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2ª EDIÇÃO EM PORTUGUÊS – TRADUÇÃO DO ORIGINAL EM ESPANHOL DE 12/05/2011

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A RUNA TIRODAL É A RUNA QUE OS SIDDHAS LEAIS ASSINALARAM AO PONTÍFICE NIMROD DE ROSÁRIO NA ESTRATÉGIA DA OCTRA: ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DA REPÚBLICA ARGENTINA

A RUNA TIRODAL DA VITÓRIA É A RUNA QUE OS SIDDHAS LEAIS NOS ASSINALAM NESTA ESTRATÉGIA DA OCTIRODAE: ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DE AMÉRICA E ESPANHA

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DOS LIVROS DE CRISTAL DE AGARTHA
Tomo II

O YOGA MARCIAL HIPERBÓREO
CIÊNCIA INICIÁTICA DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL

GUSTAVO BRONDINO
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O CAMINHO DO VIRYA BERSERKR À COMPREENSÃO GNÓSTICA DAS RUNAS NÃO-CRIADAS, ÀS VERDADES ETERNAS, À SUA CIÊNCIA DE LIBERTAÇÃO DO MUNDO DA DOR, À SEU INGRESSO COMO SIDDHA BERSERKR NA ORIGEM.
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Camaradas, companheiros de luta! Virão, desde o pólo, As Brisas do Sul, que penetrarão rapidamente no Homem Desperto, sussurrando em seu ouvido, em seu Espírito, o Mistério das Verdades Eternas!

SEGUNDA PARTE: TOMO II
ÍNDICE Pág.

INTRODUÇÃO.............................................................................................................

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PRIMEIRA PARTE: VONTADE
A SEMÂNTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO A PRIMEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA......................................................................... 10 O MISTÉRIO DA SWÁSTICA HIPERBÓREA E AS TRÊS RUNAS NÃO-CRIADAS: RUNA HAGAL, RUNA SIEG E RUNA TYR................................................................................. 59

SEGUNDA PARTE: VALOR
A ÉTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO A SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA......................................................................... 95 A REVERSÃO GNÓSTICA DO VIRYA BERSERKR........................................................ 108

TERCEIRA PARTE: VITÓRIA
A PONTÔNICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO A RUNA DA VITÓRIA A TERCEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA........................................................................ O MISTÉRIO DO LABIRINTO.......................................................................................... A RUNA TIRODAL DA VITÓRIA: RUNA DO VIRYA BERSERKR................................... A TIRODALHAGAL: VITÓRIA..........................................................................................

137 146 170 188

QUARTA PARTE: O DRAGÃO E SUAS SERPENTES
MENSAGEM FINAL......................................................................................................... 195 O DRAGÃO E SUAS TRÊS CABEÇAS A TRAIÇÃO BRANCA...................................................................................................... 196 A MURALHA ATLANTE-MEDITERRÂNEA............................................................................ 217

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INTRODUÇÃO
Saudações a todos os homens e mulheres da América e Espanha que sentem em seu Espírito, em seu sangue, o mistério das verdades eternas. Companheiras e companheiros, camaradas, é necessário compreender a realidade que vive o Espírito e o engano que se concentra sobre os sinceros buscadores das verdades eternas, aqueles que têm em suas Vontades o valor para chegar à compreensão da Verdade Absoluta do seu Eu verdadeiro. Os viryas (homens semi-divinos) devem compreender o engano que foi criado sobre si mesmo. O EU é desorientado por um Engano de A-mort na Alma criada, aprisionada no microcosmo no Universo material do Demiurgo, O Uno, na ordem do macrocosmo. Nesta situação se encontra o virya, aprisionado, adormecido no microcosmo e perdido, extraviado no macrocosmo. A única solução que tem o virya para escapar desta dupla desorientação é resolver o Segredo do Labirinto (o labirinto interior é análogo ao MICROCOSMO e seus sujeitos psicológicos e o labirinto exterior é análogo ao MACROCOSMO e suas macroestruturas culturais), se pretende DESPERTAR AO DESPERTAR. O virya adormecido e extraviado está submetido ao LABIRINTO e a vontade dos Senhores do Labirinto, dos Deuses Enganadores que sustentam ao virya perdido dentro do labirinto, aprisionado ao SIGNO DA DOR, sem que possa compreender que está submetido à lei do labirinto, e mais, sem saber que está adormecido e extraviado, inclusive acreditando ilusoriamente que está desperto e orientado. A única possibilidade que tem para escapar do terrível poder de Maya, do Mundo da Ilusão e do Labirinto do Terror, é resolvendo este duplo enigma, interno e externo, elucidando o Segredo do Labirinto. Este drama existencial é a realidade do virya, vive dormindo e não saber que assim se encontra, crendo estar orientado quando está totalmente perdido. O virya somente poderá despertar e orientar-se se compreende o engano ao qual foi submetido seu Espírito Eterno, quando foi aprisionado na ordem material, ao MACROCOSMO (labirinto exterior), em um MICROCOSMO (labirinto interior), à alma criada. Engano executado friamente de forma implacável por uma ação traiçoeira dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá e sua Hierarquia metafísica, cujo máximo expoente é o DEMIURGO COSMOCRIADOR, O CRIADOR E SUSTENTADOR DESTE MUNDO DE ILUSÃO. Deste duplo engano padece o virya: primeiro, dormindo e aprisionado ao microcosmo; segundo, perdido e extraviado no macrocosmo. De tal engano, confusão, somente escapa o virya mais valente, o que se expira a si mesmo e possa enfrentar em um combate de morte a seus carcereiros, os Siddhas Traidores e o Demiurgo O Uno. Unicamente o virya que porte em seu sangue uma ÉTICA heróica e viril, uma VONTADE absoluta e um VALOR infinito, poderá com o Signo da Origem, resignar o labirinto, compreender a serpente e o Dragão, resignando o Signo da Dor e ser livre na Origem. Estes momentos da história são os mais duros que lhe toca viver ao Espírito cativo nesta demente criação, Universo material, sustentado por um Demiurgo Cosmocriador e seus aliados os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. E somente os que portem um
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coração de gelo e um fogo frio em seu sangue, conseguirão despertar ao despertar. Os homens e mulheres nobres, que portam em seu sangue a recordação do Signo de Origem, têm em suas mãos o poder da Sabedoria Hiperbórea, ciência gnóstica de libertação espiritual, com a qual poderão voltar a recordar o Signo da Origem, ascender a sua gnose interior e DESPERTAR. O virya desperto, com sua gnose interior, compreenderá o inimigo exterior, aos Demônios do Labirinto, poderá despertar ao despertar e ser livre mais além da dor e da Origem. Esta sabedoria permitirá aos camaradas que ainda sentem em seus sangues, em seus Espíritos a chama da verdade, que crêem na existência da Eternidade, esclarecer seus entendimentos, suas consciências, despertar e ascender à via gnóstica de liberação espiritual dos Siddhas de Agartha. Verdades que se revelam nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea e nos textos dos Livros de Cristal de Agartha. Os viryas despertos designados pelos Siddhas Leais e os Senhores de Vênus tem em suas mãos o poder das verdades eternas para fazer possível sua libertação do ilusório mundo de Maya. Os camaradas que começam com o estudo destes mistérios, encontrarão o caminho iniciático que os levarão à visão noológica das verdades eternas, sabedoria que lhes permitirá compreender com o Signo da Origem o mistério do aprisionamento pelo encantamento, o Signo da Dor. Com o poder da sabedoria das runas não-criadas e o segredo de sua ciência de libertação, poderá o Guerreiro Sábio libertar-se do aprisionamento e do Signo da Dor. Os Homens sérios, aqueles que sintam em seu sangue o fogo frio das verdades eternas, têm em suas mãos o segredo do Yoga Hiperbóreo, ciência gnóstica não-criada com a qual se faz propícia a libertação do Espírito cativo do Labirinto de Maya. Os mistérios dos Livros de Cristal e sua Sabedoria Hiperbórea serão revelados aos Viryas que demonstrem ter na sua máxima orientação estratégia uma VONTADE absoluta e um VALOR infinito, qualidades noológicas que permitem ao virya despertar ao despertar e chegar a VITÓRIA. HÁ DOIS CAMINHOS: UM É O DO GUERREIRO ERGUIDO, O OUTRO DO SACERDOTE AJOELHADO. O DO CARVALHO VENUSIANO E O DO GRAMADO DEMIÚRGICO. O DE LILITH E O DE EVA. O DO VÊNUS LVX E O DO ARQUÉTIPO ILUSÃO. O DA ÁGUIA E O DO PEIXE. O DO A- MOR E O DA PAIXÃO.

O PRIMERO É O CAMINHO DO VIRYA HIPERBÓREO, O SEGUNDO DO VIRYA PERDIDO. VOCÊ, CAMARADA, DEVE FAZER SUA ESCOLHA. SAUDAÇÕES ETERNAS A TODOS OS VIRYAS DO MUNDO.

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Com a Pedra Branca, Fria, gelada como nosso puro SANGUE ASTRAL, incrustada sobre ela a RUNA ODAL, resignamos os Bijas e Yantras, os desígnios arquetípicos, ASPECTO AMOR do ANAHATA CHAKRA. Com a Pedra Verde, raio de Luz Não-criada de nosso puro SANGUE ASTRAL HIPERBÓREO, incrustada sobre ela a RUNA TIRODAL, resignamos os Bijas e Yantras, os desígnios arquetípicos, ASPECTO BELEZA do VISHUDHA CHAKRA. Com a Pedra Negra, raio de luz prateada, Origem do Espírito Não-Criado e do mais puro SANGUE HIPERBÓREO, incrustada sobre ela a RUNA HAGAL, resignamos os Bijas e os Yantras, os desígnios arquetípicos, ASPECTO CONSCIÊNCIA do AJNA e do SAHASRARA CHAKRA.

ESTAS TÉCNICAS RÚNICAS REALIZADAS POR UM GUERREIRO HIPERBÓREO, PERTENCENTE À ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DE AMÉRICA E ESPANHA, POR VIRYAS BERSERKR, PERMITEM DESPERTAR AO DESPERTAR. O VIRYA INICIADO HIPERBÓREO, DENTRO DA ESTRATÉGIA ODAL, COM O PODER DO VRIL, DONO DE UMA VONTADE ABSOLUTA E UM VALOR INFINITO, PODERÁ RECUPERAR SUAS RUNAS NÃO-CRIADAS E COM ELAS MARCHAR ARMADO COMO SIDDHA BERSERKR DECIDIDAMENTE À ORIGEM.

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O YOGA MARCIAL HIPERBÓREO SABEDORIA INICIÁTICA DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL
PRIMEIRA PARTE: VONTADE
A SEMÂNTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO
ESCLARECIMENTO: É importante compreender que no desenvolvimento deste texto apelamos constantemente a um estilo onde predomina a retórica TAUTOLÓGICA. A “tautologia” é uma afirmação redundante. Na retórica espanhola1, a redundância somente entende-se como uma falta de estilo, ainda que às vezes se utilize intencionalmente para dar ênfase. É especificamente este o caso pelo qual a utilizamos. A tautologia retórica que aplicamos neste texto é evidentemente redundante, mas tem a função instrutiva. Sua finalidade é reforçar a MEMÓRIA e levar à compreensão mais profunda dos temas que se tratam no desenvolvimento deste texto iniciático. Por isto, este texto requerirá do virya que tem pré-disposição gnóstica, de uma grande VONTADE para assimilar os conteúdos gnósticos que se instruem nesta SABEDORIA; mais ainda, de um grande VALOR para incorporar a sua gnose interior a Ética Hiperbórea. Este é o principal objetivo deste texto, que o virya adormecido DESPERTE AO DESPERTAR e que incorpore definitivamente em seu SANGUE a ÉTICA HERÓICA dos SIDDHAS DE AGARTHA. A PRIMEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA Camaradas, nesta primeira parte está contido o maior mistério ao qual pode desejar saber o Iniciado Hiperbóreo: o domínio das técnicas rúnicas do YOGA HIPERBÓREO, arte iniciática que permite ao virya vencer noologicamente o sujeito anímico e dominar o organismo microcósmico, apoderar-se definitivamente de suas estruturas ônticas. O virya neste Kairos da CASA DE TURDES pode despertar ao despertar; para isto, deverá libertar seu ser noológico (vontade e valor) das amarras inconscientes da alma, do ser ontológico. A SABEDORIA HIPERBÓREA AFIRMA: O EU VERDADEIRO É UMA HIPÓSTASE DO EU INIFINITO, REFLEXO NÃO-CRIADO DO ESPÍRITO ETERNO. O EU VERDADEIRO É VONTADE ABSOLUTA, E O EU INFINITO É VALOR ETERNO, AMBAS AS FACULDADES NOOLÓGICAS UNIFICADAS NO ESPÍRITO ETERNO LHE ORTOGAM AO EU SUA VITÓRIA. O que dá constituição ao ser ontológico é o Eu psicológico. Por isto, é necessário compreender o que sustenta ao nosso Eu psicológico. Na realidade, é fundamental
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Nota do Tradutor: O livro original foi escrito em Espanhol.

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ascender à vivência real da situação interna de nosso Eu psicológico. Sabemos perfeitamente, pelo que afirma a Sabedoria Hiperbórea, que a psique, a alma, é um continente de conteúdos complexos que dão constituição psíquica ao Eu psicológico, de tal maneira que nosso Eu verdadeiro está perdido, confundido em um emaranhado de complexos que potencializam ao processo evolutivo do microcosmo de suas energias astrais, vitais e psíquicas. Estes complexos são conteúdos psíquicos que estão unificados na unidade psíquica ou consciência e sustenta ao Eu psicológico, a qual anima o esquema de si mesmo, a consciência do pasú ou sujeito consciente. Sabemos perfeitamente, que à medida que a consciência evolui se vai produzindo o escorrimento do Eu verdadeiro, de sua energia volitiva no Eu psicológico. Assim, nossa pureza volitiva, nosso Signo da Origem é confundido cada vez mais no Signo da Dor à medida que nos afundamos mais e mais nesta realidade. À medida que evoluímos afirmando internamente na consciência a realidade objetiva do mundo do labirinto exterior, do macrocosmo, nosso mundo interior (labirinto interior) se complica cada vez mais e o Eu verdadeiro se funde nos complexos do Eu psicológico. A vontade do Eu verdadeiro é drenada pelo sujeito consciente, pela personalidade, e esta é o fundamento do Eu psicológico. Isto afirma a perda do Signo da Origem, dificulta a possibilidade de retorno à Origem e afirma o aprisionamento definitivo no Signo da Dor, no mundo do Demiurgo. Portanto, isto ocasiona o esquecimento de nossa linhagem espiritual e maior grau de confusão, a tal ponto de apagar-se toda a possibilidade de libertação de nosso Eu verdadeiro, hipóstase do Espírito esfera revertido. Agora, o que é o Eu psicológico? O que lhe sustenta e lhe ortoga realidade objetiva, ontológica, a nosso ser, à persona ou personalidade? Para responder a esta pergunta devemos considerar a análise anterior. Indubitavelmente o indivíduo como ser integral participa de um esquema de si mesmo representado no seu Eu psicológico, e temos afirmado que o mesmo se sustenta pela energia que lhe aporta o Eu verdadeiro, o qual se encontra hipostasiado, aprisionando suas forças noológicas sobre o Eu psicológico. De tal maneira que é impossível desde a perspectiva atual do virya perdido, distinguir o Eu verdadeiro do Eu psicológico, porque o mesmo está mergulhado na consciência ou sujeito consciente, em si mesmo. Aqui se acha o ponto nevrálgico que é fundamental compreender para chegar à resposta anterior. Vejamos o que apóia nosso Eu psicológico, o que constitui o esquema de si mesmo, nossa personalidade. A mesma está determinada pelas imagens de si mesmo armazenadas na memória, na recordação que o virya perdido tem de si mesmo. Recordações que na memória arquetípica se baseiam no conteúdo filogenético de si mesmo; na memória cultural se baseiam nos conteúdos culturais que formam o sujeito cultural de si mesmo; e na memória consciente os conteúdos do sujeito consciente estruturam a história de si mesmo. Todas estas imagens depositadas na esfera de sombra, no inconsciente particular, compõem o esquema de si mesmo ao qual podemos resumir desta maneira: nossa história racial, o sangue de onde provimos, nossos ancestrais, nossa
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família, a história de nossa família, nossos irmãos, tios, parentes, nossa esposa ou esposo, nossos amigos, nossa educação, o lugar onde nascemos, a cidade onde vivemos ou fomos criados, o colégio onde estudamos, nossas posses materiais, a casa, o carro, o dinheiro, o status social, a profissão que exercemos, a pátria, o estado, nossas idéias ou ideologias, o que pensam os demais sobre este mesmo, o que este crê sobre si mesmo, nossas aflições, nossas dores, nossos gostos e prazeres, nosso nome, nossa idade, a imagem que temos de si mesmo, se somos lindos, feios, magros ou gordos, altos ou baixos, etc. Tudo isto e muito mais são idéias, símbolos que integram nossa PERSONA, nosso ESQUEMA DE SI MESMO. Todas estas “coisas” nos dotam desta falsa sensação de unidade psicológica, afirmam o Eu psicológico, nos dão a sensação de unidade do SER, criam a imagem deste; mas esse si mesmo, se bem que representa nosso esquema óptico atual, a realidade de si mesmo, não é a verdade nua de nosso VERDADEIRO EU ESPIRITUAL, não é mais que o desenvolvimento do sujeito anímico. Compõem estas “coisas” os múltiplos esquemas do labirinto interior, o Plano que existe para desintegrar nosso EU verdadeiro no ser psicológico, na personalidade, nas falsas imagens constituintes do EU psicológico, a persona, o indivíduo. Finalmente, logo depois de evoluir e de afirmar estas idéias de si mesmo, comprovamos que este não é mais que o projeto do Demiurgo, o Plano que o Criador tem para nossa alma criada. Plano cujo fim é evoluir a alma até a ENTELEQUIA MANÚ. Neste estado de confusão estratégica, poder chegar ao Eu verdadeiro e a VERDADE ABSOLUTA DE SI MESMO, ao SELBST, é quase impossível quando a vontade está identificada com os processos entelequiais de nosso ser anímico. O virya adormecido e perdido se distancia cada vez mais de sua INDIVIDUALIZAÇÃO, de poder desintegrar as máscaras que compõem a si mesmo, a personalidade, de resolver o labirinto interior, de resignar os caminhos (complexos) que constituem a falsa imagem de si mesmo, de resignar os símbolos que integram nosso esquema de consciência, nosso sujeito cultural e nosso sujeito consciente. Este conjunto de “coisas” sobre a que descansa nossa percepção ilusória deste, são todas “coisas” temporais, quer dizer, não permanecerão além de nossa vida pessoal ou de nossa linhagem familiar; então o que nos sustenta, aquilo que nos afirma nominalmente nosso ser é fatalmente temporal. Nimrod de Rosário, Pontífice Máximo, descreve perfeitamente este processo, e podemos verificá-lo nesta figura que demonstra o estado interior do virya.

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Nimrod afirma: “Nós vamos à busca do imutável, do eterno e imperecível. Sobre o que então deverá se sustentar? Resposta: sobre a expressão daquilo que é Eterno, sobre a expressão do Espírito. Então, uma das tarefas urgentes é diferenciar no nosso mundo interno, o que é perecível e o que é eterno, sustentando-se unicamente sobre aqueles entes que representam ao eterno, e isso se alcançara unicamente mantendo-se em ALERTA com VONTADE”. Aqui me vem a memória a famosa expressão do mestre Nietzsche: “A Vontade do Poder” (“The Will of Power”). A que poder se referia? Acaso seria o poder econômico, político ou qualquer outra associação cultural da palavra Poder? Ali tem uma chave, pois se refere ao Poder do Espírito como expressão, como ato da vontade do SER de nosso Espírito, Espírito sobre a matéria, Império sobre o Caos Social? A VONTADE é a expressão do ETERNO, assim como o VALOR e a VERDADE. Todos estes valores têm sua origem no eterno e imperecível, daí que as culturas influenciadas ou dirigidas pelo Pacto de Sangue tiveram estes valores como seus pilares e diretrizes estratégicas.

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De onde vem o Eterno em nosso ser? Resposta: da imagem do Eu infinito, e como infinito não ligado ou condicionado a nenhuma expressão cultural, livre de condicionamentos da cultura, condicionamentos de nossa personalidade, do que pensamos sobre nós, do resto do cosmo que nos circunda ou do que alcançamos a ver, e dos conceitos préestabelecidos de inclusive o que não alcançamos ver, quer dizer, do que cremos que o mundo é mais além de nossas fronteiras sensoriais, e que sem embargo, temos construído como cultura abordagens ontológicas sobre o que não sabemos. Este é o trabalho da ciência pura e de seus sacerdotes, cientistas, físicos quânticos, biólogos, microbiologistas, etc.; todos especulando sobre o mundo além de nossas esferas sensoriais, construindo teo-rias e fórmulas que não fazem mais que manter em nossas mentes a ilusória percepção de que podemos conhecer tudo. Falsa presunção da ciência atual. O infinito se abre como um abismo debaixo de nossos pés, e sobre Ele não podemos pisar. Terá que deixar a casca do ESQUEMA DE SI MESMO-ALMA para tomar o OVNI do SELBST, a esfera Ehre de vontade e ação puras, noológicas, o Espírito. Somente um veículo tal poderá sobreviver à dissolução da alma no abismo do infinito atual de nosso próprio Espírito. Aquele é eterno, imutável, imperecível, imortal mais além dos Pralayas Cósmicos, do fim dos processos evolutivos do Cosmo e de tudo o que ele contém. A solução final está então no EHRE e sua possibilidade de ascender ao kairos da iniciação; este somente se dará na medida de haver compreendido até nos processos mais profundos de nossa mente que estamos sustentados sobre um esquema ilusório, e que o real está mais além das fronteiras da alma, em um ponto gnóstico que a Sabedoria Hiperbórea chama SELBST. Depois desta análise rúnica que o Pontífice faz do Eu psicológico e da ação que deve desencadear o Guerreiro Hiperbóreo para fazer REAL sua libertação, afirmamos que o virya, com a ciência gnosiológica da Sabedoria Hiperbórea, tem o poder para liberar o Eu das amarras da personalidade, e neste Kairos de guerra e libertação, os Siddhas de Agartha nos ortogam a ciência da Pontônica Hiperbórea estruturada no poder do YOGA HIPERBÓREO, sabedoria que permite ao Guerreiro Sábio ascender a seu Eu Infinito e a seu Espírito Eterno, compreendendo assim o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS. Resignando sua personalidade, o virya resigna as máscaras psicológicas que pulverizam o EU, ao ser ontológico, ao microcosmo. Máscaras onde está fragmentado o Eu verdadeiro em uma multiplicidade de formas anímicas e psicológicas (complexos de si mesmo), estruturadas à personalidade, a sua alma criada e ao microcosmo. Libertando ao EU VERDADEIRO do ser psicológico, o virya cria uma ponte, uma estrutura real (Escada Caracol) que lhe permite superar o abismo, o LABIRINTO que separa ao Eu verdadeiro do Eu infinito. Livre do labirinto interior, o virya se afirma em seu ser noológico, vinculando-se carismaticamente com seu EU INFINITO, afirmando definitivamente sua força não-criada no EU VERDADEIRO (ser noológico), sentindo em seu SANGUE a Mística não-criada aportada pelo selbst (verdade eterna de si mesmo). O selbst é a verdade eterna do virya, e nele subjaz sua Mística heróica, a verdade do que ELE é; poder que representa um aporte infinito de VONTADE E VALOR que permite ao virya compreender e dominar o Segredo do
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CERCO e o Mistério do ÂNGULO RETO, ciências rúnicas Hiperbóreas com as quais se isola ao EU verdadeiro do sujeito consciente e das estruturas anímicas do ser ontológico, libertando seu Espírito das pesadas correntes que o tem aprisionado ao microcosmo e ao macrocosmo. O virya libertado das correntes da personalidade isola seu Eu verdadeiro criando um CERCO RÚNICO, uma arquitetura interior baseada em uma estrutura RÚNICA AMURALHADA, UM CERCO ODAL, espaço interior liberado, arquêmona ODAL, Opidium interior no qual o virya alcança sua máxima orientação estratégica, ascendendo a sua GNOSE INTERIOR. Ação interior no qual o virya situado em sua arquêmona ODAL está ISOLADO das interferências anímicas do sujeito consciente, da alma. Neste espaço interior amuralhado pelas runas não-criadas, o virya poderá relacionar-se carismaticamente com as forças espirituais aportadas pela Mística heróica que retiram as correntes de seu EU VERDADEIRO, situação que lhe permite reorientar-se até seu EU INFINITO, e voltar a construir sua ponte metafísica (Escada Caracol, Escada Infinita) pela qual poderá passar pelo terrível labirinto, superar a distância que o separa do seu ESPÍRITO ETERNO. A realização do virya e sua libertação se alcançam quando o virya se consubstancia com o poder não-criado que vem da Mística do Paráclito, força noológica que afirma o EU VERDADEIRO no EU INFINITO, nas colunas de seu Espírito Eterno, VONTADE, VALOR e VITÓRIA.

Esta libertação é uma ação de reintegração noológica, de reversão gnóstica interior onde o virya, desperta ao despertar, transformando seu sangue em Vril, sua vontade em puro valor, seu microcosmo finito em um cosmo infinito, seu ser criado em ser não-criado. O virya se reverte a si mesmo e transmuta seu ser semidivino, seu tipo criado em SIDDHA NÃO-CRIADO.
A verdadeira libertação é a DEIFICAÇÃO DO EU EGÓICO. Sabemos perfeitamente que a Fraternidade Branca Universal de Chang Shambalá e suas escolas esotéricas da SINARQUIA MUNDIAL propõem o HATHA YOGA ou KUNDALINI YOGA aos viryas perdidos, adeptos da Loja BRANCA. Esta ciência esotérica é o conhecimento que permite ao virya perdido, enganado nas falsas premissas de libertação dos Siddhas de Chang Shambalá e dos sacerdotes das fraternidades sinistras da Fraternidade Branca Universal, alcançar certos estados de evolução anímica e de perfeição ôntica que os aproxima da enteléquia, da iluminação de suas almas criadas. Em contrapartida, para o Virya Hiperbóreo estas técnicas esotéricas significam a destruição e supressão total de toda possibilidade de libertação de seu Espírito Não-Criado da ordem criada. Todos os iniciados, adeptos da Fraternidade Branca Universal ou qualquer de suas lojas esotéricas dirigidas metafisicamente pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá e fisicamente pelos seus maestros de sabedoria, os Sacerdotes Golen (Sacerdotes brahmanes ou levitas; com sua FINALIDADE QUE É A FÉ, perseguem A PERFEIÇÃO FINAL da obra do Criador seu Deus e buscam degradar a humanidade para sacrificá-la), sem importar a extração mística religiosa da qual provenham, sejam do Oriente ou
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Ocidente, serão instruídos nesta ciência dos Siddhas Traidores se pretendem ser um Iniciado sinarca e ascender na escala hierárquica da Fraternidade Branca de Chang Shambalá. De modo sintético, descreveremos esta ciência da Sinarquia Religiosa Mundial dos Atlantes Morenos e trataremos de descrever suas escolas e a finalidade que os sacerdotes inscreveram nelas. O virya desperto (homem semidivino Hiperbóreo) deve compreender que esta explicação é ESTRATÉGICA, tem a missão de levar o virya a uma compreensão Semânticas da mentira e do engano que se concentra nestas práticas do yoga sinárquico e de suas múltiplas linguagens arquetípicas culturais criadas a partir dela. O Yoga é um dos seis dárshanas ou Doutrinas Tradicionais do Hinduísmo. Se bem tomarmos o Hinduísmo como ponto de partida, devemos considerar que este método é anterior inclusive à Atlântida. Na Atlântida se executava este sistema de conscientização do microcosmo, existindo o YOGA MARCIAL HIPERBÓREO, ciência rúnica marcial que executava os ATLANTES BRANCOS (casta guerreira) e o YOGA SINÁRQUICO que executava os ATLANTES MORENOS (casta sacerdotal), que é o que desencadeou os sistemas que vamos desenvolver neste capítulo. Os Siddhas Traidores transmitiram esta ciência aos Sacerdotes Golen do Pacto Cultural, e de suas doutrinas se derivaram todas as religiões orientais, politeístas e monoteístas; de tal maneira que o YOGA é a mãe das religiões. Estes conhecimentos foram transmitidos em diferentes eras ou Yugas, e seus métodos se adaptaram de acordo a raça raiz que os assimilava. Por isto existem diferentes tipos de yoga e cada uma deles se adaptou em um Yuga (Idade do Ouro, da Prata, do Bronze e do Ferro) a uma RAÇA EM PARTICULAR. Isto permitiu desencadear em cada período ou Yuga determinados ARQUÉTIPOS sobre as estruturas anímicas de uma raça e especialmente sobre o microcosmo do pasú ou virya perdido. Segundo seus praticantes, o yoga ortoga como resultado a “união ou integração da alma individual com Deus”. Tipos de Yoga Os sistemas de Yoga que se consideram fundamentais ou clássicos são os seguintes: - Rāja Yoga - Haṭha Yoga - Jñāna Yoga - Karma Yoga - Bhakti Yoga Devemos considerar, que se bem nomeamos estes yogas, podemos resumi-los em quatro grandes sistemas, correspondendo cada um deles a um período ou Yuga. Isto
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responde simplesmente à formação evolutiva do macrocosmo e do microcosmo que está determinada pela quadrangularidade da esfera de sombra macrocósmica e microcósmica. Ao Hatha Yoga se corresponde a Idade do Ferro, ao Bhakti Yoga a Idade do Bronze, ao Rāja Yoga a Idade da Prata e ao Jñana Yoga a Idade do Ouro. Mas devemos ter presente, que neste período da evolução onde se aproxima a BATALHA FINAL, estes quatro sistemas estão presentes na atualidade; e os iniciados sinárquicas para ascender a sua máxima evolução anímica, são instruídos nestas quatro escolas ou sistemas de perfeição ontológica. Rāja Yoga O Rāja Yoga (lit., Yoga régio, onde ''Rāja'': rei), também conhecido como ''yoga mental'', é a via da introspecção, é o yoga mais evoluído. Em suas técnicas o iniciado sinárquica ascende à enteléquia Manú. O praticante investiga sua mente explorando a consciência em suas diferentes manifestações: consciente e inconsciente. Neste Yoga, o iniciado dirige a atenção até o interior, longe da distração mundana, com o objetivo de compreender a natureza humana e atingir o “Samādhi” (completa absorção), iluminação, união mística com o divino. Literalmente, não significa “percepção supraconsciente”. Tampouco é a forma aparente irradiando a singular relevância do vazio. O “Samādhi” é o máximo expoente do yoga, é a realização última, o estado de perfeição ôntico onde o ser do individuo, o microcosmo, se encontra absorvido dentro do EU do macrocosmo, sendo Uno com seu Criado. Costuma-se identificar ao Rāja Yoga com o Aṣṭāṅga Yoga, descrito por Patañjali. Isto é uma imprecisão, já que o Rāja Yoga é uma categoria mais ampla que engloba também outros sistemas como Kundalinī Yoga, Kriyā Yoga, Mantra Yoga e Dhyana Yoga. Na continuação os diferentes sistemas que são caminhos do yoga sinárquico: Haṭha Yoga O Haṭha Yoga é o Yoga mais difundido em tudo o mundo, conhecido por seus “āsanas” (“posições corporais”). Trata-se de um sistema de posturas físicas cujo propósito é conseguir que o corpo esteja apto para a meditação. As “āsanas” geram serenidade física e mental, de tal forma que o Yogui devoto possa sentar-se durante várias horas em uma postura de meditação sem sofrer fadiga ou inquietude. Dois de seus “āsanas” principais são “padmāsana” (“posição de lótus”) e o “Sūriá Namaskar” (“saudação ao sol”). Atualmente o Haṭha Yoga enfatiza o relaxamento. Jñāna Yoga O Jñāna Yoga (conhecimento) se aplica tanto em contextos sagrados como laicos. Vinculado com o termo yoga, pode-se referir à aprendizagem ou conhecimento conceitual e a mais elevada sabedoria, visão intuitiva ou gnose, ou seja, uma espécie de
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conhecimento libertador ou intuição. Ocasionalmente, o Jñāna Yoga é comparável até mesmo com a Realidade última. Karma Yoga O Karma Yoga, “yoga da ação”, ou melhor, “yoga do serviço”, é a dedicação completa das atividades, as palavras e a mente a Deus. O Karma Yoga não é a atividade dedicada ao bem. Segundo o hinduísmo, as boas obras (ou bom karma) não levam a Deus, senão a uma seguinte reencarnação em melhores condições de vida, enquanto que as atividades pecaminosas (ou mal karma) levam a uma reencarnação em piores condições de vida. O Karma Yoga não produz reações materiais, senão que libera a alma e lhe permite, no momento da morte, voltar com Deus. Bhakti Yoga O Bhakti Yoga é o ''yoga devocional''. A diferença entre o Karma Yoga e o Bhakti Yoga é muito sutil, ainda que ambos os tipos de praticantes dediquem suas atividades ao “Absoluto”. Aos praticantes da devoção lhes interessam um conhecimento mais esotérico da natureza de Deus e de suas atividades, provenientes de desenvolvimentos mais modernos dos Vedas. Deste sistema nasceram as religiões monoteístas. A SABEDORIA HIPERBÓREA afirma: todos estes sistemas filosóficos místicos religiosos, de características éticas devocionais, contemplativos, cumprem com a finalidade essencial, levar o adepto, o praticante destas técnicas do yoga sinárquico a alcançar em si mesmo a autonomia ôntica e a enteléquia Manú; estado interior no qual o EU e sua capacidade volitiva se identificam totalmente, plenamente com seu Deus Criador da ordem material, o Demiurgo O Uno, o Criador do macrocosmo. Em todos os credos religiosos da Fraternidade Branca Universal de Chang Shambalá, o homem e a mulher nestes dogmas caem confinados e sacralizados ao culto e ao mito que sustenta o seu dogma, o Deus do mito e sua doutrina religiosa, servindo devotamente a seus “mestres”, sumos sacerdotes, hierarquias que dirigem a Fraternidade Branca Universal, gurus que respondem aos Siddhas Traidores e a sua ideologia demiúrgica. Nestas doutrinas dogmáticas, em seus credos religiosos, o virya desorientado neles vive a realidade do mito. Está fagocitado pelo Deus do mito e pelo argumento ideológico esotérico que sustenta ao mito. Vive ao modo de vida que lhe impõe o Deus do seu mito sagrado e se estrutura às normas morais que lhe impõem seus Sacerdotes Golen. Neste virya perdido, sua vontade, está à mercê dos sacerdotes Golens e da Sinarquia Religiosa, das Hierarquias metafísicas da “Loja Branca Universal”. Os viryas neste engano, submetidos ao Labirinto de Maya, são reduzidos volitivamente a sua mínima expressão. O virya nestas fraudes esotéricas religiosas de Maya, perdido no mito e na sua “verdade metafísica” (no Deus do mito), segue devotamente a linha, o caminho que o indicam seus “mestres de sabedoria”. Crendo
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totalmente em suas ideologias e crenças, nas promessas de seus pregadores, os quais lhe prometem a salvação, sua redenção, não compreende que estas linhas esotéricas da Sinarquia Universal somente o levam a sua perdição, sua destruição. O virya perdido, por estar dormindo, seguindo inconscientemente estes desígnios religiosos se distancia definitivamente da individualização e de sua libertação. O virya preso pelo símbolo sagrado do dogma Sacerdotal, do mito que o tem capturado, seduzido, é fagocitado pelos argumentos filosóficos e religiosos de seus mitos sacerdotais. Vive de acordo à “verdade metafísica”, que afirma este modo de vida como a única realidade que leva à libertação, à salvação, verdade que somente se sustenta na MENTIRA, no mundo dos Sacerdotes Golen, adoradores do Deus da Matéria, dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. O virya perdido, drenada a sua vontade nestes mitos sacerdotais, é incorporado definitivamente à seus dogmas e credos, servindo devotamente ao serviço das ordens do Pacto Cultural Sacerdotal da Sinarquia Mundial e transcorre toda a sua vida sem nem sequer saber que está totalmente adormecido e enganado. O virya perdido que crê firmemente que nestes dogmas arquetípicos está o caminho da libertação, sem saber que nesta está a ciência do engano, se entrega definitivamente ao SIGNO DA DOR; acreditando nestas verdades metafísicas, se entrega com devoção ao culto e aos dogmas, ao credo religioso estruturado nas diferentes escolas ou linhas místicas de ação “gnóstica” sinárquica. O virya, preso nestes registros culturais esotéricos onde rege o Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, o desígnio caracol e o desígnio serpente, evolui até sua perfeição final, a qual está contida em sua meta inicial, em sua mônada particular, cópia singular da Mônada universal, o ARQUÉTIPO MANÚ. Se tem suficiente vontade anímica e cumpre ao pé da letra, obedecendo a seus “mestres”, quiçá, talvez, seja um iniciado sinarca, alcance plasmar em si mesmo o Arquétipo Manú e se some como um sacerdote à Fraternidade Branca, afirmando em seu ser os Arquétipos (Amor, Beleza, Poder e Sabedoria) que o gravam definitivamente ao Uno. Estes Arquétipos incorporados a sua estrutura ontológica o evolui, transmutando-o em um ser animicamente perfeito, suave, fino, cheio de amor e paz, de humildade e devoção (enteléquia de seu animus e sua anima, fusão interior no Andrógeno), em um ser que serve aos fins dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. A SABEDORIA HIPERBÓREA AFIRMA QUE DETRÁS DE TODO SÍMBOLO SAGRADO SE ENCONTRA SUA VERDADE METAFÍSICA, MÍSTICA QUE NO SÍMBOLO SAGRADO DO PASÚ AFIRMA O MISTÉRIO DO APRISIONAMENTO PELO ENCANTAMENTO AO LABIRINTO DE MAYA, E NO SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA O SEGREDO DE SUA INDIVIDUALIZAÇÃO E DE SUA LIBERTAÇÃO DO MUNDO DA DOR. A Sinarquia Universal, suas doutrinas, tem a missão de concretizar na matéria ou mundo material, o Plano contido no Logos demiúrgico, estruturado na Mônada universal e seus Arquétipos microcósmicos; projeto cuja missão essencial é plasmar nos entes sua enteléquia final, representada nos três Aspectos do Logos do Demiurgo: o Aspecto Amor, o Aspecto Beleza e o Aspecto Consciência. Aspectos que serão estudados profundamente mais adiante e que são parte das cabalas do Hatha Yoga contido nos Vedas e em todos os textos sagrados dos povos do Pacto Cultural. Somente adiantaremos que os mesmos
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participam do “ser em si” de todo ente; sua enteléquia é parte da finalidade contida do “ser para o homem” de todo ente e sua suprafinalidade macrocósmica se afirma no “ser para Deus”. De tal maneira que estes princípios estão contidos em todos os entes do macrocosmo, e sem dúvida, o microcosmo do homem como mais um ente da criação tem incorporado em seu “ser em si”, “ser para o homem” e “ser para Deus” estes desígnios demiúrgicos. Estes três Arquétipos são a estrutura do Eu psicológico. Eles sustentam sua formação estrutural e suas preeminências axiológicas éticas e estéticas são as pautas emocionais e psicológicas que afirma o virya perdido em seu ser, o Eu Psicológico, a enteléquia Manú, ideal sinarca que busca levar ao virya perdido à perfeição, santidade ou “iluminação”. Se o virya perdido persevera animicamente e cumpre diariamente com o treino de suas técnicas, se sistematicamente cumpre com seus ritos e cerimônias devotamente, se obedece a tudo o que lhe indiquem seus gurus, mestres, sacerdotes, se cumpre estritamente o que lhe ordenam sem questionar nada, sem dúvida alguma será algum dia um iniciado sinarca. Esta iniciação reapresenta para o Yoga Hiperbóreo a perda total da orientação estratégica do virya e o aprisionamento definitivo de seu Espírito perdido ao dogma religioso e ao Símbolo Sagrado do Pasú, ocasionando a perda da sua virilidade, de sua vontade guerreira e das capacidades gnósticas que lhe permitirão escapar do mundo, do terrível Labirinto de Maya. Neste ponto, o virya perdido esta reduzido aos limites axiológicos do yoga sinárquico, cujo último fim (além do que pregam estas escolas) é reduzir a vontade, o ser do Homem, à sua mínima expressão gnóstica espiritual, aprisionar ao virya ao SIGNO DA DOR e seus SÍMBOLOS SAGRADOS SINARCAS. O Yoga Marcial Hiperbóreo é a raiz espiritual transcendente de todos os sistemas gnósticos marciais de libertação espiritual, ciência ensinada pelos Atlantes Brancos aos Viryas Berserkr que declaram a guerra total aos Demônios do Labirinto, os Siddhas de Chang Shambalá. Assegura-se que estas técnicas ou métodos filosóficos, religiosos, esotéricos do yoga sinárquico são tapasignos culturais, criações (mentiras, enganos sutis que tapam a verdade), Semânticas psicológicas que portam sobre seus registros culturais os Símbolos Sagrados da Sinarquia Mundial. Estes sistemas têm a missão de degradar, deformar e destruir as linguagens marciais hiperbóreas, Símbolos Eternos, contidos

nas sete vias mais uma de Libertação Espiritual.
O Yoga Hiperbóreo é uma das principais ciências guerreiras rúnicas do Virya Berserkr, Arte da Pontônica Hiperbórea do Guerreiro Sábio, CIÊNCIA CONSTRUTORA NOOLÓGICA DE PONTES QUE PERMITEM TRANSITAR DO CRIADO AO NÃOCRIADO, RETORNAR A ORIGEM, AFIRMAR A LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. Sua sabedoria está baseada no SÍMBOLO DE ORIGEM e nas RUNAS NÃO-CRIADAS, na Sagrada SWÁSTIKA e as três RUNAS ETERNAS: a Runa HAGAL, a Runa SIEG e a Runa TYR. O Yoga Hiperbóreo é a máxima ciência de ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL e sua
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manifestação provém das treze runas arquetípicas, runas emanadas das três RUNAS NÃO-CRIADAS, ciência noológica marcial de libertação espiritual, mistério que estudaremos profundamente neste texto. Os livros de Cristal de Agartha afirmam: todos os esoterismos do yoga oriental Hatha Yoga ou Kundalini Yoga não libertam, ao contrário, aprisionam o Espírito do virya à matéria. É um sistema digno de demônios, próprio dos sacerdotes, representantes na Terra dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá e de sua nefasta Fraternidade Branca Universal. Estes sistemas esotéricos da Sinarquia Religiosa somente enganam ao virya o sacam da verdadeira busca, o desviam da orientação e tratam de desviá-lo do caminho à Origem. A única finalidade é desviá-lo, extraviá-lo, afundar o virya na confusão cultural, extravio que o afasta definitivamente da libertação e da Origem. Por exemplo, tomemos a História e analisemos o que gerou o Bhakti Yoga. Esta escola foi popularizada nos anos 70 pelo movimento Hare Krishna e certa cultura musical e literária surgida da época denominada a nova Era de Aquário. Estes sistemas “místicos devocionais” orientais onde se iniciou o falso amor, a devoção e a idéia de uma Paz Universal, preanunciavam o nascimento de um Novo Homem (não o Super Homem), do homem divino da Era de Aquário, ser pleno de Paz e Amor. No Ocidente, estes sistemas esotéricos religiosos orientais causaram VERDADEIROS estragos culturais, sociais e familiares, deixando uma geração de homens medíocres, uma cultura vazia e viciada cuja continuidade é a cultura que hoje padecem os jovens do século XXI. Por trás desta falsa fachada de amor e bondade da nova Era de Aquário, que pregava abertamente que a Paz e o Amor irão mudar a humanidade, somente se afirmou o Signo da Dor. Este dogma que pregavam os Gurus, mestres, por todo o mundo, existia por de trás desta mística oriental, destes movimentos de Paz e Amor, uma segunda intenção que foi bem planejada pela Sinarquia Universal e seus poderes ocultos; finalidade cujo principal objetivo foi debilitar a juventude fazendo com que perdesse a virilidade o homem e a feminilidade a mulher, confundi-los culturalmente nestes dogmas sacerdotais cujo único fim é destruir ao virya, ao jovem semidivino inscrito nestes yogas, nestes Registros culturais esotéricos provenientes do Vedanta, da ciência demiúrgica dos Atlantes Morenos. Cultos instituídos pelos Atlantes Morenos e seus Sacerdotes brahmanes que tem como meta fazer-lhe perder a recordação da origem, afirmá-lo no culto, em dogmas onde o virya deva ajoelhar-se, baixar a cabeça, humilhar a si mesmo, curvar-se ante o Deus da Matéria, o Demiurgo O Uno. Estes cultos, que destroem a capacidade gnóstica e o cérebro do homem, primam o falso sentimento e a dor, o lamento e o pranto, neles o introduzem em labirintos religiosos orientais que nada tem a ver com o Espírito ocidental, cultos alheios ao seu SANGUE ESPIRITUAL, que o aprisionam aos seus desígnios. Estes sistemas religiosos esotéricos têm como finalidade levar a autonomia ôntica, afirmando no ser do pasú os Aspectos Amor e Beleza do Uno; registrá-lo a uma Ética psicológica onde sua conduta está determinada por estas premissas culturais, as quais têm uma só finalidade: debilitar a vontade guerreira que todo virya necessita para desenvolver uma Ética heróica. A Ética heróica é substituída no virya adormecido pela Ética psicológica. Prevalece nestes cultos a doutrina do amor ao Deus da
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Matéria, a paz, a devoção, a união harmônica, etc. Cultos que fazem crer ao virya perdido, ao homem semi-divino, na humilhação e na perda do valor e da honra, em adorar ao símbolo sagrado, ajoelhar-se ante ele, suplicar-lhe perdão e obedecer aos sacerdotes do culto. Acreditar que estas ações desonrosas para todo homem verdadeiro o leva a libertação, é um VERDADEIRO erro. Estes dogmas têm depositado em seus propósitos uma segunda intenção, qual é a suprafinalidade essencial que existe nestes cultos místicos orientais devocionais, provenientes das doutrinas religiosas bramânicas do Vedanta? Resposta: acorrentar o virya em seus dogmas religiosos orientais e dominar suas vontades; usufruir ao virya para seus próprios planos e finalidades. A mesma tem este fim específico: mais além do relevo ideológico de suas diferentes escolas, todas estão estruturadas sob a mesma premissa cultural, tem o mesmo fim ou finalidade: afirmar ao guerreiro em uma via sacerdotal oriental (hinduísmo, budismo, lamaísmo, bramanismo, etc.), escravizá-lo a seu dogma, a seus símbolos sagrados demiúrgicos. O caminho do monge é a via da realização do pasú ou virya perdido. Neste dogma religioso ou místico filosófico se apregoa que a auto-realização, a união mística com Deus, com o Demiurgo, com O Uno, se realiza e se concretiza através dos caminhos do amor e da devoção. Nestes dogmas o homem se deve entregar totalmente às suas doutrinas religiosas, acatando as ordens de seus “mestres”, sacerdotes, servindo a Deus materialmente e espiritualmente, rendendo-lhe culto, realizando suas cerimônias e rituais, cumprindo seus sacrifícios. Estas condições e exigências para que o indivíduo se auto-realize, alcance sua iluminação, significam nada mais e nada menos que a perda total da INDIVIDUALIZAÇÃO. Estas escolas têm como meta destruir o ser, o Eu Eterno do indivíduo, registrá-lo as suas estruturas culturais, à ação desintegradora de suas técnicas místicas, filosóficas e religiosas. Suas técnicas posturais ou “asanas” permitem a fagocitação do Eu, do Espírito, a perda da VONTADE e do VALOR, da individualidade guerreira, própria do ESPÍRITO HIPERBÓREO. Estes sistemas filosóficos, extraídos do Vedanta Bramânico, instruídos pelos Atlantes Morenos aos Sacerdotes brahmanes (custódios desta ciência sinarca), são a principal ciência esotérica do Pacto Cultural. Eles propõem chegar ao Nirvana, à união mística com Deus, mediante a expansão da consciência, estado onde o indivíduo se sente Um, com seu entorno vital, com o macrocosmo, com o Demiurgo, o Uno, seu Criador. O adepto deve entregar-se devotamente aos preceitos dogmáticos de seus mestres, gurus, xamãs, que o doutrinam nestas ideologias de paz, amor, devoção, submissão, ao Deus sacerdotal. Para a gnose hiperbórea esta ação cria um vínculo hierárquico de subordinação do virya perdido e adormecido ao “mestre”, guru, onde o sacerdote instrui o discípulo nos ritos sagrados do Hatha Yoga, o qual fica definitivamente fixado, atado, laçado, amarrado por um cordão (Mistério do Cordão de Prata), ligado ao mestre, pelos seus dogmas, pelos seus Deuses. Para contra-atacar esta ciência de destruição psicológica e Espiritual, nossos camaradas eternos nos propõem o YOGA HIPERBÓREO, ciência que estudaremos e desenvolveremos em teo-ria, mais fundamentalmente na PRAXIS; ciência contida na Pontônica Hiperbórea, arte que permite aos viryas construir com as runas não-criadas
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sistemas reais artificiais, Escadas caracóis, pontes noológicas, ingressar como Siddha Berserkr à Origem. As ciências de libertação dos Atlantes Brancos contemplam oito vias régias guerreiras aristocráticas de libertação espiritual. O virya (homem semidivino) deve lutar para superar suas dificuldades, superar seus limites, e conta para isto com a graça dos Siddhas de Agartha e a Mística do Paráclito, do ESPÍRITO ETERNO. A meta deste Yoga Hiperbóreo é liberar o EU do aprisionamento espiritual, do labirinto interior e exterior, e preparar-nos internamente para enfrentar à Morte Branca, aos inimigos do Espírito Eterno, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá e seus lacaios sacerdotes Golen da Fraternidade Branca Universal. Nossos Camaradas Superiores, os Siddhas de Agartha, através da Sabedoria Hiperbórea, propõem: Primeiro: a compreensão gnóstica deste Mistério Iniciático, baseada na intelecção Semântica (assimilação da teoria gnóstica hiperbórea) e noológica dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea. Segundo: a construção de uma Ética noológica Hiperbórea (noológica de noologia: ciência da filosofia que permite a intelecção como ato de apreensão das realidades metafísicas), a qual é edificada com as forças e poderes que portam as treze RUNAS mais três RUNAS NÃO-CRIADAS. Com a intelecção noológica da Semântica Hiperbórea, sua compreensão nos outorga VONTADE absoluta. Com ela, o virya afirma uma Ética heróica em seu Eu verdadeiro, Ética que lhe ortoga o valor necessário para ingressar armado à Pontônica Noológica. A Pontônica noológica é a mais alta ciência que propõem os Siddhas Leais ao Guerreiro Hiperbóreo, arte hiperbórea Iniciática que inicia o virya no PONTIFICADO. Ciência estratégica que permite o Virya Iniciado Berserkr, construir escadas CARACOL, pontes gnósticas, estruturas, construções noológicas (sistemas reais artificiais) que permitirão ao virya desperto transitar o espaço do labirinto, encurtar a distância que o separa do EU INFINITO e do SELBST. A Semântica Noológica o instrui em uma sabedoria que consiste na compreensão noológica da ciência do engano, e o introduz na ciência gnóstica Hiperbórea que lhe permite despertar ao despertar. A Semântica Hiperbórea nos afirma na Ética noológica, a qual afirma internamente as qualidades do Virya Berserkr, força que nos leva despertos ao DESPERTAR e nos prepara para destruir ao Labirinto de Maya e suas linguagens sinarcas. A Pontônica permite ao virya concretizar estas três ações de guerra: primeiro ter a VONTADE para compreender a Sabedoria Hiperbórea, segundo, ter o VALOR para isolar o EU e dominar o sujeito anímico, e terceiro, ter a VONTADE, O VALOR e o HEROÍSMO para chegar à VITÓRIA.

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Os Siddhas Leais ensinam aos viryas despertos neste Kairos a máxima sabedoria de libertação particular e coletiva contida na Pontônica noológica; ciência que neste Kairos dos Siddhas de Agartha está baseada no YOGA HIPERBÓREO, maestria espiritual que nos instrui na arte de construir PONTES com os quais se pode unir o não-criado com o criado, sistemas ou estruturas pela qual o virya pode transitar o caminho, a via gnóstica que o leve a liberação do Terrível Labirinto de Maya; arte dos Siddhas de Agartha que nos permite ganhar a guerra interior e exterior e com a qual o Virya Berserkr pode construir rapidamente uma ESCADA CARACOL, escada que lhe permite subir internamente e escapar dos desígnios metafísicos estruturados em sua alma criada, escada que o situa no ponto mais alto no qual o virya pode visualizar a distância que separa ao EU verdadeiro do Selbst e da Origem. A Pontônica instrui ao virya nas técnicas arquemônicas para executar de forma simultânea uma dupla construção noológica, interior e exterior: a construção de um Oppidum interior e uma Praça ou Castrum exterior, um Centro Arquemônico interior e uma praça isolada exterior. Esta realidade estratégica contida na ciência noológica do Yoga Hiperbóreo é uma qualidade “sine qua non” dos Siddhas Leais. O virya deve afirmar esta idéia e executar esta ESTRATÉGIA de orientação gnóstica criando seu Oppidum interior, arquêmona ODAL, construção fundamental para ascender aos mistérios iniciáticos dos Siddhas de Agartha. Agora, como se constrói o Oppidum interior e a Praça exterior? Resposta: O Oppidum interior se constrói com a Runa Odal e sobre a Ética Noológica, a qual nos permite ascender ao EU Verdadeiro e ao PONTO TAU. O PONTO TAU reapresenta o EU verdadeiro afirmado em suas duas colunas noológicas: Vontade e Valor. Ponto interior, ASSENTO do Eu, desde o qual o Virya sente no seu sangue o Êntase Tau de sua gnose interior. Mistério contido na Swástica e no símbolo da TORRE e do CAVALO, mistérios que desenvolveremos no Segundo Capítulo. Nesta ação interior o virya isola o Eu, criando uma arquêmona interior baseada na Runa Odal, e coincide no exterior, no mundo, de forma sincronizada, com a construção de uma Praça exterior, de um Castrum, arquitetura realizada sob as técnicas arquemônicas (kabalas hiperbóreas) dos Siddhas Construtores de Agartha. Para concretizar esta ação no mundo, se requer da coincidência carismática do conjunto de todos os Viryas despertos com um centro carismático, com o Mundo Real dos Siddhas de Agartha. Neste Kairos Iniciático, o Centro Carismático está sustentado pela verdade revelada da Swástica e a Runa Hagal, e a vontade dos Siddhas de Agartha. Estas duas estratégias se constroem guiadas desde a Origem pelos Siddhas Leais, que orientam carismaticamente a um Pontífice e a uma Ordem superior, nesta instância estratégica da Guerra Essencial. Os viryas, sincronisticamente, coincidem em um CENTRO CARISMÁTICO e concretizam a PRAÇA LIBERADA no mundo exterior, no macrocosmo. Igualmente ocorre em seu mundo interior. O virya com o poder da Semântica Hiperbórea cria com suas runas não-criadas seu OPPIDUM INTERIOR no microcosmo. Esta dupla ação de guerra é iniciática: internamente, isola o EU VERDADEIRO do sujeito consciente do microcosmo e cria uma ARQUÊMONA INTERIOR, afirmando na vontade o viril, o guerreiro; externamente, coincidindo no Centro Carismático, emerge uma Praça Liberada do espaço tempo
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transcendente do macrocosmo, criando com as RUNAS NÃO-CRIADAS uma ARQUÊMONA EXTERIOR (analogamente, uma Praça é igual a um CASTELO medieval). Dupla ação iniciática na qual participam o virya e seus camaradas, ação que lhes permitem a compreensão do Eu verdadeiro e a visão do GRAL. Prosseguindo com a resposta a pergunta anterior, afirmamos que tais definições como Oppidum, Praça Liberada, ARQUÊMONA, serão explicadas convenientemente à medida que entremos no mistério do Yoga Hiperbóreo. Conceitos que devem ser compreendidos. Para isso o Virya, com sua faculdade tradutiva, as analisará a partir de uma SEMÂNTICA NOOLÓGICA contida na SABEDORIA HIPERBÓREA, de tal maneira que o virya possa compreender seus significados, livre das premissas culturais que definem estas verdades dentro de uma Sintaxe cultural “erudita” sinárquica. Por isto, para compreender de forma correta estas definições devemos imperiosamente adquirir a Semântica Hiperbórea e sua Ética. O que nos permite compreender a Semântica, a Ética e a Pontônica Hiperbórea?

Resposta: A Semântica Hiperbórea nos permite compreender a TEORIA das runas, suas significações noológicas. Enquanto que a Ética noológica descreve o MODO, a conduta que desencadeiam no virya as forças rúnicas e a Pontônica determina a PRAXIS, os atos ou ações que desencadeiam o virya no labirinto (interior e exterior) com o domínio e o poder das runas nãocriadas.
Neste ponto trataremos da Semântica Hiperbórea, ciência que nos dá a compreensão intelectiva para poder modificar a linguagem psicológica por uma linguagem noológica. A Semântica Hiperbórea nos liberta das preeminências culturais preeminentemente impostas sobre o virya pela cultura. Libertando-se destes acondicionamentos, destas lógicas culturais, o Eu pode compreender noologicamente estas idéias, desde uma perspectiva transcendente. A única linguagem que nos permitirá inferir noologicamente, o engano estruturado na psique do sujeito consciente e na estrutura cultural do sujeito cultural, é a ciência das RUNAS NÃO-CRIADAS. Segredo que está contida na Semântica HIPERBÓREA, ciência que nos permite entender os significados da língua sagrada dos Siddhas de Agartha. Com o seu domínio podemos ascender às verdades eternas que sobejassem por detrás dos Signos Rúnicos. Com o Espírito Livre das premissas culturais sinárquicas que participam estritamente da Semântica psicológica do pasú, empregaremos a Semântica noológica do virya desperto, Iniciado Hiperbóreo, para deduzir o poder das RUNAS ETERNAS, para compreender o significado destas verdades transcendentais, eternas, não-criadas. É importante compreender que a Semântica psicológica que é parte do sujeito consciente, se baseia nas teorias acadêmicas sinárquicas, nas suas proposições e premissas culturais. Em contrapartida, a Semântica noológica é a teoria dos Siddhas de Agartha, ciência que se baseia no SEGREDO DA
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LÍNGUA DOS PÁSSAROS e no PODER DA PEDRA TALHADA, mistérios que se compreendem com o Eu verdadeiro, e se vivenciam seus significados quando o Eu está isolado dentro de seu Oppidum interior. Trataremos de definir Semanticamente, o melhor possível, esta idéia e sua ciência gnóstica que mais nos aproxima a compreensão deste mistério, saber contido na Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea. Iremos dos conceitos, definições habituais às significações mais oblíquas, onde se encontram os significados noológicos mais profundos. Trataremos primeiro de definir o que é um “Oppidum”. “Oppidum”, do latim, pl. ”Oppida”: lugar elevado, fortificação. É um termo genérico que designa um lugar elevado, uma colina ou planalto, cujas defesas naturais foram reforçadas pela intervenção do homem. Os Oppida se estabeleciam, geralmente, para o domínio de terras aptas para o cultivo ou como refúgio fortificado que podiam ter partes habitáveis. Para a Sabedoria Hiperbórea, os Oppidum são a máxima expressão da ARTE LÍTICA contendo nele o mistério da Pedra Talhada, ciência que requer um profundo estudo da geografia, da análise do solo, das psicorregiões, da geomancia, entendidas desde a Corologia Hiperbórea. Estes estudos complementares são fundamentais para compreender o que significa a construção de um OPPIDUM. Estes Oppidum são fortificados em suas defesas naturais com defesas amuralhadas, cercados, isolados seus espaço e tempo pelos limites de suas MURALHAS ou por determinadas geografias físicas que atuam como tal. Protegem-nos dos ataques dos inimigos, das ações que desde o Valplads (inferno Dantesco) empreenderão os hostis para deter-nos, derrotar-nos. Entendendo esta definição, a Sabedoria Hiperbórea, denomina estas construções exteriores, instaladas no mundo: PRAÇAS LIBERADAS ou CASTRUM. Utilizaremos o conceito de OPPIDUM ou ARQUÊMONA INTERIOR ODAL para referirmo-nos à CONSTRUÇÃO de um ESPAÇO INTERIOR, liberado, onde o EU VERDADEIRO se situa livre dos desígnios da alma, se afirma em seu espaço interior, liberado em um presente perpétuo, desde o qual, fortalecido, protegido, poderá planejar, desde o PONTO TAU seu ATAQUE FINAL para conseguir sua LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. Afirmamos que toda PRAÇA ou Castrum exterior é uma construção arquitetônica (Escada Caracol) que consta de um espaço amuralhado, cercado por muros ciclópicos, onde os viryas podem planejar suas ações de guerra contra as forças do inimigo exterior. Geralmente estão situados geograficamente de forma estratégica em um lugar elevado, em um planalto, uma colina, etc. Afirmamos ainda que tais construções se realizem em geografias muito específicas. Sua topologia os situa em pontos elevados, pois estas alturas lhes permitiam ver e dominar melhor as geografias que os rodeavam. Todo Oppidum interior é uma ARQUÊMONA ODAL, o qual é análogo ao Castrum exterior ou PRAÇA LIBERADA. O Oppidum interior é uma construção rúnica, sustentada no PRINCÍPIO DO CERCO e no MISTÉRIO DO ÂNGULO RETO, com os quais
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compreendemos o Segredo do Labirinto. O Princípio do Cerco se constrói com a Runa ODAL. Com ela o Virya desperto cria um espaço interior cercado, amuralhado, construído para proteger o Eu Eterno dos sujeitos anímicos do microcosmo. Esta construção interior permite ao Virya, desde sua perpendicularidade noológica (segredo da Torre), situar-se sobre o sujeito anímico, posição gnóstica, elevação interior que lhe permite deslocar-se (segredo do Cavalo) internamente sobre as estruturas de seu microcosmo, e distinguir noologicamente a composição de suas energias vitais e psíquicas. O virya nesta situação compreende as Estratégias que deverá empreender para libertar-se das algemas que o tem encarcerado em sua prisão; algema que deverá romper com a força de sua vontade, com o poder de seu valor, se pretende enganar aos inimigos que o tem aprisionado no LABIRINTO DE ILUSÃO. O Oppidum interior se constrói sobre o sujeito consciente, sobre duas colunas noológicas, vontade e valor; arquêmona interior onde o Eu é amuralhado e elevado com respeito a todos os sujeitos anímicos da alma. No microcosmo, o sujeito consciente opera sobre o sujeito cultural e o sujeito racional, de tal modo que o Eu, situado dentro do OPPIDUM ODAL, pode operar sobre as estruturas do sujeito anímico sem ser alcançado por nenhuma delas e, cedo ou tarde, poderá o Eu dominar a alma animal. Os Livros de Cristal de Agartha afirmam que se deve cercar o Eu, amuralhá-lo de suas estruturas anímicas, e depois de que o mesmo foi instruído e armado Cavaleiro Tirodal com o poder das três runas não-criadas, poderá o Eu verdadeiro na reversão gnóstica, apoderar-se definitivamente das estruturas vitais e psíquicas do microcosmo. Exatamente igual procederão externamente os viryas neste Kairos, cercarão uma Praça Liberada e se farão fortes de acordo às indicações do Pontífice; depois operarão sobre as estruturas vitais do macrocosmo. As Raças Hiperbóreas eram excelentes construtoras destas estruturas líticas. Estas PRAÇAS LIBERADAS ou Castrum eram a Ponta de Lança nas ofensivas dos povos do Pacto de Sangue, construções de guerra que serviam de proteção para as tropas em um avanço de guerra quando haviam conquistado terreno estrangeiro, ampliando seu ESPAÇO VITAL. Na história ainda existem muitos restos destas magníficas estruturas, como por exemplo, são os Oppidum romanos, visigodos e normandos. Podemos vê-los disseminados por toda a História. Sua máxima expressão são os CASTELOS MEDIEVAIS. Estes OBJETOS CULTURAIS são verdadeiras máquinas líticas de transformação psicossocial, criações de VIRYAS DESPERTOS inspirados e guiados em sua face construtora desde a ORIGEM, pelos Siddhas de Agartha. Os Castelos Hiperbóreos são dignos expoentes externos do princípio do Cerco e analogamente suas MURALHAS representam, no virya desperto, internamente o Oppidum ODAL, e suas TORRES o Ponto TAU. Prosseguindo com tal compreensão Semântica noológica Hiperbórea, trataremos de esclarecer ainda mais a idéia de Oppidum. Para isso, definiremos um enlace referente que se relaciona diretamente a tal idéia: o termo “construção”. Toda construção hiperbórea, em sua essência estrutural, se sustenta na Runa ODAL, tem a finalidade do Oppidum, mas para compreender melhor este mistério, definiremos o que significa tal termo. O uso mais
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habitual do termo “construção” se refere à arte ou técnica de fabricar edifícios e infraestruturas ou estruturas. Em um sentido mais amplo, denomina-se “construção” a tudo aquilo que exige, antes de fazer-se, ter ou dispor de um projeto ou plano pré-determinado, ou que se faça unindo diversos componentes segundo uma ordem determinada. Como exemplos, temos as construções sintáticas ou gramaticais, as construções musicais, as construções mentais, etc. Conseqüentemente, a palavra “construção” se usa em diversas disciplinas, tanto científicas, técnicas, ou aplicadas como nas ciências humanas, na gramática, na pedagogia, na psiquiatria, na teoria da arte, etc. Quando nos referimos a construir de um OPPIDUM exterior, indicamos ou assinalamos a uma estrutura dentro do marco da linguagem arquitetônica Hiperbórea. As PRAÇAS são construções estabelecidas por um ESPAÇO, contido dentro de um VOLUME determinado por seus limites. Neste caso, o limite se delineia, se projeta, nos MUROS ou nas MURALHAS do Castrum exterior. Esta definição nos é anunciada desde a arquitetura ou engenharia, porque nela se encontra a ARTE LÍTICA construtiva hiperbórea (que faz honra aos SIDDHAS DE AGARTHA). São as PRAÇAS LIBERADAS construções noológicas, sistemas estruturais não-criados, pontes noológicas que se constroem com as runas não-criadas e que são as fortalezas dos viryas despertos. A finalidade destas estruturas contidas em seu plano é construir uma Ponte Noológica que nos permita unir o não-criado ao criado, para que os viryas mais ousados possam situar-se na Origem e se atrevam a fazer real sua libertação espiritual. De tal modo, esta ciência de engenharia metafísica dos Siddhas de Agartha define: todo Oppidum é uma arquêmona exterior, uma construção que implica criar uma arquitetura metafísica, a qual é uma Praça exterior, estrutura externa que consta de um volume, um sólido, uma estrutura tridimensional poliédrica, cercada do espaço-tempo do macrocosmo, dos desígnios culturais que regem o tempo do Demiurgo. Sua realização e construção se baseiam nas técnicas mágicas da engenharia lítica hiperbórea, ciência que unicamente dominam os Pontífices Hiperbóreos. Os Oppidum são máquinas líticas iniciáticas, ciência de transmutação particular ou coletiva, que transforma o virya em um virya de Pedra, um homem comum em um homem verdadeiro. Seu espaço interior, isolado e cercado pelas runa não-criadas, está livre da inércia do tempo transcendente do Demiurgo, de sua imanência ôntica macrocósmica. Os Siddhas Leais nos instruem nesta ciência construtora que estudamos na Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário, pois unicamente, em um espaço isolado e cercado da realidade do Uno, se manifesta o PARÁCLITO e a Vontade dos Senhores de AGARTHA. O VIRYA DESPERTO compreende perfeitamente que o OPIDIUM INTERIOR não se pode definir, porque invariavelmente se constrói com as técnicas Semióticas noológicas contidas na língua dos Siddhas Leais: as RUNAS NÃO-CRIADAS. De tal maneira, que um Oppidum interior ou Praça exterior está edificado sobre a ciência construtora contida na Pontônica noológica, arte de construção de pontes, sabedoria que permite a libertação individual e racial. Por isso só se pode inferir espiritualmente um Oppidum interior se o Virya é um Iniciado Hiperbóreo que porte excelência em sua ÉTICA NOOLÓGICA e compreenda a Pontônica Hiperbórea. Compreender o mistério Semântico e Pontônico da

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construção de um Oppidum interior é a máxima sabedoria que pode alcançar o Virya Iniciado Hiperbóreo. Este mistério é invisível aos olhos do Pasú, do homem comum. As Praças exteriores são construções reais de alto valor ESTRATÉGICO. Seu relevo arquitetônico emergente se constrói no mundo e, se bem estão na esfera de Luz, em um espaço de significação real, na realidade geralmente passam despercebidos, são invisíveis para as massas, que só distinguem suas formas estéticas. Jamais o pasú pode ver, e menos ainda compreender, as verdades estratégicas que se encontram em um Castrum exterior. Este poder que tem sobre si mesmas as Praças Liberadas é devido à ação protetora que exercem sobre elas as treze runas mais três runas não-criadas. Exatamente igual a uma Praça exterior, acontece internamente no Virya. Se ele resignou a ética psicológica, a ação dos símbolos sagrados do pasú estruturados no sujeito consciente poderá construir com seu EU libertado sua ARQUÊMONA ODAL. Se o virya sofre a ação do sujeito consciente em sua vontade, tratará de deduzir PSICOLOGICAMENTE aos Oppidum, situação própria do individuo comum, do pasú. Indubitavelmente desde tal perspectiva analítica, jamais compreenderá nem entenderá nada. O pasú não pode compreender noologicamente uma ciência Hiperbórea, uma linguagem de guerra dos Siddhas de Agartha, simplesmente porque seu sangue astral carece de pureza espiritual. Por isto, ele sempre racionalizará a uma runa desde sua configuração Semiótica, morfológica, tratará de compreendê-las psicologicamente, mas nunca poderá inferir seu mistério não-criado. Isto é assim porque o mesmo não tem um Eu verdadeiro, é simplesmente uma projeção do Demiurgo. Por isto, carece de VONTADE noológica, e mais ainda de VALOR. Estas qualidades não existem no pasú porque ele carece de existência real, seu ser está totalmente registrado aos Arquétipos macrocósmicos, à ação dos Siddhas Traidores e de sua ciência metafísica a Kalachakra (ciência do engano e do aprisionamento). As treze runas são ferramentas e os materiais com os quais o virya constrói em seu labirinto interior sua ARQUÊMONA ODAL, Oppidum cercado, estrutura amuralhada em cujo centro se encontra sua PRAÇA TAU. O virya deve estar desperto no labirinto interior para compreender gnosticamente os êxtases das treze runas arquetípicas e poder ter a visão da TIRODINGUIBURR, de seu SÍMBOLO SAGRADO (mistério que desenvolveremos mais adiante). O virya se está confundido no sujeito consciente, perdido no seu labirinto interior, referirá interiormente a runa como um signo rúnico, referirá a sua estrutura lógica, cultural, sua análise do signo rúnico será racional, estabelecendo um exame simplesmente psicológico (semiótico, sintático e morfológico) das runas. Esta ação lógica, o levará a inferir unicamente o signo e significá-lo arquetipicamente, ou seja, sua razão, juízo consciente, reduzirá o signo não-criado a definições simples, habituais, carentes de sentido noológico. O virya adormecido projetará uma redução lógica, deduzirá as mesmas em significações habituais de acordo com as preeminências culturais depositadas em sua estrutura cultural ou sujeito cultural. Se o virya está extraviado em alguma linguagem
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cultural e tem certa estrutura cultural, chegará a definições ou conceitos mais eruditos, como por exemplo: a Runa ODAL é uma construção simbólica misteriosa, um signo de uma linguagem mágica, uma letra de uma língua morta dos vikings, etc. Em outras palavras, deduzirá ao signo rúnico na linguagem cultural que esteja estruturada em seu sujeito consciente, sujeito racional ou sujeito cultural. Esta redução racional, traduzida pelo sujeito consciente, projetará sobre a RUNA ODAL uma definição conceitual, meramente intelectual, em uma linguagem cultural que participa do meio habitual, esotérico ou acadêmico. Jamais o virya perdido se aproximará à compreensão noológica desta verdade transcendente, nunca compreenderá ou poderá ver suas significações noológicas mais oblíquas. Se o virya carece de estrutura cultural, projetará sobre as Runas não-criadas definições muito mais simples; geralmente, as runas passam despercebidas para este tipo de indivíduos. Por exemplo, se percebem a Runa ODAL, somente veriam a uma figura geométrica, um quadrado limitado por quatro lados e quatro ângulos retos, um símbolo geométrico. Jamais compreenderão sua verdade metafísica. Diferente visão da RUNA tem o VIRYA DESPERTO INICIADO HIPERBÓREO, porque a compreende noologicamente, não necessita de uma sintaxe lógica, porque seu Eu Verdadeiro compreende o que é um OPPIDUM INTERIOR, uma ARQUÊMONA ODAL (arquêmona é uma palavra composta por dois vocábulos gregos: arke significa princípio; monas significa unidade; a unidade do Eu verdadeiro com seu Eu infinito) e fundamentalmente uma PRAÇA LIBERADA. O Virya Iniciado pode compreender totalmente seus mistérios. O virya orientado na Sabedoria Hiperbórea efetua uma oposição estratégica às forças provenientes do Valplads, do Demiurgo da criação, ação que lhe permitirá compreender o valor estratégico de uma Runa não-criada, runa que lhe permite entender o PRINCÍPIO DO CERCO e do MISTÉRIO DO ÂNGULO RETO, com o qual poderá criar internamente uma ARQUÊMONA ODAL, um espaço-tempo próprio, livre, independente do espaço-tempo do Universo criado. Em sua ARQUÊMONA ODAL o Virya alcança a unidade absoluta do EU, ascende à sua INDIVIDUALIZAÇÃO egóica do SELBST, a seu Eu Verdadeiro e ao PONTO TAU (TAU: coluna, centro do EU, cerco rúnico, desde o qual se domina a alma) de seu centro arquemônico ODAL. Desde o mesmo ele visualiza o mistério que se acha na Mística Hiperbórea e a sabedoria que nela se encontra. Este PRINCÍPIO DO CERCO ODAL lhe permite relacionar-se, desde sua Ética Noológica, com a mística das Runas Eternas e a verdade metafísica contidas nelas. Verdade que unicamente se vivência através das técnicas de Oposição Estratégica, que se constroem com o estudo da SEMÂNTICA NOOLÓGICA DA SABEDORIA HIPERBÓREA e da ação de plasmar sua compreensão sobre a ÉTICA NOOLÓGICA do Iniciado Hiperbóreo. O Virya, com seu EU isolado pelo PRINCÍPIO DO CERCO ODAL, constrói sobre si mesmo uma ÉTICA NOOLÓGICA, suprime seu Eu psicológico, utiliza suas forças, com as quais constrói uma VONTADE absoluta e VALOR infinito. O Guerreiro Sábio adquire estas qualidades com a práxis do Yoga Hiperbóreo, quando o Virya é instruído na SABEDORIA GNOSEOLÓGICA DO YOGA MARCIAL HIPERBÓREO. Ele demonstra a si mesmo que tem em seu Espírito a VONTADE e o VALOR para concretizar sobre seu EU tais qualidades espirituais, próprias dos Viryas Berserkr. Esta ciência sagrada, eterna, permite ao Virya desperto alcançar sua MÁXIMA ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA, CONSTRUIR
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SUA ARQUÊMONA ODAL DA QUAL PODERÁ EXECUTAR O DOMÍNIO TOTAL DO SUJEITO ANÍMICO E DAS ENERGIAS DO ORGANISMO MICROCÓSMICO. As treze runas arquetípicas, em suas manifestações semânticas, adquirem uma morfologia Semiótica arquetípica. A realidade indica que o Virya deverá, imperativamente, ver a Runa como um SIGNO e sua interpretação será sempre dentro do marco de uma construção lingüística. O Virya construirá sobre os signos rúnicos uma análise morfológica, sintática e pragmática das RUNAS. Ele fará uma leitura que está contida dentro de uma análise lógica, dentro de uma Semântica psicológica: mas esta ação é equivocada, porque o sujeito consciente, baseado na memória arquetípica, somente compreenderá psicologicamente a estas treze runas. O virya que tenha afirmado sobre o sujeito consciente uma ÉTICA NOOLÓGICA compreenderá as runas e a verdade que se institui nelas mais além do metafísico, poderá construir sua ARQUÊMONA ODAL e vivenciar em seu sangue puro os ÊXTASES MÍSTICOS DAS TREZE RUNAS e os ÊNTASIS RÚNICOS DAS TRÊS RUNAS NÃOCRIADAS. Podemos afirmar que somente o Guerreiro Sábio, que é um virya desperto, pode inferir o não-criado, o PÓLO INFINITO e o ÊXTASE RÚNICO pela graça de sua Ética noológica e sua atitude graciosa luciférica. Ao contrário, o virya adormecido, ao estar estruturado seu EU no sujeito consciente, se conduz animicamente, sua razão gira em forma espiralada sobre as linguagens habituais, quer dizer, sobre uma ÉTICA PSICOLÓGICA. O pasú interiorizará a RUNA em uma linguagem habitual, a distinguirá em um espaço de significação cultural horizontal, como um signo ou símbolo, seja alegórico, lógico ou matemático, mas jamais poderá compreender os espaços de significações oblíquos, noológicos. O pasú, virya perdido, somente perceberá arquetipicamente a runa desde a ótica de seu sujeito cultural, racionalizando a runa. Em outras palavras, não entenderá nada. A Sabedoria Hiperbórea afirma: o que separa o Virya que compreende com a Semântica Noológica o segredo das RUNAS NÃO-CRIADAS da Pontônica Noológica instituída no Yoga Hiperbóreo é o MISTÉRIO DO LABIRINTO. Mistério que estudaremos na Segunda Iniciação Hiperbórea. A Pontônica noológica é a ciência da construção de pontes, a sabedoria dos Pontífices Hiperbóreos. Por isto, estas duas disciplinas a Semântica e a Pontônica Hiperbórea são as duas grandes vias gnósticas iniciáticas dos Cavaleiros Tirodal. Estudaremos neste ponto a Semântica porque somente a compreensão dos signos rúnicos em forma noológica, com o Eu verdadeiro, nos permitirá resignar a Semântica psicológica e sua Semiótica arquetípica. Esta compreensão das runas Semanticamente somente é possível com o Eu isolado e livre da ingerência do sujeito consciente, da personalidade, das máscaras psicológicas da persona. Se concretizar esta ação de reorientação gnóstica, o Virya Iniciado Hiperbóreo ascenderá a uma ÉTICA HERÓICA e a Arte da PONTÔNICA,
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ciência construída sobre a morfologia noológica do YOGA RÚNICO MARCIAL HIPERBÓREO. Suas capacidades Semânticas incorporadas através do estudo da Sabedoria Hiperbórea permitem-lhe entender a TEORIA que sustentam os signos rúnicos, e pelo conhecimento puro desta ciência eterna ascenderemos a sua Ética noológica. Com a compreensão da Ética Hiperbórea, o virya mediante sua PRÁTICA, aplicando sobre si mesmo técnicas espirituais, seu Eu verdadeiro compreenderá mediante a GNOSE INTERIOR as diferenças Semânticas entre o noológico e o psicológico. A Ética Noológica se compreende desde o Eu verdadeiro; contrariamente, da Ética psicológica que participa unicamente no sujeito consciente ou sujeito racional, é estritamente convencional, determinada pela moral e o cultural. O Virya desperta através do estudo profundo da Sabedoria Hiperbórea. Ela lhe aporta uma Semântica noológica com a qual se pode compreender e interpretar significações noológicas oblíquas, entender através da intelecção de sua teoria o segredo das verdades eternas. Isto significa construir uma Semântica Hiperbórea sobre si mesmo. Edificar uma estrutura “cultural” Hiperbórea é fundamental para logo desenvolver e possuir uma Ética heróica, a qual dá ao virya as qualidades axiológicas mais puras. Unicamente o virya que tem Ética, a qual afirma em seu interior VONTADE e ORIENTAÇÃO ABSOLUTA, poderá compreender Semanticamente os contextos mais oblíquos das Runas não-criadas. A Semântica noológica contida na Sabedoria Hiperbórea é a única ciência gnóstica que permite ao Virya desperto desenvolver sua faculdade de ANAMNÉSIA, própria de um Iniciado Hiperbóreo. Esta faculdade lhe permite voltar a recordar e despertar ao despertar. Suas técnicas nos ortogam as capacidades para abrir os REGISTROS CULTURAIS OU HISTÓRICOS, dissolver as mentiras estruturadas nos registros culturais, na cultura externa, na História. O virya que tem uma linguagem hiperbórea pode revelar e compreender o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS, suas significações que vão desde a Semântica à Ética e à Pontônica, abarcar compreensivamente todos os mistérios hiperbóreos. O virya em sua ARQUÊMONA ODAL, dentro da PRAÇA TAU, com seu EU verdadeiro, afirmará e comprovará semanticamente, o mistério que subjaz na Semiótica noológica de uma runa não-criada. O Virya, com sua Graça Luciférica, comprova espiritualmente que todo signo rúnico, mas além de sua Semiótica, sua estrutura morfológica, é uma força que provem de uma MISTICA HERÓICA, e esse poder lhe permite ter sobre si mesmo as capacidades gnósticas para poder construir um espaço gnóstico interior. A sabedoria Hiperbórea denomina este espaço interior OPPIDUM, e esta construção interior se realiza quando o virya desperto se relaciona carismaticamente com o poder de sua runa não-criada. Esta perspectiva interior lhe permite compreender com o Eu verdadeiro afirmado em seu Oppidum, a força noológica da runa não-criada, e com seu sujeito consciente, entender Semanticamente a Semiótica do signo rúnico. Esta dupla compreensão das runas lhe ortoga a perspectiva analítica que lhe permite compreender que uma runa se afirma em um SIGNO, e o mesmo está contido semioticamente dentro de uma morfologia estrutural poligonal ou poliédrica regular, o SIGNO RÚNICO; sempre estão conformados seus espaços por limites retilíneos, por formas retangulares, quer dizer, seus lados estão determinados por ângulos retos dentro de seu espaço interior. Para o Iniciado Hiperbóreo, as runas, sua Semiótica morfológica, estão formadas por uma estrutura que
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contém uma geometria retilínea, composta por linhas retas que se interceptam formando ângulos. O Virya Iniciado Hiperbóreo compreende que esta Semiótica se baseia especificamente nas runas, e no signo rúnico, em sua Semiótica, está contido um segredo, uma Semântica que faz parte de seu mistério. Semântica que se estuda na Sabedoria Hiperbórea através do conhecimento do PRINCÍPIO DO CERCO e do segredo do ÂNGULO RETO. O Guerreiro Hiperbóreo com sua Sabedoria Hiperbórea constrói com seu Eu verdadeiro sua Semântica. Compreende as significações rúnicas e edifica sobre ela uma ÉTICA HERÓICA, com a qual se relaciona carismaticamente com a MÍSTICA DO PARÁCLITO e a compreensão metafísica das treze RUNAS mais três RUNAS NÃOCRIADAS. A Sabedoria Hiperbórea sustenta: o virya deve imperiosamente isolar seu EU do sujeito consciente, afirmar sobre o mesmo o PRINCÍPIO DO CERCO; isto lhe permitirá ingressar a sua ARQUÊMONA ODAL e compreender o porquê da necessidade estratégica de construir um CERCO NOOLÓGICO. Dentro de seu cerco interior o virya se fará cada dia mais FORTE e se apoiará nas forças que provêm de seu EU VERDADEIRO, mas para isto deverá encontrar em seu espaço interior a gnose mais perfeita, e ela se encontra no PONTO TAU. O Eu afirmado na runa não-criada na PRAÇA TAU sente o poder das treze runas e vivencia seus êxtases rúnicos. Terá se encontrado na GNOSE DO EU e pode, dentro da sua runa metafísica, visualiza o VÉRTICE conduzente ao segredo do ÂNGULO RETO. Neste mistério se encontra a ponte estratégica que o aproxima ao Eu Infinito e ao Selbst. É importante entender que este mistério está inserido pelos Siddhas de Agartha no Mistério do Labirinto, mas sua compreensão Semântica somente é possível se está isolado o Eu do sujeito anímico. Eles propuseram desde o princípio estes conhecimentos como via interior para alcançar a libertação, PARA ROMPER COM O ENGANO QUE SE ENCONTRA ESTRUTURADO NO MICROCOSMO, EM SEU LABERINTO INTERIOR, E NO MACROCOSMO, NO LABIRINTO EXTERIOR. Unicamente o Guerreiro Sábio ascende à Pontônica noológica se pode resolver o Segredo do Labirinto; para isto, necessitará modificar sua Semântica psicológica e fundamentalmente sua Ética psicológica. Somente o virya que passe por este mistério será merecedor de ser instruído nas técnicas mágicas das arquiteturas hiperbóreas, com as quais poderá construir sua ponte metafísica, seu Oppidum interior, e concretizar a máxima GNOSE, a emergência no mundo exterior de uma Praça Liberada. Este segredo é a porta iniciática que tem que abrir, é o segredo do LABERINTO, é o espaço que o guerreiro deve transpor se pretende ascender às Iniciações Hiperbóreas. Este é o enigma que o virya desperto deve solucionar, e para isto, ele terá que utilizar a sua VONTADE e VALOR se quiser fazer real sua libertação. É importante compreender que a Semântica noológica é o primeiro princípio gnóstico, que permite ao virya compreender o PRINCÍPIO DO CERCO e ingressar à ARQUÊMONA ODAL, e desde o mesmo, poder ARMAR-SE RUNICAMENTE para

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enfrentar o Segredo do LABIRINTO INTERIOR, e se triunfar, resolver o enigma que representa o LABIRINTO EXTERIOR.

Esta dupla ação de guerra é totalmente iniciática. Unicamente o VIRYA mais valente, o que desencadeie sobre seu Eu as forças e os poderes das RUNAS NÃO-CRIADAS, pode adquirir o direito de combater a SERPENTE e o DRAGÃO.
Os Siddhas Traidores de Chang Shambalá e a Sinarquia Mundial da Fraternidade Branca Universal, do Pacto Cultural, regida no mundo pelos Sacerdotes Golen, propõem a DESORIENTAÇÃO CULTURAL, instituída no labirinto exterior e nas múltiplas linguagens de suas Semânticas psicológicas. Estes sinarcas, donos do mundo material, afirmam no mundo suas estruturas semióticas sagradas, que têm incorporadas em suas linguagens os objetos culturais externos ou entes arquetípicos que possuam significações Semânticas psicológicas lúdicas ou sacralizantes. Semânticas psicológicas que possuem uma Semiótica arquetípica, que distorcem a verdade que existe e subjazem nos objetos culturais externos, que têm seus símbolos participando de significações hiperbóreas, que são parte da gnose hiperbórea, estruturas que têm em sua Semiótica noológica e sua Semântica, símbolos eternos hiperbóreos (exemplo: o Panteão de Agripa, a música Wagneriana, etc.). Símbolos eternos estruturados externamente no labirinto exterior, que nos permite compreender por indução noológica as vias gnósticas hiperbóreas construídas pelos Siddhas de Agartha no labirinto exterior. Como vimos anteriormente, tal mistério responde à característica dos MISTÉRIOS INICIÁTICOS HIPERBÓREOS. O virya deve entender que a Sinarquia degradou sistematicamente este mistério, sacralizando o mesmo à suas premissas culturais sacras e lúdicas, degradando a Pontônica Hiperbórea. E por isto, este mistério está proposto pelo inimigo, ELES PROPÕEM MILHARES DE LINGUAGENS CULTURAIS que distorcem a verdade do Segredo do Labirinto. Suas linguagens são cantos lúdicos ou sagrados; eles seduzem, tentam enrolar ao virya à vida cálida, ao amor da mulher de carne, a sentir no coração palpitante a mãe Binah e ao pai Enhil, a permanecer eternamente dormindo em seus paraísos edênicos. A Sabedoria Hiperbórea alerta aos viryas do mundo sobre as ilusões e mentiras que se edificam nas Semânticas psicológicas, nas linguagens esotéricas e acadêmicas da Sinarquia Mundial. As linguagens contidas na Semântica da Sinarquia são sistemas que tem um propósito bem estabelecido: desorientar e confundir ao virya, perdê-lo, extraviá-lo em seus LABIRINTOS CULTURAIS. Cada linguagem das Semânticas psicológicas da Sinarquia Mundial é análogo a uma passagem, caminho ou passagem coberta, passadiço deste grande labirinto macrocósmico que é a criação, a Ilusão de Maya; linguagens labirínticas que encantam aos viryas perdidos, ao pasú. Sua Semiótica, Pragmática, Sintaxe e Semântica psicológica fascinam a alma, mas neles, em suas linguagens, se encontram os piores enganos, as sinistras confusões, plenas de seduções e encantamentos paradisíacos que oferecem ao virya AMOR, BELEZA e PODER. Os caminhos deste Labirinto de Ilusão, em seu objetivo último que é perseguido, é reter ao
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virya adormecido, extraviá-lo nos labirínticos caminhos de Maya, aprisioná-lo para sempre em uma das múltiplas linguagens existentes no LABIRINTO EXTERIOR. De tal maneira que o virya deve estar ALERTA, porque ante a possibilidade de despertar e ascender à Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea, e à Pontônica contida na ciência do Yoga Hiperbóreo, ciência com a qual resolverá o Segredo do Labirinto, o Demiurgo e os Siddhas Traidores emergirão internamente ou externamente uma Semiótica sagrada sinárquica, símbolos sagrados da Sinarquia Religiosa que serão réplicas exatas, cópias quase perfeitas do MISTÉRIO DO LABIRINTO. Estes labirintos da Sinarquia Mundial (como o Hatha Yoga) portam uma semântica psicológica baseada em símbolos sagrados, cujos objetivos são bem claros: deter ao virya em sua ação de busca, opção e eleição, de reorientação estratégica, em um caminho de Ilusão do Labirinto de Maya. Devemos considerar que o caminho das religiões é onde se encontram os Sacerdotes Golen e sua Fraternidade Universal. Nestes caminhos é onde se enganam a maioria dos viryas perdidos. Eles ingenuamente crêem que em seus cultos está a libertação. Os Sacerdotes Golen e suas lojas secretas da Fraternidade Branca Universal dirigem o destino do mundo, são os representantes dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, e esta é sua missão: deter ao virya e evitar sua libertação. Nas linguagens da Sinarquia Religiosa estão os labirintos mais sagrados, as trilhas onde se estrutura suas Semânticas mais poderosas, numéricas; nestas estão os símbolos sagrados mais poderosos da Sinarquia Universal. Estes dogmas religiosos e esotéricos portam em suas doutrinas os símbolos que sacralizam o sujeito consciente do virya perdido e o estruturam as suas doutrinas secretas, aos seus cultos e ritos iniciáticos. Religiões como o Hinduísmo védico, o Lamaísmo, o Budismo tântrico, possuem UMA DOUTRINA SECRETA OU UMA SIMBOLOGIA ESOTÉRICA, uma Semiótica iniciática ao qual ascendem unicamente os sacerdotes iniciados na confraria da Fraternidade Branca Universal. Suas doutrinas secretas estão sustentadas pelos seus símbolos sagrados, que contém a máxima ciência do engano representada no conhecimento das verdades metafísicas dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. Estas doutrinas esotéricas pregam o conhecimento de si mesmo e a autonomia ôntica do pasú como a autorealização, a máxima aspiração entelequial que pode alcançar o homem pasú, ciência baseada no Símbolo Sagrado do Pasú. No Símbolo Sagrado do Homem Pasú está representado todo o seu Plano, o desenvolvimento ontológico, gnosiológico e axiológico que deverá cumprir o pasú para alcançar a perfeição de sua realidade, de seu ser criado, ciência sinárquica baseada nos três aspectos mais significativos que estão contidos na Semiótica do Símbolo Sagrado do Pasú, o Aspecto Amor, o Aspecto Beleza e o Aspecto Poder ou Consciência do Demiurgo. Estes Aspectos aperfeiçoados no pasú lhe permitem pôr sentido na criação material do Uno e afirmar o Universo material como a única realidade do pasú ou virya perdido. Esta afirmação do mundo do Demiurgo pelo pasú estrutura uma Semântica psicológica que sustenta a Ilusão do Labirinto DE MAYA, afirma neste mundo linguagens que portam a mentira dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. É, sem dúvida, esta mentira que é
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sustentada no ser/ente, é a causa fundamental do extravio que sofre o virya perdido neste labirinto exterior de Maya. A Sabedoria Hiperbórea afirma que a realidade ilusória do mundo que sustenta o pasú com sua ação de colocar sentido cultural está representada pelo símbolo do LABIRINTO. Por isto, o Segredo do Labirinto é, desde a época de ATLÂNTIDA, o mistério mais sagrado que deve resolver o virya desperto se pretende despertar ao despertar. O homem adormecido, imerso no mundo dos Siddhas Traidores, afirma este labirinto material como a única realidade de sua existência (labirinto interior, labirinto exterior), e a seu Criador o Demiurgo (O Uno, Jehová-Satanás, o Deus da Matéria, ou qualquer dos múltiplos nomes que adotou em suas diferentes manifestações, Brahma, Yahvé, Alá, etc.) como o único criador e sustentador da ordem material, e o que é pior, aos Siddhas Traidores como os possuidores do Segredo do Labirinto, da ciência que permite ao virya perdido libertar seu Espírito aprisionado na ordem material, do macrocosmo. Indubitavelmente esta mentira é sustentada desde o princípio da criação pelos Siddhas Traidores, mas na realidade a verdade é que o SEGREDO DO LABIRINTO é um mistério dos Atlantes Brancos e dos Siddhas de Agartha, seu conhecimento contém a ciência que revela o mistério do aprisionamento e a sabedoria que permite compreender a ciência de libertação. Segredo que revelaremos nos próximos incisos deste texto. Mas devemos reconhecer que este mistério se perdeu e que seu segredo, que era perfeitamente conhecido pelos Atlantes e os guerreiros das raças puras da Idade Antiga, participantes da Estratégia da Muralha Atlante-mediterrânea, hoje se perdeu. Os Siddhas Traidores e suas Estratégias culturais desencadeadas através das raças da Traição Branca e da Raça Sagrada do Demiurgo, ao longo do tempo e da História foram degradando sistematicamente este segredo, ocultando seu mistério ou impondo sobre o mesmo seus símbolos sagrados sinarcas. A Sabedoria Hiperbórea afirma: a verdade metafísica do Segredo do Labirinto participa dos mitos hiperbóreos. Resolver seu mistério permitia a reorientação estratégica e a libertação do virya do Mundo de Ilusão. O Mistério do Labirinto que hoje apregoam as ciências do Hatha Yoga e de qualquer linguagem esotérica da Sinarquia Mundial e sua Fraternidade Branca, somente afirma a perda e confusão cultural e espiritual do virya perdido no labirinto exterior. A Sinarquia Religiosa edificou sobre este mistério seus símbolos sagrados, sistemas simbólicos secretos que representam o oculto labirinto sinarca. Os mais significativos de todos eles, estudados nos yogas da Sinarquia, são as MANDALAS; símbolos que representam o Plano evolutivo macrocósmico e microcósmico, o Plano cósmico que tem “Deus” para sua criação e para o homem criado. Em realidade, podemos definir de diferentes maneiras a estes símbolos, desde significações horizontais às mais obliquas, mas o virya desperto realizará uma análise rúnica deste símbolo e logo uma análise semântica hiperbóreo. Nas Mandalas está sintetizada a “verdade” (engano, mentira) metafísica que a Sinarquia Religiosa transmite a seus iniciados sinarcas; saber que está contido na CHAVE KALACHAKRA, ciência sinárquica esotérica, metafísica, que

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degrada o Segredo do LABIRINTO. Segredo cujos símbolos esotéricos estão zelosamente protegidos pelos Sacerdotes Golen e a Fraternidade Branca. A PARTIR DE UMA ANÁLISE RÚNICA, AS MANDALAS REPRESENTAM A ENTELEQUIA MACROCÓSMICA E A CONCRETIZAÇÃO DO ARQUÉTIPO MANÚ NO PASÚ. A partir de uma análise semântica, estas Mandalas são os símbolos sagrados do pasú, participam dos mesmos as Semânticas psicológicas do pasú, representam a quadrangularidade da esfera de sombra (quadratura do círculo), do macrocosmo e do microcosmo. Suas formas representam a quadratura arquetípica da criação. Por exemplo, no macrocosmo: os quatro ciclos do movimento da rotação da Terra, as quatro faces da Lua, as quatro estações, os quatro pontos cardeais, os quatro elementos conhecidos, as quatro Idades ou Yugas, etc. No microcosmo: os quatro reinos que participam da evolução, “ser em si” do microcosmo, as quatro idades da vida, as quatro fases da respiração, a quadratura de sua memória arquetípica, etc. (tema tratado no Tomo Primeiro dos Livros de Cristal de Agartha e sua Sabedoria Hiperbórea ou profundamente no Tomo VII dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário). A Mandala é o símbolo sagrado que representa o Espírito-esfera confundido na quadratura ontológica do macrocosmo, do mundo que afirmam como real os Siddhas de Chang Shambalá e o Demiurgo O Uno. Suas linguagens estão afirmadas em suas religiões monoteístas, e suas ciências esotéricas nas Estratégias da Sinarquia Universal e dos Sacerdotes Golen do Pacto Cultural. Por detrás das Mandalas está a verdade metafísica dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, e a ciência que ela representa, sua doutrina ideológica sacerdotal, representa para o iniciado sinarca sua realização, iluminação, sua enteléquia Manú. Mas para o Virya Iniciado Hiperbóreo estes símbolos sagrados da Sinarquia representam a ciência do engano, conhecimento, saber que leva ao virya perdido, adepto destas doutrinas à perdição total, à desorientação estratégica e a perda da VERDADE do VIRYA e de sua INDIVIDUALIZAÇÃO, de sua libertação do terrível LABIRINTO DE MAYA, do Mundo de Ilusão.

Aqui se mostram imagens de Mandalas e Yantras tibetanos, nos quais podemos verificar que em sua morfologia geométrica estrutural se acham diversos diagramas. Suas representações esquemáticas e simbólicas representam os desígnios arquetípicos contidos na quadratura ontológica que determina a evolução do macrocosmo e do microcosmo. As Mandadas são símbolos sagrados que permitem a máxima evolução anímica do sujeito consciente do pasú. É a técnica ritual arquetípica mais alta na iniciação sinárquica, degradação total do Mistério do Labirinto. As Mandalas são construções virtuais, sistemas
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reais culturais cuja morfologia Semiótica está desenhada com as três cabalas da Kalachakra e suas duas línguas sagradas, o Sânscrito e o Hebraico; por isto, são as artes do engano dos monges bramânicos e Sacerdotes levitas. Ciência esotérica que se baseia nas duas línguas preferidas dos Siddhas Traidores estruturadas na Kalachakra, linguagens utilizadas no Budismo tibetano e no Lamaísmo, baseadas nas cabalas dos Vedas e na cabala Hebraica. Estruturalmente estas Mandalas representam em suas Semióticas o tempo e a criação macrocósmica, e seu espaço sagrado é um labirinto onde todos os caminhos levam ao centro, a uma imagem que representa a si mesmo, a integração psíquica e anímica do virya perdido com o Criador, a união mística com o Deus da Matéria, o Demiurgo Criador. Em seu centro se acha estruturada a imagem do TEMPLO, de um SANTO, de um símbolo que representa a si mesmo, a união do virya com os Aspectos AMOR, BELEZA e CONSCIÊNCIA do Deus Criador, a máxima aspiração evolutiva da alma criada, a ENTELÉQUIA MANÚ. Estes labirintos mandálicos geralmente estão representados como um círculo inscrito dentro de uma forma quadrangular. Em suas morfologias semióticas está contida a CIÊNCIA ESOTÉRICA DA CABALA HEBRAICA, ciência arquitetônica sinarca com a qual se constroem estas mandalas que afirmam a ilusão na criação. As Mandalas têm diferentes conformações estruturais, mas sempre representam o PLANO DO UNO, a perfeição, a enteléquia final de suas três serpentes, de seus Três Rostos, Aspecto Amor, Aspecto Beleza, Aspecto Consciência em sua obra, em sua criação. Estes são denominados Yantras dentro do Hinduísmo. Diferenciam-se das Mandalas porque os Yantras são lineares, enquanto que as Mandalas budistas são bastante figurativas, decorativas. A partir dos eixos cardiais, nestas Mandalas se podem sectorizar as partes ou regiões internas do círculo- Mandala. Estas figuras, que geralmente são fechadas, seus caminhos levam ao centro onde se encontra uma figura de um Templo ou de um Santo, símbolo que representa a MÁXIMA EVOLUÇÃO ANÍMICA DO PASÚ, A ENTELÉQUIA MANÚ. A maioria das culturas possui configurações mandálicas em seus labirintos exteriores. Todas sem exceção portam esta Semântica esotérica, e os dogmas religiosos monásticos do ocidente, o Cristianismo e o Islamismo não são exceção. A intenção depositada nas Mandalas é capturar o guerreiro, adormecê-lo, levá-lo a um estado de amnésia total, onde reine em seu coração a alma emocional, o fogo cálido da paixão animal, fundir seu Espírito nos Arquétipos que o afirmam no meramente humano, no sacerdotal, nos argumentos onde o amor por Deus e a criação (não o sangue) sejam o eixo central de sua existência espiritual. Estes labirintos mandálicos não só existem ou são propriedades dos dogmas orientais como também podemos encontrá-los no Cristianismo e no Islamismo. Na arte cristã medieval estão dispostos em todas as suas estruturas e construções: no pavimento das igrejas, na arte gótica, nas rosetas vitrais das catedrais góticas, nas decorações das mesquitas. Em quase todas as igrejas se encontram os diagramas mandálicos, elas tem o degradado Segredo do Labirinto. Estas Mandalas sinárquicas estão em todas as culturas. As artes sinárquicas de todos os povos do Pacto Cultural portão os símbolos sagrados que degradam o Signo da Origem e o Segredo do LABIRINTO. Estas projeções culturais dos Siddhas Traidores conformam no virya a confusão estratégica, e geram a perda de orientação. Representa simbolicamente a LUZ DIVINA do Criador, seu “paraíso”, o EDÉN instituído na criação. Eles têm a firme intenção de confundi-lo, de levá-lo a uma Semântica ou Semiótica psicológica, à identificação plena do virya perdido com seu Deus, o Demiurgo Criador do Mundo de Ilusão. Sua simbologia é a
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representação arquetípica da perfeição do labirinto interior e exterior, afirma e condena ao virya eternamente aos braços de seu Criador. As Mandalas e suas doutrinas esotéricas como o HATHA YOGA são os labirintos externos, os muros limitantes que separam o virya da ORIGEM. Estas ciências demiúrgicas o afirmam no labirinto, o encarceram definitivamente em seus caminhos de ilusão, distanciando-o cada vez mais da Origem. Nestes caminhos da dor e do engano, jamais permitirão ao virya ascender a uma sabedoria com a qual possa escapar do mundo da matéria, compreender e resolver ao Mistério do Labirinto. Os SIDDHAS DE AGARTHA propõem a SABEDORIA HIPERBÓREA e sua SEMÂNTICA NOOLÓGICA como a língua eterna que nos ortoga reorientação estratégica dentro do labirinto, e que nos permite a libertação das garras dos inimigos do labirinto interior e exterior. Esta ciência de libertação se baseia na compreensão do Signo da Origem, as três RUNAS NÃO-CRIADAS e as treze RUNAS ARQUETÍPICAS com as quais se estruturam as sete vias gnósticas mais uma de libertação espiritual. Runas que se plasmam no Espírito do virya durante a Pontônica do YOGA RÚNICO HIPERBÓREO, afirmando em seu sangue o Símbolo Sagrado do Virya e resignando o Símbolo Sagrado do Pasú. Somente é ensinado este MISTÉRIO INICIÁTICO por um INICIADO HIPERBÓREO, um PONTÍFICE, de forma direta, TRANSMITIDO ORALMENTE E TECNICAMENTE por um camarada que tenha domínio total e absoluto desta ciência RÚNICA. A instrução desta ciência absoluta é ortogada pelos Siddhas de Agartha aos CAVALEIROS DA ORDEM TIRODAL DA AMÉRICA E ESPANHA.

O virya com esta sabedoria tem o poder em suas mãos, ciência com a qual é possível, com o Signo da Origem, compreender o Segredo do Labirinto, e com as três RUNAS NÃO-CRIADAS, HAGAL, SIEG e TYR, resignar o Signo da Dor.
Pergunta: O que são as RUNAS NÃO-CRIADAS e o que representam no virya desperto? Resposta: AS RUNAS SÃO ESSECIALMENTE AS ARMAS DO GUERREIRO SÁBIO. Elas lhe ortogam o poder para resolver o Segredo do Labirinto e fazer real sua LIBERDADE ESPIRITUAL. Representam sua gnose interior, as forças noológicas que afirmam no virya desperto uma Vontade absoluta e um Valor infinito, forças que provêem de seu Eu verdadeiro (Vontade Absoluta) e de seu EU infinito (Valor infinito) com a qual se dobra a ALMA CRIADA e se domina todas as esferas do MICROCOSMO. Elas podem ser aplicadas quando se domina e compreende a Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea e se ingressa na ÉTICA DO GUERREIRO SÁBIO HIPERBÓREO. Seus mistérios gnósticos e rúnicos cercam o Eu do sujeito consciente e estruturam em seu domínio uma Semântica Rúnica noológica. A SEMÂNTICA NOOLÓGICA SE CONSTRÓI COM A LINGUAGEM DAS RUNAS NÃO-CRIADAS e dentro do marco estratégico de um KAIROS DE HONRA DOS SIDDHAS DE AGARTHA. Esta ação de guerra o permitirá pensar estrategicamente, viver ao modo de vida de um Virya Berserkr, destruir o sangue contaminado pelas premissas psicológicas, morais,
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que estão presente no modo de vida do pasú. Moral que afirma o humano, os complexos que o determinam como tal, os medos e os temores, as angústias anímicas existenciais próprias do Eu psicológico. Semanticamente podemos compreender que as treze runas arquetípicas são limitantes, protetoras, tem em si mesmas uma função noológica: proteger ao Guerreiro Sábio internamente, ingressando-o a ARQUÊMONA ODAL, Oppidum que afirma no Eu verdadeiro uma Ética heróica que está mais além de toda moral convencional. As runas protegem a quem se relacionou carismaticamente com o Paráclito Hiperbóreo, proveniente dos Siddhas de Agartha. Afirma sua gnose, a Mística heróica, aos viryas que sentem em seu sangue o poder noológico que delas emana. As treze runas arquetípicas são protetoras, limitantes, são uma MURALHA, um CERCO PROTETOR contra os ataques dos sinarcas da Fraternidade Branca e seus Sacerdotes Golen, dos inimigos do Espírito.

As treze runas arquetípicas são estrategicamente limitantes. Elas são protetoras, são a COURAÇA VRIL do Guerreiro Sábio; seu ESCUDO permite a criação da ARQUÊMONA ODAL. Elas permitem a manifestação das três RUNAS conduzentes, RUNAS NÃO-CRIADAS que são as ARMAS DE GUERRA do Virya Berserkr.
A Sabedoria Hiperbórea afirma: as runas são limitantes ou conduzentes, são armas para a guerra, ciência noológica instituída no Mistério da Língua dos Pássaros, na arte de forjar Armas de Guerra e no segredo da Pedra Talhada. Por exemplo, a Runa ODAL é limitante, protege ao guerreiro em seus limites noológicos, em seu cerco amuralhado. Em contrapartida, a runa não-criada TYR é conduzente, tem o poder de uma runa guerreira, a propriedade de uma runa de guerra, runa selvagem e guerreira, que FIXA ao virya nos céus hiperbóreos. Esta runa não-criada TYR participa de um Kairos Guerreiro, é poder absoluto. Pode em mãos de um Virya Berserkr Iniciado Hiperbóreo resignar qualquer labirinto exterior sinárquico, produzir a resignação dos desígnios arquetípicos estruturados em qualquer ser/ente da criação, permite a resignação noológica de um plano ou espaço de significação, quer dizer, de qualquer elemento arquetípico que possa interferir interiormente ou exteriormente na gnose hiperbórea do Guerreiro Sábio dentro da ordem criada. A SABEDORIA HIPERBÓREA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO afirma: as RUNAS são poderes noológicos que o Guerreiro Sábio aprenderá a dominar, elas participam de sua força nãocriada, e quando o guerreiro adquire EXCELÊNCIA no domínio da ÉTICA NOOLÓGICA, poderá executar com seu poder as ações de guerra pertinentes contra os inimigos do Espírito. Mas devemos reconhecer que a finalidade essencial das RUNAS NÃO-CRIADAS é a libertação espiritual do Guerreiro Sábio. Suas sabedorias são as portas que nos levam à libertação. O virya poderá plasmar sobre o MICROCOSMO o poder das RUNAS NÃOCRIADAS se estas são apreendidas NOOLÓGICAMENTE. Com o poder que elas transmitem, o Guerreiro Sábio poderá romper os desígnios arquetípicos estruturados nos SÍMBOLOS SAGRADOS depositados na imanência ontológica de seu microcosmo e aplicando suas TÉCNICAS NOOLÓGICAS sobre o microcosmo poderá ser SENHOR DO CÃO E DO CAVALO. Esta é a missão e a função noológica que tem as RUNAS. O virya tem em si mesmo, em seu EU, as armas, o poder e a faculdade com as quais pode abrir os
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TAPASIGNOS, penetrar dentro de suas estruturas ônticas dos Registros inatos e resignar os BIJAS SAGRADOS, OS DESÍGNIOS ARQUETÍPICOS estruturados nos CHAKRAS (imagem e significado demiúrgico), em suas energias astral, vital e psíquica. ESTA AÇÃO PERMITE AO VIRYA ASCENDER A SUA INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA E AO DOMÍNIO TOTAL DO SUJEITO ANÍMICO E DO MICROCOSMO. Trataremos de aproximar a uma descrição lingüística do que ocorre dentro do virya desperto, puro e orientado quando executa esta YOGA HIPERBÓREA. Para isto, recorreremos nos próximos capítulos a uma série de imagens que descrevem este despertar iniciático. A compreensão da Sabedoria Hiperbórea se acelera neste Kairos de honra com a prática do YOGA RÚNICO HIPERBÓREO. Seu poder desperta as faculdades noológicas do Virya Berserkr que lhe permite rapidamente encurtar as distâncias que separam ao EU verdadeiro do SELBST. Indubitavelmente não podemos desenvolver neste ponto a PRAXIS, o desenvolvimento técnico, postural, dos movimentos estruturados nos diversos sistemas que descrevem as “danças” rúnicas, porque estes exercícios se instruem, se transmitem oralmente. São ensinados por um camarada que tenha pleno domínio dos mesmos, em um OPPIDUM, em uma Praça Liberada. Estes mistérios são impossíveis de vivenciar Semanticamente. Somente se alcança suas vivências quando o virya tem excelência no domínio da PONTÔNICA HIPERBÓREA estruturada no YOGA OCIDENTAL. Mas a GNOSE vertida da Sabedoria Hiperbórea nos permite aproximarmos a uma compreensão Semântica de tais vivências, a ter uma intelecção compreensiva do significado de tais mistérios. Trataremos de aproximar estas verdades do virya o mais que possamos, descrevendo em determinadas linguagens as vivências internas que se podem desencadear executando o Yoga Hiperbóreo. Estas vivências que se descrevem são percebidas desde o sujeito consciente e se analisam seus significados desde sua lógica racional, quer dizer, participa destas definições o EU psicológico. Estes fatos que acontecem na vida diária são fenômenos (sistemas reais virtuais) cujas experiências internas se podem assemelhar às experiências que se vivenciam nos Êntasis do Yoga Hiperbóreo. Na realidade da superestrutura cultural macrocósmica, constantemente emergem à esfera de luz microcósmica, ou consciência do macrocosmo, fenômenos naturais e culturais onde seus acontecimento estão baseados em Éticas psicológicas que portam nestes fatos ou acontecimentos, símbolos ou signos onde suas significações se correspondem aos planos mais oblíquos do Símbolo Sagrado do Pasú ou virya perdido. Estes espaços Éticos psicológicos se acercam ou aproximam seus planos mais oblíquos ao eixo axial, ao núcleo das significações noológicas que correspondem aos planos menos oblíquos contidos nos espaços de significação da Ética noológica da Sabedoria Hiperbórea. Dentro das Éticas psicológicas, que são o produto destes fatos naturais ou culturais, estão os fenômenos DRAMÁTICOS. Nestas experiências dramáticas, seus argumentos, prevalecem a dor e o sofrimento (que atravessou determinados viryas), e a vivência que se experimenta coloca a vida em risco. Exemplo disto são os episódios de violência, de acidente ou de GUERRA, quando o destino (intervém o Karma ou os Siddhas Traidores) nos coloca em uma situação dramática ou trágica, real, onde o virya comprova a dor e este sente na carne.

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A Sabedoria Hiperbórea define: nos planos mais oblíquos do Símbolo Sagrado do Virya perdido existe uma ponte transitável que é um nexo conectivo a um Símbolo Eterno Hiperbóreo.
Os espaços axiológicos destas vivências psicológicas, suas significações mais oblíquas, se relacionam aos espaços axiológicos mais “éticos” do SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA perdido. Estas significações são um nexo às significações noológicas mais habituais do SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA DESPERTO, quer dizer, estas experiências psicológicas dramáticas criam no virya um tetrarque interior gnosiológico que o colocam internamente ante uma encruzilhada LABRELIX. Nestas instâncias dramáticas, o EU do virya é sacado de sua vida habitual e submergido na DOR. Nestas circunstâncias, ele é sujeito da ação dos símbolos sagrados. Tal vivência dramática ou trágica permite a atualização de um tetrarque gnosiológico no sujeito consciente do virya, no qual se configura internamente uma instância de busca, opção e eleição. Tal alternativa interna gera uma tensão dramática que remitirá ao virya a buscar uma saída para a sua dor, seu sofrimento. É aí que emergirá um tetrarque LABRELIX. Este permitirá ao virya optar por um caminho entre as diferentes opções que emergirão em seu interior. Nestas alternativas, invariavelmente surgirão os símbolos sagrados demiúrgicos, mas se o virya tem predisposição gnóstica poderá distinguir nesta instância os símbolos sagrados (um monarque hiperbóreo) que portam uma linguagem hiperbórea, evitando ser fagocitado pelos símbolos sagrados sinarcas, significações demiúrgicas que tratarão de incorporar ao Eu do virya a uma linguagem geralmente religiosa da Sinarquia Sacerdotal. É MUITO COMUM QUE O VIRYA QUE CAI NESTAS SITUAÇÕES TRÁGICAS APELE A UM SÍMBOLO SAGRADO SINARCA PARA SUPERAR TAL DRAMATISMO, REGISTRANDO-SE EM UMA IGREJA, CONVERTENDO-SE EM UM DEVOTO CRISTÃO OU EVANGÉLICO, QUIÇÁ ATÉ A UMA LINHA ESOTÉRICA; NA REALIDADE, A QUALQUER SÍMBOLO SAGRADO QUE SEJA SUPORTE PARA A SUA DOR. Indubitavelmente primeiro sentirá internamente a emergência destes símbolos sagrados, mas externamente a Sinarquia têm estruturas no mundo, na cultura externa, suas instituições religiosas (sacerdotes) e científicas (médicos, psiquiatras, psicólogos). As mesmas rapidamente acudirão a tratar de incorporar ao virya a seus dogmas, aos quais restabelecerão a harmonia interior no microcosmo do virya perdido. Mas se o virya tem vontade, e em seu sangue porta uma vontade diferente, poderá ver uma saída Honrada, visualizará um nexo conectivo, o qual é a ponte que lhe permitirá sair da psicologia pasú (da dor) e transladar-se a uma Ética Hiperbórea. Este nexo é a ponte que permite a um virya perdido cruzar e sair da Semântica psicológica dos símbolos sagrados do pasú e recuperar a orientação estratégica, escapando das linguagens dogmáticas da Sinarquia Mundial. Estas pontes ou nexos axiais conectivos entre espaços de significação determinados por símbolos sagrados do virya perdido, e espaços de significações determinados por símbolos eternos do virya desperto, é o que permite ao virya transcender a Semântica e a Ética psicológica das linguagens lúdicas ou sacralizantes da Fraternidade Branca, e relacionar-se carismaticamente com a Mística heróica de uma runa não-criada ou as vias de uma gnose hiperbórea. Estas pontes noológicas têm a propriedade de transferir ao virya às linguagens oblíquas contidas no SIGNO DA ORIGEM e nas RUNAS NÃO-CRIADAS, às suas Semânticas hiperbóreas estruturadas nas sete vias mais uma de libertação espiritual. Os viryas perdidos, graças a estas PONTES CONECTIVAS ENTRE SÍMBOLOS SAGRADOS (monarque hiperbóreo do tetrarque LABRELIX), podem escapar das linguagens de MAYA, e ascender às vias
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gnósticas hiperbóreas sustentadas pelas Místicas ARQUETÍPICAS e as três RUNAS NÃO-CRIADAS.

heróicas

das

treze

RUNAS

Estas experiências que geram pontes entre os símbolos sagrados e os símbolos eternos, geralmente são dramáticas, golpeiam a psique, o Espírito do virya perdido, e lhe dão uma possibilidade de ascender a uma via gnóstica, ou definitivamente perder-se na loucura dos labirintos da Sinarquia Cultural onde se rege unicamente pelo SIGNO DA DOR. Por isto, estas experiências levam ao virya a uma tensão dramática que lhe permite compreender sua dor e buscar linguagens mais oblíquas como a Sabedoria Hiperbórea, que é a ciência que alivia a dor e permite sua total libertação. PORQUE UNICAMENTE SE RESIGNA O SIGNO DA DOR COM O SIGNO DA ORIGEM. Esta possibilidade é real se o virya tem ainda em seu sangue astral o brilho do Signo da Origem. Somente assim poderá transpor a ponte e relacionar-se com uma gnose como a Sabedoria Hiperbórea. A segunda situação, que é análoga a primeira que descrevemos, é estritamente cultural. São linguagens que se sustentam no labirinto exterior, estão edificadas como ciências ou artes da cultural externa. Estas artes reproduzem espetacularmente situações reais, se edificam no sujeito cultural e participa delas o sujeito consciente. Tem no “ser em si” destes Registros culturais um MITO portador dos símbolos sagrados do pasú. Estas se dividem em duas Éticas psicológicas bem determinadas. Em uma linguagem se manifesta a Ética psicológica (sistemas reais virtuais emergentes), de características psicológicas do tipo SACRALIZANTE. Atua nestas linguagens uma potência inconsciente (energia astral) que sustenta um relevo estético, onde o eixo axial ou núcleo axial se estrutura em mitos e fantasias (mito do Herói) guerreiros ou marciais. Exemplos disto são as artes marciais como o Karatê, Judô, a esgrima, ritos militares, danças rituais, etc. A outra expressão mais degradada que a anterior, abarca as Éticas psicológicas contidas nas linguagens privativas do tipo LÚDICA. Seu relevo inconsciente e sua potência astral não potencializam planos oblíquos (os mitos residem nos planos oblíquos) como as sacralizantes, participando destas artes psicológicas especificamente o pasú. Estas linguagens lúdicas têm uma grande incidência nas massas, participando seus mitos de Arquétipos psicóideos. Estas expressões lúdicas abarcam todas as linguagens culturais, suas manifestações baseiam-se em um plano de significação totalmente horizontal, espaços que são habituais na existência do pasú ou virya perdido. As artes como o teatro, as danças, o balé, jogos, esportes, entretenimentos, residem nestes planos habituais; são linguagens comuns, parte do habitual. Suas significações participam claramente da Ética psicológica do pasú, são labirintos lúdicos onde reside habitualmente o modo de vida do pasú. O homem comum da vida diária participa destas estruturas lúdicas. A alma do pasú necessita diariamente saciar esta fome lúdica ou sacra. Está determinado por estas linguagens, seu pouco espírito é devorado pelo apetite do Dragão. Estas linguagens se constroem nas estruturas culturais onde seus símbolos lúdicos ou sacralizantes são a estrutura base, o cimento do Símbolo Sagrado do Pasú. São as armadilhas mais sutis onde se degrada o Símbolo Sagrado do Virya e o Signo da Origem. Ambas as formas analisadas representam ou expressam situações onde se manifesta nelas as Éticas psicológicas do virya perdido. Nestes componentes está enquadrada a psique da maioria dos indivíduos do gênero humano. Pode-se afirmar, sem
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risco de equivocar-nos, que a realidade atual do virya perdido está condicionada a estas duas estruturas arquetípicas. Mas o virya, com sua faculdade de anamnese, pode ver o nexo conectivo entre estas artes e as artes hiperbóreas. Ele pode localizar a ponte transitável que permite ao virya escapar de um símbolo sagrado da Sinarquia Universal a um Símbolo Eterno, a uma linguagem das sete vias gnósticas hiperbóreas, a uma ciência hiperbórea. Queremos deixar bem claro: o Yoga Hiperbóreo é uma ciência que vem do nãocriado; por isto, não intervém, e nem pode ascender a seus mistérios técnicos, os viryas que estão presos, fagocitados pelas características Éticas psicológicas das linguagens lúdicas ou sacralizantes. Nestas linguagens é onde se refugia o virya perdido que não quer ver jamais a verdade de si mesmo, seu EU verdadeiro; menos ainda, o duro caminho da LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. A realidade indica que o virya prefere perder-se nestes labirintos agradáveis “espirituais”, nestes mundos “reais”, nas belas linguagens de ilusão criadas pelo Demiurgo, porque tem MEDO de enfrentar ao DRAGÃO e suas SERPENTES. Em contrapartida, o virya verdadeiro sai, escapa destes doces sonhos de CIRCE e de seus mundos ilusórios, busca uma sabedoria superior, seu Mundo Real onde se encontra o seu verdadeiro EU, a ciência hiperbórea que o converta em um Guerreiro do Eterno. Somente a SABEDORIA HIPERBÓREA e sua ciência o YOGA RÚNICO responde diretamente a uma Ética superior, a uma gnose mística guerreira, participando seus espaços de significação estritamente do noológico, dos mundos eternos onde se encontra a verdade metafísica das RUNAS NÃO-CRIADAS. Verdade metafísica que se manifesta nas técnicas das posturas rúnicas do Yoga Hiperbóreo. Esta arte noológica está sustentada sobre um mistério, o qual não provém deste mundo, participa do pólo infinito, do Mundo Real dos Siddhas de Agartha, do eterno. Por isto, o virya somente pode entender estes mistérios se não existe em seu Espírito estas tipologias anímicas lúdicas ou sacras. Unicamente o Guerreiro Sábio, livre do meramente humano, afirmado em uma vontade graciosa luciférica, tem as estruturas psíquicas, anímicas e espirituais para poder compreender o Yoga Hiperbóreo. A Sinarquia busca audaciosamente degradar esta ciência de libertação hiperbórea. Para isto, busca imitar ou copiar este mistério, gerando linguagens, formas Semânticas psicológicas onde a vivência é reproduzida em um espaço de significação cultural, animada pelo SUJEITO CONSCIENTE. Modelos de comunicação onde a conexão com o meio exterior busca a sincronização e harmonização do microcosmo com o macrocosmo, do virya com O Uno. Ciências mandálicas esotéricas instituídas em linguagens artísticas, em expressões corporais onde o sujeito consciente e o sujeito cultural animam a tipologia lúdica ou sacralizante. Na esfera do sujeito consciente está preso o EU adormecido do virya perdido. Ele aprende nestas linguagens, os símbolos sagrados que reproduzem arquetipicamente nestas estruturas os símbolos eternos. Nestas linguagens, por exemplo, uma cerimônia religiosa, um rito militar, uma representação teatral, uma dança marcial etc., o ser, o Eu, é estruturado em um esquema arquetípico onde, por repetição, se constrói um MODELO cultural, uma imagem cenográfica, teatral, artística, cultural, na qual se degradam os símbolos eternos e o Signo da Origem, as linguagens hiperbóreas. Estes sistemas reais artificiais da Sinarquia são construções que se estruturam na esfera motriz e se afirmam racionalmente na estrutura cultural, em um espaço do sujeito cultural cujo plano coincide
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com a memória motriz. Por isto, estas linguagens se aperfeiçoam através da repetição mímica (base dos ritos, cerimônias religiosas), suas formas ou esquemas de si mesmo se reproduzem constantemente, e o virya unicamente pode ascender a seus êxtases místicos e a sua enteléquia se sofre no treinamento. Os sujeitos anímico, consciente, cultural ou racional, animal estas linguagens que se afirma na ESFERA MOTRIZ. Enquanto eles participam da esfera emocional e da esfera racional, é na esfera motriz, no organismo microcósmico, onde residem estas linguagens e seus mitos sagrados do Pacto Cultural. A Sinarquia Mundial construiu estes modelos culturais com uma só finalidade: ser TAPASIGNOS do YOGA HIPERBÓREO, das artes guerreiras dos ATLANTES BRANCOS. Estas linguagens, suas Éticas sacralizantes, portam mitos, símbolos sagrados religiosos que reproduzem na forma arquetípica o Símbolo Sagrado do Virya; o LABIRINTO. O praticante devoto, piedoso, vivencia a energia (a potência astral do mito) potencial do mito contido na estrutura morfológica de uma linguagem cultural lúdica ou sacralizante dos Siddhas Traidores. Nestas linguagens da Sinarquia Mundial, o mito sagrado se consolida no sujeito consciente do virya perdido, reproduzindo um esquema lógico emocional onde a vivência cultural se aproxima a uma vivência noológica real, situação que se aproxima aos êxtases rúnicos que se vivenciam na arte rúnica hiperbórea. Mas esta realidade é um simples engano, uma aparência conceitual cultural, uma cópia degradada que nada tem de espiritual. É meramente cultural, anímica, no fundo um jogo lúdico que cria uma exaltação anímica do EU psicológico. É importante compreender que a máxima degradação dos símbolos eternos do Yoga Hiperbóreo se manifesta nas tipologias lúdicas ou dramáticas, ciências que se localizam na esfera motora ou centro MOTRIZ do microcosmo representado no yoga sinárquico e em suas linguagens culturais. Recordemos que por permanecer no tempo transcendente ou Consciência do Demiurgo, o microcosmo tem todos os seus movimentos internos sincronizados com os movimentos externos do macrocosmo: “os relógios atômicos, biológicos e psicofisiológicos do ser pasú estão sincronizados com os relógios cósmicos que regulam os movimentos dos entes segundo padrões universais da razão”. De tal maneira, que as linguagens da Sinarquia buscam ajustar ao virya ao macrocosmo, estabilizar-lo dentro de seus desígnios, não permitindo que este escape de seus labirintos. Porque a Sinarquia degrada o Yoga Rúnico Hiperbóreo com linguagens corporais como o yoga sinárquico ou determinadas artes dramáticas?

Resposta: por que o Yoga Hiperbóreo é a mais alta ciência de libertação espiritual ocidental, sua verdade metafísica e não-criada é a ciência dos Siddhas de Agartha e dos grandes Pontífices Iniciados Hiperbóreos. Esta ciência liberta o microcosmo do macrocosmo, o desincroniza do tempo transcendente do Demiurgo, permitindo sua conscientização, domínio e libertação consciente, desde o Eu verdadeiro, de suas estruturas anímicas. Estes guerreiros da Esparta dórica, da Roma Imperial, da Ordem Negra das SS, dominavam esta ciência noológica guerreira, e o Grande Chefe da Raça Branca, ADOLF HITLER, NAVUTAN, empunhou a maior excelência no domínio desta ciência eterna.

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Estes camaradas compreendiam perfeitamente esta ciência eterna de libertação e sua ação fez parte essencial de suas ações de guerra contra as obscuras forças do Kaly Yuga. Os Pontífices Máximos eram iniciados no domínio da LÍNGUA DOS PÁSSAROS, do segredo da PEDRA TALHADA, mas o mistério de FORJAR ARMAS DE GUERRA era a ciência que os armava para poder enfrentar cara a cara os inimigos do LABIRINTO, aos Siddhas Traidores de Chang Shambalá.

A Sabedoria Hiperbórea afirma: o Virya Iniciado Hiperbóreo que sente em seu sangue o poder do Eu verdadeiro, tem individualização absoluta, pode com sua vontade inferir carismaticamente o Selbst. O SELBST participa do pólo infinito, onde reside o Eu Infinito. Quando o virya descobre o Selbst e ascende ao mesmo, o guerreiro é um Virya Berserkr, é um ser infinito, sente em seu sangue o INFINITO de seu EU eterno e do Vril, o poder que emana das RUNAS NÃO-CRIADAS que lhe permite ter o VALOR com a qual dissolve a Ilusão do Labirinto e deixa evidente a Origem.
É vital compreender esta afirmação para entender porque os labirintos da Sinarquia onde se mais degrada o Gral, se instituem em linguagens sacralizantes como o yoga sinárquico. Isto é assim porque a Mística guerreira hiperbórea que se sente no SANGUE, participa do microcosmo, do corporal, o domínio da alma permite compreender o Segredo do Labirinto. Os Livros de Cristal sustentam: o microcosmo é um ente designado pelo Demiurgo, mas o Virya Berserkr tem o poder para resignar os desígnios demiúrgicos, desestruturar suas finalidades ônticas e tomar posse total do microcosmo. Técnicas noológicas que se estudam na Pontônica do YOGA HIPERBÓREO. Este mistério, a Sinarquia Cultural, reproduz nas linguagens que se enquadram dentro corporal, ARTE LÚDICA OU SAGRADA. Não importa qual seja a condição psicológica, a tipologia lúdica ou sacralizante, o importante para a Sinarquia é degradar o mistério, e para isto plagia, o imita dentro de uma linguagem artística corporal, sistematicamente. O Hatha Yoga oriental é a máxima degradação do Yoga Hiperbóreo. Podemos dividir em várias categorias estas linguagens culturais onde se degrada este mistério: as linguagens sagradas praticadas coletivamente ou as praticadas individualmente. As individuais requerem de maior rigor físico e tensão dramática, porque em determinadas circunstâncias nestes labirintos dramáticos está em jogo a vida, existindo nelas uma ponte conectiva a uma via gnóstica. Felipe faz um enquadre perfeito desta tipologia psicológica nos tomos VII e VIII dos Fundamentos, que recomendamos ler e estudar para a melhor compreensão. Nestas linguagens corporais intervém especificamente o organismo, o microcosmo como meio de transmissão de idéias ou sentimentos. Suas posturas imitam ou reproduzem movimentos cujas FORMAS ARQUETÍPICAS participam de espaços oblíquos do Símbolo Sagrado do Virya. A Sinarquia degradou estas linguagens que portam o Símbolo Sagrado do Virya, estruturando sobre eles o Símbolo Sagrado do Pasú; de tal maneira que nestes Registros culturais, como são as danças clássicas ou as artes marciais, o Símbolo Sagrado do Virya está oculto, depositado em espaços oblíquos. Em seus espaços emergentes horizontais rege o Símbolo Sagrado do Pasú. O virya perdido ingressa nestes labirintos porque sente intuitivamente que neles se encontra o Símbolo Sagrado do Virya. Ele compreende que elas possuem uma verdade, um poder, e é por este poder que está preso
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nestes Registros culturais. Mas nestas ciências que em outrora eram artes hiperbóreas, a degradação de suas técnicas e a imposição do dogma sacerdotal, de doutrinas religiosas, modificaram, alteraram a verdade metafísica que existia nestas artes; e agora nestas o Símbolo da Origem já não se percebe, somente suas formas enganosas, seus espaços de significação que claramente participam do lúdico e do sacralizante. Foram suas verdades alteradas, incorporando no “ser para o homem” destes Registros culturais o Símbolo Sagrado do Pasú. Pelo Símbolo Sagrado do Virya ele é preso nestas artes, que unicamente portam em suas linguagens emergentes, suas formas culturais, o Símbolo Sagrado do Pasú. Os Siddhas de Chang Shambalá se orgulham de haver produzido seus símbolos sagrados nas linguagens que são vias gnósticas. Esta é a sua maior conquista: reproduzir culturalmente linguagens que são coincidentes com as sete vias gnósticas, ciências que manifestavam o viril, o heróico, o guerreiro. Agora estas qualidades estão determinadas pelo Aspecto Amor, o Aspecto Beleza e o Aspecto Consciência do Uno. Para estes

demônios é uma grande honra ver como o virya adormecido permanece anos, às vezes toda a sua vida, animando estes símbolos de estruturas arquetípicas que reproduzem de forma degradada o Símbolo Sagrado do Virya, sendo vítima de seus mitos e fantasias, afirmando os Aspectos do Uno na sua realidade anímica.
Devemos esclarecer que certas artes marciais ou danças sagradas participam em seus espaços de significação do Símbolo Sagrado do Virya e do Símbolo Eterno do Virya Berserkr. Nestas artes marciais ou determinadas danças dos povos do Pacto de Sangue seus movimentos conotam, com determinados símbolos oblíquos, com a Semântica rúnica, suas posturas. Seus movimentos participam do Mistério do ÂNGULO RETO e o Segredo do LABIRINTO. Nestas artes, seus espaços de significação, se bem que são arquetípicos, anuncia em seus significados mais oblíquos uma Semiótica postural noológica, portam sobre si mesmas o Símbolo Sagrado do Virya desperto, são pontes a uma via gnóstica hiperbórea. As artes marciais ou militares ou certas danças portam nestes espaços oblíquos o segredo dos labirintos conduzentes. Por isto, suas formas (os chamados KATAS nas artes marciais) se estruturam em uma estrutura LABRELIX (mistério desenvolvido no Segredo do Labirinto que estudaremos no próximo capítulo), participando do segredo do Ângulo Reto. Suas técnicas participam de procedimentos cujos esquemas e formas instituem uma atitude Ética guerreira, afirmando uma vontade que permite afirmar sobre o sujeito consciente uma gnose guerreira. Estas artes são linguagens que ainda portam um monarque que é conduzente a uma via gnóstica hiperbórea, mas em rigor da verdade, somente ascende a elas o virya desperto que tenha em seu sangue o valor para compreender com o Eu verdadeiro a verdade gnóstica que portam sobre si mesmos estes Registros culturais. Estas linguagens hiperbóreas estão dentro do labirinto exterior e portam em seus espaços de significação um monarque que é uma via conduzente à visão do Símbolo Sagrado do Virya. Seus espaços de significações oblíquos contêm uma estrutura técnica corporal que porta o Signo da Origem e os símbolos eternos hiperbóreos. Estas artes na antiguidade, na época de Atlântida, desenvolviam nos guerreiros a COURAÇA VRIL e os dotavam de um poder que lhes permitia transmutar seus corpos em matéria Vraja. Eram invencíveis, alcançavam a imortalidade do corpo e a eternidade do Espírito, sendo seus corpos impossíveis de vulnerar porque o poder do VRIL os ortogavam
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as capacidades guerreiras do EU INFINITO. Estes viryas não temiam a nada e podiam olhar o Rosto da morte sem o menor temor. Enfrentar e vencer a sua morte e a morte mesma eram sua máxima Honra. Estas ciências hiperbóreas Atlantes eram verdadeiras vias guerreiras e suas linguagens portavam o Símbolo da Origem e as três RUNAS NÃOCRIADAS. Estas estruturas iniciáticas (sistemas reais hiperbóreos) introduziam ao virya no domínio da arte da guerra. Nestas artes o Virya Berserkr resolvia o Segredo do Labirinto e se transmutava pela graça de seu valor em um Herói do VALHALA. Artes que eram (afirmamos no pretérito porque no presente a grande maioria destas artes padece da degradação demiúrgica; o virya deverá analisar profundamente estes Registros culturais com sua faculdade de anamnese e visualizar se ainda portam suas formas o Signo da Origem) pontes noológicas conduzentes a uma compreensão profunda do Segredo do Labirinto. Permitiam o domínio total de todas as estruturas anímicas do microcosmo e o desenvolvimento de uma Ética guerreira, viril e heróica. Estas linguagens hiperbóreas eram conduzentes a uma via gnóstica; lamentavelmente, hoje foram degradadas culturalmente pela ação cultural da Sinarquia Mundial. Linguagens como as artes marciais levam ao virya a autonomia ôntica, mas estas técnicas não isolam o EU do sujeito consciente e do sujeito cultural. Perderam no geral (não todas) sua Semântica (linguagem) corporal, o Segredo do LABIRINTO e o mistério da ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA. Estas linguagens que em outra História instruíam na arte de dar a morte e de receber a morte, agora estão em sua maioria degradadas pela ação cultural que desencadearam sobre elas os Siddhas Traidores. A Sinarquia Cultural se apoderou destes mistérios, e o que era noológico, sagrado para o virya, hoje é lúdico, simplesmente um esporte, o enlaçaram a símbolos sagrados do pasú, onde rege conceitos ilusórios como paz, amor, devoção, etc. Somente compreendem este mistério os viryas despertos que provêm destas vias gnósticas marciais, e ver o que se construiu sobre elas nos inspira o máximo de ódio. Falar de paz e amor quando os demônios do sangue somente querem nosso sangue é simplesmente de indivíduos sem consideração. Somente pode afirmar estes conceitos os que padecem do terrível poder de Maya e servem aos fins da Sinarquia Universal. As artes hiperbóreas Atlantes foram degradadas, estruturadas em uma linguagem lúdica, nem sequer estão sacralizadas, já não refletem o Signo da Origem nem as três RUNAS NÃO-CRIADAS, somente o degradado e sinarca mito do HERÓI, estruturado dentro do marco contextual de uma linguagem sacerdotal. As artes marciais, derivadas do Signo da Origem e das três RUNAS NÃO-CRIADAS, alguma vez seus elementos técnicos portaram símbolos eternos, mas a ação da Sinarquia Cultural modificou estas linguagens e destruiu seus mistérios, depositando em seus contextos símbolos sagrados, tapasignos culturais que imobilizam ao Eu, o estruturam ao sujeito consciente, aos seus credos dogmáticos. Não entraremos em um discurso dialético acerca destas artes motoras, pouquíssimos estilos tem ainda excelência (suas técnicas não estão tão contaminadas). A maioria destas artes perdeu o sublime, deixaram de serem artes guerreiras, e sem arte, somente resta o vazio de suas formas arquetípicas. A máxima expressão que alcançam suas vivências se situa na esfera do sujeito consciente, chegam a posicionar-se unicamente no sujeito consciente, são percebidos pelo virya em seus sujeitos anímicos caindo preso o Eu no seu degradado labirinto interior, reflexo do extravio que sofre o Eu no labirinto exterior macrocósmico. Estas linguagens degradadas são parte das Estratégias do Pacto Cultural, respondem aos símbolos sagrados do pasú, a espiral. Por isto, é fundamental estudar estes Registros culturais e reverter suas linguagens, voltar a escrever sobre eles o Símbolo Eterno do Virya Berserkr.
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Estas artes degradadas, suas linguagens sinárquicas, participam de labirintos limitantes espiralados que não conduzem a nada; o virya perdido cai permanentemente girando em suas espirais, sem nunca encontrar a saída do labirinto (Espiral Logarítmica. Espiral de Arquimedes. Espiral Hiperbólica; tema tratado na Sabedoria Hiperbórea: Psicologia do pasú ou virya adormecido). Nestas linguagens (artes em geral) corporais, o sujeito consciente participa da estrutura psicoidea do mito, e o mesmo se identifica, se registra totalmente à linguagem do mito, caindo em seus argumentos onde somente se acha a Semântica psicológica do pasú. Nas artes marciais, o mito do guerreiro sinarca, do herói sacerdotal, é o símbolo sagrado que prevalece nestas estruturas que perderam o seu valor; o mito sacerdotal foi implantado sobre o mito do herói hiperbóreo e ele mesmo se sobrepõe entre o EU e o sujeito consciente, fagocitando ao virya perdido, levando-o a viver de acordo aos parâmetros axiológicos do mito que antes era guerreiro e agora é sacerdotal. O virya adormecido, nestas artes guerreiras está totalmente enganado; padece de premissas culturais depositadas sobre suas semânticas ideológicas, suas doutrinas filosóficas estão estruturadas nos dogmas orientais, sistemas religiosos que nada tem a ver com as Éticas guerreiras que participam do “ser em si” subjacente nestes Registros culturais. O virya preso nestes sistemas esotéricos da Sinarquia Mundial encarna ao mito, e a potência astral do mito, seu argumento cultural, se atualiza no sujeito consciente. O mito anima nestes viryas seu sujeito consciente, toma posse da consciência e se apodera da vontade do virya perdido. O virya crê que ele é o mito, que tem poder sobre o mito, mas ele jamais poderá, adormecido como está, ver sua verdade metafísica, simplesmente é o mito e as forças que operam por trás do mesmo são as que têm ao virya perdido na sua prisão, as que impõem um modelo de vida no qual somente contribui a aumentar seu extravio dentro do labirinto. Estas linguagens marciais padecem do mito sacerdotal (perda do rigor e da atitude guerreira), este poderoso mito guerreiro que foi revertido afirma o cultural, e suas doutrinas hoje padecem de argumentos sinarcas (paz, amor, abaixar a cabeça, submissão ao mestre, etc.), mitos sacerdotais que se apoderam do individuo e usurpam suas vontades. A finalidade que tem o mito é de usufruir do virya, utilizar-lo para sua finalidade. Exemplo disto foi o mito marxista na década de setenta: milhares de jovens se enrolaram nos seus argumentos e abraçaram suas ideologias sem compreender o que estava por trás do mito, e foram sacrificados pelos Senhores do mito, os ideólogos que os sacrificaram foram vítimas de seus ideais, de seus romantismos, do engano depositado neste mito sinarca. Por isto, a Sabedoria Hiperbórea adverte ao virya acerca dos mitos políticos, religiosos e científicos da Sinarquia Internacional, por que por trás deles somente está a segunda intenção do Demiurgo e dos Siddhas Traidores, cuja finalidade é prender ao virya, retê-lo em seus argumentos e se necessário for utilizar ao virya fagocitado pelos seus mitos para alcançar determinados objetivos estratégicos dentro da superestrutura cultural macrocósmica. O virya perdido nestes labirintos de Maya, por exemplo, as artes marciais (Arquétipo militar), por mais que treine, que se sinta forte e resistente (padece do Aspecto Poder do Uno), crê que tem em suas mãos o poder do mito, sente uma exaltação ôntica anímica e crê ser parte do mesmo. O que ocorre é todo o contrário; é o mito que o têm em seu poder ao virya perdido. No caso de que o mito não se apodere do Eu, da vontade do virya, e falamos de determinados viryas que tem um forte chamado de seu sangue hiperbóreo, ainda não padecendo do mito, o virya seguirá extraviado, confundido nestes labirintos que antes eram conduzentes e agora são totalmente sacralizados ao dogma sacerdotal. A Sabedoria Hiperbórea afirma: nestas linguagens sinárquicas arquetípicas, suas significações mais
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oblíquas, tem a premissa fundamental de prender ao virya perdido em suas formas axiológicas estéticas, onde a Ética que impera nela já não se rege pelo guerreiro, seus símbolos já não portam a águia guerreira hiperbórea (A TIRODAL DA VITÓRIA), portam a PAZ DE OURO, a pomba de Israel, a cruz cristã ou a mandala tibetana, etc. Estas estruturas culturais jamais modificam o desígnio Ético psicológico que sustenta ao microcosmo, ao contrário, o ajustam a sua estabilidade arquetípica, o harmonizam ao macrocosmo. Por isto, a compreensão de seu mistério é meramente cultural, NÃO PODE SUPERAR A ESTRUTURA CULTURAL do SUJEITO CONSCIENTE, por isto, o Eu verdadeiro está sujeito a um plano puramente anímico, à ação e compreensão do sujeito anímico, participando o virya perdido dos mitos e fantasias dos símbolos sagrados sinarcas. Para entender um pouco mais, sustentamos que estas artes hiperbóreas Atlantes, suas formam puras se baseiam no heróico, no viril; é um legado que provém mais além de Vênus, do Incognoscível. Hoje foram degradadas suas formas, e suas técnicas se baseiam na imitação, em um argumento arquetípico estabelecido sobre suas matrizes ônticas arquetípicas do desígnio caracol ou serpente, participando de seus esquemas corporais determinados Arquétipos da espécie animal. Os movimentos destas artes ou linguagens, as figuras que descrevem estes esquemas estruturais, reproduzem em suas matrizes posturais e corporais os movimentos de determinadas espécies animais: como o do macaco, da serpente, da garça, etc. Por mais relevo cultural que possuam sobre seus esquemas estéticos, sempre estão sustentadas, suas linguagens culturais, por um Arquétipo do reino animal, de uma das espécies preferidas dos Siddhas Traidores. A Sinarquia se dedicou especificamente a degradar as artes motrizes hiperbóreas, porque elas eram ensinadas na ATLÂNTIDA pelas castas guerreiras, seus mistérios permitiam desenvolver capacidades noológicas transcendentes com as quais o virya se transformava em Guerreiro Berserkr. O Yoga Hiperbóreo é uma ciência dos Atlantes Brancos, de suas castas guerreiras reais, degradadas nesta História pelos Atlantes Morenos, pelas castas sacerdotais de Druídas, monges brâmanes, Sacerdotes yoguis, porque sabem do poder rúnico de suas formas não-criadas. Esta ciência hiperbórea de libertação espiritual, arte Atlante dos Siddhas de Agartha, tem a capacidade noológica que permite ao virya desperto transmutar-se em um Siddha Berserkr, investir-se com a COURAÇA DO VRIL que o faz um guerreiro invencível. Estas artes hiperbóreas tinham poder quando se achava estruturado sobre as mesmas o SÍMBOLO DA ORIGEM, caracterizado pelo PRINCÍPIO DO CERCO E O MISTÉRIO DO ÂNGULO RETO, SEGREDOS CORRESPONDENTES A ARTE DE FORJAR ARMAS DE GUERRA. Tal é a degradação imposta sobre estes enigmas, que a Sinarquia implantou sobre eles o SÍMBOLO SAGRADO DO PASÚ, o DESÍGNIO ESPIRAL; por isto, suas linguagens corporais lúdicas ou sacralizantes como o Hatha Yoga ou danças sagradas, sua Semântica e Semiótica emergentes estão sempre contidos no EROS SERPENTINO, tem incorporados em suas estruturas morfológicas os símbolos sagrados dos Atlantes Morenos, o desígnio caracol e o desígnio serpente. Hoje estas linguagens rendem culto à SERPENTE E AO DRAGÃO. È fundamental compreender a Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea contida nos treze tomos de Nimrod de Rosário, porque com esta ciência desvendamos o Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, mistério que está desenvolvido em profundos

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estudos dentro da Sabedoria Hiperbórea, indispensável à compreensão se pretende despertar ao despertar. As artes hiperbóreas que ainda se preservam como vínculos a ORIGEM, sua estética participa notadamente de uma orientação postural de característica marcial, régia, aristocrática e sua Ética guerreira inspira, infunde e comunica ao virya com a MÍSTICA HERÓICA dos Siddhas de Agartha. As artes marciais ou as linguagens corporais como as Danças Clássicas ou Marciais, são em definitivo uma manifestação das artes rúnicas que se ensinavam na ATLÂNTIDA durante a Idade do Ouro. A queda desta civilização, o início de uma nova história cultural onde de novo se repete tudo, gerou a destruição do Segredo do Labirinto e a imposição das artes sagradas dos Atlantes Morenos. O virya desperto pode inferir se ainda têm pré-disposição gnóstica, especialmente nas artes hiperbóreas contidas nas sete vias gnósticas, os símbolos ou signos de uma ordem diferente, superior. Por isto, determinadas artes físicas, motoras como as danças ou as artes marciais, ainda possuem um reflexo do Signo da Origem. Portam estas artes uma semântica morfológica cujos signos e símbolos imitam as runas não-criadas; símbolos eternos que permanecem nestas como pontes às Éticas guerreiras da Sabedoria Hiperbórea dos Atlantes Brancos. Estas artes têm a propriedade de conduzir ao virya a uma orientação estratégica que lhe permita escapar das Éticas psicológicas lúdicas do pasú ou sacralizantes do virya perdido. Artes que desenvolvem certas faculdades espirituais, que se bem estão sacralizadas em certos dogmas religiosos, seus mitos guerreiros transportam ao virya a uma segunda instância do desígnio espiral (mistério da dupla esvástica: espirais centrífugas, espirais centrípetas).

Estas artes que ainda conservam uma Mística guerreira permitem ao virya se aproximar por INDUÇÃO NOOLÓGICA ao Símbolo Sagrado do Virya, o Signo da Origem.
Em um kairos guerreiro de vontade e valor, o virya terá a possibilidade de sair dos labirintos limitantes sacralizantes da Sinarquia Mundial, ingressando a uma via gnóstica hiperbórea. Este princípio gnóstico é fundamental no virya, já que ele pode escapar dos dogmas místicos, filosóficos ou religiosos estruturados no caminho ELIX (via conduzente à enteléquia Manú) e dar o salto ao caminho LABRELIX, tendo nesta via a possibilidade de uma opção hiperbórea. O virya pode despertar; tomar este atalho que lhe permitirá transitar o caminho LABRELIX e poder enfrentar ao mistério dos labirintos conduzentes hiperbóreos. A SABEDORIA HIPERBÓREA ALERTA AO VIRYA ESTRUTURADO NESTAS LINGUAGENS QUE REPRODUZEM SISTEMÁTICA E ARQUETIPICAMENTE O SIGNO DA ORIGEM. INDICA QUE ELES SÃO CAMINHOS DE MAYA ONDE OS MITOS QUE SUBJACEM NESTAS CIÊNCIAS O DESVIAM, DISTANCIANDO-O TOTALMENTE DA ORIGEM. SOMENTE O VIRYA QUE POSSUI UMA VONTADE E UM VALOR INFINITO PODE ESCAPAR DE SEUS ENGANOS RELACIONANDO-SE COM UMA VIA GNÓSTICA HIPERBÓREA. Nestas linguagens, os viryas perdidos vêem unicamente o sentido lúdico ou sacralizante, nestas técnicas corporais, rara a vez que se alcança distinguir a verdade. Por mais treino físico, disciplina moral, treino mental, sempre a referencia consciente ou inconsciente é conceitualmente lúdica ou sacralizante. As artes sinárquicas têm a função de não permitir que o EU se liberte de si mesmo, desta maneira sempre está gerando
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sínteses conceituais de si mesmo; em outras palavras, ele olha sempre para a si mesmo, está constantemente flexionando-se ontologicamente sobre seu aspecto psicológico, como a observar-se em um ESPELHO, a partir do ESTÉTICO, olhando a si mesmo a partir de dentro para fora, projetando sua vontade na falsa imagem de si mesmo, projetando sua realidade ontológica em Registros culturais que afirmam seu esquema de si mesmo em argumentos míticos, onde a exaltação do sujeito consciente se estrutura no mito da Sinarquia Cultural. Indubitavelmente neste olhar projetado sobre si mesmo, intervém os sentidos. Nas artes o sujeito consciente se projeta no mito e na fantasia, representando a si mesmo de acordo ao contexto argumental do mito ou da fantasia, sendo estruturado o Eu ao continente de complexos que estão contidos dentro da estrutura morfológica do mito. Sem dúvidas estes mitos e fantasias fagocitam ao Eu, o qual participa volitivamente incorporando em seu ser os Aspectos Amor, Beleza e Poder do Demiurgo. Estas linguagens “artísticas” são parte da superestrutura cultural macrocósmica, suas escolas são centros de adestramentos que se assimilam perfeitamente às formas esotéricas de Chang Shambalá. É muito comum a relação de amor ou devoção entre os adeptos e seus mestres, sempre estas linhas de arte terminam servindo às estruturas culturais da Sinarquia Mundial. Nestas academias, os praticantes ou discípulos têm projetado a idéia arquetípica do templo e do sacerdote, seus mitos tendem a busca da perfeição, ser o MELHOR, suprafinalidade que subjaz no mito, o qual impulsiona ao virya perdido a buscar PERFEIÇÃO, BELEZA E PODER, afirmando o estético interiormente, a concretização entelequial do Arquétipo Manú. É comum ver que nestas artes estéticas os viryas permanecem anos praticando, tratando de EVOLUIR nelas (designo espiral, caminho ELIX), de ser igual ao mito, especificando em si mesmos a enteléquia ou perfeição final, a qual se chega se é um eleito da Fraternidade Branca dos Sacerdotes Golen da Sinarquia Mundial. Isto é assim porque estas técnicas criadas, arquetípicas, têm ação dentro do sujeito cultural. Todo o contrário se sucede nas artes marciais hiperbóreas que portam em suas formas as runas não-criadas, nestas o virya ascende por indução noológica a uma vivência direta da infinidade de seu Eu verdadeiro. Nestas linguagens degradadas culturalmente pela Sinarquia, o tapasigno (seus modelos ou sistemas) não permite que o virya transponha o mito. O labirinto cultural estruturado sobre o mito incide no sujeito consciente, deformando a realidade metafísica, a verdade que pode conter uma arte Guerreira Hiperbórea, mais ainda se este possui um mito que participa do Símbolo Sagrado do Virya. A realidade indica que o virya estruturado nestas linguagens que degradam os símbolos sagrados dos Siddha de Agartha seguirá eternamente confundido e perdido dentro destas linguagens arquetípicas do Labirinto de Maya.

Nimrod afirma: “o virya desperto, seu EU verdadeiro, “manifestação do Espírito”, quando algum de seus infinitos olhares descobre em um ente finito uma linguagem hiperbórea, percebe o Símbolo da Origem, rapidamente se reflete nele, afirmando o afora no adentro, incorporando ao EU verdadeiro a verdade metafísica dos símbolos eternos que subjazem nesta língua hiperbórea; o virya através das linguagens hiperbóreas pode voltar a recordar e despertar, e assim poderá escapar das linguagens sinárquicas, relacionarse com a via gnóstica que lhe permite a máxima aproximação com a Origem”.
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Mas atualmente nas artes ou linguagens da Sinarquia, estas linguagens finitas não refletem o Símbolo da Origem, portanto, estes caminhos de MAYA o distanciam da Origem, o Eu perdido do virya se distancia cada vez mais de seu Espírito infinito projetando seu ser volitivo no finito do criado, perdendo-se no Labirinto de Ilusão. Estas linguagens lúdicas ou sacralizantes estão muito bem promovidas pelas escolas esotéricas da Sinarquia Religiosa Mundial. Elas têm para seus adeptos como ciência esotérica por excelência ao Hatha Yoga ou Kundalini Yoga, mas para os viryas adormecidos ou confundidos estão as artes menores. Por detrás de suas aparentes, formas belas, estas linguagens estão manipuladas culturalmente pelos Siddhas Traidores, porque eles modificaram nestas artes (que alguma vez tiveram nelas símbolos eternos) seus DESÍGNIOS. Estes enganadores foram modificando e resignando o poder que se achava nestas ciências eternas, elas portavam em outra história um PODER LIBERTADOR. A ação CULTURAL DA SINARQUIA MUNDIAL lhes extraiu ou inverteu o sentido místico que elas tinham ou possuíam na sua origem, quando desceram com as RAÇAS HIPERBÓREAS como, por exemplo, as ARTES MARCIAIS. Esta alteração das formas estéticas gerou linhas ou escolas onde as técnicas reproduzem aos Aspectos Amor, Beleza e Poder do Uno, onde a indução não reflete ao Signo da Origem, pelo contrário, reproduz os aspectos do Uno. Em cada linguagem cultural da Sinarquia Mundial expressa com maior exatidão um destes Aspectos: em certas artes rege o Aspecto Amor, em outras o Aspecto Beleza, em outras o Aspecto Poder, sempre O Uno está presente, mas além da arte que representem sempre está O Uno. Nestas artes ou ciências da Sinarquia Universal, o virya perdido identificado plenamente com um dos Aspectos do Uno, sente em seu coração quente um êxtase místico que gera uma EXALTAÇÃO ANÍMICA DO SUJEITO CONSCIENTE. Êxtase místico devocional que reproduz uma imagem deformada, uma cópia degradada do Signo da Origem e dos êxtases rúnicos das runas não-criadas. Todo o contrário ocorre no YOGA HIPERBÓREO, as técnicas ou posturas, os movimentos são: CONCOMITÂNCIAS CORPORAIS RÚNICAS, coincidem carismaticamente com a Mística heróica do Paráclito e do PÓLO INFINITO. O virya desperto em uma via gnóstica hiperbórea ascende rapidamente aos símbolos sagrados hiperbóreos e a sua verdade metafísica, se afirma em seu Eu verdadeiro e descobre a Verdade absoluta de si mesmo. O virya nas artes hiperbóreas dissolve tudo o que o virya não é, afirmando com as treze runas arquetípicas (toda linguagem hiperbórea se constrói sobre elas) as significações noológicas que lhe permitirão compreender as potências eternas que participam das treze runas não-criadas. Toda via gnóstica construída com as treze runas arquetípicas permite ao virya ingressar a seu OPPIDUM ODAL, em sua arquêmona (espaço interno noológico, o Eu é Vontade absoluta) se afirma em sua COLUNA TAU, e através do Mistério do ÂNGULO RETO, pode ter o Eu verdadeiro uma vivência absoluta da ORIGEM. Quando estas técnicas mágicas são corretamente executadas na práxis da Pontônica Hiperbórea, em uma de suas vias gnósticas construídas pelos Pontífices Hiperbóreos como a Yoga Marcial Hiperbórea Ocidental, permitem cercar o EU do sujeito consciente, isto cria uma desincronia do Eu verdadeiro com os sentidos estruturados na razão e no sujeito cultural, de tal forma que os CHAKRAS do microcosmo são dessincronizados do tempo cronológico do macrocosmo; são CERCADOS NOOLÓGICAMENTE pela VONTADE ABSOLUTA do EU VERDADEIRO, alcançando o virya sua individualização absoluta, a eternidade do Eu. Os registros inatos (chakras) do microcosmo são desestruturados do tempo transcendente, da imanência
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ontológica do macrocosmo de tal maneira que o microcosmo é resignado e seus sujeitos anímicos cercados, podendo o virya que possui Vontade absoluta e uma Ética heróica alinhar seu microcosmo com o PONTO TAU, ARQUÊMONA ODAL, refletindo-se com a Mística de seu ser noológico em todo o seu microcosmo coincidindo carismaticamente seu Eu verdadeiro com o EU INFINITO e o PÓLO INFINITO. Estas runas em ação descrevem um movimento estratégico, abrem no virya desperto um espaço interior onde as runas nãocriadas HAGAL, SIEG e TYR desencadeiam uma força não-criada que afirma neste espaço de significação interior, a Mística heróica do Guerreiro Hiperbóreo. A sabedoria do Yoga Hiperbóreo nos translada ao Paráclito, e sob o carisma heróico, guerreiro que descendente do Paráclito, o virya desperta sua potência noológica (Vontade Absoluta) com a qual compreende a Verdade absoluta de si mesmo ao compreender o verbo dos Siddhas de Agartha, a Língua dos Pássaros. Estas forças não-criadas contidas nas artes hiperbóreas, nas runas contidas nelas, afirmam a vontade do virya no DESPERTAR, o qual lhe permite resignar suas debilidades, sua psicologia pasú, vencer o medo e o temor e ingressar à PRAÇA ODAL, vivenciar os êxtases rúnicos das treze runas arquetípicas, e se é um valente, um Guerreiro do Eterno, decidido a dar tudo pela sua libertação poderá vivenciar os ÊNTASIS RÚNICOS das três runas não-criadas, sentir em seu sangue o fogo frio que provém de suas forças eternas. Com as runas não-criadas o virya constrói sua Semântica noológica, reestruturando a Ética psicológica e destruindo as linguagens sinárquicas de seu sujeito consciente. O virya dentro de sua Runa Odal tem o poder para dominar estrategicamente o microcosmo e cercar os chakras. Os Registros inatos do organismo são cercados e seus desígnios ontológicos resignados (técnica que se instrui na Pontônica do Yoga Hiperbóreo). Cerco que resigna a alma criada e liberta ao Eu verdadeiro das máscaras da personalidade. Felipe afirma: “se aceitamos o princípio hermético de equivalência entre macrocosmo e microcosmo, nos resultará evidente que todas as leis do macrocosmo se refletem em leis análogas do microcosmo. Mas essa correspondência está longe de ser um mero reflexo passivo entre as estruturas. O homem, ao descobrir e formular leis desequilibra esta relação e assume um papel destacado. Como conseqüência desta atitude dominante aparece agora, separando o Eu do macrocosmo, um modelo cultural elaborado pelo sujeito cultural baseado em princípios e conceitos de uma estrutura cultural. A sabedoria Hiperbórea sustenta que o “sujeito cultural” é somente o sujeito anímico ao atuar dinamicamente sobre uma “estrutura cultural” constituída na “esfera de sombra” da psique; também quando o sujeito anímico atua na “esfera racional”, se denomina “sujeito racional”; e se manifesta na “esfera de consciência”, “sujeito consciente”; mas sempre o Eu se encontra imerso no sujeito anímico ou alma, seja racional, cultural ou consciente seu campo de ação”. Unicamente o virya totalmente desperto pode alcançar dominar a vontade, desde o EU, o sistema anímico e seus diferentes campos de ação e apreensão. Para alcançar rapidamente tal fim, os Siddhas Leais permitiram suscitar no mundo o YOGA HIPERBÓREO. Os viryas perdidos e extraviados dentro das técnicas esotéricas da Sinarquia como o Hatha Yoga caem em meditação na FLOR DE LÓTUS e na REPETIÇÃO DE MANTRAS, se perdem e sofrem as conseqüências das potências arquetípicas pertencentes à ciência inimiga da cabala acústica dos Siddhas Traidores.

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Os Siddhas de Agartha, neste Kairos Iniciático, projetam estes mistérios para que os homens despertos possam ascender a estas verdades hiperbóreas, não somente de forma teórica, mas também prática. Na práxis do Yoga Hiperbóreo, em suas técnicas noológicas, está a sabedoria que permitirá ascender ao homem verdadeiro a sua INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA, à ETERNIDADE do EU. Esta condição estabelecida na práxis do Yoga Hiperbóreo é uma premissa fundamental que o virya deverá cumprir se pretende receber a Primeira Iniciação Hiperbórea. Ele deve preparar-se para esta luta, e tal luta naturalmente, não se levará a cabo se o virya não tem previamente o treinamento espiritual necessário para chegar como cavaleiro ao combate, a Batalha Final. O virya depois de instruir-se na Semântica Hiperbórea compreende a Ética noológica, heroicamente busca o despertar, descobre seu Eu verdadeiro, e desperto se conduz galhardamente, heroicamente ao PONTO TAU a partir do qual o virya pode compreender espiritualmente, gnosticamente o INSTANTE/ORIGEM DA DESCIDA/QUEDA DO ESPÍRITO NÃO-CRIADO A ORDEM CRIADA. Tecnicamente o virya, através do YOGA OCIDENTAL HIPERBÓREO, ascende internamente a estes nós energéticos, REVERTENDO o processo gnóstico que propõe a Sinarquia através de sua YOGA ORIENTAL SINÁRQUICA. O Kundalini Yoga da Sinarquia Religiosa e sua ciência maldita propõem despertar os CHAKRAS, ativando neles seus desígnios ônticos, seus poderes contidos nos bijas e yantras do microcosmo; técnicas que despertam a Kundalini e registram ao virya perdido, a si mesmo, ao Arquétipo Manú. Isto significa a perda total da individualização e a máxima desorientação espiritual, o extravio total e absoluto dentro de uma mandala labiríntica da Sinarquia Mundial. O Yoga Rúnico Marcial Hiperbóreo propõe exatamente o contrário. Esta arte iniciática dos Siddhas Leais leva a cercar com o PRINCÍPIO DO CERCO os CHAKRAS, resignar seus bijas e yantras, neutralizando seus desígnios ônticos. O INICIADO HIPERBÓREO sabe perfeitamente qual é o princípio plasmador que se estabelece quando se desperta a KUNDALINI, compreende que nesta serpente está o veneno, narcótico que o adormece, o leva à morte. Esta ação tem a única intenção de destruir a vontade do virya e substituí-la pela vontade e a VOX do UNO, contida em seus bijas e mantras depositados nos CHAKRAS. O KUNDALINI YOGA estabelece que o virya adepto do yoga sinárquico deve despertar sua SERPENTE ÍGNEA, produzindo a ruptura do GLOBO DE AKASA embutida dentro do MULA-DHARA CHAKRA, PLEXO SACRO. Neste NÓ (os nós são as estruturas espirais que contém o desígnio caracol), repousa, dorme enrolada no ninho a serpente ígnea, alada. Serpente cujo veneno sonífero, narcótico vai atuando, adormecendo ao virya em um sonho hipnótico, onde ele sonha com si mesmo, recriando-se em mil lotos, em uma multiplicidade de linguagens místicas ou míticas, onde ele crê ser o que jamais chegará a ser.

Serpente filha do Dragão, que quer imitar à seu Criador e converter-se em um FOGO ABRASADOR, para poder voar, elevar-se mais alto que a ÁGUIA, para poder fugir à morte de sua morte e conseguir assim, ser igual a seu pai, um Dragão.

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Serpente representada no símbolo do CADUCEU DE MERCÚRIO ou no OUROBOROS, serpente que se devora a si mesma; símbolos que representam a alma elevada, extasiada no nirvana, luminosamente entelequiada. Os mestres ou yoguinis da Sinarquia Esotérica Religiosa da Fraternidade Branca de Chang Shambalá ensinam a seus adeptos o rito tântrico (sexual) para despertar a Kundalini, instruindo os viryas enganados no HATHA YOGA. Seus ĀSANAS imitam técnicas de animais, parte do duplo desígnio espiral, CARACOL e SERPENTE. Por isto, se realizam geralmente no solo, deitados ou de cócoras, ajoelhados, quer dizer, rebaixados ou agachados ante O UNO. As técnicas do yoga sinárquico e suas posturas têm a máxima finalidade ontológica de despertar e ativar os CHAKRAS, assim se desperta a ígnea serpente e inicia sua lenta subida pelos chakras, seguindo um caminho helicoidal que vai se elevando em uma espiral em forma centrífuga, cumprindo perfeitamente a finalidade plasmada no logos Kundalini pelo Demiurgo, a enteléquia Manú. O HATHA YOGA SINÁRQUICO ATIVA AS POTÊNCIAS INCONSCIENTES DOS CENTROS INFERIORES, NESTES SE ENCONTRAM AS ENERGIAS E OS DESÍGNIOS ANÍMICOS DO ANIMA. O DEMIURGO E SUA VOX SERÃO OS AMOS DO MICROCOSMO, A VONTADE DO VIRYA É SUBMETIDA E SUPLANTADA PELA VONTADE DO UNO. Este processo técnico ensinado pelos sábios enganadores, destruidores de toda ciência espiritual hiperbórea, leva ao virya a perda total de sua vontade em mãos das POTÊNCIAS INCONSCIENTES do mito, força arquetípica que se apodera definitivamente de sua alma. O guerreiro é destruído, sua vontade fagocitada pelos mitos depositados nos desígnios ônticos ANÍMICOS, incrustados pelo Demiurgo em seu microcosmo. Estes desígnios estão aninhados energeticamente nos chakras, em sua energia astral, vital e psíquica, e se forem ativadas pelo Yoga Kundalini, suas práticas mântricas ou tântricas selam a armadilha, o camarada cai preso nela e jamais poderá voltar a recuperar sua virilidade heróica. O virya tem o Aspecto Amor, Aspecto Beleza e Aspecto Poder do Demiurgo, sua vontade é debilitada, afeminada, cai na psique pasú, preso por sua anima (aspecto feminino), perde vontade e valor, sendo pura covardia e devoção, vítima do Engano abraça com amor os símbolos sagrados da Sinarquia Universal. Na Primeira Iniciação Hiperbórea o virya se afirma em seu EU VERDADEIRO, afirma sua ARQUÊMONA TIRODAL e compreende o poder das runas não-criadas. O virya, com seu Eu isolado em sua arquêmona ODAL, se situa na PRAÇA TAU sobre a esfera de luz e a esfera de sombra, perspectiva noológica que lhe permite, desde sua coluna noológica (símbolo da TORRE), ter um amplo espectro de observação desde o qual pode visualizar toda a verdade de si mesmo, o que o virya verdadeiramente é. Nesta Primeira Iniciação Hiperbórea o virya resigna semanticamente com a Língua dos Pássaros (as runas não-criadas) as significações psicológicas estruturadas no labirinto, ação de guerra que lhe permitirá criar a Escada Caracol com a qual poderá descer a sua esfera de sombra e destruir os desígnios serpente e caracol. O virya em sua Primeira Iniciação desperta e compreende o engano do labirinto, adquire VONTADE ABSOLUTA que provém de seu EU VERDADEIRO, e consegue compreender semanticamente o Mundo Real dos Siddhas de Agartha, firma seu Pacto de Sangue e Honra com seus camaradas; é um Cavaleiro Tirodal Iniciado Hiperbóreo. Pacto de Honra que lhe permite compreender o poder das runas nãocriadas e a força volitiva que existe em seu Eu verdadeiro e em seu ESPÍRITO, poder que representa o que sempre ele eternamente foi, mas que por ter o sonho da ilusão, o virya se
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distanciou desta verdade de si mesmo, separado dos poderes noológicos que porta seu Espírito Eterno. Nesta Primeira Iniciação Hiperbórea o virya, afirmado na Semântica noológica da Sabedoria Hiperbórea, ascende a seu Eu verdadeiro e é Vontade absoluta, pode desencadear sobre si mesmo a Verdade absoluta das três runas não-criadas, receber seu Eu verdadeiro o ÊNTASE RÚNICO que se desencadeia durante a vivência iniciática da Segunda Iniciação Hiperbórea. Ação de guerra interior que o situará na Máxima orientação Estratégica, posição gnóstica que permitirá a hipóstase de seu Eu Infinito sobre seu Eu verdadeiro. A Primeira Iniciação Hiperbórea lhe ortoga a compreensão Semântica das treze runas arquetípicas e o poder que lhe dota as runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR, armas rúnicas com as quais o Cavaleiro Tirodal pode, mediante a reversão gnóstica (tema desenvolvido no próximo capítulo), resignar seu labirinto interior, sua esfera de sombra e os desígnios que estão incrustados nela.

O virya na Primeira Iniciação Hiperbórea é VONTADE absoluta, desperta, marcha decidido ao despertar.

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Este é o caminho que percorre o virya para DESPERTAR AO DESPERTAR, ponto que analisaremos a partir da rúnica hiperbórea passo a passo, o qual nos permitirá sua apreensão e compreensão noológica com a linguagem instrumentada na Sabedoria Hiperbórea. Em análises posteriores descreveremos runicamente esta ação de guerra.

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O MISTÉRIO DA SWÁTICA HIPERBÓREA E AS TRÊS RUNAS NÃOCRIADAS: A RUNA HAGAL, A RUNA SIEG E A RUNA TYR
Nimrod de Rosário afirma sobre as runas não-criadas: “AS RUNAS NÃO SÃO SIGNOS ARQUETÍPICOS. As runas são signos não-criados, ainda que sejam interpretadas como Arquétipos ao serem percebidas pelo sujeito racional. Estão afirmadas no contexto axiológico das superestruturas culturais e incorporadas como objetos culturais, por tanto, podem ser interpretadas pelo Espírito Iniciado Hiperbóreo de forma arquetípica ou de forma noológica, segundo seja percebido, afirma Nimrod. Si é através do sujeito racional sua compreensão será como signo arquetípico, semântica e semiótica, se é percebido pelo Eu desperto, sua compreensão é GNOSTICA. O estudo das runas nãocriadas é propriedade exclusiva de uma ciência denominada Rúnica noológica da Sabedoria Hiperbórea, e é muito importante esclarecer que somente os Espíritos de Fogo, Siddhas e Iniciados Hiperbóreos estão em condições de alcançar sua total compreensão. A análise das runas vai mais além do metafísico, mas além do arquetípico, ao revelar as runas não-criadas os signos que procedem do Espírito cativo, quer dizer, os signos que constituem o Símbolo da Origem. Para realizar a análise rúnica, se seguem pautas que revelam o grau de deformação cultural do signo rúnico com respeito a sua forma original. É necessário esclarecer, para não gerar confusão, que nas runas por serem signos nãocriados, não existe contexto significativo possível. Temos que admitir que sem contexto significativo não há relação possível, quer dizer, que as runas não estão em absoluto relacionadas entre si, nem é possível conceber uma conexão entre elas. Não obstante, existem signos rúnicos representativos das runas não-criadas que estes podem ser conectados entre si; mas os signos rúnicos são arquetípicos e por isto é possível sua interconexão. As runas não-criadas, pelo contrário, estão fora destas lógica consciente, não podem ser apreendidas nem relacionadas pelo sujeito anímico. Somente o Eu, reflexo do Espírito Não-Criado, pode coincidir, graças a sua pré-disposição gnóstica, com as runas não-criadas. Por tanto, aqui temos um princípio que é também o mistério da Origem: “Se o EU percebe as runas não-criadas, percebe a si mesmo”. Porque isto é assim? Precisamente porque as runas não-criadas, como o virya, participam do infinito atual; portanto as runas não-criadas se reafirmam em dezesseis êxtases rúnicos. Fora desta experiência, as runas não podem ser relacionadas entre si, precisamente porque as runas não-criadas estão ilimitadas pelo infinito atual. As runas não-criadas possuem significados absolutos, indeterminados e ilimitados, significados existentes por si mesmo que não requerem a participação exterior para afetá-los. A runa é todo o significado possível, em efeito, revela todo o conhecimento durante o êxtase rúnico, ou o que é o mesmo e mais claro, não deixa nada por conhecer fora da runa. Com todo isto que foi dito surge uma pergunta: como pode existir uma pluralidade de runas não-criadas, se no êxtase de uma runa pode-se experimentar todo o significado possível, dado que seu significado é absoluto? A resposta se pode sintetizar como segue: a ignorância das runas não-criadas constituem sua pluralidade e relatividade infinita; a GNOSE de uma runa não-criada constitui o êxtase do significado absoluto.

A runa não-criada é toda a verdade e a liberdade do virya
Para compreender este princípio é necessário estabelecer o que exclui e o que inclui o mesmo. O que exclui é mais que evidente: tudo o que não é a runa não-criada não é verdade; em conseqüência, todo o que não é a runa não-criada é mentira, um engano, uma ilusão criada pelo Demiurgo. Para o homem, “a verdade do ente” procede dos desígnios demiúrgicos, quer dizer, o “ser-para-o-homem” revelado a razão e sintetizado na
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estrutura cultural como enlace. Esta verdade do homem pasú é diametralmente oposta à verdade do virya, pois enquanto a runa não-criada existe por si mesma, absoluta e infinita, a verdade do homem pasú, como toda mentira, deve ser sustentada pela férrea Vontade do Demiurgo, sustentando e controlando a evolução do conjunto de entes (seres) do universo. Um universo íntegro é um engano construído sobre as bases fundamentais da demente Vontade do Criador. Se esta vontade de manifestar-se se apagar por qualquer circunstância, sobreviria uma hecatombe, e o universo inteiro entraria em colapso no nada, como toda mentira descoberta, algo assim como um efeito dominó. A runa não-criada que se sustenta por si mesma é a verdade do virya, e tudo o que NÃO É a runa não-criada não é verdade, é uma ilusão criada pelo Demiurgo. Não obstante, a verdade do virya somente se pode conhecer durante o êxtase rúnico, enquanto que para conhecer a verdade do homem pasú, somente se requer uma percepção sensorial do ente-ser para que esta se revele à razão. Em resumo, durante o êxtase rúnico, tudo o que o Espírito não é, da runa não-criada é, e pela verdade, o Espírito sabe que é. Disto se deduz que é possível experimentar a verdade pelo Eu no êxtase rúnico, mesmo estando aprisionado. Por outro lado, e de forma contrária, se não se conhece a verdade, não há liberdade possível ao Espírito. Somente o domínio da verdade do virya assegura o regresso à Origem, somente a verdade permite conhecer o que Ela (Ela forma parte do Mistério de A-Mort, uma armadilha que motivou a queda e aprisionamento dos Espíritos Não-criados) não é e rechaçá-lo, tomando distância do Grande Engano. Sem a verdade, o virya será enganado pelo Segredo de Maya (a ilusão do real) e acabará pro ser encurralado em “algum mundo” estranho e longínquo, sem possibilidade de regressar à Origem, nem de abandonar o universo criado. Pode-se afirmar que a liberdade do Espírito, sem a verdade rúnica nãocriada, é uma proposição carente de significado, mais uma mentira. Em síntese, pela GNOSE da verdade, há liberdade; ou mais claro, pela GNOSE da verdade da runa nãocriada se assegura a liberdade do Espírito cativo. O Espírito Não-Criado, desde a reversão e o aprisionamento, somente pode conhecer a verdade da runa não-criada porque Ela está mais perto da Origem e na Origem. Mais além da Origem, existe uma realidade que escapa à compreensão do Espírito revertido, ali está a realidade do verdadeiro Deus dos Espíritos Não-Criados, o Deus Incognoscível, o que não é possível conhecer estando o Espírito revertido e aprisionado. Sem embargo, as runas não-criadas procedem da realidade do verdadeiro Deus, pelo qual é muito possível que o Deus Incognoscível esteja incluso na verdade do virya. Neste caso o Espírito pode reclamar sua manifestação durante o êxtase rúnico, mas somente pode manifestar-se de forma volitiva (vontade). Por este motivo não é possível conhecê-lo, se não que experimentar a ação de sua FORÇA, uma força volitiva que o Eu consome para reforçar sua própria essência volitiva que lhe permite concretizar sua libertação. Não obstante, a presença transmutadoura desta FORÇA somente se pode manifestar ao virya que expresse uma “atitude graciosa luciférica”, que significa estar de posse da mensagem carismática do Gral de Kristos-Lúcifer, o Enviado (o Filho, para o Luciferanismo de sangue) do Deus Incognoscível, e de haver-se alinhado carismaticamente à seu bando guerreiro. Nesta profunda análise que realiza Nimrod de Rosário sobre a verdade das runas não-criadas, ressaltando o último parágrafo, é fundamental compreender que as RUNAS são forças VOLITIVAS que participam do ESPÍRITO DO VIRYA provêm de seu EU INFINITO, por isto ingressamos ao estudo dos SÍMBOLOS ETERNOS, primeiro a seus signos arquetípicos, os quais representam semioticamente o poder das RUNAS NÃOCRIADAS.

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OS LIVROS DE CRISTAL DE AGARTHA afirmam: O SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA É TIRODINGUIBURR. Com este símbolo sagrado, o virya resolve o Segredo do Labirinto e ingressa à Runa Odal, arquêmona iniciática TIRODAL. O virya individualizado em seu Eu verdadeiro, se afirma na coluna noológica TAU da Sagrada Runa TIRODAL, recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea, é VONTADE ABSOLUTA. Na Segunda Iniciação Hiperbórea, o virya, em seu castelo sagrado protetor TIRODAL, é armado como CAVALEIRO TIRODAL, recebe a ESPADA DE WOTAN e O TRIDENTE DE NETUNO, ARMAS DE GUERRA com as quais constrói sua TORRE, transforma sua runa TIRODAL na conduzente e guerreira TIRODAL DA VITÓRIA. Seu Eu verdadeiro, Vontade absoluta, resigna seu Eu psicológico, se apropria de suas forças e se vincula carismaticamente com seu EU INFINITO, incorporando a seu Eu um Valor infinito, poder que lhe permite ser um Guerreiro do Eterno. O virya, Vontade absoluta, é pela graça das runas não-criadas, Valor Infinito, se arma para lutar pelo eterno, para libertar a seus camaradas do Signo da Dor. Este poder proveniente do eterno transmuta as forças volitivas em puro Valor infinito, com o qual pode encurtar a distância que o separa do SELBST; esta aproximação com o pólo infinito permite ao virya sentir em seu sangue puro os êxtases rúnicos das treze runas arquetípicas (o aporte de vontade não-criada à essência volitiva do Eu verdadeiro), forças que o preparam espiritualmente para sentir no seu sangue o êntase rúnico das três runas não-criadas (o aporte de Valor infinito à vontade do Eu verdadeiro). Nos êntases rúnicos das runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR, suas forças noológicas dotam ao virya do poder do VRIL, com este poder que é análogo à força de mil ciclones o virya desintegra seu EU PSICOLÓGICO. Compreender a verdade eterna das runas não-criadas é sentir espiritualmente suas forças noológicas (Vril), elas ingressam no sangue do Eu verdadeiro, transmutando sua vontade em puro VALOR ABSOLUTO. O virya, vontade verdadeira, é agora Valor infinito, seu Eu verdadeiro se situou pela INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA DE SUA VONTADE EGÓICA em seu EU INFINITO, ascendendo ao SELBST, à ponte noológica que o transporta ao OCTAGONO TAU da não-criada runa HAGAL dos Siddhas de Agartha (tema que desenvolveremos no Capítulo III). O virya, na Primeira Iniciação Hiperbórea, VONTADE ABSOLUTA, desintegra o LABIRINTO INTERIOR; na Segunda Iniciação Hiperbórea, VALOR INFINITO, se arma com o poder do VRIL (couraça Vril dos Guerreiros Atlantes Hiperbóreos) e com as armas rúnicas, as três runas não-criadas, com as quais desintegra o LABIRINTO EXTERIOR. Esta dupla ação de guerra a descreveremos passo a passo tratando de levar ao virya a sua compreensão, a qual não é lógica, e sim gnóstica; pontos que trataremos nos próximos capítulos. O VIRYA CAVALEIRO TIRODAL É UM VIRYA BERSERKR, TRANSMUTADO SUA VONTADE EM PURO VALOR INFINITO, POSSUI A FORÇA E O PODER PARA PURIFICAR SEU SANGUE E INCORPORAR NELE O SIGNO DA ORIGEM, PARA SER COMO UM SIDDHA BERSERKR, LIVRE NA ORIGEM. A Sabedoria Hiperbórea instrui aos viryas despertos que tenham Vontade absoluta e pré-disposição gnóstica, nas técnicas de LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL contidas no YOGA RÚNICO HIPERBÓREO, ciência de reorientação noológica que nos ortoga o poder para receber a Segunda Iniciação Hiperbórea, mistério contido na Runa TIRODAL DA VITÓRIA, na SWÁSTICA e na não-criada runa HAGAL. A runa Hagal, estrela vespertina, estrela Vênus, raio venusiano de luz não-criada, sempre parte do não-criado, o infinito, orientando
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ao virya ao despertar, ao Homem de Pedra que sente em seu sangue puro o mistério do símbolo sagrado dos Siddhas de Agartha. Com seu brilho orientador, a estrela da manhã sempre está presente no horizonte do Eu do virya desperto, seu resplendor, seu fulgor, é um reflexo não-criado do Símbolo da Origem e do Espírito Eterno, nos indica o caminho à Origem, a via à compreensão Semântica e noológica da Sagrada Swástica e das runas não-criadas. Os Siddhas de Agartha afirmam: a partir da HAGAL se constroem todas as formas RÚNICAS; por isto, é a RUNA MÃE da qual emanam as runas não-criadas, runa cuja forma está contida no poliedro sêxtuplo representada na figura sólida de Gelo e Fogo. A Runa Hagal é a runa da dupla orientação gnóstica, permite ao Virya Iniciado Berserkr Hiperbóreo compreender e dominar o mistério dos ESPAÇOS OBLÍQUOS, das PERSPECTIVAS NOOLÓGICAS e do ÂNGULO RETO. A runa Hagal é o vínculo carismático com os Siddhas de Agartha, afirma a ingerência eterna do não-criado (dos Siddhas Leais) dentro do criado, a união estratégica em um Kairos Iniciático entre os Siddhas de Agartha e os Viryas Berserkr. A Sabedoria Hiperbórea assevera que a Runa Hagal contém o mistério do Gelo e do Fogo: Gelo que representa a Vontade absoluta que adquire o virya em sua Primeira Iniciação, poder com o qual o virya ascende ao DESPERTAR; Fogo que representa o Valor infinito que transforma ao virya em Iniciado Berserkr na Segunda Iniciação Hiperbórea, poder que lhe permite DESPERTAR AO DESPERTAR. A Runa Hagal é a ponte metafísica ao mistério do Símbolo da Origem, sua manifestação é sustentada pelos Siddhas de Agartha e pela vontade guerreira, heróica dos Viryas Berserkr. A Runa Hagal permite, através da visão gnóstica de seus espaços oblíquos de luz não-criada, a compreensão do mistério do Gelo e do Fogo, segredos que transmutam ao virya em um HOMEM DE PEDRA. A Runa Hagal, mãe da guerra dos Siddhas de Agartha, se constrói com duas runas TYR (runa da guerra): uma TYR descendente (Escada Infinita, raio venusiano dos Siddhas de Agartha) e outra TYR ascendente (Escada Caracol e Infinita dos Viryas Berserkr), encontrando-se ambas as runas nos vértices de seus ângulos, criando a ponte noológica, o vínculo carismático entre os Siddhas Leais e os Viryas Berserkr.

A runa não-criada HAGAL é a ponte noológica por onde se manifesta o Mistério do Ângulo Reto, o segredo da INTERSECÇÃO dos planos e dos espaços OBLÍQUOS. O Yoga Hiperbóreo afirma: da Runa Hagal, runa do Gelo e do Fogo, emana a runa nãocriada TYR, runa da guerra, e dela se desprende a Runa Sieg, runa do raio. Com elas se compreende a Sagrada Swástica Hiperbórea, runa do Tempo e da Morte.

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A Runa Hagal brilha no firmamento como a estrela VÊNUS, iluminando a noite escura de terror infinito, BRILHO LUCIFÉRICO que indica a presença do GRAL no mundo, e pelo GRAL sempre o virya poderá DESPERTAR AO DESPERTAR. Dela emana um raio verde de luz não-criada que rasgou em mil partes o tempo, abrindo um espaço eterno por onde ingressou a pedra METEÓRICA de Gelo e Fogo, incrustando para sempre o GRAL, eternamente na criação. Raio de luz verde caído do céu que golpeia como uma Pedra Meteórica a vontade do virya, desintegrando sua ilusão, com o golpe que é dado com o MARTELO DE THOR sobre o Eu do virya, os SIDDHAS DE AGARTHA lhe ortogam as armas para DESPERTAR, insuflam em seu Espírito o poder do Gelo e do Fogo, com o qual esfriam seu cálido coração, sua vida humana. O virya se transforma, pela compreensão da verdade das runas não-criadas, em um HOMEM DE PEDRA, ser da guerra que compreende o verbo dos Siddhas de Agartha, sua missão e sua ação de libertação. O que não se disse sobre a SWÁSTICA? Quantos livros não se escreveram definindo erroneamente sua verdade? Unicamente o Virya Berserkr, em sua Segunda Iniciação Hiperbórea, ascende à compreensão noológica da Sagrada Swástica. Os Livros de Cristal afirmam: o SÍMBOLO DA ORIGEM se manifesta a partir do nãocriado, é a eterna imagem da pedra caída da coroa de Kristos-Lúcifer, de Navutan, pedra que golpeia o Eu do virya, desperta a recordação em seu sangue do GRAL, compreensão do porque da descida ao mundo de Navutan, Apolo, Wotan, dos Guerreiros Hiperbóreos. O virya deve recordar que graças a ação de guerra de Navutan, chamado também de Apolo ou Wotan, seu ingresso ao Mundo da Dor permitiu plasmar definitivamente o mistério do Signo da Origem, romper a haste da KALACHAKRA, signo que hoje nos permite RECORDAR, e resignar o Signo da Dor. Navutan gravou eternamente em PEDRA E FOGO as runas não-criadas; delas se deriva a Sagrada SWÁSTICA. Este signo não-criado está representado no segredo da Pedra Talhada e na arte de forjar Armas de Guerra, e significado nos símbolos hiperbóreos da TORRE (torre de Nimrod, o caçador rei casita; as torres construídas nos castelos da Idade Média, exemplo delas são: castelo do Monte de Frederico II com suas oito torres, a torre construída no Castelo de Wewelsburg pelas SS, etc.) e o CAVALO (segredo do Cavalo de Tróia). Do Signo da Origem emerge a Swástica Hiperbórea. Quando seu poder se manifesta no criado, tem a propriedade de acelerar as macroestruturas, mistério que somente compreende o Duplo Iniciado Hiperbóreo. Este signo eterno projeta o DUPLO MOVIMENTO ESTRATÉGICO contido no poder da Swástica Hiperbórea: o primeiro movimento, ESPIRALADO, DESCENDENTE, CENTRÍFUGO, EVOLUTIVO, CRIA A ESCADA CARACOL, os sistemas reais artificiais que têm o poder de impulsionar as macroestruturas ao Mahapralaya, impulsionando a criação à sua destruição; o segundo movimento, RETILÍNEO, ASCENDENTE, CENTRÍPETO, CRIA A ESCADA INFINITA, AS PONTES NOOLÓGICAS, projetando as Estratégias Psicossociais dos Pontífices Hiperbóreos: políticas, arquitetônicas e guerreiras hiperbóreas à ORIGEM. A Swástica, runa do tempo e da Morte, é o sagrado símbolo ao qual tanto temem os Siddhas Traidores, porque institui a aparição do princípio no fim dos tempos. Esta Swástica Hiperbórea indubitavelmente tem o poder de modificar o Tempo, rompendo os desígnios e
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os Arquétipos estruturados no tempo do macrocosmo, acelerando seu espaço-tempo, conduzindo aos desígnios dos entes à enteléquia, mas é importante compreender que tal deslocamento não tem a finalidade da enteléquia, mas sim o contrário, sua destruição. Devemos reconhecer que unicamente esta Swástica Hiperbórea atua quando surge a oblíqua Swástica Hiperbórea. A Swástica dextrógira ou levógira é a manifestação criada, arquetípica da Swástica Hiperbórea, signo não-criado que quando se manifesta, ingressa no mundo o não-criado das Runas Hagal, Sieg e a Runa Tyr. Esta Swástica Hiperbórea inclinada PERMITE A APARIÇÃO DOS ESPAÇOS OBLÍQUOS, a visão das runas não-criadas e de suas três vias gnósticas. Esta Swástica é a runa da MORTE e da LIBERTAÇÃO, afirma no mundo espaços de significação onde se manifesta o segredo da Língua dos Pássaros, o mistério da Pedra Talhada, e a arte de forjar Armas de Guerra. Por isto, somente se compreende a Swástica Hiperbórea e as runas não-criadas quando o virya, com a Runa Gibur (runa da orientação gnóstica), alcança a máxima reorientação estratégica e recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea. A Runa Gibur recebe certos nomes característicos de acordo com a sua disposição. Se a Runa Gibur se dispõe com os três braços para cima se denomina TRIDENTE DE POSEIDON ou, não com tanta propriedade, TRISHULA DE SHIVA, e representa a arma dos Siddhas. Por outro lado, se a Runa Gibur se dispõe com os três braços para baixo, se chama ESPADA DE WOTAN, e representa a arma dos viryas despertos (fragmento do Segundo Tomo dos Fundamentos: “O Símbolo Sagrado do Pasú”). A Runa Gibur constitui o primeiro princípio gnóstico de busca, opção e eleição, força que está sustentada no virya pela sua pré-disposição gnóstica, o levará a ver no externo o Símbolo sagrado do Virya, símbolo que foi depositado na cultura exterior pelos Siddhas de Agartha (os Atlantes Brancos e os Pontífices, em suas diferentes Estratégias ao longo da História, afirmaram a Runa Gibur nas três artes guerreiras hiperbóreas; ela está gravada para sempre no mundo exterior para que o virya possa orientar-se e voltar a recordar a Origem não-criada de seu Espírito Eterno), ações de guerra que declararam a guerra total ao Demiurgo. Graças a isto, o virya pode voltar a recordar porque vê refletido na cultura exterior um ente infinito, o Signo da Origem. O virya, por INDUÇÃO NOOLÓGICA, AFIRMA O QUE ESTÁ FORA NO QUE ESTÁ DENTRO, adquirindo o virya neste ato a gnose interior que lhe permitirá despertar, e ascender dentro de si mesmo, a um tetrarque LABRELIX, ao monarque conduzente a uma via hiperbórea que lhe permitirá desintegrar as máscaras da personalidade, de seu Eu psicológico, afirmando interiormente seu Eu verdadeiro e sua Primeira Iniciação Hiperbórea. Indubitavelmente, a Runa Gibur nos remete exteriormente a Sagrada esvástica, e se o virya está desperto, localizará a via à SWÁSTICA HIPERBÓREA e as suas sabedorias eternas.

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Os Siddhas afirmam taxativamente: somente o virya que resiste ao olhar da Swástica Hiperbórea, vence o medo e o temor, alcançando com vontade e valor, a VITÓRIA, sua libertação. Por isto é imprescindível que o Virya Iniciado Hiperbóreo se arme Cavaleiro Tirodal; ele terá em suas mãos a Runa Gibur, a Espada de Wotan e o Tridente de Netuno, poderes com os quais poderá compreender o segredo da TORRE e do CAVALO. O segredo da SWÁSTICA HIPERBÓREA afirma, em seu giro LEVÓGIRO, o poder que impulsiona aos Arquétipos macrocósmicos à enteléquia, gerando uma ação evolutiva nos espaços de significações demiúrgicos. Este giro LEVÓGIRO afirma no tempo o enfrentamento entre macroestruturas demiúrgicas, a confrontação entre as dualidades ontológicas das macroestruturas, o enfrentamento entre Arquétipos macrocósmicos, a síntese entre antíteses arquetípicas sustentadas pela Vontade do Uno; ações que se concretizam com um enfrentamento, uma guerra entre as dualidades axiológicas dos Arquétipos macrocósmicos, das estruturas culturais que elas representam. Exemplo disto, é a luta pelas enteléquias das macroestruturas que se desenvolveu depois da Segunda Guerra Mundial, durante a Guerra Fria entre os povos da Traição Branca (EUA e Rússia), que quase deriva em uma guerra entre eles, somente evitada pela intromissão dos Siddhas Traidores. A Swástica Hiperbórea, sua ação levógira representada no símbolo do CAVALO (movimento), impulsionou a evolução de todas as ordens da cultura, da ciência e da tecnologia, alterando a ordem criada do Demiurgo, impulsionando a todos os seus Arquétipos, e os argumentos contidos neles, a uma corrida entelequial que envolveu aos povos traidores na busca de um poder que somente é estrutura na Ilusão. Esta ação, instrumentada pela Swástica Hiperbórea no contexto histórico dos povos do Pacto de Sangue da Segunda Guerra Mundial, permitiu a desorientação estratégica dos Sacerdotes Golen e dos povos da Fraternidade Branca, gerando nas raças do Pacto de Sangue a supressão do Signo da Dor. O Senhor da Guerra Absoluta, Navutan, cada vez que desceu ao Mundo da Dor, resignou nestes espaços de significações históricos onde ele se manifestou, a ação maldita da Chave Kalachakra, eliminando das culturas do Pacto de Sangue o Signo da Dor, permitindo que todos os viryas do mundo que coincidam carismaticamente com a Mística do Paráclito dos Siddhas de Agartha, compreendessem o Signo da Origem e vivessem neste Kairos livres dos desígnios do Signo da Dor. Isto permitiu instituir um tempo não-criado na Alemanha, seu SANGUE E SOLO foi cercado pela ação da Swástica Hiperbórea, cerco estratégico (espaço vital) que permitiu incorporar as forças noológicas das três runas não-criadas, transmutar esta raça e prepará-la para sua ação histórica de guerra contra os povos do Pacto Cultural. Ação de guerra que cumpriram com a MÁXIMA HONRA. Todo isto foi o produto de uma operação que se executou com a aparição da Swástica, e sempre que se manifestaram no mundo suas ações levógiras, se inscreveram na modificação do TEMPO, e as dextrógiras, na aparição da GUERRA e da LIBERTAÇÃO. A Swástica Hiperbórea, seu giro, afirma os espaços OBLÍQUOS onde se compreende o símbolo da TORRE, símbolo que representa a Escada Caracol e Infinita, e o símbolo do CAVALO, símbolo que representa o movimento e deslocamento estratégico do virya em sua ação de libertação. A compreensão estratégica de ambos os símbolos permite a visão do Gral e o Signo da Origem. A Swástica Hiperbórea, seu giro, permite que o virya desperto se remonte no tempo até um passado, para o princípio da Guerra Essencial (primeiro tetrarque, origem de seu aprisionamento), a descida ao mundo das Raças Hiperbóreas, e compreenda com sua faculdade de anamnese estes Registros
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culturais históricos (tema profundamente analisado na novela mágica “O Mistério de Belicena Villca” e no tomo I dos “Livros de Cristal de Agartha”). A visão e compreensão da Swástica Hiperbórea permitem a internalização das três runas não-criadas, e gera sua gnose interior, afirmando no Eu verdadeiro o símbolo da TORRE. O símbolo da TORRE representa internamente sua Escada Caracol, sistema real que lhe permite ascender internamente, situar-se em uma perspectiva superior desde a qual pode isolar-se (Castelo ODAL), e com sua gnose interior dominar o sujeito consciente; Torre de vigia que lhe ortoga máxima verticalidade e o ingresso, através do segredo do Ângulo Reto, a seu Oppidum interior, arquêmona TIRODAL, apoiando-se em sua coluna, no PONTO TAU. Externamente, representa a Torre a construção de uma Praça Liberada, e o reconhecimento do labirinto exterior e suas macroestruturas. O segundo símbolo que se desprende da Swástica Hiperbórea é o símbolo do CAVALO, representa internamente o deslocamento do Eu até o Selbst, e externamente afirma o impulso que ocasiona a evolução das macroestruturas à enteléquia, a sua destruição. Esta significação dos espaços oblíquos nos espaços horizontais macrocósmico é uma ação estratégica dos Siddhas de Agartha e dos Pontífices Hiperbóreos, os quais ao acelerar as macroestruturas permitem aliviar o Signo da Dor, ação estratégica que permite distrair o olhar do Demiurgo e das raças da Traição Branca, possibilitando a criação dentro do criado, de uma ação de guerra guiada desde o não-criado, afirmando no mundo um tempo hiperbóreo, fato que permite ingressar as treze runas arquetípicas e as vias gnósticas hiperbóreas, suas linguagens de orientação espiritual; ações que geraram um tempo não-criado no criado. Exemplo citado sobre isto é a Segunda Guerra Mundial. A Swástica Hiperbórea permitiu a descida do Galhardo Senhor da Guerra que revelou a todos os viryas do mundo o Engano do Demiurgo, e desmascarou para sempre o seu Povo Eleito e as raças da Traição Branca. Desde a última descida de Navutan ao mundo, o Signo da Dor foi revelado e suas mentiras desmascaradas. O virya, desde esta ação de Navutan, tem em suas mãos o poder para resignar seu engano e ascender a sua libertação.

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Figura 1

A Swástica Hiperbórea, sua inclinação OBLÍQUA, permite a visão do Símbolo da Origem, afirma a reversão gnóstica do virya, sua libertação do tempo e do aprisionamento do labirinto interior e exterior, seu retorno à Origem. É importante distinguir a necessidade de ver o duplo giro na Swástica, sua significação semiótica como signo arquetípico representa o MOVIMENTO do LABIRINTO INTERIOR E EXTERIOR. Sua manifestação metafísica descreve sua obliqüidade um sentido ao PASSADO, à ORIGEM. Mas para seguir definindo este signo não-criado, a SWÁSTICA OBLÍQUA HIPERBÓREA, devemos ingressar às manifestações culturais que se construíram arquetipicamente sobre este signo não-criado. Se observarmos a figura seguinte (figura 2) vemos duas esvásticas manifestadas, uma representada no símbolo da esvástica levógira e a outra no símbolo da esvástica dextrógira, símbolos que representam o labirinto interior (levógira) e o labirinto exterior (dextrógina). Ambas esvásticas, apesar de que suas formas retilíneas não terem deformação rúnica, suas diferentes manifestações instituem uma falsa realidade metafísica, não se percebe em nenhuma delas o Signo da Origem, ambas inscreve em seu signo o ESTÁTICO, a estabilidade do labirinto, carecem de movimento ou inscrevem um
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equilíbrio estável. A divisão deste signo não-criado, quando está degradado, mutilado, dividido em duas esvásticas, uma levógira e outra dextrógira, representam seus símbolos o labirinto exterior do macrocosmo e o labirinto interior do microcosmo, por isto, estas duas esváticas e suas formas semióticas não possuem o Signo da Origem porque dele se deriva a SWÁSTICA HIPERBÓREA, signo que nos reorienta estrategicamente ao PASSADO, a sentir no SANGUE PURO a NOSTALGIA DA ORIGEM. Em contrapartida estes dois signos arquetípicos, suas verdades metafísicas, afirma o TEMPO, a Esvástica dextrógira o ESPAÇO TEMPO TRANSCENDENTE CONSCIÊNCIA IMANENTE DO DEMIURGO, suas referências semióticas afirmam a EVOLUÇÃO do tempo e do espaço para o futuro, para as ENTELÉQUIAS DAS MACROESTRUTURAS, dos ASPECTOS DO UNO. Suas morfologias estruturais, se bem que não foram deformadas, suas formas semióticas estão determinadas pela quadratura mandálica, a dextrógira, gira como os ponteiros do relógio, para a direita e afirma a quadrangularidade da esfera de sombra macrocósmica; os quatro pontos cardeais, as quatro idades da história, os quatro elementos, as quatro rotações da terra, etc. A levógira, gira à esquerda e afirma a quadrangularidade da esfera de sombra do microcosmo, tem uma diferença com a dextrógira o seu giro é para o passado, mas este passado carece de movimento, é simplesmente uma afirmação interna do tempo imanente do Pasú, nos remete a seu passado arquetípico, ao paraíso terreno, à paz interior, à quietude do EU, por isto, esta esvástica levógira se bem que é mais significativa e tem uma referência gnóstica, afirma uma via gnóstica interior sinárquica que nos remete ao passado, mas a mesma é uma deformação semiótica da SWÁSTICA HIPERBÓREA. Se observarmos ambas esvásticas a enquadraremos simbolicamente em um sentido unificado, se manifesta sua unidade, a dualidade ontológica do macrocosmo, a divisão do todo, dia e noite, manhã e tarde, acima e abaixo, alto e baixo, masculino e feminino, bem e mal, deus e diabo, branco e negro, etc. É importante distinguir que entre um substantivo e outro existe uma CONJUNÇÃO (E) um ENLACE ÔNTICO, esta figura gramática afirma a UNIFICAÇÃO DA DUALIDADE DO MACROCOSMO E DO MICROCOSMO, EM UMA SINGULARIDADE ABSOLUTA. Representam ambas as imagens, a relação de sentido cultural, o sincronismo entre o tempo do virya e o tempo do mundo, a coincidência arquetípica, entre o PLANO ARQUETÍPICO (DESIGNIO CARACOL E SERPENTE MACROCÓSMICO) representado pela quadratura ontológica da esfera de sombra da superestrutura macrocósmica; o tempo transcendente do demiurgo, a ENTELÉQUIA de suas MACROESTRUTURAS, o FUTURO ENTELEQUIAL DE SUA CRIAÇÃO. Análogo a isto é no microcosmo, o Plano Arquetípico é a MEMÓRIA ARQUETÍPICA, (DESIGNIO CARACOL E SERPENTE KUNDALINI) representado pela quadrangularidade ontológica da esfera de sombra que rege as determinações morfológicas semânticas da memória arquetípica.

Figura 2
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Nimrod o descreve no Tomo VII. Estas duas esvásticas são deformações arquetípicas da Swástica Hiperbórea, signo cuja verdade metafísica se deriva do SIGNO DA ORIGEM e que nos remete sua semiótica oblíqua NOOLÓGICA, sua verdade nãocriada à compreensão do SÍMBOLO DA ORIGEM. Este signo como todo signo está construído arquetipicamente, sua morfologia estrutural representa a duas construções semióticas retilíneas, ambas Esvásticas representam o LABIRINTO interior e exterior. Se bem a ESVÁSTICA sua morfologia infere o Signo da Origem, foram assimiladas e degradadas em múltiplas formas e representações. Estas duas esvásticas estáticas, estacionadas, carentes de movimento, representam a quietude do labirinto, suas formas fixas; no virya se associa a sua paralisia gnosiológica, quer dizer, sua carência de movimento gnóstico, em definitivo, a perda da orientação e do Selbst, a quietude do virya em seu labirinto interior. Reproduz-se em qualquer destas duas manifestações o labirinto, embora estes símbolos não reproduzam em sua forma ao mesmo, como veremos na próxima figura. Perde-se o mistério da Torre e do Cavalo. É substituída a Swástica Hiperbórea, reflexo do Símbolo da Origem, pela dualidade semiótica de duas esvásticas enfrentadas que representam o labirinto, mas que não participam delas o mistério que permite ao virya resolver seu enigma. Estas duas esvásticas unicamente participam da SACRALIDADE DO LABIRINTO, o SAGRADO e seus símbolos sagrados, os mitos cujas verdades metafísicas estão mutiladas, nas quais se incorporou por degradação de seus significados, o Símbolo Sagrado do Pasú ou do virya perdido. Estas esvásticas somente desviam ao virya do mistério original da SWÁSTICA HIPERBÓREA, afirmando em seu centro a finalidade entelequial do labirinto, representando na perfeição do LABIRINTO os Aspectos macrocósmicos Amor, Beleza e Poder do UNO. Um símbolo análogo SINARCA que reproduz o labirinto é a mandala tibetana Sry Yantra, em realidade, qualquer símbolo sagrado da Sinarquia pode ser análogo às esvásticas, porque unicamente a SWÁSTICA HIPERBÓREA contém a verdade revelada pelos Siddhas de Agartha. As esvásticas separadas, qualquer que seja sua conformação morfológica (existem múltiplas formas), conduzem ao extravio dentro de seus argumentos e de seus mitos. Em cada uma destas duas esvásticas a Sinarquia Universal afirmou um mito, e cada uma delas afirma a realidade do mito do LABIRINTO, A PERDA DO VIRYA, SUA CONFUSÃO, EXTRAVIO OBJETIVO dentro do labirinto interior e do labirinto exterior. Estas duas esvásticas separadas são parte da verdade do virya perdido: a esvástica levógira é o labirinto INTERIOR e a dextrógira é o labirinto EXTERIOR; separadas entre si, degradam seu significado metafísico. A verdade revelada deste signo não-criado está representada na OBLÍQUA SWÁSTICA HIPERBÓREA (figura 1), a qual institui o SIGNO DA ORIGEM e a reversão gnóstica do Virya Iniciado Berserkr. Ambas esvásticas separadas representam em forma degradada o labirinto e as Estratégias de degradação cultural que geraram os Siddhas Traidores sobre o Segredo do Labirinto. Mas devemos esclarecer que a esvástica degradada reproduz o labirinto, mas não permite ao virya resolver o labirinto, mas a Swástica Hiperbórea pode, porque ela contém a Runa Gibur, mistério que permite ao virya por INDUÇÃO NOOLÓGICA ingressar a sua gnose interior e ver INTERIORMENTE o SIGNO DA ORIGEM.
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A SWÁSTICA HIPERBÓREA é um signo totalmente não-criado que tem uma particularidade: ao ser uma runa sagrada dos Siddhas de Agartha, quando ela emerge no mundo, se manifesta a Vontade dos Senhores de Vênus, dos Homens da Guerra, vontades que portam o poder para dissolver o tempo e a matéria, o Signo da Dor. Quando ela ingressa na ordem criada, se altera o tempo e a criação, se DESTROI A ILUSÃO DO LABIRINTO, enquanto a SWÁSTICA permanece, A ILUSÃO SE DESINTEGRA e as raças de viryas se libertam. A manifestação das duas esvásticas é simplesmente a degradação de seu mistério, caindo estritamente no mito e em sua realidade metafísica. Por isto, quando se analisam as esvásticas a partir do Eu psicológico, sua análise lógica racional as estuda separadas em duas partes, atribuindo a cada uma delas todo o tipo de manifestações culturais, mitos que sustentam, por exemplo, que uma é benéfica e a outra maléfica, que uma é religiosa e a outra política, e assim sucessivamente, classificando-as em Registros culturais que são parte do tempo; indubitavelmente, esta ação é intencional. Podemos ver nesta finalidade demiúrgica que a meta se concentra em degradar e mutilar os SÍMBOLOS ETERNOS HIPERBÓREOS e sua ciência metafísica.

Figura 3 Como podemos verificar nesta figura (figura 3), as esvásticas já foram deformadas, SE UNIFICARAM em um signo que não existe manifestação rúnica. Manifesta-se o enunciado anteriormente: na figura anterior, as esvásticas separadas afirmam cada uma delas, a quadratura e a dualidade ontológica do LABIRINTO, do plano arquetípico macrocósmico e da memória arquetípica, do sujeito racional consciente, afirmam ambos os signos os enfrentamentos arquetípicos entre entes e macroestruturas naturais e culturais (tese e antítese a uma nova síntese). Podemos verificar nesta figura que só se unificou seus princípios gnósticos em uma síntese semiótica e só rege a quadratura, a uniformidade, quer dizer, somente rege o fixo, o estático, todo o contrário às duas figuras anteriores. Simboliza esta figura a união do mundo interior com o mundo exterior, determinada pela memória arquetípica: a dualidade e a quadrangularidade, unificada em uma síntese gnosiológica onde só rege o princípio do labirinto exterior, dividir, enquadrar e unificar, próprio da cultura externa. Estas três representações nos demonstram como a Sinarquia Universal degradou o Símbolo da Origem representado no SIGNO DA ORIGEM na Sagrada Swástica Hiperbórea: primeiro, dividindo sua forma, e logo, deformando sua Semiótica, substituindo o Signo da Origem pelo signo do Labirinto sinarca; em cujo no centro já não está o Selbst ou a individualização, se não que a figura de Deus ou do Culto ao Deus, do Santo, a imagem do “paraíso terreno” ou do Templo, ou de um super-objeto
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axiológico que represente ao mito ou ao deus do mito. Por isto, jamais o virya perdido poderá transpassar, atravessar o mito, compreender sua verdade metafísica (o Engano dos Siddhas Traidores), unicamente cairá confundido no relevo argumental cultural do mito, sendo fagocitado pela ação psicoidea do mito e de seu símbolo sagrado. Nesta terceira figura, a estrutura Semiótica da mesma, o signo arquetípico que a sustenta, representa o labirinto sinarca unificado (labirinto exterior e interior), já nem sequer existe a possibilidade de tese, antítese e síntese, simplesmente há o degradado labirinto exterior que fagocitou o labirinto interior. Podemos comprovar que se unificaram as esvásticas e os segredos do Ângulo Reto e dos ESPAÇOS OBLÍQUOS já desapareceram, se perdeu o CENTRO TAU, e sua conformação rúnica desaparece em uma semiótica onde se afirma a quadratura ôntica do labirinto, ao mundo do UNO. Esta última figura representa a perda total do virya no Mundo da Ilusão, sua incorporação definitiva ao labirinto exterior, às suas linguagens sinárquicas, à perda total do Signo da Origem no Signo da Dor.

Figura 4 Por último, podemos verificar que estas duas esvásticas se unificaram em uma só figura que sua semiótica representa semanticamente no LABIRINTO, esta imagem simplesmente perdeu toda a conotação SAGRADA, é totalmente LÚDICA, perdeu totalmente o MISTÉRIO DO CENTRO, este espaço sagrado já não se representa. Suas partes constituintes do todo, distorcem seus espaços em CAMINHOS que não tem em seu sentido uma META ou FINALIDADE. Suas formas se perdem na confusa rede de caminhos que não CONDUZEM AOS SÍMBOLOS SAGRADOS, MENOS AINDA TEM UMA REFERÊNCIA A ORIGEM; simplesmente afirmam o LABIRINTO, simbolicamente representam o mundo exterior E SEUS MÚLTIPLOS CAMINHOS DE MAYA. Nesta figura, sua morfologia estrutural, sua SEMIÓTICA reproduz exatamente ao labirinto, corresponde perfeitamente sua imagem com seu significado. Esta é a realidade atual que podemos observar no mundo que nos é apresentado. Na cultura exterior, já não se representa hoje nenhuma das duas formas arquetípicas da esvástica, foram apagadas da FACE DO MUNDO da cultura exterior. Estes símbolos são pedra de escândalo, e já não se sabe mais nada deles, a Sinarquia os apagou desta realidade, e se perdura, somente estão seus mitos totalmente degradados, mais ainda depois de sua manifestação na Segunda Guerra Mundial com a vinda de Navutan, Senhor da Guerra Absoluta, a Sinarquia Mundial condenou este Símbolo Eterno Hiperbóreo. Hoje
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só existe o símbolo do labirinto em uma multiplicidade de linguagens lúdicas e sacralizantes que estão distribuídas por toda a superestrutura cultural macrocósmica, signo que deve resignar o virya para poder ingressar à visão noológica da sagrada SWÁSTICA HIPERBÓREA. Esta é a verdade gnóstica hiperbórea da SWÁSTICA: seu poder irrompe nos espaços de significação do tempo transcendente do Demiurgo, afirmando nesta ordem criada as CIÊNCIAS ETERNAS DE LIBERTAÇÃO DOS SIDDHAS DE AGARTHA, as linguagens heróicas provenientes dos mundos eternos. A Swástica Hiperbórea projeta no criado as linguagens oblíquas contidas nas runas não-criadas HAGAL, SIEG E TYR, com o qual se ACELERAM AS MACROESTRUTURAS CULTURAIS, CRIANDO UMA RUPTURA DO TEMPO TRANSCENDENTE, CONCIÊNCIA DO DEMIURGO, uma abertura, fenda no espaço-tempo, PARTINDO EM DOIS A HASTE DA KALACHAKRA, incrustando na imanência de seu tempo transcendente os espaços OBLÍQUOS NOOLÓGICOS onde se manifesta a presença imanente do SIGNO DA ORIGEM e o poder das runas não-criadas HAGAL, SIEG E TYR. A SWÁSTICA HIPERBÓREA parte em dois o tempo transcendente, abre uma fenda por onde penetra um tempo não-criado, um espaço de significação OBLÍQUO, ingressando por ela seu poder transformador. O poder da Swástica permite a visão do Signo da Origem no criado, resignando o Signo da Dor. O virya desperto pode sentir em seu sangue o poder da Runa Tyr, e seu êntase rúnico dará o valor ao guerreiro para construir com a Runa Sieg as Escadas Caracol e Infinita, que lhe permitirá alcançar e compreender a Runa Hagal, possuir sua ciência não-criada, conseguindo manejar o poder do segredo dos ESPAÇOS OBLÍQUOS, poderá desintegrar a ilusão do espaço criando um CERCO INFINITO e do tempo, afirmando no OPPIDUM ODAL o VRIL e o SELBST. Nas runas não-cridas se encontra, em seus espaços de significação, o SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA, a Runa TIRODAL, e o SÍMBOLO ETERNO DO VIRYAS BERSERKR, a Runa TIRODAL DA VITÓRIA, afirmadas nas linguagens hiperbóreas, o segredo da Língua dos Pássaros, o mistério da Pedra Talhada e a arte de forjar Armas de Guerra. Estes mistérios iniciáticos do Símbolo da Origem são ESPAÇOS OBLÍQUOS onde existem como fundamento as runas não-criadas, os mesmos despertam no Virya Berserkr as faculdades noológicas que lhe ortogam a máxima orientação estratégica e o instruí para afrontar heroicamente a Segunda Iniciação Hiperbórea, ação de guerra que permite ao Virya Berserkr, em um ato de VALOR e HONRA, superar as distâncias que separam ao seu Eu verdadeiro do Eu Infinito e do Selbst. O Signo da origem se manifesta no Escudo de Palas Atenas, a Espada de Wotan, o Martelo de Thor e o Tridente de Netuno (runas da guerra); escudo, espada, martelo e tridente que são as ARMAS DE GUERRA dos Siddhas de Agartha. Com o Martelo de Thor, os Siddhas de Agartha golpeiam ao tempo e a matéria, golpe que separa seu espaço-tempo criando um corte, uma abertura ou porta, manifestando-se por suas fendas os raios de luz não-criada que incrustam no criado as runas HAGAL, SIEG E TYR. Esta
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ação dos Siddhas de Agartha permite a manifestação do princípio, o Signo da Origem, no final dos tempos, afirmando no fim os mistérios do princípio, a ação de guerra do Símbolo da Origem. Os Siddhas de Agartha projetam desde a Origem a Swástica e a Runa Hagal. Com elas se afirma desde o não-criado a ponte noológica que unifica a ESCADA INFINITA dos Siddhas de Agartha com a ESCADA INFINITA dos Viryas Berserkr, pontes noológicas representadas, neste Kairos de VONTADE e VALOR, na selvagem runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA. Com esta ação se unificam a Escada Caracol e a Escada Infinita (símbolos da Torre e do Cavalo), cirando a PONTE NÃO-CRIADA com a qual o Virya Iniciado Berserkr pode ASCENDER desde sua gnose interior à gnose eterna dos Siddhas de Agartha. Deslocamento interior que se realiza rapidamente, deslocando-se rapidamente (símbolo do CAVALO) com VONTADE à sua Escada Caracol (símbolo da TORRE; as torres contêm em seu interior uma Escada Caracol), e com VALOR transitar o último degrau que une a Escada Caracol à ponte infinita, superando o espaço criado que o separa do não-criado, conseguindo o Virya Berserkr, a VITÓRIA. Quando os DEUSES LEAIS fundam AGARTHA dentre de um espaço oblíquo, geram com as kabalas Hiperbóreas (intersecção de planos e distorção do espaço; domínio do tempo) um tempo não-criado, isolando seus espaços, cercando os mesmos dos desígnios macrocósmicos do espaço tempo do Demiurgo; afirmam a ingerência do NÃOCRIADO no CRIADO. Os Siddhas Leais, com esta ação de guerra, incrustam na ordem material o SIGNO DA ORIGEM.

Do signo da origem emana a Sagrada SWÁSTICA, dela surgem a Runa Sieg, o segredo da Língua dos Pássaros, a Runa Hagal, o mistério da Pedra Talhada e a Runa Tyr, a arte de forjar Armas de Guerra.

Das três runas não-criadas provêm as treze runas arquetípicas, se constroem com elas a Escada Caracol e todos os sistemas reais artificiais hiperbóreos com os quais, por ela (Escada Caracol), o virya ascende ao Selbest e a seu EU Infinito. Com as três runas não-criadas, o Virya Iniciado Hiperbóreo afirmado no Selbest, constrói sobre o último degrau da Escada Caracol, a Escada Infinita, a ponte que o transporta à Origem. Sobre o último degrau da Escada Caracol, O VIRYA PURA VONTADE ABSOLUTA, construirá a ESCADA IN FINITA, ação de libertação onde o Virya Berserkr unirá sua escada infinita com a Escada Infinita dos Siddhas de Agartha, fundindo-se ambas em seus últimos degraus, unificando-se, criando uma PONTE metafísica por onde o virya cruzará o PLANO ARQUETÍPICO, ponde noológica que o transporta à Origem. Esta união de Escadas Infinitas cria a ponte noológica ao eterno, a visão e compreensão da Swástica; e seus
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símbolos bélicos da Torre e do Cavalo, ortogam ao virya a compreensão da ação de libertação. Desde a descida das runas não-criadas à matéria, nada mais foi o mesmo, agora a guerra era total e não havia piedade para ninguém. A Runa Hagal permitiu criar uma PONTE NOOLÓGICA, o qual é o ponto paradoxal onde o NÃO-CRIADO pode agir estrategicamente no criado, evitando na descida das RAÇAS HIPERBÓREAS a terrível ação hipnótica, letárgica sobre o virya da CHAVE KALACHAKRA. Os Demônios de Chang Shambalá odeiam a HAGAL, porque este signo não-criado representa o eterno no mundo, recorda a presença do Gral, a pedra caída de Vênus e a estrela de oito pontas, OCTÁGONO TAU dos Siddhas de Agartha. Estes mistérios iniciáticos transformam o coração do virya em Gelo e seu sangue em Fogo, despertando uma VONTADE ABSOLUTA e um VALOR INFINITO, condições noológicas que lhe ortogam o poder para fazer real sua libertação. Graças à pedra caída de Vênus e a estrela de oito pontas, os Pontífices Hiperbóreos dominam o SEGREDO DA PEDRA TALHADA e a ARTE DE FORJAR ARMAS DE GUERRA, ciências hiperbóreas que armam ao virya em sua primeira Iniciação CAVALEIRO TIRODAL, e lhe permitem compreender com estas duas ciências noológicas o mistério da LÍNGUA DOS PÁSSAROS. Com o poder em suas mãos destas armas rúnicas, o virya pode voltar a RECORDAR, a recuperar seus poderes espirituais com os quais poderá resignar os desígnios serpente e caracol. Os Siddhas Traidores degradaram este mistério dos Siddhas Leais, imitando a Runa Hagal, reproduzindo um símbolo sagrado que representa o tapasigno da Runa Hagal, símbolo ao qual todos os iniciados sinarcas rendem culto e rendição, adoração: A ESTRELA DE SEIS PONTAS. Este símbolo sagrado é o emblema distintivo que identifica o Pacto (a traição) entre os Siddhas Traidores e Jehová-Satanás, signo que projeta e que sustenta no mundo sua verdade metafísica: a ilusão, o aprisionamento e a matéria. A estrela de seis pontas (duas pirâmides invertidas) é o símbolo sagrado dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá; representa este símbolo ao Logos Solar do Demiurgo e o Sol. A estrela de seis pontas também é o símbolo sagrado do Povo Eleito do Demiurgo Jehová-Satanás, dos hebreus. De igual maneira, a ESTRELA DE CINCO PONTAS, símbolo que assinala ao Pacto Cultural, também o porta o Povo Eleito e fundamentalmente as raças da Traição Branca. É importante compreender a ação estratégica que faz este signo no sujeito consciente do virya adormecido. Os Siddhas Traidores sobre a HAGAL (Vênus) estruturaram o tapasigno de maior poder, sua ESTRELA DE SEIS PONTAS (o Sol e a terra), e sobre a SWÁSTICA (Símbolo da Origem), o SIGNO DA CRUZ (Signo da Dor), representada em suas múltiplas formas: cristã, celta, etc.

De tal maneira, que o virya perdido jamais pode perceber a Swástica e a Runa Hagal, os espaços oblíquos onde se fundamenta a SABEDORIA HIPERBÓREA e suas linguagens eternas. Os Siddhas Traidores tomaram como seu símbolo sagrado a
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ESTRELA DE SEIS PONTAS, símbolo que atua como TAPASIGNO DA RUNA HAGAL; de igual maneira, tomaram o símbolo da CRUZ cristã como TAPASIGNO do segredo do Ângulo Reto e da SWÁSTICA. Dedicaram-se desde tempos imemoráveis a degradar o sentido hiperbóreo contido nas runas não-criadas, espaços OBLÍQUOS onde o virya desperto compreende com o segredo do ÂNGULO RETO, O MISTÉRIO DO LABIRINTO INTERIOR E EXTERIOR. A RUNA HAGAL É O SÍMBOLO ETERNO DOS SIDDHAS DE AGARTHA; A ESTRELA DE SEIS PONTAS é o símbolo sagrado dos SIDDHAS DE CHANG SHAMBALÁ. Os Siddhas Traidores, com esta ação, afirmam seu domínio total do Malkuth, a ordem criada, e confirmam aos Sacerdotes levitas e ao povo eleito pelo Demiurgo, o Uno, como seus representantes no mundo de Maya, e ortogam às raças da Traição Branca a estrela de cinco pontas como o símbolo sagrado que representa a ALIANÇA, o PACTO destas Raças Brancas com o Povo Eleito e os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. O virya adormecido, confundido no sujeito consciente, tem um esquema referencial semiótico onde tem como preeminências culturais, axiológicas em seu ser anímico, estes símbolos sagrados: a CRUZ e o PENTAGRAMA. Nestes símbolos sagrados da Sinarquia Universal se estruturam os tapasignos culturais do SIGNO DA ORIGEM e da RUNA HAGAL. Nestas referências semióticas, a ESTRELA DE SEIS PONTAS e o SÍMBOLO DA CRUZ, se edifica as Semânticas psicológicas do Símbolo sagrado do Pasú; nestas se acham as piores armadilhas do Labirinto de Maya. Podemos asseverar que a estrela de seis pontas responde ao Logos Solar, símbolo referente do Sol, e a cruz responde ao Logos Planetário, símbolo emergente da Terra. Entre ambos os símbolos sagrados da Sinarquia Universal, da Fraternidade Branca (a cruz) e os Siddhas de Chang Shambalá (a estrela de seis pontas), se cria o SISTEMA REAL KALACHAKRA que permite a realidade da criação do macrocosmo (estrela de seis pontas, símbolo do desígnio caracol) e do microcosmo (a cruz, símbolo do desígnio serpente). Esta armadilha, magia perversa digna dos Demônios de Chang Shambalá, é a principal ação estratégica dos Sinarcas no mundo: degradar a runa não-criada HAGAL, a Runa Sieg e a Runa Tyr. Os demônios se dedicaram sistematicamente a destruir toda a sabedoria rúnica proveniente dos Senhores de Vênus, dos Siddhas de Agartha, estes demônios e seus seguidores no mundo tratam de todos os modos possíveis de evitar que emerjam ou se percebam no mundo as ciências provenientes do não-criado. Por isto, sobre a runa mãe HAGAL, porta para a origem, construíram o tapasigno cultural mais significativo da Semiótica sinarca, o símbolo sagrado do Demiurgo e dos Demônios de Chang Shambalá, a ESTRELA DE SEIS PONTAS, representante dos Siddhas Traidores e de seu Povo Eleito. O Yoga Rúnico Hiperbóreo é uma arte que se constrói com a Runa Hagal, runa que porta em si mesma o mistério dos espaços OBLÍQUOS e opera desde o não-criado até o criado, INCRUSTANDO NO MICROCOSMO DO VIRYA UM PODER EM SEU EU NÃOCRIADO, que afirma sua VONTADE ABSOLUTA, vontade que se transforma pela gnose interior do Símbolo da Origem, em VALOR INFINITO e faz propícia sua libertação.
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Desde os mundos eternos do Incognoscível, através do SÍMBOLO DA ORIGEM se manifesta o Signo da Origem, sua manifestação é a Swástica, signo que caiu a ordem criada como um raio verde de luz não-criada, irrompendo no Valplads, penetrou no mundo de Maya, rasgando os mil Mundos de Ilusão, abrindo uma fenda em seu espaço-tempo, uma ponte não-criada por onde se incrustou a PEDRA VERDE DE VÊNUS e a ESTRELA DE OITO PONTAS; afirmando para sempre o GRAL no criado. Com o GRAL no mundo, o virya sempre voltará a recordar, jamais poderá esquecer, porque seu brilho eterno foi plasmado no horizonte do firmamento como o ASTRO VÊNUS, luz não-criada que assinala o caminho de retorno à porta de VÊNUS, que orienta aos viryas à ORIGEM. Da imagem noológica do Signo da Origem se manifesta a SWÁSTICA e a Runa Hagal dos Siddhas de Agartha. A Swástica se desdobra na dupla Runa Sieg, e dela se projeta a Runa Tyr. Destas três runas não-criadas emanam as trezes runas arquetípicas, com as quais se constroem o mistério do cerco ODAL e a sagrada runa TIRODINGUIBURR; com elas, o virya resolve o Segredo do LABIRINTO, constrói seu CERCO INFINITO ingressa a sua arquêmona TIRODAL, o virya, situando seu Eu verdadeiro no CENTRO TAU, concretiza sua Primeira Iniciação Hiperbórea. As runas são as armas do virya, com elas, o guerreiro tem o poder em suas mãos e pode resolver o SEGREDO DO LABIRINTO, rasgar os mil véus de Maya e marchar galhardamente a enfrentar em um combate total ao Grande Enganador. Os Siddhas Leais projetam no mundo a dupla Runa Sieg, raio de luz não-criada que anuncia o Dia do Espírito e o fim da noite do Kaly Yuga. Raio que cai sobre o Espírito do virya, desencadeia em seu Eu verdadeiro VONTADE NOOLÓGICA, afirmando a dupla Runa Sieg com a qual se constrói a ODAL e a arquêmona TIRODAL, sua gnose interior hiperbórea.

O virya com estas três runas não-criadas constrói o cerco ODAL, e adquire dentro do mesmo o poder que lhe permite afirmar em seu Eu verdadeiro, VONTADE NOOLÓGICA, conseguindo sua individualização absoluta. O virya, com as treze runas arquetípicas, sentindo em seu sangue o êxtase rúnico de cada uma delas, adquire o poder para CONSTRUIR com o PRINCÍPIO DO CERCO, seu CERCO INFINITO, em seu cerco ODAL, arquêmona TIRODAL, possui VONTADE ABSOLUTA, se situa em seu PONTO TAU e compreende desde seus êxtases rúnicos, os êntases rúnicos das três runas não-criadas. Cada runa não-criada imprime em sua vontade uma força que emana da runa; nestas forças o viryas vivencia seus êntases rúnicos. O guerreiro, em cada êntase, incorpora em seu sangue um poder que o faz cada vez mais forte, poderes que são qualidades noológicas que o dotam de uma VONTADE e
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um VALOR que lhe permite transcender o gênero, a espécie, concretizar em sua primeira iniciação a imortalidade do Eu. Com respeito às trezes runas arquetípicas, devemos dizer que suas forças se vão incorporando sobre a vontade do virya à medida que suas forças volitivas se vão somando ao EU ISOLADO do sujeito consciente. Durante os êxtases místicos de cada uma delas, suas forças, vão somando uma qualidade noológica com as quais se afirmam definitivamente a ÉTICA NOOLÓGICA, isto ingressa ao EU DESPERTO a uma força proveniente do PARÁCLITO, uma MÍSTICA HERÓICA com a qual afirma a INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA DE SUA VONTADE EGÓICA. O virya, no movimento que descreve até a Origem, (estudo do OITO INFINITO) vai incorporando, somando à vontade do Eu, as treze runas arquetípicas. À medida que o virya mais se aproxima da Origem, cada uma das trezes runas arquetípicas vai orientando ao virya ao encontro com TIRODINGUIBURR, com o Símbolo Sagrado do Virya. O virya neste processo, à medida que vai somando sobre si mesmo as forças noológicas das treze runas, vai despertando, e por sua gnose interior vai se orientando no labirinto interior e exterior. Transmutado pela graça das trezes runas, o virya sente em seu sangue o furos das três runas não-criadas e do Vril, ascende à Primeira Iniciação Hiperbórea. O virya é um Iniciado Hiperbóreo e se investe em CAVALEIRO TIRODAL, tem em si mesmo o poder para ascender à sua Segunda Iniciação Hiperbórea, iniciação que lhe permitirá ver e compreender o Signo da Origem e as três RUNAS NÃO-CRIADAS, sentir o êntase rúnico de cada uma delas, incorporar o VRIL em seu sangue com a qual transmuta sua Vontade absoluta em puro VALOR INFINITO, mutação noológica que lhe permitirá marchar em uma ação de guerra em direção a sua libertação. AS VERDADES DAS RUNAS NÃO-CRIADAS SÃO AS ARMAS DO GUERREIRO HIPERBÓREO. Com as três runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR (o Escudo de Atenas, a Espada de Wotan e o Tridente de Netuno), o virya descobre a Verdade absoluta de si mesmo; dentro de sua ARQUÊMONA ODAL, na PRAÇA TAU, com a Runa Sieg construirá sua Escada Caracol, com a Runa TYR sua Escada INFINITA. Afirmamos: com a Semântica hiperbórea das trezes runas arquetípicas, compreende o Símbolo Sagrado do Virya, TIRODINGUIBURR. Com o TRIDENTE DE NETUNO, runa GIBUR, no labirinto interior, adquire as capacidades noológicas que lhe ortoga a SEMÂNTICA HIPERBÓREA, ingressa a sua busca, opção e eleição, tal domínio semântico lhe permite ingressar ao monarque do Tetrarque LABRELIX que possui a via gnóstica conduzente à Sagrada TIRODAL (runa do Kairos atual). Com o poder instituído neste runa, o virya enfrentará o Segredo do Labirinto; se vence, ingressará à ARQUÊMONA TIRODAL e a PRAÇA TAU. Por isso, o segredo do labirinto, seu mistério, somente pode ser resolvido pelos CAVALEIROS TIRODAL que compreendem primeiro a SEMÂNTICA HIPERBÓREA, o canto dos Siddhas de Agartha e segundo a ÉTICA HIPERBÓREA, este domínio destas ciências de libertação o arma com as runas nãocriadas, mas deverá primeiro desintegrar sua semântica psicológica partícipe do Pasú, e incorporar em sua Esfera de Consciência, o domínio total da Semântica e sua Semiótica Hiperbórea. Sustentamos: com TIRODINGUIBURR, resolve o virya o labirinto exterior e
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ascende à Runa Odal; seu Eu, vontade orientada, faz possível que o virya ingresse a sua ARQUÊMONA ODAL, conseguindo cercar o Eu do sujeito consciente e afirmar sua INDIVIDUALIZAÇÃO. Na Primeira Iniciação Hiperbórea, a Runa Odal se complementa com a runa não-criada TYR, construindo a Sagrada Runa TIRODAL, complementando-se com a Runa Gibur (runa da orientação) se forma o signo sagrado TIRODINGUIBURR, runa que permite ao virya armar-se internamente, posicionando-se ante o labirinto e seus inimigos que residem nele. Com suas armas em suas mãos, o virya deverá ser um guerreiro duro, de pedra, de gelo e Fogo, o mais duro entre os duros, matar seu coração, ingressar a seu SANGUE FRIO, se pretende resolver o Segredo do LABIRINTO. Estas runas complementares se unificam unicamente quando irrompem na criação a Swástica; e as três runas não-criadas somente são percebidas pelos viryas que participam do Kairos dos Siddhas de Agartha, da Mística que emana do Paráclito, tal vinculação carismática é propicia quando emerge no mundo um KAIROS de libertação dos Siddhas de Agartha. A ação de um Kairos Iniciático anuncia no mundo a manifestação das linguagens Éticas Hiperbóreas, a aparição de suas três vias gnósticas, sistemas reais artificiais que se constroem nas ciências hiperbóreas, se manifesta, no mundo, este KAIROS de libertação nas máximas artes de transformação psicossocial: a Política, a Arquitetura e a arte da Guerra. O virya, homem verdadeiro, desperto e orientado, afirma neste Kairos sua VONTADE ABSOLUTA (Runa TIRODAL) e VALOR INFINITO (Runa TIRODAL DA VITÓRIA), sua LIBERTAÇÃO. Com suas armas, pode resolver o enigma de Ariadna e o mistério de Jano, compreender o Segredo do Labirinto e sentir em seu sangue a verdade da SWÁSTICA, o poder noológico das runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR. O VIRYA DESCOBRE SEU EU VERDADEIRO. CONSEGUE SUA INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA E COMPREENDE A SAGRADA RUNA TIRODAL E AS RUNAS NÃO-CRIADAS. COM ELAS, AFIRMA SOBRE SUA VONTADE UM VALOR INFINITO, AFIRMA SEU SER DEFINITIVAMENTE NO NÃO-CRIADO, EM SEU EU INFINITO. COM O SIGNO DA ORIGEM, COMPREENDE A AÇÃO DE GUERRA QUE DEVERÁ REALIZAR PARA CONCRETIZAR SUA LIBERTAÇÃO. Para a Sabedoria Hiperbórea, somente é eterno o virya orientado que pode resolver o mistério de Jano e de Ariadna, quem pode compreender com o SIGNO DA ORIGEM e as runas não-criadas o terrível Engano de Maya representado no Labirinto da Dor. Unicamente quem resiste firme como um guerreiro na batalha, heroicamente as ações de guerra que desencadearam sobre si, a Serpente e o Dragão de Maya, pode ter o direito a Origem e ganhar sua LIBERTAÇÃO. Este mistério deve enfrentar o virya, e somente triunfa o guerreiro que possa transitar, entrar e sair a vontade, quantas vezes queira, sempre que a Estratégia o requeira, sem extraviar-se ou perder-se nos diversos caminhos do Labirinto de Maya. Por isso, são necessárias as armas de TIRODINGUIBURR, porque estas runas o guiarão taticamente no labirinto interior ou exterior, estas indicarão ao virya quando deve deter-se ou quando girar, sempre o manterá em ALERTA, indicando que caminho optar sem
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equivocar-se. Elas lhe dão o poder para criar sistemas reais artificiais, para ingressar nos Registros culturais qualquer seja a sua complexão axiológica e poder transitar por eles sem padecer da Ilusão de Maya. Se, neles se situar ante o virya a serpente ou o mesmo o Dragão de Maya, o virya em suas runas terá as armas para dar morte a estas mortes brancas e não ser vítima de seu veneno sonífero. Morta a serpente, o Virya Berserkr desperta ao despertar, PODERÁ DAR MORTE AO DRAGÃO.

O virya, caçador de serpentes, é agora caçador de Dragões.
O virya não deve deter-se em nenhum caminho de ilusão, não deve sentir medo, temor, não deve paralisar-se, ficar imóvel em um monarque (via, caminho) de seu tetrarque LABRELIX (tetra = quatro), representado pelas três opções ou caminhos que se representam nos caminhos trifurcados do Labirinto de Maya. O signo TIRODINGUIBURR ensina ao virya que na busca, opção e eleição, o guerreiro deve estar em ALERTA como um guerreiro na batalha, em perpétuo movimento, não deter-se jamais até encontrar a via conduzente à Praça Liberada, ao seu Oppidum interior. Esta ação de guerra, executada com rapidez, sem deter-se, evitará a intromissão do seu ser anímico ou sujeito consciente, de tal modo, que se si perde em um dos caminhos de Maya possa retornar sobre seus próprios passos, voltar sobre si mesmo e retomar o início. Os Livros de Cristal afirmam: o Eu verdadeiro é uma força noológica, VONTADE ABSOLUTA; e o Eu Infinito é VONTADE ABSOLUTA mais um poder noológico, VALOR INFINITO, força proveniente da verdade das runas não-criadas, do Eterno; ambas as qualidades são as armas do Virya Berserkr. O Eu do virya perdido, ao estar submerso na persona ou personalidade, em sua realidade psicológica, participando de seus conteúdos ontológicos, preso na diversidade de complexos inconscientes que o acondicionam animicamente, o Eu, esta força noológica, se perde, se dilui nos argumentos dos conteúdos ontológicos, nos sentidos anímicos que anima a vontade do virya. O virya perdido, preso e fagocitado na realidade de Maya, no Mundo da Dor, se perde no labirinto da existência terrena e se distancia do Paráclito, da Mística heróica que subjaz nesta força que participa do Eu Infinito, Mística noológica que não provêm do criado, mas sim do não-criado. Felipe Moyano (Nimrod de Rosário) afirma: “A Mística é uma estrutura morfológica continente cujo conteúdo ontológico, é um ser chamado carisma. E o carisma ou agente carismático, é a expressão do Paráclito ou Espírito Santo que, assim como Deus, o Espírito Santo é o próprio Deus, manifestado em um plano absolutamente transcendente ao plano imanente da matéria. O Paráclito por tanto não é passível de experiência ou apreensão no plano físico, e se sua expressão, o carisma, é perceptível para alguns homens isto é somente em virtude da recordação contida na Minne. O que significa falar de uma experiência individual dado que a Minne é algo pessoal, diferente de uma pessoa a outra. A “vinculação carismática” de mais de um homem, vários ou muitos é o mesmo, somente pode acontecer no marco de uma Mística”.

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Sentir a Mística é sentir o Vril no sangue; somente se sente a Mística se o virya purifica seu sangue astral, o que significa sentir uma nostalgia de algo perdido. O virya que sente em seu sangue esta nostalgia volta a recordar, adquire um Carisma, uma força noológica que lhe permite voltar a vincular seu Eu verdadeiro com a Mística heróica proveniente do Paráclito. O virya, afirmado na Mística Hiperbórea, sente a força que emana ou provém do Carisma heróico que caí da Mística do Paráclito, força noológica que aporta a seu Eu, VONTADE ABSOLUTA e VALOR INFINITO para alcançar a VITÓRIA. A Mística do Paráclito proveniente do não-criado emana do PÓLO INFINITO, seu Carisma é a graça divina que sempre guia o Eu do virya desperto pelos monarques do tetrarque LABRELIX, caminhos que tem situados sobre os mesmos, os Símbolos Eternos Hiperbóreos, evitando os monarques do tetrarque que subjazem sobre os mesmos, os símbolos sagrados da Sinarquia Universal. Mística que lhe permitirá resignar o terrível poder de Maya. O virya deve dominar regiamente seu sujeito consciente, destruir definitivamente as linguagens psicológicas; Semânticas que afirmam em sua estrutura cultural e racional a Ética psicológica da Fraternidade Branca de Chang Shambalá. Esta semântica o obriga a pensar como um homem pasú, a viver ao modo de vida de um virya perdido, enrolado nos argumentos culturais da vida ordinária, perdido nos paraísos sagrados ou lúdicos dos degradados e obscuros labirintos de Maya. O virya, nestas circunstâncias, se guia pela orientação estratégica; se esta é forte, o Tempo e o Espaço do Labirinto se faz relativo, a Origem se situa longe ou perto, de acordo à atitude estratégica, a qual está determinada pelo grau de VALOR e de HONRA do virya desperto. Se a orientação estratégica é débil, o virya perde VALOR, se distancia da Mística e do Paráclito, seu Eu verdadeiro se desliga de seu Eu Infinito, portanto, do Selbst, perdendo de vista as treze runas arquetípicas e as três runas não-criadas. Se a orientação estratégica é forte, sua VONTADE é ABSOLUTA e seu VALOR é INFINITO. O virya Guerreiro Sábio passará pelos mil véus de Maya, os limites do labirinto, fazendo possível o retorno à Origem em uma só ação de valor, de heroísmo. Sentindo o fogo frio em seu sangue, a Mística do Paráclito orientará e assistirá ao Virya Berserkr em sua busca, opção e eleição, sua vontade terá o aporte do Vril, força emanada das três runas não-criadas. Com o poder do VRIL e TIRODINGUIBURR, ele encontrará a força que lhe permitirá resolver o Segredo do Labirinto e ingressar à ponte conduzente, à porta de ingresso do OPPIDUM INTERIOR e ao PONTO TAU, coluna noológica que lhe permitirá ascender por sua Torre, Escada Caracol, ao vértice do Ângulo Reto da Runa TIRODAL, situar o Eu no Eu Infinito e no SELBST, unindo sua Escada Infinita (Runa Tyr ascendente da TIRODAL) com a ponte infinita (Runa Tyr descendente da Runa Hagal) dos Siddhas de Agartha. O virya pode ascender, se tem o suficiente valor, à sua Segunda Iniciação Hiperbórea. Compreendendo o mistério de TIRODINGUIBURR, o virya faz inócuo o veneno serpentino, pode escapar do labirinto voando, dançando igual a PERDIZ, como uma ÁGUIA agarra a SERPENTE, brindando-lhe sua morte. O Virya Hiperbóreo, como um hoplita espartano, um legionário pretoriano, é um Guerreiro Berserkr, montado sobre seu PÉGASO ALADO, ultrapassando os mil véus de MAYA, os mil Mundos de Ilusão. Com as
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armas em suas mãos, resoluto, marchará rapidamente em busca de seus camaradas, camaradas que esperam por ele, e por sua libertação. O Pontífice Nimrod de Rosário instrui em seus Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea, a verdade Semântica das runas não-criadas, e na Estratégia da Casa de Tharsis, descreve o fio rúnico histórico que desencadeou as grandes histórias dos Guerreiros Hiperbóreos, Pontífices Máximos que construíram através dela, as mais brilhantes Estratégias de oposição ao Inimigo do Espírito, a Sinarquia Universal. Através destes textos e do segredo da Casa de Turdes se instrui, na práxis da Pontônica, a verdade noológica das runas não-criadas e da Swástica, mistérios que afirmam no virya a verdade metafísica da Runa TIRODAL DA VITÓRIA e dos Siddhas de Agartha. O virya, quando isolou o EU, ascende à Runa TIRODAL, cercando arquemonicamente, com as runas não-criadas TIRODAL e GIBUR, o sujeito anímico, a alma criada, o microcosmo; alcança a INDIVIDUALIZAÇÃO, ascende à visão gnóstica do Selbst e à Primeira Iniciação. Assim como o grande chefe da Raça Branca, WOTAN, autocrucificado na ÁRVORE DOS TORMENTOS, esteve NOVE NOITES PENDURADO, pendente naquela árvore, sem comer nem beber, para poder descer sobre sua obscuridade mais profunda e recuperar suas armas, as RUNAS NÃO-CRIADAS, assim como o Grande Ás deve ser o INICIADO HIPERBÓREO. Com o poder da TIRODINGUIBURR, o virya pode entender e compreender a Runa TIRODAL, e em pleno domínio dela, destruir o designado, o condicionado, quer dizer, a alma criada, e tomar posse absoluta de si mesmo para chegar à VITÓRIA. Por isto, o mistério do YOGA HIPERBÓREO, sua ciência noológica, é uma construção, um castelo amuralhado, arte iniciática que provém do INFINITO, sistema real hiperbóreo com o qual o Virya Iniciado pode construir rapidamente sua Torre (Escada Caracol), ascendendo à vivência espiritual do Selbst. Estrategicamente, o Yoga Hiperbóreo obriga sempre ao virya a estar em perpétuo MOVIMENTO (símbolo do CAVALO), penetrando no LABIRINTO EXTERIOR macrocósmico (análogo ao LABIRINTO INTERIOR), no VALPLADS, construindo no mesmo, SISTEMAS REAIS ARTIFICIAIS (Escada Caracol), ARQUÊMONAS HIPERBÓREAS, PRAÇAS LIBERADAS, PONTES, construções noológicas que permitem o vínculo carismático entre os viryas, e o desenvolvimento de um plano de uma Estratégia Psicossocial de libertação espiritual. Análogo ao labirinto exterior é o fato conduzente no LABIRINTO INTERIOR do Virya Berserkr. Nele se produz a descida do EU INFINITO, guiado por sua VONTADE noológica, ao inconsciente de seu ser microcósmico, gerando esta ação de guerra: a REVERSÃO GNÓSTICA. O EU VERDADEIRO, ao estar ORIENTADO E AFIRMADO NAS RUNAS NÃOCRIADAS E NO EU INFINITO, alcança seu fim, a conscientização de sua esfera de sombra, reduzir o inconsciente, plasmando em sua esfera de sombra com as runas nãocriadas, o Signo da Origem. O virya compreende seu labirinto interior, seu olhar se reflete no Signo da Origem. Esta ascensão/descida (mistério da Swástica e da Runa Hagal, representado no símbolo da TORRE, de verticalidade e do CAVALO, do movimento) tem
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como consumação a REVERSÃO GNÓSTICA, ciência do Yoga Ocidental que tem um só fim: dominar as estruturas do INCONSCIENTE, resignar os desígnios, os condicionamentos anímicos impostos sobre o microcosmo pelo Demiurgo. Os SIDDHAS LEAIS nos assistem noologicamente, e neste KAIROS INICIÁTICO permitem ao VIRYA INICIADO HIPERBÓREO, dentro de seu OPPIDUM interior, em sua ARQUÊMONA ODAL, investir-se como CAVALEIRO BERSERKR. Pela graça do Paráclito e a Virgem de Agartha, o herói hiperbóreo é iniciado na Segunda Iniciação Hiperbórea, nos mistérios da Sagrada SWÁSTIKA, na ciência da Guerra Essencial e nas técnicas da práxis da Pontônica Hiperbórea. O virya que domina estas ciências recebe sua Segunda Iniciação Hiperbórea, é um Guerreiro do Eterno. A ação de guerra desenvolvida pelo Iniciado, seu valor e sua ousadia, ortoga ao virya em sua Segunda Iniciação Hiperbórea uma referência infinita da Origem. Isto lhe infunde uma quantia e um arrojo absoluto ao Cavaleiro Tirodal, valor necessário para ir à busca da libertação. O Virya Iniciado Hiperbóreo descobre seu Eu verdadeiro, e seu olhar reflete seu Espírito infinito, ação que lhe permite descer desde o não-criado, com vontade e valor heróico, sobre o criado, para tomar posse absoluta das estruturas psíquicas, e logo, em pleno domínio delas, resignar as energias vitais e astrais do microcosmo. Esta ação somente é possível porque neste kairos de VALOR e HONRA, ao Guerreiro e à Valquíria, os Siddhas de Agartha depositaram em suas mãos a ciência mágica do Yoga Hiperbóreo, eles podem dispor desta formidável ferramenta tática noológica para dominar desde o noológico a realidade ontológica do microcosmo. Mas o virya deve ter consciência o que se enfrenta, ele deve resignar os medos que estão dispostos em seu sujeito consciente, os quais, si se apoderam do EU, tratarão de desmitificar, degradar esta ciência mágica de libertação espiritual. O virya deve ter decisão absoluta, valor, e somente se alcança se compreende a Semântica noológica do Yoga Hiperbóreo. Se o virya tem um TENDÃO DE AQUILES, uma debilidade, relacionará este mistério a uma linguagem da Sinarquia Cultural, sobrepondo esta verdade metafísica dos Siddhas de Agartha a espaços de significação curvos, espiralados, cujos relevos culturais não manifestam estes espaços oblíquos, linguagens como poderia ser uma arte marcial, uma arte dramática, etc. etc.; projetando sobre este mistério um relevo cultural de características psicológicas lúdicas ou sacras. O camarada somente poderá assimilar este poder, se adota internamente uma Semântica noológica e afirma em seu sangue a Ética noológica, COLUNA TAU estruturada na práxis da Pontônica noológica, ciência da qual participa o Yoga Hiperbóreo. Se o Guerreiro Sábio tem o valor suficiente, o virya cerceará, destruirá o sentido psicológico, seu Tendão de Aquiles, o qual o registra aos contextos semânticos sacros ou lúdicos exteriores, modificando a verdade metafísica contida no Símbolo Eterno que se acha no Yoga Hiperbóreo. Esta ciência não é um jogo; por isto o virya que atue ludicamente, que a tome como um mero treinamento de ginástica ou uma formalidade ritual está sacralizando as runas não-criadas, projetando com seu sujeito consciente um esquema cultural, uma representação Semiótica psicológica, lúdica ou simplesmente dramática, sobre as runas não-criadas. Equivoca-se o que age desta maneira. Este juízo
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das três runas não-criadas e de sua sagrada ciência, jamais lhe permitirá compreender a verdade de sua runa, o não-criado que está nela, ou seja, o não-criado de si mesmo. Este fato é determinante, e se pode compreender estudando a situação dos viryas perdidos que se situam sobre estas técnicas sem compreender o poder que subjaz nelas; um exemplo disto são os neonazis ou hitleristas que equivocadamente são vítimas do mito, do poder das runas noológicas. Os Livros de Cristal de Agartha afirmam, e o confirma o Pontífice: se o virya não transcende os limites ontológicos e axiológicos do mito, restará estruturado em sua complexão argumental; determinado pelos limites axiológicos do Registro cultural do mito, e de seus símbolos sagrados. Assim seja um Símbolo Sagrado do Virya, este signo será um limite semiótico que o virya deverá transitar e superar (a Runa, a Swástica). Muitos viryas, por desconhecimento, adoram ou rendem cultos à seus símbolos sagrados, caindo no erro de sacralizar estes símbolos, restando presos no contexto argumental, axiológico de seus mitos; se bem que o Símbolo Sagrado do Virya é por si mesmo conduzente a uma via gnóstica, corre risco o virya de cair enganado nos múltiplos tapasignos culturais edificados sobre eles pela Sinarquia Mundial (a dupla Esvástica). Se o virya não transcende sua Semântica morfológica estruturada em sua Semiótica, jamais poderá transcender o Registro cultural do mito e compreender a verdade metafísica que sustenta aos mitos hiperbóreos (Swástica Hiperbórea).

Por de trás dos mitos hiperbóreos, se acha a verdade metafísica das runas não-criadas e do Signo da Origem, das Estratégias dos Siddhas de Agartha e do Mundo Real do Virya Berserkr.
O virya deve transpor o mito, se não o consegue, é preso pelos seus limites ontológicos; será confundido, fascinado pelo Registro cultural do mito, não podendo compreender sua verdade metafísica. O virya simplesmente age assim por medo, porque seu EU está preso no sujeito consciente, animando a realidade de sua Ética psicológica, participando da vida cálida, e por mais que se identifique com os mitos hiperbóreos, sua carência de vontade, e especificamente, sua falta de valor (recordemos que o VALOR participa do Eu Infinito, e o virya no geral, está situado em seu Eu verdadeiro, e do mesmo não participa o VALOR, porque esta é uma qualidade do Eu Infinito, não do Eu verdadeiro), não lhe permite transcender o mito e compreender sua verdade metafísica. Seu sujeito consciente se refugia, escondendo-se em MÁSCARAS culturais sacras ou lúdicas, disfarces de si mesmo que não lhe permite adquirir VALOR INFINITO, única condição que se requer incorporar ao Eu si se pretende compreender noologicamente os mitos e seus símbolos sagrados, mais ainda quando estes mitos participam as RUNAS NÃO-CRIADAS. Esta ação do virya, confundido em seu sujeito consciente, que tem seu Eu olhando a Origem, que tem vontade, mas que carece de valor, é um drama que ele deverá responder. A visão a partir do anímico do mais terrível dos Signos Eternos, o Signo da Origem, e das três runas não-criadas, pelo virya perdido, é um fato que desencadeia uma tensão dramática em seu interior que põe ao virya em uma situação limite. Tal posição determinará seu destino, situação que deverá resolver, não animicamente, senão com seu Eu verdadeiro; se é o sujeito anímico quem o resolve, perderá toda a possibilidade, mas se é o EU que percebe com o sangue o Signo da Origem, poderá ingressar a uma
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ARQUÊMONA ODAL e a uma via gnóstica hiperbórea. Ao ter o virya perdido a visão, sem compreensão noológica do Signo da Origem, e ao cair sobre suas estruturas orgânicas e psíquicas suas forças não-criadas, sem estar elas preparadas adequadamente para compreender e sentir em seu sangue suas verdades metafísicas, cedo ou tarde, distanciará ao virya de sua verdade não-criada. O virya que não purifique seu sangue, sua psique não suportará o poder do Vril, da Mística heróica que emana destas verdades nãocriadas, levando-o ao extravio e à confusão estratégica. Ainda devemos reconhecer que o virya neste estado, perdido pela falta de valor, sempre nesta situação, o sujeito consciente do pasú ou virya perdido tem em sua estrutura arquetípica uma ampla gama de tapasignos culturais (desígnios) que voltarão a registrá-lo em um arquétipo suporte, a religar a um símbolo sagrado da Sinarquia Mundial, à vida cálida da alma humana. Símbolos sagrados que o ligarão novamente ao macrocosmo, a seu coração cálido onde se aninham os Aspectos Amor, Beleza e Poder do Uno, de Maya, da Virgem da Dor, desígnios que permitirão que o virya, perdido e espantado pela percepção do Signo da Origem, possa reintegrar-se psiquicamente a seu microcosmo. O virya que não suporte a verdade dos Deuses de Agartha cairá nas mentiras que sustentam os argumentos arquetípicos dos Deuses Traidores, se estruturará definitivamente aos Planos dos Demônios da Matéria, se dissolverá sua vontade e valor na “paz e amor”, mas mentiras que predicam e sustentam os Sacerdotes Golen e a Sinarquia Mundial. Lamentavelmente, o virya, ao não ter seu sangue puro, jamais poderá suportar o olha do Signo da Origem e das três runas nãocriadas, perdendo totalmente a oportunidade de sua libertação. A Sabedoria Hiperbórea afirma: na PRIMEIRA INICIAÇÃO, o virya compreende a Semântica noológica, com ela isola o EU, constrói sua ARQUÊMONA ODAL, imortaliza o EU, mas ele não garante a total libertação. Somente existe LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL ABSOLUTA quando as estruturas de seu microcosmo, que estão sob os desígnios dos Arquétipos e bijas dispostos pelo UNO, estruturados em sua memória arquetípica, esfera de sombra, em cada órgão em particular e no organismo em geral, são extraídas do poder do macrocosmo. Na Primeira Iniciação, o virya tem seu EU isolado e adquire a imortalidade do Eu, mas não é dono absoluto de si mesmo, ainda seu microcosmo segue dependente, preso aos Arquétipos macrocósmicos vigentes no espaço-tempo TRANSCENDENTE DO DEMIURGO. O virya, para libertar-se definitivamente dos enganos de Maya, para alcançar a eternidade do Eu, deverá completar sua Segunda Iniciação Hiperbórea; o virya alcança a imortalidade do Eu, mas deve reduzir a distância que separa o Eu verdadeiro do Selbst, da Eternidade. Para isto, deverá executar uma ação total de guerra sobre si mesmo, ação que consiste em dominar totalmente as estruturas dos centros anímicos que afirmam a Ética psicológica no microcosmo, conteúdos inconscientes em suas energias astrais, vitais e psíquicas. A Segunda Iniciação Hiperbórea afirma definitivamente a eternidade do EU no Selbst, e assevera no Virya Berserkr, Vontade absoluta, um Valor infinito. Na Segunda Iniciação, o virya transmuta sua Semântica em uma Ética noológica heróica, sua Vontade absoluta afirmada em uma runa limitante, protetora, se transforma em PURO VALOR

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INFINITO, condição necessária para transformar sua runa limitante TIRODAL, na runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA. Por isto, o Yoga Hiperbóreo propõe ao virya que ascenda a sua arquêmona ODAL, se arme, se invista como CAVALEIRO TIRODAL, para logo realizar a segunda ação iniciática, ato de guerra sobre si mesmo, que lhe permite na reversão gnóstica hiperbórea, tomar posse definitivo de seu MICROCOSMO, transmutar seu corpo em matéria Vraja, tema tratado no próximo capítulo. Compreendendo este mistério iniciático, vamos revisar o compreendido. Para alcançar tal propósito, a SABEDORIA HIPERBÓREA, propõe ao Iniciado virya desperto: primeiro, adquirir a compreensão gnóstica da Sabedoria Hiperbórea através do estudo dos Fundamentos Hiperbóreos de Nimrod de Rosário. Segundo, desenvolver sua “Graça Luciférica”, Mística que se alcança com a Ética noológica, ciência que se plasma com o domínio da Sabedoria Hiperbórea. Terceiro, a Ética noológica lhe permitirá dominar as runas não-criadas, e o virya desperto em posse delas, ascende à Pontônica e ao Yoga Marcial Hiperbóreo, ciência que lhe permite ascender rapidamente, heroicamente ao domínio de seu microcosmo e de seu sujeito anímico. O virya deve despertar, e para isto, deve construir com o princípio do cerco e do Ângulo Reto contidos na Runa TIRODAL, sua PREPARAÇÃO GUERREIRA; preparação que lhe permitirá desenvolver as faculdades e os poderes necessários para derrotar aos Demônios do Labirinto. Esta ação deve ser realizada rapidamente (mistério da Perdiz); o virya deve acionar com as técnicas do Yoga Hiperbóreo, estas armas RÚNICAS dotarão sua vontade de um Valor infinito para poder propiciar em sua Segunda Iniciação a reversão gnóstica, ciência guerreira que lhe permite ser de Gelo e de Fogo. Para tal fim, o Virya Berserkr, com valor e decisão, deverá resolver o enigma de Jano, O MISTÉRIO DO LABIRINTO INTERIOR; se resolve este enigma, o virya é de Pedra, porta em si mesmo o poder do Gelo e do Fogo. Nesta ação estratégica, deverá atravessar a FENESTRA INFERNALIS, ingressar (atravessar a porta do Inferno e sair do Mundo de Ilusão, ingressando de costas ao ângulo Reto da arquêmona TIRODAL e situando-se no PONTO TAU) pelo vértice do ângulo Reto a protetora runa limitante ODAL, e neste espaço interior, buscar apoiar-se na coluna de sua Vontade absoluta representada no PONTO TAU. O Iniciado, cercado dentro da Runa Odal, chega ao PONTO TAU; com o Eu isolado e cercado sente seu Carisma e a Mística do Kairos Iniciático, adquire seu Eu os êxtases místicos aportados pelas treze runas, êxtases rúnicos que lhe faz duro como a pedra, é Vontade absoluta, recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea.

O virya desperto, de coração de Gelo, é VONTADE ABSOLUTA; de sangue de Fogo, é VALOR INFINITO.
Seu Eu, na arquêmona interior, em seu Oppidum, dentro de sua construção noológica, é dono de seu tempo, seu Eu desperto é um sujeito atemporal; pois, se bem que seu microcosmo está dentro do tempo transcendente, seu Eu verdadeiro é livre da imanência (tempo imanente) dos argumentos culturais da Sinarquia Mundial. O virya
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alcança isolar seu Eu verdadeiro do macrocosmo, do ser, Consciência tempo transcendente do Demiurgo; alcança extrair seu Eu espiritual do ser temporal de seu sujeito consciente, faculdade noológica que lhe ortoga a máxima orientação gnóstica. O Virya Iniciado Hiperbóreo compreende a verdade de seu Espírito, e dentro dos limites da Runa Odal, ele é invencível, indestrutível. O virya descobre seu Eu verdadeiro, e pode compreender as ações de guerra que deverá executar para vincular-se carismaticamente com seu Eu Infinito e o Selbst, para alcançar sua total liberdade espiritual.

No cerco arquemonizado ODAL, o Virya Iniciado Tirodal se orienta, pelo êxtase rúnico das treze runas arquetípicas, os êntases rúnicos das três RUNAS ETERNAS, à Mística heróica emanada do Paráclito que sustentam os Siddhas de Agartha.
Em sua ARQUÊMONA ODAL, afirmado no PONTO TAU, coluna interior (Irminsul interior), o Eu do virya é Vontade absoluta, obtém pela graça de seu Espírito, excelência noológica. Isto o prepara para receber a força do Paráclito, graça que lhe permite compreender a ação de guerra que deverá executar se pretende ascender ao SELBST e à máxima orientação estratégica. O virya, neste instante absoluto, afirmado no PONTO TAU (êntase onde o Eu é uma coluna noológica, Vontade absoluta), vislumbra o vértice de um ângulo reto da Runa Odal, compreende em seu sangue gnosticamente a verdade eterna de si mesmo. O virya com sua semântica e sua excelência noológica, visualiza o abismo (labirinto) aterrorizador que o separa da Origem, vislumbra dentro da Runa Odal a porta ao caminho conduzente à Runa Tyr, runa que se complementa, unificando-se interiormente, com a Runa Odal, formando a runa não-criada do Kairos Iniciático, a Runa TIRODAL. O virya compreende por sua honra e Graça Luciférica que pode e deve abrir uma porta no vértice do Ângulo Reto da Runa Odal da TIRODAL, e ascender a um ponto conduzente que se afirma na Runa Tyr complemento da Runa Sagrada TIRODAL. Ele percebe noologicamente que por trás desta porta se acha o ponto conduzente da Runa Tyr, ponte que implica um risco, mas que é o único caminho à libertação. O virya vislumbra um raio de luz não-criado que descende da Runa Tyr, raio que porta um trovão, Canto orientador que o põe em ALERTA, e lhe adverte do valor que necessitará ter sobre seu Eu verdadeiro para sua libertação. A Runa Tyr da TIRODAL (ascendente dos viryas e descendente dos Siddhas) se complementa formando a runa não-criada HAGAL (TIRODALHAGAL) que se projeta neste KAIROS, confirmando o olhar orientador dos SIDDHAS DE AGARTHA. De tal modo, que a Runa Tyr, componente da Runa TIRODAL, se transforma, ao unificar-se o vértice da Runa Tyr da TIRODAL (a TIRODAL se transforma nesta ação de guerra, na runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA) e o vértice da TYR da não-criada runa HAGAL, na TIRODALHAGAL dos Siddhas de Agartha. Esta unificação das duas TYR no OCTÁGONO CENTRO TAU da Runa TIRODALHAGAL é a ponte noológica, a via conduzente (Escada Caracol do virya unificada com a Escada Infinita dos Siddhas) à
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Origem. Ponte que se estende sobre o Labirinto de Maya, ponte não-criada que permite atravessar o abismo aterrorizador, o espaço que separa o criado do não-criado, ao Eu do Eterno. O virya desperto, no PONTO TAU da TIRODAL, compreende o mistério da Runa Hagal, o virya vê o Plano, intui a ação que deverá realizar se pretende ascender à ponte conduzente da Runa Tyr da guerreira TIRODAL DA VITÓRIA. Para isto, tem que reverterse de máximo VALOR, e ao mesmo se ascende, com a compreensão das três runas nãocriadas através da práxis do YOGA HIPERBÓREO. O Guerreiro Iniciado Hiperbóreo, desde sua Runa Odal, compreende que deve TRANSITAR o caminho INFINITO, sabe que deve sair do PONTO TAU e através do Mistério do Ângulo Reto ascender ao vértice ODAL da runa limitante e protetora TIRODAL. Este ato de vontade e de puro valor transforma à runa protetora TIRODAL na conduzente TIRODAL DA VITÓRIA. Ao abrir a porta, ingressar e subir pela Escada Caracol ao ponto ou via conduzente TYR, da agora TIRODAL DA VITÓRIA, o virya ingressa a um corredor gnóstico que o transporta ao SELBST; no mesmo, fundamenta-se seu Eu Infinito. O Virya Iniciado Hiperbóreo sente em seu sangue seu EU INFINITO; o Eu verdadeiro, Vontade absoluta, percorre heroicamente a distância que o separa do Selbst e se vincula com seu Eu Infinito; o virya sente em seu sangue um VALOR INFINITO, incorpora o Vril. Como Cavaleiro Tirodal, toma suas armas não-criadas, se transmuta em um Virya Berserkr, ascende vitoriosamente ao Selbst e a Escada Infinita que o situará no centro não-criado OCTÁGONO TAU da não-criada runa HAGAL (difere o PONTO TAU do CENTRO TAU; o primeiro se situa na ODAL, reside no criado, e o CENTRO TAU na HAGAL, no não-criado). A Runa Tyr ascendente dos Viryas Berserkr e a Runa Tyr conduzente, descendente, Raio Venusiano dos Siddhas de Agartha, a união entre elas no OCTÁGONO CENTRO TAU, formam a runa OCTÁGONO TAU HAGAL. NO OCTÁGONO TAU HAGAL, O VIRYA BERSERKR SE TRANSMUTA EM ESPÍRITO-ESFERA, EM SIDDHA BERSERKR, ALCANÇANDO SUA LIBERTAÇÃO. O VIRYA DESPERTA AO DESPERTAR. É VALOR INFINITO.

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O VIRYA BERSERKR INGRESSA A TIRODALHAGAL. ASCENDE AO OCTÁGONO TAU DA não-criada runa HAGAL. É UM VIRYA BERSERKR E ALCANÇA SUA SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA. O VIRYA ADQUIRE O VALOR PARA FAZER REALIDADE SUA REVERSÃO GNÓSTICA, SER UM SIDDHA BERSERKR, UM TULKU, PONTÍFICE MÁXIMO HIPERBÓREO. Neste KAIROS DE GUERRA E DE VALOR, OS SIDDHAS projetam o mistério das runas não-criadas através da runa TIRODAL e da Runa Hagal; elas nos transmitem todo o poder e sabedoria que estão contidos nos Livros de Cristal de Agartha. Agora o virya compreende a ação a executar para receber a Segunda Iniciação. Se for realmente um herói, valente entre os valentes, talvez tenha o poder para enfrentar sua Iniciação Berserkr, e poder converter-se na Terceira Iniciação em um Siddha Berserkr. O OCTÁGONO TAU É O CENTRO ESTRATÉGICO HAGAL QUE DEVERÁ ALCANÇAR O VIRYA BERSERKR PARA CONSEGUIR SUA SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA, INICIAÇÃO QUE TRANSMUTA SUA VONTADE EM PURO VALOR. O virya Iniciado Hiperbóreo é VONTADE E VALOR ABSOLUTO, pode agora apoderar-se definitivamente do SELBST e regressar a ORIGEM; mas para isto, o virya deverá transitar desde o criado ao não-criado, romper definitivamente com as algemas que o tem atado ao MUNDO DA DOR. O Virya Iniciado Berserkr pode optar por sua libertação total na Origem ou por sua reversão gnóstica, que é a ciência que lhe permite ser de Gelo e de Fogo, resistir no mundo e cumprir com a missão que lhe assinalaram os Siddhas de Agartha. Na reversão gnóstica cai, como um raio de luz não-criada, sobre as estruturas do ser anímico dos sujeitos racional, cultural e consciente que compõem a alma do
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microcosmo. O virya se desloca taticamente sobre seus labirintos psicológicos, pelas estruturas arquetípicas de seu sujeito consciente, movendo-se com a máxima orientação estratégica, plasma nas energias psíquicas as RUNAS NÃO-CRIADAS; elas deixarão cair sobre os chakras superiores o poder do VRIL. No Vril atuam as runas, elas afirmam sua máxima orientação absoluta; sua vontade adquire o VALOR necessário para destruir, resignar os bijas de sua memória arquetípica, das estruturas criadas, de sua Ética psicológica, apoderando-se definitivamente o EU ETERNO de sua libertação, revertendo e liberando o NÃO-CRIADO DO CRIADO. Este processo do despertar permite concretizar a libertação do EU na forma inversa ao proposto pela ciência sinarca, de acordo às pautas estratégicas contidas no YOGA HIPERBÓREO. A SABEDORIA HIPERBÓREA propõe ao virya neste Kairos poder atuar decididamente sobre as estruturas anímicas do microcosmo; para isto, nos proporciona a práxis da Pontônica noológica contida na ciência mágica do YOGA HIPERBÓREO, técnicas guerreiras hiperbóreas com as quais o virya poderá romper com os desígnios macrocósmicos que determinam seu microcosmo. Esta técnica de libertação constrói seu desenvolvimento inversamente ao yoga sinárquico. O Guerreiro Sábio parte inicialmente desde o ESPIRITUAL, com sua VONTADE, e sob a guia de um VIRYA INICIADO NESTA ARTE HIPERBÓREA. O virya atua magicamente, com o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS e de seu VRIL, realiza a operação gnóstica que lhe permite primeiro, isolar o Eu (Primeira Iniciação Hiperbórea) e segundo, ascender às suas armas, as runas não-criadas, situando-se no Eu Infinito e no Selbst. O virya ascende a sua Segunda Iniciação Hiperbórea, tem o poder em suas mãos das runas não-criadas; com elas pode RESIGNAR, DESTRUIR os bijas e as mandalas, os desígnios ônticos estruturados nos chakras pela VOX do Demiurgo, ascendendo à Segunda Iniciação Hiperbórea. Para isto, o virya, com a precisão de um cirurgião, deverá executar cada TÉCNICA RÚNICA HIPERBÓREA corretamente, de acordo ao instruído pelo INICIADO ou PONTÍFICE HIPERBÓREO. O Guerreiro Sábio deve compreender especificamente as diferenças essenciais entre as treze runas arquetípicas e as três runas não-criadas. A estas diferenças o virya as distingue em sua Segunda Iniciação, quando o Virya Berserkr, Guerreiro Sábio, há DESPERTADO AO DESPERTAR. Estas capacidades espirituais lhe permitem distinguir definitivamente a seus aliados e inimigos, tanto no racial, no cultural, como no espiritual. O Guerreiro Sábio iniciado na Semântica noológica da gnose hiperbórea adquire sabedoria e compreende perfeitamente que as trezes runas arquetípicas mais as três runas não-criadas, suas Éticas noológicas, atuam protegendo, fortalecendo ao guerreiro, são forças mágicas protetoras de seu Eu Infinito. As treze runas arquetípicas tem um poder em si mesmas, permitem ao virya desperto isolar o Eu, cercá-lo, amuralhá-lo dentro da Runa Odal, o dotam das armas para acometer contra a SERPENTE, ação de guerra que busca cortar as cabeças dos inimigos que se interpõem no caminho de sua libertação. As treze runas arquetípicas, sua
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Semântica noológica, a Semiótica depositada em seus signos ou grafias, coincidem carismaticamente com estados interiores, onde cada uma delas possui uma significação axiológica no marco da Ética Hiperbórea. Outra compreensão se desenvolve com respeito as três runas não-criadas, nestas se institui uma Semântica noológica (transpõe a Semiótica) dentro de uma Ética noológica guerreira, a qual coincide carismaticamente com a Pontônica noológica e um Kairos Iniciático dos Siddhas de Agartha. A Sabedoria Hiperbórea afirma: as treze runas arquetípicas estão incrustadas no labirinto como entes infinitos, indicando o caminho, o movimento gnóstico que deve realizar o virya para ascender a sua máxima orientação estratégica, perspectiva espacial oblíqua que permite ao Eu ter a visão do Selbst e das três runas não-criadas. O Signo da Origem e as três runas não-criadas se percebem através do êntase rúnico e do Vril; somente se ascende aos mesmos, quando o virya compreende as trezes runas arquetípicas e suas sete vias gnósticas mais uma de libertação. As treze runas arquetípicas permanecem dentro da realidade, estão situadas como faróis de luz não-criada orientando ao virya no LABIRINTO EXTERIOR, enquanto as TRÊS RUNAS NÃO-CRIADAS transcendem os limites axiológicos do labirinto exterior, elas estão situadas fora do tempo, são atemporais, participam do Infinito, é um raio de luz não-criada proveniente mais além de Vênus, estão sustentadas pelos Siddhas de Agartha, seu poder provém da ORIGEM. Estas três runas não-criadas se manifestaram e manifestam sempre na História, no marco transcendental de uma ação de guerra, uma Estratégia Racial ou Psicossocial dos Siddhas de Agartha. Atuam sobre a consciência coletiva, sobre a raça, o Espírito racial ou nacional. Elas geraram no mundo o aparecimento de fatos históricos, políticos e sociais, fenômenos culturais, espirituais hiperbóreos, onde estas três runas não-criadas se manifestaram através das treze runas arquetípicas, criando com elas as vias gnósticas hiperbóreas, Estratégias de libertação espiritual. A estas runas não-criadas, o Virya Guerreiro Sábio, as percebe sempre no marco de um Kairos Iniciático coletivo ou racial, onde a premissa Ética fundamental na qual se afirma o virya é o viril, heróica e guerreira. As runas aparecem no mundo em um Kairos Iniciático, ação de guerra que permite unir a ponte infinita, a Estratégia dos Viryas Berserkr, com o olhar estratégico dos Siddhas Leais, afirmar um Mundo Real onde seja real a libertação espiritual de uma raça. Quando elas se manifestam, geram, produzem um aceleramento das macroestruturas, instituem a modificação radical da História, gerando a partição do tempo, a emergência do não-criado no criado. Estas runas não-criadas são CONDUZENTES, modificadoras, transmutadoras do ser individual e da consciência racial, ativam os Arquétipos que coincidem com seus poderem no mundo, utilizando seu espaço-tempo, introduzindo, nos mesmos, suas faculdades noológicas, poderes com os quais se modifica a realidade arquetípica dos espaços de significação. Onde elas atuam se elimina o Signo da Dor, introduzindo no mundo a visão do Signo da Origem e do GRAL. As runas são indeterminadas pelo infinito atual, cada uma tem sua própria linguagem; no mundo criado, as runas são as forças que desencadeiam no virya o poder que o transmuta em um Guerreiro Construtor, forças que se representam nos símbolos do Escudo e da Espada. Estas runas de proteção são as forças que dotam ao Eu verdadeiro
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do poder proveniente do Eu Infinito, e das armas com as quais poderá descer nas obscuridades mais profundas de si mesmo, ingressar ao inconsciente, à esfera de sombra, e resignar a quadrangularidade ontológica, afirmando nela a angularidade rúnica. Ao ingressar com as runas não-criadas, e desintegrar a esfera de sombra cortando-lhe a cabeça da serpente (desígnio serpente), a espada e o escudo se transformam em tridente e lança; o virya, caçador de serpentes, adquire os poderes do Virya Berserkr, caçador de Dragões. O virya, ao desintegrar o labirinto interior e esclarecer sua esfera de sombra, ao emergir à esfera de luz é pura luz não-criada, sua VONTADE ABSOLUTA é Gelo/Pedra e seu VALOR INFINITO é Pedra/Fogo, poderes com os quais o Virya Berserkr pode ir atrás do Dragão e destruir o labirinto exterior (desígnio caracol). As armas protetoras (escudo e espada) se transformam em armas conduzentes (tridente e lança) com as quais se pode destruir a quadrangularidade ontológica e afirmar a angularidade noológica da Runa Odal. As runas são as forças que nos permitem conscientizar a esfera de sombra, destruir as obscuridades mais profundas de si mesmo, iluminando os caminhos do terror do labirinto interior, quer dizer, com as runas não-criadas se elimina o inconsciente animal, o ser pasú. Com as runas não-criadas e suas forças noológicas, o Eu é vontade e valor, supera o maior terror, e com seu poder destrói a esfera de sombra, se desloca a esfera de luz e afirma a Runa TIRODAL DA VITÓRIA; como Guerreiro Berserkr, tem o poder para ascender por sua escada ao OCTÁGONO TAU HAGAL, ao SELBST e a esfera Ehre. Os Siddhas de Agartha afirmam sua assistência ao Homem Runa desde o nãocriado, manifestando suas vontades absolutas através da Runa Hagal, estrela Vênus que sempre está fixa no firmamento indicando o caminho, o caminho de retorno à Origem. Da vontade dos Senhores de Vênus se manifesta a Runa Sieg, raio verde de luz não-criada, que vai do não-criado ao criado rasgando os mil véus de Maya; assim, desce a Runa Sieg à ordem criada como raio de luz que se solidifica em uma pedra verde, que tem inscrita sobre ela a Runa Tyr. Os Viryas Guerreiros Sábios devem olhar Vênus (Runa Hagal) e capturar a pedra verde (Runa Sieg), apoderar-se da espada sábia incrustada em sua entranha (Runa Tyr). Com o poder da Runa Tyr, se arma o Virya Berserkr como um Guerreiro Construtor, e com sua espada talha a pedra verde, construindo nela a Escada Caracol e Infinita por onde ascenderão à Origem os Viryas Berserkr. A runa determina a individualização absoluta do Virya Berserkr, e o virya na Pontônica é Verdade absoluta de sua runa não-criada, verdade que revela ao Eu o real de si mesmo. O virya Berserkr Cavaleiro Tirodal é um ser guerreiro que não teme nada e nem ninguém; o Guerreiro Sábio na Pontônica Hiperbórea é um runa, é um Homem Runa. As runas não-criadas, em um Kairos de guerra (existem kairos diversos; este Kairos é de guerra e valor), instituem a emergência da Swástica Hiperbórea na superestrutura cultural macrocósmica; em seu arado universal, este símbolo não-criado produz uma ACELERAÇÃO DAS MACROESTRUTURAS E DO TEMPO TRANSCENDENTE, ação centrífuga que impulsiona os Arquétipos às enteléquias, ação centrípeta que abre no tempo transcendente do Demiurgo uma fenda, introduzindo através dela um espaço-tempo rúnico atemporal, permitindo aos viryas deste kairos a visão do SIGNO DA ORIGEM e de
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sua Mística guerreira. Ações que permitem isolar, cercar um espaço de significação noológica dentro dos espaços demiúrgicos, criarem uma ponte livre dos desígnios macrocósmicos e do poder dos Arquétipos macrocósmicos do Demiurgo (mistério estudado no livro segundo “Dos Livros de Cristal de Agartha e sua Sabedoria Hiperbórea”, contido no tema: A Swástica e a aceleração das macroestruturas), afirmando nesta ponte o poder das trezes runas e das vias gnósticas hiperbóreas. Estas runas arquetípicas e suas vias gnósticas têm sempre sobre si mesmas, sobre sua Semiótica noológica, às runas conduzentes não-criadas, Runa Hagal, Runa Sieg e Runa Tyr. Runas emanadas do SIGNO da ORIGEM, runas não-criadas dos Siddhas de Agartha que alteram o tempo e aceleram o giro dextrógiro e levógiro, criando uma fenda e ingressando pela mesma, um espaço de significação noológico por onde desce as treze runas e as runas não-criadas, projetando o Mundo Real dos Siddhas de Agartha; ação de guerra que modifica os Arquétipos psicóideos, desencadeando as sete vias gnósticas mais uma de libertação espiritual. Estas três runas não-criadas partem o tempo, descem as treze runas arquetípicas; elas geram as condições estratégicas (fenômenos psicossociais, culturais, políticos, místico-filosóficos) que preparam um espaço VITAL dentro das macroestruturas, por onde se desencadeará finalmente o PODER DAS RUNAS NÃO-CRIADAS E DO SIGNO DA ORIGEM, poder que afirma a ação dos Pontífices Máximos Hiperbóreos (Messias Imperial) e a guerra total ao Demiurgo O Uno e a Sinarquia Universal. Estas runas não-criadas portam um segredo que somente compreendem os viryas quando recebem a Segunda Iniciação Hiperbórea e se transformam em Viryas BERSERKR, segredo que se baseia na distorção do espaço, na intersecção de planos e no domínio do tempo. Daremos uma definição segundo a Sabedoria Hiperbórea: a projeção exterior do Símbolo da Origem é o misterioso Signo da Origem, do qual se deriva por deformação e mutilação, entre outros, a Swástica Hiperbórea. O SÍMBOLO DA ORIGEM é sustentado pelos Siddhas de Agartha, dele se deriva o SIGNO DA ORIGEM; sua manifestação, a SWÁSTICA, produz a aceleração das macroestruturas, giros levógiros e dextrógiros do espaço-tempo, permitindo que se desencadeiem as três runas nãocriadas e as treze runas arquetípicas. O produto desta ação é a mutação de uma raça e a libertação espiritual, racial, do povo ou nação que está sob a Mística de seu kairos (na quarta parte do Yoga Hiperbóreo: “As Três Cabeças do Dragão” desenvolveremos este mistério). A compreensão profunda que ortoga a Segunda Iniciação Hiperbórea, prepara ao guerreiro (agora sábio) para compreender a Ética noológica Hiperbórea e o inicia na arte da guerra. Ética guerreira que se estrutura sobre valores axiológicos que contém significações qualitativas muito oblíquas. Estes valores têm edificado sobre si mesmo uma ação de guerra cuja finalidade é esfriar o coração, matar o ser animal racional, ao pasú interior. A compreensão da Sabedoria Hiperbórea, de seus Fundamentos, nos transmuta interiormente, libertando-nos das Éticas psicológicas e de suas morais convencionais. O virya, com a Ética noológica destrói as linguagens edificadas na Semântica psicológica (própria do pasú e do virya adormecido), língua que é o fundamento estrutural da memória arquetípica ou razão. A razão, sua Semiótica contida na memória arquetípica, se baseia
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em desígnios ontológicos estruturados nos bijas e Arquétipos na quadratura da esfera de sombra, determinados pelo desígnio caracol. Na esfera de sombra, estes desígnios são representados no sujeito racional e sujeito cultural por signos matemáticos e grafema (números e letras), pelos modelos das linguagens culturais representados pelo desígnio serpente. Em resumo, a memória arquetípica está formada pelos números (os 10 Arquétipos macrocósmicos) e letras (os 50 bijas), signos componentes de todas as linguagens da Kalachakra. Mais além de seus relevos culturais emergentes, invariavelmente se baseia na repetição constante do mesmo; mais além de suas significações culturais, ele se repete infinitamente. Por isto, é importante modificar a Semântica psicológica própria do pasú, suas linguagens arquetípicas jamais permitirão que o virya desperte, se oriente a uma Ética noológica. O estudo da Sabedoria Hiperbórea permitirá ao guerreiro resignar a Semântica psicológica e a Ética psicológica, e incorporar uma linguagem não arquetípica, uma Semântica noológica baseada nas runas nãocriadas, significações não arquetípicas que permitirá pensar como um Virya Berserkr. Linguagem que deve estruturar o Eu sobre o sujeito consciente, com o qual se resignam os Arquétipos sustentadores dos mitos e fantasias (estruturas arquetípicas do inconsciente) que sustentam o modo de vida do homem adormecido, a Ética psicológica do pasú. O virya, com o poder da Semântica noológica, com a GNOSE que ortoga a Sabedoria Hiperbórea, descobre seu Eu verdadeiro e ascende à Ética noológica, se transmuta em um guerreiro, um soldado do eterno, vive ao modo de vida estratégico de um Virya Berserkr, alerta e desperto ao despertar. O homem buscador eterno da verdade é um soldado do Espírito, guerreiro amante de seu sangue e solo, de sua pátria que o viu nascer, anseia ver a verdade e exercer com ela a justiça. Seu solo desperta em seu sangue uma nostalgia de uma Pátria Original, de um passado onde o solo refletia o Infinito e seu sangue a Origem. Este homem desperto se reencontrou com seu solo e sangue, percebe neles o reflexo do Signo da Origem, descobre com seu Espírito determinados símbolos infinitos (manifestações criadas das runas não-criadas e das treze runas, como são determinadas geografias, OPPIDUM naturais, objetos culturais) que ortogam ao Eu a máxima ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA que o situa e o orienta ao SELBST. Com seu Eu Eterno dentro de sua ARQUÊMONA ODAL, o virya afirma definitivamente a Ética noológica, incorpora em seu Espírito para sempre o Signo da Origem, o que verdadeiramente ele é, um Virya Berserkr. Na Segunda Iniciação Hiperbórea (ação que desenvolveremos no próximo capítulo), o virya se converte, se transmuta em um homem verdadeiro, guerreiro absoluto livre de todo medo e temor, compreende nesta ação de guerra a Verdade absoluta de si mesmo e o mistério de SUA LIBERTAÇÃO, ascende DESPERTO AO DESPERTAR. Ser sério nesta vida é de um Guerreiro Berserkr. O homem comum, ordinário, como o ser coletivista e gregário que é, está totalmente adormecido, perdido, e longe de seu Eu verdadeiro, mais ainda de seu Eu Infinito. Por isto, o virya unicamente em sua Segunda Iniciação, superou a Semântica psicológica, edificou uma Semântica noológica com a qual pode entender, escutar em seu sangue o Canto dos Siddhas Leais, compreender o poder das TRÊS
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RUNAS NÃO-CRIADAS. As runas não-criadas e a Semântica noológica plasmam em seu Espírito a Ética noológica, esta lhe dota de um Valor infinito com o qual o virya constrói sua Escada Caracol, ascendendo a seu EU INFINITO, ao SELBST, sofrendo uma mutação para um Virya Berserkr decidido a batalhar contra o Dragão. As runas não-criadas desencadeiam o Vril, este pode dota ao virya das capacidades noológicas que lhe permitem suportar tudo, vencer a dor, o temor, o medo anímico; estas debilidades da alma criada já não formam mais parte de seu ser, o virya é só VALOR e HONRA. As runas não-criadas plasmam na VONTADE do virya um VALOR INFINITO, uma ação de oposição estratégica onde o Eu verdadeiro incorpora em seu sangue a Mística heróica de seu EU INFINITO. O Virya Berserkr situado no Selbst empreenderá uma ação total de guerra, a REVERSÃO GNÓSTICA, ação que lhe permite neste mundo atuar contra o macrocosmo, os Demônios do Labirinto e o Demiurgo, opondo-se como um Guerreiro Sábio, duro e firme às ações da “Fraternidade Branca Universal” dos Siddhas de Chang Shambalá, seguindo as indicações dos Siddhas de Agartha. O virya que se decide tomar suas armas e marchar ao combate total contra o criador de sua alma criada, e criador do mundo criado, consegue a Segunda Iniciação Hiperbórea. A Sabedoria Hiperbórea propõe para concretizar a Segunda Iniciação, uma ação de guerra total contra as forças do KALY YUGA e a LOJA BRANCA; nesta ação está a MÁXIMA HONRA. Nesta Segunda Iniciação, o virya deve ser um guerreiro de Kristos-Lúcifer, de Apolo, de Wotan, e para isto, deve ter VALOR ABSOLUTO para aprender a dar MORTE A SUA PRÓPRIA MORTE, DAR MORTE À SERPENTE E AO DRAGÃO. “O VIRYA QUE VENCE O MEDO E O TEMOR, É VONTADE E VALOR, COMPREENDE A MORTE, E É ETERNAMENTE LIVRE NA ORIGEM MAIS ALÉM DA MORTE.”

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SEGUNDA PARTE: VALOR
A ÉTICA NOOLÓGICA DO YOGA RÚNICO HIPERBÓREO
A SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA NA PRIMEIRA INICIAÇÃO, O VIRYA ASCENDE AO SEU EU VERDADEIRO E COMPREENDE SEU LABIRINTO INTERIOR. NA SEGUNDA INICIAÇÃO, O VIRYA DESPERTO, DESPERTA AO DESPERTAR E DESENVOLVE SUA FACULDADE DE ANAMNESE, SABER QUE O ARMA CAVALEIRO TIRODAL, UM VIRYA BERSERKR, PODER COM O QUAL PODE DESINTEGRAR A ILUSÃO DO LABIRINTO EXTERIOR. O Iniciado Hiperbóreo ascende à Segunda Iniciação se transforma com sua Semântica noológica, a Ética psicológica em pura Ética noológica, adquirindo as qualidades gnósticas do Guerreiro Sábio Hiperbóreo.

Na Segunda Iniciação Hiperbórea a Vontade absoluta se converte em puro Valor infinito.
O virya compreende semanticamente a Sabedoria, estrategicamente adquire a Ética noológica, ação que lhe permite desenvolver as qualidades próprias do Virya Berserkr. Qualidades que são imprescindíveis para poder ascender, com a Ética noológica, à Pontônica noológica do YOGA HIPERBÓREO. Na Segunda Iniciação Hiperbórea, a Vontade absoluta se transforma em puro Valor infinito; e o virya marcha armado como Cavaleiro, Guerreiro Sábio, para a sua libertação. Instrui-se e prepara para enfrentar em um combate final às obscuras forças do Kaly Yuga. Para a Sabedoria Hiperbórea, o virya é iniciado na Segunda Iniciação Hiperbórea quando coincide sua Vontade absoluta com o Centro Carismático, o Mundo Real dos Siddhas de Agartha. O Centro Carismático se desenvolve quando um virya é designado pelos Siddhas Leais como o Vínculo Carismático, e é iniciado nos sagrados mistérios dos Livros de Cristal de Agartha. O virya que é eleito deve ser digno da maior honra. Reunir em si mesmo as maiores qualidades noológicas, seu sangue possuir o mais alto grau de pureza, vontade e o valor para levar a cabo a missão que o darão os Siddhas de Agartha. Esta condição ÉTICA se estabelece unicamente quando um virya sente em seu sangue o chamado dos Siddhas Leais, e se orienta carismaticamente ao verbo não-criado dos camaradas de Agartha. Com o Vínculo Carismático (primeiro entre iguais), com sua vontade e valor, tem em suas mãos o poder para concretizar as metas e os IDEAIS propostos pelos Siddhas Leais, e transmiti-lo ao conjunto de todos os viryas despertos que coincidem estrategicamente com a Mística do Vínculo Carismático. A conjunção de vários viryas despertos gera um poder de Vontades absolutas que faz possível a visão da runa ASSINALADA no KAIROS INICIÁTICO. Runa que neste Kairos participa da sagrada TIRODAL e sua não-criada TIRODAL DA VITÓRIA. Esta coincidência carismaticamente se dá em forma sincrônica em um KAIROS DE GUERRA E HONRA entre os Siddhas de Agartha, o Pontífice (Nimrod de Rosário) e um
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conjunto de viryas despertos que está sob a Mística da Virgem de Agartha. Nesta ação, os viryas (hoje de todo o mundo) coordenam com o Vínculo Carismático uma Estratégia de ação psicossocial, cujo objetivo ou meta está determinado pelo Kairos de honra: resistir e combater ao inimigo, representado pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, a Fraternidade Branca e sua Sinarquia Mundial. Para que esta ação de guerra seja realidade, o virya deve conseguir esgrimir sobre si mesmo a máxima pureza em seu sangue astral e possuir excelência noológica. Estas qualidades propõem a prática do Yoga Hiperbóreo, elas se manifestam quando os viryas despertos estão constelizados ou inspirados por uma RUNA NÃO-CRIADA. Os viryas, pela graça de suas Vontades absolutas, orientadas para o infinito, criam uma dupla construção: um Oppidum interior ODAL e uma Praça exterior TIRODAL. Esta dupla construção metafísica se unifica em uma ESCADA CARACOL, sistema real que permite obter a máxima Verticalidade noológica, elevação que lhe possibilita ter uma perspectiva OBLÍQUA (internamente, o Eu situado no Oppidum, está elevado sobre o sujeito consciente, obtém uma visão total do sujeito anímico) de todo o labirinto. Elevação interior do Eu por sobre as estruturas anímicas, e exterior representada no CENTRO CARISMÁTICO, E SUA PRAÇA LIBERADA, Castrum cercado do tempo do macrocosmo, o qual permite e consolida o olhar dos Siddhas Leais. Neste Kairos, o olhar dos Siddhas Leais e o valor dos viryas despertos que coincidem nesta Estratégia, transforma a runa limitante TIRODAL na runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA, emergindo o Signo da Origem e a Swástica, e nela se manifesta a presença da Runa Hagal dos Siddhas de Agartha. O INICIADO HIPERBÓREO EM PRESENTE COMPREENSIVO pode comprovar que ao longo da História os contextos culturais hiperbóreos sempre estiveram regidos por uma runa não-criada específica. Quando nos referimos a uma runa determinada, a Sabedoria Hiperbórea afirma: todo processo histórico onde triunfou o régio, o aristocrático, a Mística guerreira, o mistério do Sangue e do Solo, a cultura do Espírito, este e está sustentado por uma runa não-criada e o SIGNO DA ORIGEM. Se analisarmos nossa História, comprovaremos que mais além do que foi projetado pela Sinarquia Mundial sobre os fenômenos culturais das civilizações hiperbóreas, criticando, defenestrando estas brilhantes culturas do Pacto de Sangue, sempre é possível apreciar nelas a ação do Símbolo da Origem. Devemos compreender o que se entende por uma RUNA NÃO-CRIADA, porque alguns viryas sofrem a degradação histórica que realizou a Sinarquia Mundial sobre este mistério, e por isto, padecem de um DALTONISMO GNOSEOLÓGICO. Estes viryas caem na crença equivocada de que uma runa se deve perceber morfologicamente, semioticamente, como um signo ou símbolo. Esta percepção que se localiza no sujeito consciente, jamais permitirá ao virya ver a verdade metafísica que se encontra mais além da estrutura Semântica e Semiótica de uma runa não-criada. Todas as runas são nãocriadas, são manifestações noológicas espirituais dos Deuses de Agartha, é parte essencial de uma Mística transcendente que provem do não-criado, e que no criado se traduz semanticamente em uma linguagem hiperbórea. Por isto, neste ponto estudaremos a Ética noológica.
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Nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário, se acha a máxima compreensão Semântica e Semiótica das runas não-criadas, mas somente se ascende a esta verdade na Pontônica Hiperbórea, Iniciação Rúnica que nos permite traduzir a runa na Ética noológica. Tendo em conta esta afirmação, o virya deve compreender que de acordo ao marco estratégico no qual tiveram que atuar as runas não-criadas, elas se estruturaram no mundo em diferentes Éticas, mas sempre dentro do régio, do nobre e do aristocrático. Estas Éticas noológicas sempre se manifestaram através de diferentes vias gnósticas, mas quando sua ação estratégica esteve marcada pelas três runas não-criadas, a orientadora Runa Hagal, a poderosa Runa Sieg e a força da runa da guerra TYR, sua ação se desencadeava através das outras artes coletivas psicossociais hiperbóreas de mutação racial: a Política, a Arquitetura e a Guerra. Para demonstrá-las tomemos um exemplo: o marco histórico da HÉLADE, da Grécia JÕNICA E DÓRICA, o contexto estratégico se estabeleceu dentro de um cerco Ético espiritual, onde as runas atuantes, suas significações noológicas se estruturaram em duas linguagens que fundamentaram a história desses povos e das culturas hiperbóreas. Nestas Estratégias, os Siddhas de Agartha projetaram com estas Raças Hiperbóreas duas artes mágicas, nas quais plasmaram o SIGNO DA ORIGEM e as runas não-criadas. As mesmas consistiam na arte da PEDRA TALHADA e no segredo de forjar ARMAS DE GUERRA. Estas Estratégias desencadearam por sua vez duas grandes Estratégias no fim da Idade do Bronze e início da Idade do Ferro. A arte de forjar ARMAS DE GUERRA (Runa Tyr) permitiu desencadear uma Ética guerreira, viril e heróica com a qual se teve total domínio da ARTE DA GUERRA, Artes guerreiras que conseguiram sua máxima excelência na Idade Antiga, na ESPARTA DÓRICA e na ROMA IMPERIAL. Dele nasce a linguagem épica e heróica, o qual instituiu uma Ética aristocrática cavaleiresca e heróica dentro da Idade Antiga, que se transladou a todas as culturas hiperbóreas do Pacto de Sangue na Idade Média, Moderna e Contemporânea. Os mitos hiperbóreos que vêm com estas raças (mitologia GrecoRomana, posteriormente mitologia germana) portando esta Ética, foram as bases das culturas do Pacto de Sangue e da Muralha Atlante-mediterrânea. Estratégia que teve seu ápice heróico com o retorno de Navutan na Segunda Guerra Mundial. Esta arte iniciática teve seu início na história épica narrada na Ilíada e na Odisséia do poeta Homero, no mistério da Guerra de TRÓIA, sistema real artificial, Escada Infinita que permitiu a descida dos Siddhas de Agartha e a guerra total contra os povos do Pacto Cultural. Devemos esclarecer que a Ilíada e a Odisséia, onde se narram a guerra de Tróia e as aventuras de Odisseu (Ulisses) para retornar a sua pátria, mitos épicos descritos por Homero, são relatos poéticos que em seus contextos históricos se acham os Registros culturais que nos permitem compreender noologicamente o mistério da Atlântida. Quer dizer, estes poemas são um Símbolo Eterno, suas estruturas morfológicas têm incorporadas em suas narrativas as três runas não-criadas e o Signo da Origem. O virya Iniciado duas vezes, Guerreiro Berserkr, com sua faculdade de anamnese pode abrir estes Registros culturais, este mistério. Podem compreender na narrativa da guerra de Tróia a existência de significações muito oblíquas, espaços que lhe permitirão transitar desta história à compreensão gnóstica da guerra que gerou a divisão entre os Deuses e o afundamento da Atlântida.
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Os Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea explicam: existindo dois sistemas reais de igual contexto arquetípico histórico, neste caso duas histórias bélicas, mas além das diferenças cronológicas existentes em seus espaços de significação, existe um nexo axial, um núcleo transitivo, uma ponte dimensional que permite ao virya passar, cruzar espacialmente de um Registro cultural a outro, de uma história à outra, seja fisicamente (construindo um sistema real, uma Escada Caracol) ou com a INTELECÇÃO NOOLÓGICA de sua FACULDADE DE ANAMNESE. Quer dizer, na Ilíada e na Odisséia se pode ver em seus argumentos narrativos, especificamente nas significações mais oblíquas, o que ocorreu e ocasionou a guerra entre os Deuses que culminou com o afundamento da Atlântida. De tal maneira que o Virya Iniciado Hiperbóreo tem o poder para passar por estes contextos históricos, ingressando pelo Sistema Real Emergente, neste caso a Guerra de Tróia, e transladar-se por um nexo conectivo, ponto noológico, ao Sistema Real Referente, neste caso a guerra que deu fim a Atlântida, podendo abrir este segundo contexto histórico (Registro cultural) e compreender toda a verdade histórica do Registro cultural e dos fatos históricos. É importante para o Virya Iniciado Hiperbóreo entender que a Ilíada e a Odisséia são poemas épicos construídos sobre a runa SWÁSTICA, são um Sistema Real Artificial HIPERBÓREO, desencadeado na História Antiga pelos Siddhas de Agartha, e responde às táticas de OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA desenvolvidas na Idade Antiga. Sua estrutura contextual tem incorporados princípios noológicos onde se podem perceber as verdades hiperbóreas baseadas nas técnicas do PRINCÍPIO DO CERCO E DA MURALHA. Nestas significações mais significativas do argumento narrativo da Ilíada e da Odisséia, se acham os símbolos sagrados hiperbóreos, símbolos que nos transmitem todo um poder metafísico que se estrutura na ÉTICA HERÓICA plasmada neste Registro histórico. A partir desta história narrada pelo poeta Homero, se estruturou uma Ética noológica guerreira e heróica em todas as raças do PACTO DE SANGUE dos Siddhas de Agartha, Ética guerreira que mudaria para sempre a História. Sobre ela se educou toda uma Época de Ouro, onde prevaleceu nas culturas do Pacto de Sangue a Ética heróica, instituída pelo combate homérico. Os líderes se regiam pela Lealdade, Honra, Valor e Heroísmo. Exatamente igual aconteceu com o aparecimento da Estratégia construtiva da arte da PEDRA TALHADA, ciência estruturada pelos Siddhas de Agartha que deu início ao aparecimento da Arquitetura clássica, CIÊNCIA LÍTICA DOS DEUSES que sustentam na runa HAGAL. Suas técnicas construtivas estão baseadas nas runas não-criadas, na Arquitetura hiperbórea das Proporções Eternas, sabedoria entregue pelos SIDDHAS LEAIS às raças brancas indo-germânicas. Estas construções portam suas estruturas a excelência noológica dos Sábios Construtores Hiperbóreos, eles incrustaram nestas arquiteturas o SIGNO DA ORIGEM e uma imagem do GRAL. Os templos gregos são construções que nos permitem transitar a um passado onde o mistério da vida se edificava sobre a excelência Ética; sua arquitetura se baseava em uma ciência eterna, ORIENTAVAM ESTRATEGICAMENTE AO VIRYA À ORIGEM. Os templos gregos e romanos eram sistemas reais, Escadas Caracol que se unificaram com a Escada Infinita dos Deuses Olímpicos, criando uma PONTE METAFÍSICA por onde se manifestavam o

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SIGNO DA ORIGEM e as TRÊS RUNAS NÃO-CRIADAS, construções hiperbóreas que afirmavam o MUNDO REAL dos Siddhas de Agartha. Todos os viryas, ao ver estas duas artes (BÉLICO E LÍTICO HIPERBÓREO) plasmadas no mundo pelos Deuses de Agartha, podem por INDUÇÃO NOOLÓGICA

voltar a recordar, ver fora, nestes entes gravados no Signo da Origem, afirmando dentro
o que está fora; esta é a finalidade que cumprem estas artes, sistemas reais Hiperbóreos, construções que permitem ao virya despertar e voltar a recordar a Origem eterna do Espírito Não-Criado. O mistério da Pedra Talhada e o segredo de forjar Armas de Guerra dos Siddhas de Agartha nos permitem escutar e compreender a Língua dos Pássaros (Runa Sieg). Seu Canto orientador permite aos Viryas Berserkr desenvolver neste Kairos as Estratégias Hiperbóreas que afirmem no mundo o Signo da Origem e o Símbolo Sagrado do Virya. Os Siddhas de Agartha sempre estão presentes, e suas táticas de guerra marcaram uma história que nos permite compreender o verbo dos Siddhas de Agartha. Os Pontífices Máximos em suas ações de guerra ergueram Estratégias baseadas nas Vias Gnósticas Hiperbóreas, linguagens guerreiras, heróicas e viris que afirmam a Ética noológica do CAVALEIRO e da DAMA HIPERBÓREA. O Virya Berserkr, com sua faculdade de anamnese e seu Valor infinito, tem o poder que lhe permite transladar-se aos Registros culturais históricos onde as arquiteturas portavam um significado oculto, mágico, que se achava, por exemplo, nas construções Megalíticas da Idade da Pedra ou do Bronze; ou histórias como a guerra de Tróia que nos leva a compreensão da Ética heróica que portavam os guerreiros espartanos e troianos da Idade Antiga. O virya Iniciado Hiperbóreo que desenvolveu sua faculdade de anamnese, tem em suas mãos as armas para romper com os tapasignos culturais que se acham nestes registros históricos. O Guerreiro Sábio Hiperbóreo têm as capacidades gnósticas com as quais se podem ver e compreender estas Estratégias Hiperbóreas. Estas qualidades noológicas se adquirem na Segunda Iniciação Hiperbórea, nela, o virya compreende o FIO RÚNICO com o qual se constroem estas duas grandes Estratégicas Hiperbóreas. O Virya Iniciado Hiperbóreo pode viajar fisicamente ou noologicamente sobre os Registros culturais, e compreender a verdade que se acha disposta no segredo da Pedra Talhada, origem da Arquitetura clássica, e na fabricação de Armas de Guerra, origem das artes guerreiras. Nomeamos estes dois Registros históricos, porque eles modificaram para sempre as realidades culturais e espirituais dos povos hiperbóreos das Estratégias do PACTO DE SANGUE. Estas duas artes, sustentadas pelo Signo da Origem, mudariam para sempre a História da Humanidade. Primeiro, as Raças Hiperbóreas resistiriam eternamente ante os povos do Pacto Cultural, e segundo, fazendo recuperado o Signo da Origem e as runas, estas raças se manifestariam em toda a História através das Estratégias Hiperbóreas. As Éticas régias, aristocráticas dos povos das raças indo-germânicas ou indo-européias sustentaram durante toda a História a via gnóstica rúnica de OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA.
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Estudo que analisamos profundamente no texto dos Livros de Cristal de Agartha, a Sabedoria Hiperbórea. Técnicas construtivas e bélicas que permitiram instruir aos viryas na arte da construção de Oppidum exteriores em forma de templos hiperbóreos, e táticas de guerra com as quais os guerreiros do Pacto de sangue conquistaram toda a Europa. A ÉTICA NOOLÓGICA restabelece a função régia, guerreira, e sua Pontônica, a construção de sistemas reais, Escadas Caracol, PONTES metafísicas que unificam os vínculos carismáticos entre os Guerreiros Sábios e os Deuses Leais através do Signo da Origem e da Runa Hagal. A Runa Hagal confirma o Pacto de Sangue e Honra entre os viryas e os Deuses; com ela se manifesta a dupla Sieg, Escada Infinita, emanando do raio VERDE de luz nãocriada a guerreira Runa Tyr. É neste Kairos Hiperbóreo onde os viryas escutam o chamado dos Deuses, o Canto dos Siddhas Leais, e se ORIENTAM ESTRATEGICAMENTE À ORIGEM. Eles recitam sua proposta estratégica de libertação espiritual, nos instruem, nos orientam em sua Ética noológica, a qual nos transporta à Pontônica noológica da Sabedoria Hiperbórea, à suas SETE VIAS GNÓSTICAS MAIS UMA DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. Neste Kairos, um conjunto de viryas carismaticamente orientados ouvirá o chamado dos Deuses, poderão escutar suas Místicas e compreenderão a missão encomendada. Esta ação afirma o despertar ao despertar nos viryas, os quais recebem dos Deuses (por seus méritos) a ciência das runas não-criadas. Neste Pacto de Honra e de Lealdade é quando os Siddhas Leais entregam as runas aos viryas despertos, afirmando neste ato nesta Estratégia, o Mundo Real dos Siddhas de Agartha. A runa protetora ODAL (a ODAL se constrói com a dupla SIEG), a conduzente Runa Tyr (com a dupla TYR se constrói a HAGAL) e a orientadora Runa Gibur (a GIBUR deriva da SWÁSTICA), são as armas do Cavaleiro Tirodal (com elas se constrói Tirodinguiburr), poderes que são sempre assinalados aos viryas, Heróis de Pedra, que pretendem retornar à PÁTRIA, Origem do seu Espírito Não-Criado. O Ponthos noológico se plasma, se afirma, quando o virya compreende o Signo da Origem e a ação da runa não-criada HAGAL, ortogada pelos Siddhas leais aos viryas despertos. Esta runa confirma o pacto de Sangue e Honra que se estabelece entre os Homens de Pedra e os Deuses de Agartha. Os Viryas Berserkr neste Pacto recebem em suas mãos a Runa Tyr (runa da arte da guerra) e a Runa Odal (runa da arte lítica, do cerco estratégico), ciência dos viryas despertos, e a Runa Gibur (runa da orientação estratégica); com elas se constrói a runa conduzente TIRODINGUIBURR. Estas runas não-criadas, manejadas conscientemente pelos viryas, Guerreiros Sábios Construtores, dentro de um Kairos Hiperbóreo, permitemlhes resolver o Mistério do LABIRINTO INTERIOR, ascendendo aos viryas à Primeira Iniciação. Com a Semântica noológica e o poder da TIRODINGUIBURR são resolvidos os enigmas do LABIRINTO EXTERIOR, seus caminhos de ilusão são destruídos, resignados, e com eles, o SIGNO DA DOR, ação que permite ao Iniciado Hiperbóreo ser mais forte que a morte e a dor. Livre do Signo da Dor, o virya compreende o Signo da Origem e a Runa Hagal, o mistério dos Siddhas de Agartha, vislumbra o engano edificado na realidade de Maya,
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estruturado na macroestrutura cultural do macrocosmo, no labirinto exterior. O Guerreiro Sábio Iniciado Hiperbóreo, em sua Primeira Iniciação vence o temor, o medo, é Vontade absoluta, resolve seu labirinto interior, afirma em seu Eu Eterno o Espírito da Ética noológica, adquire a vontade e o valor para ascender à Segunda Iniciação Hiperbórea, para enfrentar o labirinto exterior. Na Segunda Iniciação, os viryas, resolvendo os mistérios de Ariadna e de Jano, têm em suas mãos a ciência rúnica da ARTE LÍTICA com a qual podem construir PRAÇAS LIBERADAS e afirmar um CENTRO CARISMÁTICO. Análogo a isto, sincronicamente em seu interior, os viryas adquirem as capacidades gnósticas para a construção (sobre as bases do seu Eu verdadeiro) de uma ÉTICA NOOLÓGICA que substitui a Ética psicológica e sobre ela, constroem seu Oppidum interior ODAL. De tal maneira que a máxima ciência que inspiram os Siddhas Leais aos viryas despertos se instrui na arte de construção de Oppidum e Praças Liberadas, arte hiperbórea que permite reconstruir o PONTHOS NOOLÓGICO entre o não-criado dos Siddhas de Agartha e o cerco infinito, espaço isolado, amuralhado, em uma Praça Liberada pelos Viryas Iniciados Hiperbóreos. Desde suas Praças amuralhadas, os viryas cresceram historicamente no espaço vital e estabeleceram frentes de combate, retomando, sempre que o kairos se manifesta, a Guerra Essencial contra as forças obscuras do Kaly Yuga. Assim, sucessivamente na História, se foram manifestando contextos históricos hiperbóreos, suas Éticas noológicas se plasmaram dentro de uma ação estratégica determinada pelos Siddhas de Agartha e seus Pontífices Máximos. Éticas guerreiras contidas na linguagem que propunha as runas não-criadas; elas e suas místicas desenvolveram histórias épicas heróicas que desencadearam brilhantes Kairos Hiperbóreos em toda a História. A Sabedoria Hiperbórea sustenta que o direito a Segunda Iniciação Hiperbórea se ganha quando se cria um CENTRO CARISMÁTICO, uma Praça Liberada e se desenvolve uma ação total de guerra contra os povos do Pacto Cultural. Estas Estratégias dos Viryas Berserkr, em cada contexto histórico que se desenvolveram nas sucessivas Estratégias ao longo da História, cada fenômeno cultural régio hiperbóreo se edificou sobre uma estrutura Ética política, social e cultural, cuja finalidade essencial foi eliminar de seus espaços e tempos o Signo da Dor, afirmando em seu lugar o Signo da Origem e as Runas Eternas. Estratégias que guiaram aos Pontífices Máximos em suas ações de guerra, dotando-lhes de máxima ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA com a qual contra-atacaram as táticas destrutivas dos povos do Pacto Cultural e da Sinarquia Mundial. Estas Estratégias, desde o início da Guerra Essencial, sempre se atualizaram, concatenando uma com a outra, e em cada história de libertação sobre a runa atuante se constrói, se plasma a seguinte, de tal maneira que desde a descida da primeira runa nãocriada, o Símbolo da Origem, representado na Swástica, a partir dela, emergiu as trezes mais três runas eternas. Elas atuaram, implantaram em todos os ESQUEMAS HISTÓRICOS ou sistemas reais culturais, em todos os contextos históricos régios, épicos, heróicos, onde a Ética do Cavaleiro Aristocrático, guerreiro do Espírito, prevaleceu por sobre as morais monacais do Pacto Cultural. Desde o primeiro momento (tetrarque) em que se originou a descida das Raças Hiperbóreas ao criado, as runas sempre atuaram,
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foram o FIO RÚNICO com o qual se teceu a trama do tecido histórico que pode sustentar na História os Símbolos Eternos. Esta ação construtiva permitiu a descida do Senhor da Orientação Absoluta, o Galhardo Senhor da Guerra, Navutan. Com sua chegada se desencadeou o kairos dos nacionalismos do século XX e afirmou o mistério da Gnose Hiperbórea, segredo que foi revelado por Nimrod de Rosário nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea. Análogo a esta situação histórica dentro do marco de ação de uma Estratégia PSICOSSOCIAL, exatamente igual acontece no Espírito do virya, em seu MICROCOSMO. Em cada descida de um Guerreiro Hiperbóreo ao mundo de Maya, a esta ordem criada, o virya vai incorporando as RUNAS NÃO-CRIADAS EM SEU SER NOOLÓGICO. O Virya Iniciado Hiperbóreo, neste Kairos atual instituído pelos Siddhas de Agartha, tem em si mesmo A VISÃO das trezes mais três runas não-criadas; elas devem ser incorporadas em seu ser noológico. O guerreiro tem que ser, neste Kairos que anuncia o princípio do fim da História, como Wotan, ter a vontade, o valor e o arrojo para lançar-se à batalha e apoderar-se das runas não-criadas. Por isto, as Estratégias espirituais e culturais hiperbóreas no mundo, sempre foram ganhando espaço vital, porque em cada Estratégia Hiperbórea as runas se vão somando, concatenando, e com seu FIO RÚNICO se vai tecendo a TRAMA RÚNICA que ao longo da História permitiu ao virya compreender onde se encontra o inimigo e quem são os representantes dos poderes obscuros do Kaly Yuga, que neste mundo tratam por todos os meios possíveis de manter a humanidade inteira na dor, na miséria, na pobreza e na ignorância. O poder destas Estratégias dos Siddhas Leais foi crescendo sistematicamente nesta História. Por exemplo, vemos que desde o início da História, as runas estiveram presentes, sejam como ciência Hiperbórea de Libertação Espiritual ou como linguagens referentes, guias espirituais estruturados nas sete vias gnósticas. Linguagens culturais que em seus contextos se manifestou a trama rúnica dos Siddhas de Agartha, os Símbolos Eternos que permitiram retomar ao virya a orientação estratégica. Estas linguagens Hiperbóreas, estruturadas nas sete artes ou vias de libertação, permitem encurtar as distâncias entre o virya e a Origem, cercá-lo estrategicamente, situá-lo, aproximá-lo a um kairos no qual é possível compreender o Segredo do Labirinto e ascender à sua libertação espiritual. As runas não-criadas desde a primeira Estratégia Hiperbórea estiveram presentes, elas guiaram a ação de guerra dos Cro-magnons e dos povos do Pacto de Honra com os Atlantes Brancos. No princípio, o fio rúnico do kairos foi a MARCHA, uma busca, um movimento estratégico; posteriormente se afirmaram no mundo do Demiurgo, ampliando seu raio de ação de guerra. O fio rúnico foi tecendo uma trama rúnica, nesta trama se plasmaram as runas em Estratégias que permitiram a construção de CIDADES AMURALHADAS; logo se transformaram estas tramas no tecido rúnico que permitiram a construção de poderosas CIDADES-ESTADOS, poderosos reinos guerreiros, onde a Ética noológica era épica, heróica, régia e aristocrática. À medida que a guerra se fazia mais sangrenta, o poder das runas ia se entrelaçando, e o fio rúnico foi tecendo tramas que se ligaram entre si em um emaranhado rúnico; suas uniões constituíram o tecido rúnico que hoje portam em suas investiduras os Símbolos Eternos e as sete vias gnósticas
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hiperbóreas mais uma de libertação espiritual. Este tecido rúnico realizado pelos Siddhas de Agartha com as runas não-criadas, afirmou as Estratégias guerreiras que foram abarcando estrategicamente, à medida que a guerra se fazia mais sangrenta, um maior espaço vital, e a MARCHA se converteu em CIDADES AMURALHADAS, e estas CIDADES em ESTADOS, logo em REINOS, chegando a máxima construção com os IMPÉRIOS HIPERBÓREOS. A máxima manifestação desta Estratégia foi a ROMA IMPERIAL na Idade Antiga. Na Idade Média, se restabelece com o SACRO IMPÉRIO ROMANO-GERMÂNICO no ocidente e o Império de GENGIS KHAN OU MONGOL no Oriente. Assim sucessivamente, o fio rúnico se foi tecendo até chegar à idade Moderna e Contemporânea aos ESTADOS NACIONAIS e aos NACIONALISMOS HIPERBÓREOS. A Sabedoria Hiperbórea define: o virya ascende a um Kairos Iniciático quando seu modo de vida se rege pela VIA ESTRATÉGICA e pela ÉTICA NOOLÓGICA, isto afirma em sua conduta a Ética régia do Cavaleiro Aristocrático, do CAVALEIRO TIRODAL HIPERBÓREO. Com estas condições, si cumpridas internamente, os Cavaleiros Tirodal ascenderão à Ciência noológica da Sabedoria Hiperbórea, ciência que lhe permite construir Praças Liberadas, Castrum, no marco da Guerra Essencial. Esta ação exterior afirma no homem seu OPPIDUM INTERIOR e a compreensão do Signo da Origem. O virya desde seu Oppidum, revestido como Cavaleiro Tirodal, compreende o Símbolo da Origem e adquire a vontade e o valor para resignar o Signo da Dor, MATAR A MALDITA ILUSÃO DO LABIRINTO. Sua ferramenta é a GRAÇA LUFICÉRICA, poder que ingressa no virya quando se situa no EU INFINITO, na Verdade absoluta de si mesmo. Ele sente em seu sangue o FOGO FRIO que emana do VRIL, com o qual esfria, converte em pedra (gelo) seu coração. O virya Homem de Pedra propicia sua própria Guerra Essencial contra seu inimigo interior, sua alma, seu ser condicionado, a VOX do UNO dentro do microcosmo, e o inimigo do labirinto exterior, o macrocosmo. Se o virya tem Ética noológica, se tem em seu Espírito vontade, sentido de sacrifício, a capacidade para suportar a maior das dores, a força para dobrar seus desígnios, poderá sair das piores adversidades e derrotar sua alma, dobrar os limites ontológicos de seu microcosmo. O virya desperto se possui estas qualidades noológicas, têm Espírito, um Eu Eterno e o poder para triunfar, para ascender ao KAIROS INICIÁTICO QUE O TRANSMUTARÁ EM SIDDHA BERSERKR. Agora, o que se entende por Ética noológica a partir da perspectiva do Yoga Hiperbóreo? Indubitavelmente, quando estudamos a Semântica noológica para poder compreender desde o sujeito consciente a Semiótica que está construída sobre a morfologia arquetípica de uma runa, devemos apelar a Sintaxe lógica. Tema que estuda e desenvolve NIMROD de ROSÁRIO no TOMO VII “TIRODINGUIBURR: O SÓMBOLO SAGRADO DO VIRYA”, e que tem continuidade no tratado DOS LIVROS DE CRISTAL DE AGARTHA, especificamente no tema que estamos desenvolvendo, o YOGA HIPERBÓREO. Esta postura racional do virya perdido jamais lhe permite INFERIR NOOLÓGICAMENTE sua RUNA, simplesmente porque seu EU não tem a SUFICIENTE
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PUREZA ESPIRITUAL ao estar seu sujeito anímico CONTAMINADO pela ÉTICA PSICOLÓGICA, de tal maneira que a razão ainda participa da cálida vida burguesa que o aquece cotidianamente seu angustiado coração. Por isto, a Sabedoria Hiperbórea afirma: os guerreiros têm o direito a compreender as runas não-criadas, seja com a Semântica noológica Hiperbórea, o verbo sábio dos Viryas Berserkr ou, seja através da práxis da Pontônica noológica e sua ciência: o YOGA RÚNICO HIPERBÓREO. A este direito eterno se ascende se participam da ÉTICA NOOLÓGICA, se esta prevalece no interior do virya desperto, em seu ser, sobre a Ética psicológica. A ÉTICA NOOLÓGICA está sustentada pela VONTADE ABSOLUTA do EU VERDADEIRO, se desenvolve quando o virya ingressa à Runa Odal, quer dizer, provém, emana da Runa Odal (arquêmona ODAL); mas o VALOR INFINITO é a maior qualidade noológica, somente se adquire na Segunda Iniciação Hiperbórea. O Valor infinito provém das runas SIEG e TYR, e ao serem runas não-criadas que participam do NÃO-CRIADO, provém o Valor infinito do NÃO-CRIADO, do INFINITO, não participa esta qualidade do Eu verdadeiro, se não que do EU INFINITO. De tal maneira, que somente o virya situado em seu EU INFINITO incorpora em seu sangue a maior qualidade noológica que se desencadeia sobre o Iniciado Hiperbóreo, o VALOR INFINITO. Aqui subjaz o maior mistério, o VALOR INFINITO ingressa no sangue quando se incorporam as verdades nãocriadas das runas não-criadas TYR e SIEG, com as quais o Cavaleiro Tirodal sente emergir em seu sangue um poder proveniente deste Valor infinito, força noológica que a Sabedoria Hiperbórea denomina VRIL. Este poder é parte do EU INFINITO e reveste ao Guerreiro Sábio com a COURAÇA VRIL, armadura que portavam os guerreiros na Atlântida, que lhe ortoga o maior VALOR HERÓICO. A energia Vril provém do NÃOCRIADO, do EU INFINITO (análogo a esfera EHRE) do VIRYA DESPERTO; é uma força noológica com a qual se destrói o medo, o temor, e ortoga o poder às ENERGIAS VITAIS E PSÍQUICAS para poder executar DANÇAR AS RUNAS NOOLÓGICAS, técnicas contidas na ciência iniciática do YOGA MARCIAL HIPERBÓREO com as quais o virya é um Guerreiro do Eterno. Esta ciência noológica ortoga o poder ao virya da Couraça Vril e lhe dá o domínio da espada de Wotan e o tridente de Netuno (armas não-criadas), poder com o qual o Eu rompe a estrutura do sujeito cultural e consciente, a divide em duas, abrindo uma abertura por onde penetra o Raio de Vênus, luz não-criada que ilumina, esclarece a esfera de sombra do virya, o inconsciente. O VRIL aporta uma energia à força volitiva denominada VALOR. Podemos afirmar que o que é do VRIL É DO VALOR, e o que é do VALOR É DO VRIL. O VRIL afirma o VALOR, desencadeia no virya desperto um poder que o ingressa ao Oppidum interior Odal e arma ao Cavaleiro Tirodal, o transmuta em guerreiro sábio livre do medo e do temor, próprio do Eu psicológico. O guerreiro com estas armas não-criadas pode empreender o caminho à Segunda Iniciação Hiperbórea, iniciação que em forma particular permite-lhe manejar conscientemente as estruturas do microcosmo, do sujeito consciente, dominar a serpente; analogamente, junto a seus camaradas (iguais),
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desencadear uma ofensiva contra as estruturas do macrocosmo, contra o poder das forças obscuras do Demiurgo (o sujeito consciente no microcosmo é análogo ao Aspecto Consciência ou Poder do macrocosmo). OS SIDDHAS DE AGARTHA propõem: o virya deve adquirir EXCELÊNCIA NOOLÓGICA, para isto deve estar disciplinado, descontaminado dos agregados psicológicos, livre de seus sujeitos anímicos, e o domínio destas estruturas arquetípicas nos permitirá, na reversão gnóstica, apoderarmos do microcosmo. O virya, com seu EU cercado e em pleno domínio de suas energias vitais, psíquicas e astrais, é um Guerreiro Sábio, vence o Signo da Dor e se afirma no Signo da Origem. Em conjunção carismática e sincrônica com os viryas que coincidem com o CENTRO CARISMÁTICO (MUNDO REAL que afirmam neste Kairos os Siddhas de Agartha) neste KAIROS, empreenderão as ações de guerra pertinentes que lhes permitam pôr um limite às forças sinistras do Kaly Yuga. É importante compreender que se o virya não coincide com o CENTRO CARISMÁTICO do Kairos Iniciático, perderá orientação estratégica e deixará de divisar as runas não-criadas, com o qual não perceberá a Praça Liberada; a razão disto, é o medo e o temor, significa isto, estar CONTAMINADO pela ILUSÃO do mundo da DOR. A Sabedoria Hiperbórea afirma: a razão pela qual um virya não coincide com o Centro Carismático do Mundo Real dos Siddhas de Agartha, baseia-se na confusão estratégica que padece seu Eu perdido, extraviado nos conteúdos anímicos do sujeito consciente. Sua falta de valor se deve a perda de sua pureza espiritual, o qual o adormece nos encantos de Cirse, no “paraíso terreno”, distanciando ao Eu verdadeiro da VISÃO do SELBST e sem o Selbst, o Virya não possui o VRIL, não sente o OLHAR, o CANTO, o CLA-MORT que desde a ORIGEM lhe reclama o EU INFINITO. Por mais que se que se possua a ciência hiperbórea, o homem fora do KAIROS resta sozinho, e com o tempo, cedo ou tarde (se não é um Virya Berserkr) será preso pela Consciência imanente do tempo transcendente do Demiurgo. A diacronia do tempo transcendente, seu fluir na consciência do virya, dissolverá seu cerco Odal, e será capturado pela espiral de um labirinto cultural, será fagocitado pelos Arquétipos culturais da superestrutura cultural macrocósmica. O VIRYA, POR MAIS ESFORÇO VOLITIVO QUE REALIZE, SE ESTRUTURARÁ NAS ÉTICAS PSICOLÓGICAS LÚDICAS OU SACRALIZANTES, PELO COLETIVO, SEU TENDÃO DE AQUILES (SEGREDO DO ÂNGULO RETO) SERÁ ATRAVESSADO PELA FLECHA DO CUPIDO, DA DOR/AMOR QUE O AFIRMARÁ NOVAMENTE AO MUNDO, À VIDA CÁLIDA.

Se não tem seu Eu situado no Eu Infinito e no Selbst, não sentirá no SANGUE O VRIL, será novamente vítima do veneno da serpente ou da fome do Dragão.
Esta é uma realidade, o homem deve vincular-se carismaticamente com seus camaradas, sozinho dificilmente resistirá. Ele deve afirmar-se no KAIROS em seu Centro Carismático, se não suas colunas cairão, se desmoronarão. Os limites protetores do cerco
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ODAL deverão ser fortalecidos, o virya dentro do Kairos ganhará fortaleza, orientação estratégica, ela lhe permitirá encurtar as distâncias que o separam da ORIGEM. Se ele fica atrasado estrategicamente por falta de orientação, seu cerco amuralhado perderá o sentido retilíneo, verticalidade e suas quatro colunas cairão; portanto, os vértices dos ângulos retos perderão angularidade caindo no curvilíneo, no símbolo Sagrado do Pasú: A ESPIRAL. A Runa Odal perderá sua arquitetura noológica e o virya perderá a visão do Ângulo Reto, seu cerco ODAL se transformará novamente em um quadrado, cairá na quadrangularidade de sua esfera de sombra, será o Eu tomado novamente pelos Arquétipos do sujeito consciente. Sobre os limites retilíneos de seu cerco ODAL se irão edificando, elevando os sistemas reais culturais que irão lentamente minando sua Muralha Estratégica, afirmando os símbolos sagrados do pasú; a runa perderá sua conformação noológica e se deformará, virará uma ESPIRAL. A Ética noológica afirma e confirma a Runa Odal e o cerco TIRODAL, quando o guerreiro desafia e estabelece uma hostilidade essencial aos Demônios da Matéria, e os enfrenta em uma guerra sem quartel, a morte, onde o virya deve dar tudo, inclusive sua vida, porque está em jogo sua eternidade, sua libertação e a de seus camaradas. Os SIDDHAS DE AGARTHA incrustam as runas não-criadas nas artes maiores quando as mesmas se manifestam em um Kairos Iniciático, esta ação de guerra foi gerando fenômenos culturais que têm o poder de atuar contra as estruturas do pacto Cultural e do Kaly Yuga. O virya desperto pode distinguir na Arquitetura, na Política ou na arte da Guerra estes símbolos eternos hiperbóreos. Ver estas estruturas livres das premissas culturais do Eu psicológico, nos permite por indução noológica compreender, com o Eu verdadeiro, que em sua estética ou Ética brilha o Signo da Origem, poder que tem a faculdade orientadora. Sabedoria que potencializa no inconsciente coletivo da raça ou nação, em sua cultura particular, os signos e os símbolos eternos hiperbóreos. Signos que permitem ao virya dar-se conta, despertar ao despertar, conhecer o Signo da Dor e saber como liberá-lo para desraigá-lo definitivamente do SANGUE e do SOLO, de seu POVO, de sua NAÇÃO, de sua PÁTRIA. Assim como na Primeira Iniciação ele descobre a origem de seu Espírito NãoCriado, e compreende que ele não provém desta evolução grotesca, que ele não é esse primata pitecantropos, esse hominídeo evoluído, se não que é um Espírito Eterno em um microcosmo, assim na Segunda Iniciação ele deverá compreender que ele não está só, ele é parte de uma Estratégia de libertação psicossocial, de uma raça de Espíritos Hiperbóreos que desceram ao mundo como HOMENS DE PEDRA, para colocar fim ao Signo da Dor e combater aos Siddhas Traidores ao lado dos Siddhas de Agartha na Batalha Final. Na Segunda Iniciação, ele tem o valor para despertar ao despertar, reconhece as guerras que desde o início travaram no mundo seus camaradas de Agartha. Guerra da que ele é agora parte, que reconhece que está dentro e que se desencadeia fora, representada fora pela Estratégia que desenvolveram nas artes maiores hiperbóreas, artes que lhe abrem o inconsciente, lhe permitem RECORDAR A ORIGEM ETERNA DE SEU ESPÍRITO NÃO-CRIADO.
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A ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL, fundada por seu PONTÍFICE MÁXIMO NIMROD DE ROSÁRIO, hoje DE AMÉRICA E ESPANHA, propõe neste novo KAIROS anunciado pelos Siddhas de Agartha e pelo nosso camarada, sustentar até a morte a luta contra a Sinarquia Mundial e as sinistras forças do KALY YUGA. A mesma se vivencia internamente quando a Mística do Paráclito, fixa pela VIRGEM DE AGARTHA, toca nosso EU verdadeiro, nos comove e nos guia ao Espírito Eterno, à Verdade absoluta de si mesmo e a verdade não-criada da realidade infinita. O virya sob a Mística do Paráclito, protegido pelo poder da Runa Odal, se investe de cavaleiro Tirodal, e tem a responsabilidade de prosseguir com a Estratégia de guerra iniciada desde o princípio da História. Kairos Iniciático que agora está nas mãos estratégicas dos Viryas Berserkr de toda AMÉRICA E ESPANHA, e que depende do valor que em seu Espírito tenham os camaradas de todo o mundo. O VIRYA DESPERTO PODE, PELA GRAÇA ETERNA DE SUA VONTADE INFINITA, FAZER PROPÍCIA DENTRO DE SI MESMO A GALHARDA ÉTICA NOOLÓGICA. A PARTIR DELA, CONSTRUIR SEU OPPIDUM INTERIOR E PARTICIPAR JUNTO COM SEUS CAMARADAS NESTE KAIROS, NA CONSTRUÇÃO DE PRAÇAS LIBERADAS. A ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DE AMÉRICA E ESPANHA TEM O COMPROMISSO DE LEVAR A CABO ESTA MISSÃO, E NELA ESTÁ A VITÓRIA DESTE KAIROS DE HONRA. OS VIRYAS NOVOS DE AMÉRICA E ESPANHA, HOMENS DE PEDRA, DE VONTADE DE FOGO E CORAÇÃO DE GELO, DEVEM CONCRETIZAR ESTE OBJETIVO TRANSCENDENTAL PARA A ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DE TODOS OS CAMARADAS DO MUNDO. A SABEDORIA HIPERBÓREA NESTE KAIROS ORTOGA AOS GUERREIROS SÁBIOS O YOGA HIPERBÓREO, CIÊNCIA DOS SIDDHAS DE AGARTHA. ARTE TRANSCENDENTE QUE PERMITE AO VIRYA PLASMAR AS RUNAS NÃO-CRIADAS SOBRE SUA ÉTICA NOOLÓGICA. ARTE INICIÁTICA QUE TRANSMUTA AO VIRYA DESPERTO EM UM GUERREIRO BERSERKR, SITUANDO-O ESTRATEGICAMENTE NA REVERSÃO GNÓSTICA, ANTE A POSSIBILIDADE REAL DE TRANSMUTAR SEU CORPO EM MATÉRIA VRAJA. O YOGA HIPERBÓREO afirma: a Ética noológica está construída sobre a Honra e a Lealdade do virya, ele deve traduzir estes nobres conceitos sobre si mesmo, em VONTADE e VALOR, qualidades que se necessita para ajustar-se estritamente às normas Éticas que se exigem para alcançar a EXCELÊNCIA NOOLÓGICA no domínio do Yoga Hiperbóreo. Esta Arte Rúnica Hiperbórea afirma: unicamente os viryas que tem a suficiente DISCIPLINA, que realizem o melhor ESFORÇO e possuam a maior DUREZA, poderão alcançar a VONTADE e o VALOR que são imprescindíveis para chegar à VITÓRIA.

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A Segunda Iniciação se concretiza quando o Virya Iniciado Hiperbóreo transmuta sua VONTADE ABSOLUTA em puro VALOR INFINITO, o virya DESPERTA AO DESPERTAR.

A REVERSÃO GNÓSTICA DO VIRYA BERSERKR A reversão gnóstica é a reintegração do virya ao seu Espírito Eterno, regresso a seu ser noológico, ciência de libertação que o transmuta em um Espírito-esfera, em um Siddha Berserkr. Na reversão gnóstica do Yoga Hiperbóreo, o guerreiro afirmado no Eu Infinito retorna sobre si mesmo e corta a cabeça da serpente e do Dragão.

O virya caçador de serpentes se converte em um Deus caçador de Dragões.
A REVERSÃO GNÓSTICA HIPERBÓREA é a máxima ciência do Yoga Ocidental. Estudaremos tecnicamente sua ação estratégica, com esta ciência de libertação se alcança a liberdade total do Espírito Eterno aprisionado à ordem material.

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Quando se executa tal ação iniciática? O que desencadeia e permite a reversão gnóstica? Resposta: esta ação iniciática se desencadeia quando o virya se situa na Segunda Iniciação Gnóstica Hiperbórea, quer dizer, o virya deve ter recebido sua Primeira Iniciação Hiperbórea e marcha decididamente em busca de sua Segunda Iniciação. Esta ação o situa ante a possibilidade de gerar a reversão gnóstica. Mas devemos esclarecer que tal ação de guerra é totalmente estratégica, se realiza quando o Virya Iniciado Hiperbóreo decide combater com todo seu poder as tenebrosas forças do Kaly Yuga e sua Sinarquia Universal. Podemos afirmar que a reversão gnóstica é uma ação que se desencadeia durante a Segunda Iniciação Hiperbórea, é uma Estratégia que o virya pode optar nesta instância iniciática. O Eu verdadeiro se orienta com a sagrada TIRODINGUIBURR no labirinto interior, ingressa com a Estratégia do CERCO e o Segredo do ÂNGULO RETO à sua ARQUÊMONA ODAL, e incorpora em seu sangue os êxtases rúnicos das trezes runas arquetípicas. O virya se situa em seu Eu verdadeiro e se afirma em sua coluna no PONTO TAU de sua arquêmona ODAL, afirmado nesta coluna noológica se arma CAVALEIRO TIRODAL, recebe a Primeira Iniciação Hiperbórea. Dentro de seu cerco ODAL, se isola das estruturas de seus sujeitos anímicos de seu microcosmo, visualiza as runas nãocriadas HAGAL, TYR e SIEG, compreende a sagrada SWÁSTICA e o SIGNO DA ORIGEM. O Virya Iniciado Hiperbóreo está desperto, seu coração de gelo e seu sangue de fogo sentem o poder, as forças gnósticas provenientes das runas não-criadas, o VRIL, o FUROR BERSERKR, um VALOR INFINITO, ingressam em seu sangue e o dotam do maior poder, de ser um Virya Berserkr. O Vril é a fúria germânica, pretoriana, que o leva à busca do labirinto exterior, armado com o escudo de Atenas, a espada de Wotan e o tridente de Netuno, ingressa ao labirinto exterior para dar morte aos inimigos que evitam sua libertação; encontra o caminho (o monarque do tetrarque), a via conduzente que lhe permite transitar armado como Cavaleiro Tirodal ao labirinto exterior. Nesta ação de guerra total consegue despertar ao despertar, se vincula carismaticamente com seu Eu Infinito e o Selbst, concretiza sua ação de guerra e consegue a eternidade do Eu no Infinito. O Virya Berserkr situado no Selbst é Valor infinito, livre do labirinto visualiza a Origem, sente o chamado dos Siddhas de Agartha, sabe que o único verdadeiramente REAL para o virya é o mundo do Espírito, a Origem. Mas nesta situação, o virya deve decidir se opta por sua libertação definitiva na Origem, ou assume a responsabilidade de lutar neste mundo pela libertação de seus camaradas, missão que desencadeia a máxima HONRA. O virya com seu Eu afirmado no INFINITO, olhando a ORIGEM, para retornar afirmando sua reversão gnóstica com o poder das runas não-criadas, deve ingressar novamente (descer sobre sua esfera de sombra) a um MONARQUE LABRELIX para poder desintegrar a quadrangularidade ôntica de sua esfera de sombra. Deverá tomar uma decisão noológica: libertar-se ou gerar a REVERSÃO GNÓSTICA. Os Siddhas de Agartha aceitarão sua decisão de libertar-se e ser parte do exército furioso de Wotan, esperando em Agartha o fim da História, ou de retornar e produzir a reversão gnóstica, ciência com a qual ele se apoderará definitivamente das estruturas de seu microcosmo e poderá lutar
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com todo seu poder pela libertação de seus camaradas. Se o virya decide esta ação de guerra é heroísmo puro, e até seus camaradas desde a Origem lhe rendem honras a

seu puro valor.
O virya Cavaleiro Tirodal, decidido por esta ação de guerra, vai à busca de sua reversão gnóstica, guerra que empreende primeiro contra si mesmo, contra a serpente e logo contra o Dragão. Situado em seu Eu infinito, decidirá gerar a reversão gnóstica, ciência hiperbórea que lhe permite transmutar seu corpo em matéria VRAJA, apoderar-se definitivamente da imortalidade do microcosmo, transmutar com o VRIL sua matéria em VRAJA. Ele ganhou a eternidade do EU, pode ingressar nela, mas mediante a REVERSÃO GNÓSTICA ingressará com a imortalidade do microcosmo. A REVERSÃO GNÓSTICA é o poder que desencadeia o virya sobre si mesmo quando decide agir contra os inimigos da liberdade do Espírito, os amos do labirinto, os Siddhas Traidores; Estratégia necessária para resistir fisicamente aos ataques desencadearão contra o Cavaleiro Tirodal os inimigos armados no labirinto. A técnica gnóstica, sua prática, consiste em uma ação resignadora dos centros ônticos ou chakras do microcosmo, resignação total do desígnio serpente e o desígnio caracol. Indubitavelmente, esta ação se pode executar quando o virya isolou o Eu, e compreende noologicamente que pode apoderar-se de seu microcosmo, ascender fisicamente à ORIGEM; situação que o transmuta em um Siddha Berserkr. A Sabedoria Hiperbórea afirma: na Primeira Iniciação, o virya, com a Runa Gibur, dissolve a ilusão de seu labirinto interior, ingressa a ser cerco ODAL. Seu Eu verdadeiro, Vontade absoluta, estrategicamente situado em um espaço-tempo interior (castelo amuralhado), está livre das ingerências arquetípicas do sujeito consciente. Nesta ação o virya, por sua Graça Luciférica, resolver o Segredo do Labirinto interior e entende a mentira estruturada no labirinto exterior, visualiza o inimigo físico e metafísico do Espírito incrustados na realidade do labirinto (esfera de luz macrocósmica, superestrutura cultural macrocósmica), nos caminhos de Maya, representados pelos Siddhas Traidores e a Sinarquia Universal. Esta realidade é a distância que deverá percorrer, atravessar; ela está representada no LABIRINTO EXTERIOR, e nos inimigos armados por detrás do mesmo, os Siddhas Traidores. Eles são desmascarados, o virya, desperta ao despertar, compreende quem são seus inimigos e a quem deverá enfrentar na BATALHA FINAL. Estrategicamente o virya guiado pelo Canto dos Siddhas, cria uma ponte metafísica (sistema real, Escada Caracol e Escada Infinita) com o qual percorre o labirinto exterior (desenvolvimento que explicaremos detalhadamente no próximo capítulo), evitando com as técnicas secretas das runas não-criadas o enfrentamento com o labirinto e seus inimigos, e concretiza a unificação de seu Espírito no Selbst, recebe a Segunda Iniciação Hiperbórea, é armado no Selbst como um Guerreiro Berserkr. Nesta instância, o virya é um Guerreiro do Eterno, compreende o não-criado e se situa ao lado dos Siddhas de Agartha. Situado noologicamente no não-criado, unido junto a seus camaradas, sabe perfeitamente que pode ingressar ao Valhalla e esperar o fim da História junto a sua Valquíria. Mas para isto deverá abandonar o universo da Kalachakra e deixar a seus camaradas, a seu sangue, aprisionados e isto não é o que veio fazer. Sua missão é sua libertação e de seus camaradas, ali está a MÁXIMA HONRA. O virya, eternizado seu Eu no não-criado,
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compreende que é um Tulku, espiritualmente é um DEUS, mas participa de seu microcosmo, ao qual ele está ligado (segredo do Cordão de Prata). Esta compreensão iniciática o situa em uma disjuntiva gnóstica hiperbórea: como Espírito Não-Criado dentro de um microcosmo criado, compreende que pode libertar seu microcosmo do criado, sabe que tem as runas não-criadas as armas para poder transmutar seu corpo em VRAJA (matéria incorruptível), mas para isto deverá empreender uma ação de guerra contra si mesmo, contra os desígnios ontológicos estruturados em seu microcosmo. É nessa instância gnóstica que o virya deverá decidir, e tal decisão é um ato de guerra total. Quando o Guerreiro Berserkr decide retornar sobre si mesmo e retomar o domínio total de seu microcosmo, muda sua história e pode mudar a História. O Virya Berserkr marcha com as armas em suas mãos decidido a conseguir a imortalidade no Selbst (o virya já conseguiu a eternidade do Eu no Selbst), SITUAÇÃO QUE AFIRMA O EU INFINITO NO MICROCOSMO, localizando-se sobre o Eu verdadeiro (afirmação do Valor infinito sobre a Vontade absoluta). Os Pontífices Máximos Hiperbóreos (Avatar) sempre foram TULKUS, seu EU INFINITO se situa sobre seu Eu verdadeiro, seu ser não-criado transmuta o microcosmo criado em matéria VRAJA. Como Tulku Hiperbóreo, seu Espírito Não-Criado tomará o microcosmo, seu veículo de manifestação e o converterá de GELO E PEDRA, o transmutará em matéria Vraja. O Virya Iniciado Hiperbóreo situado em seu Eu Infinito participa totalmente do PÓLO INFINITO, tem o poder das runas não-criadas em suas mãos, está armado com o FUROR BERSERKR, fúria germânica, pretoriana, que o dota de um Valor infinito para empreender decididamente esta ação de libertação. Indubitavelmente, esta ação de guerra contra si mesmo requer um plano estratégico, e como tal, deve ser considerado de acordo à situação do Eu com respeito a si mesmo; isto implica um reconhecimento do labirinto interior e fundamentalmente do labirinto exterior (os quais já foram cercados noologicamente; nesta ação serão resignados totalmente), das realidades ontológicas e axiológicas nas quais está estruturado arquetipicamente o microcosmo do virya. Logo de avaliar tal situação, o virya com a GIBUR, O TRIDENTE DE NETUNO, E A ESPADA DE WOTAN deverá ir descendo a partir do noológico (Eu infinito) ao inconsciente, a sua esfera de sombra, ingressar às obscuras cavernas de si mesmo; estes espaços designados arquetipicamente participam seus caminhos do labirinto interior. É fundamental compreender que o Eu Infinito participa do PÓLO INFINITO, está no INFINITO, e no microcosmo está o EU VERDADEIRO. A reversão gnóstica consiste em que o EU INFINITO se situe sobre o Eu verdadeiro e efetue a reversão gnóstica, unicamente o Eu Infinito pode executar tal ação que transmuta seu corpo em Vraja, desenvolvendo os poderes (siddhis) de um TULKU. Se si concretiza, o EU INFINITO se apodera do microcosmo e o infinito do não-criado se apodera do finito do microcosmo criado. A reversão gnóstica consiste em resignar o labirinto interior e suas matrizes formativas, as quais estão sustentadas pelo desígnio caracol e o desígnio serpente. O desígnio serpente se estrutura na esfera de luz, sua potência é a energia psíquica e sua ação determina os desígnios ônticos (complexos, mitos e fantasias) que se atualizam no nível da esfera de luz do sujeito consciente; desígnio que foi introduzido quando foi
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alterada a chave genética do pasú, modificação que permitiu a potencialização da energia psíquica, a qual impulsionou o desenvolvimento da esfera emocional e racional do sujeito consciente. O desígnio caracol se estrutura na esfera de sombra, sua potência ontológica baseia-se nas energias astrais, psíquicas do microcosmo (analisamos o microcosmo porque é o tema que nos compete. Nimrod desenvolve a este desígnio em relação com o macrocosmo), desígnio que permitiu o desenvolvimento evolutivo do microcosmo, da esfera motriz e instintiva; este desígnio contém todas as matrizes formativas do microcosmo do pasú. O desígnio caracol rege o desenvolvimento normal do microcosmo (nele está enroscado a serpente, Kundalini) em todas as suas fases formativas, controla a estabilidade da lei geral do mesmo. A finalidade essencial do desígnio caracol se encarrega de controlar que a função geral do organismo, esta faculdade de controlar e ajustar se desenvolva através do desígnio serpente. Nimrod afirma que o desígnio da serpente é de uma complexidade muito grande, e seu estudo preciso nos Fundamentos descreve este mistério. O mesmo é parte do desígnio caracol, e esta serpente em sua subida pelo chakras, seu movimento senoidal, atualiza as energias astral e psíquica em todos os órgãos e sistemas do microcosmo, de acordo ao Plano estabelecido pelo Demiurgo para o microcosmo na Mônada universal; função que controla o desenvolvimento normal dos chakras e seus centros mandálicos (existe uma conexão biunívoca entre os sete CHAKRAS do corpo astral e os sistemas vitais e psíquicos do microcosmo) no corpo astral, e suas correspondências biológicas no corpo vital do microcosmo. O desígnio caracol é a Vontade do Uno, em suas energias astral está a VOX do Demiurgo, o logos Kundalini; os desígnios arquetípicos do desígnio caracol (espiral) se regem pelas pautas formativas estabelecidas na lei geral, o Demiurgo, através deles, vigia que os mesmos se ajustem á Mônada Universal, sem desviar-se do canal ELIX, cumpram estritamente com o plano potencialmente contido na matriz Manú. O desígnio caracol expressa a “lei de evolução” que rege a energia psíquica (E A “ENERGIA ASTRAL”, SUA EQUIVALENTE MACROCÓSMICA), enquanto que o desígnio da serpente expressa a lei (ou as leis) que regem a energia vital micro e macrocósmica. Se bem que esta definição nos esclarece muito o panorama, trataremos de aprofundar. O desígnio caracol é a matriz arquetípica que rege a potência da energia astral, da energia psíquica, potências que se manifesta pelo desígnio Serpente (Kundalini) na energia vital, pela serpente as potências ônticas designadas pelo Uno no desígnio Caracol são atualizado em todos os esquemas de si mesmo do microcosmo do pasú. O desígnio caracol está determinado em sua energia astral pela VOX do Demiurgo e participa da Mônada universal; ele é a raiz formativa da Kundalini, mas devemos compreender que este desígnio foi alterado pelos Siddhas Traidores, eles, com o poder da kalachakra em suas mãos, afirmaram o DESÍGNIO SERPENTE sobre o desígnio caracol, isto modificou o microcosmo do pasú, permitindo que o microcosmo adquirisse maior POTÊNCIA ÔNTICA VOLITIVA, a qual se manifesta em todas as energias, mas especificamente em sua ESFERA DE CONSCIÊNCIA estas energias adquirem todo seu poder. Agora a pergunta é:
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o que permitiu a aquisição de uma maior potência energética astral, vital e psíquica no microcosmo? Resposta: o APRISIONAMENTO DO ESPÍRITO NÃO-CRIADO. O pasú evoluiu até alcançar a forma ôntica atual, pelo aprisionamento em seu ser ontológico de um ser noológico, de um Espírito ETERNO. Este aprisionamento permitiu acelerar o movimento senoidal do desígnio serpente, o desenvolvimento da consciência no pasú e de suas energias astrais e psíquicas. O desígnio serpente se incorpora definitivamente ao sangue do pasú quando foi modificada sua chave genética, este dirigia, desde então, a evolução do pasú, agora virya perdido, ser semi-divino; pela anexação do Espírito se desenvolveria sua energia psíquica e sua esfera de consciência. Se bem que o desígnio da serpente está contido no desígnio caracol, e Nimrod é específico neste tema, os Siddhas Traidores, com o aprisionamento, potencializam o deslocamento do desígnio serpente, mas este sempre está contido na espiral do desígnio caracol. O desígnio serpente afirma a KUNDALINI no microcosmo, e seu poder permite o desenvolvimento da energia psíquica e da esfera de consciência. Em sua espiral ascendente, em seu deslocamento senoidal pelo caminho ELIX (canais astrais: Ida e Pingala), nos quatro chakras superiores, esta serpente afirma a dualidade e a quadratura ontológica da esfera de sombra nos Registros ônticos dos chakras. Esta ação potencializou a esfera de luz do microcosmo, afirmando um poder energético que transmutou a psique do pasú, animal homem, permitindo chegar à enteléquia Manú. O desígnio serpente permitiu a atualização da memória arquetípica no sujeito consciente (Espiral de Fibonacci, Número Áureo), sobre a dualidade da quadratura arquetípica (bijas e Arquétipos); sua potência permitiu que se desencadeassem as capacidades cognitivas, as linguagens, o modelo cultural, a estrutura cultural e fundamentalmente, o SUJEITO CULTURAL. Aqui subjaz o mais profundo mistério: a espiral ascendente do desígnio caracol se estrutura nas energias astral e vital, é o fundamento básico da memória arquetípica. Estas energias astral, vital e psíquica são a base do desenvolvimento do microcosmo, estão sustentadas pelo desígnio caracol; mas na energia psíquica, este desígnio, depois do aprisionamento, deu lugar à potência ôntica do desígnio serpente. Se bem que o desígnio caracol baseia-se na esfera de sombra, sempre determina a memória arquetípica, afirmando a dualidade da quadrangularidade ontológica da razão, do sujeito cultural e do sujeito consciente. O desígnio serpente determina a energia psíquica, permitindo a implementação da linguagem sobre a memória arquetípica, instrumentalização que afirmou o modelo cultural e a estrutura cultural, ou seja, o SUJEITO CULTURAL. Tal modelo e estrutura cultural sempre, mais além de sua Semântica psicológica, estão pré-determinados pela quadratura ôntica da esfera de sombra. De tal maneira que no virya perdido, sua razão e consciência estão determinadas pela dualidade e a quadrangularidade ôntica da memória arquetípica; pois isto, todos os modelos os modelos culturais da estrutura cultural, a razão e o sujeito consciente, seus princípios lógicos e matemáticos participam da dualidade gnosiológica e da quadratura ontológica da esfera de sombra, estruturadas pelos seus desígnios caracol e serpente. Indubitavelmente, esta operação da razão e do sujeito consciente é totalmente inconsciente para o pasú e para o virya perdido; unicamente o virya desperto, na sua

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Segunda Iniciação Hiperbórea, pode dar-se conta e compreender gnosticamente a função essencial das matrizes ônticas do desígnio caracol e o desígnio serpente.

Desígnio Caracol – Espiral de Fibonacci Podemos verificar neste gráfico que cada movimento do desígnio caracol, participa em seu deslocamento o desígnio serpente, o qual está contido na parte da espiral do caracol que desencadeia a quadratura representada no número Phi (profundamente estudado no Tomo I). Se bem que o desígnio serpente está incorporado no desígnio caracol, podemos verificar que sempre o ÚLTIMO DESLOCAMENTO DO DESÍGNIO ESTÁ REPRESENTADO PELO DESÍGNIO SERPENTE. Podemos compreender, utilizando esta analogia, que cada movimento do desígnio serpente em seu deslocamento pela espiral do desígnio caracol, cada quadratura geométrica Phi (Número Áureo ou Proporção Divina), suas magnitudes seriam análogas às LINGUAGENS OU MODELOS CULTURAIS. De tal modo, podemos decidir que a espiral do desígnio caracol é análoga no microcosmo à potência arquetípica que subjaz na memória arquetípica estruturada na esfera de sombra, e que o desígnio serpente é análogo as linguagens culturais emergentes na memória arquetípica, que se atualizam como modelos culturais na ESFERA DE LUZ do SUJEITO CONSCIÊNTE. Mais além do aporte que fazemos e do desenvolvido por Nimrod de Rosário nos FUNDAMENTOS DA SABEDORIA HIPERBÓREA, a Semântica psicológica é uma ferramenta case inútil para resolver este complexo dilema; somente na reversão gnóstica se consegue a conscientização e compreensão absoluta deste duplo desígnio SERPENTE E CARACOL, problema que se resolve quando o virya corta as cabeças de suas serpentes e do Dragão. O Yoga Hiperbóreo ensina, instrui as técnicas para enfrentar o desígnio serpente nos chakras SAHASRARA, AJNA, VISHUDA e finalmente ANAHATA, e resignar seus BIJAS e YANTRAS, a dualidade da quadrangularidade ontológica da memória arquetípica. Aqui tem as bases do mistério da libertação. Nomeamos este quatro chakras superiores porque os três chakras menores não se resignam, neles está a VOX DO DEMIURGO, O DESÍGNIO CARACOL; deles depende a estabilidade geral do microcosmo, simplesmente se cercam noologicamente. Se modifica estes centros de energia, se corre o risco de desestabilizar a lei geral que rege o desígnio caracol, automaticamente se despertaria a Kundalini, emergindo O ROSTO DO DRAGÃO, do UNO. Unicamente com o TANTRA YOGA se pode resignar estes desígnios estabelecidos nas energias astral, psíquica e vital do microcosmo, ponto que está
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desenvolvido no Tomo X dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea de Nimrod de Rosário, o qual analisaremos mais adiante. O virya deve compreender a estrutura morfológica de sua esfera de sombra, e a mesma está determinada por um espaço psíquico (sujeito afetivo, sujeito racional, sujeito consciente) cuja morfologia estrutural está determinada pela quadrangularidade ontológica (tetraédrica) de sua energia psíquica. A mesma está constituída pelas formas mandálicas de seus quatro chakras superiores, indubitavelmente, o produto disto é a visão tetraédrica, quadrada (tridimensional) da realidade. Para prosseguir, é fundamental compreender que todo o desenvolvimento do microcosmo, está determinado pelas matrizes ônticas do desígnio caracol e seu símbolo sagrado: A ESPIRAL. O desígnio serpente participa do microcosmo logo após o aprisionamento, quer dizer, este desígnio foi introduzido quando o pasú (animal homem) se transformou em virya (homem semidivino); a razão disto, afirmamos, é a modificação da chave genética do animal homem pasú pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. Esta operação ontológica, no microcosmo do pasú, permitiu o aprisionamento do não-criado no criado. A modificação da chave genética executava pelos Siddhas Traidores de Chang Shambalá com o poder da chave Kalachakra, permitiu modificar ou alterar o desígnio caracol, e implantar no mesmo, o desígnio serpente (Kundalini), desígnio que possibilitou a autonomia ôntica e o desenvolvimento da esfera de consciência (inteligência criativa), quer dizer, da energia psíquica. Antes disto, no animal homem, não participava em sua ontologia o desígnio serpente, unicamente o desígnio caracol. Por isto, era um ser sem consciência, um sujeito que carecia da mesma, somente um primata com uma préconsciência baseada em suas energias astrais, psíquicas e vitais de sua ALMA CRIADA, quer dizer, determinada pelo desígnio caracol; por isto, era um ser GROTESCO E ANIMALESCO, totalmente GREGÁRIO, coletivista, sua “cultura” totalmente primitiva participava de mitos onde o símbolo sagrado era A ESPIRAL, símbolos que adoravam ao Sol, (elementos) como o Deus da Criação. Sua razão primitiva se deslocava sobre uma pobre estrutura cultural, escassa esfera de consciência (o pasú quase carecia dela), se regia seu ser pelo inconsciente e o inconsciente da alma deste pasú, animal homem, se rege estritamente pelo símbolo da espiral, é ela que demarca sua vida anímica, a visão de sua cosmogonia, sua teologia, suas crenças, sempre está GIRANDO em torno da CRIAÇÃO, do DEMIURGO, adorando ou rendendo CULTOS ao criado, seja ao SOL, à LUA, às ESTRELAS, ao FIRMAMENTO, ou os ELEMENTOS, o vento, a chuva, as tormentas etc., eternamente GIRANDO EM CÍRCULOS, ao redor de seu DEUS de seu CRIADOR. Podemos verificar isto, NIMROD o descreve perfeitamente, se estudarmos as tribos primitivas da África, Ásia e América, podemos comprovar que existe uma similaridade em suas culturas primitivas, mais além da relatividade do tempo e do espaço, e do modelo cultural que as diferenciava, se pode apreciar que todas as culturas primitivas participavam do desígnio caracol. Regia no pasú o símbolo da espiral e sua conduta estava determinada pelo natural; este animal homem era parte da espécie animal e dos reinos da criação gerados a partir da Mônada universal e sua evolução arquetípica, nata teria retirado a este animal homem de seu estancamento evolutivo se não fosse pela intervenção que fariam os SIDDHAS TRAIDORES, os DEUSES ALIADOS A JEHOVAwww.octirodaebrasil.com.br 115

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SATANÁS, sem a traição este hominídeo jamais teria evoluído. A ação dos Siddhas Traidores e do poder da Chave Kalachakra, permitiu alterar não somente o nível ontológico do animal homem, como também, a criação mesma foi modificada, tudo isto foi possível pelo aprisionamento do Espírito Não-Criado ao criado. Isto modificou o TODO do microcosmo, a estrutura anatômica, neurofísica e psicológica do pasú foi alterada, permitindo o aprisionamento e a implantação do desígnio serpente, a incorporação do SANGUE FRIO REPTILIANO a qual somaria ao SANGUE MAMÍFERO do animal homem, assim o SIGNO DA ORIGEM seria parte da criação, pelo ESPÍRITO APRISIONADO ao microcosmo criado, o pasú, agora ser SEMIDIVINO pelo seu SÍMBOLO DA ORIGEM poderia recriar CULTURA, ser um DOADOR DE SENTIDO no mundo, REPRODUZIR O NÃO-CRIADO NO CRIADO e esta conquista dos Siddhas traidores permitiria afirmar no mundo o SISTEMA REAL KALACHAKRA, a ilusão de seu LABIRINTO. A Sabedoria Hiperbórea afirma: existe uma conexão biunívoca entre o Sol e a Terra, um sistema real artificial KALACHAKRA sustentado pela ação do DEMIURGO E OS SIDDHAS TRAIDORES. No SOL se acha o DESÍGNIO CARACOL (símbolo da espiral), que está estruturado em todos os espaços de significação da criação. Neste mundo, todas as ordens dos entes naturais da evolução material, nos sete reinos da criação, suas espécies e gêneros estão determinados pelo desígnio caracol. Na TERRA, unicamente, rege o DESÍGNIO SERPENTE no pasú evoluído hoje virya perdido. A evolução cultural da humanidade se rege pelo desígnio serpente, mas o mesmo está sustentado invariavelmente pela criação e a Vontade do Uno, quer dizer, pelo desígnio caracol. Este desígnio serpente se ativou pela modificação da chave genética, metamorfose que consistiu na incorporação do SIGNO DA ORIGEM ao pasú, operação que se concretizou com a incorporação do SANGUE DOS SIDDHAS TRAIDORES AO SANGUE DO PASÚ. O segredo deste mistério permanece muito bem guardado pelos Siddhas Traidores, nem seus Sacerdotes Golen compreendem esta verdade. Esta operação digna de demônios, afirmou no mundo o Signo da Origem no desígnio serpente, com o qual se conseguiu o aprisionamento dos Espíritos Não-Criados ao microcosmo criado. Assim se plasmou o Símbolo Sagrado do Virya no pasú, e pelo Signo da Origem se encarnou um Espírito. O pasú-animal seria agora um ser semidivino, e o Espírito Não-Criado agora estava determinado por um ser criado e aprisionado por um engano de A-mort, padecia do símbolo sagrado (Signo da Dor) dos Siddhas de Chang Shambalá. A partir disto, o virya perdido, aprisionado ao Signo da Dor, pelo Signo da Origem e o desígnio serpente, cairia aprisionado definitivamente na Terra, mas pelo Engano da Kalachakra, adoraria o princípio da evolução animal, o símbolo da espiral (desígnio caracol), o qual se acha no SOL, ao Demiurgo e aos Siddhas Traidores. A afirmação do Símbolo Sagrado do Virya, o Signo da Origem na TERRA, ligado pelo SISTEMA REAL KALACHAKRA ao Símbolo Sagrado do Pasú no SOL, afirmou a criação e a evolução. O Signo da origem, pelo aprisionamento do não-criado, se ligou definitivamente ao mundo, ao SIGNO DA DOR; a ilusão do Labirinto seria desde então a realidade do Espírito cativo. Este enlace entre A TERRA E O SOL é o mistério que sustentam os Siddhas Traidores, segredo que é custodiado zelosamente, e somente os
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Iniciados Berserkr compreendem seu mistério. Nesta colossal criação, sistema real artificial entre o Sol e a Terra, se acha situada entre ambos, no meio, sua cidade maldita e a CHAVE KALACHAKRA, ciência metafísica com a qual puderam modificar o desígnio caracol no microcosmo do pasú. Situado o desígnio caracol no SOL, rege toda a evolução dos reinos da matéria; mas esta situação foi modificada no pasú: o desígnio serpente seria situado no microcosmo do pasú, e com ele, a evolução e o desenvolvimento da cultura e da civilização. Esta cultura e seu modelo cultural macrocósmico, afirmam a realidade do mundo do pasú e sua criação cultural como o mundo real dos Siddhas Traidores e do Demiurgo. No SOL está o Demiurgo, de sua VONTADE depende toda a criação e seus reinos; o Demiurgo dorme no SOL, em um sono profundo, sustentando com sua Vontade toda a criação. Dele emanam todos os desígnios macrocósmicos e toda a criação arquetípica está designada e sustentada por sua Vontade criadora, desígnios que estão representados pelo símbolo da espiral, mas na terra, estes desígnios regem os reinos mineral, vegetal e animal; neles sua evolução está totalmente determinada pelo desígnio caracol, mas no animal homem foram alterados pelos Siddhas Traidores com a chave Kalachakra. Eles intervieram alterando no animal homem o desígnio caracol, depositando sobre o mesmo o desígnio serpente; isto permitiu, pelo Mistério de A-mort, o aprisionamento do não-criado no criado e a modificação do pasú em virya. Esta alteração do microcosmo possibilitou desencadear em sua esfera de consciência a energia psíquica, a qual está aninhada nos chakras superiores. De tal maneira, que os chakras do microcosmo foram alterados, e por conseqüência, sua correspondência orgânica, pelos Siddhas Traidores. Eles, através do desígnio serpente (o símbolo sagrado dos Siddhas Traidores é a serpente, serpente cascavel), programaram uma alteração das energias astrais e psíquicas (desígnio caracol), as quais foram incorporadas aos fins das energias vitais (desígnio serpente). No sujeito consciente, reside o Grande Engano, em suas energias se incrustou, ao modificar a chave genética do pasú, o desígnio serpente; nele está o Signo da Origem, com ele se conseguiu o aprisionamento. Mas o Signo da Origem foi modificado pelo desígnio serpente, e o conhecimento da serpente, é um conhecimento, um saber que não LIBERTA, o mesmo já não reflete a Origem, reflete o Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, quer dizer, ao Deus Criador. Somente o Signo da Origem reflete a Origem no Virya Berserkr, unicamente sua SABEDORIA pode transgredir os limites do CONHECIMENTO da serpente, e quem tenha afirmado a SABEDORIA por sobre o CONHECIMENTO tem a VONTADE para resignar o Signo da Dor, e se transmuta sua vontade em PURO VALOR, tem o PODER RÚNICO para dar morte à Serpente e ao DRAGÃO. O EU NÃO-CRIADO, sua energia volitiva está drenada nos CHAKRAS, e sabemos que os mesmos foram alterados pelos Siddhas Traidores. Neles a Origem, o não-criado, representado pelo SÍMBOLO DA ESFERA (Espírito-esfera), foi alterado pelo DESÍGNIO SERPENTE E O SÍMBOLO SAGRADO DO PASÚ, a esfera representação do espírito, foi aprisionada na QUADRATURA do tempo micro e macrocósmico e tal quadrangularidade se sustenta no símbolo da ESPIRAL. Esta ação modificou os chakras, alterou sua conformação estrutural, gerando um enlace entre estes quatro chakras superiores onde
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rege a potência da energia astral e psíquica, nestes chakras superiores os Siddhas traidores afirmaram o CORAÇÃO sobre o CÉREBRO, afirmaram o SANGUE MAMÍFERO, quente, por sobre o SANGUE FRIO REPTILIANO, especificamente sobre o SANGUE GRAL, mas este ponto de grande complexidade é o tema que estudaremos profundamente no texto o SANGUE DO VIRYA. Os Siddhas Traidores, ao modificar os chakras, indubitavelmente incrustaram neles o desígnio serpente, com o qual alteraram aos mesmos, potencializando seus símbolos sagrados sobre seus BIJAS e YANTRAS. Os chakras, pelo desígnio serpente, instituíram a mandala e o LABIRINTO. Isto foi possível porque o desígnio serpente é uma degradação do SIGNO DA ORIGEM, mistério que é muito oblíquo, mas que levou a este ofídio a ser adorado pelas culturas do Pacto Cultural e as raças da Traição Branca. Muitos viryas crêem, sem conhecer, que a serpente é uma imagem da Origem, e é totalmente o contrário; a serpente é um símbolo sagrado dos Siddhas Traidores, é um tapasigno dos Siddhas Traidores. Se bem que nela se reflete o Signo da Origem, com ela se degrada o SIGNO DA ORIGEM afirmando a Origem no Labirinto do Terror, na ilusão do criado. Não estudaremos demoradamente a conformação Semiótica de um chakra, é tarefa do virya e sua faculdade de anamnese realizar tal operação gnóstica. Somente afirmaremos que cada chakra afirma o LABIRINTO em sua forma mandálica, quer dizer, sua morfologia estrutural contém, por sua forma mandálica, a dualidade e a quadrangularidade da esfera de sombra. Por isto, a memória arquetípica afirma o desígnio caracol, mas a estrutura Semântica e Semiótica do sujeito racional e do sujeito consciente afirmam o desígnio serpente. A energia psíquica se afirma na esfera de sombra, na potência astral que sustenta a quadrangularidade ontológica do desígnio caracol; mas na esfera de luz, no sujeito consciente, rege o desígnio serpente, sua representação arquetípica é a estrutura do modelo cultural construído sobre ela (sujeito cultural), e este invariavelmente determina a visão poliédrica da realidade, quer dizer, o sujeito consciente sempre tem a particularidade de ver o mundo de acordo ao estabelecido em seu modelo cultural. É o segredo da quadratura do círculo (cubo e esfera), o mistério que afirma na esfera de sombra microcósmica o símbolo da espiral (energia astrais e psíquicas macrocósmica, desígnio caracol), e na esfera de luz, na energia psíquica e vital do sujeito consciente, este símbolo de traduz nos SÍMBOLOS SAGRADOS dos quais a CRUZ e a ESTRELA DE CINCO PONTAS são seus significativos representantes. O desígnio serpente se estrutura na esfera de luz macro e microcósmica, determina o DESLOCAMENTO, o MOVIMENTO SENOIDAL das energias astrais e psíquicas, afirmando na energia vital as morfologias estruturais da superestrutura cultural, seja no microcosmo ou no macrocosmo: quer dizer o desígnio da Serpente afirma as MACROESTRUTURAS CULTURAIS DO MUNDO, seu deslocamento na esfera de luz do mundo, projetando na realidade do mundo suas LINGUAGENS CULTURAIS, os quais afirmam no labirinto interior do Virya perdido, o símbolo sagrado dos Siddhas Traidores (especificamente o afirmam na energia psíquica macrocósmica, participando pela energia vital dos arquétipos psicóideos, das egrégoras que determinam o INCONSCIENTE COLETIVO das massas, concretizando os FENÔMENOS SOCIAIS E CULTURAIS que
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com seus deslocamentos levam as macroestruturas até as ENTELÉQUIAS, a cumprir a perfeição final de suas formas). SÍMBOLOS SAGRADOS sinarca representado no símbolo da Pirâmide ou do Cubo (a Estrela de Seis Pontas) ou na da Cruz, símbolos que representam a criação e a QUADRATURA MACROCÓSMICA. Por isto, a função da razão no homem pasú tende a classificar racionalmente, culturalmente tudo, a rotulá-lo, enquadrá-lo, limitá-lo em uma QUADRATURA ÔNTICA TETRAÉDRICA. Quer dizer, o pasú (famoso dito popular: “este ser é limitado”) percebe culturalmente a realidade do espaço, do tempo e seus entes de acordo ao modelo cultural de sua esfera de luz, mas sempre o mesmo está determinado pela dualidade e pela quadrangularidade da esfera de sombra. Por exemplo: a História dividida em suas quatro idades, o espaço nos quatro pontos cardeais, o tempo nas quatro estações, etc. Esta função do sujeito consciente tende à quadrangular a tudo, a razão e o sujeito cultural afirmam em toda premissa cultural a quadratura da esfera de sombra. Este desenvolvimento que fizemos é para compreender a ação de guerra que deverá realizar o virya em sua REVERSÃO GNÓSTICA para RE-SIGNAR e MATAR a SERPENTE, não somente compreende-la, mas dar-lhe sua morte bendida. O Yoga Hiperbóreo afirma: o Virya Berserkr deve modificar radicalmente a Semântica psicológica estruturada no sujeito consciente. A consciência do virya está subordinada à potência da energia psíquica, força que se baseia no inconsciente, cujo modelo cultural afirma a quadrangularidade e a dualidade da realidade do mundo do pasú. Esta quadratura no sujeito consciente deve ser modificada pela ANGULARIDADE DA RUNA ODAL. A angularidade da Runa Odal permite ao virya compreender o Mistério do Ângulo Reto, segredo que permite ao Virya Iniciado Hiperbóreo reverter esta perspectiva ilusória da realidade e sair das armadilhas mandálicas. O virya desperto nesta ação de guerra pode libertar o Eu verdadeiro das algemas do sujeito consciente, indubitavelmente esta ação requer de uma vontade e uma decisão absoluta, porque esta operação modifica sua realidade ontológica e noológica, o virya perdido é agora um virya libertado. A quadrangularidade ôntica no PASÚ DETERMINA A VISÃO DA REALIDADE, a qual é percebida de acordo ao modelo cultural estruturado em sua razão. O Eu, submetido à visão do sujeito consciente, participa dos espaços de significação macrocósmicos demiúrgicos, padece da imanência temporal dos Arquétipos que são operados astralmente pelos Siddhas Traidores. O virya perdido culturalmente somente visualiza a realidade fenomênica dos Arquétipos. Devemos distinguir que o virya perdido jamais percebe ao Arquétipo em si mesmo, porque este reside em seu mundo astral ou esfera de sombra, somente percebe a emergência arquetípica, quer dizer, sua realidade fenomênica, seus SÍMBOLOS emergentes na esfera de luz, no sujeito consciente. O virya ascende a seus relevos culturais emergentes na esfera de luz microcósmica, mas jamais pode perceber os Arquétipos em suas formas puras, somente seus relevos emergentes nas energias vital e psíquica microcósmica; analogamente é o mesmo no macrocosmo, os viryas nunca vêem os Arquétipos macrocósmicos porque estes residem na esfera de sombra do macrocosmo, eles somente podem ver seus fatos culturais emergentes na esfera de luz macrocósmica, na cultura externa, labirinto exterior ou superestrutura cultural macrocósmica. O pasú não
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pode jamais visualizar os Arquétipos, menos ainda a quadrangularidade de sua esfera de sombra; unicamente vive a realidade ilusória do labirinto, o mundo cultural que sustentam os Arquétipos macrocósmicos participantes das Estratégias dos Siddhas Traidores. Este labirinto arquetípico que se representa em uma geometria poliédrica na forma tetraédrica (tridimensional) estruturado pela Kalachakra, somente pode perceber o pasú muito evoluído ou os iniciados sinarcas. O homem pasú nunca ascende à verdade metafísica dos Arquétipos, somente à suas formas psicóideas, quer dizer, à suas manifestações fenomênicas (Tetraedro = cubo). Ali consiste o Grande Engano dos Siddhas Traidores: o virya, Espírito-esfera, se vê a si mesmo enquadrado na realidade tetraédrica, tridimensional do tempo e do espaço, a bem da verdade, o virya perdido somente divisa esta quadratura gnosiológica estruturada na realidade, através de sua dualidade ontológica (bem ou mal, branco ou negro, dia ou noite, negativo ou positivo, etc.) do ente ser. Dualidade que, por sua quadratura ontológica, o sujeito consciente do virya a percebe, unificada em uma única realidade, a realidade de seu Mundo de Ilusão, a que lhe representam os Siddhas Traidores e a que se representa a si mesmo. Indubitavelmente, a visão e leitura da realidade estão determinadas de acordo ao modelo particular de sua estrutura cultural (a realidade do Chinês não é a mesma que a realidade do Anglo-Saxão), o mesmo determina sua visão da Ilusão do Labirinto. Mas devemos considerar que sempre a realidade se representa aos olhos bem fechados do pasú, de acordo às estruturas fenomênicas que determinam os Arquétipos universais na superestrutura cultural e natural macrocósmica. Ação determinada totalmente pelo poder da Kalachakra, ciência que tem a faculdade de operar sobre os Arquétipos macrocósmicos, e que manipulam os Siddhas Traidores desde Chang Shambalá, sua cidade metafísica. Se o pasú compreendesse por um instante este engano, automaticamente perderia a sanidade e se transformaria em louco; por isto, ele está designado para ver unicamente a realidade que pretendem os Siddhas Traidores, em contrapartida, o virya desperto, quando pode compreender e suportar esta verdade, a dos Arquétipos e seus desígnios, e consegue com valor reverter gnosticamente sua situação interior frente ao labirinto, ascende a uma força noológica que o afirma em seu Eu verdadeiro e o aproxima do SELBST. O Virya Hiperbóreo deve reverter a quadrangularidade da energia psíquica da esfera de sombra, destruindo em cada chakra, em sua morfologia mandálica, suas formas arquetípicas contidas em seus desígnios caracol e serpente. O labirinto interior deve ser resignado e modificado, sua esfera de sombra deve ser revertida, sua quadrangularidade deve ser alterada, modificada pela ANGULARIDADE DA RUNA ODAL. O Virya Iniciado Hiperbóreo, em sua descida ao inconsciente, deve modificar a conformação arquetípica de sua esfera de sombra, para isto, tem em suas mãos o poder da Runa Gibur e das três runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR. Com elas, o viryas modifica a Semântica psicológica do sujeito consciente, resigna seus chakras superiores instrumentando neles a RUNA ODAL. A Runa Odal permitirá afirmar o segredo do ÂNGULO RETO, PORTA DE SAÍDA POR ONDE O EU SE LIBERTA DA ARMADILHA ESTRUTURADA NO SUJEITO CONSCIENTE, no labirinto interior.
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A reversão gnóstica consiste nesta ação de guerra, onde o Eu reverte a forma triforme da esfera de luz e a quadrangularidade tetraédrica vandálica de sua esfera de Sombra. O tetrarque LABRELIX perde toda a propriedade lógica, SUAS POTÊNCIAS ASTRAIS E PSÍQUICAS, são resignadas, sua energia VITAL transmutada em VRIL, pelas forças gnósticas, rúnicas, noológicas inerentes ao Eu Infinito. A dúvida inconsciente, própria da ESFERA DE SOMBRA, é resignada, pelo poder da RUNA INFINITA que participa do EU INFINITO. Como e quando é tecnicamente possível gerar a REVERSÃO GNÓSTICA? A REVERSÃO GNÓSTICA é executada quando o EU VERDADEIRO foi ISOLADO do SUJEITO CONSCIENTE e se ARMOU com o poder das três RUNAS NÃO-CRIADAS, condição ética noológica que lhe permite ser um GUERREIRO SÁBIO. COM O PODER DO EU INFINITO, com o VRIL que emana de sua ESFERA EHRE, com o PODER DAS RUNAS NÃO-CRIADAS se dissolveu, resignou gnosticamente, a forma TRIFORME da lógica mecânica da ESFERA DE LUZ; situação que coloca ao EU, Vontade absoluta, no domínio total do sujeito consciente. Isto lhe ortoga a faculdade para ingressar armado à sua ESFERA DE SOMBRA, e como indicamos anteriormente, COM SUS FORÇAS NÃO-CRIADAS poder resignar a quadrangularidade ôntica do INCONSCIENTE ou esfera de sombra, afirmando a ANGULARIDADE NOOLÓGICA DA RUNA ODAL. Esta ação incrusta na memória arquetípica, em sua esfera de Sombra: a Runa Odal e a Swástica Hiperbórea, poderes rúnicos com os quais se modifica a quadrangularidade arquetípica pela angularidade rúnica, giro que modifica os desígnios arquetípicos e afirma sobre eles os signos noológicos rúnicos. Tal Ação de guerra liberta ao Eu das algemas da alma e reverte o designado pelo desígnio serpente, podendo destruir e substituir a Semiótica psicológica dos bijas pela Semiótica noológica das runas não-criadas. O Virya Berserkr deixa de animar a realidade do mundo que afirmam os Siddhas Traidores, e começa a viver o MUNDO REAL que afirmam as runas não-criadas, O MUNDO REAL DOS SENHORES DE AGARTHA. ANÁLISE DA REVERSÃO GNÓSTICA

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Nestas duas figuras se apresenta este mistério. Na primeira, o Eu está centrado no centro de sua esfera psíquica; se bem que está no centro, está sujeito e aprisionado à quadrangularidade poliédrica da esfera de sombra, aos desígnios arquetípicos INCONSCIENTES que regem seu sujeito anímico. Ao estar projetado o sujeito consciente ao futuro, confundido no tempo transcendente macrocósmico, o virya perdido anima conscientemente estas estruturas do labirinto interior e do labirinto exterior. Seu destino está selado, (predestinado como afirmam os protestantes Calvinistas ou as doutrinas Talmúdicas ou do Bramanismo Vedanta, em definitivo, de acordo a todas as doutrinas monoteístas sinarca onde a função SACRA determina o SER), sua vontade determinada pela função arquetípica estruturada em sua personalidade. O Eu psicológico segue intuitivamente os desígnios estruturados no ARQUÉTIPO SACRO OU LÚDICO que determina a QUADRATURA ÔNTICA, a totalidade psíquica de seu sujeito anímico, suas aspirações ontológicas (“ser em si” e “ser para o homem”) estão determinadas pelas pautas arquetípicas inconscientes que regem o desenvolvimento de sua vida e de seu microcosmo. O virya perdido é APRISIONADO em sua PRISÃO PSICOLÓGICA, fagocitado pelo impulso evolutivo que projetam os Arquétipos SACROS ou LÚDICOS, submetido às forças volitivas inconscientes afirma no SUJEITO CONSCIENTE a realidade argumental ou contexto axiológico dos arquétipos como a VERDADE do LABIRINTO. Podemos comprovar que não existe saída, o Eu está aprisionado na quadratura do ser, e não visualiza possibilidade alguma de escapar de sua QUADRATURA ÔNTICA, isto se deve a que o pasú ou Virya perdido ao estar preso, OCUPADO COM O FUTURO, somente tem uma perspectiva psicológica do tempo e do espaço, carente de uma PERSPECTIVA OBLÍQUA, por isto jamais poderá localizar em sua quadrangularidade o SEGREDO DO ÂNGULO RETO. UNICAMENTE INVERTENDO A QUADRANGULARIDADE PELA ANGULARIDADE RÚNICA ODAL PODERÁ LOCALIZAR O SEGREDO DO ÂNGULO RETO, MAS PARA ISTO DEVERÁ DESINTREGRAR OS DESÍGNIOS E TAPASIGNOS ESTRUTURADOS EM SUA ESFERA DE SOMBRA PROFUNDA. Seguindo o impulso dos desígnios arquetípicos, cada vez mais se afirma em si mesmo, o LABIRINTO de MAYA, seu caminho ôntico (caminho ELIX) o leva à enteléquia, à perfeição final. O virya, preso no tempo transcendente do Demiurgo, segue intuitivamente suas características que estão determinadas pelo passado, presente e futuro, sem poder escapar do DESTINO KÁRMICO. Preso no microcosmo, nos desígnios caracol e serpente, sofre dos complexos que animam as esferas de consciência de seu microcosmo, participa deste espaço de significação macrocósmico, onde o Virya está perdido, buscando uma verdade que sente em seu sangue mas que jamais pode compreender com sua razão porque está totalmente determinada pela ilusão, acorrentado aos MITOS ou FANTASIAS dos SÍMBOLOS SAGRADOS. O virya perdido ao buscar adiante na cultura, no tempo sua transcendência, mais se afirma em seus desígnios, se registra aos modelos culturais que afirmam os Siddhas Traidores. Preso na quadratura de sua esfera psíquica, no tempo transcendente, nos argumentos coletivos dos símbolos sagrados e dos mitos estruturados nos mesmos, o virya em forma ilusória crê na
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imanência ôntica evolutiva da realidade, crê que nessa mentira está a verdade. O virya afirmado nesta realidade, crendo na Semântica dos mitos sagrados dos Sacerdotes Golen, vive de acordo aos parâmetros culturais instrumentados pelos Siddhas Traidores na Ilusão do Labirinto, ele é vítima de um duplo Engano. Se for um pasú totalmente perdido, somente vê o LABIRINTO EXTERIOR, o espaço tempo e sua dualidade ontológica, e somente vê parcialmente seu LABIRINTO INTERIOR. Somente um Virya perdido, evoluído pode perceber seu labirinto interior, sua quadratura gnosiológica e compreender como se representa na macroestrutura cultural; mas somente o perceberá de forma ARQUETÍPICA, imagem projetada pelo sujeito racional ou RAZÃO baseada pelo modelo cultural do labirinto que está estruturado no SUJEITO CULTURAL; modelo que está construído sobre as linguagens (premissas lógicas e axiomas matemáticos) afirmadas em sua memória arquetípica ou cérebro, determinados pela chave Kalachakra. Em resumo, afirmamos estes conceitos (incorrendo em erros tautológicos, mas que o realizamos deliberadamente, de forma estratégica) porque devemos compreender a INCONSCIÊNCIA do pasú ou Virya perdido, que só vê o que os Deuses da Matéria lhe permite ver, sua vida gira em torno à enteléquia e a mesma está sempre no futuro, e neste futuro somente existe a realidade dos mitos e fantasias da Sinarquia, seus símbolos sagrados e suas verdades metafísicas, o Signo da Dor, a morte e o aprisionamento. Mas unicamente um virya perdido que consegue autonomia ôntica e um grande desenvolvimento do sujeito consciente, lhe é permitido ver a si mesmo, refletir-se ontologicamente (mito do espelho), ver a Deus (Shri Yantra) dentro de si mesmo. Ele o levará à busca do Deus do LABIRINTO EXTERIOR, e o encontrará facilmente nos símbolos sagrados da Sinarquia Universal, símbolos afirmados no labirinto como a verdade do Uno; porque o Demiurgo participa totalmente do labirinto, ele é incorporado em todos os DOGMAS E MITOS SACERDOTAIS que estão representados nas escolas da Loja Branca. Esta análise da situação do virya no labirinto, sua adaptação total do microcosmo ao macrocosmo, significa a perda total da angularidade, do segredo do Ângulo Reto, única via de ESCAPE que tem o virya para poder despertar ao despertar. O virya adormecido e perdido vive a realidade do labirinto, e esta é sua prisão; preso em sua caverna, vive nas obscuridades de sua esfera de sombra, perdendo-se definitivamente em seu labirinto exterior e interior, e o que é pior, sendo usufrutuado pela vontade dos mitos sacros, dos Sacerdotes Golen e dos Siddhas de Chang Shambalá. Nesta figura se representa ao virya aprisionado no quadrado ôntico de sua esfera de sombra. Seu Espírito-esfera é reduzido a sua mínima expressão, preso ao ser na quadratura ontológica, seu ser está totalmente determinado pelos limites de sua QUADRATURA ÔNTICA, pelos desígnios demiúrgicos que dirigem sua evolutiva alma criada. A QUADRATURA ONTOLÓGICA DA ESFERA DE SOMBRA, AFIRMA NA FUNÇÃO TRIFORME DA ESFERA DE LUZ, UM MODELO CULTURAL, NO QUAL, DETERMINA ARQUETIPICAMENTE A CONFORMAÇÃO ÔNTICA DO EU, A INDIVIDUALIDADE OU PERSONA. Como o Virya deve proceder para desintegrar os desígnios ônticos de sua esfera de Sombra?
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Na segunda figura, podemos observar como se representa a REVERSÃO GNÓSTICA. O Eu isolado do sujeito consciente armado CAVALEIRO TIRODAL com as runas não-criadas SIEG e TYR, situado no CENTRO TAU, de sua ARQUÊMONA ODAL, com o poder das runas não-criadas descerá sobre o INCONSCIENTE, ingressará à caverna ou labirinto para cortar a cabeça da serpente e do dragão. Esta alegoria significa uma VERDADE ABSOLUTA, porque unicamente armado com um VALOR INFINITO, se procede a modificar a quadratura ôntica: o virya, Vontade absoluta e valor infinito, ingressa à esfera de sombra (descida ao Inconsciente) com suas armas (runas SIEG e TYR) destrói o designado demiurgicamente pela Vox do Uno mediante o GIRO que em forma dextrógira executa sua VONTADE NOOLÓGICA; e o EU VERDADEIRO, com o MARTELO de THOR ROMPE A HASTE, desintegra sua CHAVE, (a HASTE estruturada em seu CORAÇÃO) inverte de forma oblíqua sua quadrangularidade ôntica, pela ANGULARIDADE noológica, conformando com a runa SIEG a runa ODAL, um CERCO INFINITO no inconsciente, permitindo com isto afirmar o INFINITO DO ETERNO sobre o FINITO INCONSCIENTE. Como esse tema é muito OBLÍQUO, o iremos analisando cuidadosamente, mesmo que ainda devemos ingressar ao texto o SANGUE DO VIRYA para sua total compreensão, mas é fundamental compreender este ponto para posteriormente ingressar ao estudo dos temas mais profundos que se irão descrevendo no YOGA MARCIAL RÚNICO HIPERBÓREO. O giro volitivo do EU VERDADEIRO sobre si mesmo, invertendo o finito pelo INFINITO, gerará ESTE GIRO RÚNICO uma VISÃO TOTAL DO LABIRINTO INTERIOR, toda a complexão e extensão ôntica do INCONSCIENTE ou esfera de Sombra é percebida a partir do EU, tal movimento ou deslocamento lhe permite ver cada um dos desígnios estruturados sobre os chakras e esferas de sentido. Com suas armas procederá a RESIGNAR cada um dos TAPASIGNOS ÔNTICOS DE SI MESMO, de sua estrutura arquetípica INCONSCIENTE, permitindo esta ação ver a VERDADE DESNUDA DE SI MESMO; o Virya com VALOR procederá com as runas não-criadas SIEG e TYR a RESIGNAR e REDUZIR os desígnios de toda sua esfera de sombra, dos aspectos inconscientes, que estão debaixo do umbral de sentido, em sua esfera de sombra, de suas esferas de sentido afetiva, racional e consciente. Os registros ônticos ou chakras, suas conformações mandálicas (yantras) participantes do sujeito anímico ou alma são resignadas, eliminando definitivamente seus SÍMBOLOS SAGRADOS, seu SANGUE MAMÍFERO, QUENTE que abranda seu CORAÇÃO, é esfriado pelo SÍMBOLO DA ORIGEM que subjaz no EU VERDADEIRO, com o qual seu CORAÇÃO se ENDURECE como a PEDRA, quer dizer o Virya adquire um CORAÇÃO DE PEDRA. O virya constrói sobre o inconsciente com a dupla SIEG a runa ODAL, arquêmona TIRODAL, compreende seu labirinto interior, pode visualizar a totalidade da quadrangularidade de sua esfera de sombra e a quadratura de sua esfera psíquica inconsciente; invertendo a quadratura pela angularidade, se situa no CENTRO TAU ação que lhe permite conscientizar runicamente todo o seu SUJEITO ANÍMICO, a ALMA CRIADA a partir do ESPIÍRITO NÃO-CRIADO, pode com seu Eu verdadeiro compreender o Mistério do Ângulo Reto, e com o poder das três runas não-criadas e o SIGNO DA ORIGEM resolver o SEGREDO DO LABIRINTO, afirmando em seu espaço labiríntico, a ARQUÊMONA TIRODAL. Ao modificar sua esfera
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de sombra, modifica sua Semiótica (bijas por runas), e assim, sua Semântica, o Virya começa a viver ESTRATEGICAMENTE, ao MODO DE VIDA DO GUERREIRO SÁBIO TIRODAL. Isto significa que interiormente os bijas e yantras, que lhe ortogam VIDA PSICOLÓGICA à estrutura semiótica e semântica e à memória arquetípica, são suas potências ônticas destituídas pelas RUNAS NÃO-CRIADAS, o qual o afirma em um SEMÃNTICA NOOLÓGICA HIPERBÓREA, em um MODO DE PENSAR GNÓSTICO, em uma ÉTICA HERÓICA, conseguindo assim plasmar em sua esfera de sombra a LUZ NÃOCRIADA DO GRAL. O Virya Iniciado Hiperbóreo ao afirmar a ANGULARIDADE RÚNICA, desintegra a esfera de Sombra, o inconsciente é totalmente consciente noologicamente, desde seu VALOR INFINITO procede a cortar as quatro cabeças de serpentes do dragão; com vontade e valor, procederá a seccionar a cada uma delas, conseguindo destruir a VOX DO UNO em cada uma delas, eliminando seus bijas e sobrepondo em seus espaços de significação ônticos (em cada um dos chakras) as RUNAS NÃO-CRIADAS. Esta ação de guerra total ao microcosmo, ao designado do mesmo, ao acondicionado arquetipicamente, permite apoderar-se das ESTRUTURAS BIOLÓGICAS, do MICROCOSMO; o Virya é um Berserkr, dono absoluto de si mesmo, livre da serpente, pode ir atrás do Dragão. O virya, dono absoluto de Si mesmo, AO DESINTEGRAR SUA ESFERA DE SOMBRA, é PURA LUZ NÃO-CRIADA, seu valor afirma o VRIL que provém do EU INFINITO, no finito do inconsciente. Com o VRIL, PODER QUE VEM DAS RUNAS NÃOCRIADAS, modificam as energias dos centros superiores do desígnio caracol e do desígnio serpente, (sujeito emocional, sujeito racional e sujeito consciente). Interrompendo a potência arquetípica do desígnio caracol e serpente, resignamos com o VRIL, a OBSCURIDADE INSONDÁVEL DO ABISMO SIDERAL DO INCONSCIENTE, a esfera de Sombra mais profunda é iluminada com a LUZ NÃOCRIADA DO VRIL, irradiação que provém da esfera EHRE, do BRILHO ETERNO DO GRAL, que QUEIMA, CONSOME SOB SEU FOGO ETERNO os rostos da serpente. É fundamental compreender e advertir que na REVERSÃO GNÓSTICA não é necessário modificar as energias dos CHAKRAS INFERIORES, os bijas do desígnio caracol do sujeito instintivo ou ESFERA MOTRIZ. O virya com o furor do Vril, dentro de sua runa protetora, pode resignar os bijas e símbolos sagrados, apoderar-se de seus Registros ônticos inatos e destruir no “ser em si” do microcosmo, a VOX do Uno depositada no desígnio serpente estruturada em seus quatro chakras superiores, esta ação permite apoderar-se de suas estruturas anímicas. Mas se o Virya pretende converter seu corpo em VRAJA, deverá re-signar seus chakras inferiores, e esta ação de guerra é sua MÁXIMA ESTRATÉGIA, mas somente é recomendável tal iniciativa se é totalmente necessário, ESTRATÉGICO; o pontífice NIMROD é específico nisto, o alerta sobre tal situação e afirma que somente se deve realizar mediante o TANTRA YOGA HIPERBÓREO, tema que está analisado nos FUNDAMENTOS no Tomo X. A SABEDORIA HIPERBÓREA AFIRMA: MEDIANTE A REVERSÃO GNÓSTICA, O VIRYA DESCE AO INCONSCIENTE (ARMADO A PARTIR DA ALÇA) PARA LIBERTARwww.octirodaebrasil.com.br 125

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SE DA SERPENTE, (A PARTIR DA HASTE) E SE O VIRYA BERSERKR É UM VALENTE, PODERÁ TAMBÉM MATAR A “RAÍZ”, MÃE E PAI ARQUETÍPICO DA SERPENTE (DESINTEGRAR A PALETA) O DRAGÃO EM SI, O VIRYA AO DAR-LHE MORTE À SERPENTE E LOGO AO DRAGÃO É UM SIDDHA BERSERKR. Se esta ação se concretiza, se consegue a vitória, a imortalidade do corpo físico, transmutado em matéria VRAJA, podendo ingressar com o mesmo à ORIGEM. Se for um guerreiro ousado, pode pretender ao desintegrar a vontade do dragão, a imortalidade do corpo físico, mas devemos considerar que ao cercar e resignar os chakras superiores, o Virya é um ser libertado, e conseguiu a ETERNIDADE DA ORIGEM, mas se a estratégia o requeira, se é um VALENTE, o virya poderá converter a matéria de seu microcosmo em corpo Vraja, na matéria incorruptível, para isto pode apelar ao TANTRA HIPERBÓREO, à iniciação tântrica exposta por Nimrod de Rosário no tomo X DOS Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea. O TANTRA HIPERBÓREO, sua ciência de libertação, é aplicável aos guerreiros mais HERÓICOS, aqueles que tenham o valor para fazer propicia sua libertação e converter o corpo em matéria incorruptível (Vraja) ainda que devamos reconhecer que nossa técnica de libertação é a OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA, mediante a REVERSÃO GNÓSTICA, o Virya consegue a LIBERTAÇÃO DO EU NA ETERNIDADE DA ORIGEM. O virya, para conseguir esta transmutação tântrica alquímica, deverá, com sua Vontade e Valor absoluto, enfrentar nos chakras menores ao desígnio caracol, seus desígnios, bijas e Arquétipos participantes da sua esfera motriz e instintiva. Esta ação é necessária dentro dos limites estratégicos do TANTRA HIPERBÓREO, é a máxima sabedoria implementada na reversão gnóstica. O virya, para ser absoluto, requer de uma dupla ação de libertação: primeiro, a resignação do desígnio serpente, e posteriormente, do desígnio caracol. O virya, nesta dupla resignação instituída no TANTRA YOGA HIPERBÓREO, NÃO SOMENTE DEVERÁ CORTAR AS CABEÇAS DA SERPENTE, SE NÃO QUE TAMBÉM A DO DRAGÃO. Não vamos explicar este mistério porque como afirmamos mediante a resignação da quadrangularidade das esferas de sombra e seus quatro chakras superiores se consegue dar morte a Serpente, para dar morte ao dragão é necessário desintegrar os três chakras inferiores e somente é aconselhável isto se é estratégico, este tema se encontra explicado no Tomo X dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea. Simplesmente daremos umas indicações estratégicas, uma orientação tática para que o virya incorpore esta ação de guerra e de libertação contido no tantra hiperbóreo. O yoga sinárquico propõe despertar a Kundalini. Analisemos o já estudado para ampliar a compreensão: o poder e a força da Kundalini, quando se desperta dentro do microcosmo, permitem estender a consciência aos outros corpos sutis, ascendendo esta energia por todos os chakras até chegar ao Sahasrara ou lotos das mil pétalas. Nesta ação, o iniciado sinarca dá um “salto de consciência”, conseguindo a identificação absoluta com o Arquétipo Manú e a fusão com o Demiurgo, Brahma. Com a vontade diluída totalmente no sujeito consciente, fagocitado
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pelos símbolos sagrados do desígnio serpente, o virya perdido está totalmente submetido aos mitos dos Siddhas de Chang Shambalá. Nos Registros ônticos dos quatro chakras superiores fundamenta-se a VOX do Uno, seu Aspecto Amor, Aspecto Beleza e Aspecto Consciência. A identificação plena do Eu perdido com cada chakra vai incorporando estas condições axiológicas Éticas e estéticas, o virya se sente um ser repleto de Amor, Beleza e Consciência. A fusão de sua vontade no Sahasrara chakra permite a consumação deste “Opus alquímico”. Com esta ação, o virya, vivencia em cada chakra a Deus, o Demiurgo em si mesmo (cada chakra, seus bijas e seus yantras, simbolizam o labirinto, a criação, e em seu centro está o Deus Criador, o Demiurgo), sente um êxtase místico que consiste na perda total da ORIGEM e a dissolução total do Eu, da consciência individual na consciência macrocósmica; fusão ou identificação do microcosmo com o macrocosmo, a “consciência cósmica”, com seu Criador, o Demiurgo. Para o Tantra Hiperbóreo, este objetivo esotérico que busca conseguir o estado de Samadhi e a fusão com o Uno no Nirvana, do microcosmo no céu macrocósmico, é simplesmente um suicídio. Esta situação o leva a perda total de sua vontade, ao cativeiro interminável no Labirinto da Dor, situação que o distancia totalmente da libertação, armadilha da qual jamais poderá escapar, caindo definitivamente escravizado às vontades dos Sacerdotes Golen, gurus, xamãs, e seus mestres ascendidos da hierarquia metafísica de Chang Shambalá e os Siddhas Traidores. Nimrod afirma: “O objetivo esotérico do Tantra Hiperbóreo, que já dissemos, é o mesmo de toda Estratégia Hiperbórea: a mutação da natureza animal do pasú na divina e imortal do Siddha. Por isto, deve ter bem claro que O VIRYA HIPERBÓREO, POR MEIO DO TANTRA HIPERBÓREO, NÃO BUSCA NENHUMA FUSÃO COM O DEMIURGO, MAS SIM O CONTRÁRIO, PERSEGUE ISOLAR-SE TOTALMENTE DELE PARA GANHAR A INDIVIDUALIDADE ABSOLUTA QUE ORTOGA O VRIL”. Prosseguindo depois de descrever o que afirma Nimrod, somente afirmaremos que antes de executar o Tantra Yoga de acordo com o instruído no tomo X dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea, afirmamos que o Virya Berserkr deverá resignar os conteúdos inconscientes que participam de mitos e fantasias estruturados na libido; para isto, é imprescindível conscientizar e resignar os desígnios depositados pelo Uno na energia da LIBIDO ou EROS. Desígnios, forças anímicas inconscientes que participam do desígnio serpente, contidas nos Aspectos Amor, Beleza, Consciência e Poder estruturados nos chakras ANAHATA (Aspecto Amor), VISHUDDA (Aspecto Beleza), ANJA (Aspecto Amor e Beleza) e SAHASRARA (assento do sujeito consciente, Aspecto Poder); estes quatro registros ônticos inatos que compõem a quadrangularidade da esfera de Sombra têm sua raiz nos TRÊS CHAKRAS INFERIORES, o Virya deverá desintegrar estes MITOS E FANTASIAS, se pretende ingressar ao TANTRA HIPERBÓREO; não consideramos necessário fazer neste tratado porque este tema é plenamente estudado no tomo X dos Fundamentos, mas é fundamental tal ação para ingressar a essa técnica noológica iniciática de libertação. Devemos considerar que o virya deve ter Vontade absoluta e valor infinito para poder aplicar a LEI DO CERCO sobre seus chakras superiores, unicamente consegue tal meta axiológica o guerreiro que possui um coração de Gelo e uma vontade de Fogo,
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somente um guerreiro que exiba estas condições em seu EU VERDADEIRO pode cercar e resignar nos centros ônticos superiores, os bijas e yantras contidos no desígnio serpente (tema já analisado), e se a estratégia o requer poderá proceder a resignar os desígnios dos Arquétipos de seus centros inferiores, o desígnio caracol. AMPLIAÇÃO SEMÂNTICA DA REVERSÃO GNÓSTICA A Sabedoria Hiperbórea afirma: no microcosmo existe uma conexão biunívoca entre as energias astrais, psíquicas e vitais dos chakras menores e as energias astrais, psíquicas e vitais dos chakras maiores, entre o desígnio caracol e suas energias ASTRAIS e PSÍQUICAS e a energia VITAL do desígnio serpente. A verdadeira batalha do virya se institui ante seus desígnios arquetípicos estruturados na energia VITAL do desígnio SERPENTE, sua ação e atualização sobre seus chakras superiores se coroa com a vitória. O Virya, no Yoga Hiperbóreo, resigna os centros ônticos superiores modificando os bijas com o poder das runas não-criadas; com o poder que reside nelas, altera e modifica o Símbolo Sagrado do Pasú pelo SIGNO DA ORIGEM. Mas ao Virya Iniciado Hiperbóreo não lhe interessa ALTERAR OS DESÍGNIOS DOS CHAKRAS INFERIORES, porque é suficiente aplicar sobre eles o princípio do cerco, para dominar absolutamente o sujeito consciente e o sujeito anímico, para DESTRUIR todos os MITOS e FANTASIAS que residem nos centros superiores de seu microcosmo. O VIRYA BERSERKR, COM O YOGA MARCIAL HIPERBÓREO, CERCA RUNICAMENTE SEU MICROCOSMO, EVITANDO AS INCIDÊNCIAS ÔNTICAS DE SEUS DESÍGNIOS INSTINTIVOS SOBRE SUA VONTADE NOOLÓGICA. ESTA AÇÃO LHE PERMITE NEUTRALIZAR OS ARQUÉTIPOS E OS BIJAS DEPOSITADOS NOS CHAKRAS INFERIORES, CERCANDO NOOLÓGICAMENTE SEUS DESÍGNIOS. NO YOGA HIPERBÓREO, O VIRYA VAI CONSEGUINDO ESTRATEGICAMENTE SUA LIBERTAÇÃO DE ACORDO À SITUAÇÃO DO EU NO LABIRINTO. SUA ESTRATÉGIA CONSISTE EM DESTRUIR A SEMIÓTICA PSICOLÓGICA, INSTITUINDO A SEMIÓTICA NOOLÓGICA DAS RUNAS NÃO-CRIADAS. ISTO LHE PERMITE TER DOMÍNIO DE SEU SUJEITO CONSCIENTE, PENSAR E VIVER AO MODO DE VIDA DE UM VIRYA BERSERKR. O TANTRA YOGA REQUER UMA AÇÃO DIFERENTE: O VIRYA DEVE ALTERAR OS CHAKRAS INFERIORES PARA APODERAR-SE, EM UM SÓ ATO DE GUERRA, DA ENERGIA ÔNTICA DO MICROCOSMO. ISTO SIGNIFICA MODIFICAR A ESTABILIDADE GERAL DO ORGANISMO MICROCOSMO, OCASIONANDO O ALERTA E A REAÇÃO DO DEMIURGO E SUA VOX. ESTA AÇÃO DESPERTA A VOX DO UNO, O OLHAR DO DRAGÃO, DE TAL MANEIRA QUE O VIRYA NESTA AÇÃO DE LIBERTAÇÃO, DEVERÁ DESTRUIR AO DRAGÃO, CORTAR-LHE SEUS DEZ CHIFRES E SUAS SETE CABEÇAS DE SERPENTE. NO ROSTO DO DRAGÃO, DO PAI ENHILL, ESTÃO OS TRÊS ASPECTOS DO OLHAR DA MÃE BINAHT, SEUS ROSTOS CÁLIDO PLENO DE AMOR, BELEZA E PAIXÃO. UNICAMENTE PODERÁ CORTAR A CABEÇA DO DRAGÃO QUEM SUPORTE
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HEROICAMENTE O ROSTO DO DRAGÃO, E SOMENTE TEM ESTE PODER O VIRYA BERSERKR QUE POSSUA UM CORAÇÃO DE GELO E FOGO EM SEU SANGUE GRAL, QUEM SEJA LUCIFÉRICO, UM DEUS DO INCOGNOCÍVEL. Nesta tática de guerra, o viryas vai a BUSCA de seu INIMIGO INTERIOR, com o poder de sua ESPADA E TRIDENTE, pronunciando seu GRITO DE GUERRA, CLA-MORT que desafia à seu terrível adversário para um combate total, tal eloqüente grito de HOSTILIDADE ocasiona a emergência direta dentro do mesmo, da VOX e da Vontade do Uno, acontecimento que produz uma tensão dramática onde o VALOR INFINITO do virya é posto a prova. Enfrentando o Virya Berserkr, armado com suas runas não-criadas, com o Rosto do DEMIURGO (o Ancião dos Dias), a falsa imagem de si mesmo, o qual é colocarse de cara ante a MORTE CÁLIDA, de frente ante o Rosto ou Canto do demiurgo que tratará de todos os modos possíveis de impedir que o Guerreiro Sábio consiga mutilar seu corpo (microcosmo do macrocosmo) do tempo transcendente, da matéria corrupta e perecível, conseguir para o mesmo a eternidade, amputação que afirma o DOMÍNIO TOTAL DO MICROCOSMO a partir do EU VERDADEIRO. Mas, se bem que a tarefa requer da máxima vontade e valor, quando estas técnicas baseadas na OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA e na tática da REVERSÃO GNÓSTICA são bem apreendidas e executadas, o Virya Berserkr poderá derrotar ESTRATEGICAMENTE ao Demiurgo, um por um seus rostos irão desaparecendo, primeiro sua PAIXÃO ANIMAL, segundo o CÁLIDO CORAÇÃO se irá endurecendo, terceiro sua MECÂNICA RACIONAL, CEREBRAL que sustenta a falsa imagem de SI MESMO; em resumo, seus desígnios arquetípicos que estão sustentados pelos Aspectos Amor, Beleza e Consciência do demiurgo, irão se dissipando, assim sucessivamente, progressivamente cairão posteriormente todas as falsas imagens culturais que suportam ao microcosmo, todos eles serão RE-SIGNADOS RUNICAMENTE, e a FALSA REALIDADE DA PERSONALIDADE, da INDIVIDUALIDADE que sustenta no EU PSICOLÓGICO, na ILUSÃO DO MUNDO DE MAYA, no LABIRINTO EXTERIOR, nos arquétipos macrocósmicos, em seus MITOS e FANTASIAS são QUEIMADAS pelo FOGO ETERNO do VRIL. Esta operação é terrível para a VOX do UNO, porque ele jamais imagina que o virya de GELO E FOGO irá decididamente a seu encontro. Esta ação de guerra total é inesperada para O UNO, isto é possível porque o virya desperto aplica a SURPRESA ESTRATÉGICA, técnica RÚNICA que lhe permite apoderar-se como um RAIO de seu microcosmo e fundir o psicológico dos sangues impuros na FORÇA NÃO-CRIADA PROVENIENTE DE SEU EU INFINITO. O virya transformado em um GUERREIRO BERSERKR, com seu furor decide valentemente atacar à serpente e ao Dragão (desígnio serpente e desígnio caracol), esta ação de guerra, aterroriza ao mais poderoso dos demônios, e o Demiurgo não é exceção. O guerreiro Sábio tem graças a sua Segunda Iniciação, em seu EU VERDADEIRO, em seu ser noológico, em seu Espírito, gravado a fogo o SIGNO da ORIGEM, ele é PURO VRIL; o guerreiro, agora SÁBIO E CONSTRUTOR é um Virya Berserkr, venceu o medo e é VONTADE PURA, com o PODER das runas não-criadas, elas são agora RECRIADAS EM SEU MICROCOSMO, afirmando no “ser em si” de seu ser, o que realmente ele É noologicamente, a ETERNIDADE do seu SER INFINITO.
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O Yoga Hiperbóreo afirma: As runas não-criadas são a Língua dos Pássaros dos Siddhas Leais, são o Canto dos Deuses de Agartha, e este Canto o virya luciférico compreende quando sabe DANÇAR AS RUNAS, isto o inicia na arte da GUERRA e o qual lhe dá o PODER para dar morte a sua própria morte, a MORTE AO DRAGÃO E SUAS SERPENTES. O GUERREIRO GERMÂNICO, PRETORIANO, DESCE CONSCIENTEMENTE, VOLITIVAMENTE COM O VRIL E O PODER DAS ARMAS RÚNICAS, PELOS REGISTROS ÔNTICOS OU CHAKRAS SUPERIORES E DESTRÓI SUAS FORMAS MANDÁLICAS, MODIFICANDO A VOX DO DEMIURGO PELA VOX DE SEU ESPÍRITO INFINITO. O VIRYA CONVERTE SEU MICROCOSMO EM CORPO VRAJA, CONSEGUINDO ASCENDER À ETERNIDADE COM SUA PRÓPRIA IMORTALIDADE. O Iniciado Hiperbóreo deve dominar suas energias astrais e psíquicas (resignar) e vitais (cercar), apoderando-se definitivamente de suas estruturas anímicas e orgânicas, isolando cada órgão em particular e cercando o organismo microcósmico em geral. O Guerreiro Sábio, por sua graça e vontade absoluta, será livre dos desígnios contidos no panteísmo MACROCÓSMICO, fundamentalmente, evitará que o Demiurgo possa DESESTABILIZAR com sua VOX o microcosmo. A SABEDORIA HIPERBÓREA afirma: os BIJAS são o APETITE do DRAGÃO, eles devoram o MICROCOSMO do pasú e do virya perdido, são tragadas suas forças ou energias pelos ARQUÉTIPOS MACROCÓSMICOS do Dragão. Estes bijas demiúrgicos do desígnio caracol são potencializados desde o ASTRAL MACROCÓSMICO pelos Serafins Nephilim; eles, com sua cabala acústica, regem e controlam com a Kalachakra todos os espaços de significação cósmica da criação do Uno e através deles o MICROCOSMO do Virya perdido, preso às leis do LABIRINTO. Pela lei de analogia entre macrocosmo e microcosmo, o organismo está submetido às mesmas leis naturais que controlam e dirigem o macrocosmo, por isto, o microcosmo é devorado pelo APETITE do macrocosmo, pelo Demiurgo e os regentes do Labirinto, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. A medida que os bijas se ativam, o microcosmo preso no temporal sofre a ação dos mesmos, suas potências acústicas vão pela quadratura ôntica (lei do quatro e do sete) da esfera de sombra atualizando na esfera de Luz, todo o PLANO DO ORGANISMO, o qual está determinado, inscrito na matriz essencial do Arquétipo universal (também denominado Mônada Universal). Plano que no pasú ou virya perdido está submetido às leis do KARMA, de tal maneira que os bijas determinam as atualizações dos futuros esquemas ônticos de si mesmo, do organismo atual. São os Siddhas traidores mediante a KALACHAKRA (tema que analisamos no OITO INFINITO) quem em cada REENCARNAÇÃO ou ENCARNAÇÃO modificam o KARMA do Virya perdido, o “SER PARA O HOMEM”, o particular sem alterar o UNIVERSAL, o “ser em si”. Com este poder, os demônios do Karma alteram o SIGNO DA ORIGEM, modificando suas significações ônticas noológicas afirmando sobre o mesmo o SIGNO DA DOR, o aprisionamento pelo AMOR e pela PAIXÃO CARNAL. Esta lei kármica é de cruel, não incluí nada, APAGA DA MEMÓRIA TODA A RECORDAÇÃO DO SIGNO DA ORIGEM e somente o Virya que se LIBERTA NA ORIGEM pode voltar a
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RECORDAR, ser um SIDDHA ETERNO e IMORTAL na ORIGEM. Não é este o ponto estudar profundamente a REENCARNAÇÃO ou lei das ENCARNAÇÕES ou LEI DO KARMA, somente afirmamos que ela determinará aos presentes e futuros esquemas de si mesmo que animarão o EU aprisionado ao SER do microcosmo. Esta lei assevera que se o virya evoluiu de acordo com a matriz geral e o Arquétipo universal, marchando pelo caminho correto, seguindo o caminho ELIX conduzente à perfeição arquetípica, seu KARMA “DIMINUI”. Se o virya se desvia do estabelecido previamente em seu ciclo evolutivo pela matriz essencial, será castigado por não obedecer e não seguir as leis de seu Criador, seu KARMA “AUMENTA”. O virya perdido está aprisionado às leis do karma: se segue seu curso, seu caminho ELIX (a maioria dos viryas perdidos estão submetidos ao caminho ELIX, ao destino do gênero, do humano) é enganado com a ilusão do paraíso final, da perfeição ontológica, da salvação. O virya estruturado a estes caminhos de ilusão, que crêem na transcendência metafísica dentro da Fraternidade Branca, está perdido, somente serve aos fins dos Senhores do Karma e dos Siddhas Traidores, e cedo ou tarde será devorado pelo apetite do Dragão, sacrificado no holocausto final. O virya no caminho ELIX, sem seu caminho passa pela linha do destino humano, segue a evolução do homem dentro da RAÇA e da ESPÉCIE, linha que conduz à morte e ao APRISIONAMENTO indefinidamente no SIGNO DA DOR. Os viryas perdidos que se revelam ao Criador, que não cumprem corretamente com os desígnios e violam a lei divina porque a desconhecem, ou porque se revelam, serão terrivelmente castigados, pagarão com KARMA esta ousadia. O virya nesta vida, sua evolução ontológica, sua perfeição evolutiva até a enteléquia ÔNTICA, está determinada pelo grau de evolução anímica conseguida em suas vidas passadas, e os Senhores do Karma premiam ou castigam ao virya de acordo com a sua evolução. Se o virya se rebela e se sai do caminho ELIX, da lei da evolução macrocósmica que controla a ESTABILIDADE GERAL DO MICROCOSMO, está desobedecendo a seu Criador, ROMPE COM OS DESÍGNIOS ESTABELECIDOS NA MATRIZ ESSENCIAL DE SUA MÔNADA ARQUETÍPICA; SE ESTA AÇÃO SE REALIZA SEM TER ESTRATÉGIA, SEM COMPREENDER SEUS RISCOS, SEM POSSUIR A SABEDORIA HIPERBÓREA, OCASIONARÁ A IMEDIATA INTERVENÇÃO DO DEMIURGO NO MICROCOSMO E MAIS VALE SER UM VIRYA PERDIDO, UM HOMEM PRESO NA VIDA CÁLIDA, QUE DESAFIAR AO UNO SER TER A DEVIDA INSTRUÇÃO. O Demiurgo sempre tratará de restabelecer a função geral restabelecendo a estabilidade geral do microcosmo, de acordo ao Plano previamente determinado em sua matriz essencial e contido no Arquétipo universal. Se não se consegue controlar o microcosmo, voltá-lo a ajustar à matriz universal, o Demiurgo pode ativar um bija (Bija = som da cabala acústica com a qual foi construído o microcosmo), e potencializar no mesmo um complexo (Signo da Dor) que poderá DESESTABILIZAR A EVOLUÇÃO ANÍMICA TEMPORAL DO MICROCOSMO. Estes bijas têm a finalidade de ALTERAR a estabilidade geral do microcosmo, projetando esquemas ônticos que podem desencadear esquemas de si mesmo que altere definitivamente sua evolução natural, NIMROD é bem específico neste tema, por isto unicamente na REVERSÃO GNÓSTICA é possível desintegrar a VOX do Dragão com a
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VOX DO Virya BERSERKR. Estes Arquétipos emergentes, seus BIJAS, pronunciados pelo demiurgo na estrutura ôntica do microcosmo, são sistemas energéticos que atuam sobre a energia vital, psíquica e astral do virya perdido, têm as capacidades para modificar ou alterar determinados órgãos em particular (gerando enfermidades) ou inclusive destruir o organismo microcósmico (ocasionando a morte física), se o virya não se religa, si se REVELA À VONTADE DO DEMIURGO e dos SIDDHAS TRAIDORES, deverá ser um VALENTE, um HERÓI, porque a partir de dentro ou de fora os inimigos do espírito tratarão de voltar a integrá-lo novamente à função geral do organismo estabelecida na matriz geral, no “ser em si”, do “ser para o homem” e do “ser para deus” do desígnio caracol e serpente. Em geral, os cinqüenta BIJAS da cabala acústica têm a função essencial de controlar o normal desenvolvimento evolutivo do microcosmo, de suas energias ASTRAIS, PSÍQUICAS e VITAIS, estruturadas no SUJEITO ANÍMICO OU ALMA CRIADA. Os bijas depositados no logos Kundalini (ovo de AKASHA), a medida que a Kundalini vai DESPERTANDO e se eleva, circulando pelo caminho ELIX do microcosmo (canais Ida, Pingala e Shushuma), estes poderes mântricos vão controlando os Registros inatos, os CHAKRAS; eles “cuidam” para que os mesmos se ajustem ao PLANO previamente estabelecido na matriz pasú, contido na mônada arquetípica. Os bijas vão determinando as atualizações ônticas temporais do “ser em si”, no microcosmo, as IMAGENS do SER, as mudanças que se vão acontecendo cronologicamente em cada processo biológico no microcosmo; a Vox do uno desde o INCONSCIENTE, esfera de sombra profunda, onde fundamenta-se o OLHO DE YOD, determina tudo, o VÊ tudo e controla para que o TODO se desenvolva NORMALMENTE. Assim, os chakras vão se ajustando perfeitamente ao estabelecido na matriz essencial da mônada arquetípica, ao plano contido no desígnio Caracol impulsionado pelo desígnio Serpente (quadratura PHI). Os bijas têm o poder de AJUSTAR os SETE CHAKRAS e suas SETE ESFERAS DE SENTIDO aos SETE ANÉIS da CHAVE KALACHAKRA, ao Plano evolutivo projetado para o microcosmo pelo Demiurgo e os Siddhas traidores. O microcosmo, como mais um ente da criação, ao estar sujeito ao macrocosmo, à temporalidade, sofre suas estruturas anímicas vitais de entropia do transcorrer do tempo transcendente, com os anos, o microcosmo PERDE POTÊNCIA VITAL, SUA ENERGIA ASTRAL PSÍQUICA que sustenta a energia VITAL vai se consumindo totalmente com o transcorrer do tempo macrocósmico sobre o microcosmo. De maneira que ao ir ativandose cada um dos cinqüenta BIJAS no microcosmo, se vai atualizando por cada bija pronunciada pelo UNO, uma nova potência energética astral e psíquica, a qual vai atualizando um novo esquema VITAL de si mesmo que sobrepõe o anterior. Este novo esquema emergente, que representa um esquema ÔNTICO TEMPORAL DE SI MESMO, vai deslocando da esfera de luz para a esfera de sombra o esquema anterior, fixando este novo esquema de si mesmo como a realidade ótica (TELA ÔNTICA) de SI MESMO no SUJEITO CONSCIENTE. Estas atualizações ônticas respondem especificamente à quadrangularidade da esfera de sombra, emergindo cada imagem atualizada cronologicamente pela lei do SETE e do QUATRO, conforme à estrutura morfológica astral e psíquica do inconsciente. Em cada deslocamento PHI da espiral do desígnio Caracol, em
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cada tetrarque pela LEI DO QUATRO (quadrangularidade ontológica) se atualizam em cada QUADRATURA ÔNTICA, ou período biológico, SETE BIJAS ou SONS MÂNTRICOS. Em cada um destes quatro períodos (infância, adolescência, adulto e velhice), os sete bijas vão atualizando um diferente esquema de si mesmo cuja forma morfológica afirma mais além da SINGULARIDADE ESTÉTICA OU ÉTICA do indivíduo a UNIVERSALIDADE DO ARQUÉTIPO que está SEMPRE PRESENTE por trás da forma humana, da raça ou do gênero. Esta quadrangularidade ontológica do microcosmo determina as estruturas morfológicas das energias atrais e psíquicas, e elas a da energia vital do microcosmo; esta evolução anímica, afirmamos está dividida em quatro períodos cronológicos: em cada um deles se potencializam sete bijas, e cada período atualiza, definitivamente, na esfera de luz do microcosmo, no “ser em si”, um novo esquema definitivo de si mesmo. Por isto, o virya, sente a medida que passa o tempo, que seu corpo transcorre no tempo transcendente, que seu ser se desloca dentro do tempo, sente como o tempo transcendente transcorre dentro de seu microcosmo, sente em sua imanência ôntica, no SER como seu SER NOOLÓGICO, seu EU é evoluído para o FUTURO, é precipitado para o ABISMO DO SER, ao NADA ARQUETÍPICO, marcha inexoravelmente à MORTE, para uma finalidade, um determinismo que é sua própria FATALIDADE, a extinção de uma nova POSSIBILIDADE DE LIBERTAÇÃO. Seu Eu, preso no destino kármico, segue as características e as relatividades ônticas que sofre na vida, sem poder fazer nada para modificar tal situação e na atual situação está o Virya perdido, somente tem o PRESENTE EM SUAS MÃOS PARA LIBERTAR-SE, e ele deve DAR-SE CONTA DO ENGANO por isto a REVERSÃO GNÓSTICA o ARMA para DESINTEGRAR o DESIGNADO, para CORTAR A CABEÇA DA SERPENTE E DO DRAGÃO. O microcosmo é fagocitado pelo transcorrer do tempo transcendente. Unicamente despertando ao despertar, poderá compreender sua realidade e empreender a busca de uma ciência que o leve à VERDADE ABSOLUTA DE SI MESMO, e lhe dê a sabedoria que ponha em suas mãos a ciência da LIBERTAÇÃO das leis do Karma, do eterno retorno, das garras dos inimigos do Labirinto, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. O virya desperto, CAVALEIRO TIRODAL, pode modificar esta situação, para isto, deve resignar os bijas; se bem que eles se potencializaram no microcosmo (cada bija rege um processo de desenvolvimento ôntico temporal do organismo geral), isto é possível com a gnose interior das runas não-criadas, com a práxis da Pontônica contida no Yoga Marcial Hiperbóreo. As técnicas da reversão gnóstica do Yoga Hiperbóreo nos permitem resignar os bijas com o VRIL desintegrando a ação do Demiurgo no microcosmo, em seu interior. O Virya Berserkr situado no Eu Infinito, com as runas não-criadas resigna os desígnios dos bijas, de tal maneira que seu EU verdadeiro, Vontade absoluta, com o valor aportado pelo Eu Infinito, com o VRIL e a ATITUDE GRACIOSA LUCIFÉRICA controlará seu microcosmo, estrategicamente, de acordo à Sabedoria Hiperbórea e sua via de libertação. O virya, no controle de seu microcosmo, controla as energias do desígnio CARACOL potências arquetípicas astrais e psíquicas; e do desígnio SERPENTE potências arquetípicas da energia Vital, domínios noológicos que se afirmam mediante a estratégia do CERCO na
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sua segunda iniciação Hiperbórea. O Virya Berserkr operando sobre elas a partir da vontade noológica do EU ETERNO, pode gerar sua reversão gnóstica, conseguindo a imortalidade e a eternidade do EU, ainda estando aprisionado, situando-se definitivamente no bando dos Siddhas de Agartha, sendo parte do exército furioso de Wotan. O Virya Berserkr que DESINTEGROU o ANÍMICO pode operar a vontade sobre os espaços vitais macrocósmicos, afirmar seu Mundo Real e viver de acordo ao modo de vida de um Virya Berserkr. O Virya Berserkr afirma seu Mundo Real com as runas não-criadas, nesses espaços de significação assevera o kairos de sua Estratégia, o Mundo Real dos Siddhas de Agartha. Seu Mundo Real é o MUNDO REAL dos Siddhas de Leais, e em seu espaço atemporal desincroniza, com as runas não-criadas, a realidade da Ilusão do Labirinto, a realidade que afirmam no mundo os Siddhas Traidores. O Virya Berserkr concretizou a reversão gnóstica e é um guerreiro dos Siddhas de Agartha. Sua missão é fazer visível a todos os viryas do mundo, o MUNDO REAL que desde o não-criado afirmam no criado os Siddhas de Agartha, lutar, e se for necessário morrer, para que seus camaradas vejam no mundo o Signo da Origem, e com ele vençam o Signo da Dor, a ilusão do Labirinto. Descreveremos estes passos estratégicos Primeiro: o Guerreiro Sábio ascende à INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA, desenvolve o FUROR BERSERKR, domina a ESTRATÉGIA DO CERCO, a qual nos instrui na GNOSE INTERIOR, na arte sabia de fundar uma ARQUÊMONA ODAL. Segundo: A partir de sua ARQUÊMONA ODAL, compreende os êxtases rúnicos das trezes runas arquetípicas, adquire Ética noológica, o conhecimento para CERCAR o EU do sujeito consciente, desestruturá-lo do tempo transcendente, o fluir da Consciência/Tempo imanente macrocósmica do Demiurgo, o virya se afirma em sua PRAÇA TAU. Terceiro: neste ponto, com seu Eu isolado e cercado, afirmado no SELBST, sendo um virya desperto, se vincula carismaticamente com os SIDDHAS LEAIS, é um INICIADO HIPERBÓREO, adquire o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS, vivencia os ÊNTASES RÚNICOS das três runas não-criadas, se arma CAVALEIRO TIRODAL. Quarto: com sua Graça Luciférica, domina as runas da guerra HAGAL, SIEG e TYR; com elas pode fundar CASTRUM AMURALHADO, PRAÇAS ISOLADAS no Valplads. Com o domínio da Sabedoria Hiperbórea, ascende à Pontônica e ao Yoga Hiperbóreo. A Pontônica é a ciência da ação, une de forma carismática o virya com seus camaradas e nos permite CONSTRUIR ARQUÊMONAS NO MUNDO, sistemas reais, ESCADAS CARACOL que sirvam aos propósitos das ESTRATÉGIAS HIPERBÓREAS dos Siddhas Leais. Quinto: o virya em um Kairos Iniciático maneja as técnicas guerreiras que lhe permitem voltar a recuperar suas armas: primeiro, O ESCUDO DE PALAS ATENAS; Segundo, A ESPADA DE WOTAN, e por último, O TRIDENTE DE NETUNO. Estas armas fortalecerão sua vontade e valor, afirmando ao EU definitivamente no SIGNO DA ORIGEM,
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no PÓLO INFINITO, na não-criada runa de APOLO, RUNA DE GELO E FOGO, A RUNA HAGAL DOS SIDDHAS DE AGARTHA. Sexto: com suas armas, recuperadas em suas mãos, o Guerreiro Sábio Iniciado Hiperbóreo têm em suas mãos o presente, sente em seu sangue o FUROR BERSERKR. INGRESSA ARMADO A SUA REVERSÃO GNÓSTICA, recupera seus poderes, consegue desintegrar os designados em seu MICROCOSMO, com sua VONTADE ABSOLUTA e VALOR INFINITO; o virya, Cavaleiro Tirodal, é SENHOR DO CÃO E DO CAVALO, compreende a raiz do Engano, a SERPENTE, ENROSCADA NA ÁRVORE DO BEM E DO MAL. Sétimo: o enigma de Jano, o Segredo do Labirinto é resolvido; o virya consegue ver o rosto de VESTA ou PIRENA. O guerreiro convertido em um Sábio Construtor poderá resolver qualquer mistério, porque a verdade somente se manifesta ao Guerreiro Sábio que domina a ciência das RUNAS ETERNAS. Oitavo: o Guerreiro Sábio, dono absoluto de si mesmo, domina a arte da guerra e da construção, tem excelência na ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA, é um PONTÍFICE, um guerreiro que guia a seus camaradas à ORIGEM. Ele construiu a si mesmo, qualidade noológica que lhe permite dominar a ciência da Pontônica, a arte da construir pontes à ORIGEM, tem domínio absoluto do pontificado. Em conjunto com outros camaradas, Iniciados Hiperbóreos, com o domínio da arte da Pontônica Hiperbórea construirá pontes (Praças Liberadas) entre o criado e o não-criado, e fará propícia uma Estratégia Psicossocial de libertação espiritual. Nono: armado e carismaticamente unido com seus camaradas, em sua PRAÇA ISOLADA, com o conhecimento que lhe ortoga a ciência guerreira do YOGA MARCIAL HIPERBÓREO, poderá ABRIR uma FRENTE de COMBATE, iniciar uma AÇÃO DE GUERRA contra as obscuras forças do KALY YUGA. Décimo: desde sua PRAÇA ISOLADA, ARQUÊMONA ODAL, os guerreiros desencadearão todo seu furor e poderão ampliar seu perímetro, SEU CERCO ESPIRITUAL, seu RAIO DE AÇÃO NOOLÓGICA, resignando AS ESTRATÉGIAS DO PACTO CULTURAL, ganhando cada vez mais ESPAÇO VITAL no VALPLADS macrocósmico, afirmando definitivamente o GRAL e as estratégias do PACTO DE SANGUE dos DEUSES DE AGARTHA. Milhares de Homens de Pedra despertarão ao despertar, e a verdade vencerá sobre a mentira; o virya verdadeiro, Homem de Pedra, marchará à batalha, junto a Wotan e Apolo, combaterá aos povos do Pacto Cultural e as raças da Traição Branca. Exércitos de Guerreiros Berserkr poderão recuperar seu VRIL e retornar marchando galhardamente à Batalha Final, onde as obscuras e sinistras potências do Kaly Yuga serão derrotadas e o Galhardo Senhor de VÊNUS triunfará.

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Afirmando estas premissas noológicas, poderemos completar nossa missão assinalada pelos Siddhas de Agartha: com HONRA E VALOR marchar com a CABEÇA ERGUIDA até a Pátria não-criada, retornando triunfalmente à ORIGEM. A missão proposta pelos Siddhas de Agartha se concretizará, se todos os Guerreiros Sábios compreendem com o poder das runas não-criadas o mistério do duplo desígnio caracol (Dragão) e serpente, si se vencem internamente se desperta e si se vencem externamente se DESPERTA AO DESPERTAR, adquirindo o direito eterno à VERDADE, a serem livres na ORIGEM. O virya, na Primeira Iniciação, consegue o domínio da serpente, ascende a sua individualização, é um ser desperto, homem verdadeiro, marcha desperto ao despertar, compreende o mistério do desígnio caracol e o desígnio serpente. O virya que domina esta ciência, logo de derrotar seu inimigo interno com as técnicas da OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA e da REVERSÃO GNÓSTICA, poderá marchar, decididamente, como fez o Grande Caçador NIMROD, contra os piores inimigos, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá, os culpados pelo aprisionamento espiritual. Os viryas mais valentes, os que estejam decididos a dar tudo pela libertação espiritual, serão os eleitos para combater aos Siddhas Traidores na BATALHA FINAL.

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TERCEIRA PARTE: VITÓRIA
A PONTÔNICA NOOLÓGICA DO YOGA HIPERBÓREO A RUNA DA VITÓRIA
A TERCEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA A PONTÔNICA NOOLÓGICA é a arte hiperbórea por excelência, representado neste Kairos dos Siddhas de Agartha na ciência do Yoga Hiperbóreo; é a PRÁXIS noológica que nos permite compreender a LINGA DOS SIDDHAS; é levar à realidade sua ação de guerra e de oposição estratégica. A Pontônica é a ação que o Guerreiro Berserkr desencadeia sobre os inimigos do Espírito, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. O virya, com as ciências dos Siddhas de Agartha, se arma com o poder das runas nãocriadas; armado com estes poderes noológicos poderá enfrentar e dar morte aos Siddhas Traidores. Na Pontônica, o Virya Berserkr decide dar morte definitiva ao Dragão e às suas serpentes no LABIRINTO EXTERIOR. Que significa dominar a Pontônica? O que nos transmite seu segredo? Primeiro definiremos o significado de Pontônica: é a arte de construção de PONTES, de tal maneira que a Pontônica é a ciência que manejam os Pontífices Hiperbóreos com a qual destroem aos inimigos do LABIRINTO, aos SIDDHAS TRAIDORES DA CHAVE KALACHAKRA. Para compreender melhor esta definição, definiremos o termo Pontífice. O mesmo deriva do idioma francês “pontífe” e provém da palavra em latim “pontifex”, título utilizado para os altos dignitários do Império Romano, da maior estratégia hiperbórea depois do Führer ADOLF HITLER, a ROMA IMPERIAL. A palavra “pontifex” está formada pelas palavras de raiz latina: “pons”, ponte e “facere”, fazer, com um significado real de “construtor de pontes”. A sabedoria Hiperbórea define à Pontônica como a arte noológica que permite ao Virya Iniciado Hiperbóreo realizar construções metafísicas sobre si mesmo, pontes noológicas interiores ou sistemas reais artificiais noológicos (Escadas Caracol), pontes exteriores; bem chamados pelos romanos de CASTRUM ou PRAÇAS LIBERADAS. Trabalho de engenharia metafísica hiperbórea que permitirá ao virya poder transladar-se e cruzar de um espaço de significação a outro (conquistar uma região, geografia do inimigo e fundar nela uma CIDADE AMURALHADA) sem que nenhum obstáculo impeça a ampliação do ESPAÇO VITAL, da estratégia do Cerco. A Pontônica é a máxima ciência dos Pontífices Hiperbóreos, com esta máxima sabedoria os Siddhas Leais nos instruem nas Estratégias de conquistas que devemos desenvolver para poder enfrentar ao labirinto e tomar POSSE do labirinto exterior para destruir em seu espaço cercado a ilusão do labirinto exterior. Esta é a máxima ciência dos Siddhas de Agartha, ela sempre se manifestou nas Estratégias dirigidas na História pelos Pontífices que atuaram nelas. Unicamente com o domínio da Pontônica se podem criar as pontes que nos permitem transitar e cruzar livremente, espiritualmente ou fisicamente, desde o criado ao não-criado, à Origem. Somente o virya que se transforma em um GUERREIRO
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BERSERKR, é um Construtor de Pontes, um PONTÍFICE HIPEBRÓREO, qualidade que pode desencadear qualquer Virya que tenha PURIFICADO SEU SANGUE, que tenha em suas veias VONTADE E VALOR, o poder para enlaçar a Segunda Iniciação Hiperbórea com a Terceira Iniciação Hiperbórea, ato que o põe em pé de guerra contra os inimigos do Gral, os Siddhas Traidores. Por isto, a Pontônica é a arte, a sabedoria construtiva que permite ao guerreiro desenhar um plano estratégico de guerra contra os povos do Pacto Cultural, os inimigos, defensores do LABIRINTO de Maya, e contra o labirinto mesmo. Com esta construção lítica hiperbórea baseada na arte da guerra, o Virya conseguirá transpor a distância que o separa do SELBST, eliminar os obstáculos e cruzar heroicamente o abismo infernal que separa o Eu da ORIGEM, transitar HEROICAMENTE do criado ao não-criado. A Pontônica institui a Terceira Iniciação Hiperbórea, permite ao virya compreender a Runa TIRODAL DA VITÓRIA, e lhe ortoga a possibilidade de converter-se em PONTÍFICE HIPERBÓREO, em SIDDHA BERSERKR. Iniciação que o arma para desencadear todo seu poder contra as estruturas do labirinto; ação de guerra que o situa de cara, de frente às serpentes e ao Dragão.

Os Livros de Cristal de Agartha afirmam: “com o Signo da Origem se compreende a Serpente, com o Símbolo da Origem ao Dragão, com ambos ao conhecimento do aprisionamento e à sabedoria que nos leva à compreensão noológica da ciência da libertação”.
A SEMÂNTICA NOOLÓGICA, estruturada nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea e nos Livros de Cristal de AGARTHA, é a ciência que nos ortoga a intelecção como ato de compreensão, a apreensão gnóstica da realidade do labirinto e seus diversos espaços de significação macrocósmicos e microcósmicos. O Virya Duplo Iniciado Hiperbóreo, com seu Eu verdadeiro e sua Vontade absoluta orientada estrategicamente na Semântica noológica, consegue construir sobre o sujeito cultural (estrutura cultural interna microcósmica) uma estrutura Semântica Hiperbórea, com a qual o sujeito consciente e o sujeito racional podem dimensionar, mensurar intelectivamente, inteligentemente as significações da realidade dentro dos conceitos intelectivos HIPERBÓREOS. Indubitavelmente, isto significa destituir a estrutura cultural que o virya tinha edificado sobre si mesmo, sua psique de homem pasú e afirmar sobre ela SABEDORIA RÚNICA DA PONTÔNICA HIPERBÓREA. Esta psique é revertida totalmente, o sujeito cultural é modificado, e as premissas culturais que formavam parte de seu sujeito racional, com as quais ele discernia, pensava mentalmente a realidade, são substituídas pelo modo “cultural” do Virya Hiperbóreo. Premissas culturais que foram preeminentemente impostas, depositadas no inconsciente do virya adormecido por uma cultura demiúrgica baseada em seus postulados sinarcas, axiomas que afirmam ao virya no LABIRINTO exterior, na realidade ilusória do mundo que afirmam como real os Siddhas Traidores; isto é DESINTEGRADO pelo poder que adquire o Virya em sua segunda iniciação hiperbórea. A estrutura cultural determina totalmente o discernimento do Virya perdido, a apreensão da realidade é incorporada à memória arquetípica de acordo aos Planos do Demiurgo, e dos Siddhas de Chang Shambalá; suas linguagens científicas e
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religiosas (as duas colunas do templo sinarca) participantes da Fraternidade Branca da Sinarquia Universal determinam sua forma de pensa e atuar. Pautas culturais que forma introjetadas em sua estrutura mental pela Sinarquia Mundial através da criança e da educação; premissas que por mais de dois mil anos foram sistematicamente afirmando a realidade do tempo e do espaço, de suas significações culturais determinadas e criadas com a KALACHAKRA. Isto edificou no virya uma Semântica psicológica baseada nos símbolos sagrados do pasú, e suas linguagens convencionais LÓGICAS e MATEMÁTICAS, que ortogam uma perspectiva ilusória da realidade ao virya perdido e ao pasú, isto afirma uma ação colocadora de sentido onde a visão do mundo se estabelece de acordo aos modelos culturais da Sinarquia Mundial, os quais afirmam como a única VERDADE à realidade do labirinto sinarca. A Sabedoria Hiperbórea propõe modificar a Semântica psicológica baseada nos símbolos sagrados do pasú, paralisar o mundo que afirmam como real os Siddhas Traidores e afirmar a SEMÂNTICA NOOLÓGICA do virya desperto; sabedoria baseada nos Símbolos Eternos e em suas linguagens hiperbóreas estruturadas nas runas nãocriadas, ciências não-criadas que afirmam o MUNDO REAL dos Siddhas de Agartha. O virya somente poderá adquirir esta Semântica noológica quando sente com seu sangue o chamado de seus camaradas de Agartha. Se ele descobre este Mundo Real, terá o valor para modificar sua realidade, e poderá pensar, fazer uma leitura da realidade a partir da SABEDORIA, a qual lhe dá uma Estrutura Cultural Hiperbórea; isto significa estabelecer a SABEDORIA como o CONHECIMENTO para apreensão da realidade. NO VIRYA BERSERKR, SEUS SUJEITOS CULTURAL, RACIONAL E CONSCIENTE ESTÃO SUBORDINADOS À AÇÃO NOOLÓGICA DO EU VERDADEIRO; SUA SEMÂNTICA ESTÁ COMPREENDIDA NAS LINGUAGENS DA SABEDORIA HIPERBÓREA, E SEU MODO DE VIDA SE BASEIA EM UMA ÉTICA GUERREIRA AFIRMADA NAS TÁTICAS DA OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA DOS SIDDHAS DE AGARTHA. Esta ação Semântica é uma ação Ética noológica, porque para modificar a forma de pensar, o virya deve modificar a forma de sentir; o virya deve deixar de sentir com o coração e começar a sentir com o SANGUE. Esta ação lhe permitirá modificar suas capacidades cognitivas e poderá definitivamente reconstruir sua estrutura cultural, DOMINAR O MICROCOSMO. O Eu, com o princípio do cerco, atua cercando os limites de sua estrutura cultural, resigna runicamente seus conteúdos Semânticos psicológicos, substituindo-os pela Semântica Hiperbórea, de tal modo que o virya constrói uma nova linguagem baseada nas runas não-criadas e na Sabedoria Hiperbórea. Com isto, poderá afirmar uma Ética noológica que substituirá a Ética psicológica, e SER UM CONSTRUTOR DE PONTES AO NÃO-CRIADO, um PONTÍFICE HIPERBÓREO. O Virya afirmado em seu EU verdadeiro, em suas TORRES, COLUNAS NOOLÓGICAS, se faz dono do seu sujeito anímico, e desde o PONTO TAU ODAL se localiza sobre a estrutura ôntica do sujeito consciente, sujeito cultural e sujeito racional, seu labirinto interior é desintegrado e somente a ORIGEM é o PONTO onde se fixa o EU.
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A realidade, o Labirinto de Maya, sempre é percebida pelo EU do virya ao situar-se no PONTO TAU desde sua TORRE ou COLUNA, tem a perpendicularidade gnóstica, a VERTICALIDADE NOOLÓGICA para poder visualizar e dominar todo o labirinto interior e exterior. O virya visualiza o Segredo do Labirinto e compreende que necessita estar armado com o poder das três runas não-criadas para transitar as armadilhas, os caminhos de ILUSÃO do LABIRINTO de MAYA. Esta compreensão nos dá um valor Ético heróico que nos permite ascender com vontade e valor à Pontônica noológica Hiperbórea, ciência da ação, da guerra que nos permite desintegrar a Ilusão do Labirinto. Mas é indispensável compreender semanticamente, a partir da Ética noológica, as funções estratégicas existentes nas runas LIMITANTES e nas runas CONDUZENTES para poder utilizá-las corretamente na ação de libertação. Com a Ética noológica ascendemos à compreensão das trezes runas arquetípicas e às seus êxtases rúnicos; estas nos vinculam carismaticamente com as três runas não-criadas e a vivência de seus ÊNTASES RÚNICOS; elas afirmam uma Ética heróica e guerreira dentro do Virya Berserkr, o preparam para CONSTRUIR UMA AÇÃO ESTRATÉGICA DE GUERRA CONTRA O VALPLADS. Esta ação é um princípio gnóstico fundamental para compreender o poder das runas não-criadas. Todo este estudo nos permitiu compreender um aspecto das runas e nos transladou, mediante a ÉTICA NOOLÓGICA, para entender o importante que é para o virya escutar a Língua dos Pássaros, a qual nos instrui na ARTE DA GUERRA e das CONSTRUÇÕES MÁGICAS HIPERBÓREAS (SISTEMAS REAIS ARTIFICIAIS HIPERBÓREOS, ESCADAS CARACOL E INFINITA). Mas é fundamental afirmar no EU VERDADEIRO a Ética noológica do Virya Iniciado Berserkr, e somente vinculando-se carismaticamente com o EU INFINITO e o VRIL, pode ingressar à ÉTICA HERÓICA, a qual nos dá a vontade e o valor para ESCLARECER a obscuridade, COMBATER o abismo infernal que separa o virya adormecido da liberdade espiritual. A luz da verdade cega ao virya adormecido, que por medo prefere viver nas trevas da ignorância. Na VERDADE está a LIBERDADE, na ignorância está a CONDENAÇÃO. O que deve percorrer e resolver o virya na PONTÔNICA NOOLÓGICA para receber sua terceira iniciação Hiperbórea? O virya, através da Semântica e da Ética noológica, resolve o Segredo do Labirinto interior e consegue a Primeira Iniciação; dissipa o Segredo do Labirinto exterior e recebe a Segunda Iniciação Hiperbórea. Cabe destacar que somente na Pontônica noológica está a libertação absoluta, e para isto, o virya deverá percorrer o caminho da Morte e enfrentar-se cara a cara com o rosto dos Siddhas Traidores. Esta é a realidade do virya: a falta de uma sabedoria, a perda de sua Ética, o distancia da orientação estratégica; e como o morcego, está o virya perdido, cego e preso nas cavernas labirínticas da Ilusão de Maya. Para reverter isto, sair de sua ignorância e despertar, o virya deve dissipar as trevas, ver o LABIRINTO e sua Caverna. Quando o virya desperta ao despertar ascende à Pontônica do Yoga Hiperbóreo, então, esta situação começa a se reverter; ele começa a despertar, a reconhecer seu EU verdadeiro e a
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verdade da realidade, é iniciado na arte de DANÇAR AS RUNAS NÃO-CRIADAS. A Pontônica é a arte que permite ao Iniciado recuperar sua vontade e valor, compreender espiritualmente seu mundo interior, a verdade de si mesmo e a verdade do Mundo Real dos Siddhas de Agartha. A Pontônica é a arte da guerra e da construção de sistemas reais artificiais que permitem a libertação espiritual das raças do Pacto de Sangue. A Pontônica da guerra é a arte iniciática interior que arma ao Cavaleiro Tirodal com seu máximo poder e o prepara para a guerra total contra a Sinarquia Universal. A Pontônica é a arte iniciática que permite ao guerreiro construir, através das runas não-criadas, seu Oppidum interior, ARQUÊMONA TIRODAL que reflete a Ética heróica, e a PRAÇA TIRODAL, que na Pontônica desencadeia o KAIROS, somente nela se cria a PONTE que afirma novamente um vínculo carismático entre os Deuses e os Guerreiros. A Pontônica é a arte que afirma o modo de vida do Guerreiro Hiperbóreo, que unifica centenas de guerreiros plenos de VRIL para combater aos Siddhas traidores de Chang Shambalá. O Cavaleiro Tirodal, Guerreiro Sábio na Pontônica, é armado com todo o seu poder noológico, nela recebe as armas para marchar decididamente em uma ação de guerra para a libertação espiritual, junto de seus camaradas. O Guerreiro Sábio obtém na Pontônica a melhor ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA, e começa com seus camaradas seu caminho ÉTICO HERÓICO, que o leva DESPERTO AO DESPERTAR, nas instâncias os cavaleiros tirodal cria uma FRENTE DE GUERRA, uma ação estratégica psicossocial cujo fim é a VITÓRIA. O Guerreiro empreende o percurso até a sua Pontônica noológica, começa a pensar como um Hiperbóreo, a viver estrategicamente ao modo de vida do Virya Berserkr, a deslocar-se taticamente no mundo do Demiurgo de acordo às instruções noológicas dos Siddhas de Agartha. Na Pontônica, o virya desperto compreende perfeitamente, claramente sua ação de guerra; sua Ética noológica é a ponte que lhe permite compreender o Mistério de sua caída e a ação estratégica que deverá realizar para concretizar sua libertação. A PONTÔNICA NOOLÓGICA LHE PERMITE COMPREENDER O MOTIVO DO APRISIONAMENTO E A CIÊNCIA DE SUA LIBERTAÇÃO; AO PERCORRER ESTA PONTE SE SITUA FRENTE AO SIGNO DA DOR, SIGNO QUE DEVERÁ ENFRENTAR E VENCER COM O SIGNO DA ORIGEM PARA PODER CONSEGUIR SUA LIBERTAÇÃO. A Pontônica noológica transforma a Runa TIRODAL na guerreira TIRODAL DA VITÓRIA, signo rúnico NOOLÓGICO que permite ao Virya Berserkr resignar o Signo da Dor com o Signo da Origem. O Signo da Dor é o Labirinto, e o Signo da Origem é a ciência que nos revela o Segredo do Labirinto. O labirinto é a criação, o Mundo da Dor, ele se sustenta com o sangue do homem pasú (pasú significa: agulha); com seu sangue e dor os Siddhas Traidores tecem o labirinto, e ele é imolado, sacrificado pelo labirinto, porque com seu sangue os inimigos do Espírito (a quem somente interessa o Signo da Dor), fazem lixívia, sabão com o qual lavam do labirinto o Signo da Origem. O homem adormecido deve despertar e compreender que ele é vítima do falso amor, sua vontade é usufruída pelos desumanos seres que custodiam o labirinto. Estes demônios disfarçados de ovelhas são os adoradores do CABRITO, do Bezerro de Ouro, e como sacerdotes sacrificadores não questionam em imolar na pira da dor ao homem enganado que crê nos credos da
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Fraternidade Branca da Sinarquia Universal. Estes demônios utilizam a humanidade para sustentar o labirinto, afirmam ao virya perdido na inconsciência da vida cálida, na realidade de si mesmo que o dogmatiza nos caminhos de ilusão que se acham no labirinto do terror. A Sabedoria Hiperbórea afirma: a causa da cegueira que sofre o virya perdido, seu extravio nos labirínticos caminhos de Maya, se deve fundamentalmente à ação da CHAVE KALACHAKRA, ciência metafísica do aprisionamento, operada pelos Siddhas Traidores desde sua cidade metafísica Chang Shambalá. Eles, os Senhores do karma de JehováSatanás, aprisionam a morfologia noológica ao microcosmo, o Espírito-esfera perde assim sua axiologia noológica, cai no Signo da Dor, sofre da ilusão que afirma seu Eu Infinito no finito de seu ser criado. O terrível engano é que, pelo Signo da Origem, o virya é aprisionado ao Signo da Dor; sentindo em seu sangue a Origem, sofre em seu CORAÇÃO a dor. O virya é crucificado no labirinto; em sua cruz, pelo Signo da Origem e pelo A-MOR, sofre o sofrimento do Signo da Dor. Porque sofre a dor? Qual é a razão? Resposta: a paixão animal de seu sangue pasú e a ação dos Siddhas Traidores e da Kalachakra, afirmam no Mundo do terror o Signo da Origem. O virya é revertido pelo aprisionamento do A-mor, ação que o leva ao gênero, à espécie, o afirma no humano (animal homem), perde seu mistério não-criado e se condena no humano, no simplesmente humano; pela perda do Signo da Origem cai no Signo da Dor, caindo nas ARMADILHAS DO LABIRINTO DE MAYA. Nesta situação, perdido e confundido, o virya está sujeito permanentemente à vontade dos Siddhas Traidores. Esta ação da Kalachakra, ciência da traição e do aprisionamento por A-mort, à Dor, reverte ao Espírito-esfera, “DANDO VOLTA”, invertendo seu centro INTERIOR ou PONTO TAU, seu centro simétrico, coluna noológica na qual se afirma o EU ETERNO; é levado de dentro para fora, dividido, partido em dois: um aspecto de si mesmo, O NÃO-CRIADO, participa do Signo da Origem, está na Origem, e o outro aspecto de si mesmo, O CRIADO, participa do microcosmo, do Signo da Dor. Seu EU incrustado no Signo da Dor, segue ligado pelo seu fio rúnico (Cordão de Prata) à seu Eu Infinito, ao PÓLO INFINITO. Mais algo interfere entre o Eu verdadeiro e o Eu infinito: o Signo do Labirinto, o LABIRINTO interior e exterior. Labirinto que é a VONTADE DOS SENHORES DO KARMA, dos Siddhas Traidores, elaborado pela KALACHAKRA, prisão da qual só escapa o Guerreiro Hiperbóreo, jamais o pasú ou virya perdido. Esta reversão modifica, produz esse dar-se volta de dentro para fora, de tal maneira que O OLHAR ESPIRITUAL DO EU QUE SE REFLETIA NO PÓLO INFINITO, no NÃO-CRIADO, pela perda da Origem se reflete no criado, no arquetípico, no Signo da Dor, no labirinto do terror, na criação. Nesta queda do EU de seu mundo espiritual, revertido na matéria é incorporado ao Signo da Dor, é prisioneiro do labirinto; e somente sai desta prisão se encontra uma saída secreta, porque seus carcereiros jamais permitirão que ele se liberte do labirinto. Os Siddhas Traidores, hábeis estrategistas, disfarçaram o Labirinto da Dor com o Signo do Amor, converteram o labirinto em um “PARAÍSO”. O virya adormecido, vítima do Signo da Dor pelo Amor, crendo na libertação, cada dia que passa seus olhos são melhores fechados pelos Siddhas Traidores; além disto, a via secreta que o retira do labirinto, de seu cárcere, seu prisão, se faz cada vez mais oculta, se distancia
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cada vez mais de sua visão, dos olhos do virya, e nesta situação o Eu está totalmente perdido. Este labirinto, investido na falsa imagem do “paraíso”, é sua prisão e os Siddhas Traidores seus carcereiros que, cedo ou tarde, o levarão a execução, ao cadafalso onde será executado, crucificado, e com seu sangue será lavado o Signo da Origem do LABIRINTO DA DOR. O virya aprisionado em sua prisão, preso nela, condenado eternamente a ela, cada dia que passa nela se esquece de DENTRO e vive no AFORA. De forma paradoxal, vivendo no dentro (encarcerado), vive o afora (a prisão); somente se conseguir o afora (sair da prisão) ingressa adentro (sua libertação) e poderá reorienta-se, voltar a recordar. Mas, o Virya perdido por mais que seja obediente e renda CULTO à seus guardiões, os carcereiros, jamais lhe permitirão abrir a porta, sair afora; por mais que cumpra sua condenação, jamais o libertarão dela. Somente roubando a chave da prisão ou encontrando uma via secreta (alegoria do EU PRISIONEIRO) o Virya conseguirá sua libertação; mas roubar a chave dos carcereiros é “quase” impossível, unicamente resta encontrar a via secreta, e esta via é possível se o virya escuta a Língua dos Pássaros, o Canto dos Siddhas Leais. Nossos camaradas desde a Origem sempre recitam a Língua dos Pássaros, e o virya prisioneiro, se orienta seu sangue, escutará o canto dos Camaradas que lhe indicarão onde está a ciência secreta, ciência que o transformará em pássaro, e como um pássaro poderá voar e escapar da prisão. Esta alegoria é uma realidade: o homem adormecido, por mais que viva sua vida no melhor dos caminhos paradisíacos do labirinto, sempre está prisioneiro no Labirinto da Dor, e cedo ou tarde, será vítima da dor. A conseqüência desta ação sinárquica é a perda da Origem pela assimilação do Eu ao Signo da Dor. O Espírito cativo nas redes de Maya perde o sentido do ÂNGULO RETO, a via gnóstica, porta de saída, ÓCULO que permite escapar e produzir sua libertação. Esta ação leva ao EXTRAVIO ou perda da ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA, e se sabe por indução lógica que toda a perda de orientação (espaço-tempo) significa um extravio dentro de um LABIRINTO. Portanto, estar DESORIENTADO significa estar perdido ou EXTRAVIADO dentro de um lugar, forma ou espaço que nos tem preso, confinado às áreas que delimitam suas paredes, suas muralhas ou seus cercos. Unicamente recuperando a via secreta, a PONTÔNICA HIPERBÓREA, poderemos recuperar nossa gnose guerreira que nos transforma em Guerreiros do Eterno, que nos ortoga o poder para recuperar o Signo da Origem com o qual pode resignar o Signo da Dor, compreender o Mistério do ÂNGULO RETO, a Estratégia do CERCO: ciência que nos permite resolver o Segredo do Labirinto e sermos livres de sua ciência do terror. Prosseguindo com esta análise, entendemos que a perda noológica é produto da reversão, própria do engano gerado pela ação da KALACHAKRA (APRISIONAMENTO PELO ENCANTAMENTO). Esta queda do Espírito Não-Criado ao criado é obra do terror sinistro que aplicam os Senhores do karma, os Siddhas Traidores sobre o Espírito Eterno. Eles aplicam sobre o mesmo todo o poder da kalachakra, empregando as cabalas lumínica e acústica sobre o Espírito que é encantado, seduzido, enganado pelo Canto de A-mor, ao Mundo do Terror.

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O Mistério do Canto de Circe é o enigma que deve resolver o virya na Terceira Iniciação Hiperbórea, combater seus sons é a missão que se estabelece na Pontônica, e é esta ciência a SABEDORIA que nos instrui na ARTE DA GUERRA E DA LIBERTAÇÃO. O Virya desperto na Primeira Iniciação se enfrenta ao Mistério do Labirinto; se resolve o Enigma de Jano, recebe a Segunda Iniciação Hiperbórea, é um Virya Berserkr, começa a despertar ao despertar; se tem a vontade suficiente e é um guerreiro ousado, marchará definitivamente na busca da Terceira Iniciação Hiperbórea, iniciação que deverá enfrentar o virya porque nela se institui VENCER a MORTE. Mais o virya pode fazer propícia esta iniciação em vida e desencadear em um ato de valor absoluto sua libertação. O Guerreiro Sábio armado Cavaleiro Tirodal terá que valer-se de todo seu valor, porque se institui neste mistério superar o encantamento de Circe, mistério resolvido por Ulisses na Odisséia de Homero. Na Terceira Iniciação, o virya se enfrentará aos Siddhas Traidores em um combate total de morte; por isto, esta iniciação requer do mais duro preparado físico e espiritual, somente instituída no Yoga Hiperbóreo, ciência MARCIAL que é parte da PONTÔNICA HIPERBÓREA. Faremos um breve relato da ODISSÉIA do poeta grego Homero. Devo esclarecer que a ELÍADA e a ODISSÉIA é um sistema real Artificial Hiperbóreo que foi talvez o primeiro que manifestou em sua épica o PÓLO INFINITO e as RUNAS NÃO-CRIADAS, no texto o SANGUE DO VIRYA se analisa totalmente este registro cultural, mas de forma sintética ingressaremos a um aspecto deste poema, descrevendo a façanha do herói Odisseu em sua Odisséia. Homero narra o encantamento de Circe (A Odisséia: Canto X). Circe, poderosa maga, filha de Hélio (Logos Solar) e Hécate (deidade ctônica), converteu aos companheiros de Ulisses em animais, mas apesar da mudança física, estes conservavam a razão e eram totalmente conscientes do que lhes havia passado. Para que a ele não lhe ocorresse o mesmo, pediu ajuda ao deus Hermes, o qual lhe deu uma erva que o fez imune aos encantamentos de Circe. Ao ver a maga que com Ulisses não surtia efeito seu intento de transformá-lo em animal, se apaixonou por ele. Permaneceram juntos um ano até que Ulisses teve que partir de novo. Esta narração, como exemplo, serve para compreender o que se irá enfrentar o Virya Berserkr, o que deverá superar e o mistério que deverá destruir. O encantamento de Circe é o máximo poder da Kalachakra, seus sons atravessam todo o criado e no mesmo está a VOX dos Siddhas traidores, atravessam como uma lança todo CORAÇÃO HUMANO, mistério que é revelado ao Iniciado Hiperbóreo na Terceira Iniciação. Somente afirmaremos que o encantamento executado pelos Siddhas Traidores é um canto recitado pelos Serafins Nephilim, e seus anjos devas da cabala acústica, são os encarregados do encantamento; eles tratarão de todas as maneiras possíveis de seduzir ao virya, adormecê-lo nos encantos de Maya, tocar seu CÁLIDO CORAÇÃO HUMANO, atravessarem suas mentes com o ENCANTO DE AMOR. Estes seres andrógenos, hermafroditas (mistério da perda do gênero nos Siddhas Traidores) recitam os mantras (OM), os bijas, e ao uníssono de seus acordes surge a luz divina que com sua luminosidade ilumina os caminhos de Maya, transpassa o CHAKRA CARDÍACO afirmando no mesmo a ilusão do AMOR. Com sua cabala acústica e lumínica, o virya adormecido caí nas redes das armadilhas malditas, é devorado pela ilusão do labirinto. Indubitavelmente, enfrentar o Mistério da Morte Branca, consciente e desperto, é
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a única forma de triunfar sobre o mesmo para chegar à vitória, ser um HOMEM DE PEDRA e poder receber a Terceira Iniciação das mãos de nossos Siddhas Leais. O Virya Iniciado Berserkr nesta sua última batalha deve escutar o Canto de Circe e enfrentar a MORTE branca, combater a seus carcereiros, os Siddhas traidores, da Kalachakra. Para resistir e sair vitorioso, ele deve estar desperto, armado como Cavaleiro Tirodal, esgrimir em seu sangue o mais puro brilho astral, próprio do Guerreiro Sábio que porta em seu Eu Eterno o SÍMBOLO DA ORIGEM e o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS. Se o virya é um Iniciado Hiperbóreo, ao estar desperto, este Canto ou luz divina não exercerá hipnose, amnésia alguma, porque o Signo da Dor foi resignado com o Signo da Origem e das runas não-criadas. Este signo não-criado é um brilho luciférico que permite o vínculo carismático com os Siddhas Leais que irão a seu encontro; primeiro o ARMAM CAVALEIRO TIRODAL dando-lhe as RUNAS NÃO-CRIADAS, instruindo-lhe em seus poderes, armado poderá derrotar aos carcereiros e em seguida destruir a prisão, marchando galhardamente à Origem. Desta maneira, o Virya Berserkr primeiro se resgatará a si mesmo ao receber as duas iniciações hiperbóreas, as quais isolam o Eu e o dotam da eternidade, modificando o símbolo Sagrado do Pasú (representado na espiral que afirma a DÚVIDA CRIADA) pelo Signo Sagrado do Virya, representado na Tirodinguiburr, que afirma a verticalidade da RUNA NÃO-CRIADA. Isto o destinge como Cavaleiro Tirodal, um Guerreiro Sábio que jamais será encantado pelo canto sedutor dos demônios de Chang Shambalá, o prepara na semântica e na ética hiperbórea, o alista para ingressar à Pontônica, na ARTE DA GUERRA E DA CONSTRUÇÃO. Esta ação lhe permite evitar que seu Cordão de Prata, dourado, seja novamente amarrado, preso novamente a um microcosmo, ao Mundo da Dor. Agora, o Viruá Berserkr libertado dos desígnios estruturados em seu microcosmo, com seu poder recuperado, investido como Virya Berserkr, seguirá o Canto dos Siddhas Leais que o incitam a cruzar o abismal abismo; e ao transpor esse labirinto astral macrocósmico, ele sente em seu sangue o VRIL e reconhece o BRILHO NÃO-CRIADO DO GRAL, tem o poder para cruzar o abismo insondável do mundo astral macrocósmico, para evitar a KALACHAKRA, tem o poder para retornar à Origem. Lamentavelmente, o virya adormecido responde karmicamente aos desígnios de seu símbolo sagrado do eterno retorno contido na Kalachakra. Este fim impulsiona ao Espírito a seguir não casualmente a LUZ DO ENCANTAMENTO que o lançará ao ABISMO DO ENCANTAMENTO, mistério que somente pode compreender o INICIADO HIPERBÓREO através da PONTÔNICA NOOLÓGICA, ciência que permite ao virya ascender à Segunda Iniciação Hiperbórea. Para prosseguir este estudo ingressaremos a uma análise do mistério do Labirinto. NIMROD em seus fundamentos nos instrui sobre o mesmo e neste tratado ingressaremos também ao exame dos mesmos para ampliar a compreensão desta armadilha de MAYA. Com isto poderão comprovar que o mesmo se realiza com mesmas matrizes ônticas que o camarada eterno constrói com o que nos é instruído no segredo do labirinto, por isto recomendamos que os camaradas estudem este ponto tratado pelo pontífice.

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O MISTÉRIO DO LABIRINTO
Devemos esclarecer que o virya pode ter domínio da Semântica e da Ética noológica Hiperbórea, tem seu Eu isolado, ter ingressado à arquêmona ODAL e não ter resolvido o Mistério do Labirinto. Este é o Mistério que se resolve na Segunda Iniciação, nela o iniciado tem as armas e o poder para RE-SIGNAR O LABIRINTO. Na Primeira Iniciação adquire orientação estratégica e isola o EU; na Segunda Iniciação compreende o Mistério do aprisionamento, o Segredo do Labirinto e da ciência de sua libertação. O EU do virya é imortal em sua primeira iniciação, está cercado dentro de sua runa limitante ODAL, se bem que tem uma referência da ORIGEM ainda está longe da ORIGEM, para ser na ORIGEM deverá resolver o segredo do LABIRINTO. O Virya deverá solucionar e resignar a ilusão dos LABIRINTOS de MAYA, destruir esse muro limitante que representa a distância, o espaço-tempo que separa o EU da Origem. Isto só se consegue na Segunda Iniciação Hiperbórea, quando o virya na REVERSÃO GNÓSTICA desperta ao despertar, se arma com o poder das runas não-criadas, poder que lhe ortoga o VALOR para enfrentar e resolver o Mistério do Labirinto e ingressar à Pontônica Hiperbórea. O guerreiro nas duas iniciações tem seu EU isolado, se investiu como VIRYA BERSERKR, está protegido em sua arquêmona ODAL, é invisível. O virya, dentro do LABIRINTO DE ILUSÃO de MAYA, protegido em sua arquêmona ODAL, tem orientação estratégica e compreende o Segredo do labirinto; mas sabe que somente conseguirá a libertação quando resolver o Mistério do Labirinto. DEVEMOS CONSIDERAR, QUE SOMENTE O VIRYA QUE RESOLVE O SEGREDO DO LABIRINTO PODE PERCORRER O ESPAÇO, A DISTÂNCIA QUE SEPARA E DISTANCIA AO EU DA ORIGEM, PODE VENCER A MORTE E CONSEGUIR SUA LIBERTAÇÃO NA ORIGEM. O Virya deve resolver o MISTÉRIO DO LABIRINTO, aqui é importante compreender, que o que separa ao virya da ORIGEM É A DIFICULDADE e esse segredo é o mais custodiado pelos senhores do labirinto. Este enigma para ser transcendido, resignado, requer do domínio total da Semântica Hiperbórea, da Ética noológica e do IMPÉRIO da VONTADE e do VALOR sobre os sujeitos anímicos do microcosmo. O virya com estas condições é um GUERREIRO BERSERKR; armado para a guerra pode transitar, percorrer o Segredo do Labirinto físico e metafísico, no microcosmo (labirinto interior) e no macrocosmo (labirinto exterior). Este tema já foi tratado em pontos anteriores, mas é importante compreender sua ação a partir da Pontônica. Resolver o enigma de Jano permite ao virya solucionar seu labirinto interior e compreender os labirintos exteriores, armar-se com as runas não-criadas, e enfrentar o Mistério do encantamento de Circe para conseguir sua Segunda Iniciação. O virya que tem prédisposição gnóstica sente em seu sangue seus Símbolos Eternos, esta força emana do Símbolo da Origem, poder que o impulsiona a compreender a realidade de si mesmo (labirinto interior) e do mundo que o rodeia (labirinto exterior). Cedo ou tarde, o virya deverá enfrentar o Mistério do Labirinto e nesta prova esta seu máximo valor. Inexoravelmente, os desígnios anímicos e as preeminências culturais inconscientes estruturadas nos símbolos sagrados, na alma do virya perdido, o levarão a enfrentar-se aos LABIRINTOS, que tem imagens sacras, sagradas em seus tapasignos, em seus Registros culturais. Por isto, no caminho da libertação sempre o virya se enfrenta ao labirinto, e ele deve compreender a sabedoria que lhe permite conhecer o segredo da
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saída, a porta de ingresso que é a via conduzente à sua libertação. A criação, este grande Labirinto de Ilusão ao qual está aprisionado o virya perdido, é a prisão onde milhares de línguas são os muros limitantes que não permitem ao virya ver a porta de ingresso à via secreta à origem, à sua libertação. Linguagens que são instituídas pela Sinarquia Mundial e pela Fraternidade Branca, que tem a finalidade de deter o avanço, o retorno do virya à sua Pátria, à sua Liberdade. Estes são labirintos limitantes, espirais de forma circular que se caracterizam por ter perdido a perpendicularidade, são os muros que deve ultrapassar o virya se pretende fazer real sua libertação espiritual. Os labirintos da Sinarquia Mundial têm a missão específica de prender, aprisionar ao virya nos caminhos estruturados na superestrutura cultural macrocósmica; o virya preso neles está enganado. Podemos exemplificar este estar perdido, mediante um exemplo: tomemos um indivíduo que se perde em um DESERTO, que busca desesperadamente a SAÍDA, que trata de orientar-se, mas que carece de uma BÚSSOLA, de um ponto de referência. O que sucede a este ser perdido nas areias do deserto? Começa a PEREGRINAR, a CAMINHAR, a DESLOCARSE, mas tal MOVIMENTO É INCONSCIENTE, ele crê que vai em linha reta quando seu caminho, seu andar é em ESPIRAL, segue de forma ESPIRALADA GIRANDO SEMPRE SOBRE O MESMO EIXO sem poder jamais ENCONTRAR A ROTA que o retire do LABIRINTO DE AREIA, DESERTO no qual se acha PERDIDO. Assim esta o Virya atualmente, está perdido sem saber que o está, segue um caminho crendo que o leva à origem, quando em realidade se distancia cada vez mais dele, tal situação é a realidade do virya perdido, se encontra preso no segredo do LABIRINTO. Estes labirintos culturais exotéricos ou esotéricos, suas linguagens, são caminhos conduzentes aos símbolos sagrados da Sinarquia Universal, representam a ILUSÃO DA VIDA CÁLIDA, sempre seus caminhos terminam em uma via conduzente que o levam à Deus ou ao Culto, ao Templo; tem uma função específica: ligar ao virya à uma doutrina mística religiosa da Loja Branca, adormecê-lo, encarcerá-lo em seus sinistros caminhos do Mundo da Ilusão. O virya desperto deve ultrapassar, escapar destes labirintos de terror; se consegue, cedo ou tarde, se relacionará aos Símbolos Eternos e enfrentará o Mistério dos Labirintos Retilíneos Hiperbóreos. O virya desperto, mediante as runas não-criadas, com o poder orientador, conduzente de Tirodinguiburr, pode resolver o Segredo do Labirinto. Com Tirodinguiburr, o virya pode compreender o caminho ELIX/LABRELIX e seus tetrarques, RESOLVER SEUS ENIGMAS, o qual significa relacionar-se carismaticamente com uma Gnose Hiperbórea. Esta via o levará à Mística de um kairos, coincidindo com a vontade estratégica dos Siddhas Leais, localizando-se ante o olhar dos Siddhas de Agartha que o dotarão das armas com as quais poderá resignar os labirintos sinárquicos e compreender o enigma de Jano. Ao estudar gnosticamente o mundo dos labirintos, o mistério instituído neles, podemos comprovar que os mesmos foram construídos desde a Idade da Pedra, estão em toda a História, os construíram nas mais diversas culturas e civilizações, por isto seu segredo é parte da SABEDORIA que nos permite ingressar à GNOSE DA LIBERTAÇÃO. No labirinto interior se encontra o Símbolo da Origem, no labirinto exterior está depositado o Signo da Dor; mas o virya, ao estar adormecido, perdeu a referencia interna
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da Origem, e ao estar projetado para fora, incorporado no labirinto exterior, faz apreensão do Signo da Dor. Mas devemos compreender que o labirinto exterior foi construído pelos viryas perdidos com o Signo da Origem de tal maneira que, no labirinto exterior subjaz potencialmente o Signo da Origem, e os Demônios do Labirinto colocaram sobre este signo, o Signo da Dor. Esta situação que vive o virya afirmado para fora, permitiu incorporar no labirinto interior o labirinto exterior, afirmando o Signo da Dor sobre o Signo da Origem. Mas graças aos Siddhas de Agartha e suas ações de guerra, onde eles afirmaram em suas diferentes estratégias psicossociais no labirinto exterior, o SIGNO DA ORIGEM, estas ações, possibilitaram que o virya pudesse ver no labirinto exterior o Signo da Origem, e por indução noológica voltar a recordar, a ver em seu labirinto interior o Símbolo da Origem. A ESPADA (Runa Tyr), o MACHADO (a dupla Runa Sieg), o ESCUDO (a Runa Odal) e o TRIDENTE (Runa Gibur) – TIRODINGUIBURR – foram sempre símbolos emblemáticos do guerreiro ariano hiperbóreo. Simbolicamente representam a vontade e o valor que necessita o Guerreiro Sábio se pretende romper os desígnios contidos nos símbolos sagrados da Sinarquia Mundial. O escudo, a espada, o machado, a lança e o tridente são as armas do Cavaleiro Tirodal, Símbolos Eternos instituídos dentro das linguagens hiperbóreas, são as armas que nos permitem obter um PODER com o qual podemos nos ORIENTAR no caminho labiríntico da vida diária. O Virya armado com todo seu poder (tendo concretizado a reversão gnóstica) empreenderá sua ação de guerra, missão que tem como máxima aspiração a destruição dos inimigos do labirinto e do labirinto. Que significam os labirintos e qual é sua significação simbólica? Os labirintos se classificam basicamente em dois grandes grupos, segundo a relação que existam com o centro e a saída do mesmo. O primeiro grupo destes labirintos é o labirinto clássico ou labirinto univiário, não casual, no qual nos faz percorrer, ao ingressar nele, todo o espaço para chegar ao centro mediante uma única via ou caminho; quer dizer, não nos oferece a possibilidade de tomar caminhos alternativos, não há bifurcações, e onde há uma só porta de saída, que é a mesma por onde se entra no labirinto. Por este fato de ter um só caminho o qual seguir, à medida que avançamos dentro dele não podemos nos perder em seu interior. O segundo grupo de labirintos são os labirintos causais, nos quais é possível se perder, labirintos de caminhos alternativos onde ao percorrer o interior do labirinto, seguiremos um caminho correto ou um incorreto, que nos levará ou não à saída do mesmo. O mito do labirinto, sua morfologia estrutural simbólica, representa a quadrangularidade da esfera de sombra e da memória arquetípica; suas formas circulares ou em espirais estão afirmadas e construídas por esquemas reais do desígnio Caracol. O LABIRINTO ESTÁ PARA O DESÍGNIO CARACOL assim como o DESÍGNIO CARACOL ESTÁ PARA O LABIRINTO, é o PRINCÍPIO ARQUETÍPICO que o representa. O LABIRINTO CLÁSSICO OU UNIVIÁRIO representa o INCONSCIENTE, ou ESFERA DE SOMBRA MAIS PROFUNDA, a mesma está conformada pelas energias astrais e
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psíquicas que determinam a estrutura mais “obscura” do INCONSCIENTE, e dos LABIRINTOS CAUSAL quadrados ou retangulares estão determinados pela quadrangularidade da energia vital afirmada pelo desígnio serpente, representam a FUNÇÃO TRIFORME DA ESFERA DE LUZ, simbolicamente representam à CONSCIÊNCIA. A Sabedoria Hiperbórea afirma: os labirintos da Sinarquia Universal seguem o caminho ELIX (labirintos Univiário ou não causal) são vias conduzentes onde suas linguagens somente afirmam a realidade de Maya, negam toda a verdade das runas nãocriadas, afirmam a ilusão e o Signo da Dor; seus caminhos só conduzem ao encantamento, ao aprisionamento à Deus, ao Demiurgo O Uno e a seus seguidores, os Sacerdotes Golen da Loja Branca. Os LABIRINTOS que instituem o caminho LABRELIX (labirintos causais) portam em suas linguagens a VERDADE METAFÍSICA DAS RUNAS NÃO-CRIADAS; labirintos cuja porta de ingresso é via conduzente à Origem, labirintos que portam o segredo da saída, SÃO ORIENTADORES; seus caminhos têm o sentido da BUSCA, OPÇÃO e ELEIÇÃO, busca que nos obriga a nos situar em lugares mais elevados para poder ver melhor a opção e tomar o caminho correto que nos leva mais direto à libertação. Para avançar dentro de seu próprio labirinto, banindo o Signo da Dor, o virya deve compreender que o LABIRINTO NÃO CAUSAL é análogo ao DESÍGNIO CARACOL, e representa ao EU perdido incorporado ao Sujeito Consciente, circulando pelo caminho ELIX, seguindo intuitivamente o sentido ontológico disposto pelo desígnio caracol, desígnio que evolui o sujeito consciente em direção a sua meta entelequial de acordo com as pautas contidas no logos Kundalini e na matriz essencial do Arquétipo universal. O virya, quando isola o EU VERDADEIRO do SUJEITO CONSCIENTE, transfere seu Eu para o caminho LABRELIX, ação que o transporta de um LABIRINTO NÃO CAUSAL para um LABIRINTO CAUSAL. Se bem que seu sujeito consciente segue preso no caminho ELIX, o mesmo já não é determinante, porque sua VONTADE ABSOLUTA participa da gnose do Eu verdadeiro. O Eu dentro do caminho LABRELIX, circula em forma paralela ao caminho ELIX; mas no caminho LABRELIX, o Eu do virya que conseguiu afirmar-se em um monarque que contém uma via gnóstica hiperbórea, está cercado, isolado do sujeito consciente; de tal maneira que se bem que o sujeito consciente participa do caminho ELIX, do temporal e das incidências ontológicas do tempo transcendente, e de seus Arquétipos e desígnios macrocósmicos, o Eu verdadeiro, isolado, tem a gnose para desincronizar o sujeito consciente do temporal e do macrocosmo. Isto cria um tempo imanente próprio, espaço interior onde o Eu afirma em sua imanência a Semântica noológica da gnose do Eu verdadeiro, resignando a Semântica psicológica do ser pasú. O virya isola o Eu e resigna o sujeito consciente, afirmando no caminho LABRELIX (LABIRINTO CAUSAL) as vias gnósticas de libertação espiritual. Situação que afirma no sujeito consciente a Semântica noológica, e pela Graça Luciférica, o sujeito consciente é resignado pela vontade noológica do Eu verdadeiro; de tal maneira que o caminho ELIX deixa de ter incidência no SUJEITO ANÍMICO, o Virya DESPERTA e por sua BUSCA, OPÇÃO E ELEIÇÃO, pode ELEGER a VIA CORRETA, afirmando ao EU VERDADEIRO na Semântica noológica (o caminho
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ELIX, seus desígnios, regem os bijas e Arquétipos das energias vitais e astrais do microcosmo) ingressando por ela a um MODO DE VIDA onde o Virya pode PENSAR ESTRATEGICAMENTE. No caminho LABRELIX, o Eu verdadeiro, isolado e cercado, busca o monarque LABRELIX que o afirme na Sabedoria Hiperbórea, no Símbolo Sagrado do Virya, pelo seu EU VERDADEIRO o Virya pode ELEGER o monarque do tetrarque que porta o SIGNO DA ORIGEM, uma linguagem Hiperbórea. Indubitavelmente, o tetrarque LABRELIX, em suas bifurcações, seus caminhos contém os símbolos sagrados mais numinosos e poderosos da Sinarquia Universal, e estes símbolos tratarão de deter ao virya em sua via de libertação. Nestes labirintos, estes símbolos sagrados são tapasignos do Símbolo Sagrado do Virya e de suas vias gnósticas. O virya deverá sentir com seu sangue o Signo da origem para poder resignar os mitos sinarcas e seus Registros culturais; estes símbolos sagrados sinarcas e seus mitos, estruturados nas sendas do caminho LABRELIX, tratarão de deter ao virya, de confundi-lo em sua busca e incorporá-lo à suas linguagens demiúrgicas. É muito comum que o virya perdido caia nos símbolos sagrados da Sinarquia Religiosa Universal, no princípio ao estar perdido não consegue eleger corretamente, enrolando-se a um argumento ou linguagem sinarca. Geralmente, uma de suas linguagens esotéricas ou exotéricas prenderá ou tentará capturar, fagocitar ao virya em uma de suas linguagens culturais; lamentavelmente, no geral, o virya é vítima destes símbolos sagrados. Sem dúvida, se o virya cai nestas estruturas de poder religioso, político ou científico-filosófico sinárquicas, somente sairá delas, escapará de suas redes e labirintos, se ainda sente em seu EU VERDADEIRO o CLA-MORT de seu EU INFINITO. O Eu do virya, preso no sujeito consciente, animando uns monarques sagrados LABRELIX da Sinarquia Universal, somente poderá sair deles se ainda seu SANGUE PURO possa escutar o CHAMADO, a voz que provém do INFINITO, de seu EU INFINITO. Se o virya consegue escutar seu Eu Infinito, poderá descobrir o Engano e sair dos desígnios demiúrgicos estruturados nestes monarques sagrados, caminhos labirínticos onde rege o Símbolo Sagrado do Pasú. Pode-se transpor os limites ônticos desses Registros culturais, compreenderá a mentira metafísica afirmada nos símbolos sagrados dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, e escutará a Língua dos Pássaros, o chamado dos Siddhas de Agartha. Resigna-se estes labirintos de terror e de ilusão, poderá escutar com seu Sangue Hiperbóreo, e se apoiar no SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA, sentirá nessa coluna o poder de seu EU VERDADEIRO; pleno de êntase e valor ingressará a seu monarque ODAL e compreenderá o Segredo do Labirinto. Todo labirinto causal institui no TETRARQUE (tetra significa: quatro; arque: lugar) está constituído por uma encruzilhada, interseção de três (três monarques), quatro ou mais caminhos, divisão de um caminho que se abre em vários pontos de bifurcação; estes caminhos se apresentam ao virya como opções ante as quais ele deve decidir, optar por uma delas. O LABIRINTO é o mistério que o virya deve resolver, e sua ciência foi ensinada aos viryas pelos Siddhas de Agartha, da eleição correta dependerá sua ORIENTAÇÃO no LABIRINTO INTERIOR e EXTERIOR. Durante milhares de anos, o Virya Berserkr podia resolver o Segredo do Labirinto com o mistério das runas não-criadas, podia VER o
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CAMINHO CORRETO à ORIGEM. Mas a ação desintegradora dos Siddhas de Chang Shambalá destruiu este segredo, eles impuseram seus degradados símbolos sagrados sinarcas; linguagens que modificaram o Segredo do Labirinto. Desde sua ação no mundo, desde que o MUNDO é TERRENO do INIMIGO, DESDE QUE O MUNDO É O LABIRINTO, o virya perdeu a capacidade para resolver o SEGREDO DO LABIRINTO e caiu sujeito, determinado aos CAMINHOS SINARCAS, aos DESÍGNIOS DO LABIRINTO, esta SABEDORIA do SEGREDO da PORTA DE SAÍDA DO LABIRINTO, se foi perdendo e a SABEDORIA caiu encerrada aos limites do CONHECIMENTO. Do labirinto somente se sai si se recupera a SABEDORIA, jamais poderá encontrar a saída com o CONHECIMENTO, porque o mesmo responde às LEIS DO LABIRINTO SINARCA, à medida que o Virya foi perdendo a SABEDORIA, foi caindo nos caminhos não causais, serpentinos, labirintos onde reina a SERPENTE, o CONHECIMENTO, a CULTURA SINARCA, a qual somente afirma pelo CONHECIMENTO o LABIRINTO SINARCA, a total confusão, a perda da orientação estratégica. A criação do Demiurgo, sua obra, representada no macrocosmo pelo Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, está determinada pelo DESÍGNIO CARACOL representado pelo SÍMBOLO DO LABIRINTO. Os labirintos representam ao Mistério do aprisionamento e da libertação. Os labirintos da Sinarquia Universal portam o caminho ELIX, sobre o mesmo se afirma o desígnio caracol macrocósmico; são labirintos que tem uma só via conduzente, representada internamente no homem pelo desígnio serpente e seu símbolo sagrado da ENTELÉQUIA MANÚ; estes labirintos não causais levam ao virya a perfeição ontológica, a cumprir com os planos que o demiurgo e os Siddhas traidores tem traçado para a ALMA CRIADA, cuja máxima aspiração é a enteléquia Manú, esta representa a ADAPTAÇÃO DO SER CRIADO à perfeição final, plasmando e concretizando o plano do UNO sobre o SER ANÍMICO do Virya perdido. Os labirintos da Sinarquia podem ser também causais, na aparência, muitas vezes, tem incorporado o sentido LABRELIX, se bifurcam em vários caminhos: dois, três ou quatro, mas qualquer destes caminhos conduzem ao mesmo ponto, se unificam em um mesmo fim, chegando qualquer um deles ao centro onde está a imagem do deus, do culto ou do templo, do Arquétipo Manú. Estes labirintos sagrados causais da Sinarquia Mundial têm incorporados o caminho LABRELIX, existem neles a BUSCA, OPÇÃO E ELEIÇÃO, mas isto é uma “aparência” porque sobre estas vias se edificaram sobre elas verdadeiros TAPASIGNOS, e sabemos que todo TAPA-SIGNO é uma LINGUAGEM SINARCA que TAPA, e não deixa VER os SIGNOS NOOLÓGICOS, por isto os tapa signos sinarcas portam os enganos mais sutis, que o conduzem exatamente, igualmente à sua DESORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA, o religam novamente à via ELIX, ao culto, à adoração ao Demiurgo o Uno, o estruturam na CULTURA, à seus mitos sinárquicos. Os enigmas dos labirintos somente podem ser resolvidos quando o virya ascende às runas não-criadas e à gnose hiperbórea dos Siddhas de Agartha, o que significa ascender a um KAIROS DE HONRA E VALOR onde os Deuses de Agartha afirmam no EU VERDADEIRO do Virya, a MÍSTICA HERÓICA DO PARÁCLITO HIPERBÓREO; isto reafirma no SANGUE DO VIRYA o GRAL, e com o GRAL em seu SANGUE o Virya pode voltar a DESPERTAR, compreender gnosticamente seu LABIRINTO INTERIOR e o LABIRINTO EXTERIOR, reconhecer o ENGANO declarando
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guerra total aos inimigos do Espírito, aos Demônios do Aprisionamento. Os Siddhas Leais neste kairos afirmaram no labirinto o Símbolo Sagrado do Virya, TIRODINGUIBURR, e o virya que tem pré-disposição gnóstica, incorpora em seu sangue este poder com o qual pode ingressar à BUSCA, OPÇÃO E ELEIÇÃO, quer dizer, pode afirmar seu EU VERDADEIRO em uma via conduzente hiperbórea. Estes labirintos causais se bifurcam em diversos caminhos, em três opções, caminhos ou vias que se apresentam ao virya quando ele decide enfrentar e resolver o Segredo do Labirinto. A via gnóstica hiperbórea está contida dentro destes LABIRINTOS CAUSAIS, neles circula o mistério LABRELIX; em uma das bifurcações (dói, três, quatro ou mais) do tetrarque se acha o monarque que contém a linguagem hiperbórea, as respostas para resolver a questão, o enigma que lança ao virya o Segredo do Labirinto. O virya, com a Runa TIRODINGUIBURR obtém sua máxima orientação estratégica. Dentro do caminho LABRELIX tem a possibilidade REAL de ingressar a uma VIA GNÓSTICA e por INDUÇÃO NOOLÓGICA poderá afirmar INTERNAMENTE os SÍMBOLOS ETERNOS HIPERBÓREOS. O virya deve deslocar-se velozmente por estes monarques do tetrarque LABRELIX, e em um dos monarques das três ou mais bifurcações que constituem o tetrarque LABRELIX, portando Tirodinguiburr, pode abrir com a chave secreta a porta de ingresso à via conduzente que o leva à Sabedoria Hiperbórea. Devemos compreender que os labirintos exteriores são análogos aos labirintos interiores, que existe uma correspondência análoga entre macrocosmo, o labirinto exterior representado pela superestrutura cultural macrocósmica, e o microcosmo, representado no labirinto interior do qual participam: a memória arquetípica, a estrutura cultural do sujeito cultural, sujeito racional e sujeito consciente. Os labirintos interiores são análogos aos labirintos exteriores, se representam internamente como dilemas gnósticos estruturados em sistemas reais conceituais, lógicos ou matemáticos, e externamente como fatos ou fenômenos sociais culturais emergentes na cultura externa. O que o virya deve enfrentar e resolver é seu LABIRINTO INTERIOR, o mesmo é análogo a esfera de luz do microcosmo ou ESFERA DE CONSCIÊNCIA, se institui sobre o SUJEITO AFETIVO, RACIONAL E CONSCIENTE, participa pela ESTRUTURA CULTURAL ou SUJEITO CULTURAL dos modelos culturais arquetípicos, linguagens que estão determinadas pelas PREMISSAS CULTURAIS e pelos PRINCÍPIOS MATEMÁTICOS, componentes do DESÍGNIO CARACOL na ESFERA DE SOMBRA e do DESÍGNIO SERPENTE na ESFERA DE LUZ. Toda construção sobre a qual se desloca o Sujeito RACIONAL ou o Sujeito CULTURAL ou o Sujeito Consciente, sobre a ESFERA DE LUZ, participa do DESÍGNIO SERPENTE, e sua estrutura está SUSTENTADA pelas MATRIZES ÔNTICAS DO DESÍGNIO CARACOL, pela potência astral e psíquica da ESFERA DE SOMBRA. Quer dizer: a energia VITAL da esfera de Luz se sustenta pela potência ASTRAL E PSÍQUICA das matrizes ônticas do desígnio caracol, afirmando o LABIRINTO NÃO CAUSAL ESPIRAL por sobre o LABIRINTO CAUSAL RETANGULAR no SUJEITO CONSCIENTE da ALMA CRIADA. Por isto o INCONSCIENTE ou ESFERA DE SOMBRA se representa na FORMA ESPIRALADA, mas paradoxalmente, se bem que a forma pré-determina o contexto axiológico e gnosiológico, é a ESPIRAL, a qual representa ao DESÍGNIO
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CARACOL, sua manifestação nas ESFERAS DE SENTIDO do SUJEITO ANÍMICO INCONSCIENTE. Está determinada pela QUADRANGULARIDADE DA ESFERA DE SOMBRA, quadratura ôntica que está contida na estrutura morfológica da ESPIRAL PHI. Por isto Nimrod toma a espiral logarítmica de Fibonacci como o modelo análogo que melhor representa ao DESÍGNIO CARACOL e na ESFERA DE LUZ ou CONSCIÊNCIA se representa esta quadrangularidade inconsciente na FUNÇÃO TRIFORME DA ESFERA DE LUZ ou ESFERA DE CONSCIÊNCIA, morfologia ôntica TRIPARTITE que representa as ESTRUTURAS LÓGICAS DA RAZÃO, os MODELOS CULTURAIS do DESÍGNIO DA SERPENTE. Todas as formas geométricas do labirinto são análogas às formas geométricas de uma MANDALA. Toda MANDALA é símbolo sagrado que representa o CENTRO, seja do microcosmo ou do macrocosmo, sua estrutura morfológica é sempre simétrica existindo diferentes formas geométricas, imagens de mandalas; mais além de suas diferenças, toda mandala apresenta o labirinto sinarca. Esta figura é muito utilizada em determinados ritos religiosos pertencentes ao Hinduísmo, Bramanismo ou Budismo. Toda mandala é análoga a um labirinto e tem um aspecto “oculto” totalmente hermético que unicamente pode conhecer o sacerdote Golen ou iniciado sinarca. Representa esse aspecto “oculto” sua forma geométrica: a “QUADRATURA” profunda da ESFERA DE SOMBRA DO MACROCOSMO, analogamente a “QUADRANGULARIDADE” da ESFERA DE SOMBRA DO MICROCOSMO. Isto está firmemente instruído por Nimrod no tomo VII dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea, que recomendamos estudar. Em resumo, uma MANDALA É UM SÍMBOLO SAGRADO DOS MAIS CRÍTICOS, OCULTOS, SECRETOS DA FRATERNIDADE BRANCA UNIVERSAL, ciência esotérica que participa da semiótica sinarca. Definindo, para a SABEDORIA HIPERBÓREA toda MANDALA representa ao LABIRINTO MACROCÓSMICO, por lei de analogia entre MACRO E MICROCOSMO, podermos afirmar que as formas MANDÁLICAS estão representadas na ESFERA DE SOMBRA MACROCÓSMICA (logos Solar) pelo DESÍGNIO CARACOL e na ESFERA DE LUZ DO MACROCOSMO (logos planetário) estão representados no DESÍGNIO SERPENTE; de forma análoga é no microcosmo, de igual maneira se representam as formas MANDÁLICAS no INCONSCIENTE, ou ESFERA DE SOMBRA DO MICROCOSMO, como na CONSCIÊNCIA ou ESFERA DE LUZ DO MICROCOSMO. Estes labirintos são análogos às formas CONCEITUAIS edificadas na razão, quer dizer todo LABIRINTO é análogo a uma ESTRUTURA SEMIÓTICA que participa da MEMÓRIA ARQUETÍPICA, é em última análise análogo o labirinto a uma estrutura SEMÂNTICA do sujeito racional, sujeito cultural e sujeito consciente, POR ISTO É O LABIRINTO (MANDALA) O QUE SEPARA O EU VERDADEIRO DO SELBST, E É NO LABIRINTO SINARCA REPRESENTADO NA MANDALA TIBETANA, QUE HÁ O SÍMBOLO SAGRADO MAIS “OCULTO” QUE É SUSTENTADO POR SUAS IMAGENS MANDÁLICAS, O DEUS DO MUNDO CRIADO, O DEMIURGO, SUSTENTADOR DO CENTRO DO UNIVERSO, DA ORDEM CRIADA. Mas devemos especificar que a mandala no microcosmo do Virya perdido ou INICIADO SINARCA, suas “imagens” culturais representam a SI MESMO e sua PERFEIÇÃO FINAL, a ENTELÉQUIA MANÚ, a união ou mancomunação interna do Virya perdido com o MACROCOSMO, união MÍSTICA COM O DEUS DA CRIAÇÃO. Mas no pasú, no homem comum, da vida diária, o qual é totalmente
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inconsciente destes processos internos ao viver mecanicamente, instintivamente, sua vida no mundo que o rodeia, estas MANDALAS representam no homem “cristão”, “mulçumano” ou “budista”, simplesmente aos SÍMBOLOS SAGRADOS próprios de cada religião ou dogma que o tem incorporado. Cada Símbolo Sagrado como é a CRUZ cristã, a ESTRELA DE DAVID hebréia, a MEIA LUA islâmica, o ESQUADRO maçônico, a ROSA dos rosacruzes; para nomear apenas alguns dos SÍMBOLOS SAGRADOS MAIS COMUNS, entre os milhares que existem ao todo, representa em seu conjunto um sistema SAGRADO, sacrificante onde a RELAÇÃO de seu SIGNIFICAÇÃO, SIGNIFICADO E REFERENTE DO SIGNIFICADO afirma no SUJEITO ANÍMICO o DEUS DA CRIAÇÃO, ao DEMIURGO e seus representantes os SIDDHAS TRAIDORES, os DEUSES REGENTES DA CRIAÇÃO (recordemos: SIGNIFICAÇÃO é a expressão lingüística; SIGNIFICADO, é representação mental da significação; REFERENTE, é o signo externo ou ente que representa no mundo externo o SIGNIFICADO). O Virya desperto sempre está elucidando seus labirintos interiores; seu EU VERDADEIRO está sobre as IMAGENS OU SIGNIFICADOS QUE LHE REPRESENTAM, o Eu isolado do sujeito consciente constantemente está SOBRE seu sujeito consciente ou estruturas de consciência, racional ou cultural (a estrutura cultural interna é análoga ao labirinto interior) discernindo dele o EU VERDADEIRO, RACIONALMENTE, mas a partir da SEMÂNTICA HIPERBÓREA, os diferentes tetrarques que continuamente se representam em sua esfera de luz ou consciência. O VIRYA DESPERTO sempre está saindo ou entrando nos labirintos interiores ou exteriores, em seus registros ônticos ou em seus registros culturais, ele deve ter VERTICALIDADE NOOLÓGICA, o qual através de sua SEMÂNTICA E SEMIÓTICA HIPERBÓREA pode RE-SIGNAR e resolver (sempre que a estratégia o requeira) estes dilemas culturais desde uma visão gnóstica HIPÉRBÓREA, para isto tem o poder das RUNAS NÃO-CRIADAS e de sua FACULDADE DE ANAMNESE, com estas capacidades gnósticas ele pode INGRESSAR GNÓSTICAMENTE aos REGISTROS CULTURAIS e elucidar a VERDADE das MENTIRAS. Este enfrentamento interior ou exterior entre o Eu Eterno e o tetrarque (sistema real que se estrutura dentro dos labirintos de seu sujeito consciente), é o maior enigma que deve resolver o virya desperto. O Guerreiro Sábio, como o herói Teseu, deve RESOLVER O SEGREDO DO LABIRINTO, como TESEU deve INGRESSAR AO LABIRINTO, resolver o mistério ou segredo de seu INGRESSO e de sua SAÍDA, para isto conta com ARIADNE (DEUSA que representa o SIGNO DA ORIGEM sua MINNE, à ORIGEM) que o GUIA e o ORIENTA, dando-lhe o NOVELO com o qual pode ORIENTAR-SE dentro do Labirinto seguindo seu FIO conduzente à SAÍDA DO LABIRINTO (o FIO são as RUNAS NÃOCRIADAS, com as quais se desintegram os símbolos sagrados estruturados nos monarques LABRELIX ou ELIX, o FIO RÚNICO é dado por ARIADNE, DEUSA HIPERBÓREA, a qual nos INSTRUI na via gnóstica que o leva ao SELBST, que retorna a sua PÁTRIA NÃO-CRIADA) uma vez resolvido isto ou compreendido este segredo, ingressado a seu CENTRO (descida à Inconsciência na reversão gnóstica) para dar morte ao MINOTAURO (aos designados animicamente, ao demiurgo interno), busca por seu FIO RÚNICO a SAÍDA do LABIRINTO, podendo ESCAPAR DO LABIRINTO. Inexoravelmente
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o mito do LABIRINTO DE CRETA e do HERÓI TESEU é muito mais complexo e extenso e é o Virya Berserkr o que deverá abrir este REGISTRO CULTURAL HIPERBÓREO, simplesmente damos umas orientações básicas do mesmo que nos afirmam que o Virya desperto deve decidir sem hesitar ante estas alternativas ou disjuntivas que a vida põe ao EU VERDADEIRO. Sempre o Virya deve estar ALERTA E ARMADO quando emergem os LABIRINTOS, não deve JAMAIS DORMIR e se é assim, sempre saberá ELEGER CORRETAMENTE um dos três caminhos que se bifurcam ante ele, porque disto, de sua decisão depende sua LIBERTAÇÃO. Ele deve buscar, visualizar qual é a opção mais correta, a que leva à SABEDORIA, não as que se sustentam nas mentiras do CONHECIMENTO; científico, religioso ou político da Sinarquia Universal. Se sua eleição é correta, o virya entrará em um corredor conduzente que o levará a uma via gnóstica hiperbórea, SABEDORIA que lhe permitirá DESPERTAR AO DESPERTAR, sentir em seu SANGUE PURO as potências noológicas de seu EU INFINITO, recuperar na sua MINNE a recordação de seu sangue hiperbóreo, voltar a possuir a máxima ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA CONDUZENTE À SAÍDA DO LABIRINTO. Para o virya nada será igual, já que estes labirintos conduzentes interiores refletem sua orientação estratégica exterior na via conduzente à saída SECRETA DO LABIRINTO. Se o virya resolve sua orientação interior, o mistério LABRELIX, ascenderá ao Selbst e ao Centro Carismático de um Kairos Iniciático dos Siddhas de Agartha. O virya se orientará exteriormente desperto ao despertar, vivendo de acordo ao MODO DE VIDA ESTRATÉGICO onde prevalece a Ética noológica e sua ação heróica. Indubitavelmente, os labirintos, participam seus caminhos do mito, e por trás do mito do labirinto está sua verdade metafísica, esta verdade deve ser elucidada pela VONTADE GNÓSTICA do Virya desperto, porque nenhum significado metafísico deve ficar OCULTO aos OLHOS BEM ABERTOS DO VIRYA HIPERBÓREO. Nos labirintos conduzentes hiperbóreos, seus mitos portam ao Símbolo Sagrado do Virya desperto, a Verdade absoluta das runas não-criadas HAGAL, SIEG e TYR; e a compreensão da Sagrada SWÁSTICA, ciência que o leva à individualização, ao SELBST e à libertação. Nos mitos dos labirintos sinarcas está a verdade arquetípica que sustenta o MUNDO CRIADO, o LABIRINTO MANDÁLICO, a verdade metafísica dos Siddhas Traidores, da CHAVE KALACHAKRA, suas LINGUAGENS são vias conduzentes ao Símbolo Sagrado do Pasú, A ESPIRAL, à iniciação sinarca, à enteléquia Manú, ao templo, ao culto, e ao sacerdote, ao Deus Criador do Mundo de Ilusão. Nos labirintos causais e seus mitos hiperbóreos, só se ascende a sua verdade metafísica se o homem institui sobre si mesmo o Símbolo Sagrado do Virya; o SIGNO DA ORIGEM, sua verdade metafísica É a VERDADE NÃO-CRIADA DO VIRYA, quer dizer, a verdade não-criada É a ÉTICA HERÓICA DO GUERREIRO HIPERBÓREO. Nestes labirintos, o virya deverá ser um guerreiro absoluto porque deverá dar morte aos inimigos do Espírito, aos que sustentam a morte e a encarnação, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá.

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Esta Ética leva ao Eu verdadeiro a situar-se no Eu Infinito, a sentir o Vril e a força das runas não-criadas em seu SANGUE; elas evitarão que o virya caia nos labirintos limitantes, do caminho ELIX, e perca a orientação estratégica caindo, nos mesmos erros que caiu no passado, sendo vítima do Engano e da Ilusão. Existem vários mitos que contem este Mistério. Um deles, o mais significativo e conhecido, é o mito do Labirinto de Creta (parte de um mito hiperbóreo) resolvido pelo herói Teseu. Não faremos uma análise gnóstica profunda do mesmo (já o fizemos anteriormente), porque é tarefa do Virya Berserkr abrir estes Registros culturais com sua faculdade de anamnese e compreender sua verdade metafísica. Simplesmente daremos novos aportes e indícios de seus símbolos significativos a partir de uma nova perspectiva: Ariadne (a Dama Hiperbórea) é a que entrega a chave a Teseu, lhe dá o fio (as runas) e a solução para o Mistério do Labirinto de Creta. O Minotauro é a alma animal, homem pasú, a Ética psicológica do sujeito consciente que se deve eliminar; o labirinto é a matéria, a estrutura cultural externa macrocósmica, o físico e mundano que nos prende como em um cárcere e do qual o virya deve se libertar. Teseu representa o Eu Eterno, o semideus, o herói que busca sua libertação através de uma ação de guerra, decidido a dar morte a morte, ao seu cárcere (labirinto) e carcereiro (Minotauro). Quando se compreende os símbolos do mito, também se adquire o conhecimento de como achar a saída do labirinto exterior, porque ambos os labirintos, se bem que são constituídos de espaços de significação diferentes, um exterior (representado no mundo) e outro interior (representado nas idéias), são sempre coincidentes. Existe um NEXO CONECTIVO entre ambos. Isto significa que são análogos, quer dizer, quando se apresenta interiormente certamente surge externamente, emerge o mesmo dilema, em resumo ambos são integrados semântica e semioticamente em uma só imagem do LABIRINTO. No caso do virya desperto, ele é consciente deste duplo mistério e percebe que o labirinto exterior é análogo ao labirinto interior e que resolver um é resolver o outro. No caso do pasú ou virya adormecido, indubitavelmente, ele é totalmente inconsciente deste mistério, não pode resolver nem um, nem o outro. Neste sentido, existem muitos signos ou símbolos sacros (o símbolo da cruz, as mandalas, etc.) que representam a degradação do Segredo do Labirinto e temos estudado sua verdade metafísica. Nos Fundamentos da sabedoria Hiperbórea, no Tomo VII, o virya pode encontrar o conhecimento deste mistério e é seu dever estudar estes textos. Os Livros de Cristal afirmam: nosso Eu deve ser como o Teseu interior: armado e com valor, ascender e descer ao centro do labirinto, matar ao Minotauro e encontrar a saída do labirinto. Trata-se de uma viagem iniciática, somente permitido aos eleitos que tenham em seu Espírito a vontade e o valor para cortar a cabeça do Minotauro (sujeito consciente) e marchar para a sua libertação. Estamos ante o sentido final da aventura do Eu que, uma vez alcançado o objetivo, passa das trevas à luz e da ignorância ao conhecimento, à sabedoria, à gnose da libertação. Neste sentido, o símbolo eterno representado nas RUNAS NÃO-CRIADAS representa a vitória do Espírito sobre a matéria, da inteligência sobre o instinto, e do eterno
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sobre o perecível. Lamentavelmente, os sinarcas Sacerdotes Golen se encarregaram de destruir sistematicamente este mistério hiperbóreo, e sobre ele instituíram nos viryas perdidos, na massa, seus mitos religiosos contidos em seus símbolos sagrados. Uma vez que o copiaram, destruíram o Mistério do Segredo do Labirinto e degradaram esta alta ciência mágica hiperbórea. Construíram labirintos culturais NÃO CAUSAIS, UNIVIÁRIOS, e instituíram seus símbolos sagrados e suas linguagens sinárquicas em todo Oriente e Ocidente (as mandalas e os yantras portam o degradado Mistério do Labirinto). Mas é a cultura européia OCIDENTAL onde mais se compreendeu este mistério porque era a CIÊNCIA HIPERBÓREA DOS ATLANTES BRANCOS, herdeira dela foram as magníficas RAÇAS HIPERBÓREAS do PACTO DE SANGUE, por isto por toda Europa podemos ver suas construções, talvez os labirintos mais conhecidos sejam os que realizaram nas catedrais góticas francesas durante os séculos XII e XIII, mas desde o neolítico este símbolo era representado e estudado pelas civilizações do PACTO DE SANGUE e degradado pelas culturas do PACTO CULTURAL. Os sacerdotes Golen principais executores da degradação do SÍMBOLO DO LABIRINTO instituíram confrarias herméticas que estudavam como degradar este símbolo. Os “mestres” construtores pertencentes a grêmios herméticos, como os chamados “Filhos de Salomão”, que trabalhavam sobre a alargada sombra da Ordem do templo, foram os encarregados de projetar as formas mais sinarcas do labirinto em suas construções, como as catedrais góticas. Estes sinistros arquitetos da Chave Kalachakra, do Pacto Cultural, instituíram o degradado Mistério do Labirinto por toda a Europa, construindo sobre os mesmos seus mitos sinarcas, modificando suas significações noológicas e impondo seus dogmas arquetípicos. Já os labirintos que em outrora orientavam ao Virya à ORIGEM, na Idade Média, “quase” não portavam monarques que possuíam símbolos eternos, com os quais se podiam resolver a ilusão e encontrar a saída, a via secreta à libertação. Nestes labirintos o grau de extravio é extremo, dentro destes tetrarques labirínticos se distancia cada vez mais o virya do Mistério da Origem, e se funde nos dogmas sacros da Sinarquia Universal, na falsa imagem do “paraíso terreno” do CENTRO onde se acha o TEMPLO SINARCA, representado no CLERO ou nas HIERARQUIAS DA LOJA “BRANCA”. Os labirintos perderam sua função orientadora que tinham na Idade do Ouro, já não eram máquinas de orientar, SABEDORIA LÍTICA ATLANTE HIPERBÓREA, mas eram agora CIÊNCIA ARQUITETÔNICA SINARCA cujo o fim era confundir e afirmar o MUNDO DO DEMIURGO. Até a idade Antiga, os labirintos possuíam o Símbolo Sagrado do Virya e cumpriam sua função de CERCO E ORIENTAÇÃO. Podemos traçar um paralelismo entre as CIDADES AMURALHADAS da IDADE ANTIGA ou os CASTELOS da IDADE MÉDIA e o SEGREDO DO LABIRINTO HIPERBÓREO, mas esta SABEDORIA LÍTICA da ARTE DA PEDRA TALHADA se foi perdendo com o tempo. Este foi decaindo sob o poder dos monoteísmos judeu-cristão durante a Idade Média. Os Sacerdotes Golen, hebreus e cristãos confabulados entre si, juntos as emergentes ordens monásticas (beneditinos, cistercienses, franciscanos) e certas organizações “esotéricas” como a Ordem dos Templários e posteriormente a Maçonaria e os Rosa-cruzes, foram PODERES SINARCAS
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DA ORDEM DOS SIDDHAS TRAIDORES DE CHANG SHAMBALÁ. Estas instituições instruídas por estes deuses traidores nas ciências da CHAVE KALACHAKRA (o símbolo da CHAVE é o mais sagrado para estas confrarias ou instituições religiosas) foram artífices da destruição do SEGREDO DO LABIRINTO e destituíram seu segredo, incorporando seus símbolos iniciáticos sinarcas sobre eles. Surgiram na idade Média e Moderna centenas de labirintos que não possuem em suas formas (causais ou não causais), em seus mistérios, o segredo da libertação, pelo contrário, possui a ciência da perda. Labirintos que eram construídos de vegetal, não em pedra, parte dos JARDINS dos PALÁCIOS de uma NOBREZA EUROPÉIA ABURGUESADA pelo DINHEIRO e STATUS SOCIAL. Estes LABIRINTOS LÚDICOS afirmariam sobre eles um JOGO, onde em seu centro se institui um ESPAÇO para o AMOR CORTÊS, a PAIXÃO CARNAL (perda do Arquétipo DAMA próprio da idade Média, pelo da CORTESÃ da idade Moderna). Devemos reconhecer que antes de tal degradação LÚDICA do Segredo do labirinto, por exemplo, Poitiers, Amiens, Arras, Reims, Bayeaux, Mirepoix, Saint-Omer, Toulouse e Saint-Quentin, entre outras, eram cidades cujas CATEDRAIS possuíam labirintos que afirmavam suas formas, o SACRO ou SACRALIZANTE, quer dizer, ainda tinham propriedades SAGRADAS, por isto estes labirintos em pedra eram octogonais, quadrados ou redondos, como no caso da catedral de Chartres, uma das mais conhecidas, cujo labirinto está baseado na geometria do círculo (desígnio caracol e serpente). Todos estes labirintos respondem às Estratégias dos Siddhas Traidores e do PACTO CULTURAL. Precisamente, estas formas de labirinto, suas estruturas portam certos enigmas que representam a Origem, mas seus significados foram suprimidos e modificados, alterados suas verdades metafísicas. LABIRINTOS CUJO CENTRO AFIRMAVA O ÓCULO À ORIGEM, a PONTE AO ETERNO, simplesmente foi suprimida sua SAÍDA SECRETA. No lugar dela existe um Super Objeto Axiológico sagrado representado em uma RELÍQUIA, em um TEMPLO, ou SANTO etc. Labirintos sinarcas que são reproduzidos nos pavimentos das catedrais e eram conhecidos na Idade Média com o nome de “Caminho de Jerusalém”. Seus significados afirmavam a verdade metafísica dos Siddhas de Chang Shambalá. Mas não se tratava de evocar a imagem da cidade histórica, mas sim a da “Jerusalém Celeste”; instituem em seu centro o Deus da Criação e o Plano evolutivo da Criação. Mistério que hoje levam a cabo seus aliados os Siddhas Traidores com a chave kalachakra. Por isto afirmamos que a CHAVE é a CHAVE SECRETA dos LABIRINTOS SINARCAS e é por isto que seu templo máximo SAGRADO NO MUNDO, a CATEDRAL de SÃO PEDRO no VATICANO, sua arquitetura tem forma de CHAVE. Este percurso dentro dos Labirintos não causais representa o percurso do Eu perdido preso no Sujeito consciente, em SI MESMO dentro dos caminhos ELIX, nas forças inconscientes do desígnio caracol e serpente representada nos desígnios da alma criada. O labirinto sinarca, é um caminho iniciático sinárquico instituído pelos Demônios da Fraternidade “Branca”, formaria parte dos muitos segredos que representam a ENTELÉQUIA MANÚ e que no fim determina ser um INICIADO SINARCA. Por isto é a ciência dos SACERDOTES e se atribuem ao Rei Salomão ser um hierarca das mais altas
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iniciações do pacto cultural, digno representante do Pacto Cultural o SELO DE SALOMÃO ou ESTRELA DE DAVID, é o SÍMBOLO MAIS SAGRADO da raça eleita do demiurgo, assim como a CHAVE é o símbolo mais sagrado dos representantes dos SIDDHAS TRAIDORES, os sacerdotes da TRAIÇÃO BRANCA. Em conseqüência, podemos ver ditas representações tão recorrentes nas catedrais européias, que receberam o nome de “Labirintos de Salomão” em honra à raça hebréia, mas é fundamental compreender que as catedrais onde se acham estes labirintos têm formas de CHAVE. Indubitavelmente, simboliza o segredo de suas iniciações, representadas em suas CATEDRAIS E LABIRINTOS GOLEN as linguagens (cabala acústica, lumínica e numeral) iniciáticas mais “ocultas” que descrevem suas verdades metafísicas o PLANO do demiurgo para o HOMEM e o MUNDO. Cabalas zelosamente custodiadas pelos Sacerdotes Golen que somente instruem em seus mistérios a seus acólitos discípulos que resignaram o Símbolo da Origem e afirmaram em suas almas o Signo da Dor; viryas totalmente perdidos cujos Espíritos foram fagocitados pelos seus símbolos sagrados e seus mitos sinarcas. O mistério hiperbóreo permite resolver o Segredo dos Labirintos, sabedoria que se perdeu durante anos na História até ser resgatada no ressurgimento do neoclássico, no romantismo do século XIX; na idade CONTEMPORÂNEA, labirintos que instituíram o Mistério de A-MOR e restituíram o arquétipo DAMA, que emergiram em toda a EUROPA e que tiveram como pináculo o nascer dos NACIONALISMOS de SANGUE novamente no mundo ocidental como na ALEMANHA e na ITÁLIA. Unicamente se resolve o Mistério do Labirinto se o virya tem em seu sangue o carisma do Paráclito, da Virgem de Agartha, Atenas Promacos, as Deusas ou mulheres Valquírias, as Damas Hiperbóreas, as VRAYAS que nos recordam que unicamente o VALOR nos LIBERTA. Na idade Contemporânea, durante o século XIX e princípios do século XX se deu um renascer do SEGREDO DO LABIRINTO HIPERBÓREO e nesta estratégia se manifestou novamente com todo seu poder o GRAL e a RUNA DE OURO no mundo, permitindo desencadear a mais brilhante estratégia do PACTO DE SANGUE, representada no retorno do SENHOR DA GUERRA ABSOLUTA, O FÜHRER ADOLF HITLER. O VIRYA DESPERTO deve recordar e a Virgem de Agartha e os Siddhas Leais desde a Origem nos assistem, nos encorajam, nos dão o furor, o valor; ela está em nosso sangue orientando-nos, recordando-nos da Origem, da saída para o Espírito Eterno, força que nos orienta à busca da verdade mais além do labirinto, ao Vril, ao Selbst, à eternidade. Os Sacerdotes Golen modificaram este mistério extraindo do mito o Espírito feminino, a Deusa Hiperbórea, A Virgem Ama, a Dama Hiperbórea. Isto é coisa de iniciados do cabrito, iniciados sodomitas que odeiam o mistério do Espírito feminino, odeiam as Deusas Hiperbóreas; por isto, seus labirintos limitantes no final, seus monarques, seus caminhos conduzem diretamente o virya perdido a um ponto onde se encontra no espaço sagrado: o templo ou o sacerdote, o deus do culto, etc. Se constitui no labirinto sinarca o TEMPLO, o lugar secreto e oculto ao profano. As catedrais, templos, mesquitas, pagodes, todas suas arquiteturas instituem o mistério do labirinto sinarca, todas as suas portas conduzem do átrio ao altar, ao tabernáculo, ao Deus, ao Demiurgo O Uno. Somente pode ascender o iniciado sinarca, atravessando o mítico labirinto que vai do átrio ao altar, da periferia ao
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centro do templo, em um périplo que evoca ao psiquismo, a alma humana durante o processo iniciático da busca de sua enteléquia sacerdotal. Taticamente, nos labirintos Golen, a idéia de viagem ou “navegação” está incluída no lugar do edifício que se atravessa e que, significativamente, se denomina “a nave”, orientada geralmente de Este para Oeste, em correspondência estrita com o percurso que realiza o Sol desde o nascente ao poente. Ao mesmo tempo, resume também a rota de peregrinação a Terra Santa, convertendo-se em uma geografia sagrada em cujo centro reside o templo, o sacerdote ou Deus, o Demiurgo Criador de toda a ordem criada.

Todos os viryas despertos, sem exceção, devem compreender este Mistério, o qual consiste em resolver o SEGREDO DO LABIRINTO, compreender o PRINCÍPIO DO CERCO e o MISTÉRIO DO ÂNGULO RETO, seus enigmas, e chegar a sua solução. Todos os viryas que tenham em seu sangue puro o brilho astral do Signo da Origem possuem esse fio rúnico de Ariadne, Mistério do Paráclito, e nela, somente nela, está o poder que lhes permite recordar a solução hiperbórea ao Mistério do Labirinto. Nas divinas mulheres hiperbóreas se acha a imagem, a recordação da Origem perdida; nelas está a Minne, e nelas encontramos o reflexo mais puro do SIGNO DA ORIGEM, o qual por indução Noológica nos permite tal visão do eterno signo na DAMA HIPERBÓREA, ver pela gnose do labirinto interior o SÍMBOLO DA ORIGEM, apoderar-nos de seu PODER, o qual é uma força não-criada que dá ao EU VERDADEIRO o Valor infinito que nos permite percorrer nosso próprio labirinto e destruir ao Minotauro, ANIMAL MITOLÓGICO que representa aos símbolos sagrados que nos impedem alcançar os símbolos eternos, a via gnóstica hiperbórea de libertação espiritual conduzente à ORIGEM. O Mistério do Labirinto Hiperbóreo é parte essencial da Pontônica noológica, porque permite CONSTRUIR ESCADAS CARACOL, estruturas arquitetônicas hiperbóreas (as estruturas megalíticas, os templos gregos e romanos, os castelos medievais são “Escadas Caracol”, sistemas reais artificiais que portam A LUZ DE VÊNUS) com as quais se pode ascender ao PONTO TAU e ao primeiro tetrarque metafísico, origem do aprisionamento do Espírito Não-Criado pelo Símbolo da Origem ao Símbolo da Dor, ao mundo de Maya. O virya constrói sua Escada Caracol (Runa Odal), e em seu último degrau edifica sua Escada Infinita (Runa Tyr), a qual se unirá à ponte noológica estendida desde o não-criado, a Escada Infinita dos Siddhas de Agartha (runa Hagal). É importante compreender que estas construções que podemos ver por toda a Europa, são partes de um Sistema Real Artificial Conduzente Hiperbóreo, construído pelos Siddhas Leais e os PONTÍFICES HIPERBÓREOS no criado com as runas não-criadas, em todas as ESTRATÉGIAS PSICOSSOCIAIS da história. Estas estruturas LÍTICAS, sabedoria da ARTE DA PEDRA
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TALHADA, parte das linguagens arquitetônicas hiperbóreas, eram uma Escada Caracol que permitia aos viryas desse KAIROS ascender ao PONTO TAU e sair fisicamente ou espiritualmente à Origem. Esta construção LÍTICA hiperbórea como o PANTEÃO DE AGRIPA ou ADRIANO ou o CASTELO DO MONTE de FREDERICO II são uma via gnóstica LÍTICA, parte essencial de uma das sete vias gnósticas hiperbóreas mais uma de libertação espiritual. Sair dos labirintos sinarcas representados nos labirintos limitantes, somente se consegue resolver este dilema mediante a TIRODINGUIBURR; nela está a chave secreta, sabedoria representada nas runas não-criadas, FORÇAS ETERNAS provenientes do INFINITO que nos dão o VALOR INFINITO para destruir a ilusão e os inimigos do labirinto. Os Siddhas Leais entregaram aos viryas as runas não-criadas, com elas, o virya resolve o Mistério do Labirinto e marcha como guerreiro na primeira linha de batalha, firme, em busca da Origem. O virya despertou ao despertar, e nada jamais poderá voltar a enganá-lo. O Guerreiro Sábio, com suas armas em mãos, nunca mais cairá nos labirintos de ilusão que sobre este Mistério edificaram os Siddhas Traidores. Labirintos limitantes que somente conduzem ao virya à desorientação, ao extravio e à perda da Origem. Nimrod, nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea, afirma, alegoricamente: “A faculdade de anamnese dos Cavaleiros Tirodal dota aos mesmos de uma ESCADA CARACOL para chegar EXTERNAMENTE ao PONTO TAU. O PONTO TAU é o primeiro ponto tetrarque do caminho LABRELIX, o momento do aprisionamento espiritual ao Símbolo da Origem; INTERNAMENTE, este ponto é alcançado pelo Eu do Iniciado logo de ser ARMADO Cavaleiro Tirodal: porque A RUNA GIBUR ASSINALA, JUSTAMENTE, ESSE PRIMEIRO TETRARQUE. Mas a faculdade de anamnese suaviza, posteriormente, a distância espacial e temporal que separa EXTERIORMENTE ao Iniciado do PONTO TAU: É POSSÍVEL ENTÃO ALCANÇAR FISICAMENTE O PONTO TAU HISTÓRICO, DESLOCAR-SE ATÉ O LUGAR E O INSTANTE PASSADO EM QUE OCORREU A QUEDA DO PRÓPRIO ESPÍRITO HIPERBÓREO. Até ali viajará o Cavaleiro Tirodal, graças a ESCADA CARACOL que construirá com sua faculdade de anamnese, vale dizer, graças a uma ESCADA cuja estrutura está conformada funcionalmente pelas matrizes arquetípicas do desígnio caracol. Mas, quando o Cavaleiro Tirodal chega ao PONTO TAU, quando subiu até o último degrau da ESCADA CARACOL, quando cumpriu o Regresso à Origem, na realidade se encontra frente ao umbral de uma segunda ESCADA, denominada ESCADA INFINITA: é a ponte metafísica até o Selbst, que somente sabem construir os Pontífices Hiperbóreos e que, portanto, somente pode ser ENSINADO ao Cavaleiro Tirodal no curso de uma Segunda Iniciação Hiperbórea. Com respeito à Escada Caracol, cabe agregar que seu emprego é inevitável si se pretende regressar FISICAMENTE à Origem; em contrapartida, o regresso noológico ao PONTO TAU, protagonizado pelo Eu do Cavaleiro Tirodal armado com a Runa Gibur, é um deslocamento instantâneo, um deslocamento que não requer atravessar distância alguma, porque toda distância foi suprimida pela pureza de sangue. Se quererá saber agora, com que se constrói a Escada Caracol? Resposta: COM SISTEMAS REAIS. A faculdade de anamnese, em efeito, é o poder que dispõe o Iniciado Hiperbóreo para AFIRMAR sistemas
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reais com independência de sua existência nas superestruturas: tanto para construir a Escada Caracol, como para explorar um Registro cultural, o Iniciado AFIRMA o sistema real que mais lhe convém empregar, SEM TOMAR EM CONTA OS SISTEMAS REAIS EXISTENTES. Naturalmente, se não trabalhasse com tal independência cultural, poderia ser capturado pela superestrutura ou enganado pelo Terrível Segredo de Maya”. A gnose do Yoga Hiperbóreo afirma: com as RUNAS NÃO-CRIADAS se unificam a Escada Caracol e a Escada Infinita. Com a Runa Odal, ruma limitante, e com a TYR, runa conduzente, se institui a Runa TIRODAL; ambas as runas constroem a Escada Caracol com a qual se ascende ao PONTO TAU e à Escada Infinita. Mas é necessário desenvolver, antes de avançar à libertação, VALOR ABSOLUTO, que somente se institui no EU INFINITO, o qual aporta ao CAVELEIRO TIRODAL sua força noológica, poder que lhe permite transmutar esta runa limitante em uma runa conduzente, ato que se consegue com a Runa TIRODAL DA VITÓRIA. Unicamente se unem os extremos das escadas infinitas, construindo a ponte não-criada à Origem, se o virya tem em seu EU uma RUNA CONDUZENTE e uma ÉTICA HERÓICA. Esta Ética e suas runas não-criadas nos permitem unir a ponte entre estas duas escadas, e poder desde o PONTO TAU ascender ao SELBST e retornar GALHARDAMENTE À ORIGEM.

Reproduzimos um fragmento da novela “O Mistério de Belicena Villca”, onde o capitão Kiev saúda aos Cavaleiros Tirodal e explica como resolver o Segredo do Labirinto: “– Damas e Cavalheiros: apresento-vos ao Capitão Kiev! – Graça e Honra, Sangue de Tharsis! – saudou o Senhor de Vênus, expressando com sua mão direita o bala mudra. – Salve, Vale! – contestaram em coro os Homens de Pedra. Aquele Ser, de clara aparência humana, era na verdade resplandecente: um halo violáceo se estendia varias polegadas ao seu redor e permitia apreciar os detalhes da indumentária.
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Esta não podia ser mais simples, pois constava só de três prendas: uma espécie de cota de malha fina, escamada, que lhe cobria a totalidade do corpo a exceção da cabeça e das mãos; um par de botas de cano curto; e um cinto com fivela octogonal, sobre a que estava gravado um conjunto de signos indecifráveis; as três peças haviam sido elaboradas com materiais inimagináveis. Comparado com os Homens de Pedra, o Senhor de Vênus era um gigante: um tanto mais alto que os Vrunaldinos, que se contava entre os Cavaleiros de maior estatura de Castela. Tinha o cabelo loiro, bastante curto, e feições agradáveis no rosto, de pele muito pálida. Mas o que mais impressionava, pois lhe outorgava o aspecto de um ser de outro mundo, ou pertencente a uma Raça desconhecida, eram seus olhos carentes de pupila, somente compostos por uma íris de cor verde esmeralda: esses olhos, desprovido de expressão humana, testificavam a inquietante evidência de que na História do homem foi esquecido algo. Algo que talvez seja inevitável recordar em nossa época, Dr. Arturo Siegnagel. Depois da saudação, o Capitão Kiev continuou falando, ainda que não movesse os lábios, todos o ouviam perfeitamente, e ninguém se questionou sobre o prodígio. Os Homens de Pedra perceberam que com Aquele Ser não haveria nenhuma classe de diálogo: o Senhor de Vênus veio trazer uma mensagem e depois de comunicá-la se iria embora. – Sangue de Tharsis: Trago, vos a saudação de Navutan, o Senhor da Guerra! E também vos trago Sua Palavra. Prestai atenção, abri bem vossos sentidos, porque a presente oportunidade é única, talvez irrepetível antes da Batalha Final. Em verdade, tem sido a façanha que vós haveis protagonizado ao contribuir destruindo os planos do Inimigo o que tenha motivado esta visita: na morada dos Deuses, o Senhor da Guerra e os Senhores de Vênus, bebem o Hidromel com vossos Antepassados! Ali, na Morada dos Deuses, vos haveis garantido um lugar junto aos Heróis da Raça Hiperbórea! E na Terra, haveis conquistado o direito a existir, ainda em meio à maior Ilusão do Grande Engano. É da vontade de Navutan que vossa casa exista até o dia da Batalha Final e que seus membros acompanhem as filas dos Deuses portando o estandarte do Espírito Eterno! Por isso vos é revelada por meu intermédio a Tirodinguiburr, Seu Nome Esquecido, a Chave do Mistério do Labirinto: para que Vosso Espírito se reoriente à Origem e jamais volte a extraviar-se. Compreendam, Senhores de Tharsis, que o homem adormecido somente é consciente de um Mundo, de uma Terra, de uma História, a qual considera “real”, mas que o Espírito cativo compartilha na Ilusão milhares de Mundos possíveis, de Terras semelhantes, de Historias parecidas. Vós sois homens despertos, mas o homem adormecido vive, sem sabê-lo, em milhões de Mundos de uma vez: sua consciência, em certas ocasiões permanece toda a vida referida a um Mundo particular; ou, eventualmente, passa de um Mundo a outro sem notá-lo; mas o homem adormecido é incapaz de distinguir um Mundo de outro, pois a Ilusão é muito intensa e demasiado profunda. Diferente é o ponto de vista do Espírito cativo, que subjaz aprisionado na Alma do homem adormecido. Para o Espírito Eterno qualquer desses Mundos pode ser “real”, pode viver-se como real, mas todos são igualmente ilusórios. Para o Espírito, muitos dos homens que crêem existir, e muitas das coisas que se crê que existam, não são reais, são pura Ilusão. Para o Espírito somente é

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Real o Mundo que Ele mesmo afirma como tal, somente existe o homem no qual Ele se manifesta com melhor orientação estratégica. Assim é, Senhores de Tharsis: Para o Espírito, a Realidade depende da orientação estratégica. E o homem desperto só existirá se dispõe de orientação estratégica em relação à Origem. Porque é a partir da Origem que o Espírito vê ao homem desperto e diz – Está ali, ex sistit! O que é, pois, a orientação estratégica? Em um dado instante, simultaneamente, certos homens despertam aqui e ali, em algum dos Mundos possíveis: É o Espírito do homem quem os evoca e a quem eles se dirigem. Cada um desses Mundos é “real” para o homem desperto que o habita e percebe. E desde cada um desses Mundos “reais” um homem desperto marcha para um posto que seja comum a todos os Mundos Possíveis: a Origem do Espírito cativo. Em um lugar está o homem desperto e seu Espírito cativo, em outro a Origem e o Espírito absolutamente livre; o que separa o homem desperto da Origem? Uma distância chamada de “Labirinto”, que somente pode desvendar-se mediante as Vrunas de Navutan. O Espírito desperta ao homem adormecido; o homem desperto adquire a Sabedoria Hiperbórea. A Sabedoria Hiperbórea lhe revela as Vrunas de Navutan; e as Vrunas de Navutan constituem a Tirodinguiburr, o Segredo do Labirinto. Com a chave das Vrunas, o homem desperto se orienta no Labirinto e encontra a Origem, o único verdadeiramente Real para o Espírito. O tempo necessário para concretizar a orientação lhe concede a Semente de Pedra, que a Graça da Virgem de Agartha semeia no coração dos que buscam a Origem. A orientação deve ser estratégica porque no Labirinto o Inimigo tentará distorcer seu rumo à Origem: tratará de confundir, de desviar, de deter, vale dizer, de desorientar o homem desperto. E o homem desperto deverá empregar uma Estratégia. Para avançar orientado, terá que desenvolver um modo de comportamento que neutralize a ação inimiga e permita chegar concretamente à Origem. O Labirinto está integrado pelos caminhos da Ilusão, que se bifurcam em todos os Mundos Possíveis. Se a orientação estratégica é débil, a distância entre o homem desperto e a Origem pode ser muito extensa; e o Tempo que necessita para recorrê-la analogamente prolongado. Contudo, se a orientação estratégica é forte, o homem desperto pode encontrar-se muito próximo à Origem e a libertação espiritual pode ser instantânea. Ocorre assim porque a orientação estratégica e o Labirinto são contrários: quanto menor a orientação estratégica, tanto mais complexo será o Labirinto; a máxima orientação estratégica, a Origem patente, dissolve a Ilusão do Labirinto. Ademais, se o movimento se guia pela orientação estratégica, o Tempo e o Espaço do Labirinto tornam-se relativos. A Origem situa-se longe ou próxima, de acordo à atitude estratégica do homem desperto. Então, a realidade do homem desperto é relativa com respeito à Realidade absoluta da Origem. A realidade do homem desperto depende da orientação estratégica. Vimos que vários homens desperto, cada um em seu Mundo “real”, buscando simultaneamente a Origem;
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cada um com diferente grau de extravio no Labirinto, cada um com distinta orientação estratégica. Qual é, então, o Mundo Real, se todos são relativamente reais na Origem? De todos os Mundos possíveis, “reais” são os Mundos que afirma o Espírito dos homens despertos. De todos os Mundos “reais”, Real é o Mundo onde os homens despertos possuam a melhor orientação estratégica e onde sustenta uma Estratégia triunfante contra o Inimigo do Espírito: e a Realidade desse Mundo a afirma Navutan, o Senhor da Guerra. Os Senhores de Vênus de K’Taagar, na Origem, desvinculados do Tempo e do Espaço do Labirinto, perscrutam permanentemente os milhões de Mundos da Ilusão enquanto aguardam que os últimos homens adormecidos retomem a Senda do Espírito e declarem A Guerra Essencial às Potências da Matéria. Eles descobriram vosso Mundo, Senhores de Tharsis, e o revelaram a Navutan. E o Senhor da Guerra, satisfeito por Vossas Façanhas, decidiu afirmá-lo como Real. Da Origem, o Grande Ás distinguiu Vosso Mundo dizendo: Ali está, ex sistit o Mundo real dos Senhores de Tharsis, quem não cessam de lutar pela Liberdade do Espírito Eterno. Existe, pois, um Mundo onde os homens adormecidos são capazes de despertar e enfrentar às Potências da Matéria! Há, há, há; e são Bons! Acabam de ganhar uma Batalha! Com eles enviarei o Grande Chefe da Raça Branca. Contando com a ajuda destes Guerreiros Sábios, e a daqueles Heróis que se lhes unam, derrotarão as Potências da Matéria e colocarão termo, no Princípio, à Guerra Essencial! Compreendam isto, Senhores de Tharsis e sabereis por que vim e em que consiste a Graça que Vos tem dispensado Navutan, ao conceder existência Real a Vosso Mundo! Porque assim é! O Mundo onde vós viveis e onde o Inimigo tenha sido recentemente derrotado, será o Mundo real para os Senhores de Vênus e para Navutan, o Senhor da Guerra. Neste Mundo começará a Batalha Final, quando o Homem se confronte definitivamente com as Potências da Matéria. E neste Mundo, o Mundo dos Senhores de Tharsis, deverão realizar-se todos os que intentam liberar seu Espírito Eterno e partir à Origem, os Guerreiros, os Heróis, os Iniciados Hiperbóreos, os verdadeiros Gnósticos, os Homens de Pedra! Ouvi: Os que busquem e encontrem o Sangue de Tharsis em seu Mundo assentarão o Espírito na Pedra Fria que está na Origem, na Pedra que se sustenta fora do Universo Criado e que estará na Origem quando o Universo Criado já não exista! Contrariamente, os que pretendam ignorar o Sangue de Tharsis, ou não sejam capazes de encontrá-lo, fundarão seu Mundo na Ilusão e serão convertidos em Lixívia ao Final do Tempo, quando Tudo Volta ao Uno ao Final de Seu Dia de Manifestação, quando o Final será igual ao Princípio, e a Ilusão se dissolva em nada, e somente exista o Uno em Sua simples eternidade. Porque só o Espírito é Eterno! Quem não encontrar seu Espírito morrerá de Morte Final ainda que seja Imortal. E quem primeiro irá morrer são as Almas que mais próximas estão do Final, onde se tem aproximado buscando uma quimérica e vã perfeição arquetípica. Aqueles cujas Almas evoluem imitando a Meta Final proposta pelo Deus Criador Uno, os que se enganam identificando o Bem com a "Paz Universal” e privam a seu Espírito da oportunidade de lutar, os que adoram ao Deus Criador Uno e amam o Universo Material, os que temem a Jehová-Satanás e servem as Potências da Matéria, os que persistem em
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afirmar que o Espírito é Criado e querem pô-lo de joelhos frente ao suposto Criador. Os que se abrigam sob a Pomba de Israel, os que integram a Hierarquia da Fraternidade Branca, os Sacerdotes de todos os Cultos e os que crêem que se pode ser “Gnóstico” e Sacerdote simultaneamente. Esses morrerão da Morte Final! Esses serão reduzidos a Lixívia pela vontade de seu Criador! Em síntese: Aqueles que participem do Pacto Cultural viverão na Ilusão da Alma e morrerão de Morte Final! E aqueles que recordem o Pacto de Sangue, e encontrem o Sangue de Tharsis, viverão na Realidade do Espírito e se eternizarão Além da Origem!...” VALOR E HONRA!! GRAÇA E HONRA!! A Sabedoria Hiperbórea afirma: a Sinarquia degradou o Segredo do Labirinto, destruiu a solução a seu mistério, já não se encontravam na luz do mundo os símbolos hiperbóreos de orientação noológica que portam a solução a este Mistério; agora, graças ao Senhor da Orientação Absoluta e a Sabedoria Hiperbórea, estas verdades estão presentes no Labirinto, orientando ao virya à sua libertação. Esta ação desorientadora da Sinarquia Mundial significou a perda da Semântica noológica; levou ao extravio da origem e do conhecimento das capacidades gnósticas que se requerem para despertar ao despertar. Tal perda desse saber hiperbóreo nos ocasiona irremediavelmente a perda da memória, da recordação da via de saída, da porta de escape que permite ao virya retornar, regressar como um Deus à Origem. Significa que o virya, unicamente resolvendo o Mistério do Labirinto, recobra o sentido da orientação estratégica, deixa de estar extraviado dentro de um espaço, de uma estrutura fechada, limitado aos dogmas religiosos e culturais desta Sinarquia Mundial. O virya que resolve o enigma de Jano, destrói os muros culturais que edificaram, levantaram estes Senhores da Fraternidade Branca; livre dos muros, mais além deles, está o que o virya É, sua verdade metafísica, a realidade absoluta de si mesmo, sua deificação. O labirinto que deve resolver o virya está representado no mundo exterior pela Sinarquia Mundial, constituído por um poder político, um econômico e um financeiro. Estes sinarcas, agentes conscientes da Traição, respondem às diretrizes dos DRUÍDAS maçons da Fraternidade Branca e dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. Os Sacerdotes Golen, iniciados sinarcas, lacaios servidores dos Siddhas de Chang Shambalá, seres sacrificadores (adoradores da matéria e da dor), são os traidores que sustentam no mundo os SÍMBOLOS SAGRADOS e os MITOS religiosos da Sinarquia Religiosa Universal. Estes sacerdotes são os carcereiros, os que custodiam o labirinto exterior, e nesta prisão está aprisionado, encarcerado o virya perdido; nestes labirintos da DOR, eles têm em sua garra preso toda a humanidade. A criação, labirinto exterior, é o engano que alimenta o labirinto interior, armadilha que imerge ao virya perdido no labirinto, nos caminhos que conduzem a mais profunda das ignorâncias, à miséria e à dor. Engano que afirma o Universo material como a realidade do pasú; e ao Demiurgo O Uno (Jehová, Brahma, Alá, etc.) como o Deus desta criação; e aos Siddhas Traidores e seus Sacerdotes Golen como as hierarquias às quais o pasú deve render culto, porque somente eles dão a redenção. Este mito cristão da salvação pela
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redenção do “pecado”, o qual deve ser expiado através do sofrimento, é o fundamento do engano destes dogmas monoteístas. Estes símbolos sagrados sinarcas afirmam que a purificação da alma se consegue, quando o virya apague toda a recordação do Símbolo da Origem, quando seu labirinto interior reflete perfeitamente o labirinto exterior, quando o microcosmo se funde no macrocosmo. A Sabedoria Hiperbórea assevera: a perda da recordação do Signo da Origem é a aceitação do Signo da Dor, da realidade que afirmam como tal os Demônios de Chang Shambalá, o distanciamento total do virya de seu Espírito Não-Criado, e o escorrimento de seu Eu volitivo na alma criada. Nesta realidade está a grande maioria dos homens: o virya perdido confunde o “paraíso terreno” (do qual provém o homem pasú, mito do paraíso de Adão e Eva) com a Origem (do qual descende o Espírito Não-Criado); confunde o Demiurgo, o Deus Enganador com o Incognoscível, o Deus Eterno; a alma criada com o Espírito Não-Criado; a realidade do Mundo da Ilusão de Maya com o Mundo Real do Incognoscível, do Deus Eterno. Esta criação material é uma distorção criada do Mundo Eterno, mentira que afirma a realidade da matéria e a seu Deus, como o único caminho à libertação, ao “paraíso terreno”, à terra prometida, Jerusalém Celestial. Estes mitos do paraíso, da salvação, são os símbolos sagrados nos quais se apóia o pasú, o animal homem; símbolos sagrados da Sinarquia Religiosa Mundial cujas verdades metafísicas afirmam o aprisionamento do Espírito Não-Criado no criado; aprisionamento que é propiciado pela afirmação e queda do Signo da Origem (Mistério de A-mor) no Mundo da Ilusão, no Signo da Dor. Labirinto no qual os viryas, por mais evoluídos que sejam, por mais aproximação que tenham à sua enteléquia, à sua perfeição, no final, quando a grande vaca vermelha seja sacrificada em sua hora final, serão sacrificados como criaturas (vacas, ovelhas) em honra ao seu Demiurgo, ao seu Criador. EM OUTROS TEMPOS ESTA VERDADE SE COMPREENDIA PERFEITAMENTE. O INICIADO HIPERBÓREO VIA NO SEGREDO DO LABIRINTO UMA PROVA INICIÁTICA HIPERBÓREA QUE DEVERIA SUPERAR. O VIRYA DESPERTO SE SUPERASSE A PROVA, RESOLVIA O ENIGMA DE JANO, E SE TRANSFORMAVA EM UM HERÓI HIPERBÓREO. A arte noológica da Pontônica Hiperbórea, ciência dos Guerreiros Atlantes, é o pior inimigo da Sinarquia Mundial, mais ainda que as sete vias gnósticas hiperbóreas de libertação espiritual. Os Siddhas Traidores projetaram sua degradação máxima: assim como degradaram os templos e a arquitetura hiperbórea, construíram sobre a Pontônica noológica centenas de labirintos culturais que degradam este mistério, projetando sobre estes símbolos eternos toda uma simbologia sagrada em linguagens corporais lúdicas e sacralizantes (danças, esportes, ritos). Eles conseguiram copiar e instalar na superestrutura cultural macrocósmica seu principal labirinto limitante, o Hatha Yoga. Este yoga sinárquico, em seus diferentes estilos ou ramos, é a ciência preferida dos Siddhas Traidores, e suas escolas distribuídas por todo o mundo, predicam as doutrinas religiosas do Pacto Cultural.

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O Yoga Marcial Rúnico Hiperbóreo é a sabedoria que permite ao virya resolver o Segredo do Labirinto e construir sobre o EU VERDADEIRO a via gnóstica conduzente aos Mistérios Iniciáticos Hiperbóreos (Oppidum e Praças Liberadas). Esta arte se perdeu, a causa se acha na perda da memória, a amnésia espiritual e cultural que hoje sofre o virya em pleno Kaly Yuga. Hoje sua consciência está regida por um daltonismo gnosiológico que gerou em sua mente uma cegueira total, onde o tempo e seus Arquétipos culturais o imergiram nos piores labirintos não causais da Sinarquia Mundial. Unicamente o GUERREIRO BERSERKR pode escapar destes labirintos não causais, voltando sobre si mesmo, retornando sobre seus próprios passos, mas requer do guerreiro Vontade absoluta e Valor Infinito. O virya, ao entrar nestes labirintos de Maya, ao passar por suas portas, o faz pelo encantamento da LUZ DIVINA, o ENCANTAMENTO DO CANTO DE A-MOR; e dificilmente o virya perdido se é preso do cálido amor da paixão humana pode retornar. Voltar a GIRAR sobre si mesmo, DESLOCAR-SE DO CAMINHO ELIX a um CAMINHO LABRELIX, à uma via onde possa OPTAR, eleger outro caminho que o conduza a outro SÍMBOLO, ao SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA. Unicamente o Guerreiro Sábio pode retroceder, dar a volta e retornar, MUDAR DE RUMO, somente o HERÓI SEMIDIVINO DE VONTADE ABSOLUTA pode dar-se conta e DANÇANDO COMO A PERDIZ, dançando as runas não-criadas, consegue ELEVAR-SE SOBRE O LABIRINTO, e voltar a buscar até encontrar a opção, a via que o conduza à ciência gnóstica, que lhe permita resolver o Segredo do Labirinto. RECAPITULEMOS, A SABEDORIA HIPERBÓREA AFIRMA: a queda gerou a perda da excelência, da esfericidade noológica, levando ao virya, antes Siddha Divino, ao enquadramento ontológico, ao aprisionamento humano (duplo desígnio espiral: caracol e serpente), ao encarceramento da esfericidade do Espírito no quarteto poliédrico tridimensional da matéria. O Siddha Divino perde sua pureza original porque perdeu sua Origem, deixou de crer em si mesmo, seu sangue já não porta o brilho do Signo da Origem. O virya perdido agora tem uma débil e pálida recordação em sua Minne, em seu sangue, desta Origem perdida. Esta perda o transformou em um virya adormecido, porque ele foi vítima do Engano, do encanto do Canto de Circe, dos Siddhas Traidores. Por isto, o Demiurgo Jehová-Satanás, o encarcerou neste Labirinto de Ilusão que é o mundo de Maya; o Espírito caiu nesta armadilha de ilusão e crê que deste paraíso da dor, deste vale de lágrimas, somente se sai adorando ao Criador, dobrando seus joelhos, suplicando com lágrimas nos olhos ao Senhor do Terror que alivie sua dor, e isto JAMAIS ACONTECERÁ. O sangue pasú contaminou seu sangue puro, ele agora corre em suas veias, o veneno mortal foi injetado. O virya, mergulhado no mais profundo dos sonhos, está submetido às vicissitudes da vida ordinária, ao passar do tempo, preso as egrégoras que evoluem as massas, sujeito aos Arquétipos psicóideos que levam ao virya a ser um humano mais que humano, um indivíduo dependente estritamente das condições do gênero e da espécie. O virya perdido, dentro de seu labirinto interior, em seu microcosmo, é propriedade do Grande Enganador, da vontade do DEMIURGO e este jamais permitirá sua libertação, no labirinto exterior é preso as linguagens da cultura externa, da vontade dos SIDDHAS DE

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CHANG SHAMBALÁ e eles jamais lhe darão a CHAVE para que ele possa sair de sua prisão. É POR ISTO QUE SOMENTE REVELANDO-SE A SI MESMO, AO DEMIURGO, À ALMA CRIADA, AOS SIDDHAS TRAIDORES, À ORDEM CRIADA, O VIRYA RECUPERA O VALOR PARA VOLTAR A OBTER O PODER QUE SUBJAZ NO MAIS PROFUNDO DE SEU EU INFINITO, SOMENTE RETIRANDO O VÉU DO DUPLO ENGANO PODERÁ O VIRYA COMPREENDER A SERPENTE, PARA LOGO ARMAR-SE E CORTAR A CABEÇA DA SERPENTE. Esta síntese permite inferir que a PONTÔNICA NOOLÓGICA é a CIÊNCIA DA AÇÃO, e tal ação nos afirma na sagrada SWÁSTICA, nos símbolos representados no CAVALO e na TORRE, segredos que descrevem o DESLOCAMENTO, O MOVIMENTO que estrategicamente deve realizar o Virya no LABIRINTO DE WOTAN para chegar à sua máxima Verticalidade noológica e ingressar ao SELBST, ao OCTÓGONO TAU DA TIRODALHAGAL, Centro Carismático TAU que lhe permite compreender a ORIGEM. Operação que evita, com a atitude graciosa luciférica, a incidência em seu Espírito das linguagens sagradas e sua Semiótica psicológica e o afirma eternamente na semiótica Noológica dos SIDDHAS DE AGARTHA. Por isto, esta ação não se pode descrever SEMANTICAMENTE, nem sequer com o verbo hiperbóreo, porque esta busca é iniciática, unicamente pode ser vivenciada no SANGUE DO VIRYA BERSERKR, que recuperou sua Minne, seu mistério ORIGINAL. Somente se aproxima a esta vivência o virya que domina perfeitamente a Sabedoria Hiperbórea, única ciência noológica ou linguagem semântica que permite ao Guerreiro Sábio, através de suas técnicas, compreender, inferir as RUNAS NÃO-CRIADAS, ter sempre presente no horizonte de seu Eu um reflexo noológico da Runa Hagal, do astro VÊNUS, da origem NÃO-CRIADA de seu Espírito Eterno. O camarada hiperbóreo, neste Kairos Iniciático dos Siddhas de Agartha, que reconhece a TIRODAL e a TIRODAL DA VITÓRIA, é um guerreiro que tem seu EU isolado, liberado das algemas anímicas da alma, mérito conseguido, concretizado na PRIMEIRA INICIAÇÃO HIPERBÓREA. Nessa iniciação, ele resignou suas tipologias psíquicas Aberro, sua psique anímica, seu EU se afirmou em sua GRAÇA LUCIFÉRICA, fundou seu OPPIDUM interior, construindo sua ARQUÊMONA ODAL, PERDENDO DEFINITIVAMENTE O MEDO E O TEMOR. O Iniciado, internamente pode manejar conscientemente suas estruturas orgânicas vitais, e controlar, de acordo ao estrategicamente conveniente, a tensão dramática. Compreende o virya, que esta ação noológica interna é análoga externamente a resolver o enigma de Jano; quer dizer, se resolveu o enigma, achada a saída do labirinto exterior (busca, opção e eleição) esta compreensão lhe permite relacionar-se estrategicamente no exterior com uma PRAÇA LIBERADA e chegar ao CENTRO CARISMÁTICO. Resolver o dilema do LABIRINTO EXTERIOR, afirma as ações estratégicas de guerra que se devem concretizar contra o inimigo incrustado no labirinto, táticas guiadas desde o Centro Carismático, cujo fim é dar morte aos sustentadores do Labirinto. Pode-se asseverar que nenhum MITO sinarca ou egrégora, de características LÚDICAS ou SACRALIZANTES, determinará a consciência; nada poderá fagocitar ao Eu verdadeiro do virya desperto. O Virya Iniciado que construiu o
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PONTHOS NOOLÓGICO, poderá transitar por sua Escada Caracol do despertar ao despertar. Este caminho é o que lhe permite externamente concretizar o vínculo carismático com um KAIROS; este se concretiza na emergência de uma PRAÇA LIBERADA e de uma ação de guerra contra as potências obscuras do Kaly Yuga. O virya desperto pode distinguir esta PRAÇA LIBERADA, ver este espaço liberado, livre do tempo transcendente da consciência temporal do Demiurgo, e relacionar-se com seus camaradas dentro de uma estratégia de LIBERTAÇÃO PSICOSSOCIAL. Esta ação, indubitavelmente, ativa internamente a construção do OPPIDUM INTERIOR, o virya, compreendendo o segredo do labirinto interior, ingressa pela graça de sua vontade luciférica ao seu cerco interior, resignando a Serpente, isola o EU VERDADEIRO DA ALMA CRIADA, cria seu OPPIDUM, ARQUÊMONA ODAL, se situa dentro de suas MURALHAS INVENCÍVEIS e se afirma em seu CENTRO, no ÊNTASE DE SUAS COLUNAS VONTADE E VALOR, no PONTO TAU DE SUA ARQUÊMONA ODAL, assentando-se ou afirmando-se definitivamente no SELBST. Esta dupla ação de guerra afirmando-se, externamente na PRAÇA LIBERADA, e internamente em seu OPPIDUM, afirma a dupla iniciação do Guerreiro Berserkr. O VIRYA INICIADO BERSERKR, desde o PONTO TAU, constrói sua ESCADA CARACOL, ascende por sua TORRE ao ponto mais alto, ao SELBST, isto lhe permitirá afirmar o VRIL, a força do Selbst, e com seu poder construir sobre o SELBST sua ESCADA INFINITA, a PONTE NÃO-CRIADA que lhe permitirá ascender ao EU INFINITO. Seu EU afirmado na PONTE NÃO-CRIADA, sente o SÍMBOLO DA ORIGEM, este se apresenta ao seu Espírito como um raio verde de luz não-criada, gema brilhante caída de Vênus, sempre presente seu brilho no horizonte do EU, como o astro Vênus. O astro VÊNUS é o guia exterior, o fio rúnico estendido por nossos camaradas eternos para indicar-nos o caminho por onde CRUZAR A PONTE INFINITA à ORIGEM. É o poder que está por trás do astro VÊNUS o olhar eterno de nossos DEUSES LEAIS e este signo nãocriado que sempre está presente no FIRMAMENTO SIDERAL como o ASTRO VÊNUS, sempre está presente no Espírito do Guerreiro Hiperbóreo, como uma LUZ NÃO-CRIADA, RAIO VERDE DA RUNA HAGAL afirmando fora o ASTRO VERDE, e dentro a PORTA DE SAÍDA DESTA CRIAÇÃO, a PONTE NÃO-CRIADA À SUA LIBERTAÇÃO.

A RUNA TIRODAL DA VITÓRIA: RUNA DO VIRYA BERSERKR
É na Pontônica noológica onde o guerreiro decide tomar de assalto sua eternidade, ascender à imortalidade do Eu e marchar até seu destino final: a libertação total de seu Espírito Não-Criado. O virya nas duas iniciações se transmutou em Cavaleiro Berserkr; armado com o escudo de Palas Atenas, a espada de Wotan e o tridente de Netuno pode marchar decididamente na busca de sua libertação final. O virya DESPERTA AO DESPERTAR sua DECISÃO É ABSOLUTA, seu MODO DE VIDA MUDOU DEFINITIVAMENTE, em seu SER NOOLÓGICO somente rege uma MÍSTICA HERÓICA, é um SER AMO ABSOLUTO DE SI MESMO, um eterno GUERREIRO SÁBIO CONSTRUTOR DE PONTES À ORIGEM; em possessão de uma Vontade eterna, marcha na busca da VITÓRIA. Estrategicamente a PONTÔNICA é a arte de planejar um ataque final ao labirinto e conseguir a libertação. Compreendemos que o Virya deve ingressar ao PONTO TAU,
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afirmar-se nesse CENTRO TÁTICO para dominar todo o Sujeito Anímico. Dentro da protetora Runa TIRODAL, o virya necessita planejar seu plano de libertação final, o ataque final às obscuras forças elementais dentro de si mesmo e do Kaly Yuga, objetivo que tem como finalidade derrotar aos INIMIGOS DO LABIRINTO, para conseguir regressar à Origem. Sabemos perfeitamente que o LABIRINTO é o adversário que ocupa o espaço que separa o Virya da Origem, distância que deverá percorrer com as armas em mãos, combatendo até o fim, para conseguir percorrer e SUPERAR ESTRATEGICAMENTE esta trajetória que o separa da Origem. Esta decisão guerreira transforma sua condição ética interna de MONGE GUERREIRO e em um GUERREIRO SÁBIO. Runicamente modifica sua protetora e limitante Runa TIRODAL na guerreira e hostil Runa TIRODAL DA VITÓRIA, runa que faz possível o ataque final, o VÔO AO SELBST e o regresso à Origem. Nesta ciência do Yoga Marcial Hiperbóreo, em sua Pontônica, é onde o virya pode sair de sua runa protetora TIRODAL e ascender à runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA, mas isto requer de uma explicação semântica e semiótica, ingressaremos à mesma para compreender as modificações que se geram na transformação da runa TIRODAL na TIRODAL DA VITÓRIA. A Sabedoria Hiperbórea na práxis de sua Pontônica afirma: as runas instituem o Mistério do Labirinto Hiperbóreo, segredo no qual se acha uma via gnóstica, um caminho conduzente à um monarque do tetrarque LABRELIX, onde se acha a solução do Segredo do Labirinto dada por Wotan aos viryas. O Segredo do Labirinto, se resolver seu mistério quando o virya desperta e sente em seu sangue a força que lhe ortoga o ódio, a rebeldia à realidade que o condena; hostilidade que lhe dá o poder, a vontade e o valor para enfrentar a verdade libertadora que contém a sabedoria que se acha nas runas nãocriadas, ciência eterna com a qual se faz real sua libertação. No Símbolo Sagrado do Virya se estruturam as runas não-criadas, e o virya, quando por indução noológica ingressa a uma via gnóstica interior, desencadeia o poder de seu símbolo sagrado; no mesmo, se acham as forças das treze runas arquetípicas e das três runas não-criadas. Com as runas se constrói o sagrado signo TIRODINGUIBURR, sua análise rúnica indica ao virya que sente em seu sangue a hostilidade para com a ordem criada, encontrar, através da busca, a opção de fazer a eleição correta do monarque (caminho) que permite ao virya ingressar a ARQUÊMONA ODAL (isolar o Eu do sujeito consciente) e centrar-se na PRAÇA TAU afirmando a Primeira Iniciação Hiperbórea, mistério no qual o Eu se faz imortal. A Primeira Iniciação Hiperbórea permite ao virya ingressar, mediante Tirodinguiburr, à LIMITANTE E PROTETORA Runa ODAL, ter a força interior para desenvolver uma VONTADE (não anímica) ABSOLUTA, força com a qual pode compreender o Segredo do Labirinto interior. Devemos esclarecer que o virya pode ingressar à arquêmona ODAL e não ter resolvido o Mistério do Labirinto (interior e exterior); o virya pode ter CERCADO SEU EU VERDADEIRO do SUJEITO CONSCIENTE, mas estar longe da ORIGEM. Isto se deve a que o virya pode estar desperto, mas ainda estar distante de despertar ao DESPERTAR, e é a RUNA DA VITÓRIA a que o transporta à PONTE NÃO-CRIADA onde o Virya Berserkr ingressa e se afirma definitivamente no VRIL, concretizando seu VÔO AO SELBST, despertar ao DESPERTAR. O virya está protegido em sua ARQUÊMONA ODAL, tem
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orientação estratégica, mas para sua total libertação deve resolver o dilema que o separa da Origem, representado no labirinto interior e exterior. Temos explicado e estudado detalhadamente, que o Mistério do Labirinto interior se resolve na Segunda Iniciação Gnóstica Hiperbórea mediante a REVERSÃO GNÓSTICA. O segundo mistério contido no labirinto exterior, se resolver na Terceira Iniciação que ortogam os Siddhas de Agartha, iniciação que participa da Pontônica e de um kairos de guerra, mas esta terceira iniciação somente é possível em um ser que tenha total excelência noológica e tal decisão requer da máxima vontade e do máximo valor. DEVEMOS CONSIDERAR QUE SOMENTE O VIRYA QUE RESOLVER O SEGREDO DO LABIRINTO INTERIOR, PODE PERCORRER O ESPAÇO, A DISTÂNCIA QUE SEPARA E DISTANCIA AO EU DA ORIGEM, DE SUA LIBERTAÇÃO, ESPAÇO REPRESENTADO NO LABIRINTO EXTERIOR QUE SE SUPRIME QUANDO TRANSMUTAMOS A VONTADE EM PURO VALOR. Mas para compreender isto devemos entender que a força proveniente da runa ODAL é VONTADE, da TIRODAL é VONTADE ABSOLUTA, a força que provém da TIRODAL DA VITÓRIA é VALOR INFINITO. Mas devemos nos aprofundar neste mistério rúnico para poder compreender gnosticamente sua verdade não-criada. O Labirinto se resolve com TIRODINGUIBURR. Afirma Nimrod: “mediante uma análise rúnica, podemos verificar, que os elementos analíticos deste signo demonstram a presença de três runas: a Runa TYR e a Runa Odal, que formam a eterna Runa TIRODAL, e a Runa Gibur, com estas três runas se complementa a sagrada TIRODINGUIBURR”. A Sabedoria Hiperbórea contida nos livros de Cristal de Agartha afirma: estas três runas manifestam diferencias noológicas bem demarcadas: a ODAL é uma runa limitante e protetora (o escudo de Palas Atenas); a Runa TYR, ao ser não-criada é conduzente, totalmente agressora (a espada de Wotan); e a Runa Gibur é uma runa limitante e conduzente (como TRIDENTE DE NETUNO, é limitante, porque sua qualidade como arma é defensiva. Outra função limitante é como ÂNCORA, elemento de FIXAÇÃO, também atua como FERRAMENTA de ARAGEM. Como ESPADA DE WOTAN é notadamente CONDUZENTE é uma ARMA LETAL de GUERRA). Estas três runas criam o signo rúnico denominado TIRODINGUIBURR, símbolo sagrado com o qual o virya resolve o Segredo do Labirinto interior e exterior. Comprovamos mediante a análise rúnica que uma das três runas é protetora, e as outras duas são conduzentes guerreiras; estas faculdades dotam ao signo TIRODINGUIBURR COM O PODER PARA RESOLVER O SEGREDO DO LABIRINTO EXTERIOR. As trezes runas arquetípicas permitem construir sobre o virya um Sistema Real Artificial (escada caracol) representado na Praça Liberada (interior e exterior), com elas se forja o CASTELO ODAL; suas forças dotam ao virya das capacidades estratégicas que são necessárias para que se desencadeie neste mundo um CENTRO CARISMÁTICO e o KAIROS INICIÁTICO. Estas runas arquetípicas, depositadas pelos Siddhas Leais na superestrutura cultural do mundo, são SISTEMAS REAIS ARTIFICIAIS, que portam em suas linguagens o SÍMBOLO SAGRADO DO VIRYA, e quando atuam na realidade, suas forças noológica geram uma ação estratégica que
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permite a afirmação do Eu verdadeiro em uma ÉTICA HERÓICA. Estas runas arquetípicas desencadeiam a Mística heróica de um kairos de valor HERÓICO, do qual somente participam os mais VALENTES. Elas são percebidas pelo sujeito consciente do virya, e mais além da análise rúnica (análise semiótica e morfológica) que se realize sobre cada uma delas, sem dúvida, quando são totalmente compreendidas pela capacidade de anamnese do Eu verdadeiro do Virya Berserkr, se sente no sangue suas verdades metafísicas e não-criadas. Estas runas arquetípicas em um kairos emergem com todo o seu poder, são as forças noológicas que dotam ao conjunto de viryas despertos (junto ao Pontífice ou Vínculo Carismático) das capacidades espirituais e materiais para a construção de um CENTRO CARISMÁTICO em uma Praça Liberada. Com estas runas se constroem a Praça Odal e a arquêmona iniciática TIRODAL, construção que protege ao virya das influências nefastas que exerceram os Siddhas Traidores desde o astral macrocósmico, e os agentes no mundo, os Sacerdotes Golen e a Loja Branca desde o Valplads. SE BEM QUE ESTAS 13 RUNAS ATUAM ARQUETIPICAMENTE NA ORDEM CRIADA, SUAS FORÇAS NOOLÓGICAS PROVÉM DAS TRÊS RUNAS NÃO-CRIADAS E DO SIGNO DA ORIGEM, AFIRMANDO SEU PODER, UM SISTEMA REAL ARTIFICIAL QUE RESPONDE ESTRATEGICAMENTE ÀS TÁTICAS DE GUERRA GERADAS PELOS VIRYAS BERSERKR. Estas treze runas são um vínculo carismático às runas não-criadas, o virya com elas pode construir Tirodinguiburr, porque somente se constrói este sagrado signo quando se compreende os êxtases rúnicos das trezes runas arquetípicas. TIRODINGUIBURR nos permite ingressar à ARQUÊMONA INICIÁTICA ODAL, sentir no SANGUE A MÍSTICA HERÓICA OU ÊXTASE RÚNICO das TREZE RUNAS ARQUETÍPICAS, as quais vão incrustando no virya suas forças protetoras; o virya sente em seu sangue sua mutação genética, seu símbolo sagrado revela ao Eu a realidade do LABIRINTO INTERIOR, de seu ser, sua VERDADE NOOLÓGICA, a qual lhe permite compreender à SERPENTE, sua verdade ontológica. O virya incorpora estas forças noológicas e tem o poder para armar-se com a TIRODINGUIBURR, esta arma tem a propriedade de dotá-lo de uma VONTADE ABSOLUTA, qualidade que lhe permite CONTRUIR SEU CERCO INTERIOR sua ARQUÊMONA ODAL, receber sua primeira iniciação hiperbórea das mãos dos SIDDHAS LEAIS, o qual lhe permite COMPREENDER A SERPENTE, o LABIRINTO INTERIOR. Afirmado em sua PRAÇA ODAL si se afirma em uma VONTADE ABSOLUTA se afirma em sua ARQUÊMONA INICIÁTICA TIRODAL e se transmuta em VIRYA BERSERKR desde o mesmo poderá ingressar à segunda iniciação hiperbórea na qual se arma como CAVALEIRO TIRODAL SENHOR DO CÃO E DO CAVALO; nesta condição ética sua vontade é puro VALOR INFINITO sua TIRODAL se transforma na TIRODAL DA VITÓRIA; o Virya pleno de furor poderá CORTAR A CABEÇA DA SERPENTE, quer dizer, tem o poder em seu presente para DESINTEGRAR O LABIRINTO INTERIOR. O Virya quando decide MATAR A SERPENTE, é um SER DA GUERRA, um GUERREIRO SÁBIO decidido a conseguir sua LIBERTAÇÃO. Situado em seu Eu verdadeiro, cria seu OPPIDUM INTERIOR, e na conjunção carismática com seus
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camaradas emerge no mundo um CENTRO CARISMÁTICO, estruturado em uma PRAÇA LIBERADA e em uma Estratégia Psicossocial. Internamente, o virya consegue esclarecer sua esfera de sombra, com TIRODINGUIBURR (Vontade absoluta) marcha armado decidido a romper com o determinado, o meramente humano; avança sobre sua consciência, transpõe o umbral de consciência e desce da consciência à inconsciência, ao mundo dos Arquétipos (reversão gnóstica). Recordemos que no virya, sempre está sujeito seu Eu aos conteúdos arquetípicos de seus sujeitos anímicos, às representações (complexos, mitos e fantasias) estruturadas no modelo cultural que participa de sua realidade gnosiológica, ontológica e axiológica. Em resumo, o SISTEMA REAL KALACHAKRA estruturado em sua MEMÓRIA ARQUETÍPICA (tema que se estuda no texto O SANGUE GRAL DO VIRYA BERSERKR) define este mundo de ILUSÃO, como o mundo real do virya perdido e do homem pasú, o mundo que os Siddhas Traidores afirmam como a única REALIDADE INTELEGÍVEL ou VISÍVEL; é indubitável, inquestionável compreender que esta “verdade” somente afirma a DOR e do mesmo somente os mais VALENTES SE LIBERTAM. Inegavelmente, para poder escapar deste mundo e do modelo cultural que está incrustado no sujeito consciente, o virya deve resignar o LABIRINTO interior e ter uma HOSTILIDADE TOTAL AO LABIRINTO EXTERIOR. O labirinto é análogo a uma ÁRVORE que cresce cada vez mais, pleno de espinhos, e suas ramificações se estendem interminavelmente até os nove mundos da criação, tendendo sua copa a chegar ao CÉU e sua raiz afirmar-se cada vez mais no INFERNO. Esta Árvore do BEM E DO MAL é a mesma ÁRVORE no qual foi crucificado Wotan, de forma análoga está crucificado o Eu do Virya perdido. Em sua esfera de consciência se acha aprisionado o EU ETERNO ao modelo cultural que rege seu sujeito consciente, e em sua esfera de sombra à memória filogenética estruturada em sua memória arquetípica, ao seu sangue mamífero e reptiliano que determina o inconsciente, o que o individuo humanamente É. Nele, estrutura-se a raiz da árvore do CONHECIMENTO (árvore que é análoga ao desígnio caracol), nela está a vontade do DRAGÃO, em seus ramos e copa se acha ENROLADA a SERPENTE (desígnio Serpente) e é tal árvore que deverá CORTAR com seu MACHADO o GUERREIRO SÁBIO para desintegrar seu Labirinto de Ilusão, porque a ÁRVORE É O LABIRINTO E O QUE É O LABIRINTO É ÁRVORE. Indubitavelmente, o virya, deve primeiro armar-se com a TIRODINGUIBURR e cercar seu sujeito consciente, criando neste espaço de significação seu CERCO INFINITO TIRODAL, amuralhar-se e equipar-se protegido pelas suas muralhas; mas, para isto, deverá resignar seu modelo cultural, e sem dúvida, esta é a primeira batalha que lançará o virya. O GUERREIRO SÁBIO DEVERÁ CORTAR A ÁVORE E COM SUA MADEIRA CONSTRUIR SEU BARCO COM O QUAL NAVEGARÁ PELO OCEANO DA INCONSCIÊNCIA, COMO ODISSEU, ATRAVESSAR O MAR E AS TORMENTAS PARA CHEGAR À PÁTRIA DA ORIGEM. O virya avança com a TIRODINGUIBURR a construir sua ARQUÊMONA TIRODAL: modifica primeiro sua Semântica psicológica, instituindo em seu sujeito consciente sua Semântica noológica Hiperbórea, a qual se constrói com as trezes runas arquetípicas e as forças provenientes de suas forças noológicas; o virya compreende com sua Semântica
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noológica, sua realidade (o modelo cultural e seu sujeito consciente), o labirinto, e dentro de sua ARQUÊMONA ODAL entende que esse labirinto interior, ao qual já podou sua copa, resignando seu modelo cultural, tem existência real graças ao labirinto exterior e aos inimigos que estão sustentando esse Mistério do Terror. Compreende que ele deverá ser grande como Apolo, Wotan, ser um guerreiro e armar-se, porque unicamente cortando até a última raiz desta Árvore, o labirinto se desintegrará. Este é o grande dilema que tem o guerreiro: descer e cortar a raiz da Árvore da Dor, e logo marchar contra os que PLANTARAM ESTA ÁRVORE, os que sustentam no mundo o LABIRINTO EXTERIOR, os inimigos da verdade das runas absolutas, os Siddhas Traidores, sustentadores do Mundo Real de Ilusão do labirinto exterior. Com TIRODINGUIBURR, o virya, desintegra sua Semântica psicológica, adquire o domínio total de sua energia vital e do sujeito consciente; mas deverá adquirir a Ética noológica do Guerreiro Berserkr, se pretende descer à sua esfera de sombra e modificar a quadrangularidade ôntica de sua memória arquetípica, resignar o desígnio serpente e caracol. Ação de guerra que lhe permitirá libertar-se da Árvore do Terror e plantar no inconsciente, em sua esfera de sombra, a luz não-criada das Runas Eternas, incrustando sobre ela sua RUNA TIRODAL DA VITÓRIA. Este tema, estudamos anteriormente, mas é importante compreender as diferenças das forças noológicas entre a sagrada TIRODAL e a eterna TIRODAL DA VITÓRIA. As treze runas arquetípicas e TIRODINGUIBURR vão dotando ao Eu de um poder e uma força absoluta, poder com o que se vivencia os êxtases rúnicos de cada uma delas, afirmando, definitivamente, sua Graça Luciférica em sua ARQUÊMONA TIRODAL. O virya é VONTADE, e seu Eu verdadeiro, consegue com seu sangue compreender a Verdade absoluta das runas não-criadas e do Signo da Origem. Verdades que emanam das linguagens das runas protetoras e das runas conduzentes: GIBUR, SIEG, TYR e HAGAL, runas não-criadas da GUERRA. Este mistério, que estamos analisando, tem como finalidade compreender a runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA, O VIRYA INICIADO HIPERBÓREO, EM PRESENTE COMPREENSIVO (fundamento básico da Ética noológica e da Graça Luciférica) adquire a faculdade estratégica para localizar-se e deslocar-se em um espaço de significação transversal (em geometria: transversal ou transversalidade, como o que atravessa, em sentido contrário ao longitudinal) aos espaços de significação do tempo transcendente do Demiurgo. Para a Sabedoria Hiperbórea, este postulado é um dos princípios fundamentais da OPOSIÇÃO ESTRATÉGICA, ESTA AÇÃO NOOLÓGICA SITUA AO VIRYA TRANSVERSALMENTE AO TEMPO TRANSCENDENTE, ação estratégica que situa ao INICIADO HIPERBÓREO EM PRESENTE COMPREENSIVO; e esta perspectiva gnóstica hiperbórea lhe permite abranger pela VERTICALIDADE de seu EU VERDADEIRO, que lhe dá a TRANSVERSALIDADE, toda a extensão e compleição do LABIRINTO. Tal VERTICALIDADE INTERIOR lhe permite compreender de forma GNÓSTICA os fatos e fenômenos culturais emergentes na superestrutura cultural macrocósmica do Demiurgo, visualizar todo o LABIRINTO DE MAYA. Este posicionamento estratégico, o virya, adquire na Primeira Iniciação Hiperbórea, quando compreende as RUNAS NÃO-CRIADAS e entende que elas são as ARMAS do GUERREIRO SÁBIO. As runas são construções
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noológicas que protegem ao virya, dentro de seus limites, das estratégias e dos ataques que empreende o inimigo interno, o DEMIURGO desde o designado a ALMA CRIADA e dos SIDDHAS TRAIDORES desde o Valplads, a ORDEM CRIADA. A runa TIRODAL faz do virya INVISÍVEL. A runa TIRODAL DA VITÓRIA faz do Virya Berserkr INVENCÍVEL. Para compreender a mutação da runa TIRODAL em TIRODAL DA VITÓRIA prosseguimos na análise semiótica destas runas. As duas runas, TYR e ODAL, se complementam afirmando a sagrada TIRODAL. Este signo noológico afirma ao virya na individualização, isolando o Eu verdadeiro das estruturas arquetípicas do sujeito consciente (esfera instintiva, emocional e racional). A TIRODAL propicia o kairos que permite ao Virya INGRESSAR À SABEDORIA DOS SIDDHAS DE AGARTHA, receber a Primeira Iniciação Hiperbórea, a runa TIRODAL DA VITÓRIA, propicia o kairos que o transmuta ao VIRYA EM VIRYA BERSERKR, o dispõe de frente a sua verdade eterna, seu ser não-criado, o dispõe para transmutá-lo em SIDDHA. O Virya Iniciado Hiperbóreo, Indivíduo Absoluto, vai à busca, heroicamente, da Segunda Iniciação Hiperbórea; ela lhe permitirá afirmar-se definitivamente no Eu Infinito e no Selbst. O virya deve afirmar seu Selbst, para isto, deve estar situado na PRAÇA ODAL, em sua arquêmona TIRODAL. Nimrod afirma: “o virya somente tem que “olhar” interiormente para localizar o SELBST, o mesmo está situado no horizonte do EU, como uma luz interior, raio verde que se manifesta como um flash de luz não-criada, como um “astro interior”, como um “planeta Vênus”. O Virya iniciado hiperbóreo em sua arquêmona TIRODAL tem uma referência eterna da luz não-criada da Runa HAGAL; uma estrela brilhante sempre presente na PERSPECTIVA OBLÍQUA de seu espaço interior, na força absoluta do EU verdadeiro. Mistério rúnico que lhe dá a máxima orientação estratégica, e afirma em sua Primeira Iniciação Hiperbórea, sua VONTADE ETERNA. Esta manifestação do Selbst é coincidente com uma ação heróica que desencadeia uma TENSÃO DRAMÁTICA, porque o virya, ao resignar a luz mandálica de seus chakras, ascende à NEGRURA INFINITA DE SI MESMO, e esse aspecto terrível de si mesmo é o labirinto que deve resignar (memória arquetípica, esfera de sombra), devendo, o virya, apelar à sua máxima VONTADE ABSOLUTA para poder resistir ao olhar da SERPENTE e do DRAGÃO. Se o virya resiste aos seus olhares (o camarada sentirá um poder libertador) se conectará carismaticamente com seu Selbst interior, visualizando no horizonte do Eu, o olhar de seu EU INFINITO (do Siddha Leal que participa desde o princípio de sua LINHAGEM e que está esperando para RESGATAR ao camarada do mundo de Maya). O virya, na Praça Tirodal, dentro do PONTO TAU, e no SELBST, pode marchar decididamente me busca de sua libertação, de sua Segunda Iniciação, recebe em seu SANGUE o poder do VRIL proveniente do SELBST; o virya, VONTADE ABSOLUTA, CONSEGUIU ISOLAR O EU E COMPREENDER O SELBST; jamais perderá a orientação estratégica e a referência infinita da origem, porque seu sangue participa do poder do VRIL e é no VRIL ONDE SE ACHA A CONDIÇÃO ÉTICA HERÓICA DO EU VERDADEIRO, O PODER DO VIRYA BERSERKR.
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O guerreiro sábio em sua ação total de libertação deverá realizar um deslocamento, movimento estratégico de guerra, se pretende receber a Segunda Iniciação Hiperbórea, tática que propicia sua libertação. Esta ação, movimento estratégico, somente a empreendem os viryas mais ousados, os mais valentes; para isto, se deve resignar a distância que separa o SELBST da ORIGEM. O virya deverá construir sua ESCADA CARACOL, sistema real artificial (ponte, escada caracol) que lhe permitirá percorrer a distância entre o Selbst e a Origem, e receber sua Segunda Iniciação Hiperbórea. Ação que transmuta sua VONTADE em PURO VALOR, condição imprescindível para poder receber sua Segunda Iniciação e armar-se com as três RUNAS NÃO-CRIADAS, as armas do VIRYA BERSERKR. Armado e com o Valor infinito, seu sangue terá o poder do VRIL, forças noológicas com as quais enfrentará à Serpente e ao Dragão, e lhes dará sua morte; sendo o virya caçador de SERPENTES um Siddha Berserkr, caçador de DRAGÕES, essa condição de GUERREIRO DO ETERNO lhe permitirá receber das mãos dos Siddhas Leais sua Terceira Iniciação.

Esta ação total de guerra contra o DEMIURGO e seu labirinto interior e os SIDDHAS TRAIDORES e o labirinto exterior, transmuta internamente a limitante e protetora RUNA SAGRADA TIRODAL, que o afirma na VONTADE ABSOLUTA, na guerreira e conduzente RUNA TIRODAL DA VITÓRIA, que o afirma no PURO VALOR INFINITO.
Este Kairos Iniciático de vontade e valor permite aos viryas unificar-se em uma Estratégia geral mais além da particular; esta união de forças e vontades fará possível o vínculo com as três runas não-criadas, com as forças conduzente à Origem. Esta combinação rúnica, somente é possível em um KAIROS DE GUERRA, este faz possível a vinculação carismática entre as treze runas arquetípicas e as três runas não-criadas. É a ciência que transforma as runas limitantes em runas notadamente conduzentes; porque a coincidência entre duas ou mais runas, sua interação carismática, gera um vínculo de poder que UNIFICA AOS VIRYAS ENTRE SI MAIS ALÉM DO TEMPO E DA DISTÂNCIA, poder que fortalece as runas limitantes em uma decida Runa de Guerra notadamente conduzente à ORIGEM. Isto acontece quando no mundo um Kairos, uma Mística regia se manifesta, e carismaticamente um conjunto de viryas se unificam e declaram morte aos Deuses da Matéria, iniciando uma Estratégia de OPOSIÇÃO PSICOSSOCIAL. Nimrod de Rosário, Senhor da Orientação Absoluta, Pontífice Máximo do Kairos da Ordem dos Cavaleiros Tirodal, afirma neste kairos a Runa TIRODAL, e o autor deste tratado confirma o que o Capitão Kiev e o Siddha Tyr afirmaram quando nos entregaram a Runa TIRODAL DA VITÓRIA: “Os viryas que virão serão Homens de Pedra, ascenderão rapidamente à compreensão das verdades eternas, com VONTADE e VALOR conseguirão a VITÓRIA”. As runas se unificam estrategicamente por atração carismática, vínculo que se gera a partir de um kairos que permite coincidir misticamente, a vontade dos Deuses com a vontade dos viryas. Esta decisão transcendental para o virya cria a emergência e a vivência da RUNA do KAIROS, ortogada por decisão dos Siddhas Leais aos viryas
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despertos que compreendem as verdades eternas. Constrói-se este signo rúnico de libertação espiritual com a combinação de duas ou mais runas INICIÁTICAS; elas se reúnem em um só critério estratégico de libertação psicossocial. As mais altas qualidades noológicas estão na nossa RUNA TIRODAL, ela possui as qualidades de ser uma runa LIMITANTE, protetora, mas neste Kairos se transmuta na guerreira TIRODAL DA VITÓRIA, runa totalmente CONDUZENTE, signo não-criado que o dota do máximo VALOR E O LEVA À VITÓRIA. Estes símbolos eternos foram parte imanente de todas as Estratégias Hiperbóreas no mundo. Sempre, por trás das ações guerreiras das Raças Hiperbóreas ou guiadas pelos Pontífices Hiperbóreos, está a sagrada Swástica, a Runa Hagal e a RUNA desse KAIROS de guerra. É neste Kairos da Segunda Guerra Mundial, e logo em seguida no kairos acontecido na Argentina, dirigido por Perón e sua companheira Evita, quando no mundo o SÍMBOLO DA ORIGEM se manifesta com toda sua potência conduzente, tal qual ela é, com todo seu poder libertador, neste Kairos iniciado por NIMROD DE ROSÁRIO, hoje nós, seus herdeiros, portamos os ESTANDARTES DA LIBERTAÇÃO. Selo rubricado pelo Pontífice Máximo Nimrod de Rosário, que com sua luta eterna plasmou em seus Fundamentos e em sua novela mágica, o Mistério da Sabedoria Hiperbórea, e que neste presente se afirma no grito de guerra, CLA-MOR, rugido de guerra que faz possível nossa LIBERTAÇÃO. O virya, uma vez que compreendeu e suportou o olhar frio, gelado e guerreiro das runas eternas, internamente se relaciona com sua mística heróica, se afirma eternamente a uma linguagem oblíqua das três runas não-criadas, sabedoria que semanticamente no mundo, contém o modo de vida do Virya Berserkr e faz visível o Mundo Real dos Siddhas de Agartha; quer dizer, ele começa a coincidir com a gnose primordial da Sabedoria Hiperbórea. Este virya, estabelecido sobre elas, noologicamente supera os sucessivos tetrarques de seu caminho LABRELIX (mistério que deve enfrentar o Eu em sua libertação espiritual, tema analisado no texto do OITO INFINITO), ato que o levará a relacionar-se neste Kairos de valor e honra com a Runa TIRODAL e com a guerreira TIRODAL DA VITÓRIA. O virya ascende a seus mistérios, e logo em seguida de sua compreensão pode transformar sua VONTADE em puro VALOR. Unicamente o virya QUE TRANSFORMA SUA VONTADE EM PURO VALOR, pode (neste KAIROS dos Siddhas Leais) fazer propício seu retorno à Origem. Esta ação interior sempre é coincidente com as ações que se desencadeiem sincronisticamente com o KAIROS exterior, dentro de uma PRAÇA LIBERADA, no terreno do Valplads. Como consegue o virya visualizar a Sagrada TIRODAL? O virya, em sua ação interior, dentro da Runa TIRODAL, sente que está protegido e compreende com sua faculdade de anamnese que ela está unida a uma conduzente runa guerreira. Ao ingressar à Runa Odal, pelo segredo do Ângulo Reto compreende que este segredo é a chave do mistério com o qual poderá abrir um vértice (um PONTO NÃOCRIADO) de um ângulo reto de sua Runa Odal para poder visualizar a porta de saída à
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runa conduzente TYR. Esta ação estratégica o orienta à Runa TYR e lhe permitirá compreender gnosticamente com seu sangue puro a Runa TIRODAL. Pela graça do mistério instituído nesta runa e na ciência do Yoga Hiperbóreo, compreende perfeitamente sua situação estratégica e a ação que deverá realizar para conseguir sua libertação. Mas o virya somente vê a TYR da TIRODAL se ingressa à PRAÇA TAU de seu arquêmona ODAL; ele jamais verá a TIRODAL pelo lado de fora, simplesmente estará frente a um signo rúnico e não frente a uma runa noológica. Resumindo: se o virya possui vontade, ascenderá através do Segredo do Labirinto, do PRINCÍPIO DO CERCO e do ÂNGULO RETO à PRAÇA ODAL, uma vez nela, com o Eu isolado e sob a Mística guerreira do Paráclito, centralizado no PONTO TAU, ascenderá à INDIVIDUALIZAÇÃO ABSOLUTA; a partir desta perspectiva noológica poderá inferir desde o Eu verdadeiro, o Eu Infinito e o SELBST. Compreende que a chave se acha no abrir, com o segredo do ÂNGULO RETO, o vértice de um ângulo reto da Runa Odal que se situa em forma oposta (inversa à porta de entrada) ao vértice do ângulo reto pelo qual ele ingressou à arquêmona ODAL; o mesmo é a porta de saída à conduzente Runa Tyr. O virya sente em seu sangue que ambas as runas se complementam na PROTETORA RUNA TIRODAL. Qual é a ação que deve realizar o virya para deslocar-se estrategicamente de uma runa limitante como a TIRODAL a uma runa conduzente guerreira como a TIRODAL DA VITÓRIA? Analisaremos cuidadosamente esta ação de guerra: ela transmuta o virya em Siddha. O virya, a partir do PONTO TAU, visualiza o ângulo reto coincidente entre a Runa Odal e a Runa Tyr, compreende que nesse vértice se encontra a porta noológica que lhe permite ascender a Runa Tyr. O virya, ao ter ingressado a arquêmona ODAL, depois de deixar para trás a porta de entrada, visualiza a configuração morfológica de sua runa noológica ODAL, e sela sua arquêmona reforçando runicamente seus muros limitantes. Ao situar-se no PONTO TAU, ele adquire verticalidade, podendo desde essa perspectiva visualizar os vértices de seus quatro ângulos retos e seus muros limitantes; sela sua porta de entrada com a espada de Wotan (inversão de seu tridente) e se arma Cavaleiro Tirodal. Dentro de sua runa procederá a selar sua arquêmona ODAL, projetando com sua espada a Runa Sieg sobre cada um dos três VÉRTICES de seus ângulos retos, deixando livre o vértice coincidente com a Runa Tyr, que abrirá quando tenha o VALOR INFINITO para fazer real sua libertação. A Sabedoria Hiperbórea sustenta: todo vértice que se acha em uma estrutura geométrica poliédrica é uma porta de saída ou de entrada dimensional, é uma ponte noológica do criado ao não-criado. Ela afirma que todo espaço de significação emanado da Kalachakra, é uma estrutura geométrica poliédrica (tema estudado nos Livros de Cristal) e existe um ponto coincidente, UMA PONTE entre os diferentes espaços de significação do labirinto interior ou exterior. Nesse PONTO AXIOLÓGICO, se acha o eixo axial, o núcleo conectivo que vincula um espaço de significação com outro, porta de trânsito (núcleo transitivo) que permite o passar de um plano ou espaço de significação a outro; ela se encontra nos vértices dos ângulos retos, no Mistério do ÂNGULO RETO. De tal maneira
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que o nexo conectivo entre diferentes (conceitos-fatia) espaços de significação, a ponte (enigma de Jano) que permite o passar de um conceito-fatia a outro, se estrutura sobre o vértice dos ângulos retos coincidentes entre dois ou mais espaços de significação. Como todo espaço de significação, desde os horizontais até os mais oblíquos, é uma construção poliédrica, tridimensional (executada com as três cabalas: lumínica, acústica e numeral), exemplo disto é a SUPERESTRUTURA CULTURAL MACROCÓSMICA, o Virya Iniciado Hiperbóreo, com o poder instituído pela Sabedoria Hiperbórea, DOMINANDO O PRINCÍPIO DO CERCO E DO SEGREDO DO ÂNGULO RETO, pode manejar esta ciência hiperbórea, ABRINDO OU FECHANDO OS ESPAÇOS DE SIGNIFICAÇÃO de um conceito-fatia a outro. Ciência noológica que lhe permite abrir os Registros culturais, e com sua faculdade de anamnese investigar seus conceitos-fatias, deslocando-se estrategicamente através do núcleo transitivo de um espaço de significação a outro, sem sofrer do terrível poder do Labirinto de Maya ou da ação dos Siddhas Traidores. A Pontônica noológica do Yoga Hiperbóreo afirma: o virya deve SELAR RUNICAMENTE SUA ARQUÊMONA, seu OPPIDUM ODAL, somente assim ela será invulnerável, inexpugnável aos ataques dos Siddhas Traidores, porque eles sabem perfeitamente deste mistério e tratarão de localizar seu tendão de Aquiles. Esta ação estratégica é determinante. O VIRYA INICIADO TIRODAL deve ascender à Pontônica, e dominar as técnicas hiperbóreas do princípio do cerco e os segredos do Ângulo Reto para poder ARQUEMONIZAR RUNICAMENTE as portas, os muros que coincidem com os espaços-tempo do Valplads, com o terreno do inimigo; desta forma, sua PRAÇA LIBERADA, seu castelo será inexpugnável. Por isto, toda PRAÇA EXTERIOR ESTÁ LIBERADA QUANDO FOI ARQUEMONIZADA com as runas não-criadas; elas destroem o temporal e afirmam em seu interior um espaço atemporal, o INFINITO ATUAL, um tempo não-criado livre das forças demiúrgicas dos Arquétipos macrocósmicos, das egrégoras. O virya entende, por sua gnose interior, o poder da RUNA ODAL (a ODALA se forma com a dupla Runa Sieg), compreende que existe nela uma via secreta conduzente à Origem. O virya sabe que está ante uma possibilidade real de libertação: sua ARQUÊMONA ODAL, runa limitante, porta um mistério, um segredo que deve ser revelado. O virya desperto descobre que sua Runa Odal se complementa com a Runa Tyr, integrando ambas a TIRODAL. O Guerreiro Sábio sente em seu sangue sua TIRODAL, mas deve tomar uma decisão noológica: afirmado no cerco TIRODAL, tem que ver a PONTE CONDUZENTE à Runa TYR para ascender ao kairos da conduzente RUNA TIRODAL DA VITÓRIA. Devemos esclarecer: uma realidade é reconhecer semanticamente a Semiótica estrutural da TIRODAL e outra realidade diferente é viver no sangue a Noologia Rúnica da Runa TIRODAL. OS SIDDHAS AFIRMAM: O VIRYA SE SITUA DENTRO DA RUNA ODAL E FECHA SUA ARQUÊMONA RUNICAMENTE COM A RUNA SIEG. ESTÁ PROTEGIDO DENTRO DE SEU OPPIDUM ODAL E ASCENDE À SUA GNOSE GUERREIRA. O VIRYA DENTRO DA RUNA ODAL DEVERÁ VISUALIZAR O PONTO DO VÉRTICE DO ÂNGULO RETO DE SUAS MURALHAS INVISÍVEIS DO PERÍMETRO DA
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RUNA ODAL QUE SE VINCULA OU CONECTA COM A RUNA NÃO-CRIADA TYR, PARA ISTO, DEVE ELEVAR A RUNA ODAL, QUE SE ACHA NO PLANO HORIZONTAL, A SUA MÁXIMA PERPENDICULARIDADE NOOLÓGICA, TAL VERTICALIDADE RÚNICA LHE PERMITIRÁ VISUALIZAR A PONTE CONECTIVA CONDUZENTE À RUNA TYR, COM A QUAL SE CONSTRÓI, POR UNIÃO ENTRE AMBAS, A SAGRADA TIRODAL.

Explicaremos este segredo tratando de levar ao virya a sua compreensão, porque é parte fundamental da Segunda Iniciação Hiperbórea. Para isto localizaremos esta análise na figura acima, o mesmo lhe permitirá compreender o que trataremos de instruir ao Iniciado Hiperbóreo. A visão horizontal, plana da Runa Odal, se deve à ação que desenvolve o sujeito consciente do Virya, tal construção semiótica da morfologia estrutural da runa sempre participa da memória arquetípica, por isto todas as FORMAS RÚNICAS SÃO ARQUETÍPICAS, mas não suas FORÇAS NÃO-CRIADAS que provém da IMANÊNCIA NOOLÓGICA DA RUNA. O virya, por mais que esteja dentro da Runa Odal, não verá a Runa Tyr, porque ainda tem incidência no Eu seu sujeito consciente. Ao plasmar a Runa Odal, esta protege ao virya, mas não o liberta; a razão disto se encontra na incidência de seu sujeito consciente na construção da runa, da semiótica arquetípica de sua forma estrutural; Nimrod nos instrui sobre isto perfeitamente nos fundamentos. Isto se deve especificamente à ação construtiva que executa o EU verdadeiro do SIGNO RÚNICO com as matrizes ônticas do sujeito consciente; somente é resignado noologicamente o sujeito consciente e sua semiótica arquetípica na Segunda Iniciação Hiperbórea. Por mais que o EU esteja isolado, o sujeito consciente ainda participa das estruturas macrocósmicas do Demiurgo, da temporalidade e do sentido linear horizontal do espaço-tempo transcendente do Demiurgo. Unicamente poderá o virya (dentro da ODAL) visualizar a Runa Tyr e a TIRODAL, se o virya tem a vontade suficiente para ELEVAR a Runa Odal, adquirindo a runa VERTICALIDADE. Esta ação saca a runa da temporalidade e do sentido linear do tempo, de sua arquetípica forma criada ao ORIENTÁ-LA PERPERNTICULARMENTE, quer dizer, ao elevá-la, o que a localiza em um espaço de significação transversal, obtendo a RUNA ODAL, uma COINCIDÊNCIA CARISMÁTICA
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COM A FORÇA NÃO-CRIADA DA RUNA TYR. Este mistério SE COMPREENDE TOTALMENTE NA SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA, quando o virya domina a alma, o sujeito consciente, e plasma no mesmo uma Semântica noológica Hiperbórea baseada na Ética noológica, na semiótica hiperbórea, ciência que lhe permite o domínio das runas não-criadas. Esta ação HERÓICA somente é possível quando o virya em sua Segunda Iniciação transmuta sua vontade em puro VALOR INFINITO, qualidade essencial que se requer para ser um Virya Berserkr e só o Virya com esta ética pode ganhar VERTICALIDADE o qual significa poder ELEVAR E SAIR RUNICAMENTE da ação do tempo do mundo. O virya, por mais que tenha a Primeira Iniciação e seu Eu esteja isolado, ainda não transmutou seus sujeitos anímicos, especialmente seu sujeito consciente; não tem o domínio total e absoluto de seu microcosmo. Seu microcosmo segue preso nos desígnios do Demiurgo e vivem seus sujeitos presos na temporalidade, na horizontalidade linear dos Arquétipos macrocósmicos, espaços de significação onde ainda seu microcosmo pode ser vítima dos Aspectos Amor, Beleza e Poder do Demiurgo. O virya dentro da Runa Odal fará uma referência, primeiro Semântica e depois Semiótica, situando a runa dentro do espaço-tempo transcendente, quer dizer, na temporalidade, e sabemos que nestes espaços lineares, horizontais, ainda se sofre da ação do inimigo (ver figura). Portanto, o virya está dentro da runa limitante ODAL, mas sua situação não mudou, porque a ODAL ESTÁ POSICIONADA EM UM SENTIDO LINEAR, HORIZONTAL, na temporalidade do sujeito consciente. Para modificar esta situação, o virya que compreende este mistério deve verticalizar a RUNA ODAL, para isto, apela a sua Vontade absoluta, poder com o qual elevará a Runa Odal, adquirindo VERTICALIDADE. Esta ação o ISOLA do tempo transcendente e o localiza de forma TRANSVERSAL ao sentido linear do tempo transcendente. Esta perspectiva transversal eleva sua gnose interior, cerca seu Eu, o isola do sujeito consciente, posição gnóstica interior que lhe permite ver em sua Runa Odal a Runa Tyr. O guerreiro ao elevar sua runa eleva sua gnose interior, e compreende que ambas as runas se complementam noologicamente, porque a Runa Tyr, AO SER UMA RUNA NÃO-CRIADA, está fora da temporalidade, e somente se sente sua força quando localizamos a nossa ODAL fora da temporalidade. A ODAL, runa protetora, situada transversalmente ao tempo transcendente adquire verticalidade, e seus espaços se tornam atemporais (a quadrangularidade da esfera de sombra se dissolve na angularidade da Runa Odal, esclarecendo-se a esfera de sombra, resignando com vontade o virya, o inconsciente) quando se complementam. Livre do tempo e de seus espaços arquetípicos, das linguagens culturais que nos espreitam, dentro da arquêmona ODAL, pode inferir a via secreta à Runa TYR (Escada Caracol), PONTO NÃO-CRIADO, vértice do ÂNGULO RETO onde se acopla à Runa Odal, vínculo que afirma no cerco ODAL a força e o poder da nãocriada runa TYR. O Virya Berserkr dentro da runa e fora do tempo transcendente VISUALIZA A RUNA NÃO-CRIADA TYR E COMPREENDE A SAGRADA TIRODAL EM TODA SUA MANIFESTAÇÃO NOOLÓGICA.

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COM TIRODINGUIBURR, TRIDENTE DE NETUNO (RUNA GIBUR), INGRESSA O VIRYA À RUNA ODAL; EM SUA GNOSE INTERIOR ISOLA O EU NO CERCO ODAL. A RUNA PROTETORA ODAL ADQUIRE VERTICALIDADE NOOLÓGICA E SE COMPLEMENTA COM A NÃO-CRIADA RUNA TYR. SE FUNDEM AMBAS AS RUNAS COMPLEMENTANDO-SE NA SAGRADA TIRODAL. O VIRYA GIRA SEU TRIDENTE E SE INVESTE NA ESPADA DE WOTAN, TRANSFORMANDO-SE EM CAVALEIRO TIRODAL. AO ELEVAR-SE, ADQUIRINDO VERTICALIDADE COM A ESPADA DE WOTAN, A SAGRADA TIRODAL SE TRANSMUTA NA GUERREIRA TIRODAL DA VITÓRIA, RUNA ETERNA CONDUZENTE À ETERNA RUNA HAGAL, ESFERA EHRE, O VIRYA É UM SIDDHA.

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Nesta figura se representa uma analogia entre a SABEDORIA LÍTICA dos CASTELOS, das construções de Praças ou Castrum, das RUNAS NÃO-CRIADAS e sua relação INICIÁTICA COM O VIRYA BERSERKR. Os CASTELOS E SUAS TORRES portam o SIGNO DA ORIGEM, podemos assim fazer uma analogia entre a Sagrada TIRODAL, os CASTELOS e o VIRYA INICIADO TIRODAL. Indubitavelmente, não pode existir um castelo sem suas MURALHAS e suas TORRES, porque as MURALHAS lhe permitem PROTEGER-SE e fazer-se INVISÍVEL e as TORRES permite ao Virya ASCENDER À SUA MÁXIMA VERTICALIDADE NOOLÓGICA a partir do qual pode ter uma REFERÊNCIA INFINITA DA ORIGEM (toda TORRE porta o mistério da Escada Caracol, e se constrói sobre elas). A partir de suas TORRES, os cavaleiros têm uma visão do mundo exterior, do terreno do Valplads, do inimigo. A TORRE, a construção mais alta do resto do conjunto, lhe dá a máxima visão do terreno que rodeia a construção, por isto, é o ponto mais alto e representa a MÁXIMA EXPRESSÃO ESTRATÉGICA, o VALOR INFINITO, a presença do SELBST. Analogamente, representa este mistério o PONTO TAU, a coluna, torre por onde o Virya Berserkr ascende por sua Escada Caracol ao ponto interior mais aproximado à visão do Selbst e da Origem; orientação estratégica que lhe dá o FUROR BERSERKR e o VRIL, para decididamente busca sua libertação. De tal maneira, estas construções, os
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CASTELOS ou CASTRUM exteriores, eram análogos aos OPPIDUM interiores, espaço fortificado onde se faz forte o Eu verdadeiro. Por isto, existe uma correspondência análoga entre ambas as construções: ambas se realizam fortificando primeiro suas muralhas e construindo sobre sua Praça as TORRES; análogo a isto, é a construção interna da Sagrada TIRODAL. A estrutura fortificada do CASTELO HIPERBÓREO é análoga à RUNA ODAL, e as TORRES DOS CASTELOS são análogas a não-criada runa TYR. Para exemplificar isto, diremos: quando o virya medita dentro de sua Runa Odal, ele se situa na runa e se posiciona no PONTO TAU. O virya, ao meditar, estrutura a runa em sua tela ôntica e constrói sua morfologia Semiótica com seu sujeito consciente, o qual plasmará a runa semioticamente, localizando o signo rúnico na temporalidade do sujeito consciente, em uma linguagem horizontal. Nesta situação, o virya, meditando dentro de sua Runa Odal, se visualiza centrado no interior do signo. O virya, se bem que está isolado, protegido dentro da imanência noológica da runa, ela está sujeita a temporalidade pela ação do sujeito consciente. Nessa situação, o virya dentro da limitante Runa Odal, não poderá visualizar a Runa Tyr. Para poder compreender a runa de seu kairos, é fundamental ver dentro da ODAL o vértice do ângulo reto, que é o ponto conduzente à Runa Tyr; somente assim compreenderá a TIRODAL. Isto requer uma condição VOLITIVA proveniente do EU VERDADEIRO, esta situação lhe ortoga o poder para modificar o espaço de significação de sua runa, extraindo-a da temporalidade imanente do tempo transcendente do sujeito consciente. Isto lhe permitirá modificar a Semiótica rúnica, transladando-a a um espaço de significação TRANSVERSAL, espaço de significação onde reside o Eu verdadeiro. A partir desta perspectiva noológica, ele sentirá a força noológica, o poder que está por trás da Semiótica da Runa Odal, sentirá com o Eu, com seu sangue puro, a verdade não-criada da runa criada. O signo rúnico é extraído da imanência do sujeito consciente, ali, Livre dos Arquétipos macrocósmicos, participa da imanência noológica infinita proveniente do poder que emana do NÃO-CRIADO; imanência noológica que é parte da Mística do Paráclito, da Virgem de Agartha e do carisma dos Siddhas Leais. A Mística proveniente do Paráclito o nutre da energia potencial da Runa Tyr, o virya começa a sentir o EU INFINITO, o poder de seu Valor infinito, do VRIL. O Eu do virya utilizará o VRIL, o qual lhe dará maior força à sua vontade noológica para transmutar a vontade em PURO VALOR. Esta maior força volitiva em seu Eu, permitirá mover e transladar a Runa TIRODAL do temporal ao atemporal, de uma runa protetora a uma runa conduzente. Esta ação permite anular o sujeito consciente, sua psicologia perde potência, coincidindo o Eu do virya com o poder infinito da Runa Tyr. Meditando com sua ODAL situada na perpendicularidade, o virya pode orientar-se noologicamente e poderá ver a verticalidade da Runa Tyr; portanto, poderá ver à TIRODAL. O VIRYA, QUANDO VISUALIZA A TYR DA TIRODAL, CONVERTE SUA VONTADE EM PURO VALOR E CONSEGUE A SEGUNDA INICIAÇÃO HIPERBÓREA. Esta técnica noológica é a operação que permite ao virya compreender, definitivamente, que ele é agora PURO VALOR, e tem em seu poder as armas para transmutar a runa limitante TIRODAL em uma

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runa totalmente conduzente, guerreira, a TIRODAL DA VITÓRIA, runa que lhe permitirá marchar valentemente à sua libertação. O guerreiro afirma a Runa TIRODAL e compreende que esta runa se transforma na conduzente TIRODAL DA VITÓRIA, sua Vontade absoluta se transforma em puro Valor infinito; e Eu verdadeiro no EU INFINITO, adquire os poderes das runas infinitas, faculdades que se requerem para conseguir sua libertação. O Virya Iniciado Berserkr possui valor e uma atitude heróica. Este valor transforma sua Runa TIRODAL limitante e protetora, em uma runa notadamente conduzente, guerreira. A RUNA TIRODAL se transmutou na TIRODAL DA VITÓRIA. O Virya Cavaleiro Tirodal tem, em sua vontade, o valor absoluto que o transporta diretamente através da Runa Tyr a uma escada Caracol, a uma ponte conduzente estendida desde a Origem pelos Siddhas de Agartha. Nesta ponte ou Escada Infinita instituída pelos Siddhas de Agartha, se acha o mistério da não-criada runa HAGAL. Desde a HAGAL, se projeta o ponto infinito que se une ao último degrau da Escada Caracol da runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA. O virya, ao decidir sair de sua runa limitante ODAL, abre a porta, o vértice do ângulo reto que une a Runa Odal com a Runa Tyr, ascende à ponte conduzente TYR da Runa TIRODAL DA VITÓRIA. AO SAIR DE SUA RUNA LIMITANTE, DE SEU CERCO PROTETOR, O OLHAR DA CRIAÇÃO ESTÁ SOBRE ELE, OS SIDDHAS TRAIDORES TRATARÃO DE DETER SUA MARCHA. Este ato de Valor infinito é a máxima ousadia de um Virya Berserkr, ele dá o exemplo a seus camaradas, e esta ação de guerra pode ser imitada. Por isto, os inimigos do Espírito, os que afirmam seu cativeiro no Mundo da Dor, tratarão de que o guerreiro retorne à sua runa limitante, mas o virya jamais deve fazer este ato. Uma vez que o Guerreiro Iniciado Hiperbóreo decidiu tomar o céu de assalto, ele deve saber que não pode retornar, porque sua runa limitante, uma vez que foi abandonada, já não o protegerá de seus inimigos; se o faz, cairá à mercê de seus inimigos e eles serão impiedosos com o virya que se revelou a ordem microcósmica e macrocósmica, à vontade dos Siddhas Traidores, os Demônios da Kalachakra. Grande é a regozijo, a alegria que se desencadeia em nossos camaradas os SIDDHAS LEAIS, quando eles vêem desde o não-criado, o eterno, que se construiu uma nova ponte (Escada Caracol dentro da Runa Odal, Escada Infinita dentro da Runa Tyr) que se une à Escada Infinita estendida pelos Siddhas Leais desde Vênus. Escada que sempre está estendida desde o não-criado e SUSTENTADA PELA VONTADE PERMANENTE DOS SIDDHAS DE AGARTHA. Eles vêem que a runa limitante TIRODAL se transformou na conduzente TIRODAL DA VITÓRIA, runa guerreira que possui o poder de transladar ao virya com suas forças à Origem, que permite ao guerreiro VOAR como um OVNI e cruzar o abismo aterrorizador que o separa do SELBST. Os Siddhas Leais visualizam que se vão unindo os extremos das duas Escadas, Caracol e Infinita; nossos camaradas compreendem que um ousado Guerreiro Sábio Hiperbóreo se atreverá a dar o grande passo, intentará arriscar a tudo para conseguir sua libertação e poder ser livre na ORIGEM. Este virya, HERÓI entre os HERÓIS, se consegue
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transpor o Labirinto do Terror, esse abismo astral que o separa de Agartha, poderá receber a Terceira Iniciação Hiperbórea que o transforma em SIDDHA BERSERKR. Nossos camaradas começam a encorajar, a estimular ao VIRYA BERSERKR para que rapidamente, ousadamente, corajosamente, possa percorrer o caminho metafísico que separa o criado do não-criado, o encorajam a ser heróico, a realizar este ato total de guerra que o dotará de um Valor infinito, que desperta todo o poder de seu Vril.

O Vril é a força não-criada que o torna não-criado, invencível, um Deus do Incognoscível.
O Iniciado Hiperbóreo, Virya Berserkr, com seu Vril, força a porta limitante, rompe o selo e com vontade e valor rasga o vértice do Ângulo Reto, abre a porta ao corredor da runa conduzente TYR; mas este corredor não é simples de percorrer, porque o camarada, ao ingressar a uma runa conduzente que o leva à ORIGEM, AGORA ESTÁ SÓ. O guerreiro, ao sair da sua Runa Odal (da Runa TIRODAL DA VITÓRIA) e ascender ao corredor da RUNA TYR, visualiza a sua frente um espaço incomensurável de NEGRURA INFINITA, o labirinto astral que se apresenta como um abismo de negrura infinita. O virya somente percebe a sua frente um corredor, um espaço limitado que é sua ponte conduzente, sua Escada Infinita, sua ponte TYR. Ele subiu por sua Escada Caracol da Runa Odal, e no último degrau coincide com o primeiro degrau da Escada Infinita da Runa Tyr; vislumbra o corredor da PONTE INFINITA, compreende que o mesmo é similar a uma ponte suspensa, um ponto que não tem paredes limitantes. Na realidade, suas paredes, seus muros limitantes são a obscuridade, a negrura infinita que provém desse tenebroso abismo astral. Este PONTHOS INCRIADO, afirmado pela vontade do Virya Berserkr e sustentado a partir de Agartha pelos Siddhas Leais, é uma construção estendida sobre o nada astral, sobre o inconsciente macrocósmico, sobre um espaço do inimigo; e o virya com o brilho de seu SANGUE PURO, de seu valor, o deverá cruzar, percorrer, se pretende sua libertação. Somente se percebe ao final do mesmo um flash, um brilho proveniente do mais recôndito do horizonte desse espaço da criação. Flash de luz não-criada que provém do olhar dos Deuses Leais, de nossos camaradas; brilho que é um RAIO VERDE DE LUZ NÃO-CRIADA, que desde a ORIGEM o encorajam e lhe indicam o caminho a seguir. Nossos camaradas eternos, a partir do não-criado estendem a Escada Infinita (TYR da HAGAL), e o guerreiro pode ver como sua Escada Infinita se une em seu último degrau à Escada Infinita estendida desde Vênus por seus camaradas. O Virya Berserkr começa a sentir em seu sangue o VRIL EMERGENTE DE SEU ÊNTASE RÚNICO; seu coração de GELO e seu sangue de FOGO despertam seu furor, fúria interior que o dota do maior valor. O CAVALEIRO TIRODAL, VIRYA BERSERKR, deve tomar a decisão: retornar a sua RUNA LIMITANTE ou percorrer ousadamente, valentemente a RUNA CONDUZENTE TYR QUE O LEVA À ORIGEM. Cruzar esta ponte significa atravessar um ABISMO aterrorizador, onde o pânico e o terror buscarão apoderar-se do virya, e só de olhar a negrura infinita, se sente o medo, mas o Vril é mais forte. Esse flash de luz verde nãocriada no outro extremo do abismo o estimula, o encoraja a cruzar, a tomar decididamente o caminho, a via conduzente, e percorrer a ponte até sua libertação. Por mais estreita que pareça essa ponte, esse corredor, o Virya Iniciado Hiperbóreo sente em seu Furor Berserkr
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um Canto de Heroísmo que o infunde um VALOR INFINITO, e essa negrura que se acha por todos os lados, abismo aterrorizador, é simplesmente um inimigo ao qual vencer. O virya sente em seu sangue esse poder, força que o embriaga, o arrebata e o incita ao combate, a sua libertação. Essa força é o ÊNTASE heróico no sangue do Guerreiro Sábio, seu VRIL que se sente no Eu Infinito. O VIRYA BERSERKR É GELO E FOGO. O VIRYA JÁ NÃO É MAIS HUMANO, É UM DEUS DA GUERRA. O Guerreiro Berserkr decide valentemente como um guerreiro na batalha, cruzar o abismo infernal para enfrentar o inimigo do LABIRINTO, do ABISMO ASTRAL. Se não o faz, deverá esperar o fim da História. Os Deuses de Agatha afirmam que o virya que não toma as armas em suas mãos e decide sobre seu próprio destino, somente será um simples espectador, porque unicamente os valentes terão direito a brandir a espada de Wotan e o tridente de Netuno; unicamente os mais ousados, esforçados, os que tenham purificado seu sangue, serão participantes da Batalha Final e chegarão à Vitória Final. Esta é a situação real do Virya Duplo Iniciado: ele tem em si mesmo a VONTADE e o VALOR para conseguir conduzir-se galhardamente ao encontro com seus camaradas. Os SIDDHA LEAIS, desde o outro extremo da Escada Infinita, acenam, o indicam com a luz de seus Espíritos não-criados o caminho a seguir, o estimulam a TRIUNFAR. Esta ação provém de uma decisão puramente noológica, porque o camarada, ao sair da Runa Odal, de sua runa limitante que o protege dos ataques do Valplads, está totalmente só ante a morte, somente ele e a morte, ele e seu labirinto astral. O virya convertido em um BERSERKR se ergueu e decidiu tomar o céu de assalto. Assim como o Grande Nimrod, como o Às Wotan, deve ser o Virya Hiperbóreo se pretende superar a morte e os inimigos aliados à morte, para ser livre na Origem mais além da Morte. Tão grande é este virya pronto para qualquer coisa, ele é a manifestação da ação pura, absoluta, porque ao sair de seu castelo protetor, de suas ciclopes muralhas que o protegem do que vem de fora, ao sair pelo vértice do Ângulo Reto de dentro para fora, sai armado como um Guerreiro do Eterno; o eterno marcha galhardo até a eternidade.

A TIRODALHAGAL: VITÓRIA
A SABEDORIA HIPERBÓREA AFIRMA: A TIRODAL É UMA RUNA LIMITANTE QUE SE TRANSFORMA NA BELIGERANTE TIRODAL DA VITÓRIA, RUNA CONDUZENTE AO MISTÉRIO CONTIDO NA RUNA NÃO-CRIADA DESTE KAIROS DE HONRA, A TIRODALHAGAL. Unicamente o Duplo Iniciado Hiperbóreo compreende noologicamente este mistério, pode sentir em seu coração e sangue, o poder do GELO e do FOGO da Runa Hagal. Trataremos de aproximar o virya desperto à compreensão do mistério da TIRODALHAGAL, com a ciência da Pontônica noológica do Yoga Hiperbóreo. É indispensável para isto que se tenha concretizado a transformação noológica de sua Vontade absoluta em puro Valor infinito, porque unicamente o Virya Guerreiro Sábio pode percorrer uma runa limitante, protetora, a uma runa conduzente, libertadora, adquirir seus poderes para tomar o céu de assalto. Somente o Iniciado Hiperbóreo tem o poder de ascender em sua Primeira Iniciação à Runa TIRODAL, e em sua Segunda Iniciação à

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TIRODAL DA VITÓRIA, Símbolo Eterno que transmuta o virya desperto em VIRYA INICIADO BERSERKR. É fundamental compreender esta transformação, modificação noológica dentro do virya (Vontade absoluta em puro Valor infinito), porque ao mudar sua ação Ética (psicológica por noológica) se modifica a morfologia estrutural de sua runa, muda as formas retilíneas da Runa TIRODAL, adquirindo sua morfologia estrutural, a Semiótica contida na Runa TIRODAL DA VITÓRIA. Isto se deve à transformação interior do virya: seu Eu verdadeiro transforma sua Vontade absoluta em puro Valor infinito e adquire o poder de um Guerreiro Berserkr; sua força interior incorpora, pela êntase do Vril, a fúria germânica que possibilita sua libertação espiritual. Estas mudanças interiores, no virya, modificam a runa protetora TIRODAL na runa conduzente TIRODAL DA VITÓRIA. Exatamente igual acontece na conformação Semiótica do signo rúnico, se pode verificar, na realidade Semiótica da TIRODAL, uma só modificação radical. A mesma se aprecia especificamente na Runa Odal, a qual se modificou elevando-se suas hastes em forma de ASAS, dando a sensação morfológica de que é um signo que pode voar, e na realidade a Runa da VITÓRIA é como um OVNI que nos translada ao SELBST. O Virya Berserkr pode distinguir as características noológicas da morfologia estrutural da Runa TIRODAL DA VITÓRIA em sua Segunda Iniciação Hiperbórea. Esta Runa TIRODAL adquire na Runa TIRODAL DA VITÓRIA, as características do VIRYA BERSERKR, o qual situa o Eu verdadeiro no Eu Infinito, participando o virya do pólo infinito. Afirma no virya o VRIL, definitivamente pode tomar as armas, o Tridente de Netuno (Vontade absoluta) e a espada de Wotan (Valor infinito) para marchar rapidamente até a ORIGEM. Esta posse, do CAVALEIRO TIRODAL ARMADO, tendo suas armas em suas mãos, gera uma modificação INTERNA, produz uma alteração da atitude Ética que agora se torna selvagem, rude, feroz, se poderia dizer, totalmente belicosa e combativa.

O virya armado é um guerreiro hostil e seu furor vai aumentando, igual a seu valor.
Esta alteração é o produto de uma vontade transformada em puro valor, que faz ao virya duro como aço, ele é GELO e FOGO. Esta ação do EU, modificando internamente suas qualidades noológicas, produz a mudança, a transformação na Runa TIRODAL. A gnose do Yoga Hiperbóreo afirma: é importante que o guerreiro, virya desperto, tome rapidamente suas armas, que o investem no GUERREIRO decidido a despertar ao despertar e converter a vontade em puro valor, porque somente elas lhe permitirão fazer real sua libertação. Quando o virya se veste com suas armas, veste sua cota, sua malha, seu capacete, sua espada, seu tridente e seu escudo, o Iniciado é agora um Guerreiro Berserkr, ele tem o poder e o valor para concretizar sua libertação. Da mesma forma ocorre com a Runa TIRODAL: nesse preciso instante no qual se transforma o virya em um Cavaleiro da Guerra, simultaneamente, se vai transformando a runa protetora TIRODAL em uma runa guerreira, a TIRODAL DA VITÓRIA. O VIRYA, AO PORTAR SUA VITÓRIA, COMPREENDE QUE NÃO ESTÁ SÓ, PORQUE TEM O PODER DA RUNA TIRODAL DA VITÓRIA. EM SEU INTERIOR, O
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GUERREIRO SENTE EM SEU SANGUE O FUROR BERSERKR, É DURO E FRIO COMO O GELO, E SEU OLHAR É DE FOGO, SUA VONTADE É PURO VALOR. O VIRYA ARMADO, COM SUAS RUNAS NÃO-CRIADAS, CONDUZENTES À ORIGEM, VÊ SUA META, INTUI NOOLOGICAMENTE SUA LIBERTAÇÃO E COMPREENDE QUE NADA NEM NINGUÉM O DETERÁ, ELE É, SUA VERADE E LIBERDADE. O virya, ao transpor o umbral, ao sair pelo vértice do Ângulo Reto que coincide com o PONTO TAU, vê o PONTHOS, a ponte que o separa da Origem, percebe claramente que esse abismo representa o combate, a batalha na qual deverá triunfar. Abismo que parece ser infranqueável, inacessível, mas o virya venceu o temor; e essa quimera, monstro aterrorizador, Dragão com cabeças de serpente, é o inimigo ao qual deve vencer e dar morte. Inicialmente é ameaçador e se manifesta como impossível de atravessar, de vencer, mas agora, ao estar o Virya Berserkr dentro de uma runa guerreira conduzente, armado para a guerra, o virya tem em seu Espírito o valor heróico para conseguir sua libertação. Este abismo aterrorizador é agora um simples obstáculo a mais que tem que vencer. O guerreiro investido como Cavaleiro Berserkr, empunhando suas armas, compreende que esse abismo, essa negrura que parecia infinita, se deve derrotar, derrubar; e ele, como líder em mil batalhas, que só sabe combater, guerrear, lutar por sua honra e sua liberdade, compreende que este mar infernal, criação de demônios, não o deterá. Nesta condição, o Guerreiro Sábio, o Iniciado Berserkr, se lança vertiginosamente sobre seus inimigos, brandindo suas armas; em seu escudo, em seu elmo, está gravado o SIGNO DA ORIGEM, possuindo em seu Espírito um furor, um valor que o faz invencível. O camarada, ao empreender o caminho conduzente à Origem, pleno de êntase bélico, vê o corredor de sua Runa Tyr, a Escada Infinita, o caminho que o separa, e compreende que nada o deterá. A roupagem investida o iniciou na arte da guerra, como hoplita espartano, legionário romano, guerreiro germânico, sente em seu sangue o poder libertador, em suas mãos estão suas armas e nelas sua libertação. O virya, em sua runa conduzente, tem o VALOR suficiente que aporta o Vril da runa guerreira TIRODAL DA VITÓRIA, para ser um HERÓI. O virya tem as armas, o poder, e isso lhe dá o valor, a decisão para percorrer este mistério, empreender esta batalha e conseguir a glória, a vitória. Ao tomar esta ação de guerra total, o virya, compreende interiormente que ele é diferente, que se transmutou; o virya é um GUERREIRO, sente em seu sangue a Mística do Paráclito, da Virgem de Agartha e dos Siddhas Leais. Eles, desde a Origem, projetaram a ponte infinita, e sua Runa Tyr, Escada Infinita, se une com o raio de luz verde proveniente de Vênus, criando uma ponte, entre as Escadas Infinitas, pela qual o virya se situa na não-criada runa HAGAL, na porta de VÊNUS. A Runa Hagal é a runa do GELO e do FOGO (a estrela vespertina, o astro Vênus), é o signo não-criado que nos indica a porta à VÊNUS; dela emana o raio verde venusiano, luz não-criada que brilha eternamente no horizonte do EU INFINITO do Virya Berserkr. A HAGAL é a ponte eterna, o nexo ou ponto de união entre a Escada Caracol e a Infinita dos Viryas Berserkr e os Siddhas de Agartha. A unificação destas duas escadas infinitas se concretiza no OCTÁGONO TAU HAGAL. Entre as duas escadas, o extremo ascendente,
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Escada Infinita da Runa Tyr (da TIRODAL DA VITÓRIA) e o extremo da Escada Infinita da TYR (braço conduzente descendente desde o não-criado da Runa Hagal), ponte estendida pelos Siddhas de Agartha, se cria entre ambas as runas não-criadas, o OCTÁGONO TAU da TIRODALHAGAL. Neste trânsito conduzente, esse corredor, o virya vê, observa que ao final se unifica o Vril da Runa Tyr da TIRODAL DA VITÓRIA, com o brilho, o raio verde de luz não-criada proveniente da Runa Tyr, da não-criada HAGAL dos Siddhas de Agartha. O virya saber que a distância entre o Selbst, o Eu Infinito e a Origem é uma realidade possível de se percorrer. O Virya Berserkr percorre este caminho conduzente pleno de perigo; a cada passo que dá, nesse terrível corredor da Morte “Branca”, ele tem que brandir suas armas, rugir cada vez mais forte, esgrimir maior valor. Este caminho direto à luz não-criada HAGAL, à medida que se transita, em cada passo que se dá, que se caminha por esse abismo infernal, se ganha valor, e o mar perde sua influência, seu poder aterrorizador se vai dissolvendo. Os inimigos por trás das formas, ocultas na negrura infinita, mostram seus símbolos sagrados (luz arquetípica, branca, espiralada, e o Canto dos Siddhas Traidores), mas o furor do Virya Berserkr lhes causa terror, pânico, espanto, e cheios de horror se vão distanciando, virando seus rostos ante o Signo da Origem que porta em seu sangue o Guerreiro Hiperbóreo. Essa luz não-criada que brilha na Origem, no extremo da ponta infinita, também está em seu peito, em seu êntase espiritual, incrustada, cravada em sua cota, em seu capacete e seu escudo, é a Runa Hagal. O Gladiador, o Hoplita, o Guerreiro Virya Berserkr, agora Duplo Iniciado Berserkr, porta furos, sua vontade é puro VALOR, o Vril em seu sangue é um brilho que cega, que faz com que os rostos dos traidores virem, que propicia sua fuga ou morte. À medida que se aproxima da runa não-criada HAGAL, se aproxima da Origem, ele vai se transformando em uma VITÓRIA.

É seu VALOR somente FUROR, é TIRODALHAGAL.
Sua arma mais poderosa é sua VONTADE transformada em puro VALOR. Nele estão suas runas noológicas, não-criadas, no VALOR ESTÁ SEU FUROR, e no VRIL de seu FUROR, sua LIBERTAÇÃO. Elas se manifestam em suas mãos, são raios que espantam aos demônios e a suas formas criadas; suas armadilhas que tratam de deter o deslocamento, se dissipam, desaparecem, e o Guerreiro Iniciado Berserkr, como um Espírito puro, cruza, supera, atravessa triunfante a ponte ao não-criado, à Origem. Ali, do outro lado, no outro extremo estão seus camaradas, o virya cruza heroicamente a ponte; em seu peito brilha o SIGNO DA ORIGEM, signo eterno, runa não-criada que lhe dá a sua VITÓRIA. O virya, agora Siddha Berserkr, se une no OCTÁGONO TAU da HAGAL jubilosamente em um abraço eterno com seus camaradas, que o recebem, o estreitam entre todos, o levantam, com seus rostos plenos de alegria do Espírito, o alçam ao ar, alegrando-se com hurras pelo seu triunfo, sua VITÓRIA. Eles sabem que recuperaram um Guerreiro Berserkr, agora Siddha Berserkr, um novo camarada se incorporou às fileiras dos Deuses Não-Criados, aos Guerreiros de Agartha. Recebido por seus iguais, ele é agora um Siddha Berserkr, pleno de VONTADE, VALOR E VITÓRIA.

VVV
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Os VVV representam as qualidades noológicas do virya: na Primeira Iniciação, VONTADE; na Segunda, VALOR; e na Terceira, VITÓRIA. Estas qualidades integradas entre si formam a TIRODAL DA VITÓRIA.

A TIRODAL DA VITÓRIA DO VIRYA BERSERKR

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A TIRODAL DO VIRYA INICIADO HIPERBÓREO

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A RUNA HAGAL E O CENTRO VRIL, OCTÁGONO TAU DO SIDDHA BERSERKR

Vontade Valor Vitória

VVV
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QUARTA PARTE: O DRAGÃO E SUAS SERPENTES

Mensagem Final

OS CAVALEIROS DA ORDEM TIRODAL DA AMÉRICA E ESPANHA TEM HOJE EM SEU PODER A SABEDORIA HIPERBÓREA E A CIÊNCIA RÚNICA DO YOGA MARCIAL HIPERBÓREO. EM SUA PRAÇA LIBERADA, ARQUÊMONA INICIÁTICA CABEÇA ROMANA TIRODAL DE CÓRDOBA, SE INSTRUIRÁ ESTA SABEDORIA A TODOS OS VIRYAS DO MUNDO QUE SINTAM EM SEU SANGUE O GRITO DE GUERRA DOS SIDDHAS DE AGARTHA.

CLA-MORT

VONTADE, VALOR E VITÓRIA

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O DRAGÃO E SUAS TRÊS CABEÇAS AS ENTELÉQUIAS DAS MACROESTRUTURAS A TRAIÇÃO BRANCA

Este tema está relacionado a um desenvolvimento sobre um segredo bem oculto contido na chave Kalachakra, estudo necessário aos fins estratégicos; mistério somente compreendido pelos Iniciados Hiperbóreos. Este conhecimento tem como missão levar ao virya à compreensão do mistério estruturado sobre as enteléquias das macroestruturas ou superestruturas culturais do mundo. Várias mitologias nomeiam a este ser mitológico: “O Dragão” (do latim “Draco”, e este do idioma grego δρακον, “drakon”, ‘víbora’ ou ‘serpente’). É um animal mitológico que aparece em diversas formas em várias culturas de todo o mundo, com diferentes simbolismos associados. Explicação do mito: se afirmou que os dragões realmente existiram, baseando-se em que cada cultura falou destas criaturas desde muito antes de terem comunicação entre si. Contudo, o fato de que existam fósseis de dinossauros em todo o mundo pode ser uma explicação confiável para entender esse fenômeno. Aqui se fala de serpentes, não de dragões: Foi venerada na antiguidade por todos os povos do Pacto Cultural, desde o egípcio, passando pelos indostânicos e as antigas civilizações astecas: a serpente é sua imagem, seu SÍMBOLO SAGRADO; serpentes que levavam em sua coroa os faraós, sacerdotes do Pacto Cultural que representavam a mais alta hierarquia dentro da cultura egípcia. O Dragão, porta em sua emblemática figura os signos de um ser mítico de origem divina com poderes transcendentes; símbolo sagrado cujo mito sustenta a verdade metafísica dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá e do Demiurgo O Uno. Segundo o relevo mitológico é benéfico ou maléfico, e podemos encontrar seus mitos nas mais diversas mitologias, desde o Oriente até o Ocidente. Para a Sabedoria Hiperbórea, o Dragão é a representação alegórica mítica dos Siddhas, dos Deuses; é uma manifestação mitológica das qualidades divinas. Mas a figura do Dragão que analisamos está contida dentro do mito semítico judaico-cristão, contido no Apocalipse onde o Dragão Escarlate porta sete cabeças e dez chifres. Desde então, esta figura na Bíblia está projetada sobre o poder que ostentava em sua época a Roma Imperial, e esta mítica figura é transferida pelos sacerdotes Golen judaico-cristãos à emblemática cidade dos Heróis, a ROMA DOS AUGUSTOS, dos Pontífices Hiperbóreos. A verdade é exatamente o contrário; o que predicam estes sacerdotes na Bíblia é uma tergiversação, uma mentira, como sempre eles fazem, e esta é a verdade. Roma representava para eles o principal povo do PACTO DE SANGUE, viam nesta cultura hiperbórea o fim de seus dias. Por isto, a viam igual a que seu Criador, porque o Demiurgo (seu Criador e seu Destruidor) para eles inspira o máximo
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AMOR e o máximo TERROR. Assim são temerosos ante seu Deus e se rendem, o temem até o nível do pânico. Por isto, transferem este terror que sentem, quando seu Dragão os olha para reprovar-lhes algo, ao Império Romano. Esse Dragão com cabeças de serpentes é seu Criador, e o terror que eles têm pelo seu Criador é tão grande, que quando vêem alguém que os ameaça, vão até o seu Dragão, serpente. Este Dragão, sua figura mítica alegórica, é a representação do Demiurgo O Uno e sua criação. Suas cabeças representam a ciência gnosiológica metafísica, a Chave Kalachakra (cabala acústica e lumínica); suas sete serpentes são seus reinos ou espaços de significação macrocósmicos (sete reinos, sete céus, para cima, para baixo, para frente, para trás, para a esquerda, para a direita; no centro, representa a onipresença do Uno); e seus dez chifres são os dez Arquétipos macrocósmicos com os quais recriou o não-criado no criado. Este Dragão é análogo ao Demiurgo, e suas cabeças e chifres ao macrocosmo e suas macroestruturas. Podemos definir que para a sabedoria Hiperbórea, o Dragão e suas sete cabeças representam cada cabeça as sete enteléquias macrocósmicas de seus Aspectos ou Rostos não-criados, reproduzidos no criado em suas macroestruturas componentes, parte do todo, do macrocosmo. Por macroestrutura se entende a uma superestrutura, um conjunto de sistemas estruturais que engloba a outros menores, todos inter-relacionados entre si (os princípios, enlaces e relações são os nexos estruturais morfológicos de uma estrutura), participando como partes de um todo. Sistemas de uma grande complexidade, porque as macroestruturas sempre estão em expansão ou crescimento. Dadas estas características de distribuição, ordenação e organização, o crescimento de uma macroestrutura depende de fatores diversos, especificamente do Registro cultural que a contenha. Neste tratado analisaremos as macroestruturas independentemente de sua morfologia estrutural. Existem exemplos específicos de macroestruturas naturais, por exemplo: os sete reinos da criação. Estes reinos são macroestruturas naturais; sua evolução contida, no Plano original pensado pelo Uno, seu “ser em si”, seu sentido teleológico tende a sua perfeição, a sua enteléquia final. Os reinos da criação são macroestruturas naturais, estruturas que há milênios evoluem; são estruturas arquetípicas dotadas de vida e seus movimentos de expansão e crescimento (espaços de significações regidos arquetipicamente pelo caminho ELIX macrocósmico) irremediavelmente vão à sua enteléquia final. Desígnio que foi disposto pelo Demiurgo, contido em seu Logos demiúrgico macrocósmico e que tem a suprafinalidade essencial de levar a estas macroestruturas a chegar à sua perfeição final. Perfeição contida na enteléquia de suas sete cabeças que selarão a finalização, conclusão de seu Plano. O que estudaremos neste tratado são as Três Cabeças do Dragão que não estão entelequiadas, que residem nas macroestruturas culturais. As restantes respondem as macroestruturas naturais, aos quatro reinos da criação e estão entelequiadas. Mas o que nos interessa analisar são as macroestruturas culturais que estão sob o poder dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá, contidas nos 10 chifres do Dragão, quer dizer, nos 10 Arquétipos macrocósmicos representados na cabala hebréia, na Árvore Sephirótica. Estruturas culturais que estão (vivem) em constante crescimento e expansão, tendendo à enteléquia final. Nestas macroestruturas culturais está o verdadeiro poder dos
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demônios, em seus contextos macroculturais (políticos, econômicos, religiosos, etc.) se manifesta o sentido teleológico dos Siddhas Traidores. Na realidade, todo o mundo é uma macroestrutura, mas essa definição participa de outro mistério. O que nos interessa compreender são as macroestruturas que participam do poder da Sinarquia Mundial, sua evolução histórica e suas finalidades, porque nelas estão contidos os desígnios futuros incluídos no Plano do Uno para a humanidade. Estas macroestruturas englobam em seu “ser em si” o destino do Espírito cativo, do virya perdido, lado individual e coletivo do virya, no particular e no social; por isto, esta análise sintética permite nos preparar para ver e abrir Registros culturais futuros, do que virá. Devemos esclarecer algo: este tratado será amplamente desenvolvido no terceiro Tomo dos Livros de Cristal de Agartha, mas dada a urgência dos tempos, se analisará sinteticamente neste ponto. A Sabedoria Hiperbórea afirma taxativamente: em uma origem primordial, as Raças Hiperbóreas dos CRO-MAGNONS desceram à Atlântida pelos Siddhas, para destruir especificamente ao hominídeo, o Neandertal. Posteriormente, se lançou a traição e a divisão dos Deuses em dois bandos, guerra que começou no céu e que logo se transladou definitivamente à Terra. Depois da divisão, da fratura entre os Deuses, veio a destruição, o afundamento da Atlântida. Ambos os bandos se dividiram no mundo emigrando pela América, Europa e Ásia afirmando os Siddhas de Chang Shambalá com os povos semíticos, negroides, certos grupos vermelhos e determinados povos amarelos, o Pacto Cultural; e os Siddhas de Agartha com os remanescentes Cro-magnon e seus povos brancos na Europa e vermelho na América, o Pacto de Sangue. Logo depois que os Deuses se retiraram da matéria, a partir de suas cidades fortificadas Agartha e Shambalá, dirigiram o conflito que definitivamente se estabeleceu na matéria, conflito que enfrentou os povos do Pacto Cultural contra as raças do Pacto de Sangue, ou seja, entre o mundo Ariano e o mundo Semita. Ainda que possamos asseverar que este é um plano referencial que se modificou substancialmente ao longo da História, hoje já o ariano não é tão ariano porque foi contaminado ao longo da História; seu sangue contaminado deu como produto a TRAIÇÃO BRANCA. Mas em suas origens na matéria, a guerra estava bem clara; bem determinada às raças Arianas do Pacto de Sangue, e aderiam aos Atlantes Brancos com suas Éticas noológicas, afirmados em princípios régios, cavalheirescos e aristocráticos. As raças semitas comprometidas com o Pacto Cultural e com os Atlantes Morenos, sua Éticas psicológicas se estruturam em dogmas morais monacais, sacerdotais. A Guerra Essencial se desatou impiedosamente depois da Idade do Ferro, a mesma seria cruel, e não haveria piedade para ninguém. Ambos os bandos estabeleciam bases e ações uns contra os outros: os Demônios de Chang Shambalá tratando de destruir as Raças Brancas ou de contaminá-las, e os Siddhas do Espírito desencadeando ações de guerra para deter as estratégias dos Senhores da Matéria, do Terror. Depois da primeira ação estratégica baseada nas construções megalíticas dos Cromagnons e na destruição dos Neandertais, o tempo, a evolução e o cativeiro das raças espirituais à matéria desencadeariam a guerra total. Os Atlantes Brancos desceriam a ordem criada estrategicamente, projetados pelos Siddhas de AGARTHA, a segunda onda de Guerreiros Hiperbóreos. Esta segunda ação incumbe às RAÇAS NÓRDICAS ARIANAS INDOEUROPÉIAS E INDOARIANAS.
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Seu desenvolvimento na ordem criada tinha a meta específica de DESTRUIR os povos, culturas e civilizações do já então firmado Pacto Cultural. Os INDO-IRANIANOS seriam rapidamente conquistados, tomados culturalmente, ainda que perdurem no Oriente seus mitos. As raças puras INDOEUROPÉIAS resistiram por mais de 1.000 anos, isto se deve à estratégia denominada MURALHA ATLANTEMEDITERRÂNEA, ação de guerra que deteriam aos povos do Pacto Cultural. Este sangue puro ERA HIPERBÓREO, ela LIDERAVA esta ESTRATÉGIA; pelo sangue estavam relacionados, unidos ao Cromagnon. Com respeito aos Cro-magnons, eles sobreviveram à guerra inicial, e se bem que os povos descendentes deles em grande parte sofriam da perda de orientação estratégica, eles cumpriram com honra seu papel na História. Um grupo desta raça, o mais puro, que havia permanecido firme e leal às estratégias dos Siddhas, tinha a missão de custodiar a Porta Boreal, entrada ao Mundo de Agartha. Estes valentes Guerreiros Hiperbóreos resistiram até a morte, cumprindo com honra sua missão; nem a glaciação pode dobrar o Espírito destes Cro-magnons. Eles aguardaram no mundo, cercado estrategicamente em uma geografia perto do Pólo, sua intervenção histórica. Os Cro-magnons foram os encarregados de custodiar a porta do Pólo Norte à AGARTHA, porta por onde se retiraram à cidade eterna os Atlantes Brancos, logo depois de preparar as raças do Pacto de Sangue para enfrentar com honra a guerra que se aproximava. Estas RAÇAS HIPERBÓREAS indo-germânicas, descendem dos Cro-magnons, PORTAVAM EM SEUS ESTANDARTES o Signo da Origem e o MISTÉRIO DO GRAL. Por isto, é importante esclarecer que as raças semíticas, amarelas, vermelhas, cobres, negroides e todos os híbridos raciais produzidos pela mescla de sangue entre elas e o pasú, estavam submetidas estas etnias aos desígnios do DEMIURGO e dos Siddhas de Chang Shambalá. Por exemplo, algumas proviam de universos “quase” espirituais, raças que tem um reflexo imanente do noológico em seus espíritos, como afirmamos sobre a amarela, mas não eram HIPERBÓREAS. Deve-se destacar aqui a diferença entre RAÇA e ESPÍRITO. Aqui falamos de RAÇA e não de ESPÍRITO. Quando o hominídeo que provém de evolução fracassa em sua função (não desenvolve a esfera de consciência, e assim não pode cumprir sua dupla finalidade: microcósmica, ter pleno conhecimento de si mesmo e chegar à enteléquia; e macrocósmica, colocar sentido nos entes e produzir cultura) se sucede o Pacto entre os Siddhas Traidores e o Demiurgo. Eles mudam a estrutura ôntica, a chave genética do pasú, resignando seu Símbolo Sagrado com o Símbolo da Origem; traíram e aprisionaram os seus iguais, outros Espíritos Hiperbóreos, à estrutura anímica do pasú, agora é um ser semidivino exibindo uma dualidade divina e animal. A força evolutiva do Espírito impulsiona a evolução da esfera de consciência, e esta se desenvolve agora de forma excepcional. O hominídeo agora pode conhecer-se a si mesmo e produzir cultura. Mas ainda a cultura produzida pelo hominídeo era pobre; ele não tinha a capacidade de reproduzir a Beleza do não-criado no criado. Desta maneira, pobre também era a superestrutura cultural desses povos, e eles nunca chegariam a ter uma macroestrutura que se desenvolvesse e chegasse à enteléquia. Para resolver este dilema, os Siddhas
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Traidores “baixam” de outros céus, quase não-criados, a raça amarela. A ontologia desta raça, sua chave genética, permite uma melhor e maior manifestação do Espírito nãocriado. Dessa maneira, essa raça é capaz de produzir uma cultura mais evoluída, aperfeiçoada, sua superestrutura cultural é muito mais rica, e essa cumpre melhor sua finalidade macrocósmica. Basta olhar as diferenças entre as civilizações chinesas e japonesas, por exemplo, em relação às semíticas, negroides ou vermelhas, assim como o acentuado e refinado Espírito guerreiro desses povos da raça amarela. No geral, suas sociedades também se constituíam de forma aristocrática, guerreira, com um código de conduta Ético cavalheiresco. Mas isso representava um perigo para os Siddhas Traidores, porque se o Espírito pode se manifestar com tanta força, também é maior a probabilidade de que ele desperte. Para solucionar este problema, os Siddhas Traidores apagaram seu objetivo particular microcósmico desta raça, dessa maneira, este ser perde a tendência de olhar para si mesmo e despertar ao despertar. Aqui se encontra a grande diferença entre a Raça Branca indoariana e as outras raças: essa Raça provém de uma ação dos Siddhas de Agartha; sua constituição ontológica, genética, favorece o despertar, a manifestação da recordação da Origem, porque esta Raça sofreu em menor grau os efeitos da Kalachakra em sua descida. A Raça Branca indoariana representa uma grande ação de guerra dos Siddhas Leais. Em linhas gerais, em tempos remotos, os Espíritos aprisionados às raças Brancas Indoarianas, em sua descida na estratégia da MURALHA ATLANTEMEDITERRÂNEA, o fizeram por VONTADE PRÓPIA. Aceitaram a grande missão ao descer ao inferno material do Uno como pontas-de-lança e liderar as outras raças na luta pela libertação. Essa constituição ontológica privilegiada é o que propiciou que nesta Raça, o Espírito se manifestasse como em nenhuma outra; por isso seu grande desenvolvimento cultural, inclusive seu mérito em implantar o sublime do não-criado no criado, em uma Estratégia Psicossocial de despertar coletivo, empregando as artes hiperbóreas por excelência, como por exemplo, fizeram os gregos e romanos. Agora se percebe porque a Sinarquia, ao incentivar a mescla racial, propaga a degradação dos povos indoarianos. Por isso nos disse Felipe na Primeira Parte dos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea: “Mas quando se fala de IMPUREZA SANGUÍNEA, jamais deve confundir-se este conceito com de IMPUREZA RACIAL, no sentido de mescla de raças, mestiçagem. É certo que a mestiçagem étnica ocasiona uma CONFUSÃO ESTRATÉGICA do virya, mas se trata tão somente de uma parte do problema, e diríamos a menor. A IMPUREZA SANGUÍNEA é um conceito esotérico da Sabedoria Hiperbórea que aponta ao CONTEÚDO GNÓSTICO do sangue e, antes de qualquer coisa, a OUTRO SANGUE, distinto do mero plasma linfático ou da hemoglobina. Devemos ter presente então, que a PUREZA RACIAL é um fator favorável, mas que este, por si mesmo, nada assegura quanto a PUREZA SANGUÍNEA. De nada vale, por exemplo, um povo racialmente puro como o CELTA, se está totalmente dominado pela Estratégia Sinarca. Por isso, quando o

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virya desperto decide ir ao combate para PURIFICAR SEU SANGUE, esta atitude, por si só, é independente de seu grau de mestiçagem étnico ou genético”. Nas raças amarelas, vale destacar a ação dos mongóis nas Estratégias de Agartha, quando os Siddhas abriram uma porta para Agartha e Gengis Khan criou o Império Mongol, mas com rapidez esta porta foi cercada pelos povos do Pacto Cultural (coletivismo soviético e marxismo chinês); e igualmente se destaca a ação japonesa no Kairos da Segunda Guerra Mundial, formando o Eixo: Alemanha (Vikings), Itália (Romanos) e Japão (Samurais). Outro ponto que merece destacar é o Feudalismo do Japão. Este regime feudal teve características muito interessantes, como por exemplo: a divisão da sociedade em castas, onde a casta guerreira era a casta superior; código de conduta Ético cavalheiresco, onde a Honra, a Lealdade e o Valor eram os principais valores; durante o Shogunato Tokugawa, seus portos estavam fechados e se isolaram do mundo por dois séculos e meio (princípio do cerco); possuíam forte instinto de preservação racial e contrário à mescla racial, alto desenvolvimento da arte da guerra, religião politeísta, matavam e exterminavam aos cristãos, pois consideravam que o cristianismo fazia aparecer no homem suas piores características; textos antigos dizem que a técnica de forja de espadas (katanas) foi ensinada aos artesãos pelos Deuses (até hoje, com toda a nossa tecnologia, não se pode fazer katanas melhores que as feitas com o sistema tradicional japonês); etc. Houve muito de hiperbóreo nestas sociedades, tanto que a Sinarquia decretou sua extinção pelos povos brancos traidores, americanos e anglo-saxões, fato que é conhecido como a “Revolução Meiji”, a “Era das Luzes”, quando o Japão foi “iluminado”, democratizado, aberto ao capital financeiro internacional. A casta guerreira foi destruída, banida da sociedade, e hoje a história sinarca faz todos os esforços para demonstrar como o Japão era cruel nessa época e quando melhorou com a Revolução Meiji. Estas raças amarelas SOFRERAM PROFUNDAMENTE COM A CHAVE KALACHAKRA, e os SIDDHAS TRAIDORES aplicaram todo o poder sobre as mesmas; praticamente todas as suas culturas tradicionais que portavam o Signo da Origem, portam o Signo da Dor. É por isto seu profundo sentido GREGÁRIO e coletivista, e daí o alto grau de reprodução racial. Este se deve que nestas raças, os Siddhas Traidores eliminaram O OBJETIVO PARTICULAR MICROCÓSMICO; foram suprimidos os desígnios ontológicos particulares e sua potência responde aos desígnios coletivos, a missão racial. De tal maneira podemos afirmar que nessas raças se cumpre o objetivo macrocósmico do Plano do Uno. Estas macroestruturas naturais têm a missão de levar a suas macroestruturas culturais à enteléquia final. Estas macroestruturas raciais, seus indivíduos, integrantes da mesma, não podem ascender à individualização, pior ainda, nem sequer à autonomia ôntica. Estão totalmente determinados pelo desígnio racial e cultural disposto no “ser em si” do Arquétipo racial. O Logos demiúrgico, o verbo do Uno e a vontade dos Siddhas Traidores regem o sentido TELEOLÓGICO RACIAL MACROCÓSMICO; quer dizer, estas raças se ajustam perfeitamente á missão que tem planificada para este sangue em particular e no geral.
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Os Siddhas Traidores modificaram nestas raças os desígnios do ser individual, particular, eliminando a função essencial do logos Kundalini no microcosmo (desígnio serpente, autonomia ôntica e enteléquia Manú), afirmando sua finalidade macrocósmica. De tal maneira que nas raças SEMITAS, AMARELAS, COBRES E NEGROIDES prevalecem o LOGOS DEMIÚRGICO E SUA FUNÇÃO ESSENCIAL MACROCÓSMICA (desígnio caracol), missão que tem a finalidade de chegar à ENTELÉQUIA AS SUPERESTRUTURAS CULTURAIS DESSAS RAÇAS. Nestas raças, no “ser para Deus”, se encontra depositada em sua potência arquetípica astral a missão racial, a função coletiva que deverá cumprir na História, o papel que desempenhará essa raça em particular na mesma. Quer dizer, nestas raças, aos Siddhas Traidores não lhes interessa o indivíduo, o ser particular em si mesmo, que um ser ou criatura se individualize, se realize ou auto-realize, chegue à enteléquia Manú, a ser um iniciado da Loja Branca. Isto deve ficar bem claro: nestas raças rege um coletivismo total, somente interessa aos Siddhas Traidores a evolução de suas macroestruturas culturais e nada mais. Os Livros de Cristal dizem: assim, o tempo e a evolução permitirão a concretização dos planos da “Fraternidade Branca” e suas hierarquias. Logo depois de fixarem-se em sua cidade maldita entre o SOL e a TERRA, abriram uma porta principal de entrada/saída do labirinto exterior, macrocósmico, no TIBET. Porta custodiada no mundo por seus milhares de sacerdotes que portam sobre si mesmo uma das Três Cabeças do Dragão, representada em seu Aspecto Amor. Os Brâmanes, mestres da sabedoria, sacerdotes Golen, com seus milhares de templos (templos lama, pagodes, igrejas, catedrais) distribuídos em todo o mundo, mais além do criado dogma religioso que professem, são uma macroestrutura cultural cujo desígnio responde a uma das Três Cabeças do Dragão; desígnios que encarnam este Aspecto, Rosto do Uno, o Arquétipo Amor. Em seus templos os sacerdotes e monges “mestres, magos negros” praticam suas cabalas acústicas e numerais. Permanentemente, os 365 dias do ano, recitam mantras, realizam mandalas, executam seus ritos sagrados, instruídos em suas doutrinas teológicas. Suas línguas sagradas, suas rezas e ritos mágicos, suas cabalas centram a Deus O Uno, seu criado, e manifestam o amor que eles professam por Ele, e Ele por eles. Sacerdotes que custodiam por amor os caminhos a Shambalá, este amor que Ele sente por eles e os Siddhas da Fraternidade Branca, Amor que não é recíproco com os povos de seus sacerdotes. Por isto, este máximo amor que eles sentem por Ele se traduz em pura dor e espanto para suas raças.

Eles sustentam com sua Dor o Arquétipo Amor, por isto, seus povos estão submetidos às piores condições de existência que pode suportar a vida humana.
Esta casta sacerdotal, custodiadores da CHAVE KALACHAKRA e de sua principal entrada às mil portas de acesso à sua cidade maldita, tem a CHAVE para ascender a ela. Já que isto é o produto do efeito da GEOCRÔNICA DO KALY YUGA, em seus raios de ação, nos espaços de significação geográficos que a rodeia se localiza os cultos religiosos
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mais sagrados da Kalachakra. Em seus templos e pagodes estão ocultos os mestres da Fraternidade Branca, seus monges Brâmanes e seus sacerdotes levitas, as mais altas hierarquias iniciadas nos símbolos sagrados, na cabala da Kalachakra. Seus mais seletos sacerdotes, mestres iniciados sinarcas encarnam seu Rosto, o Aspecto Amor do Demiurgo; e seus povos, a contrapartida arquetípica, sofrem o RIGOR do Aspecto DOR da KALACHAKRA. Desde sua cidade maldita, seu centro geocrônico, expandem em forma espiralada, helicoidal, seus suportes arquetípicos naturais e culturais, afirmando em seus raios de ação o ASPECTO DOR da Kalachakra em sua mais terrível condição. EM FORMA ESPIRALADA, O ARQUÉTIPO DOR E SEUS MILHARES DE ENLACES REFERENTES, DISTRIBUÍDOS NAS TRÊS CABEÇAS DO DRAGÃO, SE PLASMAM SOBRE AS RAÇAS SUBMETIDAS AO PACTO CULTURAL, PACTUADO A MAIS DE 4.000 ANOS ATRÁS NA HISTÓRIA POR ESTES POVOS E OS ATLANTES MORENOS. Por isto, o virya desperto que tem desenvolvida sua faculdade de anamnese, pode abrir estes Registros culturais históricos e ver por si mesmo a dor, o sofrimento, a miséria e a pobreza que se FORAM DESDOBRANDO nestas raças, cruelmente escravizadas à seus dogmas religiosos durante milhares de anos. Por isto, o TIBET, ÍNDIA, CHINA, ARÁBIA, ÁFRICA, em geral, todas as zonas que rodeiam, circundam o acesso à porta metafísica à Chang Shambalá, estão submetidas suas raças, seus povos (mas não seus sacerdotes, seus políticos e sua classe burguesa) ao Arquétipo Dor, condenadas à miséria, à pobreza e ao sofrimento perpétuo. Somente está permitido ascender a ela, a seu santuário sagrado, aos devotos iniciados que encarne em suas almas o Arquétipo Amor. Esta devoção e submissão deve ser total e absoluta aos Siddhas Traidores e ao Demiurgo, seu Criador. Qualidade que é privilégio de seus sacerdotes, das hierarquias mais altas da Fraternidade “Branca”, da Sinarquia Mundial. A História o demonstra: estes povos condenados racial e espiritualmente, submetidos a uma miséria histórica, a dogmas religiosos que são verdadeiras prisões, sinistros sistemas onde o gregário, o coletivo, é determinante em suas existências, jamais se libertarão deste poder subjugador. Analisemos a ÍNDIA, CHINA, RÚSSIA, os países do Oriente Médio, povos que tem em seu ser um profundo sentido espiritual místico, transcendente (extraterrestre), raças do Pacto Cultural, e comprovaremos que onde seus sacerdotes professam o máximo AMOR à seu Criador, se estrutura em seus povos a máxima DOR. Povos nos quais ainda existe em seu sangue uma Mística, uma recordação da origem, e em suas doutrinas se encontra os Símbolos Eternos Hiperbóreos. Estes foram incrustados em diversas incursões estratégicas pelos Atlantes Brancos ou pela penetração das raças arianas. Por exemplo, os arianos (invasões Indoarianas ao Oriente no século X a.C) infiltraram estrategicamente Símbolos Eternos dentro das linguagens sagradas religiosas da Sinarquia Mundial Oriental. Símbolos Eternos Hiperbóreos que se acham estruturados no Shivaismo, na tradição do TANTRA KAULA, gnose do Yoga Tântrico, via secreta de libertação espiritual. Podem-se achar no Budismo, no Taoísmo e na doutrina do Xintoísmo Zen, e igualmente se percebe ainda nas Igrejas Ortodoxas Russa e Grega, e em certos ramos do Islã. Signos não-criados de origem hiperbóreo, provenientes do ZOROATRISMO
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DOS ARIANOS INDO-IRANIANOS. As raças derivadas dos arianos indo-iranianos, foram submetidas rapidamente a cruel ação do KALY YUGA, se mesclaram racialmente, e seu sangue foi contaminado com o sangue dos povos adeptos do PACTO CULTURAL. Raças que sofreram da KALACHAKRA E QUE SEMPRE ESTIVERAM SUBMETIDAS AOS DESTINOS DA MESMA. Estas raças portavam o Signo da ORIGEM; hoje sofrem, seu sangue, do mais alto grau de desorientação estratégica, e suas culturas estão submetidas aos mitos religiosos da Sinarquia Mundial, ao Símbolo Sagrado do Pasú. Unicamente em certos momentos da História, certas ações dos DEUSES DE AGARTHA permitiram incrustar dentro destes povos SÍMBOLOS ETERNOS, mas estes tiveram ação NOOLÓGICA no momento histórico em que atuaram. Exemplo disto é a ação dos arianos na Índia e dos mongóis na China. É importante compreender que hoje, depois da evolução, de sucessivos YUGAS, o homem mais além da RAÇA, COM EXCEÇÃO DA RAÇA HEBRÉIA, todos os seres humanos deste PLANETA tem Espírito e podem DESPERTAR AO DESPERTAR, escapar e sair do engano submetido por MAYA. Mais além do SANGUE, DA RAÇA E DO SOLO, o que está determinando o nível espiritual do virya é o seu SANGUE ASTRAL. A PUREZA NÃO RESIDE NA COR DA SUA PELE, mas sim no BRILHO de seu SANGUE ASTRAL. Mas queremos esclarecer, que existem RAÇAS COLETIVISTAS que SEUS VIRYAS praticamente perderam sua PUREZA ASTRAL e estão submetidos aos desígnios raciais impostos pelo Demiurgo sobre as mesmas. Ainda que sempre o virya, mais além de todos os seus condicionamentos, tem em si mesmo o poder para RETORNAR GALHARDAMENTE À ORIGEM. Os SIDDHAS LEAIS afirmam: as raças vermelhas, amarelas, negroides e os povos da Traição Branca, SÃO MACROESTRUTURAS RACIAIS E CULTURAIS QUE FORAM DESIGNADAS PELO UNO PARA LEVAR ADIANTE SEU PLANO EVOLUTIVO. Estas raças guiadas por suas castas sacerdotais cumpriram fielmente com seus desígnios, assim MARCHAM suas RAÇAS às ENTELÉQUIAS MACROCÓSMICAS, mais ironicamente somente suas CASTAS SACERDOTAIS e seus eleitos dentro delas chegarão. POR ISTO, O MAIOR PODER DO KALY YUGA PASSA POR SUA GEOCRÔNICA. O poder clerical, a casta sacerdotal dos Brâmanes ou dos rabinos ortodoxos são os únicos eleitos pela Fraternidade Branca. Os SACERDOTES GOLEN, portadores de uma das Três Cabeças do Dragão, os olhos do Uno na terra, seus monges Brâmanes, seus rabinos serão ungidos com a salvação pelos Siddhas Traidores; por sua iniciação sinarca, estes sacerdotes serão ascendidos, os únicos que se salvarão. Salvar-se-ão, sempre e quando os Siddha Traidores puderem renovar o Pacto com o Demiurgo e suas hierarquias cósmicas, porque esse é o Mistério, eles necessitam recarregar novamente o Tempo com a Kalachakra porque suas macroestruturas estão se entelequiando, e isso significa o fim da História, o princípio do Pralaya. Terrivelmente, seus povos dogmatizados religiosamente, que se crêem eleitos, pior ainda, que crêem no mito da salvação, têm a fé
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absoluta em seus sacerdotes e em suas pregações, como o povo hebreu ou os cristãos, os evangelistas, hinduístas, lamaístas, budistas tibetanos, etc. Todos estes viryas perdidos cheios de fé e amor pelo Uno e seus sacerdotes do amor, que pululam por todo o mundo, fiéis devotos, obedientes e servidores da Fraternidade Branca Universal, todos estes herdeiros do Pacto Cultural que se aferram ao mito da SALVAÇÃO e do JUÍZO FINAL (quando “Deus descerá e virá JULGAR aos vivos e aos mortos”), serão também sacrificados cruelmente na última hora. Eles, os Povos Eleitos, ao longo da História foram eleitos POR SEUS SACERDOTES PARA SEREM SACRIFICADOS na hora final. Estas raças evoluíram sempre de acordo aos princípios teleológicos contidos nos desígnios projetados e potencializados em seu inconsciente racial. Cada vez que um desígnio emerge à consciência racial coletiva de um povo do Pacto Cultural, consteliza um MITO. Os Mitos e seus símbolos sagrados estruturados nas linguagens da Sinarquia Religiosa e da Fraternidade Branca são os motores que lhe ortogam movimento, deslocamento evolutivo ao desenvolvimento cultural desses povos. Os mitos têm a força para impulsionar e atualizar no mundo, na superestrutura cultural macrocósmica, fenômenos culturais que impulsionem aos ASPECTOS do UNO depositados em suas raças criadas, à enteléquia MACROCÓSMICA. Tomando os princípios esotéricos que afirmam as analogias equivalentes entre MACROCOSMO e MICROCOSMO, podemos compreender que o macrocosmo, sua macroestrutura cultural exterior, está determinada pelos Aspectos do Logos demiúrgico que adquirem manifestação anímica macrocósmica: Aspecto Amor, Aspecto Beleza e o Aspecto Poder. Estes Aspectos são análogos no microcosmo aos sujeitos que se manifestam no sujeito anímico: sujeito afetivo, sujeito cultural e sujeito racional. O tempo transcendente é a Consciência do Uno. De tal maneira que o indivíduo, ao pensar, atua de acordo aos limites semióticos, semânticos e lingüísticos contidos na cultura exterior, quer dizer, dentro do PLANO da Kalachakra. O alcance evolutivo de um indivíduo contido dentro de uma raça, sua evolução ôntica está determinada totalmente pelos limites gnosiológicos e axiológicos de sua raça. Limites que estão contidos na macroestrutura cultural externa, nas demarcações ARQUETÍPICAS que determinaram sua evolução racial. Geralmente, o pasú jamais escapa das demarcações axiológicas construídas sobre si mesmo por seu gênero e espécie. De tal maneira, o chinês sempre será chinês, por mais que professe uma cultura diferente, o judeu sempre será hebreu e assim sucessivamente. Unicamente o virya desperto pode escapar AO GÊNERO E À ESPÉCIE no marco estratégico de uma GNOSE SUPERIOR. É tão grande a potência dos bijas depositados pelo Uno na energia astral, energia vital e na energia psíquica das raças do Pacto Cultural, que praticamente o sentido de individualidade não existe. O ser preso dentro dos limites gnosiológicos, axiológicos e ontológicos de sua ESPÉCIE RACIAL, responde perfeitamente as determinações de seus Arquétipos, aos Aspectos LOGOS do Demiurgo. A individualidade do pasú evoluiu alinhando-se, ajustando-se perfeitamente aos Aspectos macrocósmicos depositados em
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sua raça. Nunca um indivíduo das raças do Pacto Cultural (somente sua estirpe sacerdotal) pode modificar seu estado interior e dar o grande salto ôntico. Jamais o pasú pode chegar à perfeição ôntica e conseguir reproduzir os Três Aspectos ou Rostos do Uno macrocósmico. Por isto destacamos que estes Três Rostos somente se reproduzem nas macroestruturas. Indubitavelmente, estas macroestruturas, para que cheguem à enteléquia, necessitam da ação colocadora de sentido do pasú ou do virya perdido. Esta ação permite as macroestruturas evoluírem, que elas se desloquem para a enteléquia, representadas nos Aspectos do Uno. O indivíduo de uma raça do Pacto Cultural, ao não ter um EU verdadeiro, sua potência ôntica, sua energia volitiva está transferida à ação colocadora de sentido, e graças a isto, as macroestruturas ganham vida e podem refletir os Aspectos do Uno. A vontade anímica do sujeito responde à ação de seus MITOS raciais, seguindo o pasú linearmente seu sentido argumental estruturado nos mesmos. Os Mitos são potências energéticas e têm o poder de levar as massas a determinadas finalidades ONTOLÓGICAS, GNOSIOLÓGICAS e AXIOLÓGICAS; eles estão dirigidos teleologicamente por seus DEUSES ÉTNICOS. Nos Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea se desenvolve perfeitamente o estudo dos Mitos. Eles são, definitivamente, os donos e amos deste rebanho, do conjunto racial que conformam as massas e ao HOMEM MASSA. Por isto, os Deuses Traidores, consideram as raças evoluídas do pasú rebanhos de ovelhas, gado caprino, dignos seres animais que serão sacrificados no grande MATADOURO UNIVERSAL. Com seu sangue derramado alimentam astralmente aos demônios, aos seres IMORTAIS que manejam as potências astrais destes MITOS CULTURAIS. O mito do sacrifício é parte essencial dos dogmas do Pacto Cultural. Em todas as mitologias destes povos se acha o MITO DO SACRIFÍCIO. Nos Vedas, está desenvolvido no rito do LAYA VEDA, mas é comum este rito em todas as mitologias da Sinarquia Mundial, hindu, hebréia, cartaginesa, celta, asteca, etc. Nestes povos, seus Sacerdotes Golen são os Senhores do Sangue, sacrificadores que têm a finalidade de oferecer ao Criador, demonstrar-lhe seu amor entregando-lhe uma oferenda, que varia desde o voto pessoal, sacrifício individual, a máxima homenagem: o sacrifício coletivo, racial, constituído em um rito de sangue. Rito que permite liberar sangue, gerar dor, liberar energia astral com a qual se alimentam estes Demônios da Fraternidade Branca, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. Por isto, O PASÚ (AGULHA) É UM INSTRUMENTO DA DOR com a qual se tece a trama do tecido universal, do Grande Engano; com ele se sustenta a Ilusão de Maya e se cumprem os objetivos dos ASPECTOS OU ROSTOS das TRÊS CABEÇAS DE SERPENTE DO DRAGÃO. O pasú e virya adormecido são vítimas de seus mentores, seus criadores; eles não hesitam em sacrificá-los na pira da dor. Por isto, estes sistemas gregários como o monoteísmo religioso, ou ideologias políticas como o marxismo ou o comunismo, penetraram e tiveram êxito nas raças do Pacto Cultural, como as semíticas, amarelas, negroides, eslavas, dravídicas, etc.

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No mundo, o fator cultural sempre responde à potencialização, emergência e ativação de um MITO. São as sociedades secretas da Fraternidade Branca e seus agentes políticos, religiosos, financeiros, etc., os que atuam na superestrutura cultural de uma raça, continuamente sobre as macroestruturas, gerando fenômenos culturais que fazem propícia a emergência de seus MITOS. Estes MITOS têm incidência direta na evolução social, podendo modificar radicalmente a realidade, mudar diametralmente sua perspectiva social. Os Mitos são verdadeiras máquinas de transformação social, e em seus fenômenos sociais o Mito pode estar revertido de diferentes maneiras, como mitos religiosos, guerreiros, etc. Por isto, as raças alinhadas ao Pacto Cultural cumpriram ao pé da letra as ações históricas encomendadas pelos Siddhas Traidores. Estes Mitos implantados em toda sua compleição e extensão permitiram EVOLUIR ao gênero ou ESPÉCIE HUMANA, de acordo ao princípio plasmador, previamente estabelecido pelo Logos demiúrgico em seu Plano. O DEMIURGO, desde o princípio, sua finalidade essencial tem como objetivo final levar à ENTELÉQUIA MANÚ A SEUS ELEITOS, A SEUS ACÓLITOS, ADORADORES, A SEUS SACERDOTES GOLEN. ELES, OS SACERDOTES GOLEN DOS POVOS DO PACTO CULTURAL ENCARNAM O ASPECTO AMOR DO DEMIURGO. O que há que entender e compreender é que, ao Demiurgo não lhe interessa a raça de pasús ou de viryas adormecidos, definitivamente, a única coisa que lhe importa é a ENTELÉQUIA DE SEUS ASPECTOS NAS MACROESTRUTURAS CULTURAIS. O povo, A ESPÉCIE HUMANA, inclusive SEU POVO ELEITO, a raça humana inteira, é um meio para o fim e, como tal, será sacrificada pelos Siddhas Traidores se o DEMIURGO o requerer. Por isto, a SABEDORIA HIPERBÓREA é a gnose que vive ALERTANDO INCONDICIONALMENTE COM SEU LOGOS NÃO-CRIADO, A VERDADE DO QUE OCORRE AO ESPÍRITO CATIVO que está submetido às leis do código Manú, dos Senhores do Karma e de suas Hierarquias metafísicas. A VERDADE DEVE SER RECONHECIDA, e a única possibilidade espiritual que tem o virya para não ser DEVORADO POR ESTAS TRÊS CABEÇAS SERPENTINAS DO DRAGÃO, é DESPERTAR AO DESPERTAR. É necessário, para isto, dar-se conta e SAIR NOOLOGICAMENTE DO GÊNERO, compreender que seu Espírito é NÃO-CRIADO. O virya deve LEVANTAR-SE, sair de sua debilidade, assumir sua DIVINIDADE, DESPERTAR O SIDDHA BERSERKR, deificar-se novamente, retornar a SER ABSOLUTO, INCONDICIONADO, LIVRE E ETERNO. Se ele não escapa das ALGEMAS DE MAYA, não destroça com a ESPADA O NÓ GÓRDIO, ele será ADORMECIDO, seduzido novamente pelo Canto de Circe, seu coração PALPITANTE de DESEJO e de AMOR SERÁ TRANSPASSADO DE PONTA A PONTA PELO PUNHAL DO RITO SACRIFICANTE DOS SACERDOTES GOLEN. Esta armadilha já está montada, e nela, a suprafinalidade planificada pelo UNO, sua segunda intenção MACROCÓSMICA, é quase uma REALIDADE. A alocação com a qual
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foi designada a criação, investida, ungida sua obra, é quase uma realidade. A suprafinalidade se aproxima a seu final, e às ENTELÉQUIAS de suas macroestruturas estão em seu tempo final. SUPRAFINALIDADE que levarão ao PRALAYA CÓSMICO, fato que se concretizará quando o último dos BIJAS da cabala acústica de METATRON seja pronunciado, articulado o último SOM CÓSMICO, recitado esse último canto mântrico pelos Serafins Nephilim de Chang Shambalá. Em uníssono, todos os Sacerdotes Golen da Fraternidade Branca emitirão seu mantra OM e tudo será FAGOCITADO, tragado pelo santo bucho do GRANDE DRAGÃO. Por isto, a SABEDORIA HIPERBÓREA denuncia sistematicamente o que ocorrerá, porque ao Demiurgo somente lhe interessa cumprir com suas finalidades, e Ele já não pode deter este fim. A finalidade essencial de sua matriz contida no Ovo Primordial, que estabelece a plasmação do NÃO-CRIADO NO CRIADO, é uma realidade. A EVOLUÇÃO DA MATÉRIA, A PERFEIÇÃO FINAL DE SEUS ASPECTOS ESTRUTURADOS EM SEU LOGOS DIVINO, EM SEU PLANO PENSADO POR ELE E POR SUAS HIERARQUIAS CÓSMICAS, É “QUASE” UMA REALIDADE. Essa é a razão e aí se encontra a verdade: o que a Ele importa é ver-se refletido em suas Três Cabeças, representadas nos Aspectos Amor, Aspecto Beleza e Aspecto Poder, nestas estruturas para poder contemplar-se e regozijar-se a si mesmo. Por isto, a Sabedoria Hiperbórea afirma que estas raças só cumprem com a finalidade macrocósmica, e nem um só indivíduo nelas escapará aos desígnios ônticos depositados pela VOX do Uno. Desígnio que afirma o sacrifício da raça humana ao final dos tempos, quando a ENTELÉQUIA DE SUAS MACROESTRUTURAS se concretize no Mahapralaya. Temos analisado pontualmente, que o Demiurgo e os Siddhas Traidores conseguem evoluir a matéria e desenvolver cultura, reproduzindo o não-criado no criado; mas unicamente quando conseguem COPIAR as ciências noológicas hiperbóreas, tem o poder para concretizar o Plano projetado no princípio, no final dos tempos. Compreendemos que estas artes sublimes se estabeleceram no mundo quando desceram as RAÇAS HIPERBÓREAS. Estes SÍMBOLOS ETERNOS foram incrustados na ordem material pelos Siddhas Leais ao Espírito Eterno de Agartha, com um único fim: reorientar aos HOMENS HIPERBÓREOS À ORIGEM e libertar aos Espíritos Hiperbóreos das garras dos Siddhas Traidores de CHANG SHAMBALÁ. A traição dos Siddhas, e logo em seguida a traição da Raça Branca, de certos povos que se aliaram aos Planos da Fraternidade Branca e seus sacerdotes do Pacto Cultural, transformam em realidade os Planos dos Siddhas Traidores; esta Traição Branca permitiu, logo após anos de poder, copiar e reproduzir as KABALAS HIPERBÓREAS, os mistérios da gnose eterna e das runas não-criadas, concretizar o planejado na ordem criada. Esta dupla TRAIÇÃO, e o ROUBO sistematizado das artes e ciência hiperbóreas ao longo da História, permitiram impulsionar as culturas e as civilizações do Pacto Cultural. A Traição Branca, como a dos povos CELTAS, que se venderam ou extraviaram, ou simplesmente se deixaram conquistar pelos Druídas (sacerdotes sacrificadores), se repetiu várias vezes
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na História; a última foi vítima dos Druídas, dos sinarcas Maçons, os povos anglo-saxões. Somente graças a Traição Branca, os Mitos da Sinarquia Religiosa e seus símbolos sagrados triunfaram em solos HIPERBÓREOS, como na EUROPA. Graças a ação destas raças que se aliaram ao PACTO CULTURAL, estes conseguiram plasmar em suas culturas as ciências que lhe permitiram construir estruturas culturais (igrejas, basílicas, abadias, catedrais) com as quais modificaram o inconsciente coletivo racial de povos espiritualmente hiperbóreos. Assim, lamentavelmente, até as estirpes mais puras são tomadas pelo Pacto Cultural; e o que parecia a morte destas culturas em mãos das RAÇAS HIPERBÓREAS, como a dos ROMANOS e dos VIKINGS, graças a Traição Branca, aos povos do Pacto Cultural e seu Plano de domínio mundial, se recompõem. É importante compreender que estas Raças Brancas, mimetizadas e mescladas suas culturas com os povos do Pacto Cultural, hoje suas macroestruturas RACIAIS E CULTURAIS respondem PERFEITAMENTE às Éticas psicológicas plasmadas no Plano teleológico pensado pelo Uno. Os Livros de Cristal afirmam: o Demiurgo Jehová-Satanás e seus aliados, os Siddhas Traidores de Chang Shambalá, em seu Plano projetaram realizar sua máxima aspiração teleológica: ENTELEQUIAR AS TRÊS CABEÇAS DO DRAGÃO OU SEUS TRÊS ASPECTOS SERPENTE. O Demiurgo aspira, para seu regozijo total, ver-se a SI MESMO ao final de sua criação, dos tempos, refletido na PERFEIÇÃO FINAL contida no SELO TIPHERETH. PARA O ANCIÃO DOS DIAS, TUDO PODE SER SACRIFICADO NO TABERNÁCULO DA DOR, E AS RAÇAS ESCRAVAS AO SIGNO DA DOR, SERVEM EM FUNÇÃO DE SUAS ESTRATÉGIAS. TODAS SÃO SACRIFICÁVEIS, INCLUSIVE SUAS RAÇAS ELEITAS, PORQUE O FIM É ENTELEQUIAR SUA CRIAÇÃO E SUAS ESTIRPES ELEITAS, SEUS SACERDOTES GOLEN QUE PORTAM O SIGNO DELE EM SUAS FACES. Unicamente não estão designadas a este final, as Raças HIPERBÓREAS NÓRDICAS arianas indo-européias, que desceram no começo da IDADE DO FERRO, penetrando na criação, no Mundo de Ilusão, com a RECORDAÇÃO VIVA DA ORIGEM GRAVADA NO FOGO FRIO DE SEU SANGUE PURO HIPERBÓREO. Isto se deve, a que pela graça divina da VIRGEM DE AGARTHA e das DEUSAS HIPERBÓREAS, que com eles desceram para combater o cativeiro do Espírito Eterno, nossas Deusas, plasmaram nas MULHERES HIPERBÓREAS, em seu sangue puro, a RECORDAÇÃO, a MINNE, o Mistério da Origem do GRAL em seus Espíritos Eternos. Isto é assim, porque no começo, no INSTANTE/ORIGEM da descida (queda), suas camaradas eternas tinham o olhar no INFINITO. Por isto, sempre em uma Estratégia Hiperbórea está presente a Vraya, a Dama Hiperbórea, incentivando com sua Mística, sua

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nobreza espiritual, aos Guerreiros Sábios a combater, a lutar, resistir até o final, dar tudo pela libertação espiritual. As mitologias assim o recordam, por isto, os Deuses e as Deusas, espiritualmente desde a Origem, incentivam aos viryas a despertar, a recuperar sua Minne, a buscar sua libertação, porque eles compreendem que é agora ou nunca, já que os tempos finais estão por acontecer. Os Livros de Cristal de Agartha sustentam que esta RECORDAÇÃO permitiu às Raças Hiperbóreas, em sua descida/queda, evadir um ASPECTO da Kalachakra, evitando a amnésia total, a perda da Origem, mistério que somente compreende o Duplo Iniciado Hiperbóreo, o Virya Berserkr. Esta graça se deve as Deusas Hiperbóreas. Hoje isso se reflete nas Damas Hiperbóreas, nelas destilam a Ética noológica, e isto é o que elas transferem aos Guerreiros Hiperbóreos. O Mistério do Eterno permanece sempre presente no Espírito da Dama Hiperbórea, em sua infinita graça; em seus rostos, em seus olhos, palpita a imagem das Deusas Hiperbóreas, da VIRGEM DE AGARTHA. Os Espíritos femininos nos orientam ao despertar, afirma no Espírito do virya a eterna busca da liberdade. Retornando, o Demiurgo em seu Plano, contempla em seu fim a FINALIDADE ENTELEQUIAL DAS MACROESTRUTURAS, e com ela a noite cósmica, o Pralaya, o fim de sua criação. Em seu ser macrocósmico está depositado em seu “ser em si”, o “ser para Deus”, que tem como finalidade entelequial reproduzir a Ele e sua perfeição, em sua criação. Perfeição representada em seus Três Aspectos ou Rostos: Amor, Beleza e Poder, contidos em seus 50 bijas e 10 arquétipos microcósmicos. No “ser em si” está o conteúdo de sua criação, sua evolução, seu objetivo final macrocósmico está no “ser para DEUS”, este desígnio final propõe chegar à PERFEIÇÃO FINAL E A CULMINAÇÃO ENTELEQUIAL dos Três Aspectos serpentinos do DRAGÃO. Quer dizer, em cada MACROESTRUTURA, a concretização de seu “SER EM SI” está determinada pelo “SER PARA DEUS”, e este varia de acordo ao objetivo final que tem traçado os Siddhas Traidores para as macroestruturas que sustentam as raças do Uno. Cada RAÇA tem em si mesma uma designação ou “ser para Deus”, uma missão assinalada no mundo, diferenciada entre uma raça e outra. O único que interessa ao Demiurgo e aos SIDDHAS TRAIDORES, é que estas raças cumpram o objetivo, a meta instituída racial e culturalmente em seu PLANO. Eles perseguem que estas macroestruturas raciais e culturais cumpram seus objetivos e levem as CABEÇAS DO DRAGÃO À SUA ENTELÉQUIA FINAL. A Primeira Cabeça do Dragão está representada pelo Aspecto Amor (pertencem as raças de suas línguas SAGRADAS, o sânscrito e o hebraico), tem a suprafinalidade essencial de levar a seus SACERDOTES GOLEN A DAR O GRANDE SALTO E CONSEGUIR QUE SEJAM INICIADOS SINARCAS.

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A Segunda Cabeça do Dragão está representada pelo Aspecto Beleza, o qual foi incorporado a sua criação com a emergência do mundo criado, deste espaço de criação, da Ilusão. Devemos compreender que neste MUNDO de Ilusão, onde se conforma a REALIDADE CONCRETA, o Demiurgo copia e recria do não-criado, o criado. Mas sua primeira manifestação é reproduzir um campo gnosiológico onde Ele desencadeia a ciência arquetípica da Kalachakra; de tal maneira, que deve imitar e copiar o primeiro princípio não-criado: reproduzir arquetipicamente a matéria eterna, incorruptível do Incognoscível, QUER DIZER, IMITAR ALGO SIMILAR A SI MESMO, MAS CRIADO POR SI MESMO; por isto, o primeiro que emerge é o AKASHA e sua matéria gravis (átomo gravis, estudado por Felipe Moyano no Tomo I dos Fundamentos). Sobre eles, o Demiurgo projeta a Kalachakra, e a criação emerge com o Aspecto SABEDORIA (Hokmah), com o qual pensa os entes, e com o Aspecto INTELIGÊNCIA (Binah), com o qual concretiza a criação dos entes pensados. Depois o Aspecto BELEZA (Tiphereth) unido com o Aspecto GRAÇA (Hesed) e o Aspecto RIGOR (Din) formam a tríade produtora dos entes criados. Em Tiphereth as formas ganham a perfeição da Beleza Suprema e se concretizam arquetipicamente. Em Tiphereth tudo é Beleza e tende ao perfeito, porque a Sabedoria Hockmah das coisas pensadas perfeitas e a Inteligência Binah de sua conceituação, produzidas pela Graça Hosed e ajustada pelo Rigor Din, brilham em Tiphereth. Tiphereth é o assento do fogo quente, o amor da Grande Mãe Binah pela criação, porque nela está representada sua finalidade, a perfeição final no Malkuth. ALÍ RESIDE A AMBIÇÃO DESTE CRIADOR: DAR-LHE CONTEÚDO, SENTIDO A SEU VAZIO, PORQUE O COSMO É UM GRANDE VAZIO COMO TODA A MENTIRA e para isto, Ele cria TIPHERETH, o Aspecto Beleza. Com TIPHERETH recarrega o vazio com o tempo que se manifesta na Sabedoria, no primeiro ato, que é a Consciência do Uno, Yod, o ponto indiscernível; emana assim a criação e o MUNDO CRIADO, com ela está a Mãe Binah, sustentando com seu Aspecto Amor o continente de entes naturais.

Sempre se repetindo ao extremo, em cada ente, constantemente os Três Aspectos do UNO: Inteligência, Sabedoria e Consciência; sustentado tudo pelo seu Aspecto Amor, Aspecto Beleza e Aspecto Poder.
Agora ao seu mundo faltava o Espírito, um ser que contivesse e reproduzisse na sua criação o não-criado, um ser que impulsionara sua criação á perfeição final. Esse ser devia reproduzir seus Aspectos, representados em suas sete cabeças e seus dez chifres, ao desígnio caracol e ao desígnio serpente. Assim emergiu a vida, esta chega com os sete reinos e as espécies, e com elas o PASÚ, uma espécie diferenciada, a RAÇA HUMANA. Com ele, surge a humanidade, as raças e o aprisionamento do Espírito. Cada raça presa neste Mundo de Ilusão porta, pela ação da Kalachakra, um desígnio, e em uma delas seu máximo desígnio, seu Aspecto Beleza. Indubitavelmente, este Aspecto não estava nas raças que portavam o desígnio PASÚ, nas raças primitivas evoluídas do Hominídeo, do animal homem. Eles viam evoluindo através dos reinos, e sua espécie racial não tinha seu “ser em si”, este Aspecto Beleza (as raças das línguas sagradas não
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portam este Aspecto Beleza porque vieram da evolução material; elas portam o desígnio animal em sua ontologia, sua composição filogenética estava estruturada com as matrizes evolutivas do desígnio). Por isto, os Siddhas decidem encarnar este Aspecto na cultura, na macroestrutura cultural de uma raça, não em uma raça. Isto deve ficar bem entendido: si se encarnasse este Aspecto em uma raça PURA, como a INDOEUROPÉIAS, que já o portam em si mesma, esta recordaria e se libertaria. Isto aconteceu várias vezes na História, as Raças Hiperbóreas se libertaram graças às Deusas ou Valquírias que, com sua beleza sublime, permitiram que estas raças espirituais voltassem a recordar sua origem não-criada, isto desencadeou Estratégias de libertação racial em diversas épocas da história, tema que tratamos no primeiro texto: O MISTÉRIO DA CASA DE TURDES. O Demiurgo, O Uno, e os Siddhas Traidores não iam permitir que isto acontecesse outra vez, e menos ainda neste tempo atual, depois dos fatos ocorridos com a vinda de Navutan e sua ação de guerra ocorrida na Segunda Guerra Mundial, de modo que transferem a Segunda Cabeça do Dragão, o desígnio Beleza, às macroestruturas culturais dos povos da Traição Branca. Nelas, Ele reproduzirá este Aspecto Beleza, e para isto, utilizaria as raças “quase” não-criadas e suas culturas, algumas milenares, e as raças da Traição Branca, agora caídas, traidoras, para cumprir sua finalidade: entelequiar o Aspecto Beleza em suas macroestruturas culturais. Os Livros de CRISTAL afirmam: a Primeira cabeça do DRAGÃO está determinada pelo Aspecto Amor, representado pelo seu sangue sagrado, seus SACERDOTES GOLEN. A Segunda Cabeça do DRAGÃO é o Aspecto Beleza, este se acha nas macroestruturas naturais, mas tem especial significação nas MACROESTRUTURAS CULTURAIS. A Terceira Cabeça do DRAGÃO é o Aspecto Poder, sobre este Arquétipo se acha edificada a superestrutura cultural macrocósmica, e portam este Aspecto as RAÇAS DA TRAIÇÃO BRANCA, mas seu poder depende dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. No Aspecto Poder está a raiz da Traição Branca. ESTAS RAÇAS BRANCAS CAÍDAS o adquirem pelo Pacto Cultural com os SIDDHAS TRAIDORES, especificamente com a Fraternidade Branca Universal de Chang Shambalá. As raças traidoras, suas castas sacerdotais, selam o trato com o qual aceitam modificar, apagar de sua cultura externa os Símbolos Eternos, afirmando definitivamente em suas macroestruturas culturais, os símbolos sagrados dos Siddhas Traidores; adotando sua simbologia Semiótica, sobrepõe ao Signo da Origem, com o Signo Sagrado do Pasú, a ESPIRAL, o LABIRINTO da DOR, o SIGNO DA DOR. Desde então, estas raças da Traição Branca portam os DESÍGNIOS ÔNTICOS demiúrgicos, sofrem da perda da origem e da confusão estratégica, se afirmam no “FINITO” arquetípico do demiurgo, confundindo, por estarem perdidos, tal referência com a ORIGEM. Tal confusão é possível porque os Siddhas Traidores apagaram nestas raças o Signo da Origem e a recordação, em seu sangue, da origem, modificação que permitiu alterar a VISÃO da ETERNIDADE DA ORIGEM, sobrepondo-se à visão do “PARAÍSO CELESTIAL”, dos “CÉUS” DE CHANG SHAMBALÁ. Este esquecimento é uma traição eterna e estas Raças Brancas já não cumpririam a missão espiritual de libertar ao Espírito cativo. Ao contrário, cumpririam ao pé da letra o
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assinalado pelos Siddhas Traidores e suas macroestruturas culturais refletiram o Aspecto Beleza e o Aspecto Poder, construíram com sua ação colocadora de sentido no mundo criado, o “paraíso terreno”, a terra prometida por Jehová-Satanás. Graças a concessão do Aspecto Poder, estas raças traíram e se aliaram ao Pacto Cultural, reproduzem, a similaridade da origem, no Labirinto do Horror, o “paraíso terreno”, distanciando-se definitivamente estas raças da possibilidade da libertação, ficando eternamente presas no labirinto de Maya, na ILUSÃO da criação. As raças da Traição Branca hoje têm o domínio mundial, construíram no Mundo da Dor a ilusão do “paraíso”, na realidade, o mundo real que animam o Demiurgo e os Siddhas Traidores, criação da qual somente participa de seus frutos, a raça eleita do Demiurgo e seus Sacerdotes Golen. Estas raças criadoras de cultura traíram, se vendem aos Siddhas Traidores e se estruturam suas macroestruturas culturais sob o poder da Kalachakra. Assim, estas raças e suas nações, suas culturas compostas por suas macroestruturas culturais, portam o selo de Tiphereth, são enteléquias vivas. É aqui onde o Demiurgo e os Siddhas Traidores plasmam seu Aspecto Beleza, e através do ASPECTO AMOR, distribuído em suas raças sagradas, O Uno se admira e se regozija de si mesmo. Estas raças pertencentes à Traição Branca, suas macroestruturas, cumprem perfeitamente o Plano delineado sobre elas pelos Siddhas Traidores, e não lhes importa nem ao Demiurgo, nem aos Siddhas de Chang Shambalá, o ser humano, somente lhes interessa a perfeição de suas culturas. Por isto, seu Aspecto Beleza está projetado sobre suas macroestruturas culturais; suas tecnologias, suas ciências (não na arte, porque este registro atualiza um signo noológico), etc., etc., marcham à enteléquia final. Em resumo, Ele realiza seu “ser para Deus” imposto nestas raças, ao encarnar o Aspecto Beleza em suas macroestruturas culturais, objetivo e concretização; eles conseguem plasmar o “paraíso terreno”, entelequiar a criação cultural à sua máxima expressão arquetípica, expressão que se assimila à Origem, que afirma o LABIRINTO EXTERIOR por sobre o labirinto interior, apagando definitivamente da face da Terra, o Signo da Origem e as runas não-criadas. Na Terceira Cabeça do Dragão, representado em seu Aspecto Poder, se acha um segredo que somente pode compreender o INICIADO HIPERBÓREO da ORDEM DOS CAVALEIROS TIRODAL DE AMÉRICA E ESPANHA. Este Dragão, tripartido em Três Cabeças, representa cada uma delas um Aspecto da criação e de seu criador; nelas está disposto em sua perfeição, o fim da criação. Mas para que isto aconteça, devem chegar seus Três Aspectos às suas perfeições finais; e é o Aspecto Poder o mais significativo para O UNO e os SIDDHAS TRAIDORES. Dele dependem especificamente as enteléquias de suas Três Cabeças e ali se acha o Grande Engano dos Siddhas Traidores.

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O engano funda-se em que o que maneja o Aspecto Poder têm em suas mãos TIPHERETH, o poder da KALACHAKRA, e quem domine TIPHERETH, pode substituir aos Siddhas Traidores, destituí-los e aliar-se com o Criador ou inimizar-se definitivamente (este mistério é o mais profundo da ciência psicossocial hiperbórea; somente o compreende o Virya Berserkr).
Esta é a realidade: a raça que consiga consolidar os Três Aspectos das cabeças do Dragão, em si mesma, pode ser igual ao Dragão e manejar a criação; mas isto jamais acontecerá, porque o Aspecto Poder e Tiphereth o manejam diretamente os Siddhas Traidores de Chang Shambalá. O mistério baseia-se em que eles operam sempre no mundo através de uma raça, seja a raça do Povo Eleito ou as raças de povos da Traição Branca. Isto se deve a que eles não podem estar no mundo por um motivo específico: os Siddhas Traidores para descer a criação, devem encarnar e podem ser facilmente eliminados. Por essa razão, eles somente se manifestam aos Sacerdotes Golen da Fraternidade Branca, e seu Plano se cumpre porque estas raças traidoras se subordinaram, obedecem cegamente à casta sacerdotal do Pacto Cultural.

O único povo que pode portar os Três Aspectos do UNO em si mesmo, é um povo da Traição Branca que está dirigido pelos Sacerdotes Golen e o Povo Eleito de Jehová-Satanás. Este povo está representado no décimo Sephirot, Malhouth, o Reino de Adonai Melekh, será uma raça branca (quiçá a amarela é a mais factível no futuro) em particular a que herde a coroa mística, a qual compartilhará com a raça eleita de Jehová-Satanás. Na enteléquia do Aspecto Poder, o Reino do UNO será concretizado na terra, quando a Shekhinah, esposa mística (representada em seus Três Aspectos entelequiados) de Yahvé, se manifeste no Povo Eleito mesclado com a raça da Traição Branca e desça o Reino do Messiah, Metratron, a consumar seu final, a culminar sua obra. A enteléquia de seus Três Aspectos na criação revestirá à mesma de forma feminina, de tal maneira que Malhouth, sua criação, será a imagem da Shekhinah, e Ele refletido Nela dará fim a seu ciclo, produzindo esta ação de Amor, o Pralaya macrocósmico, o final onde tudo será fagocitado pelo santo bucho do Dragão. Os HERÓIS que tenham presente em seu SANGUE o SÍMBOLO DA ORIGEM, são HOMENS DE PEDRA e mais além do FINAL, estes GUERREIROS SÁBIOS do ETERNO cheios de ÊNTASE VRIL, eternamente são livres na ORIGEM.
É importante compreender que os Demônios de Chang Shambalá não pretendem consumar este final, porque isto significaria sua destruição; por isto, vão transferindo este Poder de acordo a suas conveniências estratégicas. Foram participantes do Aspecto Poder através da História vários povos do Pacto Cultural, mas somente os povos da Traição Branca exerceram este Aspecto. Isto é muito simples de compreender, os povos do Pacto
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Cultural não podem possuir este Poder, porque eles não tem em seu sangue um Espírito guerreiro, são almas criadas, projeções do Uno, de seus mundos criados, não tem um Eu Eterno, somente participa deles um ser psicológico, participante da ilusão. Este Aspecto Poder do Uno, até que chegue o Governo Mundial do Povo Eleito, SOMENTE O PODEM ENCARNAR AS RAÇAS QUE TENHAM ESSA CONDIÇÃO, COMO AS RAÇAS DA TRAIÇÃO BRANCA. O interessante de destacar, é que o Aspecto Poder o encarna a Raça, e seu Aspecto Beleza sua macroestrutura cultural, quer dizer, a Raça que porta este Aspecto pode chegar a dominar o selo Tiphereth e operar seus três desígnios. Por isto, estes Aspectos, jamais estiveram seus Arquétipos macrocósmicos, em uma só raça, sempre estive um Aspecto em uma raça ou povo, e o outro em outra raça, geralmente raças e povos, que se bem são parte do Pacto Cultural, são antagônicas. Unicamente o Aspecto Amor sempre permanece depositado em um mesmo plano arquetípico, o dominam os SACERDOTES da casta sacerdotal, não importa a que cultura pertençam, eles sempre, mais além da raça ou cultura, são SACERDOTES, e é a casta SACERDOTAL a herdeira do Dragão; ela sustenta com seu coração palpitante cheio de dor o Aspecto Amor no mundo. Na realidade atual, os Três Aspectos serpentinos do Dragão podem ser unificados, reunidos em uma única macroestrutura racial e cultural. Esta possibilidade real de que Tiphereth se reunifique sob o PODER de uma raça, uma nação da Traição Branca no mundo, é factível. Hoje é possível nesta realidade, e se isto ocorre, seria o princípio do fim. Se as Três Cabeças do Dragão se entelequiarem, se pronunciaria o último som da criação, ele que leva o desígnio de sua destruição. Isto é um drama para os Siddhas Traidores, porque a realidade indica que neste tempo atual, tudo está “quase” muito próximo das enteléquias. Os Estados Unidos da América é o povo herdeiro representante da Traição Branca, aliado incondicional do Povo Eleito do Uno, tem em si mesmo esta possibilidade. Sua macroestrutura racial e cultural encaixa perfeitamente nos Planos dos Siddhas Traidores de Chang Shambalá. É neste espaço de significação cultural onde se unificam perfeitamente estes três planos/espaços arquetípicos, Aspectos do Uno: seus Sacerdotes druídas levitas sustentam o Aspecto Amor, possuem uma superestrutura cultural que tende à enteléquia na qual se manifesta seu Aspecto Beleza, e é uma raça guerreira cuja potência econômica, científica e militar encarna perfeitamente o Aspecto Poder. A raça anglo-saxônica e suas nações traíram as raças do Pacto de Sangue, e comandadas pelos sacerdotes Golen e sua raça eleita, portam estas Três Cabeças do Dragão. Esta macroestrutura leva ao perigo de entelequiar definitivamente as macroestruturas ônticas do macrocosmo, seu “ser em si”, “ser para o homem” e seu “ser para Deus”, com o qual se daria início ao PRALAYA CÓSMICO. É neste ponto da História onde os Demônios, os Siddhas Traidores, intervêm (já o estão fazendo), a eles não lhes interessa a destruição da criação; e o Demiurgo por mais que tenha designado sua destruição, esta só é possível se chegam, concretizam as enteléquias de seus Três Aspectos macrocósmico. Os Siddhas Traidores jamais o permitirão, porque isto significaria perder sua imortalidade dentro do Mundo da Ilusão; se desintegrariam junto com toda a criação ao final do Pralaya Cósmico. Por isto, os Siddhas
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Traidores sempre têm sem suas mãos o Aspecto Poder, eles são os donos de Tiphereth e da Chave Kalachakra. Eles nunca entregam todo o Aspecto Poder, e quando vêem ameaçado seu Poder, automaticamente transferem esta Cabeça do Dragão, esta serpente, a outra macroestrutura, a qual está letárgica e é contrária, oposta à anterior no racial e no cultural. Com esta ação conseguiriam recarregar novamente o tempo e a criação. Isto deve ficar claro: apesar de que os Siddhas Traidores tenham que trabalhar para a concretização do Governo Mundial, eles fazem com que este caminho seja o mais indireto possível, que se demore o máximo possível; trabalham de forma que o sionismo e a raça eleita da Traição Branca tenham o poder em quase sua totalidade, mas não totalmente. Vão evitando, retardando, recarregando o tempo, evitando as enteléquias das macroestruturas o máximo que possam, porque se isto ocorre significaria o Mahapralaya. AFIRMA A SABEDORIA HIPERBÓREA: ESTE TRIPLO ROSTO, ESTAS TRÊS SERPENTES UNIFICADAS, UNIDAS ENTRE SI, FORMAM A CABEÇA DO DRAGÃO. OS SIDDHAS TRAIDORES TÊM O PODER PARA RECARREGAR ARQUETIPICAMENTE COM A CHAVE KALACHAKRA A CRIAÇÃO E EVITAR SUA DESTRUIÇÃO. Por isto, quando uma macroestrutura tem um Aspecto, e outra, que é a antítese da mesma, tem em seu poder ao outro Aspecto da Kalachakra, geralmente se produz uma síntese, a qual leva a uma guerra entre macroestruturas demiúrgicas. ESTAS ANTÍTESES ONTOLÓGICAS MACROCÓSMICAS SÃO A MÃE DE TODAS AS GUERRAS E CONFLITOS ENTRE MACROESTUTURAS ARQUETÍPICAS, COM O ÚNICO FIM DE POSSUIR ESTES ARQUÉTIPOS DA KALACHAKRA; PORQUE O QUE OBTENHA ESTES TRÊS SELOS DOMINA MALKUTH, O MUNDO FÍSICO, O PLANETA TERRA. Mas isto é simplesmente ilusão para estas raças e culturas, PORQUE ESTE ASPECTO É PODER DOS SIDDHAS DE CHANG SHAMBALÁ. ELES SÃO OS ÚNICOS DONOS DO MUNDO, E A RAÇA QUE OSTENTA ESTE PODER ESTÁ DETERMINADA ARQUETIPICAMENTE PELA VONTADE DESTES DEMÔNIOS. SI SE REBELAM AOS SEUS PLANOS E DESOBEDECEM AOS SIDDHAS TRAIDORES E PRETENDEM SER DONOS DE MALKUTH, OS SERAFINS NEPHILINS NÃO HESITARÃO EM DESTRUÍ-LA. UNICAMENTE AS RAÇAS HIPERBÓREAS, DIRIGIDAS A PARTIR DE AGARTHA PELOS DEUSES LEAIS AO ESPÍRITO ETERNO, PODEM DESAFIAR AOS DEMÔNIOS. AS RAÇAS HIPERBÓREAS VÁRIAS VEZES NA HISTÓRIA PUDERAM TOMAR ESTE PODER, SE FAZER DONO DESTE MISTÉRIO E CONCRETIZARAM COM ISTO ESTRATÉGIAS DE LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL. AÇÕES DIRIGIDAS PELOS SIDDHAS DE AGARTHA, E QUE SE ESTRUTURARAM NAS RAÇAS HIPERBÓREAS, PERSEGUINDO COMO ÚNICO FIM A LIBERTAÇÃO ESPIRITUAL.

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A MURALHA ATLANTE-MEDITERRÂNEA
A Estratégia dos Siddhas de Agartha se instituiu em um bastião racial e cultural que tem ainda vigência, esta se denomina a Muralha Atlante-mediterrânea. Estava construída pelos povos do Pacto de Sangue e os Atlantes Brancos, e tinham uma missão: destruir o deter as Estratégias dos Atlantes Morenos e dos povos do Pacto Cultural. Especificamente, teve seu início na descida das raças indo-européias e sua ação estratégica tinha uma missão definida: deter os avanços dos povos do Pacto Cultural e seus Planos de domínio mundial. Os Siddhas Traidores de Chang Shambalá tinham um Plano bem delineado: primeiro, penetrar nas culturas das Raças Hiperbóreas do PACTO DE SANGUE, destruir seus SÍMBOLOS ETERNOS e apagar definitivamente as RUNAS da face da Terra; segundo, modificar as culturas hiperbóreas, debilitá-las, e implantar em suas psicologias coletivas os símbolos sagrados do PACTO CULTURAL, impondo as religiões monoteístas (judaísmo, cristianismo e islamismo), uma filosofia panteísta e uma ciência materialista. Esta ação de guerra cultural é parte de um Plano perfeitamente delineado pelos Siddhas Traidores, cuja finalidade era e é: levar ao poder um Governo Mundial dirigido pelos Sacerdotes Golen da Fraternidade Branca Universal. O mesmo não teve êxito, foi retardado, rechaçado pela frente de resistência que emergiu no mundo: os Siddhas Leais de Agartha. Eles implementaram com as raças nórdicas, arianas, indo-européias, a Estratégia denominada Muralha Atlante-mediterrânea. Estas raças puras de estirpe régia e guerreira ocuparam todas as frentes de guerra em todo o Mediterrâneo, ação de resistência que permitiu deter a penetração na Europa dos povos do Pacto Cultural por mais de mil anos. Ocuparam estas raças herdeiras dos Atlantes Brancos, toda a Europa, desde as Ilhas Britânicas até a Península Ibérica, desde a Península Escandinava até a Grécia e Itália mediterrâneas. Estes povos descendentes dos arianos hiperbóreos nórdicos (pelasgos, aqueus, dórios, jônios, etruscos, lígures, tartessos, romanos) constituíram uma muralha espiritual que cercou a Europa dos mitos do Pacto Cultural. Suas culturas estavam amparadas nas tradições do mistério do Sangue e Solo, em uma Ética cavalheiresca aristocrática guerreira. Posteriormente, na segunda onda, as estirpes arianas indo-germânicas (godos, visigodos, ostrogodos, alanos, normandos, vikings, anglos, etc.) resistiram valentemente durante anos às invasões dos povos semíticos orientais, permitindo desenvolver brilhantes Estratégias Hiperbóreas, que em algumas ocasiões foram suficientemente fortes, que retardaram ou puseram em apuros os povos do Pacto Cultural. A Roma Imperial foi a maior ação de guerra de nossos camaradas de Agartha, permanecendo por mais de mil anos em pleno domínio da Europa Hiperbórea, assistindo em ajuda à seus povos camaradas, ou vingando-se impiedosamente dos povos do Pacto Cultural que conseguiram destruir civilizações hiperbóreas. Por exemplo, Alexandre Magno, 300 anos a.C., havia destruído e conquistado todos os povos do Pacto Cultural e destruiu o Império Persa (povo de origem indo-iraniano que traiu e se pôs a serviço do Pacto Cultural). Especialmente avassaladora foi a destruição das cidades de Tiro e Persépolis, simplesmente pelos persas, nas Guerras Médicas, terem ultrajado a sagrada cidade de ATENAS e profanado o sagrado templo hiperbóreo, O Partenon. O
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mesmo procedeu a Roma Imperial contra Cartago, os romanos destruíram os fenícios, cartagineses, povos do Pacto Cultural guiado pelos Sacerdotes Golen nas Guerras Púnicas. Roma não perdoou a destruição que fizeram os fenícios da magnífica cultura hiperbórea e primeiro povo aliado aos Atlantes Brancos: OS TARTESSOS. Uma ação de guerra no Terceiro Reich, liderada pelo Galhardo Senhor da Guerra, denominou exatamente igual a sua Estratégia: A MURALHA DO ATLÂNTICO. ESTA DENOMINAÇÃO SE DEVEU À AÇÃO DE GUERRA QUE MIL ANOS ATRÁS HAVIAM DESENCADEADO AS RAÇAS DO PACTO DE HONRA E LEALDADE AOS SIDDHAS DE AGARTHA. ESTE PONDO É DE REFLEXÃO E OS VIRYAS DEVEM ESCLARECER ESTA PARTE DA HISTÓRIA. A MESMA SE DESENVOLVERÁ DETALHADAMENTE NO TOMO III DOS LIVROS DE CRISTAL E A HISTÓRIA DAS ESTRATÉGIAS DOS DEUSES ETERNOS NO MUNDO DA ILUSÃO. O VIRYA BERSERKR DUPLO INICIADO HIPERBÓREO EM SUA TERCEIRA INSTÂNCIA INICIÁTICA SE ENFRENTA ANTE A ELEIÇÃO DE SEGUIR SUA LUTA NA MATÉRIA COMO VIRYA BERSERKR E FAZER POSSÍVEL O FIM DA HISTÓRIA OU TRANSMUTAR-SE EM UM SIDDHA BERSERKR E SOMAR-SE ÀS HOSTES DE KRISTOS-LÚCIFER ESPERANDO EM AGARTHA A BATALHA FINAL.

SAUDAÇÕES ETERNAS, VONTADE VALOR VITÓRIA

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