CONSTRUÇÃO DE BACIAS DE CONTENÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS NO MUNICÍPIO DE POMPÉU (MG)- Micro bacia do Ribeirão Canabrava

1. Gestão do Projeto a) Responsáveis Técnicos Carlos Tadeu de Melo – Engenheiro Agrônomo CREA: 12670/D Secretário Municipal de Planejamento – Prefeitura Municipal de Pompéu Fernando Alan Martins Machado – Técnico Agrícola CREA: 40.786/TD Secretário Municipal de Indústria, Comércio e Agropecuária – Prefeitura Municipal de Pompéu b) Proponente (representante legal) Prefeitura Municipal de Pompéu – CNPJ.:18.296.681/0001-42 c) Equipe Walmir Alves Vieira – Técnico Agrícola CREA.25.193/TD Extensionista EMATER-MG Gilberto Silveira – Técnico Agrícola CREA: 140810282-0 Prefeitura Municipal de Pompéu d) Parceiros (Entidades Envolvidas) EMATER – MG Promotoria de Justiça da Comarca de Pompéu IEF – MG COOPEL – Cooperativa Agropecuária de Pompéu LTDA SICOOB CREDIPÉU – Cooperativa de Crédito de Pompéu Sindicato Rural de Pompéu CODEMA – Conselho de Defesa do Meio Ambiente de Pompéu MG CMDR’S- Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável.

A constante expansão do uso de terras agricultáveis. o município possui cerca de 2. fazendo o trabalho de nivelamento das mesmas.570 km². Pará e Paraopeba. que visem à melhoria da oferta de recursos hídricos em quantidade e qualidade suficiente para garantir uma harmonia na interação entre homem e o meio ambiente. A escassez de recursos faz com que ação municipal limite suas atividades ao leito das estradas.MG está localizado na região do Alto São Francisco. não disponibilizando estruturas para contenção das águas que são canalizadas das estradas rurais para as propriedades rurais. bem como solo e água. tem como objetivo captar as águas das chuvas. fazendo parte de 03 importantes bacias hidrográficas .dos rios São Francisco. de modo que eles se reabasteçam mais vezes durante o ciclo . também conhecidos como “barraginhas”. cuja qualidade vem piorando ao longo dos anos. devido ao aumento da população e a ausência na maioria dos municípios de uma política clara para a sua preservação (arten & Minella. Com área de 2. levando em conta se tratar de um município com aptidão agropecuária. influenciado pelo aumento do consumo da população mundial cria a necessidade de implantar mecanismos que promovam a otimização dos recursos produtivos associados à preservação dos recursos naturais. considerando a sua grande importância para a circulação das riquezas e pessoas. 2002). Introdução Dentre os recursos da natureza oferecidos ao homem. onde provocam erosão e carreiam sólidos para os mananciais e nascentes existentes nas partes mais baixas dos terrenos. O município de Pompéu .500 km de estradas rurais não pavimentadas. A Administração Pública Municipal vem dedicando um grande esforço na recuperação das estradas rurais. evitando que elas escoem rapidamente e provoquem erosão do solo e enchentes. Essa tecnologia faz com que as águas permaneçam nessas estruturas pelo menor tempo possível.2. A construção de bacias de contenção de águas pluviais. a água doce representa um bem finito. O presente projeto visa promover o desenvolvimento contínuo de mecanismos e ações físicas e educativas.

2003).chuvoso. visando o aumento da produtividade. como elevação do nível de água do lençol freático. pomares e a abertura de cacimbas ficam favorecidos (Barros. Dessa forma. pelo umedecimento das baixadas e o surgimento de minadouros. pobreza química acentuada e quando localizados em relevo . com sua nascente localizada na Serra das Perobas e deságua diretamente nas águas do Lago de Três Marias. traz importantes benefícios. que em sua maioria são de propriedade de grandes empresas siderúrgicas ou por elas fomentadas e a grande maioria pertencente a pequenos e médios produtores rurais. O relevo da região vai do ondulado na região da nascente e da foz. A Exploração das pastagens ocorre de forma extensiva. que vem sendo estudada pela Embrapa Milho e Sorgo desde a década de 90. possui extensão de 52. ao semi-ondulado ao longo de sua extensão. O Ribeirão Canabrava está sob área de influência de vegetação do tipo “Campo”. maior tempo de umidade dos solos de baixada e diminuição dos efeitos de enchentes e veranicos. com conseqüente melhoria nas condições físicas e químicas do solo. por apresentarem geralmente pequena espessura de solum. caracterizadas por grandes extensões de pastagens naturais e plantadas. o que requer trabalhos de conscientização no sentido de fazer com que os produtores rurais se atentem a utilizarem técnicas de manutenção da fertilidade do solo. Justificativa O Ribeirão Canabrava é um afluente direto do Rio São Francisco. em seu lado direito.31 km. próximo à foz do Rio Paraopeba. alguns trechos com presença de florestas de eucaliptos. Os Cambissolos. A elevação do nível da água no solo pode ser percebida pela elevação do nível da água nas cisternas. revitalização de córregos e rios. onde a principal atividade econômica é a Pecuária Leiteira. 3. que tem esta atividade como diversificação de sua atividade principal. hortas. controle vegetativo e mecânico dos processos erosivos. as estiagens são amenizadas e os plantios de lavouras. A tecnologia. O solo predominante da região de contribuição da Micro bacia do Ribeirão Canabrava é do tipo Cambissolo Háplico e alguns fragmentos de Latossolo Vermelho e suas subdivisões.

constatou-se que a área objeto do projeto apresenta as seguintes características. 1992). foram comparadas com o mapa obtido através da plotagem do levantamento da área de contribuição da Micro bacia do Ribeirão Canabrava no software Google Earth. • • Vulnerabilidade de Recursos hídricos: vai de alta “Alta” na região de contribuição da sua nascente. • • Zona Ecologia Econômica: varia de “1”. que vai da nascente até aproximadamente a metade do seu curso.ZEE”. denominada “Zoneamento Ecológico Econômico de Minas Gerais . • Prioridade de Conservação: varia de “Baixa”. à “Média” em todo o seu leito até a sua foz. 1988. que vai da sua nascente até a metade do seu curso. onde as imagens obtidas no ZEE para a área em discussão. Levantamento feito utilizando a ferramenta computacional disponibilizada pela SEMAD. Oliveira et al. Integridade da Flora: varia de “Muito Baixa”. a “Alta” que segue até a sua foz. As informações obtidas por meio do Zoneamento Ecológico Econômico causaram preocupação do poder público e das demais entidades envolvidas. o que influenciou diretamente na tomada de decisão sobre qual micro bacia do município teria maior urgência de intervenção no sentido de amenizar a ação dos processos erosivos. Vulnerabilidade à Erosão: é classificada como “Muito Alta” na região da nascente e da foz e de “baixa” a “média” ao longo de seu curso. que vai da nascente até aproximadamente a metade do seu curso. A situação constatada no ZEE é agravada pela intervenção do homem.MG Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais.movimentado. a “Muito Alta” que segue até a sua foz. que vai da nascente até aproximadamente a metade do seu curso.. já que a região da Micro bacia do Ribeirão Canabrava possui extensa malha viária não . a “Muito Alta” que segue até a sua foz. de acordo com a classificação obtida no trabalho do Zoneamento Ecológico Econômico: • Exposição do solo: varia de “Alta”. têm-se constituído em sistemas muito instáveis (Resende et al.. a “2” que segue até a sua foz.

.pavimentada e em condições precárias de manutenção e pela ausência de mecanismos de contenção dos processos erosivos. sendo também chamadas de estradas vicinais. desta forma. importante fator para a redução do êxodo rural. ou mesmo à sede dos municípios. sendo responsável por aproximadamente metade das perdas de solo no Estado de São Paulo (ANJOS FILHO. servindo também para acesso às vias principais. De nada adiante o grande esforço realizado. O escoamento. Anjos Filho (1998) salientam que as estradas devem permitir o acesso da população à educação. abertura de esgotos. ajudando na manutenção do homem no campo e na integração deste à sociedade urbana. a capacidade de infiltração da água no solo e. 1998). A revitalização da economia agrícola está também relacionada diretamente à existência de estradas em boas condições de tráfego. O suporte econômico de grande parte dos municípios do interior do Brasil está na produção agropecuária. em alguns casos. desta forma. quando atinge determinada vazão. A erosão provocada pela água no leito e nas margens de estradas não pavimentadas é um dos principais fatores para sua degradação. provocando a formação de sulcos e voçorocas e. constituído essencialmente de estradas não pavimentadas. construção de “peitos de pombo”. O escoamento advindo das estradas interfere também nas áreas adjacentes. concentra águas advindas de áreas adjacentes. para corrigir a pista de rolamento das estradas. causando problemas para a manutenção da estrada. encascalhamento. assume potencial para provocar o desprendimento e o transporte do solo. o assoreamento dos mananciais hídricos. As estradas alteram o percurso natural do escoamento superficial. A existência de uma extensa malha viária é fundamental em qualquer nação. envolvendo nivelamento. conseqüentemente. funcionando como um dreno. sendo que o primeiro caminho percorrido pela produção agropecuária é o que vai da propriedade rural à rede coletora. danos às áreas agrícolas e aos recursos hídricos e. se não houver uma preocupação com o . saúde e comércio. representando. Este tipo de estrada é responsável pela interligação entre propriedades rurais e povoados vizinhos. etc. Estudo técnico realizado pela Agência Nacional das Águas – ANA (2004) caracteriza que um dos principais problemas relacionados à conservação do solo são a construção e o uso inadequado das estradas não pavimentadas.

de pequenas barragens ou mini açudes. em toda micro bacia. O presente projeto está alinhado com as linhas estratégias de ação para preservação e melhoria da disponibilidade de recursos hídricos tanto em quantidade. Essa tecnologia consiste em dotar as margens das estradas vicinais. A técnica de construção das “Bacias de Contenção de Águas Pluviais”. perdem seu efeito destruidor. conscientizando os produtores da necessidade de construírem as bacias dentro de suas propriedades rurais. aumento a oferta de água para a população. lagos e nascentes provocando sérios desastres ambientais. Espera-se com o presente trabalho. servindo de modelo para a implantação de várias outras (Barros. indo alimentar o lençol freático. através do controle de processos erosivos por meio da construção de bacias de captação de águas pluviais. Bacias de Contenção são pequenas depressões. nos locais em que ocorram enxurradas volumosas e erosivas. barrando-as e amenizando seus efeitos desastrosos. a terra carreada nas enxurradas vai se depositar no leito dos córregos. Tais ações. revigorando as nascentes e rios a jusante. popularmente conhecidas como “barraginhas” recentemente aprimorada e divulgada pela EMBRAPA Milho e Sorgo de Sete Lagoas MG. Essas águas são acumuladas. portanto é de responsabilidade de cada um a sua preservação e manutenção. é de grande interesse tanto para a conservação das estradas como para preservação dos córregos. escoar pelas áreas circunvizinhas. de que a água é um bem público. ocorridas em cadeia promoverão um maior reabastecimento do lençol freático na área de influência do projeto. no conjunto. . e se infiltram no solo. principalmente dos produtores rurais. através da construção das bacias. e deixá-las simplesmente. Dessa forma. bem como em qualidade. 2000). tanto para consumo doméstico. ribeirões. A construção de bacias de contenção tem como principal função a recuperação de áreas degradadas pela chuva. promoverem a conscientização da população. visa também a perenização de mananciais com água de boa qualidade e de tornar a região numa vitrine. construídas para receber as águas de enxurradas desviadas das estradas e carreadores. rios e nascentes. nas margens das estradas rurais municipais.eficiente encaminhamento das águas acumuladas. causando efeito multiplicador.

sendo um dos maiores e mais prósperos municípios Minas Gerais. . Pompéu faz parte da história do Brasil há mais de duzentos anos. o Sr. denominado Silva Campos.como para manutenção da produção. córregos e açudes. que tem população em torno de 1000 habitantes. 4. A nascente do Ribeirão Canabrava encontra-se a aproximadamente 7 km de distância em linha reta da sede do Município de Pompéu. através da geração de energia elétrica e seu uso direto na atividade agropecuária. que apesar da proximidade. composto por uma área de 256. o então arraial do Buriti da Estrada tornou-se uma cidade. O projeto será executado no município de Pompéu (figura 1). não recebe o esgoto vindo da sede do município. O município de Pompéu nasceu no Pouso dos Buritis. somente em 1840 ocorreu a fundação do arraial por Joaquim Cordeiro Valadares genro de Dona Joaquina. possui sistema de tratamento de esgotos. álcool combustível. extração e beneficiamento de ardósia e plantio de eucalipto. dentro dos limites da micro bacia do Ribeirão Canabrava (figura 2). de terras.CBH SF4. Situado no Alto São Francisco. recebendo então o nome de Pompéu. Antônio Pompeu Taques. em grande parte férteis e cultiváveis.000 ha. Área de Abrangência Terra de Dona Joaquina de Pompéu (Joaquina Bernarda da Silva de Abreu Castelo Branco Soutto-Mayor). o município de Pompéu é cercado de rios. Em 17 de dezembro de 1938. que pertence à Bacia do Rio São Francisco. móveis. que lança o mesmo após tratado no Córrego do Brito. baseada principalmente na produção leiteira (estando entre as maiores bacia leiteiras do estado de Minas Gerais). figura histórica e matriarca de todo o Oeste Mineiro. duas represas. que é afluente direto do Ribeirão Canabrava. de gado de corte. região Centro-Oeste de Minas Gerais. O Ribeirão Canabrava deságua diretamente no lago de Três Marias. tendo como UPGRH o Comitê de Bacia Hidrográfica do Entorno do Lago de Três Marias . O município possui um distrito. A economia de Pompéu é bastante diversificada. homenageando seu primeiro habitante. ponto de parada das tropas que faziam o trajeto que ligava Montes Claros ao Oeste de Minas e Pitangui a todo o Litoral Atlântico. contudo.

Figura 1 – Município de Pompéu. 2006) . com sua Hidrografia (Comlago.

Figura 2 .Micro Bacia do Ribeirão Canabrava .

para que as gerações futuras saibam cuidar do bem imprescindível à vida humana. Gerais • Promover a melhoria da oferta de água em quantidade e qualidade. favorecendo um aumento da recarga do lençol freático sob a área de influência do projeto. 2006) e também de municípios circunvizinhos. que hoje somam 28. Objetivos 6.' 5.1. que é a água. porém os resultados de longo prazo obtidos com a sua implantação beneficiarão toda a população do município. • Conscientizar os produtores rurais e consumidores de água da importância da gestão integrada de bacias hidrográficas por meio de palestras e eventos voltados para o público alvo atendido. dada a ampla divulgação a ser dada dos resultados do mesmo.393 habitantes (IBGE. . através do incentivo à adoção de práticas que promovam o controle de processos erosivos. contribuindo assim para a perenização dos mananciais. 6. com especial atenção às escolas. Público Alvo e Beneficiados O projeto beneficiará diretamente a população rural existente sob sua área de influência.

6. de modo a implantar na mente dos jovens sobre a importância na preservação das águas e sua responsabilidade para com a mesma. tendo como meta a construção Bacias de Contenção nas margens das estradas rurais localizadas na área do projeto. em pontos a serem locados após levantamento de pontos de erosão ao longo da Micro Bacia.2. Promover campanhas de conscientização na zona rural. Promover campanhas de conscientização nas escolas. . Específicos • • • Lançar mão da técnica de construção de Bacias de Contenção para solução de problemas de erosão provocados pelo carregamento da enxurrada no leito das estradas. alertando o produtor rural da sua responsabilidade na conservação e manutenção das Bacias de contenção e da importância da construção de bacias dentro de suas propriedades.

no sentido de angariar apoio dos mesmos para a execução dos trabalhos. será feita uma campanha educativa de conscientização da comunidade rural afetada pelo projeto.2. envolvendo docentes e alunos de curso técnico em meio ambiente. com personalização dos mesmos quanto à ordem de prioridade. Metas e Metodologia 7.7. utilizando-se pra isso máquinas do tipo “Pá Carregadeira”. gastando-se para isso 1 ½(uma hora e meia) para construir uma bacia com capacidade para aproximadamente 100 metros cúbicos de água . Posteriormente será feito campanha nas escolas secundárias e de ensino médio. em parceria com o CMDRS. Levantamento das áreas com foco de erosão e alocação das Bacias de Contenção de Águas Pluviais. IEF e EMATER. Em seguida os técnicos da Prefeitura e da Emater farão um levantamento com GPS dos pontos com foco de erosão na área de abrangência do projeto. Metas Palestras Educativas a serem realizadas nas escolas de nível secundário e ensino médio presentes no município e também nas comunidades rurais. CODEMA.1. Após a confecção do mapa de ordem de prioridade. Divulgação dos resultados dos trabalhos. 7. os técnicos da Emater demarcarão com material próprio os locais onde serão construídas as bacias de acordo com suas coordenadas geográficas colhidas no levantamento feito anteriormente. a ser definida pela intensidade de erosão encontrada. para posterior plotagem dos pontos em mapa da malha viária do município. Metodologia Inicialmente. presente no município. salientando sobre a existência do projeto e motivando a população no sentido de se comprometerem com a conservação das Bacias. Em seguida será feita a construção propriamente dita das bacias. Construção de 1000 Bacias de Contenção de Águas Pluviais.

Tempo de duração do Projeto O referido projeto terá duração até dezembro de 2011.A avaliação da eficácia da implantação das bacias será feita por meio de análise de turbidez da água do Ribeirão Canabrava. fazendo com que os cidadãos e principalmente os produtores rurais implantem em suas propriedades a técnica da construção de Bacias de Contenção de Águas Pluviais e se comprometam na manutenção das já existentes no município. a ser feita antes e após a implantação das bacias. mais especificamente no controle dos processos erosivos. . provocada pela presença de partículas de solo presentes na mesma. fazendo com que o projeto se torne autosustentável no futuro. aumentar a vazão dos mananciais nos períodos de estiada. que vai de novembro a março. durante os meses do período chuvoso. 9. conter o processo de assoreamento dos rios. Pretende-se com isso. contados a partir da mobilização da comunidade ate atividade final que é de construção das bacias de retenção e avaliação. Resultados do Projeto Espera-se com a execução do projeto. despertar na comunidade local e nas regiões circunvizinhas o sentimento de compromisso para com a preservação dos recursos hídricos. diminuir as enchentes no período chuvoso. 8. diminuindo assim a eutrofização da água.

00 0.05 2.000. combustível Bacia Construída Folhetos informativos de 210 mm x 297 mm Inserção comercial em rádio Aquisição de placa de 2.000.000.00 23.00 R$ 221.00 2.2 m Quantidade 5 10 01 1.00 20.00 1.000.100.00 Palestras nas escolas Mobilização da Palestras nas comunidade comunidades rurais Levantamento Levantamento de campo com da Área GPS Construção das Construção bacias de contenção Aquisição de folhetos informativos Anúncios em rádio Divulgação Aquisição de placas informativas Valor Total do Projeto .0 m x 1.000 20.000 500 05 Custo Unitário 2.100.00 Total 10.00 165.100.10. Orçamento do Projeto Metas Etapa Especificação Palestra ministrada Palestra ministrada Diárias.00 1.000.000.000.00 1.000.00 23.00 200.00 165.

EMATER.000 1/6/2011 30/10/2011 Divulgação Anúncios em rádio Aquisição de placas informativas PROMOTORIA 500 1/6/2011 31/12/2011 PROMOTORIA 05 1/6/2011 31/12/2011 . IEF. IEF.000 Duração Término 31/10/2011 31/10/2011 31/12/2011 31/12/2011 Metas Mobilização da comunidade Levantamento da Área Construção Etapas Palestras nas escolas Palestras nas comunidades rurais Levantamento de campo com GPS Construção das bacias de contenção Aquisição de folhetos informativos RESPONSAVEL Secretaria de Educação Secretaria de Agricultura. Secretaria de Agricultura.11. Secretaria de Agricultura. EMATER.2 m 10 01 1. combustível Bacia Construída Folhetos informativo s de 210 mm x 297 mm Inserção comercial em rádio Aquisição de placa de 2. IEF.0 m x 1. EMATER. PROMOTORIA Início 1/6/2011 1/6/2011 1/7/2011 1/7/2011 20. Cronograma de Execução Indicador Físico Unidade Quantidade palestra 5 ministrada palestra ministrada Diárias.

00 86% 30.00 30.000.00 2 .000.00 221.00 14% 165.00 Valor Promotoria FONTE Contrapartida .100.00 100% 3.00 191.000.100.00 23.00 3 . Divulgação Total 3. Mobilização da comunidade 30. Construção 165.100.12. Plano de Aplicação dos Recursos Natureza da despesa Especificação 1 .000. Levantamento da Área 23.000.00 4 .000.000.100.

000.00 33.13.00 Set-11 2.00 Nov.000.00 250.00 3.00 4.000./11 Dez/11 Palestras nas escolas Mobilização da Palestras nas comunidade comunidades rurais Levantamento da Área Construção Divulgação Levantamento de campo com GPS Construção das bacias de contenção Aquisição de folhetos informativos 3.000.000.00 250.000.00 3.00 33.00 4.300.00 3.300.000.00 .000.00 250.00 Julho-11 2.000.300.000.500.00 16.00 Out.000.00 33.00 250.00 4.00 3.300.000.300.300.00 3.00 4.00 3.000.00 Agosto-11 2.00 16.000. Cronograma de desembolso CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO Metas Etapas Maio-11 Junho-11 2.500.00 4./11 2.300.00 33.

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