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lógica de Programação

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CURSO TÉCNICO EM PROCESSAMENTO DE

DADOS
APOSTILA DE LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO
CAP
Criação de Algorito! e Prograa!
PRO"ESSOR RENATO DA COSTA
“Não estamos aqui para sobreviver
e sim para explorar a oportunidade de
vencer adquirindo o saber!”

R E N A T O D A C O T A
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO.................................................................................................................................................5
ALGORITMO...................................................................................................................................................6
ALGORITMO NÃO COMPUTACIONAL....................................................................................................6
PROGRAMA.....................................................................................................................................................7
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO.........................................................................................................7
TÉCNICAS ATUAIS DE PROGRAMAÇÃO................................................................................................8
ALGORITMOS EM “PORTUGOL”.............................................................................................................8
OPERADORES ARITMÉTICOS...................................................................................................................8
OPERADORES RELACIONAIS....................................................................................................................9
LINEARIZAÇÃO DE EXPRESSÕES............................................................................................................9
MODULARIZAÇÃO DE EXPRESSÕES....................................................................................................!
OPERADORES ESPECIAIS "MOD # DI$%................................................................................................!
&UNÇÕES........................................................................................................................................................
'I'LIOTECAS DE &UNÇÕES....................................................................................................................(
&UNÇÕES PRÉ)DE&INIDAS........................................................................................................................(
OPERADORES L*GICOS...........................................................................................................................+
TA'ELA $ERDADE......................................................................................................................................+
EXPRESSÕES L*GICAS.............................................................................................................................,
$ARIÁ$EIS.....................................................................................................................................................5
$ARIÁ$EIS DE ENTRADA E SA-DA.........................................................................................................5
CONSTANTES................................................................................................................................................6
IDENTI&ICADORES.....................................................................................................................................6
TIPOS DE DADOS.........................................................................................................................................7
TIPOS PRIMITI$OS DE DADOS................................................................................................................8
COMANDOS DE I.O "INPUT.OUTPUT%....................................................................................................8
SINAL DE ATRI'UIÇÃO..............................................................................................................................9
SINAL DE IGUALDADE...............................................................................................................................9
CORPO GERAL DE UM PROGRAMA......................................................................................................(!
ESTRUTURAS SE/01NCIAIS...................................................................................................................(!
2 PONTO E $-RGULA 2.................................................................................................................................(
PRIMEIRO ALGORITMO...........................................................................................................................(
SEGUNDO ALGORITMO............................................................................................................................((
3LIN4AS DE COMENTÁRIO5....................................................................................................................((
6ASPAS SIMPLES7.........................................................................................................................................(+
ESTRUTURAS DE DECISÃO......................................................................................................................(+
ALGORITMO TR1S......................................................................................................................................(,
ALGORITMO /UATRO..............................................................................................................................(5
NIN4OS DE SE...............................................................................................................................................(6
ALGORITMO CINCO...................................................................................................................................(6
ESTRUTURAS DE CONDIÇÃO..................................................................................................................(7
ALGORITMO SEIS.......................................................................................................................................(7
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO DETERMINADA...................................................................................(8
ALGORITMO SETE......................................................................................................................................(9
ALGORITMO OITO.....................................................................................................................................+!
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO INDETERMINADA COM $ALIDAÇÃO INICIAL..........................+
ALGORITMO NO$E....................................................................................................................................+
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO INDETERMINADA COM $ALIDAÇÃO &INAL..............................+(
ALGORITMO DEZ........................................................................................................................................++
ALGORITMO ONZE.....................................................................................................................................+,
P89:8;<;= E>?@A;B#CD#=.................................................................................................................................+5
EXERC-CIOS..................................................................................................................................................+6
INTRODUÇÃO
O trabal!o a que me propus " resultado de min!a experi#ncia em
ministrar a disciplina CA$ %cria&ão de Al'oritmos e $ro'ramas( desde
)**+, motivado pela -alta de texto relacionado .s condi&/es e
necessidades do curso0
O ob1etivo principal da 23'ica de $ro'rama&ão " demonstrar
t"cnicas para resolu&ão de problemas e consequentemente automati4a&ão
de tare-as0
O aprendi4ado da 23'ica " essencial para -orma&ão de um bom
pro'ramador, servindo como base para o aprendi4ado de todas as
lin'ua'ens de pro'rama&ão, estruturadas ou não0
De um modo 'eral esses con!ecimentos serão de supra import5ncia
pois a1udarão no cotidiano, desenvolvendo um racioc6nio r7pido0
$artindo do princ6pio que “a 8nica coisa constante no mundo " a
mudan&a”, -orne&o abaixo meu endere&o eletr9nico para que voc# possa
me a1udar, enviando cr6ticas, elo'ios ou su'est/es que servirão para
o eterno aprimoramento desse trabal!o0
renato:pro-essor0mailbr0com0br
;;;0renatodacosta0c1b0net
ALGORITMO
<m Al'oritmo " uma seq=#ncia de instru&/es ordenadas de -orma
l3'ica para a resolu&ão de uma determinada tare-a ou problema0
ALGORITMO NÃO COMPUTACIONAL
Abaixo " apresentado um Al'oritmo não computacional cu1o
ob1etivo " usar um tele-one p8blico0
>n6cio
Tirar o -one do 'anc!o?
Ouvir o sinal de lin!a?
>ntrodu4ir o cartão?
Teclar o n8mero dese1ado?
e der o sinal de c!amar
@0) Conversar?
@0A Desli'ar?
@0B Retirar o cartão?
+0 enão
+0) Repetir?
Cim0
PROGRAMA
<m pro'rama " um Al'oritmo escrito em uma lin'ua'em
computacional0
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
ão o-t;ares que permitem o desenvolvimento de pro'ramas0
$ossuem um poder de cria&ão ilimitado, desde 1o'os, editores de
texto, sistemas empresariais at" sistemas operacionais0
Existem v7rias lin'ua'ens de pro'rama&ão, cada uma com suas
caracter6sticas pr3prias0
ExemplosD
• $ascal
• Clipper
• C
• Eisual Fasic
• Delp!i e etc0
TÉCNICAS ATUAIS DE PROGRAMAÇÃO
• $ro'rama&ão eq=encial
• $ro'rama&ão Estruturada
• $ro'rama&ão Orientada a Eventos e Ob1etos
ALGORITMOS EM #PORTUGOL$
Durante nosso curso iremos aprender a desenvolver nossos
Al'oritmos em uma pseudoGlin'ua'em con!ecida como “$ortu'ol” ou
$ortu'u#s Estruturado0
“$ortu'ol” " derivado da a'lutina&ão de $ortu'u#s H Al'ol0 Al'ol
" o nome de uma lin'ua'em de pro'rama&ão estruturada usada no -inal
da d"cada de @I0
OPERADORES ARITMÉTICOS
H  Adi&ão
G  ubtra&ão
J  Kultiplica&ão
L  Divisão
OPERADORES RELACIONAIS
M  Kaior que
N  Kenor que
MO  Kaior ou >'ual
NO  Kenor ou >'ual
O  >'ual
NM  Di-erente
LINEARI%AÇÃO DE E&PRESS'ES
$ara a constru&ão de Al'oritmos todas as express/es aritm"ticas
devem ser lineari4adas, ou se1a, colocadas em lin!as0
P importante tamb"m ressalvar o uso dos operadores
correspondentes da aritm"tica tradicional para a computacional0
ExemploD
MODULARI%AÇÃO DE E&PRESS'ES
A modulari4a&ão " a divisão da expressão em partes,
proporcionando maior compreensão e de-inindo prioridades para
resolu&ão da mesma0
Como pode ser observado no exemplo anterior, em express/es
computacionais usamos somente par#nteses “% (” para modulari4a&ão0
Na in-orm7tica podemos ter par#nteses dentro de par#nteses0
Exemplos de prioridadesD
%AHA(LAOA
AHALAOB
OPERADORES ESPECIAIS (MOD e DI)*
MOD  Retorna o resto da divisão entre A n8meros inteiros0
DI)  Retorna o valor inteiro que resulta da divisão entre A
n8meros inteiros0
ExemploD
"UNÇ'ES
<ma -un&ão " um instrumento %ubGal'oritmo( que tem como
ob1etivo retornar um valor ou uma in-orma&ão0
A c!amada de uma -un&ão " -eita atrav"s da cita&ão do seu nome
se'uido opcionalmente de seu ar'umento inicial entre par#nteses0
As -un&/es podem ser prede-inidas pela lin'ua'em ou criadas pelo
pro'ramador de acordo com o seu interesse0
ExemplosD
x
+I+LIOTECAS DE "UNÇ'ES
Arma4enam um con1unto de -un&/es que podem ser usadas pelos
pro'ramas0
"UNÇ'ES PRÉ,DE"INIDAS
AF% (EA2OR AFO2<TOQRT% (RA>R Q<ADRADAQR% (E2EEA AO Q<ADRADO
TR<NC% (EA2OR TR<NCADORO<ND% (EA2OR ARREDONDADO2OS% (2OSAR>TKO>N% (
ENOCO% (COENOTAN% (TANSENTE
As -un&/es acima são as mais comuns e importantes para nosso
desenvolvimento l3'ico, entretanto, cada lin'ua'em possui suas
-un&/es pr3pias0 As -un&/es podem ser aritm"ticas, temporais, de
texto e etc0
OPERADORES LÓGICOS
Atuam sobre express/es retornando sempre valores l3'icos como
Calso ou Eerdadeiro0
ERETORNA EERDADE>RO E AKFA A $ARTE COREK
EERDADE>RA0OUFATA Q<E <KA $ARTE ETA EERDADE>RA $ARA RETORNAR
EERDADE>RO0NÃO>NEERTE O ETADO, DE EERDADE>RO $AA $ARA CA2O E
E>CEGEERA0
TA+ELA )ERDADE
A+A E +A OU +NÃO (A*EEEECECCECCECEECCCCE
E&PRESS'ES LÓGICAS
As express/es compostas de rela&/es sempre retornam um valor
l3'ico0
ExemplosD
AH@MU  EerdadeiroBNMB  CalsoDe acordo com a necessidade, as
express/es podem ser unidas pelos operadores l3'icos0
ExemplosD
AH@MU E BNMB  Calso
AH@MU O< BNMB  Eerdadeiro
NVO%BNMB( Eerdadeiro
)ARI-)EIS
Eari7veis são endere&os de mem3ria destinados a arma4enar
in-orma&/es temporariamente0
J Todo Al'oritmo ou pro'rama deve possuir vari7vel!
)ARI-)EIS DE ENTRADA E SA.DA
Eari7veis de Entrada arma4enam in-orma&/es -ornecidas por um
meio externo, normalmente usu7rios ou discos0
Eari7veis de a6da arma4enam dados processados como resultados0
ExemploD
De acordo com a -i'ura acima A e F são Eari7veis de Entrada e C
" uma Eari7vel de a6da0
CONSTANTES
Constantes são endere&os de mem3ria destinados a arma4enar
in-orma&/es -ixas, inalter7veis durante a execu&ão do pro'rama0
ExemploD
$> O B0)U)+
IDENTI"ICADORES
ão os nomes dados a vari7veis, constantes e pro'ramas0
Re'ras $ara constru&ão de >denti-icadoresD
• Não podem ter nomes de palavras reservadas %comandos da
lin'ua'em(?
• Devem possuir como )W caractere uma letra ou <nderscore % /
(?
• Ter como demais caracteres letras, n8meros ou <nderscore?
• Ter no m7ximo )AX caracteres?
• Não possuir espa&os em branco?
• A escol!a de letras mai8sculas ou min8sculas " indi-erente0
ExemplosD
NOKETE2ECONE>DADEYC>2ZONOTA)A2AR>O$>
<KNOKEK<>TOCOK$R>DOED>C>C>2DE2ER
<KYNOKEYK<>TOYCOK$R>DOYEYCAC>2YDEY2ER
TIPOS DE DADOS
Todas as Eari7veis devem assumir um determinado tipo de
in-orma&ão0
O tipo de dado pode serD
• $rimitivo  $r"Gde-inido pela lin'ua'em?
• ubGCaixa  P uma parte de um tipo 17 existente?
• Escalar  De-inidos pelo pro'ramador0
ExemplosD
A D >NTE>RO
T>$O NOTAO[)00)I\ DE >NTE>RO
T>$O EKANA O %e'undaG-eira, Ter&aG-eira, QuartaG-eira, QuintaG
-eira, extaG-eira, 7bado, Domin'o(
TIPOS PRIMITI)OS DE DADOS
INTEIROADK>TE OKENTE N]KERO >NTE>RO0 SERA2KENTE P <T>2>RADO
$ARA RE$REENTAR <KA CONTASEK %Q<ANT>DADE(0REALADK>TE N]KERO REA>
%COK O< EK CAA DEC>KA>(0 SERA2KENTE P <T>2>RADO $ARA RE$REENTAR
<KA KED>^VO0CARACTEREADK>TE CARACTERE A2CAN<KPR>CO0 O N]KERO
Q<ANDO DEC2ARADO COKO CARACTERE TORNAK E RE$REENTAT>EO E $ERDEK
A ATR>F<>^VO DE EA2OR0LÓGICOADK>TE OKENTE EA2ORE
2_S>CO%EERDADE>ROLCA2O(0
COMANDOS DE I0O (INPUT0OUTPUT*
LER  Comando de entrada que permite a leitura de Eari7veis de
Entrada0
ESCRE)ER  Comando de sa6da que exibe uma in-orma&ão na tela do
monitor0
IMPRIMIR  Comando de sa6da que envia uma in-orma&ão para a
impressora0
SINAL DE ATRI+UIÇÃO
<ma Eari7vel nunca " eternamente i'ual a um valor, seu conte8do
pode ser alterado a qualquer momento0 $ortanto para atribuir valores
a vari7veis devemos usar o sinal de “12$3
ExemplosD
A 12 A?
F 12 B?
C 12 A H F?
SINAL DE IGUALDADE
As constantes são eternamente i'uais a determinados valores,
portanto usamos o sinal de “O”0
ExemplosD
$> 2 B0)U)+?
Empresa O `Col"'io de >n-orm7tica 20T0D0A0a
E O Eerdadeiro
CORPO GERAL DE UM PROGRAMA
$ROSRAKA NNidenti-icadorMM?
CONT
NNidenti-icadorMM O NNdadoMM
EAR
NNidenti-icadorMM D NNtipoMM?
bN>C>O
c
COKANDO DE ENTRADA,$ROCEAKENTO E AbDA
NNcomando)MM?
NNcomandoNMM
d
C>K0
ESTRUTURAS SE456NCIAIS
Como pode ser analisado no t3pico anterior, todo pro'rama possui
uma estrutura seq=encial determinada por um bN>C>O e C>K0

7 PONTO E ).RGULA 7
O sinal de ponto e v6r'ula “?” indica a exist#ncia de um pr3ximo
comando %passa para o pr3ximo(0
Na estrutura bN>C>O e no comando que antecede a estrutura C>K
não se usa “?”0
PRIMEIRO ALGORITMO
e'ue um Al'oritmo que l# o nome e as U notas bimestrais de um
aluno0 Em se'uida o Al'oritmo calcula e escreve a m"dia obtida0
$ROSRAKA KED>AYC>NA2?
EAR
NOTA), NOTAA, NOTAB, NOTAU, KED>AD >NTE>RO?
NOKE D CARACTERE [B@\
>N>C>O
2ER %NOKE(?
2ER %NOTA), NOTAA, NOTAB, NOTAU(?
KED>A DO %NOTA) H NOTAA H NOTAB H NOTAU( L U?
ECREEER %NOKE, KED>A(
C>K0
SEGUNDO ALGORITMO
e'ue um Al'oritmo que l# o raio de uma circun-er#ncia e calcula
sua 7rea0
$ROSRAKA AREAYC>RC<NCERENC>A?
CONT $> O B0)U)+?
EAR RA>O, AREA D REA2?
>N>C>O
2ER %RA>O(? c$ROCEAKENTOd
AREA DO $> J QR%RA>O(? cENTRADAd
ECREEER %`AREA Oa, AREA( cAbDAd
C>K0
8LIN9AS DE COMENT-RIO:
$odemos inserir em um Al'oritmo coment7rios para aumentar a
compreensão do mesmo, para isso basta que o texto -ique entre C!aves
“cd”0
ExemploD
2ER %RA>O(? 8ENTRADA:
;ASPAS SIMPLES<
Quando queremos exibir uma mensa'em para a tela ou impressora
ela deve estar contida entre aspas simples, caso contr7rio, o
computador ir7 identi-icar a mensa'em como Eari7vel >nde-inida0
ExemploD
ECREEER %`AREA OFT>DA Oa, AREA( cCOKANDO DE AbDAd
AREA OFT>DA O e0ee cRE<2TADO SERADO NA TE2Ad
ESTRUTURAS DE DECISÃO
Executa uma seq=#ncia de comandos de acordo com o resultado de
um teste0
A estrutura de decisão pode ser imples ou Composta, baseada em
um resultado l3'ico0
implesD E NNCOND>^VOMM ENTVO NNCOKANDO)MM Composta )D E
NNCOND>^VOMM ENTVO NNCOKANDO)MM ENVO NNCOKANDO)MM
Composta AD
E NNCOND>^VOMM
ENTVO >N>C>O
NNCOKANDO)MM?
NNCOKANDONMM
C>K?
ENVO >N>C>O
NNCOKANDO)MM? NNCOKANDONMM
C>K?
ALGORITMO TR6S
e'ue um Al'oritmo que l# A n8meros e escreve o maior0
$ROSRAKA ACZAYKA>OR?
EAR A, F D >NTE>RO?
>N>C>O
2ER %A, F(?
E AMF
ENTVO ECREEER %A(
ENVO ECREEER %F(
C>K0
ALGORITMO 4UATRO
e'ue um Al'oritmo que l# o nome e as U notas bimestrais de um
aluno0 Em se'uida o Al'oritmo calcula e escreve a m"dia obtida pelo
aluno escrevendo tamb"m se o aluno -oi aprovado ou reprovado0
K"dia para aprova&ão O +
$ROSRAKA KED>AYC>NA2?
EAR
NOTA), NOTAA, NOTAB, NOTAU, KED>AD REA2?
NOKE D CARACTERE [B@\
>N>C>O
2ER %NOKE(?
2ER %NOTA), NOTAA, NOTAB, NOTAU(?
KED>A DO %NOTA) H NOTAA H NOTAB H NOTAU( L U?
E KED>AMO+
ENTVO ECREEER %`A$ROEADOa(
ENVO ECREEER %`RE$ROEADOa(
ECREEER %NOKE, KED>A(
C>K0
NIN9OS DE SE
<sados para tomadas de decis/es para mais de A op&/es0
Corma SeralD
E NNCOND>^VOMM
ENTVO ==COMANDO>??
ENVO E NNCOND>^VOMM
ENTVO ==COMANDO>??
ENVO ==COMANDO>??
ALGORITMO CINCO
e'ue um Al'oritmo que l# B n8meros e escreve o maior0
$ROSRAKA ACZAYKA>OR?
EAR A, F, C D >NTE>RO?
>N>C>O
2ER %A, F, C(?
E %AMF( E %AMC(
ENTVO ECREEER %A(
ENVO E %FMA( E %FMC(
ENTVO ECREEER %F(
ENVO ECREEER %C(
C>K0
ESTRUTURAS DE CONDIÇÃO
A estrutura de condi&ão eq=ivale a um nin!o de Ea0
Corma SeralD
CACA CAO
CAO NNCOND>^VO)MM
NNCOKANDO)MM?
CAO NNCOND>^VONMM
NNCOKANDO)MM?
O<TRO CAO
NNCOKANDO)MM?
C>K DE CAO
ALGORITMO SEIS
e'ue um Al'oritmo que l# B n8meros e escreve o maior0
$ROSRAKA ACZAYKA>OR?
EAR A, F, C D >NTE>RO?
>N>C>O
2ER %A, F, C(?
CACA CAO
CAO %AMF( E %AMC(
ECREEER %A(?
CAO %FMA( E %FMC(
ECREEER %F(?
O<TRO CAO
ECREEER %C(?
C>K DE CAO
C>K0
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO DETERMINADA
Quando uma seq=#ncia de comandos deve ser executada repetidas
ve4es, temGse uma estrutura de repeti&ão0
A estrutura de repeti&ão, assim como a de decisão, envolve
sempre a avalia&ão de uma condi&ão0
Na repeti&ão determinada o al'oritmo apresenta previamente a
quantidade de repeti&/es0
Corma Seral )D
$ARA NNEAR>AEE2 DE T>$O >NTE>ROMMDONNEA2OR >N>C>A2MM ATE NNEA2OR
C>NA2MM CA^A
NNCOKANDO)MM?
Corma Seral AD
$ARA NNEAR>AEE2 DE T>$O >NTE>ROMMDONNEA2OR >N>C>A2MM ATE NNEA2OR
C>NA2MM CA^A
bN>C>O
NNCOKANDO)MM?
NNCOKANDONMM
C>K?
A repeti&ão por padrão determina o passo do valor inicial at" o
valor -inal como sendo )0 Determinadas lin'ua'ens possuem passo G) ou
permitem que o pro'ramador de-ina o passo0
ALGORITMO SETE
e'ue um al'oritmo que escreve )I ve4es a -rase “EACO DA SAKA”
$ROSRAKA RE$ET>CAO?
EAR >D>NTE>RO
>N>C>O
$ARA > DO) ATE )I CACA
ECREEER %`EACO DA SAKAa(
C>K0
ALGORITMO OITO
e'ue um al'oritmo que escreve os )II primeiros n8meros pares0
$ROSRAKA $ARE?
EAR >,$ARD >NTESER?
>N>C>O
$ARDOI?
$ARA >DO) ATE )II CACA
>N>C>O
ECREEER %$AR(?
$AR DO $ARHA
C>K
C>K0
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO INDETERMINADA COM )ALIDAÇÃO INICIAL
P usada para repetir N ve4es uma ou mais instru&/es0 Tendo como
vanta'em o -ato de não ser necess7rio o con!ecimento pr"vio do n8mero
de repeti&/es0
Corma Seral )D
ENQ<ANTO NNCOND>^VOMM CACA
NNCOKANDO)MM?
Corma Seral AD
ENQ<ANTO NNCOND>^VOMM CACA
bN>C>O
NNCOKANDO)MM?
NNCOKANDONMM
C>K?
ALGORITMO NO)E
e'ue um al'oritmo que calcule a soma dos sal7rios dos
-uncion7rios de uma empresa0 O pro'rama termina quando o usu7rio
di'itar um sal7rio menor que I0
$ROSRAKA OKAYA2AR>O?
EAR OKA, A2AR>O D REA2?
>N>C>O
SOMA12O7
SALARIO12>7
ENQ<ANTO A2AR>OMOI
>N>C>O
2ER %A2AR>O(?
OKADOOKAHA2AR>O
C>K?
ECREEER %OKA(
C>K0
ESTRUTURA DE REPETIÇÃO INDETERMINADA COM )ALIDAÇÃO "INAL
Assim como a estrutura ENQ<ANTO P usada para repetir N ve4es uma
ou mais instru&/es0
ua valida&ão " -inal -a4endo com que a repeti&ão se1a executada
pelo menos uma ve40
Corma Seral?
RE$>TA
NNCOKANDO)MM?
NNCOKANDONMM
ATE NNCOND>^VOMM
ALGORITMO DE%
e'ue um al'oritmo que calcule a soma dos sal7rios dos
-uncion7rios de uma empresa0 O pro'rama termina quando o usu7rio
di'itar um sal7rio menor que I0
$ROSRAKA OKAYA2AR>O?
EAR
OKA, A2AR>O D REA2?
>N>C>O
SOMA12O7
RE$>TA
2ER %A2AR>O(?
OKADOOKAHA2AR>O
ATE A2AR>ONI?
ECREEER %OKA(
C>K0
ALGORITMO ON%E
e'ue um al'oritmo que escreve os )II primeiros n8meros pares0
$ROSRAKA $AREYA?
EAR >, $AR, CONTADOR D >NTE>RO?
>N>C>O
CONTADOR DO I?
$AR DO I?
RE$>TA
ECREEER %$AR(?
$AR DO $ARHA?
CONTADOR DO CONTADORH)?
ATE CONTADORO)II
C>K0
Prograa! E@AiBaleCte!
O al'oritmo on4e poderia ter sido criado com qualquer estrutura
de repeti&ão0 $ortanto podemos ter al'oritmos que são escritos de
maneiras di-erentes, mas, -uncionam reali4ando o mesmo ob1etivo0
E&ERC.CIOS
)(O Q<E P <K A2SOR>TKOf
A(O Q<E P <K $ROSRAKAf
B(CR>E <K A2SOR>TKO NVO COK$<TAC>ONA2, Q<E TROQ<E <K $NE< DE
CARRO0
U(O Q<E P <KA 2>NS<ASEK DE $ROSRAKA^VOf
@(2>NEAR>RE A Ee$REgE AFA>eOD
)] 4 7 ( 3 * 25 [ − +
= − + ) 5 8 ( * 7
8
5
+(Complete a tabela abaixo %A e F são vari7veis l3'icas? EO
verdadeiro e CO -also(
AFA ou FA e Fnão AEEECCECC
X( CR>E A2SOR>TKO $ARA O ES<>NTE $ROF2EKAD
A( Dados tr#s valores e, h, R, veri-iquem se eles podem ser os
comprimentos dos lados de um tri5n'ulo e se -orem escrever uma
mensa'em in-ormando se " se " um tri5n'ulo equil7tero, is3sceles ou
escaleno0
Observa&/esD
O comprimento de um lado do tri5n'ulo " sempre menor do que a
soma dos outros dois0
Eq=il7tero Todos lados i'uais
>s3sceles Dois lados i'uais
Escaleno Todos os lados di-erentes
F( Recebendo quatro m"dias bimestrais, calcule a media do ano
%ponderada(, sabendo que o )W bimestre tem peso ), o AW bimestre tem
peso A, o BW bimestre tem peso B e o UW bimestre tem peso U0 abendo
que para aprova&ão o aluno precisa ter uma m"dia anual maior ou i'ual
a X, escreva uma mensa'em indicando se o aluno -oi aprovado ou
reprovado0
Observa&ãoD
K"dia anual O %)W bimestre J )H AW bimestre J A H BW bimestre J B
H UW bimestre J U( L %)HAHBHU(

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