MINISTÉRIO DA SAÚDE

Departamento Nacional de Auditoria do SUS
Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normartização e Cooperação Técnica
Série A. Normas e Manuais Técnicos
Brasília – DF
2004
AUDITORIA NO SUS:
NOÇÕES BÁSI CAS SOBRE
SI STEMAS DE I NFORMAÇÃO
¤ 2004. Ministério da Saúde.
É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.
Série A. Normas e Manuais Técnicos
Tiragem: 400 exemplares
Elaboração, distribuição e informações:
MINISTÉRIODA SAÚDE
Departamento Nacional de Auditoria do SUS
Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica
Coordenação de Normatização e Cooperação Técnica
SEPN 511, Asa Norte, Bloco C, Edifício Bittar IV, 5.
o
andar
CEP: 70050-543, Brasília – DF
Tel.: (61) 448-8364
Fax: (61) 448-8382
Equipe técnica responsável:
Andréa Carla França de Lima (CNCT/CGDNCT/DENASUS)
Fernando Carneiro da Rocha Menezes Neto (SEAUD/BA)
Renato José Marques (DENASUS/RJ)
Colaboradores:
Adriana de Assis Miranda (CNCT/CGDNCT/DENASUS)
Amélia de Andrade (CARSS/DENASUS)
Carlos Roberto Pires Dantas (COSIN/DENASUS)
Lúcio Aleixo de Luna (SEAUD/GO)
Marco Aurélio Lopes dos Santos (SEAUD/BA)
Maria Aparecida Sá Benetti Braga (SEAUD/ES)
Maria Cristina Gravatá de Menezes Barretto (SEAUD/BA)
Informações atualizadas até outubro/2003
Impresso no Brasil / Printed in Brazil
Ficha Catalográfica
Brasil. Ministério da Saúde. Departamento Nacional de Auditoria do SUS. Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e
Cooperação Técnica
Auditoria no SUS: noções básicas sobre sistemas de informação / Ministério da Saúde, Departamento Nacional de Auditoria do
SUS, Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004.
94 p.: il. color. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos)
1. Sistemas de informação. 2. Auditoria administrativa. 3. Informática em saúde pública. I. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento
Nacional de Auditoria do SUS. Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica. II. Título. III. Série.
NLM MZ 699
_____________________________________________________________________________________________________________
Catalogação na fonte – Editora MS
SU UM MÁ ÁR RI IO O
APRESENTAÇÃO............................................................................................................................................ 5
OBJETIVOS...................................................................................................................................................... 5
SISTEMAS FERRAMENTAS E APLICATIVOS QUE AJUDAM A ENTENDER O SUS.................................. 7
INTERNET...................................................................................................................................................... 13
O SUS – SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE......................................................................................................... 15
SISTEMA DE INFORMAÇÕES AMBULATORIAIS DO SUS - SIA/SUS....................................................... 15
FLUXO DE DADOS MAGNÉTICOS DO SIA ................................................................................................. 16
ARQUIVOS, CADASTROS E TABELAS QUE COMPÕEM AS INFORMAÇÕES NO SIA ........................... 17
DISPONIBILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIA......................................... 17
ORGANIZAÇÃO DOS CD-ROM.................................................................................................................... 19
CD de Movimento de Atendimento Ambulatorial ........................................................................................... 19
CD de Movimento das Autorizações de Procedimentos de Alta Complexidade – APAC............................. 20
SUGESTÕES PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIA............................................. 21
PROGRAMAS E FERRAMENTAS UTILIZADAS NO SIA/SUS..................................................................... 22
CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde......................................................................... 23
CADSIA .......................................................................................................................................................... 24
APAC – Autorizações de Procedimentos de Alta Complexidade/Alto Custo................................................. 26
TABWIN (VERSÃO DO TAB PARA WINDOWS – TabWin32) ...................................................................... 27
TABNET (SIA) ................................................................................................................................................ 35
TABWIN (INTRANET) .................................................................................................................................... 38
SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES DO SUS - SIH/SUS......................................................... 40
FLUXO DE DADOS MAGNÉTICOS DO SIH................................................................................................. 41
ARQUIVOS E TABELAS QUE COMPÕEM AS INFORMAÇÕES NO SIH.................................................... 42
DISPONIBILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS DADOS DO SIH................................................................... 43
ORGANIZAÇÃO DO CD-ROM....................................................................................................................... 43
CD de Movimento de Autorização de Internação Hospitalar ......................................................................... 43
SUGESTÕES PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIH ............................................ 43
PROGRAMAS E FERRAMENTAS UTILIZADAS NO SIH/SUS..................................................................... 44
RELATÓRIOS DE SAÍDA DO SISTEMA ....................................................................................................... 45
BDAIH............................................................................................................................................................. 45
TABWIN (SIH) ................................................................................................................................................ 46
TABNET (SIH) ................................................................................................................................................ 47
RECURSOS FINANCEIROS DO SUS........................................................................................................... 48
Recursos Federais do SUS (por Município) ................................................................................................... 49
Recursos Federais do SUS (por Prestador)................................................................................................... 52
UTILITÁRIOS.................................................................................................................................................. 56
IMPRAIH (Impressão de AIHs)....................................................................................................................... 56
EXCEL............................................................................................................................................................ 57
CADERNO DE INFORMAÇÕES DE SAÚDE ................................................................................................ 59
CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE.................................................................................................................. 61
SISTEMA DE CARTAS AOS USUÁRIOS DO SUS....................................................................................... 63
ANEXOS......................................................................................................................................................... 65
LEGISLAÇÃO, NORMAS E TEXTOS CONSULTADOS................................................................................ 93
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
5
A AP PR RE ES SE EN NT TA AÇ ÇÃ ÃO O
O conceito de auditoria (audit) proposto por Lambeck em 1956 tem como premissa a “avaliação
da qualidade da atenção com base na observação direta, registro e história clínica do cliente”. A auditoria
desenvolve atividades de controle e avaliação de aspectos específicos e dos processos e resultados da
prestação de serviços.
O trabalho de auditoria no S SU US S, é extremamente complexo, necessitando de uma grande
quantidade de informações que precisam ser cuidadosamente extraídas, trabalhadas e interpretadas, pois
muitos interesses e responsabilidades estão em foco quando se audita a saúde. Nesse sentido este guia
vem dar suporte, trazendo os Aplicativos e Sistemas desenvolvidos e disponibilizados pelo Departamento
de Informática do SUS – D DA AT TA AS SU US S, informações disponíveis na Internet, e outras fontes de dados de
interesse do Departamento Nacional de Auditoria do SUS – D DE EN NA AS SU US S, bem como os diversos utilitários de
apoio.
Na elaboração deste guia foram consultados diversos órgãos, utilizando o recurso da Internet,
tais como: Ministérios da Fazenda, Planejamento, Justiça e Previdência Social, FIOCRUZ, IBGE, FUNASA,
SERPRO e, principalmente, o Ministério da Saúde e o DATASUS na busca de informações sobre
documentação dos Sistemas e Aplicativos que hora nos propomos a estudar.
Este guia está dividido em duas partes principais: Sistema de Informações Ambulatoriais -
S SI IA A/ /S SU US S e Sistema de Informações Hospitalares - S SI IH H/ /S SU US S. Isso para podermos tratar as informações
separadamente, dentro de cada sistema, apesar de estarem os dois voltados para o mesmo fim.
O OB BJ JE ET TI IV VO OS S
Subsidiar técnicos do Sistema Nacional de Auditoria - S SN NA A em suas atividades de auditoria, na
extração de informações e na elaboração de relatórios de saída dos sistemas S SI IA A/ /S SU US S e S SI IH H/ /S SU US S, tendo
como objetivo principal a utilização de alternativas cada vez mais práticas e acessíveis e que o retorno seja
produtivo e gratificante para todos os técnicos e para o SNA.
Estabelecer possibilidade de parceria entre os técnicos responsáveis pela disseminação das
informações e os técnicos em auditoria do DENASUS.
Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica
CGDNCT/DENASUS/MS
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Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
13
I IN NT TE ER RN NE ET T
Originada da necessidade de se estabelecer uma comunicação segura, eficaz e
independente entre os diversos órgãos governamentais dos Estados Unidos nos anos 60, período da
“guerra fria” com a União Soviética. Um nó (conexão numa rede de computadores) poderia ser atacado e
inutilizado, porém os demais continuariam em pleno funcionamento, sem prejuízo da comunicação entre
os computadores.
O protocolo padrão de conexão foi definido como TCP/IP (transmission control
protocol/internet protocol). A partir de 1986, a National Science Foundation (NSF) deu origem a uma rede
de supercomputadores, a NSFNet, a semente da Internet que conhecemos hoje. A Internet passa a ser
conhecida como a “rede das redes”, por interligar redes de computadores de diversas instituições.
A partir de 1992, surge a World Wide Web – teia de alcance mundial – uma rede de canais
que se comunicam uns com os outros. O projeto Web foi desenvolvido pelo Laboratório Europeu de
Partículas Físicas (CERN), para solucionar o problema criado pelo crescimento explosivo da Internet e
da dificuldade de localizar a informação e manter cadastros. O estabelecimento da web permitiu o
desenvolvimento de programas navegadores (browsers) baseados em interfaces gráficas, oferecendo
acesso à informação em formatos multimídia (texto, imagem e som).
Os principais serviços disponíveis na Internet são o acesso à informação via hipertexto,
correio eletrônico e transferência de arquivos via FTP (file transfer protocol). Cada computador
conectado a uma rede recebe um endereço IP (internet protocol) que o identifica. Cada site (conjunto de
páginas) possui seu URL (uniform resource locator = recurso localizador uniforme). A linguagem de
comunicação padrão é o HTTP (hipertext transfer protocol) e a linguagem padrão para desenvolvimento
das páginas de informação é o HTML (hipertext markup language).
Atualmente, é a nossa maior fonte de informações, tornando-se um dos mais importantes
instrumentos à nossa disposição. Existem diversas páginas de interesse da Auditoria, que são mantidas
por órgãos como:
Ministério da Saúde Ÿ http://www.saude.gov.br
DATASUS Ÿ http://www.datasus.gov.br
Fundação Nacional de Saúde Ÿ http://www.funasa.gov.br
Agência Nacional de Vigilância Sanitária Ÿ http://www.anvisa.gov.br
Agência Nacional de Saúde Suplementar Ÿ http://www.ans.gov.br
Secretaria de Atenção à Saúde Ÿ http://www.saude.gov.br/sas
Sistema Nacional de Auditoria/DENASUS Ÿ http://sna.saude.gov.br
Instituto Bras. de Geografia e Estatística Ÿ http://www.ibge.gov.br
Ministério da Previdência Social Ÿ http://www.previdenciasocial.gov.br
Diário Oficial da União Ÿ http://www.in.gov.br
Senado Federal (Legislação) Ÿ http://www.senado.gov.br
Presidência da República (Links de interesse e
Legislação)
Ÿ http://www.planalto.gov.br
Fundação Oswaldo Cruz Ÿ http://www.fiocruz.br
Ministério da Fazenda Ÿ http://www.fazenda.gov.br
Secretaria do Tesouro Nacional Ÿ http://www.stn.fazenda.gov.br
Tribunal de Contas da União Ÿ http://www.tcu.gov.br
Secretaria Federal de Controle Interno
(Convênios)
Ÿ http://www.sfc.fazenda.gov.br ou
http://www.cgu.gov.br/sfc
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Ÿ http://www.ipea.gov.br
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
14
“Informação é o significado atribuído a um determinado dado, por meio de convenções e
representações. Toda informação deve gerar uma decisão, que desencadeará uma ação”.
“Informação em Saúde deve ser entendida como um instrumento de apoio decisório para o
conhecimento da realidade sócio-econômica, demográfica e epidemiológica para o planejamento,
gestão, organização e avaliação nos vários níveis que constituem o Sistema Único de Saúde”.
Um sistema é um conjunto ordenado de meios de ação ou de idéias visando um resultado,
realizar funções específicas. “É básica a necessidade de cadastros de pacientes, população e de
estabelecimentos, produção das atividades de saúde, conhecimento do perfil de doenças atendidas, da
mortalidade, número de profissionais de saúde, número de consultórios, leitos, equipamentos,
medicamentos, gastos efetuados e outras tantas informações”.
Para o processamento de todas as informações, foram desenvolvidos os sistemas de
informação, visando agilizar os fluxos e a tomada de decisões. Este guia tem por objetivo, facilitar o
entendimento de alguns dos sistemas disponíveis no desenvolvimento das tarefas relacionadas ao SUS.
Sugerimos que sempre que necessário, esses sites sejam “visitados” para conhecimento
dos programas e informações existentes.
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
15
O O S SU US S – – S SI IS ST TE EM MA A Ú ÚN NI IC CO O D DE E S SA AÚ ÚD DE E
As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e
constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:
I - descentralização, com direção única em cada esfera de governo;
II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos
serviços assistenciais;
III - participação da comunidade.
O sistema único de saúde será financiado, com recursos do orçamento da seguridade
social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. (Art. 198,
Constituição Federal).
O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas
federais, estaduais e municipais da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder
Público, constitui o Sistema Único de Saúde - S SU US S. Estão incluídas as instituições públicas federais,
estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos,
inclusive de sangue e hemoderivados e de equipamentos para saúde. A iniciativa privada poderá
participar do SUS, em caráter complementar. (Art. 4º da Lei nº 8.080/90).
Instituído pela Lei n° 8.080, de 19 de setembro de 1990, se subdivide em dois ramos
principais, o SIA - Sistema de Informações Ambulatoriais e o SIH – Sistema de Informações
Hospitalares.
S SI IS ST TE EM MA A D DE E I IN NF FO OR RM MA AÇ ÇÕ ÕE ES S A AM MB BU UL LA AT TO OR RI IA AI IS S D DO O S SU US S – – S SI IA A/ /S SU US S
A Portaria nº 896, de 29 de junho de 1990, incumbe o INAMPS de implantar o Sistema de
Informações Ambulatoriais do SUS – SIA/SUS, a partir de 01/10/90, e sua regulamentação se deu pela
Resolução INAMPS nº 228, de 01/08/1990.
Permite o acompanhamento das programações físicas e orçamentárias, das ações de
saúde prestadas pela assistência ambulatorial. Substituiu a antiga GAP – Guia de Autorização de
Pagamento, permitindo maior controle e agilidade nos pagamentos do SUS. Sua alimentação é
descentralizada, sendo responsabilidade de cada gestor.
Oferece aos gestores estaduais e municipais de saúde, em conformidade com as normas
do MS, instrumentos para operacionalização das funções de cadastramento, controle e cálculo da
produção e para a geração de informações necessárias ao repasse do custeio ambulatorial (RCA).
Oferece, ainda, informações para o gerenciamento de capacidade instalada e produzida,
bem como dos recursos financeiros orçados e repassados aos prestadores de serviços.
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
16
F FL LU UX XO O D DE E D DA AD DO OS S M MA AG GN NÉ ÉT TI IC CO OS S D DO O S SI IA A
Fonte: Secretaria de Assistência à Saúde - SAS/MS
No fluxo mostrado, evidenciamos as situações de habilitação dos municípios: Gestão Plena
de Sistema Municipal, Gestão Plena de Atenção Básica, Gestão Plena de Atenção Básica Ampliada e
não habilitado.
Os municípios em Gestão Plena do Sistema Municipal geram o SIA de Atenção Básica, a
APAC e enviam o banco de dados para verificação no VERSIA. Os municípios em Gestão Plena da
Atenção Básica/Ampliada geram o SIA da Atenção Básica e enviam os BPAs de APAC para o Gestor
Estadual. Os municípios não habilitados enviam as informações dos BPAs de Atenção Básica e APAC
para o Gestor Estadual. O Gestor Estadual define o banco de dados e faz a verificação com o VERSIA.
O banco de dados corrigido é enviado para o DATASUS, que após o processamento das
informações, as disponibiliza para a Secretaria Estadual e Secretarias Municipais. Torna acessível ao
público as informações, através de CD-ROM, Internet e MS-BBS, para uso no TABWIN, CADSIA,
VALSIA, entre outros.
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
17
A AR RQ QU UI IV VO OS S, , C CA AD DA AS ST TR RO OS S E E T TA AB BE EL LA AS S Q QU UE E C CO OM MP PÕ ÕE EM M A AS S I IN NF FO OR RM MA AÇ ÇÕ ÕE ES S N NO O S SI IA A
Podemos classificar os arquivos que compõem a base de dados do SIA/SUS, da seguinte
forma:
a) arquivos de dados:
- ATufaamm.DBF (Atividade Profissional)
- IPufaamm.DBF (Acompanhamento Orçamentário)
- PAufaamm.DBC (Produção Ambulatorial)
- MNufaamm.DBF (Cadastro de Mantenedoras)
- CNufaamm.DBF (Registro Cadastral Único)
- SRufaamm.DBF (Serviços Cadastrais - SADT e Programas)
- UAufaamm.DBF (Informações Cadastrais)
- TAufaamm.DBC (APAC Reduzida)
b) tabelas auxiliares:
- Tabela de Procedimentos
- Tabela de Grupos de Procedimentos
c) arquivos de definição e conversão utilizados para acesso às informações através dos programas de
tabulação.
D DI IS SP PO ON NI IB BI IL LI IZ ZA AÇ ÇÃ ÃO O E E O OR RG GA AN NI IZ ZA AÇ ÇÃ ÃO O D DO OS S A AR RQ QU UI IV VO OS S D DE E D DA AD DO OS S D DO O S SI IA A
Os arquivos de dados do SIA são disponibilizados ao público através da Internet, no site
www.datasus.gov.br, no link Arquivos\Arquivos de dados\MS-BBS; de CD-ROMs publicados e
distribuídos mensalmente e através da MS-BBS.
Na página principal do DATASUS, encontra-se o link referente ao MS-BBS que permite o
acesso ao banco de dados geral. Essa conexão também pode ser realizada via linha telefônica, através
de um periférico denominado modem, que permite o envio e o recebimento de dados.
É necessário ser cadastrado no banco de usuários do DATASUS para que o acesso se
complete. Aqueles anteriormente cadastrados, podem se conectar diretamente com seu nome de
usuário e senha. Os que ainda não possuem a senha devem fazer um cadastramento prévio na própria
página.
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18
Devido à grande quantidade de informações neles contida, os arquivos são compactados
através de programas utilitários como ZIP, ARJ, LHA, WINRAR, COMPDBF. Para serem acessados,
necessitam ser descompactados. Essa descompactação depende de como os arquivos estão
compactados e de qual ferramenta deseja-se utilizar para trabalhar essas informações.
Além dos arquivos de dados, o Datasus disponibiliza mensalmente no link
Arquivos\Arquivos de dados\SIASUS, um arquivo referente a atualizações de procedimentos e
incrementos de definições que são utilizadas para os programas de tabulação. Por este motivo, esse
arquivo é identificado como TABSIAmm.exe, onde mm=mês de competência (arquivo compactado). O
Datasus mantém em sua página os arquivos referentes aos últimos doze meses.
No item utilitários, faremos algumas observações sobre compactadores e
descompactadores.
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O OR RG GA AN NI IZ ZA AÇ ÇÃ ÃO O D DO OS S C CD D- -R RO OM M
CD DE MOVIMENTO DE ATENDIMENTO AMBULATORIAL
A organização dos dados nesse CD é mostrada na figura abaixo:
No diretório raiz do seu CD-ROM, encontramos o arquivo Help0401, destacado na figura
acima e com uma imagem do seu conteúdo, onde obtemos as informações a respeito dos arquivos
utilizados. Usamos nesse exemplo o CD da competência novembro/2000 a abril/2001.
A pasta sia contém as sub-pastas apac, cadastro e dados que servirão para a utilização
nos diversos programas e na pasta CADSIA temos o arquivo para instalação do CADSIA.
É importante ressaltar que esse CD possui a função autorun, que possibilita o
funcionamento automático do drive de CD-rom, sem qualquer comando inicial, nos computadores em
que esta função esteja habilitada. Para visualizar o conteúdo do CD basta clicar no menu Sair na tela do
CD.
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CD DE MOVIMENTO DAS AUTORIZAÇÕES DE PROCEDIMENTOS DE ALTA COMPLEXIDADE –
APAC
A organização dos dados nesse CD é mostrada na figura abaixo:
Na pasta apacsia8 encontramos o instalador do programa Apac, chamado setup e
selecionado com a seta verde para melhor visualização. A pasta sia contém os arquivos de definição e
conversão e na pasta doc temos o arquivo tab_apac com as informações referentes aos arquivos
utilizados nesse CD.
Obs.: Os CDs de Mortalidade e de Nascidos Vivos apresentam essa mesma caracterização.
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S SU UG GE ES ST TÕ ÕE ES S P PA AR RA A O OR RG GA AN NI IZ ZA AÇ ÇÃ ÃO O D DO OS S A AR RQ QU UI IV VO OS S D DE E D DA AD DO OS S D DO O S SI IA A
a) Criar uma pasta de nome SUS;
b) Criar uma pasta de nome SIA dentro da pasta SUS;
Ex.: C:\SUS\SIA
c) Criar dentro da pasta SIA uma sub-pasta de nome DADOS;
Ex.: C:\SUS\SIA\DADOS
d) Copiar para a sub-pasta \DADOS\ os arquivos:
- UAufaamm.DBF
- ATufaamm.DBF
- SRufaamm.DBF
- MNufaamm.DBF
- IPufaamm.DBF
- CNufaamm.DBF
- *TAufaamm.DBC (Arquivo compactado pelo programa COMPDBF)
- *PAufaamm.DBC (Arquivo compactado pelo programa COMPDBF)
e) Criar dentro da pasta SIA, uma sub-pasta de nome TABELAS e dentro da sub-pasta TABELAS,
outras sub-pastas com nomes correspondentes aos anos que estão sendo organizados ou a cada
mudança na estrutura das tabelas, caso isso ocorra em um mesmo ano.
f) Copiar todas as tabelas que são utilizadas no SIA/SUS para a pasta correspondente ao ano de
organização dos dados, inclusive todos os arquivos de definição e conversão que são utilizados pelo
programa Tab, contidos no arquivo TABSIAmm.exe, atualizado mensalmente.
Estes arquivos são disponibilizados mensalmente pelo DATASUS, através da Internet e
posteriormente através de distribuição de CD-Rom.
Obs.: Sugerimos que, a atualização final dos dados seja sempre feita a partir do CD-Rom distribuído
pelo DATASUS, visto que alguns desses arquivos podem ser atualizados entre o período da
disponibilização via Internet até a publicação do CD.
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P PR RO OG GR RA AM MA AS S E E F FE ER RR RA AM ME EN NT TA AS S U UT TI IL LI IZ ZA AD DO OS S N NO O S SI IA A/ /S SU US S
– SIA00 – Utilizado pelo gestor para entrada de dados no sistema BPA, BDP, FPO – Ficha de
Programação Físico/Orçamentária, FCA – Ficha de Cadastro Ambulatorial, e para processamento do
SIA
– BPA - Utilizado pelo gestor para entrada de dados do BPA – Boletim de Produção Ambulatorial.
– APAC II - Utilizado pelo gestor para entrada de dados da APAC – Autorização de Procedimento de
Alta Complexidade.
– VERSIA – Utilizado pelo gestor para verificar a correta entrada de dados no SIA.
– VALSIA – Programa de retirada de relatórios do sistema, informa valores totalizados e dados
cadastrais das UPS.
– BBCONVER – Programa de conversão utilizado pelo Gestor para formatar os dados conforme
determinado pelo Banco do Brasil.
– CADSIA - Programa de emissão de relatórios, fornece principalmente a FCA e FPO de uma unidade
ou mantenedora para uma determinada competência.
– TABWIN – Programa tabulador genérico que funciona em ambiente Windows. Permite a confecção
de vários relatórios.
– TABNET - Tabulador online, que funciona pela Internet. Permite também a confecção de vários
relatórios, mas sob um foco mais gerencial, por não permitir o detalhamento das informações das
Unidades Ambulatoriais.
As ferramentas mais utilizadas em Auditoria são o CNES, o CADSIA e os tabuladores
TABWIN e TABNET (que é uma versão de tabulador para a Internet), que serão detalhados a seguir.
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CNES – Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde
O Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde – CNES constitui-se de importante
ferramenta gerencial, pois favorece por meio de sua base de dados, o conhecimento de informações
sobre a rede ambulatorial e hospitalar que compõem o Sistema Único de Saúde.
Acessando o site http://www.saude.gov.br/sas (link do CNES) ou http://cnes.datasus.gov.br,
visualizamos a tela inicial, que contém na barra de menu principal, vários opções como: Introdução,
Abrangência, Legislação, Serviços, Indicadores, Consultas, Fale Conosco e FAQ, indicativos das ações
que serão realizadas quando clicados.
As informações de maior interesse ao técnico de auditoria estão na opção Consultas, onde
é possível acessar o cadastro de Estabelecimentos (por Nome/CNPJ, por Localização Geográfica, por
Endereçamento, Rejeitados, com CNPJ igual CNPJ Mantenedora ou Diálise/Quimio-
Radio/Hemoterapia), Profissionais (SUS e não SUS) e Mantenedoras (por Nome/CNPJ ou por
Localização Geográfica).
Obs.: Conforme contido no Subitem 44.1 – Item II.3 – Capítulo II, da Norma Operacional da Assistência
à Saúde – NOAS-SUS 01/2002, Portaria MS/GM nº 373, de 27 de fevereiro de 2002, é de
responsabilidade do gestor do SUS o cadastro completo e fidedigno de unidades prestadoras de
serviços de saúde e a garantia de atualização permanente dos dados cadastrais e da alimentação dos
bancos de dados nacionais do SUS.
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24
C CA AD DS SI IA A
Como o próprio nome indica, este é um aplicativo do Banco de Dados do SIA/SUS,
implantado em outubro/96 (antes era utilizado o VALSIA), cuja finalidade é a recuperação de Dados
Cadastrais e obtenção de Informações e Estatísticas Cadastrais de Prestadores de Serviço ou
Mantenedoras. Foi desenvolvido em FoxPro, para ser executado no ambiente Windows. Permite
visualizar em tela ou imprimir relatórios dos Dados Cadastrais, Características Físicas, Especialidades
Médicas, Serviços Prestados e Programação Orçamentária das Mantenedoras e Unidades Prestadoras
de Serviços.
Hoje utilizamos as seguintes versões: CADSIA versão 4.2 que serve para obter informações
de competências até outubro/99, e a versão 2000 também conhecida como CADSIA 8 (para tabela de 8
dígitos), para competências a partir de novembro/99, com a nova sistemática dos oito dígitos. Além da
Ficha de Cadastro Ambulatorial – FCA, temos também a Ficha de Programação Físico-Orçamentária –
FPO. O CADSIA fornece ainda, outros relatórios auxiliares, como a lista de unidades de um município,
acompanhamentos orçamentários, estatísticas, mantenedoras, especialidades e serviços. A
Programação Orçamentária é detalhada por procedimento (após 11/99) e não mais por Item de
Programação (até 10/99). Encontra-se disponível também uma versão desenvolvida em Delphi, arquivo
cad2001.exe, porém sem manutenção.
Arquivos de dados utilizados pelo CADSIA
- UAufaamm.DBF (Unidade Ambulatorial)
- ATufaamm.DBF (Atividade Profissional)
- SRufaamm.DBF (Serviços)
- IPufaamm.DBF (Programa Orçamentário)
- MNufaamm.DBF (Mantenedoras)
- CNufaamm.DBF (Rede Ambulatorial)
Obs.: Ÿ uf: Sigla do estado Ÿ aa: Ano de competência
Ÿ mm: Mês de competência Ÿ x ou xx: Versão do programa
Instruções de instalação
1 – Obter no site do DATASUS, em Arquivos, Arquivos de Dados, SIASUS, o arquivo CADSIA42.EXE
(para a versão de 4 dígitos) e CADSIA84.EXE (para a versão de 8 dígitos). Esses arquivos estão
também disponíveis no CD-ROM de Informações Ambulatoriais.
2 – Executar a descompactação do arquivo desejado, que é automática.
3 – Nas pastas criadas, selecione Disk1 e execute SETUP.EXE que fará a instalação do programa em
C:\CADSIA, seu disco local.
4 – Copie os arquivos necessários.
5 – Execute o CADSIA, clicando no ícone.
Para que o programa funcione corretamente, os arquivos citados anteriormente devem estar
contidos na sub-pasta SUS\SIA\DADOS\ e o programa CADSIA configurado para ler os dados na
referida sub-pasta.
No Menu Utilitários, na opção Diretório do Banco no campo Banco, digitar o caminho
C:\SUS\SIA\DADOS e clicar em OK.
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Tela principal do CADSIA:
Menu Utilitários
Permite configurar o sistema e as pastas de dados a serem utilizados.
Menu Relatórios
O menu Relatórios abre diversas opções de extração de informações sobre Cadastro de
uma Mantenedora ou Unidade Prestadora de Serviços, Acompanhamento Orçamentário, Estatística
Cadastral, Relação de Unidades.
Cadastro de UPS/ Mantenedora
A opção Cadastro de UPS/Mantenedora permite a visualização ou impressão dos dados de
uma única UPS ou Mantenedora. Para acessar a UPS ou Mantenedora desejada, o sistema dispõe dos
filtros de código da Unidade, CGC/CPF, Gestão e Nome Fantasia ou Razão Social.
Ao entrar na tela Cadastro UPS/Mantenedora, o campo UF/COMPETÊNCIA conterá a
competência padrão. Para selecionar outra competência clique sobre o botão Competência.
Após a seleção da UF/COMPETÊNCIA, os demais campos da tela ficam habilitados e o
usuário deve clicar no botão (...) à esquerda do campo CÓDIGO, GESTÃO, CGC/CPF e Nome da
Unidade, para mostrar a lista de todas as unidades da UF/COMPETÊNCIA. Selecione um item da lista e
clique em OK.
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APAC – Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade/Alto Custo
Visando um melhor controle dos atendimentos ambulatoriais de alta complexidade, foi
criado em 1997 o Sistema de APAC – Autorizações de Procedimentos Ambulatoriais de Alto
Custo/Complexidade. Este sistema faz parte do SIASUS, apenas coleta um maior número de dados,
permitindo mais detalhamento do procedimento realizado. A APAC se iniciou com a TRS – Terapia
Renal Substitutiva, e vem se estendendo para outras áreas.
Podemos dizer que no âmbito da auditoria trouxe um grande ganho, pois é possível a
análise de várias informações que não são contempladas no BPA. Existem alguns arquivos que são
gerados pelo Sistema, porém o mais utilizado é o arquivo “TA” – Totais de APAC, que sintetiza alguns
dados básicos, independente do procedimento e do tipo de atendimento. Esse arquivo pode ser utilizado
para tabulações no TABWIN e também ser aberto por uma planilha eletrônica (ou um outro programa de
computador que abra arquivos do tipo “DBF”), possibilitando uma análise mais detalhada de seus
campos.
É importante lembrar que, na APAC, faz-se necessário conhecimento específico da
legislação de cada tipo de atendimento, pois dependendo disso, podem-se obter dados diferentes a
serem lançados no Sistema.
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T TA AB BW WI IN N ( (V VE ER RS SÃ ÃO O D DO O T TA AB B P PA AR RA A W WI IN ND DO OW WS S – – T Ta ab bW Wi in n3 32 2) )
( (M Ma an nu ua al l d do o T Ta ab b- -D Da at ta as su us s) )
Apresentação
Permite que você:
- importe as tabulações efetuadas na Internet (geradas pelo aplicativo TABNET, desenvolvido pelo
DATASUS);
- realize operações aritméticas e estatísticas nos dados da tabela gerada ou importada pelo TABWIN.
- elabore gráficos de vários tipos, inclusive mapas, a partir dos dados dessa tabela;
- efetue outras operações na tabela, ajustando-a às suas necessidades.
Para os usuários do setor Saúde, o programa facilita:
- a construção e aplicação de índices e indicadores de produção de serviços, de características
epidemiológicas (incidência de doenças, agravos e mortalidade) e dos aspectos demográficos de
interesse (educação, saneamento, renda etc) - por estado e município;
- o planejamento e programação de serviços;
- a avaliação e tomada de decisões relativas à alocação e distribuição de recursos;
- a avaliação do impacto de intervenções nas condições de saúde.
Números do Programa:
- nº máximo de linhas: 32.767
- nº máximo de colunas: 255
- nº máximo de opções de seleção: 30
- nº máximo de opções de incremento: 50
Instruções de instalação
1. Crie em seu micro uma pasta com o nome TABWIN.
2. Transfira os arquivos copiados da Internet para essa pasta.
3. Descompacte o arquivo TABW22.ZIP. (o nº 22 poderá ser substituído, conforme a versão)
4. Com a descompressão serão gerados os seguintes arquivos: TABWIN32.EXE, TABWIN32.HLP,
TABWIN32.CNT, IMPBORL.DLL e HISTORIA.TXT.
5. Descompacte os arquivos de mapas copiados da Internet. Serão gerados arquivos com a extensão
MAP.
6. Verifique se os arquivos de definição (DEF) e de conversão (CNV) a serem usados estão
disponíveis em seu computador. Caso não estejam, copie-os a partir do MS-BBS ou do site
www.datasus.gov.br, na página Arquivos/MS-BBS/Programas.
7. Verifique se os arquivos de dados (com extensão DBF ou DBC) a serem tabulados, estão
disponíveis no disco rígido ou servidor de arquivos de rede ou no drive de CD-ROM da sua
máquina.
Instruções de operação
1. Carregue o programa clicando no arquivo TABWIN32.EXE ou crie um ícone na sua área de
trabalho.
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2. Na tela principal do TABWIN aparece uma barra de menu e uma de ferramentas para a escolha dos
comandos.
A barra de menu contém sete comandos:
Menu Arquivo
Este menu apresenta vários recursos para o tratamento dos dados no programa TAB para
Windows através das seguintes opções:
- Abrir Tabela: opção para abrir um arquivo já criado anteriormente. Podem ser abertos
arquivos com extensão TAB, PRN ou CSV.
- Abrir/Importar mapa: permite abrir um mapa já criado ou importá-lo de outro programa.
- Nova: permite a criação de uma nova tabela.
- Salvar como: opção para gravar em disco a tabela que está sendo exibida na tela. A tabela
pode ser salva nos seguintes formatos:
. Texto separado por vírgulas: formato PRN;
. Documento HTML: formato HTML;
. Tabela do Tabwin: formato TAB;
. Tabela de conversão: formato CNV;
. Tabela SPRING: formato SPR;
. Arquivo dBaseIII Plus: formato DBF;
. Planilha Excell: formato XLS;
. SQL: formato SQL.
- Incluir Tabela: permite agrupar os dados de duas ou mais tabelas em uma só. As tabelas a
serem anexadas devem ter a mesma variável compondo a Área de Linhas.
- Executar Tabulação: opção para geração de uma tabulação a partir de um arquivo de
definição (*.def).
- Imprimir: comando que permite imprimir a tabulação gerada.
- Comprime/Expande .DBF: O TabWin dispõe de recursos para comprimir arquivos de
dados no formato DBF, a fim de se tornarem menores e ocuparem menos espaço em disco. Os arquivos
comprimidos assumem o formato DBC.
- Associar extensão .TAB: Esse comando associa automaticamente arquivos com a
extensão “tab” ao Tab para Windows. Caso os arquivos “tab”, no micro do usuário, não estejam
associados ao TabWin, basta ativar esse comando uma única vez. A partir daí, sempre que o usuário
clicar em um arquivo com extensão “tab”, o Tab para Windows será aberto e a respectiva tabela será
exibida na tela.
- Sair: comando para fechar o TabWin.
Menu Editar
- Copiar: copia a tabela para a área de transferência do Windows.
- Colar: serve para colar dados inseridos na área de transferência.
- Localizar: permite a localização de um dado na tabela que está sendo exibida na tela.
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- Converter acentos de DBF: é ativado sempre que o TabWin é aberto. Veja a marca ao
lado desse comando indicando que o mesmo se encontra ativado. Esse comando converte
automaticamente, para o ambiente Windows, a acentuação de textos em arquivos DBF que tenham sido
criados no ambiente DOS.
- Editar arquivo DEF ou CNV: permite editar e/ou criar os arquivos de definição (DEF) ou de
conversão (CNV) de modo que se ajustem melhor aos interesses e necessidades do usuário.
- Arquivos de Definição (.def)
Como os sistemas de informação do SUS encontram-se em permanente evolução, uma das
especificações do projeto do TAB diz respeito à flexibilidade, ou seja, a possibilidade de usar o TAB para
tabular quaisquer tipos novos de arquivos de dados. Para assegurar tal flexibilidade, o TAB utiliza
arquivos de definições e conversão, que permitem que o programa básico possa ser utilizado para
realizar tabulações simples com quaisquer tipos de arquivos de dados no formato “dbf”.
Arquivos de definição são arquivos de texto com extensão .def, que podem ser criados ou
modificados pelo próprio usuário, utilizando-se um editor de texto capaz de salvar os arquivos no formato
“texto simples”.
Antes que um arquivo dbf possa ser tabulado pelo TABWIN, é necessário criar um arquivo
de definição que associe os campos de dados no arquivo a ser tabulado com as tabelas de conversão de
códigos para as Linhas e Colunas da tabulação. Isto é feito através de um arquivo tipo texto, que deve
conter obrigatoriamente a extensão .def e que pode ser criado pelo próprio usuário, pelo Bloco de Notas
do Windows.
- Arquivos de Conversão (.cnv)
Os dados dos arquivos que constituem os sistemas de informações do SUS, estão
normalmente codificados em números que representam códigos constantes de tabelas padronizadas
como a “Classificação Internacional de Doenças (CID)”, a “Tabela de Procedimentos” de AIHs ou do
SIA/SUS, o “código de Municípios do IBGE”, etc, que não são compreensíveis se forem usados
diretamente nas Linhas e Colunas das tabelas a serem geradas, sendo necessário, então, usar as
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descrições das categorias a que cada código se refere. Adicionalmente, é preciso produzir tabulações
que agreguem vários códigos dessas tabelas em uma única categoria para permitir a análise dos dados.
Para resolver estes dois problemas, são usadas Tabelas de Conversão de Códigos, que
são simples arquivos tipo texto contendo uma estrutura estabelecida para permitir que qualquer usuário,
com um simples editor de texto, modifique as tabelas existentes ou crie novas tabelas necessárias à sua
pesquisa.
Exemplo de arquivo de conversão:
13 2 Tabela de conversão para os meses do ano
1 Jan 01
2 Fev 02
3 Mar 03
4 Abr 04
5 Mai 05
6 Jun 06
7 Jul 07
8 Ago 08
9 Set 09
10 Out 10
11 Nov 11
12 Dez 12
13 Ign 00,13-99 valores ignorados
Menu Operações
Este menu permite efetuar o tratamento dos dados através da utilização de operadores
matemáticos básicos. Apresenta os seguintes submenus:
- Calcular Indicador: Este comando automatiza o cálculo de indicadores. Para efetuar o
cálculo, dividem-se os valores de uma coluna (Numerador) pelos valores de outra coluna (Denominador),
multiplica-se o resultado por um valor constante (por exemplo, 100), e escolhe-se o número de casas
decimais. Portanto, para que essa opção esteja disponível, é necessário que a tabela que esteja sendo
exibida na tela apresente pelo menos duas colunas de valores.
- Dividir, Somar, Multiplicar, Subtrair: operações básicas entre colunas.
- Mínimo: compara duas colunas e mostra os valores mínimos contidos em cada linha.
- Máximo: compara duas colunas e mostra os valores máximos contidos em cada linha.
- Multiplicar por fator: multiplica, linha a linha, os valores de uma coluna por um determinado
fator.
- Percentagem: calcula o valor percentual de cada linha em relação ao total da coluna.
- Acumular: soma, linha a linha, os valores de uma coluna, a partir da primeira linha.
- Inteiro: permite manter apenas os valores inteiros nas linha de uma coluna (quando as
mesmas forem compostas por valores monetários).
- Seqüência: cria uma nova coluna na tabela que numera as linhas em ordem crescente.
Esse comando é útil, por exemplo, quando você precisa criar uma tabela contendo apenas as “n”
maiores categorias de uma variável (digamos, os 100 maiores procedimentos).
- Recalcula total: operação útil quando, em virtude de operações anteriores, a linha de total
deixou de corresponder à soma das parcelas.
- Absoluto: permite incluir na tabela uma nova coluna com todos os valores absolutos
(inclusive na linha de total).
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- Nova coluna: permite incluir uma nova coluna com uma expressão matemática para
cálculo entre colunas.
Menu Estatísticas
Apresenta as seguintes opções:
- Descritivas de coluna: fornece, para cada coluna da tabela, as principais medidas de
estatística descritiva, como média, mediana, variância, desvio-padrão, etc.
- Coeficiente de correlação: fornece a medida do coeficiente de correlação de Pearson entre
duas colunas selecionadas pelo usuário.
- Regressão linear simples: O TabWin permite calcular a regressão linear simples de uma coluna de
valor (tomada como variável dependente) segundo outra coluna de valor (tomada como variável
independente). Além disso, estima valores para a coluna tomada como variável dependente.
- Histograma: permite gerar um histograma de cada coluna de valor exibida na tabela.
Menu Quadro
Este menu apresenta opções para melhorar a aparência da tabela. Os comandos são os
seguintes:
- Ordenar, Cabeçalho das colunas, Largura das colunas, Decimais, Eliminar colunas, Mover
colunas, Cabeçalho 1 e 2, Rodapé são comandos de óbvia utilização.
- Suprimir/Agregar linhas: Esse comando permite suprimir todas as linhas de uma tabela
que se ajustem a um critério de comparação. Além disso, permite, de modo opcional, que os valores das
linhas eliminadas sejam somados e apresentados numa nova linha que é inserida ao final da tabela com
o rótulo “Outras” (ou o rótulo que você escolher).
- Tipo de total: permite alterar o tipo de total definido para uma coluna ou grupo de colunas.
Por default, o total das colunas de uma tabela é sempre do tipo “Soma”, ou seja, a linha de total
corresponde à soma dos valores das demais linhas da coluna. Aceita ainda os seguintes tipos de total:
* Sem total: a linha de total aparece em branco.
* Soma: o total corresponde à soma dos valores da coluna.
* Produto: o total corresponde ao produto dos valores da coluna.
* Média: o total corresponde à média dos valores da coluna.
* Inicial: a linha de total repete o valor da primeira linha da coluna.
* Final: a linha de total repete o valor da última linha da coluna.
* Mínimo: a linha de total repete o menor valor encontrado na coluna.
* Máximo: a linha de total repete o maior valor encontrado na coluna.
* Pré-calculado: o total é resultado de operações efetuadas anteriormente e não é
recalculado no caso de novas operações na tabela.
- Fixar o comprimento da chave: É possível que um mesmo campo chave possa ter
comprimentos (número de caracteres) diferentes, em diferentes épocas, ou em diferentes bases de
dados. Quando se deseja incluir uma tabela com campos chave de tamanhos diferentes, será necessário
fixar um valor para o campo chave a fim de haver compatibilidade entre os campos chave.
Menu Gráfico
Este menu orienta a apresentação dos dados da tabela que está sendo exibida na tela, em
gráficos de vários formatos, inclusive mapas. Os seus comandos são: Mostrar Form, Gráfico novo,
Linhas, Barras, Barras horizontais, Setores, Áreas, Pontos, Bolhas, Setas, Mapa.
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Menu Ajuda
Apresenta os comandos Sobre, com informações sobre a versão corrente do Tabwin e
Ajuda, com um manual completo de todos os comandos do Tabwin.
Arquivos utilizados pelo TABWIN
Para o Sistema de Informações Ambulatoriais os arquivos de definição utilizados são:
- até outubro de 1999: atividad.def, cadastro.def, producao.def, rede.def, servico.def.
- de novembro de 1999 em diante: apac.def, atividad.def, prodnovo.def ou producao.def,
rede.def ou redenovo.def, servico.def.
Estes arquivos estão inseridos no arquivo TABSIAmm.EXE que é atualizado e
disponibilizado mensalmente pelo DATASUS, ficando acessíveis as últimas doze competências.
Arquivos de dados que são utilizados:
Taufaamm.DBC (APAC Reduzida)
Atufaamm.DBF (Atividade Profissional)
Uaufaamm.DBF (Unidade Ambulatorial)
Paufaamm.DBC (Produção Ambulatorial)
Cnufaamm.DBF (Cadastro Ambulatorial)
Srufaamm.DBF (Programa Orçamentário)
Obs.: Ÿ uf: Sigla do estado Ÿ aa: Ano de competência
Ÿ mm: Mês de competência
O arquivo instalador do TABWIN pode ser copiado tanto do CD-Rom como do site
www.datasus.gov.br, assim como instruções para instalação.
Verifique se os arquivos de dados do SIA estão disponíveis na pasta SUS\SIA\DADOS, e se
os arquivos de definição e de conversão estão na pasta correspondente ao ano desejado em
SUS\SIA\TABELAS\2000, por exemplo.
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Abaixo a figura do “Painel de Tabulação”:
Observamos os comandos “Testar CRC” e “Salvar registros”, com as opções de Ignorar,
Incluir e Discriminar.
- Testar CRC: A sigla CRC corresponde às iniciais, em inglês, de “Ciclic Redundancy
Check”, cuja tradução literal para o português é “Verificação de Redundância Cíclica”. O CRC é criado
durante a operação de compressão de arquivos DBF a fim de garantir a integridade dos arquivos
comprimidos (arquivos DBC). O comando Testar CRC permite verificar a integridade dos arquivos
comprimidos. Portanto, só funciona com arquivos DBC. O uso desse comando é desnecessário em
tabulações efetuadas diretamente a partir dos CD-ROM distribuídos pelo Datasus, mas é recomendável
em ambientes de rede ou em outros ambientes em que se suspeita que possa ter havido deterioração
dos arquivos DBC armazenados.
- Salvar registros: O TabWin permite que os registros selecionados em uma tabulação
sejam salvos em um novo arquivo DBF. Esta opção é útil, entre outras coisas, porque permite consultar
os registros dos arquivos DBF que geraram a tabela; juntar registros de vários arquivos de dados em um
único arquivo DBF; criar arquivos contendo só os registros relacionados a uma variável de interesse. Por
exemplo, só os registros de um dado município, de uma dada doença, de uma dada faixa etária etc;
tabular diretamente o arquivo DBF recém-criado.
Há um campo no "Painel de Tabulação" que informa ao TabWin como tratar os dados não
classificados, ou seja, como tratar os dados da variável incluída na Área de Linhas da tabela que não
estiverem referenciados no respectivo arquivo de conversão (CNV).
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Você pode usar o campo "Não Classificados" para instruir o TabWin a:
. ignorar os dados não classificados
. incluir esses dados na tabulação
. discriminar esses dados pelos respectivos códigos.
Vejamos a utilidade de cada uma dessas opções.
- Opção Ignorar = esta é a opção default e instrui o TabWin a não considerar, na tabulação, os dados
do arquivo DBF que não estejam referenciados no arquivo de conversão que está sendo utilizado.
Portanto, apenas os dados referenciados serão incluídos. Uma maneira de verificar a consistência
dos dados é comparar o valor total da coluna "Freqüência", na tabela, com o total de registros
processados, exibido no arquivo de Log. Se forem diferentes, isso indicará a existência de dados não
classificados.
- - Opção Incluir = esta opção instrui o TabWin a incluir, na tabela, uma última linha com o valor total
dos dados não classificados, caso haja esse tipo de dado. Se não houver, essa linha não será
incluída. Essa linha é identificada pela expressão "Não classificados".
- - Opção Discriminar = esta opção instrui o TabWin a discriminar, ao final da tabela, os códigos das
categorias cujos dados não foram classificados. Se houver esse tipo de dado, o programa irá inserir
uma linha para cada código.
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T TA AB BN NE ET T ( (S SI IA A) )
Tem a mesma forma de trabalho do TAB, porém sua operação se realiza por transferência
do site do DATASUS e permite que todas as tabulações sejam feitas diretamente na página e em tempo
real, sem necessidade de coleta de arquivos ou instalação.
Acesso em www.datasus.gov.br, página principal. Clique em “Informações de Saúde” para
executar as tabulações nos módulos a seguir:
Todos estes módulos permitem que se trabalhe as tabulações em Nível Nacional e em Nível
Estadual. Ao se escolher o módulo de Assistência à Saúde, Produção Ambulatorial, surgirá a próxima
tela:
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Caso a tabulação seja em âmbito nacional, clique em “Região e Unidade da Federação” ou
em “Município, região metropolitana, microrregião, aglomerado urbano”; caso seja por município, clique
no nome ou no mapa do Estado correspondente e depois selecione o nome do município desejado.
Após ter escolhido o nível, você terá acesso à tela de instrução de uso do Tabnet.
Linha, Coluna e Conteúdo
Essas opções definem o formato da tabulação desejada:
- Linha: indica a variável que será considerada nas linhas da tabela;
- Coluna: indica a variável que será considerada nas colunas da tabela;
- Conteúdo: indica a variável cujo conteúdo será considerado nas células.
Períodos disponíveis
Esta caixa permite selecionar um ou mais períodos de tempo a serem considerados na
tabulação:
- para selecionar um único período de tempo, clique nesse período;
- para selecionar vários períodos em seqüência, clique no primeiro período, mantenha a
tecla <shift> pressionada e clique no último período de interesse.
- Para selecionar períodos alternados, clique no primeiro, mantenha a tecla <ctrl>
pressionada e clique nos demais.
Seleções disponíveis
Trata-se de um recurso composto por várias caixas que permitem restringir a abrangência
da tabulação a ser efetuada.
Ordenação dos dados
Quando marcado, permite que os dados sejam apresentados em ordem decrescente. Caso
não esteja marcado, os dados serão mostrados como dispostos nas bases de dados utilizadas.
Formato da tabela
As opções “Tabela com bordas” e “Texto pré-formatado”, geram tabelas que podem ser
visualizadas na tela e impressas usando os recursos de impressão. Tabelas pequenas são melhor vistas
no formato com bordas, enquanto as maiores ficam melhor escolhendo-se “Texto pré-formatado”. Para
exportar uma tabela escolha a opção “Colunas separadas por ";”.
Mostra
Clique nesse botão para iniciar o processo de tabulação. Aguarde até que os resultados
sejam exibidos na tela.
Limpa
Clique nesse botão para desfazer todas as seleções efetuadas anteriormente.
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Exportação das tabelas
Existem duas opções para salvar as tabelas geradas em seu micro:
1 - Copia como .CSV: escolhendo “Tabela com bordas” ou “Texto pré-formatado”, a tabela
será apresentada e haverá um link chamado Copia como .CSV. Clicando no link, a tabela será salva em
um arquivo com formato delimitado (CSV).
2 - Copia para TABWIN: escolhendo “Tabela com bordas” ou “Texto pré-formatado”, a
tabela será apresentada e haverá um link chamado Copia para TABWIN. Clicando no link, a tabela será
salva em um arquivo com extensão .TAB, para uso no programa TAB for Windows.
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T TA AB BW WI IN N ( (I IN NT TR RA AN NE ET T) )
Encontrado na página principal da Intranet (rede interna) do Ministério da Saúde, no
endereço http://intranet.saude.gov/, no link de Informações em Saúde. O programa é acessado
diretamente num servidor, emulando o computador como um terminal de consulta.
Na tela mostrada na figura abaixo, colocar na caixa de login, o nome do usuário, sua senha
e o domínio utilizado.
Caso o usuário esteja utilizando pela primeira vez a ferramenta do Tabwin da Intranet,
deverá fazer o download do utilitário MetaFrame. Isto deverá ser feito em cada computador diferente que
o usuário for trabalhar. Na figura abaixo mostramos a tela após o login ter sido realizado com sucesso.
Salve o aplicativo do MetaFrame em seu computador, de preferência na própria área de
trabalho, arquivo ica32.exe.
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A seguir instale o software do Citrix ICA Client, clicando no ícone do ica32. Ao final do
processo, o Citrix Program Neighborhood estará instalado em seu computador e o acesso liberado.
A próxima tela possibilita utilizar os utilitários TABSIA, TABAIH, TABMORTALIDADE,
TABCARTAS E APACSIA.
A partir daí o programa se comporta exatamente como o Tabwin. Note que a primeira
tabulação disponível se refere à produção.
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S SI IS ST TE EM MA A D DE E I IN NF FO OR RM MA AÇ ÇÕ ÕE ES S H HO OS SP PI IT TA AL LA AR RE ES S D DO O S SU US S – – S SI IH H/ /S SU US S
Tomando como base o Sistema de Assistência Médico-Hospitalar da Previdência Social -
SAMHPS, e seu instrumento, a AIH (Autorização de lnternação Hospitalar), em toda rede Hospitalar
Própria, Federal, Estadual, Municipal, Filantrópica e Privada Lucrativa. A PT/GM/MS nº 896, de
29/6/1990, incumbiu o INAMPS de implantar o Sistema de Informações Hospitalares, a partir de
1/7/1990, e foi regulamentada pela RS/INAMPS n.º 227, de 27/7/1990. A PT/MS/SNAS n.º 16, de
8/1/1991, implantou no SIH/SUS a tabela única de Remuneração para Assistência à Saúde no nível
hospitalar. O acervo de informações e valores do SAMHPS passou a compor a base do SIH/SUS.
Com o avanço da implantação do SUS em todo o país, e dando seqüência a seus
princípios, tornou-se necessário o estabelecimento de mecanismos operacionais que permitissem a
efetiva descentralização da gestão dos serviços de saúde. Estes mecanismos foram então,
estabelecidos pelas Normas Operacionais Básicas (NOB) do SUS de 1991, 1993 e 1996 e mais
recentemente pela Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS) de 2001, PT/GM/MS nº 95, de
26 de janeiro de 2001 e pela Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS) de 2002, PT/GM/MS nº
373, de 27 de fevereiro de 2002.
O SIH-SUS, sistema que processa as AIH, contém informações que viabilizam efetuar o
pagamento dos serviços hospitalares prestados pelo SUS, através da captação de dados em disquete
das Autorizações de Internação Hospitalar - AIH, relativas aproximadamente a 1.000.000
internações/mês.
Dispõe de informações sobre recursos destinados a cada hospital que integra a rede do
SUS, as principais causas de internações no Brasil, a relação dos procedimentos mais freqüentes
realizados mensalmente em cada hospital, município e estado, a quantidade de leitos existentes para
cada especialidade e o tempo médio de permanência do paciente no hospital.
Suas informações facilitam as atividades de Controle e Avaliação e Vigilância
Epidemiológica em âmbito nacional e estão disponíveis para consulta, através de produtos
desenvolvidos pelo DATASUS, gerados a partir do processamento da AIH: o BDAIH, o CD-ROM, o MS-
BBS e através das tabulações disponibilizadas via Internet.
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F FL LU UX XO O D DE E D DA AD DO OS S M MA AG GN NÉ ÉT TI IC CO OS S D DO O S SI IH H
Fonte: Secretaria de Assistência à Saúde - SAS/MS
O prestador do serviço realiza a entrada dos dados referentes ao seu movimento hospitalar.
Estes dados são enviados ao Gestor, onde ocorre a crítica, validação e consolidação dos dados.
Opcionalmente é feito o bloqueio, após avaliação das AIH (antes de seu processamento). O SGAIH
passou a ser obrigatório a partir de novembro/99, em substituição ao PGFAIH. Noutro momento, é feito o
controle do teto financeiro do município ou estado, pelo CTF. Outrossim, é enviado o Extrato da Conta
para o usuário do SUS.
Estes arquivos são, então, enviados ao DATASUS, que realiza o processamento das AIHs.
Após o processamento, o DATASUS envia relatórios ao gestor e ao prestador e disponibiliza ao público
as informações referentes ao movimento de internação hospitalar, através de CD-ROM, Internet e BBS
para uso em seus aplicativos.
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A AR RQ QU UI IV VO OS S E E T TA AB BE EL LA AS S Q QU UE E C CO OM MP PÕ ÕE EM M A AS S I IN NF FO OR RM MA AÇ ÇÕ ÕE ES S N NO O S SI IH H
Arquivos de Dados
RDufaamm.DBC (AIH Reduzida)
Arquivos presentes nos CDs de Movimento de AIH (mensal):
MAmmmmmm.DBC - Movimento da AIH
TAmmmmmm.DBC - Ocorrências de atos médicos da AIH
PAmmmmmm.DBC - Procedimentos autorizados na AIH
OAmmmmmm.DBC - Ocorrências de órtese e prótese da AIH
RE, PE, TE e OE - AIH rejeitadas (arquivos de erros)
RDuf.DBC - Reduzido de AIH
SHuf.DBF (CGC e códigos SIPAC dos hospitais)
MHBR.DBC - Movimento de hospitais
CHuf.DBF - Cadastro de hospitais
CTuf.DBC - Cadastro de prestadores
ETuf.DBC - Especialidades de prestadores
VTuf.DBC - Valores de prestadores
MTuf.DBC - Movimento de prestadores
Arquivo LOCAIH.DBF - Localização da AIH
Tabelas
PROCaamm.DBF - Procedimentos
Chufaamm.DBF - Cadastro Hospitalar
PEufaamm.DBF (Procedimentos especiais)
SPufaamm.DBF (Serviços profissionais)
RD.def (Arquivo de definição utilizado pelo Programa Tab)
TABGRP.DBF - Grupos de Procedimentos
CID10.DBF - Classificação Internacional de Doenças
MNBR.DBF - Municípios
OPM.DBF - Materiais de Órtese/Prótese
CEP - Códigos de Endereçamento Postal (CEP)
Obs.: Ÿ uf: Sigla do estado Ÿ aa: Ano de competência
Ÿ mm: Mês de competência Ÿ x ou xx: Versão do programa
Ÿ mmmmmm – Código IBGE do município
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D DI IS SP PO ON NI IB BI IL LI IZ ZA AÇ ÇÃ ÃO O E E O OR RG GA AN NI IZ ZA AÇ ÇÃ ÃO O D DO OS S D DA AD DO OS S D DO O S SI IH H
Assim como os dados do SIA, os arquivos de dados e utilitários do SIH são disponibilizados
ao público através da Internet, no site www.datasus.gov.br seção Arquivos, através da BBS em formato
compactado ou através de CDs publicados e distribuídos mensalmente.
O OR RG GA AN NI IZ ZA AÇ ÇÃ ÃO O D DO O C CD D- -R RO OM M
CD DE MOVIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR
A organização dos dados nesse CD é mostrada na figura abaixo:
No diretório raiz do CD-ROM encontramos o arquivo Aih9912, marcado com a seta azul e com uma
visão dele ao lado, que contém todas as informações a respeito dos arquivos utilizados. Usamos nesse
exemplo o CD da competência dezembro de 1999.
A pasta Progs contém os programas auxiliares utilizados e na pasta TABWIN, temos o utilitário para
as tabulações bem como os arquivos de definição e conversão.
SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIH
a) Criar uma pasta de nome SUS
b) Criar uma pasta de nome SIH dentro da pasta SUS
c) Criar dentro da pasta SIH uma sub-pasta de nome \DADOS\
Ex: C:\SUS\SIH\DADOS
d) Copiar para a sub-pasta \DADOS\ os arquivos
* RDaufaamm.DBC (Arquivo compactado pelo programa COMPDBF)
e) Criar dentro da Pasta SIH uma sub-pasta de nome TABELAS e dentro da sub-pasta tabelas outras
sub-pastas com nome correspondente aos anos que estão sendo organizados os dados ou a cada
mudança na estrutura das tabelas, caso isso ocorra em um mesmo ano.
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f) Copiar todas as tabelas que são utilizadas nos SIH/SUS para a pasta correspondente ao ano de
organização dos dados, inclusive os arquivos de definição e conversão utilizados pelo Tab.
Estes arquivos são disponibilizados mensalmente pelo DATASUS, através da Internet e
posteriormente pela distribuição de CD.
Obs.: Sugerimos que a atualização final dos dados seja sempre feita a partir do CD-Rom, distribuído
pelo DATASUS, visto que alguns desses arquivos podem ser atualizados no período compreendido entre
a disponibilização via Internet e a publicação do CD.
PROGRAMAS E FERRAMENTAS UTILIZADOS NO SIH/SUS
– SGAIH – Sistema de Gerenciamento de AIH feito pelo Gestor que analisa e efetua bloqueio de
pagamentos de AIH, caso necessário
– BDAIH – Sistema de consulta de alguns dados consolidados dos hospitais
– GRCAIH - Geração de Relatórios Contábeis da AIH
– CTF – Sistema de Controle de Teto Financeiro, utilizado pelo Gestor
– FCH – Ficha Cadastral do Hospital preenchido pelo prestador e encaminhado ao Gestor
– FCT – Programa de apoio à entrada de dados pelo formulário para Cadastramento de Terceiros
utilizado pelo Gestor
– SISAIH01 – Sistema de AIH. Módulo de entrada de dados pelo prestador
– SISAIH02 - Sistema de AIH. Módulo de críticas do Gestor
– SISAIH05 - Sistema de AIH. Módulo de integração dos arquivos de vários prestadores, realizado pelo
Gestor
– TABWIN - Tabulador Windows
– TABNET - Tabulador Internet
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R RE EL LA AT TÓ ÓR RI IO OS S D DE E S SA AÍ ÍD DA A D DO O S SI IS ST TE EM MA A
Destacamos os três programas mais utilizados pelo Departamento: BDAIH, TABWIN e
TABNET.
B BD DA AI IH H
Contém dados armazenados a partir da Autorização de Internação Hospitalar - AIH do
Sistema Único de Saúde - SUS, que podem ser acessados através de menus de consulta. É o banco de
dados da AIH.
Disponível no site do DATASUS – Bases de Dados – Consultas ao BDAIH, é um sistema de
fácil utilização pois não necessita de arquivos selecionados ou instalação no computador, colhendo as
informações de maneira direta através da janela do programa. Permite retirar informações cadastrais,
SIPAC, hospitais por município, consultas por nome chave, processamentos ocorridos e outros.
Apresenta basicamente, quatro grupos de opções de consultas: Cadastrais, Financeiras,
Auxiliares e Dicas. Possui um botão próprio para cada quadro de seleção. O menu de opções financeiras
fornece a quantidade de AIHs apresentadas e valores efetivamente pagos por competência desde maio
de 1992, a cada hospital e por especialidade. O menu de opções cadastrais permite o acesso ao
cadastro de hospitais com a devida qualificação e também ao cadastro de terceiros. No menu de opções
auxiliares podemos obter o número do processamento de determinada competência, relação de
hospitais por município ou por natureza. O menu de dicas serve para auxiliar no modo de funcionamento
de cada consulta que queremos fazer.
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
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46
T TA AB BW WI IN N ( ( S SI IH H ) )
Como vimos anteriormente, esse programa gera relatórios através de tabulações. No SIH o
arquivo de definição é o rd.def e os arquivos de dados são as AIH reduzidas, as rdufaamm.dbc, que por
serem arquivos muito extensos, estão compactados pelo utilitário COMPDBF.
Verifique se os arquivos de dados do SIH estão disponíveis na pasta SUS\SIH\DADOS, e se
os arquivos de definição e de conversão estão na pasta correspondente ao ano desejado, em
SUS\SIH\TABELAS\2002, por exemplo.
Recentemente, em agosto de 2003, foi disponibilizado na página do Datasus, em Arquivos,
Arquivos de Dados, MS-BBS, Utilitários do SUS, o arquivo rdtab.zip, que contém as definições e
conversões para tabular os arquivos com prefixo RD (reduzidos de AIH) do SIH/SUS, válido para
qualquer competência desde 1993. Há um arquivo de ajuda (help), acessível ao solicitar uma tabulação.
Arquivos utilizados pelo TABWIN
Para o Sistema de Informações Hospitalares, o arquivo de definição utilizado é o RD.DEF.
Os arquivos de dados utilizados são os Rdufaamm.dbc.
Estes arquivos são disponibilizados mensalmente pelo DATASUS, após o processamento
do movimento de AIHs. Posteriormente, são publicados os CD-Rom de Movimento Mensal e o CD anual
de Reduzidas da AIH.
Obs.: Ÿ uf: Sigla do estado Ÿ aa: Ano de competência
Ÿ mm: Mês de competência
Visualização do “Painel de Tabulação” utilizando o arquivo de definição RD.DEF.
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
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T TA AB BN NE ET T ( (S SI IH H) )
Possui a mesma forma de trabalho do TABNET-SIA, só que buscamos as informações
hospitalares.
Acesso em www.datasus.gov.br, página principal. Clique em Informações de
Saúde\Assistência à Saúde e selecione uma das opções disponíveis em Internações hospitalares:
Também permite a realização de tabulações em âmbito nacional, com opções de Região e UF ou
Município, Região Metropolitana, Microrregião, Aglomerado urbano; ou ainda em âmbito municipal,
bastando selecionar o Estado e depois o município desejado. A tela abaixo exemplifica a escolha de uma
tabulação em Internações Hospitalares por local de internação:
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
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R RE EC CU UR RS SO OS S F FI IN NA AN NC CE EI IR RO OS S D DO O S SU US S
Neste tópico, surgem as informações sobre os diversos tipos de transferências de recursos
financeiros do SUS. Pagamentos de atendimento ambulatorial/hospitalar (MAC+AIH), Extra Teto,
Programas de Saúde (PACS, PSF, Carências Nutricionais, Vigilância Sanitária, Assistência
Farmacêutica), Farmácia Básica, de Procedimentos de Alta Complexidade e todos os seus Programas
Específicos. Também das transferências aos Fundos Estaduais e Municipais, bem como o pagamento
direto aos prestadores. Podem ser consultados na página principal do DATASUS – Informações de
Saúde – Recursos Financeiros, onde estão disponíveis as informações por município ou por prestador.
O acesso às informações desejadas também é obtido através da página principal do
Ministério da Saúde, na caixa Gestor da Saúde, em Recursos Financeiros, Repasse.
As tabulações podem ser realizadas em nível nacional, por região ou unidade da
Federação; ou por município, região metropolitana, microrregião ou aglomerado urbano.
A tela apresentada mostra a tabulação por Município ou permite a escolha por Prestador.
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
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Recursos Federais do SUS (por Município)
Grupo e Tipo de Despesa Fonte de Informação
Remuneração por serviços produzidos
Pagamentos efetuados pelo Ministério da Saúde a
prestadores, referentes a:
Internações Hospitalares: Valores resultantes do
faturamento das contas hospitalares apresentadas
pelos hospitais públicos, privados, filantrópicos e
universitários credenciados pelo SUS. Os valores aqui
apresentados são brutos, ou seja, incluem, além do
que será efetivamente pago ao hospital, a
remuneração de médicos (código 7) e laboratórios,
impostos, descontos etc.
Atendimento Ambulatorial: Valores resultantes do
faturamento das contas ambulatoriais apresentadas
pelas unidades públicas, privadas, filantrópicas e
universitárias credenciadas pelo SUS, bem como
médicos também credenciados. Os valores aqui
apresentados são brutos, incluindo impostos e
descontos.
Não estão aqui incluídos os pagamentos efetuados a
prestadores pelos estados e municípios em gestão
plena já que, nestes casos, o Ministério transfere
recursos do Fundo Nacional de Saúde para os
respectivos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde.
Também não estão incluídos os valores referentes ao
fator de recomposição (25%), pagos de julho de 1995 a
maio de 1998.
Sistema de Informações Hospitalares do
SUS - SIH/SUS e Sistema de Informações
Ambulatoriais do SUS - SIA/SUS
Transferências - Alta e Média Complexidade
Valor das transferências referentes à assistência de
alta e média complexidade efetuadas aos municípios e
estados em gestão semiplena e plena de sistema
municipal, estipulado pela Comissão Intergestores
Bipartite do estado, homologado pela SAS - Secretaria
de Assistência à Saúde e publicado no Diário Oficial da
União. Não estão contempladas neste grupo as
transferências relativas a Ações Estratégicas, mesmo
que de Alta e Média Complexidade.
Nota: As transferências relativas à gestão plena
estadual estão contabilizadas no Município ignorado do
respectivo estado.
Fundo Nacional de Saúde
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
50
Grupo e Tipo de Despesa Fonte de Informação
Transferências - Atenção Básica
Valor das transferências referentes à atenção básica,
efetuadas aos municípios e estados em gestão
semiplena, plena de sistema municipal e plena de
atenção básica, estipulada pela Comissão
Intergestores Bipartite do estado, homologado pela
SAS - Secretaria de Assistência à Saúde e publicado
no Diário Oficial da União. Não estão contempladas
neste grupo as transferências relativas a Ações
Estratégicas, mesmo que de Atenção Básica.
Nota: As transferências relativas aos estados estão
contabilizadas no Município ignorado do respectivo
estado, com exceção da Farmácia Básica,
contabilizada nos municípios a que esta verba se
destina, apesar de terem sido transferido ao estado.
Cabe a este fazer o repasse ao município.
Fundo Nacional de Saúde
Transferências - Ações Estratégicas
Valor das transferências referentes a Ações
Estratégicas efetuadas aos municípios e estados em
gestão semiplena e plena de atenção básica ou
municipal, estipulado pela Comissão Intergestores
Bipartite do estado, homologado pela SAS - Secretaria
de Assistência à Saúde e publicado no Diário Oficial da
União.
Nota: As transferências relativas à gestão plena
estadual estão contabilizadas no Município ignorado do
respectivo estado.
Fundo Nacional de Saúde
Fonte: DATASUS/Notas Técnicas – com alterações
Obs.: A partir da NOB/SUS de 1996, os municípios podem habilitar-se em duas condições:
a) Gestão Plena da Atenção Básica e
b) Gestão Plena do Sistema Municipal.
Para os estados as condições passarem a ser:
a) Gestão Avançada do Sistema Estadual e
b) Gestão Plena do Sistema Estadual.
A partir da NOAS/SUS de 2002, os municípios podem habilitar-se em duas condições:
a) Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada e
b) Gestão Plena do Sistema Municipal.
Foram mantidas as condições para habilitação estadual.
À medida que forem disponibilizados, serão colocadas novas categorias de repasses
efetuados a estados, municípios e prestadores.
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
51
Os Tipos de Transferência qualificam as despesas como:
- Remuneração por serviços produzidos: transferidos diretamente do Ministério da Saúde
aos prestadores;
- Transferências a Estados: transferidos do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos
Estaduais;
- Transferências a Municípios: transferidos do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos
Municipais.
Os valores estão apropriados pela Unidade Geográfica (município, região metropolitana,
microrregião, aglomerado urbano, regional de saúde, macrorregional de saúde, UF ou região) onde a
unidade (hospitalar ou ambulatorial) está estabelecida.
De acordo com a sistemática de pagamento das AIH, alguns hospitais estão vinculados
a uma UF (a que denominamos de UF - ZI) que não corresponde à UF de sua localização.
Os abonos e fatores de recomposição, como os aplicados de julho de 1995 a maio de
1998, estão considerados nas transferências a estados e municípios, mas não nos pagamentos
efetuados a prestadores pelo Ministério da Saúde.
Não constam os valores referentes às internações e atendimentos ambulatoriais
realizados em alguns hospitais próprios do Ministério da Saúde que recebem apenas recursos
orçamentários.
O ano e mês de competência correspondem ao período em que foram realizados os
atendimentos ambulatoriais e hospitalares faturados. Em algumas situações, incluem aqueles realizados
anteriormente que, por alguma razão, não puderam ser apresentados no devido tempo.
O Tipo de Prestador classifica as unidades de acordo com as seguintes categorias:
- federal
- estadual
- municipal
- contratado
- filantrópico
- universitário, público ou privado
- sindical
- plena de sistema municipal
- gestão plena de atenção básica (PAB)
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
52
Recursos Federais do SUS (por prestador)
Tipo de Despesa Fonte de Informação
Valores resultantes do faturamento das contas
hospitalares apresentadas pelos hospitais públicos,
privados, filantrópicos e universitários credenciados
pelo SUS. Os valores aqui apresentados são brutos, ou
seja, incluem, além do que vai ser efetivamente pago
ao hospital, a remuneração de médicos (código 7) e
laboratórios, impostos, descontos etc.
Não estão incluídos os valores referentes ao fator de
recomposição (25%), pagos de julho de 1995 a maio
de 1998.
Estes valores estão discriminados como pagos pelo
MS, quando a unidade estiver sob gestão estadual, ou
plena, quando a unidade estiver sob gestão municipal
plena.
Sistema de Informações
Hospitalares do SUS - SIH/SUS
Valores resultantes do faturamento das contas
ambulatoriais apresentadas pelas unidades públicas,
privadas, filantrópicas e universitárias credenciadas
pelo SUS, bem como médicos também credenciados.
Os valores aqui apresentados são brutos, incluindo
impostos e descontos.
Não estão incluídos os valores referentes ao fator de
recomposição (25%), pagos de julho de 1995 a maio
de 1998.
Estes valores estão discriminados como pagos pelo
MS, quando a unidade estiver sob gestão estadual, ou
plena, quando a unidade estiver sob gestão municipal
plena.
Sistema de Informações
Ambulatoriais do SUS - SIA/SUS
Fonte: DATASUS/Notas Técnicas
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CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
53
À medida que forem disponibilizadas, serão colocadas novas categorias de repasses
efetuados a estados, municípios e prestadores.
Os valores estão apropriados pela Unidade de Atendimento, estando identificadas pelo
seu CGC e agrupadas pela sua matriz, correspondente aos primeiros oito dígitos do CGC (raiz). Os
cadastros de estabelecimentos ambulatoriais e hospitalares, fornecidos pelos gestores estaduais e
municipais, contêm a razão social e o nome da unidade. No entanto, nem sempre as razões sociais para
as unidades de mesma raiz coincidem. Nestes casos, consideramos a razão social como sendo a que
tivesse o menor número de filial, assinalando o fato com um asterisco.
Os valores estão apropriados pela Unidade Geográfica (município, região metropolitana,
microrregião, aglomerado urbano, regional de saúde, macrorregional de saúde, UF ou região) onde a
unidade (hospitalar ou ambulatorial) está estabelecida.
De acordo com a sistemática de pagamento das AIH, alguns hospitais estão vinculados a
uma UF (a que denominamos de UF - ZI) que não corresponde à UF de sua localização.
Os abonos e fatores de recomposição, como os aplicados de julho de 1995 a maio de 1998,
não estão considerados.
Não constam os valores referentes às internações e atendimentos ambulatoriais realizados
em alguns hospitais próprios do Ministério da Saúde (natureza 31) ou estaduais (natureza 41) que
recebem apenas recursos orçamentários.
O ano e mês de competência correspondem ao período em que foram realizados os
atendimentos ambulatoriais e hospitalares faturados. Em algumas situações, incluem aqueles realizados
anteriormente que, por alguma razão, não puderam ser apresentados no devido tempo.
O Tipo de Prestador classifica as unidades de acordo com as seguintes categorias:
x federal
x estadual
x municipal
x contratado
x filantrópico
x universitário, público ou privado
x sindical
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Transferência de Recursos do Fundo Nacional de Saúde - FNS para os Fundos
Estaduais e Municipais de Saúde (FUNDO a FUNDO).
As informações estão disponíveis na página do Ministério da Saúde, na opção Gestor da
Saúde, em Recursos Financeiros, Repasse, Repasses Financeiros Fundo a Fundo. Também podem ser
acessadas na página do Datasus, em Bases de Dados, Transferências a Municípios.
Obs.: Os recursos transferidos para o Fundo Estadual de Saúde - FES, estão disponíveis somente na
base de dados do DATASUS, quando o Estado se encontrar na condição de Gestão Plena do Sistema
Estadual.
Após escolher a Unidade desejada surgirá a tela a seguir, onde se seleciona o Município, a
competência e o tipo de transferência desejada.
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Permite identificar as transferências de recursos a Estados e Municípios (valores líquidos
creditados no extrato do Fundo Estadual e Municipal de Saúde), data do crédito, competência,
população, condição de gestão, valor do teto Anual, valor PAB (fixo), conta bancária com agência e
número, CNPJ das Secretarias. Permite selecionar os Recursos entre Média e Alta Complexidade,
Atenção Básica e Ações Estratégicas, por Município e por competência.
No SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira, na opção CONCONV
(Consulta Convênio), podemos identificar as Transferências Financeiras para Estados e Municípios
mediante Instrumento de Cooperação Financeira, onde obtemos as informações sobre o número do
Convênio, nome do concedente e do convenente, vigência, celebração, publicação, objeto, data e
número do documento de crédito, valor total do Convênio e da Contrapartida, valor liberado e a liberar e
data da Prestação de Contas.
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U UT TI IL LI IT TÁ ÁR RI IO OS S
Programas utilitários ou de apoio, são de suma importância para um trabalho mais
elaborado, pois alguns arquivos estão compactados e precisam ser descompactados, expandidos,
anexados a outros ou até mesmo separados do grupo de arquivos antes de serem trabalhados.
Alguns utilitários e suas funções:
ARJ – Programa compactador e descompactador de arquivos. Funciona no ambiente DOS.
COMPDBF - Programa compactador de arquivos do tipo DBF para o tipo DBC (Arquivos do tipo DBC
são utilizados pelo Tab). Funciona no Ambiente DOS.
EXPDBF – Programa descompactador de arquivos do tipo DBC para o tipo DBF (um arquivo do tipo DBF
pode ser lido pelo Excel, Dbase ou convertido para qualquer tipo de dados, inclusive para texto).
Funciona no ambiente DOS
WINZIP – Versão do programa zip para Windows, compacta e descompacta arquivos. O programa
Winzip reconhece também as tarefas realizadas pelo ARJ, desde que as versões sejam compatíveis.
APPENDA – Tem por finalidade anexar vários arquivos gerando um novo; gerar um arquivo a partir de
outro, conforme seleção de campos. (esta operação é possível ser realizada utilizando o recurso filtro,
existente no programa). As operações no APPENDA, também podem ser realizadas com arquivos
compactados, desde que a ferramenta de descompactação correspondente esteja com o PATH ativo
(memória do computador). Após a ativação do programa APPENDA, as teclas F1 e F2 contém
orientações sobre uso e funcionamento do mesmo. O programa APENDA funciona no ambiente DOS.
I IM MP PR RA AI IH H ( (I Im mp pr re es ss sã ão o d de e A AI IH Hs s) )
O Impraih é um aplicativo desenvolvido em FoxPro pelo Datasus, que auxilia nas tarefas de
Auditoria, pois possibilita a geração de espelho para impressão da AIH a partir do CDROM de
Movimento de AIH mensal.
O primeiro passo é fazer a descompactação do arquivo IMPRAIH23.EXE para uma pasta de
destino, por exemplo, C:\Temp, criando 10 arquivos. Na seqüência, executamos o arquivo setup.exe,
localizado na pasta criada, para iniciar a instalação do Impraih. Siga as etapas indicadas, escolha o
nome da pasta para localização do aplicativo e aguarde o final da instalação.
Para utilizar o aplicativo, execute o arquivo impraih23.exe, localizado na pasta onde foi
instalado. Na janela que aparece, o programa pede que se informe a letra do drive de CDROM do seu
computador, por padrão D. Tenha certeza de que o CD de Movimento de AIH mensal esteja inserido no
drive, caso contrário, o programa apresentará problemas.
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Abaixo representamos a tela de execução do programa.
As opções possíveis de consulta são por nº do CGC ou por nº da AIH. Quando a opção for
por CGC, podemos selecionar os procedimentos desejados. O programa permite a impressão das AIHs
pagas ou rejeitadas. As opções de localização dos arquivos locaih.dbf, cid.dbf, proc.dbf, opm.dbf e de
municípios são mantidas como padrão. O aplicativo informa qual o drive de CDROM e qual a
competência do CD que está sendo utilizado.
Após fazer as opções, clique no botão Executa e aguarde a geração do(s) espelho(s) de
AIH e comande sua impressão.
No uso do aplicativo, não existe a possibilidade de salvar uma cópia da AIH em arquivo,
somente permitindo a impressão dela.
Quando for utilizado em ambiente de rede, usando Windows NT ou 2000, o aplicativo deve
ser instalado pelo administrador da rede local em cada equipamento desejado.
E EX XC CE EL L
Às vezes o relatório precisa ser mais detalhado, com informações mais específicas,
principalmente quando se deseja descer ao nível de cada AIH ou procedimento. Para isso, usamos o
programa Excel, que além de abrir arquivos, como por exemplo, uma AIH Reduzida (ou Rdufaamm),
também permite a elaboração de gráficos, uso da tabela dinâmica, classificação de registros, filtro, etc.
O Excel é um programa que trabalha com arquivos no formato de matrizes, sempre
definindo linhas e colunas. A célula é a menor unidade de um arquivo Excel, e é definida por uma letra
para as colunas e um número para as linhas, por exemplo, A5 (coluna A e linha 5). Ele é capaz de abrir a
base de dados somente de arquivos descompactados, tipo DBF. Caso o arquivo esteja no formato DBC
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58
(normalmente arquivos PAufaamm e RDufaamm), ele precisará ser descompactado usando o utilitário
EXPDBF antes de poder ser aberto no Excel.
Podemos fazer modificações no arquivo para formatar o relatório da maneira desejada. As
funções mais utilizadas são:
- Remover linhas ou colunas, usada quando se deseja retirar uma informação
desnecessária do relatório;
- Inserir linhas ou colunas, usada quando se deseja abrir um campo para digitar
informações ou observações;
- Classificação, usada quando se deseja ordenar os dados do relatório, por um campo
desejado.
- Filtro de seleção, usada quando se deseja filtrar o relatório, por exemplo, separar as AIH
de um determinado Hospital.
- Tabela dinâmica, usada para condensar um relatório com grande quantidade de dados,
filtrando e exibindo páginas diferentes ou exibir os detalhes das áreas de interesse.
Instruções Úteis
1) Para remover uma ou mais linhas/colunas, devemos marcá-las e ir no Menu Editar, opção Excluir.
2) Para inserir uma ou mais linhas/colunas, devemos marcá-las e ir no Menu Inserir, em Linhas ou
colunas.
3) Para classificar uma certa quantidade de dados, devemos marcar as informações a serem
ordenadas e no Menu Dados, opção Classificar. Na janela aberta, escolher a função desejada.
4) Para filtrar uma seleção, devemos marcar a coluna que contém os dados que desejamos filtrar e ir
no Menu Dados, em Filtrar, opção AutoFiltro. Na caixa aberta, escolher a opção desejada.
5) Para fazer uma tabela dinâmica ir no Menu Dados, em Relatório de tabela dinâmica. Na etapa1
escolher o banco de dados. Na etapa2 selecione o intervalo de dados. Na etapa3 escolha os campos
que comporão o relatório. Na etapa4 escolha o local onde ficará a tabela dinâmica.
É importante verificar após a abertura do arquivo, se o limite máximo de linhas do Excel
não foi excedido, pois caso isso ocorra, somente uma parte dos dados será disponibilizada e o
relatório será composto por informações incompletas. Este limite é de 16.384 linhas no Excel 5 e de
65.536 linhas no Excel 97 ou superior. Caso o limite de linhas seja excedido, o arquivo que precisa ser
aberto deverá ser dividido em arquivos menores e para isso usamos o utilitário APPENDA.
Ao utilizar o arquivo no Excel, observar a sua estrutura, detalhada no anexo, para saber
quais informações estão contidas em cada coluna. No caso de divisão do arquivo em partes menores,
essa estrutura dos campos servirá para formar o novo arquivo, somente com as informações desejadas
para o trabalho em meta.
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C CA AD DE ER RN NO O D DE E I IN NF FO OR RM MA AÇ ÇÕ ÕE ES S D DE E S SA AÚ ÚD DE E
É a mais recente ferramenta para auxiliar nos trabalhos de controle, avaliação e auditoria.
Foi desenvolvido pelo Departamento de Informática do SUS, órgão da Secretaria Executiva do Ministério
da Saúde. Trata-se de um programa que reúne as informações mais atualizadas nas diferentes bases de
dados do Ministério da Saúde e as disponibiliza já consolidadas e na forma de indicadores de saúde,
permitindo análises e comparações.
O Caderno sempre obtém a informação em nível nacional mais recente, podendo chegar até
o nível municipal. A captura das informações das diversas bases de dados é feita através da página do
DATASUS na Internet. Podem ser criados diversos padrões de Cadernos, de acordo com a necessidade:
visão geral, resumo executivo, saúde da mulher, da criança etc.
Para obter o programa, vá até a página www.datasus.gov.br/caderno/caderno.htm e copie
para seu computador o arquivo IDBINST.exe que contém o executável IDBMUN, os arquivos de ajuda e
os modelos padronizados. É necessário acesso a Internet e ter instalado no computador o programa
Excel, já que o Caderno gera os relatórios na forma de planilhas.
Arquivos gerados após a instalação do Caderno:
Ÿ IDBMUN.EXE – executável para geração dos cadernos
Ÿ IDBMUN.HLP – arquivo de ajuda
Ÿ IDBMUN.CNT – arquivo de ajuda
x GERAL*.TXT e GERAL*.XLS – modelos dos cadernos Geral:
* GERAL – por município
* GERALAGL – por aglomerado urbano
* GERALMETR – por região metropolitana
* GERALMIC – por microrregião
* GERALUF – por unidade da federação
* GERALBR – para o Brasil
x RESUMO*.TXT e RESUMO*.XLS – modelos dos cadernos Resumo Executivo:
* RESUMO – por município
* RESUMOAGL – por aglomerado urbano
* RESUMOMETR – por região metropolitana
* RESUMOMIC – por microrregião
* RESUMOUF – por unidade da federação
* RESUMOBR – para o Brasil
Como o programa e os modelos de cadernos são continuamente aperfeiçoados, é
conveniente que, periodicamente, seja acessada a página do Caderno para verificar se existem novas
versões.
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60
Apresentamos a tela principal do Caderno de Informações:
Repare que na caixa de configurações aparece a página do Datasus, onde o programa vai
buscar as últimas atualizações sobre o relatório que queremos gerar.
O arquivo Idbmun.hlp contém as informações de ajuda para uso do programa Caderno de
Informações.
A partir de agosto/2003, foram disponibilizados os Cadernos já formatados, prontos para
utilização, apenas sendo necessário fazer a opção entre realizar uma visualização em tela ou fazer uma
cópia do arquivo em seu computador. Está disponível também um arquivo contendo os Cadernos de
todos os municípios de um determinado Estado escolhido. Os Cadernos serão atualizados
periodicamente pelo Datasus.
Existe a opção de consulta de uma parte do Caderno, disponível na página do Datasus, em
Cadernos de Informação de Saúde, em Indicadores Municipais de Saúde, onde, após selecionar o
Estado desejado, podemos optar por um Município e qual pesquisa a ser realizada.
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C CA AR RT TÃ ÃO O N NA AC CI IO ON NA AL L D DE E S SA AÚ ÚD DE E
O Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos
procedimentos realizados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário, ao profissional que o
realizou e também à unidade de saúde onde foi realizado. Para tanto, é necessária a construção de
cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidades de saúde.
Além dos cadastros, o Cartão Nacional de Saúde é constituído por:
x cartão do usuário: um cartão magnético, que será lido pelos equipamentos terminais
desenvolvidos especificamente para o projeto. Este cartão tem impresso o número nacional de
identificação do usuário.
x cartão do profissional: também é um cartão magnético e permitirá a identificação dos
profissionais de saúde perante o sistema.
x uma infra-estrutura de informação e telecomunicações, com funções de captar, armazenar e
transmitir as informações sobre os atendimentos realizados. Essa infra-estrutura é composta
pelos equipamentos terminais, instalados nas unidades de saúde que compõem o SUS, pelos
equipamentos servidores instalados nas secretarias estaduais e municipais de saúde e no
Ministério da Saúde e por uma rede de comunicação que abrange os níveis municipal, estadual
e federal.
x aplicativos desenvolvidos especificamente para o sistema Cartão Nacional de Saúde.
O sistema permite a coleta de uma série de informações vinculadas ao atendimento
realizado, contribuindo para a organização de serviços de saúde e para ampliar e qualificar o acesso dos
usuários aos mesmos. Dentre os objetivos do projeto, destacam-se:
x construção de uma base de dados de histórico clínico;
x imediata identificação do usuário e agilidade no atendimento;
x possibilidade de revisão do processo de compra e dispensação de medicamentos;
x integração de sistemas de informação;
x acompanhamento dos fluxos assistenciais, ou seja, acompanhamento do processo de referência
e contra-referência dos pacientes;
x revisão dos critérios de financiamento da saúde;
x acompanhamento, controle, avaliação e auditoria do sistema e serviços de saúde;
x auxílio na identificação de áreas problemáticas e na formulação de políticas, pela agilização da
disponibilidade das informações gerenciais.
Com tudo isso será possível conhecer quem está sendo atendido, por quem, onde, como e
com quais resultados.
Utilidades a curto prazo
x Individualização de Procedimentos – Hoje, apenas os procedimentos hospitalares e
alguns ambulatoriais de alta complexidade têm registro individualizado. Com isso, a maioria dos
procedimentos ambulatoriais não é registrada pessoa a pessoa, gerando problemas na
avaliação do impacto de ações programáticas e no fornecimento de insumos e serviços. Não há
como identificar se determinado procedimento está sendo realizado repetidamente pelo mesmo
usuário, ou se efetivamente o número de procedimentos realizados corresponde ao número de
usuários beneficiados. Com a individualização dos procedimentos, o gestor municipal ganha
meios para, segundo critérios e prioridades locais, analisar o impacto e a cobertura de
programas e serviços oferecidos à população, bem como organizar melhor a assistência,
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62
definindo serviços de referência intra e intermunicipais, fixando metas e estabelecendo
indicadores de acompanhamento e avaliação dos serviços de saúde.
x Vigilância em Saúde – O Cadastro Nacional potencializa a orientação da intervenção no
município a partir do enfoque de vigilância em saúde, à medida que vincula os indivíduos e seus
núcleos familiares ao espaço geográfico e social, permitindo o estabelecimento de associações
entre danos, riscos e determinantes em saúde.
x Atenção Básica – O cadastramento de indivíduos e domicílios será utilizado pelo SIAB (Sistema
de Informação de Atenção Básica) como o cadastro base para a organização dos Programas de
Agentes Comunitários de Saúde e de Saúde da Família (PACS/PSF), podendo ser utilizado
também para o planejamento e organização de serviços de saúde voltados à atenção básica
com outros modelos assistenciais.
x Integração dos Sistemas – A universalização do Cartão Nacional de Saúde possibilitará a
articulação dos Sistemas de Base Nacional (SIM, SINASC, SIA-SUS, SIH-SUS, SINAN,
SISVAN, SIAB, SI-PNI, etc.), para que, por meio do número do PIS/PASEP a ser gerado pela
Caixa Econômica Federal (CEF) para cada cadastro de indivíduo, sejam relacionadas as
informações, de maneira individualizada. Caso haja disponibilidade de Sistemas Locais, estes
também poderão se relacionar com o Cadastro.
x Dados Individuais – O Cadastro Nacional favorece a elaboração, implantação e análise do
impacto de protocolos clínicos em cada indivíduo, bem como a obtenção dos históricos de
assistência de qualquer usuário.
O Projeto Piloto
A implantação do Cartão Nacional de Saúde está prevista desde a Norma Operacional
Básica do SUS de 1996. No entanto, a complexidade e o fato de o projeto ser inédito fizeram com que
somente em 1999 ele, efetivamente, fosse iniciado.
O processo de implantação do Cartão Nacional de Saúde (CNS) em curso, considerado
como projeto piloto, abrange 44 municípios brasileiros e atinge todas as regiões do País, alcançando
cerca de 13 milhões de usuários do SUS. O projeto é financiado com recursos do Banco Interamericano
de Desenvolvimento – BID, por meio do projeto REFORSUS, e foi objeto de uma licitação internacional
para contratação da Solução de Informática do Cartão Nacional de Saúde.
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63
S SI IS ST TE EM MA A D DE E C CA AR RT TA AS S A AO OS S U US SU UÁ ÁR RI IO OS S D DO O S SU US S
Desde abril de 1999, o Ministério da Saúde vem enviando cartas aos usuários de internação
hospitalar da rede do Sistema Único de Saúde para que eles próprios tomem conhecimento e possam
conferir em um demonstrativo os procedimentos realizados, materiais e itens utilizados, valores cobrados
pelo hospital e pagos pelo SUS, e outros dados de sua internação.
O principal objetivo dessa sistemática de fiscalização e avaliação dos hospitais é o controle
dos recursos públicos e aferição da qualidade do atendimento prestado aos usuários, resultando na
identificação – e correção – de irregularidades na rede de serviços do SUS. Os usuários que recebem a
carta do Ministério da Saúde apresentam respostas com elogios, denúncias, reclamações, sugestões,
informações e correção de dados que permitem não só a identificação de fraudes em diferentes pontos
do Brasil como oferecem ao contribuinte a chance de participar do processo de fiscalização.
Do total de cartas enviadas pelo Ministério da Saúde no período de 1999 a 2001, cerca de 3
milhões, 139.709 foram respondidas pelos usuários, sendo 13.183 com denúncias, 2.718 com
reclamações e 4.844 com elogios diversos entre os demais comentários. Depois de receber as
informações dos usuários, o Ministério envia uma segunda carta ao paciente e/ou familiar agradecendo
pelas informações e reforçando a importância da denúncia como um meio de coibir irregularidades.
De acordo com o tipo, gravidade ou incidência das denúncias, os secretários municipais e
estaduais de Saúde vêm aplicando medidas punitivas que objetivam corrigir as irregularidades indicadas
pelos usuários do SUS em suas respostas às cartas enviadas pelo MS. Entre todas as 8.233 medidas
punitivas e/ou ações corretivas adotadas, decorrentes das denúncias confirmadas, foi informado ao
Ministério da Saúde que:
- 845 pacientes foram ressarcidos – receberam seu dinheiro de volta pelos valores cobrados
irregularmente por hospitais e/ou profissionais;
- 15 hospitais foram excluídos do SUS – do total de 81 apurações que concluíram por esta
medida punitiva, 42 foram multados, 25 receberam suspensão e 14 foram advertidos;
- com relação aos profissionais médicos, quatro foram excluídos, seis foram suspensos e 66
foram advertidos; respectivamente do total de 12, 26 e 140 apurações que concluíram por essas
penalidades;
- além disso foram aplicadas 50 advertências públicas e foram emitidas 612 de ordens de
recebimento (OR), que são restituições ao Fundo de Saúde conforme a gestão do hospital.
Cabe ressaltar que todas as denúncias não apuradas pelo gestor municipal ou estadual
dentro do prazo estabelecido (2.011 denúncias) foram encaminhadas ao Departamento Nacional de
Auditoria do SUS (DENASUS), para análise e providências.
A Portaria MS/GM 1137, de 6/10/2000 determina que a SAS disponibilize, via Internet,
informações e formulários de apuração de todas as denúncias de usuários do SUS encaminhadas ao
Ministério da Saúde, assim como as não apuradas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.
Será de responsabilidade dos gestores estaduais e municipais o acesso às informações e aos
formulários de apuração, referentes aos hospitais sob sua gestão, a partir de um login e de uma senha
pessoal e intransferível, fornecidos pela SAS/DECAS. As apurações serão cadastradas depois de
totalmente concluídas. Os gestores terão um prazo de 90 (noventa) dias, a partir da data de
disponibilização, para apresentarem os resultados das apurações. O não cumprimento do prazo
acarretará instauração de auditoria pelo Denasus. Acesso na página da SAS no item de menu Apuração
Carta/SUS.
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A Portaria MS/GM 2009, de 30/10/2001, institui no âmbito da SAS, o Serviço de
Atendimento ao Cidadão/Usuário do SUS – SAC/SUS, sistema informatizado, com fluxo de informações
via Internet, que compreende:
Cartas aos Usuários do SUS;
Demandas dos cidadãos/usuários;
Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares – PNASH.
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A AN NE EX XO OS S
Detalhamento dos arquivos, sua importância e as informações que eles contém
1 - Arquivo de Atividades Profissionais das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para
cada mês de competência:
- Nomenclatura: ATufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações das especialidades/atividades
profissionais, de cada Unidade Prestadora de Serviços Ambulatoriais da rede
ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN e CADSIA
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
01 ESP_CONDIC Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está
habilitado:
EC= Estado Convencional
PB= Município em Gestão PAB
MP= Munic. em Gestão Plena do Sistema Municipal
MS= Município em Gestão Semiplena
02 ESP_GESTAO UF + Código Município de Gestão ou UF9999 se a Unidade está
sob Gestão Estadual
03 ESP_CODUNI Código da Unidade Prestadora de Serviços (s/ o dv)
04 ESP_DATREF Data de Competência (AAAAMM)
05 ESP_CODESP Especificação da Atividade Profissional
06 ESP_QTPROF Nº Profissionais que desempenham a Especial/Ativ. Prof.
07 ESP_QTHORA Nº de Horas de trabalho/semana dos profissionais
08 ESP_MUNLOC Cód. do Munic.de Localização da Unidade seg. o IBGE
09 EPS_TIPPRE Caract. da unidade quanto ao tipo de Prestador de Serviços
10 ESP_TIPUNI Tipo da unidade em função da Estrutura/Complexidade
11 ESP_NIVHRQ Nível de Hierarquia considerando as Atividades Profissionais
2 - Arquivo de Acompanhamento Orçamentário das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para
cada mês de competência:
- Nomenclatura: IPufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
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- Descrição: contém registros com o Acompanhamento Orçamentário das Unidades
Prestadoras de Serviços Ambulatoriais, da rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: CADSIA
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
1 IPU_CONDIC Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está
habilitado:
EC= Estado Convencional
PB= Município em Gestão PAB
MP= Munic. em Gestão Plena do Sistema Municipal
MS= Município em Gestão Semiplena
2 IPU_GESTAO Unidade de Federação + Código Município de Gestão, ou
UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual
3 IPU_UID Código da Unidade Prestadora de Serviços (s/ o dv)
4 IPU_CMP Data de competência (AAAAMM)
5 IPU_IP Item de programação
6 IPU_QT_O Quantidade programada
7 IPU_QT_P Quantidade apresentada
8 IPU_QT_A Quantidade aprovada
9 IPU_VL_O Valor do orçamento
10 IPU_VL_P Valor produzido
11 IPU_VL_A Valor aprovado
12 IPU_BLOQ Campo para futuras implementações
13 IPU_VL_J Valor do ajuste (difer. de pagamento)
14 IPU_SINAL Sempre negativo, a partir de 01/01/99 (BDP de débito)
15 IPU_FILLER Campo para futuras implementações
3 - Arquivo de Mantenedoras das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para cada mês de
competência
- Nomenclatura: MNufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com o cadastro das Unidades Mantenedoras das
Unidades Prestadoras de Serviços Ambulatoriais, da rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: CADSIA
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Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
1 MNT_CONDIC Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está
habilitado:
EC= Estado Convencional
PB= Município em Gestão PAB
MP= Munic. em Gestão Plena do Sistema Municipal
MS= Município em Gestão Semiplena
Campo Nome Descrição do Campo
2 MNT_GESTAO Unidade de Federação + Código Município de Gestão, ou
UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual
3 MNT_RS Região de saúde
4 MNT_MN Código do Município (seg. o IBGE), com zero na frente
5 MNT_ID Oito primeiros dígitos do CGC
6 MNT_CGCFI Quatro dígitos finais do CGC (após barra)
7 MNT_CGCDV Dígito Verificador do CGC
8 MNT_RZSC Razão Social da UPS
9 MNT_IR 01, se desconta IR ou 02, se não desconta IR
10 MNT_LOGR Logradouro
11 MNT_NUM Número
12 MNT_COMPL Complemento
13 MNT_BAIRRO Bairro
14 MNT_CEP CEP
15 MNT_DDD DDD
16 MNT_TELE Telefone
17 MNT_BANCO Código do Banco (sempre 001, Banco do Brasil)
18 MNT_AB Agência do banco
19 MNT_NU_CC Conta Corrente do banco
20 MNT_DT_PR Data da competência da informação (AAMMDD)
21 MNT_DT_IN Data de inclusão no cadastro (AAMMDD)
22 MNT_DT_UA Data da última alteração no cadastro (AAMMDD)
4 - Arquivo de Serviços (SADT e Programas) das Unidades Ambulatoriais de cada Estado,
para cada mês de competência:
- Nomenclatura: SRufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
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- Descrição: contém registros com informações dos Serviços (SADT e Programas),
cadastrados em cada Unidade Prestadora de Serviços Ambulatoriais, da rede
ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN e CADSIA
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
01 SRV_CONDIC Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está
habilitado:
EC= Estado Convencional
PB= Município em Gestão PAB
MP= Munic. em Gestão Plena do Sistema Municipal
MS= Município em Gestão Semiplena
Campo Nome Descrição do Campo
02 SRV_GESTAO Unidade de Federação + Código Município de Gestão ou UF9999
se a Unidade está sob Gestão Estadual
03 SRV_CODUNI Código da Unidade Prestadora de Serviços (s/ o dv)
04 SRV_DATREF Data de competência (AAAAMM)
05 SRV_SERV Serviço Ambulatorial oferecido conforme Tabela do MS/SAS
06 SRV_CLASS Classificação do Serviço conforme Tabela do MS/SAS
07 SRV_MUNLOC Cód. do Munic. de Localização da unidade seg. o IBGE
08 SRV_TIPPRE Caracterização quanto ao tipo de Prestador de Serviços
09 SRV_TIPUNI Tipo de Unidade da UPS em função dos Serviços que presta
10 SRV_NIVHRQ Nível de Hierarquia quanto aos tipos de Serviços que presta
5 - Arquivo de Cadastro das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para cada mês de competência:
- Nomenclatura: UAufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com o cadastro das Unidades Prestadoras de Serviços
Ambulatoriais, da rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN e CADSIA
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
01 CAD_CONDIC Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está
habilitado:
EC= Estado Convencional
PB= Município em Gestão PAB
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MP= Município em Gestão Plena do Sistema Municipal
MS= Município em Gestão Semiplena
02 CAD_GESTAO Unidade de Federação + Código Município de Gestão ou
UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual
03 CAD_UFMUN Cód. do munic. de localização da unidade - IBGE
04 CAD_CODREG Código da regional administrativa de saúde
05 CAD_CODSA Código do Distrito sanitário
06 CAD_CODUNI Código da uni. prest. de serv. (s/ o dígito verificador)
07 CAD_DATREF Data de competência (AAMM)
08 CAD_RAZSOC Razão social da unidade prestadora de serviço
09 CAD_NOME Nome de fantasia da unidade prestadora de serviço
10 CAD_TIPREG (1-CPF, 2-CGC)
11 CAD_NUMREG Número do cadastro na Receita Federal (CGC/CPF)
12 CAD_INDIR Tipo de Abatim. ref. a retenção de IR (1-sim, 2-não)
Campo Nome Descrição do Campo
13 CAD_ENDLOG Identificação do logradouro da unidade
14 CAD_ENDNUM Número correspondente ao logradouro da unidade
15 CAD_ENDCPL Complemento do logradouro da unidade
16 CAD_ENDBRO Bairro onde se situa o logradouro da unidade
17 CAD_ENDCEP Código de endereçamento postal do logradouro
18 CAD_TELDDD Código do DDD do telefone na unidade
19 CAD_TELNUM Número do telefone da unidade
20 CAD_CODBCO Código do Banco onde a unidade recebe o crédito
21 CAD_CODAGE Código da Agência Bancária
22 CAD_NUMCCE Número da conta corrente
23 CAD_TIPUNI Caracterização (Tipo) da unidade
24 CAD_TIPPRE Caracter. quanto ao Tipo de Prestador de Serviços
25 CAD_NUMCON Nº contrato/convênio firmado pela unidade com o SUS
26 CAD_DATPUB Data da Publicação do contrato/convênio (AAMMDD)
27 CAD_QTDMED Número de consultórios médicos existentes
28 CAD_QTDEQP Número de equipamentos odontológicos
29 CAD_QTDSIG Número de salas de gesso existentes na unidade
30 CAD_QTDSPC Número de salas de pesquisas cirúrgicas na unidade
31 CAD_QTDSCA Número de salas de cirurgia ambulatorial
32 CAD_TURNS Período de abrangência do horário atendimento
33 CAD_FLUXOS Fluxo de clientela atendida na unidade
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
70
34 CAD_NIVHRQ Nível de Hierarquia da unidade
35 CAD_INDMAN Subord. ou não Ent. Mantenedora (0 - não, 1 – sim)
36 CAD_DATFIS Data de preenchimento do FCA (AAMMDD)
37 CAD_DATORC Data de preenchimento do FPO (AAMMDD)
38 CAD_DATCAD Data de cadastramento no SIA (AAMMDD)
39 CAD_DATATU Data processam. ref. a última atualiz. (AAMMDD)
6 - Arquivo de Registro Cadastral Único das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para
cada mês de competência:
- Nomenclatura: CNufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros do cadastro das Unidades Prestadoras de Serviços da rede
ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
01 CAD_UF Código do município de localização da unidade segundo o IBGE
02 CAD_GESTAO Algorítimo para identificar em qual(is) Gestão(ões) a Unidade
está cadastrada
03 CAD_CODUNI Código da Unidade Prestadora de Serviços
04 CAD_NUMREG Nº do cadastro na Receita Federal (CNPJ/CPF)
05 CAD_UFMUN Código do município de localização da unidade seg. IBGE
06 CAD_DATREF Data de Competência (AAMM)
07 CAD_TIPUNI Caracterização (Tipo de Unidade) da UPS em função dos
Serviços que presta
08 CAD_TIPPRE Caracterização da unidade quanto ao tipo de Prestador de
Serviços
09 CAD_NIVHRQ Nível de Hierarquia da Unidade considerando os tipos de
Serviços que presta
10 CAD_QTDMED Nº de consultórios médicos existentes na Unidade
11 CAD_QTDEQP Nº de equipamentos odontológicos existentes na Unidade
12 CAD_QTDSIG Nº de salas de gesso existentes na Unidade
13 CAD_QTDSPC Nº de salas de pesquisas cirúrgicas na Unidade
14 CAD_QTDSCA Nº de salas de cirurgia ambulatorial existentes na Unidade
15 CAD_FREQ Constante igual a hum
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
71
7 - Arquivo da Produção Ambulatorial de cada Estado, para cada mês de competência:
- Nomenclatura: PAufaamm.DBC (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBC (DBF comprimido)
- Descrição: contém registros com informações sobre a produção ambulatorial de cada
Unidade Prestadora de Serviços Ambulatoriais, da rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN e CADSIA
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
01 PA_CONDIC Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está
habilitado:
EC= Estado Convencional
PB= Município em Gestão PAB
MP= Município em Gestão Plena do Sistema Municipal
MS= Município em Gestão Semiplena
02 PA_GESTAO Unidade de Federação + Código Município de Gestão ou
UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual
Campo Nome Descrição do Campo
03 PA_CODUNI Código da unidade prestadora de serviço (s/ o dv)
04 PA_DATREF Data da realização do procedimento (AAMM)
05 PA_CODPRO Código de procedimento Ambulatorial
06 PA_DOCORIG Documento original: B = BPA, A = APAC
07 PA_CODESP Código da especialidade médica
08 PA_TIPPRO Cód. do tipo de atendimento a que se refere o procedimento
realizado pela UPS (só BPA)
09 PA_TIPATE Cód. do grupo de atendimento a que se refere o procedimento
realizado pela UPS (só BPA)
10 PA_FXETAR Faixa etária do paciente
11 PA_QTDPRO Quantidade produzida (apresentada)
12 PA_QTDAPR Quantidade aprovada
13 PA_INDICA Indicativo de situação quando do processamento:
0 = não aprovado,
5 = aprovado total,
6 = aprovado parcial
14 PA_TIPPRE Tipo de prestador
15 PA_DATPR Data de processamento (AAAAMM)
16 PA_VALPRO Valor apresentado
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
72
17 PA_VALAPR Valor aprovado
18 PA_UFMUN Unidade da Federação + município de localização
19 PA_MUNAT Município de atendimento
20 PA_NUMAPA Número da APAC
21 PA_CODOCO Código da ocorrência / erro (ref. PA_INDICA)
22 PA_CIDPRI Código do CID 10 (Código Internacional de Doenças) da
patologia que originou a doença diagnóstico principal
23 PA_CIDSEC Código do CID 10 do diagnóstico secundário (ou principal
dependendo de tipo de atendimento)
24 PA_MORFOL Código do CID 10 da morfologia
9 - Arquivo de Movimento Reduzido da Autorização de Internação Hospitalar de cada Estado, para
cada mês de competência:
- Nomenclatura: Rdufaamm.DBF (uf = sigla da UF, aa = ano de competência, mm =
mês de competência)
- Formato: DBC. Está compactado pelo software COMPDBF, no arquivo
RDuuaamm.DBC
- Descrição: contém registros correspondentes a cada AIH paga na Unidade da
Federação no período, com os campos mais utilizados
Descrição dos registros
Reg Nome Descrição
01 UF_ZI Código da unidade da federação
02 ANO_CMPT Ano de competência da AIH, no formato aaaa
03 MES_CMPT Mês de competência da AIH, no formato mm
04 ESPEC Especialidade da AIH, segundo a tabela de Especialidades
05 CGC_HOSP CGC do hospital; veja Cadastro de Hospitais
06 N_AIH Número da AIH
07 IDENT Identificação da AIH:
1: AIH normal
3: AIH de continuação; este tipo só é utilizado no momento da
entrada de dados para o sistema, por só conter os atos
realizados e procedimentos autorizados que não puderam ser
especificados na AIH de tipo 1
5: AIH de longa permanência e FPT; corresponde a internações
de longa duração (notadamente na área de psiquiatria) ou
casos FPT (Fora de Possibilidade Terapêutica)
08 CEP CEP do paciente
09 MUNIC_RESC Código do município de residência do paciente
10 NASC Data de nascimento do paciente, no formato aaaammdd
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
73
11 SEXO Sexo do paciente:
0: Ignorado
1: Masculino
3: Feminino
12 UTI_MES_IN Dias de UTI no mês em que se iniciou a internação em UTI
13 UTI_MES_AN Dias na UTI no mês anterior ao da alta
14 UTI_MES_AL Dias na UTI no mês da alta
15 UTI_MES_TO Total de dias de UTI durante a internação
16 MARCA_UTI Indica qual o tipo de UTI utilizado pelo paciente desta AIH,
conforme Tabela de Tipos de UTI utilizada:
00: Leito sem especialidade ou não utilizou UTI
01: UTI adulto nível II
02: UTI adulto nível III
03: UTI neonatal nível III
04: UTI neonatal nível II
05: UTI pediátrica nível II
06: UTI pediátrica nível III
07: Transplante pediátrico
08: Transplante adulto
17 UTI_INT_IN Dias de UTI no mês em que se iniciou a internação em UTI
intermediária
Campo Nome Descrição do Campo
18 UTI_INT_AN Dias na UTI intermediária no mês anterior ao da alta
19 UTI_INT_AL Dias na UTI intermediária no mês da alta
20 UTI_INT_TO Total de dias de UTI intermediária durante a internação
21 PROC_REA Procedimento realizado; veja Tabela de Procedimentos
22 VAL_SH Valor de serviços hospitalares
23 VAL_SP Valor de serviços profissionais
24 VAL_SADT Valor de SADT (serviços auxiliares de diagnose e terapia)
25 VAL_RN Valor de recém-nato
26 VAL_ORTP Valor de órtese e prótese
27 VAL_SANGUE Valor de sangue
28 VAL_SADTSR Valor referente a tomografias e ressonância nuclear magnética
pagas diretamente a terceiros, sem rateio.
Observação: este valor está somado em VAL_TOT, mas não
em VAL_SADT.
29 VAL_TRANSP Valor referente a transplantes (retirada de órgãos), incluindo:
- taxa de sala cirúrgica (SH)
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
74
- retirada de órgão (SP)
- exames no cadáver (SADT)
- avaliação auditiva (SADT)
- exames dos transplantados (SADT)
Observação: este valor está somado em VAL_TOT, mas não
em VAL_SH, VAL_SP e VAL_SADT.
30 VAL_OBSANG Valor de analgesia obstétrica
31 VAL_PED1AC Valor de pediatria - primeira consulta
32 VAL_TOT Valor total da AIH: VAL_SH + VAL_SP + VAL_SADT + VAL_RN
+ VAL_ORTP + VAL_SANGUE + VAL_SADTSR +
VAL_TRANSP + VAL_OBSANG + VAL_PED1AC
33 VAL_UTI Valor referente aos gastos em UTI
34 US_TOT Valor total da AIH (VAL_TOT), convertido para dólares.
35 DT_INTER Data de internação, no formato aaaammdd
36 DT_SAIDA Data de saída, no formato aaaammdd
37 DIAG_PRINC Diagnóstico principal, segundo a CID
38 DIAG_SECUN Diagnóstico secundário, segundo a CID
39 COBRANCA Cobrança, segundo a tabela de motivos de cobrança
40 NATUREZA Natureza da relação do hospital com o SUS
41 GESTAO Indica o tipo de gestão do hospital:
0: Gestão estadual
1: Gestão plena municipal
2: Gestão plena estadual
Campo Nome Descrição do Campo
42 MUNIC_MOV Código do município onde se localiza o hospital
43 COD_IDADE Unidade de medida da idade:
0: ignorada
2: dias
3: meses
4: anos
44 IDADE Idade, na unidade do campo COD_IDADE
45 DIAS_PERM Dias de permanência
46 MORTE Indica se o paciente teve saída com morte:
0: Não
1: Sim
47 COD_ARQ Código ident. do registro reduzido de AIH
48 CONT Contador utilizado em aplicativos; constante = 1
49 NACIONAL Nacionalidade do paciente
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
75
50 NUM_PROC Número do processamento
51 CAR_INT Caráter da internação
52 TOT_PT_SP Número de pontos de Serviços Profissionais nesta AIH
53 CPF_AUT CPF do auditor que autorizou o pagamento da AIH em caso de
homônimos
54 HOMONIMO Indicador se o paciente da AIH é homônimo do paciente de
outra AIH: em branco: não é homônimo
1: é homônimo
55 NUM_FILHOS Número de filhos
56 INSTRU Grau de instrução
57 CID_NOTIF CID de indicação para realização de laqueadura, conforme a
Tabela da CID. Não utilizado em caso de vasectomia
58 CONTRACEP1 Tipo de contraceptivo utilizado
59 CONTRACEP2 Segundo tipo de contraceptivo utilizado
60 GESTRISCO Indicador se é gestante de risco:
0: não é gestante de risco
1: é gestante de risco
Não utilizado em caso de vasectomia
61 INSC_PN Número de inscrição da gestante no programa de Assistência
Pré-Natal
62 SEQ_AIH5 Seqüencial da AIH de longa permanência
Obs.: 1) Os campos 22 a 33, acima, estão na moeda corrente da época.
2) Os campos 55 a 60, são preenchidos em casos de procedimentos de
laqueadura tubária (34.022.040), cesareana com laqueadura tubária (35.082.011,
35.083.018, 35.084.014 e 35.085.010) e vasectomia (31.005.098)
3) As estruturas dos arquivos acima citados, não são fixos, sofrendo alterações.
4) Fonte: CD de Movimento de AIH – Dezembro/2001 - © Datasus 2002
As informações destes arquivos também podem ser consultadas usando o Microsoft Excel,
que abre diretamente arquivos *.dbf. Uma vez abertos no Excel, os arquivos podem ser modificados,
gerando o relatório que se desejar.
DESCRIÇÃO DOS ARQUIVOS UTILIZADOS NO APACSIA
1 - Arquivo de APAC dos Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de cada Estado, para
cada mês de competência:
- Nomenclatura: ACufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em Terapia
Renal Substitutiva
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
76
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do campo
01 APA_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02 APA_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 APA_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 APA_NUM NÚMERO DA APAC
05 APA_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
06 APA_DATEM DATA DE EMISSÃO DA APAC
07 APA_DTINIV DATA DE INICIO DE VALIDADE DA APAC
08 APA_DTFIM DATA DE FIM DE VALIDADE DA APAC
09 APA_TIPATE TIPO DE ATENDIMENTO COBRADO POR APAC. (13-TRS; 14-
RADIOTERAPIA; 15-QUIMIOTERAPIA)
10 APA_TIPAPA TIPO DE APAC EMITIDA. (1-INICIAL; 2-CONTINUAÇÃO)
11 APA_CPFPCN CPF DO PACIENTE
12 APA_CPFRES CPF DO MÉDICO RESPONSÁVEL PELO ATENDIMENTO
Campo Nome Descrição do campo
13 APA_NOMERE NOME DO MÉDICO RESPONSÁVEL PELO ATENDIMENTO
14 APA_PRIPAL CÓDIGO DO PROCEDIMENTO PRINCIPAL COBRADO PELO
ATENDIMENTO
15 APA_MOTCOB CÓDIGO DO MOTIVO DA COBRANÇA DO PROCEDIMENTO
16 APA_DTOCOR DATA DA OCORRENCIA NO CASO DE ALTA ÓBITO,
MUDANÇA DE PROCEDIMENTO OU TRANSFERÊNCIA
17 APA_CPFDIR CPF DO DIRETOR DA UNIDADE PRESTADORA DO
ATENDIMENTO
18 APA_NOMEDI NOME DO DIRETOR DA UNIDADE PRESTADORA DO
ATENDIMENTO
19 APA_CONTN INDICADOR DE CONTINUAÇÃO DE APAC
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
77
2 - Arquivo de Pacientes em Tratamento de Radioterapia de cada Estado, para cada mês de
competência:
- Nomenclatura: PRufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em tratamento
de radioterapia
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 PAR_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02 PAR_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 PAR_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 PAR_NUM NÚMERO DA APAC
05 PAR_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
06 PAR_CPFPCN CPF DO PACIENTE
07 PAR_UFNASC UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE
08 PAR_CEPPCN CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE
09 PAR_MUNPCN MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA
UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO)
10 PAR_NASCPC DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE
Campo Nome Descrição do campo
11 PAR_SEXOPC SEXO DO PACIENTE. (M-MASCULINO; F-FEMININO)
12 PAR_INITRA DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO
13 PAR_DIAGPR CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA
PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA
14 PAR_DIAGSE CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA
15 PAR_METAST INDICAÇÃO DE METASTASE (S-SIM; N-NÃO)
16 PAR_FINALI FINALIDADE DO TRATAMENTO
17 PAR_DTDIAG DATA (AAMM) DO DIAGNÓSTICO DO TUMOR
18 PAR_DTTRA1 DATA (AAMM) DO 1º TRATAMENTO
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
78
19 PAR_DTTRA2 DATA (AAMM) DO 2º TRATAMENTO
20 PAR_DTTRA3 DATA (AAMM) DO 3º TRATAMENTO
21 PAR_ESTAD CÓDIGO DO ESTÁDIO DO TUMOR
22 PAR_AREA1 CID TOPOGRÁFICO DA ÁREA IRRADIADA 1
23 PAR_AREA2 CID TOPOGRÁFICO DA ÁREA IRRADIADA 2
24 PAR_AREA3 CID TOPOGRÁFICO DA ÁREA IRRADIADA 3
25 PAR_CAMPOS NÚMERO DE CAMPOS PLANEJADOS
3 - Arquivo de Pacientes em Tratamento de Quimioterapia de cada Estado, para cada mês
de competência:
- Nomenclatura: PQufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em tratamento
de quimioterapia
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 PAQ_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02 PAQ_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 PAQ_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 PAQ_NUM NÚMERO DA APAC
Campo Nome Descrição do campo
05 PAQ_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
06 PAQ_CPFPCN CPF DO PACIENTE
07 PAQ_UFNASC UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE
08 PAQ_CEPPCN CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE
09 PAQ_MUNPCN MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA
UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO)
10 PAQ_NASCPC DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE
11 PAQ_SEXOPC SEXO DO PACIENTE. (M-MASCULINO; F-FEMININO)
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
79
12 PAQ_INITRA DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO
13 PAQ_DIAGPR CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA
PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA
14 PAQ_DIAGSE CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA
15 PAQ_METAST INDICAÇÃO DE METASTASE (S-SIM; N-NÃO)
16 PAQ_DTDIAG DATA (AAMM) DO DIAGNÓSTICO DO TUMOR
17 PAQ_DTTRA1 DATA (AAMM) DO 1º TRATAMENTO
18 PAQ_DTTRA2 DATA (AAMM) DO 2º TRATAMENTO
19 PAQ_DTTRA3 DATA (AAMM) DO 3º TRATAMENTO
20 PAQ_ESTAD CÓDIGO DO ESTÁDIO DO TUMOR
21 PAQ_MEPREV NÚMERO DE CAMPOS PLANEJADOS
4 - Arquivo de Procedimentos Realizados nos Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de
cada Estado, para cada mês de competência:
- Nomenclatura: COufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais para cobrança dos
procedimentos realizados em Terapia Renal Substitutiva de cada Unidade Prestadora
de Atendimentos APAC da rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 COB_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
Campo Nome Descrição do campo
02 COB_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 COB_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 COB_NUM NÚMERO DA APAC
05 COB_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
06 COB_TIPATE TIPO DE ATENDIMENTO COBRADO POR APAC. (13-TRS; 14-
RADIOTERAPIA; 15-QUIMIOTERAPIA)
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
80
07 COB_CPFPCN CPF DO PACIENTE
08 COB_CODPR CODIGO DO PROCEDIMENTO AMBULATORIAL REALIZADO
PELA UNIDADE
09 COB_CODESP CODIGO DA ESPECIFICAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL
QUE REALIZOU O ATENDIMENTO
10 COB_QTPR QUANTIDADE DE PROCEDIMENTO AMBULATORIAL
REALIZADO PELA UNIDADE
11 COB_QTAP QUANTIDADE DE PROCEDIMENTO AMBULATORIAL
APROVADO PELA SEC.SAÚDE
12 COB_SEQ NÚMERO SEQUENCIAL DO REGISTRO
5 - Arquivo de Cadastro das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para cada mês de
competência:
- Nomenclatura: UAufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais de cada Unidade Prestadora
de Atendimentos APAC da rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 CAD_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02 CAD_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 CAD_UFMUN CODIGO DA UNIDADE DA FEDERAÇÃO E MUNICÍPIO DA
UNIDADE
04 CAD_CODREG CÓDIGO DA REGIÃO ADMINISTRATIVA DE SAÚDE A QUE
ESTA LIGADA A UNIDADE
05 CAD_DSA CÓDIGO DISTRITO SANITÁRIO A QUE ESTA LIGADA A
UNIDADE
Campo Nome Descrição do campo
06 CAD_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
07 CAD_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
81
08 CAD_RAZSOC RAZÃO SOCIAL DA UNIDADE PRESTADORA DE SERVIÇOS
09 CAD_NOME NOME FANTASIA DA UNIDADE PRESTADORA DE SERVIÇOS
10 CAD_TIPREG CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE PELO REGISTRO NA
RECEITA FEDERAL. (1-CPF; 2-CGC)
11 CAD_NUMREG CPF/CGC DA UNIDADE PRESTADORA DE SERVIÇOS
12 CAD_NASCPC DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE
13 CAD_INDIR INDICATIVO DO TIPO DE ABATIMENTO REFERENTE A
RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA (1-SIM; 2-NÃO)
14 CAD_ENDLOG LOGRADOURO DO ENDEREÇO DA UNIDADE
15 CAD_ENDNUM NÚMERO DO LOUGRADOURO DO ENDEREÇO DA UNIDADE
16 CAD_ENDCPL COMPLEMENTO DO ENDEREÇO DA UNIDADE
17 CAD_ENDBRO BAIRRO DO ENDEREÇO DA UNIDADE
18 CAD_ENDCEP CEP DO ENDEREÇO DA UNIDADE
19 CAD_TELDDD CÓDIGO DO DDD DO TELEFONE DA UNIDADE
20 CAD_TELNUM NÚMERO DO TELEFONE DA UNIDADE
21 CAD_CODBCO CÓDIGO DO BANCO ONDE A UNIDADE RECEBE O CRÉDITO
22 CAD_CODAGE CÓDIGO DA AGÊNCIA ONDE A UNIDADE RECEBE O
CRÉDITO
23 CAD_NUMCCE NÚMERO DA CONTA CORRENTE ONDE A UNIDADE RECEBE
O CRÉDITO
24 CAD_TIPUNI CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE EM FUNÇÃO DA
ESTRUTURA E COMPLEXIDADE
25 CAD_TIPPRE CARACTERIZAÇÃO DA QUANTO AO TIPO DE PRESTADOR
DE SERVIÇOS
26 CAD_NUMCON NÚMERO DO CONTRATO FIRMADO PELA UNIDADE COM O
SUS.
27 CAD_DATPUB DATA DA PUBLICAÇÃO DO CONTRATO
28 CAD_QRDMED QUANTIDADE DE CONSULTÓRIOS MÉDICOS EXISTENTES
NA UNIDADE
29 CAD_QRDEQP NÚMERO DE EQUIPOS ODONTOLÓGICOS EXIXTENTES NA
UNIDADE
30 CAD_QTDSIG NÚMERO DE SALAS DE GESSO EXIXTENTES NA UNIDADE
31 CAD_QTDSPC NÚMERO DE SALAS DE PEQUENAS CIRURGIAS
EXIXTENTES NA UNIDADE
32 CAD_QTDSCA NÚMERO DE SALAS DE CIRURGIA AMBULATORIAL
EXIXTENTES NA UNIDADE
33 CAD_TURNS CÓDIGO DO TURNO DE ATENDIMENTO DA UNIDADE
34 CAD_FLUXOS CÓDIGO DO FLUXO DE CLIENTELA ATENDIDA DA UNIDADE
35 CAD_NIVHRQ CÓDIGO DO NÍVEL HIERÁRQUICO DA UNIDADE
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
82
Campo Nome Descrição do campo
36 CAD_INDMAN INDICATIVO DE SUBORDINAÇÃO À MANTENEDORA (0-NÃO
SUBORDINADA; 1-SUBORDINADA)
37 CAD_DATFIS DATA (AAMMDD) DO PREENCHIMENTO DA FCA
38 CAD_DATORC DATA (AAMMDD) DO PREENCHIMENTO DA FPO
39 CAD_DATCAD DATA (AAMMDD) DO CADASTRAMENTO DA UNIDADE NO SIA
40 CAD_DATATU DATA (AAMMDD) DO PROCESSAMENTO REFERENTE À
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO
6 - Arquivo de Cadastro Complementar das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para
cada mês de competência:
- Nomenclatura: UOufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais complementares, em
tratamentos e equipamentos, de cada Unidade Prestadora de Atendimentos APAC da
rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 UDO_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02 UDO_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 UDO_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 UDO_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
05 UDO_SLRSIM NÚMERO DE SALAS DE SIMULAÇÃO DE RADIOTERAPIA
06 UDO_SLRPLA NÚMERO DE SALAS DE PLANEJAMENTO DE RADIOTERAPIA
07 UDO_SLRARF NÚMERO DE SALAS DE ARMAZENAMENTO DE FONTES DE
RADIOTERAPIA
08 UDO_SLRCOM NÚMERO DE SALAS DE CONFECÇÃO DE MÁSCARAS DE
RADIOTERAPIA
09 UDO_SLRMOL NÚMERO DE SALAS DE CONFECÇÃO DE MOLDES DE
RADIOTERAPIA
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
83
10 UDO_SLRBLP NÚMERO DE SALAS DE CONFECÇÃO DE BLOCO
PERSONALIZADO DE RADIOTERAPIA
Campo Nome Descrição do campo
11 UDO_SLRARM NÚMERO DE SALAS DE ARMAZENAMENTO DE
RADIOTERAPIA
12 UDO_SLQPRE NÚMERO DE SALAS DE PREPARO DE QUIMIOTERAPIA
13 UDO_SLQCDU NÚMERO DE SALAS DE QUIMIOTERAPIA DE CURTA
DURAÇÃO
14 UDO_SLQLDU NÚMERO DE SALAS DE QUIMIOTERAPIA DE LONGA
DURAÇÃO
15 UDO_SLQCFL NÚMERO DE SALAS DE ARMAZENAMENTO DE CAPELA
FLUXO LAMINAR
16 UDO_RSIMUL QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO SIMULADOR DE
RADIOTERAPIA
17 UDO_RAL6MV QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO ACELERADOR LINEAR ATÉ
6
18 UDO_RALM6C QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO ACELERADOR LINEAR
MAIOR 6 MeV COM ELÉTRONS DE RADIOTERAPIA
19 UDO_RALM6S QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO ACELERADOR LINEAR
MAIOR 6 MeV SEM ELÉTRONS DE RADIOTERAPIA
20 UDO_RO50K QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE ORTOVOLTAGEM DE
10-50 KV DE RADIOTERAPIA
21 UDO_RO150K QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE ORTOVOLTAGEM DE
50-150 KV DE RADIOTERAPIA
22 UDO_RO500K QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE ORTOVOLTAGEM DE
150-500 KV DE RADIOTERAPIA
23 UDO_RUNCOB QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE UNIDADE DE COBALTO
24 UDO_RBRAQB QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE BRAQUITERAPIA
BAIXA
25 UDO_RBRAQM QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE BRAQUITERAPIA
MÉDIA
26 UDO_RBRAQA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE BRAQUITERAPIA
ALTA
27 UDO_RMONAR QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS MONITOR DE ÁREA
28 UDO_RMONIN QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS MONITOR INDIVIDUAL
29 UDO_RSICPL QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE SISTEMA DE
COMPUTAÇÃO PARA PLANEJAMENTO
30 UDO_RDOSCL QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DOSÍMETRO CLÍNICO
31 UDO_RFONSE QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS FONTES SELADAS
32 UDO_RADMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE
RADIOTERAPIA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
84
33 UDO_RADCGC CGC DO SERVIÇO DA RADIOTERAPIA
34 UDO_RADRZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE RADIOTERAPIA
35 UDO_LCMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO LABORATÓRIO DE
HISTOCOMPATIBILIDADE PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA
UNIDADE
36 UDO_LCCGC CGC DO LABORATÓRIO DE HISTOCOMPATIBILIDADE
37 UDO_LHCRZ RAZÃO SOCIAL DO LABORATÓRIO DE
HISTOCOMPATIBILIDADE
38 UDO_TACMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE TOMOGRAFIA
AXIAL COMPUTADORIZADO PRÓPRIO OU CONTRATADO
PELA UNIDADE
39 UDO_TACCGC CGC DO SERVIÇO DE TOMOGRAFIA AXIAL
COMPUTADORIZADO
Campo Nome Descrição do campo
40 UDO_TACRZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE TOMOGRAFIA AXIAL
COMPUTADORIZADO
41 UDO_RMMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA PRÓPRIO OU CONTRATADO
PELA UNIDADE
42 UDO_RMCGC CGC DO SERVIÇO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
43 UDO_RMRZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE RESSONÂNCIA
MAGNÉTICA
44 UDO_APCMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE ANATOMIA
PATOLÓGICA/CITOLÓGICA PRÓPRIO OU CONTRATADO
PELA UNIDADE
45 UDO_APCCGC CGC IBGE DO SERVIÇO DE ANATOMIA
PATOLÓGICA/CITOLÓGICA
46 UDO_APCRZ RAZÃO SOCIAL IBGE DO SERVIÇO DE ANATOMIA
PATOLÓGICA/CITOLÓGICA
47 UDO_PCMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE PATOLOGIA
CLÍNICA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
48 UDO_PCCGC CGC DO SERVIÇO DE PATOLOGIA CLÍNICA
49 UDO_PCRZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE PATOLOGIA CLÍNICA
50 UDO_USMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE ULTRA-
SONOGRAFIA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
51 UDO_USCGC CGC DO SERVIÇO DE ULTRA-SONOGRAFIA
52 UDO_USRZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE ULTRA-SONOGRAFIA
53 UDO_MNMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE MEDICINA
NUCLEAR PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
54 UDO_MNCGC CGC DO SERVIÇO DE MEDICINA NUCLEAR
55 UDO_MNRZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE MEDICINA NUCLEAR
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
85
56 UDO_PRMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE PRÓTESE
PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
57 UDO_PRCGC CGC DO SERVIÇO DE PRÓTESE
58 UDO_PRRZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE PRÓTESE
59 UDO_MEMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE
MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS PRÓPRIO OU
CONTRATADO PELA UNIDADE
60 UDO_MECGC CGC DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS
61 UDO_MERZ RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE
EQUIPAMENTOS
62 UDO_QTMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA I
PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
63 UDO_QTCGC CGC IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA I
64 UDO_QTRZ RAZÃO SOCIAL IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA I
65 UDO_QTMN1 CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA II
PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
66 UDO_QTCGC1 CGC DO CENTRO DE ONCOLOGIA II
67 UDO_QTRZ1 RAZÃO SOCIAL DO CENTRO DE ONCOLOGIA II
Campo Nome Descrição do campo
68 UDO_QTMN2 CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA
III PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE
69 UDO_QTCGC2 CGC DO CENTRO DE ONCOLOGIA III
70 UDO_QTRZ2 RAZÃO SOCIAL DO CENTRO DE ONCOLOGIA III
71 UDO_MRANM NOME DO ADMINISTRADOR OU RESPONSÁVEL TÉCNICO
PELA UNIDADE
72 UDO_MRACPF CPF DO ADMINISTRADOR OU RESPONSÁVEL TÉCNICO
PELA UNIDADE
73 UDO_MRONM NOME DO MÉDICO ONCOLOGISTA PEDIÁTRICO
RESPONSÁVEL
74 UDO_MROCPF CPF DO MÉDICO ONCOLOGISTA PEDIÁTRICO
RESPONSÁVEL
75 UDO_MONM NOME DO MÉDICO ONCOLOGISTA CLÍNICO RESPONSÁVEL
76 UDO_MOCPF CPF DO MÉDICO ONCOLOGISTA CLÍNICO RESPONSÁVEL
77 UDO_MRRNM NOME DO MÉDICO RADIOTERAPEUTA RESPONSÁVEL
78 UDO_MRRCPF CPF DO MÉDICO RADIOTERAPEUTA RESPONSÁVEL
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
86
7 - Arquivo de Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de cada Estado, para cada mês de
competência:
- Nomenclatura: PCufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em tratamento
de terapia renal substitutiva
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 PAC_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02 PAC_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 PAC_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 PAC_NUM NÚMERO DA APAC
05 PAC_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
06 PAC_CPFPCN CPF DO PACIENTE
07 PAC_NOMEPC NOME DO PACIENTE
Campo Nome Descrição do campo
08 PAC_UFNASC UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE
09 PAC_NOMEMA NOME DA MÃE DO PACIENTE
10 PAC_LOGPCN LOGRADOURO DO PACIENTE
11 PAC_NUMPCN NÚMERO DO LOGRADOURO
12 PAC_CPLPCN COMPLEMENTO DO LOGRADOURO
13 PAC_CEPPCN CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE
14 PAC_MUNPCN MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA
UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO)
15 PAC_NASCPC DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE
16 PAC_SEXOPC SEXO DO PACIENTE. (M-MASCULINO; F-FEMININO)
17 PAC_INITRA DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO
18 PAC_DIAGPR CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA
PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
87
19 PAC_DIAGSE CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA
20 PAC_INDTRA INDICAÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO)
21 PAC-INSTRA INSCRIÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO)
22 PAC_DTINSC DATA (DDAAMM) DE INSCRIÇÃO
23 PAC_DTTRS1 DATA (AAMM) DO 1º TRANSPLANTE
24 PAC_DTTRS2 DATA (AAMM) DO 2º TRANSPLANTE
25 PAC_DTTRS3 DATA (AAMM) DO 3º TRANSPLANTE
26 PAC_SITTRA SITUAÇÃO DE TRANSPLANTE
8 - Arquivo de Pacientes que recebem Medicamentos Excepcionais de cada Estado, para
cada mês de competência:
- Nomenclatura: PFufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes que recebem
medicamentos excepcionais
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 PAF_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
Campo Nome Descrição do campo
02 PAF_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 PAF_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 PAF_NUM NÚMERO DA APAC
05 PAF_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
06 PAF_CPFPCN CPF DO PACIENTE
07 PAF_NOMEPC NOME DO PACIENTE
08 PAF_UFNASC UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE
09 PAF_NOMEMA NOME DA MÃE DO PACIENTE
10 PAF_LOGPCN LOGRADOURO DO PACIENTE
11 PAF_NUMPCN NÚMERO DO LOGRADOURO
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
88
12 PAF_CPLPCN COMPLEMENTO DO LOGRADOURO
13 PAF_CEPPCN CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE
14 PAF_MUNPCN MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA
UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO)
15 PAF_NASCPC DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE
16 PAF_SEXOPC SEXO DO PACIENTE. (M-MASCULINO; F-FEMININO)
17 PAF_INITRA DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO
18 PAF_DIAGPR CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA
PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA
19 PAF_DIAGSE CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA
20 PAF_INDTRA INDICAÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO)
21 PAF_INSTRA INSCRIÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO)
22 PAF_DTINSC DATA (DDAAMM) DE INSCRIÇÃO
23 PAF_DTTRS1 DATA (AAMM) DO 1º TRANSPLANTE
24 PAF_DTTRS2 DATA (AAMM) DO 2º TRANSPLANTE
25 PAF_DTTRS3 DATA (AAMM) DO 3º TRANSPLANTE
26 PAF_SITTRA SITUAÇÃO DO TRATAMENTO
9 - Arquivo de Resultado de Exames dos Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de cada
Estado, para cada mês de competência:
- Nomenclatura: EXufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais de resultados de exames dos
pacientes que estão em Terapia Renal Substitutiva
Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 EXA_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02 EXA_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 EXA_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
89
04 EXA_NUM NÚMERO DA APAC
05 EXA_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
06 EXA_CPFPCN CPF DO PACIENTE
07 EXA_INDCRE RESULTADO DE EXAME DE CREATININA
08 EXA_INDUPR RESULTADO DE EXAME DE UREIA PRÉ-TRATAMENTO
09 EXA_INDUPS RESULTADO E EXAME DE UREIA PÓS-TRATAMENTO
10 EXA_HEPAT RESULTADO EXAME DE HEPATITE (P-POSITIVO / N-
NEGATIVO)
11 EXA_HBSAG RESULTADO ANTIGENO DE HBSAG
12 EXA_HIV RESULTADO DE EXAME DE HIV
13 EXA_HLA RESULTADO DE EXAME DE HLA
10 - Arquivo de Cadastro Complementar das Unidades Ambulatoriais de Diálise de cada
Estado, para cada mês de competência:
- Nomenclatura: UDufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBF
- Descrição: contém registros com informações cadastrais complementares de cada
Unidade Prestadora de Atendimentos APAC de Diálise da rede ambulatorial do SUS
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Campo Nome Descrição do campo
01 UDI_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
Campo Nome Descrição do campo
02 UDI _GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03 UDI_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04 UDI_DATREF DATA DE REFERÊNCIA
05 UDI_QTDAG1 NÚMERO DE SALAS DE “HBSAG + “
06 UDI_QTDAG2 NÚMERO DE SALAS DE “HBSAG - “
07 UDI_QTDDPI NÚMERO DE SALAS DE DPI
08 UDI_QTDDPA NÚMERO DE SALAS DE DPAC
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
90
09 UDI_QTDMQP NÚMERO DE MÁQUINAS DE PROPORÇÃO
10 UDI_QTDMQO NÚMERO DE OUTRAS MÁQUINAS
11 UDI_QTDMQD NÚMERO DE MÁQUINAS DE DPI
12 UDI_INDTR1 FILTRO DE AREIA
13 UDI_INDTR2 FILTRO DE CARVAO
14 UDI_INDTR3 ABRANDADOR
15 UDI_INDTR4 DEIONIZADOR
16 UDI_INDTR5 MAQ. OSMOSE REVERSA
17 UDI_INDTR6 OUTROS
18 UDI_HTPMN HOSPITAL PARA TRANSPLANTE – CÓDIGO
19 UDI_HTPCGC HTP - CGC
20 UDI_HTPRZ HTP – NOME
21 UDI_LHCMN LAB. DE HISTOCOMPATIBILIDADE – CÓDICO
22 UDI_LHCCGC LHC – CGC
23 UDI_LHCRZ LHC – NOME
24 UDI_HGMN1 HOSPITAL GERAL 1 – CÓDIGO MUNICIPIO
25 UDI_HGCGC1 HGE – CGC
26 UDI_HGRZ1 HGE – NOME
27 UDI_HGMN2 HOSPITAL GERAL 2 – CÓDIGO MUNICIPIO
28 UDI_HGCGC2 HGE – CGC
29 UDI_HGRZ2 HGE – NOME
30 UDI_PCMN1 PATOLOGIA CLÍNICA 1
31 UDI_PCCGC1 PATOLOGIA CLÍNICA - CGC
32 UDI_PCRZ1 PATOLOGIA CLÍNICA – NOME
33 UDI_PCMN2 PATOLOGIA CLÍNICA 2
34 UDI_PCCGC PATOLOGIA CLÍNICA - CGC
35 UDI_PCRZ2 PATOLOGIA CLÍNICA - NOME
36 UDI_MEDMN MANUT. EQUIPO. DE DIALISE – CÓDIGO
37 UDI_MEDCGC MED – CGC
Campo Nome Descrição do campo
38 UDI_MEDRZ MED – NOME
39 UDI_MTAMN MANUT. TRATAMENTO ÁGUA – CÓDIGO MUNICIPIO
40 UDI_MTACGC MTA – CGC
41 UDI_MTARZ MTA – NOME
42 UDI_LAAMN LAB. PARA ANÁLISE DA ÁGUA – CÓDIGO
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
91
43 UDI_LAACGC LAA – CGC
44 UDI_LAARZ LAA – NOME
45 UDI_RDMN1 SERVIÇO RADIOLOGIA 1
46 UDI_RDCGC1 SERV. RADIOLOGIA – CGC
47 UDI_RDRZ1 SERV. RADIOLOGIA – NOME
48 UDI_RDMN2 SERVIÇO RADIOLOGIA 2
49 UDI_RDCGC2 SERV. RADIOLOGIA – CGC
50 UDI_RDRZ2 SERV. RADIOLOGIA – NOME
51 UDI_USMN1 SERVIÇO ULTRASSONOGRAFIA 1
52 UDI_USCGC1 SERV. ULTRASSONOGRAFIA – CGC
53 UDI_USRZ1 SERV. ULTRASSONOGRAFIA – NOME
54 UDI_USMN2 SERVIÇO ULTRASSONOGRAFIA 2
55 UDI_USCGC2 SERV. ULTRASSONOGRAFIA – CGC
56 UDI_USRZ2 SERV. ULTRASSONOGRAFIA – NOME
57 UDI_APMN1 SERVIÇO DE ANATOMIA E CITOPATOLOGIA 1
58 UDI_APCGC1 SERV. ANATOMIA CITOPATOLOGIA – CGC
59 UDI_APRZ1 SERV. ANATOMIA CITOPATOLOGIA - NOME
60 UDI_APMN2 SERV. DE ANATOMIA E CITOPATOLOGIA 2
61 UDI_APCGC2 SERV. ANATOMIA CITOPATOLOGIA – CGC
62 UDI_APRZ2 SERV. ANATOMIA CITOPATOLOGIA - NOME
63 UDI_NFRNM NOME NEFROLOGISTA RESPONSÁVEL
64 UDI_NFRCPF CPF NEFROLOGISTA RESPONSÁVEL
65 UDI_DIRNM NOME DO DIRETOR
66 UDI_DIRCPF CPF DO DIRETOR
11 - Arquivo de Ocorrências de APAC (Autorização de Procedimentos Ambulatoriais de
Alta Complexidade/Alto Custo) de cada Município, para cada mês de competência:
- Nomenclatura: TAufaamm.DBC (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de
referência, mm = mês de referência)
- Formato: DBC (compactador COMPDBF)
- Descrição: contém registros correspondentes a cada autorização de procedimentos
ambulatoriais de alta complexidade/alto custo paga no município no período
- Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
92
Descrição dos registros
Campo Nome Descrição do Campo
01
APA_CONDIC CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO:
PB = ATENÇÃO BÁSICA
MP = MUNICÍPIO PLENO
MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO
EC = ESTADUAL CONVENCIONAL
EA = ESTADUAL AVANÇADO
EP = ESTADUAL PLENO
02
APA_GESTAO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO
03
APA_CODUNI CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM
DÍGITO VERIFICADOR)
04
APA_DATREF DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO
05
APA_DATPR DATA DO PROCESSAMENTO
06
APA_TIPPRE CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE QUANTO AO TIPO DE
PRESTADOR DE SERVIÇOS
07
APA_TIPUNI CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE QUANTO A ESTRUTURA E
COMPLEXIDADE
08
APA_MUNUNI CÓDIGO DO MUNICÍPIO A QUE PERTENCE A UNIDADE
09
APA_PRIPAL CÓDIGO DO PROCEDIMENTO PRINCIPAL COBRADO PELO
ATENDIMENTO
10
APA_MOTCOB CÓDIGO DO MOTIVO DA COBRANÇA DO PROCEDIMENTO
11
APA_CIDPRI CID PRINCIPAL – MORFOLOGIA DO TUMOR
12
APA_CIDSEC CID SECUNDÁRIO – TOPOGRAFIA DO TUMOR
13
APA_CIDMOR CID DE MORTALIDADE
14
APA_MUNRES CÓDIGO DO MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA DO PACIENTE
15
APA_NATNAC NATURALIZADO/NACIONALIDADE DO PACIENTE
16
APA_SEXO SEXO DO PACIENTE
17
APA_INDTRA INDICAÇÃO PARA TRANSPLANTE? (S;N)
18
APA_TRANSP QUANTIDADE DE TRANSPLANTES
19
APA_INVAZM SERVIÇO UTILIZADO EM MUNICÍPIO DIFERENTE DO DE
RESIDÊNCIA - (S;N)
20
APA_INVAZE SERVIÇO UTILIZADO EM ESTADO DIFERENTE DO DE
RESIDÊNCIA - (S;N)
21
APA_IDDAAA IDADE DO PACIENTE EM ANOS
22
APA_IDDMM IDADE DO PACIENTE EM MESES
23
APA_TPATEN TIPO DE ATENDIMENTO
24
APA_TOTAL VALOR TOTAL DA APAC
25
APA_NUM NÚMERO DA APAC
Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS
93
L LE EG GI IS SL LA AÇ ÇÃ ÃO O, , N NO OR RM MA AS S E E T TE EX XT TO OS S C CO ON NS SU UL LT TA AD DO OS S
1. Apostila de TAB (TAB, TABNET, TABWIN) - Departamento de Informática do SUS – Ministério da
Saúde.
2. Manual de AIH – Ministério da Saúde.
3. Manual do SIASUS – Ministério da Saúde.
4. Manual do SIHSUS – Ministério da Saúde.
5. Diário Oficial da União – Imprensa Nacional.
6. Home Page do Ministério da Saúde.
7. Home Page do DATASUS – Ministério da Saúde.
8. Home Page do Serviço de Processamento de Dados da Previdência Social (SERPRO).
9. Home Page do Tesouro Nacional.
10. Relatório de Gestão 1998/2001 – Secretaria de Assistência à Saúde - Ministério da Saúde.
11. Série Saúde & Cidadania – CARVALHO, André de Oliveira; EDURADO, Maria Bernadete de Paula.
Sistemas de informação em saúde para Municípios. São Paulo: IDS; FSP; USP, 1998. v. 6. (Série
Saúde e Cidadania).
EDÌTORA MS
Coordenação-Geral de Documentação e Ìnformação/SAA/SE
MÌNÌSTÉRÌO DA SAÚDE
(Reprodução fiel do conteúdo original)
SÌA, Trecho 4, Lotes 540/610 ÷ CEP: 71200-040
Telefone: (61) 233-2020 Fax: (61) 233-9558
E-mail: editora.ms@saude.gov.br
Home page: http://www.saude.gov.br/editora
Brasília ÷ DF, fevereiro de 2004
OS 0118/2004
A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada
gratuitamente na Biblioteca Virtual em Saúde:
http://www.saude.gov.br/bvs

2004. Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Série A. Normas e Manuais Técnicos Tiragem: 400 exemplares

Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAÚDE Departamento Nacional de Auditoria do SUS Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica Coordenação de Normatização e Cooperação Técnica o SEPN 511, Asa Norte, Bloco C, Edifício Bittar IV, 5. andar CEP: 70050-543, Brasília – DF Tel.: (61) 448-8364 Fax: (61) 448-8382 Equipe técnica responsável: Andréa Carla França de Lima (CNCT/CGDNCT/DENASUS) Fernando Carneiro da Rocha Menezes Neto (SEAUD/BA) Renato José Marques (DENASUS/RJ) Colaboradores: Adriana de Assis Miranda (CNCT/CGDNCT/DENASUS) Amélia de Andrade (CARSS/DENASUS) Carlos Roberto Pires Dantas (COSIN/DENASUS) Lúcio Aleixo de Luna (SEAUD/GO) Marco Aurélio Lopes dos Santos (SEAUD/BA) Maria Aparecida Sá Benetti Braga (SEAUD/ES) Maria Cristina Gravatá de Menezes Barretto (SEAUD/BA)

Informações atualizadas até outubro/2003

Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Ficha Catalográfica

Brasil. Ministério da Saúde. Departamento Nacional de Auditoria do SUS. Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica Auditoria no SUS: noções básicas sobre sistemas de informação / Ministério da Saúde, Departamento Nacional de Auditoria do SUS, Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2004. 94 p.: il. color. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos)

1. Sistemas de informação. 2. Auditoria administrativa. 3. Informática em saúde pública. I. Brasil. Ministério da Saúde. Departamento Nacional de Auditoria do SUS. Coordenação-Geral de Desenvolvimento, Normatização e Cooperação Técnica. II. Título. III. Série. NLM MZ 699 _____________________________________________________________________________________________________________
Catalogação na fonte – Editora MS

SUMÁRIO U APRESENTAÇÃO ............................................................................................................................................ 5 OBJETIVOS...................................................................................................................................................... 5 SISTEMAS FERRAMENTAS E APLICATIVOS QUE AJUDAM A ENTENDER O SUS.................................. 7 INTERNET...................................................................................................................................................... 13 O SUS – SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE......................................................................................................... 15 SISTEMA DE INFORMAÇÕES AMBULATORIAIS DO SUS - SIA/SUS ....................................................... 15 FLUXO DE DADOS MAGNÉTICOS DO SIA ................................................................................................. 16 ARQUIVOS, CADASTROS E TABELAS QUE COMPÕEM AS INFORMAÇÕES NO SIA ........................... 17 DISPONIBILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIA......................................... 17 ORGANIZAÇÃO DOS CD-ROM .................................................................................................................... 19 CD de Movimento de Atendimento Ambulatorial ........................................................................................... 19 CD de Movimento das Autorizações de Procedimentos de Alta Complexidade – APAC............................. 20 SUGESTÕES PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIA............................................. 21 PROGRAMAS E FERRAMENTAS UTILIZADAS NO SIA/SUS ..................................................................... 22 CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde ......................................................................... 23 CADSIA .......................................................................................................................................................... 24 APAC – Autorizações de Procedimentos de Alta Complexidade/Alto Custo................................................. 26 TABWIN (VERSÃO DO TAB PARA WINDOWS – TabWin32) ...................................................................... 27 TABNET (SIA) ................................................................................................................................................ 35 TABWIN (INTRANET) .................................................................................................................................... 38 SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES DO SUS - SIH/SUS......................................................... 40 FLUXO DE DADOS MAGNÉTICOS DO SIH ................................................................................................. 41 ARQUIVOS E TABELAS QUE COMPÕEM AS INFORMAÇÕES NO SIH.................................................... 42

......................................................................................... 47 RECURSOS FINANCEIROS DO SUS............................................................................................................................................................................................................ 45 TABWIN (SIH) ................ 56 EXCEL ..................................................................... 43 CD de Movimento de Autorização de Internação Hospitalar ........................................................................... 65 LEGISLAÇÃO...................................................................................................................................................................................................................... 93 ...................................................................................................................................................................................................................................................... 61 SISTEMA DE CARTAS AOS USUÁRIOS DO SUS............................................................. 49 Recursos Federais do SUS (por Prestador).............................................................................................................................................................................................................................................. 43 ORGANIZAÇÃO DO CD-ROM........................................................... 48 Recursos Federais do SUS (por Município) .................................................................................... 43 SUGESTÕES PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIH ........................................................................................... NORMAS E TEXTOS CONSULTADOS......... 43 PROGRAMAS E FERRAMENTAS UTILIZADAS NO SIH/SUS............................. 59 CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE.......................................................... 56 IMPRAIH (Impressão de AIHs)................................................................................................................ 44 RELATÓRIOS DE SAÍDA DO SISTEMA ..................... 46 TABNET (SIH) ........................................................... 45 BDAIH ................................................................ 52 UTILITÁRIOS..................... 63 ANEXOS............................................................................................................................................................ 57 CADERNO DE INFORMAÇÕES DE SAÚDE ............................................................................................................................................DISPONIBILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS DADOS DO SIH...............................................................

tendo como objetivo principal a utilização de alternativas cada vez mais práticas e acessíveis e que o retorno seja produtivo e gratificante para todos os técnicos e para o SNA. Isso para podermos tratar as informações separadamente. registro e história clínica do cliente”.SIH/SUS. A auditoria desenvolve atividades de controle e avaliação de aspectos específicos e dos processos e resultados da prestação de serviços. Este guia está dividido em duas partes principais: Sistema de Informações Ambulatoriais SIA/SUS e Sistema de Informações Hospitalares . utilizando o recurso da Internet. IBGE. trazendo os Aplicativos e Sistemas desenvolvidos e disponibilizados pelo Departamento de Informática do SUS – DATASUS. Na elaboração deste guia foram consultados diversos órgãos. informações disponíveis na Internet. O trabalho de auditoria no SUS. FUNASA. tais como: Ministérios da Fazenda. é extremamente complexo.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações APRESENTAÇÃO O conceito de auditoria (audit) proposto por Lambeck em 1956 tem como premissa a “avaliação da qualidade da atenção com base na observação direta. pois muitos interesses e responsabilidades estão em foco quando se audita a saúde. Normatização e Cooperação Técnica CGDNCT/DENASUS/MS 5 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . na extração de informações e na elaboração de relatórios de saída dos sistemas SIA/SUS e SIH/SUS. apesar de estarem os dois voltados para o mesmo fim. necessitando de uma grande quantidade de informações que precisam ser cuidadosamente extraídas. trabalhadas e interpretadas. principalmente. Justiça e Previdência Social. Planejamento. OBJETIVOS Subsidiar técnicos do Sistema Nacional de Auditoria . Coordenação-Geral de Desenvolvimento. Nesse sentido este guia vem dar suporte. SERPRO e. o Ministério da Saúde e o DATASUS na busca de informações sobre documentação dos Sistemas e Aplicativos que hora nos propomos a estudar. FIOCRUZ.SNA em suas atividades de auditoria. e outras fontes de dados de interesse do Departamento Nacional de Auditoria do SUS – DENASUS. Estabelecer possibilidade de parceria entre os técnicos responsáveis pela disseminação das informações e os técnicos em auditoria do DENASUS. dentro de cada sistema. bem como os diversos utilitários de apoio.

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Automatiza a coleta de dados sobre os procedimentos mento de Unidade executados.siops@datasus.gov. SIOPS Sistema de Informa. relativas à população atendida pelo ambulatório. Estados e o Ministério da Saúde com de Atenção Básica informações fundamentais para o planejamento. SIGLA DEFINIÇÃO OBJETIVOS INFORMAÇÕES CONTATO SIAB Sistema de Informação Subsidia Municípios. oferecendo aos gestores informações sobre Ambulatorial Básica atendimento clínico. Informações Epidemiológicas. Estadual/Regional.gov.br consultados na home page do DATASUS em Produtos e Serviços.gov. SIAB.datasus.br Os dados podem ser sigab@datasus. SIAB – tópico SIGAB. www.br consultados na home page do DATASUS em Produtos e Serviços. A consolidação das informações sobre gastos em saúde no país é uma iniciativa que vem proporcionar a toda a população. o conhecimento sobre quanto cada unidade político-administrativa do país tem aplicado na área. www. SIOPS.gov.br consultados na home page do DATASUS em Produtos e Serviços.datasus.gov. apresentamos a seguir alguns Sistemas e Aplicativos que auxiliam na recuperação e compreensão das informações do SUS e que deverão ser conhecidas por todos nós. imunizações e serviços complementares. Os dados podem ser investiga. Municipal e Unidades Básicas. em especial àquela parcela que de alguma forma têm vínculo com o SUS .br Os dados podem ser duvida.gov.dab@saude.datasus.br SIGAB Sistema de Gerencia. Informações Epidemiológicas. acompanhamento e avaliação das ações desenvolvidas pelos Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e as equipes de saúde da Família (PSF). Fornece informações estratificadas de endemias e morbidade. 7 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .O SIOPS tem como principal objetivo a coleta e a ções sobre Orçamentos sistematização de informações sobre as receitas totais e despesas com ações e serviços públicos de saúde das três Públicos em Saúde esferas de governo. odontológico.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SISTEMAS E APLICATIVOS RELACIONADOS AO SUS Embora não sejam objetos de estudo nesta etapa. Oferece aos usuários os seguintes níveis de implantação: Nacional. http://siops.

O sistema oferece aos gestores de saúde.br consultados na home page do sinasc@funasa.preços. estadual e federal.br DATASUS em Informações de Saúde – Estatisticas Vitais Mortalidade Geral SINAN Sistema de Informação Tem por objetivo o registro e processamento dos dados sobre de Agravos de agravos de notificação em todo o Território nacional.ibge. como sexo.funasa. Sistemas de Informação em Saúde. a partir das declarações de óbito coletadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde. entre outras. índice de Os dados podem ser www. www. Os dados coletados são de grande importância para a vigilância sanitária e análise epidemiológica.ibge.br Recuperação Automáti.gov.gov. tipo de parto e peso ao nascer. SINASC Sistema de Informa.gov. www. Notificação fornecendo informações para análise do perfil da morbidade e contribuindo desta forma para a tomada de decisões ao nível municipal. 8 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . além de estatísticas de saúde e demografia. são de grande importância para análise epidemiológica.br Os dados podem ser www.funasa. pesquisadores e ções de Mortalidade entidades da sociedade informações da maior relevância para a definição de prioridades nos programas de prevenção e controle de doenças. SINAN. Os dados podem ser sinasc@datasus. acessados no site do IBGE.gov.gov.br DATASUS em Informações de Saúde – Estatisticas Vitais Nascidos Vivos. entre outros. alterações da moeda nacional.br consultados na home page do sim@funasa. ca SIDRA.O SINASC propicia um aporte significativo de dados sobre ções de Nascidos Vivos nascidos vivos.br consultados na home page da Fundação Nacional de Saúde.gov.gov. SIM Sistema de Informa. Os dados. com suas características mais importantes.br Os dados podem ser sim@datasus.gov. estatística e demográfica.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SISTEMAS E APLICATIVOS RELACIONADOS AO SUS (continuação) OBJETIVOS INFORMAÇÕES CONTATO SIGLA DEFINIÇÃO SIDRA Sistema IBGE de Site de consulta de preços médios de produtos. local onde ocorreu o nascimento.

gov. No âmbito do SNVE. no âmbito do Sistema Único de Saúde. SNVE Sistema Nacional de Objetiva o estabelecimento de sistemas de informação e Vigilância Epidemio.gov. implementação e avaliação das ações de prevenção e controle de doenças e agravos. que são agregados por faixa etária. necessário aos administradores que têm a incumbência de programar sua aquisição e distribuição. proteção e recuperação da saúde dos povos Informações disponíveis no www.gov.br. SI-PNI SIG Sistema de Informa. a www.O principal objetivo no desenvolvimento do SIG/FIOCRUZ é a As informações estão www.gov. Saúde Indígena Organização das atividades de atendimento integral à saúde dos povos indígenas.br ções Geográficas da geração de bases de dados e desenvolvimento de disponíveis no site da Fiocruz. FIOCRUZ metodologias de análise espacial e georeferenciamento de em Informação dados em microregiões.br Saúde indígenas. o perfil epidemiológico site www.br consultados na home page do DATASUS em Produtos e Serviços. em determinado período de tempo. além de promover a cooperação técnica e assessorar as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. SIASI Sistema de ções de Indígena Informa.funasa. 9 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . segundo as peculiaridades.br FUNASA define normas e procedimentos técnicos e diretrizes operacionais.funasa. a definição de prioridades e a organização dos serviços e ações de saúde. a partir do registro dos imunos aplicados e quantitativo populacional vacinado.análises que permitam o monitoramento do quadro sanitário lógica do país e subsidiem a formulação. em uma área geográfica.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SISTEMAS E APLICATIVOS RELACIONADOS AO SUS (continuação) SIGLA DEFINIÇÃO OBJETIVOS INFORMAÇÕES CONTATO SI-PNI Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações Tem por objetivo possibilitar aos gestores a avaliação do risco quanto à ocorrência de surtos ou epidemias. Os dados podem ser pni@datasus. Informações Epidemiológicas.funasa. e a condição sanitária de cada comunidade.Promoção.fiocruz. Possibilita o controle do estoque de imunos.

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SISTEMAS E APLICATIVOS RELACIONADOS AO SUS (continuação) SIGLA DEFINIÇÃO OBJETIVOS INFORMAÇÕES CONTATO SISCAM/ Sistema de Informação Encontra-se disponível para download o sistema de SISCOLO do Câncer da Mulher. que queiram ser contemplados com o produto deverão entrar em contato com a Gerência de Desenvolvimento do HOSPUB . . e´ uma ferramenta eficaz para prestar informações que possam subsidiar os diferentes níveis hierárquicos que compõem o SUS. via processo público de Credenciamento de Empresas.gov. O MS/DATASUS decidiu optar pela estratégia de transferência para terceiros.br consultados na home page do Disque Saúde Mulher DATASUS em Produtos e 08006440803 Serviços. pelas coordenações estaduais do Programa Nacional de Combate ao Câncer de Colo Uterino e nacional pelo Ministério da Saúde/DATASUS. seja no processo de planejamento. para atendimento secundário e/ou terciário.emissão de laudo de exames citopatológicos e histopatológicos. Além disso. Este programa permite: . de operação ou de controle das ações em saúde. Empresas interessadas em implantar o sistema HOSPUB deverão entrar em contato com e Gerência de Credenciamento GCRED.GEIUH 10 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . que tem Informatização de por objetivo suprir as necessidades operacionais dos diversos Ambiente Hospitalar setores/serviços existentes em uma unidade Hospitalar.exportação da base de dados em um disquete para que possa ser realizado a consolidação no nível estadual. informação laboratorial para exame colpocitopatológico utilizado para a entrada dos dados constantes na ficha de requisição de exame citopatológico e histopatológico. para auxiliar nesse procedimento de implantação. .emissão de relatórios de produção laboratorial por período desejado. Informações Epidemiológicas. suporte e efetividade de seus Produtos. SISCAM HOSPUB Sistema Integrado de O HOSPUB é um sistema "on line" e multiusuário. e os EAS Estabelecimentos de Assistência à Saúde. Os dados podem ser siscolo@datasus.

às autoridades de saúde pública.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SISTEMAS E APLICATIVOS RELACIONADOS AO SUS (continuação) OBJETIVOS Acesso através da página da stn@fazenda.fazenda.gov. de um ou mais lançamentos.Humanização no Pré-Natal e Nascimento (PHPN) do SUS. capaz de fornecer informações sobre medicamentos e demais agentes tóxicos existentes em nosso meio.br site sinitox@cict. em um único demonstrativo.datasus. da necessidade de se criar Farmacológicas um sistema abrangente de informação e documentação em Toxicologia e Farmacologia de alcance nacional. ao acompanhamento e ao controle da execução orçamentária e financeira. As informações disponíveis no www. inclusive considerando recolhimentos parciais e cálculos entre períodos.gov. setoriais e executores da gestão pública de mecanismos adequados à realização. estão rosany@cict.br em DÉBITO Sistema de Atualização O Sistema Débito foi estruturado de forma a permitir a de Débitos atualização automática.fiocruz.br Natal e Nascimento 11 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .gov.br (arquivos p/ download – Sistemas para micro) SINTEGRA Sistema Integrado de Informações sore Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços Sistema que está sendo implantado em todo o País.br SISPRENATAL Sistema de Informação Sistema com a finalidade de permitir o acompanhamento Acesso pela página do Programa de adequado das gestantes inseridas no Programa de Datasus.br Secretaria do Tesouro Nacional.gov. www. SIAFI. do sisprenatal@datasus.br INFORMAÇÕES CONTATO SIGLA DEFINIÇÃO SIAFI Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal Sistema on-line que se constitui no principal instrumento de administração orçamentária e financeira da União.br disponíveis no site www. Possibilita verificar a situação legal de uma empresa. profissionais de saúde e áreas afins e à população em geral.sintegra. tornando a contabilidade fonte segura de informações gerenciais.entre as prioridades do governo. Humanização no Pré.stn.fiocruz. As informações estão www.gov.gov.tcu.fiocruz. provendo os órgãos centrais.br dados nas Administrações Tributárias. a partir da constatação Informações Tóxico. com a Acesso através da página finalidade de facilitar o fornecimento de informações dos própria: contribuintes aos fiscos estaduais e de aprimorar o fluxo de www.tcu.br/sinitox informação SINITOX Sistema Nacional de Foi constituído em 1980.gov. www. pelo MS.

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gov.fazenda.br http://www. Um nó (conexão numa rede de computadores) poderia ser atacado e inutilizado.br http://www.br http://www.ans. sem prejuízo da comunicação entre os computadores.fazenda.saude.br 13 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada . A Internet passa a ser conhecida como a “rede das redes”.gov. A partir de 1986.br http://www.in. de Geografia e Estatística Ministério da Previdência Social Diário Oficial da União Senado Federal (Legislação) Presidência da República (Links de interesse e Legislação) Fundação Oswaldo Cruz Ministério da Fazenda Secretaria do Tesouro Nacional Tribunal de Contas da União Secretaria Federal (Convênios) de Controle Interno http://www.gov.gov.br http://www. O protocolo padrão de conexão foi definido como TCP/IP (transmission control protocol/internet protocol).gov.tcu.br ou http://www. Atualmente.br http://www. O estabelecimento da web permitiu o desenvolvimento de programas navegadores (browsers) baseados em interfaces gráficas. é a nossa maior fonte de informações.previdenciasocial.sfc.br http://www.gov. correio eletrônico e transferência de arquivos via FTP (file transfer protocol). Existem diversas páginas de interesse da Auditoria. imagem e som).br http://www.br http://www.saude. porém os demais continuariam em pleno funcionamento. A partir de 1992. a semente da Internet que conhecemos hoje.br http://www.gov.br/sas http://sna.fiocruz.br http://www. oferecendo acesso à informação em formatos multimídia (texto. período da “guerra fria” com a União Soviética. Os principais serviços disponíveis na Internet são o acesso à informação via hipertexto. Cada site (conjunto de páginas) possui seu URL (uniform resource locator = recurso localizador uniforme).fazenda. tornando-se um dos mais importantes instrumentos à nossa disposição.gov.cgu.stn.anvisa.planalto.br http://www.gov. a National Science Foundation (NSF) deu origem a uma rede de supercomputadores.gov. a NSFNet.gov. por interligar redes de computadores de diversas instituições.gov.gov.ipea. Cada computador conectado a uma rede recebe um endereço IP (internet protocol) que o identifica.gov. para solucionar o problema criado pelo crescimento explosivo da Internet e da dificuldade de localizar a informação e manter cadastros.datasus.gov.br http://www. eficaz e independente entre os diversos órgãos governamentais dos Estados Unidos nos anos 60. O projeto Web foi desenvolvido pelo Laboratório Europeu de Partículas Físicas (CERN).gov.gov.senado.br/sfc http://www.saude.br http://www. A linguagem de comunicação padrão é o HTTP (hipertext transfer protocol) e a linguagem padrão para desenvolvimento das páginas de informação é o HTML (hipertext markup language).gov.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações INTERNET Originada da necessidade de se estabelecer uma comunicação segura. que são mantidas por órgãos como: Ministério da Saúde DATASUS Fundação Nacional de Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Saúde Suplementar Secretaria de Atenção à Saúde Sistema Nacional de Auditoria/DENASUS Instituto Bras.funasa. surge a World Wide Web – teia de alcance mundial – uma rede de canais que se comunicam uns com os outros.ibge.br http://www.

medicamentos. que desencadeará uma ação”. visando agilizar os fluxos e a tomada de decisões. foram desenvolvidos os sistemas de informação. leitos. gestão. “É básica a necessidade de cadastros de pacientes. “Informação em Saúde deve ser entendida como um instrumento de apoio decisório para o conhecimento da realidade sócio-econômica. demográfica e epidemiológica para o planejamento. número de profissionais de saúde. número de consultórios. realizar funções específicas. Para o processamento de todas as informações. esses sites sejam “visitados” para conhecimento dos programas e informações existentes. Um sistema é um conjunto ordenado de meios de ação ou de idéias visando um resultado. Sugerimos que sempre que necessário. Este guia tem por objetivo. conhecimento do perfil de doenças atendidas. facilitar o entendimento de alguns dos sistemas disponíveis no desenvolvimento das tarefas relacionadas ao SUS. da mortalidade. por meio de convenções e representações. organização e avaliação nos vários níveis que constituem o Sistema Único de Saúde”. Toda informação deve gerar uma decisão.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações “Informação é o significado atribuído a um determinado dado. gastos efetuados e outras tantas informações”. equipamentos. população e de estabelecimentos. 14 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . produção das atividades de saúde.

(Art. informações para o gerenciamento de capacidade instalada e produzida. com direção única em cada esfera de governo. Constituição Federal).080. de 19 de setembro de 1990. em conformidade com as normas do MS. permitindo maior controle e agilidade nos pagamentos do SUS. SISTEMA DE INFORMAÇÕES AMBULATORIAIS DO SUS – SIA/SUS A Portaria nº 896. III . 198. estaduais e municipais de controle de qualidade. Estão incluídas as instituições públicas federais.SUS. incumbe o INAMPS de implantar o Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS – SIA/SUS. pesquisa e produção de insumos. Sua alimentação é descentralizada. O conjunto de ações e serviços de saúde.Sistema de Informações Ambulatoriais e o SIH – Sistema de Informações Hospitalares. bem como dos recursos financeiros orçados e repassados aos prestadores de serviços. se subdivide em dois ramos principais.participação da comunidade. Permite o acompanhamento das programações físicas e orçamentárias. prestados por órgãos e instituições públicas federais. estaduais e municipais da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público. instrumentos para operacionalização das funções de cadastramento. Instituído pela Lei n° 8. ainda. do Distrito Federal e dos Municípios. constitui o Sistema Único de Saúde . em caráter complementar. de 01/08/1990. com recursos do orçamento da seguridade social. Substituiu a antiga GAP – Guia de Autorização de Pagamento. Oferece aos gestores estaduais e municipais de saúde.080/90). Oferece. 15 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . O sistema único de saúde será financiado. II . medicamentos. com prioridade para as atividades preventivas. organizado de acordo com as seguintes diretrizes: I . sem prejuízo dos serviços assistenciais. o SIA . sendo responsabilidade de cada gestor. dos Estados.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações O SUS – SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único. das ações de saúde prestadas pela assistência ambulatorial. a partir de 01/10/90. de 29 de junho de 1990. e sua regulamentação se deu pela Resolução INAMPS nº 228. da União. 4º da Lei nº 8. A iniciativa privada poderá participar do SUS.descentralização. inclusive de sangue e hemoderivados e de equipamentos para saúde.atendimento integral. (Art. além de outras fontes. controle e cálculo da produção e para a geração de informações necessárias ao repasse do custeio ambulatorial (RCA).

SAS/MS No fluxo mostrado. VALSIA. Torna acessível ao público as informações. O Gestor Estadual define o banco de dados e faz a verificação com o VERSIA. a APAC e enviam o banco de dados para verificação no VERSIA. através de CD-ROM. Gestão Plena de Atenção Básica Ampliada e não habilitado. Internet e MS-BBS. Os municípios em Gestão Plena da Atenção Básica/Ampliada geram o SIA da Atenção Básica e enviam os BPAs de APAC para o Gestor Estadual.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações FLUXO DE DADOS MAGNÉTICOS DO SIA Fonte: Secretaria de Assistência à Saúde . CADSIA. Os municípios não habilitados enviam as informações dos BPAs de Atenção Básica e APAC para o Gestor Estadual. Gestão Plena de Atenção Básica. entre outros. evidenciamos as situações de habilitação dos municípios: Gestão Plena de Sistema Municipal. que após o processamento das informações. para uso no TABWIN. O banco de dados corrigido é enviado para o DATASUS. Os municípios em Gestão Plena do Sistema Municipal geram o SIA de Atenção Básica. 16 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . as disponibiliza para a Secretaria Estadual e Secretarias Municipais.

que permite o envio e o recebimento de dados. Aqueles anteriormente cadastrados. DISPONIBILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIA Os arquivos de dados do SIA são disponibilizados ao público através da Internet. Essa conexão também pode ser realizada via linha telefônica.br.Tabela de Procedimentos . podem se conectar diretamente com seu nome de usuário e senha. CADASTROS E TABELAS QUE COMPÕEM AS INFORMAÇÕES NO SIA Podemos classificar os arquivos que compõem a base de dados do SIA/SUS. da seguinte forma: a) arquivos de dados: ATufaamm. encontra-se o link referente ao MS-BBS que permite o acesso ao banco de dados geral. através de um periférico denominado modem.DBF (Atividade Profissional) IPufaamm. É necessário ser cadastrado no banco de usuários do DATASUS para que o acesso se complete. Os que ainda não possuem a senha devem fazer um cadastramento prévio na própria página. no link Arquivos\Arquivos de dados\MS-BBS.Tabela de Grupos de Procedimentos c) arquivos de definição e conversão utilizados para acesso às informações através dos programas de tabulação.DBF (Serviços Cadastrais . no site www.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações ARQUIVOS.DBF (Registro Cadastral Único) SRufaamm.SADT e Programas) UAufaamm. de CD-ROMs publicados e distribuídos mensalmente e através da MS-BBS.gov.DBF (Acompanhamento Orçamentário) PAufaamm.DBF (Cadastro de Mantenedoras) CNufaamm. 17 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .DBF (Informações Cadastrais) TAufaamm.DBC (APAC Reduzida) b) tabelas auxiliares: .DBC (Produção Ambulatorial) MNufaamm. Na página principal do DATASUS.datasus.

Para serem acessados. COMPDBF. os arquivos são compactados através de programas utilitários como ZIP. LHA. Essa descompactação depende de como os arquivos estão compactados e de qual ferramenta deseja-se utilizar para trabalhar essas informações.exe. Além dos arquivos de dados. ARJ. um arquivo referente a atualizações de procedimentos e incrementos de definições que são utilizadas para os programas de tabulação. o Datasus disponibiliza mensalmente no link Arquivos\Arquivos de dados\SIASUS. esse arquivo é identificado como TABSIAmm. onde mm=mês de competência (arquivo compactado). Por este motivo. O Datasus mantém em sua página os arquivos referentes aos últimos doze meses. necessitam ser descompactados. utilitários. No item descompactadores. WINRAR.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Devido à grande quantidade de informações neles contida. faremos algumas observações sobre compactadores e 18 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações ORGANIZAÇÃO DOS CD-ROM CD DE MOVIMENTO DE ATENDIMENTO AMBULATORIAL A organização dos dados nesse CD é mostrada na figura abaixo: No diretório raiz do seu CD-ROM. Usamos nesse exemplo o CD da competência novembro/2000 a abril/2001. encontramos o arquivo Help0401. A pasta sia contém as sub-pastas apac. Para visualizar o conteúdo do CD basta clicar no menu Sair na tela do CD. destacado na figura acima e com uma imagem do seu conteúdo. cadastro e dados que servirão para a utilização nos diversos programas e na pasta CADSIA temos o arquivo para instalação do CADSIA. 19 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . nos computadores em que esta função esteja habilitada. que possibilita o funcionamento automático do drive de CD-rom. É importante ressaltar que esse CD possui a função autorun. sem qualquer comando inicial. onde obtemos as informações a respeito dos arquivos utilizados.

chamado setup e selecionado com a seta verde para melhor visualização.: Os CDs de Mortalidade e de Nascidos Vivos apresentam essa mesma caracterização. Obs. A pasta sia contém os arquivos de definição e conversão e na pasta doc temos o arquivo tab_apac com as informações referentes aos arquivos utilizados nesse CD. 20 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações CD DE MOVIMENTO DAS AUTORIZAÇÕES DE PROCEDIMENTOS DE ALTA COMPLEXIDADE – APAC A organização dos dados nesse CD é mostrada na figura abaixo: Na pasta apacsia8 encontramos o instalador do programa Apac.

*PAufaamm. 21 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Estes arquivos são disponibilizados mensalmente pelo DATASUS.: C:\SUS\SIA\DADOS d) Copiar para a sub-pasta \DADOS\ os arquivos: .SRufaamm.DBF . f) Copiar todas as tabelas que são utilizadas no SIA/SUS para a pasta correspondente ao ano de organização dos dados. Ex.ATufaamm.IPufaamm. a atualização final dos dados seja sempre feita a partir do CD-Rom distribuído pelo DATASUS. através da Internet e posteriormente através de distribuição de CD-Rom.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SUGESTÕES PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIA a) Criar uma pasta de nome SUS.DBF .DBF .: Sugerimos que.DBF . outras sub-pastas com nomes correspondentes aos anos que estão sendo organizados ou a cada mudança na estrutura das tabelas. b) Criar uma pasta de nome SIA dentro da pasta SUS. visto que alguns desses arquivos podem ser atualizados entre o período da disponibilização via Internet até a publicação do CD.CNufaamm.UAufaamm.DBF . contidos no arquivo TABSIAmm.DBC (Arquivo compactado pelo programa COMPDBF) .*TAufaamm. caso isso ocorra em um mesmo ano.exe.MNufaamm.DBF . Ex.DBC (Arquivo compactado pelo programa COMPDBF) e) Criar dentro da pasta SIA.: C:\SUS\SIA c) Criar dentro da pasta SIA uma sub-pasta de nome DADOS. atualizado mensalmente. uma sub-pasta de nome TABELAS e dentro da sub-pasta TABELAS. inclusive todos os arquivos de definição e conversão que são utilizados pelo programa Tab. Obs.

BBCONVER – Programa de conversão utilizado pelo Gestor para formatar os dados conforme determinado pelo Banco do Brasil. por não permitir o detalhamento das informações das Unidades Ambulatoriais. FCA – Ficha de Cadastro Ambulatorial. informa valores totalizados e dados cadastrais das UPS. e para processamento do SIA BPA . VALSIA – Programa de retirada de relatórios do sistema. o CADSIA e os tabuladores TABWIN e TABNET (que é uma versão de tabulador para a Internet). APAC II . Permite a confecção de vários relatórios. fornece principalmente a FCA e FPO de uma unidade ou mantenedora para uma determinada competência.Tabulador online. TABWIN – Programa tabulador genérico que funciona em ambiente Windows. VERSIA – Utilizado pelo gestor para verificar a correta entrada de dados no SIA. – – – – – – – – As ferramentas mais utilizadas em Auditoria são o CNES. 22 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . que funciona pela Internet. CADSIA .Utilizado pelo gestor para entrada de dados do BPA – Boletim de Produção Ambulatorial. Permite também a confecção de vários relatórios. que serão detalhados a seguir.Programa de emissão de relatórios. FPO – Ficha de Programação Físico/Orçamentária. mas sob um foco mais gerencial.Utilizado pelo gestor para entrada de dados da APAC – Autorização de Procedimento de Alta Complexidade. TABNET .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações PROGRAMAS E FERRAMENTAS UTILIZADOS NO SIA/SUS – SIA00 – Utilizado pelo gestor para entrada de dados no sistema BPA. BDP.

gov. Rejeitados. Profissionais (SUS e não SUS) e Mantenedoras (por Nome/CNPJ ou por Localização Geográfica). Consultas. Fale Conosco e FAQ. Obs. vários opções como: Introdução. indicativos das ações que serão realizadas quando clicados.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações CNES – Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde O Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde – CNES constitui-se de importante ferramenta gerencial. com CNPJ igual CNPJ Mantenedora ou Diálise/QuimioRadio/Hemoterapia).gov. é de responsabilidade do gestor do SUS o cadastro completo e fidedigno de unidades prestadoras de serviços de saúde e a garantia de atualização permanente dos dados cadastrais e da alimentação dos bancos de dados nacionais do SUS.saude.3 – Capítulo II. por Endereçamento.br/sas (link do CNES) ou http://cnes. onde é possível acessar o cadastro de Estabelecimentos (por Nome/CNPJ. o conhecimento de informações sobre a rede ambulatorial e hospitalar que compõem o Sistema Único de Saúde. por Localização Geográfica. Serviços. de 27 de fevereiro de 2002.: Conforme contido no Subitem 44.datasus. 23 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .br. pois favorece por meio de sua base de dados. visualizamos a tela inicial.1 – Item II. Portaria MS/GM nº 373. da Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS-SUS 01/2002. Abrangência. Acessando o site http://www. que contém na barra de menu principal. Legislação. Indicadores. As informações de maior interesse ao técnico de auditoria estão na opção Consultas.

O CADSIA fornece ainda. este é um aplicativo do Banco de Dados do SIA/SUS. cuja finalidade é a recuperação de Dados Cadastrais e obtenção de Informações e Estatísticas Cadastrais de Prestadores de Serviço ou Mantenedoras. implantado em outubro/96 (antes era utilizado o VALSIA). os arquivos citados anteriormente devem estar contidos na sub-pasta SUS\SIA\DADOS\ e o programa CADSIA configurado para ler os dados na referida sub-pasta. mantenedoras. No Menu Utilitários. arquivo cad2001. 24 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . em Arquivos. estatísticas.: UAufaamm. SIASUS. selecione Disk1 e execute SETUP. Especialidades Médicas.EXE (para a versão de 8 dígitos).EXE (para a versão de 4 dígitos) e CADSIA84. que é automática. 5 – Execute o CADSIA. na opção Diretório do Banco no campo Banco. A Programação Orçamentária é detalhada por procedimento (após 11/99) e não mais por Item de Programação (até 10/99). Encontra-se disponível também uma versão desenvolvida em Delphi.DBF (Programa Orçamentário) MNufaamm. Esses arquivos estão também disponíveis no CD-ROM de Informações Ambulatoriais.DBF (Mantenedoras) CNufaamm.exe. outros relatórios auxiliares. como a lista de unidades de um município. Foi desenvolvido em FoxPro. Arquivos de Dados. o arquivo CADSIA42. com a nova sistemática dos oito dígitos. para ser executado no ambiente Windows.2 que serve para obter informações de competências até outubro/99. Hoje utilizamos as seguintes versões: CADSIA versão 4. 3 – Nas pastas criadas. 2 – Executar a descompactação do arquivo desejado.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações CADSIA Como o próprio nome indica. 4 – Copie os arquivos necessários.DBF (Atividade Profissional) SRufaamm. Serviços Prestados e Programação Orçamentária das Mantenedoras e Unidades Prestadoras de Serviços. Características Físicas. e a versão 2000 também conhecida como CADSIA 8 (para tabela de 8 dígitos). Arquivos de dados utilizados pelo CADSIA Obs. seu disco local.DBF (Unidade Ambulatorial) ATufaamm. Permite visualizar em tela ou imprimir relatórios dos Dados Cadastrais.DBF (Serviços) IPufaamm. Além da Ficha de Cadastro Ambulatorial – FCA. Para que o programa funcione corretamente. porém sem manutenção. para competências a partir de novembro/99. especialidades e serviços. clicando no ícone.DBF (Rede Ambulatorial) uf: Sigla do estado mm: Mês de competência aa: Ano de competência x ou xx: Versão do programa Instruções de instalação 1 – Obter no site do DATASUS.EXE que fará a instalação do programa em C:\CADSIA. acompanhamentos orçamentários. temos também a Ficha de Programação Físico-Orçamentária – FPO. digitar o caminho C:\SUS\SIA\DADOS e clicar em OK.

CGC/CPF e Nome da Unidade. o sistema dispõe dos filtros de código da Unidade. 25 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Ao entrar na tela Cadastro UPS/Mantenedora.) à esquerda do campo CÓDIGO. Acompanhamento Orçamentário. Cadastro de UPS/ Mantenedora A opção Cadastro de UPS/Mantenedora permite a visualização ou impressão dos dados de uma única UPS ou Mantenedora. os demais campos da tela ficam habilitados e o usuário deve clicar no botão (. para mostrar a lista de todas as unidades da UF/COMPETÊNCIA.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Tela principal do CADSIA: Menu Utilitários Permite configurar o sistema e as pastas de dados a serem utilizados... GESTÃO. CGC/CPF. Gestão e Nome Fantasia ou Razão Social. Relação de Unidades. Estatística Cadastral. Para selecionar outra competência clique sobre o botão Competência. Para acessar a UPS ou Mantenedora desejada. Após a seleção da UF/COMPETÊNCIA. Selecione um item da lista e clique em OK. o campo UF/COMPETÊNCIA conterá a competência padrão. Menu Relatórios O menu Relatórios abre diversas opções de extração de informações sobre Cadastro de uma Mantenedora ou Unidade Prestadora de Serviços.

permitindo mais detalhamento do procedimento realizado. porém o mais utilizado é o arquivo “TA” – Totais de APAC. que sintetiza alguns dados básicos. na APAC. possibilitando uma análise mais detalhada de seus campos. A APAC se iniciou com a TRS – Terapia Renal Substitutiva.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações APAC – Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade/Alto Custo Visando um melhor controle dos atendimentos ambulatoriais de alta complexidade. Podemos dizer que no âmbito da auditoria trouxe um grande ganho. É importante lembrar que. Esse arquivo pode ser utilizado para tabulações no TABWIN e também ser aberto por uma planilha eletrônica (ou um outro programa de computador que abra arquivos do tipo “DBF”). Este sistema faz parte do SIASUS. pois dependendo disso. faz-se necessário conhecimento específico da legislação de cada tipo de atendimento. apenas coleta um maior número de dados. 26 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Existem alguns arquivos que são gerados pelo Sistema. e vem se estendendo para outras áreas. pois é possível a análise de várias informações que não são contempladas no BPA. foi criado em 1997 o Sistema de APAC – Autorizações de Procedimentos Ambulatoriais de Alto Custo/Complexidade. podem-se obter dados diferentes a serem lançados no Sistema. independente do procedimento e do tipo de atendimento.

5. .gov. (o nº 22 poderá ser substituído. na página Arquivos/MS-BBS/Programas. . Serão gerados arquivos com a extensão MAP. . a partir dos dados dessa tabela.a avaliação e tomada de decisões relativas à alocação e distribuição de recursos. Números do Programa: nº máximo de linhas: 32. Descompacte os arquivos de mapas copiados da Internet. estão disponíveis no disco rígido ou servidor de arquivos de rede ou no drive de CD-ROM da sua máquina. TABWIN32. copie-os a partir do MS-BBS ou do site www. 7.realize operações aritméticas e estatísticas nos dados da tabela gerada ou importada pelo TABWIN.HLP.CNT.a construção e aplicação de índices e indicadores de produção de serviços. de características epidemiológicas (incidência de doenças. ajustando-a às suas necessidades. Transfira os arquivos copiados da Internet para essa pasta. TABWIN32.por estado e município. 27 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .767 nº máximo de colunas: 255 nº máximo de opções de seleção: 30 nº máximo de opções de incremento: 50 Instruções de instalação 1. Descompacte o arquivo TABW22.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações TABWIN (VERSÃO DO TAB PARA WINDOWS – TabWin32) (Manual do Tab-Datasus) Apresentação Permite que você: . desenvolvido pelo DATASUS). Caso não estejam. .o planejamento e programação de serviços. o programa facilita: . Verifique se os arquivos de dados (com extensão DBF ou DBC) a serem tabulados. 6. .a avaliação do impacto de intervenções nas condições de saúde. conforme a versão) 4.efetue outras operações na tabela.DLL e HISTORIA. Crie em seu micro uma pasta com o nome TABWIN. 2. Carregue o programa clicando no arquivo TABWIN32. saneamento. agravos e mortalidade) e dos aspectos demográficos de interesse (educação. Instruções de operação 1. IMPBORL. .EXE.importe as tabulações efetuadas na Internet (geradas pelo aplicativo TABNET.br. Com a descompressão serão gerados os seguintes arquivos: TABWIN32. 3.TXT.elabore gráficos de vários tipos. inclusive mapas. renda etc) .datasus.EXE ou crie um ícone na sua área de trabalho. Verifique se os arquivos de definição (DEF) e de conversão (CNV) a serem usados estão disponíveis em seu computador.ZIP. Para os usuários do setor Saúde.

. . Podem ser abertos arquivos com extensão TAB. .def). .Copiar: copia a tabela para a área de transferência do Windows.Abrir Tabela: opção para abrir um arquivo já criado anteriormente. .Executar Tabulação: opção para geração de uma tabulação a partir de um arquivo de definição (*.Colar: serve para colar dados inseridos na área de transferência. Documento HTML: formato HTML.Incluir Tabela: permite agrupar os dados de duas ou mais tabelas em uma só.Abrir/Importar mapa: permite abrir um mapa já criado ou importá-lo de outro programa. . Tabela do Tabwin: formato TAB. Tabela SPRING: formato SPR. A barra de menu contém sete comandos: Menu Arquivo Este menu apresenta vários recursos para o tratamento dos dados no programa TAB para Windows através das seguintes opções: . A tabela pode ser salva nos seguintes formatos: .TAB: Esse comando associa automaticamente arquivos com a extensão “tab” ao Tab para Windows. . As tabelas a serem anexadas devem ter a mesma variável compondo a Área de Linhas. basta ativar esse comando uma única vez. . Texto separado por vírgulas: formato PRN. a fim de se tornarem menores e ocuparem menos espaço em disco.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 2.Salvar como: opção para gravar em disco a tabela que está sendo exibida na tela. . Os arquivos comprimidos assumem o formato DBC. PRN ou CSV.Localizar: permite a localização de um dado na tabela que está sendo exibida na tela. Na tela principal do TABWIN aparece uma barra de menu e uma de ferramentas para a escolha dos comandos. Planilha Excell: formato XLS. .Imprimir: comando que permite imprimir a tabulação gerada. . sempre que o usuário clicar em um arquivo com extensão “tab”. . Tabela de conversão: formato CNV. . Arquivo dBaseIII Plus: formato DBF.Comprime/Expande . no micro do usuário. o Tab para Windows será aberto e a respectiva tabela será exibida na tela. Caso os arquivos “tab”.Nova: permite a criação de uma nova tabela. SQL: formato SQL. .DBF: O TabWin dispõe de recursos para comprimir arquivos de dados no formato DBF. não estejam associados ao TabWin. . . . A partir daí. Menu Editar . . 28 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .Associar extensão .Sair: comando para fechar o TabWin.

pelo Bloco de Notas do Windows. etc.cnv) Os dados dos arquivos que constituem os sistemas de informações do SUS. Arquivos de definição são arquivos de texto com extensão .def) Como os sistemas de informação do SUS encontram-se em permanente evolução. o TAB utiliza arquivos de definições e conversão. que permitem que o programa básico possa ser utilizado para realizar tabulações simples com quaisquer tipos de arquivos de dados no formato “dbf”. uma das especificações do projeto do TAB diz respeito à flexibilidade. estão normalmente codificados em números que representam códigos constantes de tabelas padronizadas como a “Classificação Internacional de Doenças (CID)”. para o ambiente Windows. que podem ser criados ou modificados pelo próprio usuário. usar as 29 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . . Editar arquivo DEF ou CNV: permite editar e/ou criar os arquivos de definição (DEF) ou de conversão (CNV) de modo que se ajustem melhor aos interesses e necessidades do usuário. ou seja. . Esse comando converte automaticamente. que não são compreensíveis se forem usados diretamente nas Linhas e Colunas das tabelas a serem geradas. então. a “Tabela de Procedimentos” de AIHs ou do SIA/SUS.Converter acentos de DBF: é ativado sempre que o TabWin é aberto. a possibilidade de usar o TAB para tabular quaisquer tipos novos de arquivos de dados.def e que pode ser criado pelo próprio usuário. Antes que um arquivo dbf possa ser tabulado pelo TABWIN.Arquivos de Conversão (. a acentuação de textos em arquivos DBF que tenham sido criados no ambiente DOS.def. Isto é feito através de um arquivo tipo texto. Veja a marca ao lado desse comando indicando que o mesmo se encontra ativado.Arquivos de Definição (. Para assegurar tal flexibilidade. é necessário criar um arquivo de definição que associe os campos de dados no arquivo a ser tabulado com as tabelas de conversão de códigos para as Linhas e Colunas da tabulação. utilizando-se um editor de texto capaz de salvar os arquivos no formato “texto simples”. sendo necessário. que deve conter obrigatoriamente a extensão .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações . o “código de Municípios do IBGE”.

linha a linha. . é necessário que a tabela que esteja sendo exibida na tela apresente pelo menos duas colunas de valores. Subtrair: operações básicas entre colunas. Adicionalmente. são usadas Tabelas de Conversão de Códigos. que são simples arquivos tipo texto contendo uma estrutura estabelecida para permitir que qualquer usuário. Somar.Percentagem: calcula o valor percentual de cada linha em relação ao total da coluna. e escolhe-se o número de casas decimais. .13-99 valores ignorados Menu Operações Este menu permite efetuar o tratamento dos dados através da utilização de operadores matemáticos básicos. multiplica-se o resultado por um valor constante (por exemplo.Multiplicar por fator: multiplica. modifique as tabelas existentes ou crie novas tabelas necessárias à sua pesquisa. Para efetuar o cálculo. os 100 maiores procedimentos).Recalcula total: operação útil quando.Absoluto: permite incluir na tabela uma nova coluna com todos os valores absolutos (inclusive na linha de total). Multiplicar. para que essa opção esteja disponível.Dividir. é preciso produzir tabulações que agreguem vários códigos dessas tabelas em uma única categoria para permitir a análise dos dados. 30 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . linha a linha. Esse comando é útil. dividem-se os valores de uma coluna (Numerador) pelos valores de outra coluna (Denominador). . os valores de uma coluna. Para resolver estes dois problemas. em virtude de operações anteriores.Acumular: soma.Máximo: compara duas colunas e mostra os valores máximos contidos em cada linha. . os valores de uma coluna por um determinado fator. . quando você precisa criar uma tabela contendo apenas as “n” maiores categorias de uma variável (digamos. Apresenta os seguintes submenus: . a linha de total deixou de corresponder à soma das parcelas.Seqüência: cria uma nova coluna na tabela que numera as linhas em ordem crescente. 100).Inteiro: permite manter apenas os valores inteiros nas linha de uma coluna (quando as mesmas forem compostas por valores monetários). por exemplo. Portanto.Calcular Indicador: Este comando automatiza o cálculo de indicadores.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações descrições das categorias a que cada código se refere. . . .Mínimo: compara duas colunas e mostra os valores mínimos contidos em cada linha. . Exemplo de arquivo de conversão: 13 2 1 Jan 2 Fev 3 Mar 4 Abr 5 Mai 6 Jun 7 Jul 8 Ago 9 Set 10 Out 11 Nov 12 Dez 13 Ign Tabela de conversão para os meses do ano 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 00. . com um simples editor de texto. a partir da primeira linha.

31 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . . Máximo: a linha de total repete o maior valor encontrado na coluna.Regressão linear simples: O TabWin permite calcular a regressão linear simples de uma coluna de valor (tomada como variável dependente) segundo outra coluna de valor (tomada como variável independente). em gráficos de vários formatos. Gráfico novo. estima valores para a coluna tomada como variável dependente. Inicial: a linha de total repete o valor da primeira linha da coluna. Barras horizontais. etc.Ordenar. . Quando se deseja incluir uma tabela com campos chave de tamanhos diferentes. Decimais. Além disso. Produto: o total corresponde ao produto dos valores da coluna. Os seus comandos são: Mostrar Form. Linhas.Histograma: permite gerar um histograma de cada coluna de valor exibida na tabela. Setas. ou seja. Setores. a linha de total corresponde à soma dos valores das demais linhas da coluna. . Cabeçalho 1 e 2. desvio-padrão. Os comandos são os seguintes: . inclusive mapas. ou em diferentes bases de dados. em diferentes épocas. Cabeçalho das colunas. será necessário fixar um valor para o campo chave a fim de haver compatibilidade entre os campos chave.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações . Final: a linha de total repete o valor da última linha da coluna. Menu Quadro Este menu apresenta opções para melhorar a aparência da tabela.Suprimir/Agregar linhas: Esse comando permite suprimir todas as linhas de uma tabela que se ajustem a um critério de comparação. . Pontos.Coeficiente de correlação: fornece a medida do coeficiente de correlação de Pearson entre duas colunas selecionadas pelo usuário.Nova coluna: permite incluir uma nova coluna com uma expressão matemática para cálculo entre colunas. Barras. Por default. mediana.Fixar o comprimento da chave: É possível que um mesmo campo chave possa ter comprimentos (número de caracteres) diferentes. como média. . Menu Estatísticas Apresenta as seguintes opções: . Áreas. * Pré-calculado: o total é resultado de operações efetuadas anteriormente e não é recalculado no caso de novas operações na tabela. para cada coluna da tabela. Menu Gráfico Este menu orienta a apresentação dos dados da tabela que está sendo exibida na tela. Além disso. que os valores das linhas eliminadas sejam somados e apresentados numa nova linha que é inserida ao final da tabela com o rótulo “Outras” (ou o rótulo que você escolher). Mover colunas. Soma: o total corresponde à soma dos valores da coluna.Descritivas de coluna: fornece. Rodapé são comandos de óbvia utilização. permite. as principais medidas de estatística descritiva. Mínimo: a linha de total repete o menor valor encontrado na coluna. variância. Bolhas. Largura das colunas. o total das colunas de uma tabela é sempre do tipo “Soma”. Eliminar colunas. Mapa. . Aceita ainda os seguintes tipos de total: * * * * * * * * Sem total: a linha de total aparece em branco. de modo opcional.Tipo de total: permite alterar o tipo de total definido para uma coluna ou grupo de colunas. Média: o total corresponde à média dos valores da coluna.

servico. Arquivos utilizados pelo TABWIN Para o Sistema de Informações Ambulatoriais os arquivos de definição utilizados são: .DBC (APAC Reduzida) Atufaamm. rede. e se os arquivos de definição e de conversão estão na pasta correspondente ao ano desejado em SUS\SIA\TABELAS\2000.def.def. prodnovo.DBF (Cadastro Ambulatorial) Srufaamm. servico. rede.: uf: Sigla do estado mm: Mês de competência O arquivo instalador do TABWIN pode ser copiado tanto do CD-Rom como do site www.def. producao.def. com informações sobre a versão corrente do Tabwin e Ajuda.DBC (Produção Ambulatorial) Cnufaamm. por exemplo. atividad. assim como instruções para instalação.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Menu Ajuda Apresenta os comandos Sobre.def.def.DBF (Programa Orçamentário) Obs.gov. cadastro.def. .EXE que é atualizado e disponibilizado mensalmente pelo DATASUS. Verifique se os arquivos de dados do SIA estão disponíveis na pasta SUS\SIA\DADOS.DBF (Atividade Profissional) Uaufaamm. com um manual completo de todos os comandos do Tabwin. aa: Ano de competência 32 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .def ou redenovo.até outubro de 1999: atividad.br.def ou producao.de novembro de 1999 em diante: apac.def.DBF (Unidade Ambulatorial) Paufaamm.datasus.def. Estes arquivos estão inseridos no arquivo TABSIAmm.def. ficando acessíveis as últimas doze competências. Arquivos de dados que são utilizados: Taufaamm.

. entre outras coisas. com as opções de Ignorar. cuja tradução literal para o português é “Verificação de Redundância Cíclica”.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Abaixo a figura do “Painel de Tabulação”: Observamos os comandos “Testar CRC” e “Salvar registros”. de uma dada doença. criar arquivos contendo só os registros relacionados a uma variável de interesse. ou seja.Testar CRC: A sigla CRC corresponde às iniciais. só os registros de um dado município. Esta opção é útil. 33 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Portanto. Há um campo no "Painel de Tabulação" que informa ao TabWin como tratar os dados não classificados. Incluir e Discriminar. O comando Testar CRC permite verificar a integridade dos arquivos comprimidos. como tratar os dados da variável incluída na Área de Linhas da tabela que não estiverem referenciados no respectivo arquivo de conversão (CNV). mas é recomendável em ambientes de rede ou em outros ambientes em que se suspeita que possa ter havido deterioração dos arquivos DBC armazenados. porque permite consultar os registros dos arquivos DBF que geraram a tabela. Por exemplo. O CRC é criado durante a operação de compressão de arquivos DBF a fim de garantir a integridade dos arquivos comprimidos (arquivos DBC). tabular diretamente o arquivo DBF recém-criado. de uma dada faixa etária etc. . juntar registros de vários arquivos de dados em um único arquivo DBF.Salvar registros: O TabWin permite que os registros selecionados em uma tabulação sejam salvos em um novo arquivo DBF. O uso desse comando é desnecessário em tabulações efetuadas diretamente a partir dos CD-ROM distribuídos pelo Datasus. em inglês. só funciona com arquivos DBC. de “Ciclic Redundancy Check”.

os códigos das categorias cujos dados não foram classificados.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Você pode usar o campo "Não Classificados" para instruir o TabWin a: . Opção Discriminar = esta opção instrui o TabWin a discriminar. Opção Incluir = esta opção instrui o TabWin a incluir. discriminar esses dados pelos respectivos códigos. Se forem diferentes. os dados do arquivo DBF que não estejam referenciados no arquivo de conversão que está sendo utilizado. Essa linha é identificada pela expressão "Não classificados". Portanto. na tabela. Uma maneira de verificar a consistência dos dados é comparar o valor total da coluna "Freqüência". na tabela. Opção Ignorar = esta é a opção default e instrui o TabWin a não considerar. - - 34 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . isso indicará a existência de dados não classificados. com o total de registros processados. apenas os dados referenciados serão incluídos. na tabulação. Vejamos a utilidade de cada uma dessas opções. incluir esses dados na tabulação . Se houver esse tipo de dado. ignorar os dados não classificados . ao final da tabela. exibido no arquivo de Log. Se não houver. uma última linha com o valor total dos dados não classificados. essa linha não será incluída. o programa irá inserir uma linha para cada código. caso haja esse tipo de dado.

Clique em “Informações de Saúde” para executar as tabulações nos módulos a seguir: Todos estes módulos permitem que se trabalhe as tabulações em Nível Nacional e em Nível Estadual. sem necessidade de coleta de arquivos ou instalação.datasus. surgirá a próxima tela: 35 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .gov. porém sua operação se realiza por transferência do site do DATASUS e permite que todas as tabulações sejam feitas diretamente na página e em tempo real. Acesso em www. Produção Ambulatorial. página principal.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações TABNET (SIA) Tem a mesma forma de trabalho do TAB. Ao se escolher o módulo de Assistência à Saúde.br.

Caso não esteja marcado. você terá acesso à tela de instrução de uso do Tabnet. clique em “Região e Unidade da Federação” ou em “Município. permite que os dados sejam apresentados em ordem decrescente. Linha. microrregião. 36 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Seleções disponíveis Trata-se de um recurso composto por várias caixas que permitem restringir a abrangência da tabulação a ser efetuada. região metropolitana. Mostra Clique nesse botão para iniciar o processo de tabulação. Após ter escolhido o nível. Tabelas pequenas são melhor vistas no formato com bordas. Coluna: indica a variável que será considerada nas colunas da tabela. Conteúdo: indica a variável cujo conteúdo será considerado nas células.”. clique no primeiro período. Coluna e Conteúdo Essas opções definem o formato da tabulação desejada: Linha: indica a variável que será considerada nas linhas da tabela. clique no primeiro. os dados serão mostrados como dispostos nas bases de dados utilizadas. Formato da tabela As opções “Tabela com bordas” e “Texto pré-formatado”. Períodos disponíveis Esta caixa permite selecionar um ou mais períodos de tempo a serem considerados na tabulação: para selecionar um único período de tempo.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Caso a tabulação seja em âmbito nacional. Para exportar uma tabela escolha a opção “Colunas separadas por ". mantenha a tecla <shift> pressionada e clique no último período de interesse. enquanto as maiores ficam melhor escolhendo-se “Texto pré-formatado”. mantenha a tecla <ctrl> pressionada e clique nos demais. clique nesse período. Aguarde até que os resultados sejam exibidos na tela. Para selecionar períodos alternados. clique no nome ou no mapa do Estado correspondente e depois selecione o nome do município desejado. para selecionar vários períodos em seqüência. geram tabelas que podem ser visualizadas na tela e impressas usando os recursos de impressão. Limpa Clique nesse botão para desfazer todas as seleções efetuadas anteriormente. aglomerado urbano”. caso seja por município. Ordenação dos dados Quando marcado.

para uso no programa TAB for Windows.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Exportação das tabelas Existem duas opções para salvar as tabelas geradas em seu micro: 1 .Copia como .CSV. a tabela será salva em um arquivo com extensão . a tabela será apresentada e haverá um link chamado Copia como .CSV: escolhendo “Tabela com bordas” ou “Texto pré-formatado”. a tabela será salva em um arquivo com formato delimitado (CSV). Clicando no link. a tabela será apresentada e haverá um link chamado Copia para TABWIN. 2 .TAB. 37 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .Copia para TABWIN: escolhendo “Tabela com bordas” ou “Texto pré-formatado”. Clicando no link.

emulando o computador como um terminal de consulta. Isto deverá ser feito em cada computador diferente que o usuário for trabalhar. Caso o usuário esteja utilizando pela primeira vez a ferramenta do Tabwin da Intranet. colocar na caixa de login.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações TABWIN (INTRANET) Encontrado na página principal da Intranet (rede interna) do Ministério da Saúde. no endereço http://intranet.exe. deverá fazer o download do utilitário MetaFrame. Na tela mostrada na figura abaixo. o nome do usuário. arquivo ica32. 38 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Salve o aplicativo do MetaFrame em seu computador. sua senha e o domínio utilizado. de preferência na própria área de trabalho.gov/. no link de Informações em Saúde. Na figura abaixo mostramos a tela após o login ter sido realizado com sucesso.saude. O programa é acessado diretamente num servidor.

TABMORTALIDADE. A próxima tela possibilita utilizar os utilitários TABSIA. Note que a primeira tabulação disponível se refere à produção. 39 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . TABCARTAS E APACSIA. TABAIH. clicando no ícone do ica32. Ao final do processo. o Citrix Program Neighborhood estará instalado em seu computador e o acesso liberado. A partir daí o programa se comporta exatamente como o Tabwin.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações A seguir instale o software do Citrix ICA Client.

Suas informações facilitam as atividades de Controle e Avaliação e Vigilância Epidemiológica em âmbito nacional e estão disponíveis para consulta. através da captação de dados em disquete das Autorizações de Internação Hospitalar . tornou-se necessário o estabelecimento de mecanismos operacionais que permitissem a efetiva descentralização da gestão dos serviços de saúde. PT/GM/MS nº 373. Municipal. o MSBBS e através das tabulações disponibilizadas via Internet. estabelecidos pelas Normas Operacionais Básicas (NOB) do SUS de 1991.º 227. Filantrópica e Privada Lucrativa. gerados a partir do processamento da AIH: o BDAIH. Federal. o CD-ROM. município e estado. de 8/1/1991. Estadual. implantou no SIH/SUS a tabela única de Remuneração para Assistência à Saúde no nível hospitalar. O SIH-SUS. e foi regulamentada pela RS/INAMPS n. 40 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . PT/GM/MS nº 95. de 27 de fevereiro de 2002. A PT/MS/SNAS n. de 27/7/1990. e dando seqüência a seus princípios. a AIH (Autorização de lnternação Hospitalar).000. de 26 de janeiro de 2001 e pela Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS) de 2002. a quantidade de leitos existentes para cada especialidade e o tempo médio de permanência do paciente no hospital. sistema que processa as AIH.º 16. através de produtos desenvolvidos pelo DATASUS. a relação dos procedimentos mais freqüentes realizados mensalmente em cada hospital. e seu instrumento.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SISTEMA DE INFORMAÇÕES HOSPITALARES DO SUS – SIH/SUS Tomando como base o Sistema de Assistência Médico-Hospitalar da Previdência Social SAMHPS.000 internações/mês. Dispõe de informações sobre recursos destinados a cada hospital que integra a rede do SUS. Com o avanço da implantação do SUS em todo o país. relativas aproximadamente a 1. incumbiu o INAMPS de implantar o Sistema de Informações Hospitalares. A PT/GM/MS nº 896. as principais causas de internações no Brasil. contém informações que viabilizam efetuar o pagamento dos serviços hospitalares prestados pelo SUS. de 29/6/1990. O acervo de informações e valores do SAMHPS passou a compor a base do SIH/SUS.AIH. Estes mecanismos foram então. a partir de 1/7/1990. 1993 e 1996 e mais recentemente pela Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS) de 2001. em toda rede Hospitalar Própria.

41 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . o DATASUS envia relatórios ao gestor e ao prestador e disponibiliza ao público as informações referentes ao movimento de internação hospitalar. é enviado o Extrato da Conta para o usuário do SUS. é feito o controle do teto financeiro do município ou estado. validação e consolidação dos dados. Internet e BBS para uso em seus aplicativos. Opcionalmente é feito o bloqueio. Outrossim. Estes arquivos são. após avaliação das AIH (antes de seu processamento).Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações FLUXO DE DADOS MAGNÉTICOS DO SIH Fonte: Secretaria de Assistência à Saúde . que realiza o processamento das AIHs. através de CD-ROM. onde ocorre a crítica. enviados ao DATASUS. em substituição ao PGFAIH. O SGAIH passou a ser obrigatório a partir de novembro/99. Estes dados são enviados ao Gestor. então. pelo CTF.SAS/MS O prestador do serviço realiza a entrada dos dados referentes ao seu movimento hospitalar. Noutro momento. Após o processamento.

Procedimentos Chufaamm. PE.DBF .DBC .DBF .DBC .Ocorrências de atos médicos da AIH PAmmmmmm.DBF (Serviços profissionais) RD.DBC .Movimento de hospitais CHuf.Cadastro de prestadores ETuf.DBF .DBF .DBC .Reduzido de AIH SHuf.def (Arquivo de definição utilizado pelo Programa Tab) TABGRP.DBF .Procedimentos autorizados na AIH OAmmmmmm.DBC .DBF (CGC e códigos SIPAC dos hospitais) MHBR.DBC .DBC .DBF .Ocorrências de órtese e prótese da AIH RE.Cadastro Hospitalar PEufaamm.Materiais de Órtese/Prótese CEP .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações ARQUIVOS E TABELAS QUE COMPÕEM AS INFORMAÇÕES NO SIH Arquivos de Dados RDufaamm.: aa: Ano de competência uf: Sigla do estado x ou xx: Versão do programa mm: Mês de competência mmmmmm – Código IBGE do município 42 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .Cadastro de hospitais CTuf.DBC .DBC .Valores de prestadores MTuf.DBC (AIH Reduzida) Arquivos presentes nos CDs de Movimento de AIH (mensal): MAmmmmmm.AIH rejeitadas (arquivos de erros) RDuf.DBF .Especialidades de prestadores VTuf.Classificação Internacional de Doenças MNBR.Localização da AIH Tabelas PROCaamm.DBF (Procedimentos especiais) SPufaamm.Grupos de Procedimentos CID10.Municípios OPM.Movimento da AIH TAmmmmmm. TE e OE .DBC .Movimento de prestadores Arquivo LOCAIH.Códigos de Endereçamento Postal (CEP) Obs.DBF .

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações DISPONIBILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS DADOS DO SIH Assim como os dados do SIA. ORGANIZAÇÃO DO CD-ROM CD DE MOVIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR A organização dos dados nesse CD é mostrada na figura abaixo: No diretório raiz do CD-ROM encontramos o arquivo Aih9912.br seção Arquivos. 43 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . A pasta Progs contém os programas auxiliares utilizados e na pasta TABWIN. marcado com a seta azul e com uma visão dele ao lado. os arquivos de dados e utilitários do SIH são disponibilizados ao público através da Internet. no site www. que contém todas as informações a respeito dos arquivos utilizados. caso isso ocorra em um mesmo ano. temos o utilitário para as tabulações bem como os arquivos de definição e conversão.gov. através da BBS em formato compactado ou através de CDs publicados e distribuídos mensalmente. SUGESTÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS ARQUIVOS DE DADOS DO SIH a) b) c) Criar uma pasta de nome SUS Criar uma pasta de nome SIH dentro da pasta SUS Criar dentro da pasta SIH uma sub-pasta de nome \DADOS\ Ex: C:\SUS\SIH\DADOS d) Copiar para a sub-pasta \DADOS\ os arquivos * RDaufaamm. Usamos nesse exemplo o CD da competência dezembro de 1999.datasus.DBC (Arquivo compactado pelo programa COMPDBF) e) Criar dentro da Pasta SIH uma sub-pasta de nome TABELAS e dentro da sub-pasta tabelas outras sub-pastas com nome correspondente aos anos que estão sendo organizados os dados ou a cada mudança na estrutura das tabelas.

realizado pelo Gestor – TABWIN .: Sugerimos que a atualização final dos dados seja sempre feita a partir do CD-Rom. PROGRAMAS E FERRAMENTAS UTILIZADOS NO SIH/SUS – SGAIH – Sistema de Gerenciamento de AIH feito pelo Gestor que analisa e efetua bloqueio de pagamentos de AIH.Geração de Relatórios Contábeis da AIH – CTF – Sistema de Controle de Teto Financeiro.Sistema de AIH. Obs.Tabulador Windows – TABNET . caso necessário – BDAIH – Sistema de consulta de alguns dados consolidados dos hospitais – GRCAIH . Estes arquivos são disponibilizados mensalmente pelo DATASUS. Módulo de críticas do Gestor – SISAIH05 . utilizado pelo Gestor – FCH – Ficha Cadastral do Hospital preenchido pelo prestador e encaminhado ao Gestor – FCT – Programa de apoio à entrada de dados pelo formulário para Cadastramento de Terceiros utilizado pelo Gestor – SISAIH01 – Sistema de AIH.Tabulador Internet 44 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Módulo de entrada de dados pelo prestador – SISAIH02 . inclusive os arquivos de definição e conversão utilizados pelo Tab. visto que alguns desses arquivos podem ser atualizados no período compreendido entre a disponibilização via Internet e a publicação do CD.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações f) Copiar todas as tabelas que são utilizadas nos SIH/SUS para a pasta correspondente ao ano de organização dos dados. distribuído pelo DATASUS.Sistema de AIH. através da Internet e posteriormente pela distribuição de CD. Módulo de integração dos arquivos de vários prestadores.

SUS. que podem ser acessados através de menus de consulta. No menu de opções auxiliares podemos obter o número do processamento de determinada competência. Financeiras. O menu de dicas serve para auxiliar no modo de funcionamento de cada consulta que queremos fazer. colhendo as informações de maneira direta através da janela do programa. SIPAC. é um sistema de fácil utilização pois não necessita de arquivos selecionados ou instalação no computador. Possui um botão próprio para cada quadro de seleção. quatro grupos de opções de consultas: Cadastrais. TABWIN e TABNET. processamentos ocorridos e outros. Permite retirar informações cadastrais. hospitais por município. relação de hospitais por município ou por natureza. BDAIH Contém dados armazenados a partir da Autorização de Internação Hospitalar . O menu de opções cadastrais permite o acesso ao cadastro de hospitais com a devida qualificação e também ao cadastro de terceiros. a cada hospital e por especialidade.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações RELATÓRIOS DE SAÍDA DO SISTEMA Destacamos os três programas mais utilizados pelo Departamento: BDAIH. Disponível no site do DATASUS – Bases de Dados – Consultas ao BDAIH. O menu de opções financeiras fornece a quantidade de AIHs apresentadas e valores efetivamente pagos por competência desde maio de 1992. 45 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .AIH do Sistema Único de Saúde . consultas por nome chave. Apresenta basicamente. É o banco de dados da AIH. Auxiliares e Dicas.

Utilitários do SUS. em Arquivos. esse programa gera relatórios através de tabulações. 46 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Verifique se os arquivos de dados do SIH estão disponíveis na pasta SUS\SIH\DADOS. Arquivos de Dados. Os arquivos de dados utilizados são os Rdufaamm. estão compactados pelo utilitário COMPDBF.DEF. válido para qualquer competência desde 1993. que por serem arquivos muito extensos. acessível ao solicitar uma tabulação. Estes arquivos são disponibilizados mensalmente pelo DATASUS.dbc.dbc. em agosto de 2003.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações TABWIN ( SIH ) Como vimos anteriormente. Obs. que contém as definições e conversões para tabular os arquivos com prefixo RD (reduzidos de AIH) do SIH/SUS. No SIH o arquivo de definição é o rd. Há um arquivo de ajuda (help). foi disponibilizado na página do Datasus. em SUS\SIH\TABELAS\2002.: uf: Sigla do estado mm: Mês de competência aa: Ano de competência Visualização do “Painel de Tabulação” utilizando o arquivo de definição RD. Posteriormente.DEF. e se os arquivos de definição e de conversão estão na pasta correspondente ao ano desejado. após o processamento do movimento de AIHs. o arquivo rdtab. por exemplo. Recentemente. são publicados os CD-Rom de Movimento Mensal e o CD anual de Reduzidas da AIH. MS-BBS.zip.def e os arquivos de dados são as AIH reduzidas. as rdufaamm. o arquivo de definição utilizado é o RD. Arquivos utilizados pelo TABWIN Para o Sistema de Informações Hospitalares.

Aglomerado urbano.datasus.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações TABNET (SIH) Possui a mesma forma de trabalho do TABNET-SIA. Acesso em www. Região Metropolitana. com opções de Região e UF ou Município. bastando selecionar o Estado e depois o município desejado. Clique em Informações de Saúde\Assistência à Saúde e selecione uma das opções disponíveis em Internações hospitalares: Também permite a realização de tabulações em âmbito nacional. A tela abaixo exemplifica a escolha de uma tabulação em Internações Hospitalares por local de internação: 47 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .gov. ou ainda em âmbito municipal. Microrregião. página principal. só que buscamos as informações hospitalares.br.

48 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Programas de Saúde (PACS. Vigilância Sanitária. PSF. As tabulações podem ser realizadas em nível nacional. onde estão disponíveis as informações por município ou por prestador. Pagamentos de atendimento ambulatorial/hospitalar (MAC+AIH). surgem as informações sobre os diversos tipos de transferências de recursos financeiros do SUS. A tela apresentada mostra a tabulação por Município ou permite a escolha por Prestador. Podem ser consultados na página principal do DATASUS – Informações de Saúde – Recursos Financeiros. bem como o pagamento direto aos prestadores. Assistência Farmacêutica). de Procedimentos de Alta Complexidade e todos os seus Programas Específicos. Carências Nutricionais. em Recursos Financeiros. Também das transferências aos Fundos Estaduais e Municipais. por região ou unidade da Federação. Repasse. região metropolitana. na caixa Gestor da Saúde. Farmácia Básica. microrregião ou aglomerado urbano. ou por município. Extra Teto.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações RECURSOS FINANCEIROS DO SUS Neste tópico. O acesso às informações desejadas também é obtido através da página principal do Ministério da Saúde.

Não estão contempladas neste grupo as transferências relativas a Ações Estratégicas.SIA/SUS Fundo Nacional de Saúde 49 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . a remuneração de médicos (código 7) e laboratórios. Os valores aqui apresentados são brutos. referentes a: Internações Hospitalares: Valores resultantes do faturamento das contas hospitalares apresentadas pelos hospitais públicos. incluem. Transferências . Nota: As transferências relativas à gestão plena estadual estão contabilizadas no Município ignorado do respectivo estado.Alta e Média Complexidade Valor das transferências referentes à assistência de alta e média complexidade efetuadas aos municípios e estados em gestão semiplena e plena de sistema municipal. homologado pela SAS . mesmo que de Alta e Média Complexidade.SIH/SUS e Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS . bem como médicos também credenciados. nestes casos. descontos etc.Secretaria de Assistência à Saúde e publicado no Diário Oficial da União. estipulado pela Comissão Intergestores Bipartite do estado. Os valores aqui apresentados são brutos. filantrópicas e universitárias credenciadas pelo SUS. privados. além do que será efetivamente pago ao hospital. Fonte de Informação Sistema de Informações Hospitalares do SUS . Não estão aqui incluídos os pagamentos efetuados a prestadores pelos estados e municípios em gestão plena já que. impostos. o Ministério transfere recursos do Fundo Nacional de Saúde para os respectivos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde. incluindo impostos e descontos. Também não estão incluídos os valores referentes ao fator de recomposição (25%). pagos de julho de 1995 a maio de 1998. privadas. filantrópicos e universitários credenciados pelo SUS. Atendimento Ambulatorial: Valores resultantes do faturamento das contas ambulatoriais apresentadas pelas unidades públicas. ou seja.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Recursos Federais do SUS (por Município) Grupo e Tipo de Despesa Remuneração por serviços produzidos Pagamentos efetuados pelo Ministério da Saúde a prestadores.

os municípios podem habilitar-se em duas condições: a) Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada e b) Gestão Plena do Sistema Municipal.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Grupo e Tipo de Despesa Transferências . Cabe a este fazer o repasse ao município. efetuadas aos municípios e estados em gestão semiplena.Ações Estratégicas Valor das transferências referentes a Ações Estratégicas efetuadas aos municípios e estados em gestão semiplena e plena de atenção básica ou municipal. apesar de terem sido transferido ao estado.Secretaria de Assistência à Saúde e publicado no Diário Oficial da União. 50 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . estipulada pela Comissão Intergestores Bipartite do estado. Transferências .Secretaria de Assistência à Saúde e publicado no Diário Oficial da União. contabilizada nos municípios a que esta verba se destina. estipulado pela Comissão Intergestores Bipartite do estado. municípios e prestadores.Atenção Básica Valor das transferências referentes à atenção básica. Nota: As transferências relativas aos estados estão contabilizadas no Município ignorado do respectivo estado. mesmo que de Atenção Básica. serão colocadas novas categorias de repasses efetuados a estados. À medida que forem disponibilizados. Não estão contempladas neste grupo as transferências relativas a Ações Estratégicas. A partir da NOAS/SUS de 2002. Para os estados as condições passarem a ser: a) Gestão Avançada do Sistema Estadual e b) Gestão Plena do Sistema Estadual. os municípios podem habilitar-se em duas condições: a) Gestão Plena da Atenção Básica e b) Gestão Plena do Sistema Municipal. com exceção da Farmácia Básica. Foram mantidas as condições para habilitação estadual. homologado pela SAS . plena de sistema municipal e plena de atenção básica.: A partir da NOB/SUS de 1996. Nota: As transferências relativas à gestão plena estadual estão contabilizadas no Município ignorado do respectivo estado. homologado pela SAS . Fonte: DATASUS/Notas Técnicas – com alterações Fonte de Informação Fundo Nacional de Saúde Fundo Nacional de Saúde Obs.

UF ou região) onde a unidade (hospitalar ou ambulatorial) está estabelecida. regional de saúde. região metropolitana. público ou privado sindical plena de sistema municipal gestão plena de atenção básica (PAB) 51 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . aglomerado urbano. O Tipo de Prestador classifica as unidades de acordo com as seguintes categorias: federal estadual municipal contratado filantrópico universitário. O ano e mês de competência correspondem ao período em que foram realizados os atendimentos ambulatoriais e hospitalares faturados.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Os Tipos de Transferência qualificam as despesas como: Remuneração por serviços produzidos: transferidos diretamente do Ministério da Saúde aos prestadores. estão considerados nas transferências a estados e municípios. por alguma razão. macrorregional de saúde. Os valores estão apropriados pela Unidade Geográfica (município. Transferências a Estados: transferidos do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos Estaduais. incluem aqueles realizados anteriormente que. mas não nos pagamentos efetuados a prestadores pelo Ministério da Saúde. Transferências a Municípios: transferidos do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos Municipais. De acordo com a sistemática de pagamento das AIH.ZI) que não corresponde à UF de sua localização. microrregião. Em algumas situações. não puderam ser apresentados no devido tempo. Os abonos e fatores de recomposição. alguns hospitais estão vinculados a uma UF (a que denominamos de UF . Não constam os valores referentes às internações e atendimentos ambulatoriais realizados em alguns hospitais próprios do Ministério da Saúde que recebem apenas recursos orçamentários. como os aplicados de julho de 1995 a maio de 1998.

filantrópicos e universitários credenciados pelo SUS. incluindo impostos e descontos. impostos. quando a unidade estiver sob gestão estadual. ou plena. incluem. Fonte: DATASUS/Notas Técnicas Fonte de Informação Sistema de Informações Hospitalares do SUS . privados. descontos etc. Os valores aqui apresentados são brutos. a remuneração de médicos (código 7) e laboratórios.SIH/SUS Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS . quando a unidade estiver sob gestão municipal plena. Não estão incluídos os valores referentes ao fator de recomposição (25%). pagos de julho de 1995 a maio de 1998.SIA/SUS 52 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Não estão incluídos os valores referentes ao fator de recomposição (25%). filantrópicas e universitárias credenciadas pelo SUS. Estes valores estão discriminados como pagos pelo MS. ou plena. bem como médicos também credenciados. pagos de julho de 1995 a maio de 1998. quando a unidade estiver sob gestão municipal plena. além do que vai ser efetivamente pago ao hospital. ou seja. privadas. Os valores aqui apresentados são brutos. quando a unidade estiver sob gestão estadual. Valores resultantes do faturamento das contas ambulatoriais apresentadas pelas unidades públicas. Estes valores estão discriminados como pagos pelo MS.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Recursos Federais do SUS (por prestador) Tipo de Despesa Valores resultantes do faturamento das contas hospitalares apresentadas pelos hospitais públicos.

Os cadastros de estabelecimentos ambulatoriais e hospitalares. fornecidos pelos gestores estaduais e municipais. No entanto. Os valores estão apropriados pela Unidade de Atendimento. como os aplicados de julho de 1995 a maio de 1998. Em algumas situações. por alguma razão. O Tipo de Prestador classifica as unidades de acordo com as seguintes categorias: federal estadual municipal contratado filantrópico universitário.ZI) que não corresponde à UF de sua localização. O ano e mês de competência correspondem ao período em que foram realizados os atendimentos ambulatoriais e hospitalares faturados. UF ou região) onde a unidade (hospitalar ou ambulatorial) está estabelecida. assinalando o fato com um asterisco. incluem aqueles realizados anteriormente que. aglomerado urbano. alguns hospitais estão vinculados a uma UF (a que denominamos de UF . estando identificadas pelo seu CGC e agrupadas pela sua matriz. região metropolitana. nem sempre as razões sociais para as unidades de mesma raiz coincidem. Não constam os valores referentes às internações e atendimentos ambulatoriais realizados em alguns hospitais próprios do Ministério da Saúde (natureza 31) ou estaduais (natureza 41) que recebem apenas recursos orçamentários. Os abonos e fatores de recomposição. contêm a razão social e o nome da unidade. consideramos a razão social como sendo a que tivesse o menor número de filial. De acordo com a sistemática de pagamento das AIH. regional de saúde. público ou privado sindical 53 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . microrregião. municípios e prestadores. Nestes casos. Os valores estão apropriados pela Unidade Geográfica (município. serão colocadas novas categorias de repasses efetuados a estados. não estão considerados. não puderam ser apresentados no devido tempo. macrorregional de saúde. correspondente aos primeiros oito dígitos do CGC (raiz).Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações À medida que forem disponibilizadas.

Também podem ser acessadas na página do Datasus. quando o Estado se encontrar na condição de Gestão Plena do Sistema Estadual. 54 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . a competência e o tipo de transferência desejada. em Recursos Financeiros. em Bases de Dados. onde se seleciona o Município.: Os recursos transferidos para o Fundo Estadual de Saúde .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Transferência de Recursos do Fundo Nacional de Saúde . As informações estão disponíveis na página do Ministério da Saúde. Repasses Financeiros Fundo a Fundo. Transferências a Municípios. Repasse. Após escolher a Unidade desejada surgirá a tela a seguir.FES.FNS para os Fundos Estaduais e Municipais de Saúde (FUNDO a FUNDO). na opção Gestor da Saúde. Obs. estão disponíveis somente na base de dados do DATASUS.

população. condição de gestão. na opção CONCONV (Consulta Convênio). No SIAFI – Sistema Integrado de Administração Financeira. objeto. valor liberado e a liberar e data da Prestação de Contas. valor do teto Anual. valor PAB (fixo). 55 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . vigência. podemos identificar as Transferências Financeiras para Estados e Municípios mediante Instrumento de Cooperação Financeira. data e número do documento de crédito.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Permite identificar as transferências de recursos a Estados e Municípios (valores líquidos creditados no extrato do Fundo Estadual e Municipal de Saúde). conta bancária com agência e número. por Município e por competência. Atenção Básica e Ações Estratégicas. valor total do Convênio e da Contrapartida. celebração. CNPJ das Secretarias. competência. data do crédito. Permite selecionar os Recursos entre Média e Alta Complexidade. publicação. onde obtemos as informações sobre o número do Convênio. nome do concedente e do convenente.

o programa apresentará problemas. As operações no APPENDA.EXE para uma pasta de destino. Alguns utilitários e suas funções: ARJ – Programa compactador e descompactador de arquivos. C:\Temp. localizado na pasta criada. IMPRAIH (Impressão de AIHs) O Impraih é um aplicativo desenvolvido em FoxPro pelo Datasus. anexados a outros ou até mesmo separados do grupo de arquivos antes de serem trabalhados. desde que a ferramenta de descompactação correspondente esteja com o PATH ativo (memória do computador). O primeiro passo é fazer a descompactação do arquivo IMPRAIH23. executamos o arquivo setup. EXPDBF – Programa descompactador de arquivos do tipo DBC para o tipo DBF (um arquivo do tipo DBF pode ser lido pelo Excel. Tenha certeza de que o CD de Movimento de AIH mensal esteja inserido no drive. o programa pede que se informe a letra do drive de CDROM do seu computador. pois possibilita a geração de espelho para impressão da AIH a partir do CDROM de Movimento de AIH mensal. O programa APENDA funciona no ambiente DOS. APPENDA – Tem por finalidade anexar vários arquivos gerando um novo. por padrão D. compacta e descompacta arquivos. Funciona no Ambiente DOS. para iniciar a instalação do Impraih. conforme seleção de campos. execute o arquivo impraih23. as teclas F1 e F2 contém orientações sobre uso e funcionamento do mesmo. são de suma importância para um trabalho mais elaborado. Na janela que aparece. escolha o nome da pasta para localização do aplicativo e aguarde o final da instalação. (esta operação é possível ser realizada utilizando o recurso filtro. 56 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . O programa Winzip reconhece também as tarefas realizadas pelo ARJ. Siga as etapas indicadas. gerar um arquivo a partir de outro. localizado na pasta onde foi instalado.exe. pois alguns arquivos estão compactados e precisam ser descompactados. existente no programa). expandidos. criando 10 arquivos.exe. desde que as versões sejam compatíveis. Na seqüência. Funciona no ambiente DOS WINZIP – Versão do programa zip para Windows. por exemplo. Funciona no ambiente DOS. Após a ativação do programa APPENDA.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações UTILITÁRIOS Programas utilitários ou de apoio. inclusive para texto). que auxilia nas tarefas de Auditoria. caso contrário. COMPDBF . também podem ser realizadas com arquivos compactados.Programa compactador de arquivos do tipo DBF para o tipo DBC (Arquivos do tipo DBC são utilizados pelo Tab). Dbase ou convertido para qualquer tipo de dados. Para utilizar o aplicativo.

dbf.dbf e de municípios são mantidas como padrão. não existe a possibilidade de salvar uma cópia da AIH em arquivo. somente permitindo a impressão dela. usamos o programa Excel. EXCEL Às vezes o relatório precisa ser mais detalhado. principalmente quando se deseja descer ao nível de cada AIH ou procedimento. também permite a elaboração de gráficos. sempre definindo linhas e colunas. proc. A5 (coluna A e linha 5).Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Abaixo representamos a tela de execução do programa. Para isso. filtro. por exemplo. com informações mais específicas. podemos selecionar os procedimentos desejados. tipo DBF. As opções de localização dos arquivos locaih. etc. Caso o arquivo esteja no formato DBC 57 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Quando for utilizado em ambiente de rede. que além de abrir arquivos. Após fazer as opções. Ele é capaz de abrir a base de dados somente de arquivos descompactados. uma AIH Reduzida (ou Rdufaamm). No uso do aplicativo. Quando a opção for por CGC. clique no botão Executa e aguarde a geração do(s) espelho(s) de AIH e comande sua impressão. As opções possíveis de consulta são por nº do CGC ou por nº da AIH. A célula é a menor unidade de um arquivo Excel. classificação de registros. o aplicativo deve ser instalado pelo administrador da rede local em cada equipamento desejado. uso da tabela dinâmica. usando Windows NT ou 2000. e é definida por uma letra para as colunas e um número para as linhas. O Excel é um programa que trabalha com arquivos no formato de matrizes. O aplicativo informa qual o drive de CDROM e qual a competência do CD que está sendo utilizado.dbf. como por exemplo.dbf. O programa permite a impressão das AIHs pagas ou rejeitadas. cid. opm.

5) Para fazer uma tabela dinâmica ir no Menu Dados. usada para condensar um relatório com grande quantidade de dados. somente com as informações desejadas para o trabalho em meta. em Filtrar. 3) Para classificar uma certa quantidade de dados. É importante verificar após a abertura do arquivo. Na etapa3 escolha os campos que comporão o relatório. Classificação. opção AutoFiltro. por exemplo. usada quando se deseja retirar uma informação desnecessária do relatório.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações (normalmente arquivos PAufaamm e RDufaamm). Filtro de seleção. devemos marcá-las e ir no Menu Editar. opção Classificar. 58 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . usada quando se deseja filtrar o relatório. devemos marcar a coluna que contém os dados que desejamos filtrar e ir no Menu Dados. em Linhas ou colunas. filtrando e exibindo páginas diferentes ou exibir os detalhes das áreas de interesse. pois caso isso ocorra.384 linhas no Excel 5 e de 65. em Relatório de tabela dinâmica. escolher a opção desejada. Caso o limite de linhas seja excedido. Podemos fazer modificações no arquivo para formatar o relatório da maneira desejada. usada quando se deseja abrir um campo para digitar informações ou observações. Instruções Úteis 1) Para remover uma ou mais linhas/colunas. Este limite é de 16. Na janela aberta. Na caixa aberta. Inserir linhas ou colunas. No caso de divisão do arquivo em partes menores. escolher a função desejada. 2) Para inserir uma ou mais linhas/colunas. As funções mais utilizadas são: Remover linhas ou colunas. devemos marcá-las e ir no Menu Inserir. separar as AIH de um determinado Hospital. Tabela dinâmica. para saber quais informações estão contidas em cada coluna. usada quando se deseja ordenar os dados do relatório. observar a sua estrutura. devemos marcar as informações a serem ordenadas e no Menu Dados. Na etapa2 selecione o intervalo de dados. essa estrutura dos campos servirá para formar o novo arquivo. detalhada no anexo. Na etapa4 escolha o local onde ficará a tabela dinâmica. opção Excluir.536 linhas no Excel 97 ou superior. Ao utilizar o arquivo no Excel. ele precisará ser descompactado usando o utilitário EXPDBF antes de poder ser aberto no Excel. Na etapa1 escolher o banco de dados. por um campo desejado. somente uma parte dos dados será disponibilizada e o relatório será composto por informações incompletas. o arquivo que precisa ser aberto deverá ser dividido em arquivos menores e para isso usamos o utilitário APPENDA. 4) Para filtrar uma seleção. se o limite máximo de linhas do Excel não foi excedido.

avaliação e auditoria. periodicamente. seja acessada a página do Caderno para verificar se existem novas versões. O Caderno sempre obtém a informação em nível nacional mais recente. vá até a página www.EXE – executável para geração dos cadernos IDBMUN.CNT – arquivo de ajuda GERAL*. 59 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . resumo executivo. órgão da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde.gov.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações CADERNO DE INFORMAÇÕES DE SAÚDE É a mais recente ferramenta para auxiliar nos trabalhos de controle.TXT e GERAL*. de acordo com a necessidade: visão geral.datasus. saúde da mulher.XLS – modelos dos cadernos Resumo Executivo: * * * * * * RESUMO – por município RESUMOAGL – por aglomerado urbano RESUMOMETR – por região metropolitana RESUMOMIC – por microrregião RESUMOUF – por unidade da federação RESUMOBR – para o Brasil Como o programa e os modelos de cadernos são continuamente aperfeiçoados.HLP – arquivo de ajuda IDBMUN. É necessário acesso a Internet e ter instalado no computador o programa Excel. podendo chegar até o nível municipal. Arquivos gerados após a instalação do Caderno: IDBMUN.XLS – modelos dos cadernos Geral: * * * * * * GERAL – por município GERALAGL – por aglomerado urbano GERALMETR – por região metropolitana GERALMIC – por microrregião GERALUF – por unidade da federação GERALBR – para o Brasil RESUMO*.htm e copie para seu computador o arquivo IDBINST. Trata-se de um programa que reúne as informações mais atualizadas nas diferentes bases de dados do Ministério da Saúde e as disponibiliza já consolidadas e na forma de indicadores de saúde. A captura das informações das diversas bases de dados é feita através da página do DATASUS na Internet.br/caderno/caderno.exe que contém o executável IDBMUN. Podem ser criados diversos padrões de Cadernos. da criança etc. Foi desenvolvido pelo Departamento de Informática do SUS.TXT e RESUMO*. os arquivos de ajuda e os modelos padronizados. permitindo análises e comparações. já que o Caderno gera os relatórios na forma de planilhas. é conveniente que. Para obter o programa.

onde o programa vai buscar as últimas atualizações sobre o relatório que queremos gerar. apenas sendo necessário fazer a opção entre realizar uma visualização em tela ou fazer uma cópia do arquivo em seu computador. foram disponibilizados os Cadernos já formatados. em Cadernos de Informação de Saúde. Existe a opção de consulta de uma parte do Caderno. Está disponível também um arquivo contendo os Cadernos de todos os municípios de um determinado Estado escolhido. em Indicadores Municipais de Saúde.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Apresentamos a tela principal do Caderno de Informações: Repare que na caixa de configurações aparece a página do Datasus. prontos para utilização. 60 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Os Cadernos serão atualizados periodicamente pelo Datasus. A partir de agosto/2003. disponível na página do Datasus. onde.hlp contém as informações de ajuda para uso do programa Caderno de Informações. podemos optar por um Município e qual pesquisa a ser realizada. O arquivo Idbmun. após selecionar o Estado desejado.

Este cartão tem impresso o número nacional de identificação do usuário. de profissionais de saúde e de unidades de saúde. pelos equipamentos servidores instalados nas secretarias estaduais e municipais de saúde e no Ministério da Saúde e por uma rede de comunicação que abrange os níveis municipal. acompanhamento do processo de referência e contra-referência dos pacientes. cartão do profissional: também é um cartão magnético e permitirá a identificação dos profissionais de saúde perante o sistema. acompanhamento. Além dos cadastros. ao profissional que o realizou e também à unidade de saúde onde foi realizado. O sistema permite a coleta de uma série de informações vinculadas ao atendimento realizado. segundo critérios e prioridades locais. estadual e federal. o gestor municipal ganha meios para. Para tanto. Não há como identificar se determinado procedimento está sendo realizado repetidamente pelo mesmo usuário. revisão dos critérios de financiamento da saúde. analisar o impacto e a cobertura de programas e serviços oferecidos à população. é necessária a construção de cadastros de usuários. Com isso. armazenar e transmitir as informações sobre os atendimentos realizados. possibilidade de revisão do processo de compra e dispensação de medicamentos. onde. imediata identificação do usuário e agilidade no atendimento. por quem. Com a individualização dos procedimentos. controle. contribuindo para a organização de serviços de saúde e para ampliar e qualificar o acesso dos usuários aos mesmos. o Cartão Nacional de Saúde é constituído por: cartão do usuário: um cartão magnético. auxílio na identificação de áreas problemáticas e na formulação de políticas. bem como organizar melhor a assistência. aplicativos desenvolvidos especificamente para o sistema Cartão Nacional de Saúde. gerando problemas na avaliação do impacto de ações programáticas e no fornecimento de insumos e serviços. integração de sistemas de informação. ou seja.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE O Cartão Nacional de Saúde é um instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos realizados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) ao usuário. avaliação e auditoria do sistema e serviços de saúde. Com tudo isso será possível conhecer quem está sendo atendido. Dentre os objetivos do projeto. Utilidades a curto prazo Individualização de Procedimentos – Hoje. ou se efetivamente o número de procedimentos realizados corresponde ao número de usuários beneficiados. com funções de captar. instalados nas unidades de saúde que compõem o SUS. Essa infra-estrutura é composta pelos equipamentos terminais. uma infra-estrutura de informação e telecomunicações. como e com quais resultados. 61 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . que será lido pelos equipamentos terminais desenvolvidos especificamente para o projeto. a maioria dos procedimentos ambulatoriais não é registrada pessoa a pessoa. pela agilização da disponibilidade das informações gerenciais. acompanhamento dos fluxos assistenciais. destacam-se: construção de uma base de dados de histórico clínico. apenas os procedimentos hospitalares e alguns ambulatoriais de alta complexidade têm registro individualizado.

SIH-SUS. bem como a obtenção dos históricos de assistência de qualquer usuário. podendo ser utilizado também para o planejamento e organização de serviços de saúde voltados à atenção básica com outros modelos assistenciais. fosse iniciado. O projeto é financiado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. SINAN. SIA-SUS. por meio do número do PIS/PASEP a ser gerado pela Caixa Econômica Federal (CEF) para cada cadastro de indivíduo. No entanto. e foi objeto de uma licitação internacional para contratação da Solução de Informática do Cartão Nacional de Saúde. sejam relacionadas as informações. considerado como projeto piloto.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações definindo serviços de referência intra e intermunicipais. O processo de implantação do Cartão Nacional de Saúde (CNS) em curso. à medida que vincula os indivíduos e seus núcleos familiares ao espaço geográfico e social. para que. permitindo o estabelecimento de associações entre danos. SISVAN. Dados Individuais – O Cadastro Nacional favorece a elaboração. efetivamente. 62 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . Atenção Básica – O cadastramento de indivíduos e domicílios será utilizado pelo SIAB (Sistema de Informação de Atenção Básica) como o cadastro base para a organização dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde e de Saúde da Família (PACS/PSF). implantação e análise do impacto de protocolos clínicos em cada indivíduo. SI-PNI. Vigilância em Saúde – O Cadastro Nacional potencializa a orientação da intervenção no município a partir do enfoque de vigilância em saúde. riscos e determinantes em saúde. O Projeto Piloto A implantação do Cartão Nacional de Saúde está prevista desde a Norma Operacional Básica do SUS de 1996. SINASC. Integração dos Sistemas – A universalização do Cartão Nacional de Saúde possibilitará a articulação dos Sistemas de Base Nacional (SIM. de maneira individualizada. alcançando cerca de 13 milhões de usuários do SUS. por meio do projeto REFORSUS. abrange 44 municípios brasileiros e atinge todas as regiões do País.). a complexidade e o fato de o projeto ser inédito fizeram com que somente em 1999 ele. Caso haja disponibilidade de Sistemas Locais. SIAB. estes também poderão se relacionar com o Cadastro. fixando metas e estabelecendo indicadores de acompanhamento e avaliação dos serviços de saúde. etc.

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações SISTEMA DE CARTAS AOS USUÁRIOS DO SUS Desde abril de 1999, o Ministério da Saúde vem enviando cartas aos usuários de internação hospitalar da rede do Sistema Único de Saúde para que eles próprios tomem conhecimento e possam conferir em um demonstrativo os procedimentos realizados, materiais e itens utilizados, valores cobrados pelo hospital e pagos pelo SUS, e outros dados de sua internação. O principal objetivo dessa sistemática de fiscalização e avaliação dos hospitais é o controle dos recursos públicos e aferição da qualidade do atendimento prestado aos usuários, resultando na identificação – e correção – de irregularidades na rede de serviços do SUS. Os usuários que recebem a carta do Ministério da Saúde apresentam respostas com elogios, denúncias, reclamações, sugestões, informações e correção de dados que permitem não só a identificação de fraudes em diferentes pontos do Brasil como oferecem ao contribuinte a chance de participar do processo de fiscalização. Do total de cartas enviadas pelo Ministério da Saúde no período de 1999 a 2001, cerca de 3 milhões, 139.709 foram respondidas pelos usuários, sendo 13.183 com denúncias, 2.718 com reclamações e 4.844 com elogios diversos entre os demais comentários. Depois de receber as informações dos usuários, o Ministério envia uma segunda carta ao paciente e/ou familiar agradecendo pelas informações e reforçando a importância da denúncia como um meio de coibir irregularidades. De acordo com o tipo, gravidade ou incidência das denúncias, os secretários municipais e estaduais de Saúde vêm aplicando medidas punitivas que objetivam corrigir as irregularidades indicadas pelos usuários do SUS em suas respostas às cartas enviadas pelo MS. Entre todas as 8.233 medidas punitivas e/ou ações corretivas adotadas, decorrentes das denúncias confirmadas, foi informado ao Ministério da Saúde que: - 845 pacientes foram ressarcidos – receberam seu dinheiro de volta pelos valores cobrados irregularmente por hospitais e/ou profissionais; - 15 hospitais foram excluídos do SUS – do total de 81 apurações que concluíram por esta medida punitiva, 42 foram multados, 25 receberam suspensão e 14 foram advertidos; - com relação aos profissionais médicos, quatro foram excluídos, seis foram suspensos e 66 foram advertidos; respectivamente do total de 12, 26 e 140 apurações que concluíram por essas penalidades; - além disso foram aplicadas 50 advertências públicas e foram emitidas 612 de ordens de recebimento (OR), que são restituições ao Fundo de Saúde conforme a gestão do hospital. Cabe ressaltar que todas as denúncias não apuradas pelo gestor municipal ou estadual dentro do prazo estabelecido (2.011 denúncias) foram encaminhadas ao Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS), para análise e providências. A Portaria MS/GM 1137, de 6/10/2000 determina que a SAS disponibilize, via Internet, informações e formulários de apuração de todas as denúncias de usuários do SUS encaminhadas ao Ministério da Saúde, assim como as não apuradas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Será de responsabilidade dos gestores estaduais e municipais o acesso às informações e aos formulários de apuração, referentes aos hospitais sob sua gestão, a partir de um login e de uma senha pessoal e intransferível, fornecidos pela SAS/DECAS. As apurações serão cadastradas depois de totalmente concluídas. Os gestores terão um prazo de 90 (noventa) dias, a partir da data de disponibilização, para apresentarem os resultados das apurações. O não cumprimento do prazo acarretará instauração de auditoria pelo Denasus. Acesso na página da SAS no item de menu Apuração Carta/SUS.

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A Portaria MS/GM 2009, de 30/10/2001, institui no âmbito da SAS, o Serviço de Atendimento ao Cidadão/Usuário do SUS – SAC/SUS, sistema informatizado, com fluxo de informações via Internet, que compreende: Cartas aos Usuários do SUS; Demandas dos cidadãos/usuários; Programa Nacional de Avaliação dos Serviços Hospitalares – PNASH.

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ANEXOS Detalhamento dos arquivos, sua importância e as informações que eles contém 1 - Arquivo de Atividades Profissionais das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para cada mês de competência: - Nomenclatura: ATufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de referência, mm = mês de referência) - Formato: DBF - Descrição: contém registros com informações das especialidades/atividades profissionais, de cada Unidade Prestadora de Serviços Ambulatoriais da rede ambulatorial do SUS - Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN e CADSIA Descrição dos registros Campo 01 Nome ESP_CONDIC Descrição do Campo Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está habilitado: EC= Estado Convencional PB= Município em Gestão PAB MP= Munic. em Gestão Plena do Sistema Municipal MS= Município em Gestão Semiplena 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 ESP_GESTAO ESP_CODUNI ESP_DATREF ESP_CODESP ESP_QTPROF ESP_QTHORA ESP_MUNLOC EPS_TIPPRE ESP_TIPUNI ESP_NIVHRQ UF + Código Município de Gestão ou UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual Código da Unidade Prestadora de Serviços (s/ o dv) Data de Competência (AAAAMM) Especificação da Atividade Profissional Nº Profissionais que desempenham a Especial/Ativ. Prof. Nº de Horas de trabalho/semana dos profissionais Cód. do Munic.de Localização da Unidade seg. o IBGE Caract. da unidade quanto ao tipo de Prestador de Serviços Tipo da unidade em função da Estrutura/Complexidade Nível de Hierarquia considerando as Atividades Profissionais

2 - Arquivo de Acompanhamento Orçamentário das Unidades Ambulatoriais de cada Estado, para cada mês de competência:

- Nomenclatura: IPufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de referência, mm = mês de referência) - Formato: DBF
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Utilizado por: CADSIA 66 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .Descrição: contém registros com o Acompanhamento Orçamentário das Unidades Prestadoras de Serviços Ambulatoriais. de pagamento) Sempre negativo. a partir de 01/01/99 (BDP de débito) Campo para futuras implementações 3 . da rede ambulatorial do SUS . para cada mês de competência . aa = ano de referência.Formato: DBF .Utilizado por: CADSIA Descrição dos registros Campo Nome 1 IPU_CONDIC Descrição do Campo Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está habilitado: EC= Estado Convencional PB= Município em Gestão PAB MP= Munic.Arquivo de Mantenedoras das Unidades Ambulatoriais de cada Estado. mm = mês de referência) . da rede ambulatorial do SUS .DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. em Gestão Plena do Sistema Municipal MS= Município em Gestão Semiplena 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 IPU_GESTAO IPU_UID IPU_CMP IPU_IP IPU_QT_O IPU_QT_P IPU_QT_A IPU_VL_O IPU_VL_P IPU_VL_A IPU_BLOQ IPU_VL_J IPU_SINAL IPU_FILLER Unidade de Federação + Código Município de Gestão.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações .Descrição: contém registros com o cadastro das Unidades Mantenedoras das Unidades Prestadoras de Serviços Ambulatoriais. ou UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual Código da Unidade Prestadora de Serviços (s/ o dv) Data de competência (AAAAMM) Item de programação Quantidade programada Quantidade apresentada Quantidade aprovada Valor do orçamento Valor produzido Valor aprovado Campo para futuras implementações Valor do ajuste (difer.Nomenclatura: MNufaamm.

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Descrição dos registros Campo 1 Nome MNT_CONDIC Descrição do Campo Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está habilitado: EC= Estado Convencional PB= Município em Gestão PAB MP= Munic. Banco do Brasil) Agência do banco Conta Corrente do banco Data da competência da informação (AAMMDD) Data de inclusão no cadastro (AAMMDD) Data da última alteração no cadastro (AAMMDD) 4 . em Gestão Plena do Sistema Municipal MS= Município em Gestão Semiplena Campo 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Nome MNT_GESTAO MNT_RS MNT_MN MNT_ID MNT_CGCFI MNT_CGCDV MNT_RZSC MNT_IR MNT_LOGR MNT_NUM MNT_COMPL MNT_BAIRRO MNT_CEP MNT_DDD MNT_TELE MNT_BANCO MNT_AB MNT_NU_CC MNT_DT_PR MNT_DT_IN MNT_DT_UA Descrição do Campo Unidade de Federação + Código Município de Gestão.Nomenclatura: SRufaamm. para cada mês de competência: . o IBGE). mm = mês de referência) . se desconta IR ou 02. aa = ano de referência. com zero na frente Oito primeiros dígitos do CGC Quatro dígitos finais do CGC (após barra) Dígito Verificador do CGC Razão Social da UPS 01. se não desconta IR Logradouro Número Complemento Bairro CEP DDD Telefone Código do Banco (sempre 001.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. ou UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual Região de saúde Código do Município (seg.Arquivo de Serviços (SADT e Programas) das Unidades Ambulatoriais de cada Estado.Formato: DBF 67 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

para cada mês de competência: .Utilizado por: aplicativos TAB. de Localização da unidade seg.Arquivo de Cadastro das Unidades Ambulatoriais de cada Estado. aa = ano de referência. do Munic. da rede ambulatorial do SUS . da rede ambulatorial do SUS . mm = mês de referência) . em Gestão Plena do Sistema Municipal MS= Município em Gestão Semiplena Campo 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Nome SRV_GESTAO SRV_CODUNI SRV_DATREF SRV_SERV SRV_CLASS SRV_MUNLOC SRV_TIPPRE SRV_TIPUNI SRV_NIVHRQ Descrição do Campo Unidade de Federação + Código Município de Gestão ou UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual Código da Unidade Prestadora de Serviços (s/ o dv) Data de competência (AAAAMM) Serviço Ambulatorial oferecido conforme Tabela do MS/SAS Classificação do Serviço conforme Tabela do MS/SAS Cód. TABWIN e CADSIA Descrição dos registros Campo Nome 01 SRV_CONDIC Descrição do Campo Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está habilitado: EC= Estado Convencional PB= Município em Gestão PAB MP= Munic.Formato: DBF . cadastrados em cada Unidade Prestadora de Serviços Ambulatoriais.Nomenclatura: UAufaamm.Utilizado por: aplicativos TAB.Descrição: contém registros com o cadastro das Unidades Prestadoras de Serviços Ambulatoriais. TABX.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação.Descrição: contém registros com informações dos Serviços (SADT e Programas). o IBGE Caracterização quanto ao tipo de Prestador de Serviços Tipo de Unidade da UPS em função dos Serviços que presta Nível de Hierarquia quanto aos tipos de Serviços que presta 5 . TABWIN e CADSIA Descrição dos registros Campo 01 Nome CAD_CONDIC Descrição do Campo Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está habilitado: EC= Estado Convencional PB= Município em Gestão PAB 68 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações . TABX.

a retenção de IR (1-sim. (s/ o dígito verificador) Data de competência (AAMM) Razão social da unidade prestadora de serviço Nome de fantasia da unidade prestadora de serviço (1-CPF. 2-CGC) Número do cadastro na Receita Federal (CGC/CPF) Tipo de Abatim.IBGE Código da regional administrativa de saúde Código do Distrito sanitário Código da uni.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações MP= Município em Gestão Plena do Sistema Municipal MS= Município em Gestão Semiplena 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 Campo 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 CAD_GESTAO CAD_UFMUN CAD_CODREG CAD_CODSA CAD_CODUNI CAD_DATREF CAD_RAZSOC CAD_NOME CAD_TIPREG CAD_NUMREG CAD_INDIR Nome CAD_ENDLOG CAD_ENDNUM CAD_ENDCPL CAD_ENDBRO CAD_ENDCEP CAD_TELDDD CAD_TELNUM CAD_CODBCO CAD_CODAGE CAD_NUMCCE CAD_TIPUNI CAD_TIPPRE CAD_NUMCON CAD_DATPUB CAD_QTDMED CAD_QTDEQP CAD_QTDSIG CAD_QTDSPC CAD_QTDSCA CAD_TURNS CAD_FLUXOS Unidade de Federação + Código Município de Gestão ou UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual Cód. prest. do munic. 2-não) Descrição do Campo Identificação do logradouro da unidade Número correspondente ao logradouro da unidade Complemento do logradouro da unidade Bairro onde se situa o logradouro da unidade Código de endereçamento postal do logradouro Código do DDD do telefone na unidade Número do telefone da unidade Código do Banco onde a unidade recebe o crédito Código da Agência Bancária Número da conta corrente Caracterização (Tipo) da unidade Caracter. quanto ao Tipo de Prestador de Serviços Nº contrato/convênio firmado pela unidade com o SUS Data da Publicação do contrato/convênio (AAMMDD) Número de consultórios médicos existentes Número de equipamentos odontológicos Número de salas de gesso existentes na unidade Número de salas de pesquisas cirúrgicas na unidade Número de salas de cirurgia ambulatorial Período de abrangência do horário atendimento Fluxo de clientela atendida na unidade 69 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . de serv. de localização da unidade . ref.

Arquivo de Registro Cadastral Único das Unidades Ambulatoriais de cada Estado. (AAMMDD) 6 .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 34 35 36 37 38 39 CAD_NIVHRQ CAD_INDMAN CAD_DATFIS CAD_DATORC CAD_DATCAD CAD_DATATU Nível de Hierarquia da unidade Subord. aa = ano de referência.não. 1 – sim) Data de preenchimento do FCA (AAMMDD) Data de preenchimento do FPO (AAMMDD) Data de cadastramento no SIA (AAMMDD) Data processam. TABX. ref.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. Mantenedora (0 . a última atualiz. ou não Ent. IBGE Data de Competência (AAMM) Caracterização (Tipo de Unidade) da UPS em função dos Serviços que presta Caracterização da unidade quanto ao tipo de Prestador de Serviços Nível de Hierarquia da Unidade considerando os tipos de Serviços que presta Nº de consultórios médicos existentes na Unidade Nº de equipamentos odontológicos existentes na Unidade Nº de salas de gesso existentes na Unidade Nº de salas de pesquisas cirúrgicas na Unidade Nº de salas de cirurgia ambulatorial existentes na Unidade Constante igual a hum 70 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros do cadastro das Unidades Prestadoras de Serviços da rede ambulatorial do SUS Utilizado por: aplicativos TAB. para cada mês de competência: Nomenclatura: CNufaamm. TABWIN Descrição dos registros Campo 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 Nome CAD_UF CAD_GESTAO CAD_CODUNI CAD_NUMREG CAD_UFMUN CAD_DATREF CAD_TIPUNI CAD_TIPPRE CAD_NIVHRQ CAD_QTDMED CAD_QTDEQP CAD_QTDSIG CAD_QTDSPC CAD_QTDSCA CAD_FREQ Descrição do Campo Código do município de localização da unidade segundo o IBGE Algorítimo para identificar em qual(is) Gestão(ões) a Unidade está cadastrada Código da Unidade Prestadora de Serviços Nº do cadastro na Receita Federal (CNPJ/CPF) Código do município de localização da unidade seg.

TABWIN e CADSIA Descrição dos registros Campo 01 Nome PA_CONDIC Descrição do Campo Sigla do Tipo de Gestão que o Estado ou Município está habilitado: EC= Estado Convencional PB= Município em Gestão PAB MP= Município em Gestão Plena do Sistema Municipal MS= Município em Gestão Semiplena 02 Campo 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 PA_GESTAO Nome PA_CODUNI PA_DATREF PA_CODPRO PA_DOCORIG PA_CODESP PA_TIPPRO PA_TIPATE PA_FXETAR PA_QTDPRO PA_QTDAPR PA_INDICA Unidade de Federação + Código Município de Gestão ou UF9999 se a Unidade está sob Gestão Estadual Descrição do Campo Código da unidade prestadora de serviço (s/ o dv) Data da realização do procedimento (AAMM) Código de procedimento Ambulatorial Documento original: B = BPA. da rede ambulatorial do SUS .Arquivo da Produção Ambulatorial de cada Estado.Nomenclatura: PAufaamm.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 7 . do tipo de atendimento a que se refere o procedimento realizado pela UPS (só BPA) Cód. mm = mês de referência) . A = APAC Código da especialidade médica Cód. 5 = aprovado total. do grupo de atendimento a que se refere o procedimento realizado pela UPS (só BPA) Faixa etária do paciente Quantidade produzida (apresentada) Quantidade aprovada Indicativo de situação quando do processamento: 0 = não aprovado. para cada mês de competência: . aa = ano de referência.Formato: DBC (DBF comprimido) .Utilizado por: aplicativos TAB. TABX.Descrição: contém registros com informações sobre a produção ambulatorial de cada Unidade Prestadora de Serviços Ambulatoriais.DBC (uf = sigla da Unidade da Federação. 6 = aprovado parcial 14 15 16 PA_TIPPRE PA_DATPR PA_VALPRO Tipo de prestador Data de processamento (AAAAMM) Valor apresentado 71 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

com os campos mais utilizados Descrição dos registros Reg Nome 01 02 03 04 05 06 07 UF_ZI ANO_CMPT MES_CMPT ESPEC CGC_HOSP N_AIH IDENT Descrição Código da unidade da federação Ano de competência da AIH. no formato aaaammdd 72 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . este tipo só é utilizado no momento da entrada de dados para o sistema. no arquivo . por só conter os atos realizados e procedimentos autorizados que não puderam ser especificados na AIH de tipo 1 5: AIH de longa permanência e FPT. no formato mm Especialidade da AIH.Arquivo de Movimento Reduzido da Autorização de Internação Hospitalar de cada Estado.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 17 18 19 20 21 22 23 24 PA_VALAPR PA_UFMUN PA_MUNAT PA_NUMAPA PA_CODOCO PA_CIDPRI PA_CIDSEC PA_MORFOL Valor aprovado Unidade da Federação + município de localização Município de atendimento Número da APAC Código da ocorrência / erro (ref.Formato: DBC.Nomenclatura: Rdufaamm. PA_INDICA) Código do CID 10 (Código Internacional de Doenças) da patologia que originou a doença diagnóstico principal Código do CID 10 do diagnóstico secundário (ou principal dependendo de tipo de atendimento) Código do CID 10 da morfologia 9 . mm = mês de competência) . no formato aaaa Mês de competência da AIH. aa = ano de competência.DBC Está compactado pelo software COMPDBF. corresponde a internações de longa duração (notadamente na área de psiquiatria) ou casos FPT (Fora de Possibilidade Terapêutica) 08 09 10 CEP MUNIC_RESC NASC CEP do paciente Código do município de residência do paciente Data de nascimento do paciente. RDuuaamm.DBF (uf = sigla da UF. segundo a tabela de Especialidades CGC do hospital. para cada mês de competência: .Descrição: contém registros correspondentes a cada AIH paga na Unidade da Federação no período. veja Cadastro de Hospitais Número da AIH Identificação da AIH: 1: AIH normal 3: AIH de continuação.

conforme Tabela de Tipos de UTI utilizada: 00: 01: 02: 03: 04: 05: 06: 07: 08: Leito sem especialidade ou não utilizou UTI UTI adulto nível II UTI adulto nível III UTI neonatal nível III UTI neonatal nível II UTI pediátrica nível II UTI pediátrica nível III Transplante pediátrico Transplante adulto 17 Campo 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 UTI_INT_IN Nome UTI_INT_AN UTI_INT_AL UTI_INT_TO PROC_REA VAL_SH VAL_SP VAL_SADT VAL_RN VAL_ORTP VAL_SANGUE VAL_SADTSR Dias de UTI no mês em que se iniciou a internação em UTI intermediária Descrição do Campo Dias na UTI intermediária no mês anterior ao da alta Dias na UTI intermediária no mês da alta Total de dias de UTI intermediária durante a internação Procedimento realizado.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 11 SEXO Sexo do paciente: 0: Ignorado 1: Masculino 3: Feminino 12 13 14 15 16 UTI_MES_IN UTI_MES_AN UTI_MES_AL UTI_MES_TO MARCA_UTI Dias de UTI no mês em que se iniciou a internação em UTI Dias na UTI no mês anterior ao da alta Dias na UTI no mês da alta Total de dias de UTI durante a internação Indica qual o tipo de UTI utilizado pelo paciente desta AIH. mas não em VAL_SADT. incluindo: . 29 VAL_TRANSP Valor referente a transplantes (retirada de órgãos). Observação: este valor está somado em VAL_TOT. sem rateio. veja Tabela de Procedimentos Valor de serviços hospitalares Valor de serviços profissionais Valor de SADT (serviços auxiliares de diagnose e terapia) Valor de recém-nato Valor de órtese e prótese Valor de sangue Valor referente a tomografias e ressonância nuclear magnética pagas diretamente a terceiros.taxa de sala cirúrgica (SH) 73 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

Data de internação. do registro reduzido de AIH Contador utilizado em aplicativos. segundo a CID Cobrança.exames no cadáver (SADT) . segundo a CID Diagnóstico secundário.exames dos transplantados (SADT) Observação: este valor está somado em VAL_TOT.primeira consulta Valor total da AIH: VAL_SH + VAL_SP + VAL_SADT + VAL_RN + VAL_ORTP + VAL_SANGUE + VAL_SADTSR + VAL_TRANSP + VAL_OBSANG + VAL_PED1AC Valor referente aos gastos em UTI Valor total da AIH (VAL_TOT). constante = 1 Nacionalidade do paciente 74 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS 33 34 35 36 37 38 39 40 41 VAL_UTI US_TOT DT_INTER DT_SAIDA DIAG_PRINC DIAG_SECUN COBRANCA NATUREZA GESTAO . segundo a tabela de motivos de cobrança Natureza da relação do hospital com o SUS Indica o tipo de gestão do hospital: 0: Gestão estadual 1: Gestão plena municipal 2: Gestão plena estadual Campo 42 43 Nome MUNIC_MOV COD_IDADE Descrição do Campo Código do município onde se localiza o hospital Unidade de medida da idade: 0: ignorada 2: dias 3: meses 4: anos 44 45 46 IDADE DIAS_PERM MORTE Idade. no formato aaaammdd Data de saída.avaliação auditiva (SADT) .retirada de órgão (SP) .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações . mas não em VAL_SH. 30 31 32 VAL_OBSANG VAL_PED1AC VAL_TOT Valor de analgesia obstétrica Valor de pediatria . na unidade do campo COD_IDADE Dias de permanência Indica se o paciente teve saída com morte: 0: Não 1: Sim 47 48 49 COD_ARQ CONT NACIONAL Código ident. no formato aaaammdd Diagnóstico principal. convertido para dólares. VAL_SP e VAL_SADT.

35.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. que abre diretamente arquivos *.018. 4) Fonte: CD de Movimento de AIH – Dezembro/2001 .005.: INSC_PN SEQ_AIH5 Número de inscrição da gestante no programa de Assistência Pré-Natal Seqüencial da AIH de longa permanência 1) Os campos 22 a 33. são preenchidos em casos de procedimentos de laqueadura tubária (34.dbf. conforme a Tabela da CID.083.022.098) 3) As estruturas dos arquivos acima citados. mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em Terapia Renal Substitutiva 75 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . gerando o relatório que se desejar. não são fixos. aa = ano de referência.© Datasus 2002 As informações destes arquivos também podem ser consultadas usando o Microsoft Excel. 35.011.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 50 51 52 53 54 NUM_PROC CAR_INT TOT_PT_SP CPF_AUT HOMONIMO Número do processamento Caráter da internação Número de pontos de Serviços Profissionais nesta AIH CPF do auditor que autorizou o pagamento da AIH em caso de homônimos Indicador se o paciente da AIH é homônimo do paciente de outra AIH: em branco: não é homônimo 1: é homônimo Número de filhos Grau de instrução CID de indicação para realização de laqueadura. cesareana com laqueadura tubária (35. para cada mês de competência: Nomenclatura: ACufaamm. 2) Os campos 55 a 60.040). Não utilizado em caso de vasectomia Tipo de contraceptivo utilizado Segundo tipo de contraceptivo utilizado Indicador se é gestante de risco: 0: não é gestante de risco 1: é gestante de risco Não utilizado em caso de vasectomia 55 56 57 58 59 60 NUM_FILHOS INSTRU CID_NOTIF CONTRACEP1 CONTRACEP2 GESTRISCO 61 62 Obs. estão na moeda corrente da época.082.084.010) e vasectomia (31. os arquivos podem ser modificados.085.Arquivo de APAC dos Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de cada Estado. Uma vez abertos no Excel. DESCRIÇÃO DOS ARQUIVOS UTILIZADOS NO APACSIA 1 . acima.014 e 35. sofrendo alterações.

14RADIOTERAPIA. 15-QUIMIOTERAPIA) TIPO DE APAC EMITIDA. TABX. (13-TRS. (1-INICIAL. MUDANÇA DE PROCEDIMENTO OU TRANSFERÊNCIA CPF DO DIRETOR DA UNIDADE PRESTADORA DO ATENDIMENTO NOME DO DIRETOR DA UNIDADE PRESTADORA DO ATENDIMENTO INDICADOR DE CONTINUAÇÃO DE APAC 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 Campo 13 14 15 16 17 18 19 APA_GESTAO APA_CODUNI APA_NUM APA_DATREF APA_DATEM APA_DTINIV APA_DTFIM APA_TIPATE APA_TIPAPA APA_CPFPCN APA_CPFRES Nome APA_NOMERE APA_PRIPAL APA_MOTCOB APA_DTOCOR APA_CPFDIR APA_NOMEDI APA_CONTN 76 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações - Utilizado por: aplicativos TAB. TABWIN Descrição dos registros Campo 01 Nome APA_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) NÚMERO DA APAC DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO DATA DE EMISSÃO DA APAC DATA DE INICIO DE VALIDADE DA APAC DATA DE FIM DE VALIDADE DA APAC TIPO DE ATENDIMENTO COBRADO POR APAC. 2-CONTINUAÇÃO) CPF DO PACIENTE CPF DO MÉDICO RESPONSÁVEL PELO ATENDIMENTO Descrição do campo NOME DO MÉDICO RESPONSÁVEL PELO ATENDIMENTO CÓDIGO DO PROCEDIMENTO PRINCIPAL COBRADO PELO ATENDIMENTO CÓDIGO DO MOTIVO DA COBRANÇA DO PROCEDIMENTO DATA DA OCORRENCIA NO CASO DE ALTA ÓBITO.

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 2 . F-FEMININO) DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA INDICAÇÃO DE METASTASE (S-SIM. para cada mês de competência: Nomenclatura: PRufaamm. TABWIN Nome PAR_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) NÚMERO DA APAC DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO CPF DO PACIENTE UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO) DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE Descrição do campo SEXO DO PACIENTE. TABX. mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em tratamento de radioterapia Utilizado por: aplicativos TAB. aa = ano de referência.Arquivo de Pacientes em Tratamento de Radioterapia de cada Estado.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. (M-MASCULINO. N-NÃO) FINALIDADE DO TRATAMENTO DATA (AAMM) DO DIAGNÓSTICO DO TUMOR DATA (AAMM) DO 1º TRATAMENTO 77 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS Campo 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Campo 11 12 13 14 15 16 17 18 PAR_GESTAO PAR_CODUNI PAR_NUM PAR_DATREF PAR_CPFPCN PAR_UFNASC PAR_CEPPCN PAR_MUNPCN PAR_NASCPC Nome PAR_SEXOPC PAR_INITRA PAR_DIAGPR PAR_DIAGSE PAR_METAST PAR_FINALI PAR_DTDIAG PAR_DTTRA1 .

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 19 20 21 22 23 24 25 PAR_DTTRA2 PAR_DTTRA3 PAR_ESTAD PAR_AREA1 PAR_AREA2 PAR_AREA3 PAR_CAMPOS DATA (AAMM) DO 2º TRATAMENTO DATA (AAMM) DO 3º TRATAMENTO CÓDIGO DO ESTÁDIO DO TUMOR CID TOPOGRÁFICO DA ÁREA IRRADIADA 1 CID TOPOGRÁFICO DA ÁREA IRRADIADA 2 CID TOPOGRÁFICO DA ÁREA IRRADIADA 3 NÚMERO DE CAMPOS PLANEJADOS 3 . mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em tratamento de quimioterapia Utilizado por: aplicativos TAB.Arquivo de Pacientes em Tratamento de Quimioterapia de cada Estado.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. para cada mês de competência: Nomenclatura: PQufaamm. aa = ano de referência. (M-MASCULINO. TABX. TABWIN Nome PAQ_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) NÚMERO DA APAC Descrição do campo DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO CPF DO PACIENTE UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO) DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE SEXO DO PACIENTE. F-FEMININO) 78 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS Campo 01 02 03 04 Campo 05 06 07 08 09 10 11 PAQ_GESTAO PAQ_CODUNI PAQ_NUM Nome PAQ_DATREF PAQ_CPFPCN PAQ_UFNASC PAQ_CEPPCN PAQ_MUNPCN PAQ_NASCPC PAQ_SEXOPC .

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 PAQ_INITRA PAQ_DIAGPR PAQ_DIAGSE PAQ_METAST PAQ_DTDIAG PAQ_DTTRA1 PAQ_DTTRA2 PAQ_DTTRA3 PAQ_ESTAD PAQ_MEPREV DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA INDICAÇÃO DE METASTASE (S-SIM. TABWIN Nome COB_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO Descrição do campo CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) NÚMERO DA APAC DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO TIPO DE ATENDIMENTO COBRADO POR APAC. 14RADIOTERAPIA. (13-TRS. para cada mês de competência: Nomenclatura: COufaamm. N-NÃO) DATA (AAMM) DO DIAGNÓSTICO DO TUMOR DATA (AAMM) DO 1º TRATAMENTO DATA (AAMM) DO 2º TRATAMENTO DATA (AAMM) DO 3º TRATAMENTO CÓDIGO DO ESTÁDIO DO TUMOR NÚMERO DE CAMPOS PLANEJADOS 4 . mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais para cobrança dos procedimentos realizados em Terapia Renal Substitutiva de cada Unidade Prestadora de Atendimentos APAC da rede ambulatorial do SUS Utilizado por: aplicativos TAB.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. 15-QUIMIOTERAPIA) 79 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS - Campo 01 Campo 02 03 04 05 06 Nome COB_GESTAO COB_CODUNI COB_NUM COB_DATREF COB_TIPATE .Arquivo de Procedimentos Realizados nos Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de cada Estado. TABX. aa = ano de referência.

Arquivo de Cadastro das Unidades Ambulatoriais de cada Estado.SAÚDE NÚMERO SEQUENCIAL DO REGISTRO 5 . aa = ano de referência. mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais de cada Unidade Prestadora de Atendimentos APAC da rede ambulatorial do SUS Utilizado por: aplicativos TAB. TABX. TABWIN Nome CAD_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CODIGO DA UNIDADE DA FEDERAÇÃO E MUNICÍPIO DA UNIDADE CÓDIGO DA REGIÃO ADMINISTRATIVA DE SAÚDE A QUE ESTA LIGADA A UNIDADE CÓDIGO DISTRITO SANITÁRIO A QUE ESTA LIGADA A UNIDADE Descrição do campo CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO 80 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS Campo 01 02 03 04 05 Campo 06 07 CAD_GESTAO CAD_UFMUN CAD_CODREG CAD_DSA Nome CAD_CODUNI CAD_DATREF .DBF (uf = sigla da Unidade da Federação.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 07 08 09 10 11 12 COB_CPFPCN COB_CODPR COB_CODESP COB_QTPR COB_QTAP COB_SEQ CPF DO PACIENTE CODIGO DO PROCEDIMENTO AMBULATORIAL REALIZADO PELA UNIDADE CODIGO DA ESPECIFICAÇÃO DA ATIVIDADE PROFISSIONAL QUE REALIZOU O ATENDIMENTO QUANTIDADE DE PROCEDIMENTO AMBULATORIAL REALIZADO PELA UNIDADE QUANTIDADE DE PROCEDIMENTO AMBULATORIAL APROVADO PELA SEC. para cada mês de competência: Nomenclatura: UAufaamm.

(1-CPF. 2-CGC) CPF/CGC DA UNIDADE PRESTADORA DE SERVIÇOS DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE INDICATIVO DO TIPO DE ABATIMENTO REFERENTE A RETENÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA (1-SIM.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 CAD_RAZSOC CAD_NOME CAD_TIPREG CAD_NUMREG CAD_NASCPC CAD_INDIR CAD_ENDLOG CAD_ENDNUM CAD_ENDCPL CAD_ENDBRO CAD_ENDCEP CAD_TELDDD CAD_TELNUM CAD_CODBCO CAD_CODAGE CAD_NUMCCE CAD_TIPUNI CAD_TIPPRE CAD_NUMCON CAD_DATPUB CAD_QRDMED CAD_QRDEQP CAD_QTDSIG CAD_QTDSPC CAD_QTDSCA CAD_TURNS CAD_FLUXOS CAD_NIVHRQ RAZÃO SOCIAL DA UNIDADE PRESTADORA DE SERVIÇOS NOME FANTASIA DA UNIDADE PRESTADORA DE SERVIÇOS CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE PELO REGISTRO NA RECEITA FEDERAL. DATA DA PUBLICAÇÃO DO CONTRATO QUANTIDADE DE CONSULTÓRIOS MÉDICOS EXISTENTES NA UNIDADE NÚMERO DE EQUIPOS ODONTOLÓGICOS EXIXTENTES NA UNIDADE NÚMERO DE SALAS DE GESSO EXIXTENTES NA UNIDADE NÚMERO DE SALAS DE PEQUENAS CIRURGIAS EXIXTENTES NA UNIDADE NÚMERO DE SALAS DE CIRURGIA AMBULATORIAL EXIXTENTES NA UNIDADE CÓDIGO DO TURNO DE ATENDIMENTO DA UNIDADE CÓDIGO DO FLUXO DE CLIENTELA ATENDIDA DA UNIDADE CÓDIGO DO NÍVEL HIERÁRQUICO DA UNIDADE 81 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . 2-NÃO) LOGRADOURO DO ENDEREÇO DA UNIDADE NÚMERO DO LOUGRADOURO DO ENDEREÇO DA UNIDADE COMPLEMENTO DO ENDEREÇO DA UNIDADE BAIRRO DO ENDEREÇO DA UNIDADE CEP DO ENDEREÇO DA UNIDADE CÓDIGO DO DDD DO TELEFONE DA UNIDADE NÚMERO DO TELEFONE DA UNIDADE CÓDIGO DO BANCO ONDE A UNIDADE RECEBE O CRÉDITO CÓDIGO DA AGÊNCIA ONDE A UNIDADE RECEBE O CRÉDITO NÚMERO DA CONTA CORRENTE ONDE A UNIDADE RECEBE O CRÉDITO CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE EM FUNÇÃO DA ESTRUTURA E COMPLEXIDADE CARACTERIZAÇÃO DA QUANTO AO TIPO DE PRESTADOR DE SERVIÇOS NÚMERO DO CONTRATO FIRMADO PELA UNIDADE COM O SUS.

1-SUBORDINADA) DATA (AAMMDD) DO PREENCHIMENTO DA FCA DATA (AAMMDD) DO PREENCHIMENTO DA FPO DATA (AAMMDD) DO CADASTRAMENTO DA UNIDADE NO SIA DATA (AAMMDD) DO PROCESSAMENTO REFERENTE À ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO 6 .DBF (uf = sigla da Unidade da Federação. aa = ano de referência. de cada Unidade Prestadora de Atendimentos APAC da rede ambulatorial do SUS Utilizado por: aplicativos TAB.Arquivo de Cadastro Complementar das Unidades Ambulatoriais de cada Estado. mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais complementares. em tratamentos e equipamentos. para cada mês de competência: Nomenclatura: UOufaamm. TABWIN Nome UDO_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO NÚMERO DE SALAS DE SIMULAÇÃO DE RADIOTERAPIA NÚMERO DE SALAS DE PLANEJAMENTO DE RADIOTERAPIA NÚMERO DE SALAS DE ARMAZENAMENTO DE FONTES DE RADIOTERAPIA NÚMERO DE SALAS DE CONFECÇÃO DE MÁSCARAS DE RADIOTERAPIA NÚMERO DE SALAS DE CONFECÇÃO DE MOLDES DE RADIOTERAPIA 82 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS - Campo 01 02 03 04 05 06 07 08 09 UDO_GESTAO UDO_CODUNI UDO_DATREF UDO_SLRSIM UDO_SLRPLA UDO_SLRARF UDO_SLRCOM UDO_SLRMOL .Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Campo 36 37 38 39 40 Nome CAD_INDMAN CAD_DATFIS CAD_DATORC CAD_DATCAD CAD_DATATU Descrição do campo INDICATIVO DE SUBORDINAÇÃO À MANTENEDORA (0-NÃO SUBORDINADA. TABX.

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 10 Campo 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 UDO_SLRBLP Nome UDO_SLRARM UDO_SLQPRE UDO_SLQCDU UDO_SLQLDU UDO_SLQCFL UDO_RSIMUL UDO_RAL6MV UDO_RALM6C UDO_RALM6S UDO_RO50K UDO_RO150K UDO_RO500K UDO_RUNCOB UDO_RBRAQB UDO_RBRAQM UDO_RBRAQA UDO_RMONAR UDO_RMONIN UDO_RSICPL UDO_RDOSCL UDO_RFONSE UDO_RADMN NÚMERO DE SALAS DE CONFECÇÃO DE BLOCO PERSONALIZADO DE RADIOTERAPIA Descrição do campo NÚMERO DE SALAS DE ARMAZENAMENTO DE RADIOTERAPIA NÚMERO DE SALAS DE PREPARO DE QUIMIOTERAPIA NÚMERO DE SALAS DE QUIMIOTERAPIA DE CURTA DURAÇÃO NÚMERO DE SALAS DE QUIMIOTERAPIA DE LONGA DURAÇÃO NÚMERO DE SALAS DE ARMAZENAMENTO DE CAPELA FLUXO LAMINAR QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO SIMULADOR DE RADIOTERAPIA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO ACELERADOR LINEAR ATÉ 6 QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO ACELERADOR LINEAR MAIOR 6 MeV COM ELÉTRONS DE RADIOTERAPIA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTO ACELERADOR LINEAR MAIOR 6 MeV SEM ELÉTRONS DE RADIOTERAPIA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE ORTOVOLTAGEM DE 10-50 KV DE RADIOTERAPIA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE ORTOVOLTAGEM DE 50-150 KV DE RADIOTERAPIA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE ORTOVOLTAGEM DE 150-500 KV DE RADIOTERAPIA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE UNIDADE DE COBALTO QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE BRAQUITERAPIA BAIXA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE BRAQUITERAPIA MÉDIA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE BRAQUITERAPIA ALTA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS MONITOR DE ÁREA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS MONITOR INDIVIDUAL QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE SISTEMA DE COMPUTAÇÃO PARA PLANEJAMENTO QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DOSÍMETRO CLÍNICO QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS FONTES SELADAS CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE RADIOTERAPIA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE 83 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 33 34 35 UDO_RADCGC UDO_RADRZ UDO_LCMN CGC DO SERVIÇO DA RADIOTERAPIA RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE RADIOTERAPIA CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO LABORATÓRIO DE HISTOCOMPATIBILIDADE PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO LABORATÓRIO DE HISTOCOMPATIBILIDADE RAZÃO SOCIAL DO LABORATÓRIO DE HISTOCOMPATIBILIDADE CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADO PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO SERVIÇO DE TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADO Descrição do campo RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE TOMOGRAFIA AXIAL COMPUTADORIZADO CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO SERVIÇO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE ANATOMIA PATOLÓGICA/CITOLÓGICA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC IBGE DO SERVIÇO DE ANATOMIA PATOLÓGICA/CITOLÓGICA RAZÃO SOCIAL IBGE DO SERVIÇO DE ANATOMIA PATOLÓGICA/CITOLÓGICA CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE PATOLOGIA CLÍNICA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO SERVIÇO DE PATOLOGIA CLÍNICA RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE PATOLOGIA CLÍNICA CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE ULTRASONOGRAFIA PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO SERVIÇO DE ULTRA-SONOGRAFIA RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE ULTRA-SONOGRAFIA CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE MEDICINA NUCLEAR PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO SERVIÇO DE MEDICINA NUCLEAR RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE MEDICINA NUCLEAR 84 36 37 38 UDO_LCCGC UDO_LHCRZ UDO_TACMN 39 Campo 40 41 UDO_TACCGC Nome UDO_TACRZ UDO_RMMN 42 43 44 UDO_RMCGC UDO_RMRZ UDO_APCMN 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 UDO_APCCGC UDO_APCRZ UDO_PCMN UDO_PCCGC UDO_PCRZ UDO_USMN UDO_USCGC UDO_USRZ UDO_MNMN UDO_MNCGC UDO_MNRZ CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 56 57 58 59 UDO_PRMN UDO_PRCGC UDO_PRRZ UDO_MEMN CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE PRÓTESE PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO SERVIÇO DE PRÓTESE RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE PRÓTESE CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS RAZÃO SOCIAL DO SERVIÇO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA I PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA I RAZÃO SOCIAL IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA I CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA II PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO CENTRO DE ONCOLOGIA II RAZÃO SOCIAL DO CENTRO DE ONCOLOGIA II Descrição do campo CÓDIGO DO MUNICÍPIO IBGE DO CENTRO DE ONCOLOGIA III PRÓPRIO OU CONTRATADO PELA UNIDADE CGC DO CENTRO DE ONCOLOGIA III RAZÃO SOCIAL DO CENTRO DE ONCOLOGIA III NOME DO ADMINISTRADOR OU RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA UNIDADE CPF DO ADMINISTRADOR OU RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA UNIDADE NOME DO MÉDICO ONCOLOGISTA PEDIÁTRICO RESPONSÁVEL CPF DO MÉDICO ONCOLOGISTA PEDIÁTRICO RESPONSÁVEL NOME DO MÉDICO ONCOLOGISTA CLÍNICO RESPONSÁVEL CPF DO MÉDICO ONCOLOGISTA CLÍNICO RESPONSÁVEL NOME DO MÉDICO RADIOTERAPEUTA RESPONSÁVEL CPF DO MÉDICO RADIOTERAPEUTA RESPONSÁVEL 60 61 62 63 64 65 66 67 Campo 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 UDO_MECGC UDO_MERZ UDO_QTMN UDO_QTCGC UDO_QTRZ UDO_QTMN1 UDO_QTCGC1 UDO_QTRZ1 Nome UDO_QTMN2 UDO_QTCGC2 UDO_QTRZ2 UDO_MRANM UDO_MRACPF UDO_MRONM UDO_MROCPF UDO_MONM UDO_MOCPF UDO_MRRNM UDO_MRRCPF 85 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações

7 - Arquivo de Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de cada Estado, para cada mês de competência: Nomenclatura: PCufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de referência, mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes em tratamento de terapia renal substitutiva Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN Nome PAC_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) NÚMERO DA APAC DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO CPF DO PACIENTE NOME DO PACIENTE Descrição do campo UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE NOME DA MÃE DO PACIENTE LOGRADOURO DO PACIENTE NÚMERO DO LOGRADOURO COMPLEMENTO DO LOGRADOURO CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO) DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE SEXO DO PACIENTE. (M-MASCULINO; F-FEMININO) DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA
86
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS

Campo 01

02 03 04 05 06 07 Campo 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18

PAC_GESTAO PAC_CODUNI PAC_NUM PAC_DATREF PAC_CPFPCN PAC_NOMEPC Nome PAC_UFNASC PAC_NOMEMA PAC_LOGPCN PAC_NUMPCN PAC_CPLPCN PAC_CEPPCN PAC_MUNPCN PAC_NASCPC PAC_SEXOPC PAC_INITRA PAC_DIAGPR

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações

19 20 21 22 23 24 25 26

PAC_DIAGSE PAC_INDTRA PAC-INSTRA PAC_DTINSC PAC_DTTRS1 PAC_DTTRS2 PAC_DTTRS3 PAC_SITTRA

CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA INDICAÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO) INSCRIÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO) DATA (DDAAMM) DE INSCRIÇÃO DATA (AAMM) DO 1º TRANSPLANTE DATA (AAMM) DO 2º TRANSPLANTE DATA (AAMM) DO 3º TRANSPLANTE SITUAÇÃO DE TRANSPLANTE

8 - Arquivo de Pacientes que recebem Medicamentos Excepcionais de cada Estado, para cada mês de competência: Nomenclatura: PFufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de referência, mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais dos pacientes que recebem medicamentos excepcionais Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN Nome PAF_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO Descrição do campo CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) NÚMERO DA APAC DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO CPF DO PACIENTE NOME DO PACIENTE UNIDADE DA FEDERAÇÃO ONDE NASCEU O PACIENTE NOME DA MÃE DO PACIENTE LOGRADOURO DO PACIENTE NÚMERO DO LOGRADOURO
87
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS

Campo 01

Campo 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11

Nome PAF_GESTAO PAF_CODUNI PAF_NUM PAF_DATREF PAF_CPFPCN PAF_NOMEPC PAF_UFNASC PAF_NOMEMA PAF_LOGPCN PAF_NUMPCN

Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações

12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26

PAF_CPLPCN PAF_CEPPCN PAF_MUNPCN PAF_NASCPC PAF_SEXOPC PAF_INITRA PAF_DIAGPR PAF_DIAGSE PAF_INDTRA PAF_INSTRA PAF_DTINSC PAF_DTTRS1 PAF_DTTRS2 PAF_DTTRS3 PAF_SITTRA

COMPLEMENTO DO LOGRADOURO CEP DO ENDEREÇO DO PACIENTE MUNICÍPIO DO ENDEREÇO DO PACIENTE (CÓDIGO DA UF+CÓDIGO DO MUNICÍPIO) DATA DO NASCIMENTO DO PACIENTE SEXO DO PACIENTE. (M-MASCULINO; F-FEMININO) DATA DO PRIMEIRO TRATAMENTO REALIZADO CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA PATOLOGIA QUE ORIGINOU A DOENÇA CID (CODIGO INTERNACIONAL DE DOENÇAS) DA DOENÇA INDICAÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO) INSCRIÇÃO PARA TRANSPLANTE (S-SIM; N-NÃO) DATA (DDAAMM) DE INSCRIÇÃO DATA (AAMM) DO 1º TRANSPLANTE DATA (AAMM) DO 2º TRANSPLANTE DATA (AAMM) DO 3º TRANSPLANTE SITUAÇÃO DO TRATAMENTO

9 - Arquivo de Resultado de Exames dos Pacientes em Terapia Renal Substitutiva de cada Estado, para cada mês de competência: Nomenclatura: EXufaamm.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação, aa = ano de referência, mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais de resultados de exames dos pacientes que estão em Terapia Renal Substitutiva

Utilizado por: aplicativos TAB, TABX, TABWIN Campo 01 Nome EXA_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR)
88
CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS

02 03

EXA_GESTAO EXA_CODUNI

“ NÚMERO DE SALAS DE DPI NÚMERO DE SALAS DE DPAC 89 Campo 02 03 04 05 06 07 08 Nome UDI _GESTAO UDI_CODUNI UDI_DATREF UDI_QTDAG1 UDI_QTDAG2 UDI_QTDDPI UDI_QTDDPA CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . para cada mês de competência: Nomenclatura: UDufaamm. aa = ano de referência.DBF (uf = sigla da Unidade da Federação.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 EXA_NUM EXA_DATREF EXA_CPFPCN EXA_INDCRE EXA_INDUPR EXA_INDUPS EXA_HEPAT EXA_HBSAG EXA_HIV EXA_HLA NÚMERO DA APAC DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO CPF DO PACIENTE RESULTADO DE EXAME DE CREATININA RESULTADO DE EXAME DE UREIA PRÉ-TRATAMENTO RESULTADO E EXAME DE UREIA PÓS-TRATAMENTO RESULTADO EXAME DE HEPATITE (P-POSITIVO / NNEGATIVO) RESULTADO ANTIGENO DE HBSAG RESULTADO DE EXAME DE HIV RESULTADO DE EXAME DE HLA 10 .Arquivo de Cadastro Complementar das Unidades Ambulatoriais de Diálise de cada Estado. mm = mês de referência) Formato: DBF Descrição: contém registros com informações cadastrais complementares de cada Unidade Prestadora de Atendimentos APAC de Diálise da rede ambulatorial do SUS Utilizado por: aplicativos TAB. TABWIN Campo 01 Nome UDI_CONDIC Descrição do campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO Descrição do campo CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) DATA DE REFERÊNCIA NÚMERO DE SALAS DE “HBSAG + “ NÚMERO DE SALAS DE “HBSAG . TABX.

TRATAMENTO ÁGUA – CÓDIGO MUNICIPIO MTA – CGC MTA – NOME LAB.NOME MANUT. DE DIALISE – CÓDIGO MED – CGC Descrição do campo MED – NOME MANUT.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 Campo 38 39 40 41 42 UDI_QTDMQP UDI_QTDMQO UDI_QTDMQD UDI_INDTR1 UDI_INDTR2 UDI_INDTR3 UDI_INDTR4 UDI_INDTR5 UDI_INDTR6 UDI_HTPMN UDI_HTPCGC UDI_HTPRZ UDI_LHCMN UDI_LHCCGC UDI_LHCRZ UDI_HGMN1 UDI_HGCGC1 UDI_HGRZ1 UDI_HGMN2 UDI_HGCGC2 UDI_HGRZ2 UDI_PCMN1 UDI_PCCGC1 UDI_PCRZ1 UDI_PCMN2 UDI_PCCGC UDI_PCRZ2 UDI_MEDMN UDI_MEDCGC Nome UDI_MEDRZ UDI_MTAMN UDI_MTACGC UDI_MTARZ UDI_LAAMN NÚMERO DE MÁQUINAS DE PROPORÇÃO NÚMERO DE OUTRAS MÁQUINAS NÚMERO DE MÁQUINAS DE DPI FILTRO DE AREIA FILTRO DE CARVAO ABRANDADOR DEIONIZADOR MAQ. OSMOSE REVERSA OUTROS HOSPITAL PARA TRANSPLANTE – CÓDIGO HTP . DE HISTOCOMPATIBILIDADE – CÓDICO LHC – CGC LHC – NOME HOSPITAL GERAL 1 – CÓDIGO MUNICIPIO HGE – CGC HGE – NOME HOSPITAL GERAL 2 – CÓDIGO MUNICIPIO HGE – CGC HGE – NOME PATOLOGIA CLÍNICA 1 PATOLOGIA CLÍNICA .CGC HTP – NOME LAB.CGC PATOLOGIA CLÍNICA – NOME PATOLOGIA CLÍNICA 2 PATOLOGIA CLÍNICA .CGC PATOLOGIA CLÍNICA . EQUIPO. PARA ANÁLISE DA ÁGUA – CÓDIGO 90 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

ANATOMIA CITOPATOLOGIA . mm = mês de referência) Formato: DBC (compactador COMPDBF) Descrição: contém registros correspondentes a cada autorização de procedimentos ambulatoriais de alta complexidade/alto custo paga no município no período Utilizado por: aplicativos TAB. ANATOMIA CITOPATOLOGIA – CGC SERV. DE ANATOMIA E CITOPATOLOGIA 2 SERV. ULTRASSONOGRAFIA – NOME SERVIÇO ULTRASSONOGRAFIA 2 SERV. ULTRASSONOGRAFIA – NOME SERVIÇO DE ANATOMIA E CITOPATOLOGIA 1 SERV. RADIOLOGIA – CGC SERV. aa = ano de referência. ULTRASSONOGRAFIA – CGC SERV. RADIOLOGIA – NOME SERVIÇO ULTRASSONOGRAFIA 1 SERV. RADIOLOGIA – NOME SERVIÇO RADIOLOGIA 2 SERV.DBC (uf = sigla da Unidade da Federação. ANATOMIA CITOPATOLOGIA . ULTRASSONOGRAFIA – CGC SERV. RADIOLOGIA – CGC SERV.NOME NOME NEFROLOGISTA RESPONSÁVEL CPF NEFROLOGISTA RESPONSÁVEL NOME DO DIRETOR CPF DO DIRETOR 11 . para cada mês de competência: Nomenclatura: TAufaamm. TABX.Arquivo de Ocorrências de APAC (Autorização de Procedimentos Ambulatoriais de Alta Complexidade/Alto Custo) de cada Município.NOME SERV.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 UDI_LAACGC UDI_LAARZ UDI_RDMN1 UDI_RDCGC1 UDI_RDRZ1 UDI_RDMN2 UDI_RDCGC2 UDI_RDRZ2 UDI_USMN1 UDI_USCGC1 UDI_USRZ1 UDI_USMN2 UDI_USCGC2 UDI_USRZ2 UDI_APMN1 UDI_APCGC1 UDI_APRZ1 UDI_APMN2 UDI_APCGC2 UDI_APRZ2 UDI_NFRNM UDI_NFRCPF UDI_DIRNM UDI_DIRCPF LAA – CGC LAA – NOME SERVIÇO RADIOLOGIA 1 SERV. ANATOMIA CITOPATOLOGIA – CGC SERV. TABWIN 91 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .

N) IDADE DO PACIENTE EM ANOS IDADE DO PACIENTE EM MESES TIPO DE ATENDIMENTO VALOR TOTAL DA APAC NÚMERO DA APAC 92 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 APA_GESTAO APA_CODUNI APA_DATREF APA_DATPR APA_TIPPRE APA_TIPUNI APA_MUNUNI APA_PRIPAL APA_MOTCOB APA_CIDPRI APA_CIDSEC APA_CIDMOR APA_MUNRES APA_NATNAC APA_SEXO APA_INDTRA APA_TRANSP APA_INVAZM APA_INVAZE APA_IDDAAA APA_IDDMM APA_TPATEN APA_TOTAL APA_NUM CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS .N) SERVIÇO UTILIZADO EM ESTADO DIFERENTE DO DE RESIDÊNCIA .N) QUANTIDADE DE TRANSPLANTES SERVIÇO UTILIZADO EM MUNICÍPIO DIFERENTE DO DE RESIDÊNCIA .(S.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações Descrição dos registros Campo Nome 01 APA_CONDIC Descrição do Campo CONDIÇÃO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO: PB = ATENÇÃO BÁSICA MP = MUNICÍPIO PLENO MS = MUNICÍPIO SEMI-PLENO EC = ESTADUAL CONVENCIONAL EA = ESTADUAL AVANÇADO EP = ESTADUAL PLENO CÓDIGO DE GESTÃO DO MUNICÍPIO CÓDIGO DA UNIDADE PRESTADORA DO SERVIÇO (SEM DÍGITO VERIFICADOR) DATA DE COMPETÊNCIA DO ATENDIMENTO DATA DO PROCESSAMENTO CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE QUANTO AO TIPO DE PRESTADOR DE SERVIÇOS CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE QUANTO A ESTRUTURA E COMPLEXIDADE CÓDIGO DO MUNICÍPIO A QUE PERTENCE A UNIDADE CÓDIGO DO PROCEDIMENTO PRINCIPAL COBRADO PELO ATENDIMENTO CÓDIGO DO MOTIVO DA COBRANÇA DO PROCEDIMENTO CID PRINCIPAL – MORFOLOGIA DO TUMOR CID SECUNDÁRIO – TOPOGRAFIA DO TUMOR CID DE MORTALIDADE CÓDIGO DO MUNICÍPIO DE RESIDÊNCIA DO PACIENTE NATURALIZADO/NACIONALIDADE DO PACIENTE SEXO DO PACIENTE INDICAÇÃO PARA TRANSPLANTE? (S.(S.

Manual do SIHSUS – Ministério da Saúde. USP.Departamento de Informática do SUS – Ministério da Saúde. TABWIN) . 8. EDURADO. Manual de AIH – Ministério da Saúde. Home Page do DATASUS – Ministério da Saúde. Manual do SIASUS – Ministério da Saúde. 5. 6. São Paulo: IDS. 3. Série Saúde & Cidadania – CARVALHO. Relatório de Gestão 1998/2001 – Secretaria de Assistência à Saúde . 11. 9. Maria Bernadete de Paula. NORMAS E TEXTOS CONSULTADOS 1. 7. 4. 1998.Auditoria no SUS: noções básicas sobre Sistemas de Informações LEGISLAÇÃO. TABNET. 93 CNCT/CGDNCT/DENASUS/MS . v. 2. Home Page do Tesouro Nacional. Sistemas de informação em saúde para Municípios. Apostila de TAB (TAB. 10.Ministério da Saúde. Home Page do Ministério da Saúde. Home Page do Serviço de Processamento de Dados da Previdência Social (SERPRO). 6. (Série Saúde e Cidadania). Diário Oficial da União – Imprensa Nacional. FSP. André de Oliveira.