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Revisão Geral UFC UECE

Revisão Geral UFC UECE

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06/18/2014

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TC DE MATEMÁTI CA (REVI SÃO) / 3ª SÉRI E E EXTENSI VO

PROFESSOR
Fabr íci o Mai a


ALUNO(A): Nº
TURMA: TURNO: DATA: / /
COLÉGIO:


OSG 5928/05


Ari Duque de Caxias Ari Washington Soares Ari Aldeota
Da 7ª Série ao Pré-Vestibular Sede Hildete de Sá Cavalcante (do Maternal ao Pré-Vestibular) Rua Monsenhor Catão, 1655
Av. Duque de Caxias, 519 - Centro - Fone: (85) 3255.2900 Av. Washington Soares, 3737 - Edson Queiroz - Fone: (85) 3477.2000 (Início das Aulas: 2007)
(Praça do Carmo) Clubinho do Ari - Av. Edílson Brasil Soares, 525 - Fone:(85) 3278.4264

1. Os val ores de b para os quai s a parábol a y = x
2
+ bx tem
um úni co ponto em comum com a reta y = x —1 são:
a) —1 e 3 d) 0 e —1
b) —1 e 2 e) 0 e 2
c) —3 e —1

SOLUÇÃO:
Temos:
¦
¹
¦
´
¦
− =
+ =
1 x y
bx x y
2

Comparando:
x
2
+ bx = x —1
x
2
+ (b —1)x + 1 = 0
Como as equações têm um úni co ponto comum, então:
∆ = 0
(b —1)
2
—4.1.1 = 0
(b —1)
2
= 4
Daí,

b —1 = 2 → b = 3 ou b —1 = —2 → b = —1

Resp.: A

2. Se f(x) = 4
x+1
e g(x) = 4
x
, a sol ução da i nequação f(x) > g(2 —x)
é:
a) x > 0 d) x > 1,5
b) x > 0,5 e) x > 2
c) x > 1

SOLUÇÃO:
Temos:
f(x) > g(2 —x)
4
x+1
> 4
2—x

(base > 1)
Daí,
x + 1 > 2 —x

2x > 1 →
2
1
x >

Resp.: B

3. l og50 + l og40 + l og20 + l og2,5 é i gual a:
a) 1 d) 10
b) 3 e) 1000
c) 5

SOLUÇÃO:
Lembre:

c . b
a
c
a
b
a
l og l og l og = +
Temos:
l og50 + l og40 + l og20 + l og2,5 = l og 100000 = l og 10
5
= 5

soma = 5

Resp.: C
4. Uti l i zando-se a tabel a abai xo,

N l og N

9 0,95
11 1,04
13 1,11
15 1,18
17 1,23
... ...
371.293 5,55

concl ui -se que
5
293 . 371 é i gual a:
a) 11 d) 15
b) 13 e) 17
c) 14

SOLUÇÃO:
Tomando:
n =
5
293 . 371
Daí,
l og n = l og
5
293 . 371
l og n = l og
5
1
293 371
l og n = 293 . 371 l og .
5
1
(vej a tabel a)
l og n = 55 , 5 .
5
1

Log n = 1,11 (vej a tabel a)
Logo:


Resp.: B

5. O número de pontos de i nterseção dos gráfi cos de y = 3 l ogx
e de y = l og 9x, sendo x > 0, é:
a) 0 d) 3
b) 1 e) 4
c) 2

SOLUÇÃO:
Temos
¹
´
¦
=
=
x 9 l og y
x l og . 3 y

Comparando:
3.l og x = l og 9x
l og x
3
= l og 9x
Daí,
x
3
= 9x
x
3
—9x = 0
x(x
2
—9) = 0
x = 0 (n.s) ou x
2
—9 = 0 → ou x = —3(n.s)
Resp.: B
n = 13

x = 3

Sabemos:
f(x) =
x
a
l og
(x > 0 e 0 < a ≠ 1)
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
2
6. A equação 1
5
2 k
3
1 k
2
1 k
=
|
|
.
|

\
| +
|
|
.
|

\
| +
+
|
|
.
|

\
| +

a) não admi te sol uções.
b) admi te uma sol ução entre 1 e 5.
c) admi te uma sol ução entre 5 e 12.
d) admi te uma sol ução entre 12 e 20.
e) admi te uma sol ução mai or que 20.

SOLUÇÃO:

Lembre:


|
|
.
|

\
|
+
+
=
|
|
.
|

\
|
+
+
|
|
.
|

\
|
1 p
1 n
1 p
n
p
n


Daí

|
|
.
|

\
| +
=
|
|
.
|

\
| +
+
|
|
.
|

\
| +
3
2 k
3
1 k
2
1 k

Substi tui ndo:
1
5
2 k
3
2 k
=
|
|
.
|

\
| +
|
|
.
|

\
| +



|
|
.
|

\
| +
=
|
|
.
|

\
| +
5
2 k
3
2 k


Logo:
3 + 5 = k + 2 →

Resp.: C

7. A soma dos coeficientes do desenvolvimento de (1 + x
2
—x
3
)
9
é:
a) —1 d) 3
b) 2 e) 4
c) 1

SOLUÇÃO:
Sabemos:
Se p(x) = a
n
x
n
+ a
n—1
x
n—1
+ ... + a
1
x + a
0
, com a
n
≠ 0. A soma
dos coefi ci entes do pol i nômi o é dada por p(1).
Assi m:
A soma dos coefi ci entes de (1 + x
2
—x
3
)
9
é dada por:
S
coef.
= (1 + 1
2
—1
3
)
9
= (1 + 1 —1)
9
= 1
Resp.: C

8. Encont r e o coef i ci ent e de x
2
no desenvol vi ment o de
(x
2
+ 2x + 1)
4
.

SOLUÇÃO:

Lembre:
Termo geral

p p n
1 p
b . a .
p
n
T

+
|
|
.
|

\
|
=

Temos:
(x
2
+ 2x + 1)
4
= [ (x + 1)
2
]
4
= (x + 1)
8

Termo geral

p p 8
1 p
1 . x .
p
8
T

+
|
|
.
|

\
|
=
Queremos:
8 —p = 2 → p = 6
Daí,
T
7
=
2 6 2
x 28 1 . x .
6
8
=
|
|
.
|

\
|

Resp.: 28

9. Cal cul e n sabendo que
191 . 8
n
n
...
3
n
2
n
1
n
=
|
|
.
|

\
|
+ +
|
|
.
|

\
|
+
|
|
.
|

\
|
+
|
|
.
|

\
|


SOLUÇÃO:

Lembre:

n
2
n
n
...
2
n
1
n
0
n
=
|
|
.
|

\
|
+ +
|
|
.
|

\
|
+
|
|
.
|

\
|
+
|
|
.
|

\
|


Daí
191 . 8
n
n
...
2
n
1
n
=
|
|
.
|

\
|
+ +
|
|
.
|

\
|
+
|
|
.
|

\
|



|
|
.
|

\
|

0
n
2
n

Agora:
191 . 8
0
n
2
n
=
|
|
.
|

\
|

2
n
—1 = 8.191
2
n
= 8.192

2
n
= 2
13


Resp.: 13

10. O número total de pares (x, y) que sati sfazem a equação
(x
2
+ y
2
—1)
2
+ (xy)
2
= 0 é:
a) i nfi ni to d) 2
b) 0 e) 4
c) 1

SOLUÇÃO:

Se a, b ∈ IR e n é par, então:
a
n
+ b
n
= 0 ↔ a = b = 0

Temos:
(x
2
+ y
2
—1)
2
+ (xy)
2
= 0
Daí,

¦
¹
¦
´
¦
= = → =
= − +
0 y ou 0 x 0 xy
0 1 y x
2 2

se x = 0 → y
2
= 1 → y = ± 1
se y = 0 → x
2
= 1 → x = ± 1
pares: (0, 1), (0, —1), (1, 0), (—1, 0)
Resp.: E

k = 6
n = 13
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
3
11. A parábol a de equação y = x
2
—6 tem vérti ce M e corta o
ei xo x nos pontos A e B. Qual a área do tri ângul o ABM?
a) 1 d) 6 6
b) 6 e) 6 12
c) 6

SOLUÇÃO:

Lembre:
f(x) = ax
2
+ bx + c, com a ≠ 0
Coordenadas do vérti ce

a 2
b
x
V
− =
) x ( f y ou
a 4
y
V V V
=

− =

Temos:
—Coor denadas do vér t i ce
y = x
2
—6
0 x
1 . 2
0
x
V V
= →

=
y
V
= 0
2
—6 → y
V
= —6

Então:
M(0, —6)
—Pont os de i nt er seção com o ei xo x.
x
2
—6 = 0 → x = 6 x ou 6 − =
( ) ( ) 0 , 6 B e 0 , 6 A −
Logo, a área do ∆ABM é dada por:
Área =
ABM
D
2
1

6 12
1 0 6
1 0 6
1 6 0
D
ABM
=


=
Área = a . u 6 6 6 12 .
2
1
=

Resp.: D

12. A di stânci a do vérti ce da parábol a y = (x —2)(x —6) à reta
y = 5 x
3
4
+ é:
a)
25
72
d)
25
43

b)
25
29
e)
5
43

c) 43


SOLUÇÃO:
i ) f(x) = ax
2
+ bx + c, com a ≠ 0
Coor denadas do vér t i ce

¦
¹
¦
´
¦
=
+
=
) x ( f y
2
x x
x
V V
2 1
V


i i ) Di stânci a de um ponto a uma reta.









2 2
0 0
r . p
b a
c by ax
d
+
+ +
=
Temos:
y = (x —2).(x —6) → parábol a
raízes: 2 e 6
4
2
6 2
x
V
=
+
=
y
V
= f(4) = (4 —2).(4 —6) = 2.(—2) = —4
Di st ânci a do vér t i ce à r et a:









2 2
) 3 ( 4
15 ) 4 .( 3 4 . 4
d
− +
+ − −
=


5
43
d =
Resp.: E

13. Resol vendo-se a i nequação
: obtemos ), 4 x 3 ( l og ) 1 x 2 ( l og
2
1
2
1
+ − > +
a)
3
4
x
2
1
< < − d)
5
3
x
2
1
< < −
b)
3
4
x 0 < < e)
3
4
x
5
3
< <
c)
5
3
x <
SOLUÇÃO:

Lembre:
y x l og l og
y
a
x
a
< → >
(0 < base < 1)

Temos:
) 4 x 3 ( l og ) 1 x 2 ( l og
2
1
2
1
+ − > +
Então:

¦
¦
¦
¹
¦
¦
¦
´
¦
< → > + −
− > → > +
< → < → + − < +
3
4
x .) E . C ( 0 4 x 3
2
1
x .) E . C ( 0 1 x 2
5
3
x 3 x 5 4 x 3 1 x 2

ax + by + c = 0
P(x
0
, y
0
)
r
4x —3y + 15 = 0
(4, —4)
d = ???
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
4
Interseção










Resp. D

14. Se o número compl exo z = 1 —i é uma das raízes da
equação x
10
—a = 0, o val or de a é:
a) 16 d) —16i
b) 32 e) —32i
c) 64

SOLUÇÃO:
Temos:
x
10
= a
se z é rai z então z
10
= a.
Daí,
a = (1 —i )
10

a = [ (1 —i )
2
]
5

a = (—2i )
5

a = —32i
5


Resp.: E

15. A reta y = ax + 1 i ntercepta a curva x
2
+ 4y
2
= 1 somente
num ponto. Cal cul e 8a
2
.

SOLUÇÃO:
Temos:

¦
¹
¦
´
¦
= +
+ =
1 y 4 x
1 ax y
2 2

substi tui ndo (I) em (II):
x
2
+ 4(ax + 1)
2
= 1
x
2
+ 4a
2
x
2
+ 8ax + 4 —1 = 0

(Equação do 2º Grau)


Condi ção:
∆ = 0 (úni ca sol ução)
Daí,
(8a)
2
—4.(1 + 4a
2
).3 = 0
64a
2
—12 —48a
2
= 0
16a
2
= 12


Resp.: 6

16. A condi ção para que o tri nômi o mx
2
+ (m + 1)x + 1 sej a
sempre posi ti vo, qual quer que sej a x, é que:
a) m > 0
b) (m + 1)
2
+ 4m < 0
c) (m —1)
2
≤ 0
d) m ≠ 1, m > 0
e) Não há val ores de m tai s que o tri nômi o proposto,
qual quer que sej a x, se torne sempre posi ti vo.
SOLUÇÃO:
Devemos ter:







1ª condi ção:

a > 0 →

2ª condi ção:
∆ < 0 → (m + 1)
2
—4.m.1 < 0 →
→ m
2
+ 2m + 1 —4m < 0 → m
2
—2m + 1 < 0 →
→ (m —1)
2
< 0 (absurdo, poi s (m —1)
2
≥ 0, ∀ m ∈ IR)
Resp.: E

17. Sej am A = {1, 2, 3} e f : A → A defi ni da por f(1) = 3, f(2) = 1
e f(3) = 2. O conj unto-sol ução de f[ f(x)] = 3 é:
a) {1) d) (1, 2, 3}
b) {2} e) vazi o
c) {3}

SOLUÇÃO:
Temos:







se x = 1 → f(f(1)) = f(3) = 2 → f(f(1)) = 2 (n.s)
se x = 2 → f(f(2)) = f(1) = 3 → f(f(2)) = 3 (OK)
se x = 3 → f(f(3)) = f(2) = 1 → f(f(3)) = 1 (n.s)
S = {2}
Resp.: B

18. Sej a S a soma, em radi anos, das raízes da equação
1 + cos x + cos 2x + cos 3x = 0, x ∈ [ 0, π] . Cal cul e
π
S 6
.

SOLUÇÃO:
Fórmul a de Werner
cos p + cos q = 2 cos |
.
|

\
| −
|
.
|

\
| +
2
q p
cos
2
q p

Temos:
1 + cos x = cos 0 + cos x = |
.
|

\
|
|
.
|

\
|
2
x
cos .
2
x
cos 2
cos 2x + cos 3x = |
.
|

\
|
|
.
|

\
|
2
x
cos .
2
x 5
cos 2
Então:
0
2
x
cos
2
x 5
cos 2
2
x
cos
2
x
cos 2 = |
.
|

\
|
|
.
|

\
|
+ |
.
|

\
|
|
.
|

\
|

0
2
x 5
cos
2
x
cos .
2
x
cos 2 =
(
¸
(

¸

|
.
|

\
|
+ |
.
|

\
|
|
.
|

\
|

0 ) x ( cos
2
x 3
cos . 2 .
2
x
cos 2 = − |
.
|

\
|
|
.
|

\
|


a = —32i

x
2
(1 + 4a
2
) + 8ax + 3 = 0

8a
2
= 6
m > 0
(I)
(II)
(III)
(I) ∩ (II) ∩ (III)
—1/2 3/5
4/3
3/5
—1/2
+ + + + + + ∆ < 0
a > 0
1
2
3
1
2
3
A A
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
5
0 ) x ( cos
2
x 3
cos
2
x
cos 4 = |
.
|

\
|
|
.
|

\
|

Daí,
π + π = → π +
π
= → = k 2 x k
2 2
x
0
2
x
cos
ou

3
k 2
3
x k
2 2
x 3
0
2
x 3
cos
π
+
π
= → π +
π
= → =
ou
cos x = 0 → x = π +
π
k
2

se k = 0 → x = π,
2
ou
3
π π

Se k = 1, 2, 3, ... → raízes j á encontradas ou fora do
i nterval o dado.
Raízes: π,
3
,
2
π π

Soma das raízes = S =
6
2 3 6
3 2
π + π + π
=
π
+
π
+ π
S =
6
11π

Logo: 11
S 6
=
π

Resp.: 11

Importante:
cos(—x) = cos(x), ∀ x ∈ D
f


19. A função f(x) =
4
) x 1 ( x
x
2
3 −
− é crescente, para todo x
pertencente a:
a) |
.
|

¸

∞ + − ,
16
25
d) |
.
|

\
|
∞ −
4
5
,
b) |
.
|

¸

∞ + − ,
4
25
e) IR
c) |
.
|

¸

∞ + − ,
2
5


SOLUÇÃO:
Temos:

4
x x
x
2
3
) x ( f
2

− =

4
x x x 6
) x ( f
2
+ −
=

4
x 5 x
) x ( f
2
+
=
x
4
5
x
4
1
) x ( f
2
+ =

Parábol a








f é crescente ∀ x ≥
2
5

Resp.: C

20. Se p e q são raízes não-nul as de x
2
+ 5px —8q = 0, cal cul e
p + q.

SOLUÇÃO:
Gi rard Daí,

¹
´
¦
− =
− = +
q 8 x . x
p 5 x x
2 1
2 1

¹
´
¦
− =
− = +
q 8 q . p
q 5 q p


2ª equação
p.q = —8q (como q é di ferente de zero)
Temos:



Logo:
p + q = —5p
p + q = —5.(—8)



Resp.: 40

21. Quantos val ores i ntei ros sati sfazem a i nequação
(2x —7)(x —1) ≤ 0?
a) zero d) 3
b) 1 e) 4
c) 2

SOLUÇÃO:

Estudo do si nal







i ntei ros: 1, 2, 3
Resp.: D

22. Sobre a equação 1983x
2
—1984x —1985 = 0, a afi rmati va
correta é:
a) Não tem raízes reai s.
b) Tem duas raízes si métri cas.
c) Tem duas raízes reai s di sti ntas.
d) Tem duas raízes posi ti vas.
e) Tem duas raízes negati vas.

SOLUÇÃO:
Temos:
∆ = b
2
—4ac
∆ = (—1984)
2
—4.1983.(—1985)
∆ = 1984
2
+ 4.1983 . 1985
Então:
∆ > 0 → raízes reai s e di sti ntas.
Resp.: C
p = —8
p + q = 40
+ + + + +
+ + + + + + + + + — — —
— — — — — — — + + + +

7/2
7/2 1
1
produto
crescente
2
5
4
1
. 2
4
5
x
v
− =

=

TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
6
23. Sej a f uma função real tal que f(x + 1) = (f(x))
2
e f(0) = 10.
Então f(4) é i gual a:
a) 10
16
d) 101
b) 100 e) 121
c) 10
256


SOLUÇÃO:
Temos que:
f(x + 1) = [ f(x)]
2

se x = 0 → f(1) = [ f(0)]
2
→ f(1) = 10
2

se x = 1 → f(2) = [ f(1)]
2
→ f(2) = 10
4

se x = 2 → f(3) = [ f(2)]
2
→ f(3) = 10
8


se x = 3 → f(4) = [ f(3)]
2
→ f(4) = 10
16


Resp.: A

24. Se o domíni o da função f, defi ni da por f(x) = 1 —2x, é o
i nterval o ] —3, 2] . O conj unto i magem de f é dado por:
a) ] —7, 3] d) [ —3, 5[
b) [ —3, 7[ e) ] —3, 3]
c) ] —3, 7]

1ª SOLUÇÃO:
Temos:
y = 1 —2x → x =
2
y 1 −

Vej a:
x ∈ ] —3, 2]
Então:
—3 < x ≤ 2
Agora:
2
2
y 1
3 ≤

< −
—6 < 1 —y ≤ 4
—7 < —y ≤ 3
7 > y ≥ —3
ou

→ y ∈ [ —3, 7[

Resp.: B

25. Se f(2x + 3) = 4x
2
+ 6x + 1, ∀ x ∈ IR, então f(1 —x) val e:
a) 2 —x
2
d) 3x
2
—2x + 4
b) 2 + x
2
e) x
2
+ x —1
c) x
2
+ 2x —4

SOLUÇÃO:
Tomando:
2x + 3 = k →
2
3 k
x

=
Então:
f(k) = 1
2
3 k
6
2
3 k
4
2
+ |
.
|

\
| −
+ |
.
|

\
| −

f(k) = (k —3)
2
+ 3(k —3) + 1



Agora:
f(1 —x) = (1 —x)
2
—3(1 —x) + 1
f(1 —x) = x
2
+ x —1
Portanto:
f(1 —x) = x
2
+ x —1
Resp.: E
26. A distância do centro da circunferência x
2
+ y
2
—6x —8y + 21 = 0
à bi ssetri z do 1º e 3º quadrantes val e:
a) 5 d)
2
3

b) 2 e)
2
2

c) 3

SOLUÇÃO:
Ci rcunferênci a
x
2
+ y
2
—2ax —2by + a
2
+ b
2
—R
2
= 0
Centro (a, b)
Daí,
—2a = —6 → a = 3
—2b = —8 → b = 4
Bi ssetri z dos quadrantes ímpares










di stânci a =
2
2
2
1
) 1 ( 1
0 4 . 1 3 . 1
2 2
= =
− +
+ −

Resp.: E

27. A reta y = x
3
3
é tangente a uma ci rcunferênci a de centro
(2, 0). O rai o dessa ci rcunferênci a é:
a) 3 d) 1
b) 2 e) 0,5
c) 3

SOLUÇÃO:










Di stânci a de um ponto a uma reta.
R =
12
3 2
) 3 ( ) 3 (
0 0 . 3 2 . 3
2 2
=
− +
+ −


3 2
3 2
R


Resp.: D


—3 ≤ y < 7


f(k) = k
2
—3k + 1
R = 1
y = x
2ª SOLUÇÃO:
x
max
= 2 → y
mi n
= —3
x
mi n
= —3 → y
max
= 7
Então:
y ∈ [ —3, 7[
0 y 3 x 3 = −
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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
7
28. Se S = 1! + 2! + 3! + ... + 89! , então o dígi to das uni dades
de S é:
a) 1 d) 7
b) 3 e) 9
c) 5

SOLUÇÃO:
Vej a:
1! = 1; 2! = 2; 3! = 6; 4! = 24
A parti r de 5! , os resul tados serão múl ti pl os de 10.
Então:
S = 1 + 2 + 6 + 24 + 5! + ... + 89!

33 múl ti pl o de 10

S = 3 + 30 + 10α’


múl ti pl o de 10

S = 3 + 10α → dígi to das uni dades é 3.
Resp.: B

29. O si stema l i near de equações nas i ncógni tas x e y
¹
´
¦
= −
− = +
m y x 2
1 y 2 kx
é i mpossível se, e somente se:
a) k = —4 e m
2
1
≠ d) k = —4
b) k ≠ —4 e m =
2
1
e) k = —4 e m =
2
1

c) k ≠ —4 e m ≠
2
1


SOLUÇÃO:
Si stema
¹
´
¦
= −
− = +
m 2 y 2 x 4
1 y 2 kx

Somando



i mpossível
k + 4 = 0 → k = —4
2m —1 ≠ 0 → m ≠
2
1

Resp.: A

30. Em um tri ângul o retângul o OAB, retângul o em O, com OA = a
e OB = b, são dados pontos P em OA e Q em OB de tal
manei ra que AP = PQ = QB = x. Nestas condi ções o val or
de x é:

a) b a ab − −
b) ab 2 b a − +
c)
2 2
b a +
d) ab 2 b a + +
e) b a ab + +



SOLUÇÃO:









Pi tágoras
x
2
= (a —x)
2
+ (b —x)
2

x
2
= a
2
—2ax + x
2
+ b
2
—2bx + x
2



∆ = [ —2(a + b)]
2
—4.1(a
2
+ b
2
)
∆ = 4(a + b)
2
—4(a
2
+ b
2
)
∆ = 8ab
Daí,

2
ab 2 2 ) b a ( 2
2
ab 8 ) b a ( 2
x
± +
=
± +
=
x = a + b + ab 2 (absurdo, vej a fi gura)



Resp.: B

31. Num tri ângul o retângul o de catetos 1 e cm 3 , a al tura
rel ati va à hi potenusa mede, em cm:
a) 2 d)
2
3

b) 3 e)
2
2

c) 3

SOLUÇÃO:
Temos:






Rel ações métri cas
i ) a
2
= 1
2
+ ( )
2
3 → a
2
= 4 → a = 2
i i )
2
3
h h 2 3 h . a 3 . 1 = → = → =
Resp.: D

32. Sendo f(x) = 100x + 3, o val or de
3 8
3 8
10 10
) 10 ( f ) 10 ( f




é:
a) 10
4
d) 10
—5

b) 10
2
e) 10
—11

c) 10
SOLUÇÃO:




x
2
—2(a + b)x + a
2
+ b
2
= 0
ab 2 b a x − + =
Sai ba:
Se f(x) = ax + b, com a ≠ 0, então:
. v s com , a
v s
) v ( f ) s ( f
≠ =



(k + 4)x = 2m —1
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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
8
Assi m:
100
10 10
) 10 ( f ) 10 ( f
3 8
3 8
=




(coefi ci ente angul ar)
Resp.: B

33. Se um pol ígono convexo de n l ados tem 54 di agonai s,
então n é:
a) 8 d) 11
b) 9 e) 12
c) 10

SOLUÇÃO:
Lembre:
Fórmul a do número de di agonai s
2
) 3 n ( n
d

=
Então:

2
) 3 n ( n
54

=
n
2
—3n —108 = 0

ou n = —9(n.s)

Resp.: E

34. O pol ígono convexo cuj a soma dos ângul os i nternos mede
1440° tem, exatamente:
a) 15 di agonai s d) 30 di agonai s
b) 20 di agonai s e) 35 di agonai s
c) 25 di agonai s

SOLUÇÃO:
Lembre
Soma dos ângul os i nternos
Si = (n —2) . 180°
Então:
1440° = (n —2) . 180°
2 n
180
1400
− =
°
°

8 = n —2



Portanto:

2
7 . 10
2
) 3 n ( n
d =

=



Resp.: E

35. Na fi gura, ABCD é um quadrado e BCE é um tri ângul o
eqüi l átero. A medi da do ângul o AEB, em graus, é:
a) 30
b) 49
c) 60
d) 75
e) 90




SOLUÇÃO:
Fi gura:










∆BCE é eqüi l átero → α = 60°
ABCD é um quadrado → θ = 30°
Vej a:
BE BC ≡ (l ado do quadrado = l ado do ∆BCE)
Daí,
∆ABE é i sóscel es




θ + 2x = 180°
30° + 2x = 180°



Resp.: D

36. Na fi gura abai xo, EFG é um tri ângul o retângul o, cm 2 EF = ,
cm 6 EG = e QG PQ EP = = . Então α + β + θ é i gual a:
a)
3
π

b)
18


c)
9


d)
2
π


SOLUÇÃO:








∆EPF → tg α =
2
2
→ tg α = 1 → α = 45°
∆EQF → tg β =
4
2
→ tg β =
2
1

∆EGF → tg θ =
6
2
→ tg θ =
3
1

Sabemos:
tg (β + θ) =
θ β −
θ + β
tg . tg 1
tg tg


n = 12
n = 10
n = 35
x = 75°
A D
C B
E
B
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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
9
Então:
1
6
5
6
5
3
1
.
2
1
1
3
1
2
1
) ( tg = =

+
= θ + β
tg (β + θ) = 1 → β + θ = 45°
Portanto:
α + β + θ = 90°
Resp.: D

37. A área compreendi da entre as retas 4y = x —2, y = 2x —4 e
x = 0 é i gual a:
a) 3,0 u.a d) 4,5 u.a
b) 3,5 u.a e) 6,0 u.a
c) 4,0 u.a

SOLUÇÃO:
Temos:

¦
¦
¹
¦
¦
´
¦
=
− =

=
) y ei xo ( 0 x
4 x 2 y
4
2 x
y
retas
Gráfi co













7 8 1
1 0 2
1 4 0
1
2
1
0
D
ABC
= + − = −

=
Logo:
Área = . a . u
2
7
7 .
2
1
=
Resp.: B

38. A razão de uma progressão geométri ca, cuj os termos são os
três l ados de um tri ângul o retângul o é:
a)
2
5 1 +
c)
2
3 1 +

b)
5
2 1 +
d)
3
2 1 +



SOLUÇÃO:
P.G.
|
|
.
|

\
|
xq ; x ;
q
x








Pi tágoras
(xq)
2
= x
2
+
2
q
x
|
|
.
|

\
|

x
2
q
2
= x
2
+
2
2
q
x

Di vi di ndo ambos os membros por x
2
.
q
2
= 1 +
2
q
1

q
4
—q
2
—1 = 0
q
2
=
2
5 1
q
2
5 1
2
+
= →
±

Portanto:

2
5 1
q
+
= Atenção! ! ! q é posi ti vo
Resp.: A

39. Sejam a e b números reais. Se a > b > 0, a
2
—b
2
= 4 e log
2
(a + b) —
—l og
3
(a —b) = 2, então a
2
+ b
2
é i gual a:
a)
2
13
c)
2
17

b)
2
15
d)
2
19


SOLUÇÃO:
Fazendo:
l og
2
(a + b) = x → a + b = 2
x

l og
3
(a —b) = y → a —b = 3
y

Si stema:

¦
¹
¦
´
¦
+ = → = −
=
y 2 x 2 y x
4 3 . 2
y x

Substi tui ndo:
2
x
. 3
y
= 4
2
2+y
. 3
y
= 4
2
2
. 2
y
. 3
y
= 4
4 . 6
y
= 4
6
y
= 1 → y = 0 → x = 2
Assi m:

¹
´
¦
= −
= +
1 b a
4 b a

Resol vendo:

2
3
b e
2
5
a = =
Logo: a
2
+ b
2
=
2
17
4
34
=
Resp.: C

40. Se x
1
e x
2
são as raízes da equação
) x 3 ( l og l og 2
x
3
x
x 3 = , então
9(x
1
+ x
2
) é i gual a:
a) 22 c) 26
b) 24 d) 28

A(0, )
2
1
− ; B(0, —4) e C(2, 0)


TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
10
SOLUÇÃO:
Lembre:
i ) b a
b
a
l og
=
i i ) Se b a x l og
x b
a
= → =
Temos:

x 3
x
3
x
l og l og 2
x 3 =
Então:
x 3 3
3
x
l og 2
=
Tomando:

k 3
x
x
3
3 x e
k
1
l og k l og = = → =
Substi tui ndo:

k
k
1
. 2
3 . 3 3 =

1 k
k
2
3 3
+
=
Comparando:
k + 1 =
k
2

k
2
+ k —2 = 0
k = —2 → x = 3
—2
→ x =
9
1

ou
k = 1 → x = 3
1
→ x = 3
Logo:
( ) 28 27 1 3
9
1
9 x x 9
2 1
= + = |
.
|

\
|
+ = +
Resp.: D

41. O número de raízes de equação 0 x cos
2
3
= + é:
a) 0 d) 3
b) 1 e) mai or do que 3
c) 2

SOLUÇÃO:
Sabemos:
—1 ≤ cos x ≤ 1, ∀ x ∈ IR
Temos:
0 x cos
2
3
= +
cos x =
2
3

cos x = —1,5 (absurdo, poi s o míni mo de cos x é —1).
Resp.: A

42. O número de raízes da equação tg
2
x —sen
2
x = 0, 0 ≤ x < 2π, é:
a) 0 d) 3
b) 1 e) mai or que 3
c) 2

SOLUÇÃO:
Temos:
0 x sen
x cos
x sen
2
2
2
= −
sen
2
x —sen
2
xcos
2
x = 0
sen
2
x(1 —cos
2
x) = 0
sen
2
x . sen
2
x = 0
sen
4
x = 0
Daí,
sen x = 0
x = 0 ou x = π
Resp.: C

43. Determi ne n, sabendo que . 729 2 .
p
n
p
n
0 p
=
|
|
.
|

\
|

=

SOLUÇÃO:
(a + b)
n
=
p p n
n
0 p
b . a
p
n

=
∑ |
|
.
|

\
|
(Bi nômi o de Newton)
Vej a:

n n p p n
n
0 p
3 ) 2 1 ( 2 . 1 .
p
n
= + =
|
|
.
|

\
|

=


Então:
3
n
= 729 →

44. O domíni o real da função f(x) = 1 x sen 2 − para 0 ≤ x < 2π
é:
a)
6
5
x
6
π
≤ ≤
π

b) π < ≤
π π
≤ ≤ 2 x
6
5
ou
6
x 0
c) π < ≤ x 0
d)
3
2
x
3
π
≤ ≤
π


SOLUÇÃO:
Condi ção:
2 sen x —1 ≥ 0





Daí,

6
5
x
6
π
≤ ≤
π

Resp.: A

45. Sej a M um conj unto de 20 el ementos. O número de
subconj untos de M que contêm exatamente 18 el ementos
é:
a) 360 d) 120
b) 190 e) 18
c) 180

SOLUÇÃO:
Temos:
M = {a
1
, a
2
, a
3
, ..., a
20
}.
A ordem dos el ementos não al tera um conj unto.
Daí,
nº de subconj untos com 18 el ementos = C
20, 18

Resp.: B



n = 6
2
1
x sen ≥
1/2
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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
11
46. Se C
n,2
+ 2.A
n,2
+ 100 = A
2n,2
então n é i gual a:
a) 24 d) 10
b) 8 e)
3
25

c) 6

SOLUÇÃO:
Temos:
C
n,2
=
2
) 1 n ( . n
! 2 )! 2 n (
! n −
=


A
n,2
= ) 1 n ( . n
) 2 n (
! n
− =


A
2n,2
= ) 1 n 2 ( . ) n 2 (
)! 2 n 2 (
)! n 2 (
− =


Então:
) 1 n 2 )( n 2 ( 100 ) 1 n ( n . 2
2
) 1 n ( n
− = + − +


n
2
—n + 4n
2
—4n + 200 = 8n
2
—4n
3n
2
+ n —200 = 0

ou n =
3
25
− (n.s)
Resp.: B

47. Desej a-se acondi ci onar em um certo número de cai xas,
1590 bol i nhas brancas, 1060 amarel as e 583 azui s, de
modo que cada cai xa contenha bol i nhas de todas as cores.
Cal cul ar o número máxi mo de cai xas de modo que
qual quer destas cai xas contenha, para cada cor,
quanti dades i guai s de bol i nhas.

SOLUÇÃO:
x → número de cai xas
p → quanti dade de bol as brancas em cada cai xa
q → quanti dade de bol as amarel as em cada cai xa
r → quanti dade de bol as azui s em cada cai xa.
Temos:
p
x
1590
=
q
x
1060
=
r
x
583
=
Vej a:
x = m.d.c. (1590, 1060, 583)



* MDC (1590, 1060) = 530











* MDC (530, 583) = 53








Resp.: 53

48. Sej am N o conj unt o dos númer os i nt ei r os posi t i vos e
E = {(x,y) ∈ N
2
; x
4
y
4
—10x
2
y
2
+ 9 = 0}
Determi ne o número de el ementos de E.

SOLUÇÃO:
Temos:
x
4
y
4
—10x
2
y
2
+ 9 = 0
(x
2
y
2
)
2
—10x
2
y
2
+ 9 = 0
Fazendo:
x
2
y
2
= k
Equação
k
2
—10k + 9 = 0
k = 1 → x
2
y
2
= 1 → (xy)
2
= 1
ou
k = 9 → x
2
y
2
= 9 → (xy)
2
= 9
Como x e y são i ntei ros posi ti vos, tem-se:
xy = 1 → (1,1)
ou
xy = 3 → (1,3) ou (3,1)
E = {(1,1), (1,3), (3,1)}
Resp.: 3

49. Consi dere a função real defi ni da por

2
3
x ,
2
1
x
3
1
3 x 2
) x ( f − ≠
+
+
= .
Então o val or da soma 1.f(1) + 2.f(2) + 3.f(3) + ... + 20.f(20)
é:
a) 120 d) 620
b) 600 e) 1260
c) 210

SOLUÇÃO:
Temos:

3 x 2
6
. ) 3 x 2 (
6
3 x 2
3 x 2
) x ( f
+
+ =
+
+
=
Então:



Agora:
Soma: 1 . 6 + 2 . 6 + 3 . 6 + ... + 20 . 6
Soma: (1 + 2 + 3 + ... + 20) . 6
Soma: 6 . 10 . 21 6 .
2
20 . ) 20 1 (
=
+




Resp.: E

n = 8
x = 53
f(x) = 6
Soma = 1260
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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
12
n 12
7 q
n 4
3 q’
n = 4(3q+++1) + 345
n = 4q’ + 3, onde q’ = 3q + 1
50. Sej am x e y números reai s sati sfazendo às equações
l og
y
x + l og
x
y = 2 e x
2
y + y
2
= 12x.
Determi ne o val or do produto xy.

SOLUÇÃO:
Tomando:

m
1
l og m l og
y
x
x
y
= → =
Daí,
2
m
1
m
2
= +
m
2
—2m + 1 = 0



Substi tui ndo na 2ª equação
x
2
y + y
2
= 12x
x
2
.x + x
2
= 12x
x
3
+ x
2
—12x = 0
x(x
2
+ x —12) = 0
x = 0 (n.s) ou x = —4(n.s)
ou



Resp.: 9

51. Os conj untos A e B possuem 3 e 4 el ementos,
respecti vamente. Quantas funções de A em B tem o
conj unto i magem i gual a B?
a) nenhuma d) 3!
b) 3
4
e) 4!
c) 4
3


SOLUÇÃO:
Vej a:
i ) Numa função de A em B devemos ter todos os
el ementos de A associ ados a um úni co val or em B.
i i ) Se o conj unto i magem é o própri o B, então exi ste um
el emento em A com duas i magens, poi s todos os
el ementos de A estão associ ados, o que nos l eva a um
absurdo.
Portanto, não exi stem funções de A em B sobrej etoras.
Resp.: A

52. As funções injetoras de A = {1, 2, 3, 4} em B = {5, 6, 7, 8, 9, 0}
são em número de:
a) 720 d) 24
b) 360 e) 30
c) 15

SOLUÇÃO:
Lembre:
Se f é i nj etora, então:
x
1
≠ x
2
→ f(x
1
) ≠ f(x
2
)
Daí,







Pel o pri ncípi o fundamental da contagem, tem-se: 6.5.4.3 =
360 funções i nj etoras
53. Para ser aprovado numa di sci pl i na, um al uno preci sa ter
médi a mai or ou i gual a 50, obti da num conj unto de ci nco
provas, sendo quatro parci ai s, com peso 1 (um) cada, e
uma prova exame, com peso 2 (doi s). Um certo al uno
obteve em Matemáti ca, nas quatro provas parci ai s, notas
i guai s a 30, 60, 50 e 70.
Esse al uno, para ser aprovado nessa di sci pl i na, deverá
obter, na prova-exame, nota míni ma i gual a:
a) 20 d) 45
b) 35 e) 50
c) 40

SOLUÇÃO:
Médi a ponderada =

6
x 2 210
6
x . 2 70 . 1 50 . 1 60 . 1 30 . 1 +
=
+ + + +

Temos:
50
6
x 2 210

+

210 + 2x ≥ 300
2x ≥ 90

x ≥ 45 →

Resp.: D

54. O resto da di vi são do i ntei ro n por 12 é i gual a 7. O resto
da di vi são n por 4 é:
a) 0 d) 3
b) 1 e) 4
c) 2

SOLUÇÃO:
Temos:



Daí,
n = 12q + 7
n = 12q + 4 + 3



Vej a:






Resp.: D

55. Qual dos ci nco números rel aci onados abai xo é um di vi sor
de 10
15
.
a) 25 d) 75
b) 50 e) 250
c) 64

SOLUÇÃO:
Temos:
10
15
= (2.5)
15
= 2
15
. 5
15



m = 1 x = y
x = 3 y = 3
x
mi n
= 45
Pelo princípio fundamental da contagem, tem-se: 6.5.4.3 = 360
funções i nj etoras
Resp.: B
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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
13
Vej a:
( a ) 25 = 5
2
di vi de 10
15
(OK)
( b ) 50 = 2 . 5
2
di vi de 10
15
(OK)
( c ) 64 = 2
6
di vi de 10
15
(OK)
( d ) 75 = 3 . 5
2
não di vi de 10
15
(probl ema: fator 3)
( e ) 250 = 2 . 5
3
di vi de 10
15
(OK)
Resp.: D

56. A fração geratri z de 3,74151515... é:
a)
000 . 10
415 . 37
d)
000 . 9
041 . 37

b)
000 . 10
515 . 741 . 3
e)
000 . 99
415 . 370

c)
900 . 9
041 . 37


SOLUÇÃO:
Temos:

900 . 9
041 . 37
900 . 9
374 415 . 37
15 74 , 3 =

=
Resp.: C

57. Se A e B são conj untos, A —(A —B) é i gual a:
a) A d) A ∪ B
b) B e) A ∩ B
c) A —B

SOLUÇÃO:








É fáci l ver:



Resp.: E

58. O retângul o abai xo de di mensões a e b está decomposto
em quadrados. Qual o val or da razão
b
a
?
a)
3
5

b)
3
2

c) 2
d)
2
3

e)
2
1



SOLUÇÃO:
Sendo x a medi da do l ado do menor quadrado, os outros
quadrados terão seus l ados com as medi das i ndi cadas na
fi gura:







Assi m, a = 5x e b = 3x
Portanto,
3
5
b
a
=
Resp.: A

59. A equação x
4
+ ax
3
+ bx
2
+ cx + d = 0, de coefi ci entes
reai s, admi te as raízes 2 —i e 3 + 2i .
Então d é:
a) 75 d) 15
b) 65 e) 10
c) 25

SOLUÇÃO:
Sabemos que:
Se os coefi ci entes de um pol i nômi o p(x) são reai s, então:


Temos:
2 —i é rai z → 2 + i também é.
3 + 2i é rai z → 3 —2i também é.
Daí, apl i cando Gi rard na equação:
x
1
. x
2
. x
3
. x
4
= d
(2 —i ).(2 + i ).(3 + 2i ).(3 —2i ) = d
(4 —i
2
).(9 —4i
2
) = d
5 . 13 = d



Resp.: B
60. O número de sol uções reai s da equação x
x 4 x
x 8 x 2
2
2
=


é:
a) 0 d) 3
b) 1 e) 4
c) 2

SOLUÇÃO:
Temos:
x
x 4 x
x 8 x 2
2
2
=



2x
2
—8x = x
3
—4x
2

x
3
—6x
2
+ 8x = 0
x(x
2
—6x + 8) = 0
x = 0 (n. serve) → denomi nador nul o
ou
x
2
—6x + 8 = 0
ou



x = 4 (n. serve) → denomi nador nul o.
S = {2}

Resp.: B



A —(A —B) = A ∩ B
d = 65
x = 2
a + bi é rai z de p(x) →a —bi também é
Lembre:
A —B = {x/x ∈ A e x ∉ B}

A ∩ B
A —B
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14
61. Determi ne o número de sol uções reai s da equação
2
x
= l og
2
x
.
a) Nenhuma
b) Uma
c) Duas
d) Três
e) Infi ni tas

SOLUÇÃO:
Grafi camente:



Como não exi ste i nterseção, a equação não admi te
sol uções.

Resp.: A

62. Se n é o mai or número i ntei ro pertencente ao domíni o da
função f(x) = 1
2
−l og
x
, determi ne o val or de n
3
+ 3n
2
+ 2.
a) 2
b) 20
c) 21
d) 22
e) 32

SOLUÇÃO:
Domíni o → campo de exi stênci a → condi ção de exi stênci a
da função → 1 —l og
2
x
≥ 0 → l og
2
x
≤ 1 → 0 < x ≤ 2
1

0 < x ≤ 2 → mai or i ntei ro x = 2.
Logo, a expressão é i gual a 2
3
+ 3 . 2
2
+ 2 = 22.

Resp.: D
63. Dando x ≠ 1 e posi ti vo, cal cul e o val or de
x
e
Ln x
1
.
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4

SOLUÇÃO:
Sabemos que:
i ) a
a
b
l og
= b
i i ) l og
l og
a
b
b
a
=
1

i i i ) Lx = Ln x = l og
e
x


Então, a expressão dada
x
e
Ln x
1
é i gual a:
Exp. =
x
e
e
e
x
e
l og
= = 1

Resp.: B

64. Prove que
a
b
b
c
c
a
c a b
F
H
G
I
K
J
F
H
G
I
K
J
F
H
G
I
K
J
=
l og l og l og
. .
10 10 10
1.

SOLUÇÃO:
Prova:
Tomemos:
l og
10
a
= x → 10
x
= a
l og
10
b
= y → 10
y
= b
l og
10
c
= z → 10
z
= c

Então:
1
o
membro =
10
10
10
10
10
10
x
y
z
y
z
x
z
x
y
F
H
G
I
K
J
F
H
G
I
K
J
F
H
G
I
K
J
. .

1
o
membro =
10
10
10
10
10
10
xz
yz
xy
xz
yz
xy
. .

1
o
membro = 1

c.q.p.


65. Determi ne o produto das sol uções reai s da equação
9
3
3
.
l og
x x
x
= .
a) 4
b) 8
c) 25
d) 27
e) 90

SOLUÇÃO:
Tomemos:
l og
3
x
= k → 3
k
= x



Assi m,
9 . (3
k
)
k
= (3
k
)
3

3 3
2
2 3 k k +
= → k
2
+ 2 = 3k

→ k
2
—3k + 2 = 0

k = 1 → x = 3
ou
k = 2 → x = 9

Portanto, o produto das sol uções é 27.

Resp.: D

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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
15
66. Sej a x tal que l og
10
2
, l og
( )
10
2 1
x

e l og
( )
10
2 3
x
+
estão, nesta
ordem, em progressão ari tméti ca. Cal cul e 2
2x
.
a) 1
b) 4
c) 8
d) 16
e) 25

SOLUÇÃO:
Temos que: l og , l og , l og
( ) ( )
10
2
10
2 1
10
2 3
x x
− + F
H
I
K
P.A. ⇒
⇒ 2 . l og
( )
10
2 1
x

= l og
10
2
+ l og
( )
10
2 3
x
+

⇒ l og
( )
10
2 1
2 x

= l og
( )
10
2 2 3
x
+

⇒ (2
x
—1)
2
= 2 . (2
x
+ 3)

Tome:
2
x
= a

Então:
a
2
—2a + 1 = 2a + 6 → a
2
—4a —5 = 0
a = 5 → 2
x
= 5

ou

a = —1 (não serve)

Portanto, 2
2x
= 25.

Resp.: E


67. As di mensões de um paral el epípedo retângul o são
proporci onai s a 3, 5 e 7.
Sabendo-se que a di agonal mede 4 83 cm, cal cul e o
vol ume do paral el epípedo.
a) 105cm
3

b) 1575cm
3

c) 4725cm
3

d) 6720cm
3

e) 8575cm
3


SOLUÇÃO:


Di agonal (D)
D = ( ) ( ) ( ) 3 5 7
2 2 2
k k k + +
4 83 83
2
= k ⇒ 4 83 83 =k
k = 4

Vol ume (V)
V = 12 . 20 . 28
V = 6720cm
3


Resp.: D

68. Um pri sma reto de al tura i gual a 9cm tem como base um
tri ângul o. Sabendo que doi s dos l ados deste tri ângul o
medem 3cm e 4cm e que o ângul o formado por estes
l ados mede 45
o
, determi nar o vol ume do pri sma.
a) 3 2 cm
3

b) 9 2 cm
3

c) 27 2 cm
3

d) 54 2 cm
3

e) 81 2 cm
3


SOLUÇÃO:


Vol ume do pri sma = (área da base) x (al tura)
Então:
V =
3 4 45
2
9
. .
.
sen
o
F
H
G
I
K
J

V = 6 .
2
2
. 9 = 27 2 cm
3


Resp.: C


69. A aresta, a di agonal e o vol ume de um cubo estão, nesta
ordem, em progressão geométri ca. Determi ne a área total
deste cubo.
a) 3
b) 6
c) 9
d) 18
e) 27

SOLUÇÃO:

aresta = a
di agonal = a 3
vol ume = a
3


P. G. (a, a 3 , a
3
) ⇒ a 3
2
e j
= a . a
3

⇒ 3a
2
= a
4
⇒ a
2
= 3

Portanto, a área total será 18 u.a.

Resp.: D


70. Uma esfera de rai o r é i nscri ta num cone eqüi l átero com
geratri z de compri mento g. Determi ne o val or de
g
r
3
.
a) 3
b) 6
c) 8
d) 9
e) 12
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
16
SOLUÇÃO:



O: i ncentro, bari centro, ci rcuncentro, ortocentro
Vej a:
i . g = 2R (geratri z)
i i .
g 3
2
= 3r ⇒
g
r
3
= 6

Resp.: B

71. O rai o da base de um cone ci rcul ar reto mede 4cm e sua
al tura
25
π
cm. Determi ne, em cm
3
, o vol ume do ci l i ndro
ci rcul ar reto de mai or área l ateral , i nscri to no cone.
a) 4
b) 10
c) 25
d) 40
e) 50

SOLUÇÃO:


Área (l ateral do ci l i ndro) = 2πrh = A
L


Vej a:
tg α =
h
r
h r
4
25
4
25
4
4

= ⇒ = −
π
π
( )

Substi tui ndo, h na área l ateral , vem:

A
L
= 2
25
4
4
25
2
4
2
π
π
r r A r r
L
( ) ( ) −
L
N
M
O
Q
P
⇒ = −
parábol a

Para que A
L
sej a máxi ma, basta que r sej a i gual a absci ssa
do vérti ce da parábol a. Então:
r = 2 → h =
25

⇒ V = π . 2
2
.
25

= 50cm
3
.

Resp.: E


72. Determi ne a área (em m
2
) do setor ci rcul ar hachurado na
fi gura abai xo, sabendo que o ângul o ABC
$
mede
π
6
rad e o
di âmetro AB mede 8
6
π
m.
a) 24
b) 48
c) 48 3
d) 54
e) 54 3



SOLUÇÃO:
[ setor] =
πR
2
6

∆ABC é retângul o
cos 30
o
=
R
8
6
3
2
π
=




Então:
2R = 3 8
6
.
π
⇒ 4R
2
= 3 . 64 .
6
π

⇒ R
2
= 3 . 16 .
6
π

πR
2
6
= 3 . 16 ⇒ [ setor] = 48m
2
.

Resp.: B


73. Dado um ci l i ndro de revol ução de rai o r e al tura h, sabe-
se que a médi a harmôni ca entre o rai o r e a al tura h é 4 e
que sua área total é 2πm
2
. Mostre que o rai o r sati sfaz a
sentença r
3
—r + 2 = 0.
SOLUÇÃO:

• Ár ea t ot al
2πrh + 2πr
2
= 2π
rh + r
2
= 1 (I)


• Médi a Har môni ca

2
4
rh
r h +
=
h =
2
2
r
r −
(II)


Substi tui ndo II em I, vem:
r
r
r
2
2 −
F
H
G
I
K
J
+ r
2
= 1 ⇒
2
2
1
2
2
r
r
r

+ = ⇒
⇒ 2r
2
+ r
2
(r —2) = r —2 ⇒ 2r
2
+ r
3
—2r
2
= r —2 ⇒
⇒ r
3
= r —2 ⇒ r
3
—r + 2 = 0 OK

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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
17
74. Sej a o determi nante D(x) =
1 2
1 2
− −
+
senx senx
x senx cos
.
Cal cul e o val or de D
π
12
F
H
G
I
K
J
.
a)
1
2

b)
2
2

c)
3
2

d) 3
1
2
+
e)
3
2
1
4
+

SOLUÇÃO:
D(x) = 1 —2sen
2
x + sen x cos x
D(x) = cos (2x) +
sen x ( ) 2
2

D
π
12
F
H
G
I
K
J
= cos
π
π
6
6
2
F
H
G
I
K
J
+
F
H
G
I
K
J
sen


D
π
12
F
H
G
I
K
J
=
3
2
1
4
+

Resp.: E

75. Sej a R a rai z posi ti va da equação x
2
+ x —
3
4
= 0.
Se R =
sen A A
sen
o o
o o
cos
cos 11 11
, onde 0 < A < 90. Cal cul e o val or
de A.
a) 30
b) 41
c) 60
d) 75
e) 80

SOLUÇÃO:
Temos: x
2
+ x —
3
4
= 0
x =
1
2
⇒ R =
1
2


x = —
3
2
(Não serve)

Assi m, R = sen A
o
cos 11
o
—sen 11
o
cos A
o
.
R = sen (A
o
—11
o
)
1
2
= sen (A
o
—11
o
)

Então:
A
o
—11
o
= 30
o

A
o
= 41
o
∴ A = 41

Resp.: B
76. Determi ne a soma das raízes da equação:
1 1 1 1
1 1 1
1 1 2 1
1 1 1 4
0
x
x
x
+

=

a) 0
b) 1
c) 2
d) 4
e) 5

SOLUÇÃO:
Apl i cando Chi ó, vem:
1 1 1 1
1 1 1
1 1 2 1
1 1 1 4
0
x
x
x
+

=

Daí,
x
x
x

+

=
1 0 0
0 1 0
0 0 5
0
(x —1) . (x + 1) . (x —5) = 0
x = 1, —1 ou 5

Portanto, a soma das raízes é 5.

Resp.: E


77. Se o si stema
x my
mx y
+ =
+ =
R
S
T
3
4 6
tem i nfi ni tas sol uções.
Determi ne o val or de m
4
—8m
2
+ 23.
a) 6
b) 7
c) 8
d) 9
e) 12

SOLUÇÃO:
Sej am: r: a
1
x + b
1
y + c
1
= 0
s: a
2
x + b
2
y + c
2
= 0

Se r e s são coi nci dentes, então:

a
a
b
b
c
c
1
2
1
2
1
2
= =

Assi m, temos:
1
4
3
6 m
m
= = → m = 2

∗ retas coi nci dentes ⇒ i nfi ni tas sol uções.

Portanto, m
4
—8m
2
+ 23 = 7

Resp.: B

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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
18
78. Se (x
0
, y
0
, z
0
) é uma sol ução do si stema
x y
xy z
+ =
+ =
R
S
|
T
|
2
1
2
,
encontre o val or de x y z
0
2
0
2
0
2
2 + − .
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4

SOLUÇÃO:
x y x y x y
x y z x y z
0 0 0
2
0
2
0 0
0 0 0
2
0 0 0
2
2 2 4
1 2 2 2
+ = → + + =
+ = → − − = −
R
S
|
T
|


Somando: x y z
0
2
0
2
0
2
2 2 + − =

Resp.: C

79. Consi dere a função real defi ni da no conj unto dos números
reai s não-negati vos por f(x) = x + x —2. Determi ne o
número real k, tal que f(2
k
) = 0.
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4

SOLUÇÃO:
Temos que:
2
k
+ 2
k
—2 = 0
2
k
—2 = — 2
k

2
2k
—4 . 2
k
+ 4 = 2
k

2
2k
—5 . 2
k
+ 4 = 0
2
k
= 1 ⇒ k = 0 ok
ou

2
k
= 4 ⇒ k = 2 (não serve)

Vej a: se k = 2 ⇒ f(2
k
) = f(4) = 4 ≠ 0

Resp.: A

80. Sendo a reta y = ax + b tangente à el i pse x
2
+ 4y
2
= 1,
determi ne o val or de 8 (b
2
—a
2
).
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4

SOLUÇÃO:
Substi tui ndo a reta na equação da el i pse, vem:
x
2
+ 4y
2
= 1
x
2
+ 4 (a
2
x
2
+ 2abx + b
2
) = 1

(1 + 4a
2
)x
2
+ 8abx + 4b
2
—1 = 0

Como a reta é tangente, então a i nterseção é um úni co
ponto.

∆ = 0 úni co ponto
Daí,
(8ab)
2
—4 (1 + 4a
2
) . (4b
2
—1) = 0
64a
2
b
2
—16b
2
+ 4 —64a
2
b
2
+ 16a
2
= 0
8a
2
—8b
2
+ 2 = 0
8 (b
2
—a
2
) = 2

Resp.: C

81. Determi ne o val or de b para o qual a reta y = x + b não
i ntercepta os ramos da hi pérbol e x
2
—y
2
= 1.
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4

SOLUÇÃO:
Interseção ⇒ x
2
—(x + b)
2
= 1
⇒ x
2
—x
2
—2bx —b
2
= 1 ⇒ —2bx = 1 + b
2

⇒ x =
1
2
2
+

b
b
(x da i nterseção)

Vej a:
Para que não exi sta i nterseção, basta tomarmos b = 0.

Resp.: A

82. Determi ne o menor i ntei ro n > 0, de modo que
3
2
1
2
+
F
H
G
I
K
J
i
n
sej a real posi ti vo.
a) 6
b) 10
c) 12
d) 16
e) 24

SOLUÇÃO:
Temos que:
3
2
1
2
+
F
H
G
I
K
J
i
n
= (cos30
o
+ i sen30
o
)
n
= cos (n . 30
o
) + i sen (n . 30
o
)
UM ZERO
Então:
n . 30
o
= k . 360
o


n = 12k

Portanto, n = 12 (menor i ntei ro posi ti vo)

Resp.: C

83. Encontre o módul o do compl exo Z, tal que Z
2
= i .
a) 1
b) 2
c) 3
d) 2
e) 3

SOLUÇÃO:
Temos:
Z
2
= i ⇒ | Z
2
| = | i | ⇒
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OSG 5928/05
19
⇒ | Z . Z| = | 0 + 1i | ⇒ | Z| . | Z| = 0 1
2 2
+ ⇒
⇒ | Z| . | Z| = 1 ⇒ | Z| = 1

Resp.: A


84. Se A, B e C são números reai s, tai s que
1
2 2 2 2
2 2
x x x
A
x
Bx C
x x ( ) + +
= +
+
+ +
, para todo x, x ∈

,
cal cul e o val or de A + B + C.
SOLUÇÃO:
A
x
Bx C
x x x x x
+
+
+ +
=
+ +
2 2
2 2
1
2 2 ( )
, ∀x ∈


A x x Bx C x
x x x x x x
( ) ( )
( ) ( )
2
2 2
2 2
2 2
1
2 2
+ + + +
+ +
=
+ +
, ∀x ∈



(A + B)x
2
+ (2A + C)x + 2A ≡ 1 ⇒
A B
A C
A
A
B
C
+ =
+ =
=
R
S
|
T
|

=
= −
=−
R
S
|
T
|
0
2 0
2 1
1 2
1 2
1
/
/

Portanto, A + B + C = —1.


85. Determi ne um pol i nômi o P(x) de grau 2 que veri fi que a
i denti dade P(x + 1) ≡ x
2
+ 2x + 3.

SOLUÇÃO:
Supondo P(x) = ax
2
+ bx + c, temos
P(x + 1) = a(x + 1)
2
+ b(x + 1) + c = ax
2
+ (2a + b)x + (a + b + c).
Então:
P(x + 1) ≡ x
2
+ 2x + 3 ⇔
a
a b
a b c
a
b
c
=
+ =
+ + =
R
S
|
T
|

=
=
=
R
S
|
T
|
1
2 2
3
1
0
2


Logo, P(x) = x
2
+ 2.


86. Que condi ções devem sati sfazer os números a, b e c para
que o pol i nômi o ax
2
+ bx + c sej a o quadrado de um
pol i nômi o do 1
o
grau?

SOLUÇÃO:
Devemos ter ax
2
+ bx + c ≡ (mx + n)
2
, com m ≠ 0; portanto:
a m
b mn
c n
=
=
=
R
S
|
T
|
2
2
2

Podemos el i mi nar m e n e obter a rel ação entre a, b e c
cal cul ando b
2
:
b
2
= (2mn)
2
= 4m
2
n
2
= 4ac

A condi ção é b
2
= 4ac e a ≠ 0 (poi s m ≠ 0).


87. Na fi gura a segui r i ndi camos 9 pontos, entre os quai s não
há 3 col i neares, exceto os 4 que marcamos numa mesma
reta. Quantos tri ângul os exi stem com vérti ces nestes
pontos?


SOLUÇÃO:
Se não houvessem 3 pontos col i neares, o número de
tri ângul os seri a C
9,3
. Desse número, devemos subtrai r as
combi nações formadas por 3 pontos escol hi dos entre os 4
al i nhados, i sto é, C
4,3
, poi s estas combi nações não
correspondem a tri ângul os. Assi m, o número de tri ângul os
que podemos formar é C
9,3
—C
4,3
.
Temos:
C
9,3
=
9
3! 6
9 8 7 6
3 2 1 6
84
!
!
!
!
= =
x x x
x x x


C
4,3
=
4
3! 1
4 3!
3! 1
4
!
!
= =
x
x


Logo, C
9,3
—C
4,3
= 84 —4 = 80.


88. Um quími co possui 10 ti pos de substânci as. De quantos
modos possívei s poderá associ ar 6 destas substânci as se,
entre as 10, duas somente não podem ser j untadas porque
produzem mi stura expl osi va?

SOLUÇÃO:
Cada mi stura de 6 das 10 substânci as corresponde a uma
combi nação das 10 substânci as tomadas 6 a 6, uma vez
que não i mporta a ordem das substânci as na mi stura.
Assi m, o total de mi sturas seri a C
10,6
se não houvesse
probl ema com nenhuma mi stura. Devemos, porém,
subtrai r desse número as combi nações em que entrari am
as duas substânci as que, se mi sturadas, provocam
expl osão. As combi nações em que entram estas duas
substânci as são formadas por el as duas e mai s quatro
substânci as escol hi das entre as outras oi to substânci as
(excl uímos aquel as duas). O número de modos de escol her
4 substânci as em 8 é C
8,4
.
Concl uímos que o número de mi sturas não expl osi vas que
podem ser produzi das é C
10,6
—C
8,4
.
Temos:
C
10,6
=
10
6 4
10 9 8 7 6
6 4 3 2 1
210
!
! !
!
!
= =
x x x x
x x x x


C
8,4
=
8
4 4
8 7 6 5 4
4 3 2 1 4
70
!
! !
!
!
= =
x x x x
x x x x


Logo, C
10,6
—C
8,4
= 210 —70 = 140.



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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
20
89. Dê a condi ção sobre o i ntei ro posi ti vo n para que o
desenvol vi mento de x
x
n
2
1

F
H
G
I
K
J
apresente um termo
i ndependente de x e não nul o.


SOLUÇÃO:
O termo geral do desenvol vi mento de x
x
n
2
1

F
H
G
I
K
J
é
T =
n
k
x
x
n
k
x x
n k
k
n k k k
F
H
G
I
K
J

F
H
G
I
K
J
=
F
H
G
I
K
J
− ⇒
− − −
( ) ( )
2 2 2
1
1

n
k
x
k n k
F
H
G
I
K
J


( ) 1
2 3


Para o termo i ndependente de x devemos ter 2n —3k = 0,
l ogo k =
2
3
n
. Como k deve ser i ntei ro, concl uímos que n
deve ser um múl ti pl o de 3.


90. Cal cul e a e b de modo que a fração al gébri ca
x ax b
x
2
2
2 1
+ +
+

tenha o mesmo val or numéri co para todo x ∈ .
SOLUÇÃO:

Devemos ter:
x ax b
x
2
2
2 1
+ +
+
= k, ∀x ∈ , l ogo:
x
2
+ ax + b ≡ 2kx
2
+ k.

1 2
0
=
=
=
R
S
|
T
|
k
a
b k
A resposta é a = 0 e b =
1
2
.


91. Cal cul e o val or numéri co de x
4
+ 4x
3
y + 6x
2
y
2
+ 4xy
3
+ y
4
,
para x =
3 1
3
4
+
e y =
3 1
3
4

.
SOLUÇÃO:
x
4
+ 4x
3
y + 6x
2
y
2
+ 4xy
3
+ y
4
= (x + y)
4
=
3 1
3
3 1
3
4 4
4
+
+

F
H
G
I
K
J
=
2 3
3
2 3
3
48
4
4
4 2
F
H
G
I
K
J
= =
.



92. O número 2 é rai z dupl a de P(x) = ax
3
+ bx + 16. Determi ne
a e b.
SOLUÇÃO:
Como admi te rai z dupl a, o grau da equação ax
3
+ bx + 16 =
0 é mai or que 1. Então, a ≠ 0 e concl uímos que o grau é 3.
Há, portanto, 3 raízes.
Supondo que as raízes são 2, 2 e α, com α ≠ 2, temos
pel as rel ações de Gi rard:
2 2 0
2 2 2 2
2 2
16
4
4 4
4
4
1
12
+ + =
+ + =
=

R
S
|
|
|
T
|
|
|
= −
+ =
=

R
S
|
|
|
T
|
|
|
= −
=
= −
R
S
|
T
|
α
α α
α
α
α
α
α
. , l og
. .
, l og
b
a
o
a
b
a
a
o a
b


Portanto, a = 1 e b = —12.


93. Qual é o val or de
12
9
0
12
k
k
k
F
H
G
I
K
J
=

?

SOLUÇÃO:
12
9
0
12
k
k
k
F
H
G
I
K
J
=

=
12
1 9
0
12
12
k
k
k k k
F
H
G
I
K
J
=


. .
este fator é i gual a 1, portanto não al tera o
val or do termo.

Notando que
12
1 9
12
k
k k
F
H
G
I
K
J

. . é o termo geral do bi nômi o
(1 + 9)
12
, concl uímos que:

12
9
0
12
k
k
k
F
H
G
I
K
J
=

= (1 + 9)
12
= 10
12
(o que dá 1 tri l hão)


94. Numa urna há 12 eti quetas numeradas, 6 com números
posi ti vos e 6 com números negati vos. De quantos modos
podemos escol her 4 eti quetas di ferentes tal que o produto
dos números nel as marcados sej a posi ti vo?

SOLUÇÃO:
Teremos o produto posi ti vo em cada caso segui nte:
1
o
) escol hendo 4 eti quetas com números posi ti vos; ou
2
o
) escol hendo 4 eti quetas com números negati vos; ou
3
o
) escol hendo 4 eti quetas com números posi ti vos e 2
com números negati vos.




Vamos cal cul ar o número de possi bi l i dades de cada caso
(l embrando que não i mporta a ordem das eti quetas).
1
o
O número de modos de escol her 4 números posi ti vos,
di spondo de 6 números posi ti vos, é C
6, 4
.
C
6, 4
=
6
4 2!
6 5 4
4 2 1
15
!
!
!
!
= =
x x
x x



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OSG 5928/05
21
2
o
Como temos também 6 números negati vos, o número
de modos de escol her 4 del es é C
6,4
= 15.
3
o
Dos 6 posi ti vos devemos escol her 2 (C
6,2
) e, para cada
escol ha destes, dos 6 negati vos devemos escol her
também 2 (C
6,2
). O número de possi bi l i dades deste
caso é C
6,2
x C
6,2
. Como C
6, 2
=
6
2! 4
15
!
!
, = temos
15 x 15 = 225 possi bi l i dades.

Então, o total de possi bi l i dades para o produto posi ti vo
é 15 + 15 + 225 = 255.
95. Encontre o coefi ci ente de x
5
no desenvol vi mento de
(1 —x) . (1 + x)
8
.
SOLUÇÃO:
Quando mul ti pl i camos (1 — x) pel o pol i nômi o obti do
desenvol vendo (1 + x)
8
, o termo em x
5
resul ta da adi ção de
doi s produtos:

(1 —x) (1 + ... + termo em x
4
+ termo em x
5
+ ... + x
8
)

Termo em x
5
= [ 1 . termo em x
5
de (1 + x)
8
] + [ (—x) . termo
em x
4
de (1 + x)
8
]

O termo geral de (1 + x)
8
é T =
8
1
8
8
k
x
k
x
k k k
F
H
G
I
K
J
=
F
H
G
I
K
J

. . .
Para k = 5 temos T =
8
5
8
5! 3!
8 7 6
3 2 1
56
5 5 5 5
F
H
G
I
K
J
= = = x x
x x
x x
x x
!
.
Para k = 4 temos
T =
8
4
8
4 4
8 7 6 5
4 3 2 1
70
4 4 4 4
F
H
G
I
K
J
= = = x x
x x x
x x x
x x
!
! !
.

Então, no produto (1 —x) (1 + x)
8
temos:
Termo em x
5
= [ 1 x 56x
5
] + [ (—x) . 70x
4
] ⇒
⇒ 56x
5
—70x
5
= —14x
5


O coefi ci ente pedi do é i gual a —14.


96. Se A é uma matri z quadrada de ordem três com det A = 5,
então o val or de det (2A) é:
a) 6
b) 11
c) 15
d) 30
e) 40


SOLUÇÃO:
Sabemos que:
det (k . A) = k
n
. det (A), onde:
n → é a ordem da matri z A

Então: det (2A) = 2
3
. det (A) = 8 . 5 = 40.

Resp.: E


97. Se a matri z A sati sfaz A
2
—2A + I = 0, então A
—1
:
a) não exi ste
b) é i gual a I.
c) é i gual a A.
d) é i gual a A —2I
e) é i gual a 2I —A.
SOLUÇÃO:
Sabemos que: A . A
—1
= A
—1
. A = I
Então:
A
2
—2A + I = 0 ⇒ I = 2A —A
2

⇒ I = 2AI —A
2
⇒ I = 2IA —AA ⇒
⇒ I = (2I —A) . A ⇒ A
—1
= 2I —A

Resp.: E


98. Uma l oj a, real i zando uma promoção, oferece um desconto
de 20% nos preços dos seus produtos.
Para vol tar aos preços i ni ci ai s, os preços promoci onai s
devem sofrer um acrésci mo de A%. Determi ne o val or de
A.
a) 10
b) 20
c) 25
d) 30
e) 40

SOLUÇÃO:
Preço i ni ci al : P ⇒ com desconto:
80
100
P

novo preço


Para vol tar ao preço i ni ci al , temos:
80
100 100
80
100
P
A
P P + = .
A
P P
100
80
100
20
100
. =
A
100
1
4
=
A = 25

Resp.: C


99. Sej am p e q números i ntei ros posi ti vos e consecuti vos. Se
1 1 11
30 p q
+ = , então p e q é i gual a:
a) 9
b) 11
c) 13
d) 15
e) 17

SOLUÇÃO:
1 1 11
30 p q
+ = ⇒
q p
pq
+
=
11
30


Como p e q são i ntei ros posi ti vos consecuti vos, então p e q
são pri mos entre si , i sto é, m.d.c. (p, q) = 1.
Assi m, p = 5 e q = 6 ou p = 6 e q = 5.
Portanto, p + q = 11.

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3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
22
Resp.: B


100. O gráfi co da função f(x) = senx no i nterval o
π
π
2
,
L
N
M
O
Q
P
é:
a) crescente
b) decrescente
c) constante
d) nul a
e) negati va

SOLUÇÃO:
Esboço do gráfi co de senx no de [ 0, 2π]













Resp.: B

101. Um dos ângul os de um tri ângul o retângul o é α.
Se tgα = 2,4, os l ados desse tri ângul o são proporci onai s a:
a) 30, 40, 50
b) 80, 150, 170
c) 120, 350, 370
d) 50, 120, 130
e) 61, 60, 11

SOLUÇÃO:
Se tgα = 2,4 ⇒ tg α =
24
10
⇒ tgα =
12
5

⇒ cateto oposto = 12k e cateto adj acente = 5k ⇒
⇒ hi potenusa = 13k

Tomando k = 10 ⇒ l ados 50, 120 e 130

Resp.: D


102. A di stânci a do ponto de i nterseção das retas 2x —3y + 26 = 0
e 5x + 2y —49 = 0 à ori gem é:
a) 13
b) 23
c) 15
d) 18
e) 17

SOLUÇÃO:
Resol vendo o si stema formado pel as equações aci ma,
encontramos como i nterseção o ponto (5, 12).
Assi m, a di stânci a do ponto (5, 12) ao ponto (0, 0) é i gual
a d = ( ) ( ) 5 0 12 0 169 13
2 2
− + − = = .

Resp.: A

103. As promoções do ti po “ l eve 3 pague 2” , comuns no
comérci o, acenam com um desconto, sobre cada uni dade
vendi da, de:
a)
50
3
%
b) 20%
c) 25%
d) 30%
e)
100
3
%
SOLUÇÃO:
Observe:
i . Quem l eva 3 e paga 2 está comprando 3 e tendo um
desconto de 1;
i i . Se 1 é p% de 3 ⇒ 1 =
p
100
3 . ⇒ p =
100
3
ou p =
33,33% (aproxi madamente).

Resp.: E

104. Sabendo que cos 36
o
=
1 5
2
+
, então cos 72
o
val e:
a)
1 5
2
+

b)
5 1
4


c)
5 1
2


d)
1 5
2


e)
1 5
4



SOLUÇÃO:
Sabemos que: cos 2x = 2cos
2
x —1 (arco dupl o)
Tomando x = 36
o
, encontramos:
cos 72
o
= 2 cos
2
36
o
—1 ⇒ cos72
o
= 2 .
1 5
4
1
2
+
F
H
G
I
K
J
− ⇒
cos 72
o
=
5 1
4


Resp.: B

105. Se y = cos 2280
o
, então y é i gual a:
a) —cos 12
o

b) —cos 60
o

c) —cos 30
o

d) cos 12
o

e) cos 60
o


SOLUÇÃO:
Sabemos que:
se a + b = 180
o
então sen a = sen b e cos a = — cos b

Di vi di ndo 2280
o
por 360
o
, encontramos:
2280
o
= 120
o
+ 6.360
o


Assi m: cos 2280
o
= cos 120
o
= —cos 60
o


Resp.: B

π
2

π
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
23

106. A área máxi ma da regi ão l i mi tada por um tri ângul o
retângul o i nscri to em um círcul o de rai o R é:
a) 2R
2

b) πr
2

c) R
2

d)
R
2
2

e) 2πr
2


SOLUÇÃO:
Observe:
i . A área de um tri ângul o é i gual a
base x al tura
2
.
i i . Tome AB como base → base = 2R (di âmetro), poi s O é
o centro.
i i i . De todas as al turas rel ati vas a hi potenusa AB, a mai or
é EO = R, onde R é o rai o.

Logo, o tri ângul o de área máxi ma tem área i gual a
2
2
2
R R
R
.
= .

Vej a a fi gura:





Os ângul os ACB
$
, ADB
$
,
AEB
$
e AFB
$
são retos.




Resp.: C


107. Se p é natural mai or que 1, não di vi sível por 2 e nem por 3,
então p
2
—1 é di vi sível por:
a) 18
b) 24
c) 36
d) 9
e) 27

SOLUÇÃO:
É fáci l ver que:
i . Se p não é múl ti pl o de 2 ⇒ p —1 e p + 1 são pares
consecuti vos, l ogo (p —1) . (p + 1) é múl ti pl o de 8.
i i . Se p não é múl ti pl o de 3 ⇒ p —1 ou p + 1 será um
múl ti pl o de 3, l ogo (p —1) . (p + 1) é múl ti pl o de 3.

De (i ) e (i i ), concl uímos:
O produto (p —1) . (p + 1) = p
2
—1 é um múl ti pl o de 24.

Resp.: B


108. Sej am a e b números reai s posi ti vos tai s que a + 3b = 30.
Determi ne qual é o mai or val or possível para ab.

SOLUÇÃO:
Sabemos que: Se a
1
, a
2
, a
3
, ..., a
n
são números reai s posi ti vos,
então:
Médi a ari tméti ca =
a a a a
n
n 1 2 3
+ + + + . . .

Médi a geométri ca = a a a a
n
n
1 2 3
. . . . .

Rel ação i mportante entre as duas médi as: M.A ≥ M.G

Daí,
a b
a b
+

3
2
3 . ⇒
30
2
3 ≥ ab ⇒ 15 ≥ 3ab ⇒
⇒ 225 ≥ 3ab ⇒ ab ≤ 75

Portanto, o mai or número para ab é 75.

Resp.: 75

109. Sej a x um número natural , que ao ser di vi di do por 9 dei xa
resto 5, e ao ser di vi di do por 3 dei xa resto 2. Sabendo-se que
a soma dos quoci entes é 9, podemos afi rmar que x é i gual a:
a) 28
b) 35
c) 27
d) 33
e) 23

SOLUÇÃO:
Temos que:
x = 9a + 5, onde a é o quoci ente da di vi são de x por 9.
x = 3b + 2, onde b é o quoci ente da di vi são de x por 3.

Como a soma dos quoci entes é 9, vem:
x x −
+

=
5
9
2
3
9 ⇒ x = 23

Resp.: E

110. Se 10 tgx + 16 cos x —17 sec x = 0, então sen x é i gual a:
a)
1
2
ou
1
8

b) ±
1
2

c)
1
4
ou
1
12

d) 0
e) —
1
2
ou
1
4


SOLUÇÃO:
Temos:
⇒ 10tg x + 16 cos x —17 sec x = 0 ⇒
⇒ 10 .
sen x
x cos
+ 16 cos x —17 .
1
cosx
= 0 ⇒
⇒ 10 sen x + 16 cos
2
x —17 = 0 ⇒
⇒ 10 sen x + 16 . (1 —sen
2
x) —17 = 0 ⇒
⇒ 16 sen
2
x —10 sen x + 1 = 0 ⇒
⇒ sen x =
1
2
ou sen x =
1
8


Resp.: A

TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
24
111. Um atl eta, correndo com vel oci dade constante, compl etou a
maratona em M horas. A fração do percurso que el e correu
em 2M mi nutos, foi :
a)
1
2

b)
1
6

c)
1
15

d)
1
30

e)
1
20


SOLUÇÃO:
Temos que: M horas = M . 60 mi nutos
Vej a:
Se M . 60 mi nutos = P (percurso compl eto) ⇒
⇒ 2 . M mi nutos =
P
30
(fração do percurso)
Resp.: D

112. Sendo R = 0
2
—1
2
+ 2
2
—3
2
+ 4
2
—5
2
+ ... + 98
2
—99
2
+ 100
2
,
cal cul e o val or de
R
202
.
a) 22
b) 23
c) 24
d) 25
e) 26

SOLUÇÃO:
Sabemos que:
i . a
2
—b
2
= (a —b) . (a + b)
i i . S
n
=
( ). a a n
n 1
2
+
(soma dos termos de uma P.A.)
Vej a:
R = (2
2
—1
2
) + (4
2
—3
2
) + (6
2
—5
2
) + ... + (100
2
—99
2
)
R = (2 —1) . (2 + 1) + (4 —3) . (4 + 3) + (6 —5) . (6 + 5) +
... + (100 —99) . (100 + 99)
R = 3 + 7 + 11 + ... + 199
R =
( ). 3 199 50
2
+
= 202 . 25 ⇒
R
202
= 25.

Resp.: D


113. O pri mei ro termo a de uma progressão ari tméti ca de razão
13 sati sfaz 0 ≤ a ≤ 10. Se um dos termos da progressão é 35,
determi ne o val or de a.
a) 5
b) 6
c) 7
d) 8
e) 9

SOLUÇÃO:
Temos: P. A. (a, a + 13, a + 26, a + 39, ..., 35, ...)

Usando a fórmul a do termo geral , encontramos:
a
n
= a
1
+ (n —1) . r ⇒ 35 = a + (n —1) . 13 ⇒
⇒ 35 = a + 13n —13 ⇒ a = 48 —13n ⇒
⇒ 0 ≤ 48 —13n ≤ 10 ⇒ —48 ≤ —13n ≤ —38 ⇒
⇒ 48 ≥ 13n ≥ 38 ⇒ 2, ... ≤ n ≤ 3, ... ⇒ n = 3 ⇒
⇒ a = 48 —13 . 3 ⇒ a = 9.

Resp.: E




114. O al gari smo das uni dades do número N = 1 . 3 . 5 . 7 . ... .
1993 é:
a) 1 c) 5 e) 9
b) 3 d) 7

SOLUÇÃO:
Note que o produto de qual quer número ímpar por 5
sempre termi na em 5; l ogo, como o número N só tem
fatores ímpares, seu al gari smo das uni dades é 5.

Resp.: C

115. Se
x y
7 3
= e x . y = 189, então, x —y val e com x e y
posi ti vos:
a) 12 c) 9 e) 21
b) 4 d) 30


SOLUÇÃO:
Temos:
x y
7 3
= = k ⇒ x = 7k e y = 3k
Daí, 7k . 3k = 189 ⇒ 21k
2
= 189 ⇒ k
2
= 9 ⇒ k = 3

Para: k = 3 ⇒ x = 21 e y = 9

Portanto: x —y = 12

Resp.: A

116. A pl anta de um apartamento está confecci onada na escal a
1:50. Então a área real , em m
2
, de uma sal a retangul ar cuj as
medi das na pl anta, são 12cm e 14cm é:
a) 24 c) 28 e) 54
b) 26 d) 42

SOLUÇÃO:
Sabemos que: Escal a é a razão entre o compri mento no
desenho e o compri mento real , medi dos na mesma
uni dade.
Daí,
1
50
12
=
x
⇒ x = 600cm ⇒ x = 6m


1
50
14
=
y
⇒ y = 700cm ⇒ y = 7m
Logo, a área da sal a será de 6m x 7m = 42m
2
.

Resp.: D

117. Prove que em todo tri ângul o ABC val e a rel ação:
c = a . cos
$
B + b . cos Â.
SOLUÇÃO:
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
25

cos  =
m
b
⇒ m = b cos Â
cos
$
B =
n
a
⇒ n = a cos
$
B
Logo, m + n = b cos  + a cos
$
B ⇒
⇒ c = a cos
$
B + b cos  (ok)

Obs.: Sendo  ou
$
B obtuso, chegamos com raci ocíni o
anál ogo ao mesmo resul tado.

118. Consi derem-se todas as di vi sões de números i ntei ros
posi ti vos por 17, cuj o resto é i gual ao quadrado do
quoci ente. A soma dos quoci entes dessas di vi sões é:
a) 10
b) 17
c) 17
2

d) 1 + 2 + 3 + ... + 17
e) 1
2
+ 2
2
+ 3
2
+ ... + 17
2


SOLUÇÃO:
Temos que: n di vi di do por 17 tem quoci ente q ≠ 0 e resto
com r = q
2
.
Vej a: i . possívei s restos de uma di vi são por 17 são: 0, 1,
2, 3, ..., 16
i i . como r tem que ser um quadrado perfei to,
devemos ter:
r = 0 ⇒ q = 0 (não sati sfaz)
r = 1 ⇒ q = 1
r = 4 ⇒ q = 2
r = 9 ⇒ q = 3
r = 16 ⇒ q = 4

Logo a soma dos quoci entes é 10.

Resp.: A

119. Determi ne o val or do produto P = cos 36
o
. cos 72
o
.

SOLUÇÃO:
Sabemos que:
sen 2x = 2sen x cos x ⇒
⇒ 2 sen 36
o
. P = 2 sen 36
o
. cos 36
o
cos 72
o

⇒ 2 sen 36
o
. P = sen 72
o
cos 72
o

⇒ 4 sen 36
o
. P = 2 sen 72
o
cos 72
o

⇒ 4 sen 36
o
. P = sen 144
o
⇒ 4 . P = 1,
poi s sen36
o
= sen 144
o
(supl ementares) ⇒ P =
1
4
.
Resp.:
1
4


120. Sej am f(x) =
1
1 x −
, x > 1 e g uma função tal que (gof) (x) = x.
Determi ne o val or de g
1
64
F
H
G
I
K
J
.

SOLUÇÃO:
g(f(x)) = x ⇒ g
1
1 x −
F
H
G
I
K
J
= x
Vej a:
se
1
1
1
64 x −
= ⇒ x —1 = 64 ⇒ x = 65 ⇒ g
1
64
F
H
G
I
K
J
= 65

Resp.: 65
121. O tri ângul o ABC está i nscri to em um círcul o de rai o R. Se
cos A =
3
5
, o compri mento do l ado BC é i gual a:
a)
2
5
R

b)
3
5
R

c)
4
5
R

d)
6
5
R

e)
8
5
R


SOLUÇÃO:
temos que:
cos  =
3
5
( é agudo) ⇒ sen  =
4
5


Lei dos senos:
a
sen Â
b
senB
c
sen C
= =
$ $
= 2R ⇒

BC
sen Â
= 2R ⇒ BC = 2R . sen  ⇒
⇒ BC = 2R .
4
5
⇒ BC =
8
5
R
:

Resp.: E


122. Sej a f(x) =
e e
e e
x x
x x

+


defi ni da em R. Se g for a função
i nversa de f, o val or de e
g
7
25
F
H
G
I
K
J
será:
a) —1
b) 0
c)
1
e

d) 1
e) e

SOLUÇÃO:
Como g é a i nversa de f, temos:
g
7
25
F
H
G
I
K
J
= f
—1

7
25
F
H
G
I
K
J

7
25
=

+


e e
e e
x x
x x

⇒ 7 . e
x
+ 7 . e
—x
= 25 . e
x
—25 . e
—x
⇒ —18 . e
x
= —32 . e
—x

TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
26
⇒ e
2x
=
16
9
⇒ e
x
=
4
3
⇒ e
g
7
25
4
3
F
H
G
I
K
J
=

Resp.: A


123. A médi a ari tméti ca dos ângul os i nternos de um eneágono
convexo val e:
a) 40
o

b) 70
o

c) 120
o

d) 135
o

e) 140
o


SOLUÇÃO:
Sabemos que a soma dos ângul os i nternos de um
pol ígono convexo é dada pel a fórmul a S = (n —2) . 180
o
.
Daí, a soma dos ângul os i nternos de um eneágono
convexo é i gual a S = (9 —2) . 180
o
= 7 . 180
o
.
Portanto, a médi a ari tméti ca será i gual a
7 180
9
.
o
= 7 . 20
o
= 140
o
.

Resp.: E


124. Uma sol ução tem 75% de áci do puro. Quantos gramas de
áci do puro devemos adi ci onar a 48 gramas da sol ução para
que a nova sol ução contenha 76% de áci do puro?

SOLUÇÃO:
Vej a:
Em 48 gramas de sol ução temos
75
100
. 48 = 36 gramas
de áci do puro.
Adi ci onando x gramas de áci do puro a sol ução, teremos:
Nova sol ução = (48 + x) gramas
Quanti dade de áci do puro = (36 + x) gramas
Assi m:
36
48
76
100
+
+
=
x
x
⇒ x = 2 gramas

Resp.: 2 gr amas


125. O gráfi co de uma função f é o segmento de reta que une os
pontos (—3, 4) e (3, 0). Se f
—1
é a função i nversa de f, então o
val or de f
—1
(2) é i gual a:
a) 1
b)
2
3

c) 3
d) 0
e)
3
2


SOLUÇÃO:
Temos: f(x) = ax + b, com a ≠ 0.
Pontos: (—3, 4) e (3, 0)

Para x = —3 ⇒ a . (—3) + b = 4
Para x = 3 ⇒ a . 3 + b = 0
Resol vendo, encontramos: b = 2 e a = —
2
3


Daí, a função f é dada por: f(x) = —
2
3
x + 2
Vej a: cál cul o de f
—1
(2)
Para y = 2 ⇒ 2 = —
2
3
x + 2 ⇒ x = 0 ⇒ f
—1
(2) = 0.

Resp.: D


126. Um el evador pode l evar 20 adul tos ou 24 cri anças. Se 15
adul tos j á estão no el evador, quantas cri anças podem ai nda
entrar?
a) 5
b) 6
c) 7
d) 8
e) 9

SOLUÇÃO:
Se 20 adul tos equi val e a 24 cri anças ⇒ 5 adul tos
equi val e a 6 cri anças.
Vej a:
i . O el evador pode l evar 20 adul tos.
i i . Tem 15 adul tos no el evador ⇒ fal tam 5 adul tos
(equi val ente a 6 cri anças).

Resp.: B

127. Uma tornei ra enche um tanque em 4 horas. O ral o do
tanque pode esvazi á-l o em 3 horas. Estando o tanque chei o,
abri mos, si mul taneamente a tornei ra e o ral o. Então o
tanque:
a) nunca se esvazi a
b) esvazi a-se em 1 hora
c) esvazi a-se em 4 horas
d) esvazi a-se em 7 horas
e) esvazi a-se em 12 horas

SOLUÇÃO:
Capaci dade do tanque: T
i . Tornei ra enche T em 4 horas ⇒ em 1 hora enche
T
4

do tanque.
i i . Ral o esvazi a o tanque T em 3 horas ⇒ em 1 hora
esvazi a
T
3
do tanque.
Assi m, o tanque em uma hora esvazi a
1
12
de sua
capaci dade.

Vej a:
T T t T T
4 3
3 4
12 12
− =

= −

Portanto, o tanque esvazi a-se em 12 horas.

Resp.: E

128. Determi ne o val or de —63 . l og
8
(sen 15
o
. sen 75
o
)
SOLUÇÃO:
Fatos que aj udam:
i . Se a + b = 90
o
então sen a = cos b e sen b = cos a
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
27
i i . sen 2a = 2 sen a cos a
i i i . l og
a

n
b
m
=
m
n
. l og
a
b
Temos que:
sen 15
o
. sen 75
o
= sen 15
o
. cos 15
o
=
2 15 15
2
. . cos sen
o o
=
=
sen
o
30
2
1
4
=

Então, a expressão val e:
Exp. = —63 . l og
8

1
4
F
H
G
I
K
J
= —63 . l og
2
2
3
2

= —63 . −
F
H
G
I
K
J
2
3
.
l og
2
2 = 42 . 1 = 42

Resp.: 42
129. Consi dere um quadri l átero convexo ABCD de área i gual a
66cm
2
. Determi ne, em cm
2
, a área do quadri l átero cuj os
vérti ces são os pontos médi os dos l ados do quadri l átero
ABCD.

SOLUÇÃO:
Fatos que aj udam: ÁREAS
i . Sej a ABC um tri ângul o qual quer e sej a MNP o
tri ângul o que tem vérti ces nos pontos médi os dos
l ados do tri ângul o ABC, temos que:
Área (MNP) =
Área ABC ( )
4
.
i i . Sej a ABCD um quadri l átero qual quer convexo e sej a
MNPQ o quadri l átero que tem vérti ces nos pontos
médi os dos l ados de ABCD, temos que:
Área (MNPQ) =
Área ABCD ( )
4
.

Usando o resul tado (i i ) no enunci ado da questão,
concl uímos:

Resp.: 33cm
2


130. Se x é um número real tal que x
2
+
1
2
x
= 3, determi ne o
val or de x
x
4
4
1
+ .

SOLUÇÃO:
Se x
2
+
1
2
x
= 3 ⇒ x
x
2
2
2
2
1
3 +
F
H
G
I
K
J
= ⇒
⇒ x
4
+ 2 . x
2
.
1 1
2 4
x x
+ = 9 ⇒
⇒ x
4
+ 2 +
1
4
x
= 9 ⇒
⇒ x
4
+
1
4
x
= 7.

Resp.: 7

131. O menor número natural n, di ferente de zero, que torna o
produto de 3888 por n um cubo perfei to é:
a) 6 d) 18
b) 12 e) 24
c) 15

SOLUÇÃO:
Fatorando o número 3888, obtemos: 3888 = 2
4
. 3
5

Para formar um cubo perfei to devemos mul ti pl i car os
doi s membros no míni mo por 2
2
. 3
1
, para que as
potênci as dos números 2 e 3 sej am múl ti pl os de 3.
Assi m, o menor número que devemos mul ti pl i car por
3888 para obter um cubo perfei to é 12.

Resp.: B

132. Quantos números i ntei ros há entre 60
2
e 61
2
que não são
quadrados perfei tos?
a) 118
b) 119
c) 120
d) 121
e) 122
SOLUÇÃO:
Vej a: 60
2
e 61
2
são quadrados perfei tos consecuti vos,
então, qual quer i ntei ro entre el es não é quadrado
perfei to.
Intei ros que não são quadrados perfei tos: 3601, 3602,
3603, ..., 3720.
Quanti dade de i ntei ros que não são quadrados é i gual a
3720 —3601 + 1 = 120.

Resp.: C

133. O período da função f(x) = sen
4
x + cos
4
x val e:
a) 2π c)
3
2
π
e)
π
4

b) π d)
π
2


SOLUÇÃO:
Sabemos: se f é peri ódi ca ⇒ f(x + p) = f(x), para todo x no
domíni o da função. O menor val or posi ti vo de p,
chamamos de período de f.

Tomando x = 0, encontramos:
f(p) = f(0) ⇒ sen
4
p + cos
4
p = sen
4
0 + cos
4
0 ⇒
⇒ sen
4
p + cos
4
p = 1⇒ (sen
2
p + cos
2
p)
2
—2 sen
2
p . cos
2
p = 1⇒
⇒ 1 —2sen
2
pcos
2
p = 1 ⇒ 2sen
2
pcos
2
p = 0 ⇒
⇒ senp = 0 ou cosp = 0.
• se sen p = 0 ⇒ p = 0, π, 2π, ...
• se cos p = 0 ⇒ p =
π
2
,
3
2
π
, ...
Agora, devemos veri fi car se p =
π
2
sati sfaz a condi ção
f(x + p) = f(x), para todo x no domíni o da função.
Vej a: f(x + p) = f x +
F
H
G
I
K
J
π
2
= sen
4
x +
F
H
G
I
K
J
π
2
+ cos
4
x +
F
H
G
I
K
J
π
2

= (cosx)
4
+ (—senx)
4
= sen
4
x + cos
4
x = f(x) (ok).


Obs.: No ci cl o tri gonométri co, encontramos faci l mente:
sen x +
F
H
G
I
K
J
π
2
= cos x e cos x +
F
H
G
I
K
J
π
2
= —sen x (veri fi que! )

Resp.: D




TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
28
134. O conj unto sol ução da equação:
x . (l og
5
3
x
+ l og
5
21) + l og
5
3
7
F
H
G
I
K
J
x
= 0 é i gual a:
a) { } c) {1} e) {0, —2}
b) {0} d) {0, 2}

SOLUÇÃO:
Temos que:
x . (l og
5
3
x
+ l og
5
21) + l og
5
3
7
F
H
G
I
K
J
x
= 0 ⇒
⇒ x . l og
5
(3
x
. 21) + l og
5
3
7
F
H
G
I
K
J
x
= 0 ⇒
⇒ l og
5
(3
x
. 21)
x
+ l og
5
3
7
F
H
G
I
K
J
x
= 0 ⇒
⇒ l og
5
[ (3
x
. 21)
x
.
3
7
F
H
G
I
K
J
x
] = 0 ⇒
⇒ (3
x
. 21)
x
.
3
7
F
H
G
I
K
J
x
= 1 ⇒
⇒ 3 21
3
7
x
x
. .
F
H
G
I
K
J
= 1⇒
⇒ (3
x
. 3 . 3)
x
= 1 ⇒
⇒ (3
x+ 2
)
x
= 1 ⇒
⇒ 3 1
2
2 x x +
= ⇒
⇒ x
2
+ 2x = 0 ⇒
⇒ x = —2 ou x = 0

Resp.: E

135. Um número é composto de 2 al gari smos, cuj a soma é 9.
Invertendo a ordem dos al gari smos, obtemos um novo
número i gual a
4
7
do ori gi nal . Qual é o número?
SOLUÇÃO:
• número ori gi nal : ab = a . 10 + b (forma pol i nomi al )
• i nvertendo os al gari smos obtemos um novo número:
ba = b . 10 + a (forma pol i nomi al )

Equações do probl ema:
a + b = 9 e b . 10 + a =
4
7
. (a . 10 + b)
Segunda equação:
70b + 7a = 40a + 4b ⇒ 66b = 33a ⇒ a = 2b

Substi tui ndo na pri mei ra equação, teremos:
a + b = 9 ⇒ 2b + b = 9 ⇒ 3b = 9 ⇒ b = 3 ⇒ a = 6

Resp.: 63


136. A di stânci a entre doi s l ados paral el os de um hexágono
regul ar é i gual a 2 3 cm. A medi da do l ado desse
hexágono, em centímetros, é:
a) 3
b) 2
c) 2,5
d) 3
e) 4



SOLUÇÃO:
Vej a:
i . BF = 2 3 poi s BC//FE
i i . a
e
=
360
6
60
o
o
= ⇒ a
i
= 120
o


Apl i cando a l ei dos cossenos no tri ângul o ABF, teremos:
2 3
2
e j
= x
2
+ x
2
—2 . x . x . cos 120
o
⇒ 12 = 2x
2
+ x
2
⇒ x = 2

Resp.: B

137. Qual quer que sej a x, o val or de sen
6
x + cos
6
x + 3sen
2
xcos
2
x
é:
a) 0 d) 1
b) sen
2
x e) sen x . cos x
c) cos
2
x
SOLUÇÃO:
Lembre: Produto notável ⇒ (a + b)
3
= a
3
+ b
3
+ 3ab (a + b)
Temos que:
sen
2
x + cos
2
x = 1 ⇒ (sen
2
x + cos
2
x)
3
= 1
3

⇒ sen
6
x + cos
6
x + 3sen
2
x cos
2
x (sen
2
x + cos
2
x) = 1 ⇒
⇒ sen
6
x + cos
6
x + 3sen
2
x cos
2
x . 1 = 1 ⇒
⇒ sen
6
x + cos
6
x + 3sen
2
x cos
2
x = 1

Resp.: D

138. Quantas sol uções reai s e di sti ntas possui a equação
x
2
+ 9 = 3 senx?
a) 0 c) 2 e) i nfi ni tas
b) 1 d) 3

SOLUÇÃO:
Observe:
i . x
2
+ 9 é sempre mai or ou i gual a 9, para todo x real .
i i . 3 senx assume no máxi mo o val or 3.
i i i . a i gual dade não ocorre para nenhum val or real de x.
Logo, a equação não possui sol ução.

Resp.: A

139. O resto da di vi são de P(x) = x
5
+ 4x
4
+ 2x
3
+ x
2
+ x —1 por
q(x) = x + 2 é:
a) 17 c) 0 e) —17
b) 15 d) —15

SOLUÇÃO:
Vej a:
i . —2 é rai z de q(x)
i i . P (—2) é o resto da di vi são de P(x) por q(x).

Então, pel o teorema do resto, encontramos:
resto = P(—2) = —32 + 64 —16 + 4 —2 —1 = 17

Resp.: A

140. O val or míni mo de cos x + sec x, para 0 < x <
π
2
é i gual a:
a) 0 c)
2
e)
3

b) 1 d) 2

SOLUÇÃO:
Sabemos que:
E
TC DE REVI SÃO —MATEMÁTI CA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO


OSG 5928/05
29
(n —1)
2
≥ 0, ∀n ∈

Então: n
2
—2n + 1 ≥ 0 ⇒ n
2
+ 1 ≥ 2n

Consi derando n posi ti vo, tem-se:
n
n
2
1
2
+
≥ ⇒ n
n
+ ≥
1
2

Portanto, um número posi ti vo adi ci onado ao seu i nverso
é sempre mai or ou i gual a 2.

Resp.: D


“A força não provém da capacidade física e
sim de uma vontade indomável.”
(Mahatma Gandhi)

OSG.: 5928/05-(Parte2)_say171005/rev.:ANA

TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA
3ª SÉRIE E EXTENSIVO
 k + 1  k + 1    +       2   3  =1 6. A equação k + 2    5    a) não admite soluções. b) admite uma solução entre 1 e 5. c) admite uma solução entre 5 e 12. d) admite uma solução entre 12 e 20. e) admite uma solução maior que 20.

SOLUÇÃO:

Temos: (x2 + 2x + 1)4 = [(x + 1)2]4 = (x + 1)8 Termo geral 8 Tp +1 =   . x8 −p . 1p p   Queremos: 8—p=2→p=6 Daí, 8 T7 =   . x2 . 16 = 28x2 6  
Resp.: 28

Lembre:
 n   n   n + 1     p  +  p + 1 =  p + 1         

9. Calcule n sabendo que n  n n   +   +   + ... +  1  2   3       
SOLUÇÃO:

n   = 8.191 n  

Daí k +   2 

1  k + 1  k + 2   +    3  =  3          Substituindo: k + 2   3    =1 k + 2   5    

Lembre:  n  n  n n   +   +   + ... +   = 2n  0   1  2  n         Daí n  n n   +   + ... +   = 8.191  1  2  n      
n 2n −   0  

k + 2 k + 2   3  =  5        
Logo: 3+5=k+2→ k=6
Resp.: C

Agora: n 2n −   = 8.191 0   2n —1 = 8.191 2n = 8.192 2n = 213 → n = 13
Resp.: 13

7. A soma dos coeficientes do desenvolvimento de (1 + x2 — x3)9 é: a) —1 d) 3 b) 2 e) 4 c) 1
SOLUÇÃO: Sabemos: Se p(x) = anxn + an—1xn—1 + ... + a1x + a0, com an ≠ 0. A soma dos coeficientes do polinômio é dada por p(1). Assim: A soma dos coeficientes de (1 + x2 — x3)9 é dada por: Scoef. = (1 + 12 — 13)9 = (1 + 1 —1)9 = 1 Resp.: C

10. O número total de pares (x, y) que satisfazem a equação (x2 + y2 — 1)2 + (xy)2 = 0 é: a) infinito d) 2 b) 0 e) 4 c) 1
SOLUÇÃO:

Se a, b ∈ IR e n é par, então: an + bn = 0 ↔ a = b = 0 Temos: (x2 + y2 —1)2 + (xy)2 = 0 Daí, 2  2 x + y − 1 = 0  xy = 0 → x = 0 ou y = 0  se x = 0 → y2 = 1 → y = ± 1 se y = 0 → x2 = 1 → x = ± 1 pares: (0, 1), (0, —1), (1, 0), (—1, 0) Resp.: E

8. Encontre o coeficiente de x 2 no desenvolvimento de (x2 + 2x + 1)4.
SOLUÇÃO:

Lembre: Termo geral n Tp +1 =   . an−p . bp p  

2

OSG 5928/05

com a ≠ 0 Coordenadas do vértice b xV = − 2a ∆ yV = − ou y V = f (x V ) 4a Temos: — Coordenadas do vértice y = x2 — 6 −0 xV = → xV = 0 2 . —4) d = 4 .(—2) = —4 Distância do vértice à reta: 4x — 3y + 15 = 0 d = ??? Então: M(0.: E d = 13. obtemos : 2 2 Resp.E.) → x < 3  3 OSG 5928/05 . Resolvendo-se a inequação log 1 (2x + 1) > log 1 (−3x + 4).1 yV = 0 — 6 → yV = —6 2 dp. ax + by + c = 0 d) 6 6 e) 12 6 SOLUÇÃO: Lembre: f(x) = ax2 + bx + c.(4 — 6) = 2. Qual a área do triângulo ABM? a) 1 b) 6 c) 6 r P(x0.a 2 43 5 Resp. a área do ∆ABM é dada por: 1 Área = DABM 2 0 −6 1 D ABM = 6 0 1 = 12 6 − 6 0 1 Área = 1 . 4 − 3. 0 e B 6.) → x > − 2  4  − 3x + 4 > 0 (C. 0 ( ) ( 6 ou x = − 6 ) Logo. A distância do vértice da parábola y = (x — 2)(x — 6) à reta 4 y = x + 5 é: 3 72 43 d) a) 25 25 29 43 e) b) 25 5 c) 43 1 4 a) − < x < 2 3 4 b) 0 < x < 3 3 c) x < 5 SOLUÇÃO: d) − e) 1 3 < x < 2 5 3 4 < x < 5 3 Lembre: x y log a > loga → x < y (0 < base < 1) Temos: log 1 (2x + 1) > log 1 (−3x + 4) 2 2 SOLUÇÃO: i) f(x) = ax2 + bx + c. x —6=0→x= 2 (4.(x — 6) → parábola raízes: 2 e 6 2 + 6 xV = =4 2 yV = f(4) = (4 — 2). y0) ii) Distância de um ponto a uma reta.: D 12. 12 6 = 6 6 u. com a ≠ 0 Coordenadas do vértice x + x2  x V = 1  2 y V = f ( x V )  Então: 3  2x + 1 < − 3x + 4 → 5x < 3 → x < 5  1  2x + 1 > 0 (C.r = ax0 + by 0 + c a 2 + b2 Temos: y = (x — 2).(−4) + 15 42 + (−3)2 A − 6.E. —6) — Pontos de interseção com o eixo x. A parábola de equação y = x2 — 6 tem vértice M e corta o eixo x nos pontos A e B.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 11.

(1 + 4a2).s) se x = 2 → f(f(2)) = f(1) = 3 → f(f(2)) = 3 (OK) se x = 3 → f(f(3)) = f(2) = 1 → f(f(3)) = 1 (n. π x2(1 + 4a2) + 8ax + 3 = 0 Condição: ∆ = 0 (única solução) Daí.: E 17. 3} e f : A → A definida por f(1) = 3. ∀ m ∈ IR) Resp. se torne sempre positivo. a = (1 — i)10 a = [(1 — i)2]5 a = (—2i)5 a = —32i5 → a = —32i Resp.: E 2ª condição: ∆ < 0 → (m + 1)2 — 4. em radianos.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO Interseção 3/5 —1/2 4/3 —1/2 3/5 (III) (I) (II) SOLUÇÃO: Devemos ter: + (I) ∩ (II) ∩ (III) + + + + + ∆<0 a>0 1ª condição: Resp.: 6 16. (8a)2 — 4. 2 . f(2) = 1 e f(3) = 2.: B 18. qualquer que seja x. o valor de a é: a) 16 d) —16i b) 32 e) —32i c) 64 SOLUÇÃO: Temos: x10 = a se z é raiz então z10 = a.m. A reta y = ax + 1 intercepta a curva x2 + 4y2 = 1 somente num ponto.1 < 0 → → m2 + 2m + 1 — 4m < 0 → m2 — 2m + 1 < 0 → → (m —1)2 < 0 (absurdo. m > 0 e) Não há valores de m tais que o trinômio proposto. pois (m — 1)2 ≥ 0. é que: a) m > 0 b) (m + 1)2 + 4m < 0 c) (m — 1)2 ≤ 0 d) m ≠ 1. SOLUÇÃO: Temos:  y = ax + 1  2  x + 4y 2 = 1  substituindo (I) em (II): x2 + 4(ax + 1)2 = 1 x2 + 4a2x2 + 8ax + 4 — 1 = 0 1 2 3 1 2 3 se x = 1 → f(f(1)) = f(3) = 2 → f(f(1)) = 2 (n. Daí. das raízes da equação (Equação do 2º Grau) 1 + cos x + cos 2x + cos 3x = 0. cos   2  2  Então: x  5x  x x 2 cos   cos   + 2 cos   cos  = 0 2  2  2 2 x  x  5x   2 cos   . cos   cos (− x) = 0  2  2 4 OSG 5928/05 . cos   + cos    = 0 2  2  2   3x  x 2 cos   . 2. A condição para que o trinômio mx2 + (m + 1)x + 1 seja sempre positivo. 3} b) {2} e) vazio c) {3} SOLUÇÃO: Temos: A A 15. Calcule 8a2. Sejam A = {1.s) S = {2} Resp. cos   2 2 x  5x  cos 2x + cos 3x = 2 cos   . 2. O conjunto-solução de f[f(x)] = 3 é: a) {1) d) (1. Seja S a soma. p − q p + q cos p + cos q = 2 cos    cos   2   2  Temos: x x 1 + cos x = cos 0 + cos x = 2 cos   . D a>0→ m>0 14. Se o número complexo z = 1 — i é uma das raízes da equação x10 — a = 0. π]. x ∈ [0. qualquer que seja x.3 = 0 64a2 —12 — 48a2 = 0 16a2 = 12 8a2 = 6 Resp. Calcule SOLUÇÃO: Fórmula de Werner 6S .

SOLUÇÃO: Temos: ∆ = b2 — 4ac ∆ = (—1984)2 — 4.q = —8q (como q é diferente de zero) Temos: p = —8 Logo: p + q = —5p p + q = —5.(—8) p + q = 40 Resp. 2 3 π π 6π + 3π + 2π Soma das raízes = S = π + + = 2 3 6 11π S= 6 6S Logo: = 11 π Resp. 3. 2. q = − 8q 2ª equação p. Resp. π x x cos = 0 → = + kπ → x = π + 2kπ 2 2 2 ou π π 3x 3x 2kπ cos = 0 → = + kπ → x = + 2 2 2 3 3 ou π cos x = 0 → x = + kπ 2 π π se k = 0 → x = π. 2. A função f(x) = pertencente a:  25  a) − . ou 3 2 Se k = 1. 1985 Então: ∆ > 0 → raízes reais e distintas.: C 5 2 20.(—1985) ∆ = 19842 + 4. . Sobre a equação 1983x2 — 1984x — 1985 = 0. c) Tem duas raízes reais distintas. p + q = − 5q  p . Quantos valores inteiros satisfazem a inequação (2x — 7)(x — 1) ≤ 0? a) zero d) 3 b) 1 e) 4 c) 2 SOLUÇÃO: Estudo do sinal — — — — — — — — — — + + 1 + + + + 7/2 + + + + + + + + + 1 — 7/2 + + + produto f ( x) = 3 x − x x − 2 4 2 inteiros: 1.: C 6x − x + x 2 f ( x) = 4 f ( x) = x2 + 5x 4 1 2 5 f ( x) = x + x 4 4 Parábola crescente 5 4 = −5 xv = 1 2 2. π π Raízes: π. → raízes já encontradas ou fora do intervalo dado. SOLUÇÃO: Girard x1 + x2 = − 5p  x1 .: 11 Importante: cos(—x) = cos(x).. + ∞   2  SOLUÇÃO: Temos: f é crescente ∀ x ≥ − Resp.1983 . calcule p + q.  4  e) IR 21. d) Tem duas raízes positivas. + ∞ b) − 4    5  c)  − . 4 − 5 OSG 5928/05 .1983..: D 22. e) Tem duas raízes negativas. + ∞  16   25  . a afirmativa correta é: a) Não tem raízes reais.: 40 x(1 − x) 3 é crescente. . b) Tem duas raízes simétricas. Se p e q são raízes não-nulas de x2 + 5px — 8q = 0. x2 = − 8q Daí.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO  3x  x 4 cos   cos   cos (x) = 0  2  2 Daí. 3 Resp. ∀ x ∈ Df 19. para todo x x − 4 2 5  d)  − ∞.

A distância do centro da circunferência x2 + y2 — 6x — 8y + 21 = 0 à bissetriz do 1º e 3º quadrantes vale: a) b) c) 5 2 3 d) e) 3 2 2 2 se x = 3 → f(4) = [f(3)]2 → Resp. 2] Então: —3 < x ≤ 2 Agora: 1− y −3 < ≤ 2 2 —6 < 1 — y ≤ 4 —7 < —y ≤ 3 7 > y ≥ —3 ou —3 ≤ y < 7 Resp. 2]. R= 3 .: B 1− y 2 distância = Resp.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 23. 7] 1ª SOLUÇÃO: Temos: 2ª SOLUÇÃO: xmax = 2 → ymin = —3 xmin = —3 → ymax = 7 Então: y ∈ [—3. 3] d) [—3. é o intervalo ]—3. 5[ b) [—3. O raio dessa circunferência é: a) 3 d) 1 b) 2 e) 0. então f(1 — x) vale: a) 2 — x2 d) 3x2 — 2x + 4 e) x2 + x —1 b) 2 + x2 2 c) x + 2x — 4 SOLUÇÃO: Tomando: 3x − 3y = 0 2x + 3 = k → x = Então: 2 k − 3 2 k − 3 k − 3 f(k) = 4  +1  +6 2   2   2 f(k) = (k —3) + 3(k — 3) + 1 Distância de um ponto a uma reta. 7[ 3 x é tangente a uma circunferência de centro 3 (2. b) Daí. 7[ e) ]—3. definida por f(x) = 1 — 2x.5 c) 3 SOLUÇÃO: 2 25.: D OSG 5928/05 . 3 − 1. 7[ SOLUÇÃO: Circunferência x2 + y2 — 2ax — 2by + a2 + b2 — R2 = 0 Centro (a.0 + 0 ( 3 ) + (−3) 2 2 = 2 3 12 f(k) = k2 —3k + 1 Agora: f(1 — x) = (1 — x)2 —3(1 — x) + 1 f(1 — x) = x2 + x — 1 Portanto: f(1 — x) = x2 + x —1 Resp. O conjunto imagem de f é dado por: a) ]—7. ∀ x ∈ IR.: E 6 R 2 3 2 3 R=1 Resp. Então f(4) é igual a: d) 101 a) 1016 b) 100 e) 121 c) 10256 SOLUÇÃO: Temos que: f(x + 1) = [f(x)]2 se x = 0 → f(1) = [f(0)]2 → f(1) = 102 se x = 1 → f(2) = [f(1)]2 → f(2) = 104 se x = 2 → f(3) = [f(2)]2 → f(3) = 108 26. Se f(2x + 3) = 4x + 6x + 1.2 −3.: A f(4) = 1016 24.: E 1. 3] c) ]—3. 0). Seja f uma função real tal que f(x + 1) = (f(x))2 e f(0) = 10. Se o domínio da função f. 4 + 0 1 + (−1) 2 2 = 1 2 = 2 2 27. A reta y = → y ∈ [—3. —2a = —6 → a = 3 —2b = —8 → b = 4 Bissetriz dos quadrantes ímpares y=x y = 1 — 2x → x = Veja: x ∈ ]—3.

Num triângulo retângulo de catetos 1 e relativa à hipotenusa mede. em cm: a) 2 b) 3 c) 3 d) e) 3 2 2 2 3 cm .1(a2 + b2) ∆ = 4(a + b)2 — 4(a2 + b2) ∆ = 8ab Daí.h → Resp. Em um triângulo retângulo OAB. O sistema linear de equações nas incógnitas x e y kx + 2y = − 1 é impossível se. a altura Somando (k + 4)x = 2m —1 impossível k + 4 = 0 → k = —4 2m —1 ≠ 0 → m ≠ Resp. Nestas condições o valor de x é: a) ab − a − b 2ab ( 3) 2 → a2 = 4 → a = 2 3 = 2h → h = 3 2 ii) 1. são dados pontos P em OA e Q em OB de tal maneira que AP = PQ = QB = x.. s − v 7 OSG 5928/05 . veja figura) 2ab x = a + b − d) k = —4 e) k = —4 e m = 1 2 Resp. os resultados serão múltiplos de 10. 3! = 6. + 89! SOLUÇÃO: Pitágoras x2 = (a —x)2 + (b —x)2 x2 = a2 —2ax + x2 + b2 —2bx + x2 x2 —2(a + b)x + a2 + b2 = 0 ∆ = [—2(a + b)]2 — 4. x = 2(a + b) ± 2 8ab = 2(a + b) ± 2 2ab 2 33 S = 3 + 30 + 10α’ múltiplo de 10 múltiplo de 10 S = 3 + 10α → dígito das unidades é 3. Sendo f(x) = 100x + 3.. então: f (s) − f (v) = a . com a ≠ 0. Então: S = 1 + 2 + 6 + 24 + 5! + . 4! = 24 A partir de 5!. 2! = 2.: D b) a + b − c) 32. 3 = a.: B 29. + 89!. Resp... o valor de a) 104 b) 102 c) 10 SOLUÇÃO: a 2 + b2 2ab f (10 −8 ) − f (103 ) é: 10 −8 − 103 d) 10—5 e) 10—11 d) a + b + e) ab + a + b Saiba: Se f(x) = ax + b. retângulo em O. Se S = 1! + 2! + 3! + . com OA = a e OB = b. com s ≠ v. e somente se:  2x − y = m a) k = —4 e m ≠ 1 2 1 b) k ≠ —4 e m = 2 1 c) k ≠ —4 e m ≠ 2 SOLUÇÃO: kx + 2y = − 1 Sistema  4x − 2y = 2m x=a+b+ 2ab (absurdo.: B 31. então o dígito das unidades de S é: a) 1 d) 7 b) 3 e) 9 c) 5 SOLUÇÃO: Veja: 1! = 1.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 28.: A 1 2 SOLUÇÃO: Temos: Relações métricas i) a2 = 12 + 30.

Se um polígono convexo de n lados tem 54 diagonais. Na figura. Na figura abaixo.: D 34.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO Assim: f (10 −8 ) − f (103 ) = 100 (coeficiente angular) 10 − 8 − 103 Resp. Então α + β + θ é igual a: a) π 3 7π b) 18 4π c) 9 π d) 2 n = 10 Portanto: n(n − 3) 10 . ABCD é um quadrado e BCE é um triângulo eqüilátero. 7 d= = 2 2 n = 35 Resp. EF = 2cm . então n é: a) 8 d) 11 b) 9 e) 12 c) 10 SOLUÇÃO: Lembre: Fórmula do número de diagonais d = Então: n(n − 3) 2 n2 — 3n — 108 = 0 54 = n(n − 3) 2 ∆BCE é eqüilátero → α = 60° ABCD é um quadrado → θ = 30° Veja: BC ≡ BE (lado do quadrado = lado do ∆BCE) Daí. é: a) 30 A D b) 49 E c) 60 d) 75 e) 90 2 → tg α = 1 → α = 45° 2 2 1 ∆EQF → tg β = → tg β = 4 2 2 1 ∆EGF → tg θ = → tg θ = 6 3 Sabemos: tg β + tg θ tg (β + θ) = 1 − tg β .: E SOLUÇÃO: 35. ∆ABE é isósceles n = 12 Resp. exatamente: a) 15 diagonais d) 30 diagonais b) 20 diagonais e) 35 diagonais c) 25 diagonais SOLUÇÃO: Lembre Soma dos ângulos internos Si = (n —2) . 180° Então: 1440° = (n —2) . em graus.: B SOLUÇÃO: Figura: 33. A medida do ângulo AEB.s) θ + 2x = 180° 30° + 2x = 180° x = 75° Resp. tg θ ∆EPF → tg α = B C 8 OSG 5928/05 .: E ou n = —9(n. O polígono convexo cuja soma dos ângulos internos mede 1440° tem. EG = 6cm e EP = PQ = QG . 180° 1400° =n − 2 180° 8=n—2 B 36. EFG é um triângulo retângulo.

então a2 + b2 é igual a: 13 17 c) a) 2 2 15 19 d) b) 2 2 1 A(0.5 u.a b) 3. 2y . 6y = 4 6y = 1 → y = 0 → x = 2 Assim: a + b = 4  a − b = 1 Resolvendo: 5 3 a = e b = 2 2 34 17 2 2 Logo: a + b = = 4 2 Resp.5 u.a.  . B(0.0 u. então 9(x1 + x2) é igual a: a) 22 c) 26 b) 24 d) 28 OSG 5928/05 3 9 . Se a > b > 0. 3y = 4 22+y . A área compreendida entre as retas 4y = x — 2.: D 37.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO Então: 5 1 1 + 2 3 = 6 =1 tg (β + θ) = 5 1 1 1− .a e) 6.a SOLUÇÃO: Temos: x − 2  y = 4  retas y = 2x − 4 x = 0 (eixo y)   Gráfico Pitágoras x (xq)2 = x2 +    q   2 x2 q2 Dividindo ambos os membros por x2.0 u. 3y = 4 22 . cujos termos são os três lados de um triângulo retângulo é: a) b) 1+ 5 2 1+ 2 5 c) d) 1+ 3 2 1+ 2 3 SOLUÇÃO: Fazendo: log2(a + b) = x → a + b = 2x log3(a — b) = y → a — b = 3y Sistema: 2x .a c) 4. x. 1 q2 = 1 + 2 q q 4 — q2 — 1 = 0 x2q2 = x2 + q2 = 1± 5 1+ 5 → q2 = 2 2 Portanto: 1+ 5 2 Resp. —4) e C(2. . 6 2 3 tg (β + θ) = 1 → β + θ = 45° Portanto: α + β + θ = 90° Resp.0 u. 3y = 4   x − y = 2 → x = 2 + y  Substituindo: 2x .: C SOLUÇÃO: x  P.a d) 4.: B 38. 0) 2 0 − DABC = 0 2 Logo: Área = 1 1 2 − 4 1 = −1 + 8 = 7 0 1 7 1 u. A razão de uma progressão geométrica. Se x1 e x2 são as raízes da equação 32 log x = xlog x (3x) . − ) . Sejam a e b números reais. xq  q    40. y = 2x — 4 e x = 0 é igual a: a) 3.: A q = Atenção!!! q é positivo 39. 3y = 4 4 .G.7 = 2 2 Resp. a2 — b2 = 4 e log2(a + b) — — log3(a — b) = 2.

: A 45. é: a) 0 d) 3 b) 1 e) maior que 3 c) 2 SOLUÇÃO: Temos: sen2 x − sen2 x = 0 cos2 x sen2x —sen2xcos2x = 0 sen2x(1 — cos2x) = 0 10 OSG 5928/05 .TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO SOLUÇÃO: Lembre: i) alog a = b b ii) Se logb = x → a x = b a Temos: 32 log x = xlog x Então: 3 = 3x Tomando: x log3 = k → log3 = x 3 3x sen2x .5 (absurdo.. sen2x = 0 sen4x = 0 Daí.. Seja M um conjunto de 20 elementos. Daí. 0 ≤ x < 2π. pois o mínimo de cos x é —1).: A 1 sen x ≥ 2 Daí. 1 p =0 n n . a2. sen x = 0 x = 0 ou x = π Resp.. nº de subconjuntos com 18 elementos = C20. 3k = 3k +1 Comparando: 2 k+1= k k2 + k — 2 = 0 2 3k ∑  p  .: C 43. O domínio real da função f(x) = 1 9 k = —2 → x = 3—2 → x = é: a) π 5π ≤ x ≤ 6 6 π 5π b) 0 ≤ x ≤ ou ≤ x < 2π 6 6 c) 0 ≤ x < π ou k = 1 → x = 31 → x = 3 Logo: 1  9 (x1 + x2 ) = 9  + 3  = 1 + 27 = 28 9  Resp. Determine n. 18 Resp. π 5π ≤ x ≤ 6 6 Resp. O número de raízes de equação a) 0 b) 1 c) 2 3 + cos x = 0 é: 2 d) 3 e) maior do que 3 d) π 2π ≤ x ≤ 3 3 SOLUÇÃO: Condição: 2 sen x —1 ≥ 0 1/2 SOLUÇÃO: Sabemos: —1 ≤ cos x ≤ 1. . a20}.: B 42. ∀ x ∈ IR Temos: 3 + cos x = 0 2 3 cos x = − 2 cos x = —1. 1 e x = 3k k (a + b)n = Veja: ∑  p  a p =0 n−p n n n−p . 2p = (1 + 2)n = 3n Então: 3n = 729 → n=6 2 sen x − 1 para 0 ≤ x < 2π 44. A ordem dos elementos não altera um conjunto. 2 p =0 n n p = 729. bp (Binômio de Newton) Substituindo: 3 2. O número de raízes da equação tg2x — sen2x = 0.: D 41. a3. 1 k = 3 . O número de subconjuntos de M que contêm exatamente 18 elementos é: a) 360 d) 120 b) 190 e) 18 c) 180 SOLUÇÃO: Temos: M = {a1. sabendo que SOLUÇÃO: 2 log 3 x ∑  p  . Resp.

2 = n! = n . Sejam N o conjunto dos números inteiros positivos e E = {(x. 1 1 2 x + 3 2 Então o valor da soma 1. 20 Soma: .y) ∈ N2.2 + 100 = A2n. + 20) . (n − 1) = Cn.: 53 An. 6 + 2 .1)} Resp.f(3) + . quantidades iguais de bolinhas. Se Cn. Deseja-se acondicionar em um certo número de caixas.2 = (n − 2)!2! 2 * MDC (530. x4y4 — 10x2y2 + 9 = 0} Determine o número de elementos de E.s) 3 47.1).c.3) ou (3. + 20 . (1. 1060. 1060 amarelas e 583 azuis. Calcular o número máximo de caixas de modo que qualquer destas caixas contenha.f(2) + 3. 583) = 53 Resp. 6 = 21..d. 2x + 3 2x + 3 6 Então: x = 53 * MDC (1590. 6 + .2 + 2.f(20) é: a) 120 d) 620 b) 600 e) 1260 c) 210 SOLUÇÃO: Temos: 2x + 3 6 f ( x) = = (2x + 3) .: E 11 OSG 5928/05 . 6 (1 + 20) . 1590 bolinhas brancas.: B ou n = − 25 (n. 6 2 Soma = 1260 Resp. + 20.1) ou xy = 3 → (1.An. (3.1) E = {(1. (1590.. (2n − 1) (2n − 2)! 48. Temos: 1590 = p x 1060 = q x 583 =r x Veja: x = m. x ≠ − .2 = A2n. tem-se: xy = 1 → (1.3).TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 46..2 então n é igual a: a) 24 d) 10 25 b) 8 e) − 3 c) 6 SOLUÇÃO: Temos: n! n . 6 Soma: (1 + 2 + 3 + .f(1) + 2.. SOLUÇÃO: Temos: x4y4 — 10x2y2 + 9 = 0 (x2y2)2 — 10x2y2 + 9 = 0 Fazendo: x2y2 = k Equação k2 — 10k + 9 = 0 k = 1 → x2y2 = 1 → (xy)2 = 1 ou k = 9 → x2y2 = 9 → (xy)2 = 9 Como x e y são inteiros positivos. para cada cor. SOLUÇÃO: x → número de caixas p → quantidade de bolas brancas em cada caixa q → quantidade de bolas amarelas em cada caixa r → quantidade de bolas azuis em cada caixa.: 3 Então: n(n − 1) + 2 . (n − 1) (n − 2) (2n)! = (2n) . 583) 49.. n(n − 1) + 100 = (2n)(2n − 1) 2 2 n — n + 4n2 — 4n + 200 = 8n2 — 4n 3n2 + n — 200 = 0 n=8 Resp. 1060) = 530 f(x) = 6 Agora: Soma: 1 .. Considere a função real definida por 2x + 3 3 f ( x) = . de modo que cada caixa contenha bolinhas de todas as cores. 10 . 6 + 3 .

não existem funções de A em B sobrejetoras. obtida num conjunto de cinco provas. com peso 1 (um) cada.5. na prova-exame. Para ser aprovado numa disciplina.: 9 → y=3 x ≥ 45 → Resp. Os conjuntos A e B possuem 3 e 4 elementos. 7. 60. Quantas funções de A em B tem o conjunto imagem igual a B? a) nenhuma d) 3! e) 4! b) 34 c) 43 SOLUÇÃO: Veja: i) Numa função de A em B devemos ter todos os elementos de A associados a um único valor em B. nota mínima igual a: a) 20 d) 45 b) 35 e) 50 c) 40 SOLUÇÃO: Média ponderada = 1.3 = 360 funções injetoras 360 funções injetoras Resp.: D xmin = 45 51. Esse aluno. ii) Se o conjunto imagem é o próprio B.4. n = 12q + 7 n = 12q + 4 + 3 n = 4(3q+++1) + 345 n = 4q’ + 3.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 50. 9. então existe um elemento em A com duas imagens.50 + 1.s) ou x = —4(n. tem-se: 6.x + x2 = 12x x3 + x2 —12x = 0 x(x2 + x —12) = 0 x = 0 (n. 3. tem-se: 6. onde q’ = 3q + 1 Veja: n 3 4 q’ 52.3 = Pelo princípio fundamental contagem. 8.5)15 = 215 . O resto da divisão n por 4 é: a) 0 d) 3 b) 1 e) 4 c) 2 SOLUÇÃO: Temos: n 7 12 q Daí. 50 e 70.5.60 + 1. um aluno precisa ter média maior ou igual a 50. a) 25 d) 75 b) 50 e) 250 c) 64 SOLUÇÃO: Temos: 1015 = (2. sendo quatro parciais. O resto da divisão do inteiro n por 12 é igual a 7. com peso 2 (dois). As funções injetoras de A = {1. 515 Pelo princípio fundamental da da contagem. Resp.: A 54. então: x1 ≠ x2 → f(x1) ≠ f(x2) Daí. respectivamente. 1 =2 m2 m2 — 2m + 1 = 0 m+ 1 m 53. 2. e uma prova exame. Resp. para ser aprovado nessa disciplina. Um certo aluno obteve em Matemática. Sejam x e y números reais satisfazendo às equações logy x + logx y = 2 e x2y + y2 = 12x. 4} em B = {5.70 + 2. SOLUÇÃO: Tomando: log x = m → log y = y x Daí. 6. Portanto.: B 12 OSG 5928/05 . nas quatro provas parciais. Determine o valor do produto xy. deverá obter.: D 55. 0} são em número de: a) 720 d) 24 b) 360 e) 30 c) 15 SOLUÇÃO: Lembre: Se f é injetora.4. pois todos os elementos de A estão associados.s) ou x=3 Resp. notas iguais a 30. o que nos leva a um absurdo.30 + 1. Qual dos cinco números relacionados abaixo é um divisor de 1015.x 210 + 2x = 6 6 Temos: 210 + 2x ≥ 50 6 210 + 2x ≥ 300 2x ≥ 90 m=1 → x=y Substituindo na 2ª equação x2y + y2 = 12x x2.

7415 = = 9.74151515.515 370.: D 56.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO Veja: ( a ) 25 = 52 divide 1015 (OK) ( b ) 50 = 2 . x4 = d (2 — i). S = {2} Resp. O número de soluções reais da equação a) 0 b) 1 c) 2 SOLUÇÃO: Temos: 2x2 − 8x = x x 2 − 4x 2x2 — 8x = x3 — 4x2 x3 — 6x2 + 8x = 0 x(x2 — 6x + 8) = 0 x = 0 (n. x2 .900 9.041 3.000 37. 52 divide 1015 (OK) ( c ) 64 = 26 divide 1015 (OK) ( d ) 75 = 3 .415 e) b) 10. serve) → denominador nulo ou x2 — 6x + 8 = 0 ou 2x2 − 8x = x é: x 2 − 4x d) 3 e) 4 58. aplicando Girard na equação: x1 . então: 57. serve) → denominador nulo. 3 + 2i é raiz → 3 —2i também é. os outros quadrados terão seus lados com as medidas indicadas na figura: 13 OSG 5928/05 .000 99.741.041 c) 9.900 SOLUÇÃO: Temos: 37. Qual o valor da razão ? b 5 a) 3 2 b) 3 c) 2 3 d) 2 1 e) 2 x=2 x = 4 (n. 53 divide 1015 (OK) Resp.: C Assim. a = 5x e b = 3x a 5 Portanto.: E 60. de coeficientes reais.(2 + i).(3 + 2i).(9 — 4i2) = d 5 .: B SOLUÇÃO: Sendo x a medida do lado do menor quadrado. é: 37.: B Lembre: A — B = {x/x ∈ A e x ∉ B} A—B A∩B É fácil ver: A — (A — B) = A ∩ B Resp.041 d) a) 10.000 3. A — (A — B) é igual a: a) A d) A ∪ B b) B e) A ∩ B c) A — B SOLUÇÃO: a + bi é raiz de p(x) → a — bi também é Temos: 2 — i é raiz → 2 + i também é. 52 não divide 1015 (problema: fator 3) ( e ) 250 = 2 . O retângulo abaixo de dimensões a e b está decomposto a em quadrados. = b 3 Resp.900 Resp. Se A e B são conjuntos.(3 — 2i) = d (4 — i2).000 9.415 37. admite as raízes 2 — i e 3 + 2i. Então d é: a) 75 d) 15 b) 65 e) 10 c) 25 SOLUÇÃO: Sabemos que: Se os coeficientes de um polinômio p(x) são reais. Daí. A fração geratriz de 3.. 13 = d d = 65 Resp. A equação x4 + ax3 + bx2 + cx + d = 0. x3 .415 − 374 37.: A 59..

determine o valor de n3 + 3n2 + 2. Se n é o maior número inteiro pertencente ao domínio da função f(x) = 1−logx . 2 a) Nenhuma b) Uma c) Duas d) Três e) Infinitas SOLUÇÃO: Graficamente: 1 x Lnx é igual a: Então. Dando x ≠ 1 e positivo. Resp. 22 + 2 = 22. FG c IJ H aK b log10 = 1. Logo. FG b IJ H cK a log10 . (3k)k = (3k)3 3k 2 +2 = 33k → k2 + 2 = 3k → k2 — 3k + 2 = 0 k=1→ ou k=2→ x=3 x=9 i) a log b a =b = 1 a logb Portanto.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 61.p. Determine o número de soluções reais da equação 2x = log x . SOLUÇÃO: Prova: Tomemos: a log10 = x → 10x = a b log10 = y → 10y = b c log10 = z → 10z = c Então: 1o membro = F 10 I . a equação não admite soluções.q.: B 64. = xlog x e = =1 e e e Resp. Prove que FG a IJ H bK c log10 . 62. a expressão dada e Exp. 10 yz 10 xz 10 xy 1o membro = 1 c. o produto das soluções é 27. . F 10 I . calcule o valor de .: D ii) logb a iii) Lx = Ln x = log x e 14 OSG 5928/05 . Resp. a) 4 b) 8 c) 25 d) 27 e) 90 SOLUÇÃO: Tomemos: x log3 = k → 3k = x x x Ln x 63. e a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 SOLUÇÃO: Sabemos que: Assim.: D 1 65. a expressão é igual a 23 + 3 . Resp.: A 1o membro = 10 xz 10 xy 10 yz . 9 . xlog3 = x3 . Determine o produto das soluções reais da equação 9 . 2 a) 2 b) 20 c) 21 d) 22 e) 32 SOLUÇÃO: Domínio → campo de existência → condição de existência da função → 1 — logx ≥ 0 → log x ≤ 1 → 0 < x ≤ 21 → 2 2 0 < x ≤ 2 → maior inteiro x = 2. F 10 I GH 10 JK GH 10 JK GH 10 JK x z y x z x y z y Como não existe interseção.

calcule o volume do paralelepípedo. log10 (2 ⇒ 2 . Resp. (2x + 3) 2 Tome: 2x = a Então: a2 — 2a + 1 = 2a + 6 → a2 — 4a — 5 = 0 a=5 ou a = — 1 (não serve) Portanto. 22x = 25.: D 3 6 8 9 12 OSG 5928/05 . Determine o valor de a) b) c) d) e) 15 g 3 . a3 ⇒ a2 = 3 Diagonal (D) D = (3k) + (5k) + (7k) 2 2 2 Portanto. 5 e 7. Seja x tal que log10 . a3) ⇒ a 3 ⇒ 3a2 = a4 ⇒ e j 2 = a . a) 105cm3 b) 1575cm3 c) 4725cm3 d) 6720cm3 e) 8575cm3 SOLUÇÃO: 69. nesta ordem.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO (2 (2 2 66. 4 .: C 2 . 9 = 27 2 cm3 2 67. em progressão geométrica. nesta ordem. Resp. a) 1 b) 4 c) 8 d) 16 e) 25 x x SOLUÇÃO: x (2 2 Temos que: log10 . As dimensões de um paralelepípedo retângulo são proporcionais a 3. a área total será 18 u. a diagonal e o volume de um cubo estão. G.: E Volume do prisma = (área da base) x (altura) Então: V= → 2x = 5 F 3 . 20 . sen 45 I . log10 x x + 3) IK P. Sabendo que dois dos lados deste triângulo medem 3cm e 4cm e que o ângulo formado por estes lados mede 45o. Resp. (a. 9 GH 2 JK o V=6. 28 V = 6720cm3 Resp. A aresta. Uma esfera de raio r é inscrita num cone eqüilátero com geratriz de comprimento g. Um prisma reto de altura igual a 9cm tem como base um triângulo.: D 4 83 = k=4 83k2 ⇒ 4 83 = k 83 70. log10 − 1) e log10 + 3) estão. Calcule 22x. Determine a área total deste cubo. a 3 . a) 3 b) 6 c) 9 d) 18 e) 27 SOLUÇÃO: aresta = a diagonal = a 3 volume = a3 P. a) 3 2 cm3 b) 9 2 cm3 c) 27 2 cm3 d) 54 2 cm3 e) 81 2 cm3 SOLUÇÃO: − 1) (2 2 = log10 + log10 x + 3) ⇒ (2 2( ⇒ log10 − 1) = log102 + 3) ⇒ ⇒ (2x — 1)2 = 2 . r Volume (V) V = 12 . em progressão aritmética.a.A. determinar o volume do prisma. log10 x FH x − 1) (2 . Sabendo-se que a diagonal mede 4 83 cm. ⇒ 68.

vem: 2r 2 2r + r2 = 1 ⇒ r + r2 = 1 ⇒ r −2 r −2 F GH I JK ⇒ 2r2 + r2(r — 2) = r — 2 ⇒ 2r2 + r3 — 2r2 = r — 2 ⇒ ⇒ r3 = r — 2 ⇒ r3 — r + 2 = 0 OK 16 OSG 5928/05 . ⇒ = 3 .: B 73. inscrito no cone.: E Substituindo II em I. 16 . sabendo que o ângulo ABC mede rad e o 6 6 m. Mostre que o raio r satisfaz a sentença r3 — r + 2 = 0. g = 2R (geratriz) g 3 g 3 = 3r ⇒ =6 ii.8 Resp. ortocentro Veja: i. ⇒ π π 6 πR 2 ⇒ R2 = 3 . 2π 2π Resp. circuncentro. Dado um cilindro de revolução de raio r e altura h. em cm3. O raio da base de um cone circular reto mede 4cm e sua 25 altura cm. 16 ⇒ [setor] = 48m2. Determine a área (em m2) do setor circular hachurado na π $ figura abaixo. = 50cm3. 22 . basta que r seja igual a abscissa do vértice da parábola.: B 71. baricentro. Determine. SOLUÇÃO: Área (lateral do cilindro) = 2πrh = AL Veja: 25 h 25 tg α = = π ⇒ h= (4 − r ) 4−r 4 4π • Área total 2πrh + 2πr2 = 2π rh + r2 = 1 (I) Substituindo. o volume do cilindro π circular reto de maior área lateral. vem: AL = 2πr LM 25 (4 − r)OP ⇒ A N 4π Q • Média Harmônica 2rh =4 r +h L = 25 (4r − r 2 ) 2 parábola h= 2r r −2 (II) Para que AL seja máxima. h na área lateral. 64 .TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO SOLUÇÃO: 72. diâmetro AB mede 8 π a) 24 b) 48 c) 48 3 d) 54 e) 54 3 O: incentro. sabese que a média harmônica entre o raio r e a altura h é 4 e que sua área total é 2πm2. a) 4 b) 10 c) 25 d) 40 e) 50 SOLUÇÃO: cos 30o = R 6 8 π = 3 2 Então: 2R = 6 6 ⇒ 4R2 = 3 . Então: 25 25 r=2→h= ⇒ V = π . π 6 3 . 2 r SOLUÇÃO: πR 2 6 ∆ABC é retângulo [setor] = Resp.

— 1 ou 5 Portanto. 3 = 0. (x — 5) = 0 x = 1. R = sen (Ao — 11o ) 1 = sen (Ao — 11o ) 2 Então: Ao — 11 o = 30 o Ao = 41o Resp. cos x 1 + 2senx 76. vem: SOLUÇÃO: D(x) = 1 — 2sen2x + sen x cos x sen(2x) D(x) = cos (2x) + 2 π sen π π 6 = cos + D 6 2 12 1 1 1 1 x 1 1 1 x+2 1 1 1 1 1 1 x−4 =0 FG IJ FG IJ H K H K F πI 3 + 1 DG J = H 12K 2 4 Resp. Smx + 4y = 6 T Determine o valor de m4 — 8m2 + 23. Portanto. temos: 1 m 3 → = = m 4 6 x=— 3 (Não serve) 2 Assim.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 1− 2senx − senx . R = sen Ao cos 11o — sen 11o cos Ao . Seja R a raiz positiva da equação x2 + x — Se R = de A. a) 30 b) 41 c) 60 d) 75 e) 80 SOLUÇÃO: sen Ao sen 11o cos Ao cos 11o Resp. Se o sistema Rx + my = 3 tem infinitas soluções. m4 — 8m2 + 23 = 7 ∴ A = 41 Resp. Seja o determinante D(x) = Calcule o valor de D a) b) c) d) e) 1 2 2 2 3 2 1 2 3 1 + 2 4 3 + FG π IJ . H 12K SOLUÇÃO: Aplicando Chió. a) 6 b) 7 c) 8 d) 9 e) 12 Temos: x2 + x — x= 1 2 3 =0 4 ⇒ R= 1 2 SOLUÇÃO: Sejam: r: a1x + b1y + c1 = 0 s: a2x + b2y + c2 = 0 Se r e s são coincidentes. Determine a soma das raízes da equação: 1 1 1 1 1 x 1 1 =0 1 1 x+2 1 1 1 1 x−4 a) b) c) d) e) 0 1 2 4 5 74. a soma das raízes é 5.: B OSG 5928/05 .: E FG IJ H K Daí. Calcule o valor 77.: E . então: a1 b c = 1 = 1 a2 b2 c2 Assim. 4 75. onde 0 < A < 90.: B 17 m=2 ∗ retas coincidentes ⇒ infinitas soluções. 0 0 x−1 0 0 =0 x+1 0 0 x−5 (x — 1) . (x + 1) .

: C Rx + y = 2 | Sx y + z = 1 | T 0 0 → x 2 + y 2 + 2x 0 y0 = 4 0 0 → −2x 0 y 0 − 2z 2 = − 2 0 x 2 + y 2 − 2z 2 = 2 0 0 0 Somando: Resp.: C (1 + 4a2)x2 + 8abx + 4b2 — 1 = 0 Como a reta é tangente. a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 SOLUÇÃO: Temos que: Veja: Para que não exista interseção. n = 12 (menor inteiro positivo) Resp. Se (x0. tal que Z2 = i. 30 ) GH 2 2 JK o on o o UM ZERO 80. ∆=0 único ponto 83. 2k + 4 = 2k 22k — 5 . Determine o menor inteiro n > 0. a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 SOLUÇÃO: Substituindo a reta na equação da elipse.: A 82.: A F 3 + 1iI = (cos30 + isen30 ) = cos (n . y0. vem: x2 + 4y2 = 1 x2 + 4 (a2x2 + 2abx + b2) = 1 Então: n . (8ab)2 — 4 (1 + 4a2) . então a interseção é um único ponto. 30o = k . tal que f(2k) = 0. 2k + 4 = 0 2k = 1 ⇒ ou 2k = 4 ⇒ k=0 ok a) b) c) d) e) k=2 (não serve) SOLUÇÃO: Temos que: n Veja: se k = 2 ⇒ f(2k) = f(4) = 4 ≠ 0 Resp. z0) é uma solução do sistema encontre o valor de a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 SOLUÇÃO: 0 0 2 0 x2 0 + y2 0 − 2z2 . | Sxy + z = 1 | T 2 Daí. Determine o número real k. determine o valor de 8 (b2 — a2). Resp. Determine o valor de b para o qual a reta y = x + b não intercepta os ramos da hipérbole x2 — y2 = 1. basta tomarmos b = 0. 360o n = 12k Portanto. 0 Rx + y = 2 . a) 1 b) 2 c) 3 d) 2 e) 3 SOLUÇÃO: Temos: Z2 = i ⇒ |Z2| = |i| ⇒ 18 OSG 5928/05 . Considere a função real definida no conjunto dos números reais não-negativos por f(x) = x + x — 2. de modo que 2k + 2k — 2 = 0 F 3 + 1 iI GH 2 2 JK 6 10 12 16 24 n seja real positivo.: C 81. Encontre o módulo do complexo Z. (4b2 — 1) = 0 64a2b2 — 16b2 + 4 — 64a2b2 + 16a2 = 0 8a2 — 8b2 + 2 = 0 8 (b2 — a2) = 2 Resp. Sendo a reta y = ax + b tangente à elipse x2 + 4y2 = 1. 30 ) + i sen (n . 2k — 2 = — 2k 22k — 4 . a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 SOLUÇÃO: Interseção ⇒ x2 — (x + b)2 = 1 ⇒ x2 — x2 — 2bx — b2 = 1 ⇒ — 2bx = 1 + b2 ⇒ 1 + b2 (x da interseção) ⇒x= − 2b 79.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 78.

3 = 84 — 4 = 80.4 = 8! 8 x 7 x 6 x 5 x 4! = = 70 4! 4! 4 x 3 x 2 x 1 x 4! Logo.6 se não houvesse problema com nenhuma mistura. 85. Então: a =1 a =1 2 ⇒ b=0 P(x + 1) ≡ x + 2x + 3 ⇔ 2a + b = 2 c=2 a +b+c=3 88.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO ⇒ |Z . A + B + C = — 1.4. entre as 10. 86. porém.3 = 3! 6! 3 x 2 x 1 x 6! A(x2 + 2x + 2) + (Bx + C)x 1 = . exceto os 4 que marcamos numa mesma 19 OSG 5928/05 . P(x) = x2 + 2. o número de triângulos seria C9. o total de misturas seria C10. devemos subtrair as combinações formadas por 3 pontos escolhidos entre os 4 alinhados.6 — C8. b e c para que o polinômio ax2 + bx + c seja o quadrado de um polinômio do 1o grau? SOLUÇÃO: Devemos ter ax2 + bx + c ≡ (mx + n)2. se misturadas. Assim. entre os quais não há 3 colineares.3 — C4.3 — C4. Temos: 9! 9 x 8 x 7 x 6! = = 84 C9. ∀x ∈ x(x 2 + 2x + 2) x(x2 + 2x + 2) ∗ (A + B)x 2 R A +B= 0 | + (2A + C)x + 2A ≡ 1 ⇒ S2A + C = 0 ⇒ | 2A =1 T RA = 1/ 2 |B = −1/ 2 S |C = − 1 T C4. SOLUÇÃO: Supondo P(x) = ax2 + bx + c. SOLUÇÃO: A Bx + C 1 + 2 = . duas somente não podem ser juntadas porque produzem mistura explosiva? SOLUÇÃO: Cada mistura de 6 das 10 substâncias corresponde a uma combinação das 10 substâncias tomadas 6 a 6. Que condições devem satisfazer os números a. tais que 1 A Bx + C . B e C são números reais. C4. |Z| = ⇒ |Z| . Um químico possui 10 tipos de substâncias.: A 0 2 + 12 ⇒ reta. b e c calculando b2: b2 = (2mn)2 = 4m2n2 = 4ac A condição é b2 = 4ac e a ≠ 0 (pois m ≠ 0). Na figura a seguir indicamos 9 pontos.3.3 = Portanto. para todo x.3. |Z| = 1 ⇒ |Z| = 1 Resp. Temos: 10 ! 10 x 9 x 8 x 7 x 6 ! = = 210 C10. provocam explosão.3. subtrair desse número as combinações em que entrariam as duas substâncias que. x ∈ = + 2 x x(x 2 + 2x + 2) x + 2x + 2 calcule o valor de A + B + C. C9. O número de modos de escolher 4 substâncias em 8 é C8. De quantos modos possíveis poderá associar 6 destas substâncias se. Z| = |0 + 1i| ⇒ |Z| . Desse número. Concluímos que o número de misturas não explosivas que podem ser produzidas é C10. com m ≠ 0. pois estas combinações não correspondem a triângulos. Devemos. uma vez que não importa a ordem das substâncias na mistura. C8. Determine um polinômio P(x) de grau 2 que verifique a identidade P(x + 1) ≡ x2 + 2x + 3. 87. SOLUÇÃO: Se não houvessem 3 pontos colineares. isto é. C10. Se A.4. portanto: Ra = m |b = 2mn S |c = n T 2 2 Podemos eliminar m e n e obter a relação entre a.6 = 6! 4! 6! x 4 x 3 x 2 x 1 R | S | T R | S | T Logo. Assim.6 — C8. temos P(x + 1) = a(x + 1)2 + b(x + 1) + c = ax2 + (2a + b)x + (a + b + c). ∀x ∈ 2 x x + 2x + 2 x(x + 2x + 2) ∗ ∗ . o número de triângulos que podemos formar é C9.4 = 210 — 70 = 140. As combinações em que entram estas duas substâncias são formadas por elas duas e mais quatro substâncias escolhidas entre as outras oito substâncias (excluímos aquelas duas). Quantos triângulos existem com vértices nestes pontos? 84. 4! 4 x 3! = =4 3! 1! 3! x 1 Logo.

SOLUÇÃO: x4 + 4x3y + 6x2y2 + 4xy3 + y4 = (x + y)4 = F GH 3 +1 4 3 + 3 −1 4 3 I = F 2 3I JK GH 3 JK 4 4 4 = 24 . 1 H kK 12 − k . Supondo que as raízes são 2. 2 94. 2n . 3 +1 4 3 ey= 3 −1 4 3 . log o | S S a | | −4 a |2 . concluímos que: F12I ∑ GH k JK 9 12 k=0 k = (1 + 9)12 = 1012 (o que dá 1 trilhão) R1 = 2k |a = 0 S |b = k T para x = A resposta é a = 0 e b = 1 . Calcule o valor numérico de x4 + 4x3y + 6x2y2 + 4xy3 + y4. ou 2o) escolhendo 4 etiquetas com números negativos. 9k este fator é igual a 1. 1 12 k=0 12k − k . 90. SOLUÇÃO: Como admite raiz dupla. 9k é o termo geral do binômio (1 + 9)12. é C6. 2 e α. SOLUÇÃO: 12 12 k 9 = k F I ∑ GH JK k=0 F12I ∑ GH k JK . ∀x ∈ . 32 = 48 3 92. 2 x2 + ax + b 2x 2 + 1 Notando que FG12IJ . 3 raízes. Rα = − 4 |a = 1 S |b = − 12 T n é 2n − 2k ( −1)k x −k ⇒ 93. 2 FG x H IJ K n apresente um termo SOLUÇÃO: O termo geral do desenvolvimento de x 2 − T= ⇒ FG nIJ (x ) FG − 1IJ = FG nIJ x H x K H kK H kK nI FG J (−1) x H kK 2 n−k k k 2n − 3k FG H 1 x IJ K R R |2 + 2 + α = 0 |α = − 4 | b |2 . a = 1 e b = — 12. Numa urna há 12 etiquetas numeradas. o grau da equação ax3 + bx + 16 = 0 é maior que 1. α = −16 |α = | | a a T T Portanto. dispondo de 6 números positivos. portanto. a ≠ 0 e concluímos que o grau é 3. logo: 2x 2 + 1 x2 + ax + b ≡ 2kx2 + k. Como k deve ser inteiro. 2 + 2α + 2α = . O número 2 é raiz dupla de P(x) = ax3 + bx + 16. Dê a condição sobre o inteiro positivo n para que o 1 − desenvolvimento de x independente de x e não nulo. ou 3o) escolhendo 4 etiquetas com números positivos e 2 com números negativos. 2 . 6! 6 x 5 x 4! C6. De quantos modos podemos escolher 4 etiquetas diferentes tal que o produto dos números nelas marcados seja positivo? SOLUÇÃO: Teremos o produto positivo em cada caso seguinte: 1o) escolhendo 4 etiquetas com números positivos. 6 com números positivos e 6 com números negativos. Qual é o valor de F12I ∑ GH k JK 9 ? 12 k k=0 Para o termo independente de x devemos ter 2n — 3k = 0. concluímos que n logo k = 3 deve ser um múltiplo de 3. Determine a e b. Há. 1o O número de modos de escolher 4 números positivos. portanto não altera o valor do termo. logo |4α + 4 = b . SOLUÇÃO: Devemos ter: x + ax + b = k. Calcule a e b de modo que a fração algébrica tenha o mesmo valor numérico para todo x ∈ . Então. temos pelas relações de Girard: Vamos calcular o número de possibilidades de cada caso (lembrando que não importa a ordem das etiquetas).TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 89. 4. 4 = = = 15 4! 2! 4! x 2 x 1 20 OSG 5928/05 . com α ≠ 2. 91.

4 = 15. temos 2! 4 ! 15 x 15 = 225 possibilidades. A) = kn .: C 99. oferece um desconto de 20% nos preços dos seus produtos. Se A é uma matriz quadrada de ordem três com det A = 5.2).. então A— 1: a) não existe b) é igual a I. A—1 = A—1 . m. os preços promocionais devem sofrer um acréscimo de A%. 5 = 40. xk = FG 8IJ H kK Preço inicial: P ⇒ com desconto: xk . o total de possibilidades para o produto positivo é 15 + 15 + 225 = 255. termo em x5 de (1 + x)8] + [(— x) . q) = 1. no produto (1 — x) (1 + x)8 temos: Termo em x5 = [1 x 56x5] + [(—x) . A = 25 96. Portanto. 18 − k . isto é. Sejam p e q números inteiros positivos e consecutivos.c.: E A—1 = 2I — A 98. p = 5 e q = 6 ou p = 6 e q = 5. SOLUÇÃO: Quando multiplicamos (1 — x) pelo polinômio obtido desenvolvendo (1 + x)8.: E 97. d) é igual a A — 2I e) é igual a 2I — A. 3o Dos 6 positivos devemos escolher 2 (C6.. O número de possibilidades deste 6! caso é C6. então p e q são primos entre si. (1 + x)8. + x8) Termo em x5 = [1 . 95. o número de modos de escolher 4 deles é C6. Para voltar aos preços iniciais.. Se 1 1 11 + = . Encontre o coeficiente de x5 no desenvolvimento de (1 — x) . A = I Então: A2 — 2A + I = 0 ⇒ I = 2A — A2 ⇒ ⇒ I = 2AI — A2 ⇒ I = 2IA — AA ⇒ ⇒ I = (2I —A) . Uma loja. então p e q é igual a: p q 30 a) 9 b) 11 c) 13 d) 15 e) 17 SOLUÇÃO: 1 1 11 q+p 11 ⇒ + = = p q 30 pq 30 Então: det (2A) = 23 . Assim. 21 OSG 5928/05 .d. temos: A 80 80 P+ P =P . c) é igual a A. 80 P 100 novo preço 5 8! 5 8 x 7 x 6 5 = x = x = 56x5 . dos 6 negativos devemos escolher também 2 (C6.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 2o Como temos também 6 números negativos. 5! 3! 3x 2x1 Para voltar ao preço inicial. + termo em x4 + termo em x5 + . para cada escolha destes. (p.2 x C6. p + q = 11. P = P 100 100 100 A 1 = 100 4 Para k = 4 temos 8 8! 8x7x6x5 4 T= x4 = x4 = x = 70x4 . Determine o valor de A. 2 = = 15. Resp. Se a matriz A satisfaz A2 — 2A + I = 0. 70x4] ⇒ ⇒ 56x5 — 70x5 = — 14x5 O coeficiente pedido é igual a — 14. A ⇒ Resp. Como p e q são inteiros positivos consecutivos. realizando uma promoção. det (A). det (A) = 8 . 100 100 100 A 80 20 . Como C6. 4 4! 4! 4x3x2x1 FG IJ HK Então. o termo em x5 resulta da adição de dois produtos: (1 — x) (1 + . onde: n → é a ordem da matriz A Resp.2.2) e. Então.. a) 10 b) 20 c) 25 d) 30 e) 40 SOLUÇÃO: FG8IJ x H5K FG 8IJ H kK . termo em x4 de (1 + x)8] O termo geral de (1 + x)8 é T = Para k = 5 temos T = SOLUÇÃO: Sabemos que: A . então o valor de det (2A) é: a) 6 b) 11 c) 15 d) 30 e) 40 SOLUÇÃO: Sabemos que: det (k .

: D cos 72o = Resp. acenam com um desconto. 370 d) 50. 40. 60. sobre cada unidade vendida. 150. encontramos como interseção o ponto (5. 130 e) 61. A distância do ponto de interseção das retas 2x — 3y + 26 = 0 e 5x + 2y — 49 = 0 à origem é: a) 13 b) 23 c) 15 d) 18 e) 17 SOLUÇÃO: Resolvendo o sistema formado pelas equações acima. 12) ao ponto (0. 50 b) 80.G H 4 JK 2 − 1⇒ Tomando k = 10 ⇒ lados 50. a distância do ponto (5. O gráfico da função f(x) = senx no intervalo a) crescente b) decrescente c) constante d) nula e) negativa SOLUÇÃO: Esboço do gráfico de senx no de [0. comuns no comércio. Assim. p 100 ii. Se y = cos 2280o. 2π] LM π . Se 1 é p% de 3 ⇒ 1 = ou p = . As promoções do tipo “leve 3 pague 2”. então y é igual a: a) — cos 12o b) — cos 60o c) — cos 30o d) cos 12o e) cos 60o SOLUÇÃO: Sabemos que: se a + b = 180o então sen a = sen b e cos a = — cos b Dividindo 2280o por 360o. 170 c) 120.4. Se tgα = 2. 0) é igual 105. Um dos ângulos de um triângulo retângulo é α. 350. os lados desse triângulo são proporcionais a: a) 30.360o Assim: cos 2280o = cos 120o = — cos 60o Resp. Resp. encontramos: 2280o = 120o + 6.: B a d = (5 − 0)2 + (12 − 0)2 = 169 = 13 .TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO Resp. 12).: A 22 OSG 5928/05 .33% (aproximadamente). πOP é: N2 Q 103.: B 5 −1 4 102.4 ⇒ tg α = 10 5 ⇒ cateto oposto = 12k e cateto adjacente = 5k ⇒ ⇒ hipotenusa = 13k SOLUÇÃO: Sabemos que: cos 2x = 2cos2x — 1 (arco duplo) Tomando x = 36o.: B 101. encontramos: cos 72 = 2 cos 36 — 1 ⇒ cos72 o 2 o o F1 + 5I =2.: B 100. de: 50 % a) 3 b) 20% c) 25% d) 30% 100 % e) 3 SOLUÇÃO: Observe: i. 120. Resp. Sabendo que cos 36o = a) b) c) d) e) 1+ 5 2 5 −1 4 5 −1 2 1− 5 2 1− 5 4 1+ 5 .3 ⇒ p = 100 3 33. Quem leva 3 e paga 2 está comprando 3 e tendo um desconto de 1.: E π 2 π 104. 120 e 130 Resp. 11 SOLUÇÃO: 24 12 ⇒ tgα = ⇒ Se tgα = 2. então cos 72o vale: 2 Resp.

(p + 1) = p2 — 1 é um múltiplo de 24.. A área máxima da região limitada por um triângulo retângulo inscrito em um círculo de raio R é: a) 2R2 b) πr2 c) R2 R2 d) 2 e) 2πr2 SOLUÇÃO: Observe: base x altura .TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO SOLUÇÃO: Sabemos que: Se a1. iii. Se p não é múltiplo de 3 ⇒ p — 1 ou p + 1 será um múltiplo de 3. . De todas as alturas relativas a hipotenusa AB. 3b ⇒ ≥ 2 2 ⇒ 225 ≥ 3ab ⇒ ab ≤ 75 3ab ⇒ 15 ≥ 3ab ⇒ i. Se p não é múltiplo de 2 ⇒ p — 1 e p + 1 são pares consecutivos. Relação importante entre as duas médias: M. a3.. x = 3b + 2. o triângulo de área máxima tem área igual a 2R . 2 Veja a figura: 109. logo (p — 1) . Sejam a e b números reais positivos tais que a + 3b = 30. (p + 1) é múltiplo de 3. Resp. (1 — sen2x) — 17 = 0 ⇒ ⇒ 16 sen2 x — 10 sen x + 1 = 0 ⇒ 1 1 ⇒ sen x = ou sen x = 2 8 Resp. R = R2 . Sabendo-se que a soma dos quocientes é 9. onde b é o quociente da divisão de x por 3. a2. Determine qual é o maior valor possível para ab. $ $ Os ângulos ACB . a 2 . onde R é o raio. =0⇒ cos x cos x ⇒ 10 sen x + 16 cos2 x — 17 = 0 ⇒ ⇒ 10 sen x + 16 . Se 10 tgx + 16 cos x — 17 sec x = 0. não divisível por 2 e nem por 3.G Daí.. $ $ AEB e AFB são retos.. Como a soma dos quocientes é 9. ii. Tome AB como base → base = 2R (diâmetro). + 16 cos x — 17 .A ≥ M. (p + 1) é múltiplo de 8. 23 OSG 5928/05 . Se p é natural maior que 1. vem: x −5 x−2 + = 9 ⇒ x = 23 9 3 Resp.: A De (i) e (ii). a 3 . logo (p — 1) . então sen x é igual a: 1 1 a) ou 2 8 1 b) ± 2 1 1 c) ou 4 12 d) 0 1 1 e) — ou 2 4 SOLUÇÃO: Temos: ⇒ 10tg x + 16 cos x — 17 sec x = 0 ⇒ sen x 1 ⇒ 10 . ADB .. onde a é o quociente da divisão de x por 9. então p2 — 1 é divisível por: a) 18 b) 24 c) 36 d) 9 e) 27 SOLUÇÃO: É fácil ver que: i.. a maior é EO = R.. pois O é o centro. que ao ser dividido por 9 deixa resto 5. + a n Média aritmética = 1 2 3 n Média geométrica = n a1 . Seja x um número natural. a n 106. A área de um triângulo é igual a Portanto. Resp. 110.: B 108. e ao ser dividido por 3 deixa resto 2.: E Resp.: 75 Logo. an são números reais positivos. o maior número para ab é 75. 2 ii.: C 107. concluímos: O produto (p — 1) . a + 3b 30 ≥ a . podemos afirmar que x é igual a: a) 28 b) 35 c) 27 d) 33 e) 23 SOLUÇÃO: Temos que: x = 9a + 5. então: a + a + a + .

cos Â. 5 . logo. a2 — b2 = (a — b) . .) Resp. 3 .. O algarismo das unidades do número N = 1 . 1993 é: a) 1 c) 5 e) 9 b) 3 d) 7 SOLUÇÃO: Note que o produto de qualquer número ímpar por 5 sempre termina em 5. 2 202 Resp. determine o valor de a. a + 39.: A 116. 3k = 189 ⇒ 21k2 = 189 ⇒ k2 = 9 ⇒ k = 3 Para: k = 3 ⇒ x = 21 e y = 9 Portanto: x — y = 12 Resp. a + 13. seu algarismo das unidades é 5. ≤ n ≤ 3. . 60 minutos = P (percurso completo) ⇒ P (fração do percurso) ⇒ 2 . (a.. como o número N só tem fatores ímpares..... Se um dos termos da progressão é 35.: D ⇒ 0 ≤ 48 — 13n ≤ 10 ⇒ — 48 ≤ — 13n ≤ — 38 ⇒ ⇒ 48 ≥ 13n ≥ 38 ⇒ 2... + (100 — 99) . A fração do percurso que ele correu em 2M minutos. y = 189.. medidos na mesma unidade. ⇒ n = 3 ⇒ ⇒ a = 48 — 13 . foi: 1 a) 2 1 b) 6 1 c) 15 1 d) 30 1 e) 20 SOLUÇÃO: Temos que: M horas = M . (a + b) (a + a ). a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 SOLUÇÃO: Temos: P. a área da sala será de 6m x 7m = 42m2. 25 ⇒ = 25. + (1002 — 992) R = (2 — 1) . a + 26. . + 98 — 99 + 100 . 1 12 Daí.: D 2 2 2 2 2 2 2 2 2 x y = e x . (6 + 5) + . Resp. Um atleta.. R .. . cos B + b . correndo com velocidade constante. (2 + 1) + (4 — 3) . calcule o valor de 202 a) 22 b) 23 c) 24 d) 25 e) 26 SOLUÇÃO: Sabemos que: i.. Resp. encontramos: an = a1 + (n — 1) .. x — y vale com x e y 7 3 positivos: a) 12 c) 9 e) 21 b) 4 d) 30 SOLUÇÃO: x y Temos: = = k ⇒ x = 7k e y = 3k 7 3 Daí.: E 114. + 199 (3 + 199). (4 + 3) + (6 — 5) .TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 111.: C 115. 7k . 60 minutos Veja: Se M . = ⇒ x = 600cm ⇒ x = 6m 50 x 1 14 = ⇒ y = 700cm ⇒ y = 7m 50 y Logo. 113. 7 . 35. r ⇒ 35 = a + (n — 1) . 3 ⇒ a = 9. SOLUÇÃO: OSG 5928/05 . n (soma dos termos de uma P. (100 + 99) R = 3 + 7 + 11 + . 50 R R= = 202 . . completou a maratona em M horas.. Então a área real. em m2.: D Usando a fórmula do termo geral. de uma sala retangular cujas medidas na planta.A. Prove que em todo triângulo ABC vale a relação: $ c = a . Sendo R = 0 — 1 + 2 — 3 + 4 — 5 + . então. A planta de um apartamento está confeccionada na escala 1:50.... O primeiro termo a de uma progressão aritmética de razão 13 satisfaz 0 ≤ a ≤ 10. Se 112.. são 12cm e 14cm é: a) 24 c) 28 e) 54 b) 26 d) 42 SOLUÇÃO: Sabemos que: Escala é a razão entre o comprimento no desenho e o comprimento real. Sn = 1 n 2 Veja: R = (22 — 12) + (42 — 32) + (62 — 52) + .) ii. . M minutos = 30 Resp.. A. 13 ⇒ ⇒ 35 = a + 13n — 13 ⇒ a = 48 — 13n ⇒ 24 117.

+ 17 e) 12 + 22 + 32 + . e—x ⇒ — 18 . ex = — 32 . ex + 7 . temos: 7 ex − e − x 7 7 g = x = f—1 ⇒ ⇒ 25 e + e − x 25 25 ⇒ 7 . Determine o valor de g 64 FG IJ H K SOLUÇÃO: g(f(x)) = x ⇒ g F 1 I =x GH x − 1JK FG IJ H K cos  = m ⇒ m = b cos  b $ n ⇒ n = a cos B $ cos B = a $ Logo... Considerem-se todas as divisões de números inteiros positivos por 17. cos 72 . e—x = 25 . Se 3 cos A = . 2.: 4 o o 122. m + n = b cos  + a cos B ⇒ $ + b cos  (ok) ⇒ c = a cos B Veja: 1 1 1 ⇒ x — 1 = 64 ⇒ x = 65 ⇒ g se = 65 = 64 x − 1 64 Resp.. devemos ter: r=0 ⇒ q = 0 (não satisfaz) r=1 ⇒ q=1 r=4 ⇒ q=2 r=9 ⇒ q=3 r = 16 ⇒ q=4 Lei dos senos: a b c = = = 2R ⇒ $ $ sen  senB sen C BC ⇒ = 2R ⇒ BC = 2R . + 172 SOLUÇÃO: Temos que: n dividido por 17 tem quociente q ≠ 0 e resto com r = q2. possíveis restos de uma divisão por 17 são: 0. P = sen 72o cos 72o ⇒ ⇒ 4 sen 36o . 4 1 Resp. Veja: i. Determine o valor do produto P = cos 36 . cujo resto é igual ao quadrado do quociente. sen  ⇒ sen  4 8R ⇒ BC = : ⇒ BC = 2R . P = 1.: E Logo a soma dos quocientes é 10. o comprimento do lado BC é igual a: 5 2R a) 5 3R b) 5 4R c) 5 6R d) 5 8R e) 5 SOLUÇÃO: temos que: 3 4 cos  = ( é agudo) ⇒ sen  = 5 5 $ Obs. SOLUÇÃO: Sabemos que: sen 2x = 2sen x cos x ⇒ ⇒ 2 sen 36o .. 3. 118. P = sen 144o ⇒ 4 .: A 119.. Se g for a função ex + e − x g inversa de f. x −1 1 . ex — 25 . como r tem que ser um quadrado perfeito. 16 ii. cos 36o cos 72o ⇒ ⇒ 2 sen 36o ..TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 120.: Sendo  ou B obtuso. Resp. . A soma dos quocientes dessas divisões é: a) 10 b) 17 c) 172 d) 1 + 2 + 3 + . 5 5 Resp. 1. chegamos com raciocínio análogo ao mesmo resultado. O triângulo ABC está inscrito em um círculo de raio R. P = 2 sen 72o cos 72o ⇒ ⇒ 4 sen 36o . x > 1 e g uma função tal que (gof) (x) = x. Sejam f(x) = 1 . P = 2 sen 36o .: 65 121. o valor de e a) — 1 b) 0 1 c) e d) 1 e) e FG 7 IJ H 25 K será: SOLUÇÃO: Como g é a inversa de f. e—x ⇒ FG IJ H K FG IJ H K 25 OSG 5928/05 . Seja f(x) = ex − e− x definida em R. 1 pois sen36o = sen 144o (suplementares) ⇒ P = ..

0). 9 Resp. Um elevador pode levar 20 adultos ou 24 crianças. 180 o = 7 . Se f—1 é a função inversa de f. 180o = 7 . Uma solução tem 75% de ácido puro. Veja: T T 3t − 4T T − = =− 4 3 12 12 Portanto. Daí. O ralo do tanque pode esvaziá-lo em 3 horas. Quantos gramas de ácido puro devemos adicionar a 48 gramas da solução para que a nova solução contenha 76% de ácido puro? SOLUÇÃO: Veja: Em 48 gramas de solução temos 75 . 48 = 36 gramas 100 de ácido puro. teremos: Nova solução = (48 + x) gramas Quantidade de ácido puro = (36 + x) gramas 36 + x 76 = ⇒ x = 2 gramas Assim: 48 + x 100 Resp. 3 + b = 0 128. (— 3) + b = 4 Para x = 3 ⇒ a . 4) e (3. 180o.: A Daí. Então o tanque: a) nunca se esvazia b) esvazia-se em 1 hora c) esvazia-se em 4 horas d) esvazia-se em 7 horas e) esvazia-se em 12 horas SOLUÇÃO: Capacidade do tanque: T i. abrimos. 20o = 140o. simultaneamente a torneira e o ralo. 4) e (3. Determine o valor de — 63 . 180o. Ralo esvazia o tanque T em 3 horas ⇒ em 1 hora T do tanque. a soma dos ângulos internos de um eneágono convexo é igual a S = (9 — 2) . Adicionando x gramas de ácido puro a solução. Pontos: (—3. a média aritmética será igual a 7 .: D 126. Torneira enche T em 4 horas ⇒ em 1 hora enche 125. o tanque em uma hora esvazia 12 capacidade.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO ⇒ e2x = gG J 16 4 4 ⇒ ex = ⇒ e H 25 K = 9 3 3 F7I Resolvendo.: E Veja: cálculo de f—1(2) 2 Para y = 2 ⇒ 2 = — x + 2 ⇒ x = 0 ⇒ f—1(2) = 0. com a ≠ 0. ii. Resp. esvazia 3 1 de sua Assim. O elevador pode levar 20 adultos. quantas crianças podem ainda entrar? a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 SOLUÇÃO: Se 20 adultos equivale a 24 crianças ⇒ 5 adultos equivale a 6 crianças. Uma torneira enche um tanque em 4 horas. Resp. a função f é dada por: f(x) = — 2 x+2 3 123. Tem 15 adultos no elevador ⇒ faltam 5 adultos (equivalente a 6 crianças). log8 (sen 15o . 3 Resp. O gráfico de uma função f é o segmento de reta que une os pontos (—3. sen 75o) SOLUÇÃO: Fatos que ajudam: i. ii. Veja: i. encontramos: b = 2 e a = — 2 3 Resp.: E Para x = — 3 ⇒ a . Se 15 adultos já estão no elevador. Portanto. 0) T 4 do tanque. então o valor de f—1 (2) é igual a: a) 1 2 b) 3 c) 3 d) 0 3 e) 2 SOLUÇÃO: Temos: f(x) = ax + b. Estando o tanque cheio. A média aritmética dos ângulos internos de um eneágono convexo vale: a) 40o b) 70o c) 120o d) 135o e) 140o SOLUÇÃO: Sabemos que a soma dos ângulos internos de um polígono convexo é dada pela fórmula S = (n — 2) .: 2 gramas 127. o tanque esvazia-se em 12 horas.: B 124. Se a + b = 90o então sen a = cos b e sen b = cos a 26 OSG 5928/05 .

log8 = — 63 .TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO ii. concluímos: Resp. temos que: Área ( ABCD) .. 3720.. cos 15o = = sen 30 o 1 = 2 4 2. π π π = sen4 x + + cos4 x + Veja: f(x + p) = f x + 2 2 2 = (cosx)4 + (— senx)4 = sen4x + cos4x = f(x) (ok). Determine. π. determine o x2 Se x2 + 1 1 = 3 ⇒ x 2 + 2 = 32 ⇒ 2 x x 1 1 4 2 ⇒x +2. .: B Então. 2π.cos 15o = 2 Fatorando o número 3888. . 1 = 42 FG IJ H K FG IJ H K Resp. então.: 7 131. 31. 2 2 π Agora. encontramos: f(p) = f(0) ⇒ sen4p + cos4p = sen40 + cos40 ⇒ ⇒ sen4p + cos4p = 1⇒ (sen2p + cos2p)2 — 2 sen2p .. encontramos facilmente: π π sen x + = cos x e cos x + = — sen x (verifique!) 2 2 FG H IJ K FG H IJ K Resp. para todo x no domínio da função. sen 2a = 2 sen a cos a m . 130. cos2p = 1⇒ ⇒ 1 — 2sen2pcos2p = 1 ⇒ 2sen2pcos2p = 0 ⇒ ⇒ senp = 0 ou cosp = 0. Seja ABC um triângulo qualquer e seja MNP o triângulo que tem vértices nos pontos médios dos lados do triângulo ABC. para que as potências dos números 2 e 3 sejam múltiplos de 3. • se cos p = 0 ⇒ p = .: D 27 OSG 5928/05 . a expressão vale: 1 2 Exp. 3602. que torna o produto de 3888 por n um cubo perfeito é: a) 6 d) 18 b) 12 e) 24 c) 15 SOLUÇÃO: Obs. Assim. obtemos: 3888 = 24 . Quantos números inteiros há entre 602 e 612 que não são quadrados perfeitos? a) 118 b) 119 c) 120 d) 121 e) 122 SOLUÇÃO: Veja: 602 e 612 são quadrados perfeitos consecutivos.. a área do quadrilátero cujos vértices são os pontos médios dos lados do quadrilátero ABCD.: No ciclo trigonométrico. x4 1 = 3. chamamos de período de f. sen15o . para todo x no domínio da função. O período da função f(x) = sen4x + cos4x vale: 3π e) a) 2π c) 2 π b) π d) 2 π 4 Usando o resultado (ii) no enunciado da questão. 4 ii. − . em cm2. x FG H IJ K 2 Tomando x = 0.. 4 3 log22 = 42 . temos que: Área ( ABC) Área (MNP) = .: C 133. Seja ABCD um quadrilátero qualquer convexo e seja MNPQ o quadrilátero que tem vértices nos pontos médios dos lados de ABCD. O menor valor positivo de p. 35 Para formar um cubo perfeito devemos multiplicar os dois membros no mínimo por 22 .x . Área (MNPQ) = 4 132. 3603. 2 + 4 =9⇒ x x 1 4 ⇒x +2+ 4 =9⇒ x 1 ⇒ x4 + 4 = 7. Considere um quadrilátero convexo ABCD de área igual a 66cm2. Quantidade de inteiros que não são quadrados é igual a 3720 — 3601 + 1 = 120. Resp. logab iii. Se x é um número real tal que x2 + valor de x 4 + SOLUÇÃO: 1 . = — 63 . log23 2−2 = — 63 . Resp. loga nbm = n Temos que: sen 15o . Inteiros que não são quadrados perfeitos: 3601. sen 75o = sen 15o . π 3π . devemos verificar se p = satisfaz a condição 2 f(x + p) = f(x). diferente de zero. • se sen p = 0 ⇒ p = 0. o menor número que devemos multiplicar por 3888 para obter um cubo perfeito é 12. O menor número natural n.. FG H IJ K FG H IJ K FG H IJ K Resp. qualquer inteiro entre eles não é quadrado perfeito. .. SOLUÇÃO: Fatos que ajudam: ÁREAS i.: 42 129.: 33cm2 SOLUÇÃO: Sabemos: se f é periódica ⇒ f(x + p) = f(x).

H 7K F 3I ⇒ (3 . 10 + a = 7 Segunda equação: 70b + 7a = 40a + 4b ⇒ 66b = 33a ⇒ a = 2b 138. Logo. 10 + a (forma polinomial) Equações do problema: 4 . ae = = 60 o ⇒ ai = 120o 6 E F 3I x . A medida do lado desse hexágono. (a . é: a) 3 b) 2 c) 2. J = 1⇒ H 7K x 5 5 Aplicando a lei dos cossenos no triângulo ABF. O conjunto solução da equação: x .5 d) 3 e) 4 Resp. cos 120 ⇒ 12 = 2x + x ⇒ x = 2 2 2 2 o 2 2 x 5 x 5 Resp. BF = 2 3 pois BC//FE 360 o ii. x . Invertendo a ordem dos algarismos. 21) + log G J = 0 ⇒ H 7K F 3I ⇒ log (3 . 3)x = 1 ⇒ ⇒ (3x+ 2)x = 1 ⇒ 2 ⇒ 3x + 2x = 1 ⇒ ⇒ x2 + 2x = 0 ⇒ ⇒ x = — 2 ou x = 0 Resp. pelo teorema do resto. 21) + log G J = 0 ⇒ H 7K FG 3 IJ ] = 0 ⇒ ⇒ log [(3 . Qualquer que seja x. 21 . iii. 10 + b (forma polinomial) • invertendo os algarismos obtemos um novo número: ba = b . A distância entre dois lados paralelos de um hexágono regular é igual a 2 3 cm.: A Substituindo na primeira equação.: E 137. 3 . Então. 2} SOLUÇÃO: Veja: i. — 2 é raiz de q(x) ii. o valor de sen6x + cos6x + 3sen2xcos2x é: a) 0 d) 1 b) sen2x e) sen x . cos x c) cos2x SOLUÇÃO: Lembre: Produto notável ⇒ (a + b)3 = a3 + b3 + 3ab (a + b) Temos que: sen2x + cos2x = 1 ⇒ (sen2x + cos2x)3 = 13 ⇒ ⇒ sen6x + cos6x + 3sen2x cos2x (sen2x + cos2x) = 1 ⇒ ⇒ sen6x + cos6x + 3sen2x cos2x . a equação não possui solução. 1 = 1 ⇒ ⇒ sen6x + cos6x + 3sen2x cos2x = 1 Resp. encontramos: resto = P(— 2) = — 32 + 64 — 16 + 4 — 2 — 1 = 17 136. x . (log 3 + log 21) + log G J = 0 ⇒ H 7K F 3I ⇒ x . log (3 . para 0 < x < a) 0 b) 1 SOLUÇÃO: Sabemos que: 2 c) d) 2 e) π é igual a: 2 3 28 OSG 5928/05 . 21) . Quantas soluções reais e distintas possui a equação x2 + 9 = 3 senx? a) 0 c) 2 e) infinitas b) 1 d) 3 SOLUÇÃO: Observe: i. teremos: a + b = 9 ⇒ 2b + b = 9 ⇒ 3b = 9 ⇒ b = 3 ⇒ a = 6 Resp. x2 + 9 é sempre maior ou igual a 9. (log53x + log521) + log5 a) { } b) {0} SOLUÇÃO: Temos que: 5 x FG 3 IJ H 7K x = 0 é igual a: e) {0.TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO 134. obtemos um novo 4 número igual a do original. Um número é composto de 2 algarismos. — 2} c) {1} d) {0.: 63 139. ii. teremos: e2 3 j = x + x — 2 . para todo x real. Resp. em centímetros.: B x 5 x x 5 x 5 x x x x x x x ⇒ (3x . O resto da divisão de P(x) = x5 + 4x4 + 2x3 + x2 + x — 1 por q(x) = x + 2 é: a) 17 c) 0 e) — 17 b) 15 d) — 15 SOLUÇÃO: Veja: i.: D 135. P (— 2) é o resto da divisão de P(x) por q(x). 21) .: A 140. cuja soma é 9. O valor mínimo de cos x + sec x. Qual é o número? 7 SOLUÇÃO: • número original: ab = a . 10 + b) a + b = 9 e b . G J = 1 ⇒ H 7K 3I F ⇒ G 3 . a igualdade não ocorre para nenhum valor real de x. 3 senx assume no máximo o valor 3.

um número positivo adicionado ao seu inverso é sempre maior ou igual a 2.: 5928/05-(Parte2)_say171005/rev. ∀n ∈ Então: n2 — 2n + 1 ≥ 0 ⇒ n2 + 1 ≥ 2n Considerando n positivo. tem-se: n2 + 1 ≥2 ⇒ n n+ 1 ≥2 n Portanto. Resp.” (Mahatma Gandhi) OSG.: D “A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável.:ANA 29 OSG 5928/05 .TC DE REVISÃO — MATEMÁTICA 3ª SÉRIE E EXTENSIVO (n — 1)2 ≥ 0.

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