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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI DIAMANTINA – MINAS GERAIS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO – CARGOS NÍVEL E CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Desenvolvimento de sistemas 1.1. Ciclo de vida do desenvolvimento de software 1.2. Participantes do processo de desenvolvimento de software 1.3. Conceitos básicos de linguagem de modelagem 1.4. Levantamento de requisitos 1.5. Desenho de sistemas 1.6. Implementação e testes 1.7. Segurança da informação 1.8. Aspectos gerenciais 2. Banco de Dados 2.1. Conceitos e fundamentos 2.2. Modelos conceituais, modelos lógicos e modelos físicos 2.3. Aspectos operacionais 3. Sistemas Operacionais 3.1. Conceitos e fundamentos 3.2. Tecnologias e ferramentas 4. Redes de Computadores 4.1. Conceitos e fundamentos 4.2. Tecnologias e ferramentas 5. Web 5.1. Conceitos e fundamentos 5.2. Tecnologias e ferramentas SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: 1. ABITEBOUL, Serge; SUCIU, Dan; BUNEMAN, Peter, Data on the Web: From Relations to Semistructured Data and XML. Morgan Kaufmann. 2. RUMBAUGH, J.; JACOBSON, I.; BOOCH, G. Unified Modeling Language Reference Manual, Addison Wesley 2nd edition. 3. JACOBSON, I.; BOOCH, G.; RUMBAUGH, J.,The Unified Software Development Process, Addison Wesley 4. NAVATHE, Shamkant B.,ELSMARI, Ramez, Sistemas de Banco de Dados: fundamentos e aplicações. 4ª. edição Rio de Janeiro: LTC. 5. PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de Software: fundamentos, métodos e padrões. 3ª. Edição. Rio de Janeiro: LTC. 6. PETERSON, Larry L., DAVIE, Bruce S. Computer networks: a system approach. 2nd edition. Morgan Kaufmann, 1999. 7. PRESSMAN, Roger. Engenharia de Software. 6. ed. São Paulo: McGraw-Hill. 8. TANENBAUM, Andrew. Redes de computadores – tradução da 4ª edição americana. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 9. TANENBAUM, Andrew. Sistemas operacionais modernos. Pearson Brasil, 2003. 10. Textos de padrões, normas e especificações na área de informática. 11. Documentos e manuais de produtos (sistemas operacionais, SGBDs, linguagens etc)

O portal brasileiro da informação científica online. Brasília: Briquet de Lemos. princípios e técnicas de avaliação de coleções. avaliação de serviços.. 11. AMORIM. 2009.scielo.org. p. CAMPELLO.cfb. Disponível em <http://www. 2010. 6p. 2000. ALMEIDA. 2000.capes. Pontos de acesso. 2010. Bibliotecas Universitárias: objetivos. n. 4v. princípios e políticas de seleção. papel do bibliotecário. DEWEY. Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) – NBR 6023. Dispõe sobre o código de ética do Conselho Federal de Biblioteconomia. Dublin. 6. O processo e a prática da catalogação. Disponível em <http://www. Rio de Janeiro. Acesso em 06 set. Belo Horizonte: UFMG. 8.. US: OCLC. 6. v. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.ibict. Sistemas e redes de informação.29. 300p. Indexação: fundamentação teórica. 9.). 2010. Rio de Janeiro.br/ Acesso em 6 set. 1998. 42. M. KREMER. Consórcio de bibliotecas no Brasil: um desafio à democratização do conhecimento.. B. 12.org. rev. 2. 4p. 3.1. desenvolvimento.71-89 jan. Brasília: Conselho Federal de Biblioteconomia. preservação e gestão de coleções. Bibliotecário: ética profissional. ed. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. compartilhamento de recursos e cooperação bibliotecária. de 11 de janeiro 2002. NBR 12676: método para análise de documentos: determinação de seus assuntos e seleção de termos de indexação. 2. 2010. Organização e administração de bibliotecas. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. 2005. Novas tecnologias. NBR 10520. M. Serviço de referência: atendimento e treinamento de usuários.da Construindo o futuro: a biblioteca universitária brasileira em 2010. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Dispões sobre o exercício da profissão de Bibliotecário e determina outras providências. Formação. BRASIL. 5. Ciência da Informação Online. todas da última atualização.cfb. Rio de Janeiro. legislação. p. Catálogos de bibliotecas. processos. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração.gov. Os requisitos funcionais para registros bibliográficos (FRBR).CARGO: BIBLIOTECÁRIO / DOCUMENTALISTA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.novo. 8. alerta. (Org. Belo Horizonte. C.br>. M. W. 24p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 4. ed.br>. BRASIL. de. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI DIAMANTINA – MINAS GERAIS 10. Acesso em 06 set.1. 2010. v. 2006. Resolução CFB n. Dewey decimal classification and relative índex. VERGUEIRO. V. 2003. Dados de localização. M. 5. FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ASSOCIAÇÕES DE BIBLIOTECÁRIOS E CIENTISTAS DA . Disponível em http://www.br/cienciadainformacao/>. 4. características. B. Acesso em 06 set. 2002. Classificação de material bibliográfico e outros suportes com base na Classificação Decimal de Dewey (CDD). B. planejamento estratégico e marketing em bibliotecas. bases de dados eletrônicas. Linguagens documentárias. A. 2002. Lei n. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação. 22. Disponível em <http://www. jan. CENDON. J. Serviços prestados aos usuários: empréstimo. A prática da indexação. 11. disseminação da informação. S. CUNHA./abr. 2002. 7. M. 2. Fontes de informação. B. 12. Sistemas de classificação bibliográfica. Brasília.periódicos. 9. Mitchell et al. Brasília: CFB. Sugestões Bibliográficas 1. ferramentas de busca. usuários e serviços. e ampl. Disponível em <http://www.CAPES. portal de periódicos da Capes. estrutura funcional. Qualidade da indexação. Conceitos básicos de Biblioteconomia e Ciência da Informação. 112 p. n. Coordenação do Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior . Descrição bibliográfica. informação científica. 10. 2002. 7. Perspectivas da Ciência da Informação.11. NBR 12676./abr.32-47.br> Acesso em 06 set. CONSELHO FEDERAL DE BILIOTECONOMIA. de 26 de agosto de 1998. internet. edited by Joan S.9674.

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2.1 Estudos preliminares 2.5.1Materiais de construção civil 1.3-Drenagem pluvial 2. Estimativa de vazões.6 Materiais cerâmicos para construção civil: tipos. 2.2-Esgotamento sanitário 2. fator água/cimento.2Rede coletora.5 Aços para concreto armado: Tipos de aço e classificação.1. argamassas industrializadas. Impermebilização 2.1.11. Estações elevatória.7 Lançamento do concreto.2 Coleta de resíduos sólidos domiciliares. agregados. 1. movimentação e dessolidarização.1.5 Instalações hidráulico-sanitárias Projeto e dimensionamento de instalações hidráulicas prediais : água fria.3. cortes. Reservação 2.4 Aterro sanitário e controlado. poluição do ar.2 Galerias e canais de drenagem 2.1. água quente.1.4. cimento.4 Limpeza pública 2. 2. cal. argamassas preparadas no canteiro de obras. águas pluviais e combate à incêndio.4.3. principais patologias.1.1Aglomerantes. propriedades.1 Estimativa de contribuições 2.6 Meio Ambiente Noções de meio ambiente: noções de ecologia. reboco e emboço 1. linha elástica.3 Argamassas: para revestimento: chapisco. cisalhamento. deformações.9 Esquadrias: madeira.2.6 Formas para concreto armado 2. juntas de dilatação. gesso. Alvenarias de vedação e alvenarias estruturais 2.1. 2. resistência mecânica e durabilidade. 1. poluição da água e poluição do solo. Princípios do tratamento de água .4. adensamento e cura.1.3 Compostagem. esgotos sanitários.2.2 Levantamento topográfico do terreno 2. .1 Tecnologia das edificações 2. 1. Captação 2.1. 2.12 Instalações Elétricas e de Telefonia II HIDRÁULICA E SANEAMENTO 2.3 Anteprojetos e projetos 2. 2.2.1.10. desforma.4.8 Telhados cerâmicos – suporte e telhas 2. 1. classificação. torção.1.1. Qualidade da água e padrão de potabilidade. Demanda e consumo de água.1 Estimativa de contribuições. III. distribuição de água 2.1. aditivos.1.4.7 Cobertura das edificações 2.1Sistemas estáticos para a disposição de esgotos 2.1. 2.1.1. propriedades essenciais. Adutoras.1. ferro e alumínio 2. flexão. 1.4 Canteiro de obras 2.1. critérios de resistência.3.ESTRUTURAS 3.1. Pinturas 2. propriedades mecânicas dos materiais.1. Padrões de lançamento 2.4 Concreto armado.2 Argamassas: classificação.Abastecimento de água 2. 2.3Princípios do tratamento de esgotos 2. assentamento.CARGO: ENGENHEIRO CIVIL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: I-EDIFICAÇÕES 1.1 Resistência dos materiais Tensões. flambagem.1.

4. torção. levantamento de quantidades. São Paulo: Edgard Blucher. Rio Grande: Ed.Barras e fios de aços destinados a armaduras para concreto armado Especificação. ABNT NBR 6122. Rio de Janeiro.R. tipos de materiais. VI.Preparo. . Princípio dos Trabalhos Virtuais. controle e recebimento do concreto de cimento Portland ABNT NBR 14931. AMARAL. Resistência ao cisalhamento. Estruturas isostáticas planas e espaciais. Estruturas Isostáticas. deformações na flexão.3. dimensionamento de pavimentos. – Aterros sobre solos moles – Ed. ABNT NBR 8160. punção. Barragens de terra. baldrames. planejamento de tempo.Noções de Segurança do Trabalho. 3. Belo Horizonte. J. RJ. Estudo de cabos.Cargas para o cálculo de estruturas de edificações – Procedimento. licitações. Compactação. RJ.O edifício até sua cobertura.Projeto de Estruturas de concreto – Procedimento. adensamento e recalques. RJ. Rio de Janeiro. sapatas e radier. Água nos solos: permeabilidade. (1996). UFRJ.Execução de alvenaria sem função estrutural de tijolos e blocos cerâmicos. de aço e de madeira 3. Cálculo de deslocamentos em estruturas isostáticas: método da carga unitária.1974 ANTP – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTES PÚBLICOS. Vistoria e elaboração de pareceres. Pavimentação de vias: tipos de vias. C . 312 p. São Paulo. 2003. recalques. lajes maciças e nervuradas. escoramento de cavas) Investigações geotécnicas para reconhecimento e caracterização do solo. estados. parciais e totais. especificação de materiais e serviços.2. orçamento. 1996.SISTEMA VIÁRIO: Noções básicas de projetos de topografia. O. Empuxos de terra e estruturas de contenção (muros. ABNT NBR 6120:1980 . aderência.Projetos de estruturas de concreto armado. IV-GEOTECNIA 4. percolação d’água e ruptura hidráulica. AZEREDO.S.Definição e especificações de serviços e obras de engenharia e arquitetura ABNT NBR 7480:1996 . controle da fissuração. cortinas.Curso de concreto armado Vol. Exercícios de Fundações. estabilização e identificação. Fundações profundas: estacas e tubulações.Instalações Elétricas de Baixa Tensão ABNT NBR 5732. solicitações normais.2.1-Engenharia de custos. carregamentos. Análise de estruturas estaticamente indeterminadas: método das forças Análise de estruturas cinematicamente indeterminadas: método dos deslocamentos. ALMEIDA. Dunas. ALONSO. paredes diafragma. Melhoria das características geotécnicas do solo.S. Escavação e rebaixamento do lençol freático. Transporte humano: cidades com qualidade de vida. SUGESTÕES BIBLIOGRÁFICAS: ABNT NBR 12655. 2003.2-FUNDAÇÕES: Fundações rasas: capacidade de carga. Escolha do tipo de fundação. 5. ARAÚJO. 1997. aço e madeira.3 Teoria das Estruturas Morfologia das estruturas.Instalações prediais de esgotos sanitários ABNT NBR 8545.Execução de estruturas de concreto e o seu procedimento ABNT NBR 5410 . Estabilidade de taludes. 1983. composição de custos unitários. Rio de Janeiro. cisalhamento.2.Especificação ABNT NBR 6118:2003 .Cimento Portland Comum. análise PERT/CPM. 1 a 4. e Terraplanagem aterros e pavimentos. processo de Cross.UFMG.Projeto e execução de fundações ABNT NBR 7173.PLANEJAMENTO DE OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL: 5. Aplicações nas estruturas de concreto. Editora Edgard Blücher.1-Materiais. São Paulo: ANTP. flexão normal simples. EE.1-Mecânica dos solos e obras de terra: Física dos solos: propriedades. . Tensões atuantes nos solos.U. M. V. M. H. geométrico e de terraplenagem. 1980. contratação de obras e serviços. . 2002. pilares.2 Concreto Armado 3. A. idealização. estruturas.2.

Planejamento. Ministério dos Transportes. Mecânica dos Sólidos – vol.G. S. GARCEZ. FIORITO.2. Rio de Janeiro..v2I.. COTRIM.Manual de saneamento e proteção ambiental para os municípios. vol. B. B. 2002. E. M. GUNTER.S & BORGES.H. 2ª. P. alli. A. J.. 1994.1981. HELLER. WRITMAN. São Carlos: Rima Ed. J. Rio de Janeiro. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. São Paulo. 6.1984 GERE. L. CHERNICHARO. J. Edição. Editora da USP.C. 1997. 1995. CHERNICHARO. [S. R. COELHO.l.L.ed. PESSOA.A. . FERRAZ. C. 1996. J. 2ed. C. T. São Paulo: Springer. Gestão Ambiental (responsabilidade social e sustentabilidade). DAS. Mecânica dos solos e suas Aplicações. L. 2007. B.]: SI version.. Ensino. 2ª ed. . B. RJ: LTC. E. COUTO. Pesquisa e Realizações. Planejamento com PERTCPM e Análise de Desempenho. DIAS.A.. R. Da Silva Jr.. R. Rio de Janeiro. Ed. Planejar para construir. Instalações Hidráulicas. . VON SPERLING. N Elementos de Engenharia Hidráulica e Sanitária. 2001. Ed. A. SAES. Editora LTC. Introdução à Engenharia Ambiental. Introdução aos Problemas de Poluição Ambiental. I. 1987. R.l. CIMINO. Jr. Edições Engenharia e Arquitetura UFMG. Caderno de Encargos. A.T. Autores diversos – Concreto. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias Reatores Anaeróbios. C. Manual de Argamassas e Revestimentos : Estudos e Procedimentos de Execução.]: ABES/CETESB. R. São Paulo. 1999. 2003. CREDER. V1e2.A. V. MG: Ergo Editora. BORGES. A. Livros Técnicos e Científicos. 4. São Paulo: Pearson Prentice Hall. São Paulo.l.A. M. GUEDES. Editora FCO . 1992. IBRACON. MACINTYRE. 1996. São Paulo: PINI. LIMER. 2005. W. Soil Mechanics. F. AS. H. M. Vol. Editora Manole Ltda. Volume 5.V. L. ed.Materiais de Construção. V. P. 2003. [S. São Paulo. Instalações Prediais Hidráulico-Sanitárias e de Gás. Editora S. 4. I. FUSCO. Tratamento de esgotos domésticos. PÁDUA. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. BARROS. P. PINI. Rio de Janeiro. Abastecimento de água para consumo humano. 2007. São Paulo:Edgard Blucher.L. Editora Atlas.. Técnica de Armar as Estruturas de Concreto. LAHR F. P. HACHICH.. A.. M. DNER . 1997. L. v. FALCONI. 1994. JORDÃO. F. GERE. 3. H. Vol. P. 2ed. Belo Horizonte: Editora UFMG. Análise de Estruturas Reticuladas. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Belo Horizonte: DESA/UFMG.Fundamentos de engenharia hidráulica. HELLER. Resistência dos Materiais. São Paulo: Editora Blucher. F. TORRES. . Revisão Técnica Pérsio Leister de Almeida Barros. 1976. PINI. BORGES. – Dimensionamento de elementos estruturais de madeira. 1978. MATTOS. São Paulo. Editora PINI.1 e 2. LAMBE.C. 1980. C. Edgard Blücher.. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. HIRSCHFELD. orçamento e controle de projetos e obras. Wiley Easter Limited. R. Aldo Dorea. A. A. CREDER. [S.Prática das pequenas construções. C. W.Manual de pavimentação.. 2003. . 1995. 2006.ed. F. Rio de Janeiro: Ed. PINI.W.1. Ed. 2009. H.A. Ergonomia aplicada ao trabalho. Livros Técnicos e Científicos: 2000.Fundações – Teoria e prática. Belo Horizonte: Editora UFMG. L. CAPUTO. BRAGA. Instalações Elétricas 15ed. 1987. RJ. J. FALCÃO. M.Resistência dos materiais. MG.. C. RJ. B.. M.BAPTISTA. C.]: Atlas S/A. 2. Topografia . ET AL. Instalações Elétricas. 2006. Tradução All Tasks. CALIL. L. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos S/A. L. Belo Horizonte. São Paulo: Prentice Hall. .DESA – UFMG..E. H. DIAS. A. . HIBBELER. B. Belo Horizonte. Guanabara. V. Thomson Learning.2007.Transporte público urbano. 1977. 2003. M.1995. São Paulo: PINI. v. E. A. . . A. São Paulo. 6ed. Rio de Janeiro: LTC. 1: Saneamento. 1. J. M. BORGES. São Paulo. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. A. Rio de Janeiro: LTC. C. 6a edição.. PINI: 2007. Como preparar orçamentos de obras. Ed.

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