You are on page 1of 149

001

002 - Aeroporto Santos Dumont

1954
003 - Aeroporto Santos Dumont

Década de 1950
004 - Velho prédio da Alfândega

Década de 1930 - O edifício, onde hoje funciona a Casa França-Brasil, já foi palco de alguns
eventos importantes de nossa história. Mandado erguer em 1819 por D. João VI, projeto do
arquiteto Grandjean de Montigny, integrante da Missão Artística Francesa de 1816.
005 - O Prédio do Jornal "A Noite" Visto do Mar

O edifício de A Noite tem seu projeto do mesmo arquiteto do Copacabana Palace e do


Glória, Joseph Gire. Da esquerda para direita, nota-se o Mosterio de S. Bento, o Pão de
Açucar, a Ilha das Cobras (como Arsenal de Marinha e belonaves atracadas), o Edifício A
Noite, a Torre do Touring Clube, na Praça Mauá, e os armazens do cais do porto.
006 - Arcos da Lapa

Início do Século XX - Bonde de Sta. Teresa nos Arcos visto da Rua Riachuelo
007 - Arcos da Lapa

Década de 1950 - Bonde sob o Arco Central dos Arcos da Lapa


008 - Arsenal da Marinha

Início do Século XX - Avista-se a chaminé da Cia. City Improvements, já demolida, a Igreja


e o Mosteiro de S. Bento, instalações da Marinha e o cais que mais tarde ficou conhecido
como "Cais da Bandeira", devido ao mastro para tal fim, alí implantado
009 - Associação dos Empregados do Comércio - Localização

Início do Século XX - Da direita para esquerda: Edifício branco da Associação EC, Casa
Arthur Napoleão, Clube de Engenharia, esquina da Rua Sete de Setembro e redação do
Jornal "O Paiz". A Casa Arthur Napoleão era de instumentos e partituras musicais'.
010 - Associação dos Empregados do Comércio - Fachada

Início do Século XX - Neste prédio de 1908, funcionava a Casa Limoges de porcelanas


cujo letreiro se pode ver na porta da esquerda. Na década de 1940 este prédio foi
substituido pelo atual, que conta com uma galeria de lojas até à Rua Gonçalves Dias.
011 - Av. 13 de Maio

1939 - Nota-se a calçada larga, posteriormente estreitada e sem os postes para servir de
estacionamento. Compare com a foto seguinte. Observa-se também a elegância dos trajes
masculinos: terno, gravata e chapeu; este também usados pelas damas.
012 - Av. 13 de Maio

Década de 1950 - Verifica-se o bonde, em frente à atual Câmara de Vereadores, dirigindo-


se para o Largo da Carioca, dificultando o fluxo de automóveis que lhe seguem, devido ao
seu tamanho e morosidade. À esquerda, nota-se também a área de estacionamento ao
longo da calçada, indicando já a falta de espaço no centro da cidade para este fim.
013 - Av. Almirante Barroso

Década de 1920 - Vê-se à esquerda o Hotel Palace, à direita o Derby Club, nas esquinas
com a Av. Rio Branco, e ao fundo os restos do desmonte do Morro do Castelo.
014 - Av. Beira Mar - Centro

Início do Século XX - Vê-se uma ressaca no local onde desembocaria a Av. Central e se
instalaria o Obelisco. À direita está parte do Passeio Público.
015 - Av. Beira Mar - Centro

Início do Século XX - Vê-se o mesmo local da foto anterior, sem ressaca, e percebendo-se
a rampa, em frente aqual se instalou o Obelisco. À direita ao fundo vê-se o prédio do
Silogeu e, por trás, o Morro de S. Tereza e o topo do Morro Bela Cintra.
016 - Av. Beira Mar - Centro

Início do Século XX - Vê-se o mesmo local da foto anterior, olhando-se em direção ao


Morro do Castelo, que se destaca ao fundo. Nesta foto já se encontra o Obelisco, em
frente à rampa, o Passeio Público à esquerda, o Palácio Monroe e, no fundo, à direita, as
torres da Igreja de Sta. Luzia.
017 - Av. Beira Mar - Centro

Início do Século XX - Vê-se o mesmo local da foto anterior, olhando-se em direção ao


Morro da Glória. Cadeiras e mesas eram dispostas para uso do público.
018 - Av. Beira Mar - Centro

Década de 1950 - Local aproximado das fotos anteriores, olhando-se na direção do Morro
da Glória, onde se vê a secular Igreja do Outeiro. O trânsito neste época já era caótico.
019 - Av. Beira Mar - Centro

Década de 1950 - Local aproximado das fotos anteriores, olhando-se na direção do


Centro à Noite
020 - Av. Central - Início Construção

Década de 1900 - Local não identificado


021 - Av. Central - Início Construção

Década de 1900 - Trecho próximo à atual Praça Mauá de onde se avista, à esquerda, as
torres da Igreja da Candelária e ao fundo o Pão de Açucar.
022 - Av. Central - Antes da Biblioteca Nacional

Década de 1900 - Esta vista na altura da R. da Assembléia, mostra o Morro do Castelo


ainda intacto e os locais ainda vazios da Escola de Belas Artes e da Biblioteca Nacional. A
fumaça no fim da avenida parecem ser das chaminés da companhia de saneamento City
Improvements, contratada ainda no tempo do Império.
023 - Av. Central - Construção Lado Ímpar

Década de 1900 - Vista na direção da Praça Mauá, vendo-se, à direita e ao fundo as torres
da Igreja da Candelária
024 - Av. Central - Construção Lado Par

Década de 1900 - Vista na direção da Praça Marechal Floriano. No centro, a cúpula do


prédio do Jornal "O Paiz" e, sendo construido, o Clube de Engenharia na esquina da Rua
Sete de Setembro, em frente ao prédio daquele jornal. Ao fundo, destaca-se o Clube
Naval na esquina da R. Almirante Barroso e, mais além, as obras do Tearo Municipal
025 - Av. Central - Iluminação

Década de 1900 - Foto tirada da esquina da R. do Rosário em direção à Av. Beira Mar. Em
construção, a torre do Jornal do Brasil. A Av. Central, em seu início, possuía iluminação
mista; o canteiro central já se utilizava lâmpadas elétricas enquanto os postes nas
calçadas ainda utilizavam o gás.
026 - Av. Central - Moda

Década de 1900 - É de se notar os trajes dos freqüentadores da recém-inaugurada


avenida. Os homens, de terno e chapéu côco; as mulheres, de longos e anquinhas. À
esquerda, nota-se a cúpula do jornal "O Paiz", na esquina par da R. Sete de Setembro. A
esquina mais próxima é a da R. da Assembléia..
027 - Av. Central - R. Sete de Setembro

Década de 1910 - A foto está orientada para a Praça Mauá. À esquerda (lado par) vê-se a
sede da Associação dos Empregados do Comércio, (uma fachada branca) e a torre do
prédio do Jornal do Brasil. O prédio arredondado, à esquerda, (esquina R. Sete de
Setembro) , é o Clube de Engenharia. À direita (lado ímpar), nota-se a torre do Jornal do
Commércio, na esquina da Rua do Ouvidor, quase em frente à torre do Jornal do Brasil.
028 - Av. Central - R. Ouvidor

Década de 1910 - A foto está orientada para a Cinelândia. À esquerda (lado ímpar) vê-se a
sede do Jornal do Commércio. À direita, nota-se a confluência das Rua do Ouvidor com a
dos Ourives (hoje Rua Miguel Couto). Observar a amplidão de espaço nas pistas, tanto
para trafegar como para estacionar. Quase não se vê mulheres (apenas no meio da
avenida, duas de saias longas brancas, mais próximas, e outra de saia longa preta). Os
homens estão de casaco e chapéu.
029 - Av. Central - Trânsito

Década de 1910 - Na parte central da foto podemos comprovar que a foto foi tirada do
prédio do jornal "O Paiz", na esquina par da R. Sete de Setembro, que foi destruído e teve
seu prédio incendiado na Revolução de 1930. Na foto, uma colisão entre um bonde e um
automóvel, o que na época já provocava aglomeração de curiosos.
030 - Av. Central - Vista Aérea

Década de 1920 - Notável ângulo pelo qual se observa, da esquerda para direita: o Teatro
Municipal, o Palace Hotel, o Derby Club, a Escola Nacional de Belas Artes, a Bibioteca
Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Ao longe à direita, restos do Morro do Castelo
cuja demoilção terminou em 1929.
031 - Av. Central - 2a Inauguração

15/11/1905 - Parada Militar comemorativa. Ao longe vê-se as torres da Igreja da


Candelária.
032 - Av. Central - 2a Inauguração

15/11/1905 - Desfile Militar na esquina da Rua do Rosário. Nota-se parte da Igreja Nossa
Senhora da Conceição e Boa Morte
033 - Av. Central - Jornal do Commércio

Década de 1910 - A torre mais alta é a do prédio do Jornal do Commercio que ficava em
frente a torre do prédio da Casa Colombo, ambas na esquina ímpar com a R. do Ouvidor.
034 - Av. Central - Torre da Casa Colombo

Década de 1910 - A torre mais à direita é a do prédio da Casa Colombo. A segunda torre mais
à direita é a da Igreja da Candelária, em segundo plano. A foto está na direção da Praça Mauá.
À esquerda distingue-se a confluência da R. dos Ourives (atual R. Miguel Couto) com a R. do
Ouvidor. A torre mais ao centro, na esquina impar da Rua do Rosário, não foi identificada.
035 - Av Central - R. da Assembléia

Década de 1910 - Foto do lado par, tirada na direção da Praça Mauá, vendo-se ao longe a
torre do Jornal "O paiz" na esquina da R. Sete de Setembro.
036 - Av. Central - R. do Ouvidor

Década de 1910 - Sem trânsito


037 - Av. Central - R. do Ouvidor

Década de 1910 - Com trânsito


038 - Av. Nilo Peçanha

1940 - Dez Anos Após a demolição do Morro do Castelo. Vê-se as marcas da demolição
nos prédios em primeiro plano. Ao fundo,os grandes prédios que ocuparam o espaço
deixado pelo Morro do Castelo, que se passou a chamar de Esplanada do Castelo.
039 - Av. Passos

Fim do Século XIX - Antiga Rua do Sacramento, que depois de alargada, foi renomeada
para Av. Passos, em homenagem ao Prefeito Pereira Passos. À esquerda vê-se as torres
da Igreja do Santíssimo Sacramento, ainda hoje existente.
040 - Av. Passos x Av. Pres. Vargas

1950 - Na foto o cruzamento da Av. Passos, em baixo e à direita com a Av. Presidente
Vargas em cima.
041 - Av. Presid. Vargas - Antes

Década de 1940 - Antes da demolição dos quarteirões da Prefeitura (Fachada clara) até a
Igreja da Candelária (Canto superior esquerdo) entre as extintas Rua de S. Pedro (Na foto,
à esquerda da imagem da Prefeitura) e a Rua General Câmara no lado oposto. O pequeno
prédio de fachada escura ao lado da Prefeitura é a Escola Rivadavia Correia que existe
até hoje. No canto inferior, à esquerda, parte do prédio do Ministério da Guerra.
042 - Av. Presid. Vargas - Depois

Década de 1940 - Mesmo ângulo da foto anterior, após a demolição dos quarteirões
efetuada para construção da Avenida Presidente Vargas.
043 - Av. Presid. Vargas - Edifícios

1953 - Ao longe, aspecto uniforme dos primeiros edifícios construidos. Nota-se a


facilidade de estacionamento, o trânsito calmo, e as ruas ainda sem faixas de pedestres.
044 - Av. Presid. Vargas - Trânsito

1955 - Trânsito ainda calmo e com bastante espaço mas já com filas de onibus
"gostosões" e bondes com reboques circulando lotados
045 - Av. Presid. Vargas - Vista Aérea

Década de 1950 - Percebe-se ao pé da foto, a Igreja da Candelária. No alto da foto, vê-se


que além dos quarteirões demolidos, o traçado da Av. Presidente Vargas demandou
também um corte nos jardins do Campo de Santana
046 - Av Presid. Vargas - Onibus "Camões"

1949 - Onibus na Praça Duque de Caxias. Na época, a estátua do Patrono do Exército, que
deu nome à praça, fora transladada do Largo do Machado.
047 - Av. Rio Branco - Demolições

Início do Século XX - Demolição da área que é hoje a Praça Marechal Floriano , como
parte das obras de abertura da Av. Centra, que, em fevereiro de 1912, foi renomeada,em
homanagem ao Barão do Rio Branco. O prédio à direita era o Convento da Ajuda,
também demolido para dar lugar à Cinelândia. Nota-se a ausência do Palácio Monroe que
só foi erguido em 1906.
048 - Av. Rio Branco - Convento da Ajuda

27/10/1906 - Em primeiro plano, vê-se o Palácio Monroe, ainda sem os leões nas laterais
da escadaria. No centro, parte do Convento da Ajuda, atrás do qual se nota o Teatro
Municipal. O lado impar da Avenida (direito na foto) ainda sem construções notáveis
049 - Av. Rio Branco

Década de 1920 - Em primeiro plano, o Clube Militar. Nota-se o Obelisco e o Palácio


Monroe e, ao centro, parte da Avenida Rio Branco. Vê-se, à direita, o canteiro de obras
que se transformou o Convento da Ajuda para a construção da Cinelândia.
050 - Av. Rio Branco - 1a Inauguração

07/09/1904 - Cerimônia da 1a inauguração. A 2a foi em 15/11/1905. A revista Kosmos publica


nesta data: Comprimento: 1996 metros; largura: 33 m, 7 em cada lado do passeio e 19 no leito
carroçavel; passeios com declive de 15 cm, pouco mais de 2% , reconhecido bastante para
escoamento d'água; leito acarroçado abaulado, em arco de círculo com flecha de 32 cm.
051 - Av. Rio Branco - 2a Inauguração

15/11/1905 - Cerimônia da 2a Inauguração. A 1a foi em 07/09/1904. Dados históricos:


Árvores plantadas: No eixo: 53 de Pau Brasil em refugios de 5x2m à distância de 33,33m
uma das outras; Os postes de iluminação elétrica de 3 focos, também no eixo, em número
de 55; distânciados entre eles a mesma distância das árvores; No passeio a 1,25m do
meio fio, 173 árvores do lado impar e 160 do lado par. Sobre o meio fio, correspondendo
às arvores centrais, postes de iluminação a gás, 54 do lado impar e 50 do lado par.a
052 - Av. Rio Branco No 1

Início do Século XX - Prédio inicial de No 1 da Av. Rio Branco. Este prédio, de aspecto
castelar, foi substituido por um prédio moderno em épocas mais recentes
053 - Av. Rio Branco - Ao Meio Dia

Década de 1910 - Nesta foto vê-se o prédio original da Associação Comercial no lado par
(direito na foto) com uma grande sacada em arco, abaixo de quatro colunas e um mastro
de bandeira. Mais adiante, na esquina da Rua Sete de Setembro, vê-se a cúpula do prédio
do Jornal "O Paiz", por trás dos galhos da árvore em primeiro plano.
054 - Av. Rio Branco

Início do Século XX - Trecho orientado na direção da Praça Mauá, vendo-se, à esquerda,


parte do Morro da Conceição.
055 - Av. Rio Branco - Praça Mauá

1935 - Confluência da Av. Rio Branco com a Praça Mauá onde, origináriamente se situava
a estátua do Barão de Mauá, transladada posteriormente para o centro da praça para
desafogar o trânsito neste cruzamento.
056 - Av. Rio Branco - Vista Geral

Década de 1940 - Vista tomada provavelmente do Edifício "A Noite". Ainda existiam os
canteiros centrais e a arborização frondosa. À esquerda, no alto da foto, vê-se a cúpula da
Igreja da Candelária.
057 - Av. Rio Branco - Vista Aérea

Década de 1940 - À esquerda, nota-se a ausência do Morro do Castelo mas, ao longe,


distingue-se as 2 torres da Igreja de Sta. Luzia. No meio da foto, o Edifício de "A Noite", a
Praça Mauá e ao longe, numa ponta da costa, o Hotel Glória.
058 - Av. Rio Branco - Av. Presid. Vargas

1950 - Nesta foto se nota o congestionamento de carros e a fila dos onibus "Gostosões".
O prédio sobre pilotis já foi construido de acordo com o plano de urbanização da Av,
Presidente Vargas. O da esquina foi substituido por outro também sobre pilotis.
059 - Av. Rio Branco - R. Visc. Inhaúma

1950 - Como na foto anterior, nota-se o trânsito congestionado mas, ainda com mão
dupla.
060 - Av. Rio Branco - Hotel Avenida

Década de 1930 - Vê-se um bonde saindo da estação de passageiros na Galeria Cruzeiro,


dentro do Hotel Avenida. Notar a moda de chapéu dos homens.
061 - Av. Rio Branco - Bar Simpatia

Década de 1940 - Bar, na altura da Rua do Rosário, famoso pelo refresco de côco "frappé"
062 - Av. Rio Branco - À Noite

Década de 1920
063 - Caixa de Amortização

Criada pela Lei de 15 de novembro de 1827. Eram suas finalidades a emissão, a


amortização, o resgate e a substituição de apólices da dívida pública e o pagamento de
seus juros . Foi extinta em 22 de dezembro de 1967. O prédio, na Av. Rio Branco com Rua
Visconde de Inhaúma, foi um dos primeiros prédios da então Av. Central. Hoje pertence
ao Banco Central.
064 - Calabouço - Forte Santiago

Início do Século XX - A partir de 1693, este Forte serve como prisão para escravos
faltosos, passando o local a ser conhecido como Ponta do Calabouço. Vêm-se os restos
da muralha do Forte, cujos vestígios até hoje podem ser observados junto ao acesso à
biblioteca do Museu Histórico (Pátio de Santiago).
065 - Calabouço - Banho de Mar

Década de 1920 - Área hoje aterrada do Aeroporto S. Dumont. Vê-se, da esquerda para a
direita, a Casa do Trem, a cúpula do antigo Ministerio da Agricultura e 2 cúpulas do
Mercado Municipal.
066 - Campo de Santana

Início do Século XX - Ao longe, à esquerda, se pode ver a Casa da Moeda


067 - Casa Colombo

Década de 1900 - Primeira e maior loja de departamentos do pais na época. Ficava na Av.
Central, lado ímpar, esquina da Rua do Ouvidor.
068 - Chafariz da Carioca

Século XVIII - Desenho da época mostrando versão do Chafariz da Carioca anterior a


1834, quando foi todo reformado. Depois da reforma, durou até 1926, quando foi
demolido. Nota-se um cruzeiro, não mais existente, ao lado do portão das escadarias que
levam ao Convento de S. Antonio, no alto da imagem. O prédio, à direita, era o Hospital da
Venerável Ordem Terceira de S. Francisco da Penitência, demolido em 1906.
069 - Chafariz da Carioca

Século XIX - Foi inaugurado em 1834. Esse chafariz ficava no Largo da Carioca,
aproximadamente entre a Rua 13 de Maio e a atual Rua Senador Dantas. Do lado direito,
pode ser visto o Hospital da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência. Consistia de
uma enorme caixa d'água disfarçada por uma parede de pedra, simulando a fachada de
uma casa, com três portas aparentes. Foi demolido em 1926 quando se procedeu à
remodelação e alargamento do Largo.
070 - Chafariz da Carioca

Década de 1920 - Eram 35 enormes torneiras de latão brunhido que se debruçavam sobre
tanques estreitos e longos, aos quais dava acesso uma série de degraus extremamente
apertados. A água vinha do Rio Carioca desde o Silvestre, Sta. Teresa e por cima dos
Arcos, que foram construidos para tal fim. No alto, à direita, o Mosteiro de S. Antônio
071 - Cinelândia - Obras

Década de 1900 - Demolição do Convento da Ajuda e obras de urbanização do Prefeito


Pereira Passos. Vê-se a Praça Marechal Floriano já urbanizada. Ao longe encontra-se o
Morro de S. Antônio e, à direita, destaca-se o Teatro Municipal.
072 - Cinelândia - Obras

1923 - Foto no mesmo ângulo da anterior mas, já com o Palácio Pedro Ernesto (atual
Câmara de Vereadores) já construido no lugar da Escola Pública Freguesia de S. José.
073 - Cinelândia - Vista Geral

Década de 1950 - O Bonde 7, JOCKEY CLUB, em frente às fachadas dos cinemas


Capitólio e Pathé. Ao fundo vê-se o hoje demolido Palácio do Monroe.
074 - Cinelândia - Vista Aérea

Década de 1920 - Nota-se a inexistência de tráfego de viaturas e de pedestres e o belo


calçamento de pedras portuguesas, caprichosamente implantadas, com um padrão
também empregado na Av. Atlântica. Foi implantada por calceteiros portugueses com
pedras vindas de Portugal. Posteriormente é que este tipo de pedra foi encontrada aqui.
075 - Cinelândia

Década de 1910 - Todos os prédios vistos à esquerda foram construidos nos terrenos do
antigo Convento da Ajuda até a esquina da Rua Alcindo Guanabara, que os separa do
prédio da atual Câmara Legislativa visto mais adiante. Na direção da Rua 13 de Maio, vê-
se à direita do Teatro Municpal e a Av. Rio Branco onde se pode distinguir, na distância, a
torre do antigo prédio do Jornal do Brasil.
076 - Cinelândia

Década de 1950
077 - Cinelândia - Terreno Baldio

Década de 1920 - Vê-se o terreno onde antes se situava o Convento da Ajuda. Da


esquerda para direita nota-se a Biblioteca Nacional, o Supremo Tribunal Federal, o Clube
Militar e o Palácio do Monroe. No meio da Baia de Guanabara destaca-se a Ilha de
Villegaignon.
078 - Cinelândia - Bar Amarelinho

1946 - Arco montado para o desfile de boas vindas dos pracinhas de regresso da Itália
onde lutaram na 2a Guerra mundial. No Arco estão os dizeres "SEDE BENVINDOS -
SOLDADOS QUERIDOS E GLORIOSOS". Ao fundo os prédios da Cinelândia, entre eles o
da esquina onde funciona, até hoje, o Bar Amarelinho e, mais à direita, parte do Palácio
Pedro Ernesto, onde hoje funciona a Câmara de Vereadores.
079 - Clube Militar

1930 - Vê-se o prédio original na esquina da Rua Sta. Luzia com a Av. Rio Branco
080 - Edifício "Volta Redonda"

Década de 1950 - Apelido carioca do Edifício Brasilia, seu nome verdadeiro, apesar de ter
sido construido muitos anos antes de Brasília. Fica na esquina da Av. Rio Branco com Av.
Presidente Wilson. Na ocasião havia um posto, com cobertura, para o guarda de trânsito
081 - Escola Pública

1910 - Escola Pública Freguesia de S. José, adjacente ao Convento da Ajuda, foi demolido
para construção do Palácio Pedro Ernesto, atual Câmara de Vereadores.
082 - Esplanada do Castelo

1929 - A área livre deixada pelo Morro do Castelo, vista na foto, foi denominada
Esplanada do Castelo. Vê-se a partir da esquerda: a Santa Casa da Misericórdia, a Ilha
de Villegaignon, as torres da Igreja de S. Luzia e o Pão de Açucar.
083 - Esplanada do Castelo

Década de 1930 - Primeiras construções na Esplanada do Castelo, vendo-se, ao longe, a


Igreja de Sta. Luzia.
084 - Esplanada do Castelo

1940 - A Esplanada do Castelo já com edificações atuais, como vista da Av. Beira Mar.
085 - Estátua da Amizade Brasil - EUA

1926 - Associados da Câmara Americana lideraram um amplo movimento para presentear


o governo brasileiro com um monumento à amizade entre os dois países. A estátua pode
ser vista hoje em frente ao Consulado Americano, no Centro do Rio e foi presente do
Presidente Coolidge. Vê-se a área do Aeroporto Santos Dumont e a Ilha de Villegaignon.
086 - Fortaleza da Lage

1893 - Juan Gutierrez - Fotografia tirada durante a Revolta da Armada (De agosto de 1893
a março de 1894) no Rio de Janeiro. Vê-se o aspecto original da Fortaleza da Lage, com
seus muros altos, depois de ter sido danificada pelos obuzes dos navios da Marinha.
Nas décadas subsequentes esta fortaleza passou por reformas que demoliram totalmente
os muros que cercavam a lage, que deu o nome a ilha, permanecendo de fora apenas as
torretas dos seus canhões.
087 - Hotel Avenida - Vista do Alto

Década de 1950 - Nota-se a pista de rolamento já sem os canteiros, árvores e postes


centrais. Em primeiro plano, à direita, vê-se o Hotel Avenida, e em seguida, o prédio do
Clube Naval, os fundos do Teatro Municipal e, na distância, o Prédio do Bar Amarelinho e
o Palácio Monroe.À esquerda,avista-se o Edifício Marquês do Herval na esquina da Av.
Almirante Barroso.
088 - Hotel Avenida - Retorno de Bondes

Década de 1910 - Construido pela Light e inaugurado em 1911 o prédio dp Hotel Avenida
servia de retorno dos bondes na frente de seu andar térreo, visto na foto ainda com um
telheiro provisório por onde entra um bonde, Posteriormente, esta cobertura foi substituida
por amplos terraços com mesinhas, em ambos os lados de sua fachada, onde operava um
bar-restaurante. Nota-se a enorme facilidade de estacionamento e a ausência de tráfego no
local. Ao longe vê-se a torre do Jornal do Brasil, então o prédio mais alto da avenida.
089 - Hotel Avenida - Varanda

Década de 1930 - Varanda com mesinhas com vista para a Av. Rio Branco. Ao longe vê-se
o Hotel Palace, na esquina da Av. Almirante Barroso. Por baixo desta varanda, os bondes
faziam retorno.
090 - Hotel Palace

Início do Século XX - O Hotel Palace, de 1908, se encontrava onde fica atualmente o


edifício Marquês de Herval, na Av. Rio Branco, 185. Foi demolido nos anos 50. Ainda se
vê ao fundo, o Morro do Castelo.
091 - Hotel Palace

1925 - Vista tomada do Hotel Avenida


092 - Hotel Palace

Década de 1930 - À esquerda nota-se a R. da Ajuda e, à direita, o Teatro Phoenix, fundado


em 1868 e demolido na década de 1950.
093 - Ilha de Villegaignon

Fim do Século XIX - A ilha ainda sem o aterro do Aeroporto Santos Dumont que a ligaria
ao continente na década de 1920.
094 - Prédio do Jornal do Brasil

Década de 1910 - Fachada do prédio do Jornal do Brasil, no lado par, quase na esquina da
R. do Ouvidor e que possuia a mais alta torre da Avenida Central.
095 - Largo da Carioca - Lampadário

Início do Século XX - Vê-se o lampadário, ainda sem relógio, e que ainda hoje se encontra
no mesmo lugar. Nota-se à esquerda o Hospital da Veneranda Ordem Terceira de S.
Francisco da Penitência, já demolido. Ao longe, sobre os telhados avistam-se os
campanários da Igreja de S. Francisco de Paula no largo de mesmo nome.
096 - Largo da Carioca - Hospital N.S. Penitência

1906 - Demolição do Hospital da Veneranda Ordem Terceira de S. Francisco da


Penitência, que fora construído em 1763. Ao fundo vê-se o Mosterio de S. Antônio.
097 - Largo da Carioca - 3 Prédios Famosos

Década de 1910 - À esquerda o Hotel Avenida, no centro o prédio do Liceu de Artes e


Ofícios, onde funcionou a Biblioteca Freitas Bastos e, à direita parte do Chafariz da
Carioca, de Grandjean de Montigny, demolido em 1926.
098 - Largo da Carioca - "O Globo"

Década de 1940 - Prédio do Liceu de Artes e Ofícios, onde funcionou a redação do Jornal
"O Globo" e a Livraira Freitas Bastos. À direita, o lampadário já com relógio.
099 - Largo da Carioca - Visto do Alto

Década de 1940 - Pode-se ver, à esquerda, em primeiro plano, o Mosteiro de S. Antonio e


num plano mais ao fundo, a Igreja de S. Francisco de Assis, que fica no largo de mesmo
nome, não visto na foto. Nota-se um prédio, hoje já demolido, com um anúncio da Coca-
Cola em seu telhado. Neste prédio havia duas altas entradas em suas extremidades por
onde os bondes de S. Teresa faziam o retorno para aquele bairro e possuia uma famosa
loja de tecidos chamada "O Bicho da Seda".
100 - Largo da Carioca -Visto do Morro de S. Antônio

Década de 1940 - Vê-se do alto do Morro de S. Antonio, já demolido, o Largo da Carioca


com seu amplo estacionamento. O prédio em frente é o Liceu de Artes de Ofícios, onde,
na época, funcionava o jornal "O Globo". O prédio da esquerda é o Hotel Avenida, visto
pelos seus fundos. A estrada em primeiro plano conduzia ao quartel da Polícia Especial,
que era a polícia política da Ditadura Vargas.
101 - Largo da Carioca - Tabuleiro da Bahiana

Década de 1940 - Vê-se o Morro de S. Antonio, já demolido, por trás da estação de


passageiros (estrutura com teto de laje) dos bondes da Zona Sul que alí retornavam. Os
cariocas apelidaram esta estação de Tabuleiro da Bahiana. O prédio por trás é o Liceu
Literário Português, que continua no mesmo lugar, desde que foi transferido, no início da
década de 1930, da Praça Mauá para dar lugar à construção do prédio do jornal "A
Noite".
102 - Largo da Carioca - Tabuleiro da Bahiana

1952 - Os bondes vinham pela Rua 13 de Maio, à esquerda, paravam no Tabuleiro da Bahiana
e voltavam pela Rua Senador Dantas à direita da foto. À esquerda, vê-se parte do Clube
Naval
103 - Largo da Carioca - Tabuleiro da Bahiana

1940 - Outro ângulo do Tabuleiro da Bahiana vendo-se, por trás, o Quartel da Polícia
Especial. À esquerda, o prédio do Liceu Literário Português,
104 - Largo da Carioca - Trânsito

1953
105 - Largo de Sta. Rita

Início do Século XX - Avenida Marechal Floriano, podemos ver as obras da Light para
mudança dos trilhos do bonde. Em breve a Marechal Floriano, bem como a Visconde de
Inhaúma iriam ganhar um canteiro central com postes, os quais sustentavam os fios do
bonde e, pelo menos, dois tipos de luminárias, durante vários anos. Ao fundo, a torre da
Igreja de Santa Rita.
106 - Manequinho

Década de 1910 - A estátua do menino fazendo xixi, hoje localizada em frente à sede do
Clube Botafogo, inicialmente se localizava na Praça Marechal Floriano, tendo passado
pela Praia de Botafogo, em frente ao Pavilhão Mourisco, já demolido. Ao fundo, o Palácio
Monroe e, à direita, o canteiro de obras de construção dos prédios da Cinelândia.
107 - Mapa de Aterros
108 - Matadouro Sta. Luzia

1906 - Esse não é o primeiro matadouro que a cidade possuiu. De início, as rezes de corte
eram sacrificadas em vias, ou recantos ermos da cidade, causando muitos transtornos. Em
1774, o governador, Marquês do Lavradio, instituiu que todo o gado deveria ser sacrificado
em lugar específico e controlado pela fazenda. Esse local era no final da rua de Santa Luzia,
mais ou menos onde hoje está o Obelisco da Av. Rio Branco. Este matadouro permaneceu
por quase um século no mesmo lugar, sobrevivendo a mudanças drásticas e, o mais
impressionante: à construção do Passeio Público, o lugar mais nobre da cidade
109 - Mercado Municipal

14/07/1921 - Dia de ressaca


110 - Morro do Castelo

1904
111 - Morro do Castelo

Década de 1920
112 - Morro do Castelo

1920
113 - Ladeira da Misericórdia

Início do Século XX - Aspecto de uma das ladeiras de acesso ao Morro do Castelo,


podendo-se observar pessoas que por ali passavam. Em todo o morro moravam cerca de
5.000 pessoas por ocasião de sua demolição.
114 - Demolição do Morro do Castelo

Década de 1920 - Vê-se o extenso parque ferroviário que foi necessário para se
desmontar o Morro do Castelo. À direita destaca-se no alto do morro a Igreja e o Colégio
dos Jesuitas ainda não interiamente demolidos. Mais ao centro, ainda no alto a Fortaleza
de S. Sebastião também parcialmente demolida. À esquerda, nota-se os fundos da
Biblioteca Nacional.
115 - Demolição do Morro do Castelo

Década de 1920 - Observam-se os jatos d'água, empregados para acelerar os trabalhos


nas fases mais adiantadas da demolição, vendo-se uma caixa d'água que rolou inteira do
alto do morro.
116 - Demolição do Morro do Castelo

1929 - Ultima explosão do que restou da Ladeira do Seminário, cuja subida começava por
trás da Biblioteca Nacional.
117 - Obelisco com Ressaca

Década de 1900
118 - Palácio Monroe - Origem

.Década de 1920 - O Palácio Monroe foi transladado da exposição de Saint Louis, no Missouri,
realizada em 1904, onde fora o pavilhão brasileiro. Construído pelo engenheiro militar Souza
Aguiar, era considerado um dos mais belos palácios daquela mostra. No Rio de Janeiro, teve
sua inauguração em 23 de julho de 1906 e serviu ao Ministério da Viação em 1911, à Câmara
dos Deputados em 1914, à Comissão do Centenário em 1922 e, finalmente, como sede do
Senado Federal, de 1925 até 1976, quando foi demolido após campanha conduzida pelo jornal
O GLOBO. Nota-se a proximidade do mar que produzia ressacas que chegavam até no
Obelisco que se vê no extremo esquerdo da foto.
119 - Palácio do Monroe

Década de 1910 - Nota-se da esquerda para a direita o Palácio do Monroe, o Colégio dos
Jesuitas no alto do Morro do Castelo, o Obelisco e, ao fundo, as torres da Igreja de Sta.
Luzia.
120 - Palácio do Monroe - Demolição

1975 - O Palácio do Monroe, sede do Senado Federal até 1960, quando se transferiu a
Capital da República para Brasília, foi o pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de
1904, realizada nos Estados Unidos na cidade de Saint Louis. Transladado para o Rio, foi
inaugurado em 1906 com a abertura da Avenida Central e destruído em 1976, a mando do
Presidente Geisel após campanha do jornal O GLOBO. Uma perda irreparável para a
história da arquitetura nacional.
121 - Esquina Impar da Rua da Assembléia
Av. Rio Branco Ontem e Hoje

1904 2007
122 - Panorama

Início do Século XX - Entrada de um dos espaço de exposição de vistas de 360º


denominadas Panorama, dos quais existiram, pelo menos dois, na cidade.
123 - Praça Mauá

Início do Século XX - Da esquerda para a direita, vê-se o Edifício Rio Branco 1, ao longe a
torre do Jornal do Brasil, um mastro sem bandeira, a estátua do Barão de Mauá e, na
extremidade direita, o prédio original do Liceu Literário Portugês, hoje no Largo da
Carioca, que foi demolido para construção do edifício do Jornal "A Noite" com 21
andares.
124 - Praça Mauá

Década de 1940 - Mesmo ângulo da foto anterior, notando-se as árvores já crescidas.


125 - Praça Mauá - (Antiga Prainha)

Fim do Século XIX - Local onde foi construida a Praça Mauá. Vê-se no cais, barcas
atracadas, que conduziam passageiros para o porto de Barão de Mauá onde se ligava à
ferrovia para Petrópolis. Ao fundo o prédio do Liceu Literário Português, demolido para
construção do edfício do Jornal "A Noite".
126 - Praça Mauá - Lloyd

Fim do Século XIX - Estabelecimentos de porto do LLOYD BRAZILEIRO em local próximo


à Prainha. Nos fundos, o Morro da Conceição
127 - Torre da Mesbla

1938 - Vê-se parte do Palácio do Monroe e a torre da Mesbla.


128 - Praça Onze

Década de 1940 - Antes das obras de abertura da Av. Presidente Vargas


129 - Praça da República - Quartel de Bombeiros

Início Século XX - Rua Visconde de Rio Branco vendo-se, à esquerda, a torre do Quartel
de Bombeiros e, à direita parte da vegetação do Campo de Santana, atual Praça da
República. Nota-se a tranquilidade do trânsito, o bonde já com reboque, as carroças ao
longe e a ausência de automóveis.
130 - Praça da República - Vista da Central do Brasil

Início do Século XX - À esquerda o antigo Quartel General do Exército, em frente ao longe,


a Escola Rivadávia Correia, que ainda ocupa o mesmo local, desde 1871. À direita deste
prédio, atrás das arvores do Campo de Santana, distingue-se o Palácio da Prefeitura, que
foi demolido em 1945 para construção da Av. Presidente Vargas.
131 - Praça da República

Década de 1930 - Mesmo ângulo da foto anterior, vendo-se a o monumento à Benjamin


Constant, que foi substituido pelo monumento à Duque de Caxias na década de 1940.
O monumento da Benjamin Constant encontra-se hoje no Campo de Santana.
132 - Praça da República - Velhos Prédios

1930 - Predios novos da Central do Brasil e do Ministério da Guerra sendo construidos


por trás dos velhos prédios.
133 - Praça da República - Novos Prédios

Década de 1940
134 - Praça XV - Arredores

Fim do Século XIX - Foto tirada do alto da Ilha das Cobras. Avista-se à esquerda, a Ponta
do Calabouço, que está atrás da barca da Cantareira, até o extremo direito do cume do
Morro do Castelo, onde está a Fortaleza de S. Sebastião. No extremo esquerdo do Morro
do Castelo, avista-se a Igreja de S. Ignácio e o Convento dos Jesuitas com sua longa
fileira de janelas. Na frente do Pão de Açucar, avista-se a Estação das Barcas da
Companhia Cantareira de Navegação, no Cais Pharoux. Atrás desta estação de barcas
encontra-se o Mercado Municipal, pouco visível em cor escura.
135 - Praça XV - Vista do Morro do Castelo

1865 - Da esquerda para direita: ao longe, o Mosteiro de S. Bento, as Igrejas e o Convento


do Carmo, o Arco do Teles e, no extremo direito, a Igreja de S. José. Ao largo, a Ilha das
Cobras, ainda sem a ponte que a liga ao continente.
136 - Praça XV - Chafariz

Início Século XX - Vê-se o prédio original da Estação de Barcas e o Chafariz que hoje se
encontra no lugar do Palácio Monroe, na Cinelândia.
137 - Prefeitura Velha

Década de 1930 - Antiga sede da Prefeitura na Praça da República, desaparecida em 1946


com a abertura da Av. Presidente Vargas. Na ocasião da foto encontrava-se em reparos. O
prédio à esquerda é a Escola Rivadavia Correia que ainda está de pé.
138 - Rua da Alfândega x Rua dos Ourives

Fim do Século XIX - Observam-se os trajes dos transeuntes e os trilhos dos bondes,
puxados a burros, entre os paralepípidos, que cobriam as ruas da cidade.
139 - Rua da Carioca - Obras de Alargamento

31/01/1906
140 - Rua da Prainha - Atual Rua do Acre

1903 - Antes do alargamento. Vê-se à esquerda em segundo plano, uma das torres da
Igreja de Sta. Rita. À direita, o Morro da Conceição.
141 - Rua Direita - Atual Rua Primeiro de Março

Início do Século XX - Vista para o norte tomada do Morro do Castelo. A rua que se vê no
centro da foto é a Rua Direita (atual 1o de Março). Do lado direito desta rua se vê as torres da
Igreja de S. José e, do lado esquerdo, o telhado do Convento do Carmo, a torre da antiga Sé e
as duas torres da Igreja da Ordem Terceira de N. S. do Carmo. Mais ao longe, à esquerda,
nota-se a cúpula e as torres da Igreja da Candelária. O morro no extremo esquerdo da foto é o
Morro da Conceição. No extremo direito, encontra-se o Chafariz da Pirâmide de Mestre
Valentim, erigido no Século XVII.
142 - Rua Frei Caneca

Início do Século XX - Além do quiosque, que vendia bebidas, cigarros e guloseimas baratas,
o mais notável nesta foto são os trajes das pessoas, (a maioria jovens de rua) quase todas
com casacos e chapéus. Nota-se também um amolador de facas e um varredor de rua.
143 - Rua do Hospício - Atual Rua Buenos Aires

Início do Século XX - A Rua do Hospício teve seu nome alterado para Buenos Aires em
1935.
144 - Rua dos Ourives - Atual Rua Miguel Couto

Década de 1920 - Esta foto foi tirada na Rua do Acre (antiga Rua da Prainha) onde começa
Rua dos Ourives (atual Rua Miguel Couto, desde 1936). Ao fundo vê-se a Igreja de Sta.
Rita no largo de mesmo nome.
145 - Rua do Ouvidor

1890
146 - Rua do Ouvidor

Fim do Século XIX - Desde que ali se fixou o ouvidor Dr. Manuel Amaro Pena de Mesquita
Pinto, empossado em 1746. Em 1897, o governo insistiu em mudar seu nome para
Coronel Moreira César, até 1916, quando, face à resistência da população, desistiu de
homenagear o Comandante de uma das expedições contra o arraial de Canudos
147 - Rua Sta. Luzia - Vista do Morro do Castelo

1894 - À esquerda, atrás dos galhos da árvore vêm-se as torres da Igreja de Sta. Luzia.
148 - Rua Sta. Luzia - Igreja

1865 - Rara foto em que a Igreja de Sta. Luzia apresentava apenas uma torre