UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

ADRIANO SCHAPLA CLADEMIR WISNIEWSKI IURI R. BERGAMIN RENAN SANTIN ROBSON FABIAN

USINAGEM QUÍMICA, USINAGEM ELETROQUÍMICA E RETIFICAÇÃO ELETROQUÍMICA

ERECHIM, SETEMBRO DE 2011
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ADRIANO SCHAPLA CLADEMIR WISNIEWSKI IURI RENAN BERGAMIN RENAN SANTIN ROBSON FABIAN USINAGEM QUÍMICA. Professor: Arthur Bortolin Beskow ERECHIM. Curso de Engenharia Mecânica. USINAGEM ELETROQUÍMICA E RETIFICAÇÃO ELETROQUÍMICA Trabalho da disciplina de Processos de Usinagem II. SETEMBRO DE 2011 2 . Departamento de Engenharias e Ciências da Computação da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI – Campus de Erechim.

retificação eletroquímica. Abstract: The objective of this research is to introduce de usage of the chemical machining. Além disso.Resumo: O objetivo desta pesquisa é apresentar o uso da usinagem química. será apresentado suas respectivas vantagens e desvantagens apontando os principais segmentos metal mecânicos que podem estar se utilizando desse tipo de tecnologia. pointing the main metal mechanics segments that may be using such technology. Furthermore it will bring up their respective advantages and disadvantages. 3 . electrochemical rectification. electrochemical machining. Palavras chave: usinagem química. usinagem eletroquímica. electrochemical machining and electrochemical rectification as unconventional and alternative machining methods that are being implanted in various branches of the industry today. Key-words: chemical machining. usinagem eletroquímica e da retificação eletroquímica como métodos alternativos e não convencionais de usinagem que estão sendo implantados nos mais variados ramos da indústria na atualidade.

....................................09 3...0 – Introdução..................................................................Índice: 1.5 ....................................................16 4 ..12 5.................................05 2..07 – Limpeza....................Referências Bibliográficas......................06 2.1 2.......Conclusão.....................2 – O uso da eletrólise na usinagem eletroquímica...........0 – Usinagem eletroquímica...........06 ....................................3 2....................................Usinagem química...............06 .....0 ...........4 2.......................................2 2................................................07 3..09 4..............................Preparação da superfície metálica da peça..................................................................................................................0 – Retificação por descarga eletroquímica..................09 3...............15 6........0 ...........................................1 – Célula eletroquímica e eletrólise.........0 ..............................................................07 – Vantagens e desvantagens da usinagem química..................Confecção da máscara de revestimento.................................................................................................................................................Usinagem química................................................................................................................................................

titânio e o tântalo. o processo de retificação eletroquímica acabou conquistando espaço importante na indústria metal mecânica pela possibilidade de utilização de um método híbrido de usinagem não convencional que traz vantagens principalmente na retificação de ferramentas de metal duro. Eletrólise é uma palavra que vem da lingual grega e significa corrente elétrica (eletro) + quebra (lise). pois com ele pode-se eliminar quantidades desnecessárias de material. a decomposição de uma substância por meio de corrente elétrica. aços. O processo tem se mostrado muito útil. Mais recentemente com o desenvolvimento da eletrônica e microeletrônica. 5 . melhorando assim a relação potência / peso. A indústria aeronáutica fez com que a usinagem química passasse a ser empregada não somente em peças de alumínio.0 – Introdução Na atualidade a indústria aeronáutica é uma das que mais vem se beneficiando com o uso da usinagem química. Muito utilizado na usinagem de materiais muito duros ou de difícil usinabilidade por métodos mecânicos convencionais. inoxidáveis. sendo empregado na indústria metalmecânica quando se deseja produzir em massa. de pequenas dimensões e sem qualquer deformação do metal. ou seja. A usinagem eletroquímica é considerada uma técnica de retirada de metal por um processo eletroquímico aplicado em materiais que conduzem eletricidade. Este processo é o mais indicado na produção em série de peças miniaturizadas. o qual é baseado no processo de eletrólise.1. Outro método não convencional de usinagem que é bastante utilizado na atualidade é a usinagem eletroquímica. além de garantir um melhor comportamento mecânico dos materiais pelo fato do processo conferir às peças uma estrutura mais homogênea. delicadas. mas também no ferro. a usinagem química ganhou um novo impulso pelo fato de promover peças precisas. cada vez mais usadas na indústria. Além dos métodos anteriormente citados.

Sobre a parte vazada é feita a aplicação do material da máscara e após a finalização deste procedimento deve-se remover cuidadosamente o gabarito. alguns tipos de plásticos. deve possuir boa aderência à superfície da peça. vernizes. com o máximo de proteção possível e fazendo o uso de luvas. O manejo deve ser feito de forma cuidadosa. 2. que fará a proteção de determinados locais em que não se deseja usinar. Esse tipo de resina deve ser submetido a uma radiação ultravioleta e em seguida revelado. além de tudo. 2. também chamada de máscara.Preparação da superfície metálica da peça. . resinas fotossensíveis. É imprescindível obter uma superfície totalmente isenta de gordura. Outro tipo de máscara de revestimento é a confeccionada com resinas fotossensíveis. .0 . . Nesses casos é necessário confeccionar um gabarito metálico com o formato desejado para a máscara e deixá-lo fixo sobre a superfície da peça. expondo todas as suas partes por igual. 6 . pode promover uma maior aderência à máscara. Por conseqüência da revelação aparece sobre a peça o desenho deixando desprotegida a parte a ser usinada.2 – Confecção da máscara de revestimento Deve-se escolher um material que resista à ação da solução agressiva utilizada sendo os mais comuns a borracha. Muitas vezes a peça pode passar por algum processo de ataque corrosivo para proporcionar uma melhor adesão da máscara sobre a sua superfície. de forma leve. Para aumentar a resistência aos ácidos e aderência desta resina.Usinagem Química A usinagem química é um processo que consiste em submeter determinadas partes de peças metálicas à ação de uma solução agressiva. mais indicadas para trabalhos que exigem maior exatidão. a peça pode ser submetida a um recozimento controlado e uniforme em uma estufa a temperaturas relativamente baixas ou pela utilização de radiação infravermelha tomando sempre o cuidado para que a peça seja tratada uniformemente. poeira ou qualquer outra substância indesejada. depois da revelação. A máscara protetora.Confecção da máscara de revestimento.2. Esse revestimento deve ser confeccionado em material que não seja suscetível ao ataque deste agente corrosivo..Usinagem química. garantindo assim uma maior exatidão dimensional. O uso de uma lixa sobre a superfície da peça. A máscara de proteção também pode ser feita por meio de pintura ou borrachas sintéticas.1 – Preparação da superfície metálica da peça Primeiramente a peça deve passar por um processo de limpeza. possibilitando um recorte adequado às dimensões e que possa permanecer inalterada durante todo o tempo de realização do procedimento.Limpeza. etc. Para tanto se faz necessário alguns passos para a realização de todo o processo: . Para isso é colocado um tipo de proteção.

2. 2. irregularidades.5 – Vantagens e desvantagens da usinagem química Por não se tratar de um método de usinagem que utilize impactos ou arranque pedaços da peça por contato mecânico forçado. na produção de peças frágeis ou de formas complexas é muito menor que o tempo necessário para produzir a mesma peça utilizando um meio mecânico. Normalmente é realizado um escovamento mecânico da peça seguido de um banho.4 – Limpeza Terminado a usinagem da peça é preciso remover a máscara protetora e limpar a superfície da peça. a dissolução do metal nunca acontece de uma forma rigorosamente vertical. Isso faz com que se obtenham ângulos indesejados para determinadas finalidades. rugas. ou qualquer tipo de sujeira. bolhas. sem deformações íntegras e sem rebarbas. Para fazer esse cálculo deve-se levar em 7 . a usinagem química acaba sendo um processo capaz de gerar um produto muito mais homogêneo estruturalmente. aplicada principalmente em aços e alumínio.1 – Exemplo de uma chapa submetida à usinagem química. A penetração da solução agressiva por vezes pode transpor levemente a fronteira da máscara protetora o que fará com que o produto final apresente uma pequena diferença dimensional com relação à máscara. Uma forma de amenizar a distorção causada por esse efeito é confeccionando máscaras de dimensões minimamente menores que as desejadas. para cobre e níquel. Além disso.3 – Usinagem química É aplicado sobre a superfície exposta da peça um determinado tipo de solução agressiva que irá causar a corrosão de suas camadas mais externas. Essa solução deve ser constantemente renovada para que não perca suas propriedades no decorrer do processo. Figura 2. Entretanto.Independente do método a ser utilizado. “b” representa a parcela usinada da superfície e “c” representa a parcela não usinada que foi protegida pelo uso da máscara. Há também a possibilidade de se realizar testes preliminares para determinar a qualidade da superfície a ser usinada e se a ação do ácido utilizado poderá trazer os resultados desejados dependendo do material a ser trabalhado. sem trincas. A indicação “a” e “d” representam a máscara protetora. Essa solução pode ser cáustica. a aplicação da máscara de revestimento só deve ser feita na certeza de se estar trabalhando sobre uma superfície homogênea. 2. ou ácida.

Às vezes é preciso usinar uma peça para que. 8 . se possa corrigir a máscara para alcançar maior exatidão dimensional. Outro inconveniente nesse processo é a dificuldade de se confeccionar uma máscara em dimensões ideais. com base no resultado obtido.consideração a espessura a dissolver. o tipo de metal e o meio corrosivo que o trabalho será feito. Normalmente só se chega à maior exatidão após várias tentativas e aproximações.

Usinagem Eletroquímica 3. de acordo com a forma desejada.0 .003 a 0. Na medida em que a usinagem prossegue. o cátodo. Ambas empregam uma reação redox (redução e oxidação) que é fisicamente separada. Esse eletrólito é bombeado a uma velocidade aproximada de 3 a 30 m/s. o ânodo. o cátodo. Primeiramente ocorre a decomposição (ionização ou dissociação) do composto em íons e. Segundo as leis de Faraday esta transferência de matéria é proporcional à intensidade da corrente elétrica aplicada. e a redução no outro. removendo os resíduos indesejáveis da usinagem e diminuindo os efeitos causados principalmente pelo aquecimento elétrico. ocorre a movimentação simultânea do cátodo em relação ao ânodo até o momento em que a largura do GAP ao longo do eletrodo tenderá a apresentar um valor constante.1 – Célula eletroquímica e eletrólise Segundo Russel (1994) uma célula eletroquímica é um dispositivo que permite a interconversão de energia química e energia elétrica.2 – O uso da eletrólise na usinagem eletroquímica Na usinagem eletroquímica o objetivo é fazer a remoção de material a partir do uso de uma ferramenta de perfil específico. 3. Os produtos dependem de quais constituintes são mais facilmente e mais rapidamente oxidados (no ânodo) e reduzidos (no cátodo). Pelo uso da circulação de um líquido eletrólito entre a peça e a ferramenta faz-se um contato elétrico que resultará em um processo de eletrólise. posteriormente. A distância entre a ferramenta e a peça varia de 8 a 80 micrômetros (de 0. que causará uma transferência de matéria do ânodo para o cátodo. Nessa dissolução do material a peça caracterizará o ânodo e a ferramenta. Uma diferença de potencial é aplicada entre os eletrodos. 9 . Quando os elétrons chegam ao material. ele é dissolvido. com a passagem de uma corrente através destes íons.1 a seguir mostra a representação esquemática da peça e eletrodo apresentando seu GAP final em valor constante. de forma que a oxidação ocorre num eletrodo. As quantidades formadas destes produtos dependem de suas massas equivalentes e da quantidade de eletricidade aplicada (leis de Faraday da eletrólise). A eletrólise é um processo não espontâneo que separa os elementos químicos de um composto pelo uso da eletricidade. são obtidos os elementos químicos. A figura 3.030 polegadas).3. geralmente de 10 volts. As células eletroquímicas são divididas em dois tipos: as células galvânicas ou pilha e a célula eletrolítica.

Um item essencial na usinagem eletroquímica é o eletrólito: ele é responsável por conduzir a corrente elétrica entre a ferramenta e a peça para que ocorra a dissociação anódica decorrente da eletrólise. O processo de usinagem eletroquímica é mais usado para produzir formas complexas como a turbina de pás com bom acabamento superficial em materiais mais duros. Uma máquina pequena (500A) é adequada. deve conservar suas características e deve poder ser regenerado facilmente. É mais rápido e muitas vezes mais conveniente do que os métodos convencionais de rebarbação feitos de forma manual ou com uso de processos de usinagem tradicionais. por exemplo. Também é amplamente utilizado em processos de rebarbação. removendo o material excedente e embotando bordas afiadas. Esse tipo de máquina apresenta características funcionais semelhantes à de eletroerosão. para a furação e retirada de rebarbas. A usinagem eletroquímica pode ser feita em máquinas de pequeno ou grande porte.1 – A peça (ânodo) apresenta perfil conforme o determinado pela ferramenta (cátodo) decorrente da transferência de seu material pelo uso do potencial elétrico aplicado. Entretanto. 10 .2 mostra uma esquematização de um tipo de máquina utilizada na usinagem eletroquímica. a remoção de material ocorre de forma química acelerada apenas pela passagem de corrente elétrica. A figura 3. O eletrólito deve possuir alta condutibilidade elétrica.Figura 3.

Para conquistar um alto desempenho na produção de peças usinadas. este processo permite a obtenção de um produto isento de danos estruturais. etc. a existência de elevadas pressões hidráulicas no sistema de bombeamento. evitando quebras e falhas e garantindo que não haverá atritos entre as peças. muitas fabricantes de máquinas de usinagem produzem máquinas para usinagem eletroquímica. de Santa Catarina. dificuldades para ajustagem da ferramenta e problemas devidos à corrosão. o que gera desgaste nos componentes. de Barueri (SP). Entretanto.Figura 3. além de não causar desgaste à ferramenta.. a MCS Indústria Mecânica de Contagem. 11 . Alguns tipos de inconvenientes desse processo de usinagem são. possibilitar a usinagem de materiais de alta dureza que sejam condutores elétricos. a Knuth do Brasil Tecnologias Industriais. essas máquinas de usinagem necessitam de manutenção e lubrificação constantes. como a Pazetto Usinagem e Fundição. Comércio e Representação Ltda. e a Metalsystem Indústria. Atualmente.2 – Representação esquemática de uma máquina de pequeno porte utilizada para realizar a usinagem eletroquímica. em Minas Gerais.. há muitas vantagens no uso deste tipo de técnica de usinagem: como na usinagem química. por exemplo. produzir geometrias complexas em apenas uma passada. de São Leopoldo (RS). isenção de zonas termicamente afetadas e de forças de cortes decorrentes da ausência de contato mecânico e impactos.

Rebolo condutor. tem-se o fato do eletrólito ser altamente corrosivo.4. Devido ao fato do grafite ser um material de fácil usinagem. Utiliza fluido de corte. Necessita de fonte de potência de baixa tensão e alta corrente elétrica. sendo posteriormente removido nos pontos onde ocorrem as descargas elétricas (ou faiscamento). etc.1 apresenta uma comparação entre a retificação convencional e a retificação eletroquímica. peças frágeis ou sensíveis ao calor. retificação de materiais duros sem induzir tensões residuais profundas e ainda não produzir zonas termicamente afetadas muito intensas. a retificação por descarga eletroquímica é um processo híbrido de retificação eletroquímica e por eletroerosão. Tabela 4. pequenas imperfeições na superfície do rebolo podem ser toleradas sem afetar a qualidade final da peça. o equipamento exigir alto investimento e a possibilidade de ataque intergranular no material da peça. Não necessita de fonte de potência.1 – Comparação entre retificação convencional e retificação eletroquímica. O eletrólito é altamente condutivo e o material da peça é primeiramente transformado em um filme de óxido durante o pulso positivo de corrente. assim. A principal utilização deste processo é na retificação de ferramentas de matal duro. 12 . Difere do processo de retificação eletroquímica basicamente pelo fato da corrente aplicada ser alternada (ou contínua pulsada) e o rebolo não ser abrasivo. usinagem de aço ferramenta temperado ou ligas de níquel. durante o pulso negativo. Retificação Convencional Remoção de material por abrasão. não há remoção por abrasão. Não sofre o efeito de ações corrosivas importantes. mas de grafite. Pelo fato do rebolo girar sem entrar em contato com a peça. os rebolos podem ser produzidos com exatidão em formas complexas e a baixo custo. A peça (+) e o rebolo (-) devem ser isolados do restante do equipamento.0 – Retificação por descarga eletroquímica Segundo Rodríguez et al. NaNo3. Dentre as principais vantagens deste processo destacam-se: corte livre de rebarbas. Utiliza fluido eletrolítico (solução aquosa de NaCl. A tabela 4. entre outros). forças baixas. Retificação Eletroquímica Remoção de material causada 10% por abrasão e 90% por ação eletroquímica. retificação em um único passe. No que se refere às desvantagens.. Sofre a ação corrosiva do eletrólito: necessita de uso de materiais resistentes à corrosão. O rebolo é ligado ao pólo negativo (-) da fonte e a peça ao pólo positivo (+) da mesma. Rebolo qualquer. facilidade de fabricação dos rebolos de grafite.

uma de cada processo. 13 . Na operação de retificação convencional. evidenciando também o efeito da queima da peça.1 – Esquema simplificado de uma máquina para retificação eletroquímica. onde notou-se que grande parte deste material foi somente deslocado de um ponto para outro em função da compressão do rebolo sobre a peça.2 – Grande formação de rebarbas.Figura 4.3 mostra a superfície perpendicular do aço rápido atacada pelo rebolo convencional. A Figura 4. que provocou um aumento do diâmetro da peça na zona de retificação. Para avaliação visual das superfícies geradas durante a retificação convencional e eletroquímica foram escolhidas aleatoriamente duas amostras. com o objetivo de se comparar o aspecto geral da superfície gerada em cada amostra retificada. Figura 4. houve grande formação de rebarbas nas barras de aço rápido. pois o rebolo (com Al2O3) não conseguiu retirar todo o material.2. conforme a Figura 4.

Figura 4.4 – Peças usinadas com retificação eletroquímica 14 . melhor. Figura 4. as peças usinadas com retificação eletroquímica. pois não houve aumento do diâmetro da barra nem formação acentuada de rebarbas. aparentemente. Contudo. Figura 4.4.3 – Efeito da queima da peça. apresentam acabamento superficial.

Além disso e das respectivas limitações. desenvolvimento da industrial aeronáutica. Com isso tem se obtido melhoria nos resultados desejados por se eliminar os esforços de corte e picos de temperatura existentes na usinagem convencional. apresentam custos competitivos tanto de produção quanto de manutenção.. eletrônica e metal mecânica em geral. percebe-se que parte da produção atual está direcionando investimentos em processos não convencionais. vem trazendo conseqüências principalmente no que se diz respeito à tolerância aos erros.0– Conclusão O avanço das tecnologias. produção em série. etc. Como resultado. a procura por métodos alternativos e não convencionais de usinagem tem se mostrado como saída viável quando se busca resultados de acordo com a demanda estabelecida. abrindo portas para novas pesquisas e otimizações na indústria. exatidões dimensionais. homogeneidade estrutural. Alguns métodos que se destacam por se enquadrar nas exigências são os de usinagem química e eletroquímica. 15 . qualidade de acabamentos. que apesar de suas limitações.5.

Caxias do Sul. volume 2. 2010: http://www. Renata. RUSSEL.br/conteudo/2952-usinagem-eletroquimica-naindustria-metal-mecanica/ Acessado em 31 de Agosto de 2011 às 23:34 horas. Retificação por descarga eletroquímica de pastilhas de metal duro. São Paulo: Editora Globo. 2011. Retificação Eletroquímica: Um estudo de caso. Álisson Rocha (Et al.. 2ª edição.manutencaoesuprimentos. Alberto José Dutary (Et al. RODRÍGUEZ. SILVA. John B. Pearson Makron Books. BRANCO.). Química Geral. Usinagem Química e Eletroquímica Aula 78. 1994. Usinagem eletroquímica na indústria metal mecânica. Teoria da usinagem dos materiais.). TELECURSO 2000. 16 . João Cirilo Neto.com. São Paulo: Blucher.6. 2009.0– Referências bibliográficas MACHADO. 2000. Belo Horizonte.

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