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A prática crítico-tradutória de Paulo Rónai, um intelectual húngaro no exílio Adauto Lúcio Caetano Villela1

RESUMO: O intelectual húngaro Paulo Rónai (1907-1992) exilou-se no Brasil em 1941, escapando da perseguição nazista aos judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial. Tinha então 33 anos e trouxe consigo, em sua ampla bagagem cultural, uma prática crítico-tradutória que produziu, entre outras obras, o Mar de histórias: antologia do conto mundial, nosso corpus de análise. Este artigo visa a apresentar uma visão geral de nossa tese de doutoramento, no ponto em que se encontra. Palavras-chave: Estudos culturais; Estudos da tradução; Antologia; Conto; Literatura.

Esta tese de doutoramento, ainda em curso, tem por objetivo descrever e discutir a prática crítico-tradutória do intelectual húngaro-brasileiro Paulo Rónai (1907-1992), tal como refletida em seu pensamento tradutório e concretizada em Mar de histórias: antologia do conto mundial. Especificamente, consideraremos que tal prática crítico-tradutória consiste nos atos de: a) seleção dos contos da antologia, b) redação de apresentações críticas e biobibliográficas para cada autor, c) inclusão de notas de rodapé de conteúdo referencial, crítico e explicativo, e d) tradução propriamente dita. Para tanto, buscaremos num primeiro momento, com base em considerações dos Estudos Culturais sobre estrangeiro, exílio, hospitalidade e amizade, entender melhor a formação de Paulo Rónai na Hungria e sua atuação no Brasil. Em seguida, estudaremos a obra Mar de histórias, avaliando os critérios de organização da antologia e comparando as proposições teóricas de Rónai com sua prática tradutória efetiva, a fim de delimitar aspectos éticos e estéticos dessa prática. Acreditamos que esta tese virá a contribuir para um melhor entendimento da atuação de Paulo Rónai no contexto cultural brasileiro e, consequentemente, para uma visão mais ampliada da história da tradução no Brasil.

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Começamos falando sobre o ambiente de origem de Rónai, a Hungria, em cuja capital nasceria em 13 de abril de 1907. O povo húngaro, antes nômade, fixou-se no território onde se encontra em 896 d.C. O reino da Hungria foi formalizado com a coroação, no ano 1000, de István, conhecido no ocidente como Santo Estêvão I. Desse momento em diante a cultura letrada se expandiu continuamente, sendo o latim a língua oficial do reino. Chama a atenção o
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Doutorando em Letras: Estudos Literários na Universidade Federal de Juiz de Fora.

não por ter lutado ao lado da Alemanha. cada minoria mantinha sua língua e seus costumes. mas se empenhavam em traduzir as obras-primas das literaturas estrangeiras (RÓNAI. a 36. Acolhe-os bem e deixe aos estrangeiros sua língua e seus costumes. No entreguerras. a antiga tradição de hospitalidade se perdeu. religião. com o que se refere aos estrangeiros e seus descendentes que habitavam na Hungria. Preocupados com a integração espiritual na comunidade europeia. e sua população. e prestava-se a ―demonstrar. Bulgária e Turquia contra os aliados. 17). por meio da incorporação dos clássicos. Até as vésperas da Primeira Grande Guerra. Sobre seu país e a tradição tradutória húngara. mas por ter respeitado e deixado livre a cada povo o direito à conservação daquele que é um dos fatores mais importantes na determinação de uma nacionalidade: a língua. os intelectuais de todas as épocas não somente estudavam línguas. humilhada e diminuída. a Hungria foi punida. p. E continua: Os hóspedes e os estrangeiros – escrevia [o primeiro rei da Hungria a seu filho] – devem ocupar o lugar no seu reino. Nelson Ascher (2007) observa que na Hungria a tradução literária era ―uma arte cultivada com afinco‖. Nelson . Contudo. p. Pelo raciocínio de Daruvar. porque fraco e frágil é o reino que possuiu uma só língua e em toda a parte os mesmos costumes (1970. 1987. com a Hungria debilitada. no cruzamento das mais variadas correntes espirituais.2 fato de serem traduções literárias os primeiros textos fixados em língua húngara nos séculos XII e XIII.. e. essa situação mudaria após o final da Primeira Guerra Mundial. Segundo Ascher ―Rónai trouxe de lá tanto essa experiência como a constatação de que ela ajudava decisivamente a ‗cosmopolitizar‘ uma cultura‖. Em Pomos da discórdia: política. 17). descobrimos que uma ―atitude de longa data liberal dos húngaros. nas suas respectivas escolas. ―foi ditada durante séculos aos húngaros pelas famosas recomendações de seu primeiro rei Santo Estêvão a seu filho Santo Américo‖ (1970. que sua língua nada ficava a dever a qualquer outra‖. na verdade. No livro O destino dramático da Hungria (1970) de Yves de Daruvar. mas de idioma completamente isolado. literatura etc. Com a assinatura do Tratado de Trianon em 1920. p. o que demonstra o cosmopolitismo da nação húngara como resultado de sua tradicional hospitalidade. 82). Rónai afirma: Nasci num pequeno país situado no âmago da Europa. em face de suas nacionalidades‖. o húngaro era ensinado como segunda língua.4%.5% do que era antes. o território da Hungria ficou reduzido a meros 28.

depois do fim da Primeira Guerra Mundial. (2) Em 3 de março de 1941. onde permaneceria por seis meses. 51-57). a Hungria passou a ser governada por um tirano. intitulada Brazilia Uzen (Mensagem do Brasil). e que ―[c]om ele e por intermédio dele conto que em pouco tempo a cultura brasileira se tornará conhecida neste país‖ (VON BRUNN. Do mútuo conhecimento advindo.3 Ascher explica que. foi concedida uma licença de final de ano aos jovens judeus que ali se encontravam. Rónai aproveitou a oportunidade para conseguir um visto e fugir para o Brasil. motivado pelo desejo comum a seus colegas intelectuais de aprender também línguas ―exóticas‖. quando Rónai. Do interesse de Rónai pela literatura brasileira surgiu o interesse da Divisão de Cooperação Intelectual por ele. 34-35). Dez meses após o início da Segunda Guerra. estudou sozinho a língua portuguesa e publicou traduções de poetas portugueses e brasileiro na Hungria. então embaixador do Brasil em Budapeste. Em fins de abril de 1939. Rónai. Octavio Fialho. Diante da dificuldade de encontrar livros de nossos poetas. 15 traduções de livros. de ascendência judaica. na qual deu continuidade e expandiu sua carreira de professor. 15 livros didáticos. dicionarista. e entre as ―táticas de que seu regime lançou mão para se tornar mais popular encontrava-se o antissemitismo‖ (1996. p. iniciada na Europa. 240 resenhas. estabelecendo logo sua preferência pela literatura brasileira. escritor. comunicando que já havia publicado traduções de poesias brasileiras e pedindo que lhe fossem enviados livros e poemas. tradutor. em 1938. Rónai já havia preparado sua antologia de poetas brasileiros. 17 antologias de contos. 52 foram passados no Brasil. Paulo Rónai desembarcou no porto do Rio de Janeiro para iniciar uma nova fase. 321 artigos próprios. Dos 85 anos de sua vida. decorreram tanto o lançamento de traduções brasileiras em húngaro quanto a concessão do visto que salvaria a vida de Rónai. foi levado a um campo de trabalho. contando então 27 anos e doutor em filologia e línguas neolatinas. O processo que culminou na concessão desse visto pelo Estado brasileiro a Rónai havia se iniciado um ano antes. p. . mencionando ainda que à época. Como tais campos ainda não eram campos de concentração. gramático e crítico literário. Rónai escreveu ao jornal Correio da Manhã. 1992. declarou em um ofício que ―o Senhor Rónai estuda poesia brasileira moderna com o escopo de traduzir o que possuímos de mais característico‖. em português. durante os quais Rónai publicou 5 dicionários. 18 livros.

então a tradução está magnífica.. levou um artigo para a ―Revista do Brasil‖. ―.. onde Aurélio trabalhava como revisor. entre eles José Paulo Paes (1990). diga-se de passagem. Nelson Ascher (1994) e o próprio Rónai (1981. 18-19. Aurélio gostou e demonstrou interesse em publicá-lo. Rónai estava no Brasil havia poucos dias e. p. Segundo Rónai. um dos três grandes exilados que. Rosemary Arrojo (1992). ao saber que fora Rónai quem se traduzira. a tradução continua sendo vista como um ofício menor praticado por autores frustrados‖ (1994. Paulo Rónai trouxe principalmente uma postura para com a tradução que contrasta com aquela visão brasileira depreciativa que foi registrada por diversos autores. p. 19). em busca de publicar aqui. como minucioso acompanhamento e discussão crítica e teórica. 2007). esse foi o evento mais importante naquele ano de 1941. sem sua presença. Segundo Rónai: . poderia muito bem levar mais cem anos para emergir de forma autóctone (ASCHER. ele trouxe consigo em sua bagagem mental [. Sem ter escrito anteriormente uma palavra sequer em nossa língua. Esta ficou ruim. Vou lhe mostrar o que há de errado‖ (RÓNAI. ideias. Rónai empreendeu de próprio punho a tradução de seu artigo. da guerra iminente e da perseguição racista. tal noção não foi inteiramente naturalizada entre nós ainda hoje. meio dependente das referências culturais francesas.. O gérmen do projeto Mar de histórias surgiria no ano seguinte.. com Anatol Rosenfeld e Otto Maria Carpeaux. 1994. sendo que ―no Brasil dos anos 40 isso era novidade e. a coroação de todo um trabalho prático de tradução. ou melhor. trouxeram a um Brasil ainda meio provinciano. [. fugindo da crise Europeia. Rónai introduziu no Brasil o conceito de que a tradução literária – e outras. com a condição de que fosse traduzido para o português. O artigo apresentado fora redigido em francês a partir de material que trouxera da Hungria.. . estando no Brasil havia apenas 15 dias. ênfase acrescentada). Ascher detalha ainda: Ao reunir em Escola de tradutores e A tradução vivida seus textos ensaísticos...] essa consideração especial pelo trabalho do tradutor‖. como a técnica e a científica – era algo que merecia não somente consideração. novas informações. Aurélio exclamou: ―Ah. mas. 1991). O primeiro contato dos futuros organizadores de Mar de histórias envolveu uma tradução.] No Brasil.. a vinda de Rónai ao Brasil ajudou a implantar nestes trópicos um verdadeiro saber tradutório que. e desde então se firmaram a amizade e as parcerias com Aurélio. conceitos e práticas que haviam sido aperfeiçoadas na Europa Central‖ (ASCHER.4 Conforme registrou Nelson Ascher: ―Rónai foi. Como destaca Ascher. 1987). Mas a importância desses dois volumes não seria obviamente tão grande se eles não fossem antes de mais nada o complemento.

uma literatura. uma obra de arte em geral se formam e adquirem. abrangendo um período que vai do século XIV a. acompanhar a progressiva depuração e cristalização do gênero. Ao definir os critérios de organização de Mar de histórias.618 páginas. 80). mas ainda nas notas que precedem cada conto do livro (RÓNAI. de tal modo que fossem característicos das civilizações de onde provêm. que generosamente se fez revisor de tudo o que eu escrevia. 3. uma forma. A organização do projeto Mar de histórias foi norteada pela ideia de que o gênero conto passou por uma evolução. Segundo Berman (2002. processo este que procuramos esclarecer. a ordem cronológica mais precisa. p. 13-14). assim. um desenvolvimento de suas características próprias. procuramos escolhê-los dentro do maior número possível de literaturas. p. uma Bild. Segundo Antoine Berman. sobretudo quando feito com entusiasmo. Não levamos muito tempo a descobrir que tínhamos em comum a paixão da literatura. FERREIRA. Cada volume traz um ou mais contos de um determinado autor. Nossas visitas às livrarias convenceram-nos de que faltava uma boa coletânea de contos estrangeiros (RÓNAI. 79): ―Pela Bildung. por outro lado.5 A primeira ideia da obra ocorreu-nos. Conforme explica Rónai: Em vez de apenas alinhar à toa certa porção de contos. mas também uma língua. juntamente com apresentações e introduções. 1999. literaturas e culturas representadas na obra. Eu tinha chegado havia pouco da Europa convulsionada e a minha boa sorte me pôs logo em contato com ele. Assim. ao ler uma após outra as nossas histórias. a Bildung é uma variante erudita da palavra Kultur. Rónai e Aurélio escolheram apresentar um desenvolvimento histórico do gênero conto. em português. e. em seus 10 volumes. Os 240 contos compilados na obra somam. 2-3). Por isso adotamos. a 1925. (3) Mar de histórias traz. e cada autor vem apresentado por uma nota introdutória. na sucessão deles. São ao todo 197 autores. 2002. .C. Essa noção de desenvolvimento e progresso nos remete ao conceito de Bildung. A Bildung é sempre um movimento em direção a uma forma que é uma forma própria‖ (BERMAN. p. textos de 45 literaturas diferentes. achamos melhor agrupá-los de maneira que logo pudessem servir de marcos à história do conto na literatura universal. p. poderá o leitor. 1982. Nada aproxima melhor duas pessoas que um trabalho executado em comum. desde suas origens. a Aurélio e a mim. dos quais 181 escreviam em língua estrangeira e 16. e tem o sentido de ―formação‖. especialmente em sua conotação pedagógica e educativa de ―processo de formação‖. não só neste prefácio. um indivíduo. um povo. em paralelo ao desenvolvimento das línguas. em 1942 e sua história está ligada inseparavelmente à de uma longa e constante amizade. uma nação.

. o quarto sendo dedicado à análise dos dez volumes de Mar de histórias.6 O fato de a Bildung ser simultaneamente um processo e o resultado desse processo (BERMAN. a ser mais bem desenvolvido na próxima etapa desta tese. à análise comparativa entre alguns contos escolhidos e seus originais. algo em torno de 3. Anthology. the object of analysis of my research. p. Para que o leitor pudesse perceber cada conto como posicionado em um contínuo evolutivo seria preciso que a intervenção dos tradutores preservasse esses traços característicos. Campinas: Pontes Editores. no estágio em que se encontram e conforme foram apresentados em abril de 2010 à banca de qualificação. a leitura e o ensino. como forma de avaliar o quanto Rónai aplicou. em parceria com Aurélio. RAJAGOPALAN. Short story. para escolher os 240 contos que figuram em Mar de histórias. p. Temos até aqui uma visão geral dos três primeiros capítulos de minha tese. Estão previstos cinco capítulos. O Signo Desconstruído: implicações para a tradução. came to Brazil as an exile in 1941. REFERÊNCIAS ARROJO. Há ainda um aspecto crítico na seleção dos contos que integram Mar de histórias. e o quinto. escaping from the Nazi persecution of Jews in Europe during World War II. This paper aims at presenting an overview of my doctorate‘s dissertation. a Hungarian intellectual. Em um cálculo aproximado. ABSTRACT: Paulo Rónai (1907-1992). dos temas recorrentes nos contos selecionados. He was then 33 year-old and brought within his wide cultural background a critic-translation practice which yielded.). Translation studies. In: ARROJO. 71-79.000 contos foram lidos. ele e Aurélio leram uma quantidade muito grande de contos para selecionar aqueles que integrariam a coletânea. among other works. os preceitos teóricos privilegiados por ele em Escola de tradutores (1987 [1952]) e A tradução vivida (1981 [1974]) à luz do debate quanto à ética da tradução. Rosemary. as it is at present. Literature. Kanavilil (Orgs. Rosemary. 2002. sendo razoável supor que houvesse um projeto político-ideológico por trás do projeto tradutório-literário. na qual serão destacados os elementos críticos presentes nas introduções e notas de rodapé. As questões teóricas da tradução e a desconstrução do logocentrismo: algumas reflexões. Mar de histórias: antologia do conto mundial. Keywords: Cultural studies. passível de ser revelado pelo estudo. De acordo com Rónai. 80) tem implicações para o modo de traduzir empregado em Mar de histórias. dentre os quais se encontra a situação de judeus em sociedade multiculturais. 1992.

31-37. BERMAN. In: Folha de S. 6ª ed. (A. 1999. Trads.folha. Maria Emília Pereira Chanut. 1970. Nelson.). 1987. Novalis Humboldt.Paulo. 1982. Paulo Rónai – Documentos Inéditos do Itamaraty. RÓNAI. 1: Das Origens ao fim da Idade Média. 17/12/2007. São Paulo: USP/FFLCH/CITRAT. Revista do Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia da USP. _______. 75 p. ed. Bauru: EDUSC. Anne Dufourmantelle convida Jacques Derrida a falar Da Hospitalidade. Jacques. São Paulo: Editora Ática. 3a Edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 1981. INL. p.htm. Estação Liberdade. Pomos da Discórdia.Paulo. Escola de tradutores. A tradução vivida.uol.7 ASCHER. Volume 1. 1994. Paulo. Romane.uol.br/entrevista_paulo_r%F3nai_27abr1991. a ponte necessária: aspectos e problemas da arte de traduzir. PAES. 1996. p. Trad. Mar de histórias.folha. In: TradTerm. Entrevista com Ascher.com. & P. Budapeste: Vajda János. Revista Tradução & Comunicação. Consultado em 10 de março de 2010. 1990. 2003. In: ________. 2004. 350 p. In: Tradução. 210 p. _______. São Paulo.com. São Paulo: Loyola. 27/04/1991.htm VON BRUNN. In: TradTerm. Disponível em: www1. n° 2. _______. Sobre a crítica de tradução.) São Paulo: Escuta. (4ª. VOL. ______. RÓNAI. 171 p. 108-116. 2002. Papel máquina. . São Paulo: Álamo. São Paulo: Ed. Paulo Rónai no seu centenário. Yves de. DERRIDA. Goethe. In: ASCHER. São Paulo: USP/FFLCH/CITRAT. José Paulo. 51-57. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. Hölderlin. Paulo. 295 p. Disponível em: http://almanaque. 249-252. sábado. Antoine.br/fsp/ilustrad/fq1712200721. 34. Ottoni. Volume 1. 1939. Revista do Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia da USP. Folha de S. Schleiermacher. _______. Brazilia Uzen – Mai Brazil Költök. Paulo Rónai – Tradução e Universalidade. p. 159 p. 1920. A prova do estrangeiro: cultura e tradução na Alemanha romântica — Herder. p. p. ______. 1994. O princípio da hospitalidade. Schlegel. Faz 50 anos que o tradutor e ensaísta chegou ao Brasil. Adam Von. O destino dramático da Hungria. Paulo Rónai. In: ________. 1-19. Aurélio Buarque de Holanda. _______. Mar de histórias: antologia do conto mundial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. In: A tradução da grande obra literária. Nelson. Depoimentos. DARUVAR. Tradução Evando Nascimento. p. caderno Folha Ilustrada. 135 p. FERREIRA.

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