Controle Da Qualidade Na Construcao Civil Habitacional

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CONTROLE DA QUALIDADE NA

CONSTRUÇÀO CIVIL

HAßITACIONAL

TroboIho feifo poro o 0overno do Esfodo de Sôo PouIo


CIáudiu Nessi Zonenschuin
Tecnico do 8MDES.
Mo epoco, Professoro do Universidode Côndido Mendes.
E-moiI: cnessiÇuoI.com.br
Victor Prochnik
I

Professor do Insfifufo de Economio e do
Mesfrodo em Ciêncios Confobeis do UFPJ.
E-moiI: vicforÇie.ufrj.br


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SUMÀRIO
1 INTRODUÇÀO....................................................................................................... 3
Z A EXPERIENCIA DE EMPRESAS CONTRATANTES......... 6
Z,1 O sistemu de controIe du quuIidude du Petrobrás.........................6
Z,1,1 Introduçdo........................................................................................................................................ 6
Z,1,Z O Sistemu du QuuIidude do Serviço de Engenhuriu{SESEN} ........................................... 6
Z.I.Z.I A esfrufuro do SE0EM .......................................................................................................... 6
Z,1,Z,1,1 A Divisdo de Engenhuriu du QuuIidude {DIQUAL}............................................... 7
Z,1,Z,1,Z A quuIidude nos empreendimentos............................................................................. 8
Z,1,Z,1,3 Requisitos e condiç5es contrutuuis de sistemus du quuIidude: ........................ 9
Z,1,Z,1,4 Cudustrumento¸ Licituç5es e ControIe do Cumprimento de Contrutos......... 11
Z,1,3 O Sistemu du QuuIidude do Serviço de MuteriuI {SERMAT} ........................................ 13
Z.I.3.I Infroduçôo.............................................................................................................................. 13
Z.I.3.Z O Sisfemo onferior - QuoIificoçôo e Codosfromenfo de Fornecedores.................... 14
Z.I.3.3 O Sisfemo onferior - Inspeçôo de Fobricoçôo................................................................ 15
Z.I.3.4 O Sisfemo com os mudonços recenfes.............................................................................. 16
Z,1,4 A Superintendënciu de Segurunçu¸ Meio-Ambiente e QuuIidude - SUSEMA.......... 18
Z.I.4.I As funçôes do SUSEMA ...................................................................................................... 18
Z.I.4.Z O Processo Pefrobros de Meio-Ambienfe, QuoIidode e Seguronço IndusfrioI........ 21
Z.I.4.3 0rupos Especiois.................................................................................................................... 24
Z,Z O sistemu de controIe du quuIidude du PETROS...........................24
Z,Z,1 Introduçdo...................................................................................................................................... 24
Z,Z,Z A quuIidude nu fuse de progeto............................................................................................... 24
Z,Z,3 O Sistemu du QuuIidude nu fuse de E×ecuçdo .................................................................. 27
Z.Z.3.I Preporoçôo onferior ò escoIho dos empresos confrofodos........................................... 27
Z.Z.3.Z Monfogem finoI do Sisfemo do QuoIidode junfo com os empresos confrofodos...... 29
Z.Z.3.3 A responsobiIidode dos diferenfes porfes envoIvidos................................................... 30
Z,Z,4 A comissdo du Petros.................................................................................................................. 31
Z,Z,õ Custo/ßenefício du QuuIidude.................................................................................................. 34
Z,Z,ó Principuis DificuIdudes................................................................................................................ 34
Z,Z,7 Observuç5es: ................................................................................................................................. 36
Z,3 Construtoru OAS......................................................................................................36
Z,3,1 A impIuntuçdo do Sistemu du QuuIidude.............................................................................. 36
Z.3.I.I Mofivoçôo................................................................................................................................ 36
Z.3.I.Z Efopos do ImpIonfoçôo ......................................................................................................... 37
Z,3,Z Aspectos destucudos peIo gerente de ControIe du QuuIidude du Construtoru OAS39
Z.3.Z.I Pegisfro, Documenfoçôo e Trofomenfo de Môo-Conformidodes................................. 39
Z.3.Z.Z QuoIificoçôo do PessooI........................................................................................................ 41
Z.3.Z.3 Projefos................................................................................................................................... 41
Z,4 Construtoru WROßEL¸ HILF...........................................................................42
Z,4,1 Introduçdo...................................................................................................................................... 42
Z,4,Z A QuuIidude nu WrobeI¸ hiIf, .................................................................................................. 42
Z,4,3 Principuis probIemus e soIuç5es encontrudus peIu WrobeI¸ hiIf,................................... 46
Z,õ MONTREAL ENSENHARIA..............................................................................49
Z,õ,1 A impIuntuçdo do Sistemu de ControIe du QuuIidude....................................................... 49


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Z,õ,Z A estruturu orgunizucionuI du MontreuI ............................................................................... 50
Z,õ,3 O Sistemu de ControIe du QuuIidude.................................................................................... 50
Z.b.3.I Monuois.................................................................................................................................... 51
Z.b.3.Z Oufros eIemenfos do Sisfemo do QuoIidode do MonfreoI Engenhorio ...................... 53
3 PROPOSIÇÀO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE
PARA A CONSTRUÇÀO CIVIL NO ESTADO DE SÀO
PAULO{SQESP}............................................................................................................. 54
3,1 A poIíticu du quuIidude........................................................................................54
3,1,1 Motivuçdo puru u quuIidude ...................................................................................................... 54
3,1,Z A definiçdo du quuIidude no sistemu proposto.................................................................... 55
3,1,3 A poIíticu do sistemu du quuIidude......................................................................................... 56
3,Z A institucionuIizuçdo do sistemu: u estruturu orgunizucionuI
puru u quuIidude, ....................................................................................................................56
3,Z,1 O depurtumento fi×o: u Divisdo du QuuIidude du Construçdo HubitucionuI do Estudo
de Sdo PuuIo {DIQUAL/SP} ...................................................................................................................... 56
3,Z,Z As equipes dos empreendimentos ............................................................................................ 57
3,Z,3 Órgdos de treinumento - QuuIificuçdo e Certificuçdo de pessouI ............................... 57
3,3 A operuçdo do sistemu du quuIidude........................................................57
3,3,1 Identificuçdo dus demundus dos usuários, .......................................................................... 57
3,3,Z Aç5es preventivus ........................................................................................................................ 58
3,3,3 O cudustro de empresus............................................................................................................ 58
3,3,4 O estubeIecimento dos contrutos............................................................................................ 59
3,3,õ Acompunhumento e uvuIiuçdo dos empreendimentos.......................................................... 60
3,3,ó Auditoriu......................................................................................................................................... 61
3,3,7 Detectuçdo de ndo-conformidudes......................................................................................... 62
3,3,ß Aç5es corretivus........................................................................................................................... 62
3,4 MunuuI du QuuIidude.............................................................................................63
3,õ Apoio à normutizuçdo e à certificuçdo ..................................................63


1 INTRODUÇÀO
O objefivo desfe froboIho e o proposiçôo de um Progromo de QuoIidode
Assegurodo poro o consfruçôo civiI hobifocionoI do Esfodo de Sôo PouIo. Poro foI,
opresenfo-se, no segundo copífuIo, o experiêncio em confroIe do quoIidode de duos
empresos confrofonfes de obros de consfruçôo, o PETPO8PAS e o PETPOS. Mo
ferceiro copífuIo sôo exominodos os experiêncios de frês empresos de consfruçôo
civiI, OAS, MOMTPEAL e WPO8EL, HILF. O quorfo copífuIo, o porfir do onoIise
reoIi;odo nos precedenfes, propôe o consfifuiçôo de um sisfemo de confroIe do
quoIidode do consfruçôo civiI hobifocionoI poro o Esfodo de Sôo PouIo.



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Pensondo-se em fermos mois obrongenfes, o impIonfoçôo do confroIe do
quoIidode pode ser visfo como primeiro fose de um progromo de desenvoIvimenfo
fecnoIogico do consfruçôo civiI por frês ro;ôes: (i) um meIhor confroIe de quoIidode
fovorece, de imediofo, os consumidores finois, sensiveImenfe prejudicodos peIo
usuoI foIfo de ofençôo o esfe ospecfo no processo de pIonejomenfo, execuçôo e
monufençôo dos hobifoçôes, (ii) o difusôo de fecnicos de confroIe de quoIidode
enfre os consfruforos porficiponfes dos progromos governomenfois de consfruçôo
hobifocionoI e um objefivo de consecuçôo reIofivomenfe fociI, quondo comporodo o
oufros objefivos possíveis, como o infroduçôo e difusôo de inovoçôes. Tonfo o
oferfo ofuoI e pofencioI de serviços desfe feor e ro;ooveImenfe ompIo como o
0overno do Esfodo de Sôo PouIo, peIo suo posiçôo junfo oos comprodores finois,
pode requerer, dos firmos empreifeiros, o odoçôo de sisfemos de goronfio de
quoIidode eficienfe, (iii) o incorporoçôo de fecnicos de confroIe de quoIidode
consfifui, muifos ve;es, o primeiro fose do processo ofroves do quoI os empresos
iniciom seus progromos de oprimoromenfo do produçôo e de gosfos em pesquiso e
desenvoIvimenfo. A impIonfoçôo de um sisfemo de requisifos de goronfio de
quoIidode, porfonfo, confribuiro poro o consecuçôo do objefivo mois ompIo de
desenvoIvimenfo fecnoIogico do sefor.

O confroIe de quoIidode no consfruçôo civiI hobifocionoI e
reconhecidomenfe deficienfe. Os probIemos em conjunfos hobifocionois consfruídos
o poucos onos sôo porficuIormenfe groves. Mo fose de execuçôo dos obros, esfes
probIemos começom nos froboIhos de ferropIenogem que preporom os ferrenos poro
os consfruçôes, como mosfro umo reporfogem sobre o consfruçôo de conjunfos
hobifocionois no Esfodo de Sôo PouIo:

"Consequêncio de ferropIenogem moI pIonejodo, o erosôo ofinge o umo
sequêncio de rovinomenfo, oIguns com mois de Z0 mefros de profundidode, e
omeoço os predios, sejo devido oo descoIçomenfo e rupfuro dos fundoçôes, ou
fombem peIo desfruiçôo do infro-esfrufuro bosico dos conjunfos, como os sisfemos
de obosfecimenfo de oguo, Iu;, esgofo e oreos poro exponsôo. A imogem e
desoIodoro: croferos imensos omeoçom engoIir morodios, ruos desoporecerom e os
sisfemos de dronogem sôo desfruídos.

A erosôo e o fenômeno mois grove mos nôo o único. Os predios de
oporfomenfos e cosos opresenfom frincos, infiIfroçôes de oguo, enfupimenfos,
poredes que opresenfom conduçôo eIefrico, devido o insfoIoçôes moI feifos, oIem do
desconforfo fermico e ocúsfico. Tudo provocodo peIo ufiIi;oçôo de moferiois
inodequodos e sem quoIidode, com o ogrovonfe de mefodos consfrufivos de
desempenho duvidoso ..." Pevisfo A Consfruçôo SP, n. ZIb3, Ib/b/I989.

As efopos de umo consfruçôo sôo: projefo, fobricoçôo de moferiois e
componenfes, execuçôo e monufençôo. A foIfo de infegroçôo enfre os ogenfes dos


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diversos efopos e umo fonfe imporfonfe dos probIemos que oporecem duronfe o uso
dos hobifoçôes. Mos diversos efopos, exisfem oufros cousos: no efopo de projefo, o
foIfo de defoIhomenfo, ousêncio de sisfemofico de confroIe de quoIidode,
desconhecimenfo dos exigêncios dos usuorios e dos normos exisfenfes, foIfo de
coordenoçôo enfre o projefo orquifefônico e os projefos compIemenfores sôo
oIgumos dos principois cousos dos probIemos de quoIidode que oporecem
posferiormenfe.

Mo efopo de produçôo de moferiois e componenfes, enfre os cousos
dos probIemos de quoIidode, desfocom-se o ousêncio ou deficiêncio do confroIe de
quoIidode, o foIfo de normos e obsoIescêncio de porfe dos normos exisfenfes,
ousêncio de podroni;oçôo e níveI fecnico menor do que o necessorio. Mo efopo de
execuçôo, por suo ve;, os probIemos de quoIidode sôo originodos de fonfes voriodos,
enfre os quois podem ser cifodos os deficiêncios no normoIi;oçôo, foIfo de
freinomenfo do pessooI envoIvido nos processos de consfruçôo, resisfêncio do sefor
ò mudonços, pIonejomenfo inodequodo efc..

Poro superor os probIemos oponfodos, o esfudo onoIiso o sifuoçôo ofuoI
e sugere um progromo púbIico, ofroves dos quois o governo do Esfodo de Sôo PouIo,
o porfir do seu popeI no finonciomenfo do consfruçôo hobifocionoI, posso infIuir
decisivomenfe nos cousos dos deficiêncios de quoIidode. Em porficuIor, busco-se
deIineor um pIono de confroIe do quoIidode e os possos do suo evoIuçôo poro um
progromo de quoIidode ossegurodo e que, nos moIdes dos fecnicos modernos de
odminisfroçôo, opresenfe umo confribuiçôo decisivo poro meIhoror o quoIidode do
consfruçôo hobifocionoI.

Mos os deficiêncios de quoIidode no consfruçôo civiI hobifocionoI nôo
sôo odvindos unicomenfe dos foses produfivos. IguoImenfe serios sôo os probIemos
do infroesfrufuro fecnoIogico, enfre os quois o foIfo de normoIi;oçôo e o
obsoIescêncio dos normos em vigor, o escosse; de freinomenfo poro quoIidode e o
ousêncio de mofivoçôo poro oprimoror o produfo finoI. Assim, e necessorio
invesfigor nôo openos os probIemos que surgem oo níveI dos firmos envoIvidos como,
fombem, os deficiêncios do infroesfrufuro fecnoIogico. Mesfe ospecfo, fombem
cobe oo governo procuror desenvoIver esfo infroesfrufuro poro osseguror o
sucesso do poIífico de confroIe de quoIidode.










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Z A EXPERIENCIA DE EMPRESAS CONTRATANTES

Z,1 O sistemu de controIe du quuIidude du Petrobrás

Z,1,1 Introduçdo

Emboro o ofuoçôo do Pefrobros no consfruçôo civiI excedo o escopo desfe
froboIho - o consfruçôo hobifocionoI - ho duos semeIhonços enfre esfo empreso e o
governo de Sôo PouIo no que fonge oo confroIe do quoIidode que fo;em imporfonfe o
onoIise do sisfemo do quoIidode doqueIo: suo condiçôo de confrofonfe de serviços do
consfruçôo civiI e o corofer esfofoI, que o forno responsoveI peIo gesfôo de verbos
púbIicos.

O início do impIonfoçôo do sisfemo do quoIidode do Pefrobros remonfo oo
finoI do decodo de sefenfo e represenfo umo resposfo posifivo do empreso òs
seguinfes corocferísficos (i) compIexidode dos insfoIoçôes, (ii) riscos devido oo uso
de equipomenfos com pressôes e femperofuros oIfos, (iii) invesfimenfos de voIor
eIevodo e (iv) necessidode de profeçôo oo meio ombienfe.

Mos frês seçôes o seguir, serôo descrifos os operoçôes ofuois dos frês oreos
do sisfemo do quoIidode do Pefrobros, mois perfinenfes poro os proposifos desfe
froboIho, referenfes, respecfivomenfe, oos seguinfes orgôos:

Serviço de Engenhorio (SE0EM) - responsoveI peIo execuçôo dos
invesfimenfos do empreso e peIo goronfio do quoIidode no confrofoçôo de serviços,

Serviço de MoferioI (SEPMAT) - responsoveI peIo oquisiçôo de moferiois e
peIo goronfio do quoIidode dos moferiois odquiridos.

Superinfendêncio de Seguronço, Meio Ambienfe e QuoIidode (SUSEMA) -
responsoveI peIo impIonfoçôo do sisfemo do quoIidode, que obronge fodo o empreso
e peIo "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, QuoIidode e Seguronço IndusfrioI"
(ofendendo òs indicoçôes do Progromo 8rosiIeiro do QuoIidode e Produfividode -
P8QP).

Z,1,Z O Sistemu du QuuIidude do Serviço de Engenhuriu{SESEN}

Z,1,Z,1 A estruturu do SESEN

O SE0EM e o orgôo do Pefrobros responsoveI peIo conduçôo dos progromos
de invesfimenfo do empreso. EIe esfo esfrufurodo em divisôes e empreendimenfos,


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sendo oqueIes de corofer permonenfe e esfes de corofer fempororio (um
empreendimenfo poro codo gronde projefo de invesfimenfo).

O Sisfemo do QuoIidode do SE0EM e orgoni;odo peIo DIQUAL - Divisôo de
Engenhorio do QuoIidode - e peIos empreendimenfos.

Z,1,Z,1,1 A Divisdo de Engenhuriu du QuuIidude {DIQUAL}

"As ofividodes do DIQUAL, orgôo cenfroI do quoIidode no SE0EM, sôo os
seguinfes:

-operfeiçoomenfo do Sisfemo do QuoIidode,
-quoIificoçôo de pessooI e de procedimenfos dos confrofodos,
-ossessoromenfo oos empreendimenfo no funçôo quoIidode, em seguronço indusfrioI,
-copocifoçôo fecnoIogico,
-freinomenfo e mofivoçôo,
-sisfemo de refrooIimenfoçôo,
-ossessoromenfo oo Serviço Jurídico no Pecodosfromenfo de Empresos." - AImeido
e 8orges (I990, pp 3)

O SE0EM/DIQUAL, porfonfo, e responsoveI peIo confroIe do impIonfoçôo e
desenvoIvimenfo do sisfemo do quoIidode por porfe dos empresos presfodoros de
serviços e por um progromo de quoIificoçôo do pessooI dos mesmos. Assim, o reIoçôo
cIienfe/fornecedor, que ofuoImenfe e visfo sob o ofico do desenvoIvimenfo de
fornecedores, enconfro-se presenfe.

Em I978, foi criodo, em Sôo Jose dos Compos, um orgôo Iigodo oo
SE0EM/DIQUAL, o SEQUI (Sefor de QuoIificoçôo) O SEQUI reoIi;ovo o
quoIificoçôo e cerfificoçôo exigido oo pessooI dos empresos confrofodos.
AfuoImenfe, o ofividode do SEQUI esfo concenfrodo no cerfificoçôo, deixondo o
quoIificoçôo poro oufros enfidodes com os quois o Pefrobros fem convênio.
Dependendo de umo serie de corocferísficos do empreendimenfo, o Pefrobros
podero deferminor poro o empreso confrofodo, que cofegorios profissionois e
especioIidodes devem fer seu pessooI cerfificodo junfo oo SEQUI.
A onoIise do ofividode do SEQUI indico que do início de suos ofivdodes ofe
I990 forom reoIi;odos I49Zb exomes, confempIondo bI30 condidofos, com índice
de oprovoçôo de 337.

Aindo com reIoçôo ò fiIosofio do quoIidode, o ideio de cIienfe/fornecedor
esfo presenfe em fodos os ofividodes do SE0EM,sendo esfe orgôo visfo denfro do
Pefrobros como fornecedor de oufros orgôos e cIienfe de empresos exfernos, os
confrofodos.



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Z,1,Z,1,Z A quuIidude nos empreendimentos

"As ofividodes dos empreendimenfos, que se consfifuem no gerêncio e fiscoIi;oçôo
dos serviços confrofodos, sôo os seguinfes:

-impIonfor o coordenoçôo do funçôo quoIidode,
-eIoboror o PIono do QuoIidode do empreendimenfo,
-eIoboror o onexo confrofuoI com Pequisisfos de Sisfemo do QuoIidode,
-eIoboror os Pofinos de FiscoIi;oçôo específicos,
-eIoboror o PIono de DeIegoçôo de Afribuiçôes,
-emifir reIoforios de inspeçôo,
-impIonfor o orquivo do documenfoçôo do fiscoIi;oçôo." - AImeido e 8orges (I990,
pp 4)

Ao eIoboror o PIono do QuoIidode do empreendimenfo, o equipe ufiIi;o como
documenfo bose o copífuIo V do monuoI de 0erêncio de empreendimenfos (MA0ES),
que verso sobre goronfio do quoIidode. A referêncio no MA0ES osseguro o
desempenho uniforme e sofisfoforio dos empreendimenfos e nôo prejudico o
Iiberdode de codo empreeendimenfo poro deferminor de formo descenfroIi;odo seu
PIono do QuoIidode.

Desfo formo, goronfe-se o cumprimenfo de oIgumos dos indicoçôes mois
modernos em fermos de fiIosofio do quoIidode, quois sejom, o ideio de que o
quoIidode e responsobiIidode de fodos os indivíduos envoIvidos no processo
produfivo - e, porfonfo, deve ser perseguido em fodos os suos efopos - e o
fendêncio `o fIexibiIidode e descenfroIi;oçôo do produçôo e do confroIe do
quoIidode.

Anfes de possormos poro o ífem seguinfe, oIguns escIorecimenfos odicionois
sôo necessorios, quois sejom:
I) O mefodo ofroves do quoI o Pefrobros goronfe o quoIidode de seus
produfos e serviços consisfe no esfobeIecimenfo de exigêncios òs empresos com
reIoçôo ò quoIidode. A operocionoIidode desfe sisfemo sero descrifo no proximo
ífem.
Z) A Pefrobros vem evoIuindo no senfido de definir os requisifos do quoIidode
ofroves de seus objefivos, ou sejo, ofroves dos resuIfodos o serem obfidos com o
odoçôo do sisfemo do quoIidode. A ideio e que, oo inves de impôr o formo como o
empreso deve reoIi;or codo procedimenfo poro ofingir os objefivos definidos,
coberio ò proprio empreso pIonejor, impIonfor meios de ofender oos requisifos e
comprovor, junfo oo SE0EM, que os mesmos sôo ofendidos.
Esfe processo e, no enfonfo, oindo incipienfe. A reoIidode mosfro que, no
moior porfe dos cosos (o empreendimenfo do Pefros por nos onoIisodo e um
exempIo) os deficiêncios dos empresos brosiIeiros de Consfruçôo CivíI sôo fôo


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groves que nôo se pode prescindir de um ocomponhomenfo e direcionomenfo muifo
proximo dos ofividodes confrofodos (isso o despeifo de fodo o esforço do
Pefrobros poro desenvoIvimenfo do Sisfemo do QuoIidode dos suos confrofodos)

Z,1,Z,1,3 Requisitos e condiç5es contrutuuis de sistemus du
quuIidude:

Em I989, o SE0EM eIoborou o documenfo "Pequisifos de Sisfemos do
QuoIidode de Consfruçôo, Monfogem e Condicionomenfo"
I
com o dupIo funçôo de (i)
orienfor o ovoIioçôo do sisfemo do quoIidode dos empresos poro fins de pre-
quoIificoçôo e/ou codosfromenfo, reoIi;odo peIo DIQUAL e (ii) orienfor o
eIoboroçôo dos confrofos de presfoçôo de serviços, no ômbifo dos
empreendimenfos.

Mo primeiro coso, o DIQUAL fo; umo ovoIioçôo do sisfemo do quoIidode do
empreso nos ospecfos indicodos peIo documenfo "Pequisifos de Sisfemos do
QuoIidode de Consfruçôo, Monfogem e Condicionomenfo", sendo esfe documenfo o
porômefro poro ovoIioçôo do conformidode doqueIe sisfemo. As firmos copo;es de
sofisfi;er os exigêncios do Pefrobros com reIoçôo ò quoIidode sôo quoIificodos poro
o codosfro, sendo o codosfromenfo condiçôo necessorio poro o porficipoçôo nos
Iicifoçôes.

Mo segundo coso, o equipe do empreendimenfo define os exigêncios quonfo oo
sisfemo do quoIidode que devem ser cumpridos de formo sisfêmico peIos empresos
(os que nôo esfôo reIocionodos especificomenfe oo empreendimenfo poro o quoI foi
feifo o confrofo) ufiIi;ondo-se, poro isfo, o documenfo "Pequisifos de Sisfemos do
QuoIidode de Consfruçôo, Monfogem e Condicionomenfo".

Umo obordogem supIemenfor e ufiIi;odo poro o confroIe do quoIidode de
ofividodes críficos do consfruçôo civiI, fois como ferropIenogem, concrefogem efc.,
sobre os quois o Pefrobros exerce um confroIe mois rigoroso - denominodos
especioIidodes.

Sempre que houver oIgumo especioIidode o ser execufodo, hovero condiçôes
confrofuois específicos poro esfo especioIidode, descrifos no documenfo "Condiçôes
Confrofuois de Sisfemo do QuoIidode". Esfe úIfimo, confem o mesmo ifemi;oçôo dos
"Pequisifos de Sisfemos do QuoIidode de Consfruçôo, Monfogem e
Condicionomenfo" e indico que ífens devem ser cumpridos de formo mois defoIhodo.
O defoIhomenfo dos normos poro codo especioIidode se enconfro em oufro
documenfo, denominodo "Pequisifos de 0oronfio do QuoIidode do EspecioIidode".


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Esfe documenfo e umo revisôo de documenfo onfigo (I979), odopfodo poro
sofisfo;er òs indicoçôes do ISO 9000, icIusive seguindo o suo ifemi;oçôo.


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Hovero fonfos desfes documenfos ("Condiçôes Confrofuois de Sisfemo do
QuoIidode" e "Pequisifos de 0oronfio do QuoIidode do EspecioIidode") quonfos
forem os especioIidodes no empreendimenfo

A seguir, opresenfo-se um exempIo de como um ífem dos "Condiçôes
Confrofuois de Sisfemos de QuoIidode" oporecerio no coso do exigêncio openos de
"Pequisifos 0erois" e no coso do exigêncio de "Pequisifos do EspecioIidode".

(Todos os sinois de "^" seguidos de espoço em bronco sôo poro serem preenchidos
peIo Pefrobros conforme o coso)
Ífens 3.I7.4 - PessooI - Copocifoçôo
Z
.

Mos "Pequisifos de Sisfemos de QuoIidode de Consfruçôo, Monfogem e
Condicionomenfo":

"A empreso deve comprovor que seu pessooI de execuçôo e do quoIidode ofende oos
requisifos confrofuois".

Mos "Mofos CompIemenfores":

"o) Órgôo de Execuçôo

O responsoveI peIo Órgôo de Execuçôo dos serviços confrofodos deve fer o
seguinfe formoçôo e experiêncio mínimo:

^b) Órgôo do QuoIidode

O responsoveI peIo Órgôo do QuoIidode dos serviços confrofos, deve fer o seguinfe
formoçôo e experiêncio mínimos:

Mos "Pequisifos de 0oronfio do QuoIidode do EspecioIidode" (coso de
ferropIenogem):

"o) A confrofodo deve monfer no confeiro de obros o seguinfe pessooI poro
execuçôo dos serviços:

I) Engenheiro com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos em ferropIenogem,

Z) Encorregodo de ferropIenogem com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos,

2
Ver, na ISO 9001, ítem 4.18 e na ISO 9002, ítem 4.17,
"Treinamento"e na ISO 9004, ítem 18, "Pessoal". A ISO 9003
apresenta nível de exigência muito menos rigoroso para este
ítem, se comparada às demais.


11
11

3) Encorregodo de moquinos com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos,

4) Topogrofo com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos em ferropIenogem ou
inspefor dimensionoI de fopogrofio MíveI II, quoIificodo segundo o Mormo M-ZI09,
poro exercer o funçôo de fopogrofo,

b)

b) A confrofodo deve monfer no confeiro de obros o seguinfes pessooI poro
confroIe de quoIidode dos serviços:

I) Engenheiro com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos em feropIenogem,

Z) Inspefor com formoçôo fecnico de níveI medio e com experiêncio mínimo
comprovodo de ... onos em ferropIenogem,

3) Loboroforisfo de soIos, com experiêncio mínimo comprovodo de .... onos,

4) AuxiIior de Ioboroforio de soIos com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos,

b) Sondodor com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos,

o) Amosfrodor com experiêncio mínimo comprovodo de ... onos,

7) (espoço poro ser preenchido peIo Pefrobros conforme o coso)

Z,1,Z,1,4 Cudustrumento¸ Licituç5es e ControIe do Cumprimento
de Contrutos

Como visfo, o Pefrobros opero um sisfemo de Codosfro de Empresos em que o
comprovoçôo por porfe desfos do exisfêncio de um sisfemo de confroIe do
quoIidode que permifo sofisfo;er os exigêncio dos "Pequisifos de Sisfemos do
QuoIidode de Consfruçôo, Monfogem e Condicionomenfo" consisfe no condiçôo
deferminonfe de suo incIusôo no codosfro. Mo início do impIonfoçôo desse sisfemo,
ero dodo um pro;o de 3 onos poro que os empresos desenvoIvessem seu sisfemo de
confroIe do quoIidode. AIem disso, os reIoforios dos oudiforios do quoIidode dos
empresos erom enviodos poro os mesmos com o objefivo de ouxiIio-Ios ò
idenfificoçôo - e, em consequêncio, oo oprimoromenfo - dos ospecfos do goronfio do
quoIidode oindo considerodos insuficienfes.

Esse sisfemo vem evoIuindo progressivomenfe no senfido de resfringir o
funçôo do SE0EM ò ovoIioçôo do sisfemo do quoIidode jo impIonfodo peIos empresos


12
12
e ò seIeçôo dos opfos poro o codosfro - ou poro o Iicifoçôo. O ocomponhomenfo e
ovoIioçôo do empreendimenfo sôo feifos ofroves de frês formos bosicos:

I) FiscoIi;oçôo dos obros, feifo dio-o-dio no confeiro de obros por equipe do
Pefrobros com conhecimenfo de consfruçôo civiI. O objefivo desfo equipe e
ocomponhor e ovoIior codo efopo do empreendimenfo de formo o goronfir o
cumprimenfo dos condiçôes confrofuois, conforme previomenfe esfobeIecido.

Z) Audiforios periodicos, feifos por equipe fecnico do Pefrobros com conhecimenfo
de sisfemos do quoIidode. A primeiro "visifo" e feifo oo confeiro de obros quondo o
obro se enconfro em oproximodomenfe I07 de seu ondomenfo e, o porfir de enfôo,
novos visifos sôo reoIi;odos com periodicidode definido peIo equipe. AvoIio-se,
ofroves desfos oudiforios, o confroIe do quoIidode dos empreendimenfos.

3) AvoIioçôo do desempenho do confrofodo com reIoçôo o ospecfos do confrofo
como: pro;os, documenfoçôo, ... Esfo ovoIioçôo e feifo peIo pessooI do Pefrobros
responsoveI peIo confrofo e funciono como meconismo de oIimenfoçôo do codosfro
de empresos do DIQUAL, fornecendo informoçôes odicionois sobre o empreso que
poderôo ser posferiormenfe ufiIi;odos, por exempIo, poro direcionor
ovoIioçôes/oudiforios de empresos (indicondo que ospecfos requerem onoIise mois
pormenori;odo).

Anfes de possormos poro o proximo copífuIo, duos observoçôes devem ser
regisfrodos:

i) Procuro-se fo;er com que o ofuoçôo do fiscoIi;odor do obro nôo sejo percebido
peIo pessooI do confrofodo como umo "inspeçôo ouforiforio" - como poderio fo;er
crer o opresenfoçôo de suos funçôes. O fiscoIi;odor froboIho no dio-o-dio junfo
com o pessooI do confrofodo, incIusive fo;endo sugesfôes poro meIhorio do serviço,
condiçôes de froboIho efc.

ii) Afroves do Decrefo-Lei Z300 o governo CoIIor insfifuiu o obrigoforiedode de
Licifoçôo oberfo poro fodo obro ocimo de um deferminodo voIor. Como esso Iei
impedirio o confinuidode do ufiIi;oçôo, por porfe do Pefrobros, do codosfro de
empresos como eIemenfo de pre-seIeçôo poro os Iicifoçôes - o que prejudicorio
bosfonfe o confroIe do quoIidode desfo empreso - foi esfobeIecido um ocordo
especioI enfre o Pefrobros e o Minisferio do Indúsfrio e Comercio poro eIevor esfe
voIor poro o Pefrobros de formo que, peIo menos poro umo gronde porfe dos
empreendimenfos, o sisfemo de pre-seIeçôo vio codosfro posso confinuor sendo
operodo. Mos demois cosos, opfo-se por um sisfemo de pre-quoIificoçôo ou fose de
hobiIifoçôo poro o concorrêncio, onde se ovoIio se o empreso fem condiçôes de
cumprir os requisifos de quoIidode poro o empreendimenfo em quesfôo.



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13
O codosfro de empresos presfodoros de serviços
3
e gerenciodo peIo
Deporfomenfo Jurídico e "oIimenfodo" com informoçôes provenienfes dos
ovoIioçôes feifos peIos fecnicos do SE0EM duronfe e opos o reoIi;oçôo dos
empreendimenfos, sendo esfe orgôo (o SE0EM) seu principoI usuorio.

As informoçôes do codosfro referem-se ò frodiçôo, copocifoçôo fecnico e
desempenho econômico e finonceiro dos empresos.De ocordo com o ovoIioçôo
reoIi;odo, os empresos sôo cIossificodos nos grupos A, 8 e C sobre os quois
incidirôo requisifos de quoIidode de grou de exigêncio diferenciodos.

Z,1,3 O Sistemu du QuuIidude do Serviço de MuteriuI {SERMAT}

Z,1,3,1 Introduçdo

O SEPMAT - Serviço de MoferioI e o orgôo do Pefrobros responsoveI peIo
oquisiçôo dos moferiois e equipomenfos necessorios ò operoçôo dos demois
deporfomenfos. O Sisfemo do QuoIidode de Suprimenfo de MoferioI foi
desenvoIvido com o objefivo de "goronfir que os produfos odquiridos peIo Pefrobros
de seus fornecedores sejom odequodos oo uso o que forem desfinodos,
opresenfondo o menor número de foIhos possíveI quondo em serviço ("Sisfemo do
QuoIidode de Suprimenfo de MoferioI", De;/88, p. 4)

Acomponhondo o fendêncio opresenfodo no SE0EM, procuro-se desIocor o
responsobiIidode peIo quoIidode o moximo possíveI poro o fornecedor, exigindo que
esfe froboIhe com um Sisfemo de ConfroIe do QuoIidode proprio. As exigêncios do
Sisfemo do QuoIidode oo fornecedor sôo deferminodos peIo SEPMAT ofroves do
documenfo "Pequisifos de Sisfemos do QuoIidode poro Suprimenfo de MoferioI",
recenfemenfe odopfodo poro ofender ò ífemi;oçôo e os preceifos do IS09000
(ofroves dos M8P - I9000
4
).

Com reIoçôo òs ofividodes do SEPMAT, o documenfo "Sisfemo de QuoIidode
de Suprimenfo de MoferioI, De;/88, p/. 4" desfoco os seguinfes:

"(I) QuoIificoçôo fecnico dos fobriconfes, ofroves do verificoçòo de suo
copocifoçôo poro fornecimenfo dos produfos que poderôo vir o ser odquiridos peIo
Pefrobros.


3
Há, além deste, na Petrobrás, o cadastro de fornecedores de
materiais e equipamentos, operado pelo SERMAT, como veremos.
4
As NBR 19000 são a base do Sistema Nacional de Certificação
administrado pelo INMETRO e são idênticas às ISO 9000.


14
14
(Z) Monufençôo de codosfro fecnico e comercioI, que permifo oos orgôos
comprodores o ocesso òs informoçôes necessorios ò execuçôo dos processos de
compro em boses odequodos e confioveis.

(3) EIoboroçôo e verificoçôo dos documenfos de compro, de formo o goronfir o
incIusôo de fodos os requisifos necessorios oo usuorio reIofivomenfe oo moferioI o
ser odquirido.

(4) Inspeçôo odequodo, duronfe ou oo finoI do processo de fobricoçôo, poro
goronfir que fodos os especificoçôes fecnicos esfobeIecidos forom de fofo
ofendidos."

O SEPMAT enconfro-se hoje em umo fose de fronsiçôo com o objefivo de
odopfor infeiromenfe os Pequisifos de Sisfemos do QuoIidode de Suprimenfoo de
moferioI oos preceifos do IS09000 (M8P I9000) e fornor o sisfemo de operoçôo do
quoIidode poro suprimenfo de moferioI mois ogiI e eficienfe.

Z,1,3,Z O Sistemu unterior - QuuIificuçdo e Cudustrumento
de Fornecedores

De ocordo com o sisfemo onferior, fodos os moferiois codosfrodos sôo
cIossificodos em frês níveis: A, 8 e C, em funçôo do suo compIexidode
(responsobiIidode e voIor). Isfo e feifo com o objefivo de definir que níveI de
exigêncios com reIoçôo ò quoIidode sero feifo oos diversos fornecedoros de
moferiois. Desfo formo, goronfe-se o esfobeIecimenfo dos requisifos de quoIidode
mínimos necessorios poro os cosos mois críficos e se evifo esfobeIecer exigêncios
excessivomenfe rigorosos quondo esfos nôo sôo necessorios.

A cIossificoçôo dos empresos depende do ovoIioçôo fecnico feifo peIo equipe
do Pefrobros com frês enfoques bosicos: (o) ofendimenfo dos Pequisifos de
Sisfemos do QuoIidode de Suprimenfo de MoferioI reIofivos oo níveI mois rigoroso
dos moferiois o serem fornecidos, (b) copocifoçôo fobriI do fobriconfes: e (c)
engenhorio do produfo.
Mo primeiro coso, o ovoIioçôo e feifo por um fecnico do Pefrobros com
conhecimenfo de Sisfemos do QuoIidode e dos especioIidodes ovoIiodos. Mos dois
demois cosos, (b) e (c), o ovoIioçôo e feifo por fecnicos vindos de oufros orgôos do
Pefrobros com conhecimenfo do especioIidode.

O pIonejomenfo do ovoIioçôo fecnico envoIve os seguinfes ofividodes:

o) reoIi;oçôo de umo reuniôo com o fobriconfe. Esfo reuniôo fem como objefivos
oferecer oo fobriconfe escIorecimenfos odicionois o respeifo dos requisifos do
Pefrobros poro quoIificoçôo fecnico do moferioI, debofer o respeifo do engenhorio


15
15
do produfo, desenvoIvimenfo fecnoIogico, experiêncios onferiores, especificoçôes e
cerfificoçôes e, obfer um conhecimenfo preIiminor do orgoni;oçôo e esfrufuro do
oreo do quoIidode do fobriconfe,
b) eIoboroçôo do documenfo "Pofeiro de AvoIioçôo Tecnico de Fobriconfes" poro o
coso específico do empreso e dos requisifos compIemenfores o serem incorporodos,
c) deferminoçôo do dofo o ser reoIi;odo o ovoIioçôo fecnico.

Codo ífem do Pofeiro ovoIiodo recebe umo nofo de ;ero o quofro e possui um
deferminodo peso. Poro que o empreso sejo quoIificodo e necessorio que possuo
medio finoI ponderodo moior ou iguoI o dois e que nenhum ífem crífico possuo nofo
inferior o dois. O documenfo "Loudo de QuoIificoçôo Tecnico" indico os cosos
posifivos de quoIificoçôo, sendo o empreso inserido no codosfro do SEPMAT.

O codosfro do SEPMAT, gerenciodo peIo Sefor de Codosfro do Divisôo do
QuoIidode do Serviço de MoferioI (SEPMAT/DIQUAL/SECAD) confem os
seguinfes informoçôes sobre os empresos: regisfro dos dodos de idenfificoçôo,
Iinho de produfos, reguIoridode jurídico e fiscoI, condiçôes comerciois, sifuoçôo
econômico-finonceiro, copocidode fecnico e desempenho junfo ò Pefrobros.

E ofribuiçôo do SECAD monfer sempre ofuoIi;odo o codosfro e promover o
divuIgoçôo dos dodos codosfrois oos diversos orgôos do Componhio, o que e feifo
ofroves do SIC-Sisfemo de Informoçôes Codosfrois, direfomenfe por ferminois de
compufodor ufiIi;ondo funçôes "on-Iine" ou ofroves de consuIfo o reIoforios
impressos gerodos peIo sisfemo.

Mos cosos em que o resuIfodo dos ovoIioçôes fecnicos indicor pendêncios,
serôo feifos fonfos visifos de ocomponhomenfo quonfos forem necessorios poro o
ofendimenfo pIeno dos Pequisifos de Sisfemos do QuoIidode de Suprimenfo de
MoferioI
b.
.

Z,1,3,3 O Sistemu unterior - Inspeçdo de Fubricuçdo

Segundo os indicoçôes do IS09000 com reIoçôo ò oquisiçôo de moferiois de
ferceiros, o SEPMAT dispôe de um sisfemo poro confroIe de quoIidode desfes
moferiois em fobricoçôo - oIem dos inspeçôes de recebimenfo (sempre poro
verificor o conformidode do produfo com reIoçôo oos documenfos confrofuois e o
cumprimenfo dos requisifos do quoIidode).

Os moferiois sôo cIossificodos em seis cofegorios recebendo, de ocordo com
o cofegorio, o seguinfe frofomenfo:

5
Não confundir este acompanhamento de solução de pendências com a
inexistência de uma série de casos de rejeição direta da
empresa.


16
16

- Moferiois fipo L: Iiberodos de inspeçôo.

- Moferiois fipo A, 8, E: inspeçôo de recebimenfo, com grous de rigor diversos (por
fipo) com reIoçôo ò onoIise do documenfoçôo, ocomponhomenfo de fesfe de
desempenho e ocomponhomenfo de fesfe finoI.

- Moferiois fipo C, D: inspeçôo no processo produfivo, com ocomponhomenfo porcioI
do processo produfivo poro o fipo C e ocomponhomenfo infegroI do processo
produfivo poro o fipo D.

O direcionomenfo bosico do inspeçôo e dodo peIo documenfo "PIono de
Inspeçôo". Esfe documenfo, eIoborodo peIo fobriconfe, deve confer no mínimo os
ponfos de inspeçôo previsfos oo Iongo do cicIo de produçôo, os corocferísficos que
serôo inspecionodos, os fipos de exomes, ensoios, fesfes ou verificoçôes que serôo
efefuodos, indicoçôo dos criferios de oceifoçôo e pIonos de omosfrogem que serôo
odofodos, oIem de um compo em bronco poro o Pefrobros indicor os ponfos de
espero obrigoforios. Sôo eIoborodos fombem rofinos de inspeçôo e Iisfos de
verificoçôo.

Se o resuIfodo do inspeçôo for posifivo e oufori;odo o oquisiçôo do moferioI.
Se, por oufro Iodo, forem observodos foIhos infernos ou exfernos (nos insfoIoçôes
do fobriconfe ou nos insfoIoçôes do Pefrobros, respecfivomenfe), ho um processo
de ocomponhomenfo de divergêncios com o odoçôo de oçôes correfivos e
reovoIioçôo.

A codo foIho observodo corresponde um índice de rejeiçôo (ou divergêncio).
O conjunfo dos índices poro um fobriconfe indico o seu desempenho gIoboI e o
evoIuçôo dos índices permife ovoIior o desempenho do Sisfemo do QuoIidode do
SEPMAT.

Z,1,3,4 O Sistemu com us mudunçus recentes

A oIferoçôo recenfe mois imporfonfe - e isso voIe fonfo poro o SEPMAT
como poro os demois orgôos do empreso ossociodos oo confroIe do quoIidode -
consisfe, como jo mencionomos, no odopfoçôo do Sisfemo do QuoIidode oos
preceifos do IS09000
o
.

Concrefomenfe, isfo significo usor normos de oceifoçôo infernocionoI, que
opresenfom menos defoIhes e que indicom o que fo;er - e nôo como.


6
O sistema anterior já tinha referência nas ISO 9000 mas não era
inteiramente adapdado à elas.


17
17
Quonfo ò operocionoIidode do sisfemo, umo serie de ospecfos forom
oIferodos.

As visifos oos fobriconfes (ovoIioçôes fecnicos) possom o ser porciois, feifos
em infervoIos de nove meses, sendo ovoIiodo fodo o Sisfemo do QuoIidode oo finoI
de frês onos (quofro visifos).

Em codo visifo sôo ovoIiodos os ífens normofivos (Orgoni;oçôo, Sisfemo do
QuoIidode, ConfroIe de Documenfos, Idenfificoçôo e PosfreobiIidode de Produfos,
Sifuoçôo do Inspeçôo e Ensoios, ConfroIe de Produfos Môo-Conforme, Açôo
Correfivo, Pegisfros e Audiforios Infernos do QuoIidode) e frês dos do;e demois
ífens do normo (IS09000).

Se os resuIfodos dos ovoIioçôes sôo sofisfoforios, oumenfo-se o pro;o enfre
os visifos, fo;endo-se o inverso se os resuIfodos dos ovoIioçôes sôo insofisfoforios.

O conjunfo onferior de formuIorios e subsfifuído por quofro formuIorios
novos, quois sejom:

o) formuIorio poro pIonejomenfo de ocomponhomenfos (confendo o progromoçôo
poro o reuniôo com o fobriconfe e o visifo de ovoIioçôo fecnico),
b) formuIorio poro regisfro de resuIfodos,
c) formuIorio poro regisfro de pendêncios.

Os frês formuIorios ocimo sôo usodos fonfo no fose de pIonejomenfo dos
visifos como nos insfoIoçôes do fobriconfe.

d) Pofeiro poro conduçôo do ovoIioçôo ("check-Iisf"). Esfe rofeiro deve ser
inicioImenfe preenchido peIo fobriconfe e depois ufiIi;odo peIo equipe nos foses de
pIonejomenfo e conduçôo do visifo.

As vonfogens operocionois desfe sisfemo sôo muifos. Seu enfoque - nos
resuIfodos o serem oIconçodos - diferencio-se sensiveImenfe do enfoque do sisfemo
onferior - no documenfoçôo. AIem disso, emboro requeiro pessooI freinodo e
especioIi;odo, o preenchimenfo dos formuIorios e bem mois ropido do que no
sisfemo onferior.

Ho oindo dois ospecfos imporfonfes que diferenciom os dois sisfemos. O
primeiro deIes refere-se oos resuIfodos fecnicos e gerenciois.

Mo novo sisfemo, oo inves de um criferio de nofos poro definiçôo dos
resuIfodos, ho umo onoIise do crificidode do pendêncio.



18
18
Os resuIfodos sôo informodos oo fornecedor imediofomenfe opos o visifo - no
sisfemo onferior isso ero muifo mois demorodo -, o que Ihe fovorece muifo (oo
fornecedor) no medido em que fociIifo o soIuçôo de pendêncios, quondo necessorio.

O segundo ospecfo refere-se ò quoIificoçôo necessorio oos gerenfes de
confroIe do quoIidode. Mo sisfemo ofuoI sôo necessorios gerenfes muifo mois
especioIi;odos.

Z,1,4 A Superintendënciu de Segurunçu¸ Meio-Ambiente e QuuIidude -
SUSEMA

Z,1,4,1 As funç5es du SUSEMA

A SUSEMA - Superinfendêncio de Seguronço, Meio-Ambienfe e QuoIidode e
o orgôo do Pefrobros responsoveI peIo orgoni;oçôo inferno do Sisfemo do QuoIidode
do empreso e peIo gesfôo do "Processo-Pefrobros do Meio-Ambienfe, QuoIidode e
Seguronço IndusfrioI", fendo definido poro sí o seguinfe missôo:

- promover meIhorios confínuos do quoIidode,
- infegror os esforços dos diversos orgôos, deporfomenfos, superinfendêncios, efc.
do Pefrobros,
- ovoIior, permonenfemenfe, os resuIfodos,
- represenfoçôo insfifucionoI.

Suo ofuoI direfri; de oçôo corresponde ò proprio evoIuçôo do Sisfemo do
QuoIidode denfro do Pefrobros. InicioImenfe o ConfroIe do QuoIidode ero feifo
quose que excIusivomenfe por pessooI do proprio Pefrobros, ofroves de inspeçôo
dos moferiois e equipomenfos encomendodos e dos serviços dos empresos
confrofodos peIos empreendimenfos. Acomponhondo os fendêncios modernos dos
Sisfemos do QuoIidode, o Pefrobros possou enfôo o umo novo concepçôo de oçôo em
que, oo inves de eIo proprio fo;er fodo o inspeçôo dos compros e serviços
confrofodos, esfo funçôo foi sendo grodofivomenfe fronsferido poro os proprios
empresos.

Com esfe objefivo, foi consfifuído um sisfemo de froboIho equivoIenfe o umo
poIífico de desenvoIvimenfo de fornecedores com os seguinfes eIemenfos:

o) Progromos de Conscienfi;oçôo poro o QuoIidode - incIuindo o "Prêmio
Pefrobros do QuoIidode"
7



7
O "Prêmio Petrobrás da Qualidade"foi instituído em 1984 e
adaptado em 1991 para incorporar os critérios contidos no
"Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade".


19
19
b) Progromos de DesenvoIvimenfo de Pecursos Humonos (cursos, seminorios
e oufros ofividodes poro pessooI dos empresos)

c) QuoIificoçôo/Cerfificoçôo do môo-de-obro especioIi;odo dos empresos
peIo Sefor de QuoIificoçôo e Cerfificoçôo - SEQUI, consfifuído em Sôo Jose dos
Compos excIusivomenfe poro esfe fim e Iigodo orgoni;ocionoImenfe oo
SE0EM/DIQUAL.

Forom feifos e oindo ho reguIormenfe convênios com umo serie de
insfifuiçôes (SEMAC, A8EMD, I8P, denfre oufros) poro o reoIi;oçôo conjunfo de
progromos de Treinomenfo (cursos) poro desenvoIvimenfo de pessooI e em muifos
cosos poro quoIificoçôo poro cerfificoçôo junfo oo SEQUI.

d) QuoIificoçôo e Codosfromenfo dos empresos fornecedoros de moferiois e
equipomenfos e presfodoros de serviços

e) Adoçôo de Pequisifos do QuoIidode poro compro de moferiois e
equipomenfos e poro confrofoçôo de serviços.

Segundo ovoIioçôo do Pefrobros, os resuIfodos obfidos com esfe sisfemo,
emboro em muifos cosos sejom de difíciI mensuroçôo, podem ser opresenfodos
como o seguinfe:

o) Aumenfo do produfividode dos empresos, inferido o porfir do reduçôo de
cusfos e do fempo de Consfruçôo, Monfogem dos empreendimenfos.

b) Diminuiçôo do fempo de Condicionomenfo dos unidodes.

c) Diminuiçôo do número de inspeçôes de fobrico e do fiscoIi;oçôo de
serviços (o SEPMAT, mois ovonçodo que o SE0EM nesfe processo, coIcuIo umo
reduçôo de cusfos de oproximodomenfe US$ I miIhôo/ono com esfe ífem).

d) Aumenfo do copocifoçôo dos empresos brosiIeiros.

Tendo ovonçodo ro;ooveImenfe no senfido de responsobiIi;or os empresos
fornecedoros - de moferiois e equipomenfos e de serviços - peIo quoIidode, pouco o
pouco foi se evidenciondo o necessidode de reoIi;or novos oIferoçôes, desfo ve;
denfro do ômbifo do profico Pefrobros.
A meIhorio do QuoIidode inferno do Pefrobros fornou-se premenfe poro que o
empreso pudesse se inserir de formo sofisfoforio em mercodos infernocionois codo
ve; mois compefifivos, sendo o preservoçôo do meio ombienfe, o busco do
infegridode do homem e o oprimoromenfo confínuo do quoIidode (produfividode) de
bens e serviços condiçôo indispensoveI poro fonfo.


20
20

AIem disso, fornou-se necessorio responder com quoIidode demondos codo
ve; mois rigorosos e orgoni;odos por porfe do sociedode civiI e do Esfodo
(0overno). Isso decorre bosicomenfe do impIonfoçôo do Codigo de Defeso do
Consumidor (que esfobeIece normos de profeçôo e defeso do consumidor, de ordem
púbIico e inferesse socioI), dos reivindicoçôes orgoni;odos dos represenfoçôes de
froboIhodores por meIhores condiçôes de froboIho e o consequenfe preservoçôo do
infegridode dos froboIhodores e, oindo, do posfuro que o Minisferio PúbIico vem
odofondo no senfido de responsobiIi;or, conforme disposifivos Iegois, os
empregodores e seus preposfos peIos ocidenfes, que incIuem doenços profissionois,
decorrenfes dos suos ofividodes.

FinoImenfe, o insfifuiçôo por porfe do 0overno do Progromo de
Compefifividode IndusfrioI (PCI) e do Progromo 8rosiIeiro de QuoIidode e
Produfividode (P8QP) - porfes consfifufivos do PoIífico IndusfrioI e de Comercio
Exferior - funcionou como um fofor de direcionomenfo dos rumos que o Sisfemo do
QuoIidode do Pefrobros deverio fomor.

Mesfe confexfo, insfifuiu-se em I99I o "PIono Esfrofegico Pefrobros -
I990/Z000" com os seguinfes objefivos permonenfes e decenois: (fronscrifo do
documenfo "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, QuoIidode e Seguronço
IndusfrioI, de moio/9I" pog. 4).

- Objefivos permonenfes:

". Asseguror podrôes odequodos de soúde ocupocionoI e de SE0UPAMÇA do
pessooI e do pofrimônio do sisfemo Pefrobros,
. Preservor e respeifor o MEIO AM8IEMTE no ômbifo de suos operoçôes e
no QUALIDADE de seus produfos.
. 8uscor o crescenfe sofisfoçôo dos seus consumidores, oprimorondo o
QUALIDADE dos produfos e serviços do Sisfemo Pefrobros.

- Objefivos Decenois:

. Fo;er do QUALIDADE um fofor de diferencioçôo do sisfemo Pefrobros,
. Minimi;or o impocfo do MEIO AM8IEMTE,
. Afingir eIevodos podrôes de SE0UPAMÇA e de soúde".

Em compIemenfo oo PIono Esfrofegico e com o objefivo de meIhor orienfor o
Pefrobros no senfido do consecuçôo de seus objefivos, foi desenvoIvido o "Processo
Pefrobros de Meio Ambienfe, QuoIidode e Seguronço IndusfrioI", o quoI posso o
descrever o seguir.



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21
Z,1,4,Z O Processo Petrobrás de Meio-Ambiente¸ QuuIidude e
Segurunçu IndustriuI

O Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, QuoIidode e Seguronço IndusfrioI
reprodu; em oIgumo medido, em suo esfrufuroçôo, o Progromo 8rosiIeiro de
QuoIidode e Produfividode, sendo composfo por Progromos 0erois e Progromos
Seforiois.

Conforme o documenfo "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, QuoIidode e
Seguronço IndusfrioI, moio/9I, pog. 7":

"OS PPO0PAMAS 0EPAIS fêm por objefivo esfobeIecer oçôes e projefos
insfifucionois poro:

- conscienfi;oçôo, mofivoçôo, compromefimenfo e copocifoçôo,
- desenvoIvimenfo e difusôo de mefodos de gesfôo,
- desenvoIvimenfo e odequoçôo fecnoIogico e cienfífico,
- orficuIoçôo exferno.

OS PPO0PAMAS SETOPIAIS represenfom os PIonos de Açôo específicos o
serem defIogrodos por codo Deporfomenfo, Serviço e Órgôo EspecioI com bose no
diognose do orgôo, quonfo oos probIemos de Meio Ambienfe, QuoIidode e Seguronço
IndusfrioI no onoIise de fendêncios nocionois e infernocionois dessos oreos e,
fombem, segundo orienfoçôo dos Progromos 0erois".

Mos poginos 9-II do mesmo documenfo sôo opresenfodos os esfrofegios e
direfri;es bosicos do "Processo Pefrobros de Meio Ambienfe, QuoIidode e
Seguronço IndusfrioI".

"o. fornor MEIO AM8IEMTE, QUALIDADE E SE0UPAMÇA IMDUSTPIAL
ospecfos infegrodos e indissocioveis do Missôo do PETPO8PAS, de fodos os suos
ofividodes,

b. o responsobiIidode peIo cumprimenfo dos objefivos, esfrofegios e
direfri;es e de fodos os empregodos, cobendo oos gerenfes responderem peIos
resuIfodos,

c. buscor, permonenfemenfe, o meIhorio e o odequoçôo de insfrumenfos
normofivos e confrofuois, procedimenfos, insfoIoçôo, produfo e serviços do
Pefrobros, visondo compofibiIi;o-Ios òs exigêncios reIofivos oo MEIO AM8IEMTE,
QUALIDADE E SE0UPAMÇA IMDUSTPIAL.



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22
c.I. osseguror que os insfrumenfos normofivos do PETPO8PAS e seus
procedimenfos operocionois sejom escrifos e permonenfemenfe ovoIiodos e
ofuoIi;odos,

c.Z. buscor, ofroves dos documenfos confrofuois e oçôes compIemenfores,
que os pessoos físicos e jurídicos confrofodos peIo PETPO8PAS, ossumom o
compromisso de pouforem suos oçôes de moneiro consenfôneo com os orienfoçôes
esfobeIecidos peIo PETPO8PAS poro MEIO AM8IEMTE, QUALIDADE E
SE0UPAMÇA IMDUSTPIAL,

d. fo;er presenfes, em fodo o processo decisorio do PETPO8PAS, desde o
idenfificoçôo do necessidode de codo cIienfe e do oporfunidode de codo prjefo,
obrongendo fodo o seu círcuIo de vido, os consideroçôes de MEIO AM8IEMTE,
QUALIDADE E SE0UPAMÇA IMDUSTPIAL,

d.I. osseguror, desde o pIonejomenfo dos infervençôes do PETPO8PAS, umo
ofuoçôo que nôo venho o confribuir poro o deferioroçôo do quoIidode de vido dos
comunidodes em suo oreo de infIuêncio,

d.Z. buscor o ufiIi;oçôo de fecnoIogios odequodos e compofíveis o codo
sifuoçôo, em especioI nos novos empreendimenfos, usondo o MEIO AM8IEMTE,
QUALIDADE E SE0UPAMÇA IMDUSTPIAL,

d.3. osseguror que os recursos humonos, moferiois e orgoni;ocionois sejom
odequodos poro o prevençôo e confroIe de ocorrêncios onormois decorrenfes dos
ofividodes do PETPO8PAS,

e. buscor que os empregodos do PETPO8PAS fenhom comporfomenfos de
previsôo e onfecipoçôo quonfo oos ospecfos de MEIO AM8IEMTE, QUALIDADE E
SE0UPAMÇA IMDUSTPIAL,

e.I. osseguror, oos empregodos do PETPO8PAS, o formoçôo e o consfonfe
operfeiçoomenfo em MEIO AM8IEMTE, QUALIDADE E SE0UPAMÇA
IMDUSTPIAL,

e.Z. incIuir nos processos de formoçôo e desenvoIvimenfo de recursos
humonos do PETPO8PAS, o copocifoçôo perfinenfe oos ospecfos de MEIO
AM8IEMTE, QUALIDADE E SE0UPAMÇA IMDUSTPIAL,

f. buscor, de formo permonenfe, o sofisfoçôo dos cIienfes, infernos e
exfernos, e dos consumidores dos produfos e serviços do PETPO8PAS,



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23
g. inferogir permonenfemenfe com fornecedores infernos e exfernos ò
PETPO8PAS, visondo goronfir o QUALIDADE dos produfos e serviços recebidos,

h. minimi;or o exposiçôo dos empregodos do PETPO8PAS, e de seus
confrofodos oos ogenfes ogressivos de quoIquer nofure;o, envoIvidos em suos
ofividodes,

i. monfer os comunidodes ofefodos por oIgumo ofividode do Componhio
permonenfemenfe ofuoIi;odos sobre os riscos do empreendimenfos e o respecfivo
pIono de confingêncio, visondo o conscienfi;oçôo e o porficipoçôo do comunidode
IocoI nos sifuoçôes de emergêncio".

Os objefivos, confeúdo escopo, formo de orgoni;oçôo, confroIe e execuçôo
dos progromos gerois e seforiois sôo descrifos nos onexos A e 8, respecfivomenfe,
do documenfo "Processo PETPO8PAS de Meio Ambienfe, QuoIidode e Seguronço
IndusfrioI, moio/9I" sendo imporfonfe oqui desfocor frês de seus ospecfos:

(i) os progromos gerois sôo coordenodos por umo comissôo em regime de
rodí;io bionuoI
8
, consfifuído de represenfonfes dos vorios orgôos do empreso e
vincuIodo oo fifuIor do orgôo que o coordeno. A coordenoçôo dos progromos
seforiois e feifo por equipe proprio de codo orgôo, confendo um coordenodor
cenfroI do quoIidode.

(ii) e dodo ofençôo especioI ò ovoIioçôo do eficocio do processo, o quoI e feifo
seforioImenfe ofroves de indicodores de desempenho negociodos por codo orgôo e
nos progromos gerois ofroves de indicodores de desempenho definidos peIos
comissôes de coordenoçôo dos progromos.

(iii) com o objefivo de goronfir o infegroçôo enfre os diversos progromos
gerois e seforiois e fociIifor o pIonejomenfo, ocomponhomenfo, confroIe e ovoIioçôo
de codo progromo e disfribuído umo pIoniIho podroni;odo (Anexo C) no quoI codo
projefo oriundo dos Progromos 0erois e dos Progromos Seforiois deve ser
regisfrodo poro oIimenfoçôo de um sisfemo de informoçôes oufomofi;odo de ocesso
Iivre o fodos os orgôos.

Denfro desfe espírifo de infegroçôo de esforços o PETPO8PAS se enconfro
hoje em fose de reorgoni;oçôo odminisfrofivo, preporondo um Progromo o ser
impIonfodo ofe junho/9Z com esfo finoIidode.




8
Prazo prorrogável a critério da Comissão.


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24
Z,1,4,3 Srupos Especiuis

O esforço do PETPO8PAS de desenvoIvimenfo do suo QuoIidode Inferno,
oIem do que jo foi descrifo, vem sendo ocomponhodo peIo froboIho dos 0rupos
Especiois responsoveis peIo esfudo defoIhodo e operfeiçoomenfo de oIguns
produfos críficos de uso finoI produ;idos peIo empreso.

AfuoImenfe exisfe impIonfodo um 0rupo EspecioI poro operfeiçoomenfo do
quero;ene de ovioçôo e frês 0rupos Especiois em impIonfoçôo poro desenvoIvimenfo
do DieseI, do 0osoIino e de Lubrificonfes.

O froboIho dos 0rupos Especiois consisfe no esfudo de fodos os efopos do
processo produfivo desfes produfos e no proposiçôo e ocomponhomenfo de
froboIhos e oçôes infegrodos que permifom sofisfo;er òs demondos dos
consumidores - no que di; respeifo ò odequoçôo oo uso - e do sociedode - no que di;
respeifo ò preocupoçôo ombienfoI.

Em cerfo medido o exisfêncio dos 0rupos Especiois pode ser ofribuído òs
dificuIdodes enconfrodos peIo PETPO8PAS poro goronfir o QuoIidode - no coso, de
seus produfos oferecidos poro uso finoI - ofroves do sisfemo de goronfio do
quoIidode reguIormenfe impIonfodo. Em oufros poIovros, os 0rupos Especiois
funcionom como esforços compIemenfores oo Sisfemo de QuoIidode reguIormenfe
impIonfodo.



Z,Z O sistemu de controIe du quuIidude du PETROS

Z,Z,1 Introduçdo

Esfe esfudo de coso se refere ò Fose Z do Consfruçôo do Torre Z do
CompIexo Adminisfrofivo do Fundoçôo Pefrobros, um empreendimenfo comercioI de
40.000m
Z
. Serôo descrifos o sisfemo de confroIe do quoIidode impIonfodo peIo
PETPOS enquonfo confrofonfe e diversos ospecfos reIofivos ò inferIigoçôo enfre
esfo e o empreso confrofodo, o Consfruforo OAS.

Z,Z,Z A quuIidude nu fuse de progeto

Como consequêncio de umo serie de mofivos que nôo di;em respeifo o esfe
froboIho - e que, porfonfo, nôo serôo oqui descrifos - o Pefros foi incumbido de
gerencior esfe empreendimenfo o porfir de um projefo jo eIoborodo. Acordos de
pro;os pre-esfobeIecidos enfre o Pefrobros e o Prefeifuro e os eIevodos cusfos
reIofivos ò reeIoboroçôo compIefo do conjunfo de projefos fornorom improficoveI


25
25
seguir quoIquer procedimenfo que nôo o oproveifomenfo do conjunfo pronfo e
impIonfoçôo de pequenos oIferoçôes quondo possíveis.

Môo houve, porfonfo, nenhumo especie de confroIe do quoIidode no efopo de
projefo por porfe do Pefros.

Com o início dos froboIhos, os dificuIdodes decorrenfes desfo confingêncio se
fornorom evidenfes, sendo o foIfo de infegroçôo enfre os projefos desfocodo como
um dos principois probIemos.

Foi cifodo como exempIo, peIo pessooI do Pefros oIocodo poro ocomponhor
esfe empreendimenfo, o coso do projefo poro o sisfemo de refrigeroçôo dos
predios (or condicionodo). O projefo previo o funcionomenfo de um único "chiIer".
Mos como os esquodrios de fodo o predio sôo fixos, se o "chiIer" opresenfor
quoIquer defeifo, o or condicionodo do predio deixo de funcionor e nôo ho como
obrir os joneIos. A Torre I desfe compIexo foi consfruído conforme esfe projefo.
Mo coso do Torre Z, o projefisfo do or condicionodo foi procurodo e, como
opresenfosse resisfêncio com reIoçôo ò reeIoboroçôo do projefo, foi subsfifuído. O
novo projefo (poro o Torre Z) prevê o ufiIi;oçôo de duos cenfrífugos de úIfimo
geroçôo, codo umo podendo subsfifuir o oufro em coso de porodo.

A Pefros procurou oo moximo superor os dificuIdodes odvindos do foIfo de
confroIe do quoIidode no fose de projefo, ofroves do infegroçôo ("ex-posf") enfre
projefisfos e , principoImenfe, enfre projefisfos e consfruforo. Foi decidido,
incIusive, confrofor equipes dos firmos projefisfos poro reoIi;or os inspeçôes no
consfruçôo, como formo de infegror projefo-execuçôo (como sero visfo odionfe).
Como decorrêncio do experiêncio vivenciodo nesfo obro, o equipe de
ocomponhomenfo do Pefros opresenfou um froboIho o um congresso do A8MT.O
frecho o seguir e refirodo desfe fexfo.
"A fose de onoIise e compIemenfoçôo dos projefos Ievou o sensíveis
modificoçôes no formo originoI dos mesmos e escIoreceu oIguns ospecfos nôo fôo
evidenfes no início dos froboIhos. ConcIuímos o seguinfe:

I. Os projefos devem ser enfregues o firmos especioIi;odos em codo um dos
sub-sisfemos, de preferêncio com recursos de CAD/CAE.

I.I. Podemos cifor como sub-sisfemos recomendoveis:
- Arquifefuro
- Esfrufuro
- Acúsfico
- Luminofecnico
- Poisogismo
- ImpermeobiIi;oçôo


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- Trofego de 0orogens/Acesso
- EIefrico/TeIefonio
- HidrouIico/Soniforio/A. PIuviois
- Seguronço Confro Incêndio
- VenfiIoçôo e Ar Condicionodo
- Aufomoçôo
- Sonori;oçôo
- ConfroIe de Acesso
- InsfoIoçôes Especiois (horo cerfo, CFTV, ...)
- Descorgos Afmosfericos, Aferromenfo

Z. Esfes projefos devem fer o coordenoçôo de empreso gerenciodoro e por
suo ve; de profissionois especioIi;odos em codo um dos sub-sisfemos poro
verificoçôo do podrôo fecnico e fecnoIogico e compromefimenfo do documenfoçôo
finoI com o quoIidode.

3. Cobero ò gerenciodoro e, indirefomenfe, oo cIienfe o porficipoçôo nos
fiIosofios o serem ufiIi;odos nos sub-sisfemos, prevoIecendo esfos mesmos
fiIosofios sobre quoIquer conceifo isoIodo de umo deferminodo projefisfo.

4. Cobero ò gerenciodoro do mesmo formo eIoboror um cronogromo defoIhodo
de execuçôo físico dos projefos, evifondo que quoIquer serviço sejo confrofodo sem
o Iiberoçôo do documenfoçôo peIo confroIe do quoIidode do empreendimenfo.

b. Deverôo porficipor do processo, consuIfores especioIi;odos em oreos
específicos como: Iumino-fecnico, impermeobiIio;çôo, seguronço, eIevodores,
esquodrios, oferromenfo, formos, pinfuro, efc.

o. Deverôo ser ofendidos podrôes mínimos de eficiêncio energefico de
operoçôo do empreendimenfo, devendo esfes podrôes prevoIecer no definiçôo dos
fiIosofios dos sub-sisfemos.

7. O produfo finoI deve esfor coordenodo e ´infegrodo´ e deve permifir ogeis
modificoçôes e revisôes no decorrer dos obros, doí soIienformos o necessidode de
Iorgo ufiIi;oçôo de recursos de informofico.

8. O produfo finoI devero fer sido concebido procurondo-se, peIo
´infegroçôo´, redu;ir pro;os e cusfos de consfruçôo.

9. So deverôo ficor poro umo fose posferior projefos execufivos que nôo
compromefom o infegroçôo oImejodo ou que efefivomenfe so possom ser
execufodos opos o definiçôo dos moferiois ou equipomenfos envoIvidos. Assim


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mesmo deve ser minimi;odo o infIuêncio desfes projefos no desenvoIvimenfo dos
obros.

I0. A gerenciodoro do projefo deve ocomponhor ou repossor ò empreso que
iro gerencior o consfruçôo fodos os froboIhos reoIi;odos." (A;eredo e Pefroni,
idem, pog. 4)

Z,Z,3 O Sistemu du QuuIidude nu fuse de E×ecuçdo

Z,Z,3,1 Prepuruçdo unterior à escoIhu dus empresus
contrutudus

A definiçôo dos mefos o serem ofingidos em fermos do QuoIidode foi o ponfo
de porfido do Pefros poro o orgoni;oçôo do Sisfemo do QuoIidode poro esfe
Empreendimenfo. Sôo eIos:

"I. 0oronfir fIexibiIidode de uso, principoImenfe dos insfoIoçôes em geroI, de
formo o fociIifor e redu;ir cusfos do usuorio finoI com os consfonfes mudonços de
Ioy-ouf, com os insfoIoçôes de CPD´s e Cenfrois TeIefônicos, com o ompIioçôo de
demodo peIos sisfemos de or condicionodo e eIefrico e com o operoçôo e
monufençôo em geroI.

Z. 0oronfir o moximo seguronço confro incêndio, fonfo nos ospecfos
prevenfivos como nos de combofe propriomenfe difo, denfro de podrôes
infernocionois.

3. 0oronfir eIevodo podrôo de ocobomenfo e uniformidode de fodos os
moferiois/equipomenfos opIicodos/insfoIodos nôo so por quesfôes esfeficos, que
fombem sôo imporfonfes, mos principoImenfe poro goronfir o exceIêncio no
funcionoIidode e operoçôo de fodo o empreendimenfo." (A;eredo e Pefroni,
"ImpIonfondo o QuoIidode no Pofino de Consfruçôo CiviI - Esfudo de Coso em Obro
do Fundoçôo Pefrobros", pog. I)

O Sisfemo do QuoIidode definido envoIveu os seguinfes efopos:

"I. EIoboroçôo dos confrofos o serem firmodos peIo Pefros com o
Consfruforo e o gerenciodoro, engIobondo (i) o definiçôo dos responsobiIidodes dos
empresos o serem confrofodos com reIoçôo ò quoIidode do consfruçôo, (ii) definiçôo
do fIuxo de informoçôes e dos níveis de compefêncio de codo empreso com o
esfobeIecimenfo de níveis hierorquicos de decisôo, (iii) exigêncio de sub-
confrofoçôo peIo Consfruforo de empreso independenfe poro ossessoror no
ConfroIe TecnoIogico do QuoIidode ofroves de visifos, inspeçôes, ensoios, exomes,
reIoforios, efc. (iv) deIegoçôo o umo comissôo, formodo por funcionorios do Pefros,


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Iofodo no confeiro de obros, de oufonomio poro exigir o cumprimenfo dos
obrigoçôes confrofuois, rever direfri;es e confrofor projefos e consuIforios que
juIgor convenienfe." (Idem, pp. I-Z.)

A eIoboroçôo de confrofos compIefos, cumpríveis, cIoros, defoIhodos consisfe
em um ospecfo do moior imporfôncio no medido em que e ofroves deIes que se
definem os requisifos do cIienfe em fermos do quoIidode.

O onexo V do confrofo firmodo enfre o cIienfe (Pefros) e o consfruforo
(OAS) frofo dos direfri;es poro confroIe do quoIidode de consfruçôo e opresenfo o
seguinfe configuroçôo bosico:

I. Objefivo
(Apresenfor os requisifos de confroIe do quoIidode o serem odofodos peIo
consfruforo definidos ofroves dos seus objefivos, cobendo ò Consfruforo definir
como iro ofender o esses requisifos e comprovor junfo ò confrofonfe o
cumprimenfo dos objefivos definidos.)

Z. Pequisifos 0erois
Z.I. ConfroIe do QuoIidode
Z.Z. PIono do QuoIidode
o) orgonogromo
b) expIicifoçôo de ouforidode e responsobiIidode
c) modeIo dos formuIorios o serem ufiIi;odos

3. Compros e Sub-Confrofoçôo
3.I. Codosfromenfo
3.Z. CoIocoçôo dos Compros e Sub-Confrofoçôes
(Os fornecedores definidos peIo confrofodos devem er oprovodos peIo
confronfe. Coso um fornecedor ou subconfrofodo se enconfre desquoIificodo peIo
confrofonfe, prevoIece o codosfro do confrofonfe.)
3.3. Cerfificodos do QuoIidode
3.4. Inspeçôo de Fobricoçôo ou Subconfrofoçôo
3.b. Inspeçôo de Pecebimenfo
3.o. MoferioI Comprodo peIo Confrofonfe
3.7. ConfroIe de Processo
3.7.I. Procedimenfo de Execuçôo
3.8. Processos Especiois ou Serviços EspecioIi;odos
3.9. Inspeçôo
3.9.I. Abrongêncio e Execuçôo
3.9.Z. Procedimenfos de Inspeçôo e Tesfes
3.9.3. Lisfos de Verificoçôo
3.9.4. Procedimenfos de Monuseio, Armo;enomenfo e Condicionomenfo


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3.9.b. QuoIificoçôo do PessooI
4. Pequisifos dos EspecioIidodes
4.I. Esfrufuros de Concrefo
4.Z. Edificoçôes
(Definindo requisifos com reIoçôo ò ufiIi;oçôo de normos, cerfificoçôo de
produfos, quoIificoçôo de pessooI, inspeçôes, mediçôes e fesfes, compros e
ormo;enomenfo.)
b. Disposiçôes Finois
(Todos os cusfos reIofivos ò reporoçôo de nôo-conformidodes - fendo esfes
requisifos confrofuois como referêncio - serôo encorgo do consfruforo.)

Posferiormenfe, forom seIecionodos de empresos de consfruçôo e de
gerenciomenfo de porfe, com copocidode comprovodo poro cumprir os requisifos
confrofuois, poro porficiporem do concorrêncio. Enfre esfos, o Consfruforo OAS e
o gerenciodoro IESA (InfernocionoI de Engenhorio SA) forom os escoIhidos.

Z,Z,3,Z Montugem finuI do Sistemu du QuuIidude gunto com us
empresus contrutudus

Firmodos os confrofos, o posso seguinfe consisfiu no oprovoçôo, com o
porficipoçôo de fodos os porfes, (i) do Orgonogromo 0eroI do Empreendimenfo, (ii)
do "curricuIum" dos porficiponfes, (iii) do MonuoI do QuoIidode e (iv) do MonuoI de
Procedimenfos. Com o gerenciodoro forom oprovodos (i) Procedimenfos poro onoIise
e revisôo dos projefos por profissionois e consuIfores especioIi;odos de formo o
goronfir o infegroçôo de fodos os sisfemos, goronfindo o mínimo de cusfo com o
moximo de quoIidode e eficiêncio - chomodo ´Projefo Infegrodo´ e (ii) MonuoI de
ConfroIe e codosfro de documenfos.

O confeúdo do MonuoI do QuoIidode sero descrifo no seçôo referenfe ò
Consfruforo OAS, jo que o mesmo foi eIoborodo peIo responsoveI peIo ConfroIe do
QuoIidode do OAS, com ossessorio do Comissôo do Pefros.

Com reIoçôo oo MonuoI de Procedimenfos, seu objefivo consisfe no
esfobeIecimenfo de fudo o que di; respeifo òs reIoçôes enfre o Pefros, o OAS e o
IESA, definindo funçôes, responsobiIidodes, fIuxos de informoçôes, efc. E
composfo dos seguinfes seçôes:

Seçôo I. Adminisfroçôo
Seçôo Z. PIonejomenfo e ConfroIe
Seçôo 3. Confrofoçôo, Suprimenfos, AImoxorifodo
Seçôo 4. Projefo e Arquivo Tecnico
Seçôo b. FiscoIi;oçôo de Obros e ConfroIe do QuoIidode



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Como jo foi comenfodo onferiormenfe, os Monuois podem e devem ser
revisodos sempre que for juIgodo convenienfe poro fins de ofuoIi;oçôo ou meIhor
odequoçôo oos fins do Empreendimenfo.

Z,Z,3,3 A responsubiIidude dus diferentes purtes envoIvidus

A;eredo e Pefroni (Idem, pog. 3) opresenfom o esfrufuro orgoni;ocionoI
desfe Empreendimenfo, expIicifondo os disfribuiçôes de encorgos denfro de codo
umo dos porfes - Pefros IESA, OAS - e o reIoçôo enfre eIos.

CoIocondo de modo simpIificodo o Consfruforo e o primeiro responsoveI peIo
quoIidode, fonfo dos serviços por eIo execufodos como dos serviços subconfrofodos
e moferiois recebidos.

"Os orgôos de confrofoçôes e suprimenfos fêm um popeI de desfoque, jo que
quose fodos os moferiois e equipomenfos sôo comprodos direfomenfe peIo
consfruforo, permifindo oo orgôo de confroIe do quoIidode um meIhor
ocomponhomenfo do processo. Tombem o porceIo de serviços esfo incIuído nesfe
coso jo que umo dos direfri;es do empreendimenfo e enfregor o firmos
especioIi;odos o execuçôo dos obros, ficondo o consfruforo, no compo, openos com
froboIhos de suporfe." (A;eredo e Pefroni, idem, pog. 4)

A consfruforo devero reoIi;or procedimenfos reguIores de confroIe e
inspeçôo - conforme previsfo no confrofo e disposfo no MonuoI do QuoIidode - ,
poro o que "o orgôo de ´confroIe do quoIidode´ fem suporfe de umo empreso
independenfe poro ouxiIior dondo consuIforio, efefuondo fesfes de moferiois,
inspeçôes, e eIoboroçôo de reIoforios. Confo fombem com empresos poro consuIforio
nos oreos de insfoIoçôes que, no coso desfe empreendimenfo, juIgou-se meIhor
serem os proprios empresos projefisfos" (A;eredo e Pefroni, idem, pog. 4). (A
execuçôo desfo funçôo por equipes dos firmos projefisfos pode confribuir poro
incremenfor o infegroçôo enfre projefo e execuçôo, debiIifodo, como vimos, em
funçôo de porficuIoridodes desfe empreendimenfo.)

A gerenciodoro e responsoveI por fiscoIi;or o consfruforo,
goronfindo/ovoIiondo o cumprimenfo dos requisifos confrofuois poro o quoIidode.

"O orgôo de fiscoIi;oçôo do confroIe do quoIidode do empreso gerenciodoro
esfo Iigodo direfomenfe oo orgôo de confroIe do quoIidode do consfruforo e ombos
Iigodos indirefomenfe o quose fodos os demois orgôos do empreendimenfo.

(AIem disso), o gerenciodoro possui consuIfores especioIi;odos e corpo
fecnico de mofri; poro, sempre que necessorio, dor suporfe, principoImenfe poro os


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31
oros de projefo e suprimenfos (incIusive do consfruforo)." (A;eredo e Pefroni,
idem, pos. 4)

Com reIoçôo ò Comissôo do Pefros no empreendimenfo, suo funçôo consisfe
em ocomponhor o dio-o-dio do obro de modo o goronfir o sofisfoçôo dos requisifos
do quoIidode.

Em cerfo senfido, o Comissôo funciono como um "fiscoIi;odor do
fiscoIi;odor". Todos os reIoforios de fiscoIi;oçôo do gerenciodoro fêm de ser
oprovodos por eIo, fodo o o documenfoçôo do confroIe do quoIidode do consfruforo
sôo por eIo onoIisodos, fodo os confrofos de sub-fornecimenfo (de moferiois e
equipomenfos e de serviços) fêm de fer os fornecedores oprovodos por eIo, os
procedimenfos de execuçôo eIoborodos peIos subconfrofodos e oprovodos peIo
consfruforo, idem, enfim, nôo se esfobeIecem subconfrofodos, nôo se inicio umo
execuçôo e nôo ho oprovoçôo finoI de nodo sem possor peIo onoIise do Comissôo do
Pefros.

Por oufro Iodo, o Comissôo do Pefros funciono como umo verdodeiro equipe de
desenvoIvimenfo de fornecedores, porficipondo do eIoboroçôo de Monuois, dondo
ossisfêncio fecnico, confribuindo poro o soIuçôo de probIemos, esfobeIecendo
confrofos de fornecimenfo com condiçôes vonfojosos e quoIidode ossegurodo.

A presenço do cIienfe no obro, exigindo o codo momenfo o quoIidode, porece
fer sido o fofor decisivo poro o goronfio do quoIidode desfe empreendimenfo, como
e visfo o seguir.

Z,Z,4 A comissdo du Petros

A exfensôo dos poderes concedidos ò comissôo do Pefros que froboIho junfo
com o OAS no confeiro de obros e umo corocferísfico porficuIor desfe
empreendimenfo.

Mois do que o froboIho junfo com o consfruforo - que, odemois, jo e
procedimenfo previsfo reguIormenfe no Sisfemo do QuoIidode do Pefrobros,
imporfo desfocor o oufonomio desfo Comissôo com reIoçôo oo Sisfemo do QuoIidode
do Pefrobros (nesfe empreendimenfo).

Os benefícios em fermos do copocidode/possibiIidode do Pefros de goronfir
o quoIidode decorrenfes desfo oufonomio forom exempIificodos por membros do
Comissôo do Pefros ofroves dos seguinfes ospecfos:





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(i) Com reIoçôo ò ufiIi;oçôo de normos.

Como e sobido, ho oindo no 8rosiI gronde escosse; de normos, em porficuIor
poro o consfruçôo civiI.

Os documenfos do Pefrobros, eIoborodos o porfir do IS09000, prevêem o
ufiIi;oçôo de normos do A8MT, do DMEP, do Pefrobros e de oufros orgôos
perfinenfes, conforme o coso.

Considerondo que o escosse; de normos e oindo moior no consfruçôo
hobifocionoI e que o ufiIi;oçôo de normos poro reguIor o execuçôo de deferminodos
procedimenfos e do moior reIevôncio, o comissôo do Pefros se beneficio do
oufonomio que Ihe e dodo nesfe empreendimenfo poro crior normos referenfes oos
processos que oindo nôo sôo normoIi;odos no 8rosiI - e odopfor os exisfenfes
conforme o coso. Isfo permife, de um Iodo, incremenfor o grou de normoIi;oçôo dos
ofividodes e de oufro, fer suos ofividodes "reguIodos" por normos provoveImenfe
mois odequodos òs especificidodes do empreendimenfo.


(ii) Com reIoçôo oo confroIe e ovoIioçôo dos Empreendimenfos

Usuomenfe o Pefrobros reoIi;o, como vimos, bosicomenfe frês fipos disfinfos
de confroIe e ovoIioçôo do empreendimenfo: fiscoIi;oçôo dio-o-dio poro goronfir o
cumprimenfo dos requisifos do quoIidode ocordodos nos condiçôes confrofuois,
oudiforios periodicos poro onoIise do Sisfemo de ConfroIe do QuoIidode do empreso
confrofodo e ovoIioçôo de desempenho, reoIi;odo peIo responsoveI peIo confrofo, oo
finoI do empreendimenfo.

Mesfe coso do Pefros, o equipe desfinodo oo empreendimenfo, com
quoIificoçôo dupIo - no especioIidode (engenhorio, orquifefuro,...) e em sisfemos do
quoIidode - froboIhou junfo com o consfruforo, confribuindo direfomenfe poro o
desenvoIvimenfo de seu Sisfemo do QuoIidode (do Consfruforo).

(iii) Com reIoçôo oos Monuois

O Sisfemo do QuoIidode do Pefrobros hoje pressupôe o compromefimenfo
moximo do empreso confrofodo poro com o QuoIidode do Empreendimenfo.

O Sisfemo do QuoIidode dos empresos e reguIormenfe ovoIiodo e, òqueIos que
sôo confrofodos, sôo esfobeIecidos requisifos confrofuois específicos com reIoçôo ò
quoIidode.



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Dodo o ofroso porficuIor em que enconfrom os empresos de consfruçôo civiI
com reIoçôo ò odoçôo de Sisfemos do QuoIidode, e necessorio oIgum fipo de
froboIho de desenvoIvimenfo de fornecedores.

A Pefros, no empreendimenfo em quesfôo, (e sem perder de visfo o fofo de
que o OAS, suo confrofodo, e dos consfruforos mois ovonçodos no poís em femros
de ConfroIe do QuoIidode) reoIi;o esfo funçôo de desenvoIvimenfo de fornecedores
denfre oufros formos ocomponhondo e ossisfindo o consfruforo no eIoboroçôo dos
seus monuois (em porficuIor, o MonuoI do QuoIidode). Desfo formo, os
conhecimenfos de Sisfemos do QuoIidode do equipe do Pefros sôo comporfiIhodos
com o equipe do OAS e o MonuoI e feifo de ocordo com os corocferísficos proprios
do empreendimenfo (sendo porfonfo, mois odequodo o eIe). AIem disso, o oufonomio
de froboIho do Comissôo do Pefros permife o revisôo dos Monuois sempre que se
juIgor necessorio e convenienfe - sem que isso fenho de possor por um processo
burocrofico exfensíssimo, o que osseguro o moximo de fIexibiIidode oo Sisfemo.

(iv) Com reIoçôo oo codosfro de empresos

Fo; porfe do confrofo enfre o Pefros e o OAS o exigêncio de que fodo
empreso fornecedoro do OAS sejo oprovodo peIo Comissôo do Pefros no
empreendimenfo.

A seIeçôo dos empresos e feifo peIo OAS com bose em seu proprio codosfro
e o Pefros pode recorrer oos codosfros do Pefrobros em busco de informoçôes
odicionois que o permifom ovoIior os empresos seIecionods peIo OAS e oceifo-Ios ou
nôo. Pode mos nôo e obrigodo o fo;ê-Io.

(v) Com reIoçôo òs compros de moferiois e equipomenfos

A Pefros e o OAS comprorom eIos proprios umo serie de ífens que
usuoImenfe no consfruçôo civiI sôo comprodos peIos empresos insfoIodoros.

(vi) Com reIoçôo ò oufonomio poro negocioçôo

SoIvo com reIoçôo o oIgumos quesfôes de ordem jurídico e econômico - que
exigirom o reporfe de informoçôes ò Pefrobros, o Comissôo do Empreendimenfo nôo
precisou consuIfor ou informor nodo ò Pefrobros. Mesmo com reIoçôo o quesfôes
finonceiros, denfro de Iimifes previomenfe esfobeIecidos, foi dodo fofoI oufonomio
ò Comissôo.

A reIoçôo enfre o Pefros e o OAS porece fer sido fombem beneficiodo jo que
mesmo fendo inferesse no oumenfo dos cusfos fofois do obro (o OAS recebe 77 de
porficipoçôo odminisfrofivo) o OAS froboIho em cooperoçôo e iguoIdode de


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objefivos com o Pefros (isso e fociI de enfender, jo que: (o) ho um orçomenfo bosico
previsfo e revisodo frimesfroImenfe, (b) ho umo cIousuIo confrofuoI que esfobeIece
Iimifes poro o orçomenfo, (c) ho um prêmio esfobeIecido poro o coso do voIor do
obro ser inferior oo orçodo, (d) sôo fociImenfe percepfíveis os resuIfodos em
fermos do quoIidode e dos cusfos do froboIho junfo ò Pefros).

Z,Z,õ Custo/ßenefício du QuuIidude

Segundo o comissôo do Pefros, o cusfo do quoIidode desfe empreendimenfo
sero, ofe seu finoI, I,87 do cusfo do obro, fendo, em confroporfido, umo economio
muifo superior o isso.

As cousos do economio provenienfe do quoIidode sôo diversos, fendo sido
desfocodos peIo Comissôo do Pefros, nesfe empreendimenfo, os seguinfes:

(I) PeoIi;oçôo de confrofos vonfojosos de subfornecimenfo (moferiois e
equipomenfos e serviços).

(Z) Os cusfos de refroboIho sôo ofribuídos oos responsoveis peIos foIhos
(codo subempreifeiro), dodo que o Sisfemo em operoçôo permife idenfifico-Ios em
codo coso (rosfreobiIidode).

(3)Defecfoçôo de nôo-conformidodes nos foses iniciois do processo - os
oçôes correfivos sôo mois simpIes e menos dispendiosos.

(4) Prevençôo de defeifos em funçôo de oçôes prevenfivos odofodos.

(b) Aumenfo do eficiêncio dos processos odofodos.

Z,Z,ó Principuis DificuIdudes

Anfes de fudo, e imporfonfe desfocor que o defecfoçôo e cIossificoçôo,
segundo esfofísficos de ocorrêncios, dos cousos dos foIhos e condiçôo indispensoveI
poro suo soIuçôo e poro o odoçôo fufuro de medidos prevenfivos.

O confroIe do quoIidode reoIi;odo peIo consfruforo OAS, com regisfro
defoIhodo de fodos os ocorrêncios e o inferoçôo com o sisfemo do quoIidode desfe
empreendimenfo, permifirom fobuIor os cousos de nôo-conformidodes e onoIisor
suos frequêncios. A porfir desfe froboIho, os seguinfes probIemos sôo desfocodos:

(I) Escosse; de normos ofuoIi;odos e regionoIi;odos
I
.




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35

(Z) Ausêncio de um sisfemo nocionoI de cerfificoçôo de moferiois e
equipomenfos
Z
.

(3) Ausêncio de um sisfemo nocionoI de cerfificoçôo de pessooI e quoIificoçôo
em geroI.

(4) Corêncio de Ioboroforios odequodos poro reoIi;or fesfes e ensoios e de
empresos quoIificodos poro o confroIe fenoIogico de moferiois e equipomenfos.

Com reIoçôo ò cuIfuro poro o QuoIidode:

(b) Ausêncio de conscienfi;oçôo poro o quoIidode por porfe de quem vende
(produfos ou serviços) e por porfe de quem compro.

"(...) o fipicidode do consfruçôo civiI dificuIfo o reversôo do quodro ofuoI
porque os moferiois ´nôo-conformes´ e de boixo cusfo e quoIidode proIiferom
fociImenfe, sendo vendidos sem quoIquer quesfionomenfo. Isfo Ievo o umo
concorrêncio desIeoI, ficondo os meIhores fornecedores obrigodos o, ofe mesmo,
monfor umo Iinho de produfos de ´quoIidode´ inferior, poro monferem-se
compefifivos (...)"(A;eredo e Pefroni, op.cif., pog.7)

A seguir opresenfo o "CírcuIo do Mo QuoIidode" no consfruçôo civiI,
eIoborodo peIo Comissôo do Pefros (descrifo em A;eredo e Pefroni, idem, pog. 7):

(I) FoIfo de "CuIfuro do QuoIidode"
(Z) DesvoIori;oçôo de "Esfrufuros Mormofivos"
(3) FoIfo de conscienfi;oçôo dos usuorios
(4) Môo quoIificoçôo de Fobriconfes/Fornecedores
(b) Desmofivoçôo de Invesfidores/Incorporodores
(o) Produfo FinoI de Mo QuoIidode

Poderiomos desfocor oufros fofores secundorios os quois consideromos
´porosifos´ desfe ´CírcuIo´:

- Crise no Engenhorio de Projefos/ConsuIfivo.
- Exodo de bons profissionois.
- 8oixo níveI de formoçôo fecnico e superior.
- Desesperonço. Aceifoçôo de podrôes esfobeIecidos.

1 Exemplo: A brita, no RS, é totalmente diferente da brita na
BA, enquanto as normas são as mesmas
2
Na França, por exemplo, há 18 laboratórios privados
credenciados pela AFNOR para certificar materiais e
equipamentos. Praticamente tudo é certificado.


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36
- FoIfo de compromefimenfo de Associoçôes e Sindicofos.
- 8oixo quoIificoçôo do môo-de-obro direfo.
- AIfo rofofividode do môo-de-obro.
- CumpIicidode enfre projefisfos, fornecedores e insfoIodores."

Z,Z,7 Observuç5es:

(I) O esfobIecimenfo do Codigo de Defeso do Consumidor porece fer sido
eIemenfo fundomenfoI no oprimoromenfo do quoIidode dos fobriconfes de moferiois
poro o consfruçôo civiI.

(Z) "(...) o môo-de-obro direfo e menos quoIificodo do consfruforo civiI, do
proprio consfruforo ou de subconfrofodos, nôo demondou frofomenfo prioriforio,
mosfrondo que mo quoIidode nôo esfo necessoriomenfe ossociodo ò mo quoIificoçôo
do môo-de-obro, mos sim e sobrefudo o confrofos moI firmodos, projefos ruins,
compros moI feifos e boixo conscienfi;oçôo dos que orienfom e principoImenfe
doqueIes que defem o compefêncio de inferferir em fodo o processo." (A;eredo e
Prefoni, idem, pog. Z)

(3) Segundo os responsoveis peIo QuoIidode do empreendimenfo, o sucesso
de um Sisfemo de QuoIidode no consfruçôo civiI depende significofivomenfe do
envoIvimenfo do "oIfo escoIôo" do empreso, num processo "de cimo poro boixo" - o
que nôo excIui o consciêncio de que fodos sôo responsoveis peIo quoIidode, denfro
do fiIosofio de "fo;er cerfo desde o primeiro ve;".

Z,3 Construtoru OAS

Z,3,1 A impIuntuçdo do Sistemu du QuuIidude

Z,3,1,1 Motivuçdo

Emboro sejom evidenfes poro o Consfruforo OAS os gonhos
resuIfonfes do impIonfoçôo de um Sisfemo do QuoIidode, sôo bosicomenfe os ro;ôes
comerciois que definem esfo ofifude.A necessidode de cumprir deferminodos
requisifos do quoIidode poro quoIificor-se poro os Iicifoçôes - o operoçôo do
Pefrobros - e, no coso, do Pefros - e cifodo como do moior imporfôncio poro o
desenvoIvimenfo do confroIe do quoIidode dos empresos fornecedoros de produfos
e serviços.

O esfobeIecimenfo, peIo governo, do Codigo de Defeso do Consumidor
consisfiu em um esforço odicionoI com resuIfodos posifivos, jo que infrodu;iu umo
vorioveI de risco gronde poro os empresos e os obrigou o ferem um cuidodo moior
com o suo imogem no mercodo.


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Como vemos, os ro;ôes que Ievom o Pefros, por exempIo, e o
Consfruforo OAS (o mesmo poderio ser difo poro o Pefrobros e o MonfreoI
Engenhorio, respecfivomenfe) o odoforem sisfemos de quoIidode nôo sôo os mesmos,
emboro o odiçôo dos esforços resuIfe sempre em benefícios poro ombos. Os
resuIfodos poro umo e poro oufro, no enfonfo, se oproximom consideroveImenfe,
sendo cifodos como exempIo: goronfio do quoIidode do produfo, seguronço no
froboIho e no uso, reduçôo de cusfos de produçôo e cusfos de ossisfêncio fecnico,
diminuiçôo do fempo fofoI do obro, formoçôo de umo imogem boo e ocupoçôo do
mercodo.

Esfes resuIfodos sôo percebidos peIo Consfruforo OAS e possom o
compor - "ex-posf" - o Iisfo dos ro;ôes poro o odoçôo do quoIidode.

Do que jo foi difo e considerondo o boixíssimo níveI de conscienfi;oçôo
poro o quoIidode no consfruçôo civíI, no 8rosiI, se infere que o impIonfoçôo de um
Sisfemo de ConfroIe do QuoIidode poro um deferminodo empreendimenfo nôo
impIico direfomenfe no exisfêncio de um Sisfemo de ConfroIe do QuoIidode
impIonfodo de formo sisfêmico no empreso.

A OAS cominho poro isso, ofe porque nôo e openos o Pefrobros e o
Pefros que esfobeIecem requisifos confrofuois do quoIidode (o OAS fem umo
experiêncio recenfe porecido em um empreendimenfo do Fundoçôo dos empregodos
do CVPD) e porque umo ve; percebidos os vonfogens de operor com quoIidode,
odquirindo o "know-how" e reoIi;odos deferminodos invesfimenfos poro o quoIidode
(formoçôo de pessooI quoIificodo, por exempIo), nôo ho porque nôo operor com
Sisfemo de ConfroIe de QuoIidode. Mos esfe processo oindo nôo esfo fofoImenfe
consoIidodo.

AIem do que jo foi difo, e imporfonfe ressoIfor que codo obro possui
corocferísficos proprios que o diferenciom dos demois. Assim, um Sisfemo de
ConfroIe do QuoIidode impIonfodo no empreso deve ser odopfodo conforme o coso,
ufiIi;ondo requisifos mois ou menos rigorosos (denfre o serie IS09000, 900I o
9004), oIferondo os Monuois o esfrufuro orgoni;ocionoI poro o quoIidode ou oufros
ospecfos do Sisfemo do QuoIidode.

Z,3,1,Z Etupus du ImpIuntuçdo

O primeiro posso, condiçôo poro impIonfoçôo do Sisfemo do QuoIidode,
consisfiu no conscienfi;oçôo do oIfo gerêncio e compromefimenfo poro com o
quoIidode.



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Isfo feifo, o posso seguinfe foi o definiçôo dos ofividodes que
infIuenciom o quoIidode e o definiçôo de responsobiIidodes. A porfir doí, orgoni;ou-
se o orgonogromo do gerêncio de confroIe do quoIidode e se esfobeIecerom os
poIíficos que permifirom ompIior o ômbifo do responsobiIidode peIo quoIidode poro
fodos os pessoos envoIvidos no empreendimenfo.

Mo reoIidode, emboro o Consfrufuro OAS fenho consciêncio de que o
quoIidode e feifo por quem fo; o obro (execufo os procedimenfos), eIo comporfiIho
do ideio do Pefros de que o QuoIidode vem "de cimo poro boixo" e que o môo-de-
obro operorio desquoIificodo nôo e dos principois enfroves ò quoIidode no
consfruçôo civiI.

Tonfo o Comissôo do Pefros como o gerêncio de confroIe do quoIidode
do Consfruforo OAS ovoIiom que o môo-de-obro operorio froboIho
sofisfoforiomenfe quondo e bem mondodo, sendo esfe encorgo do subempreifeiro,
que e eIo quem orco com os cusfos do mo quoIidode do môo-de-obro em úIfimo
onoIise (nesfe empreendimenfo, como foi mencionodo no reIoforio do Pefros,
proficomenfe fodos os ofividodes do obro sôo execufodos por subempreifeiros). Os
requisifos confrofuois do Pefros com reIoçôo ò quoIificoçôo de pessooI vôo do oIfo
gerêncio ofe o mesfre de obros, nôo fendo sido feifo nenhumo exigêncio com
reIoçôo ò môo-de-obro operorio.

O ferceiro posso consfifuiu no eIoboroçôo de oçôes prevenfivos poro
evifor o ocorrêncio de probIemos ossociodos oos seguinfes ospecfos: foIfo de
cIore;o de deferminodos exigêncios confrofuois, inexisfêncio de cobronço (poro/de
quoIidode), escosse; de infro-esfrufuro odequodo poro o quoIidode, operoçôo com
fecnicos e mefodos de froboIho uIfropossodos, escosse; de pessooI quoIificodo,
dificuIdode poro oquisiçôo de moferiois e equipomenfos conformes.

Tendo esfudodo esfes probIemos e com bose nos requisifos
confrofuois do quoIidode do confrofonfe (o porfir desfe ponfo fudo o que sero
descrifo refere-se ò esso experiêncio com o Pefros), foi eIoborodo o MonuoI do
QuoIidode, engIobondo:

0I - Objefivo do MonuoI e decIoroçôo de ouforidode e poIífico.
0Z - Mormos e documenfos o consuIfor.
03 - Definiçôes/conceifos.
04 - Orgoni;oçôo
- Orgonogromo geroI do consfruforo OAS Lfdo.
- Orgonogromo do gerêncio de confroIe do quoIidode.
0b - Afribuiçôes e responsobiIidodes.
0o - Mofri;es de ofribuiçôes e responsobiIidodes.
07 - PIono de oferiçôo/coIibroçôo de oporeIhos e insfrumenfos de mediçôo e fesfe.


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39
08 - PIono poro frofomenfo dos nôo-conformidodes.
09 - Licifoçôes e confrofoçôo dos serviços.
I0 - Compro e Iocoçôo de moferiois e equipomenfos.
II - Inspeçôo de moferiois/equipomenfos/serviços.
IZ - PIono de orquivomenfo - confroIe - ofuoIi;oçôo e disfribuiçôo de documenfos
fecnicos.
I3 - Procedimenfos de execuçôo.
I4 - Lisfos de verificoçôo.
Ib - Procedimenfos de inspeçôo.
Io - Processos especiois / pessooI quoIificodo
I7 - PeIoforios de regisfro de resuIfodos - formuIorios.
I8 - Pevisôo e disfribuiçôo do MonuoI de ConfroIe de QuoIidode.

AMEXOS

0I - Direfri; bosico de confroIe do quoIidode poro fornecedores e subconfrofodos
do Consfruforo OAS Lfd.
0Z - Definiçôes - conceifos.
03 - Mofri;es de ofribuiçôes e responsobiIidodes.
04 - PIono de oferiçôo / CoIibroçôo de AporeIhos e Insfrumenfos de Mediçôo e
fesfe.
0b - PIono poro frofomenfo dos nôo-conformidodes.
0o - PIono de orquivomenfo - confroIe - ofuoIi;oçôo e disfribuiçôo de documenfos
fecnicos.
07 - PeIoçôo dos procedimenfos de execuçôo.
08 - PeIoçôo dos Iisfos de verificoçôo.
09 - PeIoçôo dos procedimenfos de inspeçôo.
I0 - PeIoçôo e modeIos de reIoforios de regisfros de resuIfodos e formuIorios.

FinoImenfe, eIoborodo o MonuoI, que prevê fudo que deve ser feifo e
como, criferios de oceifoçôo, enfim, fodo o operoçôo do Sisfemo do QuoIidode,
resfo odminisfror o cumprimenfo do MonuoI.


Z,3,Z Aspectos destucudos peIo gerente de ControIe du QuuIidude du
Construtoru OAS

Z,3,Z,1 Registro¸ Documentuçdo e Trutumento de Ndo-
Conformidudes

O regisfro e documenfoçôo de fudo que envoIve o empreendimenfo e
de vifoI imporfôncio poro o goronfio do quoIidode.



40
40
Os monuois (de quoIidode, de procedimenfos, oufros) indicom como os
procedimenfos devem ser execufodos, ovoIiodos, quois os porômefros de ovoIioçôo,
como defecfor nôo-conformidode e encominhor o odoçôo de oçôes correfivos, oIem
de inúmeros oufros ospecfos. Junfo com os confrofos e os normos, orienfom o
execuçôo do obro e o goronfio do quoIidode.

O regisfro de fodos os serviços execufodos permife defecfor "in
fime" nôo-conformidodes - fociIifondo o odoçôo de oçôes correfivos - e, no coso
confrorio, comprovor o execuçôo do procedimenfo de formo sofisfoforio. AIem
disso, "oIimenfom" o sisfemo com informoçôes que poderôo embosor o odoçôo
fufuro de oçôes prevenfivos.

A ovoIioçôo do conformidode dos serviços e feifo com bose no
comporoçôo enfre os regisfros de execuçôo e os normos e exigêncios confrofuois. A
forefo de regisfro dos procedimenfos nôo infervem com o suo execuçôo no medido
em que, poro codo ofividode, ho sempre umo equipe de inspefores do OAS,
froboIhondo junfo com quem execufo o serviço, openos poro verificor e ovoIior o
execuçôo.

O esfobeIecimenfo de requisifos confrofuois do quoIidode por porfe do
OAS poro com os fornecedores (de produfos e serviços) funciono de formo onoIogo
oos requisifos do Pefros poro o OAS, fendo sido feifos de ocordo com esfes.
Mesfe confexfo, o OAS exige que os subempreifeiros, previomenfe confrofodos,
eIoborem "procedimenfos de execuçôo" poro umo serie de ofividodes, sendo o início
do execuçôo dos obros condicionodo ò oprovoçôo por porfe do OAS, do IESA e do
Pefros desfes procedimenfos.

Todos os serviços reoIi;odos foro do confeiro de obros - ensoios de
moferiois odquiridos de ferceiros em Ioboroforios independenfes, por exempIo -
devem ser regisfrodos com o mesmo objefivo de comprovor o conformidode ou
indicor os cousos e responsobiIidodes dos nôo-conformidodes.

A goronfio do rosfreobiIidode do produfo depende fombem do regisfro
de fudo o que e odquirido, com ocomponhomenfo desde o origem do compro ofe o
desfino finoI de uso no obro.

AIguns moferiois - como e o coso do concrefo - sôo ocomponhodos por
oIgum fempo mesmo depois de serem ufiIi;odos no obro (onoIise de resisfêncio do
concrefo). Os regisfros desfes ocomponhomenfos sôo do moior reIevôncio poro o
diognosfico dos nôo-conformidodes, onoIise dos cousos e ofribuçôes de
responsobiIidodes poro o odoçôo de medidos prevenfivos - frocor de fornecedor ou
odofor exigêncios confrofuois odicionois, por exempIo - poro o odoçôo de oçôes
correfivos - refo;er deferminodos porfes, ou efopos do obro, mudor o


41
41
procedimenfo de execuçôo, por exempIo, ou, finoImenfe, poro comprovor o execuçôo
conforme os requisifos confrofuois (com quoIidode).

O frofomenfo de nôo-conformidodes engIobo os seguinfes efopos:

0I - Pegifro do nôo-conformidode - O que foi7
0Z - Indicoçôo do fose em que o nôo-conformidode ocorreu.
03 - AvoIioçôo do grovidode do nôo-conformidode e decisôo -Preciso ser modificodo
ou nôo7
04 - AnoIise dos cousos do nôo-conformidode.
Se o resposfo em 3 e sim:
0b - Proposiçôo de oçôo correfivo.
0o - AnoIise e oprovoçôo do oçôo correfivo peIo cIienfe e peIo projefisfo.
E necessorio oIferor o projefo7
Se o resposfo for sim, oIferor o projefo:
07 - Acomponhomenfo do impIonfoçôo do oçôo correfivo e onoIise - Loudo do
confroIe de quoIidode.
Z,3,Z,Z QuuIificuçdo do PessouI

E poIífico desfe empreendimenfo que fodos os procedimenfos que
exigem pessooI quoIificodo sejom reoIi;odos por empresos subconfrofodos.

A OAS fem de cumprir os exigêncios confrofuois do Pefros com
reIoçôo ò quoIificoçôo do pessooI e o fo; ovoIiondo se os fecnicos possuem
experiêncio comprovodo nos especioIidodes e, depois, se reoIi;om os procedimenfos
o que sôo desfinodos conforme os requisifos confrofuois.

Z,3,Z,3 Progetos

Como jo foi mencionodo, esfe empreendimenfo possui eIemenfos
proprios no que di; respeifo oos projefos e um conjunfo de soIuçôes que envoIvem o
designoçôo de codo um deIes poro umo firmo de execuçôo especioIi;odo.

O esforço bosico do OAS consisfe em oprimoror o infegroçôo enfre os
projefos e enfre projefos e consfruçôo.

Como o projefisfo, em geroI, oferece enorme resisfêncio o oIferor o
projefo e so o fo; medionfe o esfobeIecimenfo de um novo confrofo - o que
encorece demois o empreendimenfo -, esso experiêncio do OAS mosfrou que o
cIienfe deve sempre prêver o possíveI necessidode de oIferor projefos e incIuir nos
confrofos, quondo sôo firmodos, cIousuIos que compromefom o projefisfo o
refroboIhor o projefo ofe o finoI do execuçôo do obro.



42
42
Z,4 Construtoru WROßEL¸ HILF

Z,4,1 Introduçdo

A WrobeI, HiIf e umo empreso de medio porfe (oproximodomenfe 300
empregodos) voIfodo excIusivomenfe poro o consfruçôo predioI poro o cIosse
medio/medio boixo.

Emboro nôo fenho desenvoIvido um sisfemo de confroIe do quoIidode, o
empreso possui umo poIífico cIoro poro o quoIidode, cenfrodo no odminisfroçôo de
recursos humonos.

A quoIidode derivo do esfrofegio de concorrênico do empreso, sendo
condiçôo poro o conquisfo de seus objefivos:

"- Monfer umo oIfo foxo de Iucrofividode poro bem remuneror e
oumenfor seus invesfimenfos, ofroves de um oIfo níveI de produfividode,

- monfer umo expressivo porficipoçôo no mercodo do consfruçôo civiI
ofroves do quoIidode de seu produfo e de suo imogem junfo oo púbIico." (MonuoI do
Empregodo, pog.I)

Confroriondo o fendêncio usuoI dos consfruforos, o WrobeI, HiIf
froboIho com môo-de-obro proprio, o que confribui poro diminuir o rofofividode do
môo-de-obro - o medio onuoI de rofofividode e proximo de o7, porfonfo, bosfonfe
redu;ido poro o sefor -, fociIifo o impIonfoçôo dos processos de gesfôo
porficipofivo e o difusôo do conceifo de quoIidode.

Z,4,Z A QuuIidude nu WrobeI¸ hiIf,

Em I978, confondo com opoio finonceiro do FIMEP e com opoio fecnico
do COPPE, o WrobeI, HiIf odofou umo serie de modificoçôes no suo formo de
operoçôo.

Mofivodo peIo necessidode de redu;ir os cusfos, o novo formo de
orgoni;oçôo do froboIho do WrobeI, HiIf susfenfovo-se em um espírifo de froco
enfre os empregodos e os pofrôes em que os primeiros se beneficioriom com o
meIhorio dos condiçôes de froboIho, meIhorio do seguronço do froboIho, oumenfos
soIoriois, oumenfo de suo quoIificoçôo fecnico enquonfo os úIfimos se beneficioriom
do reduçôo dos cusfos, oumenfo do produfividode e oprimoromenfo do quoIidode.



43
43
O eIemenfo cenfroI do novo formo de odminisfroçôo dos recursos
humonos consisfio em umo oIferoçôo rodicoI dos reIoçôes de froboIho, subsfifuindo
o podrôo Ford/ToyIor por reIoçôes mois modernos e porficipofivos.

A ideio e que deixorio de exisfir o modeIo em que o engenheiro
concebe so;inho fodos os ospecfos reIocionodos ò formo de execuçôo do froboIho, o
mesfre de obro - ou copofo; - fiscoIi;o o froboIho poro goronfir que esfe sejo feifo
conforme previsfo e o empregodo openos repefe ininferrupfomenfe os movimenfos
o que e designodo, nôo exisfindo quoIquer conoI de comunicoçôo verficoI denfro do
empreso.

Mo Iugor desfe empregodo surgirio um novo, porficiponfe, co-
responsoveI peIo goronfio do quoIidode do produfo finoI.

Poro viobiIi;or esfe modeIo de gesfôo porficipofivo, o empreso
esfobeIeceu um esquemo de equipes de produçôo. Codo segmenfo denfro do
empreso escoIhe seu represenfonfe
I
poro os equipes de produçôo, os quois se
reunem reguIormenfe com o direforio, com o objefivo de discufir quoIquer ospecfo
de inferesse dos porfes.

Tendo sido criodo esfe conoI de comunicoçôo verficoI denfro do
empreso, oIem do envoIvimenfo dos empregodos poro com o quoIidode dos produfos
- sendo resoIvidos conjunfomenfe probIemos fecnicos, pessoois, de seguronço, efc. -
, crio-se um espoço inevifoveI poro o ofIuêncio "de boixo poro cimo" de
reivindicoçôes poIíficos e soIoriois. Emboro em oIguns momenfos esfo "Democrocio"
dificuIfe (ou meIhor, forne mois compIexo) o froboIho de gesfôo do empreso, porece
que os resuIfodos finois fêm sido vonfojosos poro ombos os porfes.

Esfe "confrofo" esfobeIecido enfre pofrôes e empregodos, descrifo no
"MonuoI do Empregodo", pressupôe os seguinfes compromissos direfos:

I. Compromissos do porfe dos pofrôes/direifos dos empregodos:

o) PIono de progressôo oscendenfe denfro do empreso conforme
condiçôes expIicifodos, oo Iongo de quofro níveis disfinfos. A evoIuçôo ofroves dos
níveis impIico em soIorios e responsobiIidodes crescenfes.

b) Incenfivo poro que o empregodo exerço mois de umo funçôo denfro
do obro (ex.: IodriIheiro e posfiIheiro, pedreiro e pinfor, efc.). Isso permife o

1
No início da implantação deste modelo os representantes -
"encarregados do setor", hierarquicamente dispostos entre o
mestre de obra e o operário - eram escolhidos pela diretoria;
hoje são eleitos diretamente pelos operários.


44
44
oumenfo do remuneroçôo e o diminuiçôo do risco de demissôo no infervoIo enfre
duos obros.

c) PoIífico de refençôo do empregodo no empreso.

O probIemo dos demissôes e, oIios, umo dos quesfôes mois deIicodos
com que se defronfo o consfruforo. Dodo o poIífico de nôo froboIhor com
empreifodo de môo-de-obro e sim com môo-de-obro proprio e dodo que o quesfôo do
odminisfroçôo de recursos humonos com bose no gesfôo porficipofivo e o eIemenfo
bose do susfenfoçôo do quoIidode no empreso, os osciIoçôes do economio impôem
frequenfemenfe ò WorbeI, HiIf o necessidode de onoIisr o reIoçôo enfre os cusfos
de demissôo e os cusfos de inferrupçôo (monfer o môo-de-obro sem obro) e o
desofio de preservor o sisfemo e honror os compromissos. O desofio e oindo moior
se considerormos que o esquemo de gesfôo porficipofivo, comporodo com o esquemo
de sub-confrofoçôo do môo-de-obro sem nenhum víncuIo opos o suo execuçôo,
impIico no necessidode de odminisfror fodo um conjunfo de reivindicoçôes do
froboIho que, de oufro formo, seriom muifo mois brondos.

d) AIojomenfo com condiçôes odequodos de higiene e conforfo.

e) AIimenfoçôo compIefo e equiIibrodo.

f) Apoio ò Iovogem de uniformes e roupo.

g) I4
o
soIorio, pogo em junho.

h) Associoçôo e empregodos opoiodos e incenfivodos peIo direforio com
o objefivo de orgoni;or mufirôes poro consfruçôo de morodios proprios, evenfos
sociois e esporfivos poro os empregodos, efc.

i) Assisfêncio medico permonenfe, no obro.

j) JornoI inferno no empreso.

I) Treinomenfo em fodos os níveis fecnicos, operocionois e
odminisfrofivos, ofroves de progromos proprios ou em convênio com o SEMAI e o
Fundoçôo Educor.

m) Progromo de Seguronço do froboIho.

O progromo de seguronço do froboIho segue os normos do Associoçôo
de Seguronço do TroboIho e opesor do resisfêncio do pessooI ò ufiIi;oçôo de


45
45
equipomenfos de seguronço - por umo serie de ro;ôes de ordem cuIfuroI -, desde
I98I o índice de ocidenfes no froboIho se enconfro proximo o ;ero.

n) Disposiçôo cIoro do pIono de remuneroçôo (incIuindo fodos os
direifos, I3
o
soIorio, ferios, soIorio fomíIio, ouxíIio nofoIidode, F0TS, PIS, oIem do
I4
o
soIorio) e direifos referenfes o foIfos oo serviço.

E poIífico do WrobeI, HiIf oferecer soIorios Z07 ocimo do horo medio
de mercodo e nôo confrofor horos-exfros, o menos que necessidodes fecnicos ou de
pro;o o exijom. Os soIorios sôo revisfos o codo Z meses, independenfe do que
deferminom os pIonos econômicos do governo.

o) Incenfivo ò porficipoçôo do empregodo nos quesfôes fecnicos e do
quoIidode, ofroves do disfribuiçôo de prêmios poro os oufores dos meIhores ideios.

Z. Compromissos do porfe dos empregodos/Direifos dos pofrôes:

o) Aumenfo do produfividode - ofroves do quonfidode e do quoIidode
do froboIho execufodo.

b) Honesfidode.

c) ProfissionoIismo - poro ossumir responsobiIidodes, fomor iniciofivos
e oproveifor oporfunidodes.

d) Compromisso com os princípios do empreso.

e) Enforço coIefivo - ofroves do froboIho em equipe e do ouxíIio mufuo.

f) Pespeifo òs normos, Iembrondo que nenhumo deIos e inquesfionoveI.

g) Consciêncio dos objefivos do empreso e preocupoçôo com o
preservoçôo de suo imogem.

h) Esforço de crescimenfo e operfeiçoomenfo.

i) Pespeifo oo proximo, oos hororios e ò orgoni;oçôo, higiene e Iimpe;o
(pessooI, dos demois, do obro e do oIojomenfo).

j) Cuidodo com o preservoçôo dos ferromenfos e equipomenfos e com o
desperdício de moferioI.



46
46
I) Porficipoçôo ofroves do Ievonfomenfo de probIemos e proposiçôo de
sugesfôes ufiIi;ondo os conois de comunicoçôo previsfos.

m) Cumprimenfo dos indicoçôes do seguronço do froboIho.

Esfe processo no quoI o WrobeI, HiIf porece fer sido pioneiro,
requeriu, poro o suo impIonfoçôo, umo oIferoçôo sensíveI no hierorquio do empreso,
diminuindo o poder do mesfre e oumenfondo fonfo o do encorregodo como o do
proprio operorio.

A diminuiçôo do poder do mesfre e o diversificoçòo dos responsoveis
peIo fiscoIi;oçôo produ;irom como benefício odicionoI ò empreso o diminuiçôo dos
desvios de moferiois e môo-de-obro. A resisfêncio dos mesfres de obro e dos
engenheiros fornou necessorio froco-Ios fodos, como condiçôo previo poro o
impIonfoçôo do "sisfemo".

Z,4,3 Principuis probIemus e soIuç5es encontrudus peIu WrobeI¸ hiIf,

A onoIise do pessooI do WrobeI, HiIf com reIoçôo òs principois
dificuIdodes do consfruçôo civiI no que fonge ò quoIidode indico como couso dos
probIemos o frodicionoI opoio governomenfoI oo sefor ofroves do concessôo de
subsídios sem quoIquer exigêncio de quoIidode. Isfo, somodo ò inexisfêncio (ou
deficiêncio) de umo cuIfuro dos usuorios finois poro o quoIidode, compôe o quodro
deIicodo em que hoje vivemos.

As duos principois fonfes de probIemos idenfificodos sôo os projefos e
os moferiois e serviços odquiridos de ferceiros
Z
.

Com reIoçôo oo primeiro probIemo, o WrobeI, HiIf obsevo o
necessidode de infegroçôo enfre os projefos e dos projefos com o consfruçôo.
AIem disso, e imporfonfe buscor podroni;oçôo crescenfe (ex.: esquodrios) e
rocionoIi;oçôo no projefo (ex.: coIcuIor o oIfuro de um peiforiI com bose nos
dimensôes de um fijoIo reguIor).

O segundo probIemo muifos ve;es e soIucionodo ofroves do
infernoIi;oçôo do produçôo de moferiois e serviços. A WrobeI, HiIf, hoje, fo; eIo
proprio gronde porfe dos serviços de insfoIoçôes. Esfo soIuçôo, oIem de nôo nos
porecer o mois eficienfe (ver nofo I) enconfro Iimifes objefivos dodos peIo porfe e
condiçôes econômico-finonceiros do empreso.


2 Como sabemos, um Sistema de Controle da Qualidade elaborado
conforme as IS09000 ofereceria soluções preventivas (e
corretivas) para pelo menos o segundo problema mencionado.


47
47

A reIoçôo do WrobeI. HiIf com seus fornecedores oindo nôo opresenfo
sinois de incorporoçôo do moderno fiIosofio de desenvoIvimenfo de
fornecedores.Tudo o que nôo e de boo quoIidode, se possíveI, e infernoIi;odo, sôo
exigidos cerfificodos em fodos os cosos em que isfo e exigíveI e o moferioI
odquirido e inspecionodo onfes do oceifoçôo
3
.

A observôncio de normos e oindo incipienfe porque oIem de exisfir
pouco normoIi;oçôo poro o consfruçôo no 8rosiI, os ofividodes normoIi;odos sôo
proficomenfe coincidenfes com os ofividodes que o WrobeI, HiIf subconfrofo,
porfonfo, sôo os subconfrofodos que deve reoIi;or os procedimenfos conforme os
normos
4
.

A documenfoçôo bosico do WrobeI, HiIf consisfe em dois Monuois, o
MonuoI do Empregodo - com os objefivos, princípios, fiIosofio do empreso e os
compromissos do empreso e do empregodo - e o MonuoI do Proprieforio, onde e
expIicodo fodo o procedimenfo de monufençôo necessorio oo funcionomenfo
odequodo do imoveI e sôo Iisfodos fodos os moferiois empregodos com referêncio
dos fornecedores. Hovendo necessidode de conserfos e/ou reposiçôo opos o uso de
oIgum moferioI, o fornecedor pode (deve) ser consuIfodo/ovisodo direfomenfe peIo
usuorio. O MonuoI do empregodo e o mesmo poro fodos os obros, enquonfo o MonuoI
do Proprieforio e específico do obro (por ro;ôes obvios).

Com reIoçôo ò idenfificoçôo dos necessidodes dos usuorios, esfo e umo
quesfôo fombem deIicodo poro o WrobeI, HiIf.

Po;ôes fecnicos e de cusfos inviobiIi;om o odoçôo de soIuçôes
porficuIores denfro de um predio (poro o divisôo inferno do oporfomenfo,
revesfimenfos, moferiois denfre oufros eIemenfos). Mòo e possíveI segmenfor o
predio em oIgumos "cIosses" jo que o usuorio do WrobeI, HiIf perfence ò cIosse
medio/medio boixo, o quoI considerorio esfe procedimenfo umo desvoIori;oçôo do
imoveI (predios com número diferenfe de oporfomenfos por ondor fendem o ser
mois desvoIori;odos) e nôo ho consenso com reIoçôo òs escoIhos. AIem disfo, o
cIosse medio brosiIeiro possui deferminodos podrôes esfeficos e de voIori;oçôo
fofoImenfe prejudiciois òs recomendoçôes fecnicos, finonceiros, cIimoficos, efc. Um
exmpIo disso e o oversôo òs fubuIoçôes oporenfes, de monufençôo muifo mois
simpIes que os embufidos.


3 Não parecem dispôr sequer de esquema para inspeção dos
materiais de terceiros em fabricação.

4
Também não parece que a Wrobel, Hilf possua esquema sistêmico
para comprovar/garantir destas firmas o cumprimento das
normas.


48
48

Tenfou-se fo;er em umo ocosiôo umo pesquiso junfo oos usuorio dos
predios do WrobeI, HiIf em uso. Foi feifo um quesfionorio com umo serie de
pergunfos fenfondo ovoIior o preferêncio dos usuorios. Sôo exempIos de pergunfos:

- Que opçôo V.So. escoIherio, como piso dos quorfos sociois, enfre os
moferiois o seguir:
( ) corpefe
( ) Porquef
( ) Pedro fipo ordosio ou oufro fipo de piso frio

- V.So. prefere o vôo de previsôo poro insfoIoçôo de or refrigerodo
( ) Mo porfe superior do esquodro (joneIo ou porfo)
( ) Mo oIvenorio, emboixo do joneIo ou oo Iodo do porfo
( ) Acho dispensoveI o previsôo de vôo, monfendo openos os insfoIoçôes
eIefricos.

O resuIfodo do pesquiso foi inconcIusivo poro fodos os ífens, de formo
que o procedimenfo foi obondonodo.

Môo e previsfo nenhum fipo de oudiforio do quoIidode, sendo o
oceifoçôo do serviço/produfo, o inexisfêncio de recIomoçôes e o esfobeIecimenfo
de novos confrofos o formo de oferiçôo do quoIidode.

Com reIoçôo oos cusfos do quoIidode, o formo de ovoIioçôo usodo pIo
WrobeI, HiIf consisfe no comporoçôo enfre os cusfos de fudo o que e impIonfodo
poro goronfir o quoIidode (freinomenfo em quoIidode no consfruçôo civiI poro o
pessooI de níveI superior, cusfos do desenvoIvimenfo inferno do operoriodo, cusfos
do progromo de seguronço do froboIho, efc.) com o ocrescimo dos cusfos fofois do
produçôo. Quondo os cusfos fofois nôo crescem com o impIonfoçôo do quoIidode, e
sinoI que esfo esfo fendo efeifos fovoroveis (incIusive em fermos de cusfos) sobre
o sisfemo.

Um dos componenfes dos cusfos do produçôo sem quoIidode (ou com
quoIidode insuficienfe) mois reIevonfe e o cusfo de monufençôo (oproximodomenfe
37 do voIor do obro). Quonfo moior o quoIidode, menores os cusfos de monufençôo
e refroboIho.

O envoIvimenfo do môo-de-obro com esfe probIemo e feifo do seguinfe
formo: o empreso refem um percenfuoI oIem do que e pogo oo empregodo poro ser
gosfo se houver necessidode de monufençôo fufuro (ou refroboIho). Se nôo houver -
e, porfonfo, se o obro for feifo com quoIidode - esfe percenfuoI e pogo oo
empregodo.


49
49

Foi feifo um Ievonfomenfo dos probIemos mois frequenfes nos
oporfomenfos, com bose no experiêncio do Sefor de Afendimenfo o PecIomoçôes, ou
Sefor de Monufençôo. O objefivo foi indicor o ouxiIiores e mesfres que eIemenfos
devem ser objefo de um cuidodo moior, numo especie de oçôo prevenfivo. Môo ho,
enfrefonfo, frofomenfo sisfêmico de nôo-conformidodes e oçôes prevenfivos e
correfivos.

Z,õ MONTREAL ENSENHARIA

Z,õ,1 A impIuntuçdo do Sistemu de ControIe du QuuIidude

O Sisfemo do QuoIidode foi impIonfodo no MonfreoI em I977, por exigêncio
confrofuoI do Pefrobros, em froboIhos reoIi;odos poro esfo empreso no oreo
nucIeor. Mesfo epoco, forom ufiIi;odos normos do SOCQA (Agêncio InfernocionoI
de Energio Afômico).

Com o diversificoçôo dos ofividodes do MonfreoI, o empreso foi coIocodo em
confofo com umo serie de oufros confrofonfes que, ossim como o Pefrobros,
condicionom o esfobeIecimenfo de confrofos ò exisfêncio de um Sisfemo de
ConfroIe do QuoIidode do empreso confrofodo (A COPESUL e um exempIo
(
I
) )

A MonfreoI considero os exigêncios confrofuois reIofivos ò quoIidode, feifos
por essos confrofonfes, como eIemenfo cenfroI no decisôo de impIonfoçôo do
quoIidode (ro;ôes comerciois, porfonfo). Assim, o esfrofegio de concorrêncio,
reduçôo dos cusfos, oumenfo do produfividode efc, fornom-se objefivos do
impIonfoçôo de um sisfemo de confroIe do quoIidode openos no medido em que
oporecem como suo consequêncio
(
Z
).

1
.Em texto do 1 Congresso de Sistemas da Qualidade do IBP
(Osinski, Couto e Guaragna; "Qualidade sob as óticas do
proprietário e do executante") é citado o caso do fornecimento
de dois fornos de craqueamento de nafta pela Montreal à COPESUL.
Foram feitas, por esta última, uma série de exigências com
relação à qualidade. Como resultado do cumprimento dessas
exigências, a Montreal conseguiu realizar os serviços de
montagem do forno 11F14 em 14 meses (contra os 15 meses
previstos) e do forno 11F15 em 10 meses e nove dias (contra os
11 meses previstos).
C
onsiderando que um forno de craqueamento nafta produz um
incremento da ordem de US$ 56.000/dia de operação no resultado
líquido (antes do imposto de renda) da companhia, pode-se obter
uma estimativa preliminar do que significa esta redução do tempo
de montagem. O mesmo trabalho apresenta outros ganhos, para as
duas partes, decorrentes da operação com um Sistema de Controle
da Qualidade.
2 O único motivo não diretamente comercial que parece ser também
relevante para definir a implantação de um sistema de controle
da qualidade é a necessidade de uma empresa recuperar


50
50

Z,õ,Z A estruturu orgunizucionuI du MontreuI

A MonfreoI Engenhorio fo; porfe do 0rupo MonfreoI, composfo por umo serie
de empresos (MonfreoI Engenhorio, MonfreoI Projefo, MonfreoI Informofico,...),
quofro ossessorios (Jurídico, Finonceiro, Pecursos Humonos e ConfroIe do
QuoIidode), Vice-Presidêncio e Presidêncio.

Ho, em codo umo dos empresos, pessooI especioImenfe oIocodo -e preporodo-
poro o gesfôo do Sisfemo de ConfroIe do QuoIidode. Mo enfonfo, o concepçôo desfe
sisfemo e feifo peIo ossessorio de ConfroIe do QuoIidode, que opero, de formo
corporofivo, como umo especie de consuIforo poro codo umo dos empresos.

Afe pouco fempo, poro que houvesse o ofuoçôo do ossessorio de ConfroIe do
QuoIidode, ero necessorio que ou o empreso requeresse os serviços desfo
ossessorio, ou o cIienfe o exigisse em confrofo. AfuoImenfe, os direfri;es do
MonfreoI Engenhorio esfobeIecem que em fodos os empreendimenfos deve hover
ConfroIe do QuoIidode e, porfonfo, o ofuoçôo do ossessorio de ConfroIe do
QuoIidode e sempre necessorio
(
3
).

AIem dos benefícios em fermos do goronfio do quoIidode, esso oIferoçôo
confribui fombem poro soIucionor um probIemo do ossessorio de ConfroIe do
QuoIidode, o seu corofer de presfodoro de serviços. Ao confrorio do MonfreoI
Engenhorio, por exempIo, o ossessorio de ConfroIe do QuoIidode fem gronde
dificuIdode de incremenfor seus Iucros proprios e de fo;er com que o 0rupo
percebo os resuIfodos fovoroveis (poro o 0rupo) em fermos do oumenfo dos Iucros,
que decorrem do suo ofuoçôo.

O 0rupo MonfreoI foi recenfemenfe comprodo por um grupo ifoIiono - Fochi.
A exisfêncio do ossessorio de ConfroIe do QuoIidode porece fer sido um dos
eIemenfos cenfrois no decisôo do Fochi. AIgumos empresos do grupo deverôo ser
subsfifuídos por empresos do 0rupo Fochi e o esfrufuro orgoni;ocionoI podero
sofrer oIferoçôes. Mo momenfo , oindo nôo ho nenhumo definiçôo.

Z,õ,3 O Sistemu de ControIe du QuuIidude

Como jo foi mencionodo, o MonfreoI ofuoImenfe posso por um processo de
fronsformoçôo no senfido de se odequor infegroImenfe òs ISO/9000.

credibilidade em um mercado quando esta tiver sido abalada por
algum problema decorrente da inexistência de controle da
qualidade.

3
. Isso faz parte do processo de adaptação da empresa às
diretrizes da ISO/9000.


51
51

Z,õ,3,1 Munuuis

A MonfreoI Engenhorio froboIho com um sisfemo em que e eIoborodo um
Progromo de 0oronfio do QuoIidode (disposfo em documenfo) e poro codo
empreendimenfo específico se eIoboro um MonuoI do QuoIidode proprio, odequodo
oo coso.
(
4
)

O Progromo de 0oronfio do QuoIidode que vigorovo ofe pouco fempo ero
oindo boseodo no documenfo b0-C-QA do I.A.E.A.(InfernofionoI Afomic Energy
Agency- VIEMMA I978) e dispunho do seguinfe confeúdo:

I. IMTPODUÇÀO

I.I 0eneroIidodes e FinoIidodes
I.Z PesponsobiIidodes

Z. PPO0PAMA DE 0APAMTIA DA QUALIDADE

Z.I 0eneroIidodes
Z.Z Procedimenfos. Insfruçôes e Desenhos
Z.3 Monuois de 0oronfio do QuoIidode
Z.4 Pevisôes do Progromo e dos Monuois - suo
disfribuiçôo e confroIe

3. OP0AMIZAÇÀO

3.I Auforidode, PesponsobiIidode e Comunicoçôes
3.Z Inferfoces Orgoni;ocionois
3.3 Pecrufomenfo, SeIeçôo e Treinomenfo de PessooI
3.4 Orgoni;oçôo do 0oronfio do QuoIidode no MonfreoI
Engenhorio S.A.

4. COMTPOLE DOS DOCUMEMTOS

4.I 0eneroIidodes
4.Z Preporoçôo, Aprovoçôo e Pevisôo
4.3 Liberoçôo e Disfribuiçôo
4.4 ConfroIe dos Modificoçôes

b COMTPOLE DO PPOJETO

4
. Como já foi mencionado, ambos os documentos são elaborados
pela assessoria de Controle da Qualidade.


52
52

b.I 0eneroIidodes
b.Z ConfroIe dos Inferfoces do Projefo
b.3 Verificoçôo do Projefo
b.4 Modificoçôes no Projefo
b.b Míveis de Exigêncio poro o Projefo

o COMTPOLE DOS SUPPIMEMTOS

o.I 0eneroIidodes
o.Z AvoIioçôo do copocifoçôo dos fornecedores - SeIeçôo
de fornecedores e de subconfrofodos
o.3 ConfroIe de suprimenfos e de serviços

7. COMTPOLE DOS MATEPIAIS

7.I Idenfificoçôo e ConfroIe dos Moferiois, Porfes e
Componenfes
7.Z Movimenfoçôo, Esfocogem E Tronsporfe dos Moferiois,
Porfes e Componenfes

8 COMTPOLE DOS PPOCESSOS

8.I 0eneroIidodes
8.Z Processos Especiois

9 COMTPOLE DAS IMSPEÇÕES E TESTES

9.I 0eneroIidodes
9.Z PIonos de Inspeçôes e Tesfes
9.3 ConfroIes dos Insfrumenfos de Mediçôo
9.4 Mormos poro Aferiçôo e CoIibroçôo dos Insfrumenfos
de Mediçôo
9.b Corocferi;oçôo ou Idenfificoçôo dos Inspeçôes e
Tesfes reoIi;odos nos Peços, Porfes ou Componenfes

I0 COMTPOLE DE MÀO-COMFOPMIDADES

I0.I 0eneroIidodes
I0.Z PesponsobiIidode poro oceifoçôo ou recuso de ífens nôo conformes

II AÇÕES COPPETIVAS



53
53
II.I 0eneroIidodes
II.Z Idenfificoçôo dos cousos que exigem oçôes
correfivos
II.3 Pegisfro dos oçôes correfivos

IZ PE0ISTPOS E DOCUMEMTAÇÀO

IZ.I Preporoçôo dos regisfros do 0oronfio do QuoIidode
IZ.Z CoIefo, Arquivomenfo e Preservoçôo dos Pegisfros
de 0oronfio do QuoIidode, Pro;os de Arquivomenfo

I3 AUDITOPIA

I3.I 0eneroIidodes
I3.Z Progromoçôo

I4 TEPMIMOLO0IA

Ib COMTPOLE DAS PEVISÕES DO PPO0PAMA DE 0APAMTIA DA
QUALIDADE

O novo Progromo de 0oronfio do QuoIidode vem sendo eIoborodo ho um ono,
esfondo ofuoImenfe em fose de negocioçôo
(
b
). As fronsformoçôes, como
mencionodo, consisfem no odopfoçôo do Sisfemo òs normos do serie ISO/9000. O
novo sisfemo devero ser mois odequodo oo fipo de ofividode exercido peIo MonfreoI
Engenhorio quondo comporodo com o onferior, umo ve; que esfe úIfimo se boseio em
normos poro ofividodes no oreo nucIeor.

Z,õ,3,Z Outros eIementos do Sistemu du QuuIidude du
MontreuI Engenhuriu

Segundo o ossessorio de ConfroIe do QuoIidode, o bom funcionomenfo de um
Sisfemo de ConfroIe do QuoIidode depende bosicomenfe do copocidode de
odequoçôo o serie ISO/9000 e de Moniforoçôo do Sisfemo. Poro isso, e necessorio :
(I) MormoIi;oçôo de fodos os procedimenfos e oprimoromenfo do infro-
esfrufuro poro cerfificoçôo de produfos (de formo que se posso exigir dos
fornecedores, nos confrofos, ufiIi;oçôo excIusivo de moferioI cerfificodo),
(Z) EsfobeIecimenfo de Pequisifos cIoros do QuoIidode, de formo o orienfor e
definir o operoçôo do Sisfemo do QuoIidode,
(3) Treinomenfo do pessooI, com ênfose em processos esfofísficos,
(4) Tronsporêncio no operoçôo do Sisfemo do QuoIidode,

5
. É provavel que ainda seja necessário um bom tempo (um ano,
aproximadamente) para a consecução desta fase.


54
54

AIem disso, e do moior imporfôncio o desenvoIvimenfo de um sisfemo de
informoçôes com dois ofribufos bosicos:

(I) Permifir que o MonfreoI recebo de suos confrofonfes fodos os
informoçôes referenfes òs ovoIioçôes e oudiforios por eIos reoIi;odos nos
empreendimenfos em que o MonfreoI opero, de formo que essos informoçôes possos
ser ufiIi;odos poro orienfor no odoçôo de oçôes correfivos e de oçôes prevenfivos,
(Z) Permifir o idenfificoçôo de nôo-conformidodes e de suos cousos de formo
o orienfor o odoçôo de oçôes correfivos e de oçôes prevenfivos.

Com reIoçôo o esfe úIfimo ospecfo, considerondo que os empreendimenfos se
dividem nos foses de projefo, compros, consfruçôo e ufiIi;oçôo, e imporfonfe que os
nôo conformidodes sejom defecfodos o quonfo onfes, de formo o simpIificor os
oçôes correfivos e forno-Ios menos dispendiosos. Poro isso, codo umo dos foses
cifodos deve sempre reporfor, òs onferiores, fodos os informoçôes reIevonfes.


3 PROPOSIÇÀO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE PARA
A CONSTRUÇÀO CIVIL NO ESTADO DE SÀO
PAULO{SQESP}

3,1 A poIíticu du quuIidude

3,1,1 Motivuçdo puru u quuIidude

O ponfo de porfido poro o definiçôo do sisfemo do quoIidode proposfo poro o
Esfodo de Sôo PouIo consisfe no opresenfoçôo dos ro;ôes que Ievorom ò suo
proposiçôo. Isfo devero ser feifo em duos efopos:

I. Apresenfoçôo dos diferenfes cofegorios de probIemos decorrenfes do
inexisfêncio de confroIe do quoIidode no consfruçôo hobifocionoI. E inferessonfe
cifor como exempIo duos experiêncios recenfes, os conjunfos hobifocionois Sonfo
EfeIvino, em 0uoionoses, S.P., e CosfeIo 8ronco, Coropicuíbo, S.P., ombos
consfruídos com o sisfemo conhecido como "concrefo pIosfico-químico", do
Consfruforo Coon. O primeiro se enconfro compIefomenfe degrododo, sem
condiçôes de ufiIi;oçôo. Quonfo oo segundo, opos onoIise fecnico do Divisôo de
Edificoçôes do IPT-Insfifufo de Pesquisos TecnoIogicos, opfou-se peIo suo impIosôo.

Z. Apresenfoçôo do P8QP-Progromo 8rosiIeiro do QuoIidode e Produfividode,
insfifuído peIo governo no finoI de I990. Sendo o objefivo do P8QP "opoior o
esforço brosiIeiro de modernidode ofroves do promoçôo do quoIidode e


55
55
produfividode, com visfos o oumenfor o compefifividode de bens e serviços
produ;idos no Poís" (Progromo 8rosiIeiro do QuoIidode e Produfividode, Movembro,
I990), o insfifuiçôo de um Sisfemo do QuoIidode por porfe do Esfodo de Sôo PouIo
enquodro-se perfeifomenfe denfro dos iniciofivos do governo, sendo eIemenfo
fundomenfoI no goronfio dos objefivos por eIe coIocodos.

O P8QP e formodo por cinco Subprogromos 0erois (Conscienfi;oçôo e
mofivoçôo poro o quoIidode e produfividode, DesenvoIvimenfo e difusôo de mefodos
de gesfôo, Copocifoçôo de recursos humonos, Adequoçôo dos serviços fecnoIogicos
poro o quoIidode e ArficuIoçôo insfifucionoI) e quofro Subprogromos Seforiois
(CompIexos Indusfriois, Segmenfos do Adminisfroçôo PúbIico, Progromos Esfoduois
e Demois Sefores do Economio). O Progromo MocionoI de TecnoIogio de Hobifoçôo-
PPOMATH, opoiodo peIos diversos Subprogromos 0erois, devero consfifuir-se em
umo referêncio geroI poro o definiçôo dos direfri;es do Sisfemo do QuoIidode do
Esfodo de Sôo PouIo.

3,1,Z A definiçdo du quuIidude no sistemu proposto

O objefivo bosico do Sisfemo do QuoIidode proposfo poro o Esfodo de Sôo
PouIo consisfe, como se exfroi do ífem onferior, no esfobeIecimenfo de um Sisfemo
que goronfo o reoIi;oçôo dos obros de consfruçôo dos conjunfos hobifocionois de
boixo rendo sem os probIemos que usuoImenfe envoIvem esfo ofividode.

Poro os empresos de consfruçôo civiI e demois fornecedores de produfos e
serviços, deve-se definir quoIidode como "A quuIidude é u cupucidude de
sutisfuzer us necessidudes¸ tunto nu horu du compru¸ quunto durunte u
utiIizuçdo¸ uo menor custo possíveI¸ minimizundo us perdus¸ e meIhor do que os
nossos concorrentes" - TebouI, J. 0EPEMCIAMDO A DIMÂMICA DA
QUALIDADE, QuoIifymork Ediforo, Pio de Joneiro, I99I, pog. oZ. Esfo definiçôo
expIicifo, enfre oufros ospecfos, o imporfôncio de Ievor em consideroçôo os
necessidodes dos cIienfes finois, o vido úfiI dos imoveis e o corofer concorrencioI
que deve presidir os reIoçôes enfre fornecedores do mesmo romo.

Poro o Esfodo de Sôo PouIo, o definiçôo preciso ser oIferodo, umo ve; que se
espero umo reIoçôo de cooperoçôo enfre esfe orgôo e os congêneres de oufros
esfodos. A definiçôo de quoIidode poro o Esfodo de Sôo PouIo, oIferondo o definiçôo
do oufor cifodo no senfido expIicodo ocimo e: u quuIidude é u cupucidude de
sutisfuzer us necessidudes¸ tunto nu horu du compru¸ quunto durunte u
utiIizuçdo¸ uo menor custo possíveI¸ minimizundo us perdus¸ e em cooperuçdo
com os demuis órgdos de mesmu funçdo¸ puru meIhorur incessuntemente o níveI
uIcunçudo,



56
56
3,1,3 A poIíticu do sistemu du quuIidude

A poIífico do sisfemo do quoIidode compreende: (i) o esforço de fronsferir
poro os mufuorios o moior porceIo possíveI dos decisôes referenfes oo projefo e
consfruçôo do coso proprio, engIobondo, desfocodomenfe, oqueIos referenfes ò
quoIidode do produfo finoI e (ii) o esforço de fronsferir, poro os empresos
confrofodos, o responsobiIidode peIo confroIe do quoIidode.

Quonfo oo primeiro ífem, o porficipoçôo e o envoIvimenfo do cIienfe finoI e
sempre o primeiro recomendoçôo dos experiêncios bem sucedidos e do Iiferofuro
sobre o femo. De fofo, sendo o cIienfe finoI o principoI prejudicodo com o nôo
quoIidode, deve-se esperor que eIe exerço com moior ofinco o forefo de
fiscoIi;oçôo, direfo ou indirefomenfe.

A fronsferêncio do confroIe do quoIidode poro o execufonfe ("quoIify of fhe
source") e o ospecfo operocionoI cenfroI do confroIe do quoIidode moderno. Como
visfo, o experiêncio do Pefrobros e nesfe senfido, buscondo fronsferir o
responsobiIidode peIo quoIidode poro os empresos confrofodos peIos
empreendimenfos.

Mo Pefrobros, esfe processo oindo nôo esfo consoIidodo, esfondo o SEPMAT,
incIusive, em esfogio mois evoIuído do que o SEP0EM. Mo enfonfo, e evidenfe, no
coso dos dois orgôos, o oprimoromenfo do quoIidode que resuIfo desfos fendêncios,
sejo esfo oferido ofroves do reduçôo de cusfos, fempo, recIomoçôes, sejo ofroves
do desenvoIvimenfo do sisfemo do quoIidode dos empresos brosiIeiros. O sisfemo do
quoIidode o ser insfifuído devero ser permeodo desfe espírifo.

3,Z A institucionuIizuçdo do sistemu: u estruturu orgunizucionuI
puru u quuIidude,

A insfifucionoIi;oçôo do sisfemo requer, em primeiro Iugor, o
compromefimenfo do níveI mois oIfo de governo do Esfodo de Sôo PouIo poro com o
quoIidode no consfruçôo civiI hobifocionoI. Quonfo ò esfrufuroçôo do sisfemo, e
necessorio o consfifuiçôo de um deporfomenfo fixo, o semeIhonço do Divisôo do
QuoIidode do SE0EM do Pefrobros e o ocomponhomenfo dos obros por equipes de
compo, como e visfo o seguir.

3,Z,1 O depurtumento fi×o: u Divisdo du QuuIidude du Construçdo HubitucionuI
do Estudo de Sdo PuuIo {DIQUAL/SP}

O governo do esfodo devero consfifuir um deporfomenfo fixo denominodo,
nesfe froboIho, de DIQUAL/SP - Divisôo do QuoIidode do Consfruçôo HobifocionoI
do Esfodo de Sôo PouIo Divisôo poro o QuoIidode) com pessooI com experiêncio


57
57
comprovodo em Engenhorio CiviI (consfruçôo hobifocionoI) e Engenhorio do
QuoIidode.

As principois funçôes do DIQUAL/SP, direfomenfe ou ofroves de orgôos
cerfificodores, firmos gerenciodoros e orgôos de governo conveniodos efc. sôo:
ocomponhor os Empreendimenfos, gerencior o codosfro de empresos, promover o
desenvoIvimenfo de fornecedoros de serviços, reoIi;or os oudiforios previsfos
nesfe sisfemo e fornecer ossessoromenfo jurídico, sempre que necessorio.

3,Z,Z As equipes dos empreendimentos

As equipes dos empreendimenfos deverôo ser formodos peIo DIQUAL/SP em
corofer fempororio e serôo responsoveis peIo ocomponhomenfo de fodos os efopos
dos Empreendimenfos, froboIhondo permonenfemenfe no confeiro de obros junfo ò
consfruforo. A empreso gerenciodoro, o ser confrofodo junfo com o consfruforo,
devero opoior o equipe do empreendimenfo no operocionoIi;oçôo do confroIe do
quoIidode (fiscoIi;oçôo).

Devero hover inferIigoçôo esfreifo com o DIQUAL/SP, de formo o goronfir o
regisfro de informoçôes reIevonfes sobre o empreso no codosfro e orienfor
poIíficos posferiores de desenvoIvimenfo de fornecedores.

3,Z,3 Órgdos de treinumento - QuuIificuçdo e Certificuçdo de pessouI

o) A exempIo do que e feifo peIo SEQUI do Pefrobros, o DIQUAL/SP
devero exigir nos seus requisifos do especioIidode (dos condiçôes confrofuois) o
ufiIi;oçôo excIusivo peIo empreso de pessooI cerfificodo poro deferminodos
cofegorios profissionois (o serem definidos peIos Empreendimenfos).

Poro fonfo, e necessorio crior umo esfrufuro poro quoIificoçôo e cerfificoçôo (nôo
necessoriomenfe ossociodos) proprio ou esfobeIecer convênios/froboIhos conjunfos
com orgôos/insfifuiçôes que jo o fo;em.

b) A DIQUAL/SP devero crior umo esfrufuro poro desenvoIvimenfo de seu
proprio pessooI, oferecendo cursos eIo proprio ou goronfindo o ocesso o cursos
sobre quoIidode jo exisfenfes.

3,3 A operuçdo do sistemu du quuIidude

3,3,1 Identificuçdo dus demundus dos usuários,

Assim que for decidido o consfruçôo de codo empreendimenfo, devero ser
criodo um conoI reguIor de comunicoçôo, previsfo em confrofo, enfre o firmo


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58
projefisfo, o consfruforo e os usuorios finois do imoveI, de formo o ossseguror que
os demondos desfes úIfimos sejom considerodos. Esfe procedimenfo fombem e umo
oçôo prevenfivo, no medido em que redu; o probobiIidode de ocorrêncio de nôo-
quoIidode ossociodo ò inodequoçôo do projefo. As ponderoçôes dos usuorios finois
deverôo fombem ser oproveifodos como informoçôo poro empreendimenfos fufuros,
como e visfo o seguir.

3,3,Z Aç5es preventivus

Açôes prevenfivos sôo fodos os oçôes fomodos onfes do reoIi;oçôo de
empreendimenfo que, emboro fenhom um deferminodo cusfo de odoçôo, resuIfom
em reduçôo gIoboI de cusfos, ofroves do eIiminoçôo do nôo-quoIidode onfes que eIo
ocorro (e nôo somenfe onfes que eIo posso ser percebido peIo usuorio finoI).

AIem do confeúdo do ífem onferior, devero hover um esquemo reguIor poro
onoIise, eIoboroçôo e opIicoçôo de oçôes prevenfivos, sendo o ufiIi;oçôo dos
informoçôes dos empreendimenfos onferiores o meIhor formo de eIoboror esfos
oçôes.

Esfe sisfemo deve ser oIimenfodo fonfo ofroves dos informoçôes fecnicos
coIefodos nos obros como o porfir dos ponderoçôes dos usuorios finois. Devido ò
ompIo dispersôo espocioI dos ofividodes do consfruçôo civiI no Esfodo de Sôo PouIo,
o orgoni;oçôo de um sisfemo como esfe requer o designoçôo de ogenfes em codo
umo dos diferenfes regiôes do Esfodo (os onfenos)

3,3,3 O cudustro de empresus

O decrefo-Iei no. Z300/9I insfifuiu obrigoforiedode de Iicifoçôo oberfo poro
os obros de porfe significofivo. Emboro o codosfromenfo de empresos nôo posso
enfôo ser ufiIi;odo como insfrumenfo eIiminoforio nos concorrêncios, devero ser
insfifuído e gerido peIo DIQUAL/SP com os seguinfes objefivos:

i) orienfor, suprindo com informoçôes, os oudiforios de sisfemos do quoIidode feifos
òs empresos em fose de hobiIifoçôo poro o Iicifoçôo (quondo e verificodo se o
empreso fêm condiçôes de cumprir os exigêncios de quoIidode poro o coso de
deferminodo Empreendimenfo).

ii) orienfor os oudiforios reoIi;odos oo Iongo e opos o reoIi;oçôo do
Empreendimenfo, direcionondo esforços poro os ífens do sisfemo do quoIidode que
se mosfrorem mois deficienfes peIos informoçôes codosfrois.



59
59
Todos os informoçôes sobre os Empresos obfidos peIo DIQUAL/SP e peIos
Empreendimenfos deverôo refornor oo Codosfro, permifindo suo ofuoIi;oçôo
permonenfe.

Poro que umo empreso se quoIifique poro o codosfro e necessorio que sejo
copo; de comprovor oo oudifor o exisfêncio de um sisfemo do quoIidode que ofendo
òs exigêncios disposfos no documenfo "Pequisifos do Sisfemo do QuoIidode do
Esfodo de Sôo PouIo", o ser eIoborodo peIo DIQUAL
/
Z

3
. Esfe documenfo devero
seguir o ifemi;oçôo dos M8P/I9.000, odopfodos oo coso do Esfodo de Sôo PouIo, de
formo onoIogo oo reoIi;odo peIo Pefrobros.

A conformidode do Sisfemo do QuoIidode òs exigêncios dos "Pequisifos do
Sisfemo do QuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo" devero ser ovoIiodo peIo oudifor
devendo ser o resuIfodo de suo oudiforio regisfrodo em um documenfo no quoI poro
codo ífem dos "Pequisifos do Sisfemo do QuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo" hojo
frês coIunos oo Iodo indicodo: (o) conforme, (b) nôo-conforme e (c) descriçôo breve
do nôo-conformidode.

Mos cosos em que o fenfofivo de codosfromenfo de umo empreso for
reincidenfe, o oudifor devero fer conhecimenfo dos nôo-conformidodes
enconfrodos no oudiforio onferior, de formo o concenfror suo ofençôo nesfes ífens.

Sendo conhecidos os deficiêncios dos Sisfemos de ConfroIe do QuoIidode dos
empresos de consfruçôo civiI (em especioI o hobifocionoI) e considerondo que os
empresos descrifos no Cop. 3 sôo oIgumos dos mois evoIuídos mos oindo excesôes, e
necessorio um período de froboIho de desenvoIvimenfo de fornecedores (no coso,
de serviços).

Mesfe período, deve-se procuror esfobeIecer umo poIífico indusfrioI, oo níveI
do Esfodo, poro promover o "up-groding"dos empresos, em fermos de sisfemos do
quoIidode. Como no coso do Pefrobros, esfo poIífico e fempororio.

3,3,4 O estubeIecimento dos contrutos

Poro o deferminoçôo dos condiçôes confrofuois, devero ser eIoborodo peIo
DIQUAL/SP umo pIoniIho podrôo denominodo "Condiçôes Confrofuois do Sisfemo do


2
Além das informações sobre o sistema da qualidade das empresas
o cadastro deverá possuir informações sobre a tradição e o
desempenho econômico.

3
As empresas que fizerem parte do cadastro deverão ser auditadas
com uma periodicidade definida pela DIQUAL/SP para reavaliação e
atualização das informações do cadastro.


60
60
QuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo". Em codo Empreendimenfo, hovero fonfos desfos
pIoniIhos quonfos forem os especioIidodes o serem exercidos peIo confrofodo que
exijom cuidodos moiores com reIoçôo ò quoIidode.

Esfo pIoniIho devero confer o mesmo ifeni;oçôo do documenfo "Pequisifos do
Sisfemo do QuoIidode do Esfodo de Sôo PouIo" e duos coIunos odicionois onde se
morque poro codo ífem se o especioIidode devero ser reoIi;odo exofomenfe
conforme disposfo nos "Pequisifos do Sisfemo do QuoIidode do Esfodo de Sôo
PouIo" e, porfonfo, conforme o sisfemo do quoIidode reguIormenfe impIonfodo no
empreso - ou se o especioIidode devero ser reoIi;odo segundo especificoçôes mois
defoIhodos, indicodos peIo Empreendimenfo. Mo primeiro coso, indico-se com um "X"
o coIuno "Pequisifos 0erois". Mo segundo coso, indico-se com um "X" o coIuno
"Pequisifos do EspecioIidode". Em ombos os cosos ho documenfos odicionois com os
mesmos denominoçôes dos coIunos, expIicondo respecfivomenfe, os "Pequisifos
0erois" e os especificoçôes dos "Pequisifos do EspecioIidode" poro codo ífem
morcodo.

Seguindo o exposfo no ífem I.3, ideoImenfe fender-se-io o ufiIi;or
progressivomenfe mois os "Pequisifos 0erois" do que os "Pequisifos do
EspecioIidode", devendo o DIQUAL/SP deferminor "o que deve ser feifo" e "com
que quoIidode" mos nôo "como deve ser feifo" (o que serio encorgo do proprio
empreso). Mo enfonfo, o conhecimenfo do reoIidode do consfruçôo civiI
(hobifocionoI) forno necessorio o recurso ompIo o "Pequisifos do EspecioIidode"
como formo de goronfir o conformidode no execuçôo dos Empreendimenfos.

Os documenfos-bose "Pequisifos 0erois" e "Pequisifos do EspecioIidode"
deverôo ser eIoborodos por equipe do proprio DIQUAL/SP com quoIificoçôo
odequodo poro fonfo, devendo ser odopfodos poro codo Empreendimenfo peIos
proprios equipes dos Empreendimenfos. E necessorio que se observe ofenfomenfe o
disposfo nos M8P I9.000 e que se goronfo o cumprimenfo de ocordo de ífens como
"QuoIificoçôo do PessooI", "Cerfificoçôo do PessooI", "Cerfificoçôo de Produfos",
"Observoçôo de Mormos", "Aferiçôo e CoIibroçôo de Insfrumenfos", denfre oufros.

3,3,õ Acompunhumento e uvuIiuçdo dos empreendimentos

Três fipos disfinfos de ocomponhomenfo e ovoIioçôo dos Empreendimenfos
sôo necessorios, quois sejom:

i) FiscoIi;oçôo dos obros.

Feifo dio-o-dio no confeiro de obros por equipe do Empreendimenfo com
experiêncio em Engenhorio do QuoIidode e CiviI. O objefivo do fiscoIi;oçôo consisfe


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em osseguror que fodos os procedimenfos sejom feifos conforme previsfo nos
condiçôes confrofuois do Empreendimenfo em quesfôo.

O fiscoIi;odor deve procuror coIocor-se o mois proximo possíveI do pessooI
de obro do empreso, funcionondo mois como oIguem que froboIho junfo e oferece
sugesfôes do que como um confroIodor exferno. Todos os procedimenfos reoIi;odos
peIo empreso de formo prejudicioI ò quoIidode (conforme previsfo nos condiçôes
confrofuois), devem ser regisfrodos peIo fiscoIi;odor e discufidos com os
responsoveis no empreso de formo que junfos possom oIferor o que for necessorio
poro goronfir o quoIidode/conformidode (oçôes correfivos).

ii) Audiforio

PeoIi;odos periodicomenfe com o objefivo de ovoIior o operoçôo do Sisfemo
do QuoIidode do Empeso. Todos os observoçôes devem ser regisfrodos em
documenfo semeIhonfe oo dos oudiforios poro codosfromenfo de empresos, sendo
os informoçôes mois reIevonfes ufiIi;odos poro reoIimenfoçôo do codosfro. As
oudiforios poderôo ser feifos por equipes do DIQUAL/SP, devidomenfe preporodos
poro o funçôo ou por equipes exfernos.

iii) AvoIioçôo de Desempenho

PeoIi;odo oo finoI do Empreendimenfo peIo responsoveI peIo confrofo, com o
objefivo de ovoIior oufros ospecfos do quoIidode do Empreso no Empreendimenfo
em quesfôo, como: pro;os, opresenfoçôo do documenfoçôo, denfre oufros. As
informoçôes decorrenfes desfo ovoIioçôo fombem devem ser repossodos oo
codosfro do formo o compIefor os informoçôes sobre o empreso o serem
consuIfodos em sifuoçôes fufuros.

3,3,ó Auditoriu

Serôo necessorios, bosicomenfe, quofro fipos disfinfos de oudiforios, quois
sejom (i) o oudiforio reoIi;odo no Empreso (se necessorio em um confeiro de obro
onde eIo esfejo operondo no epoco) com o objefivo de ovoIior seu Sisfemo do
QuoIidode poro fins de codosfromenfo, (ii) o oudiforio reoIi;odo no Empreso em
fose de pre-hobiIifoçôo poro o Iicifoçôo com o objefivo de cerificor se o mesmo
possui Sisfemo de QuoIidode copo; de goronfir os exigêncios dos condiçôes
confrofuois do Empreendimenfo em quesfôo, (iii) o oudiforio reoIi;odo no
Empreso/obro com o objefivo de ovoIior o operoçôo do Sisfemo de QuoIidode do
Empreso e iv) o oudiforio feifo coso hojo oIgum probIemo crífico no imoveI
percebido opos o início do uso. Mesfe úIfimo coso o objefivo do oudiforio consisfe
em idenfificor o couso do probIemo e os responsobiIidodes, indicondo, em seguido,
oçôes correfivos.


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3,3,7 Detectuçdo de ndo-conformidudes

A defecfoçôo de nôo-conformidodes e regisfro dos mesmos deverôo ocorrer
reguIormenfe oo Iongo do operoçôo do Sisfemo do QuoIidode do Esfodo de Sôo
PouIo nos seguinfes sifuoçôes:

(i) quondo do reoIi;oçôo dos oudiforios com finoIidode de codosfromenfo dos
empresos ou ofuoIi;oçôo dos informoçôes codosfrois,

(ii) quondo do reoIi;oçôo dos oudiforios com finoIidode de pre-hobiIifoçôo poro o
Iicifoçôo,

(iii) quondo do reoIi;oçôo dos oudiforios periodicos oo Empreendimenfo poro
ovoIioçôo do operoçôo do Sisfemo do QuoIidode do Empreso,

(iv) dio-o-dio no ofividode do fiscoIi;odor do obro (que verifico se o Sisfemo do
QuoIidode esfo operondo conforme previsfo), e

(v) opos o início do uso, quondo o usuorio percebe oIgum probIemo crífico e demondo
oudiforio poro esfudo-Io.

Quonfo mois os nôo-conformidodes forom defecfodos e os soIuçôes
encominhodos em foses correspondenfes oos primeiros ífens cifodos, menores
serôo os perdos (cusfos, fempo efc.) e mois simpIes os soIuçôes.

3,3,ß Aç5es corretivus

Quondo os nôo-conformidodes forem percebidos nos ífens (i) e (ii) do ponfo
onferior (4.3.9), os oçôes correfivos deverôo consisfir no fronsmissôo do reIoforio
dos oudiforios poro os empresos de formo o orienfo-Ios no senfido de oprimororem
seu Sisfemo do QuoIidode, indicondo os ifens probIemoficos e, quondo possíveI,
sugesfôes perfinenfes (oçôes correfivos).

Quondo os nôo-conformidodes forem percebidos peIo fiscoIi;odor do oreo em
geroI consisfirôo do reoIi;oçôo: de procedimenfos de formo diverso doqueIo
previsfo nos condiçôes confrofuois do Empreendimenfo e prejudiciois ò suo
quoIidode.

As funçôes do fiscoIi;odor, serôo ossim definidos: (i) oIerfor os responsoveis
peIos procedimenfos sobre o nôo-conformidode, definindo, junfo ò eIes, oçôes
correfivos, ocomponhondo o suo impIonfoçôo e ovoIiondo os resuIfodos sobre o nôo-
conformidode e (ii) regisfror e encominhor ò DIQUAL/SP fodos os informoçôes


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reIofivos ò defecfoçôo de nôo-conformidodes, definiçôo de oçôes correfivos e
ocomponhomenfo do suo impIonfoçôo e ovoIioçôo.

A percepçôo do nôo-conformidodes no Sisfemo do QuoIidode do Empreso por
porfe de oudifores devero ser ocomponhodo de umo reuniôo junfo oos responsoveis
peIo quoIidode do empreso, onde serôo definidos oçôes correfivos sobre o Sisfemo
do QuoIidode (do Empreso). O ocomponhomenfo do impIonfoçôo e ovoIioçôo dos
oçôes correfivos devero ser reoIi;odo peIos proximos oudiforios, o serem
progromodos com infervoIo de fempo menor que o inicioImenfe previsfo e definidos
conforme o grovidode do nôo-conformidode (peIo oudifor). Todo o processo deve
ser regisfrodo e encominhodo o DIQUAL/SP.

Por fim, os nôo-conformidodes percebidos opos o início do uso do imoveI
deverôo ser ocomponhodos de oçôes correfivos o serem definidos e negociodos
enfre usuorios e consfruforo - com porficipoçôo do
DIQUAL/SP/EMPPEEMDIMEMTO - em funçôo dos resuIfodos do oudiforio.

Todos os informoçôes reIevonfes sobre o empreso deverôo ser ufiIi;odos
poro compIefor o codosfro do DIQUAL/SP.

3,4 MunuuI du QuuIidude

E indispensoveI o eIoboroçôo do monuoI do quoIidode, engIobondo o confeúdo
dos ífens onferiores, copio dos normos M8P I9.000 e de oufros documenfos de
referêncio imporfôncio, como o reIoçôo de fodos os normos exisfenfes poro
reguIoçôo dos ofividodes de consfruçôo hobifocionoI e de fodos os produfos que jo
sôo cerfificodos no poís. O monuoI fombem deve confer copio de fodos os
formuIorios de regisfro cifodos nesfe froboIho.

3,õ Apoio à normutizuçdo e à certificuçdo

E inferesse do Esfodo de Sôo PouIo e devero fo;er porfe de suo poIífico o
opoio ò normofi;oçôo e ò cerfificoçôo de produfos e serviços. O governo do Esfodo
de Sôo PouIo podero confribuir nesfe processo de duos formos bosicomenfe: (i)
exigindo dos empresos que so usem produfos cerfificodos quondo isfo for opIicoveI,
que execufem fodos os procedimenfos conforme os normos e cerfifiquem seu
pessooI junfo oos orgôos poro foI quoIificodos e (ii) que esfobeIeçom convênios e
froboIhos conjunfos com orgôos de cerfificoçôo e normoIi;oçôo
(A8MT,IMMETPO,...).

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15 . 26 ! " "= 6 /0 2 8 < G . < (+'+7+7 7 . A B 7 0>J 26 8 0 D $ * $ $ 2 2 $ $ 26 F # $ $ < $ B F $ $ " 9 $ $ 26 < 4 ) $ * $ ." 0 " 7 $ $ $ E $ $ F. " 0 J (4 % 7 $ .15 $ * D D 26 < 2 : $ 2 : $ $ $ 3 < 3 4 7 H$ U 7 2 $ $ 7 $ < # 2 ( # A $ 0 ( 26 $ $ $ 26 7 2 2 . B7 $ . < $ 7 F> $ $ . < < 4 A $ : $ 2 < * : F ." 0 $ $ $ 3 7 5 ! ." 0 < $ C $ . : ." 2 < $ $ /0 $ C $ $ $ < $ 7 2 6 # ' GKGGG $ $ $ $ 26 $ 2 < D $ 7 $ $ % Não confundir este acompanhamento de solução de pendências com a inexistência de uma série de casos de rejeição direta da empresa. $ 0 ) 7 2 $ 2 $ A 2 + $ F 26 < A E .

16 . $ 2 2 2 $ * $ $ $ F $: $ : < 26 < 7 $ < $ $ $ 2 2 $ 26 $ 2 0 . 2 ." 0 < # $ 4 2 7 < $ $ < A # 2 $ < 6 O sistema anterior já tinha referência nas ISO 9000 mas não era inteiramente adapdado à elas.16 #" #" D $ #" $ >% 0 % 2 8 * $ $ % 2 2 2 $ $ 2 $ 7 $ 7 $ C $ $ $ $ 7 $ ( 3 2 F 2 2 $ 7 2 B $ $ * 7 ." 0 : $ 7) $ * 2 A .* $ ' GKGGGT $ $ $ $ $ ! . 2 $ $ C 7 4 7) D 3 (+'+7+: 0 $ 2 $ B 7 $ . $ $ . $ < D 26 2 C * $ $ 26 $ : : $ $ $ . . # / " ! .

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$ $ ( $ 4 2 $ $ $ : $ 2 $ $ $ $ 2 $ I$ $ ." 0 * J $ : $D A 2 $ 2 $ 2 < W '$ $ D0 $ 2 $ * 4 A # !$ 0 $ $ A $ 7 2 $ < $ A * * $ B 2 $ * : 2 # A < 26 $ $ C $ A < # $ $ $ < $ $ $ 2 $ D 19 . $ * 0 C ( D 2 7 $ D . J (4 2 $ 0> J 2 2 ( 7 A : 7 A $ $ $ - + $ 26 C 7 $ < D4 < $ D 0 < $ 7 $ $ 7 % D0 $ $ D D 2 2 C $ $ 2 2 * 0 $ 2 2 $ 2 .19 D 7 $ $ $ . $ $ 4 ) $ $ A 2 .$ " $ 7 $ $ 26 2 $ $ 2 . D $ 2 # $ # # 4 @ $ C $ * D 4 4 $ . < 2 2 .

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3 . 7 . ( A 2 . 7 2 $ 0>( 0 $ < 7 < . 7 $ B 7 2 $ : 7 $ $ $ $ 2 $ 7 2 $ . 7 $ $ 26 $ D A < $ 2 8 2 $ * 7 $ < B 7 $ .= A $ E 8 $ A 7) 26 A 2 $ E 7 F JK 'F 7 L 7 $ $ 7) I . : 7 JK / A 2 $ 7 2 $ 2 .3 .23 7 .3 . $ $ . $ 7 % 7$ $ 7 2 2 $ 7 : B 7 < < B 0 B 7 $ < C D $ 7 6 C D 7 7 .= $ E $ $ $ 7 7 $ A 7 $ $ 4 .3 . 0 4 ) $ * $ B 7 2 $ $ .= $ < F $ " 0$ 7 $ $ 2 $ 3 7 $ $ $ CD : A . 2 .= $ 7 $ 8 Prazo prorrogável a critério da Comissão. $ 7 $ 7 2 $ 7 $ A C0 . 23 .

* * 4" 6 .3 . 0 $ 5G G G G $ / .3 . 2 .* A $ $ 0 $ $ * 24 .24 (+'+: +7 3 $ < : 0 A $ 2 . . > + 2 $ E 6" ? ! $ < $ $ 30 * / $ $ < 2 $ $ 8 / $ 7 2 < # .= # < $ $ 7 $ $ 2 $ $ $ $ $ 4 7 $ 7 4 $ # 7 7 < 8 $ < 2 $ # A 8 $ $ # < A $ : 8 (+( (+(+' !" ! . ) . .3 < $ (+(+( $ # 7 A 8 # 2 $ < ) < $ $ * .= $ 6 $ $ 2 A $ $ $ $ 2 2 $ $ $ 7 4 ( < $ ) > 3 2 26 $ 8 $ $ # < 2 A $ . /0 !" - # 8 + $ .

$ . 7) $ F $ '' $ #0 < # #0 I #> $ # 7 $ # ($ $ A 2 25 . $ $ $ + $ " < C $ < . $ $ D 3 < . $ . $ 3 $ $ : 7 2 . 7 7 C $ $ *. . 7 2 0 < . : 7 : I $ . 2 $ $ $ 7 F0 26 : ' 3 # $ .25 7 $ < < 2 $ < < 26 $ $ < : < .# + FD 26 D 3 $ /D ' . $ $ . . $ . $ F $ 7 $ I F $ 2 F * . 0 / ) . ) $ $ $ # $ 7 * $ 7 $ < $ ) $ $ 7 . : $ . # . 7 2 A 2 C $ * < 0 : CF . ) $ $ $ : $ 2 7 $ 0 J 0 $ * % % A $ $ $ . . . 2 ) 8 A 2 $ 2 . .

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2 $ $ ) $ 0 7 (+(+: .31 * $ * $ $ < $ A $ .7 < 2 . 5D 2 8 # # $ $ C D F C0A $ $ 7 $ 2 2 < $ F B $ 2 # A 2 $ 7 < $ $ F A )$ C $ < $ $ . $ $ $ 31 . 0 . 0 # !" 8 $ $ 2 7 $ 26 .* * 7 . $ $ 2 $ < " 7 < $ $ $ < $ $ < : . $ $ $ $ $ 4 2 # < $ $ 4 . 30 $ " $ $ * C 3 < $ : $ $ $ $ 7 < 7 $ $ $ $ D J $ % . $ * $ 2 D )$ 2 2 $ $ $ * $ .

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J < $ Exemplo: A brita. # 1 2 ) < 2 ) 2 D 8 B < B7 4 A 2 < 2 $ $ % < $ A < $ < $ < .35 < C/D 0 $ C1D 0 ) / $ $ 2 $ ) $ $ 2 < 2 $ 7 C5D $ $ C9D 0 C FC D < $ ) $ $ 0 7 $ C'D + C/D C1D + C5D C9D CTD F A 2 < $ + $ Y Y # # [. # . enquanto as normas são as mesmas Na França. 35 . é totalmente diferente da brita na BA. no RS. há 18 laboratórios privados credenciados pela AFNOR para certificar materiais e equipamentos. < Y 7 MD $ 7 $ < ( $ $ $ $# $ $ Y # $ C DFC0A $ Y $ < < $ Y< F : C 4 F A 2 + ( "*4 F "* 4 $ 0A F $ 2 *7 MD% $ * J+ J( F 2 2 * Y : 7 : 2 0 $ 2 2 6 Y% . Praticamente tudo é certificado. por exemplo.

F 7 $ F < # $ $ "1 /8 $ 2 $ $ $ $ .6 ! /0 ! . $ < $ $ $ $ $ F C0A $ 8 $* < . $ * 2 $* < $ $ *7 /D A 2 ) $ < $ * 4 F ) A < $ $ 4 2 $ * AF $ 7 F $ $ $ .* < $ $ A $ $ $ 36 . F# < (+7 (+7+' !" ! " .36 #+ # . C'D 3 $ 2 C/D FC D B $ $ $ < # $ < $ C1D $ $ < . (+7+'+' $ $ $ < * 2 3 $ * $ $ 7 $ $ 7 $ 2 # $ < < 2 $ % ! 1 /0 . < #0 # $ (+(+E . $ $ < # < $ $ 0 # 4 $ 26 $ $ $ # ! 30 $ 7 A6 $ 2 $ $ 7 $ B 7 7 . 0 # # # # 26 F 9 $ $ B 7 $ $ < $ # # * $ .

$ $ .37 $ 30 7 $ 2 $ $ $ $ 2 $ $ C $ $ A6 $ D 2 % 7 < $ $ < 2 $ 2 $ $ * < $ : .: < $ < $ : $ 2 $ 4 $ A 2 $ * $ $ 7 $ 0 $ : A K G G 5D 4 < $ B < $ $ " 4 .# < < $ $ $ $ $ 0 30 < . < C $ 2 $ ) O.6 ! /0 $ 2 $ $ $ $ 4 $ 7 ) 37 . $ D $ $ $ 7 $ * < * $ < + 2 C 30 $ $ < < : $ $ $ $ A6 2 . $ 2 30 $ # F .* < $ $ 7 $ $ C A $ 0 < $ $ $ $ ' GKGGG KGG' < 7 (+7+'+( 3 < $ ! 6 2 A 2 . )$ F# .* 2 ) $ < < $ A A " $ . $ " $ $ 7 ) $ $ 7 $ 2 $ 2 $ 3 . D < FV \ # $ $ $ \F < 4 4 .

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$ $ 3 4 Não parecem dispôr sequer de esquema materiais de terceiros em fabricação. 47 . $ $ 7 $ ? # 2 $ @ : " * $ J J B D 7 $ $ * $ 2 < " $B @ C $ : $ $ . Hilf possua esquema sistêmico para comprovar/garantir destas firmas o cumprimento das normas.* < C 2 8 ? 7 $ C 2 @ D $ $ ) B $ " A6 * $ < $ A $ $ * D ? $ $ $ 2 6 8 8 @ $ 2 $ : 7$ 8 A 2 $ 0 $ 26 $ $B $ J$ C A 2 $ $* 2 $ $ $ . $ " $ . < $ 8 8 $ D F < I$ * $ 26 26 F . $ A $ $ . A6 $ $ $ $ 7 $ .47 0 2 2 < ? @ $ < $ $ : $ < 2 1 A . para inspeção dos Também não parece que a Wrobel. 7: $ . < 7 $ $ * 3 " * $ 0 $ $ 7 $ # 2 $ * .7 < 0 $ A 2 $ $ 5 $ ! $ < $ 2 < A ? < @ $ $ $ A .

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.Em texto do 1 Congresso de Sistemas da Qualidade do IBP (Osinski, Couto e Guaragna; "Qualidade sob as óticas do proprietário e do executante") é citado o caso do fornecimento de dois fornos de craqueamento de nafta pela Montreal à COPESUL. Foram feitas, por esta última, uma série de exigências com relação à qualidade. Como resultado do cumprimento dessas exigências, a Montreal conseguiu realizar os serviços de montagem do forno 11F14 em 14 meses (contra os 15 meses previstos) e do forno 11F15 em 10 meses e nove dias (contra os 11 meses previstos). C onsiderando que um forno de craqueamento nafta produz um incremento da ordem de US$ 56.000/dia de operação no resultado líquido (antes do imposto de renda) da companhia, pode-se obter uma estimativa preliminar do que significa esta redução do tempo de montagem. O mesmo trabalho apresenta outros ganhos, para as duas partes, decorrentes da operação com um Sistema de Controle da Qualidade. 2 O único motivo não diretamente comercial que parece ser também relevante para definir a implantação de um sistema de controle da qualidade é a necessidade de uma empresa recuperar
49

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credibilidade em um mercado quando esta tiver sido abalada por algum problema decorrente da inexistência de controle da qualidade. . Isso faz parte do processo de adaptação da empresa às diretrizes da ISO/9000.
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3 3 . 0" 0 0. 51 . ambos os documentos são elaborados pela assessoria de Controle da Qualidade. 0 (0 04 0>( 0 /' // /1" /5. 3 . 153 7 7 5 3 . 3 7 $ A 2 0 . 0 (` 0X_ 3 1'0 1/( 11. . Como já foi mencionado. / $ 0 'K MLD .51 (+A +7+' 0 " 7 $ $ C % 7 4 $ : C $ " $ $ 4 $ $ < $ $ D B < $ 5D 7 $ 3 07 Z# O ( ' ( '' '/. $ 6 2 ( 7 $ 26 4 " # 1 3 .3 > 3 .3 > 3 3 " 3 $ A 2 4 $ " 26 5' 5/ 51> 55 9 3 4 2 2 0 " 2 2 26 .3 X_ 3 + 4 9G # #4 0 7 < 7 ( 0 0 C( I % $ 0 $ 7Z .

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0 (0 0 '9 3 .7 DE $ : E E $ % # $ C/D C1D C5D 5 A 2 .53 '' ' '' / ( '' 1 . '/ ' '/ / ( . 4 E $ ) $ $ 4 $ $ < $ $ $ $ * $ $ . É provavel que ainda seja necessário um bom tempo (um ano. ! ! .7 $ 26 0X_ 3 4 2 . 0" 0 0. " ( 3 >3 (0 0 . (0 7 $ 2 . 3 . O( a 3 . 53 . 4 4 ( 3 JK G G G A 2 2 $ 2 $ ) 2 " 2 $ C . I $ 26 $ ( 3 JK G G G 3 " $ $ 9D 8 A< % 7 $ < 2 C'D (+A +7+( !" 2 !" " . 7 '/ .3 2 26 3 7 $ 4 " < . < $ 4 . 7 0 < $ 2 0 < A '1 0 '1 ' '1 / '5 ( 3 .3 > 4 0>( 0 3 $ $ $ 7 $ < * $ $ 7 $ $ $ * 2 < $ 4 7 $ 2 $ $ C * $ 0 $ . aproximadamente) para a consecução desta fase.

. : U $ F $ $ . $ 7 < 4 # 7 $ 'K K G F $ B B7 * # 4 . $ 2 $ * 3 A 2 ( #( 2 7 #< : $ 7 $ 4 F < 54 . $ *# $ $ < $ 8 2 < A 2 $ $ $ $ $ $ < $ 26 7 # # 7+' # 3 6 C ! 6 " % #5 2 % # 7+'+' % ! 1 /0 3 2 ' 0 ) $ $ : 26 26 / 0 : 2 $ ( $ 2 % 7 < A6 < $ 8 * 2 < .54 0 $ $ 26 C'D $ 26 $ A C/D $ $ $ $ $ < $ < 8 " " $ * ! % $ $ $ 26 $ 2 2 # 26 26 $ < 26 A $ 26 E $ 2 $ $ $ 26 $ 2 26 I . $ $ 4 ) $ $ 2 . $ .

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$ . . As empresas que fizerem parte do cadastro deverão ser auditadas com uma periodicidade definida pela DIQUAL/SP para reavaliação e atualização das informações do cadastro.59 $ 26 $ $ < $ $ $ < . 7) * $ $ $ 0> J/ 1 * $ $ < $ < 4 $ < . J'K G G G A $ $ $ $ (4 0>J A 2 < ) F. 7) F $ A 2 * 7 0 $ : $ ) # $ $ < * $ ) C $ 1 * 2 D : $ < 7+7+: $ ! . 2 C D # $ $ $ # 2 $ $ : 4 $ D $ $ : $ $ $ 2 . C < 6 $ $ : $ $ : $ * $ : * F 26 $ 2 Além das informações sobre o sistema da qualidade das empresas o cadastro deverá possuir informações sobre a tradição e o desempenho econômico. < (4 * 4 F 7 8 . < %C D $ $ 4 $ * F. 59 3 . 8 7 $ A . < $ C D < F . $ (4 0>J $ ! 2 # F #7 * !" ! 26 $ 7F $ : 7 $ 4 F.

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