hz. e do nível de avaliação. caso não exista. associado à determinação das grandezas em causa. w ≤ 60 dB. w ≥ 28 dB. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. 1000 Hz e 2000 Hz.º do Regulamento Geral do Ruído. seja maior ou igual a 25 % da superfície de pavimento dos locais considerados. deve satisfazer o seguinte: i) D2 m. nT. 2 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. deve satisfazer as condições indicadas no referido quadro. conforme o tipo de ruído dominante na emissão. nT. 3 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação. nT. w ≥ 33 dB. w. w. berçário ou salas polivalentes. mantendo-se os limites das subalíneas i) e ii). c) O valor obtido para o nível de avaliação. d) e e) do n. nT. nT. w. se o local emissor for corredor de grande circulação. w. nT. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. é adoptada a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído.º 1 do artigo 11. 3369 5 — O edifício. w ≥ 33 dB. nT. refeitório ou oficina. ii) D2 m. para os restantes locais emissores. em zonas sensíveis reguladas pela alínea b) do n.º do Regulamento Geral do Ruído. f) No interior dos locais de recepção indicados no quadro II. deve satisfazer as condições indicadas no referido quadro. 1. c) No interior dos locais de recepção definidos no quadro V do anexo ao presente Regulamento. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar. Artigo 8. se o local emissor for salas de aulas. do ruído particular de equipamentos do edifício deve satisfazer as condições indicadas no quadro IV do anexo ao presente Regulamento. ou qualquer das suas partes. o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. D2 m. L’nT. proveniente de uma excitação de percussão normalizada sobre pavimentos de outros locais do edifício. satisfaça o limite regulamentar. C ou Ctr. em zonas mistas ou em zonas sensíveis reguladas pelas alíneas c).

nas bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. T. nT. a considerar para estes recintos. cumulativamente: a) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. 2 — A determinação do tempo de reverberação deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou.º 110 — 9 de Junho de 2008 4 — O edifício. LAr. satisfaça o limite regulamentar. caso não exista. considerados mobilados normalmente e sem ocupação. c) O valor obtido para o nível de avaliação. do tempo de reverberação. satisfaça o limite regulamentar. associado à determinação das grandezas em causa. T. 4 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza. 3 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza.12 V1/3. do índice de isolamento sonoro a sons de percussão. 2 — A determinação do índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. salas de conferência e salas polivalentes. o nível de avaliação. ii) T ≤ 0. do ruído particular de equipamentos do edifício deve satisfazer ao seguinte: i) LAr. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis quando o valor obtido para o tempo de reverberação. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de percussão. se 250 ≤ V < 9000 m3.32 + 0. deve satisfazer as condições seguintes. na normalização europeia ou internacional. quando. na normalização europeia ou internacional. em metros cúbicos. ou qualquer das suas partes. L’nT. caso não exista. e do nível de avaliação. iii) T ≤ 0. nas quais V se refere ao volume interior do recinto em causa: a) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar.3370 obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. adopta-se a metodologia definida no anexo I ao Regulamento Geral do Ruído. 1000 Hz e 2000 Hz. ou qualquer das suas partes. considerados mobilados normalmente e sem ocupação. se V ≥ 9000 m3. satisfaça o limite regulamentar. correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. T. Artigo 10. LAr. b) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0. nT ≤ 30 dB (A). correspondente à média aritmética dos valores obtidos para as bandas de oitava centradas nas frequências de 500 Hz. I. se o funcionamento do equipamento for contínuo. diminuído do factor I no valor de 3 dB. w ou DnT. e nas salas de cinema. quando mobilados normalmente e sem ocupação. b) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0. acrescido do factor I no valor de 3 dB. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar. w. b) O projecto de condicionamento acústico destes espaços deve incluir um estudo específico destinado a assegurar uma característica de reverberação adequada no restante espectro de frequências e uma boa inteligibilidade da palavra nos diversos locais do recinto. se os espaços forem dotados de sistema de difusão pública de mensagens sonoras. Artigo 10. 3 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza. D2 m. . nomeadamente de auditórios para música ou salas de espectáculo.12 V1/3. D2 m. satisfaça o limite regulamentar. nT. seja maior ou igual a 25 % da superfície de pavimento dos locais considerados. nT. T. nT ≤ 35 dB (A). w. de volume superior a 350 m3.05 V1/3. associado à determinação das grandezas em causa. na normalização europeia ou internacional. o projecto de condicionamento acústico destes espaços deve incluir um estudo específico destinado a assegurar a conformação acústica adequada à sua utilização funcional. diminuído do factor I no valor de 25 % do limite regulamentar. estão sujeitos aos seguintes requisitos: a) O tempo de reverberação médio. 1 — No interior dos recintos desportivos. T.º Recintos desportivos Diário da República. nT. nomeadamente de auditórios. 1000 Hz e 2000 Hz. I. 1000 Hz e 2000 Hz. 2 — A determinação do tempo de reverberação deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. f) No interior dos locais de recepção indicados no quadro VI do anexo ao presente Regulamento. caso não exista. L’nT. 3 — Na determinação das componentes tonais do nível de avaliação.17 LogV.º-A Auditórios e salas 1 — Os recintos cuja principal valência corresponda a actividades assentes na oratória. deverá satisfazer as condições seguintes. 5 — O edifício. ou qualquer das suas partes. w. 1. I. em que V é o volume interior do recinto. LAr. diminuído do factor I no valor de 3 dB (A).15 V1/3. 2 — Nos auditórios e salas cuja principal valência não corresponda a actividades assentes na oratória. 1000 Hz e 2000 Hz. ii) LAr. 4 — O edifício. LAr.15 V1/3. o tempo de reverberação. se V < 250 m3. se o funcionamento do equipamento for intermitente. nas quais V se refere ao volume interior do recinto em causa: a) T500 Hz – 2 kHz ≤ 0. T. w. deve satisfazer o seguinte: i) T ≤ 0. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. se os espaços forem dotados de sistema de difusão pública de mensagens sonoras. satisfaça o limite regulamentar. nT. satisfaça o limite regulamentar. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis quando o valor obtido para o tempo de reverberação. w ou DnT.ª série — N. Artigo 9.º Estações de transporte de passageiros 1 — No interior dos átrios ou salas de embarque das estações de transporte de passageiros. T.12 V1/3. o tempo de reverberação. d) O valor obtido para o tempo de reverberação. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis. associado à determinação das grandezas em causa. nT.

Artigo 14.os 1 a 5 são aplicáveis aos recintos que constituem o uso principal do edifício em que se inserem e aos que se integram em edifícios com outros usos. I. . 8 — Nas avaliações in situ destinadas a verificar o cumprimento dos requisitos acústicos dos edifícios deve ser tido em conta um factor de incerteza. de 4 de Setembro.º a 97. . 1 — Constitui contra-ordenação ambiental grave: a) A elaboração de projectos acústicos em violação dos requisitos estabelecidos nos artigos 5. b) LAeq ≤ 30 dB (A).º-A do presente Regulamento.º Instrução dos processos e aplicação das coimas O processamento das contra-ordenações e a aplicação das respectivas coimas regem-se pelo disposto no n.º Fiscalização A fiscalização do cumprimento do presente Regulamento rege-se pelo disposto nos artigos 93. designadamente de instalações de aquecimento. deve ser efectuada em conformidade com o disposto na normalização portuguesa aplicável ou. estabelecidos nos artigos 5. corrigido do termo de adaptação aplicável.Diário da República. de acordo com o seguinte. 3 — Pode ser objecto de publicidade. . nos restantes recintos.15 V1/3 [s] V = volume interior do recinto em causa. ventilação e ar condicionado. o isolamento sonoro a sons de condução aérea entre salas. .º 555/99. com a sala desocupada. 5 — No interior dos recintos. de 16 de Dezembro.º 60/2007. cumulativamente: a) O valor obtido para o tempo de reverberação. determinado a partir da média espacial de pontos representativos. . diminuído do factor I no valor de 3 dB (A). .º da Lei n. DnT. satisfaça o limite regulamentar.63 Hz. . D2 m. associado ao funcionamento dos equipamentos e instalações técnicas. b) A execução de projectos acústicos e a construção de edifícios em violação dos requisitos acústicos respectivamente aplicáveis. . 6 — Os requisitos enunciados nos n. nos termos do disposto no artigo 38. nT. no caso de cinemas. iii) 40 %. LAeq. quando. . se V ≥ 9000 m3. T. de 4 de Setembro. 9 — O edifício. o nível sonoro contínuo equivalente do ruído particular. alíneas a). associado à determinação das grandezas em causa.º 10 do artigo 98. d) O valor obtido para o nível do ruído particular. oit.º. w.º a 10. b) e c)] Tempo de reverberação (500 Hz — 2 kHz) Locais Refeitórios ou recintos públicos de restauração Escritórios (V ≥ 100 m3). caso não exista. determinar a aplicação das sanções acessórias que se mostrem adequadas. . Artigo 12. T ≤ 0. . LAeq. w ≥ 65 dB. a condenação pela prática de infracções graves previstas no n. . Artigo 15.º 50/2006. na normalização europeia ou internacional. w acrescido do factor I no valor do 3 dB. com a redacção dada pela Lei n. DnT. c) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. 7 — A determinação do tempo de reverberação. 1. de 16 de Dezembro. . . se V < 250 m3.15 V1/3 [s] T ≤ 0. C ou Ctr.º 1.os 1 e 2 devem assegurar que os valores do índice de isolamento a sons aéreos.º da Lei n. expresso em termos do isolamento sonoro padronizado.º 60/2007.º 50/2006. de 29 de Agosto. oit. LAeq. ANEXO QUADRO I [a que se refere o artigo 6. deve satisfazer cumulativamente o seguinte: a) DnT. D2 m. acrescido do factor I no valor de 3 dB (A). satisfazer o seguinte: a) LAeq ≤ 38 dB (A). na ausência de funcionamento das instalações técnicas do edifício. satisfaça o limite regulamentar: i) 25 %. e a diferença DnT. ii) 35 %. 2 — A tentativa e a negligência são puníveis. se 250 ≤ V < 9000 m3.º-A do presente Regulamento. . quando a medida concreta da coima aplicada ultrapasse metade do montante máximo da coima abstractamente aplicável. independentemente da fase em que se torne definitiva ou transite em julgado a decisão condenatória. diminuído do factor I no valor percentual do limite regulamentar. b) DnT. . n. nT. DnT. ou qualquer das suas partes.º Classificação das contra-ordenações 4 — Nos complexos de várias salas de cinema. é repartido nos termos do disposto no artigo 73.º 110 — 9 de Junho de 2008 3 — As fachadas dos recintos referidos nos n. nos termos previstos na Lei n.º a 10. satisfaçam o limite regulamentar. de 29 de Agosto. sejam os necessários para que o nível sonoro contínuo equivalente do ruído ambiente no interior do recinto. b) O valor obtido para o índice de isolamento sonoro a sons de condução aérea. de 29 de Agosto.º 50/2006. T.º Produto das coimas O produto das coimas aplicadas ao abrigo do presente diploma.63 Hz ≥ 45 dB.º do Decreto-Lei n. com a redacção dada pela Lei n. simultaneamente com a coima.º Sanções acessórias A autoridade competente pode. w.º 555/99. w.º do Decreto-Lei n. satisfaça o limite regulamentar. deve.63 Hz acrescida do factor I no valor de 5 dB.ª série — N. Artigo 13. satisfaça o seguinte: LAeq ≤ 30 dB (A) 3371 CAPÍTULO III Fiscalização e sanções Artigo 11.º 1. oit. e o isolamento sonoro padronizado correspondente à banda de oitava centrada na frequência de 63 Hz. é considerado conforme aos requisitos acústicos aplicáveis.

. . . . . ≥ 35 ≥ 52 ≥ 55 ≥ 30 ≥ 45 ≥ 48 Salas de aula. . . Refeitórios e cozinhas . . Pelo Ministro do Ambiente. . de professores. . .º. do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.15 V1/3 [s] T ≤ 0. . . os valores indicados serão acrescidos de 15 dB. . . DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA AGRICULTURA. .º 1. em 27 de Maio de 2008. . salas gabinetes médicos. . pelos Ministros do Ambiente. refeitórios. . do Desenvolvimento Rural e das Pescas. alíneas d) e f)] Tempo de reverberação (500 Hz — 2 kHz) Locais (*) Incluindo salas de aula musical. n. DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS. de 24 de Novembro. . — Pelo Ministro da Agricultura. . . . Salvador e Santo Ildefonso. .º do Decreto-Lei n. . . . . . . . . . . .º 1.º 1. Assim: Com fundamento no disposto no artigo 11. .º 4445-DGRF). . .º e no n. . . . Enfermarias. . . .º. . alínea d)] Tempo de reverberação (500 Hz — 2 kHz) V = volume interior do recinto em causa. de tratamento. . alínea f)] Locais Nível de avaliação. .º.º 201/2005.3372 QUADRO II Diário da República. . Enfermarias (V ≥ 100 m3) . Secretário de Estado do Ambiente. .º São anexados à presente zona de caça vários prédios rústicos sitos nas freguesias de Ajuda. foi concessionada à Associação de Caçadores da Raposeira a zona de caça associativa da Herdade Torre da Bolsa (processo n.º. .º 406/2008 de 9 de Junho [a que se refere o artigo 7.LAr. . . . em 24 de Abril de 2008. . administrativas . . LAr. . . . . . . . artigo 9. . . . . do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Agricultura. 1. LAr. . . . alíneas a). . . ginásios e oficinas . salas de consulta ou exame . conforme planta anexa à presente portaria e que dela faz parte integrante. . LAr. . . .º 110 — 9 de Junho de 2008 Locais de recepção — Locais de emissão Blocos operatórios.nT ≤ 35 dB (A) (se o funcionamento do equipamento for contínuo). . . .º 1. . Portaria n. . ficando a mesma com a área total de 486 ha. Oficinas . . . . . . . Refeitórios . . n. . 2.º. . . . . . n. A concessionária requereu agora a anexação à referida zona de caça de alguns prédios rústicos. alíneas a). . salas de consulta ou exame administrativas e de convívio Pela Portaria n. . . . . Salas de aula musical. de 15 de Novembro. . na alínea a) do artigo 40. . . . ≥ 45 ≥ 55 ≥ 53 ≥ 30 ≥ 45 ≥ 58 ≥ 55 ≥ 35 ≥ 45 QUADRO VI ≥ 50 ≥ 48 ≥ 30 [a que se refere o artigo 8. . b) e c)] Locais de recepção — Locais de emissão Salas de aula (*). . se tal não for o caso.º 202/2004. . . n. .15 V1/3 [s] T ≤ 0. Berçários . salas de tratamento . . nT ≤ 35 dB (A) (se o funcionamento do equipamento for intermitente). . . . . Salas administrativas e de convívio . . situada no município de Elvas. do Desenvolvimento Rural e das Pescas.º) 1/3 V = volume interior do recinto em causa. . . Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas. . (**) Considerando que haverá porta de comunicação com os locais receptores. Blocos operatórios. . . .15 V [s] (V. salas gabinetes médicos. . . . .12 V1/3 [s] QUADRO III [a que se refere o artigo 7. . ≥ 48 ≥ 55 ≥ 55 ≥ 40 ≥ 45 ≥ 48 . Ascenso Luís Seixas Simões. . . . . . .º A presente anexação só produz efeitos. .nT Biblioteca . . . os valores indicados serão acrescidos de 15 dB.º 1. . . . LAr. Enfermarias. .º 1 do artigo 118. Ginásios . . se tal não for o caso. .º 1231/2006. relativamente a terceiros. . . . T ≤ 0. . . QUADRO V [a que se refere o artigo 8. . . . . nT ≤ 30 dB (A) (se o funcionamento do equipamento for contínuo). . . salas polivalentes. . com a área de 238 ha. QUADRO IV MINISTÉRIOS DO AMBIENTE. . T ≤ 0. Átrios e salas de espera (V ≥ 100 m3): Sem difusão de mensagens sonoras . mitente). . . b) e c)] Locais de recepção — Locais de emissão Blocos operatórios. . salas de consulta ou exame administrativas e de convívio [a que se refere o artigo 7. . . . . administrativas Bibliotecas e gabinetes médicos Salas polivalentes e berçários Circulações internas (*) . Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa. n. . . . . Enfermarias. . . . . . . . . com a instalação da respectiva sinalização. Locais Salas de aula bibliotecas. .º. . . o seguinte: 1. e ouvido o Conselho Cinegético Municipal: Manda o Governo. com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n. . . . gabinetes médicos. . município de Elvas. Com difusão de mensagens sonoras . . (*) Considerando que haverá porta de comunicação com os locais receptores.ª série — N. . . Restantes locais de recepção in. de tratamento. Corredores de grande circulação (**) . . . . .nT ≤ 40 dB (A) (se o funcionamento do equipamento for interdicados no quadro II. . . . . . . . . . . . . . .15 V1/3 [s] T ≤ 0. . de professores. de 18 de Agosto. salas polivalentes e refeitórios . . .

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