CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - III

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Prof. Luiz Elpídio M. Machado

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MINAS GERAIS – UEMG FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE DIVINÓPOLIS – FUNEDI INSTITUTO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA – INESP

APOSTILA DE CÁLCULO III FUNÇÕES DE VÁRIAS VARIÁVEIS

ENGENHARIA CIVIL

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

Prof. Luiz Elpídio de Melo Machado Versão: 2010/1

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Prof. Luiz Elpídio M. Machado

PLANO DE ENSINO
CURSO DISCIPLINA

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Nº DE AULAS SEMANAIS

04
CARGA HORÁRIA

Cálculo Diferencial e Integral III ANO 2010 SEMESTRE 1º PERÍODO 3º
UNIDADE ACADÊMICA INESP

72
EMENTA

Funções de várias variáveis, gráficos, derivada direcional, plano tangente, gradiente, derivada de ordem superior, máximos e mínimos, e aplicações. Curvas planas e no espaço, vetor tangente. Curvas planas e no espaço. Integrais duplas e triplas. Cálculo de Áreas, Volumes, Momento de Inércia. Integrais de linha e de superfície.
OBJETIVOS

No final do curso o aluno será capaz de: - Representar Superfícies e Funções de Várias Variáveis - Aplicar o Vetor Gradiente - Integrar Funções de Várias Variáveis - Determinar o Volume e a Área de uma Região usando Integrais Múltiplas - Aplicar Integrais Duplas no Cálculo do Momento de Inércia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I – Funções de Várias Variáveis 1.1 – Conceito 1.2 – Limite 1.3 – Continuidade 1.4 – Derivadas Parciais 1.5 – Derivada Direcional 1.6 – Gradiente 1.7 – Plano tangente 1.8 – Derivada de Ordem Superior II – Máximos e Mínimos 2.1 – Valores Extremos da Função de Duas Variáveis 2.2 – Máximo e Mínimo com Restrição III – Integrais Múltiplas 3.1 – Interpretação Geométrica 3.2 – Técnicas de Integração 3.3 – Mudança de Variáveis na Integral Dupla 3.4 – Mudança de Variáveis na Integral Tripla 3.5 – Cálculo de Área, Volume e Momento de Inércia.
MÉTODOS E RECURSOS DIDÁTICOS

Aula expositiva, seguida de debates, exercícios de sondagem e fixação; Proposição de situações problemáticas, mediante condições explicativas para as possíveis soluções, pesquisa em livros e na www. Quadro negro, giz, internet, e-mail. Atividades extra-classe: - Resolução de listas de exercícios de fixação e aprofundamento. - Resolução virtual de exercícios em editor de texto matemático.
AVALIAÇÃO

Serão distribuídos 100 créditos no decorrer do semestre através de trabalhos e provas.

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Serão distribuídos 30 pontos até o final do 1º bimestre letivo, 35 pontos até o final do 3º mês letivo e 35 pontos até o final do semestre letivo. As recuperações das avaliações ocorrerão ao longo do semestre.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MCCALLUMM, William G. Cálculo de várias variáveis. São Paulo: Edgar Blucher, 1997. PINTO, Diomara. Cálculo diferencial e integral de funções de várias variáveis. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999. HAZZAN, Samuel. Calculo funções de várias variáveis. 2.ed. São Paulo: Atual, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

JUDICE, Edson Durão. Funções de varias variáveis. Belo Horizonte: UFMG, 1978. LEITHOLD, Louis. Cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1994. EDWARDS Jr, C.H. Cálculo com geometria Analítica. 4.ed. Rio de Janeiro: PrenticeHall do Brasil, 1997. SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. 2.ed. São Paulo: Mac Graw-Hill, 1987. GOLDSTEIN, Larry J.; LAY, David C. e SCHNEIDER, David I.. Matemática aplicada: economia, administração e contabilidade. 8. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.

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FUNÇÕES DE VÁRIAS VARIÁVEIS
1 – Introdução
Muitas grandezas dependem de mais de uma variável: a quantidade de alimento produzida depende de quantidade de chuva e da quantidade de fertilizante usada; a taxa de uma reação química depende da temperatura e da pressão do ambiente em que se processa; a intensidade da atração gravitacional entre dois corpos depende de suas massas e da distância que os separa; a taxa de matéria ejetada numa explosão vulcânica que cai num lugar depende da distância ao vulcão e do tempo decorrido desde a explosão. Cada exemplo envolve uma função de duas ou mais variáveis. Uma função de duas variáveis pode ser representada graficamente, numericamente por uma tabela de valores, ou algebricamente por uma fórmula. Suponha que se queira obter um empréstimo para comprar um carro é necessário calcular quanto se deve pagar por mês; isto dependerá tanto da quantidade de dinheiro emprestada, do tempo de quitação do empréstimo quanto da taxa de juro. Estas quantidades podem variar separadamente: o valor do empréstimo pode variar e a taxa de juro e o tempo podem permanecer constantes, ou a taxa de juro pode mudar enquanto a quantia emprestada e o tempo permanecem constantes. Para calcular o pagamento mensal você precisa conhecer estes valores. Se o pagamento mensal é é

$ P , a quantia emprestada
de

$ E , o tempo de quitação t

e a taxa de juros é

i % , então exprimimos o valor de P em função

E, t

e

i

escrevendo:

P = P( E , t , i ) .

É exatamente semelhante à notação para função de uma variável. A variável

P

chama-se a variável

dependente e as variáveis

E, t

e

i se dizem independentes.

A função para calcular o valor da prestação a ser paga trinta dias após o contrato do empréstimo é definida por

P( E , t , i ) =

Ei -t 1 - (1 + i )

onde

E

é dão em

R$ , i

em

% am

e

t

em meses.

Exemplo
Ex.-1 Calcule o valor da prestação de um empréstimo de R$5.000,00, nas condições dadas:

t = 6,12,18, 24 meses

e

i = 2, 3, 4, 5% am , pela função P( t , i ) = P
6 2 3 892,63 922,99 953,81 985,09

5000 i -t 1 - (1 + i )

.

t
12 472,80 502,31 532,76 564,13 18 333,51 363,54 394,97 427,73 24 264,36 295,24 327,93 362,35

i%

4 5

2 – Funções de duas variáveis
Apesar de que vamos lidar com funções de várias variáveis, a maioria das nossas definições e resultados serão enunciadas em termos de uma função de duas variáveis. A razão para adotar este tipo de procedimento, como veremos em breve, é que existe uma interpretação geométrica para este caso especial, o que serve como importante auxilio visual. Poderemos então nos beneficiar da experiência adquirida pelo estudo de duas variáveis para ajudar a entender os conceitos e resultados relacionados ao caso mais geral, que nada mais será do que uma extensão do caso de duas dimensões.

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y ) chamados de domínio da função. -1 ) .1 ) g ( -1 . h(2. e f ( 2 . Calcule h(0. E-6.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .1 ) g ( 1. 0 . As variáveis x e y são chamadas de variáveis independentes e a variável z.1 ) e e ( -1 . Como no caso de uma função real de uma variável.1 – Valor numérico Exemplo: Ex.1). e ) . Seja Seja ( x. a menos que seja especificado. 1.t ) ( 1. o numero z = f( x. .4 ) e g ( 4 .1 ) .purchase at www.y = x+ y x. f ( 1.1 ) g ( -1 . g f ( 2 . f ( 2 . Calcule f ( 0 . t ) = s ln t + t ln s . Luiz Elpídio M. Calcule f = 2x . f um único numero real. Machado Uma função de duas variáveis. · · f . -1 . Calcule g ( 1. Seja ( x. 2 ) . Seja g f = 3s t + t s + 2 . g f ( 0. 2 ) g ( 2 .1) e h(π. f f f ( 0. y).t ) . y ) = 2 x + 3 y .-2 Seja f a função definida por 2 f ( x.0 ) .fineprint. E-4. Calcule g ( 1. y ) ( x.y 2 2 ( 0. Seja = re st . f ( 1 .1 ) = 0 + 0´0 + 0 + 2 = 2 = 1 + 1´ 2 + 2 + 2 = 1 + 2 + 4 + 2 = 9 = 2 + 2 ´1 + 1 + 2 = 2 + 2 + 1 + 2 = 7 2 2 Exercícios: E-1. y ) ( s. é chamada de variável dependente. y ) é chamado de valor de f no ponto (x. E-2. -1 ) . 2 ) ( 2 .1 ) .1 ) e h ( e. y ) = x + xy + y 2 + 2 .e ) E-7. denotado por Uma regra que associa cada par ordenado no domínio de z = f( x. Calcule g = xye x +y 2 2 ( 1. . 2 ) .s. E. . y ) . -1 ) e . h ( e . E-3.1. y ) .0 ) . Seja f ( x.III 5 Prof.0 ) ( 1. ( 1.1). Respostas Page 5 of 89 Printed with FinePrint trial version . 2 ) . -1 ) . f ( 0 . Seja g h .4 .1 ) . que dependente dos valores de x e y. o domínio da função f será tomado como o maior conjunto possível para o qual a regra que define f faz sentido. h( s .9 ) . h(-1. f ( 0 .com .-π). 1 ) g ( 2 .1 ) . 0 ) . consiste em Um conjunto A de pares ordenados de números reais ( x . . Calcule f ( 0.1 ) g ( 1. Calcule h g ( r . E-5.

g f ( r. a) 1. y )Î R x ¹ y 2 { 2 x. y ) = x2 + y 2 há 2 Restrição operações. y ) Î R 2 y ¹ 2x } R . c) 3. c) 1. 1.10 R .x . y ) ( x.s ) ( x.y x + y £1 2 2 D = ( x .14 R-8 R-9 R . c) . v )Î R u 2 + v2 £ 4 } 2 – Aplicação Page 6 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) Î R 2 2 } D = R3 {( u .y =x +y +z = x + yz 3 2 2 2 E-13.v 2 D = R3 D= E-12. Luiz Elpídio M.y ³ 0 Þ . Machado R-1 R-2 R-3 R-4 a) -4. d) e 2 .y = 1 2x . b) 1.z ) h( x. c) 4. y ) E-15. y ) Î R x ¹ 0 ou y ¹ 0 2 { x +y ¹0 2 2 Restrição } 1 . E-10. y ) = rs =3 x+ y uv u-v E-14. y )Î R x + y £ 1 2 2 2 { } Exercícios Determine o domínio da função. y ) = 2x + 3 y = 2x .com .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . b) 8 + 2 . E-9.u 2 .e . b) 0. d) -3 a) -2.16 R . E-17. b) 1 .-3 Determine o domínio de cada uma das seguintes funções a) Não f( x. d) 1. R . h (u . ( x. b) 0 . restrição nas D = ( x .5) h (u .2 – Domínio de função de duas variáveis Exemplo Ex.y ¹0Þ x¹ y } D=R b) d) h ( x.y ³ -1 ´ (. y ) = 1. e) 7 a) -1.11 D = R2 D = R2 D= {( r .purchase at www. y.x .13 R .17 {( x . c) 0 a) R-5 R-6 R-7 a) 0 .III 6 Prof.y 2 2 Restrição D = ( x . y ) = ln( x + y . y ) = 2 x. v ) = E-11. z ) ( x.x . portanto. c) 2 .1) 2 2 2 c) g( x. g f ( x. b) 7. E-16. s ) Î R D = {( u .fineprint. v ) = 4 . e . b) -1.12 Respostas R . c) e 2 . c) 2e. d) 56 . f f f ( x.15 R . y. E-8. v ) Î R D = R2 D= D= 2 rs ³ 0 2 } u ¹ v} x+ y >5 {( x . a) 4 + 3 2 .

x . y ) Î R . Page 7 of 89 Printed with FinePrint trial version . são dadas por p = 300 x 1 1 x.y e p y = 160 . respectivamente.xy + 300 x + 240 y 4 8 4 R ( x.fineprint. Luiz Elpídio M. Machado A companhia Telcsom fabrica um sistema de caixas e som portáteis que pode ser completamente montada ou na forma de kit. x ³ 0. com quantidades semanais de x e y das versões montadas ou kit do sistema de caixas de som.y 4 8 R ( x.xy . y ) 1 1 ö 1 3 ö æ æ = x ´ ç 300 .com .-4 7 Prof.y 8 8 a) Qual a função receita total semanal R R R R b) ( x. y ) = xp + yp x y ( x.y ÷ + y ´ ç 240 . y ) ? e 1 3 p y = 240 . y)? Determine o domínio da função R.x . y ) ? Qual o domínio da função 2 ì ü 1 2 3 2 1 D = í( x . a) b) Qual é a função receita total semanal R(x.y .x . Estima-se que a demanda semanal de suas escrivaninhas nas versões com e sem acabamento é de x e y unidades quando os preços unitários correspondentes são 1 1 1 1 p x = 200 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . As equações de demanda que relacionam os preços unitários px e p y .y ÷ 4 8 ø 8 8 ø è è = 300 x =1 2 1 1 3 2 x .y .xy + 300 x + 240 y ³ 0.xy + 240 y .III 1ª PARTE Exemplo Ex.x . y ) 1 2 3 2 1 x . A firma Country Workshop fabrica mobília domestica com ou sem acabamento.x .y 5 10 10 4 dólares. y ³ 0ý 4 8 4 î þ Exercício E-18.y 4 8 8 8 ( x. y ) ( x.x .purchase at www.

A prestação mensal que amortiza em empréstimo de por reais em t anos. E-24. bem como ao nível de reinvestimento da área em hipotecas convencionais pelos dez maiores bancos.00 que será amortizada ao longo de 20 anos com uma taxa de juros de 8% ano. Um estudo sobre lucro com incêndios criminosos foi conduzido por uma equipe de especialistas civis e detetives da policia indicados pelo prefeito de uma grande cidade. Machado Para a função total R(x. E-23. i .t . m ) m éæ ù i ö ê ç1 + ÷ .00 que será amortizada ao longo de 30 anos com uma taxa de 8%/ano? E com uma taxa de 10%/ano? b) Determine a prestação mensal para uma hipoteca de R$ 100.0. De fato. e o número de dicionários padrão demandado é de y exemplares/dia quando os preços unitários são p x = 20 . é dada P = f ( E .60) e R(60. Determine o montante ao final de 3 anos se uma quantia de R$ 10. Suponha que um indivíduo contraia um empréstimo de cobrada é de E reais num banco para comprar uma casa.i. 200) e R(200.i. E-20.1 ú ë è 12 ø û Page 8 of 89 Printed with FinePrint trial version .001 y e p y = 15 . respectivamente. Se a taxa de juros i% aa e o empréstimo deve ser amortizado em t anos. então a reposição de principal ao final de m meses. y) do exercício anterior calcule R(300. quando a taxa de juros é de i ao ano.003 y a) b) E-21.000. Interprete os resultados. 5 £ y £ 35) Onde x denota o número de pessoas/contagem de censo e y denota o nível de reinvestimento na área em centavos/reais depositado. Descobriu-se o número de incêndios suspeitos naquela cidade em 1992 era estreitamente relacionado à concentração de inquilinos nas moradias públicas de cidade.0. Usando esta fórmula. A gerência da companhia estima que o número de dicionários de luxo demandado é de x exemplares/dia. seja a amortização denotada por B será calculada por B = f ( E . y).000.purchase at www.ç1 + ÷ ú ê è 12 ø ú ë û a) Qual é a prestação mensal para uma hipoteca de R$100. t ) = Ce i t E reais. 8 Prof.2 y ) 2 2 1 2 onde (0 £ x £ 150.000.III 1ª PARTE E-19. E-25.001x . reais.t ) = Ei -12 t é æ i ö ù 12 ê1 . Luiz Elpídio M. número de incêndios era muito bem aproximado pela fórmula N ( x. Uma Companhia publica uma edição de luxo e uma edição padrão para seu dicionário de inglês. Para a função receita total R(x. y ) = 100(1000 + 0. ou seja.00 é depositada numa conta que rende à taxa de 10%/ano. y) do exercício anterior calcule R(100.300) e interprete seus resultados. Determine a função receita total R(x. Se um capital de C reais é depositado numa conta que rende juros à taxa de i% aa continuamente compostos. estime o número total de incêndio suspeitos nos distritos da cidade onde a concentração de inquilinos de moradias públicas era de 100/contagem de censo e o nível de reinvestimento era de 20 centavos/real depositado.100).0.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .005 x .fineprint. Determine o domínio da função R.com . então o montante ao final t anos é dado por M = f ( C . E-22.1 ú 12 ø ú (0 £ m £ 12t) = Eê è 12 t êæ ú i ö ê ç1 + ÷ .03x y ) (5 + 0.0.

Machado Suponha que os sócios de uma empresa tomem emprestado de um banco a quantia de R$ 80. N .000 . 3 ) A (10. y ) Î R . R$ 5 para guardar a bicicleta por uma semana.III 1ª PARTE 9 Prof.100 ) = R$23.26 R( 300 .xy + 200 x + 160 y .24 R .002 xy + 20 x + 15 y . e h é o custo semanal de armazenamento para cada produto. x ³ 0.19 R a) b) D ( 100 .00 R( 200 . quanto eles deverão ao banco após o 60 pagamento (5 anos)? E após o 240 pagamento (20 anos)? E-26. y ) = .29 incêndios M a) ( 10. os zeros das três escalas numéricas coincidem com a origem do sistema de coordenadas cartesianas tridimensional Page 9 of 89 Printed with FinePrint trial version .000. 3 – Gráficos de funções de duas variáveis Para esboçar uma função de duas variáveis. y )Î R 2 .y 2 .19 . 60 ) = R$25. 0 .62 (10.18 1 1 1 R( x .814. Luiz Elpídio M. y ) = -0. b) A R$50.000 . precisamos de um sistema de coordenadas tridimensional.x 2 .fineprint.22 R .76 e A ( 10.x 2 .500. Respostas R .11 e para 240 meses 18 produtos.00 N ( 100 .704. x ³ 0. y ³ 0 e }.0. 5 4 5 1 1 1 ì ü 2 b) D = í( x .0. Em economia.0. 20 ) = R$836. 30 ) = R$877. Fórmula de Wilson para tamanho de lotes. Se os sócios concordaram em pagar o empréstimo em prestações mensais iguais ao longo de 30 anos. 5 4 5 î þ a) R . Determine o numero mais econômico de bicicletas de 10 velocidades que a loja pode encomendar se ela tem um custo de R$20. y ³ 0ý . = {( x . h ) = 2CN h onde C é o custo de se fazer uma encomenda.y 2 .005 x 2 . 08 . 08 .com .1. a fórmula de Wilson para tamanho de lotes afirma que a quantidade ótima Q de bens que uma loja deve encomendar é dada por o o Q = f (C . Observe que.21 R .20 R( x .1. N é o número de produtos que a loja vende por semana.25 R .00 para ajudá-los a financiar a compra de uma casa e o banco lhes cobra uma taxa de juros de 9%/ano. e espera vender 40 bicicletas por semana. 300 ) = R$7. por construção.005 x 2 . interceptando-se em O.23 R . 0 . R .0.000 .00 e R( 60 .310.003 y 2 .xy + 200 x + 160 y ³ 0.00 para fazer a encomenda.910. 0 . 20 ) = 103.44 Para 60 meses R $76.580. Isto pode ser prontamente construído acrescentando um terceiro eixo ao sistema de coordenados cartesianas ao plano de tal maneira que os três eixos resultantes são mutuamente perpendiculares. 0 .000 .59 = R$733.00 R .purchase at www.002 xy + 20 x + 15 y ³ 0.498.0. 200 ) = R$8.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . 3 ) = R$13.003 y 2 .

para nos permitir gerar com um mínimo de esforço. 3. Se f(x. y) é uma função de duas variáveis x e y. z) P(2. A figura abaixo mostra alguns gráficos gerados por computador. y. 3. y) > 0. y. 5) y 3 y y x 2 x Um ponto no espaço tridimensional x Ponto (2. Luiz Elpídio M. Se f(x. As figuras abaixo mostram um ponto qualquer no espaço e o ponto (2. y) de forma que exista um único ponto (x. y)| unidades abaixo do plano xy. então o ponto (x. A totalidade destes pontos constitui o gráfico da função f é. y) é a “altura” do ponto (x. y. z) está f(x. Seja z = f(x. cada tripla ordenada de números reais (x. y)) associado a cada ponto (x. pensamos frequentemente que o valor z = f(x. z z 5 z P(x. uma superfície tridimensional.purchase at www. y. reciprocamente. z) e. o domínio de f é um subconjunto do plano x-y. no entanto.III 10 1ª PARTE Prof. f(x. Certas técnicas foram desenvolvidas. usamos um computador. y. 5).CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . então o ponto (x. Page 10 of 89 Printed with FinePrint trial version . z) º (x.fineprint. 3. Quando interpretamos o gráfico de uma função f(x. y. y) no domínio de f. z) no gráfico de f. Em geral é bastante difícil desenhar o gráfico de uma função de duas variáveis. Machado z y x Sistema de coordenadas cartesianas no espaço tridimensional Um ponto no espaço tridimensional pode agora ser univocamente representado neste sistema de coordenadas por um a tripla ordenada de números (x. 5) no espaço tridimensional Agora. y) unidades acima do plano x-y. exceto para certos casos específicos. y. se f(x. z) representa um ponto no espaço tridimensional. y) da função no ponto (x. y). y) < 0. y. z) está |f(x.com .

E-33.32) Figura 1 - f ( x .4.08.fineprint.III 11 1ª PARTE z = x^2+y^2 z = sin(2x)cos(y) Prof.-4. E-31. Luiz Elpídio M. E-30.08. y ) = e 2 (x 2 + y 2 +1 ) f( x.purchase at www. y ) = sen(2 x )sen( y ) Figura 2 - f( x.-0.27 R . y ) = xe y 2 Resposta R . y ) = x2 + y 2 f ( x . f ( x .20.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .08. Machado (4.20.3.y 2 f( x.08. y ) = e x 2 + y2 E-28.-3.20. y ) = ln x + y + 1 2 ( ) E-34.20.32. f ( x . y ) = x3 y2x 2 2 E-32. E-29.28 Page 11 of 89 Printed with FinePrint trial version . f ( x .02) (-4. f( x.1.com . y ) = x 2e y 2 f( x. y ) = x2 + y 2 Exercício Faça a representação gráfica das seguintes funções: E-27.02) (-3.32) (3.-1. y ) = x2 .

fineprint.purchase at www.III 12 1ª PARTE R .com .32 Page 12 of 89 Printed with FinePrint trial version .31 R .34 R . Machado R .29 R .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Luiz Elpídio M.30 R .33 Prof.

click21. Acessado em http://www. A figura 3 representa a distribuição da temperatura C e a figura 4 a precipitação pluvial em mm em ambas é usando curva de nível. y) que está a uma certa distância fixa do plano x-y. obtemos um mapa de contornos.com. INMET. SEAG/ES. Luiz Elpídio M. não iremos desenvolver um procedimento sistemático para esboçá-lo.cptec. todo ponto em uma curva particular de nível corresponde a um ponto na superfície z = f(x. y) é uma função de duas variáveis x e y. Se c é algum valor da função f. Se este traço for projetado no plano x-y. FUNCEME/CE AESA/PB DHME/PI.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Este método é realmente fácil de ser aplicado e fornece informações suficientes para termos uma idéia de como deve ser o gráfico da função.shtml acessado em 12/02/2008.php?pc= click21&pg=mapatempo acessado em 12/02/2008. ITEP/PE.com .br/clima/monit/monitor_brasil. Suponha que f(x. Figura 4: Precipitação observada (mm) – 09/02/2008.inpe. então a equação f(x.fineprint. Por construção. Desenhando as curvas de nível correspondentes a vários valores de c. CEMIG-SIMGE/MG.III 13 1ª PARTE 4 – Curva de nível Prof. y) = c descreve uma curva situada no plano z = c chamada de traço do gráfico de f no plano z = c.purchase at www. a curva resultante no plano x-y é chamada de curva de nível. EMPARN/RN. CMRH/SE. FUNCEME/CE. Fontes de dados: CPTEC/INPD. em geral é difícil esboçar o gráfico de uma função de duas variáveis e. Ao invés disto. CIRAM/SC. elevando ou rebaixando Page 13 of 89 Printed with FinePrint trial version . SEMARH/DHN/SEMARH/BA. SIMPAR/PR. vamos descrever um método que é usado para construir mapas topográficos. IAC/SP. Figura 3: acessado em 0 http://climatempo. portanto. Machado Como mencionamos anteriormente. Assim.br/espelho.

E-35. . z = 0. . . f f f f ( x. z = -4. 2. . Exemplo Ex.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . y ) ( x. 4 . 2 .III 14 1ª PARTE Prof. ( x. f( x. Resposta R . y ) E-37. y ) =x -y. 0. 16 . y ) = xy . = xy .com .-6 Esboce o mapa de contornos da função ( x.purchase at www. = 16 .9. 7. 1.1.fineprint. esboce as curvas de nível da função correspondentes aos valores dados de z. y ) = 2 x + 3 y .-7 Esboce o 2 mapa de contornos da função f Ex.2.y = 16 .y 2 2 2 2 E-39. Ex. Luiz Elpídio M.36 R . 2.x . E-36. z = -2. T ) = nRT V (suponha nR = 2 ) ( x. 4 . 3.37 Page 14 of 89 Printed with FinePrint trial version .x . P( V .1. 2. 1 1 P = . y ) . Machado imaginariamente as curvas de nível que compõe o mapa de contorno. . Exercícios Nos exercícios abaixo. z = -20. 0. 12. é possível obter uma idéia do formato genérico da superfície representada pela função f. 3 3 2 E-38.1. y ) = x2 + y 2 .-5 Esboce o mapa de contornos da função f ( x .35 R .

54 394.99 953.39 Prof.80 502.76 564.31 532.12 = 394.24 327. 4 ) -P ( 12 .76 = -22.com .532. Luiz Elpídio M.13 t 18 333.1 – Taxa média de variação parcial determinada numericamente A função de duas variáveis tem duas taxas de variação: uma quando quando x varia (com y mantido constante) e uma y varia (com x mantido constante). DP ( 12 .97 . P 6 2 3 892.81 985.63 922. 4 ) = Dt P ( 18 .97 R$ mês 6 Page 15 of 89 Printed with FinePrint trial version . 4 ) .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .51 363.III 15 1ª PARTE R .000.38 5 – Derivadas parciais 5.-8 Veja a tabela do valor da prestação de um empréstimo de R$5. Exemplo Ex.35 i% 4 5 a) Calcule a taxa de variação do preço P na direção de t no ponto ( 12 .97 427.00.36 295.purchase at www. 4 ) 18 .93 362.09 12 472. Machado R .73 24 264.fineprint.

Machado P na direção de i no ponto ( 12 .37 R$ i % 1 A tabela abaixo refere-se a distribuição de temperatura em uma placa fina retangular. 8 ) . ( 0 . na direção de x no ponto ( 4 . 0 ) .00 2.97 5. 4 ) .43 3.77 9.00 .50 2. na direção de y no ponto. 10 ) . no ponto ( 8.1 ) .com .00 . na direção de y no ponto ( 2 .14 5.65 4. DP ( 12 . P ( 12 .50 2.purchase at www. 6 ) .29 5. 6 ) .84 5. x (m) 0 1 90 110 128 135 2 110 120 135 155 3 135 145 155 160 4 155 190 175 165 5 180 170 160 150 T (C 0 ) 0 1 85 100 125 120 y (m) 2 3 a) b) c) d) e) f) Calcule a taxa de variação da temperatura Calcule a taxa de variação da temperatura Calcule a taxa de variação da temperatura Calcule a taxa de variação da temperatura Calcule a taxa de variação da temperatura Calcule a taxa de variação da temperatura T T T T T T ( 2 . Luiz Elpídio M. na direção de x no ponto E-41.fineprint.79 8.53 R (R$1. 5 ) -P ( 12 .y.19 5. A tabela abaixo representa a quantidade de carne comprada p ( R$ / kg ) C (kg ) 4 8. 4 ) = Dt Exercício E-40. No canto superior direito está a origem do plano x.13 . 1 ) .III 16 1ª PARTE b) Calcule a taxa de variação do preço Prof. na direção de y no ponto.532. 4 ) 5-4 = 564. no ponto ( 9.11 5. no ponto Page 16 of 89 Printed with FinePrint trial version .50 . 0 ) .50 . 12 ) . no ponto ( 9.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .59 4.1 ) .94 4. no ponto ( 8.60 9.35 5. O consumo de carne C (em quilos por semana por família) é função da renda familiar R (em milhares de reais por ano) e do preço da carne (quilos/família/semana).76 = 31.88 4.000) 6 8 10 12 a) b) c) d) e) f) Calcule a taxa de variação do consumo Calcule a taxa de variação do consumo Calcule a taxa de variação do consumo Calcule a taxa de variação do consumo Calcule a taxa de variação do consumo Calcule a taxa de variação do consumo C C C C C C na direção de na direção de na direção de na direção de na direção de na direção de p R p R p R ( 9. 3 ) . 4 ) . na direção de x no ponto.50 .07 5.00 .00 5. p (em reais por quilo). no ponto ( 8. ( 0 .51 3.05 5. ( 5 .00 2.

Por exemplo. quando estudamos a taxa de variação de uma função de duas ou mais variáveis. b).000 a) .-9 Determine as derivadas parciais Resolução ¶f ¶f e ¶x ¶y da função f ( x. y) é a equação de uma superfície. pois x está compelida a se mover ao longo do eixo x. Não lidaremos com este problema geral.40 R . vamos nos restringir ao estudo da taxa de variação de função f(x. y ) = Derivada parcial em relação à variável x y Derivada parcial em relação à variável Page 17 of 89 Printed with FinePrint trial version . de forma que se P(a. y ) = 2 x . Como f(x. a direção paralela ao eixo x e a direção paralela ao eixo y. y ) = 0 . Exemplo Ex. b). y) em um ponto P(a. definimos s derivada parcial de primeira ordem de f com relação a y no ponto (a. b) é algum ponto do domínio de f. c) 5 C 0 m .0.fineprint. e) .725 kg R$1. y) com relação a x. f) .2) ¶f (1. b) 0. y) é um subconjunto do plano.xy + y 2 3 .41 a) 25 C 0 Prof. b) é uma função da única variável x. 2)? ¶f ( x. então existem infinitas direções ao longo das quais podemos aproximar do ponto P. d) 0.145 kg R$1.34 kg R$ kg . o domínio D de uma função de duas variáveis f(x.000 .purchase at www.0.1 ´ y + 0 = 2 x . Esta situação se complica. b) é a equação de curva C na superfície formada pela interseção da superfície e do plano y = b. y ) = x . a saber.15 C 0 m . e) . é chamada de derivada parcial de primeira ordem de f com relação a x no ponto (a.515 kg R$1.12 kg 5.III 17 1ª PARTE Resposta R . d) 15 C 0 m .x ´ 1 + 3 y 2 = .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . b) 15 C 0 m . Analogamente. b) ao longo de duas direções privilegiadas. de forma que f(x.10 C 0 m . Ex. a) Qual é a taxa de variação da função f na direção x no ponto (1. Luiz Elpídio M. a equação z = f(x.y ¶x no ponto (1.com .2) ¶f (1.2 – Derivadas parciais determinadas algebricamente Para uma função f(x) de uma variável x.2 = 0 ¶x b) Qual é a taxa de variação da função f na direção y no ponto (1. não existe ambigüidade quando falamos de taxa de variação de f(x) com relação a x. R$ kg . b) é uma função da única variável x. c) . Seja y = b. Podemos então perguntar qual é a taxa de variação de f no ponto P ao longo de alguma destas direções.2) = 2 ´1 . Machado m .000 . entretanto.2 = 2 . f) 0.12 kg R$ kg .2) = -1 + 3 ´ 22 = -1 + 12 = 11 ¶y Calcule as derivadas parciais de primeira ordem de cada uma das seguintes funções.-10 f ( x. Esta derivada. Em vez disto. onde b é uma constante.x + 3 y 2 ¶y xy x +y 2 2 no ponto (1. Como a equação z = f(x. podemos calcular a derivada de f com relação a x no ponto x = a.2)? ¶f ( x.0. obtida mantendo a variável y fixa e diferenciando a função resultante f(x.

Page 18 of 89 Printed with FinePrint trial version . E-73. y ) = ex f( x. y ) = 2 E-62. 2uvw u + v 2 + w2 2 + y2 h( r . E-55. determine as derivadas parciais de primeira ordem de cada função. v) = e lnv u E-67. E-72. y ) = f( x. E-75. E-68. E-49. Machado Ex. f(s. E-43. E-47. E-48. y ) = x 4 + e3 y f( x . y ) = x2 + y3 f( x.-13 ( x. z) = xyz + xy + yz + zx g(u. y) = 2xy f(x. t) = (s –st + t ) g(s. w) = E-70.y E-46. E-42. E-53. E-57. y) = 2x + 3y + 5 f(x.com .purchase at www.fineprint. Luiz Elpídio M. E-54.v ) =e u -v 2 2 Ex.-14 ( x. y ) = x 4e3 y f( x.-12 g f f ( s . E-45. y ) ) = ln (x + 2 y ) 2 2 2 yz ( 5 Ex. E-52. y ) = x2 + f( x. y ) = e x 2 f(x. f( x. y ) = x2 + e3 y x4 f ( x. y ) = x 1 + y f ( x.-11 h ( u . E-71. y ) = f( x. y) = 2x + 4y + 1 2 E-61. y. y ) = 1+ y f (u . E-65.st + t 2 Ex. y ) = e 2 xy f( x. E-51.t ) = s . y ) = x ln ( y ) + y ln (x ) E-60. E-74.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .y2 x2 + y2 2 3 -3 E-64. 2 2 2 f ( x . y ) = e xy +1 f(x. y ) = 1 y3 2y f ( x.III 18 1ª PARTE Prof. y ) = e 2 x -3 y f ( x . E-63. v. v ) = f ( x. y ) = 2 x x f ( x. t) = s t + st 2 E-66. E-69. E-50. 2 f( x . E-76. y ) = ln (2 x + 3 y ) f ( x . f(x.z ) = xyz . y ) = x2 y3 f( x. u -v u+v x2 . y ) = ln (1 + 2 x + 3 y ) f ( x . E-59. y ) = ln (1 + 2 xy ) f ( x . E-44. E-56.xe + x ln ( y ) Exercício Nos exercícios abaixo. y. x2 + y3 x+ y x2 + y2 x+ y x3 + y 2 x+ y x2 + y3 x. y ) = f( x.y) = xlny + ylnx g(u. t ) = e r s t f( x. y ) = x2 y3 2 + y3 f ( x . s . E-58.

53 ¶f y = ln y + ¶x x ¶f = e u luv ¶u e ¶f x = + ln x ¶y y R . f f ( x. y ) = sen(3 x )cos(4 y ) E-80.III 19 1ª PARTE E-77. f ( x. (1. E-81. = xz + 2 xy + z 2 ¶x ¶y 2 ¶f = xy + 2 yz + x ¶z ¶f .t ) s 2 . ( ) ( ) ) = sen(x )cos ( y ) = e .st + t 2 ¶s ( ) 2 R . (0. 2) y Resposta R . (1.59 2 ¶f ( x. y ) = 2 x ¶x ou R .50 ¶f = 2 st + t -3 ¶s ¶f = 1+ y2 ¶x e ¶f = s 2 . E-82.56 ( ) R . determine as derivadas parciais de primeira ordem da função no ponto dado. y ) = 3 x 2 y 2 ¶y 2 ( ) ¶f (x.s + 2t ) s 2 .49 ¶f = 3(. E-79.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .z ) = x yz .3st .47 ¶f 2v = ¶u (u + v )2 ¶f 4 xy = 2 2 ¶x x +y 2 ¶f 2u =¶y (u + v )2 e R .52 ¶f = ye xy +1 ¶x e ¶f = xe xy +1 ¶y e R . y ) E-83.43 ¶f = 2y ¶x ¶f = 4x ¶x ¶f = 2x ¶y ¶f =4 ¶y e R . Prof. = rte rst .3x4 ¶y y ¶f (x.2 ) 2 3 E-85.45 ¶f 4y =. y ) = . y ) = x y + xy . (3. y ) = sen(3 x ) + cos(4 y ) f ( x . g (x. y ) = .60 e ¶f (x. (1.4 ¶y ¶f xy = ¶y 1+ y2 R .34 ¶y y R .44 e R .58 e R . y ) = 2 xy 3 ¶x ¶f ( x.48 ( ) 2 ¶f 4x 2 y =¶y x2 + y 2 R . = rse rst ¶r ¶s ¶t ¶f ( x.51 e R . (1. e ) x E-84. 4) 2 2 2 2 2 E-86. ( x. ( 2. = e ln ( y ).fineprint. y ) = sen x 3 + cos y 4 f( x. y ) ( x. 2) = x y + y . Luiz Elpídio M.54 ¶f e u = ¶v v R . y) E-88.55 R . y ) ( x. y ) = ln ( y ) ln ( x ) f ( x . y ) = 2 x 3 ¶x y ¶f ( x. E-87. y ) = x . f f f ( x.0.46 e e ¶f ¶f = yz + y 2 + 2 xz . E-78. 1) = x + y . Machado f ( x . y ) = 2 x ¶x ou R .purchase at www.com .61 e Page 19 of 89 Printed with FinePrint trial version .3 ¶x x ¶f 1 = ¶x 1 + y ¶f 2 = 2 ¶y x ¶f x =¶y (1 + y )2 e R .1) xy Nos exercícios abaixo.st + t 2 ¶y ¶f = 3(2 s . y 3 4 f ( x . y ) = 3 y 2 ¶y ¶f ( x.42 ¶f =2 ¶x e ¶f =3 ¶y e R . y.u 2 vw + 2v 3 w + 2vw 3 = 2 ¶u u 2 + v 2 + w2 R .57 ( ) 2 ¶f ¶f ¶f = ste rst .

y ¶x (x + y )2 ¶f (x. y ) = -4 y sen(y ) ¶x ¶f (x. y ) = 3 x 4e 3 y ¶y e R . y ) = 3x 2 cos x 3 ¶x 3 4 3 3 ou R . Luiz Elpídio M. y ) = 2 xe x + y ¶x R . y ) = ln( y ) + y ¶x x ¶f x (x.4e5 ¶x x ¶f (x. y ) = x . ¶f (1. y ) = 2 ye x + y ¶y 2 2 ¶f (x. y ) = 2 xy + y . y ) = 2 x .y ¶x (x + y )2 ¶f (x. y ) = 2e 2 x . y ) = ¶x 1 + 2x + 3 y ¶f 3 ( x. y ) = 3 y 2 e x + y ¶y R . 2 ) = 5 ¶x ¶y Page 20 of 89 Printed with FinePrint trial version .75 3 ou R . y ) = 3e3 y ¶y e 3y R .III 1ª PARTE ¶f (x. y ) = 2 ye 2 xy ¶x e ¶f (x. y ) = 2 xe 2 xy ¶y e R .65 ¶f (x.80 ¶f (x.76 ou R . y ) = ln( y ) ¶x x ou ou ou R .73 e ¶f 2 ( x. y ) = 3xy + y . y ) = 3 ¶y 2x + 3y ¶f (x. y ) = -3e 2 x .62 e R .x ¶y (x + y )2 3 2 2 2 R .66 ¶f ( x. y ) = + ln(x ) ¶y y ¶f (x. y ) = 3 cos(3x ) ou ¶x R .fineprint. y ) = -4 y sen(x )sen(y ) ¶x ¶f (x. y ) = 2 xe x + y ¶x ( ) ( ) ¶f (x. y ) = 3xy + 2 y 2.82 ¶f (1. y ) = x + 2 xy . y ) = 2 x + 2 x y2.78 ¶f (x.y ¶x (x + y ) ¶f (x.x ¶y (x + y )2 2 2 3 2 e R .purchase at www. y ) = 3e4 ¶y x 3y R . y ) = x + 2 xy .y )2 ¶f (x. y ) = 3x 2 cos x 3 cos y 4 ¶x 4 ou R .y ¶x (x .3 y ¶x e ¶f (x. y ) = -4sen(4 y ) ¶x R . y ) = 3xy . y ) = 4 x 3 ¶x e ¶f (x.69 ¶f (x.64 ¶f (x.70 ¶f ( x .2 xy . 2 ) = 8 . y ) = 4 x 3e 3 y ¶x ¶f (x. y ) = 2 x ¶y 1 + 2 xy ¶f ( x.68 ¶f (x.67 ¶f ( x . y ) = -4sen(3x )sen(4 y ) ¶x R . y ) = 2 ¶x 2x + 3y ¶f ( x.81 ( ) ¶f (x. y ) = 2 y ¶x 1 + 2 xy ¶f ( x.3 y ¶y R .74 2 R .com .77 R . y ) = ¶y 1 + 2x + 3 y ¶f ( x.y ) 2 3 2 e R .72 e 2 3 ¶f ( x. y ) = 3 cos(3x )cos(4 y ) ou ¶x ¶f (x.71 2 2 ¶f (x. Machado 2 3 ¶f (x.79 ¶f (x.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .63 ¶f (x.x ¶y (x + y ) 2 2 3 2 2 3 20 Prof.2 y 2+ x ¶y (x .

mede a taxa de variação da produção com relação à quantidade gasta em capital para um determinado nível de gasto de mão-de-obra fixo. 2 ) = 0 . Aqui. 0 .88 R . ¶f (1. Vamos agora encontrar um critério para determinar quando dois bens A e B são substituíveis ou complementares. respectivamente? 7 – Bens substituíveis e complementares Para uma outra aplicação de derivadas parciais de primeira ordem de uma função de duas variáveis em economia. e ) = 1 . 2 ) = . Exemplos de bens competitivos são café e chá.1 ) = e ¶x ¶y R . 2 ) = 8 .fineprint.86 6 – A função produção de cobb-douglas Para encontrar uma interpretação econômica das derivadas parciais de primeira ordem de uma função de duas variáveis. Exemplos de bens complementares são automóveis e pneus. máquinas. M C denota o custo de equipamento capital (prédio. Dizemos que dois bens são substituíveis (competitivos) se a diminuição da demanda de um deles resulta em um aumento de demanda do outro. ¶f (1.com . Ela mede a taxa de variação da produção com relação á quantidade de dinheiro gasta em mão-de-obra. Pm e PC .1 ) = e . quando Calcule P ( M . para um nível de gasto de capital constante. Esta função é denota a quantidade de dinheiro gasta em mão-de-obra. e ) = 1 ¶x ¶y e ¶f ( 1 . 0 . 4 ) = 3 .83 21 Prof. vamos considerar as demandas relativas de dois bens.1 ) = 3 ¶x ¶y ¶f ( 3 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . ¶f ( 0 . ¶f (1.C ) = kM C b 1-b onde a e b são constantes positivas com 0 < b <1.87 R . Luiz Elpídio M. A derivada parcial P mede a saída do produto P M é chamada de produtividade marginal de mão-de-obra.1 ¶x 2 ¶y 4 ¶f (1. 0 .purchase at www. Exemplo 2 3 1 3 Ex. Reciprocamente.-15 A produção de certo país nos anos seguintes à Segunda Guerra Mundial é descrita por unidades.85 R . a derivada parcial PC chamada de produtividade marginal de capital. e outras ferramentas de produção) e a função final (unidades apropriadas) e é chamada assim de função produção. ¶x ¶y ¶f ( 1.84 R . Analogamente. Suponha que as equações de demanda que relacionam as quantidades demandadas q A e q B com os preços unitários p A e p B dos bens são dadas por Page 21 of 89 Printed with FinePrint trial version . chamada de função produção de Cobb-Douglas. vamos considerar a função P ( M . 2 ) = 0 . Machado ¶f ( 0 . ¶f ( 3 . ¶z ¶f ( 2 .III 1ª PARTE R .C ) = 30 M C M unidades de mão-de-obra e C unidades de capital foram usadas. ¶f ( 2 . dois bens são chamados complementares se a diminuição da demanda de um deles resulta também em uma diminuição da demanda do outro. 2 ) = 1 .1 ) = 1 . 4 ) = 4 ¶x 5 ¶y 5 ¶f ( 1. Qual é a produtividade marginal de mão-de-obra e a produtividade marginal de capital quando as quantidades gastas em mão-de-obra e capital são de 125 unidades e 27 unidades.

com . então ¶q ¶g = B > 0 .p B ) (p A . A e B são bens complementares se ¶q ¶q ¶g ¶f A = < 0e = B < 0. Determine se estes dois bens são substituíveis. os bens A ¶p ¶p A A e B são bens substituíveis se ¶q ¶q ¶f ¶g = A > 0e = B > 0.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . então a quantidade demandada do bem B aumentaria com relação a p A isto é. Assim. Machado (p A . Onde p e q denotam os preços por libra (em dólares) de manteiga e margarina. ¶q ¶g = B > 0. f é tipicamente uma função decrescente de p A .purchase at www. ¶p ¶p A A Um segmento semelhante com p A fixado mostra que se A e B são bens substituíveis. q > 0).fineprint. Agora. Como f é a função demanda para o bem A. para p B fixado. A produtividade de um país sul americano é dada pela função P M ( M . q ) = 3q 1+ p2 e a demanda diária de margarina é dada por y = g ( p.-16 Suponha que a demanda diária de manteiga é dada por x = f ( p. isto é. vemos que. complementares ou nenhum deles. Exercícios E-89.C ) = 20 M C 3 4 1 4 quando unidades de mão-de-obra e C unidades de capital são usadas.III 1ª PARTE q = f A 22 eq = g B Prof. se os dois bens fossem bens ¶p ¶p A A substituíveis. ¶p ¶p ¶p ¶p B B A A Analogamente. Luiz Elpídio M. q ) = 2p 1+ p ( p > 0.p B ) Vamos considerar a derivada parcial ¶q ¶f = A ¶p ¶p A A . e x e y estão medidos em milhões de libras. ¶p ¶p ¶p ¶p B B A A Exemplo Ex. ¶q ¶f = A < 0 . Qual é a produtividade marginal de mão-de-obra e a produtividade marginal de capital quando as quantidades gastas em mão-de-obra e capital são de 256 unidades e 16 unidades. respectivamente. respectivamente? Page 22 of 89 Printed with FinePrint trial version .

5 p B A equação de demanda para discos virgens de DVD é dada por q = 50000 .purchase at www. representa o distrito financeiro de uma cidade. Respostas R .16 ) = 7. y ) = -0.05 x + y + 39 e ¶L (x.5 unidades de produção.91 ¶p B = -0.10ç x .1) ¶x ¶y E interprete seus resultados. porque. complementares ou nenhum deles. O lucro mensal (em dólares) de uma Loja depende do nível de estoque x (em milhares de dólares) e do espaço disponível y (em milhares de pés quadrados) para expor a mercadoria como descrito pela equação.15( y . Determine se estes dois produtos são substituíveis.89 Sim. R .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .4000 p .÷ .5 p B Þ ¶q A ¶p B <0 ¶q e B ¶p A = -10 Þ ¶q B ¶p A <0 estes bens são complementares.15 y + xy + 39 x + 25 y . Interprete seus resultados.150) = 29 ¶x ¶y ¶x ¶L (4000. y) é o preço do terreno no ponto (x.fineprint. Calcule 2 ¶p ¶p (0. L Calcule ( x. y ) = -0. o investimento em capital gera maior resultado. y) em dólares por pé quadrado e x e y estão medidas em milhas.150) = 525 . Machado O governo deveria encorajar investindo em capital em vez de um gasto maior em mão-de-obra a fim de aumentar a produção do país? E-90. Uma pesquisa determinou que a equação de demanda aparelho de DVD é dada por q = 10000 . e q A e q B denotam o número de aparelhos de DVD e discos virgens de DVD demandados semanalmente.5 ¶M significa que o investimento de uma unidade monetária em mão-de-obra gera um aumento de 7.10 p B B A onde p A e p B denotam os preços por unidade.150) = -11 e ¶L (5000. respectivamente. ¶L (5000.02 x . Repita com x = 5000 e y = 150.10 p .III 1ª PARTE 23 Prof.92 ¶L (x. y ) = -3 y + x + 25 .5e 0 .1) 2 2ø è Onde p(x. O preço do terreno no distrito é dado aproximadamente pela função 1ö æ p ( x. R .com .16 ) = 40 ¶C significa que o investimento de uma unidade monetária em capital gera um aumento de 40 unidades de produção.150) = -475 . Uma região retangular R.e A A 0. e ¶f ( 256 . Luiz Elpídio M.20000 2 2 ¶L ¶L e ¶x ¶y quando x = 4000 e y = 150. ¶f ( 256 . y ) = 200 . ¶L (4000.90 Incompleto ¶q A R . E-91. E-92. ¶y ¶x ¶y e Page 23 of 89 Printed with FinePrint trial version .1) e (0.

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - III 1ª PARTE
8 – Plano tangente
Supondo

24

Prof. Luiz Elpídio M. Machado

f

diferenciável em

( a , b ) , a equação do plano tangente à superfície de

f

no ponto

( a ,b , f( ) ) é
a ,b

z = f( a,b) + f x ( a ,b ) ( x - a ) + f x ( a ,b ) ( y - b ).
Exemplo
Ache a equação do plano tangente à superfície

Ex.-17

f( x, y ) = x2 + y 2

no ponto

( 3 , 4 , 25)

Exercício
Ache a equação do plano tangente no ponto dado. E-93. E-94.

f( x, y ) = x + x 2 + e y + 6 f ( x , y ) = ye x y f( x, y ) =
no ponto

no ponto

( 1, 0 , 9 ) .

E-96. E-97. E-98.

f( x, y ) = x2 - 4 y 2

no ponto

( - 3 ,1, 5 ) . (- 1,-2 ,-5) .
( 2 ,1, 3 ) .

( 1,1, e ) .

f ( x , y ) = x 3 + y 2 - 4 xy

no ponto

E-95.

1 2 x + 4y2 2

(

) no ponto ( 2 ,1, 4 ) .

f( x, y ) = x2 y3 - 2x + 3 y

no ponto

Resposta
R - 93 R - 94 R - 95

z = 3x + y + 6 z = ex z = 2x + 2 y - 2

R - 96 R - 97 R - 98

z = -6 x - 8 y - 5
z = 11x + 6

z = 2 x + 15 y - 16

9 – Linearização local
Como o plano tangente fica perto da superfície na região do ponto, em que se encontram os valores de equação do plano tangente são próximos dos valores de

z( x , y ) z( x , y )

na por

f( x, y )

para pontos perto de a aproximação

( a , b ) . Assim substituindo
de

Lf Lf

( x, y ) ( x, y )

na

equação

do

plano

tangente

obtemos

denominada

linearização

local

= f

( a ,b)

+ f

x ( a ,b

)

( x-a )+

f
y

( a ,b )

( y - b ) onde Lf ( x , y ) »

f

( x, y)

.

Exemplo

Ex.-18

Faça a linearização local da função valor da prestação seguintes valores da função como a linearização. a) b) c)

P

( t ,i )

=

5.000 i -t 1 - (1 + i )

no ponto

( 12 , 4 ) .

Compare os

( 6,3 ) ( 11, 3,5 ) ( 13 , 4,1 )

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CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - III 1ª PARTE
Exercício
E-99. Ache a linearização local de valores na função: a) b) c) d)

25

Prof. Luiz Elpídio M. Machado

f( x, y ) = x2 + y 2

no ponto

( 3, 4 ).

Avalie os pontos dados como os verdadeiros

( 2,3 ) ( 4,5 ) ( 3,1, 4,1 ) ( 2,99 , 4,01 )
V = V( T , P )
2

E-100. Planejar caldeiras seguras depende de saber como se comporta o vapor sob variações de temperatura e pressão, tabelas de vapor dão valores da função temperatura onde

V

é o volume (em pés cúbicos) de uma libra de vapor à

T (em 0F) e pressão P V (in 3 )
480

(em lb/in )

P (lb / in 2 )
20 27,85 28,46 29,06 29,66 22 25,31 25,86 26,41 26,95 24 23,19 23,69 24,20 24,70 26 21,39 21,86 22,23 22,79

T ( 0F )

500 520 540

a) b)

Dê uma função linear aproximando

V = V( T , P )

para

T

perto

500 0 F

e pressão de e pressão de

24 lb / in 2 .

Avalie o volume de uma libra de vapor a uma temperatura de

5050 F

24,3 lb / in 2

Ache a equação do plano tangente no ponto dado. E-101.

f( x, y ) = e y + x + x2 + 6 f ( x , y ) = ye f ( x , y ) = ye f( x, y ) =
x y

no ponto

( 1, 0 , 9 ) .

E-102.

no ponto

( 1,1, e ) .
no ponto

x

E-103.

y

+ x + x2 - 2

( 1,1, e ) .

E-104.

1 2 x + 4y2 2

(

) no ponto ( 2 ,1, 4 ) .
f( x , y ) = x 2 y
em

E-105. Ache a linearização local da função

( 3 ,1 ) .
P
como função da taxa de juros

E-106. Afigura mostra um diagrama de contorno para o pagamento mensal quantidade

j% ,

e a

L , do empréstimo por 5 anos.

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CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - III 1ª PARTE

26

Prof. Luiz Elpídio M. Machado

Dê a linearização para cada uma das condições abaixo; a) b) c)

j =8 j =8

e e

L = 4.000 L = 6.000 L = 7.000

j = 13

e

Resposta
R - 99

Lf

( x, y )

= 6 x + 8 y - 25

a)

EA = -2

e

ER = -15,38% , ou seja, 15,38% menor; b) EA = -2

e

ER = -4,88% , ou seja, 4,88% menor; c) 0,08% menor; d) 0,0008% menor.
R - 100 R - 101 R - 102 R - 103 R - 104 R - 105 R - 106 c) a)

LV

(T ,P )

= 0,0255T - 0,915P + 32,9 ; b) . LV

( 505 , 24 , 3 )

= 23,54in

3

z = 3x + y + 6 z = ex
z = ex + 3 x - 3

z = 2x + 4 y - 4 f ( x , y ) » 6 x + 9 y - 18
a)

LP
(
j,L

( )

j,L

)

= 2,14 j + 0,02 L - 17,12 ;

b)

LP

(

j,L

)

= 3,33 j + 0,02 L - 26,64 ;

LP

= 1,67 j + 0,02 L - 1,71

10 – Gradiente

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CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL - III 1ª PARTE
O vetor gradiente de uma função diferencial no ponto

27

Prof. Luiz Elpídio M. Machado

( a , b ) é Ñf ( a , b ) = gradf ( a , b ) =

f x ( a ,b ) i + f y ( a ,b ) j

.

11- Derivada direcional

Se

f

é diferenciável em

( a , b ) e uv

o vetor unitário de .

v

então a derivada direcional de

f

em relação a

v

éo

seguinte produto escalar

f v ( a , b ) = gradf ( a , b ) . u v

Exemplo

Ex.-19

Ache o vetor gradiente de

f

( x, y )

= 3x + e

2y

no ponto

( 4 ,1 ) . ( 1, - 1 ) na direção do vetor
v = 2i +3 j

Ex.-20

Calcule a derivada direcional de

f( x, y ) = x2 + y 2

em

Exercício
Calcule o gradiente no ponto dado E-107. E-108. E-109. E-110.

f ( x , y ) = x 2 y + 7xy 3 f( x , y ) = 2 x + 3 y f( x, y ) = x + y

no ponto

( 1, 2 ) .

no ponto

( 3 ,1 ) . ( 5, 2 ) .

no ponto

( 0 ,1 ) .

f ( m , n ) = 5m 2 + 3n 4

no ponto

E-111.

æ p ö f ( x , y ) = sen x 2 + cos( y ) no ponto ç ,0 ÷ . ç 2 ÷ è ø

( )

E-112. E-113. E-114.

f( x, y ) = x2 + y3 f( x, y ) = x3 + y 2 f( x, y ) = x2 y3

no ponto no ponto

( 1, - 2 ) . ( 1, - 2 ) .
f( x, y ) = x + e y

no ponto

( 1, - 2 ) .
no ponto

E-115. Ache a derivada direcional de a) b) c) E-116. Seja

( 1 , 0 ) na direcional dos vetores:

v = i +2 j v = 3i + j v =i - j
. Ache a derivada direcional no ponto

f( x, y ) =

x+ y 1 + x2
a) b)

P = ( 1, - 2 ) na direção dos vetores:

v = 3i - 2 j v = -i +4 j

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z ) = xy 2 + x 2 z + yz .3 . Suponha ponto a) b) ( x. E-122. 0 .III 1ª PARTE c) 28 Prof. f ( x .1. z ) = (2 .1 ) 3 2 E-129. y . y . 0 ) . P = ( 2 . f P E-120. 2 . f ( x . f ( x .z + 1) E-131. z ) = x 2 + y 4 + x2 z 2 fornece a concentração de sal num fluido no ponto E-132. Se na direção 2i + j -2k . E-133. E-126. y . E-123. P = ( 1 . Suponha que a temperatura T num ponto P = ( x.1 ) . .1. y. v = 2 3 i + 2 j f ( x . f ( x . Page 28 of 89 Printed with FinePrint trial version . P = ( 0 . z ) = 2 x 2 . P = ( 2 . Luiz Elpídio M. z ) = e xy cos z . z ) = e xyz . E-124. z ) é dada por T( x . y . 5 ) . P = ( .purchase at www. Quão depressa a concentração está mudando? Explique sua resposta. E-118. y . 0 ) . v = i + 2 j . 1 . 5 ) .com . 0 . f ( x . z ) = sen( xy ) + cos( yz ) . y . 2 . y . y . E-130. 0 ) . f ( x . z ) = xy + xz + yz . 0 . 1 ) . y . Calcule a derivada direcional de E-121. y . na direção de PA .1. f ( x . P = ( . 7 ) .k f ( x . y . y . z ) = e x cos y + e y cos z + e z cos x . 4 ) nas seguintes direções: i-k . 3 . y .y 2 + 4 z 2 . 5 ) . E-128.1. y .1 ) . dado A = ( 2 . 0 . f ( x . 0 ) .1 ) .2 ) . xy . y .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . 0 . E-119. começando na origem. Em que direção. 0 . z ) = xye z + yze x . z ) = x seny + y senz + z senx . ache a derivada direcional no ponto ( 2 . 2 . . 0 . z ) = x 2 + 3 xy + 2 z . z ) = ln x 2 + y 2 + z 2 ( ) .1. z ) = 2 xyz + y 2 + z 2 . y . Ache a derivada direcional de a) b) ? no ponto f ( x . 1 ) . P = ( 1. 0 ) . Calcule o valor máximo da derivada direcional de f em P na direção em que este ocorre: E-125. na direção de PA .y ) + (3 x + 2 y . 1 . para obter a taxa mais rápida de decrescimento da função f ( x . Em que a concentração de sal cresce mais depressa? Suponha que se mova a uma velocidade escalar de 4 unidades/seg. . P = ( 0 . y. P = ( 2 . 3 .fineprint. z ) e a partir do ( . f em P: f ( x . .i +3 j +3k f( x.x . z ) = ( ) . Machado Qual é a direção de máximo crescimento em P Exercícios Calcule o gradiente de E-117. 0 . dado A = ( 2 . na direção determinada no item (a). E-127. P = ( 0 . z ) = ln x 2 + y 2 + z 2 f( x. P = ( 1 . P = ( . y . z em na direção do vetor dado: . z ) = 3 x 2 y 2 + 2 yz ( .1 . f ( x .

10 3 Page 29 of 89 Printed with FinePrint trial version . .113 R .123 R .118 R . 1 ) = Ñf æ Ñf Ñf Ñf p ç ç 2 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . .119 R .122 R .125 R . a) f v ( 1 . 1 ) = i + j 3 2 1r 1 r i + j 2 2 r r Ñf ( 5 .2 .114 R . b) f v ( 1 .128 R . c) Na direção do gradiente. 0 ) = 0 5 10 r 1r 2 r Ñf ( 1 .2 ) ( 1. .126 R .121 R .129 R .2 ) ( 1. .0 è ö ÷ ÷ ø R .25 i .127 R .fineprint.130 1 17 . 0 ) = . 0 ) = i + j .124 R . -2 ) = R . . R .115 r r 3 4 r r r Ñf ( 1 .109 R .1 ) ? 4i . 2 ) = 60i + 85 j 1r 1 r Ñf ( 3 . Machado T cresce mais rapidamente a partir do ponto ( 1. Luiz Elpídio M. b) r f v ( 1.107 r r Ñf ( 1 . a) f v ( 1.4 j r r = -16i + 12 j R . .110 R .108 R . Determine a taxa da variação de T neste ponto na direção do vetor Qual é a taxa máxima de crescimento? Resposta R .2 ) r r = 2i + 12 j r r = 3i .purchase at www. 0 ) = .III 1ª PARTE a) b) c) Em que direção 29 Prof.com . c) f v ( 1 . 2 ) = 50i + 96 j Ñf ( 0 .2 ) = i + j .120 R .117 R .2 ) = 2 13 .j +2k .0 è ö ÷ ÷ ø r = 1.116 R .112 ( 1.111 = 2p r i 2 ou Ñf æ p ç ç 2 .

y ) ) = 3x . y ) das fx e duas variáveis xe y xe y. b). b) = f yx (a.133 30 Prof.purchase at www.3 ´ 2 x ´ y + 3 ´ 1 ´ y + 0 = 3 x . na maioria das aplicações práticas. y ) de uma função f ( x. a diferenciação da função fy para obter as derivadas parciais de segunda ordem de ordem fx com relação x conduz à derivada parcial de segunda f xx = ¶2 f ¶ = ( fx ) 2 ¶x ¶x Entretanto. b) são iguais se ambas forem contínuas em (a. a diferenciação de f x em relação a y nos conduz á derivada parcial de segunda ordem f xy = ¶2 f ¶ = ( fy ) ¶x¶y ¶ x Analogamente. f Como tais.3 x 2 y + 3 xy 2 + y 2 Derivada de primeira ordem em relação à x f f x ( x.6 xy + 3 y 2 2 2 2 x ( x. y ) = x 3 . f yy = respectivamente. Entretanto. y ) e f y ( x.132 R . Machado 12 – Derivadas Parciais de Segunda Ordem As derivadas parciais de primeira ordem são também funções de f x ( x.III 1ª PARTE R . as diferenciações da função f y em relação a x e em relação a y nos conduz a f yx = ¶2 f ¶ = ( fy) ¶x¶y ¶x ¶2 f ¶ = ( fy) 2 ¶y ¶y f xy = f yx .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . podemos diferenciar cada uma das funções . y Page 30 of 89 Printed with FinePrint trial version . Exemplo Determine as derivadas parciais de segunda ordem da função: Ex.com . mas f xy (a. Luiz Elpídio M.131 R . Assim.fineprint. Observe que em geral não é verdade que f xy e f yx são iguais.-21 f ( x .

E-138.3x ´ 1 + 3x ´ 2 y + 2 y = -3 x + 6 xy + 2 y Derivada de segunda ordem primeiro em relação à 2 2 y ( x. E-148. y ) = x6 + e2 y . y ) = e 2 x + 3 y f ( x. E-147. y ) = x 3 + x 2 y + x + 4 f ( x. E-134. y ) = x 2 . y ) = 3 ´ 2x . y ) ( x. y ) = x 2 ln ( y ) Exercícios Nos abaixo. Luiz Elpídio M.6 y f xy ( x. y ) ( x. y ) ) = -3 ´ 2 x + 6 x ´ 1 + 0 = -6 x + 6 y Ex. determine as derivadas parciais se segunda ordem de cada função e mostre que as derivadas parciais mistas f xy e f yx são iguais. y y y ( x. E-145. y Derivada de segunda ordem pura em relação à y y e depois x f f y y ( x. E-143. f( x. y ) = e 2 xy f ( x. y ) = x 2 y + xy 3 f ( x. E-140. y ) = E-141.fineprint. E-139. E-137. y ) = e x + e y 2 Resposta Page 31 of 89 Printed with FinePrint trial version . f ( x.-24 f ( x . y ) ) = 0 + 6x ´1 + 2 ´1 = 6x + 2 f f y x ( x.purchase at www.6x ´1 + 3 ´ 2 y = -6 x + 6 y f xx f xy Derivada de primeira ordem em relação à y f f y ( x. y ) = e 2 x + e 3 y f ( x.2 xy + 2 y 2 + x .III 1ª PARTE Derivada de segunda ordem pura em relação à 31 Prof.-22 Ex.com . y ) = x 2 .3 x 5 y 8 + y 12 .2 y f( x. y ) = ln( x 2 + y 2 ) f ( x. y ) = ln( x y ) f ( x. E-146. E-136. y ) = 0 . y ) = e x 2 2 2 ( ) 2 x2 + y2 f ( x.6 ´1´ y + 0 = 6x . y ) = x y + y x f ( x. f ( x . y ) = ln(1 + x 2 y 2 ) + y3 3 f ( x.-23 Ex. Machado Derivada de segunda ordem primeiro em relação à x x e depois y f xx ( x. y ) ) = 0 . y ) = x3 + y 4 f ( x. y y x ( x. E-142. E-135.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . E-144. f ( x. y ) = ln(1 + x 2 + y 2 ) f ( x.

142 f xx = . 2 = 2 1 + 2x e ( ) .137 32 Prof. e do número de unidades y.2 y 2 (1 + x 2 2 2 +y 2 2 2 ) e f (1 + x + y ) 2 2 2 4x y 2 2 R .143 f xx == 4e xx 2 x 2 f yy == 9e 3y y 2 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . f y y = 24 x 3 y 2 + 56 y 6 fxx = f xy = f yx = 24 x y 2 3 . Por exemplo. portanto. Uma questão de importância crucial para o Page 32 of 89 Printed with FinePrint trial version .III 2ª PARTE R .146 f xx = 4y e = 2e xx 2 2 2 xy .138 (x y2 2 +y 2 32 ) . f yy = 4x e 2 x +y 2 3 2 2 xy e f xy = f yx 2 = 2e x +y 2 3 2 xy + 4 xye = 6 ye = 2(1 + 2 xy )e 3 2 xy .e f xy = f yx =- (x 4x y 2 +y ) R . f yy x +y 2 + 9y e 4 x +y 2 3 = 3y 2 + 3y e ( 3 ) x +y 2 3 e = 6 xy e f xx 2 x +y 2 3 R . uma função do número de unidades notadas.140 2 y 2 . f xy e f yx =0 R . Na prática. Machado f x x = 2 y . 2 xy R . f y y = 6 xy e f x y = f y x = 2x + 3 y 2 . f yy = 2 2x . suponha que a Companhia Scandi manufature mesas para microcomputadores nas versões montada e desmontada. = f = 6e yx 2 x +3 y R .145 = 4e 2 x+3 y . Luiz Elpídio M. f x y = f y x = -2 .2x + 2 y 2 (x 2 +y .135 R . 13 – Máximos e Mínimos de Funções de Várias Variáveis Já vimos que a solução de um problema freqüentemente se reduz a determinar os valores de uma função de uma variável. R . f yy = 6 ye + 9 y e y 3 4 y 3 = 3y 2 + 3y e ( 3 ) y 3 e f xy = f yx = 0.fineprint. fyy = = yy 2x 2 . R . 2 2 ) . isto é. e f x x = 6x + 2 y .148 = 2e + 4 x e x 2 2 x = 2 1 + 2x e ( 2 ) x 2 . f yy = 9e 2 x +3 y e f xy .2x + 2 y 2 2 (1 + x 2 2 +y 2 2 ) . R .139 fxx = fxx = = xx y 4x 3 2 .2 y (x +y =0 2 2 ) .2 x 4 y 2 (1 + x 2 y 2 2 2 ) e fxy = fyx = = f xy yx (1 + x =- 4x y 2 y2 ) 2 . fyy = (x x2 2 +y e 2 32 ) e fxy = fyx = 1 2 y + (x 1 xy 2 + y2 . f yy e f xy = f yx = 0. fy y = 4 e f x y = f y x = 2x . fyy = - x 4y3 2 fxy = fyx = 2 x R . manufaturadas e vendidas por semana. e f x x = 30 x 4 + 12 xy 4 . P = f ( x. y ).136 R .134 R . ) 32 . f y y = 0 fxx = 2.com .2x 2 y 4 (1 + x 2 y 2 2 ) . Seu lucro desmontadas L é.144 f f xx 2x . também aparecem situações nas quais um problema é resolvido determinando-se os valores máximo e mínimo absolutos de uma função de duas ou mais variáveis.141 f 2 . R .147 f f yy x +y 3 + 4x e .purchase at www. f 2 + 2x . x. no entanto.

Entretanto. b) se f ( x. b) se f ( x. Neste caso. O ponto função e ¶f (a. um extremo relativo. para simplificar a situação. Machado fabricante é: Quantas mesas montadas e desmontadas a companhia deve manufaturar por semana a fim de maximizar seu lucro semanal? Matematicamente. vamos assumir que sempre que um extremo absoluto existir. b) para ( x. b) com valor máximo absoluto (ou valor mínimo absoluto) f ( a. y ) £ f ( a.b). f ( a . y ) ³ f ( a. Analogamente. Em particular. Exatamente como no caso de uma função de uma variável. f ( x. as derivadas parciais de primeira e segunda ordem são ferramentas importantes para localizar e classificar os extremos relativos de funções de várias variáveis. ele irá ocorrer em um ponto onde f tem um extremo relativo.com . b )) Page 33 of 89 Printed with FinePrint trial version . O número f (a. y ) um Extremos relativos de uma função de duas variáveis Se f uma função definida em uma região R contendo o ponto (a. isto implica que ¶f (a. Sendo assim. então f tem um valor mínimo absoluto (ou mínimo absoluto) em (a. todos os pontos f tem um máximo relativo em (a. com valor mínimo f ( a. o problema é resolvido encontrando-se os valores de x e y que tornam máximo. b)) é o ponto mais alto do gráfico de f quando comparado a pontos mais próximos. f ( a. b) . b) é chamado de um ponto crítico da função f f . b .fineprint. Assim como as derivadas de primeira e segunda ordem tem um papel importante para determinar os extremos relativos de uma função de uma variável. b) no domínio de f . y ) que estão suficientemente próximos a (a. b. b) ¶x Devem ser ambas iguais à zero. b) ¶y . f tem um máximo relativo em (a.purchase at www. sendo ele máximo ou mínimo relativo. Luiz Elpídio M. b) relativo é chamado de valor máximo relativo.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Mas não podemos concluir que um ponto crítico de uma (a. y ) de duas variáveis tenha um máximo relativo (mínimo relativo) (a. y ) que estão suficientemente próximos a (a.III 2ª PARTE 33 Prof. b) se o ponto ( a. y ) do domínio de f . pode ser ou não um extremo absoluto. Quando isso acontece. b) . f é ou não um ser extremo de ( a . os coeficientes angulares das retas tangentes em qualquer direção devem ser iguais à zero. b) . Se as desigualdades nesta última definição forem válidas para todos os pontos ( x. b) . f tem valor mínimo relativo em (a. Suponha que agora uma função diferenciável em um ponto f ( x. b) para todos os pontos ( x. Uma interpretação semelhante é válida para mínimos relativos.

ilustra uma situação em que as derivadas parciais de primeira ordem é zero. b .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . ( a . Tal ponto é chamado pondo de sela. b )) Figura 1 (a) : Ilustra um caso de extremo relativo com valor mínimo Figura 1(b) Ilustra um caso de extremo relativo com valor máximo As figuras 1(a) e 1(b).fineprint. f ( a . Page 34 of 89 Printed with FinePrint trial version . pois existem pontos próximos dele que são mais altos e outros que são mais baixos. b )) não é ponto de máximo nem mínimo relativo da função f . Luiz Elpídio M. Machado ( a . f ( a . Mas a figura 2.purchase at www. ilustram casos em que os pontos críticos são extremos. b )) Figura 2 : Ilustra um caso em que o ponto crítico não é um extremo relativo. Assim podemos concluir que um pondo crítico de uma função de duas (ou mais) variáveis é apenas um candidato a extremo relativo de f . (ponto de sela) O ponto ( a .com . A figura 1(a) mostra um ponto de mínimo e a figura 1(b) um ponto de máximo. mas o ponto crítico encontrado não é um extremo relativo. f ( a . b . b .III 2ª PARTE 34 Prof.

E-155. y ) = x 2 . f ( x. determine os extremos relativos.3 xy + y 3 .-29 Ex. E-158. E-153. y ) = 2 y 3 . y ) resolvendo os sistemas de equações simultâneas ì fx = 0 í î fy = 0 O teste da segunda derivada: Seja 2 D ( x.purchase at www. b) f ( x. vamos usar as f . f ( x . y ) = x 2 . y ) = x 2 + y 3 . Em seguida. f ( x.3 x 2 y + 3 xy 2 + y 2 Exercício Nos exercícios abaixo. O teste resultante. b) = 0 implica que o teste não é conclusivo.3 y 2 f ( x. f ( x. b) .y2 g ( x. y ) = ln(1 + x 2 + y 2 ) g ( x. y ) = 4 y 3 + x 3 . b) > 0 D (a.III 2ª PARTE 35 Prof. y ) = f xx f yy . y ) tem um máximo relativo no ponto no ponto (a.-30 f ( x.xy + y 2 + 1 f ( x. é chamado de teste da segunda derivada e está incorporado no seguinte procedimento para encontrar e classificar extremos relativos de Deterrmine os pontos críticos de f . y ) = xy + g ( x.com .y 2 . f ( x.f xy Neste caso.-27 D ( a. Ex. y ) = x 3 . · · · · Exemplo Determine os extremos relativos da função: Ex. E-149. y ) de duas variáveis. b) > 0 e f xx ( a. Machado Para determinar-mos a natureza de um ponto critico de uma função derivadas parciais de segunda ordem de f ( x. y ) = x 2 + y 2 . y ) = ln( x 2 + y 2 ) g ( x.2 x + 4 y + 1 f ( x. b) > 0 e f xx ( a.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .2 xy + 7 x . y ) = x 3 . se possível.-25 Ex. E-162. y ) = e x 2 2 . y ) = 4 2 + x y E-157.2 x 2 .12 y 2 . E-164. E-163.-26 Ex. E-160. g ( x. y ) = xy + ln x + 2 y 2 g ( x. D ( a.-28 Ex. y ) tem nem máximo nem mínimo relativo no ponto ( a. f ( x. E-152.12 y + 2 x 2 . E-151.8 y + 4 f ( x. y ) = ln( x 2 y 2 ) g ( x. y ) = e x 2 E-156. E-159.36 y + 3x 2 . x + xy y2 + y2 Resposta Page 35 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) = x 2 . y ) = x 2 . y ) = e xy g ( x.4 x + y 2 + 6 y .6 x + 2 f ( x. E-154. y ) = ln(1 + x 2 y 2 ) g ( x.y 2 . y ) = x 3 + y 2 . Finalmente. determine o(s) ponto(s) crítico(s) de cada função.fineprint. y ) = x 2 . y ) tem um mínimo relativo (a. E-150. y ) = 1 . b) . E-165. que nos ajuda a classificar estes pontos. b) < 0 implica que implicam que implicam que f ( x. use o teste da segunda derivada para classificar a natureza de cada ponto.3 y 2 . Luiz Elpídio M.e y g ( x. f ( x. b) < 0 D ( a. E-161.2 f ( x. f ( x.

ponto sela.0 ) = 1. 2ø 2ø è è R . Ponto crítico Ponto crítico ( 0 .0 ) = 1. ponto sela. ponto sela. 0 ) . ( 2 . mínimo relativo ( 1.154 R . Ponto crítico ( 0 .2 ÷ è2 ø è 2 ø æ3 ö ç . A função não possui ponto crítico.152 Pontos críticos f ( 1 . ponto sela.150 R .161 R . ponto sela.155 R . e ( 0 . mínimo relativo ( 0 . mínimo relativo f( 0.III 36 Prof. Ponto crítico ç . 2 ) . a existência do extremo absoluto (solução) de um problema prático é freqüentemente deduzida da natureza geométrica ou física do problema.purchase at www.-31 A receita total semanal (em reais) de uma companhia obtida na produção e na venda dos sistemas de alto-falantes portáteis 1 2 3 2 1 R( q1 . 14 – Aplicações Como no caso do problema de otimização prática envolvendo uma função de uma variável. 0 ) . A determinação do extremo absoluto de uma função de várias variáveis é mais difícil que meramente encontrar os extremos relativos da função. 1 ) = -3 f ( 2 . 0 ) . -1 ÷ . Além disto.1 ) .160 R . Exemplo Ex. 0 ) .q 2 . Machado R . ponto sela.157 R . 0 ) . Entretanto. è2 ø R . ( 0 . mínimo relativo f( 0. mínimo relativo f æ 3 ö = -22.fineprint. 0 ) . . ponto sela.com .q1q 2 + 300q1 + 240q 2 4 8 4 Page 36 of 89 Printed with FinePrint trial version .151 Ponto crítico Ponto crítico Ponto crítico ( 0 .164 Pontos críticos Ponto crítico Ponto crítico ( 1.2 .1 ) = 6 . 0 ) .0 ) = 1. máximo relativo f( 0.156 R . 0 ) . ponto sela.0 ) = 0.0 ) = 1. ÷ . è 3 3 ø e R . .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . A função não possui ponto crítico. 5 ) . a solução de um problema de otimização envolvendo uma função de várias variáveis pede que encontremos o extremo absoluto da função.5 ç . em muitas situações.159 R .1 ) . 5 ) = -13 e æ 1 11 ö ç . R . ÷ . Ponto crítico 1ö 1ö æ æ ç 2 . Ponto crítico ( 0 .153 Pontos críticos æ3 ö ç .165 Ponto crítico ( 0 . 0 ) . ( 1.162 R . ponto sela.1 ) . mínimo relativo f ( 1 . Luiz Elpídio M. mínimo relativo ( 0 .149 R . mínimo relativo f( 0. ponto sela. o extremo absoluto de uma unção coincide em verdade com o maior extremo relativo da função que ocorre no interior do seu domínio.q1 . Vamos assumir aqui que os problemas considerados pertencem a esta categoria.158 R . f ( 0.163 R . 2 ÷ .. Ponto crítico ( 0 . q2 ) = .÷ .

0. B ( . B e C. 20 ) .10 ) . y ) = 100 x + 70 y + 4000 dólares. Determine quantas unidades montadas e quantos a Companhia deve produzir semanalmente para maximizar seu lucro e o lucro C ( x. Determine onde a estação deverá ser posicionada para que a soma das distâncias a cada uma das comunidades seja a menor possível. O custo semanal atribuído à manufatura destas escrivaninhas é de C ( x.150 p x + 100 p y semanalmente possível. Determinando a Localização Ótima.III 37 Prof. B e C . Onde x denota o número mensal de unidades com acabamento e y denota o número de unidades sem acabamento manufaturadas e vendidas por semana. As normas postais especificam que um pacote enviado pelo serviço específico de remessa de pacotes deve ter a soma do comprimento com o perímetro da seção transversal menor ou igual a 275 centímetros. O vinho alemão custa $ 4/garrafa. Determine o preço unitário para cada marca que permitirá à C&G o maior lucro E-169. Maximizando o Lucro. garrafas do vinho alemão é 1000 + 80 p x . Exercícios E-166.2 xy + 200 x + 160 y . y) = 180 x + 140 y + 5000 kits máximo. Qual é o maior lucro que pode ser obtido? E-167.fineprint.15( y .purchase at www. A receita total semanal (em dólares) de uma companhia obtida pela manufatura e venda de escrivaninhas. .2) B(-4.0. Determine as dimensões de um pacote retangular com o maior volume possível dentro dessas normas. y) é o preço da terra no ponto (x. 10 ) e C ( 10 .-32 Uma estação retransmissora de televisão atende as cidades plano cartesiano por A. y) em dólares por pés quadrado e x e y são medidos em milhas.÷ . Máximo Lucro. A.120 p y garrafas do vinho italiano serão vendidas semanalmente.000 dólares. Luiz Elpídio M.20 . Em que ponto do distrito financeiro o preço do terreno é máximo? E-168. e o vinho italiano pode ser obtido por $ 3/garrafa.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . é dada por R ( x.4) (-1. Sugestão: Page 37 of 89 Printed with FinePrint trial version .25 y 2 . onde q1 e q2 têm o mesmo significado que anteriormente. O preço do terreno dentro do distrito é aproximado pela função y R x 1ö æ p ( x. Estima-se que se o vinho alemão for vendido no varejo a px dólares/garrafa e o vinho italiano for vendido a py dólares/garrafa.2 x 2 .1) 2 2ø è 2 Onde p (x. Determine o local onde a estação deve estar localizada para que a soma das distâncias a cada cidade seja mínima. a fim de maximizar seu lucro. A região retangular R mostrada na figura a seguir representa o distrito financeiro de uma cidade. Preço Máximo. Machado Onde q1 denota o número de unidades completamente montadas e q2 denota o numero de kits produzidos e vendidos por semana.10ç x . Uma estação auxiliar de geração de energia servirá a três comunidades. Empacotamento. q2 ) = 180q1 + 140q2 + 5. então 2000 . y ) = -0. Ex. E-170. cujas posições são representadas em um A( 30 . cujas localizações relativas são A(5.-3) de um plano cartesiano. A C&G Imports importa duas marcas de vinho branco. y ) = 200 .com . uma da Alemanha e outra da Itália. O custo semanal devido à produção destes sistemas alto-falantes é de C( q1 . Determine quantas unidades com e sem acabamento a companhia deve manufaturar por semana.

83 cm .III 38 Prof.10 ) z = 10 m .168 R .2 xz 2 maximize f ( x.100 ) = R$ 10. ( 30 . y ) .00 R$ .fineprint.100 ) e L( 200 . y = 91.68 cm x = 30 m . y ) = æ 1 .67$ e R .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Machado Sejam as dimensões da caixa x” por y” por z” (veja a figura). e o volume é V = xyz. z ) = 275 xz . y ) = ( 0 . 40 . y = 40 m e e z = 45. Qual é este custo mínimo? Resposta R .169 R . E-171.171 ( x .2 x 2 z .83 cm . Estima-se que os custos anuais de aquecimento e refrigeração serão de R$2/metro quadrado para o topo. Page 38 of 89 Printed with FinePrint trial version . C = 7. y ) = ( 200 .1 ) x = 45. Minimizando Custos de Aquecimento e Refrigeração. 2x+2z+y=275.purchase at www.1 ö ç ÷ è2 ø p y = 18.000 metros cúbicos.500 ( x . Determine as dimensões do prédio que resultarão num custo anual mínimo de aquecimento e refrigeração.167 R .170 R . Um prédio com o formato de uma caixa retangular deverá ter um volume de 12. R$4/metro quadrado para as paredes frontal e traseira.200. Então. Mostre que V = f ( x.com . Luiz Elpídio M.00$ p x = 18.166 ( x . e R$3/metro quadrado para as paredes laterais.

Luiz Elpídio M.ç 21 ´ (1) + 9 ´ (1)÷ I = (21x + 9 )dx = + 9x ç ÷ ç 2 ÷ 2 2 1 è ø è ø1 21 21 102 . y ) 1 dA . e14 . 3 ]´ [ 1. Ex.-37 Calcule òò f R 3 0 ( x. y )dx ú dy ë a û Exemplo Ex. y ) dxdy = ò ò b a 2 é d ù ê f ( x .III 39 Prof.e12 + 1 6 (e ou 12 .purchase at www.e 2 . y ) dxdy = ò ò d c é b ù ê f ( x .com .-35 Calcule e R = [1.-33 Calcule òò (x + 2 xy R 2 +y 2 ) dA 2 1 e R = [ 1.ç x ´ 0 + 2 x ´ (0 ) + (0 ) ÷ ÷dx = ç ç 3 3 3 3 ÷÷ è øø è ò (3x + 18x + 9 .9 = 51 = = 2 2 2 2 2 Ex.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . onde f ( x.-36 Calcule òò (e )dA R e R = [0 .-38 Calcule ò ò (1 + 8xy)dydx 1 Page 39 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) dA Calculando uma Integral dupla em uma Região Retangular ò òf b d a c ( x.21 81 I = 42 + 18 .0)dx 2 1 2 2 æ 21x 2 ö æ ö ç ÷ = 21 ´ (2 ) + 9 ´ 2 . 4 ] Resp.fineprint.-34 Calcule òò òò æ x ö ç . 3 ] 3 2 2 I= òò (x + 2 xy R + y dA = 2 ) ò ò (x + 2 xy 0 2 + y dydx = ) ò 2 1 3 3 æ 2 xy y ö ç xy + ÷ dx + ç 3 3 ÷ è ø0 3 I= ò ò 2 1 3 3 3 3 æ æ öö ç x ´ 3 + 2 x ´ (3) + (3) .2 ÷ dA 2 ç ÷ R y è ø e R = [ 0 . 3 ] Ex.1 e2 .1 6 = x + 2y )( ) e Ex. 2 ] ´ [1. 2 ]´ [ 0 . Machado INTEGRAIS DUPLAS òò f R ( x. - 117 8 æx yö ç + ÷ dA ç x÷ Rè y ø 2 x+3 y Ex. y ) R é o retângulo definido por 1£ x £ 4 e 1£ y £ 2.1 ] ´ [ 0 . y )dy ú dx ë c û ou ò òf d b c a ( x. 4 ] Resp.

2 ] ´ [ 1.1 ]´ [ 0 . 1 ] ´ [ 1. y ) = x 2 . 5 ] R E-174.6 ´ (0 ) + (0 ) = 54 + 3 . y ) = xy e R :[ 0 . E-183. f ( x .2 . 3 ] R : [ 1.1. E-185. 2 ] ´ [ 2 .y 2 R : [ 0 . 0 ] R :[ . y ) = xy 2 f ( x y ) dA .III 40 Prof. f ( x . y ) = x 2 y 2 R R R f ( x y ) dA . y ) = x 2 y R : [ .com . òò òò òò òò òò òò òò òò òò òò òò R f ( x y ) dA . E-178. y ) = xy 2 f ( x y ) dA . 2 ] e e e e e e e R f ( x y ) dA . 0 ] ´ [ 0 . 2 ] 2y R E-176.0 = 57 0 2 0 òò 3 0 3 0 (1 + 8 xy ) dydx = 12 ( ) 1 2 ò ò (1 + 8xy)dydx = 57 1 Exercício Determine o valor da integral E-172. y ) = x 2 y 2 f ( x y ) dA . 2 ] R : [ 0 . 3 ] ´ [ 0 . Luiz Elpídio M. òò (x + y + 2)dA e R = [ 0 .y 2 f ( x y ) dA . 3 ] E-175. òò (x + y + 2)dA e R = [ 0 . E-182. E-187. f ( x .1.y 2 f ( x y ) dA . 2 ] e e e R R R R f ( x y ) dA . 0 ]´ [ . y ) = x 2 . f ( x . 0 ]´ [ 0 . 2 ] òò (xe )dA e R = [ . f ( x .purchase at www.1 ] R : [ . E-180. f ( x .1. f ( x . òò (x R R 2 + y 3 . 1 ] ´ [ 0 . òò ( xy )dA e R = [ .2 .1 ] R :[ . E-184. f ( x . 2 ]´ [ 0 . 2 ] R :[ 0 .fineprint.1 . E-181. 4 ] R R Page 40 of 89 Printed with FinePrint trial version . 2 ]´ [ . 3 ] R :[ 0 . 0 ] R : [ 1. 2 ] ´ [ .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .((1) + 4 x ´ (1) ))dx = ò (2 + 16 x .4 x)dx = ò ((12 x + 1))dx 0 3 3 2 x 2 2 + x = 6 x + x = 6 ´ (3) + (3) . f ( x . y ) = xy 2 f ( x y ) dA . 0 ] ´ [ . 3 ] ´ [ 1 .2 . 2 ]´ [1.1 .1 ]´ [1. E-177. y ) = x 2 y 2 f ( x y ) dA . f ( x . f ( x .1. 3 ] R E-173. E-179.6 dA ) e R = [ 0 .2 .1 . y ) = x 2 . E-186. Machado òò 3 0 2 (1 + 8 xy ) dydx = 1 2 ò ò 3 0 3 0 2 é 2 ù ê (1 + 8 xy ) dy ú dx = ë1 û 2 ò 3 0 2 é y ù ê y + 8x ú dx = 2 ú ê ë û1 3 2 2 ò [y + 4 xy ] dx 3 2 2 1 0 3 0 òò 3 0 (1 + 8 xy ) dydx = 1 2 ò ((2) + 4 x ´ (2) .

y ) = f ( x y ) dA . y ) = e E-192. 3 ] R : [ 1. 3 ] E-189. 3 ] R : [ 1. f ( x . f ( x . R x2 = y x y2 x2 y2 x y 1 xy x2 y x y2 x2 y2 x y e E-191. f ( x . 3 ] ´ [ 1 .fineprint. y ) = f ( x y ) dA . e R R : [ 1 . 3 ] ´ [ 1 . f ( x . e R E-195. 3 ] ´ [ 1 . y ) = f ( x y ) dA . 3 ] R : [ 1. 3 ] E-194. f ( x . 2 ] ´ [ 1 . e R E-193. e R R : [ 1.purchase at www. 3 ] R : [ 1. 3 ] ´ [ 1 . 2 ]´ [ 1 .173 9 48 Page 41 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) = f ( x y ) dA . y ) x y 1 xy e R : [ 1. y ) = f ( x y ) dA . f ( x . y ) = f ( x y ) dA . y ) = f ( x y ) dA . e R E-198. R f ( x y ) dA . 3 ] R : [ 1. e R E-196. 2 ] Resposta R . e R E-190. 2 ]´ [ 1 . Machado E-188.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . f ( x . y ) = f ( x y ) dA . 2 ]´ [ 1 . y ) = f ( x y ) dA .172 R . 2 ]´ [ 1 . e R E-197. 3 ] R : [ 1. f ( x . f ( x .com . 3 ]´ [ 1 . Luiz Elpídio M. òò òò òò òò òò òò òò òò òò òò òò R f ( x y ) dA . f ( x . 3 ] R : [ 1.III 41 Prof. 3 ] ´ [ 1 . f ( x . 3 ] R : [ 1.

181 I= R .182 òò R R :[ 0 .33 3 1 ou .purchase at www. f ( x .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .6 x ÷ dy ç 3 ÷ è ø0 1 I= ò ò 3 1 æ 13 æ 3 öö ç + 1 ´ y 3 .178 R .3 ÷= 4 .177 R .174 òò (x R 2 + y 3 . 0 ] Page 42 of 89 Printed with FinePrint trial version . Machado R .0 ÷ dy ø I= I= 3 = 1 (3)4 4 - 1 4 17 ´ (3) æ (1) 17 ´ (1) ö 81 51 1 17 ÷ -ç ç 4 .fineprint.175 R .III 42 Prof.180 R .67 3 R .com .6 dA ) e R = [ 0 .ç 0 + 0 ´ y 3 .2 .0.4 + 3 3 è ø 80 34 34 60 . 2 ]´ [ .176 R .6 ´ 1 . 1 ]´ [ 1.6 .3 .6 ´ 0 ÷ ÷dy = ç 3 ÷÷ ç 3 è øø è y 17 y æ 3 17 ö çy ÷ dy = 3 ø 4 3 è 4 3 ò çè 3 + y 3 1 æ1 3 ö .179 -1 0 4 0 4 ou 1. 3 ] I= ò ò (x 3 1 1 0 2 + y . y ) = x 2 y 2 e R .33 3 16 3 f ( x y ) dA . Luiz Elpídio M.34 26 = 20 = = 4 3 3 3 3 26 I= ou I = 8.6 dxdy = 3 ) ò 3 1 æ x3 ö 3 ç + xy .

2 ) = 0 + 9 9 9 64 I= 9 I= R .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .190 I = -12 I =0 I = -32 I = 4 ln (3) I = ln 2 (3) I= I= I= I= 26 ln (3) 2 8 3 52 9 3 ln (3) 2 R .196 R .purchase at www.183 I= I= 64 9 208 9 R .0 ÷dy = -2 è 3 ø ò 0 ò 8 y æ8 2ö ç y ÷dy = ´ 3 3 -2 è 3 ø 0 -2 8 3 = y 9 0 -2 8 8 64 3 3 ´ (0 ) .191 R .188 R .197 R .187 R . Calculando uma Integral Dupla numa Região Qualquer do Plano A resolução pode se dar em duas ordens de integração.192 R .III 43 Prof.194 R .185 R .184 R .193 R .195 R .186 R .56 .189 R . Luiz Elpídio M. Machado I= ò ò( ) 0 2 2 2 -2 0 æ x3 2 ö x y dxdy = ç y ÷ dy = ç 3 ÷ -2 è ø0 2 ò 0 ò æ (2 )3 2 æ (0 )3 2 ö ö ç ÷÷ y -ç ç 3 y ÷ ÷ dy ç 3 -2 è øø è 0 3 0 æ8 2 ö I = ç y .´ (.com .198 I= 14 9 ou I = 1.fineprint. Variável no eixo x Page 43 of 89 Printed with FinePrint trial version .

Luiz Elpídio M. y )dydx R a g1 ( x ) b g2 ( x) Exemplo Ex. I= 3-e 2 ou I = 0.fineprint. para 0 £ x £ 2 . dado que R f ( x . y )dA = ò ò f ( x. ) onde R está limitada pelas funções f (x) = x +1 2 e f (x) = x -1 e pelas retas x =1 e x = 3. y ) = xe y e R é a região limitada pelos gráficos de y( x ) = x 2 e y( x ) = x .III 44 Prof. y)dA .2 dA . Ex.com .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .-41 Determine o valor da integral Resp: òò (xy + 3)dA . Resp.-39 Calcule òò f ( x.-40 Calcule òò f ( x. y ) = x 2 + y 2 e R é a região limitada pelos gráficos de g1 ( x ) = x e g 2 ( x ) = 2 x . onde R é a região limitada por R y( x ) = x 3 e y( x ) = 4x .14 Ex. y)dA . Page 44 of 89 Printed with FinePrint trial version . Exercícios E-199. òò (x R 2 + 4 y .purchase at www. R dado que f( x. I = 56 . Machado òò f ( x.

y ) = -2 x + y R Page 45 of 89 Printed with FinePrint trial version .3 y + 5) dA R . f ( x .com . f ( x . y ) R : y = x 2 e y = 3x e ( x. f ( x .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . E-208.2 y dA .x . y ) = x . E-213. y ) = 2 x + 2 y f ( x y ) dA . E-217. y ) = -2 x + y dA . f ( x. E-203. E-205. E-212. y ) = -2 x . òò òò òò òò R f ( x y ) dA . f ( x . E-209. y ) R : y = x3 e y = 9x R: f =x e f 3 3 (xy) dA . f ( x . Machado E-200. y ) dA . E-211.x . E-204. y ) = x + 2 y R : y = x3 e y = 9x R : y = x3 e y = 9x R : y = x3 e y = 9x R : y = x4 e y = x R : y = x4 e y = x R òò R R f ( x y ) dA . y ) e ( x. y ) = . E-218. f ( x . y ) = 2 x + 2 y dA . òò (2 x . y ) e ( x.2 y R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x ( x. e ( x. y ) dA . onde R está limitada pelas funções f (x) = -x . x = 2. E-207. f ( x . y ) = x+ y e R : y = x 2 e y = 3x .x . f ( x . f ( x . y ) dA . f ( x . f ( x . y ) = x . Luiz Elpídio M. E-219.x + y e e (x ) (x ) = 9x .x + y dA . y ) = x + 2 y R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x e ( x. y ) = . E-216. y ) = . y ) = x + y e e ( x. y ) = x .y f ( x y ) dA . y ) = 2 x + y dA .2 e f (x) = 2 x + 1 e pelas retas x = -1 e E-201. y ) e ( x. y ) e ( x. f ( x . f ( x .y R: f e e e e e (x ) =x e f (x ) = 9x . (xy) dA .y e R : y = x 2 e y = 3x ( x.y dA . y ) = . y ) = 2 x + y f ( x y ) dA . f ( x . E-210. òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f R R R R R R R R R R R R R ( x. y ) dA . E-206.purchase at www. y ) e ( x. f ( x . E-215.y dA . R E-202. f ( x . y ) dA . y ) = . E-214.fineprint. f ( x .III 45 Prof. f ( x .

R R : y = x4 e y = 4x2 E-228.201 R . E-223. y ) = x + y e e R : y = x4 e y = x R : y = x4 e y = 2x R : y = x4 e y = 2x3 R R R R : y = x4 e y = 2x3 R R : y = x4 e y = 2x3 e R f ( x y ) dA . f ( x .2 y f ( x y ) dA . Luiz Elpídio M. E-221. f ( x . y ) = .202 R .fineprint.204 R .2 y f ( x y ) dA . f ( x .III 46 Prof.3 y + 1) dA R R : f( x ) = x3 e f( x ) = 9x Resposta R . òò òò òò òò òò òò òò òò R f ( x y ) dA . f ( x .com . R . f ( x .199 I= I= 2378 15 189 2 ou I = 158. f ( x . y ) = x .purchase at www.203 ou I = 94. y ) = 2 x + y f ( x y ) dA . f ( x . y ) = 2 x + y f ( x y ) dA .e e R : y = x4 e y = 4x2 . y ) = x + y . y ) = . E-225.x .x .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . R . E-226.200 R . I =- 189 20 ou I = -9.205 Page 46 of 89 Printed with FinePrint trial version .2 y e R : y = x4 e y = x e e e R f ( x y ) dA .53 . E-224. f ( x . E-222. E-227. y ) = -2 x . Machado E-220. òò (2 x .y f ( x y ) dA .45 .5 .

f ( x .ç x ´ (9 x ) + (9 x ) ÷ ÷ dx I = ç xy + ç òç 2÷ òç 2 2 ÷÷ I= R A R1 A R2 A 1 R1 A 0 x 3 1 -3 0 9x 2 x 3 0 3 2 3 2 1 -3 è ø 9x -3 è è øø 2 æ 4 x6 2 81x çx + I = .3) .III 47 Prof.2187 .16. y ) dA .99 x ÷ ÷ ç 2´7 5 2´3 ÷ ø è ø -3 0 æ x 7 x 5 33 x 3 I =ç + ç 14 1 5 2 è 7 5 3 7 5 3 ö æ ÷ = (0) + (0 ) .33 ´ (0 ) .402 .243 891 ö 2187 243 891 10.212 òò f R ( x.3) ç 14 ÷ 14 5 2 5 2 è ø -3 0 ö ÷ ÷ ø æ .206 R .424 I = =1 70 35 Page 47 of 89 Printed with FinePrint trial version .9x 1 2 2 -3 ç è ò 0 ö ÷ dx = ÷ ø ò 2 æ x6 4 99 x ç +x 2 -3 ç 2 è 0 5 3 ö æ 7 ö ÷ dx = ç x + x .ç (.211 R .31.848 8.210 R .3) + (.9x = 0 x x -9 = 0 x = 0 e x -9 = 0 x=3 x = -3 2 ( 2 ) òò (x + y )d = òò (x + y )d + òò (x + y )d I = òò (x + y )d I = ò ò (x + y )dydx æ æ æ öö y ö ÷ dx = ç x ´ (x ) + (x ) .fineprint. y ) = x + y e R : y = x3 e y = 9x f 1( x ) 3 3 = f 2( x ) x = 9x x .208 R .com . Machado R .purchase at www.185 I = 0-ç + + + = ÷= 1 5 2 ø 14 5 2 70 è 14 .207 R .33 ´ (.209 R .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .935 + 3. Luiz Elpídio M.

Page 48 of 89 Printed with FinePrint trial version .x + 99 x ÷ = ç .10. y ) = .com .æ x ´ x 3 + x 3 ç ç ç x ´ (9 x ) + 2 ç 2 ç è è öö ( ) ( ) ÷÷ ÷÷÷dx øø ö ÷dx ÷ ø I = 2 3 0 6 æ 2 81x 2 4 x ö ç 9x + ÷dx = -x ç 2 2 ÷ è ø 3 ò 3 0 2 æ x6 4 99 x ç-x + ç 2 2 è 7 5 3 7 5 3 æ ö æ ç .33 ´ (0)3 ö 33 ´ (3) æ (0 ) ÷ -ç + ç 14 ÷ 2 5 2 è ø 891 + -0 2 891 .935 .x .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .fineprint.3.424 8.424 + 35 35 R .424 I = 2 35 I =2 3 7 (0)5 .x + y e R: f (x ) =x e f 3 (x ) = 9x .III 48 Prof. Machado I = 2 I 2 òò (x + y )d = ò ò (x + y )dydx R2 A 3 9x 3 0 x I = 2 ò ò 3 0 2 æ ö ç xy + y ÷ dx = ç 2 ÷ 3 è øx 9x ò 3 0 2 æ (9 x )2 .x + 33 x I = ç 2´7 ç 2 5 2´3 ÷ 5 2 è ø 0 è 14 ö ÷ ÷ ø0 3 I =2 (3)7 14 - (3)5 5 + 2187 243 14 5 2187 243 I =2 14 5 8. f ( x .185 16848 + = = 2 70 70 I =I +I 1 2 I =I =0 8. Luiz Elpídio M.213 òò f R (xy) dA .x .purchase at www.402 + 31.

21 ´ (. Machado f 1( x ) 3 3 2( x ) x = 9x x .3) .(0 ) .x + y )d I = òò (.x + y )d I = ò ò (.fineprint.63 x ÷ ÷ ç 2´7 5 2´3 ÷ ø è ø -3 æ x 7 x 5 21x 3 I =ç ç 14 1 5 2 è 7 5 3 7 5 3 ö æ ÷ = (0) .3.3) .com .ç .x + + 9x 1 2 2 -3 ç è ò 0 ö ÷ dx = ÷ ø ò 2 æ x6 4 63 x ç -x 2 -3 ç 2 è 0 5 3 ö æ 7 ö ÷ dx = ç x .purchase at www.x + y )d + òò (.x .2187 .III = f 49 Prof.243 ö 2187 243 I = 0-ç + ÷= + = 1 5 2ø 14 5 2 70 è 14 I = 1 70 =- 35 Page 49 of 89 Printed with FinePrint trial version .402 + æ .x + y )dydx æ æ æ y ö ÷ dx = ç .ç (.(.9x = 0 x x -9 = 0 x = 0 e x -9 = 0 x=3 x = -3 2 ( 2 ) òò (.xy + ç òç òç 2 ÷ 2 2 I= R A R1 A R2 A 1 R1 A 0 x 3 1 -3 0 9x 2 x 3 0 3 2 3 2 1 -3 è ø 9x -3 è è öö ÷ ÷dx ÷÷ øø 0 2 æ 4 x6 2 81x I = ç.x + y )d = òò (.x ´ (x ) + (x ) .21 ´ (0 ) . Luiz Elpídio M.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .x ´ (9 x ) + (9 x ) I = ç .3) ç 14 ÷ 14 5 2 5 2 è ø -3 0 ö ÷ ÷ ø 10.935 .

æ .935 + 3.x + y )dydx R2 A 3 9x 3 0 x I = 2 ò ò 3 0 2 æ ö ç .x ÷dx = ç 2 2 ÷ è ø 3 ò 3 0 2 æ x6 4 63 x ç+x + ç 2 2 è 7 5 3 7 5 3 æ ö æ ç .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .x + y )d = ò ò (.x + x + 21x I = ç 2´7 ç 2 5 2´3 ÷ 5 2 è ø 0 è 14 ö ÷ ÷ ø0 ö ÷ ÷ ø 3 3 7 (0)5 .xy + y ÷ dx = ç 2 ÷ 3 è øx 9x ò 3 0 2 æ (9 x )2 .214 òò f 3 3 f R (xy) dA . f 2( x ) ( x.402 + I =+ + = = 2 14 5 2 70 70 (3)7 =- (3)5 + I = 2 35 I =I +I 1 2 I =I =0 35 + 35 R . Luiz Elpídio M.9 x 2 + 81x + x 4 .x ´ (9 x ) + 2 ç 2 ç è è öö ( ) ( ) ÷÷ ÷÷÷dx øø ö ÷dx ÷ ø I = 2 3 0 2 6 æ ö ç .9x = 0 x x -9 = 0 x = 0 e x -9 = 0 x=3 x = -3 2 ( 2 ) Page 50 of 89 Printed with FinePrint trial version .III 50 Prof.com .10.x ´ x 3 + x 3 ç ç ç .21 ´ (0 )3 21 ´ (3) æ (0 ) ç I + -ç + 2 14 5 2 5 2 è 14 2187 243 I =+ + -0 2 14 5 2 2187 243 .purchase at www.x + x + 63 x ÷ = ç .fineprint. y ) = x + 2y e R : y = x e y = 9x 3 1( x ) = f x = 9x x . Machado I = 2 I 2 òò (.

9 x .3)5 3ö I = . Luiz Elpídio M.purchase at www.714 I = =1 35 35 3 (0)7 (0 )5 + Page 51 of 89 Printed with FinePrint trial version .28.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .90 x dx = ç + ç 7 1 5 3 -3 -3 è 0 6 ò( ) ò( ) ö ÷ ÷ ø -3 0 æ x7 x5 3ö I =ç + .81x dx = x + x .2187 .810 = 1 5 7 5 35 è 7 ø . Machado òò (x + 2 y )d = òò (x + 2 y )d + òò (x + 2 y )d I = òò (x + 2 y )d I = ò ò (x + 2 y )dydx æ 2y ö I = ç xy + ò ç 2 ÷÷ dx = ò (xy + y ) dx I= R A R1 A R2 1 R1 A 0 x 3 A 1 -3 0 9x 2 x 3 0 2 x 3 1 -3 0 è I = 1 ò æ x ´ x 3 + x 3 2 .30 x ÷ ç 7 ÷ 1 5 è ø -3 æ (.701 .III 51 Prof.243 ö 2187 243 I = 0-ç + + 810 ÷ = + .30 ´ (.fineprint.714 15.15.30 ´ (0 ) .3) ÷ ç 7 ÷ 1 7 5 5 è ø 10.x ´ (9 x ) + (9 x )2 ç -3 è 0 4 6 2 2 ( )( ) ( 0 ø 9x -3 9x )ödx ÷ ø 4 2 æ x 7 x 5 90 x 3 I = x + x .3)7 (.ç + .935 + 1.com .350 æ .

x )dx = (90 x ò 0 3 3 2 .714 = 35 (3)5 - I =I +I 1 2 I =I =0 R . f ( x . f ( x .935 .purchase at www.219 R .701 + 28. y ) = 2 x + 2 y 5 9 e R : y = x4 e y = x I= R .217 R .714 =+ 810 = = 7 5 35 35 15.10. Luiz Elpídio M.0 7 5 2187 243 .com .x 2 4 ( )( ) .222 òò R f ( x y ) dA .1.x dx 3 6 4 ) æ x 7 x 5 90 x 3 I = ç+ ç 7 2 5 3 è I 2 7 5 ö æ ö ÷ = ç .215 R .350 15.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .216 R .x .III 52 Prof. Machado I = 2 I 2 òò (x + 2 y )d = ò ò (x + 2 y )dydx R2 A 3 9x 3 0 x I = 2 ò 3 0 3 2 æ ö ç xy + 2 y ÷ dx = ç 2 ÷ 3 è øx 9x ò (xy + y ) 3 2 0 6 3 9x x 3 dx I = 2 I 2 ò = (9 x ò 0 3 0 3 3 2 öö æ 2 æ ç x ´ (9 x ) + (9 x ) .ç x ´ x + x ÷ ÷dx è øø è 2 + 81x . y ) = x + y e R : y = x4 e y = 2x3 Page 52 of 89 Printed with FinePrint trial version .218 15714 15714 + 35 35 òò R f ( x y ) dA .fineprint.ç + 30 ´ (0 ) ÷ ç ÷ 7 5 7 5 è ø 2187 243 =+ 810 .220 R .221 R .x .x + 30 x 3 ÷ ÷ ç ÷ 5 ø0 è 7 ø0 (3)7 =2 I I 2 I 2 æ (0 )7 (0 )5 3ö + 30 ´ (3) .

2x = 0 x (x .com .227 I = 45.228 I = 45. f ( x .226 òò R f ( x y ) dA .26 315 R . Luiz Elpídio M.x .(0)6 .fineprint. Page 53 of 89 Printed with FinePrint trial version . I= R .x 5 .x ç 2 ÷ 5 7 6 18 è ø 5 7 6 9 5 0 7 (2) . y ) = 2 x + y 2048 45 ou e R : y = x4 e y = 4x2 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .223 R .224 R . = x+ y e òò R f ( x y ) dA .2) = 0 x = 0 ou x = 2 I= 3 3 òò 2 0 2x 4 3 x (x + y )dydx = ò 2 0 I= ò ò 2 0 3 æ 3 2x ç ç x ´ 2x + 2 ç è ( ) ( ) 2 æ ö ç xy + y ÷ dy ç 2 ÷ 4 è øx 2x 2 4 2 öö æ ç x ´ x4 + x ÷ ÷dx = ç 2 ÷÷ ÷ è øø ( ) ( ) ò 2 0 æ 4 4x 6 æ 5 x8 ö ö ç 2x + ÷ ÷dx -çx + ç ç 2 2 ÷÷ è øø è 2 I= 2 0 8 5 7 6 9 æ 4 ö ç 2 x + 4 x 6 .225 R .III 53 Prof. y ) R : y = x4 e y = 4x2 .8 960 I= + -0= + = 5 7 6 18 5 7 3 9 315 3 232 I= ou I = 10.3 360 .purchase at www.æ 2 ´ (0) + 2 ´ (0 ) .51 .x ÷dx = 2 x + 2 x . Machado x = 2x 4 3 4 3 x . I= R .(0)9 ö 2 ´ (2 ) 2 ´ (2 ) ç ÷ I= + 5 7 6 18 ç 5 7 6 18 ÷ è ø 64 256 64 512 64 256 32 256 4 032 + 11520 .51 . f 2048 45 ou ( x.(2) .

27 .-43 Calcule o valor de òò (x + 2 y . y =1 Resp.67 .: e y = 5.2y + 3 = 0 .: I =- 544 15 ou I = -36. Machado f 1( x ) 3 3 2( x ) x = 9x x . x . Resp.473 420 ou I = 329.-42 Determine o valor da integral òò (2 x . e pelas retas y =1 e y = 4.com .1)dA R R é a região limitada por x+ y -3= 0 2 e x .fineprint. Ex. y )dxdy é a região limitada por c h1 ( y ) Exemplo Ex. Luiz Elpídio M.III = f 54 Prof.purchase at www.-44 Determine o valor da integral òò (x + y R 2 + 1 dA ) onde R é a região limitada pelas curvas x( y ) = y 2 + 1 e x( y ) = Resp.y +5 = 0.2y = 0.9x = 0 x x -9 = 0 x = 0 e x -9 = 0 x=3 x = -3 2 ( 2 ) Variável no eixo y òò R f ( x. Page 54 of 89 Printed with FinePrint trial version . I= 138.y + 3)dA R onde R x . onde Ex. I= 92 3 ou I = 30. y )dA = ò d h2 ( y ) ò f ( x.70 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . y .

com .: I= 18. 2 Resp.5 = 0 .fineprint.88 . òò f R ( x.73 . Exercícios E-229. onde E-231. Determine o valor da integral òò (x + y + 1)dA R onde R é a região limitada por x + y . I= 80 3 ou Resp.y .: I= 56 15 I = 3. Resolva a integral òò (x + 2)dA onde R R x.purchase at www.: I = 26.67 . = x+ y e E-232.6y = 0 .III 55 Prof. x + 2y . ou I= 21.448 105 R ou I = 175.y + 2y = 0 3 2 e x . òò (xy )dA onde R 2 R é a região limitada pelas curvas x( y ) = y 2 + 1 e x( y ) = 1 y . Luiz Elpídio M.2y + 4y = 0 . é a região limitada por E-230. y ) dA .e y =1 e y = 3.827 105 I = 207.y =0 3 e x .4 = 0 . f ( x.-45 Determine o valor da integral pelas retas Resp. y =1 e y = 3. 2 Resp. y ) R : y = x 2 e y = 3x .70 . Resolva a integral òò ( y + 2)dA ou R é a região limitada por x . Machado Ex.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Page 55 of 89 Printed with FinePrint trial version .

y ) = x + 2 y R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x e ( x. y ) = x . f ( x . y ) = -2 x . E-241. Luiz Elpídio M. f ( x . y ) dA . y ) e ( x.purchase at www. E-238. E-242. E-237. y ) dA . y ) R : y = x 2 e y = 3x e ( x. y ) = 2 x + y dA . y ) e ( x.com .2 y R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x R : y = x 2 e y = 3x ( x.III 56 Prof.y e R : y = x 2 e y = 3x ( x. f ( x . y ) = x+ y e R : y = x 2 e y = 3x . y ) dA . e ( x. y ) e ( x.x + y dA . E-239. y ) dA . y ) = 2 x + 2 y dA . f ( x . f ( x . E-235. y ) = x . òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f òò f R R R R R R R R R R ( x. f ( x . E-234.fineprint. y ) dA . f ( x .y e Page 56 of 89 Printed with FinePrint trial version .x .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .y dA . y ) = . E-240. y ) e ( x. E-236. y ) = . f ( x. y ) = -2 x + y dA . f ( x . f ( x . Machado E-233.

y ) = 2 x + y f ( x y ) dA .x + y e e (x ) (x ) = 9x . E-256. E-245. Page 57 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) = . (xy) dA .x . y ) = x . y ) = x . E-249. E-251.com . f ( x . y ) R : y = x3 e y = 9x R: f =x e f 3 3 (xy) dA .229 I= I= 2378 15 189 2 ou I = 158. y ) = . y ) = .e e R : y = x4 e y = 4x2 . y ) = . E-258. E-250.231 R .5 .53 . f ( x . E-254.x .III 57 Prof. E-255. y ) = x + y e e R : y = x4 e y = x R : y = x4 e y = 2x R : y = x4 e y = 2x3 R R R R : y = x4 e y = 2x3 R R : y = x4 e y = 2x3 e R f ( x y ) dA . f ( x . y ) = -2 x .x .3 y + 1) dA R R : f( x ) = x3 e f( x ) = 9x Resposta R .2 y e R R R : y = x4 e y = x e e e R f ( x y ) dA .2 y f ( x y ) dA . f ( x . y ) = . f ( x . f ( x . f ( x .230 R . y ) = x + 2 y R : y = x3 e y = 9x R : y = x3 e y = 9x R : y = x3 e y = 9x R : y = x4 e y = x R : y = x4 e y = x R òò R R f ( x y ) dA .purchase at www. R . f ( x . f ( x . E-252.232 ou I = 94. E-246. f ( x . y ) = -2 x + y f ( x y ) dA . f ( x . f ( x . R R : y = x4 e y = 4x2 E-260. òò òò f òò f òò f f R R R R ( x.y R: f e e e e e (x ) =x e f (x ) = 9x . y ) = x + y e e R : y = x 2 e y = 3x ( x.y f ( x y ) dA . y ) = 2 x + y f ( x y ) dA . E-244. f ( x . y ) = x + y . E-247. f ( x .y f ( x y ) dA .fineprint. E-259. òò (2 x . y ) dA .x . E-257. E-248. y ) = 2 x + 2 y f ( x y ) dA .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . y ) = 2 x + y f ( x y ) dA . E-253. òò òò òò òò òò òò òò òò òò òò òò òò R f ( x y ) dA . f ( x . Machado E-243. f ( x .2 y f ( x y ) dA .2 y dA . f ( x . Luiz Elpídio M.

fineprint.233 I =- 189 20 ou I = -9.237 R .234 R .242 òò f R ( x. f ( x . R .235 R .241 R .236 R .239 R .com . y ) dA .III 58 Prof.purchase at www.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . y ) = x + y e R : y = x3 e y = 9x Page 58 of 89 Printed with FinePrint trial version .240 R . Machado R .45 .238 R . Luiz Elpídio M.

x + y e R: f (x ) =x e f 3 (x ) = 9x .III 59 Prof. f ( x . y ) = . Machado I= òò (x + y )d = òò (x + y )d + òò R A R1 A (x + y )d R2 A I =0 R . y ) = x + 2y e R : y = x e y = 9x 3 Page 59 of 89 Printed with FinePrint trial version .com .244 òò f R (xy) dA .x + y )d + òò R A R1 A (.243 òò f R (xy) dA . I= òò (.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .x + y )d R2 A I =0 R . Luiz Elpídio M.purchase at www. f ( x.x + y )d = òò (.fineprint.

26 315 e R : y = x4 e y = 2x3 I= R .fineprint.251 R . = x+ y e òò R f ( x y ) dA .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .III I =0 R .259 R .purchase at www. f ( x . y ) = x + y 3 232 ou I = 10. y ) R : y = x4 e y = 4x2 .253 R .com .246 R . I= R .249 R .256 òò R f ( x y ) dA . f 2048 45 ou ( x.257 I = 45.255 R .51 .247 R . I= R .51 .258 I = 45. y ) = 2 x + 2 y 5 9 e R : y = x4 e y = x I= R . y ) = 2 x + y 2048 45 ou e R : y = x4 e y = 4x2 .254 R .252 òò R f ( x y ) dA . f ( x .248 60 Prof.245 R . f ( x . Machado òò R f ( x y ) dA .260 Page 60 of 89 Printed with FinePrint trial version .250 R . R . Luiz Elpídio M.

y ) dA são denominadas momentos estáticos da figura plana R em relação aos eixos O x e O y . y ) . A massa da região R é calculada por m= òòd R (x. Veja a equação I = md O . y ) dA As coordenadas do centro de gravidade da região R são determinadas por: x = C M y m e y = C M x m . é I = = yy òò (x R 2 + y dA . momentos de inércia da região R em relação aos eixos O O y 2 – Coordenadas do centro de gravidade de uma figura plana Se densidade superficial de uma região é variável e pode é modelada pela função d ( x. (x. y ) = 1. d (x. O momento de inércia da região R . y ) dA Nos exemplos e exercícios abaixo vamos considerar a densidade superficial igual a um. ou x C òò xd = òòd R R ( x. Machado INTEGRAIS DUPLAS – APLICAÇÕES 1 – Momento de inércia de uma figura plana Chama-se momento de inércia desta massa I de um ponto material M de massa m em relação a um ponto 2 O ao produto m pelo quadrado da distância d do ponto M ao ponto O . y ) dA e y C ( x.com .fineprint. Exemplos Determine o momento de inércia em relação os eixos e o centro de gravidade de cada figura: Ex.-46 -2£ x£2 e -3£ y £ 3 Page 61 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) dA e M = y òò xd R (x. y ) dA . respectivamente.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . em relação à origem do sistema de coordenadas. as expressões M = x òò yd R (x. y ) dA òò yd = òòd R R (x. 2 ) As integrais I xx = e x òò R y dA . 2 e I òò R x dA 2 chamam-se. Então.purchase at www. Luiz Elpídio M. ou seja.III 61 Prof.

III 62 Prof.1 – Cálculo da massa m= m= òòd R ( x.2 )) = 12 .9))dx = ò (9 + 9)dx = ò 18dx = 18x 2 -2 -2 = 18 ´ (2 ) .12 ) = 12 + 12 = 24 m = 24 3. y ) =1 òò R dA = òò 2 -2 dydx = -3 ò 2 -2 ( y ) 3 3 dx = ò ((3) .27 ö ö ç -ç ÷ ÷dx ç ÷ -2 è 3 è 3 øø 2 I I ò (9 .36 ) = 36 + 36 = 72 y 2 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo I yy = = yy òò R 2 -2 2 x dA 3 2 I I yy òò = (3 x ò -2 x dydx = 2 2 2 -3 ò (x y ) 2 2 -2 2 -2 3 -3 dx = ò (x 2 -2 2 ´ (3) .8)) 3 ( ) I yy = 16 .(.3x ))dx 2 2 2 -2 3 + 3 x dx = ) ò 6 x dx = 6 x3 2 3 2 = 2´ x -2 3 2 -2 = 2 ´ (2 ) .2 )) = 36 .(2 ´ (.16 ) = 16 + 16 = 32 3 – Cálculo do centro de massa 3.(. Luiz Elpídio M.2 ´ (.(.(6 ´ (.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .3)3 ç -ç ç 3 ç 3 -2 è è 2 2 -2 öö ÷ ÷dx = ÷÷ øø ò æ 27 æ .3) dx = 2 ( )) ò (3x .3)))dx = ò (3 + 3)dx = ò 6dx = 6 x 2 2 2 2 2 -2 -2 -2 m = 6 ´ (2 ) .2 ) = 2 ´ 8 .((. 2 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo x Page 62 of 89 Printed with FinePrint trial version .com .(18 ´ (.fineprint. y ) dA d 3 (x.x ´ (. Machado a = -2 b=2 Figura 1 f = -3 f =3 s i 1 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo x I xx = òò y dA 2 R I xx = = xx xx òò 2 -2 2 -2 æ y3 ö ÷ dx = y dydx = ç -3 -2 ç 3 ÷ è ø -3 3 2 3 ò 2 ò 2 æ (3)3 æ (.(.purchase at www.(.

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .2 ) = 3 ´ 4 .(3 ´ 4 ) = 12 . 3 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo y M = y òò xd R (x.12 2 2 ( ) 3.3)2 ç -ç ç 2 ç 2 -2 è è 2 öö ÷ ÷dx = ÷÷ øø ò ççè 2 .fineprint.purchase at www.(. Luiz Elpídio M.çè 2 ÷ø ÷÷ødx 2 -2 æ9 æ 9 öö 2 æ9 9ö ç .-47 0£ x£4 e 0£ y£6 a=0 b=4 Figura 2 f =0 f =6 s i 1 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo x Page 63 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) dA d 3 (x.3x ))dx 2 2 -2 -2 2 2 x M = (3 x + 3 x )dx = 6 xdx = 6 y 2 -2 -2 M =0 y ò 2 ò 2 = 3x -2 2 2 -2 = 3 ´ (2 ) .com .3)))dx = ò (3x .3 ´ (. 24 y = C m C = ( 0.(x ´ (.0 ) Ex. y ) =1 2 M = y òò R xdA = òò 2 -2 xdydx = -3 ò -2 (xy ) 3 3 dx = ò (x ´ (3) . 4 – Localização do centro de massa x = C M y m M x = = 0 =0 24 0 = 0. y ) =1 3 2 M = x òò R ydA = òò 2 -2 æ y2 ö ÷ dx = ydydx = ç -3 -2 ç 2 ÷ è ø -3 ò ò æ (3)2 æ (. y ) dA d 3 ( x.÷ dx = 0dx = 0 x 2ø -2 è 2 -2 M =0 M = x ò 2 ò 3.III 63 Prof. Machado M = x òò yd R ( x.

Machado I xx = òò R 4 0 4 y dA 6 4 2 I xx = = xx xx ò ò y dydx = ò 2 0 4 0 0 0 æ y3 ö ç ÷ dx = ç 3 ÷ è ø0 6 ò 4 0 æ (6 )3 æ (0 )3 ö ö ç ÷÷ -ç ç 3 ÷ ÷ dx = ç 3 è øø è ò ççè 4 0 æ 216 æ 0 ö ö . y ) dA d 6 ( x. y ) dA d 6 (x.com . y ) =1 4 ( y ) 6 dx = ò ((6) .((0)))dx = ò (6 .(0 ) dx = ) ò 4 0 x 6 x dx = 6 3 2 3 4 = 0 I yy = 2´ x = 128 yy = 2 ´ (4 ) .(72 ´ (0)) = 288 .1 – Cálculo da massa m= m= òòd R ( x. 3 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo y Page 64 of 89 Printed with FinePrint trial version . y ) =1 4 M = x òò R 4 0 ydA = òò 4 0 ydydx = 4 0 ò 0 æ y2 ö ç ÷ dx = ç 2 ÷ è ø0 6 ò 4 0 æ (6 )2 æ (0 )2 ö ö ç ÷÷ -ç ç 2 ÷ ÷ dx = ç 2 è øø è ò 4 0 æ 36 æ 0 ö ö ç ç 2 .0)dx = ò 6dx = 6 x 0 0 4 4 4 0 0 0 òò R dA = òò 4 0 dydx = 0 ò 4 0 m = 6 ´ (4 ) .III 64 Prof.fineprint.purchase at www.0)dx = ò 18dx = 18 x 0 = 18 ´ (4) .ç ÷ ÷ dx ÷ 3 è 3 øø I I 4 (72 .(0) = 288 ò = 288 y 2 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo I yy = òò R 4 0 x dA 6 4 6 0 4 4 2 I yy = ò ò x dydx = ò (x y ) dx = ò (x ´ (6) .0 = 72 ò 0 M = 72 3.0 = 24 m = 24 3.(2 ´ 0 ) = 128 .ç 2 ÷ ÷dx ÷ è øø è M = x x 4 (18 .0 = 128 3 3 ( ) I 3 – Cálculo do centro de massa 3.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .(x ´ (0)))dx = ò (6 x 2 2 2 2 0 0 0 0 3 4 0 2 .0)dx = ò 72dx = 72 x 0 = 72 ´ (4) .2 ´ (0) = 2 ´ 64 .(6 ´ (0 )) = 24 . Luiz Elpídio M.18 ´ (0) = 72 . 2 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo x M = x òò yd R (x.

4 – Localização do centro de massa x = C M y m M x = = 48 =2 24 72 = 3.fineprint. Luiz Elpídio M. 24 y = C m C = ( 2.228 = 342 2 è 3 ø ò 5 2 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo y Page 65 of 89 Printed with FinePrint trial version .÷dx = ç 3ø 2 è 3 = 342 ò 5 2 5 æ 342 ö ç ÷ dx = 114dx = 114 x 2 = 114 ´ (5) .3 ) Ex.3 ´ (0 ) = 3 ´ 16 . y ) dA d 6 (x.ç 3 ÷ ÷dx ÷ è øø è I I æ 343 1 ö . Machado M = y òò xd R (x.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .0 = 48 2 ( ) 3.com .(0))dx 0 4 4 0 0 2 x M = 6 xdx = 6 y 2 0 M = 48 y ò 4 2 4 = 3x 0 2 = 3 ´ (4 ) .purchase at www. y ) =1 4 M = y òò R xdA = òò 4 0 xdydx = 4 0 0 ò 0 (xy ) 6 dx = ò (x ´ (6) .(3 ´ 0 ) = 48 .III 65 Prof.-48 2£ x£5 e 1£ y £ 7 Figura 3 1 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo x I xx = òò R 5 2 y dA 7 2 I xx = = xx xx òò ò 5 y dydx = 2 1 ò 5 2 æ y3 ö ç ÷ dx = ç 3 ÷ è ø1 7 ò 5 2 æ (7 )3 æ (1)3 ö ö ç ÷÷ -ç ç 3 ÷ ÷ dx = ç 3 è øø è ò 5 2 æ 343 æ 1 ö ö ç ç 3 .(114 ´ (2 )) = 570 .(x ´ (0)))dx = ò (6 x .

III 66 Prof.(2 ´ 8) = 250 .1 – Cálculo da massa m= m= òòd R (x.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .ç 2 ÷ ÷ dx = ÷ è øø è ò çè 2 .x )dx = 6 xdx = 6 y 2 2 2 M = 63 y ò 5 ò = 3x 2 2 5 2 = 3 ´ (5) .((1)))dx = ò (7 .16 = 234 3 ( ) 2 I 3 – Cálculo do centro de massa 3.com . y ) dA 5 7 d (x.24 ´ (2 ) = 120 . y ) dA d 7 ( x. Machado I yy = òò R 5 2 x dA 7 5 7 5 5 2 I yy = ò ò x dydx = ò (x y ) dx = ò (x ´ (7) . y ) =1 5 M = y òò R xdA = òò 5 2 xdydx = 5 1 ò 2 (xy )17 dx = ò (x ´ (7 ) . y ) =1 5 M = x òò ydA = ò ò ydydx = ò 2 1 2 æ y2 ö ç ÷ dx = ç 2 ÷ è ø1 5 7 ò 5 2 æ (7 )2 æ (1)2 ö ö ç ÷÷ -ç ç 2 ÷ ÷dx = ç 2 è øø è ò 5 2 æ 49 æ 1 ö ö ç ç 2 .1)dx = ò 6dx = 6 x 5 2 5 5 5 2 2 2 m = 6 ´ (5) . Luiz Elpídio M. 4 – Localização do centro de massa x = C M y m = 63 7 = 18 2 Page 66 of 89 Printed with FinePrint trial version .28 = 72 M = 72 3.(3 ´ 4 ) = 75 .(6 ´ (2 )) = 30 .(x ))dx 5 5 2 2 2 5 x M = (7 x .2 ÷ødx 5 2 æ 49 1ö M = x x ò 5 2 æ 48 ö ç ÷dx = è 2 ø ò 5 2 24dx = 24 x 2 = 24 ´ (5) .(x ´ (1)))dx = ò (7 x 2 2 2 2 1 2 1 2 2 3 5 2 3 2 .12 = 18 m = 18 3.2 ´ (2 ) = 2 ´ 125 .x dx = 2 ) ò 5 2 x 6 x dx = 6 3 2 3 5 I yy = 2´ x = 234 yy = 2 ´ (5) .12 = 63 2 2 ( ) 3.purchase at www.(x ´ (1)))dx = ò (7 x . 3 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo y M = y òò xd R (x. y ) dA d 7 ( x.3 ´ (2 ) = 3 ´ 25 . y ) =1 òò R dA = òò 5 2 dydx = 1 ò 5 2 ( y ) 17 dx = ò ((7 ) .fineprint. 2 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo x M = x òò yd R R ( x.

x ÷ ç ø 1 2 ö2 ò ( ) 1 2 ö ö ÷ ÷ 3 ÷ ÷ ø .I 1 3 2 ò ) 64 744 41 8 ò( ) ò ( ) Page 67 of 89 Printed with FinePrint trial version .0 ÷dx = 3 ÷ ø ò ( 2 æ ç 4 .x2 ´ 4 .4-x i 2 b=2 f = 4.x s 2 Figura 4 I) Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo x I xx = òò R 2 -2 y dA ææ ç ç 4 . 18 æ 7 ö C = ç .x 2 ç -2 è -x ´ 4-x I 2 )( ) ö÷÷dx 1 2 ø I xx ò ( 2 æ ç 4 .com .x2 ç -2 è )( ) ) 1 2 ö ÷dx = 1 ÷ 3 ø ò ( æ ç 4 ´ 4 .4 ÷ è 2 ø x +y £4 2 2 Ex.x2 = ç 3 -2 ç è 1 = 3 ( ) 3 2 ö ÷ 1 .purchase at www.x2 ç -2 è ) 3 2 ö ÷ dx = 1 ÷ 3 ø ò ( 2 æ ç 4 . Luiz Elpídio M.x2 2 ç ç dx = ç è 3 -2 ç ç ç è 2 I xx = òò ò 2 4.fineprint.x2 ç -2 è 2 ( ) 1 2 ( 1 2 2 ) ö÷÷dx ø I I xx = = xx 1 3 4 3 ò ( I 6444 2 444 7 8 1 1 1 1 2 2 æ 2 2 æ ö ö 2 2 2 2 1 ç 2 4 1 ç 2 4 ´ 4 .ç ÷ ÷ dx è 3 ø÷ ø I xx æ ç 4 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .x 2 dx x ´ 4 .x2 ´ 4 .x2 ç 3 -2 ç è 2 ( ) 3 2 ö æ 0 ö÷ .x 2 dx x ´ 4 . Machado y = C M x m = 72 = 4.-49 e y³0 a = -2 Extremos dos intervalos de integração f =.x 2 ÷dx ç ÷ ç ÷ 3 -2 è 3 -2 3 -2 è -2 ø ø 1 I .III 67 Prof.x 2 0 æ y3 ö è 2 ÷ y dydx = ç -2 ç 3 ÷ è ø0 ò 2 æ 4.x 2 ÷dx = 4 .æ (0 ) ö ÷ dx = ç ÷ ç 3 ÷÷ è ø ÷ ÷ ø 3 ò æ ç 4 .

0 + 2´çç 2 è è 2 öö ÷÷ ÷ øø I = 2p Obs.x + 2 sen ç ÷ è 2 ø -2 2 -1 2 -1 æ (2 ) ö -1 æ (.4 ) 4 .: òt 2 2 2 t a .2 ) ö ö æ (.´ 2p = I = = = 2p 1 2 xx 3 3 3 3 3 3 3 = 2p = y II) Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo Page 68 of 89 Printed with FinePrint trial version .: ò ò 2 2 2 -1 æ t ö t a a .4 + 2 sen (1) . Luiz Elpídio M.´ (8 .1)÷ 4 è 4 ø 1 æp ö æ 1 æ p öö ´ (8 .4 4 .2 2 ÷ 8 ø ( ) (2) ´ (2 ´ (2 )2 .t dt = a -t + sen ç ÷ + C 2 2 èaø 2 2 2 æ 2 2 I = çx ´ 4.p ) = p + p = 2p 1 1 p æ æ p .(.com .(.ç.a 8 2 2 ( ) -1 æ t ö a a -t + sen ç ÷ + C 8 èaø 2 2 4 I xx I xx 4 1 4 1 8p 2p 6p I .(2 ) + 2 sen ç 4 .4 ) 0 + 2 ´ ç .I = ´ 2p .1 ´ 4 .2 ) .0 . Machado I = 1 ò 2 -2 I = 1 (2) 2 2 2 -1 æ x ö x 2 x 4 .4 4 .1)) = 0 + 2´ I = p .2 ) 2 2 2 4 .4 + 2 sen (1) .2 ) + 2 sen ç ÷-ç ÷÷ ç 2 ÷ è 2 ø è è 2 øø -1 I = 1 ´ 4 .(2 ) + 2 sen ç ÷-ç ç 8 ´ 2 ´ (.4 ) 4 .ç .2 ) 2 2 4 .4 ) 0 + 2 ´ ç ÷ .x dx = 2 -x + sen ç ÷ = 2 2 è 2 ø -2 2 2 2 2 æxö 4 .(.x + 2sen ç ÷ 8 è 2 ø -2 8 è 2 ø -2 2 2 4 2 ( ) 2 ( ) I = 2 -1 -1 1 æ 1 ö ´ (2 ´ 4 ..t dt = 2t .fineprint.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .÷ ÷ = 0 + p .ç .x ç 2 -2 è I = 2 ( ) 1 2 ö ÷dx = x 2 x 2 .´ (2 ´ 4 .4 + sen 1 ( -1 (.4) 8 -1 æ (2 ) ö -1 æ (.purchase at www.2 ) ö ö æ (.2 ) + 2 sen ç 2 ÷ ÷ ÷ è 2 ø è è øø -1 æ x ö 2 2 -1 æ x ö 2 x 2 -x + sen ç ÷ = 2 x .4 + 2 sen (.III 68 Prof.p ) = p + p = 2p ç 4 ÷ 2 4 è2ø è è 2 øø I = 2p I = 2 Obs.(.

0 ö dx ç ÷ ø -2 è 2 2 2 -2 2 ) -1 æ x ö 2 2 -1 æ x ö 2 x 16 2 -x + sen ç ÷ = 2 x .(2) + 2 sen ç ÷-ç ç 8 ´ 2 ´ (.2) ö ö æxö 4 .purchase at www.x + sen ç ÷ 8 8 è 2 ø -2 8 è 2 ø -2 2 2 ( ) 2 I yy 2 2 -1 æ x ö x = 2 x .p ) = p + p = 2p ç 4 ÷ 4 2 è è 2 øø = 2p = Obs.´ (8 .æ (.x 2 2 dx = 2 ò 2 ææ çç 4 . Machado I yy = òò R 2 -2 2 x dA 4.4 4 .(. y ) dA d 4.p ) = p + p = 2p m = 2p ( -1 (..((0 ))ö dx = ÷ ÷ ø ø 2 ò æ 4 .x 0 2 dx = ò 2 2 ö 2 æ 2 æ ö ç x ´ ç 4 .(.x 2 (x.4 ) 4 .fineprint.com .x + 2 sen ç ÷ è 2 ø -2 x m= 2 (2 ) 4 .(2)2 + 2sen -1 æ (2) ö .x ´ (0 ) ÷ dx = è ø -2 è ø 2 ( ) ò æ x 2 4 .2) 4 .x -2 è è 2 2 ö .2 ) .a 8 2 2 ( ) -1 æ t ö a a -t + sen ç ÷ + C 8 èaø 2 2 4 III) Cálculo da massa m= òòd R ( x. y ) =1 m= òò R dA = òò 2 -2 2 dydx = 0 ò 2 2 -2 ( y ) 0 4.4 + 2 sen (1) .÷ ÷ = 0 + p .ç .4 4 .(.: ò 2 2 -1 æ t ö t a a .III 69 Prof.x 2 .x ÷ .0 + 2 ´ ç.0 ö dx = ç ÷ ø -2 è 2 -1 2 ò 2 4 .2 ) 2 2 2 4 . Luiz Elpídio M.1)) = æp 0 + 2´ç è2 ö æ æ p öö ÷ .ç .4 + 2 sen (.ç .: òt 2 2 2 t a .0 .÷÷ ç ÷ ø è è 2 øø Obs.x 2 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .x dx = 2 2 -1 -1 æ x ö 2 x 2 -x + sen ç ÷ = 2 è 2 ø -2 2 2 æxö 4 .(.4 4 .2 ) ö ö æ (.2 ) + 2 sen ç 2 ÷ ÷ ÷ è 2 ø è è øø ( ) I I yy -1 -1 1 æ 1 ö ´ (8 .0 .4 + 2 sen (1) .x + 2 sen ç ÷ = ç ÷ ç ç ÷÷ ç ÷ 2 è 2 ø -2 è 2 ø è 2 è 2 øø -1 m = 1 ´ 4 .4 + 2 sen m = 0 + p .1)÷ 4 è 4 ø I yy 1 p æ 1 æ p öö ´ 4 ´ 0 + 2 ´ .x dx 2 -2 m= ò 2 -2 x 4 .4) 8 -1 æ (2 ) ö -1 æ (.2 )2 + 2sen -1 æ (.x 2 2 I yy I yy I yy òò = æx ò çè x = (2 x 8 = 0 -2 x dydx = 2 4 .x ödx ÷ ø 2 ò (x y ) 2 2 -2 4 2 4.´ 4 ´ 0 + 2 ´ ç .1 ´ 4 .x + 2 sen ç ÷ = 8 è 2 ø -2 ( ) I yy = = yy (2) ´ (2 ´ (2)2 .t dt = a -t + sen ç ÷ + C 2 2 èaø 2 2 2 Page 69 of 89 Printed with FinePrint trial version .4 ) 4 .t dt = 2t .

ç .2x 3 3 I= ò 1 u du = 2 ò 2 1 I = .´ (4 .4 .´ + C = .´ (4 . y ) =1 2 M = y òò R xdA = òò 2 -2 xdydx = 0 ò -2 (xy ) 0 4.´ 4 .(.8 16 M = 4.x 2 ÷ 2´3 -2 ç è ø 2 3 2 -2 x = 2x 6 3 2 -2 æ (.purchase at www.+4.4 ) 2 .4 ) 2 ö ç ÷ ÷ 3 è 3 ø ø M =y 3 1 1 æ 1 ö æ 1 ö ´ (0 ) .(2 ) 3 ( ) 3 2 æ 1 2 . Machado IV) Cálculo do momento de massa em relação ao eixo x M = x òò yd R R (x. y ) dA d 4.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL ..x 2 .x dx du 1 x u =. y ) =1 4.ç .x 3 ( ) 1 u 1 2 1 2 2 u du = .4 .ç .´u + C 3 2 2 3 3 2 1 2 3 2 +C 2 1 M =.8 ö = 4 .0 ÷dx ÷ -2 ç è 2 ø 2 æ 4 x2 ö ÷dx = M = ç x 2 ÷ -2 ç 2 è ø ò 2 ò 2 3 æ ö ç 2 .´ 4 .x dx du = -2 xdx dx = 3 2 I= ò ò x 4 .2x 2 u = 4-x du .æ .ç 2 ´ (.4 + 4 ö ÷ .x2 ö ç .0 = 0 3 3 è 3 ø è 3 ø 3 2 M =0 y VI) Localização do centro de massa Page 70 of 89 Printed with FinePrint trial version .x ÷ dx = 2 x .2) ö = 4 . y ) dA d (x.æ .2 ) ç 3 è ( ) 3 2 3 3 ö 1 1 ÷ = .´ 0 .(0 )ödx = ç ÷ ø -2 è 2 2 ò x 4 .´ 4-x y 3 ( ) 3 2 2 -2 1 2 = .´ (0 ) 2 ÷ = .´ ´u + C = .´ 4.com .x 2 M = x òò ydA = ò ò 2 -2 æy ö ÷ ydydx = ç ç 2 ÷ 0 -2 è ø0 4.´ 0 ÷ = 0 .x 2 -2 2 2 dx = 2 ò 2 ö æ æ ö ç x ´ ç 4 .x ÷ .æ .x 2 ò 2 2 2 ææ 2 ç ç 4-x ö 2 ÷ 2 ø . Luiz Elpídio M.fineprint.III 70 Prof.8 .x 2 ( x.= = x 3 3 3 3 3 16 M = x 3 M == 2 ´ (2 ) 3 (2) V) Cálculo do momento de massa em relação ao eixo y M = y òò xd R (x.(x ´ (0 ))÷ dx è ø -2 è ø 2 M = y ò æ x 4 .=8.æ (0 ) ç dx = ç è ç 2 ç 2 -2 è ç è ò ö ÷ ö÷ ÷ dx = ÷÷ ø÷ ø ò æ 4 .2 ) ç ÷ ç ÷ ç x 6 6 ÷ 6 è 6 ø 3 è 3ø è ø 4 4 8 24 .

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Machado x = C 0 =0 2p 16 16 1 16 8 y = 3 = ´ = = C 2p 3 2p 6p 3p 8 ö æ C = ç 0. E-261.purchase at www. x + y £9.t dt = 2t .com . ÷ è 3p ø ò òt Exercícios 2 a . x ³ 0 2 2 e y ³0. x +y £4 2 2 Figura 5 E-263.III 71 Prof.a 8 ( ) -1 æ t ö a a -t + sen ç ÷ + C 8 èaø 2 2 4 Determine o momento de inércia em relação os eixos e o centro de gravidade de cada figura. Page 71 of 89 Printed with FinePrint trial version .t dt = 2 2 2 2 2 2 -1 æ t ö t a a -t + sen ç ÷ + C 2 2 èaø 2 2 2 t a . Luiz Elpídio M.fineprint. Figura 6 x -y£0 2 e y £ 4. E-262.

2y £ 0 .y ³ 0.III 72 Prof. x .y ³ 0 . Luiz Elpídio M. x £ 3 2 e y ³0. x ³ 0 e y ³0. E-267.com . 2x + y . Page 72 of 89 Printed with FinePrint trial version . x £ 2 e y ³0. Figura 8 E-265.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Figura 9 E-266.fineprint. Figura 10 8x . x ³ 0 2 e y £ 2. x .purchase at www.6 £ 0 . Machado Figura 7 E-264.

x + y . Figura 13 E-270.36 £ 0 . x ³ 0 2 2 e y ³0.4 £ 0 2 2 e y £0.fineprint. Machado Figura 11 E-268.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .16 ³ 0 . Luiz Elpídio M. x + 4y . 0 £ x £ 5 2 2 e 0£ y£5 Figura 15 Respostas R . E-269. 2 2 Figura 12 Figura 14 E-271. 9x + y .purchase at www.com .III 73 Prof.9 £ 0 . 4 x + 9 y .261 x +y £4 I) Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo 2 2 x Page 73 of 89 Printed with FinePrint trial version .

x2 ´ 4 .x 2 ò ( ) 1 2 ö ææ ÷ ç ç .x2 ÷ çç ø -ç è ç 3 ç ç è 3 ( ) 1 2 ö ÷ ÷ ø 3 öö ÷÷ ÷÷ ÷ ÷ dx ÷÷ ÷÷ ÷÷ øø æ ç 4 ..x2 ´ 4 .x2 I = ç xx 3 -2 ç è 2 I = xx 3 ( ) ö ÷ 2 ÷ dx = 3 ÷ ø ò ( 2 1 2 æ ç 4 .x2 ç -2 è )( ) ) ò ( æ ç 4 ´ 4 .t dt = a -t + sen ç ÷ + C 2 2 èaø 2 2 2 Page 74 of 89 Printed with FinePrint trial version .x2 ç -2 è ö ÷dx = 2 ÷ 3 ø ) 3 2 ö ÷ dx = 2 ÷ 3 ø ò ( 2 æ ç 4 .2 ) ö ö æ (.(.x2 ç -2 è )( ( ) ö÷÷dx 1 2 ø ò ( 2 æ ç 4 .2 ) 2 2 4 .x2 ç 3 -2 ç è 2 ( ) + (4 .x 2 dx x ´ 4 .x 2 æ y3 ö ÷ y dydx = ç -2 ç 3 ÷ è ø2 ò ( 2 æ 4. Machado I = xx òò R 2 -2 y dA ææ 2 çç ç ç 4.x 2 ÷ dx = 4 .x2 .(2 ) + 2 sen ç 4 .ç3 ç è 3 2 ) 3 2 öö ÷÷ ÷ ÷dx = ÷÷ øø ò æ ç 4 .x dx = 2 -x + sen ç ÷ = 2 2 è 2 ø -2 2 2 2 2 æxö 4 .III 74 Prof.0 + 2´çç 2 è è 2 öö ÷÷ ÷ øø I = 2p Obs.ç.(.x 2 ÷dx ç ÷ ç ÷ xx 3 -2 3 -2 è 3 -2 3 -2 è ø ø 8 2 I = I . Luiz Elpídio M.1 ´ 4 .x 2 .purchase at www.4 + sen 1 ( -1 (.4.2 ) + 2 sen ç ÷-ç ÷÷ ç 2 ÷ è 2 ø è è 2 øø -1 I = 1 ´ 4 .x 2 dx x ´ 4 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .fineprint.x 2 dx = ç è 3 -2 ç ç ç è 2 I = xx òò ò ò 2 4.x + 2 sen ç ÷ è 2 ø -2 2 -1 2 -1 æ (2 ) ö -1 æ (.4 .4 + 2 sen (1) .1)) = 0 + 2´ I = p .I xx 3 1 3 2 ò ( ò ) 64 744 41 8 ò( ) ò ( ) I = 1 ò 2 -2 I = 1 (2) 2 2 2 -1 æ x ö x 2 x 4 .x2 I = ç xx 3 -2 ç è 2 ( ) 3 2 æ ç 4 .x ÷ ç è ø 1 2 ö2 4.p ) = p + p = 2p 1 1 p æ æ p .: ò 2 2 -1 æ t ö t a a .com .x ) 3 2 3 2 2 3 ö ÷ ÷ dx ÷ ø æ ç 2 4 .x2 ç -2 è 2 ( ) 1 2 -x ´ 4-x I 2 1 2 2 ) ö÷÷dx ø I 6444 2 444 7 8 1 1 1 1 2 2 æ 2 2 æ ö ö 2 2 2 2 2 2 ç 2 8 2 ç 2 I = 4 ´ 4 .

4 + 2 sen (.com .ç .t dt = 2t .2 ) 2 2 2 4 .4 ) 4 . Luiz Elpídio M.x ç 2 -2 è ò 2 ( ) 1 2 ö ÷ dx = x 2 x 2 .I = ´ 2p .÷ ÷ = 0 + p .: òt 2 2 2 t a .57 = xx II) Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo y Page 75 of 89 Printed with FinePrint trial version .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .´ 2p = I = = = 4p xx 3 1 3 2 3 3 3 3 3 = 4p ou I = 12.0 .2 ) ö ö æ (.x + 2 sen ç ÷ 2 8 è 2 ø -2 ( ) I = 2 (2) ´ (2 ´ (2)2 .4 + 2 sen (1) .4 4 .(.1)÷ 4 è 4 ø I = 2 2 1 æp ´ (8 .4 ) 0 + 2 ´ ç 4 è2 ö æ 1 æ p öö ÷ .III 75 Prof.´ (8 .2 ) + 2 sen ç 2 ÷ ÷ ÷ è 2 ø è è øø ( ) I = 2 -1 -1 1 æ 1 ö ´ (2 ´ 4 .p ) = p + p = 2p ç 4 ÷ ø è è 2 øø I = 2p Obs.4 4 . Machado æ 2 2 I = çx ´ 4.4) 8 -1 æ (2 ) ö -1 æ (.a 8 2 2 ( )a 2 -1 æ t ö a -t + sen ç ÷ + C 8 èaø 2 4 I xx I xx 8 2 8 2 16p 4p 12p I .purchase at www.4 ) 0 + 2 ´ ç .(2 ) + 2 sen ç ÷-ç ç 8 ´ 2 ´ (.´ (2 ´ 4 .(.fineprint.2 ) .4 ) 4 .ç .2 2 ÷ 8 ø 2 ( ) -1 æ x ö 2 2 -x + sen ç ÷ 8 è 2 ø -2 2 2 4 2 2 2 -1 æ x ö x I = 2 x .

1)÷ 2 è 2 ø I yy 1 p æ 1 æ p öö ´ 4 ´ 0 + 4 ´ .fineprint.4 ) 4 .(.4) 4 -1 æ (2 ) ö -1 æ (.4 .x 2 2 2 4 .x + 4 sen ç ÷ 4 è 2 ø -2 ( ) 2 I yy = = yy (2) ´ (2 ´ (2)2 .2 ) + 4 sen ç 2 ÷ ÷ ÷ è 2 ø è è øø ( ) I I yy -1 -1 1 æ 1 ö ´ (8 .2 ) .ç .purchase at www.4 4 .(.x ö dx ÷ ø ò æ x 2 4 . Luiz Elpídio M.´ 4 ´ 0 + 4 ´ ç .4 + 4 sen (1) .x ö dx = 2 ÷ ø ò ö ö dx = æ x ÷÷ ò çè øø dx = 2 2 2 -2 2 2 2 æ 2 æ æ 2 ç x ´ç 4 .2 ç8 è ( ) 2 2 4 ö -1 æ x ö 2 2 -1 æ x ö 2 2 ´ 16 ÷ 2´ x 2 -x + sen ç ÷ ÷ = 2x .com .x ç è 2 2 4 .x ö .æ.(2) + 4 sen ç ÷-ç ç 4 ´ 2 ´ (.x 2 2 I yy I yy I yy òò æ = çx òè = æ 2x ò çè = 2 -2 2 -2 .x .÷ ÷ = 0 + 2p .x + sen ç ÷ 8 8 8 è 2 ø -2 ÷ è 2 ø -2 ø 2 2 ( ) I yy 2 2 -1 æ x ö x = 2 x .4 ) 4 .0 . Machado I yy = òò R 2 -2 2 x dA 4.x 4 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .a 8 2 2 ( ) -1 æ t ö a a -t + sen ç ÷ + C 8 èaø 2 2 4 III) Cálculo da massa Page 76 of 89 Printed with FinePrint trial version .x 2 x dydx = 2 ò (x y ) 2 2 -2 4.2p ) = 2p + 2p = 4p ç 2 ÷ 2 2 è è 2 øø = 4p ou I = 12.x 2 ö dx ç ÷ ø -2 è 2 I yy æ 2 2 çx = 2 ´ ç 2x .´ (8 .t dt = 2t .ç .x .4 + 4 sen (.: òt 2 2 2 t a .III 76 Prof.4.2 ) 2 2 2 4 .57 = yy Obs.2 ) ö ö æ (.4 4 .x ÷ ç ç è ø è è -2 è 2 ö ö ö dx ÷÷÷ øø÷ ø 4-x + x 2 2 2 4 .ç x ´ æ.4 4 .4.

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .1)) = 2 m = 0 + 2p .x dx = 2 -2 ò 2 4 .2 ) ´ 4 . y ) =1 m= m= òò R dA = òò 2 -2 2 .com . y ) dA d (x.x + 2 ´ 2 sen ç ÷ 2 2 ç2 è 2 ø -2 ÷ è 2 ø -2 è ø 2 -1 2 æxö m = x 4 .4 .4 + 4 sen -1 ( -1 (.x ..2 ) + 4 sen ç ÷÷ ç ÷ è 2 ø è è 2 øø m = 2 4 .4.2 ) ö ö æ 2 2 m = (2 ) ´ 4 .III 77 Prof. y ) dA d 4.(.(2 ) + 4 sen ç ÷ .x ç ç ÷÷ ç ÷ è øø è 2 M = x òò ydA = ò ò 2 -2 4.x2 .ç (.x è -2 è 2 ö ö dx = ÷÷ øø ò æ 4 .x2 M == ç x 2 2 -2 ç è M =0 ò 2 ö ÷dx = ÷ ø ò 0dx = 0 2 -2 x V) Cálculo do momento de massa em relação ao eixo y Page 77 of 89 Printed with FinePrint trial version .0 . Luiz Elpídio M.x dx 2 -2 m=2 ò 2 -2 2 2 2 æ ö 2 2 -1 æ x ö 2 -1 æ x ö 2 x çx ÷ 4 .purchase at www.x 2 (x.x ÷ ÷÷ ÷ 2 çè ø -ç è ø ÷ ÷ dx dx = ç ç ÷÷ 2 2 -2 2 4.ç .t dt = a -t + sen ç ÷ + C 2 2 èaø 2 2 IV) Cálculo do momento de massa em relação ao eixo x M = x òò yd R R (x.x 4 2 2 dx = 2 ò 2 2 æ æ ç 4 .4 .x + 4 sen ç ÷ è 2 ø -2 -1 æ (2 ) ö -1 æ (.2 0 + 4 ´ ç .÷÷ ç ÷ è2ø è è 2 øø Obs.57 2 æp ö æ æ p öö 0 + 4 ´ ç ÷ .4.x 2 æ y2 ö ÷ ydydx = ç -2 ç 2 ÷ è ø- ò 2 ò æ 4 .x2 ö ç ç .: ò 2 2 -1 æ t ö t a a .x2 ç -2 è 2 ö dx = ÷ ø ò 2 2 4 .4-.2 4 .ç.4 .(.x 2 dydx = ò 2 -2 x ( y ) .x2 4 .fineprint.x 2 . y ) =1 4.4 + 4 sen (1) .x 2 2 ææ ææ 2 ö öö ç ç 4 .2p ) = 2p + 2p = 4p m = 4p ou m = 12.x dx = 2 ´ ç 2 -x + sen ç ÷ ÷ = 2 ´ 4 . Machado m= òòd R ( x.

2 )2 2 ö ç ÷ M = 2´ç ç 3 ÷ ÷ y 3 3 ç 3 ÷ è ø -2 ø -2 è 3 3 3 3 2 2 2 æ 2 ö æ 2 ö æ 2 ö M = . Machado M = y òò xdA R M = y òò R xdA = òò 2 -2 4.x è -2 è 2 ö ödx = ÷÷ øø I= òx ò 4 .2 ´ 4 .´ (0 ) 2 ÷ = .4.2x 2 1 2 3 2 ò ödx = ÷ ø ò æ 2x 4 .x 2 2 ÷ = .´u + C 3 2 2 3 3 2 3 3 3 ( ) ( ) ( ) y VI) Localização do centro de massa x = C 0 =0 4p y = C 0 =0 4p C = ( 0.fineprint.´ (4 .´ ´u + C = .4 ) 2 .x .´ 0 ÷ = 0 .´ (0 ) 2 .4-.ç. ) Page 78 of 89 Printed with FinePrint trial version .´ 4 .2x 2 ò ) 1 u du = 2 ò ( 2 1 ´ 4.´ 0 .com .(.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .x 4 .ç x ´ æ. Luiz Elpídio M.2 ´ 4 .x dx 2 u = 4-x 2 æ x 4 .ç .262 I I yy ou ou ou I xx = I yy = = m= M = x m= M = x ou M =0 y æ CM = ç .x 2 +C 3 3 2 ö 3 2 æ 1 3 3 ç .x ö .x2 ç -2 è du du = -2 xdx dx = .x ÷ ç ç è ø è è -2 è 2 ö ö ödx ÷÷÷ øø÷ ø ödx ÷ ø M = y ò 2 2 æ æ ç x 4 .III 78 Prof.4 ) 2 ÷ = .purchase at www.´ (4 .0 ) = xx R . ç è ö ÷ ÷ ø ou CM = ( .x2 ç -2 è 2 I= du 1 x u =.ç .ç .x2 + x 4 .x 2 .4 .x 2 xdydx = ò 2 -2 x (xy ) .0 y 3 3 3 è 3 ø è 3 ø è 3 ø M =0 I =- ( ) 1 u 1 2 1 2 2 u du = .´ + C = .2 ´ 4 .(2 )2 2 .x 2 2 = .æ .x 4 2 2 dx = ò 2 2 æ æ æ ç x ´ç 4 .

14 = 8.263 I xx = = yy 512 7 128 15 ou ou ou ou I xx = 73. Machado R .67 M = 25.265 ö ÷ ÷ ø ou CM = ( .fineprint. Luiz Elpídio M.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .14 = 48. x ³ 0 I yy = 27 2 ou I yy = 13.3 x M = y M = 20.6 £ 0 .6 yy I I m=9 M = x ou ou M = 24. ç è R .purchase at www.com .25 .III 79 Prof.4 ) I xx = = yy ou ou ou I I I = yy m= M = x m= M = x ou M =0 y æ CM = ç . 2. ÷ è 4 10 ø R .7 ) y³0 2x + y .5 Page 79 of 89 Printed with FinePrint trial version . ÷ è 5 ø R .25 y æ 9 27 ö CM = ç . ) I xx = = yy 729 7 243 5 243 10 81 4 ou ou I xx = 104.266 ou e CM = ( 2.264 ou = xx CM = ( 0 .53 yy I I m= 32 3 128 5 m = 10.6 x M = x y M =0 æ 12 ö CM = ç 0. 2.

72 x + 72 ÷ dx = .216 .2 x + 6 )3 æ (0 )3 ö ö ç ÷÷ -ç ç 3 ÷ ÷dx ç 3 è øø è I xx = = xx æ .fineprint.72 ´ + 72 x ç .36 ´ (0 ) + 72 ´ (0 )÷ 3 è 3 ø = -54 + 216 .x + 24 x .36 ´ (3) + 72 ´ (3) .216 x + 216 æ 0 ö ö ç .´ (0 ) + 8 ´ (0 ) .8 x 3 + 72 x 2 .16 = 234 3 ( ) 2 I 3 – Cálculo do centro de massa 3.-324 .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .1 – Cálculo da massa Page 80 of 89 Printed with FinePrint trial version . 2 ) 1 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo x I xx = òò R 3 0 y dA . Luiz Elpídio M.0 ÷ dx ç ÷ 3 è ø I 0 3 ò 3 0 æ 8 x 3 72 x 2 216 x 216 ö ç÷ dx + + ç 3 3 3 3 ÷ è ø 4 3 2 3 I xx = 0 2 8 x x x æ 8 3 ö + 24 ´ .com .(x ´ (1)))dx = ò (7 x 5 7 2 5 2 7 5 2 2 5 2 1 2 1 2 2 3 5 2 3 2 .8 x 3 + 72 x 2 .ç .´ 3 4 3 2 è 3 ø 0 3 I xx 3 2 2 4 = . Machado M = 18 x M =9 y CM = ( 1 .ç ÷ ÷ dx = ç 3 è 3 ø÷ è ø æ .x dx = 2 ) ò 5 2 x 6 x dx = 6 3 2 3 5 I yy = 2´ x = 234 yy = 2 ´ (5) .216 x + 216 ö ç .III m=9 80 Prof.8 x 3 + 72 x 2 .purchase at www.216 x + 216 ö ç ÷ dx = ç ÷ 3 è ø ò 3 0 æ .(2 ´ 8) = 250 .0 = 54 == 54 I xx 2 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo y I yy = òò x dA 2 R I yy = ò ò x dydx = ò (x y ) dx = ò (x ´ (7) .36 x + 72 x 3 0 I xx I xx 2 æ 2 ö 4 3 2 4 3 2 ´ (3) + 8 ´ (3) .2 x +6 2 I xx = òò ò ò ò 3 0 3 y dydx = 2 0 ò 3 0 æ y3 ö ç ÷ ç 3 ÷ è ø0 -2 x+6 dx = ò 3 0 æ (.2 ´ (2 ) = 2 ´ 125 .x + 8 x .

(x ´ (1)))dx = ò (7 x .(6 ´ (2 )) = 30 .(3 ´ 4 ) = 75 .ç 2 ÷ ÷ dx = ÷ è øø è ò çè 2 . y ) =1 òò R dA = òò 5 2 dydx = 1 ò 5 2 ( y ) 17 dx = ò ((7 ) . 4 – Localização do centro de massa x = C M y m M x = = 63 7 = 18 2 72 = 4.x )dx = 6 xdx = 6 y 2 2 2 M = 63 y ò 5 ò = 3x 2 2 5 2 = 3 ´ (5) .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . y ) =1 5 M = x òò ydA = ò ò ydydx = ò 2 1 2 æ y2 ö ç ÷ dx = ç 2 ÷ è ø1 5 7 ò 5 2 æ (7 )2 æ (1)2 ö ö ç ÷÷ -ç ç 2 ÷ ÷dx = ç 2 è øø è ò 5 2 æ 49 æ 1 ö ö ç ç 2 . y ) dA 5 7 d (x. 3 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo y M = y òò xd R (x. Machado m= m= òòd R (x.048 3 ou I xx = 682.28 = 72 M = 72 3. y ) dA d 7 ( x.267 I xx = 2.2 ÷ødx 5 2 æ 49 1ö M = x x ò 5 2 æ 48 ö ç ÷dx = è 2 ø ò 5 2 24dx = 24 x 2 = 24 ´ (5) .12 = 18 m = 18 3. 2 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo x M = x òò yd R R ( x. y ) dA d 7 ( x.com . Luiz Elpídio M. y ) =1 5 M = y òò R xdA = òò 5 2 xdydx = 5 1 ò 2 (xy )17 dx = ò (x ´ (7 ) .III 81 Prof.12 = 63 2 2 ( ) 3. 18 y = C m æ 7 ö C = ç .1)dx = ò 6dx = 6 x 5 2 5 5 5 2 2 2 m = 6 ´ (5) .((1)))dx = ò (7 .67 I yy = 32 Page 81 of 89 Printed with FinePrint trial version .24 ´ (2 ) = 120 .3 ´ (2 ) = 3 ´ 25 .(x ))dx 5 5 2 2 2 5 x M = (7 x .4 ÷ è 2 ø R .purchase at www.fineprint.

33 .268 ou e CM = ( 1.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .III m = 16 82 Prof. x £ 2 y³0 x 1 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo I xx = òò y dA 2 R I xx = òò 2 0 4x y dydx = 2 0 ò 2 0 æ y3 ö ç ÷ dx = ç 3 ÷ è ø0 8x ò 2 0 æ (8 x )3 æ (0 )3 ö ö ç ÷÷ -ç ç 3 ÷ ÷ dx ç 3 è øø è ö ÷ dx ÷ ø I xx = = xx ò 2 0 æ 512 x 3 æ 0 ö ö ç .33 ) 8x . 5.058 æ 16 4 4ö ´ (2 ) . Machado M = x 256 3 64 3 ou ou M = 85.33 x æ 4 16 ö CM = ç .x ´ (0 ) dx = 2 ( )) ò (8x )dx 2 3 0 4 2 =8 = 2 ´ (2 ) .2 ´ (0 ) = 32 .ç ÷ ÷ dx = ç 3 è 3 ø÷ è ø 2 ò 2 0 æ 512 x 3 ç ç 3 è ò 2 0 512 x æ 512 3 ö x ÷ dx = ´ ç 3 4 è 3 ø 4 2 0 I I xx 128 4 x 3 2.058 3 = 0 128 2.67 = ou 2 – Cálculo do momento de inércia em relação ao eixo y I yy = = yy òò R 2 0 x dA 8x 2 I I yy òò x 4 x dydx = = 2x 4 2 0 2 0 ò (x y ) 2 2 0 4 8x 0 dx = ò (x 2 0 4 2 ´ (8 x ) .purchase at www. Luiz Elpídio M.fineprint.y ³ 0 .0 ( ) 0 I yy = 32 3 – Cálculo do centro de massa 3.33 x M = y M = 21.ç ´ (0 ) ÷ = -0 3 3 è 3 ø 682.1 – Cálculo da massa Page 82 of 89 Printed with FinePrint trial version . ÷ è3 3 ø R .com .

( 1.0 ÷dx = ÷ x 0 ç è 2 ø 256 M = ou 85.33 3 2 = 0 3 8 ´x 3 2 = 0 8 64 æ8 3 3ö ´ (2 ) .33 x 3 ò 2 ò( ) 2 0 2 x 32 x dx = 32 ´ 3 = 0 0 32 256 æ 32 3 3ö ´ (2 ) .33 .4 ´ (0 ) = 16 .((0 )))dx = (8 x )dx = 8 2 0 0 ò 2 ò 2 2 2 0 m = 4x m = 16 = 4 ´ (2 ) . 3 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo y M = y òò xdA R M = y òò xdA = ò ò xdydx = ò (xy ) 2 8x 2 0 0 0 R 8x 0 dx = ò (x ´ (8x) .(x ´ (0)))dx = ò (8x .ç ´ (0 ) ÷ = -0 3 è3 ø 3 M = y 64 3 3.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Luiz Elpídio M. 4 – Localização do centro de massa 64 64 1 4 y x = = 3 = ´ = C m 16 3 16 3 M 256 256 1 16 y = x = 3 = ´ = C m 16 3 16 3 M æ 4 16 ö C=ç . ÷ è 3 3 ø ou .33 ) Page 83 of 89 Printed with FinePrint trial version .fineprint. 5.III 83 Prof.0)dx 2 2 2 0 0 M = y ò( ) 2 2 0 x 8 x dx = 8 ´ 3 ou 21.ç ´ (0 ) ÷ = -0 3 3 è 3 ø 3. Machado m= òò dA R m= òò dA = ò ò dydx = ò ( y) 2 8x 2 0 0 0 R 2 2 0 2 8x 0 x dx = ((8 x ) .purchase at www.com . 2 – Cálculo do momento de massa em relação ao eixo x M = x òò ydA R M = x òò ydA = ò ò ydydx = ò 2 4x 0 0 R 2 0 æ y2 ö ç ÷ dx = ç 2 ÷ è ø0 2 8x ò 3 2 0 æ (8 x )2 æ (0)2 ö ö ç ÷÷ -ç ç 2 ÷ ÷dx ç 2 è øø è = 3 32 ´x 3 2 æ 64 x 2 ö M = ç .0 = 16 2 ( ) 3.

ç è R . ç è R .com .III 84 Prof.269 I xx = = yy ou ou ou ou I = xx I I yy = m= M = x m= M = x M =0 y æ CM = ç .fineprint. ç è ö ÷ ÷ ø ou CM = ( . Machado R . ) I xx = = yy I = xx I I yy = m= M = x m= M = x M =0 y æ CM = ç .CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . ) I xx = = yy I = xx I I yy = m= M = x m= M = x M =0 y æ CM = ç .271 ö ÷ ÷ ø ou ou ou ou ou CM = ( . ) Page 84 of 89 Printed with FinePrint trial version .purchase at www.270 ö ÷ ÷ ø ou ou ou ou ou CM = ( . Luiz Elpídio M.

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Então. Portanto.000e -0. Luiz Elpídio M. y ) = 10.y) em R. defina f ( x.III 85 Prof. Circunscreva um retângulo à região R e considere uma malha para este retângulo. População de uma Cidade Suponha que a região R no plano represente uma determinada zona de uma cidade e que f ( x. 0 £ x £ 1.purchase at www. no limite.-50 Encontre o volume do sólido limitado superiormente pelo plano definido por z = f( x. Qual é o numero de pessoas que estão na região retangular descrita por R = {( x. a integral dupla òò f ( x.2| x|-0.fineprint.10 £ x £ 10. a soma de Riemann fornece uma aproximação do numero de pessoas vivendo na zona representada por R e.com . Exemplo Ex. y ) / .-5 £ y £ 5} Se as unidades x é y são em milhas? ( Veja a figura abaixo) y 5 -10 -5 10 x Page 85 of 89 Printed with FinePrint trial version .1| y| onde a prefeitura da cidade está no origem (0. y)dA R Representa o número total de pessoas que vivem na zona em consideração Exemplo 5 A densidade populacional de uma cera cidade é descrita pela função f ( x.0). y ) = y e inferiormente pela região R y = 1. para as qualquer malha que cubra R. y ) represente a densidade populacional ( numero de pessoas por milha quadrada) em qualquer ponto (x. a forma geral da soma de Riemann f ( x. Machado Encontrando o Volume de um Sólido Através de Integrais Duplas. y ) hk = 0 . y ) hk (densidade populacional vezes a área) representa o número de pessoas vivendo na parte da cidade correspondente à região retangular Ri. Nas regiões retangulares onde não haja nenhum ponto em comum com R.x2 .

calcule a integral òò f ( x. 3. y)dA = òò dA = área de R R R Exemplo 6 Ache o valor médio da função f ( x. Page 86 of 89 Printed with FinePrint trial version .f ( x.fineprint. Machado Valor Médio de uma Função Se f é integrável na região R do plano.f ( x.f ( x. 2. y ) = 1 para todo (x. é o retângulo definido por -1 £ x £ 1 e 0 £ y £ 1.com . Luiz Elpídio M. então òò f ( x. y ) e regiões R dada 1. 0 £ x £ 1 Exercícios Nos exercícios 1 – 16. então seu valor médio em R é dado por òò f ( x.purchase at www.y) em R. y ) = xy na região do plano definida por y = e x .III 86 Prof. R é o retângulo definido por 1 £ x £ 2 e 0 £ y £ 1 . y)dA R òò f ( x.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . y = y + 2 x. y) dA para as funções r f ( x. y)dA ou R Área de R òò dA R Se definirmos f ( x. y ) = xy 2 . y ) = x + 2 y R é o retângulo definido por -1 £ x £ 2 e 0 £ y £ 2 .

y = x 8. 19. R é limitada por x = 0.f ( x. R é limitada por x = 0. ache o volume do sólido limitado superiormente pela superfície z = f ( x. Machado 4.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL .purchase at www. 6. y xy 1 + y2 . y = 0. 9. x = 1. y ) = 5. y = x . x 7. 18. R é o retângulo definido por 1 £ x £ e 2 e 1 £ y £ e. y = x 13. x = 1. R é o retângulo com vértices em (0. 11. y ) = xe . y = 0. Page 87 of 89 Printed with FinePrint trial version .f ( x. R é triangulo limitado por y = 2 x. y = 0. x = 3. R é limitada por x = 0. R é retângulo definido por -1 £ x £ 2 e 1 £ y £ e3 . y = 1 15- f ( x.f ( x. y ) e inferiormente pela região R no plano. R é o retângulo definido por -2 £ x £ 2 e 0 £ y £ 1. y = 0.y. y = 2. y = 0.f ( x. y ) = ye x . y = x 14.III 87 Prof. y ) = Iny .f ( x. R é limitada por y = x.com . R é limitada por x = 0.(1.f ( x. y ) = 2 x + 4 y. y ) = xy. R é limitada por X = 0. R é limitada por x = -1. y = 4 2 Nos exercícios 17-21. y ) = 2 x. x = 1. x = 2. x = 1 .0). y = x + 1 10. y ) = 2 xe y . R é limitada por x = 1.(1. R é limitada por x = 0. y = 0. R é limitada por x = e 2 y .2). y ) = x . y ) = x 2 + y 2 .f ( x. y ) = x + 2 y. y = 0.y 2 .y . y = 0. y ) = 2 .f ( x.2) e (0. y ) = y.y. Luiz Elpídio M.f ( x.f ( x.f ( x. y = x 2 .f ( x. x = 4 . x = 1.fineprint. y ) = 2 x + y. y = o. y ) = y x +2 3 .f ( x. y = x 16. x = y. y = 2 12.0).f ( x.

com . y ) | -5 £ x £ 5. Porto. Encontre o numero de pessoas que vivem na região R dada por R = {( x. Cálculo com geometria analítica. Portugal: Lopes da Silva Editora. y ) = -0. 24. Qual é o preço médio por pé quadrado de um terreno neste centro? Algumas integrais Bibliografia LEITHOLD. N.4000 Onde x é o numero de escrivaninhas com acabamento e y é o numero de escrivaninhas sem acabamento que são vendidas semanalmente. Antônio Eduardo Pereira Teixeira e Maria José Pereira Teixeira. HIBBERLER. 21. Densidade populacional A densidade populacional de uma cidade litorânea é descrita pela função f ( x. E.f ( x. São Paulo: Page 88 of 89 Printed with FinePrint trial version . 8. Cálculo com geometria analítica. C. 22. L. F. 1994.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . 23.purchase at www.III 88 Prof. y ) = e x + 2 y . trad. obtido na fabricação e venda de escrivaninhas.25 y 2 . Cálculo diferencial e integral. Lucro Médio O lucro semanal ( em dolares) de uma companhia.f ( x.2. Ver.-4 £ y £ 0) 1 + 0. R. trad. y ) é o preço por pés quadrados de um terreno com centro no ponto (x. C. 504p. Flores. São Paulo: Ed. e x e y são medidos em pés. y). y ) = 10.0. v.15( y .H. 1978. Rio de Janeiro: LTC. 457p. Luiz Elpídio M.10ç x .(1. y ) = 200 .000e y ( -10 £ x £ 10.ed.0). v. 3.0)e(0.5 | x | Onde x e y são medidos em milhas.1). 6861178p PISKOUNOV. Harbra. Trad. Fernando Ribeiro da Silva.ed.x 2 .÷ .1)2 2ø è 2 Onde P ( x. técnica Eliana Farias e Soares e Eliana Regina L. Mecânica: dinâmica. Ache o lucro médio semanal para o caso em que o numero de escrivaninhas com acabamento varia de 180 a 200 e o numero de semanal de escrivaninhas sem acabamento varia de 100 a 120 unidades.2 x 2 . R é triângulo com vértices em (0.fineprint. 4. é dado pela função lucro P ( x. pelo eixo x e pelo eixo y.2. Preço Médio de Terreno O preço dos terrenos de uma região é aproximadamente dado pela função 1ö æ p ( x. y ) = r . ed.-2 £ y £ 0}. Alfredo Alves de Farias. R é a região no primeiro quadrante limitada pelo semicírculo y = 16 . & EDWARDS.2 xy + 100 x + 90 y . PENNEY. Machado 20.0.

1987. 2003. Luiz Elpídio M. S. Cálculo de funções de várias variáveis. S. A. 5. S. Trad.3. Matemática aplicada à administração e economia. São Paulo: IBEC.CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL . Roberto de Maria Numes Mendes. Elza F. v. Ver. São Paulo:MacGraw-Hill. 1982.fineprint.: Pioneira Thomson Learning. TAN. MACALLUM. 638p. Rio de Janeiro: LTC. Page 89 of 89 Printed with FinePrint trial version . técnica Rodney Carlos Bassanezi e Silvio de Alencastro Pregnolatto. 331p LANG. Trad.2.. e FERRAUDO.2. Elon Lages Lima. v.1971. São Paulo: Ed. G. 1997. 807p RIGHETTO. Sup. 216p. T. 1997. Cálculo diferencial e integral – II. Tradução Edson de Faria. Machado Prentice Hall.F. Trad.com . 294p. v. Americana.III 89 Prof. v. et al.1 388p. Campus.ed. Seij Hariki. SIMMIONS. Gomide.purchase at www. Cálculo com geometria analítica. Cálculo.G.S.P. W. A.