1◦ Ciclo em Engenharia Electromecânica ◦ 1 Ciclo em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Cálculo I

António Bento bento@ubi.pt
Departamento de Matemática Universidade da Beira Interior

2011/2012

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

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Bibliografia

– Apostol, T.M., Cálculo, Vol. 1, Reverté, 1993 – Dias Agudo, F.R., Análise Real, Vol. I, Escolar Editora, 1989 – Demidovitch, B., Problemas e exercícios de Análise Matemática, McGrawHill, 1977 – Lima, E. L., Curso de Análise, Vol. 1, Projecto Euclides, IMPA, 1989 – Lima, E. L., Análise Real, Vol. 1, Colecção Matemática Universitária, IMPA, 2004 – Mann, W. R., Taylor, A. E., Advanced Calculus, John Wiley and Sons, 1983 – Sarrico, C., Análise Matemática – Leituras e exercícios, Gradiva, 3a Ed., 1999 – Stewart, J., Calculus (International Metric Edition), Brooks/Cole Publishing Company, 2008 – Swokowski, E. W., Cálculo com Geometria Analítica, Vol. 1 e 2, McGrawHill, 1983

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Critérios de Avaliação A avaliação ao longo das actividades lectivas será periódica, sendo efectuados dois testes. Os testes serão nos dias 16 de Novembro de 2011 e 13 de Janeiro de 2012. Os dois testes serão cotados, cada um deles, para 10 valores. Designando por T1 a nota do primeiro teste e por T2 a nota do segundo teste, a classificação final será calculada da seguinte forma: – se T1 + T2 for inferior a 15,5 valores, a classificação final será o arredondamento às unidades de T1 + T2 ; – se T1 + T2 for superior ou igual a 15,5 valores, terá de ser feita uma prova oral; nessa prova oral será atribuída uma nota, que designaremos por P O, entre 0 e 20 valores; a classificação final será o arredondamento às unidades de T1 + T2 + P O . max 15, 2 São aprovados os alunos com classificação final igual ou superior a 10 valores. Todos os alunos são admitidos a exame.
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Atendimento

O atendimento aos alunos será às segundas-feiras e às terças-feiras, das 18 horas às 19 horas, no gabinete 4.25 do Departamento de Matemática. Caso este horário não seja conveniente, pode ser combinado outro horário com o docente da cadeira através do email bento@ubi.pt

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Índice

1 2 3 4

Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R

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Cálculo I

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Índice

1

Funções reais de variável real: generalidades e exemplos O conjunto dos números reais Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções Função exponencial e função logarítmica Funções trigonométricas e suas inversas Funções hiperbólicas Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R

2 3 4

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Cálculo I

2011/2012

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Índice

1

Funções reais de variável real: generalidades e exemplos O conjunto dos números reais Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções Função exponencial e função logarítmica Funções trigonométricas e suas inversas Funções hiperbólicas Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R

2 3 4

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§1.1 O conjunto dos números reais

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§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais,

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8 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R,

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8 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R, estão definidas duas operações:

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8 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R, estão definidas duas operações: – uma adição,

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§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R, estão definidas duas operações: – uma adição, que a cada par de números reais (a, b) faz corresponder um número a + b;

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§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R, estão definidas duas operações: – uma adição, que a cada par de números reais (a, b) faz corresponder um número a + b; – uma multiplicação,

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8 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R, estão definidas duas operações: – uma adição, que a cada par de números reais (a, b) faz corresponder um número a + b; – uma multiplicação, que a cada par (a, b) associa um número representado por a.b

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8 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R, estão definidas duas operações: – uma adição, que a cada par de números reais (a, b) faz corresponder um número a + b; – uma multiplicação, que a cada par (a, b) associa um número representado por a.b (ou a × b

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8 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

No conjunto dos números reais, que representaremos por R, estão definidas duas operações: – uma adição, que a cada par de números reais (a, b) faz corresponder um número a + b; – uma multiplicação, que a cada par (a, b) associa um número representado por a.b (ou a × b ou simplesmente ab).

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8 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1) Para cada a, b, c ∈ R, a + (b + c) = (a + b) + c (associatividade)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1) Para cada a, b, c ∈ R, a + (b + c) = (a + b) + c A2) (associatividade)

António Bento (UBI)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1) Para cada a, b, c ∈ R, a + (b + c) = (a + b) + c A2) Para cada a, b ∈ R, a+b=b+a (associatividade) (comutatividade)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1) Para cada a, b, c ∈ R, a + (b + c) = (a + b) + c A2) Para cada a, b ∈ R, a+b=b+a A3) (associatividade) (comutatividade)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1) Para cada a, b, c ∈ R, a + (b + c) = (a + b) + c A2) Para cada a, b ∈ R, a+b=b+a (associatividade) (comutatividade)

A3) Existe um elemento 0 ∈ R, designado por "zero", tal que para cada a∈R a+0=0+a=a (elemento neutro)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1) Para cada a, b, c ∈ R, a + (b + c) = (a + b) + c A2) Para cada a, b ∈ R, a+b=b+a (associatividade) (comutatividade)

A3) Existe um elemento 0 ∈ R, designado por "zero", tal que para cada a∈R a+0=0+a=a (elemento neutro) A4)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da adição
A1) Para cada a, b, c ∈ R, a + (b + c) = (a + b) + c A2) Para cada a, b ∈ R, a+b=b+a (associatividade) (comutatividade)

A3) Existe um elemento 0 ∈ R, designado por "zero", tal que para cada a∈R a+0=0+a=a (elemento neutro) A4) Para cada a ∈ R, existe um elemento −a ∈ R tal que a + (−a) = (−a) + a = 0 (simétrico)

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9 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

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10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação

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10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1)

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10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1) Para cada a, b, c ∈ R, a(bc) = (ab)c (associatividade)

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10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1) Para cada a, b, c ∈ R, a(bc) = (ab)c M 2) (associatividade)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1) Para cada a, b, c ∈ R, a(bc) = (ab)c M 2) Para cada a, b ∈ R, ab = ba (associatividade) (comutatividade)

António Bento (UBI)

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10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1) Para cada a, b, c ∈ R, a(bc) = (ab)c M 2) Para cada a, b ∈ R, ab = ba M 3) (associatividade) (comutatividade)

António Bento (UBI)

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10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1) Para cada a, b, c ∈ R, a(bc) = (ab)c M 2) Para cada a, b ∈ R, ab = ba (associatividade) (comutatividade)

M 3) Existe um elemento 1 ∈ R, diferente de zero e designado por "unidade", tal que para cada a ∈ R a.1 = 1.a = a (elemento neutro)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1) Para cada a, b, c ∈ R, a(bc) = (ab)c M 2) Para cada a, b ∈ R, ab = ba (associatividade) (comutatividade)

M 3) Existe um elemento 1 ∈ R, diferente de zero e designado por "unidade", tal que para cada a ∈ R a.1 = 1.a = a (elemento neutro) M 4)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades da multiplicação
M 1) Para cada a, b, c ∈ R, a(bc) = (ab)c M 2) Para cada a, b ∈ R, ab = ba (associatividade) (comutatividade)

M 3) Existe um elemento 1 ∈ R, diferente de zero e designado por "unidade", tal que para cada a ∈ R a.1 = 1.a = a (elemento neutro) M 4) Para cada a ∈ R \ {0}, existe um elemento a−1 ∈ R tal que aa−1 = a−1 a = 1 (inverso)

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10 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

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11 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Distributividade da multiplicação em relação à adição

António Bento (UBI)

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11 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Distributividade da multiplicação em relação à adição
D1)

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2011/2012

11 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Distributividade da multiplicação em relação à adição
D1) Para cada a, b, c ∈ R, a(b + c) = (b + c)a = ab + ac (distributividade)

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2011/2012

11 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações,

António Bento (UBI)

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão.

António Bento (UBI)

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2011/2012

12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b).

António Bento (UBI)

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0 representa-se por a b

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0 representa-se por (ou a ÷ b a b

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2011/2012

12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0 representa-se por (ou a ÷ b ou a/b) a b

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Cálculo I

2011/2012

12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0 representa-se por (ou a ÷ b ou a/b) e é definida por a = ab−1 . b a b

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0 representa-se por (ou a ÷ b ou a/b) e é definida por a = ab−1 . b A a , b a b

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Cálculo I

2011/2012

12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0 representa-se por (ou a ÷ b ou a/b) e é definida por a = ab−1 . b A a , com b = 0, b a b

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Associadas a estas operações estão duas outras operações, a subtracção e a divisão. A subtracção entre dois números reais a e b representa-se por a − b e é definida por a − b = a + (−b). A divisão entre dois números reais a e b com b = 0 representa-se por (ou a ÷ b ou a/b) e é definida por a = ab−1 . b A a , com b = 0, também se chama fracção entre a e b. b a b

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12 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • a c + = b d

António Bento (UBI)

Cálculo I

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • a c ad + bc ; + = b d bd

António Bento (UBI)

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • • a c ad + bc ; + = b d bd a c − = b d

António Bento (UBI)

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • • a c ad + bc ; + = b d bd a c ad − bc ; − = b d bd

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • • • a c ad + bc ; + = b d bd a c ad − bc ; − = b d bd a c = b d

António Bento (UBI)

Cálculo I

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • • • a c ad + bc ; + = b d bd a c ad − bc ; − = b d bd a c ac = ; b d bd

António Bento (UBI)

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • • • a c ad + bc ; + = b d bd a c ad − bc ; − = b d bd a c ac = ; b d bd

a b • c = d

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • • • a c ad + bc ; + = b d bd a c ad − bc ; − = b d bd a c ac = ; b d bd

a a d b • c = × = b c d

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13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Operações com fracções
Sejam a, b, c e d números reais tais que b = 0 e d = 0. Então • • • a c ad + bc ; + = b d bd a c ad − bc ; − = b d bd a c ac = ; b d bd

a ad a d b • c = × = onde c = 0. b c bc d

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2011/2012

13 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais. Então a+c=b+c

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais. Então a+c=b+c se e só se a = b.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais. Então a+c=b+c se e só se a = b.

Lei do corte da multiplicação

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais. Então a+c=b+c se e só se a = b.

Lei do corte da multiplicação
Sejam a, b e c números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais. Então a+c=b+c se e só se a = b.

Lei do corte da multiplicação
Sejam a, b e c números reais com c = 0.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais. Então a+c=b+c se e só se a = b.

Lei do corte da multiplicação
Sejam a, b e c números reais com c = 0. Então ca = cb

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do corte da adição
Sejam a, b e c números reais. Então a+c=b+c se e só se a = b.

Lei do corte da multiplicação
Sejam a, b e c números reais com c = 0. Então ca = cb se e só se a = b.
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 14 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

15 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do anulamento do produto

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Cálculo I

2011/2012

15 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do anulamento do produto
Dados números reais a e b tem-se ab = 0

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

15 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Lei do anulamento do produto
Dados números reais a e b tem-se ab = 0 se e só se a=0 e/ou b = 0.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

15 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 =

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 = a2 + 2ab + b2 ;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 = a2 + 2ab + b2 ; ii)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 = a2 + 2ab + b2 ; ii) (a − b)2 =

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 = a2 + 2ab + b2 ; ii) (a − b)2 = a2 − 2ab + b2 ;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 = a2 + 2ab + b2 ; ii) (a − b)2 = a2 − 2ab + b2 ; iii)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 = a2 + 2ab + b2 ; ii) (a − b)2 = a2 − 2ab + b2 ; iii) (a + b)(a − b) =

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Casos notáveis da multiplicação
Se a e b são números reais, então i) (a + b)2 = a2 + 2ab + b2 ; ii) (a − b)2 = a2 − 2ab + b2 ; iii) (a + b)(a − b) = a2 − b2 .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

16 / 485

1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .§1.

§1.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .

§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.

Então António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .§1.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.

1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.§1. Então i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .

Então i) a + x = b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .§1.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.

Então i) a + x = b ⇔ x = b − a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.§1.

1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 . Então i) a + x = b ⇔ x = b − a.

1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais. ii) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 . Então i) a + x = b ⇔ x = b − a.§1.

§1. Então i) a + x = b ⇔ x = b − a. ii) ax = b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.

Então i) a + x = b ⇔ x = b − a.§1. a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 . ii) ax = b ⇔ x = b onde a = 0.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.

ii) ax = b ⇔ x = b onde a = 0. Então i) a + x = b ⇔ x = b − a.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.§1. a Fórmula resolvente (de equações de segundo grau) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 . b e c números reais. a Fórmula resolvente (de equações de segundo grau) Sejam a. com a = 0. Então i) a + x = b ⇔ x = b − a.§1. ii) ax = b ⇔ x = b onde a = 0.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.

§1. Então ax2 + bx + c = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 . b e c números reais. ii) ax = b ⇔ x = b onde a = 0. com a = 0. Então i) a + x = b ⇔ x = b − a.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais. a Fórmula resolvente (de equações de segundo grau) Sejam a.

com a = 0.§1. Então i) a + x = b ⇔ x = b − a. ax + bx + c = 0 ⇔ x = 2a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 17 / 485 . ii) ax = b ⇔ x = b onde a = 0. Então √ −b ± b2 − 4ac 2 . a Fórmula resolvente (de equações de segundo grau) Sejam a. b e c números reais.1 O conjunto dos números reais Resolução de equações de primeiro grau Sejam a e b números reais.

§1.1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 .

§1.1 O conjunto dos números reais Ordem António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 .

1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 .§1.

1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. relação essa que denotamos por < António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 .§1.

para quaisquer a. relação essa que denotamos por < e que verifica.§1. as seguintes propriedades: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . c ∈ R.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. b.

c ∈ R. para quaisquer a.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem.§1. as seguintes propriedades: O1) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . relação essa que denotamos por < e que verifica. b.

as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . c ∈ R. relação essa que denotamos por < e que verifica.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem.§1. para quaisquer a. b.

relação essa que denotamos por < e que verifica. c ∈ R. b. para quaisquer a. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 .§1.

para quaisquer a. ou a < b.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. c ∈ R. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b.§1. b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . relação essa que denotamos por < e que verifica.

ou a < b.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . c ∈ R. ou b < a. relação essa que denotamos por < e que verifica. b. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b. para quaisquer a.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . para quaisquer a. c ∈ R.§1.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. b. ou a < b. ou b < a. relação essa que denotamos por < e que verifica. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou O2) a = b.

ou b < a. para quaisquer a. b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 .1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. então a < c. c ∈ R. ou a < b.§1. O2) se a < b e b < c. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b. relação essa que denotamos por < e que verifica.

para quaisquer a.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem.§1. ou b < a. b. então a < c. c ∈ R. ou a < b. relação essa que denotamos por < e que verifica. O2) se a < b e b < c. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b. O3) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 .

ou a < b. O3) se a < b.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. b. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . então a < c. então a + c < b + c. ou b < a. c ∈ R. para quaisquer a. O2) se a < b e b < c.§1. relação essa que denotamos por < e que verifica.

então a < c. relação essa que denotamos por < e que verifica. O2) se a < b e b < c. ou a < b. ou b < a. O3) se a < b. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem.§1. então a + c < b + c. O4) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . para quaisquer a. b. c ∈ R.

O3) se a < b. relação essa que denotamos por < e que verifica. as seguintes propriedades: O1) apenas uma das seguintes condições é verdadeira: ou a = b. b. então a < c. ou a < b. ou b < a. para quaisquer a. O2) se a < b e b < c.§1. c ∈ R. então 0 < ab. O4) se 0 < a e 0 < b.1 O conjunto dos números reais Ordem No conjunto dos números reais está definida uma relação de ordem. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 18 / 485 . então a + c < b + c.

§1.1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 .§1.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira.

§1.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. dizemos que a é menor do que b. Diz-se que a é menor ou igual do que b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 .

1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 . Diz-se que a é menor ou igual do que b. e escreve-se a b. dizemos que a é menor do que b.§1.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 . dizemos que a é menor do que b.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. Diz-se que a é menor ou igual do que b. e escreve-se a b.§1. se a < b ou a = b.

§1. Diz-se que a é menor ou igual do que b. se a < b ou a = b.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 . Dizemos que a é maior do que b. e escreve-se a b. dizemos que a é menor do que b.

1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. se a < b ou a = b. e escreve-se a b. Diz-se que a é menor ou igual do que b.§1. dizemos que a é menor do que b. Dizemos que a é maior do que b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 . e escreve-se a > b.

dizemos que a é menor do que b.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. Diz-se que a é menor ou igual do que b. e escreve-se a > b. se b < a. e escreve-se a b. se a < b ou a = b.§1. Dizemos que a é maior do que b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 .

Dizemos que a é maior do que b. se b < a. diz-se que a é maior ou igual do que b. Diz-se que a é menor ou igual do que b. e escreve-se a b.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 .§1. Obviamente. e escreve-se a > b. se a < b ou a = b. dizemos que a é menor do que b.

Dizemos que a é maior do que b. e escreve-se a > b. se a < b ou a = b. Obviamente. Diz-se que a é menor ou igual do que b. e escreve-se a b.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira.§1. dizemos que a é menor do que b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 . diz-se que a é maior ou igual do que b. e escreve-se a b. se b < a.

e escreve-se a b. e escreve-se a > b. Dizemos que a é maior do que b. se b < a. diz-se que a é maior ou igual do que b. se b a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 19 / 485 .§1. dizemos que a é menor do que b. se a < b ou a = b.1 O conjunto dos números reais Quando a < b é uma proposição verdadeira. Obviamente. Diz-se que a é menor ou igual do que b. e escreve-se a b.

§1.1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 .

§1.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 .

§1.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . c e d. b.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a.§1.

1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. c e d. tem-se António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . b.§1.

1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. b. c e d. tem-se a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 .§1.

c e d.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a.§1. então a = b. b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . tem-se a) se a beb a.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 .§1. tem-se a) se a b) beb a.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. então a = b. c e d. b.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a = b. b) se a = 0. então a2 > 0.§1. c e d. tem-se a) se a beb a. b.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a.

b. c e d.§1. então a2 > 0. tem-se a) se a c) beb a. b) se a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a = b.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a.

§1. então a + c < b + d. b) se a = 0. c) se a < b e c < d. b. tem-se a) se a beb a. então a = b. então a2 > 0. c e d.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 .

tem-se a) se a beb a.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. c) se a < b e c < d. então a = b. então a + c < b + d. b) se a = 0.§1. d) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . b. então a2 > 0. c e d.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . b. b) se a = 0. d) se a < b e c > 0. tem-se a) se a beb a. c) se a < b e c < d. então a = b. então a + c < b + d. então ac < bc.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. então a2 > 0. c e d.§1.

b) se a = 0. então ac < bc. c e d. então a + c < b + d. tem-se a) se a beb a. então a = b.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. b.§1. e) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . d) se a < b e c > 0. então a2 > 0. c) se a < b e c < d.

e) se a < b e c < 0. b) se a = 0. então ac > bc. c) se a < b e c < d. então a = b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a + c < b + d. então ac < bc.§1. b.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. c e d. d) se a < b e c > 0. tem-se a) se a beb a. então a2 > 0.

d) se a < b e c > 0. b. então ac > bc. b) se a = 0. então a = b. c e d.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. então ac < bc. então a2 > 0. f) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . tem-se a) se a beb a. então a + c < b + d. e) se a < b e c < 0.§1. c) se a < b e c < d.

§1. d) se a < b e c > 0. então ac < bc. então a−1 > 0. então a = b. e) se a < b e c < 0. tem-se a) se a beb a. então a + c < b + d. então a2 > 0. então ac > bc.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. c e d. f ) se a > 0. b. c) se a < b e c < d. b) se a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 .

b) se a = 0. então a + c < b + d. então a2 > 0. b. e) se a < b e c < 0. tem-se a) se a beb a. c e d. f ) se a > 0.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. então ac > bc. d) se a < b e c > 0. g) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a = b. então ac < bc. então a−1 > 0.§1. c) se a < b e c < d.

então a−1 < 0. então a2 > 0. b) se a = 0. então ac < bc. então a = b. b. e) se a < b e c < 0. então a + c < b + d. f ) se a > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a−1 > 0. d) se a < b e c > 0. tem-se a) se a beb a. então ac > bc.§1. g) se a < 0. c) se a < b e c < d.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. c e d.

então ac < bc. f ) se a > 0. e) se a < b e c < 0.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. g) se a < 0. então ac > bc. então a−1 > 0. então a2 > 0. b. tem-se a) se a beb a. c) se a < b e c < d. d) se a < b e c > 0. c e d. então a−1 < 0. então a + c < b + d.§1. b) se a = 0. h) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a = b.

b) se a = 0. então a < < b. b. c e d. então a + c < b + d. e) se a < b e c < 0. 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a2 > 0. então a−1 > 0. então a = b. f ) se a > 0. então ac < bc. g) se a < 0. d) se a < b e c > 0. c) se a < b e c < d. a+b h) se a < b.§1. então a−1 < 0. então ac > bc.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. tem-se a) se a beb a.

g) se a < 0. f ) se a > 0. c e d.§1. então a = b. c) se a < b e c < d. b. então ac > bc. então a < < b. a+b h) se a < b.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. tem-se a) se a beb a. então ac < bc. então a−1 > 0. 2 i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a + c < b + d. b) se a = 0. e) se a < b e c < 0. então a−1 < 0. então a2 > 0. d) se a < b e c > 0.

f ) se a > 0. b) se a = 0. a+b h) se a < b.1 O conjunto dos números reais Das quatro propriedades de ordem mencionadas atrás é possível deduzir as seguintes propriedades: Propriedades de ordem Para quaisquer números reais a. então a = b. e) se a < b e c < 0. então a + c < b + d. d) se a < b e c > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 20 / 485 . então a < < b.§1. então ac < bc. c) se a < b e c < d. c e d. então a2 > 0. b. então a−1 > 0. g) se a < 0. então ac > bc. 2 i) ab > 0 se e só se (a > 0 e b > 0) ou (a < 0 e b < 0). então a−1 < 0. tem-se a) se a beb a.

§1.1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .

1 O conjunto dos números reais A relação de ordem permite-nos representar os números reais numa recta ou num eixo.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .§1.1 O conjunto dos números reais A relação de ordem permite-nos representar os números reais numa recta ou num eixo.

−3 −2 −1 0 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .1 O conjunto dos números reais A relação de ordem permite-nos representar os números reais numa recta ou num eixo.§1.

1 O conjunto dos números reais A relação de ordem permite-nos representar os números reais numa recta ou num eixo.§1. −3 −2 −1 0 1 √ 2 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .

§1. −3 −2 −1 0 1 √ √ 2 3 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .1 O conjunto dos números reais A relação de ordem permite-nos representar os números reais numa recta ou num eixo.

§1.1 O conjunto dos números reais A relação de ordem permite-nos representar os números reais numa recta ou num eixo. −3 −2 −1 0 1 √ √ 2 3 2 3π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .

−3 −2 −1 0 1 √ √ 2 3 2 e 3π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 21 / 485 .1 O conjunto dos números reais A relação de ordem permite-nos representar os números reais numa recta ou num eixo.§1.

§1.1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 .

§1.1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 .

§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 .1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos.

1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. temos os seguintes conjuntos: ]a. b[ = {x ∈ R : a < x < b} . Dados dois números reais tais que a b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 .§1.

Dados dois números reais tais que a b.1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. ]a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 .§1. b] = {x ∈ R : a < x b} . temos os seguintes conjuntos: ]a. b[ = {x ∈ R : a < x < b} .

b} . b[ = {x ∈ R : a < x < b} .1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. b] = {x ∈ R : a < x [a. ]a. temos os seguintes conjuntos: ]a. Dados dois números reais tais que a b. b] = {x ∈ R : a x b} . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 .§1.

b[ = {x ∈ R : a b} . b] = {x ∈ R : a < x [a.1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. temos os seguintes conjuntos: ]a.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 . ]a. b} . Dados dois números reais tais que a b. x < b} . b] = {x ∈ R : a x [a. b[ = {x ∈ R : a < x < b} .

b[ = {x ∈ R : a < x < b} .§1. b[ = {x ∈ R : a b} . ]a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 . b] = {x ∈ R : a x [a. b} .1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. temos os seguintes conjuntos: ]a. x < b} . +∞[ = {x ∈ R : a < x} . b] = {x ∈ R : a < x [a. Dados dois números reais tais que a b. ]a.

b} . [a. x} .§1. ]a. temos os seguintes conjuntos: ]a. ]a. x < b} . +∞[ = {x ∈ R : a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 . Dados dois números reais tais que a b. b[ = {x ∈ R : a < x < b} . +∞[ = {x ∈ R : a < x} .1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. b] = {x ∈ R : a x [a. b] = {x ∈ R : a < x [a. b[ = {x ∈ R : a b} .

]a. b] = {x ∈ R : a x [a.1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 . b[ = {x ∈ R : a b} . +∞[ = {x ∈ R : a ] − ∞. +∞[ = {x ∈ R : a < x} . x} . [a. b[ = {x ∈ R : x < b} . b] = {x ∈ R : a < x [a.§1. ]a. x < b} . b[ = {x ∈ R : a < x < b} . temos os seguintes conjuntos: ]a. Dados dois números reais tais que a b. b} .

§1. +∞[ = {x ∈ R : a < x} . ]a. b] = {x ∈ R : a < x [a.1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. ]a. +∞[ = {x ∈ R : a ] − ∞. [a. b[ = {x ∈ R : x < b} . b] = {x ∈ R : x ] − ∞. Dados dois números reais tais que a b. b[ = {x ∈ R : a b} . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 . b} . temos os seguintes conjuntos: ]a. b[ = {x ∈ R : a < x < b} . x < b} . x} . b} . b] = {x ∈ R : a x [a.

1 O conjunto dos números reais As relações de ordem que definimos previamente permitem-nos definir vários subconjuntos de R chamados intervalos. +∞[ = {x ∈ R : a ] − ∞. b} . Dados dois números reais tais que a b. b[ = {x ∈ R : a b} . b[ = {x ∈ R : a < x < b} . x < b} . b[ = {x ∈ R : x < b} . b] = {x ∈ R : x ] − ∞. b} .§1. temos os seguintes conjuntos: ]a. b] = {x ∈ R : a < x [a. x} . [a. +∞[ = R ] − ∞. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 22 / 485 . ]a. +∞[ = {x ∈ R : a < x} . ]a. b] = {x ∈ R : a x [a.

1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 23 / 485 .§1.

1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 23 / 485 .§1.

1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a. b[ a b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 23 / 485 .§1.

b[ a b [a.§1. b] a b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 23 / 485 .1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a.

1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a. b[ a b [a. b[ a b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 23 / 485 .§1. b] a b [a.

§1. b[ a b ]a. b[ a b [a. b] a b [a. b] a b Cálculo I 2011/2012 23 / 485 António Bento (UBI) .1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a.

§1. b] a b Cálculo I 2011/2012 23 / 485 António Bento (UBI) . b] a b [a.1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a. b[ a b ]a. +∞[ a [a. b[ a b ]a.

b] a b Cálculo I 2011/2012 23 / 485 António Bento (UBI) . +∞[ a [a. b[ a b ]a.§1.1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a. b] a b [a. +∞[ a [a. b[ a b ]a.

b] a b Cálculo I 2011/2012 23 / 485 António Bento (UBI) . b] a b [a. b[ b ]a. b[ a b ]a. +∞[ a [a. b[ a b ] − ∞. +∞[ a [a.1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a.§1.

b[ a b ] − ∞. +∞[ a [a. b[ a b ]a. b] Cálculo I b ]a. b[ ] − ∞.§1. +∞[ a [a.1 O conjunto dos números reais Representação geométrica dos intervalos ]a. b] a b b 2011/2012 23 / 485 António Bento (UBI) . b] a b [a.

§1.1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .§1.

§1. a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.

§1. a) a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . a) Se a > 0 a = 0.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.§1. a) Se a > 0 e b2 − 4ac > 0. a = 0.

§1. então o conjunto solução da inequação a) Se a > 0 e b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . a = 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. 2 − 4ac > 0.

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. 2 − 4ac > 0. a = 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .§1. x2 [.

2 − 4ac > 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . x2 [.§1. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 .

então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . 2 − 4ac > 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . x2 [. a = 0. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.§1.

x2 [.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.§1. a = 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . 2 − 4ac > 0. b) Se a > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .

onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .§1. b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. x2 [. 2 − 4ac > 0.

a = 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0.§1. então a inequação não tem soluções. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . x2 [. 2 − 4ac > 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.

então a inequação não tem soluções. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 .§1. 2 − 4ac > 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . b) Se a > 0 e b2 − 4ac c) 0. x2 [. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . a = 0.

a = 0. x2 [. c) Se a < 0 b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. 2 − 4ac > 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 .§1. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. então a inequação não tem soluções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .

onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . x2 [. c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . 2 − 4ac > 0. a = 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0.§1. então a inequação não tem soluções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .

onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . então a inequação não tem soluções. c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .§1. 2 − 4ac > 0. a = 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. então o conjunto solução da inequação é R. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . x2 [.

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. x2 [. então o conjunto solução da inequação é R. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 .§1. então a inequação não tem soluções. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0. 2 − 4ac > 0. a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . d) b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0.

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. então a inequação não tem soluções. a = 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0.§1. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . x2 [. 2 − 4ac > 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. d) Se a < 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . então o conjunto solução da inequação é R.

d) Se a < 0 e b2 − 4ac António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 .§1. 0. c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. então a inequação não tem soluções. x2 [.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. 2 − 4ac > 0. a = 0. então o conjunto solução da inequação é R.

então o conjunto solução da inequação é R.§1. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . a = 0. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. d) Se a < 0 e b2 − 4ac António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . então a inequação não tem soluções. 0. 2 − 4ac > 0. então o conjunto solução da inequação b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0. x2 [.

x2 [. então o conjunto solução da inequação é R. então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 .§1. a = 0. d) Se a < 0 e b2 − 4ac intervalo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 24 / 485 . b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. 2 − 4ac > 0. então a inequação não tem soluções. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. +∞[. x1 [ ∪ ]x2 . então o conjunto solução da inequação é o ] − ∞. c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0. 0.

c) Se a < 0 e b2 − 4ac < 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. 0. então o conjunto solução da inequação é o ] − ∞. a = 0. +∞[. x2 [. então a inequação não tem soluções. 2 − 4ac > 0. d) Se a < 0 e b2 − 4ac intervalo onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 António Bento (UBI) Cálculo I x2 . onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau Consideremos a inequação ax2 + bx + c < 0. 2011/2012 24 / 485 . x1 [ ∪ ]x2 . então o conjunto solução da inequação é o a) Se a > 0 e b intervalo ]x1 . então o conjunto solução da inequação é R.§1.

1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .§1.

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .§1.

§1.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . a = 0.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .§1. a = 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c a) 0.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .§1.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c a) Se a > 0 0. a = 0.

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . 0.§1. a = 0.

a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. então o conjunto solução da inequação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . a = 0.§1.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0.

então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . x2 ].§1. a = 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .

onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 x2 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .§1.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. x2 ]. a = 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 .

§1. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 b) x2 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. a = 0. x2 ]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 .

a = 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. x2 ]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0.§1. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 b) Se a > 0 x2 .

x2 ]. a = 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. x2 .§1.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 .

§1. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . x2 ]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 x2 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. então a inequação não tem soluções. a = 0.

então a inequação não tem soluções. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) x2 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a = 0.§1. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . x2 ].

x2 ].1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. a = 0. então a inequação não tem soluções. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 x2 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 .§1.

1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. a = 0.§1. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . x2 . onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. x2 ]. então a inequação não tem soluções.

a = 0. então o conjunto solução da inequação é R. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac x2 . x2 ]. então a inequação não tem soluções. 0.§1. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0.

x2 ]. então o conjunto solução da inequação é R. então a inequação não tem soluções.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac d) x2 . a = 0. 0.

b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a = 0. 0. então a inequação não tem soluções. então o conjunto solução da inequação é R. x2 ]. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . d) Se a < 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac x2 .§1.

§1. 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac x2 . então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 .1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. então a inequação não tem soluções. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. x2 ]. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. a = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . então o conjunto solução da inequação é R. d) Se a < 0 e b2 − 4ac > 0.

0. então a inequação não tem soluções. x2 ]. então o conjunto solução da inequação é R. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . então o conjunto solução da inequação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 . a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. a = 0.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac x2 . d) Se a < 0 e b2 − 4ac > 0.§1.

§1. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac x2 . x1 ] ∪ [x2 . +∞[. 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo ] − ∞. x2 ].1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. a = 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. então o conjunto solução da inequação é R. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . então a inequação não tem soluções. d) Se a < 0 e b2 − 4ac > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 25 / 485 .

onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 < x2 . onde x1 e x2 são as soluções de ax2 + bx + c = 0 e x1 c) Se a < 0 e b2 − 4ac x2 . então o conjunto solução da inequação é o intervalo ] − ∞. Cálculo I António Bento (UBI) 2011/2012 25 / 485 . a = 0. +∞[. 0. x1 ] ∪ [x2 . então o conjunto solução da inequação é R.1 O conjunto dos números reais Inequações de segundo grau (continuação) Consideremos a inequação ax2 + bx + c 0. b) Se a > 0 e b2 − 4ac < 0. a) Se a > 0 e b2 − 4ac 0. então o conjunto solução da inequação é o intervalo [x1 . então a inequação não tem soluções. d) Se a < 0 e b2 − 4ac > 0.§1. x2 ].

1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 26 / 485 .§1.

§1. a = 0.1 O conjunto dos números reais Para as inequações ax2 + bx + c > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 26 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 26 / 485 .§1. a = 0. e ax2 + bx + c 0. a = 0.1 O conjunto dos números reais Para as inequações ax2 + bx + c > 0.

e ax2 + bx + c 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 26 / 485 . temos algo semelhante aos dois casos anteriores.§1.1 O conjunto dos números reais Para as inequações ax2 + bx + c > 0. a = 0. a = 0.

1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .§1.

1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 . a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau.§1.

1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac. a>0 ∆>0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 . a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau.§1.

a>0 ∆>0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 . a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau.§1.1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.

a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac. a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau.§1.

1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.§1. a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau. a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .

a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau. a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .§1.1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.

a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 . a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau.1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.§1.

a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 a<0 ∆>0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.§1. a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau.

a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau. a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 a<0 ∆>0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.§1.

a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau.§1. a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 a<0 ∆>0 António Bento (UBI) a<0 ∆=0 Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.

§1. a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau. a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 a<0 ∆>0 António Bento (UBI) a<0 ∆=0 Cálculo I 2011/2012 27 / 485 .1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.

§1.1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac. a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau. a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 a<0 ∆>0 António Bento (UBI) a<0 ∆=0 Cálculo I a<0 ∆<0 2011/2012 27 / 485 .

a figura seguinte ajuda-nos a resolver as inequações de segundo grau. a>0 ∆>0 a>0 ∆=0 a>0 ∆<0 a<0 ∆>0 António Bento (UBI) a<0 ∆=0 Cálculo I a<0 ∆<0 2011/2012 27 / 485 .1 O conjunto dos números reais Fazendo ∆ = b2 − 4ac.§1.

1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 28 / 485 .§1.

poderíamos construir os números naturais da seguinte forma: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 28 / 485 .1 O conjunto dos números reais Intuitivamente.§1.

poderíamos construir os números naturais da seguinte forma: 1 é um número natural.1 O conjunto dos números reais Intuitivamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 28 / 485 .§1.

1 + 1 que representamos por 2 é um número natural.1 O conjunto dos números reais Intuitivamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 28 / 485 . poderíamos construir os números naturais da seguinte forma: 1 é um número natural.§1.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 28 / 485 . 1 + 1 + 1 = 2 + 1 = 3 é um número natural.§1. poderíamos construir os números naturais da seguinte forma: 1 é um número natural.1 O conjunto dos números reais Intuitivamente. 1 + 1 que representamos por 2 é um número natural.

1 + 1 + 1 = 2 + 1 = 3 é um número natural. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 28 / 485 .§1. etc. 1 + 1 que representamos por 2 é um número natural.1 O conjunto dos números reais Intuitivamente. poderíamos construir os números naturais da seguinte forma: 1 é um número natural.

1 + 1 + 1 = 2 + 1 = 3 é um número natural.} . . 5.1 O conjunto dos números reais Intuitivamente. poderíamos construir os números naturais da seguinte forma: 1 é um número natural.§1. etc. . 1 + 1 que representamos por 2 é um número natural. Assim. N = {1. 2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 28 / 485 . 4. 3. .

§1.1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 .

1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 .§1.

§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 .1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais.

1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais.§1. Um número real diz-se um número inteiro António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 . Um número real diz-se um número inteiro se for um número natural.1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais.§1.

§1. ou se o seu simétrico for um número natural António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 .1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais. Um número real diz-se um número inteiro se for um número natural.

Um número real diz-se um número inteiro se for um número natural. ou se o seu simétrico for um número natural ou se for zero.1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 . o conjunto dos números inteiros é o conjunto Z = N ∪ {0} ∪ {m ∈ R : −m ∈ N} .1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais. Um número real diz-se um número inteiro se for um número natural. isto é.§1. ou se o seu simétrico for um número natural ou se for zero.

1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais. o conjunto dos números inteiros é o conjunto Z = N ∪ {0} ∪ {m ∈ R : −m ∈ N} . Um número racional é um número real que pode ser representado como o quociente entre dois números inteiros.§1. Um número real diz-se um número inteiro se for um número natural. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 29 / 485 . isto é. ou se o seu simétrico for um número natural ou se for zero.

n Cálculo I 2011/2012 29 / 485 António Bento (UBI) . isto é. Um número racional é um número real que pode ser representado como o quociente entre dois números inteiros.1 O conjunto dos números reais A partir dos números naturais podemos definir os números inteiros e os números racionais. o conjunto dos números racionais é o conjunto Q= m : m ∈ Z. o conjunto dos números inteiros é o conjunto Z = N ∪ {0} ∪ {m ∈ R : −m ∈ N} .§1. isto é. Um número real diz-se um número inteiro se for um número natural. ou se o seu simétrico for um número natural ou se for zero. n ∈ Z \ {0} .

1 O conjunto dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 30 / 485 .§1.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 30 / 485 .1 O conjunto dos números reais Os números racionais também podem ser definidos através da representação decimal.§1.

Um número real é racional se no sistema decimal tiver uma dízima finita ou uma dízima infinita periódica.1 O conjunto dos números reais Os números racionais também podem ser definidos através da representação decimal. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 30 / 485 .§1.

o número 0.1 O conjunto dos números reais Os números racionais também podem ser definidos através da representação decimal. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 30 / 485 ..§1. Assim.. 3333333. Um número real é racional se no sistema decimal tiver uma dízima finita ou uma dízima infinita periódica.

§1.1 O conjunto dos números reais

Os números racionais também podem ser definidos através da representação decimal. Um número real é racional se no sistema decimal tiver uma dízima finita ou uma dízima infinita periódica. Assim, o número 0, 3333333... é um número racional,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

30 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Os números racionais também podem ser definidos através da representação decimal. Um número real é racional se no sistema decimal tiver uma dízima finita ou uma dízima infinita periódica. Assim, o número 0, 3333333... é um número racional, que também se representa por 0, 3(3)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

30 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Os números racionais também podem ser definidos através da representação decimal. Um número real é racional se no sistema decimal tiver uma dízima finita ou uma dízima infinita periódica. Assim, o número 0, 3333333... é um número racional, que também se representa por 0, 3(3) Além disso, este número também pode ser representado por 1 . 3

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

30 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

31 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Aos números reais que não são racionais chamamos de números irracionais.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

31 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Aos números reais que não são racionais chamamos de números irracionais. √ √ 2, 3, π e e são números irracionais.

Os números

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

31 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Aos números reais que não são racionais chamamos de números irracionais. √ √ 2, 3, π e e são números irracionais.

Os números

As inclusões seguintes são óbvias: N ⊂ Z ⊂ Q ⊂ R.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

31 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

Uma forma equivalente de definir o módulo de um número real x é a seguinte |x| = max {x, −x} .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

Uma forma equivalente de definir o módulo de um número real x é a seguinte |x| = max {x, −x} . Geometricamente, o módulo de um número dá-nos a distância desse número à origem.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

Uma forma equivalente de definir o módulo de um número real x é a seguinte |x| = max {x, −x} . Geometricamente, o módulo de um número dá-nos a distância desse número à origem. 0

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

Uma forma equivalente de definir o módulo de um número real x é a seguinte |x| = max {x, −x} . Geometricamente, o módulo de um número dá-nos a distância desse número à origem. 0 x

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

Uma forma equivalente de definir o módulo de um número real x é a seguinte |x| = max {x, −x} . Geometricamente, o módulo de um número dá-nos a distância desse número à origem. 0 |x|
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 32 / 485

x

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

Uma forma equivalente de definir o módulo de um número real x é a seguinte |x| = max {x, −x} . Geometricamente, o módulo de um número dá-nos a distância desse número à origem. y 0 |x|
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 32 / 485

x

§1.1 O conjunto dos números reais

Por valor absoluto ou módulo de um elemento x ∈ R entende-se o número real |x| definido por |x| = x −x se x 0; se x < 0.

Uma forma equivalente de definir o módulo de um número real x é a seguinte |x| = max {x, −x} . Geometricamente, o módulo de um número dá-nos a distância desse número à origem. y |y|
António Bento (UBI) Cálculo I

0 |x|

x

2011/2012

32 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

33 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

33 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo
Para quaisquer números reais a, b tem-se

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

33 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo
Para quaisquer números reais a, b tem-se a) |a| = 0 se e só se a = 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

33 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo
Para quaisquer números reais a, b tem-se a) |a| = 0 se e só se a = 0; b) |a| 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

33 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo
Para quaisquer números reais a, b tem-se a) |a| = 0 se e só se a = 0; c) |ab| = |a|.|b|; b) |a| 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

33 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo
Para quaisquer números reais a, b tem-se a) |a| = 0 se e só se a = 0; c) |ab| = |a|.|b|; b) |a| 0;

d) |a + b|

|a| + |b|;

(desigualdade triangular)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

33 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

34 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

A propriedade d) denomina-se desigualdade triangular pelo facto de num triângulo o comprimento de qualquer lado ser menor do que a soma dos comprimentos dos outros dois lados.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

34 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

A propriedade d) denomina-se desigualdade triangular pelo facto de num triângulo o comprimento de qualquer lado ser menor do que a soma dos comprimentos dos outros dois lados.

|a + b|

|a| + |b|

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

34 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| a 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| a ⇔ x a ∧ x −a 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| d) a ⇔ x a ∧ x −a 0;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| a ⇔ x a ∧ x −a 0;

d) |x| > a

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| a ⇔ x a ∧ x −a 0;

d) |x| > a ⇔ x > a ∨ x < −a

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| a ⇔ x a ∧ x −a 0;

d) |x| > a ⇔ x > a ∨ x < −a e)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| a ⇔ x a ∧ x −a 0;

d) |x| > a ⇔ x > a ∨ x < −a e) |x| a

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Propriedades do módulo (continuação)
a) |x| = a ⇔ x = a ∨ x = −a onde a b) |x| < a ⇔ x < a ∧ x > −a c) |x| a ⇔ x a ∧ x −a 0;

d) |x| > a ⇔ x > a ∨ x < −a e) |x| a ⇔ x a ∨ x −a

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

35 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

36 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Podemos usar o módulo para calcular a distância entre dois números reais.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

36 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Podemos usar o módulo para calcular a distância entre dois números reais. A distância entre dois números reais a e b é dada por |a − b| .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

36 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Podemos usar o módulo para calcular a distância entre dois números reais. A distância entre dois números reais a e b é dada por |a − b| . Geometricamente,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

36 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Podemos usar o módulo para calcular a distância entre dois números reais. A distância entre dois números reais a e b é dada por |a − b| . Geometricamente, a b

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

36 / 485

§1.1 O conjunto dos números reais

Podemos usar o módulo para calcular a distância entre dois números reais. A distância entre dois números reais a e b é dada por |a − b| . Geometricamente, a |a − b| b

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

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Índice

1

Funções reais de variável real: generalidades e exemplos O conjunto dos números reais Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções Função exponencial e função logarítmica Funções trigonométricas e suas inversas Funções hiperbólicas Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R

2 3 4

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

37 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas:

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • uma regra • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

• uma regra que a cada elemento de x ∈ A faz corresponder um e um só elemento de B,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

• uma regra que a cada elemento de x ∈ A faz corresponder um e um só elemento de B, elemento esse que se representa por f (x).

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

• uma regra que a cada elemento de x ∈ A faz corresponder um e um só elemento de B, elemento esse que se representa por f (x). Referimo-nos a x ∈ A como um objecto

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

• uma regra que a cada elemento de x ∈ A faz corresponder um e um só elemento de B, elemento esse que se representa por f (x). Referimo-nos a x ∈ A como um objecto e a f (x) ∈ B como a sua imagem por f , respectivamente.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

• uma regra que a cada elemento de x ∈ A faz corresponder um e um só elemento de B, elemento esse que se representa por f (x). Referimo-nos a x ∈ A como um objecto e a f (x) ∈ B como a sua imagem por f , respectivamente. Também usamos a expressão valor de f em x para nos referirmos à imagem f (x).

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

• uma regra que a cada elemento de x ∈ A faz corresponder um e um só elemento de B, elemento esse que se representa por f (x). Referimo-nos a x ∈ A como um objecto e a f (x) ∈ B como a sua imagem por f , respectivamente. Também usamos a expressão valor de f em x para nos referirmos à imagem f (x). Ao conjunto das imagens chamamos contradomínio de f ,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Uma função f : A → B é definida à custa de três coisas: • um conjunto A a que se chama domínio da função; • um conjunto B chamado de conjunto de chegada da função;

• uma regra que a cada elemento de x ∈ A faz corresponder um e um só elemento de B, elemento esse que se representa por f (x). Referimo-nos a x ∈ A como um objecto e a f (x) ∈ B como a sua imagem por f , respectivamente. Também usamos a expressão valor de f em x para nos referirmos à imagem f (x). Ao conjunto das imagens chamamos contradomínio de f , ou seja, o contradomínio é o conjunto f (A) = {f (x) ∈ B : x ∈ A} .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

38 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B, e que nos permite determinar o valor de f (x) quando é dado x ∈ A,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B, e que nos permite determinar o valor de f (x) quando é dado x ∈ A, é inteiramente arbitrária,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B, e que nos permite determinar o valor de f (x) quando é dado x ∈ A, é inteiramente arbitrária, tendo apenas que verificar duas condições:

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B, e que nos permite determinar o valor de f (x) quando é dado x ∈ A, é inteiramente arbitrária, tendo apenas que verificar duas condições: 1) não pode haver excepções,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B, e que nos permite determinar o valor de f (x) quando é dado x ∈ A, é inteiramente arbitrária, tendo apenas que verificar duas condições: 1) não pode haver excepções, isto é, para que o conjunto A seja o domínio de f a regra deve de fornecer f (x) para todo o x ∈ A;

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B, e que nos permite determinar o valor de f (x) quando é dado x ∈ A, é inteiramente arbitrária, tendo apenas que verificar duas condições: 1) não pode haver excepções, isto é, para que o conjunto A seja o domínio de f a regra deve de fornecer f (x) para todo o x ∈ A; 2) não pode haver ambiguidades,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

A natureza da regra associada a f : A → B, e que nos permite determinar o valor de f (x) quando é dado x ∈ A, é inteiramente arbitrária, tendo apenas que verificar duas condições: 1) não pode haver excepções, isto é, para que o conjunto A seja o domínio de f a regra deve de fornecer f (x) para todo o x ∈ A;

2) não pode haver ambiguidades, ou seja, a cada x ∈ A a regra deve fazer corresponder um único f (x) ∈ B.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

39 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

40 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

As funções f que nós vamos estudar são funções reais de variável real,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

40 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

As funções f que nós vamos estudar são funções reais de variável real, ou seja, o domínio da função f é um subconjunto de R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

40 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

As funções f que nós vamos estudar são funções reais de variável real, ou seja, o domínio da função f é um subconjunto de R e o conjunto de chegada é o conjunto dos números reais R.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

40 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

As funções f que nós vamos estudar são funções reais de variável real, ou seja, o domínio da função f é um subconjunto de R e o conjunto de chegada é o conjunto dos números reais R. O domínio costuma representar-se por D ou Df

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

40 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

As funções f que nós vamos estudar são funções reais de variável real, ou seja, o domínio da função f é um subconjunto de R e o conjunto de chegada é o conjunto dos números reais R. O domínio costuma representar-se por D ou Df e usa-se a seguinte notação f : D ⊆ R → R,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

40 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

As funções f que nós vamos estudar são funções reais de variável real, ou seja, o domínio da função f é um subconjunto de R e o conjunto de chegada é o conjunto dos números reais R. O domínio costuma representar-se por D ou Df e usa-se a seguinte notação f : D ⊆ R → R, ou, de forma mais abreviada, f : D → R.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

40 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

41 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Primeira Lei de Ohm

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

41 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Primeira Lei de Ohm
A primeira lei de Ohm diz que

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

41 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Primeira Lei de Ohm
A primeira lei de Ohm diz que a intensidade I da corrente eléctrica é dada pelo quociente entre a diferença de potencial V

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

41 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Primeira Lei de Ohm
A primeira lei de Ohm diz que a intensidade I da corrente eléctrica é dada pelo quociente entre a diferença de potencial V e a resistência eléctrica R do condutor:

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

41 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Primeira Lei de Ohm
A primeira lei de Ohm diz que a intensidade I da corrente eléctrica é dada pelo quociente entre a diferença de potencial V e a resistência eléctrica R do condutor: V I= . R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

41 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Primeira Lei de Ohm
A primeira lei de Ohm diz que a intensidade I da corrente eléctrica é dada pelo quociente entre a diferença de potencial V e a resistência eléctrica R do condutor: V I= . R Assim, a intensidade da corrente pode ser vista como uma função da diferença de potencial.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

41 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

42 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Funções afim

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

42 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Funções afim
As funções dada por f (x) = ax + b,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

42 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Funções afim
As funções dada por f (x) = ax + b, onde a e b são dois números reais fixos,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

42 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Funções afim
As funções dada por f (x) = ax + b, onde a e b são dois números reais fixos, designam-se por funções afim.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

42 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Funções afim
As funções dada por f (x) = ax + b, onde a e b são dois números reais fixos, designam-se por funções afim. Quando b = 0,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

42 / 485

§1.2 Definição e exemplos de funções; função inversa; composição de funções

Exemplo – Funções afim
As funções dada por f (x) = ax + b, onde a e b são dois números reais fixos, designam-se por funções afim. Quando b = 0, a expressão reduz-se a f (x) = ax

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

42 / 485

Quando b = 0. designam-se por funções afim.2 Definição e exemplos de funções.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 . a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa. onde a e b são dois números reais fixos. função inversa. composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b.

onde a e b são dois números reais fixos.2 Definição e exemplos de funções. designam-se por funções afim. visto que o quociente dos dois valores correspondentes é constante: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 . função inversa. composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b. Quando b = 0.§1. a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa.

§1. visto que o quociente dos dois valores correspondentes é constante: y = a. Quando b = 0. x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 . a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. designam-se por funções afim. composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b. onde a e b são dois números reais fixos.

composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b. Quando b = 0. a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa. x Dizemos então a função definida é linear. função inversa. designam-se por funções afim. visto que o quociente dos dois valores correspondentes é constante: y = a. onde a e b são dois números reais fixos.2 Definição e exemplos de funções.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 .

§1.2 Definição e exemplos de funções. visto que o quociente dos dois valores correspondentes é constante: y = a. x Dizemos então a função definida é linear. onde a e b são dois números reais fixos. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 . designam-se por funções afim. O domínio de uma função afim é sempre o conjunto dos números reais. função inversa. composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b. Quando b = 0. a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa.

função inversa. designam-se por funções afim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 . a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa. visto que o quociente dos dois valores correspondentes é constante: y = a. O domínio de uma função afim é sempre o conjunto dos números reais. onde a e b são dois números reais fixos. Quando b = 0.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b. x Dizemos então a função definida é linear.§1. O contradomínio é o conjunto R dos números reais.

O domínio de uma função afim é sempre o conjunto dos números reais. designam-se por funções afim. composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b. onde a e b são dois números reais fixos. Quando b = 0. O contradomínio é o conjunto R dos números reais.2 Definição e exemplos de funções. x Dizemos então a função definida é linear. excepto no caso em que a = 0. função inversa. a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 . visto que o quociente dos dois valores correspondentes é constante: y = a.

x Dizemos então a função definida é linear. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 42 / 485 . a expressão reduz-se a f (x) = ax e exprime que as variáveis entre x e y = f (x) existe proporcionalidade directa. O domínio de uma função afim é sempre o conjunto dos números reais. composição de funções Exemplo – Funções afim As funções dada por f (x) = ax + b. excepto no caso em que a = 0. Quando b = 0. função inversa. Quando a = 0 o contradomínio é o conjunto singular {b}. visto que o quociente dos dois valores correspondentes é constante: y = a. designam-se por funções afim. onde a e b são dois números reais fixos.2 Definição e exemplos de funções. O contradomínio é o conjunto R dos números reais.§1.

2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 . função inversa.

2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo – Funções quadráticas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 . função inversa.

2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo – Funções quadráticas As funções definidas por f (x) = ax2 + bx + c. a=0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 .§1. função inversa.

2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo – Funções quadráticas As funções definidas por f (x) = ax2 + bx + c. função inversa. a=0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 . designam-se por funções quadráticas.§1.

§1. O seu domínio é o conjunto R dos números reais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções Exemplo – Funções quadráticas As funções definidas por f (x) = ax2 + bx + c. a=0 designam-se por funções quadráticas.

2 Definição e exemplos de funções. +∞ 2a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 .§1. composição de funções Exemplo – Funções quadráticas As funções definidas por f (x) = ax2 + bx + c. a=0 designam-se por funções quadráticas. O seu domínio é o conjunto R dos números reais e o contradomínio é o intervalo f − b . função inversa.

composição de funções Exemplo – Funções quadráticas As funções definidas por f (x) = ax2 + bx + c. O seu domínio é o conjunto R dos números reais e o contradomínio é o intervalo f − se a > 0 b b2 . a=0 designam-se por funções quadráticas. +∞ 2a 4a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1. +∞ = c − .

composição de funções Exemplo – Funções quadráticas As funções definidas por f (x) = ax2 + bx + c. O seu domínio é o conjunto R dos números reais e o contradomínio é o intervalo f − se a > 0 e é o intervalo −∞. f − b 2a b b2 . a=0 designam-se por funções quadráticas.2 Definição e exemplos de funções.§1. função inversa. +∞ = c − . +∞ 2a 4a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 .

§1. a=0 designam-se por funções quadráticas. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 43 / 485 b b2 . c − b2 4a . f − se a < 0. +∞ 2a 4a b 2a = −∞. função inversa. +∞ = c − .2 Definição e exemplos de funções. O seu domínio é o conjunto R dos números reais e o contradomínio é o intervalo f − se a > 0 e é o intervalo −∞. composição de funções Exemplo – Funções quadráticas As funções definidas por f (x) = ax2 + bx + c.

§1.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 .

função inversa. composição de funções Exemplo – Funções polinomiais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

composição de funções Exemplo – Funções polinomiais As funções funções f : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1.

composição de funções Exemplo – Funções polinomiais As funções funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 .§1.

composição de funções Exemplo – Funções polinomiais As funções funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . onde n ∈ N. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 . função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções.

. .2 Definição e exemplos de funções. a0 . composição de funções Exemplo – Funções polinomiais As funções funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . an−1 ∈ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 . onde n ∈ N. função inversa. a1 . .§1. .

composição de funções Exemplo – Funções polinomiais As funções funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . a0 . .§1. . onde n ∈ N. a1 . . . an−1 ∈ R e an ∈ R \ {0} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.

. onde n ∈ N.2 Definição e exemplos de funções. a0 . an−1 ∈ R e an ∈ R \ {0} designam-se por funções polinomiais. composição de funções Exemplo – Funções polinomiais As funções funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . função inversa. . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 . a1 . .§1. .

a0 . a1 . . Obviamente. as funções afim e as funções quadráticas são funções polinomiais. função inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 44 / 485 . onde n ∈ N. .2 Definição e exemplos de funções.§1. an−1 ∈ R e an ∈ R \ {0} designam-se por funções polinomiais. composição de funções Exemplo – Funções polinomiais As funções funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . . .

função inversa.§1. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.

§1. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo – Funções racionais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 .

§1. composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios.

bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. ou seja. são as funções dadas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 .§1. composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios. função inversa.

composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios. bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. ou seja. são as funções dadas por f (x) = onde m. an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 .§1. n ∈ N. função inversa.

. a0 . a1 . . b1 . b0 ∈ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 . n ∈ N. . . an−1 . .§1. . são as funções dadas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . . bm−1 . bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m. composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios.2 Definição e exemplos de funções. . ou seja. função inversa.

bm ∈ R \ {0}. função inversa. . . composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios. . a0 . b0 ∈ R e an . . são as funções dadas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . a1 . . an−1 . n ∈ N. .2 Definição e exemplos de funções. b1 . . ou seja. bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 . .§1. bm−1 .

ou seja. bm−1 . b0 ∈ R e an . a1 . b1 . . são as funções dadas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . . .2 Definição e exemplos de funções.§1. an−1 . . . n ∈ N. . função inversa. bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m. O seu domínio é o conjunto D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 . composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios. . . a0 . bm ∈ R \ {0}.

. função inversa. . O seu domínio é o conjunto D = x ∈ R: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 . são as funções dadas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . n ∈ N.§1. ou seja. . bm−1 . . composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios.2 Definição e exemplos de funções. . bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m. . an−1 . a1 . . b1 . b0 ∈ R e an . . bm ∈ R \ {0}. a0 .

são as funções dadas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . b1 . . O seu domínio é o conjunto D = x ∈ R : bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 = 0 . ou seja. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 45 / 485 . a0 . bm ∈ R \ {0}. função inversa. . . composição de funções Exemplo – Funções racionais As funções racionais são as funções definidas como o quociente entre dois polinómios. .§1. n ∈ N.2 Definição e exemplos de funções. an−1 . bm−1 . b0 ∈ R e an . . a1 . . . . bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m.

composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 46 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1.

composição de funções Dada uma função real de variável real f : D ⊆ R → R. função inversa.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 46 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.

§1. f (a)) : a ∈ D} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 46 / 485 . o conjunto G (f ) = {(a.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Dada uma função real de variável real f : D ⊆ R → R. função inversa.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 46 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções Dada uma função real de variável real f : D ⊆ R → R. f (a)) : a ∈ D} designa-se por gráfico de f . o conjunto G (f ) = {(a.

2 Definição e exemplos de funções.§1. este conjunto pode ser representado no plano António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 46 / 485 . composição de funções Dada uma função real de variável real f : D ⊆ R → R. função inversa. Obviamente. f (a)) : a ∈ D} designa-se por gráfico de f . o conjunto G (f ) = {(a.

este conjunto pode ser representado no plano e a essa representação geométrica também se chama gráfico. composição de funções Dada uma função real de variável real f : D ⊆ R → R.2 Definição e exemplos de funções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 46 / 485 . Obviamente. o conjunto G (f ) = {(a. f (a)) : a ∈ D} designa-se por gráfico de f .§1. função inversa.

2 Definição e exemplos de funções. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 .§1. função inversa.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 .

§1. composição de funções Exemplo As funções afim f. h : R → R definidas por f (x) = x. g(x) = 2x + 1 e h(x) = −x − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa. g.

§1.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. g. composição de funções Exemplo As funções afim f. h : R → R definidas por f (x) = x. tem os seguintes gráficos: g(x) = 2x + 1 e h(x) = −x − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 .

2 Definição e exemplos de funções.§1. g. tem os seguintes gráficos: g(x) = 2x + 1 e h(x) = −x − 1 1 −1 −1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 . composição de funções Exemplo As funções afim f. h : R → R definidas por f (x) = x. função inversa.

g. função inversa. tem os seguintes gráficos: g(x) = 2x + 1 e h(x) = −x − 1 f (x) = x 1 −1 −1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 . composição de funções Exemplo As funções afim f.§1. h : R → R definidas por f (x) = x.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. tem os seguintes gráficos: g(x) = 2x + 1 e h(x) = −x − 1 g(x) = 2x + 1 f (x) = x 1 −1 −1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 .§1. composição de funções Exemplo As funções afim f.2 Definição e exemplos de funções. h : R → R definidas por f (x) = x. g.

g.§1.2 Definição e exemplos de funções. tem os seguintes gráficos: g(x) = 2x + 1 e h(x) = −x − 1 g(x) = 2x + 1 f (x) = x h(x) = −x − 1 −1 −1 1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 47 / 485 . h : R → R definidas por f (x) = x. composição de funções Exemplo As funções afim f. função inversa.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 48 / 485 .§1.

2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 48 / 485 .§1.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo O gráfico de uma função quadrática é uma parábola. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 48 / 485 .§1.

a função dada por f (x) = x2 + x + 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 48 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. Por exemplo. composição de funções Exemplo O gráfico de uma função quadrática é uma parábola. função inversa.§1.

função inversa. Por exemplo. a função dada por f (x) = x2 + x + 1 tem o seguinte gráfico António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 48 / 485 . composição de funções Exemplo O gráfico de uma função quadrática é uma parábola.2 Definição e exemplos de funções.§1.

§1. a função dada por f (x) = x2 + x + 1 tem o seguinte gráfico 1 −1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 48 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo O gráfico de uma função quadrática é uma parábola. Por exemplo.

função inversa.§1. a função dada por f (x) = x2 + x + 1 tem o seguinte gráfico f (x) = x2 + x + 1 1 −1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 48 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo O gráfico de uma função quadrática é uma parábola. Por exemplo.

§1.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 49 / 485 .

função inversa.§1. composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 49 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. composição de funções Exemplo As função dada por f (x) = 1/x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 49 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

§1. composição de funções Exemplo As função dada por f (x) = 1/x cujo domínio é R \ {0} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 49 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo As função dada por f (x) = 1/x cujo domínio é R \ {0} tem o seguinte gráfico António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 49 / 485 .§1.

2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo As função dada por f (x) = 1/x cujo domínio é R \ {0} tem o seguinte gráfico 1 −1 −1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 49 / 485 .§1. função inversa.

composição de funções Exemplo As função dada por f (x) = 1/x cujo domínio é R \ {0} tem o seguinte gráfico f (x) = 1 x 1 −1 −1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 49 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções. função inversa.

2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 .§1.

2 Definição e exemplos de funções. função inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 . composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real.§1.

2 Definição e exemplos de funções.§1. função inversa. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real. Dizemos que f é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 .

Dizemos que f é injectiva se para quaisquer a.§1. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real.2 Definição e exemplos de funções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 . b ∈ D tais que a = b se tem f (a) = f (b). função inversa.

§1. função inversa. Dizemos que f é injectiva se para quaisquer a.2 Definição e exemplos de funções. A função f é sobrejectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 . b ∈ D tais que a = b se tem f (a) = f (b). composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real.

Dizemos que f é injectiva se para quaisquer a. função inversa. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 . b ∈ D tais que a = b se tem f (a) = f (b).2 Definição e exemplos de funções. existe a ∈ D tal que f (a) = b.§1. A função f é sobrejectiva se para cada b ∈ R.

A função f é sobrejectiva se para cada b ∈ R. Dizemos que f é injectiva se para quaisquer a.§1. b ∈ D tais que a = b se tem f (a) = f (b). composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. uma função real de variável real é sobrejectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 . Obviamente. existe a ∈ D tal que f (a) = b.

Obviamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 . b ∈ D tais que a = b se tem f (a) = f (b).2 Definição e exemplos de funções. uma função real de variável real é sobrejectiva se o seu contradomínio for o conjunto R dos números reais.§1. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real. Dizemos que f é injectiva se para quaisquer a. A função f é sobrejectiva se para cada b ∈ R. existe a ∈ D tal que f (a) = b. função inversa.

b ∈ D tais que a = b se tem f (a) = f (b). Obviamente. A função f é sobrejectiva se para cada b ∈ R. As funções que são injectivas e sobrejectivas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 . composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real.2 Definição e exemplos de funções.§1. uma função real de variável real é sobrejectiva se o seu contradomínio for o conjunto R dos números reais. existe a ∈ D tal que f (a) = b. função inversa. Dizemos que f é injectiva se para quaisquer a.

uma função real de variável real é sobrejectiva se o seu contradomínio for o conjunto R dos números reais. As funções que são injectivas e sobrejectivas dizem-se bijectivas. b ∈ D tais que a = b se tem f (a) = f (b). existe a ∈ D tal que f (a) = b.§1. A função f é sobrejectiva se para cada b ∈ R. Obviamente. função inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 50 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real. Dizemos que f é injectiva se para quaisquer a.

função inversa. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .

função inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3.§1.

composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. função inversa. Como f (a) = f (b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. função inversa. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

§1. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ 2a = 2b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 . composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3.

§1. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. ⇔ 2a = 2b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .

composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. função inversa. ⇔ 2a = 2b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b. a função f é injectiva.

§1. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b.2 Definição e exemplos de funções. dado b ∈ R. ⇔ 2a = 2b a função f é injectiva. Além disso. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 . função inversa.

⇔ 2a = 2b a função f é injectiva. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3.§1. Além disso. dado b ∈ R.2 Definição e exemplos de funções. fazendo a = b−3 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 . função inversa.

⇔ 2a = 2b a função f é injectiva. dado b ∈ R.§1. fazendo a = temos f (a) b−3 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 . Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b. Além disso. função inversa. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3.2 Definição e exemplos de funções.

2 Definição e exemplos de funções. dado b ∈ R. ⇔ 2a = 2b a função f é injectiva. fazendo a = temos b−3 f (a) = f 2 b−3 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 . função inversa. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b.§1. Além disso. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3.

§1. função inversa. ⇔ 2a = 2b a função f é injectiva. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. dado b ∈ R. fazendo a = temos b−3 b−3 +3 f (a) = f =2 2 2 b−3 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 . Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b. Além disso.2 Definição e exemplos de funções.

dado b ∈ R. Além disso. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. função inversa.§1. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b. ⇔ 2a = 2b a função f é injectiva.2 Definição e exemplos de funções. fazendo a = temos b−3 b−3 +3=b−3+3 f (a) = f =2 2 2 b−3 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 .

função inversa. f (a) = f =2 2 2 b−3 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 51 / 485 . Além disso.§1. fazendo a = temos b−3 b−3 + 3 = b − 3 + 3 = b.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. dado b ∈ R. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b. ⇔ 2a = 2b a função f é injectiva.

⇔ 2a = 2b a função f é injectiva. António Bento (UBI) Cálculo I b−3 2 2011/2012 51 / 485 . composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x + 3. Além disso.§1. fazendo a = temos b−3 b−3 + 3 = b − 3 + 3 = b. dado b ∈ R. f (a) = f =2 2 2 o que mostra que f é sobrejectiva. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. Como f (a) = f (b) ⇔ 2a + 3 = 2b + 3 ⇔ a = b.

§1. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.

composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 . função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções.

§1. composição de funções Exemplo A função f : R → R definida por f (x) = x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. composição de funções Exemplo A função f : R → R definida por f (x) = x2 não é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 .§1. função inversa. composição de funções Exemplo A função f : R → R definida por f (x) = x2 não é injectiva porque f (−1) = f (1).2 Definição e exemplos de funções.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 . composição de funções Exemplo A função f : R → R definida por f (x) = x2 não é injectiva porque f (−1) = f (1).2 Definição e exemplos de funções. Além disso. função inversa.§1.

composição de funções Exemplo A função f : R → R definida por f (x) = x2 não é injectiva porque f (−1) = f (1).2 Definição e exemplos de funções.§1. função inversa. Além disso. também não é sobrejectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 .

+∞[.§1. função inversa. também não é sobrejectiva porque o seu contradomínio é o intervalo [0. Além disso. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 52 / 485 . composição de funções Exemplo A função f : R → R definida por f (x) = x2 não é injectiva porque f (−1) = f (1).2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .

2 Definição e exemplos de funções.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. função inversa.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. função inversa.

função inversa. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva.2 Definição e exemplos de funções.§1. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . ou seja.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva.§1. ou seja. função inversa. se designa por contradomínio de f . Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} .

o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . Como f é injectiva. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa. ou seja. se designa por contradomínio de f .§1. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva.

função inversa. se designa por contradomínio de f . o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D.§1. Como f é injectiva. ou seja. dado y ∈ f (D).2 Definição e exemplos de funções.

dado y ∈ f (D). o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} .2 Definição e exemplos de funções.§1. se designa por contradomínio de f . Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. função inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . Como f é injectiva. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. ou seja. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva.

§1. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. se designa por contradomínio de f . Nestas condições podemos definir a inversa da função f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa. dado y ∈ f (D). o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . Como f é injectiva. ou seja.

Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . função inversa.§1. Como f é injectiva. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. dado y ∈ f (D).2 Definição e exemplos de funções. ou seja. se designa por contradomínio de f .

dado y ∈ f (D).§1. se designa por contradomínio de f . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y.2 Definição e exemplos de funções. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . ou seja. função inversa. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. Como f é injectiva.

função inversa. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . Como f é injectiva. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. dado y ∈ f (D). Essa inversa representa-se por f −1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . ou seja. se designa por contradomínio de f .§1. Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y.2 Definição e exemplos de funções.

ou seja.2 Definição e exemplos de funções. se designa por contradomínio de f . Como f é injectiva. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y. dado y ∈ f (D). função inversa. Essa inversa representa-se por f −1 e é a função f −1 : f (D) → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva.§1.

composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. dado y ∈ f (D). Essa inversa representa-se por f −1 e é a função f −1 : f (D) → R f −1 (y) = x se e só se f (x) = y. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y.§1. definida por Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. função inversa. Como f é injectiva. se designa por contradomínio de f . o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . ou seja.

ou seja. dado y ∈ f (D). Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. Essa inversa representa-se por f −1 e é a função f −1 : f (D) → R f −1 (y) = x se e só se f (x) = y. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. É evidente que para cada x ∈ D e para cada y ∈ f (D) se tem f −1 (f (x)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .§1. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. Como f é injectiva. se designa por contradomínio de f . definida por Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y.

dado y ∈ f (D). É evidente que para cada x ∈ D e para cada y ∈ f (D) se tem f −1 (f (x)) = x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. Essa inversa representa-se por f −1 e é a função f −1 : f (D) → R f −1 (y) = x se e só se f (x) = y. ou seja. Como f é injectiva.§1. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . se designa por contradomínio de f . definida por Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. função inversa. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y.

2 Definição e exemplos de funções. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . dado y ∈ f (D). existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. Como f é injectiva. ou seja. definida por Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y. função inversa. composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. se designa por contradomínio de f . É evidente que para cada x ∈ D e para cada y ∈ f (D) se tem f −1 (f (x)) = x e f (f −1 (y)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . Essa inversa representa-se por f −1 e é a função f −1 : f (D) → R f −1 (y) = x se e só se f (x) = y.§1.

composição de funções Seja f : D ⊆ R → R uma função real de variável real injectiva. existe um e um só x ∈ D tal que f (x) = y. definida por Nestas condições podemos definir a inversa da função f que a cada y ∈ f (D) faz corresponder x ∈ D tal que f (x) = y. o conjunto f (D) = {f (x) ∈ R : x ∈ D} . Como f é injectiva. função inversa. Recordemos que o conjunto de todas as imagens por f de elementos de D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 53 / 485 . dado y ∈ f (D). ou seja.2 Definição e exemplos de funções.§1. se designa por contradomínio de f . É evidente que para cada x ∈ D e para cada y ∈ f (D) se tem f −1 (f (x)) = x e f (f −1 (y)) = y. Essa inversa representa-se por f −1 e é a função f −1 : f (D) → R f −1 (y) = x se e só se f (x) = y.

função inversa. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1. composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 .

2. 3. composição de funções Exemplo A função f : {1.§1.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. 4} → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 .

composição de funções Exemplo A função f : {1. 2. f (3) = 7 e f (4) = 6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . função inversa. f (2) = 8.§1.2 Definição e exemplos de funções. 3. 4} → R definida por f (1) = 9.

4} → R definida por f (1) = 9. função inversa. 3.2 Definição e exemplos de funções. f (2) = 8. 2. composição de funções Exemplo A função f : {1. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 .§1.

f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . f (2) = 8.2 Definição e exemplos de funções. 3. composição de funções Exemplo A função f : {1. função inversa.§1. 2. 4} → R definida por f (1) = 9.

§1. função inversa. 4} → R definida por f (1) = 9.2 Definição e exemplos de funções. 3. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: 4 3 2 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . composição de funções Exemplo A função f : {1. f (2) = 8. 2.

composição de funções Exemplo A função f : {1.§1. f (2) = 8. 3. 4} → R definida por f (1) = 9. 2. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: 4 3 2 1 6 7 8 9 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.

3. composição de funções Exemplo A função f : {1. f (2) = 8. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 6 7 8 9 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . função inversa. 2.2 Definição e exemplos de funções.§1. 4} → R definida por f (1) = 9.

2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo A função f : {1. 3. f (2) = 8. 2. função inversa.§1. 4} → R definida por f (1) = 9. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 6 7 8 9 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 .

4} → R definida por f (1) = 9.2 Definição e exemplos de funções. 3. 2.§1. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 6 7 8 9 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . função inversa. composição de funções Exemplo A função f : {1. f (2) = 8.

3. função inversa.§1. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 6 7 8 9 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo A função f : {1. 2. 4} → R definida por f (1) = 9. f (2) = 8.

f (2) = 8. 9} → R definida por António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . 4} → R definida por f (1) = 9.2 Definição e exemplos de funções. 8. composição de funções Exemplo A função f : {1. função inversa. 7. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 6 7 8 9 e a sua inversa é a função f −1 : {6. 2. 3.§1.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . 7. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 f −1 6 7 8 9 e a sua inversa é a função f −1 : {6. 9} → R definida por f −1 (6) = 4. 2. f (2) = 8. 3.2 Definição e exemplos de funções. 4} → R definida por f (1) = 9. composição de funções Exemplo A função f : {1. 8.§1. função inversa.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . f −1 (7) = 3. 8. composição de funções Exemplo A função f : {1.§1. f (2) = 8. 7. 3.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. 4} → R definida por f (1) = 9. 9} → R definida por f −1 (6) = 4. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 f −1 6 7 8 9 e a sua inversa é a função f −1 : {6. 2.

2.2 Definição e exemplos de funções. f −1 (8) = 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . f −1 (7) = 3. f (2) = 8. 4} → R definida por f (1) = 9. composição de funções Exemplo A função f : {1. 8. função inversa. 9} → R definida por f −1 (6) = 4. 3. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 f −1 6 7 8 9 e a sua inversa é a função f −1 : {6.§1. 7.

f −1 (7) = 3. função inversa. 3. f (3) = 7 e f (4) = 6 é injectiva e pode ser representada da seguinte forma: f 4 3 2 1 f −1 6 7 8 9 e a sua inversa é a função f −1 : {6. 7. f −1 (8) = 2 e f −1 (9) = 1. 8.2 Definição e exemplos de funções. 4} → R definida por f (1) = 9. 2. 9} → R definida por f −1 (6) = 4. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 54 / 485 . composição de funções Exemplo A função f : {1.§1. f (2) = 8.

§1. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 .

composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 .

Já vimos que esta função é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 . composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções.

§1. Já vimos que esta função é injectiva e. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 . consequentemente. composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. tem inversa.

Já vimos que esta função é injectiva e. consequentemente. Além disso.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. tem inversa. o contradomínio de f é R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 .§1. função inversa.

portanto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 . tem inversa. composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. f −1 : R → R. o contradomínio de f é R e.2 Definição e exemplos de funções.§1. Além disso. consequentemente. Já vimos que esta função é injectiva e. função inversa.

2 Definição e exemplos de funções. Como f −1 : R → R. o contradomínio de f é R e.§1. tem inversa. função inversa. Já vimos que esta função é injectiva e. consequentemente. y = f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 . composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. Além disso. portanto.

Como f −1 : R → R. Além disso. Já vimos que esta função é injectiva e. tem inversa.2 Definição e exemplos de funções. y = f (x) ⇔ y = 2x + 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 . composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. consequentemente. portanto.§1. o contradomínio de f é R e. função inversa.

composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3.§1. função inversa. tem inversa. y = f (x) ⇔ y = 2x + 3 ⇔ −2x = −y + 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. o contradomínio de f é R e. consequentemente. portanto. Já vimos que esta função é injectiva e. Além disso. Como f −1 : R → R.

o contradomínio de f é R e. Como f −1 : R → R. composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. portanto.2 Definição e exemplos de funções. consequentemente. função inversa. tem inversa. Já vimos que esta função é injectiva e. Além disso.§1. y = f (x) ⇔ y = 2x + 3 ⇔ −2x = −y + 3 ⇔ 2x = y − 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 .

tem inversa. Além disso. composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. y = f (x) ⇔ y = 2x + 3 ⇔ −2x = −y + 3 ⇔ 2x = y − 3 y 3 ⇔ x= − . portanto. consequentemente.§1. Já vimos que esta função é injectiva e. 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 55 / 485 . o contradomínio de f é R e.2 Definição e exemplos de funções. Como f −1 : R → R. função inversa.

Além disso. composição de funções Exemplo Consideremos novamente a função f : R → R definida por f (x) = 2x + 3. 2 2 ou Cálculo I f −1 é definida por f −1 (y) = António Bento (UBI) y 3 − 2 2 f −1 (x) = x 3 − . Como f −1 : R → R.§1. Já vimos que esta função é injectiva e. consequentemente. portanto. tem inversa. 2 2 2011/2012 55 / 485 . função inversa. y = f (x) ⇔ y = 2x + 3 ⇔ −2x = −y + 3 ⇔ 2x = y − 3 y 3 ⇔ x= − .2 Definição e exemplos de funções. o contradomínio de f é R e.

composição de funções Exemplo (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 56 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo (continuação) 3 2 1 −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 56 / 485 .

2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções Exemplo (continuação) y = 2x + 3 3 2 1 −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 56 / 485 .§1.

função inversa. composição de funções Exemplo (continuação) y = 2x + 3 3 2 1 y= −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 56 / 485 3 x − 2 2 1 2 3 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo (continuação) y = 2x + 3 3 2 1 y= −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 56 / 485 y=x 3 x − 2 2 1 2 3 .

2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 .

composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1. função inversa.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 .§1.

composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções. Esta função não é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 .

por exemplo. função inversa. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . f (−1) = f (1) = 1.2 Definição e exemplos de funções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . Esta função não é injectiva porque.§1.

a função f não tem inversa.2 Definição e exemplos de funções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . Esta função não é injectiva porque. função inversa. Assim. por exemplo.§1. f (−1) = f (1) = 1. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 .

a função f não tem inversa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. No entanto. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . Assim.§1. Esta função não é injectiva porque. função inversa. f (−1) = f (1) = 1. por exemplo.

Assim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . função inversa. Esta função não é injectiva porque. f (−1) = f (1) = 1. a função f não tem inversa. se pensarmos na restrição desta função a [0.§1. No entanto.2 Definição e exemplos de funções. por exemplo. +∞[.

Esta função não é injectiva porque. se usarmos a função g : [0. se pensarmos na restrição desta função a [0. ou seja.§1. Assim. +∞[. a função f não tem inversa. No entanto. função inversa. f (−1) = f (1) = 1. +∞[→ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . por exemplo. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 .2 Definição e exemplos de funções.

se usarmos a função g : [0.§1. f (−1) = f (1) = 1. por exemplo. a função f não tem inversa. +∞[→ R definida por g(x) = x2 . ou seja.2 Definição e exemplos de funções. se pensarmos na restrição desta função a [0. Esta função não é injectiva porque. +∞[. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . Assim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . função inversa. No entanto.

+∞[. por exemplo. a função f não tem inversa. Assim. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . ou seja. se pensarmos na restrição desta função a [0. se usarmos a função g : [0. +∞[→ R definida por g(x) = x2 .2 Definição e exemplos de funções. esta função já é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . função inversa. Esta função não é injectiva porque.§1. No entanto. f (−1) = f (1) = 1.

+∞[→ R definida por g(x) = x2 .2 Definição e exemplos de funções. ou seja. Esta função não é injectiva porque. +∞[. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . se pensarmos na restrição desta função a [0. f (−1) = f (1) = 1. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . por exemplo. se usarmos a função g : [0. a função f não tem inversa. esta função já é injectiva pelo que podemos pensar na sua inversa. função inversa. No entanto. Assim.§1.

a função f não tem inversa.2 Definição e exemplos de funções. No entanto. função inversa. por exemplo. Assim. +∞[→ R definida por g(x) = x2 . composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . se pensarmos na restrição desta função a [0. f (−1) = f (1) = 1. +∞[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . se usarmos a função g : [0. +∞[. esta função já é injectiva pelo que podemos pensar na sua inversa. ou seja.§1. Esta função não é injectiva porque. Como o seu contradomínio é [0.

Como o seu contradomínio é [0.2 Definição e exemplos de funções. se usarmos a função g : [0. f (−1) = f (1) = 1. +∞[. +∞[ e y = x2 ⇒ x = y. função inversa. por exemplo. Esta função não é injectiva porque. se pensarmos na restrição desta função a [0. a função f não tem inversa. esta função já é injectiva pelo que podemos pensar na sua √ inversa. Assim. No entanto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . +∞[→ R definida por g(x) = x2 . ou seja.§1. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 .

2 Definição e exemplos de funções. por exemplo.§1. composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . ou seja. se usarmos a função g : [0. Assim. função inversa. +∞[. +∞[→ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 57 / 485 . Esta função não é injectiva porque. +∞[ e y = x2 ⇒ x = y. f (−1) = f (1) = 1. Como o seu contradomínio é [0. +∞[→ R definida por g(x) = x2 . esta função já é injectiva pelo que podemos pensar na sua √ inversa. a função g −1 : [0. a função f não tem inversa. se pensarmos na restrição desta função a [0. No entanto.

por exemplo. No entanto. a função f não tem inversa. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. +∞[→ R é definida por g −1 (x) = António Bento (UBI) √ x. se usarmos a função g : [0. ou seja. se pensarmos na restrição desta função a [0. Esta função não é injectiva porque. +∞[. Como o seu contradomínio é [0. Assim. 2011/2012 57 / 485 Cálculo I . a função g −1 : [0. esta função já é injectiva pelo que podemos pensar na sua √ inversa.§1. +∞[→ R definida por g(x) = x2 . composição de funções Exemplo Seja f : R → R a função definida por f (x) = x2 . +∞[ e y = x2 ⇒ x = y. f (−1) = f (1) = 1.

composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 58 / 485 . função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. composição de funções Exemplo (continuação) 3 2 1 −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 58 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo (continuação) y = x2 3 2 1 −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 58 / 485 .§1.

função inversa. composição de funções Exemplo (continuação) y = x2 3 2 1 y= √ x −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 58 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo (continuação) y = x2 3 2 1 y= √ x y=x −4 −3 −2 −1 −1 −2 −3 −4 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 58 / 485 .

2 Definição e exemplos de funções. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 . função inversa.§1.

função inversa. composição de funções Sejam f : Df ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Sejam f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 .§1.

2 Definição e exemplos de funções.§1. f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 . composição de funções Sejam duas funções reais de variável real. função inversa.

2 Definição e exemplos de funções. função inversa. A função composta de g com f f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 . composição de funções Sejam duas funções reais de variável real.§1.

2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1. f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 . A função composta de g com f é a função g ◦ f : Dg◦f ⊆ R → R. composição de funções Sejam duas funções reais de variável real.

composição de funções Sejam duas funções reais de variável real. Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } . A função composta de g com f é a função g ◦ f : Dg◦f ⊆ R → R. função inversa. f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R de domínio António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

função inversa. Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } . f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R de domínio definida por António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 59 / 485 . (g ◦ f )(x) = g(f (x)). A função composta de g com f é a função g ◦ f : Dg◦f ⊆ R → R.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Sejam duas funções reais de variável real.§1.

2 Definição e exemplos de funções.§1. função inversa. composição de funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .

função inversa. composição de funções Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. composição de funções Exemplo Sejam f: R→R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .§1.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa. composição de funções Exemplo Sejam f: R→R e g : R \ {0} → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 . função inversa.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R f (x) = x2 − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .§1.

§1. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. x f (x) = x2 − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 . composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 .

§1.2 Definição e exemplos de funções. função inversa. x f (x) = x2 − 1 Dg◦f Então g ◦ f tem por domínio o conjunto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 . composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 .

§1. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 .2 Definição e exemplos de funções. x f (x) = x2 − 1 Então g ◦ f tem por domínio o conjunto Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 . função inversa.

função inversa.§1. x f (x) = x2 − 1 Então g ◦ f tem por domínio o conjunto Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } = x ∈ R : x2 − 1 ∈ R \ {0} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 .

função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 . x f (x) = x2 − 1 Então g ◦ f tem por domínio o conjunto Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } = R \ {−1.§1. 1} = x ∈ R : x2 − 1 ∈ R \ {0} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .

composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 . 1} = x ∈ R : x2 − 1 ∈ R \ {0} e é definida por (g ◦ f )(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 . x f (x) = x2 − 1 Então g ◦ f tem por domínio o conjunto Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } = R \ {−1.§1. função inversa.2 Definição e exemplos de funções.

§1. função inversa. 1} = x ∈ R : x2 − 1 ∈ R \ {0} e é definida por (g ◦ f )(x) = g(f (x)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. x f (x) = x2 − 1 Então g ◦ f tem por domínio o conjunto Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } = R \ {−1. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 .

x f (x) = x2 − 1 Então g ◦ f tem por domínio o conjunto Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } = R \ {−1. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 . função inversa.§1.2 Definição e exemplos de funções. 1} = x ∈ R : x2 − 1 ∈ R \ {0} e é definida por (g ◦ f )(x) = g(f (x)) = g(x2 − 1) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 60 / 485 .

1} = x ∈ R : x2 − 1 ∈ R \ {0} e é definida por (g ◦ f )(x) = g(f (x)) = g(x2 − 1) = António Bento (UBI) Cálculo I x2 1 . x f (x) = x2 − 1 Então g ◦ f tem por domínio o conjunto Dg◦f = {x ∈ Df : f (x) ∈ Dg } = R \ {−1. composição de funções Exemplo Sejam as funções definidas por f: R→R e g : R \ {0} → R e g(x) = 1 . −1 2011/2012 60 / 485 .§1. função inversa.2 Definição e exemplos de funções.

função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 .

2 Definição e exemplos de funções. função inversa. composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 .§1.

§1.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 . função inversa.

2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g = {x ∈ Dg : g(x) ∈ Df } António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 . função inversa.

2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g = {x ∈ Dg : g(x) ∈ Df } 1 = x ∈ R \ {0} : ∈ R x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 .§1. função inversa.

§1. composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g = {x ∈ Dg : g(x) ∈ Df } 1 = x ∈ R \ {0} : ∈ R x = R \ {0} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.

composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g = {x ∈ Dg : g(x) ∈ Df } 1 = x ∈ R \ {0} : ∈ R x = R \ {0} e (f ◦ g)(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1.

composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g = {x ∈ Dg : g(x) ∈ Df } 1 = x ∈ R \ {0} : ∈ R x = R \ {0} e (f ◦ g)(x) = f (g(x)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1. função inversa.

§1.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g = {x ∈ Dg : g(x) ∈ Df } 1 = x ∈ R \ {0} : ∈ R x = R \ {0} e (f ◦ g)(x) = f (g(x)) = f (1/x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 . função inversa.

2 Definição e exemplos de funções.§1. composição de funções Exemplo (continuação) Se em vez de g ◦ f calcularmos f ◦ g temos Df ◦g = {x ∈ Dg : g(x) ∈ Df } 1 = x ∈ R \ {0} : ∈ R x = R \ {0} e (f ◦ g)(x) = f (g(x)) = f (1/x) = 1 − 1. x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 61 / 485 . função inversa.

função inversa. composição de funções Exemplo (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 62 / 485 .2 Definição e exemplos de funções.§1.

2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1. composição de funções Exemplo (continuação) 3 2 1 −3 −2 −1 −1 −2 −3 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 62 / 485 .

composição de funções Exemplo (continuação) y= 3 2 1 1 x2 − 1 −3 −2 −1 −1 −2 −3 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 62 / 485 . função inversa.2 Definição e exemplos de funções.§1.

composição de funções Exemplo (continuação) y= 3 2 1 1 x2 − 1 −3 −2 −1 −1 −2 −3 1 2 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 62 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1.

§1. função inversa.2 Definição e exemplos de funções. composição de funções Exemplo (continuação) y= 3 2 1 1 x2 − 1 −3 −2 −1 −1 −2 −3 1 2 3 y= 1 −1 x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 62 / 485 .

composição de funções Exemplo (continuação) y= 3 2 1 1 x2 − 1 −3 −2 −1 −1 −2 −3 1 2 3 y= 1 −1 x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 62 / 485 .2 Definição e exemplos de funções. função inversa.§1.

função inversa.Índice 1 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos O conjunto dos números reais Definição e exemplos de funções. composição de funções Função exponencial e função logarítmica Funções trigonométricas e suas inversas Funções hiperbólicas Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 2 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 63 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 64 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 64 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Dado um número real positivo a > 0.§1.

pretendemos estudar a função f :R→R definida por f (x) = ax .§1.3 Função exponencial e função logarítmica Dado um número real positivo a > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 64 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 64 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Dado um número real positivo a > 0. que se designa por função exponencial de base a.§1. pretendemos estudar a função f :R→R definida por f (x) = ax .

pretendemos estudar a função f :R→R definida por f (x) = ax . Repare-se que quando a = 1 temos a função constante f (x) = 1x = 1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 64 / 485 .§1.3 Função exponencial e função logarítmica Dado um número real positivo a > 0. que se designa por função exponencial de base a.

3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .§1.

+∞[.§1. Então António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. y ∈ R e a.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. y ∈ R e a. +∞[. Então a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . b ∈ ]0.

Então a) a0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. b ∈ ]0. y ∈ R e a. +∞[.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. +∞[. b ∈ ]0. y ∈ R e a. Então a) a0 = 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .

b ∈ ]0.§1. y ∈ R e a. Então a) a0 = 1 b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . +∞[.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. +∞[. b ∈ ]0. y ∈ R e a. Então a) a0 = 1 b) ax+y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .§1.

+∞[. b ∈ ]0.§1. y ∈ R e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .

y ∈ R e a. +∞[.§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. b ∈ ]0. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. +∞[. y ∈ R e a. b ∈ ]0.§1. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) a−x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .

y ∈ R e a. b ∈ ]0. +∞[. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) a−x = 1 ax António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) a−x = d) 1 ax António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .§1. y ∈ R e a. b ∈ ]0. +∞[.

y ∈ R e a. b ∈ ]0. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) a−x = d) ax−y 1 ax António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. +∞[.

§1. b ∈ ]0. y ∈ R e a. +∞[. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) a−x = d) ax−y 1 ax ax = y a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

y ∈ R e a. b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. +∞[. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) a−x = d) ax−y e) 1 ax ax = y a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .

Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay c) a−x = d) ax−y e) (ax )y 1 ax ax = y a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . +∞[.§1. y ∈ R e a. b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

b ∈ ]0. y ∈ R e a. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . +∞[.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1.

y ∈ R e a. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. b ∈ ]0. +∞[.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. b ∈ ]0. +∞[. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . y ∈ R e a.

y ∈ R e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. b ∈ ]0. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . +∞[.

+∞[. b ∈ ]0.§1. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . y ∈ R e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. b ∈ ]0. +∞[. y ∈ R e a. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1. então ax António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .

+∞[. então ax > ay António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . y ∈ R e a. b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1.§1.

b ∈ ]0. então ax > ay h) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .§1. y ∈ R e a. +∞[. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1. então ax > ay h) se x > y e 0 < a < 1. então ax António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . b ∈ ]0.§1. +∞[. y ∈ R e a.

§1. então ax > ay h) se x > y e 0 < a < 1. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1. +∞[. y ∈ R e a. b ∈ ]0. então ax < ay António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

b ∈ ]0. então ax > ay h) se x > y e 0 < a < 1.§1. y ∈ R e a. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1. +∞[. então ax < ay i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.

+∞[ \ {1} a função exponencial é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x.§1. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1. então ax > ay h) se x > y e 0 < a < 1. y ∈ R e a. +∞[. então ax < ay i) se a ∈ ]0. b ∈ ]0.

então ax < ay i) se a ∈ ]0. então ax > ay h) se x > y e 0 < a < 1. +∞[ \ {1} a função exponencial é injectiva j) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 . Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1. +∞[. y ∈ R e a.§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. b ∈ ]0.

§1. +∞[ \ {1} o contradomínio da função exponencial é António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 i) se a ∈ ]0. +∞[ \ {1} a função exponencial é injectiva . b ∈ ]0. então ax < ay j) se a ∈ ]0. y ∈ R e a. +∞[. então ax > ay h) se x > y e 0 < a < 1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1.

§1. +∞[ \ {1} o contradomínio da função exponencial é ]0. +∞[. Então a) a0 = 1 b) ax+y = ax ay 1 ax ax d) ax−y = y a x y e) (a ) = axy c) a−x = f ) ax bx = (ab)x g) se x > y e a > 1. +∞[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 65 / 485 i) se a ∈ ]0. então ax < ay j) se a ∈ ]0. b ∈ ]0. y ∈ R e a. então ax > ay h) se x > y e 0 < a < 1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função exponencial Sejam x. +∞[ \ {1} a função exponencial é injectiva .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 66 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 66 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y a>1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 66 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y 0<a<1 a>1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 66 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y 0<a<1 a>1 a=1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 66 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y 0<a<1 a>1 a=1 x Gráfico da função exponencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 66 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 67 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 67 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y y = 2x 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 67 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y y = ex y = 2x 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 67 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y y = 3x y = ex y = 2x 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 67 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y y = 4x y = 3x y = ex y = 2x 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 67 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica y y = 4x y = 3x y = ex y = 2x 1 x Gráfico de funções exponenciais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 67 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 68 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 68 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y y= 1 x 2 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 68 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y= y= 1 x 2 1 x 3 y 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 68 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y= y= 1 x 2 1 x 3 y= 1 x 4 y 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 68 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica y= y= 1 x 2 1 x 3 y= 1 x 4 y 1 x Gráfico de funções exponenciais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 68 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 69 / 485 .§1.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 69 / 485 .§1.3 Função exponencial e função logarítmica Na natureza aparecem frequentemente quantidades que estão relacionadas por leis de decrescimento e de crescimento exponenciais.

As leis mais comuns são da forma y = A e−kx António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 69 / 485 .§1.3 Função exponencial e função logarítmica Na natureza aparecem frequentemente quantidades que estão relacionadas por leis de decrescimento e de crescimento exponenciais.

3 Função exponencial e função logarítmica Na natureza aparecem frequentemente quantidades que estão relacionadas por leis de decrescimento e de crescimento exponenciais. As leis mais comuns são da forma y = A e−kx e y = A 1 − e−kx onde A e k são constantes (positivas). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 69 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Na natureza aparecem frequentemente quantidades que estão relacionadas por leis de decrescimento e de crescimento exponenciais. As leis mais comuns são da forma y = A e−kx e y = A 1 − e−kx onde A e k são constantes (positivas).§1. A y = A e−kx António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 69 / 485 .

As leis mais comuns são da forma y = A e−kx e y = A 1 − e−kx onde A e k são constantes (positivas).3 Função exponencial e função logarítmica Na natureza aparecem frequentemente quantidades que estão relacionadas por leis de decrescimento e de crescimento exponenciais. A A y = A e−kx y = A 1 − e−kx António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 69 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear l = l0 eα θ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) l = l0 eα θ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f) l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) Pressão atmosférica l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR p = p0 e−h/c António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) Pressão atmosférica h) l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR p = p0 e−h/c António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) Pressão atmosférica h) Decaimento radioactivo l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR p = p0 e−h/c N = N0 e−λ t António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) Pressão atmosférica h) Decaimento radioactivo i) l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR p = p0 e−h/c N = N0 e−λ t António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) Pressão atmosférica h) Decaimento radioactivo i) Intensidade da corrente num circuito indutivo l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR p = p0 e−h/c N = N0 e−λ t i = Ie−Rt/L António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) Pressão atmosférica h) Decaimento radioactivo i) Intensidade da corrente num circuito indutivo j) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR p = p0 e−h/c N = N0 e−λ t i = Ie−Rt/L .

3 Função exponencial e função logarítmica Vejamos alguns exemplos: a) Expansão linear b) Variação da resistência eléctrica com a temperatura c) Tensão em correias d) Lei de Newton do arrefecimento e) Crescimento biológico f ) Descarga de um condensador g) Pressão atmosférica h) Decaimento radioactivo i) Intensidade da corrente num circuito indutivo l = l0 eα θ Rθ = R0 eα θ T1 = T0 eµ θ θ = θ0 e−kt y = y0 e k t q = Q e−t/CR p = p0 e−h/c N = N0 e−λ t i = Ie−Rt/L j) Intensidade da corrente num circuito capacitivo i = I 1 − e−t/CR António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 70 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 .§1.

§1. +∞[. a função exponencial ax é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 . 1[ ∪ ]1.3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0.

§1. 1[ ∪ ]1. por conseguinte. a função exponencial ax é injectiva e. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 . tem inversa.3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0. +∞[.

3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0. a função exponencial ax é injectiva e.§1. tem inversa. por conseguinte. 1[ ∪ ]1. +∞[. Essa inversa chama-se logaritmo na base a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 .

a função exponencial ax é injectiva e. 1[ ∪ ]1. tem inversa. por conseguinte.3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0. +∞[. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 .§1. Essa inversa chama-se logaritmo na base a e representa-se por loga .

por conseguinte. a função exponencial ax é injectiva e. Essa inversa chama-se logaritmo na base a e representa-se por loga . Assim. 1[ ∪ ]1. +∞[.3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 . +∞[. tem inversa. tendo em conta que o contradomínio da função exponencial é o intervalo ]0.

+∞[. por conseguinte. a função exponencial ax é injectiva e. tendo em conta que o contradomínio da função exponencial é o intervalo ]0. +∞[→ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 . Essa inversa chama-se logaritmo na base a e representa-se por loga . Assim. tem inversa. 1[ ∪ ]1. +∞[.§1. temos que loga : ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0.

+∞[→ R é a função definida por loga x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 . +∞[. por conseguinte. a função exponencial ax é injectiva e. temos que loga : ]0. 1[ ∪ ]1. +∞[.§1. Assim.3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0. tendo em conta que o contradomínio da função exponencial é o intervalo ]0. Essa inversa chama-se logaritmo na base a e representa-se por loga . tem inversa.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 . 1[ ∪ ]1. tem inversa. +∞[. a função exponencial ax é injectiva e.§1. temos que loga : ]0. +∞[. por conseguinte. +∞[→ R é a função definida por loga x = y se e só se x = ay . Essa inversa chama-se logaritmo na base a e representa-se por loga .3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0. Assim. tendo em conta que o contradomínio da função exponencial é o intervalo ]0.

tendo em conta que o contradomínio da função exponencial é o intervalo ]0. temos que loga : ]0. 1[ ∪ ]1. Assim. quando a = e temos a função logaritmo natural que representamos por ln. por conseguinte. +∞[. +∞[. Essa inversa chama-se logaritmo na base a e representa-se por loga .3 Função exponencial e função logarítmica Quando a ∈ ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 71 / 485 . Obviamente.§1. a função exponencial ax é injectiva e. tem inversa. +∞[→ R é a função definida por loga x = y se e só se x = ay .

3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .§1.

Então António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. b ∈ ]0.§1. +∞[\ {1}.

+∞[\ {1}. b ∈ ]0. y ∈ R+ e a. Então a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1.

§1. +∞[\ {1}. b ∈ ]0. Então a) loga (xy) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. y ∈ R+ e a.

+∞[\ {1}. Então a) loga (xy) = loga x + loga y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1. y ∈ R+ e a.

Então a) loga (xy) = loga x + loga y b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . +∞[\ {1}. y ∈ R+ e a. b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1.

y ∈ R+ e a. b ∈ ]0. Então a) loga (xy) = loga x + loga y b) loga 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. +∞[\ {1}.§1.

+∞[\ {1}.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1. y ∈ R+ e a. b ∈ ]0. Então a) loga (xy) = loga x + loga y b) loga 1 = − loga x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .

§1. b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. +∞[\ {1}. y ∈ R+ e a. Então a) loga (xy) = loga x + loga y b) loga c) 1 = − loga x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .

y ∈ R+ e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. b ∈ ]0.§1. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga y b) loga António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . +∞[\ {1}.

Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1. +∞[\ {1}. b ∈ ]0.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1. +∞[\ {1}. y ∈ R+ e a. b ∈ ]0. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .

+∞[\ {1}. b ∈ ]0. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1.

Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a. +∞[\ {1}.§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. b ∈ ]0.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. +∞[\ {1}. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a. b ∈ ]0.

Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. y ∈ R+ e a. b ∈ ]0.§1. +∞[\ {1}.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. y ∈ R+ e a.§1. +∞[\ {1}. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . b ∈ ]0.

+∞[\ {1}. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . b ∈ ]0. y ∈ R+ e a.§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.

y ∈ R+ e a.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . +∞[\ {1}. b ∈ ]0.

b ∈ ]0.§1. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . +∞[\ {1}.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. y ∈ R+ e a.

+∞[\ {1}.§1. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a. b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.

então loga x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. +∞[\ {1}. y ∈ R+ e a.§1. b ∈ ]0.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. então loga x > loga y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . b ∈ ]0. y ∈ R+ e a. +∞[\ {1}.§1. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1.

Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1. b ∈ ]0. +∞[\ {1}.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. então loga x > loga y h) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .§1. y ∈ R+ e a.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1. y ∈ R+ e a.§1. +∞[\ {1}. b ∈ ]0. então loga x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . então loga x > loga y h) se x > y e 0 < a < 1.

3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x.§1. y ∈ R+ e a. então loga x > loga y h) se x > y e 0 < a < 1. b ∈ ]0. então loga x < loga y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . +∞[\ {1}. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1.

Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. então loga x < loga y i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a. então loga x > loga y h) se x > y e 0 < a < 1.§1. b ∈ ]0. +∞[\ {1}.

b ∈ ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .§1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1. então loga x > loga y h) se x > y e 0 < a < 1. então loga x < loga y i) a função logarítmica é injectiva. y ∈ R+ e a. +∞[\ {1}.

j) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 . y ∈ R+ e a. então loga x > loga y h) se x > y e 0 < a < 1.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. +∞[\ {1}.§1. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1. b ∈ ]0. então loga x < loga y i) a função logarítmica é injectiva.

+∞[\ {1}.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. b ∈ ]0. então loga x < loga y i) a função logarítmica é injectiva. y ∈ R+ e a. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1. então loga x > loga y h) se x > y e 0 < a < 1.§1. j) o contradomínio da função logarítmica é António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .

+∞[\ {1}. b ∈ ]0.3 Função exponencial e função logarítmica Propriedades da função logarítmica Sejam x. Então a) loga (xy) = loga x + loga y 1 = − loga x x x c) loga = loga x − loga y y b) loga d) loga (xα ) = α loga x e) loga x = logb x loga b f ) loga 1 = 0 g) se x > y e a > 1. y ∈ R+ e a. j) o contradomínio da função logarítmica é R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 72 / 485 .§1. então loga x > loga y h) se x > y e 0 < a < 1. então loga x < loga y i) a função logarítmica é injectiva.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 73 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 73 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica y a>1 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 73 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica y a>1 1 x 0<a<1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 73 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y a>1 1 x 0<a<1 Gráfico da função logaritmo de base a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 73 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y log2 x 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica y log2 x ln x 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica y log2 x ln x log4 x 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y log2 x ln x log4 x 1 x log1/2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .

3 Função exponencial e função logarítmica y log2 x ln x log4 x 1 x log1/3 x log1/2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .§1.

3 Função exponencial e função logarítmica y log2 x ln x log4 x 1 x log1/4 x log1/3 x log1/2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .§1.

§1.3 Função exponencial e função logarítmica y log2 x ln x log4 x 1 x log1/4 x log1/3 x log1/2 x Gráfico de funções logarítmicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 74 / 485 .

Índice 1 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos O conjunto dos números reais Definição e exemplos de funções. composição de funções Função exponencial e função logarítmica Funções trigonométricas e suas inversas Funções hiperbólicas Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 2 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 75 / 485 . função inversa.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E A B C António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas D E α A B C António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE AE α A B C António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD α A B C António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AE α A B C António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = comprimento do cateto oposto comprimento da hipotenusa António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = BE comprimento do cateto oposto = comprimento da hipotenusa AE António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = BE CD comprimento do cateto oposto = = comprimento da hipotenusa AE AD António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = • coseno: BE CD comprimento do cateto oposto = = comprimento da hipotenusa AE AD António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = • coseno: cos α António Bento (UBI) BE CD comprimento do cateto oposto = = comprimento da hipotenusa AE AD Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = • coseno: cos α = António Bento (UBI) BE CD comprimento do cateto oposto = = comprimento da hipotenusa AE AD comprimento do cateto adjacente comprimento da hipotenusa Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = • coseno: cos α = António Bento (UBI) BE CD comprimento do cateto oposto = = comprimento da hipotenusa AE AD AB comprimento do cateto adjacente = comprimento da hipotenusa AE Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas D E BE CD = AE AD AB AC = AE AD α A B C • seno: sen α = • coseno: cos α = António Bento (UBI) BE CD comprimento do cateto oposto = = comprimento da hipotenusa AE AD AB AC comprimento do cateto adjacente = = comprimento da hipotenusa AE AD Cálculo I 2011/2012 76 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 77 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 77 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 77 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 α em radianos α 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 77 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 α em radianos sen α α 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 77 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 α em radianos cos α sen α α 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 77 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 78 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas As funções seno e coseno. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 78 / 485 .§1.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 78 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas As funções seno e coseno.§1. cujo domínio é o conjunto dos números reais.

4 Funções trigonométricas e suas inversas As funções seno e coseno.§1. cujo domínio é o conjunto dos números reais. fazem corresponder a cada x ∈ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 78 / 485 .

§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 78 / 485 . fazem corresponder a cada x ∈ R sen x respectivamente. cujo domínio é o conjunto dos números reais.4 Funções trigonométricas e suas inversas As funções seno e coseno. e cos x.

4 Funções trigonométricas e suas inversas As funções seno e coseno. cujo domínio é o conjunto dos números reais. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 78 / 485 . fazem corresponder a cada x ∈ R sen x e cos x.§1. 1]. respectivamente. O contradomínio destas duas funções é o intervalo [−1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 79 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 79 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 79 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π x Gráfico da função seno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 79 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 80 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 80 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 80 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π x Gráfico da função coseno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 80 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 81 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Outra função trigonométrica importante é a função tangente.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 81 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Outra função trigonométrica importante é a função tangente. cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 81 / 485 .§1. definida pela fórmula sen x tg x = .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 81 / 485 . cos x que está definida para todos os pontos x tais que cos x = 0. definida pela fórmula sen x tg x = .4 Funções trigonométricas e suas inversas Outra função trigonométrica importante é a função tangente.§1.

k ∈ Z . definida pela fórmula sen x tg x = .4 Funções trigonométricas e suas inversas Outra função trigonométrica importante é a função tangente. ou seja. 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 81 / 485 . cos x que está definida para todos os pontos x tais que cos x = 0. o domínio da função tangente é o conjunto x∈R : x= π + kπ.§1.

definida pela fórmula sen x tg x = . ou seja. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 81 / 485 . o domínio da função tangente é o conjunto x∈R : x= π + kπ. 2 O seu contradomínio é o conjunto dos números reais.4 Funções trigonométricas e suas inversas Outra função trigonométrica importante é a função tangente. k ∈ Z . cos x que está definida para todos os pontos x tais que cos x = 0.§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 82 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y −2π − 3π 2 −π −π 2 π 2 π 3π 2 2π x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 82 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas y −2π − 3π 2 −π −π 2 π 2 π 3π 2 2π x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 82 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y −2π − 3π 2 −π −π 2 π 2 π 3π 2 2π x Gráfico da função tangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 82 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 83 / 485 .

sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 83 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas A função cotangente é dada pela expressão cotg x = cos x .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas A função cotangente é dada pela expressão cotg x = O seu domínio é o conjunto {x ∈ R : x = kπ. sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 83 / 485 .§1. k ∈ Z} cos x .

§1. cos x .4 Funções trigonométricas e suas inversas A função cotangente é dada pela expressão cotg x = O seu domínio é o conjunto {x ∈ R : x = kπ. sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 83 / 485 . k ∈ Z} e o contradomínio é o conjunto dos números reais.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 84 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y −2π − 3π 2 −π π −π 2 π 2 3π 2 2π x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 84 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y −2π − 3π 2 −π π −π 2 π 2 3π 2 2π x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 84 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y −2π − 3π 2 −π π −π 2 π 2 3π 2 2π x Gráfico da função cotangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 84 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 sen x cos x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 sen x = tg x cos x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 sen x = tg x cos x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 sen x = tg x cos x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas 1 sen x = tg x cos x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas cos x sen x 1 sen x = tg x cos x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas cos x = cotg x sen x 1 sen x = tg x cos x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 85 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 86 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função secante é definida por sec x = 1 . cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 86 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas A função secante é definida por sec x = o seu domínio é o conjunto x∈R:x= π + kπ. cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 86 / 485 . k ∈ Z 2 1 .§1.

k ∈ Z 2 1 . −1] ∪ [1. cos x e o seu contradomínio é o conjunto ] − ∞. +∞[.§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função secante é definida por sec x = o seu domínio é o conjunto x∈R:x= π + kπ. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 86 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 87 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 x −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 87 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 x −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 87 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 x −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π Gráfico da função secante António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 87 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 88 / 485 .§1.

§1. sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 88 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas A função cosecante é definida por cosec x = 1 .

k ∈ R} 1 . sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 88 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas A função cosecante é definida por cosec x = o seu domínio é o conjunto {x ∈ R : x = kπ.§1.

§1. +∞[. sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 88 / 485 . 1 .4 Funções trigonométricas e suas inversas A função cosecante é definida por cosec x = o seu domínio é o conjunto {x ∈ R : x = kπ. k ∈ R} e o seu contradomínio é o conjunto ] − ∞. −1] ∪ [1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 89 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 x −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 89 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 x −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 89 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas y 1 x −2π − 3π 2 −π −π 2 −1 π 2 π 3π 2 2π Gráfico da função cosecante António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 89 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 90 / 485 .

3π 2 -1 0 n.4 Funções trigonométricas e suas inversas 0 seno coseno tangente cotangente 0 1 0 n. π 6 1 2 √ 3 2 √ 3 3 √ 3 π 4 √ 2 2 √ 2 2 1 1 π 3 √ 3 2 1 2 √ 3 √ 3 3 π 2 1 0 n.§1.d.d. 0 π 0 -1 0 n. 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 90 / 485 .d.d.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmula fundamental da trigonometria António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmula fundamental da trigonometria sen2 x + cos2 x = 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmula fundamental da trigonometria sen2 x + cos2 x = 1 Desta fórmula resultam imediatamente as seguintes fórmulas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmula fundamental da trigonometria sen2 x + cos2 x = 1 Desta fórmula resultam imediatamente as seguintes fórmulas 1 + tg2 x = 1 cos2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmula fundamental da trigonometria sen2 x + cos2 x = 1 Desta fórmula resultam imediatamente as seguintes fórmulas 1 + tg2 x = 1 cos2 x e 1 + cotg2 x = 1 . sen2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmula fundamental da trigonometria sen2 x + cos2 x = 1 Desta fórmula resultam imediatamente as seguintes fórmulas 1 + tg2 x = 1 cos2 x e 1 + cotg2 x = 1 . sen2 x que podem ser reescritas da seguinte forma 1 + tg2 x = sec2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .

sen2 x que podem ser reescritas da seguinte forma 1 + tg2 x = sec2 x e 1 + cotg2 x = cosec2 x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 91 / 485 .§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmula fundamental da trigonometria sen2 x + cos2 x = 1 Desta fórmula resultam imediatamente as seguintes fórmulas 1 + tg2 x = 1 cos2 x e 1 + cotg2 x = 1 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante 1 x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) 1 x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 − x) x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 − x) = cos x x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x cos(π/2 − x) sen(π/2 − x) = cos x x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x cos(π/2 + x) cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) = sen x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) = sen x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x 1 cos(π − x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) = sen x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x 1 cos(π − x) = − cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) = sen x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x x 1 sen(π + x) cos(π − x) = − cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) = sen x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x x 1 sen(π + x) = − sen x cos(π − x) = − cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) = sen x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x x 1 cos(π + x) sen(π + x) = − sen x cos(π − x) = − cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante sen(−x) = − sen x 1 cos(−x) = cos x sen(π/2 + x) = cos x sen(π − x) = sen x cos(π/2 + x) = − sen x cos(π/2 − x) = sen x sen(π/2 − x) = cos x xx x x x x 1 cos(π + x) = − cos x António Bento (UBI) sen(π + x) = − sen x cos(π − x) = − cos x Cálculo I 2011/2012 92 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) 1 x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) 1 x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 − x) x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 − x) = − sen x x x 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 sen(3π/2 + x) cos(3π/2 − x) = − sen x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x sen(2π − x) sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x sen(2π − x) = − sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x cos(2π − x) sen(2π − x) = − sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x cos(2π − x) = cos x sen(2π − x) = − sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x cos(2π − x) = cos x sen(2π − x) = − sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 sen(2π + x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x cos(2π − x) = cos x sen(2π − x) = − sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 sen(2π + x) = sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x cos(2π − x) = cos x sen(2π − x) = − sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 sen(2π + x) = sen x cos(2π + x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) sen(3π/2 − x) = − cos x 1 cos(3π/2 + x) = sen x cos(2π − x) = cos x sen(2π − x) = − sen x sen(3π/2 + x) = − cos x cos(3π/2 − x) = − sen x x x xx 1 sen(2π + x) = sen x cos(2π + x) = cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 93 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) tg(−x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) tg(−x) = − tg(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) tg(−x) = − tg(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) tg(π/2 − x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) tg(π/2 − x) = cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) tg(π/2 − x) = cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 + x) tg(π/2 − x) = cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x tg(π/2 + x) = − cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x cotg(π/2 + x) tg(π/2 − x) = cotg x tg(π/2 + x) = − cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x tg(π − x) tg(π/2 + x) = − cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x tg(π − x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x cotg(π − x) tg(π − x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x cotg(π − x) = − cotg x tg(π − x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x cotg(π − x) = − cotg x tg(π − x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x tg(π + x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x cotg(π − x) = − cotg x tg(π − x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x tg(π + x) = tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x cotg(π − x) = − cotg x tg(π − x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x tg(π + x) = tg x cotg(π + x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Reduções ao primeiro quadrante (continuação) cotg(−x) = − cotg(x) tg(−x) = − tg(x) cotg(π/2 − x) = tg x tg(π/2 − x) = cotg x cotg(π/2 + x) = − tg x cotg(π − x) = − cotg x tg(π − x) = − tg x tg(π/2 + x) = − cotg x tg(π + x) = tg x cotg(π + x) = cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 94 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .

k ∈ Z António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ.§1.

§1. k ∈ Z cos x = cos α António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ.

k ∈ Z cos x = cos α ⇔ x = α + 2kπ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ. k ∈ Z António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .§1. k ∈ Z cos x = cos α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = −α + 2kπ.

§1. k ∈ Z tg x = tg α António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 . k ∈ Z cos x = cos α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = −α + 2kπ.4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ.

§1. k ∈ Z António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ. k ∈ Z cos x = cos α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = −α + 2kπ. k ∈ Z tg x = tg α ⇔ x = α + kπ.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ. k ∈ Z cos x = cos α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = −α + 2kπ. k ∈ Z tg x = tg α ⇔ x = α + kπ. k ∈ Z cotg x = cotg α António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .§1.

k ∈ Z tg x = tg α ⇔ x = α + kπ.§1. k ∈ Z cotg x = cotg α ⇔ x = α + kπ. k ∈ Z cos x = cos α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = −α + 2kπ.4 Funções trigonométricas e suas inversas Resolução de equações trigonométricas sen x = sen α ⇔ x = α + 2kπ ∨ x = π − α + 2kπ. k ∈ Z António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 95 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x sen(x − y) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x cos(x − y) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(2x) cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y = 2 sen x−y x+y cos 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y = 2 sen sen x − sen y x−y x+y cos 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y = 2 sen x−y x+y cos 2 2 x−y x+y sen x − sen y = 2 sen cos 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y = 2 sen x−y x+y cos 2 2 x−y x+y sen x − sen y = 2 sen cos 2 2 cos x − cos y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y = 2 sen x−y x+y cos 2 2 x−y x+y sen x − sen y = 2 sen cos 2 2 x−y x+y sen cos x − cos y = −2 sen 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y = 2 sen x−y x+y cos 2 2 x−y x+y sen x − sen y = 2 sen cos 2 2 x−y x+y sen cos x − cos y = −2 sen 2 2 cos x + cos y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Fórmulas trigonométricas sen(x + y) = sen x cos y + sen y cos x cos(x + y) = cos x cos y − sen x sen y sen(x − y) = sen x cos y − sen y cos x sen(2x) = 2 sen x cos x cos(x − y) = cos x cos y + sen x sen y cos(2x) = cos2 x − sen2 x = 2 cos2 x − 1 = 1 − 2 sen2 x sen x + sen y = 2 sen x−y x+y cos 2 2 x−y x+y sen x − sen y = 2 sen cos 2 2 x−y x+y sen cos x − cos y = −2 sen 2 2 x+y x−y cos x + cos y = 2 cos cos 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 96 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 .§1.

§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa.

2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . No entanto.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa. . π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − .§1.

. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . a que se 2 2 chama restrição principal.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa.§1. No entanto.

a que se 2 2 chama restrição principal. considerando a função π π → R.§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa. No entanto. 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . ou seja. . f: − .

π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . 2 2 definida por f (x) = sen x. . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . ou seja. f: − . considerando a função π π → R. No entanto.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa. a que se 2 2 chama restrição principal.§1.

ou seja. No entanto. tem-se que a função f é injectiva. π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − .§1. a que se 2 2 chama restrição principal. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . f: − . considerando a função π π → R. . 2 2 definida por f (x) = sen x.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa.

2 2 definida por f (x) = sen x. π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . No entanto.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa. tem-se que a função f é injectiva. . À inversa desta função chama-se arco seno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . considerando a função π π → R. f: − . ou seja. a que se 2 2 chama restrição principal.§1.

2 2 definida por f (x) = sen x. tem-se que a função f é injectiva. À inversa desta função chama-se arco seno e representa-se por arc sen. No entanto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . a que se 2 2 chama restrição principal.§1. f: − .4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa. π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . considerando a função π π → R. . ou seja.

arc sen : [−1. . π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . tem-se que a função f é injectiva. considerando a função π π → R. 1] → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . a que se 2 2 chama restrição principal. No entanto. 2 2 definida por f (x) = sen x. À inversa desta função chama-se arco seno e representa-se por arc sen. f: − . Assim. ou seja.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa.§1.

No entanto.§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa. considerando a função π π → R. a que se 2 2 chama restrição principal. Assim. À inversa desta função chama-se arco seno e representa-se por arc sen. arc sen : [−1. f: − . tem-se que a função f é injectiva. 1] → R e é definida da seguinte forma arc sen x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 . 2 2 definida por f (x) = sen x. π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . ou seja. .

4 Funções trigonométricas e suas inversas A função seno não é injectiva pelo que não tem inversa. tem-se que a função f é injectiva. No entanto. 2 2 definida por f (x) = sen x. arc sen x = y se e só se x = sen y e y ∈ − . 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 97 / 485 .§1. arc sen : [−1. f: − . . 1] → R e é definida da seguinte forma π π . Assim. considerando a função π π → R. π π considerando a restrição da função seno ao intervalo − . À inversa desta função chama-se arco seno e representa-se por arc sen. ou seja. a que se 2 2 chama restrição principal.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x arc sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc sen x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc sen x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc sen x 0 π/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc sen x 0 π/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc sen x 0 π/2 −π/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 π/4 −π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 π/4 −π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 π/4 −π/4 π/3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 √ − 3/2 António Bento (UBI) arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 π/4 −π/4 π/3 Cálculo I 2011/2012 98 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 √ − 3/2 António Bento (UBI) arc sen x 0 π/2 −π/2 π/6 −π/6 π/4 −π/4 π/3 −π/3 2011/2012 98 / 485 Cálculo I .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 99 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 99 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y π 2 −1 1 x −π 2 Gráfico da função arco seno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 99 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0. π].§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 .

ou seja.§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0. π]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 . 1] definida por g(x) = cos x. a função g : [0. π] → [−1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0. 1] definida por g(x) = cos x. a função g : [0. π]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 .§1. tem-se que g é uma função injectiva. π] → [−1. ou seja.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0. ou seja. π]. a função g : [0.§1. 1] definida por g(x) = cos x. A inversa desta função representa-se por arc cos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 . π] → [−1. tem-se que g é uma função injectiva.

ou seja. π] → [−1. tem-se que g é uma função injectiva. π]. A inversa desta função representa-se por arc cos e chama-se arco coseno.4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 . a função g : [0. 1] definida por g(x) = cos x.§1.

Assim. a função g : [0. 1] definida por g(x) = cos x. π] → [−1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0. arc cos : [−1. A inversa desta função representa-se por arc cos e chama-se arco coseno. 1] → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 . tem-se que g é uma função injectiva. ou seja. π].§1.

tem-se que g é uma função injectiva. π]. π] → [−1. 1] definida por g(x) = cos x. a função g : [0. 1] → R é a função definida por arc cos x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 . Assim. A inversa desta função representa-se por arc cos e chama-se arco coseno. ou seja.4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0.§1. arc cos : [−1.

π] → [−1. a função g : [0.§1. π] . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 100 / 485 . arc cos : [−1. A inversa desta função representa-se por arc cos e chama-se arco coseno. ou seja. π]. 1] → R é a função definida por arc cos x = y se e só se x = cos y e y ∈ [0. Assim.4 Funções trigonométricas e suas inversas Considerando a restrição da função coseno ao intervalo [0. 1] definida por g(x) = cos x. tem-se que g é uma função injectiva.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x arc cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc cos x π/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc cos x π/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc cos x π/2 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc cos x π/2 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc cos x π/2 0 π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 arc cos x π/2 0 π António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 arc cos x π/2 0 π π/3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 arc cos x π/2 0 π π/3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 π/4 3π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 π/4 3π/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 π/4 3π/4 π/6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 √ − 3/2 António Bento (UBI) arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 π/4 3π/4 π/6 Cálculo I 2011/2012 101 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 1/2 −1/2 √ 2/2 √ − 2/2 √ 3/2 √ − 3/2 António Bento (UBI) arc cos x π/2 0 π π/3 2π/3 π/4 3π/4 π/6 5π/6 2011/2012 101 / 485 Cálculo I .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 102 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 102 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas y π π 2 −1 1 x Gráfico da função arco coseno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 102 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 .

→R 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − .§1.

a função definida por António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 .§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − . →R 2 2 h(x) = tg x.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − .§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 . →R 2 2 h(x) = tg x. a função definida por A função h é injectiva.

a função definida por A função h é injectiva. pelo que h tem inversa.§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 . →R 2 2 h(x) = tg x.

4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − .§1. pelo que h tem inversa. A inversa desta função representa-se por arc tg António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 . →R 2 2 h(x) = tg x. a função definida por A função h é injectiva.

pelo que h tem inversa. a função definida por A função h é injectiva. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 .§1. A inversa desta função representa-se por arc tg e chama-se arco tangente. →R 2 2 h(x) = tg x.4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − .

pelo que h tem inversa.4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − . A inversa desta função representa-se por arc tg e chama-se arco tangente.§1. Assim arc tg : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 . →R 2 2 h(x) = tg x. a função definida por A função h é injectiva.

pelo que h tem inversa. A inversa desta função representa-se por arc tg e chama-se arco tangente.4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − . a função definida por A função h é injectiva. →R 2 2 h(x) = tg x.§1. Assim arc tg : R → R é a função definida por arc tg x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas Seja π π h: − . 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 103 / 485 . Assim arc tg : R → R é a função definida por π π arc tg x = y se e só se x = tg y e y ∈ − .§1. pelo que h tem inversa. . a função definida por A função h é injectiva. →R 2 2 h(x) = tg x. A inversa desta função representa-se por arc tg e chama-se arco tangente.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x arc tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc tg x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc tg x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc tg x 0 π 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc tg x 0 π 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc tg x 0 π 4 π − 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 arc tg x 0 π 4 π − 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 arc tg x 0 π 4 π − 4 π 6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 arc tg x 0 π 4 π − 4 π 6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 arc tg x 0 π 4 π − 4 π 6 − π 6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 arc tg x 0 π 4 π − 4 π 6 − π 6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 arc tg x 0 π 4 π − 4 π 6 − π 6 π 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 √ − 3 António Bento (UBI) arc tg x 0 π 4 π − 4 π 6 − π 6 π 3 Cálculo I 2011/2012 104 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 √ − 3 António Bento (UBI) arc tg x 0 π 4 π − 4 π 6 − π 6 π 3 π − 3 2011/2012 104 / 485 Cálculo I .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 105 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 105 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y π 2 x −π 2 Gráfico da função arco tangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 105 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 106 / 485 .

π[ da função cotangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 106 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas À inversa da restrição ao intervalo ]0.§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas À inversa da restrição ao intervalo ]0.§1. π[ da função cotangente chamamos arco cotangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 106 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas À inversa da restrição ao intervalo ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 106 / 485 . π[ da função cotangente chamamos arco cotangente e representamos essa função por arc cotg.

Assim. π[ da função cotangente chamamos arco cotangente e representamos essa função por arc cotg. arc cotg : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 106 / 485 .4 Funções trigonométricas e suas inversas À inversa da restrição ao intervalo ]0.§1.

arc cotg : R → R é a função definida por arc cotg x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 106 / 485 .§1. Assim.4 Funções trigonométricas e suas inversas À inversa da restrição ao intervalo ]0. π[ da função cotangente chamamos arco cotangente e representamos essa função por arc cotg.

π[ . Assim. arc cotg : R → R é a função definida por arc cotg x = y se e só se x = cotg y e y ∈ ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 106 / 485 .§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas À inversa da restrição ao intervalo ]0. π[ da função cotangente chamamos arco cotangente e representamos essa função por arc cotg.

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x arc cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc cotg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 arc cotg x π 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc cotg x π 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 arc cotg x π 2 π 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc cotg x π 2 π 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 arc cotg x π 2 π 4 3π 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 arc cotg x π 2 π 4 3π 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 arc cotg x π 2 π 4 3π 4 π 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 arc cotg x π 2 π 4 3π 4 π 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 arc cotg x π 2 π 4 3π 4 π 3 2π 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 arc cotg x π 2 π 4 3π 4 π 3 2π 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 arc cotg x π 2 π 4 3π 4 π 3 2π 3 π 6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 √ − 3 António Bento (UBI) arc cotg x π 2 π 4 3π 4 π 3 2π 3 π 6 Cálculo I 2011/2012 107 / 485 .§1.

4 Funções trigonométricas e suas inversas x 0 1 −1 √ 3 3 √ 3 − 3 √ 3 √ − 3 António Bento (UBI) arc cotg x π 2 π 4 3π 4 π 3 2π 3 π 6 5π 6 2011/2012 107 / 485 Cálculo I .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 108 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 108 / 485 .§1.

§1.4 Funções trigonométricas e suas inversas y π π 2 x Gráfico da função arco cotangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 108 / 485 .

4 Funções trigonométricas e suas inversas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 109 / 485 .§1.

1] arc tg R arc cotg R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 109 / 485 . 1] π π − . 2 2 ]0. π[ arc cos [−1. 2 2 arc cotg x = y ⇔ x = cotg y ∧ y ∈ ]0. π] π π arc tg x = y ⇔ x = tg y ∧ y ∈ − .§1. 2 2 [0. π[ π π arc sen x = y ⇔ x = sen y ∧ y ∈ − .4 Funções trigonométricas e suas inversas Domínio Contradomínio Regra arc sen [−1. 2 2 arc cos x = y ⇔ x = cos y ∧ y ∈ [0. π] π π − .

Índice 1 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos O conjunto dos números reais Definição e exemplos de funções. composição de funções Função exponencial e função logarítmica Funções trigonométricas e suas inversas Funções hiperbólicas Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 2 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 110 / 485 . função inversa.

§1.5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 111 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas As funções senh : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 111 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas As funções senh : R → R e cosh : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 111 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas As funções definidas por senh : R → R ex − e−x 2 e cosh : R → R senh x = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 111 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas As funções definidas por senh : R → R ex − e−x 2 e cosh : R → R ex + e−x 2 senh x = e cosh x = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 111 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas As funções definidas por senh : R → R ex − e−x 2 e cosh : R → R ex + e−x 2 senh x = e cosh x = designam-se por seno hiperbólico António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 111 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 111 / 485 . respectivamente.5 Funções hiperbólicas As funções definidas por senh : R → R ex − e−x 2 e cosh : R → R ex + e−x 2 senh x = e cosh x = designam-se por seno hiperbólico e por coseno hiperbólico.§1.

5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas senh x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ex − e−x =y 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ⇔ ex − e−x −2y = 0 ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex −1 = 0 ⇔ ex − e−x −2y = 0 ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex −1 = 0 ⇔e = x ⇔ ex − e−x −2y = 0 2y + ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y XX −  4 4y 2 + 4 2y XX 4y 2 + X x ∨ e XXX =  X 2 2 X  António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex −1 = 0 ⇔e = x ⇔ ex − e−x −2y = 0 2y + ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y XX −  4 4y 2 + 4 2y XX 4y 2 + X x ∨ e XXX =  X 2 2 X  ⇔ ex = y + y2 + 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex −1 = 0 ⇔e = x ⇔ ex − e−x −2y = 0 2y + ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y XX −  4 4y 2 + 4 2y XX 4y 2 + X x ∨ e XXX =  X 2 2 X  ⇔ ex = y + y2 + 1 y2 + 1 ⇔ x = ln y + António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex −1 = 0 ⇔e = x ⇔ ex − e−x −2y = 0 2y + ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y XX −  4 4y 2 + 4 2y XX 4y 2 + X x ∨ e XXX =  X 2 2 X  ⇔ ex = y + y2 + 1 y2 + 1 ⇔ x = ln y + Logo o contradomínio do seno hiperbólico é António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas senh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex −1 = 0 ⇔e = x ⇔ ex − e−x −2y = 0 2y + ex − e−x =y 2 ⇔ ex − e−x = 2y XX −  4 4y 2 + 4 2y XX 4y 2 + X x ∨ e XXX =  X 2 2 X  ⇔ ex = y + y2 + 1 y2 + 1 ⇔ x = ln y + Logo o contradomínio do seno hiperbólico é R.§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 112 / 485 .

5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas cosh x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ex + e−x =y 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .

5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ⇔ ex + e−x −2y = 0 ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex +1 = 0 ⇔ ex + e−x −2y = 0 ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex +1 = 0 ⇔ ex = 2y + ⇔ ex + e−x −2y = 0 ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y 2y − 4y 2 − 4 4y 2 − 4 ∨ ex = 2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .

5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex +1 = 0 ⇔ ex = 2y + ⇔ ex + e−x −2y = 0 ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y 2y − 4y 2 − 4 4y 2 − 4 ∨ ex = 2 2 y2 − 1 ⇔ ex = y + y 2 − 1 ∨ ex = y − António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex +1 = 0 ⇔ ex = 2y + ⇔ ex + e−x −2y = 0 ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y 2y − 4y 2 − 4 4y 2 − 4 ∨ ex = 2 2 y2 − 1 y2 − 1 ⇔ ex = y + ⇔ x = ln(y + y 2 − 1 ∨ ex = y − y 2 − 1) ∨ x = ln y − António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .

5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex +1 = 0 ⇔ ex = 2y + ⇔ ex + e−x −2y = 0 ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y 2y − 4y 2 − 4 4y 2 − 4 ∨ ex = 2 2 y2 − 1 y2 − 1 ⇔ ex = y + ⇔ x = ln(y + y 2 − 1 ∨ ex = y − y 2 − 1) ∨ x = ln y − Assim.§1. o contradomínio do coseno hiperbólico é António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .

§1. +∞[. o contradomínio do coseno hiperbólico é o intervalo [1.5 Funções hiperbólicas cosh x = y ⇔ ⇔ e2x −2y ex +1 = 0 ⇔ ex = 2y + ⇔ ex + e−x −2y = 0 ex + e−x =y 2 ⇔ ex + e−x = 2y 2y − 4y 2 − 4 4y 2 − 4 ∨ ex = 2 2 y2 − 1 y2 − 1 ⇔ ex = y + ⇔ x = ln(y + y 2 − 1 ∨ ex = y − y 2 − 1) ∨ x = ln y − Assim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 113 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 114 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 114 / 485 .

5 Funções hiperbólicas y y = cosh x 1 x y = senh x Gráfico das funções seno e coseno hiperbólico António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 114 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 115 / 485 .

§1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 115 / 485 .5 Funções hiperbólicas Associada a estas funções está a função tangente hiperbólica.

A tangente hiperbólica é a função tgh : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 115 / 485 .§1.5 Funções hiperbólicas Associada a estas funções está a função tangente hiperbólica.

A tangente hiperbólica é a função tgh : R → R definida por António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 115 / 485 .5 Funções hiperbólicas Associada a estas funções está a função tangente hiperbólica.§1.

A tangente hiperbólica é a função tgh : R → R definida por tgh x = senh x cosh x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 115 / 485 .5 Funções hiperbólicas Associada a estas funções está a função tangente hiperbólica.§1.

5 Funções hiperbólicas Associada a estas funções está a função tangente hiperbólica. A tangente hiperbólica é a função tgh : R → R definida por tgh x = senh x ex − e−x = x cosh x e + e−x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 115 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas Associada a estas funções está a função tangente hiperbólica.§1. A tangente hiperbólica é a função tgh : R → R definida por tgh x = senh x ex − e−x e2x −1 = x . = 2x cosh x e + e−x e +1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 115 / 485 .

5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas tgh x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .

5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y ⇔ (1 − y) e2x = y + 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .

5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y ⇔ e2x = y+1 1−y ⇔ (1 − y) e2x = y + 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y ⇔ e2x = y+1 1−y 1 y+1 ⇔ x = ln 2 1−y ⇔ (1 − y) e2x = y + 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .§1.

temos de ter y+1 > 0.5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y ⇔ e2x = y+1 1−y 1 y+1 ⇔ x = ln 2 1−y ⇔ (1 − y) e2x = y + 1 Assim. 1−y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y ⇔ e2x = y+1 1−y 1 y+1 ⇔ x = ln 2 1−y ⇔ (1 − y) e2x = y + 1 Assim. o que é equivalente a −1 < y < 1.§1. 1−y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 . temos de ter y+1 > 0.

Logo 1−y o contradomínio da tangente hiperbólica é Assim.5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y ⇔ e2x = y+1 1−y 1 y+1 ⇔ x = ln 2 1−y ⇔ (1 − y) e2x = y + 1 y+1 > 0. temos de ter António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 . o que é equivalente a −1 < y < 1.§1.

o que é equivalente a −1 < y < 1.5 Funções hiperbólicas tgh x = y ⇔ e2x −1 =y e2x +1 ⇔ e2x −1 = y e2x +y ⇔ e2x = y+1 1−y 1 y+1 ⇔ x = ln 2 1−y ⇔ (1 − y) e2x = y + 1 y+1 > 0.§1. Logo 1−y o contradomínio da tangente hiperbólica é o intervalo ] − 1. 1[. temos de ter António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 116 / 485 . Assim.

5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 117 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 117 / 485 .

5 Funções hiperbólicas y 1 x −1 Gráfico da função tangente hiperbólica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 117 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) cosh2 x − senh2 x = 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .

5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) cosh2 x − senh2 x = 1 b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) cosh2 x − senh2 x = 1 1 b) 1 − tgh2 x = cosh2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) cosh2 x − senh2 x = 1 1 b) 1 − tgh2 x = cosh2 x c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .§1.

5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) cosh2 x − senh2 x = 1 1 b) 1 − tgh2 x = cosh2 x c) senh(x + y) = senh x cosh y + senh y cosh x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .§1.

§1.5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) cosh2 x − senh2 x = 1 1 b) 1 − tgh2 x = cosh2 x c) senh(x + y) = senh x cosh y + senh y cosh x d) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .

§1.5 Funções hiperbólicas É fácil mostrar que as seguintes igualdades são válidas: a) cosh2 x − senh2 x = 1 1 b) 1 − tgh2 x = cosh2 x c) senh(x + y) = senh x cosh y + senh y cosh x d) cosh(x + y) = cosh x cosh y + senh x senh y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 118 / 485 .

propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição.Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 119 / 485 .

propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 120 / 485 .Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição. propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição.

§2.1 Breves noções de topologia em R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R.§2.

1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R.§2. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 .

Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R.§2.

Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R.§2. a + ε[ ⊆ A. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 .

§2. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. O ponto a diz-se exterior a A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . a + ε[ ⊆ A.

1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. a + ε[ ⊆ A. O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 .§2. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.

Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. a + ε[ ∩ A = ∅ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . a + ε[ ⊆ A. O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.§2.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R.

a + ε[ ⊆ A.§2. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. ]a − ε. a + ε[ ⊆ R \ A). a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 .

Um ponto diz-se fronteiro a A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . a + ε[ ⊆ R \ A).§2. a + ε[ ⊆ A. a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. ]a − ε.

a + ε[ ⊆ R \ A). O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. a + ε[ ⊆ A. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . Um ponto diz-se fronteiro a A se não for interior.§2.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. ]a − ε. a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja.

O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . nem exterior. a + ε[ ⊆ R \ A). Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja.§2. ]a − ε.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. a + ε[ ⊆ A. Um ponto diz-se fronteiro a A se não for interior.

a + ε[ ⊆ A. a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja. ]a − ε. a é um ponto fronteiro de A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. a + ε[ ⊆ R \ A).§2.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. nem exterior. isto é. Um ponto diz-se fronteiro a A se não for interior.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . a + ε[ ⊆ A. a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja. nem exterior. a é um ponto fronteiro de A se para cada ε > 0.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. Um ponto diz-se fronteiro a A se não for interior.§2. a + ε[ ⊆ R \ A). isto é. ]a − ε. O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.

Um ponto diz-se fronteiro a A se não for interior. ]a − ε. a é um ponto fronteiro de A se para cada ε > 0. a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja. a + ε[ ⊆ A. ]a − ε. isto é. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R.§2. nem exterior. a + ε[ ∩ A = ∅ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. a + ε[ ⊆ R \ A).

]a − ε. nem exterior. a + ε[ ⊆ A. a + ε[ ∩ (R \ A) = ∅. a é um ponto fronteiro de A se para cada ε > 0.1 Breves noções de topologia em R Seja A um subconjunto de R. ]a − ε. a + ε[ ∩ A = ∅ (ou seja. Um ponto diz-se fronteiro a A se não for interior. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 121 / 485 . a + ε[ ⊆ R \ A).§2. isto é. a + ε[ ∩ A = ∅ e ]a − ε. O ponto a diz-se exterior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε. Um ponto a ∈ R diz-se interior a A se existir ε > 0 tal que ]a − ε.

1 Breves noções de topologia em R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 122 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 122 / 485 .1 Breves noções de topologia em R 0 1 Seja A o conjunto ]0. 1].§2.

Então 1 é um ponto interior a A. 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 122 / 485 .§2. 1].1 Breves noções de topologia em R 0 1/2 1 Seja A o conjunto ]0.

1].§2. 2 2 é um ponto exterior a A.1 Breves noções de topologia em R 0 1/2 1 2 Seja A o conjunto ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 122 / 485 . Então 1 é um ponto interior a A.

§2.1 Breves noções de topologia em R

-1

0

1/2

1

2

Seja A o conjunto ]0, 1]. Então 1 é um ponto interior a A, 2 2 é um ponto exterior a A, −1 é um ponto exterior a A,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

122 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

-1

0

1/2

1

2

Seja A o conjunto ]0, 1]. Então 1 é um ponto interior a A, 2 2 é um ponto exterior a A, −1 é um ponto exterior a A, 0 é um ponto fronteiro a A e

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

122 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

-1

0

1/2

1

2

Seja A o conjunto ]0, 1]. Então 1 é um ponto interior a A, 2 2 é um ponto exterior a A, −1 é um ponto exterior a A, 0 é um ponto fronteiro a A e 1 é um ponto fronteiro a A.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

122 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A e representa-se por int A ou A◦ ,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A e representa-se por int A ou A◦ , o conjunto dos pontos exteriores a A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A e representa-se por int A ou A◦ , o conjunto dos pontos exteriores a A chama-se exterior de A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A e representa-se por int A ou A◦ , o conjunto dos pontos exteriores a A chama-se exterior de A e representa-se por ext A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A e representa-se por int A ou A◦ , o conjunto dos pontos exteriores a A chama-se exterior de A e representa-se por ext A e o conjunto dos pontos fronteiros a A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A e representa-se por int A ou A◦ , o conjunto dos pontos exteriores a A chama-se exterior de A e representa-se por ext A e o conjunto dos pontos fronteiros a A diz-se a fronteira de A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

O conjunto dos pontos interiores a A designa-se por interior de A e representa-se por int A ou A◦ , o conjunto dos pontos exteriores a A chama-se exterior de A e representa-se por ext A e o conjunto dos pontos fronteiros a A diz-se a fronteira de A e representa-se por fr A.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

123 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b],

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b],

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅. e)
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅. e) int ∅
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅. e) int ∅ = ∅,
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅. e) int ∅ = ∅, ext ∅
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅. e) int ∅ = ∅, ext ∅ = R,
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅. e) int ∅ = ∅, ext ∅ = R, fr ∅
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Para o intervalo A =]0, 1] temos int A =]0, 1[, ext A =] − ∞, 0[ ∪ ]1, +∞[ e fr A = {0, 1} .

b) Considerando o intervalo I =]a, b[, com a < b, verifica-se imediatamente que int I =]a, b[, ext I =] − ∞, a[ ∪ ]b, +∞[ e fr I = {a, b} .

c) Os intervalos ]a, b], [a, b[ e [a, b], onde a < b, têm o mesmo interior, o mesmo exterior e a mesma fronteira que o intervalo ]a, b[. d) int R = R, ext R = ∅, fr R = ∅. e) int ∅ = ∅, ext ∅ = R, fr ∅ = ∅.
António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 124 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a) Da definição resulta imediatamente que int A,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a) Da definição resulta imediatamente que int A, ext A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a) Da definição resulta imediatamente que int A, ext A e fr A são conjuntos disjuntos dois a dois

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a) Da definição resulta imediatamente que int A, ext A e fr A são conjuntos disjuntos dois a dois e que R = int A ∪ ext A ∪ fr A.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a) Da definição resulta imediatamente que int A, ext A e fr A são conjuntos disjuntos dois a dois e que R = int A ∪ ext A ∪ fr A. b)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a) Da definição resulta imediatamente que int A, ext A e fr A são conjuntos disjuntos dois a dois e que R = int A ∪ ext A ∪ fr A. b) Outra consequência imediata da definição é o seguinte ext A = int (R \ A)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

a) Da definição resulta imediatamente que int A, ext A e fr A são conjuntos disjuntos dois a dois e que R = int A ∪ ext A ∪ fr A. b) Outra consequência imediata da definição é o seguinte ext A = int (R \ A) e fr A = fr (R \ A) .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

125 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R se para cada ε > 0,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R se para cada ε > 0, ]a − ε, a + ε[ ∩ A = ∅.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R se para cada ε > 0, ]a − ε, a + ε[ ∩ A = ∅. O conjuntos dos pontos aderentes de um conjunto A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R se para cada ε > 0, ]a − ε, a + ε[ ∩ A = ∅. O conjuntos dos pontos aderentes de um conjunto A designa-se por aderência ou fecho de A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R se para cada ε > 0, ]a − ε, a + ε[ ∩ A = ∅. O conjuntos dos pontos aderentes de um conjunto A designa-se por aderência ou fecho de A e representa-se por A.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R se para cada ε > 0, ]a − ε, a + ε[ ∩ A = ∅. O conjuntos dos pontos aderentes de um conjunto A designa-se por aderência ou fecho de A e representa-se por A. Das definições resulta que A = int A ∪ fr A

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Um ponto a ∈ R diz-se aderente a um subconjunto A ⊆ R se para cada ε > 0, ]a − ε, a + ε[ ∩ A = ∅. O conjuntos dos pontos aderentes de um conjunto A designa-se por aderência ou fecho de A e representa-se por A. Das definições resulta que A = int A ∪ fr A e int A ⊆ A ⊆ A.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

126 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1].

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b],

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b].

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b],

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b,

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b, têm a mesma aderência que o intervalo [a, b].

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b, têm a mesma aderência que o intervalo [a, b]. d)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b, têm a mesma aderência que o intervalo [a, b]. d) Seja A = [1, 2[ ∪ {3, 4}.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b, têm a mesma aderência que o intervalo [a, b]. d) Seja A = [1, 2[ ∪ {3, 4}. Então A = [1, 2] ∪ {3, 4} .

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b, têm a mesma aderência que o intervalo [a, b]. d) Seja A = [1, 2[ ∪ {3, 4}. Então A = [1, 2] ∪ {3, 4} . e)

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b, têm a mesma aderência que o intervalo [a, b]. d) Seja A = [1, 2[ ∪ {3, 4}. Então A = [1, 2] ∪ {3, 4} . e) Obviamente, R = R

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

§2.1 Breves noções de topologia em R

Exemplos
a) Se A =]0, 1[, então A = [0, 1]. b) Dado I = [a, b], com a < b, temos I = [a, b]. c) Os intervalos ]a, b[, [a, b[ e ]a, b], onde a < b, têm a mesma aderência que o intervalo [a, b]. d) Seja A = [1, 2[ ∪ {3, 4}. Então A = [1, 2] ∪ {3, 4} . e) Obviamente, R = R e ∅ = ∅.

António Bento (UBI)

Cálculo I

2011/2012

127 / 485

1 Breves noções de topologia em R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 .§2.

1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R e a um número real.§2.

Diz-se que a é um ponto de acumulação de A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 .§2.1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R e a um número real.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 . Diz-se que a é um ponto de acumulação de A se para cada ε > 0.§2.1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R e a um número real.

a + ε[ ∩ (A \ {a}) = ∅.1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R e a um número real. ]a − ε. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 . Diz-se que a é um ponto de acumulação de A se para cada ε > 0.§2.

§2. O conjunto dos pontos de acumulação de um conjunto A representa-se por A′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 . Diz-se que a é um ponto de acumulação de A se para cada ε > 0. a + ε[ ∩ (A \ {a}) = ∅.1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R e a um número real. ]a − ε.

Diz-se que a é um ponto de acumulação de A se para cada ε > 0.1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R e a um número real. O conjunto dos pontos de acumulação de um conjunto A representa-se por A′ e designa-se por derivado.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 . a + ε[ ∩ (A \ {a}) = ∅. ]a − ε.

§2. a + ε[ ∩ (A \ {a}) = ∅. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 128 / 485 . Os pontos de A que não são pontos de acumulação de A designam-se por pontos isolados.1 Breves noções de topologia em R Sejam A um subconjunto de R e a um número real. O conjunto dos pontos de acumulação de um conjunto A representa-se por A′ e designa-se por derivado. Diz-se que a é um ponto de acumulação de A se para cada ε > 0. ]a − ε.

§2.1 Breves noções de topologia em R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .

1 Breves noções de topologia em R Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .§2.

§2.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .

§2.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b[. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .

1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. com a < b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b[.§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . com a < b. b[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a.§2. b]. é o conjunto I ′ = [a.

b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b]. b[. é o conjunto I ′ = [a. com a < b.§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . com a < b. é o conjunto I ′ = [a.§2. b]. b) Os intervalos ]a. b[. b[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a.

com a < b. b[. b].1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b[. ]a. b) Os intervalos ]a.§2. b] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . é o conjunto I ′ = [a.

b[. b]. b]. ]a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b] e [a. com a < b.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b) Os intervalos ]a. é o conjunto I ′ = [a. b[.§2.

§2. b] e [a. b[. ]a. b]. b].1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. onde a < b. b) Os intervalos ]a. é o conjunto I ′ = [a. b[. com a < b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .

b[. b[. b[. b]. b]. ]a. b) Os intervalos ]a. onde a < b. b] e [a. têm o mesmo derivado que o intervalo [a.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. com a < b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .§2. é o conjunto I ′ = [a.

b]. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. b[. onde a < b.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b[. c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . com a < b. é o conjunto I ′ = [a. b] e [a.§2. b]. b) Os intervalos ]a. b[. ]a.

]a. com a < b. b]. é o conjunto I ′ = [a. b[. c) Seja A =]0. b[. onde a < b.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b[. b] e [a.§2. b]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b) Os intervalos ]a. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. 2] ∪ {3}.

onde a < b. 2] ∪ {3}. c) Seja A =]0. b[. b] e [a. b]. é o conjunto I ′ = [a. b[. b[. Então int A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b].1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b) Os intervalos ]a. com a < b. ]a.§2. têm o mesmo derivado que o intervalo [a.

2] ∪ {3}. c) Seja A =]0.§2. onde a < b. b[. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . é o conjunto I ′ = [a.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b[. com a < b. b]. b[. Então int A =]0. 2[. b] e [a. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. ]a. b) Os intervalos ]a. b].

b] e [a. 2[. é o conjunto I ′ = [a. 2] ∪ {3}. ]a. b[. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. b) Os intervalos ]a. onde a < b.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. b].§2. ext A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b]. c) Seja A =]0. Então int A =]0. com a < b. b[. b[.

com a < b. b[. Então int A =]0. ext A =] − ∞.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. é o conjunto I ′ = [a. b[. b) Os intervalos ]a.§2. ]a. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. b[. 0[ ∪ ]2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . 3[ ∪ ]3. b]. +∞[. 2[. b]. b] e [a. onde a < b. 2] ∪ {3}. c) Seja A =]0.

2] ∪ {3}. b[. b[. b] e [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . 3[ ∪ ]3. 0[ ∪ ]2. +∞[. c) Seja A =]0.§2. ]a. fr A ext A =] − ∞. b]. b[. b]. com a < b. é o conjunto I ′ = [a. b) Os intervalos ]a.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. onde a < b. 2[. Então int A =]0. têm o mesmo derivado que o intervalo [a.

b[. b]. b) Os intervalos ]a. 2] ∪ {3}. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b] e [a. 3[ ∪ ]3. +∞[. é o conjunto I ′ = [a. ext A =] − ∞. b[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. fr A = {0. 3}. ]a. onde a < b.§2. b[. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. com a < b. c) Seja A =]0. b]. 0[ ∪ ]2. 2. Então int A =]0. 2[.

onde a < b. 3}. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. c) Seja A =]0. b) Os intervalos ]a. b[. 0[ ∪ ]2. 3[ ∪ ]3.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. Então int A =]0. b]. é o conjunto I ′ = [a. fr A = {0. A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .§2. 2] ∪ {3}. ]a. b[. ext A =] − ∞. com a < b. +∞[. 2. 2[. b] e [a. b[. b].

3[ ∪ ]3. Então int A =]0. b[. 2] ∪ {3} fr A = {0. b]. b] e [a. onde a < b. 2. b) Os intervalos ]a. 0[ ∪ ]2.§2. A = [0. b[. 2[. c) Seja A =]0. b[. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. b]. é o conjunto I ′ = [a. ext A =] − ∞. 3}. 2] ∪ {3}. ]a. com a < b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . +∞[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a.

3[ ∪ ]3. b) Os intervalos ]a. b[. b[. com a < b. é o conjunto I ′ = [a. onde a < b. ]a. +∞[. b[. ext A =] − ∞. c) Seja A =]0. 2. 0[ ∪ ]2. 2[. 3}. A′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b]. 2] ∪ {3} e fr A = {0. b] e [a. b].§2. 2] ∪ {3}. têm o mesmo derivado que o intervalo [a.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. Então int A =]0. A = [0.

é o conjunto I ′ = [a. Então int A =]0. 2] ∪ {3} e fr A = {0. b]. 0[ ∪ ]2. com a < b. b]. b[. 3}. b) Os intervalos ]a. ext A =] − ∞. A′ = [0. 2. onde a < b.§2. b[. A = [0. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. 3[ ∪ ]3. 2]. b] e [a. +∞[. c) Seja A =]0. 2[. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. ]a. 2] ∪ {3}. b[.

com a < b. 2. b]. c) Seja A =]0. 2] ∪ {3} e fr A = {0. 2[. b] e [a. b]. +∞[. é o conjunto I ′ = [a. 3[ ∪ ]3. 3}. 2] ∪ {3}. A′ = [0. A = [0. onde a < b. b[. 2].§2. b) Os intervalos ]a. Então int A =]0. b[. ]a. d) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b[. ext A =] − ∞. têm o mesmo derivado que o intervalo [a.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. 0[ ∪ ]2.

Então int A =]0. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. b]. 2] ∪ {3}. d) R′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. com a < b. b] e [a.§2. ]a. b) Os intervalos ]a. b[. onde a < b. ext A =] − ∞. A′ = [0. c) Seja A =]0. +∞[. b[. b]. 3}. 0[ ∪ ]2. b[. 3[ ∪ ]3. 2] ∪ {3} e fr A = {0. 2[. é o conjunto I ′ = [a. 2]. 2. A = [0.

2[. 2. A = [0. com a < b.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a.§2. d) R′ = R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b[. b) Os intervalos ]a. +∞[. 3}. b]. b]. 2] ∪ {3}. 2]. b] e [a. é o conjunto I ′ = [a. Então int A =]0. A′ = [0. ext A =] − ∞. c) Seja A =]0. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. onde a < b. 2] ∪ {3} e fr A = {0. b[. 0[ ∪ ]2. 3[ ∪ ]3. b[. ]a.

onde a < b. com a < b. +∞[.§2. b] e [a. 3[ ∪ ]3. A = [0. 2] ∪ {3}. d) R′ = R e ∅′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . b[. 2[. A′ = [0. Então int A =]0. 2]. b[. b]. b[. ]a. 2] ∪ {3} e fr A = {0. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. é o conjunto I ′ = [a. 3}. c) Seja A =]0. ext A =] − ∞. 2.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. 0[ ∪ ]2. b) Os intervalos ]a. b].

2] ∪ {3} e fr A = {0. onde a < b. 3}. 0[ ∪ ]2. A = [0. b].1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) O derivado do intervalo I = [a. c) Seja A =]0. b[.§2. têm o mesmo derivado que o intervalo [a. b) Os intervalos ]a. A′ = [0. d) R′ = R e ∅′ = ∅. 2]. ]a. +∞[. com a < b. 3[ ∪ ]3. 2] ∪ {3}. b]. Então int A =]0. é o conjunto I ′ = [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 129 / 485 . 2[. 2. b[. b[. ext A =] − ∞. b] e [a.

1 Breves noções de topologia em R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 130 / 485 .§2.

1 Breves noções de topologia em R Um subconjunto A de R diz-se aberto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 130 / 485 .§2.

1 Breves noções de topologia em R Um subconjunto A de R diz-se aberto se A = int A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 130 / 485 .§2.

1 Breves noções de topologia em R Um subconjunto A de R diz-se aberto se A = int A e diz-se fechado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 130 / 485 .§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 130 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Um subconjunto A de R diz-se aberto se A = int A e diz-se fechado se A = A.

1 Breves noções de topologia em R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 .§2.

§2.1 Breves noções de topologia em R Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 .

§2.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 .

1[=]0. 1[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 .

1[. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . 1[=]0.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. 1[ é um conjunto aberto.§2. temos que ]0.

]0. temos que ]0. Por outro lado. 1] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 .§2. 1[ é um conjunto aberto. 1[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. 1[=]0. 1[ = [0.

]0. 1[ não é fechado. ]0. por conseguinte. 1[. Por outro lado.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. temos que ]0. 1[ = [0. 1[=]0.§2. 1[ é um conjunto aberto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . 1] e.

1[. 1[=]0. ]0. 1[ não é fechado.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. ]0. temos que ]0. 1] e. 1[ = [0. por conseguinte. 1[ é um conjunto aberto.§2. Por outro lado. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 .

]0. Por outro lado. b) O intervalo [0. 1[=]0. 1[ = [0. 1] é um conjunto fechado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . 1] e.§2. ]0. por conseguinte. 1[ não é fechado. 1[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. temos que ]0. 1[ é um conjunto aberto.

1] é um conjunto fechado porque [0.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. 1] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . 1[ é um conjunto aberto. temos que ]0. 1[ = [0. ]0. ]0. 1[.§2. 1] e. 1[ não é fechado. b) O intervalo [0. Por outro lado. 1[=]0. 1] = [0. por conseguinte.

§2. 1] = [0. 1[ não é fechado. ]0. por conseguinte. b) O intervalo [0. 1[=]0. 1] e.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. 1[. 1] é um conjunto fechado porque [0. ]0. Por outro lado. 1[ é um conjunto aberto. 1] e não é um conjunto aberto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . 1[ = [0. temos que ]0.

1] é um conjunto fechado porque [0. b) O intervalo [0. 1] e não é um conjunto aberto porque int [0. 1[. 1[. 1] =]0. 1] e. ]0.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. 1] = [0. 1[=]0. 1[ é um conjunto aberto. 1[ não é fechado. temos que ]0. 1[ = [0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . ]0. Por outro lado. por conseguinte.§2.

1] = [0. temos que ]0. Por outro lado. 1] é um conjunto fechado porque [0. por conseguinte. c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . 1[.§2. ]0. 1[ é um conjunto aberto. 1[ = [0. 1[ não é fechado. b) O intervalo [0. 1[=]0. 1] =]0. 1[. 1] e.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. ]0. 1] e não é um conjunto aberto porque int [0.

Por outro lado. temos que ]0. 1[. 1] = [0. 1[.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. 1[ é um conjunto aberto. b) O intervalo [0. 1[ = [0. 1] e.§2. 1[ não é fechado. 1[=]0. ]0. 1] e não é um conjunto aberto porque int [0. 1] =]0. c) Os conjuntos ∅ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . ]0. 1] é um conjunto fechado porque [0. por conseguinte.

1[. ]0. c) Os conjuntos ∅ e R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 . Por outro lado. temos que ]0. 1] é um conjunto fechado porque [0. 1] = [0. 1] e não é um conjunto aberto porque int [0. b) O intervalo [0.§2.1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. ]0. 1[ é um conjunto aberto. 1[=]0. por conseguinte. 1] e. 1[. 1[ não é fechado. 1[ = [0. 1] =]0.

Por outro lado. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 131 / 485 .1 Breves noções de topologia em R Exemplos a) Como int ]0. c) Os conjuntos ∅ e R são simultaneamente abertos e fechados. 1] =]0. 1[=]0. ]0. 1[ = [0. 1[. 1[. 1] e. 1[ não é fechado. 1] = [0. por conseguinte. 1] é um conjunto fechado porque [0. b) O intervalo [0.§2. temos que ]0. ]0. 1] e não é um conjunto aberto porque int [0. 1[ é um conjunto aberto.

propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 132 / 485 .Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição.

propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .§2.2 Limites: definição.

propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.2 Limites: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .§2.

f : D → R uma função. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 . propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.2 Limites: definição.§2.

§2. a um ponto de acumulação de D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .2 Limites: definição. f : D → R uma função. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.

propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 . a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. f : D → R uma função.§2.2 Limites: definição.

propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. f : D → R uma função.2 Limites: definição. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .§2.

§2. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.2 Limites: definição. e escreve-se x→a lim f (x) = b. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. f : D → R uma função. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .

Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. f : D → R uma função.2 Limites: definição. se para cada ε > 0.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 . a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. e escreve-se x→a lim f (x) = b. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.

2 Limites: definição. e escreve-se x→a lim f (x) = b. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. se para cada ε > 0. f : D → R uma função. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .§2.

existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. f : D → R uma função. e escreve-se x→a lim f (x) = b.§2. se para cada ε > 0.2 Limites: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 . a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a.

tem-se o seguinte x→a lim f (x) = b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .2 Limites: definição.§2. f : D → R uma função. Simbolicamente. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. se para cada ε > 0. e escreve-se x→a lim f (x) = b. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R.

Simbolicamente. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ.§2. tem-se o seguinte x→a lim f (x) = b ⇔ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 . se para cada ε > 0.2 Limites: definição. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. f : D → R uma função. e escreve-se x→a lim f (x) = b. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.

existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R.2 Limites: definição. tem-se o seguinte x→a lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 . se para cada ε > 0. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. e escreve-se x→a lim f (x) = b. Simbolicamente.§2. f : D → R uma função.

§2. existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. f : D → R uma função. e escreve-se x→a lim f (x) = b. Simbolicamente. tem-se o seguinte x→a lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .2 Limites: definição. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. se para cada ε > 0. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a.

existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. se para cada ε > 0. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a. Simbolicamente. f : D → R uma função. e escreve-se x→a lim f (x) = b.2 Limites: definição. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. tem-se o seguinte x→a lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 .§2.

existe δ > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ.§2. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. a um ponto de acumulação de D e b ∈ R. tem-se o seguinte x→a lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 133 / 485 . e escreve-se x→a lim f (x) = b.2 Limites: definição. Simbolicamente. f : D → R uma função. se para cada ε > 0. Diz-se que b é o limite (de f ) quando x tende para a.

2 Limites: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 .§2.

§2. propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 .2 Limites: definição.

propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ.§2.2 Limites: definição. a + δ[\ {a} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 .

2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ. a + δ[\ {a} e que |f (x) − b| < ε António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 . b + ε[. a + δ[\ {a} e que |f (x) − b| < ε ⇔ f (x) ∈ ]b − ε.2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ.

2 Limites: definição. propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ. b + ε[.§2. a + δ[\ {a} e que tem-se o seguinte x→a |f (x) − b| < ε ⇔ f (x) ∈ ]b − ε. lim f (x) = b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 .

2 Limites: definição. a + δ[\ {a} e que tem-se o seguinte x→a |f (x) − b| < ε ⇔ f (x) ∈ ]b − ε. b + ε[.§2. lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 . propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ.

a + δ[\ {a} e que tem-se o seguinte x→a |f (x) − b| < ε ⇔ f (x) ∈ ]b − ε. b + ε[.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ. lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 .§2.

b + ε[.2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ. lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 . a + δ[\ {a} e que tem-se o seguinte x→a |f (x) − b| < ε ⇔ f (x) ∈ ]b − ε.

propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ. lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (x ∈ ]a − δ. a + δ[\ {a} e que tem-se o seguinte x→a |f (x) − b| < ε ⇔ f (x) ∈ ]b − ε. b + ε[. a + δ[ \ {a} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 .§2.2 Limites: definição.

a + δ[\ {a} e que tem-se o seguinte x→a |f (x) − b| < ε ⇔ f (x) ∈ ]b − ε.§2. b + ε[.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Tendo em conta que 0 < |x − a| < δ ⇔ x ∈ ]a − δ. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 134 / 485 . lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (x ∈ ]a − δ. a + δ[ \ {a} ⇒ f (x) ∈ ]b − ε. b + ε[) .

2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .

propriedades e exemplos Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .§2.2 Limites: definição.

propriedades e exemplos y x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .§2.2 Limites: definição.

2 Limites: definição. propriedades e exemplos y x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .§2.

2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos y f (a) b a x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .

§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos y f (a) b+ε b b−ε a x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .

§2. propriedades e exemplos y f (a) b+ε b b−ε a−δ a a+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .2 Limites: definição.

propriedades e exemplos y f (a) b+ε b b−ε a−δa−δ a a+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .2 Limites: definição.§2.

propriedades e exemplos y f (a) b+ε b b−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .2 Limites: definição.§2.

§2. propriedades e exemplos y f (a) b+ε b+ε b b−ε b−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .2 Limites: definição.

§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos y f (a) b+ε b+ε b b−ε b−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .

§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos y f (a) b+ε b+ε b b−ε b−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .

2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos y f (a) b+ε b+ε b b−ε b−ε a−δa−δa−δ aa+δ a+δa+δ a−δ a+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .

§2. propriedades e exemplos y f (a) b+ε b+ε b b−ε b−ε a−δa−δa−δ aa+δ a+δa+δ a−δ a+δ x Interpretação geométrica do conceito de limite de uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 135 / 485 .2 Limites: definição.

§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .

2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Propriedades dos limites António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R.2 Limites: definição.§2.

propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. f.2 Limites: definição. g : D → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . g : D → R e a um ponto de acumulação de D. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. f.2 Limites: definição.§2.

Suponhamos que existem lim f (x) x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . g : D → R e a um ponto de acumulação de D. f.§2. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R.2 Limites: definição.

Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). g : D → R e a um ponto de acumulação de D. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. f.2 Limites: definição.§2. x→a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .

§2. Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. g : D → R e a um ponto de acumulação de D. Então x→a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . f.2 Limites: definição.

f.2 Limites: definição. g : D → R e a um ponto de acumulação de D. Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. Então x→a x→a a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .§2.

Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x).2 Limites: definição. f. Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .§2. g : D → R e a um ponto de acumulação de D. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R.

propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R.2 Limites: definição. f.§2. Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). g : D → R e a um ponto de acumulação de D.

2 Limites: definição. Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). x→a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. g : D → R e a um ponto de acumulação de D. f. Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x).§2.

Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x).§2.2 Limites: definição. f. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. x→a x→a b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . g : D → R e a um ponto de acumulação de D.

x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). g : D → R e a um ponto de acumulação de D.§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. f.

2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. g : D → R e a um ponto de acumulação de D. f. Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] e x→a x→a lim [f (x)g(x)] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .§2.

Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R.§2.2 Limites: definição. Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). g : D → R e a um ponto de acumulação de D. x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] e x→a x→a lim [f (x)g(x)] = lim f (x) . lim g(x) . f. x→a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .

propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). f. x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] e x→a x→a lim [f (x)g(x)] = lim f (x) . g : D → R e a um ponto de acumulação de D.2 Limites: definição. x→a x→a c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). lim g(x) .§2.

Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). x→a x→a c) se lim g(x) = 0. f. x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . g : D → R e a um ponto de acumulação de D.2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] e x→a x→a lim [f (x)g(x)] = lim f (x) . lim g(x) .

existe lim x→a f (x) x→a g(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 . Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). g : D → R e a um ponto de acumulação de D.§2. x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] e x→a x→a lim [f (x)g(x)] = lim f (x) . propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. x→a x→a c) se lim g(x) = 0. Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). lim g(x) .2 Limites: definição. f.

x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] e x→a x→a lim [f (x)g(x)] = lim f (x) . lim g(x) . g : D → R e a um ponto de acumulação de D. Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). x→a x→a c) se lim g(x) = 0. existe lim x→a f (x) e x→a g(x) lim f (x) g(x) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 x→a António Bento (UBI) . f.§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R.

propriedades e exemplos Propriedades dos limites Sejam D ⊆ R. Suponhamos que existem lim f (x) e lim g(x). x→a g(x) lim g(x) lim x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 136 / 485 .2 Limites: definição. f. g : D → R e a um ponto de acumulação de D. existe lim x→a f (x) e x→a g(x) lim f (x) f (x) = x→a . Então x→a x→a a) existe lim [f (x) + g(x)] e x→a x→a lim [f (x) + g(x)] = lim f (x) + lim g(x). x→a x→a c) se lim g(x) = 0.§2. x→a x→a b) existe lim [f (x)g(x)] e x→a x→a lim [f (x)g(x)] = lim f (x) . lim g(x) .

2 Limites: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 .§2.

§2. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 .2 Limites: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 .2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R.§2.

2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R. f. g : D ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 .

2 Limites: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R. f.§2. g : D ⊆ R → R e a um ponto de acumulação de D.

§2. g : D ⊆ R → R e a um ponto de acumulação de D.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R. Suponhamos que lim f (x) = 0 x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 . f.

2 Limites: definição.§2. f. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R. g : D ⊆ R → R e a um ponto de acumulação de D. Suponhamos que lim f (x) = 0 x→a e que g é uma função limitada em D ∩ ]a − δ. a + δ[ para algum δ > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 .

§2. isto é.2 Limites: definição. f. a + δ[ para algum δ > 0. existe c > 0 tal que |g(x)| c para qualquer x ∈ ]a − δ. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R. a + δ[ ∩ D. g : D ⊆ R → R e a um ponto de acumulação de D. Suponhamos que lim f (x) = 0 x→a e que g é uma função limitada em D ∩ ]a − δ.

Suponhamos que lim f (x) = 0 x→a e que g é uma função limitada em D ∩ ]a − δ. g : D ⊆ R → R e a um ponto de acumulação de D.§2. isto é.2 Limites: definição. existe c > 0 tal que |g(x)| Então x→a c para qualquer x ∈ ]a − δ. a + δ[ para algum δ > 0. f. lim [f (x).g(x)] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 . a + δ[ ∩ D. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R.

a + δ[ ∩ D.g(x)] = 0. a + δ[ para algum δ > 0. Suponhamos que lim f (x) = 0 x→a e que g é uma função limitada em D ∩ ]a − δ.§2.2 Limites: definição. lim [f (x). propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam D ⊆ R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 137 / 485 . isto é. f. g : D ⊆ R → R e a um ponto de acumulação de D. existe c > 0 tal que |g(x)| Então x→a c para qualquer x ∈ ]a − δ.

propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 .2 Limites: definição.§2.

2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 .§2.

§2.2 Limites: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R.

§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R. g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 .

g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real.2 Limites: definição.§2. Suponhamos que a ∈ R é um ponto de acumulação de Df António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R.

propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 .2 Limites: definição. Suponhamos que a ∈ R é um ponto de acumulação de Df e que b ∈ Dg é um ponto de acumulação de Dg . g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real.

propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R.2 Limites: definição. Se x→a lim f (x) = b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 .§2. g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real. Suponhamos que a ∈ R é um ponto de acumulação de Df e que b ∈ Dg é um ponto de acumulação de Dg .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R. Se x→a lim f (x) = b e x→b lim g(x) = g(b). g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real.2 Limites: definição.§2. Suponhamos que a ∈ R é um ponto de acumulação de Df e que b ∈ Dg é um ponto de acumulação de Dg .

Se x→a lim f (x) = b e x→b lim g(x) = g(b). então x→a lim (g ◦ f )(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 .2 Limites: definição. Suponhamos que a ∈ R é um ponto de acumulação de Df e que b ∈ Dg é um ponto de acumulação de Dg . g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real.§2. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R.

Suponhamos que a ∈ R é um ponto de acumulação de Df e que b ∈ Dg é um ponto de acumulação de Dg . g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real.§2. então x→a lim (g ◦ f )(x) = lim g(f (x)) x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 .2 Limites: definição. propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R. Se x→a lim f (x) = b e x→b lim g(x) = g(b).

Se x→a lim f (x) = b e x→b lim g(x) = g(b).2 Limites: definição.§2. então x→a lim (g ◦ f )(x) = lim g(f (x)) = g(b). propriedades e exemplos Propriedades dos limites (continuação) Sejam f : Df ⊆ R → R. Suponhamos que a ∈ R é um ponto de acumulação de Df e que b ∈ Dg é um ponto de acumulação de Dg . x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 138 / 485 . g : Dg ⊆ R → R duas funções reais de variável real.

2 Limites: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 .§2.

x→0 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 .2 Limites: definição. propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1.§2.

x→0 x lim A partir deste limite podemos calcular lim ln(1 + x) . x x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 .2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1.

2 Limites: definição. Fazendo a x x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 . x→0 x lim A partir deste limite podemos calcular lim mudança de variável ln(1 + x) = y. propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1. ln(1 + x) .§2.

2 Limites: definição.§2. x→0 x lim ln(1 + x) . tem-se x = e A partir deste limite podemos calcular lim x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 . propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1. Fazendo a x y −1 mudança de variável ln(1 + x) = y.

2 Limites: definição. Fazendo a x y −1 e quando x → 0 mudança de variável ln(1 + x) = y. A partir deste limite podemos calcular lim x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 . x→0 x lim ln(1 + x) . tem-se x = e tem-se y → 0.§2. propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1.

2 Limites: definição. A partir deste limite podemos calcular lim x→0 ln(1 + x) x→0 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 . Assim. Fazendo a x y −1 e quando x → 0 mudança de variável ln(1 + x) = y.§2. tem-se x = e tem-se y → 0. x→0 x lim ln(1 + x) . propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1.

2 Limites: definição. x→0 x lim ln(1 + x) .§2. propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1. Fazendo a x y −1 e quando x → 0 mudança de variável ln(1 + x) = y. A partir deste limite podemos calcular lim x→0 ln(1 + x) y = lim y x→0 y→0 e −1 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 . tem-se x = e tem-se y → 0. Assim.

§2. Assim. A partir deste limite podemos calcular lim x→0 ln(1 + x) y = lim y = lim x→0 y→0 e −1 y→0 x lim 1 ey −1 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 .2 Limites: definição. Fazendo a x y −1 e quando x → 0 mudança de variável ln(1 + x) = y. tem-se x = e tem-se y → 0. x→0 x lim ln(1 + x) . propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1.

tem-se x = e tem-se y → 0. x→0 x lim ln(1 + x) . Fazendo a x y −1 e quando x → 0 mudança de variável ln(1 + x) = y.2 Limites: definição. A partir deste limite podemos calcular lim x→0 ln(1 + x) y = lim y = lim x→0 y→0 e −1 y→0 x lim 1 ey −1 y = 1 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 .§2. propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1. Assim.

tem-se x = e tem-se y → 0. 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 139 / 485 . Assim.§2. Fazendo a x y −1 e quando x → 0 mudança de variável ln(1 + x) = y. x→0 x lim ln(1 + x) . propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1.2 Limites: definição. A partir deste limite podemos calcular lim x→0 ln(1 + x) y = lim y = lim x→0 y→0 e −1 y→0 x lim 1 ey −1 y = 1 = 1.

2 Limites: definição. x Cálculo I 2011/2012 139 / 485 António Bento (UBI) . 1 lim ln(1 + x) = 1. Fazendo a x y −1 e quando x → 0 mudança de variável ln(1 + x) = y. A partir deste limite podemos calcular lim x→0 ln(1 + x) y = lim y = lim x→0 y→0 e −1 y→0 x lim Logo x→0 1 ey −1 y = 1 = 1. Assim.§2. propriedades e exemplos Um dos limites mais conhecidos é o seguinte ex −1 = 1. x→0 x lim ln(1 + x) . tem-se x = e tem-se y → 0.

propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 .2 Limites: definição.§2.

propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1.2 Limites: definição.§2. x x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 .

propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 .2 Limites: definição. x x→0 Usando este limite podemos calcular vários outros limites.§2.

propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1. Por exemplo.§2. x x→0 Usando este limite podemos calcular vários outros limites. tg x x→0 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 .2 Limites: definição.

§2. sen x tg x = lim cos x x→0 x x→0 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 . x x→0 Usando este limite podemos calcular vários outros limites.2 Limites: definição. Por exemplo. propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1.

2 Limites: definição.§2. x x→0 Usando este limite podemos calcular vários outros limites. propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1. sen x 1 sen x tg x = lim cos x = lim x→0 x x→0 cos x x→0 x x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 . Por exemplo.

propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1. x x→0 Usando este limite podemos calcular vários outros limites. sen x 1 sen x 1 tg x = lim cos x = lim = 1 x→0 x x→0 cos x x→0 x x 1 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 . Por exemplo.§2.2 Limites: definição.

propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1. sen x 1 sen x 1 tg x = lim cos x = lim = 1 = 1. x x→0 Usando este limite podemos calcular vários outros limites. x→0 x x→0 cos x x→0 x x 1 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 . Por exemplo.2 Limites: definição.§2.

2 Limites: definição. propriedades e exemplos Outro limite bastante importante é o seguinte: lim sen x = 1. Por exemplo. sen x 1 sen x 1 tg x = lim cos x = lim = 1 = 1. x→0 x x→0 cos x x→0 x x 1 lim Portanto x→0 lim tg x = 1. x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 140 / 485 . x x→0 Usando este limite podemos calcular vários outros limites.§2.

§2. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 .2 Limites: definição.

§2. 2 x→0 x 2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 .2 Limites: definição. propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = .

1 − cos x x→0 x2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 . 2 x→0 x 2 lim De facto.§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = .

1 − cos x (1 − cos x)(1 + cos x) = lim 2 x→0 x→0 x x2 (1 + cos x) lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 .§2. propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = .2 Limites: definição. 2 x→0 x 2 lim De facto.

2 Limites: definição. 1 − cos x (1 − cos x)(1 + cos x) = lim 2 x→0 x→0 x x2 (1 + cos x) 1 1 − cos2 x = lim x→0 x2 (1 + cos x) lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 . 2 x→0 x 2 lim De facto. propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = .§2.

1 − cos x (1 − cos x)(1 + cos x) = lim 2 x→0 x→0 x x2 (1 + cos x) 1 1 − cos2 x = lim x→0 x2 (1 + cos x) sen2 x 1 = lim 2 x→0 x (1 + cos x) lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 .§2. 2 x→0 x 2 lim De facto.2 Limites: definição. propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = .

2 Limites: definição.§2. 2 x→0 x 2 lim De facto. propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = . 1 − cos x (1 − cos x)(1 + cos x) = lim 2 x→0 x→0 x x2 (1 + cos x) 1 1 − cos2 x = lim x→0 x2 (1 + cos x) sen2 x 1 = lim 2 x→0 x (1 + cos x) sen x 2 1 = lim x→0 x (1 + cos x) lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 .

§2. propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = . 1 − cos x (1 − cos x)(1 + cos x) = lim 2 x→0 x→0 x x2 (1 + cos x) 1 1 − cos2 x = lim x→0 x2 (1 + cos x) sen2 x 1 = lim 2 x→0 x (1 + cos x) sen x 2 1 = lim x→0 x (1 + cos x) 1 = 12 2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 . 2 x→0 x 2 lim De facto.2 Limites: definição.

2 Limites: definição.§2. 1 − cos x (1 − cos x)(1 + cos x) = lim 2 x→0 x→0 x x2 (1 + cos x) 1 1 − cos2 x = lim x→0 x2 (1 + cos x) sen2 x 1 = lim 2 x→0 x (1 + cos x) sen x 2 1 = lim x→0 x (1 + cos x) 1 1 = 12 = . propriedades e exemplos Vejamos que 1 1 − cos x = . 2 x→0 x 2 lim De facto. 2 2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 141 / 485 .

§2.2 Limites: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .

2 Limites: definição.§2. propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1. x→0 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .§2.2 Limites: definição.

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .§2.2 Limites: definição.

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.2 Limites: definição. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim arc sen x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .§2.

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.2 Limites: definição.§2. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y arc sen x = lim y→0 sen y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .

§2.2 Limites: definição. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 arc sen x = lim = lim sen y y→0 sen y y→0 x y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 . propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.

§2. propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.2 Limites: definição. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = y→0 sen y y→0 x 1 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.§2. y→0 sen y y→0 x 1 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .2 Limites: definição. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = = 1.

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.§2. y→0 sen y y→0 x 1 y Para o segundo limite fazemos a mudança de variável y = arc tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 . x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = = 1.2 Limites: definição.

2 Limites: definição.§2. y→0 sen y y→0 x 1 y Para o segundo limite fazemos a mudança de variável y = arc tg x e vem x→0 lim arc tg x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 . propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = = 1.

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.2 Limites: definição. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = = 1. y→0 sen y y→0 x 1 y Para o segundo limite fazemos a mudança de variável y = arc tg x e vem x→0 lim arc tg x y = lim y→0 tg y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .§2.

x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = = 1. propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.§2. y→0 sen y y→0 x 1 y Para o segundo limite fazemos a mudança de variável y = arc tg x e vem x→0 lim arc tg x y 1 = lim = lim tg y y→0 tg y y→0 x y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .2 Limites: definição.

x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = = 1.§2. y→0 sen y y→0 x 1 y Para o segundo limite fazemos a mudança de variável y = arc tg x e vem x→0 lim arc tg x y 1 1 = lim = lim tg y = y→0 tg y y→0 x 1 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 . propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1.2 Limites: definição.

propriedades e exemplos Provemos que arc sen x =1 x→0 x lim e arc tg x =1. x→0 x lim No primeiro limite fazemos a mudança de variável arc sen x = y e obtemos x→0 lim y 1 1 arc sen x = lim = lim sen y = = 1.2 Limites: definição. y→0 sen y y→0 x 1 y Para o segundo limite fazemos a mudança de variável y = arc tg x e vem x→0 lim arc tg x y 1 1 = lim = lim tg y = = 1. y→0 tg y y→0 x 1 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 142 / 485 .§2.

propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 143 / 485 .Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 . f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D.

§2. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D.

e escreve-se x→a lim f (x) = +∞. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 . Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D.§2.

f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 . e escreve-se x→a lim f (x) = +∞.§2. se para cada L > 0.

f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a.§2. se para cada L > 0. e escreve-se x→a lim f (x) = +∞.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 . existe δ > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ.

Simbolicamente. e escreve-se x→a lim f (x) = +∞. existe δ > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ.§2. f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D. x→a lim f (x) = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 . se para cada L > 0.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a.

se para cada L > 0. x→a lim f (x) = +∞ ⇔ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 .§2. e escreve-se x→a lim f (x) = +∞. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D. existe δ > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. Simbolicamente.

f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D. existe δ > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. Simbolicamente. se para cada L > 0. x→a lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a.§2. e escreve-se x→a lim f (x) = +∞.

x→a lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R.§2. existe δ > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. Simbolicamente. e escreve-se x→a lim f (x) = +∞. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a. se para cada L > 0. f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D.

x→a lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 . se para cada L > 0. e escreve-se x→a lim f (x) = +∞. f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D.§2. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a. existe δ > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. Simbolicamente.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R.

existe δ > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que 0 < |x − a| < δ. x→a lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 < |x − a| < δ ⇒ f (x) > L) . Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para a.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função e a um ponto de acumulação de D.§2. e escreve-se x→a lim f (x) = +∞. Simbolicamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 144 / 485 . se para cada L > 0.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y f (a) a x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y f (a) a x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L f (a) a x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y L f (a) a x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito y L f (a) a−δ a a+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito y L f (a) a−δa−δ a a+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L f (a) a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y L L f (a) a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L f (a) a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L f (a) a−δa−δa−δa−δ a a+δa+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L f (a) a−δa−δa−δa−δ a a+δa+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L f (a) a−δa−δa−δa−δ a a+δa+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L L f (a) a−δa−δa−δa−δ a a+δa+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L L f (a) a−δa−δa−δa−δ a a+δa+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L L f (a) a−δa−δa−δa−δ a a+δa+δa+δa+δ x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 145 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado.§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado.§2. f : D → R uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. f : D → R uma função e b ∈ R.§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 . Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. f : D → R uma função e b ∈ R.§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado.§2. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b. f : D → R uma função e b ∈ R. Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞. f : D → R uma função e b ∈ R.§2. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b. se para cada ε > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .

existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b. f : D → R uma função e b ∈ R.§2. se para cada ε > 0. Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞.

Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞. se para cada ε > 0. existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que x > M . f : D → R uma função e b ∈ R.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .§2.

se para cada ε > 0. f : D → R uma função e b ∈ R.§2. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b. x→+∞ lim f (x) = b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 . Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞. existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que x > M . Simbolicamente.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado.

se para cada ε > 0. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞. f : D → R uma função e b ∈ R. Simbolicamente. x→+∞ lim f (x) = b ⇔ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .§2. existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que x > M .

Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. Simbolicamente. f : D → R uma função e b ∈ R.§2. se para cada ε > 0. x→+∞ lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 . existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que x > M . e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b.

se para cada ε > 0. Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞. existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que x > M . Simbolicamente. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b. x→+∞ lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃M > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .§2. f : D → R uma função e b ∈ R.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado.

existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que x > M . Simbolicamente. f : D → R uma função e b ∈ R. Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞.§2. se para cada ε > 0. x→+∞ lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃M > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 146 / 485 .§2. x→+∞ lim f (x) = b ⇔ ∀ε > 0 ∃M > 0 ∀x ∈ D (x > M ⇒ |f (x) − b| < ε) . se para cada ε > 0. existe M > 0 tal que |f (x) − b| < ε para qualquer x ∈ D tal que x > M .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = b. Dizemos que f tende para b quando x tende para +∞. f : D → R uma função e b ∈ R. Simbolicamente.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b b−ε x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b b−ε M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b b−ε M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b b−ε M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b b−ε b−ε M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b b−ε b−ε M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b b−ε b−ε M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b b−ε b−ε M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b+ε b b−ε b−ε b−ε M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b+ε b b−ε b−ε b−ε M M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b+ε b b−ε b−ε b−ε M M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b+ε b b−ε b−ε b−ε M M M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y b+ε b+ε b+ε b b−ε b−ε b−ε M M M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 147 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 . Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞.§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞.

e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞. se para cada L > 0.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 . Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.

3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. se para cada L > 0. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞. existe M > 0 tal que f (x) > L António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .§2.

Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞. existe M > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que x > M . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .§2. se para cada L > 0.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.

x→+∞ lim f (x) = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 . Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞. existe M > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que x > M .3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. se para cada L > 0. Formalmente.§2. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞.

§2. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞. x→+∞ lim f (x) = +∞ ⇔ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 . se para cada L > 0.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. Formalmente. existe M > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que x > M .

§2. existe M > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que x > M . e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞. x→+∞ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 . Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞. se para cada L > 0.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. Formalmente.

Formalmente. existe M > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que x > M . e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞.§2. se para cada L > 0. x→+∞ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃M > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .

Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞. se para cada L > 0. existe M > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que x > M . Formalmente. x→+∞ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃M > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞.

Diz-se que f tende para +∞ quando x tende para +∞. e escreve-se x→+∞ lim f (x) = +∞. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 148 / 485 . Formalmente.3 Limites infinitos e limites no infinito Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. x→+∞ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃M > 0 ∀x ∈ D (x > M ⇒ f (x) > L) . existe M > 0 tal que f (x) > L para qualquer x ∈ D tal que x > M .§2. se para cada L > 0.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y L x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito y L M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito y L M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L L M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L L M M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito y L L L L M M M M M M x Interpretação geométrica de lim f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 149 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 . Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.

§2. • António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 . Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. • lim f (x) = −∞ x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 . Assim.

Assim. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.§2.

Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. Assim. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • x→−∞ lim f (x) = b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .§2.

§2. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. Assim.

Assim.§2. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.

Assim.§2. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.

§2. Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .

Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .§2.

Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.§2. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→+∞ x→−∞ lim f (x) = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. Assim. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→+∞ x→−∞ lim f (x) = +∞ se lim f (−x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .

§2. Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→+∞ x→−∞ lim f (x) = +∞ se lim f (−x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos.§2. Assim. • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→+∞ x→−∞ lim f (x) = +∞ se lim f (−x) = +∞ x→+∞ x→−∞ lim f (x) = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .

• lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→a x→a • • • • x→−∞ lim f (x) = b se lim f (−x) = b x→+∞ x→+∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞ x→+∞ x→−∞ lim f (x) = +∞ se lim f (−x) = +∞ x→+∞ x→−∞ lim f (x) = −∞ se lim −f (−x) = +∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 150 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A partir dos três limites anteriores podemos definir os restantes casos. Assim.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (−∞) + a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (−∞) + a = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (−∞) + a = −∞ = a + (−∞) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (+∞) + (+∞) (−∞) + a = −∞ = a + (−∞) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (+∞) + (+∞) = +∞ (−∞) + a = −∞ = a + (−∞) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (+∞) + (+∞) = +∞ (−∞) + (−∞) (−∞) + a = −∞ = a + (−∞) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (+∞) + (+∞) = +∞ (−∞) + a = −∞ = a + (−∞) (−∞) + (−∞) = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 151 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Nos limites infinitos podemos usar a regra do limite da soma desde que se adoptem as convenções (+∞) + a = +∞ = a + (+∞) (+∞) + (+∞) = +∞ (−∞) + a = −∞ = a + (−∞) (−∞) + (−∞) = −∞ onde a é um número real qualquer.§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

podemos usar a regra do limite do produto: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.§2.

§2. podemos usar a regra do limite do produto: (+∞) × a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.

§2. podemos usar a regra do limite do produto: (+∞) × a = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.

3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem. podemos usar a regra do limite do produto: (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem. podemos usar a regra do limite do produto: (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (−∞) × a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

podemos usar a regra do limite do produto: (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (−∞) × a = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.§2.

podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.§2.

§2. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.

§2. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.

§2. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.

3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.§2. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (−∞) × a (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

§2. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (−∞) × a = +∞ (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (−∞) × a = +∞ = a × (−∞) onde a ∈ R− (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × (+∞) (−∞) × a = +∞ = a × (−∞) onde a ∈ R− (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.§2. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × (+∞) = +∞ (−∞) × a = +∞ = a × (−∞) onde a ∈ R− (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × (+∞) = +∞ = (−∞) × (−∞) (−∞) × a = +∞ = a × (−∞) onde a ∈ R− (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .§2.

podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × (+∞) = +∞ = (−∞) × (−∞) (+∞) × (−∞) (−∞) × a = +∞ = a × (−∞) onde a ∈ R− (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem. podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × (+∞) = +∞ = (−∞) × (−∞) (+∞) × (−∞) = −∞ (−∞) × a = +∞ = a × (−∞) onde a ∈ R− (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .

podemos usar a regra do limite do produto: (−∞) × a = −∞ = a × (−∞) onde a ∈ R+ (+∞) × a = +∞ = a × (+∞) onde a ∈ R+ (+∞) × (+∞) = +∞ = (−∞) × (−∞) (+∞) × (−∞) = −∞ = (−∞) × (+∞) (−∞) × a = +∞ = a × (−∞) onde a ∈ R− (+∞) × a = −∞ = a × (+∞) onde a ∈ R− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 152 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Adoptando as convenções que se seguem.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .

a ∈ R +∞ −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0.§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0. a ∈ R +∞ −∞ a = +∞. a > 0 0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .

a > 0 0+ a = −∞. a ∈ R +∞ −∞ a = +∞.§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0. a < 0 0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .

a < 0 0+ a = −∞.3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0. a ∈ R +∞ −∞ a = +∞.§2. a > 0 0+ a = −∞. a > 0 0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .

a ∈ R +∞ −∞ a = +∞. a > 0 0+ a = −∞.§2. a > 0 0− a = +∞. a < 0 0+ a = −∞. a < 0 0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0.

a < 0 0+ a = −∞.3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0. a < 0 0− onde 0+ significa que f (x) → 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 .§2. a > 0 0− a = +∞. a ∈ R +∞ −∞ a = +∞. a > 0 0+ a = −∞.

3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0. a > 0 0− a = +∞.§2. a < 0 0− onde 0+ significa que f (x) → 0 e f (x) > 0 na intersecção do domínio com um intervalo aberto que contém o ponto em que estamos a calcular o limite António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 . a > 0 0+ a = −∞. a < 0 0+ a = −∞. a ∈ R +∞ −∞ a = +∞.

a < 0 0+ a = −∞. a > 0 0− a = +∞.§2. a < 0 0− onde 0+ significa que f (x) → 0 e f (x) > 0 na intersecção do domínio com um intervalo aberto que contém o ponto em que estamos a calcular o limite e 0− significa que f (x) → 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 . a ∈ R +∞ −∞ a = +∞. a > 0 0+ a = −∞.3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito A regra do limite do quociente mantém-se se se adoptarem as seguintes convenções a a = = 0. a < 0 0− onde 0+ significa que f (x) → 0 e f (x) > 0 na intersecção do domínio com um intervalo aberto que contém o ponto em que estamos a calcular o limite e 0− significa que f (x) → 0 e f (x) < 0 na intersecção do domínio com um intervalo aberto que contém o ponto em que estamos a calcular o limite. a ∈ R +∞ −∞ a = +∞. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 153 / 485 . a > 0 0− a = +∞. a > 0 0+ a = −∞. a < 0 0+ a = −∞.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞).§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞). 0 × (+∞).

0 × (+∞).§2. 0 × (−∞).3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 .

§2. 0 × (+∞).3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞). +∞ 0 × (−∞). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 . +∞ .

§2. 0 × (+∞). −∞ 0 × (−∞). +∞ .3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 . +∞ +∞ .

+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 . +∞ +∞ . −∞ 0 × (−∞). 0 × (+∞). +∞ .§2. −∞ .3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞).

3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞). +∞ +∞ .§2. +∞ −∞ −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 . 0 × (+∞). +∞ . −∞ 0 × (−∞). −∞ .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞). −∞ . +∞ +∞ . −∞ 0 0 0 × (−∞). 0 × (+∞). +∞ −∞ −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 . +∞ .

−∞ 0 × (−∞). +∞ . +∞ −∞ −∞ 0 0 pois são símbolos de indeterminação. +∞ +∞ .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Não se faz nenhuma convenção para os símbolos (+∞) + (−∞). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 154 / 485 . −∞ . 0 × (+∞).

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞. x b) Seja f : R \ {0} → R a função definida por f (x) = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 . 1 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞. 1 . Então x b) Seja f : R \ {0} → R a função definida por f (x) = 1 x→+∞ x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .§2.

Então x b) Seja f : R \ {0} → R a função definida por f (x) = 1 1 = x→+∞ x +∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 . 1 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞.

Então x b) Seja f : R \ {0} → R a função definida por f (x) = 1 1 = =0 x→+∞ x +∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 .§2. 1 .3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞. Então x b) Seja f : R \ {0} → R a função definida por f (x) = 1 1 = =0 x→+∞ x +∞ lim e = lim x→−∞ 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 155 / 485 . 1 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞.§2. Então x b) Seja f : R \ {0} → R a função definida por f (x) = 1 1 = =0 x→+∞ x +∞ lim e = lim x→−∞ 1 1 = x −∞ 2011/2012 155 / 485 António Bento (UBI) Cálculo I . 1 .

Então x b) Seja f : R \ {0} → R a função definida por f (x) = 1 1 = =0 x→+∞ x +∞ lim e = lim x→−∞ 1 1 = = 0. 1 . x −∞ 2011/2012 155 / 485 António Bento (UBI) Cálculo I .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos a) É óbvio que x→+∞ lim x = +∞ e x→−∞ lim x = −∞.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0.

§2. x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0. Então lim f (x)  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0. Então lim f (x) = lim  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.§2. x→+∞ x→+∞ x−1 2x + 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0.§2. x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ 1 x 1 x 2+ x x 1− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 . Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.

x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ 1 x 1 x 2+ x x 1− 1 x = lim 1 x→+∞ 2+ x 1− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 . Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0.§2.

Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0. x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ 1 x 1 x 2+ x x 1− 1 x = 1 = lim 1 x→+∞ 2 2+ x 1− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0.§2. x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ e lim f (x) 1 x 1 x 2+ x x 1− 1 x = 1 = lim 1 x→+∞ 2 2+ x 1− x→−∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 . Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.

3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0. x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ e lim f (x) = lim −2x2 + 3 x→−∞ 3x2 + 8 1 x 1 x 2+ x x 1− 1 x = 1 = lim 1 x→+∞ 2 2+ x 1− x→−∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 . Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.§2.

x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ e 1 x 1 x 2+ x x 1− 1 x = 1 = lim 1 x→+∞ 2 2+ x 1− 3 x2 −2 + 2 −2x2 + 3 x = lim lim f (x) = lim 8 x→−∞ x→−∞ x→−∞ 3x2 + 8 x2 3 + 2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 156 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0. Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.

§2. x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ e 1 x 1 x 2+ x x 1− 1 x = 1 = lim 1 x→+∞ 2 2+ x 1− 3 x2 8 3+ 2 x 156 / 485 3 x2 −2 + 2 −2x2 + 3 x = lim lim f (x) = lim 8 x→−∞ x→−∞ x→−∞ 3x2 + 8 x2 3 + 2 x António Bento (UBI) Cálculo I = lim −2 + x→−∞ 2011/2012 .3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0. Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.

x−1 lim f (x) = lim = lim x→+∞ x→+∞ 2x + 1 x→+∞ e 1 x 1 x 2+ x x 1− 1 x = 1 = lim 1 x→+∞ 2 2+ x 1− 3 x2 = − 2 .3 Limites infinitos e limites no infinito Exemplos (continuação) c) Seja f : R → R definida por f (x) =   x−1   2x + 1 se x 0.§2. 8 3 3+ 2 x 156 / 485 3 x2 −2 + 2 −2x2 + 3 x = lim lim f (x) = lim 8 x→−∞ x→−∞ x→−∞ 3x2 + 8 x2 3 + 2 x António Bento (UBI) Cálculo I = lim −2 + x→−∞ 2011/2012 . Então  −2x2 + 3   3x2 + 8 se x < 0.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.

§2. Comecemos por observar que lim ln 1+ 1 x x x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.

3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e. Comecemos por observar que lim ln 1+ 1 x x x→+∞ = lim x ln 1 + x→+∞ 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .§2.

Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.

§2. Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.

Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e. Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x = lim ln (1 + y) y→0 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .§2.

Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x = lim ln (1 + y) = 1.§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e. y→0 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .

lim 1+ 1 x x x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 . y→0 y Assim. Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x = lim ln (1 + y) = 1.§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.

lim 1+ 1 x x 1 = lim eln[(1+ x ) ] x x→+∞ x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 . y→0 y Assim.3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.§2. Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x = lim ln (1 + y) = 1.

lim 1 1+ x x x→+∞ = lim e x→+∞ 1 ln[(1+ x ) x 1 lim ] = ex→+∞ ln[(1+ x ) ] x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e. y→0 y Assim. Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x = lim ln (1 + y) = 1.

y→0 y Assim. Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x = lim ln (1 + y) = 1. lim 1 1+ x x x→+∞ = lim e x→+∞ 1 ln[(1+ x ) x 1 lim ] = ex→+∞ ln[(1+ x ) ] = e1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.

§2. lim 1 1+ x x x→+∞ = lim e x→+∞ 1 ln[(1+ x ) x 1 lim ] = ex→+∞ ln[(1+ x ) ] = e1 = e . y→0 y Assim. Comecemos por observar que lim ln 1 1+ x x x→+∞ 1 = lim x ln 1 + x→+∞ x = lim ln 1 + 1/x 1 x x→+∞ e que fazendo a mudança de variável y = 1/x temos x→+∞ lim ln 1+ 1 x x = lim ln (1 + y) = 1. x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 157 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Vejamos x→+∞ lim 1+ 1 x x =e.

3 Limites infinitos e limites no infinito António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞  se a > 1 x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .§2.

3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0  se a > 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .

3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0 se a > 1 se 0 < a < 1 +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0 se a > 1 se 0 < a < 1 Destes limites resulta que +∞ .§2.

lim ln x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0 se a > 1 se 0 < a < 1 Destes limites resulta que x→+∞ +∞ .

3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0 se a > 1 se 0 < a < 1 Destes limites resulta que x→+∞ +∞ . lim ln x = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .§2.

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0 se a > 1 se 0 < a < 1 Destes limites resulta que x→+∞ +∞ . lim ln x = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .

§2. lim ln x = +∞ e x→0 lim ln x = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 .3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0 se a > 1 se 0 < a < 1 Destes limites resulta que x→+∞ +∞ .

§2.3 Limites infinitos e limites no infinito Outros limites importantes são os seguintes lim ax =  +∞ 0 se a > 1 se 0 < a < 1 x→+∞ e x→−∞ lim ax =  0 se a > 1 se 0 < a < 1 Destes limites resulta que x→+∞ +∞ . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 158 / 485 . lim ln x = +∞ e x→0 lim ln x = −∞ .

Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição. propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 159 / 485 .

4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .

a um ponto de acumulação de A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .§2.4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .§2. a um ponto de acumulação de A e f : D → R.4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R.

4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R. Chama-se limite de f no ponto a relativo a A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .§2. a um ponto de acumulação de A e f : D → R.

a um ponto de acumulação de A e f : D → R.§2.4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R. Chama-se limite de f no ponto a relativo a A (ou limite quando x tende para a no conjunto A) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .

4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R. a um ponto de acumulação de A e f : D → R. Chama-se limite de f no ponto a relativo a A (ou limite quando x tende para a no conjunto A) ao limite em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R. a um ponto de acumulação de A e f : D → R. Chama-se limite de f no ponto a relativo a A (ou limite quando x tende para a no conjunto A) ao limite em a (quando exista) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .

§2. Chama-se limite de f no ponto a relativo a A (ou limite quando x tende para a no conjunto A) ao limite em a (quando exista) da restrição de f a A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R. a um ponto de acumulação de A e f : D → R.

a um ponto de acumulação de A e f : D → R. Chama-se limite de f no ponto a relativo a A (ou limite quando x tende para a no conjunto A) ao limite em a (quando exista) da restrição de f a A e usa-se a notação x→a x∈A lim f (x). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 160 / 485 .4 Limites laterais Sejam A um subconjunto de D ⊆ R.§2.

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 161 / 485 .

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 161 / 485 .4 Limites laterais É evidente que se existe x→a lim f (x).

4 Limites laterais É evidente que se existe x→a lim f (x). lim f (x) então também existe x→a x∈A para qualquer subconjunto A de D do qual a é ponto de acumulação de A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 161 / 485 .§2.

§2. lim f (x) então também existe x→a x∈A para qualquer subconjunto A de D do qual a é ponto de acumulação de Ae lim f (x) = lim f (x).4 Limites laterais É evidente que se existe x→a lim f (x). x→a x∈A x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 161 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 161 / 485 .§2. x→a x∈A x→a Assim. se existirem dois limites relativos distintos. o limite não existe. lim f (x) então também existe x→a x∈A para qualquer subconjunto A de D do qual a é ponto de acumulação de Ae lim f (x) = lim f (x).4 Limites laterais É evidente que se existe x→a lim f (x).

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .

§2.4 Limites laterais Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .4 Limites laterais Exemplo Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x ∈ Q.§2. se x ∈ R \ Q.

lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .4 Limites laterais Exemplo Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = Então x→a x∈Q 1 0 se x ∈ Q.§2. se x ∈ R \ Q.

4 Limites laterais Exemplo Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = Então x→a x∈Q 1 0 se x ∈ Q. lim f (x) = 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .§2. se x ∈ R \ Q.

§2. se x ∈ R \ Q.4 Limites laterais Exemplo Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = Então x→a x∈Q 1 0 se x ∈ Q. lim f (x) = 1 e x→a x∈R\Q lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .

lim f (x) = 1 e x→a x∈R\Q lim f (x) = 0 qualquer que seja a ∈ R.4 Limites laterais Exemplo Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = Então x→a x∈Q 1 0 se x ∈ Q.§2. se x ∈ R \ Q. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .

4 Limites laterais Exemplo Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = Então x→a x∈Q 1 0 se x ∈ Q. lim f (x) = 1 e x→a x∈R\Q lim f (x) = 0 qualquer que seja a ∈ R. Cálculo I 2011/2012 162 / 485 .§2. Logo não existe x→a António Bento (UBI) lim f (x). se x ∈ R \ Q.

4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 163 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Seja f : D ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 163 / 485 .

+∞[ e − Da = {x ∈ D : x < a} = D∩ ] − ∞. a[.§2.4 Limites laterais Seja f : D ⊆ R → R e consideremos os conjuntos + Da = {x ∈ D : x > a} = D∩ ]a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 163 / 485 .

4 Limites laterais Seja f : D ⊆ R → R e consideremos os conjuntos + Da = {x ∈ D : x > a} = D∩ ]a. os limites laterais à direita − Da = {x ∈ D : x < a} = D∩ ] − ∞. +∞[ e Definem-se. a[. respectivamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 163 / 485 .§2.

4 Limites laterais Seja f : D ⊆ R → R e consideremos os conjuntos + Da = {x ∈ D : x > a} = D∩ ]a.§2. a[. respectivamente. lim f (x) = lim f (x) x→a + x∈Da António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 163 / 485 . +∞[ e Definem-se. os limites laterais à direita e à esquerda da seguinte forma x→a+ − Da = {x ∈ D : x < a} = D∩ ] − ∞.

lim f (x) = lim f (x) x→a + x∈Da e x→a− lim f (x) = lim f (x). x→a − x∈Da António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 163 / 485 . a[.§2.4 Limites laterais Seja f : D ⊆ R → R e consideremos os conjuntos + Da = {x ∈ D : x > a} = D∩ ]a. +∞[ e Definem-se. respectivamente. os limites laterais à direita e à esquerda da seguinte forma x→a+ − Da = {x ∈ D : x < a} = D∩ ] − ∞.

4 Limites laterais Seja f : D ⊆ R → R e consideremos os conjuntos + Da = {x ∈ D : x > a} = D∩ ]a. x→a − x∈Da − + desde que a seja ponto de acumulação de Da e de Da . +∞[ e Definem-se. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 163 / 485 . respectivamente. os limites laterais à direita e à esquerda da seguinte forma x→a+ − Da = {x ∈ D : x < a} = D∩ ] − ∞. respectivamente.§2. a[. lim f (x) = lim f (x) x→a + x∈Da e x→a− lim f (x) = lim f (x).

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .

4 Limites laterais Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .§2.

se x < 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .§2.4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0.

4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0. se x < 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .§2. Esta função é conhecida por função de Heaviside.

+∞[ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0. É óbvio que x→0 x∈]0. se x < 0. Esta função é conhecida por função de Heaviside.§2.

+∞[ lim f (x) = lim f (x) x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 . se x < 0. Esta função é conhecida por função de Heaviside.§2. É óbvio que x→0 x∈]0.4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0.

É óbvio que x→0 x∈]0. se x < 0.§2.4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0. Esta função é conhecida por função de Heaviside.+∞[ lim f (x) = lim f (x) = 1 x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .

se x < 0.4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0. Esta função é conhecida por função de Heaviside. É óbvio que x→0 x∈]0.+∞[ lim f (x) = lim f (x) = 1 x→0+ e x→0 x∈]−∞.0[ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0.0[ lim f (x) = lim f (x) x→0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 . Esta função é conhecida por função de Heaviside. se x < 0. É óbvio que x→0 x∈]0.+∞[ lim f (x) = lim f (x) = 1 x→0+ e x→0 x∈]−∞.

Esta função é conhecida por função de Heaviside.0[ lim f (x) = lim f (x) = 0. x→0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 164 / 485 .§2. se x < 0.+∞[ lim f (x) = lim f (x) = 1 x→0+ e x→0 x∈]−∞.4 Limites laterais Exemplo Seja f : R → R a função dada por f (x) = 1 0 se x 0. É óbvio que x→0 x∈]0.

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .

4 Limites laterais Observações António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Observações a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .

§2.4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b x→a x∈A António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .

4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .§2.

§2. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) .

§2. b) Como − x ∈ Da e 0 < |x − a| < δ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) .

§2.4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) . b) Como é equivalente a − x ∈ Da e e 0 < |x − a| < δ −δ <x−a<0 x∈D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .

portanto. lim− f (x) = b x→a x∈D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .§2.4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) . b) Como é equivalente a − x ∈ Da e e 0 < |x − a| < δ −δ <x−a<0 e.

4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) . b) Como é equivalente a − x ∈ Da e e 0 < |x − a| < δ −δ <x−a<0 e. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 . lim− f (x) = b é equivalente a x→a x∈D ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ |f (x) − b| < ε) .§2. portanto.

b) Como é equivalente a − x ∈ Da e e 0 < |x − a| < δ −δ <x−a<0 e. Analogamente.4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) . lim+ f (x) = b x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 . lim− f (x) = b é equivalente a x→a x∈D ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ |f (x) − b| < ε) . portanto.§2.

4 Limites laterais Observações a) É óbvio que lim f (x) = b é equivalente a x→a x∈A ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ A (0 < |x − a| < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) . portanto.§2. b) Como é equivalente a − x ∈ Da e e 0 < |x − a| < δ −δ <x−a<0 e. lim+ f (x) = b é equivalente a x→a ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 < x − a < δ ⇒ |f (x) − b| < ε) . lim− f (x) = b é equivalente a x→a x∈D ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ |f (x) − b| < ε) . Analogamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 165 / 485 .

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

§2.4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

§2.4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da e x→a+ lim f (x) = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da e x→a+ lim f (x) = +∞ ⇔ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da e x→a+ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

§2.4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da e x→a+ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da e x→a+ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da e x→a+ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 < x − a < δ ⇒ f (x) > L) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Também existem limites laterais para limites infinitos: x→a− lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a < 0 ⇒ f (x) > L) − caso a seja um ponto da acumulação de Da e x→a+ lim f (x) = +∞ ⇔ ∀L > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 < x − a < δ ⇒ f (x) > L) + quando a é um ponto de acumulação de Da . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 166 / 485 .

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 .

§2.4 Limites laterais Usando os limites anteriores podemos definir os seguintes limites: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 .

§2.4 Limites laterais Usando os limites anteriores podemos definir os seguintes limites: • António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 .

4 Limites laterais Usando os limites anteriores podemos definir os seguintes limites: • lim f (x) = −∞ x→a− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 .§2.

x→a− x→a− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 .§2.4 Limites laterais Usando os limites anteriores podemos definir os seguintes limites: • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞.

x→a− x→a− • António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 .4 Limites laterais Usando os limites anteriores podemos definir os seguintes limites: • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞.§2.

4 Limites laterais Usando os limites anteriores podemos definir os seguintes limites: • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞. x→a− x→a− • lim f (x) = −∞ x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 .§2.

x→a+ x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 167 / 485 . x→a− x→a− • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞.4 Limites laterais Usando os limites anteriores podemos definir os seguintes limites: • lim f (x) = −∞ se lim −f (x) = +∞.§2.

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 .

§2.4 Limites laterais Propriedade dos limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 .

4 Limites laterais Propriedade dos limites laterais Sejam D ⊆ R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 .§2.

4 Limites laterais Propriedade dos limites laterais Sejam D ⊆ R. f : D → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Propriedade dos limites laterais + − Sejam D ⊆ R. f : D → R e a um ponto de acumulação de Da e Da . x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 . Então lim f (x) = b.

x→a onde b ∈ R ou b = +∞ ou b = −∞.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 . Então lim f (x) = b.4 Limites laterais Propriedade dos limites laterais + − Sejam D ⊆ R. f : D → R e a um ponto de acumulação de Da e Da .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 .4 Limites laterais Propriedade dos limites laterais + − Sejam D ⊆ R. x→a onde b ∈ R ou b = +∞ ou b = −∞. se e só se existem e são iguais a b os limites laterais.§2. f : D → R e a um ponto de acumulação de Da e Da . Então lim f (x) = b.

x→a− lim f (x) = lim f (x) = b. ou seja. f : D → R e a um ponto de acumulação de Da e Da . se e só se existem e são iguais a b os limites laterais. x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 168 / 485 .§2. Então lim f (x) = b. x→a onde b ∈ R ou b = +∞ ou b = −∞.4 Limites laterais Propriedade dos limites laterais + − Sejam D ⊆ R.

4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .§2.

4 Limites laterais Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Exemplos a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .

§2.4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .

4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ 1 1 = + x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ 1 1 = + = +∞ x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .

4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .§2.

4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − x 0 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .§2.

4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞.§2. x 0 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .

4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞. x 0 lim b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .§2.

x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞.§2.

x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 1 = + 2 2 x (0 ) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞.§2.

§2.4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞. x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 1 1 = + 2 = + 2 x (0 ) 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .

§2.4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞. x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 1 1 = + 2 = + = +∞ 2 x (0 ) 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .

4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞.§2. x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 1 1 = + 2 = + = +∞ 2 x (0 ) 0 1 x2 e x→0− lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 .

4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞. x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 1 1 = + 2 = + = +∞ 2 x (0 ) 0 1 1 = − 2 2 x (0 ) Cálculo I 2011/2012 169 / 485 e x→0− lim António Bento (UBI) .§2.

x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 1 1 = + 2 = + = +∞ 2 x (0 ) 0 1 1 1 = − 2 = + 2 x (0 ) 0 Cálculo I 2011/2012 169 / 485 e x→0− lim António Bento (UBI) .§2.4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞.

§2. 2 x (0 ) 0 Cálculo I 2011/2012 169 / 485 e x→0− lim António Bento (UBI) .4 Limites laterais Exemplos a) É evidente que x→0 lim+ e que x→0− 1 1 = + = +∞ x 0 1 1 = − = −∞. x 0 lim b) Também se tem x→0+ lim 1 1 1 = + 2 = + = +∞ 2 x (0 ) 0 1 1 1 = − 2 = + = +∞.

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .

4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ .

§2.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . De facto. x→ π − 2 lim tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .

De facto.§2.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .

4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ .§2. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = cos x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 . De facto.

x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + cos x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ .§2. De facto.

§2. De facto.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .

§2. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . De facto.

De facto.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ .§2. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x cos x e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .

4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ .§2. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x 1 = cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 . De facto.

§2. De facto. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x 1 = − cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ .

De facto. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x 1 = − = −∞. cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .§2.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ .

cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 De forma análoga temos x→− π + 2 lim tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 . x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x 1 = − = −∞.§2.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . De facto.

De facto.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 De forma análoga temos x→− π + 2 lim tg x = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .§2. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x 1 = − = −∞.

4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 De forma análoga temos x→− π + 2 lim tg x = −∞ e x→− π − 2 lim tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 . x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x 1 = − = −∞.§2. De facto.

§2. x→ π 2 lim− tg x = lim− x→ π 2 sen x 1 = + = +∞ cos x 0 sen x 1 = − = −∞.4 Limites laterais Vejamos que x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→ π + 2 lim tg x = −∞ . cos x 0 e x→ π + 2 lim tg x = lim x→ π + 2 De forma análoga temos x→− π + 2 lim tg x = −∞ e x→− π − 2 lim tg x = +∞ . De facto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 170 / 485 .

§2.4 Limites laterais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 171 / 485 .

4 Limites laterais De x→ π − 2 lim tg x = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 171 / 485 .§2.

4 Limites laterais De x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→− π + 2 lim tg x = −∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 171 / 485 .§2.

§2.4 Limites laterais De x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→− π + 2 lim tg x = −∞ conclui-se imediatamente que lim arc tg x x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 171 / 485 .

§2.4 Limites laterais De x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→− π + 2 lim tg x = −∞ conclui-se imediatamente que lim arc tg x = π 2 x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 171 / 485 .

4 Limites laterais De x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→− π + 2 lim tg x = −∞ conclui-se imediatamente que lim arc tg x = π 2 x→+∞ e x→−∞ lim arc tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 171 / 485 .§2.

2 x→+∞ e x→−∞ lim arc tg x = − António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 171 / 485 .4 Limites laterais De x→ π − 2 lim tg x = +∞ e x→− π + 2 lim tg x = −∞ conclui-se imediatamente que lim arc tg x = π 2 π .§2.

propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 172 / 485 .Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição. propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .§2.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas y = f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .

5 Assímptotas y = f (x) y = mx + b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .§2.

5 Assímptotas y = f (x) d y = mx + b d António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas y = f (x) d y = mx + b d = f (x) − (mx + b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .

5 Assímptotas y = f (x) d y = mx + b d = f (x) − (mx + b) x→+∞ António Bento (UBI) lim [f (x) − (mx + b)] Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas y = f (x) d y = mx + b d = f (x) − (mx + b) x→+∞ António Bento (UBI) lim [f (x) − (mx + b)] = 0 Cálculo I 2011/2012 173 / 485 .

§2.5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 .

5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 .§2.5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado e f : D → R uma função.

5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado e f : D → R uma função. A recta de equação y = mx + b diz-se uma assímptota não vertical à direita do gráfico de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 . A recta de equação y = mx + b diz-se uma assímptota não vertical à direita do gráfico de f se x→+∞ lim [f (x) − (mx + b)] = 0.§2.5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado e f : D → R uma função.

5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado e f : D → R uma função. A recta de equação y = mx + b diz-se uma assímptota não vertical à direita do gráfico de f se x→+∞ lim [f (x) − (mx + b)] = 0.§2. Se D é um subconjunto não minorado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 .

§2.5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado e f : D → R uma função. A recta de equação y = mx + b diz-se uma assímptota não vertical à direita do gráfico de f se x→+∞ lim [f (x) − (mx + b)] = 0. Se D é um subconjunto não minorado e f : D → R é uma função. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 .

A recta de equação y = mx + b diz-se uma assímptota não vertical à direita do gráfico de f se x→+∞ lim [f (x) − (mx + b)] = 0.5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado e f : D → R uma função.§2. diz-se que a recta de equação y = mx + b é uma assímptota não vertical à esquerda do gráfico de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 174 / 485 . Se D é um subconjunto não minorado e f : D → R é uma função.

Cálculo I 2011/2012 174 / 485 António Bento (UBI) . Se D é um subconjunto não minorado e f : D → R é uma função. A recta de equação y = mx + b diz-se uma assímptota não vertical à direita do gráfico de f se x→+∞ lim [f (x) − (mx + b)] = 0.§2.5 Assímptotas Sejam D um subconjunto não majorado e f : D → R uma função. diz-se que a recta de equação y = mx + b é uma assímptota não vertical à esquerda do gráfico de f se x→−∞ lim [f (x) − (mx + b)] = 0.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .§2.

5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .

§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .

§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .

§2. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.

§2. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.

5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.§2. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .

Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→+∞ x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 . Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→+∞ x (que designaremos por m).5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.§2.

§2. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→+∞ x (que designaremos por m).

lim [f (x) − mx].§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→+∞ x (que designaremos por m). b) x→+∞ Verificadas estas condições. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 .

e designando por b o segundo limite. b) x→+∞ Verificadas estas condições. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→+∞ x (que designaremos por m). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 . lim [f (x) − mx].5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função.§2.

e designando por b o segundo limite.§2. b) x→+∞ Verificadas estas condições. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 175 / 485 . a assímptota à direita do gráfico de f tem a equação y = mx + b. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à direita é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→+∞ x (que designaremos por m).5 Assímptotas Assímptotas não verticais à direita Sejam D um subconjunto de R não majorado e f : D → R uma função. lim [f (x) − mx].

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .§2.

5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função.

§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .

Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função.

5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função.§2. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .

Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função.

§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→−∞ x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 . Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→−∞ x (que designaremos por m).5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função.

§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→−∞ x (que designaremos por m). b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 . Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→−∞ x (que designaremos por m). lim [f (x) − mx]. b) x→−∞ Verificadas estas condições.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função.§2.

lim [f (x) − mx]. b) x→−∞ Verificadas estas condições.§2.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função. e designando por b o segundo limite. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→−∞ x (que designaremos por m). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 .

lim [f (x) − mx]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 176 / 485 . a assímptota à esquerda do gráfico de f tem a equação y = mx + b.5 Assímptotas Assímptotas não verticais à esquerda Sejam D um subconjunto de R não minorado e f : D → R uma função. b) x→−∞ Verificadas estas condições. Para que o gráfico de f tenha uma assímptota não vertical à esquerda é necessário e suficiente que existam e sejam finitos os limites f (x) a) lim x→−∞ x (que designaremos por m).§2. e designando por b o segundo limite.

§2.5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .

§2.5 Assímptotas Assim. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .

§2.5 Assímptotas Assim. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .

para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .§2.5 Assímptotas Assim.

§2.5 Assímptotas Assim. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 . para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ e se estes limites existirem e forem finitos.§2.5 Assímptotas Assim.

§2.5 Assímptotas Assim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 . a assímptota é a recta de equação y = mx + b. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ e se estes limites existirem e forem finitos.

Para as assímptotas não verticais à esquerda temos de calcular os limites António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .5 Assímptotas Assim. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ e se estes limites existirem e forem finitos. a assímptota é a recta de equação y = mx + b.§2.

5 Assímptotas Assim. a assímptota é a recta de equação y = mx + b. Para as assímptotas não verticais à esquerda temos de calcular os limites f (x) m = lim e x→−∞ x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .§2. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ e se estes limites existirem e forem finitos.

a assímptota é a recta de equação y = mx + b.5 Assímptotas Assim. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ e se estes limites existirem e forem finitos.§2. Para as assímptotas não verticais à esquerda temos de calcular os limites f (x) m = lim e b = lim [f (x) − mx] x→−∞ x x→−∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 .

5 Assímptotas Assim. Para as assímptotas não verticais à esquerda temos de calcular os limites f (x) m = lim e b = lim [f (x) − mx] x→−∞ x x→−∞ e caso existam e sejam finitos ambos os limites. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ e se estes limites existirem e forem finitos.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 . a assímptota é a recta de equação y = mx + b.

Para as assímptotas não verticais à esquerda temos de calcular os limites f (x) m = lim e b = lim [f (x) − mx] x→−∞ x x→−∞ e caso existam e sejam finitos ambos os limites.§2. a assímptota é a recta de equação y = mx + b.5 Assímptotas Assim. para calcularmos uma assímptota não vertical à direita temos de calcular os seguintes limites m = lim f (x) x→+∞ x e b = lim [f (x) − mx] x→+∞ e se estes limites existirem e forem finitos. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 177 / 485 . a assímptota é a recta de equação y = mx + b.

§2.5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 .

5 Assímptotas Diz-se que a recta de equação x = a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 .§2.

5 Assímptotas Diz-se que a recta de equação x = a é uma assímptota vertical ao gráfico de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Diz-se que a recta de equação x = a é uma assímptota vertical ao gráfico de f se pelo menos umas das seguintes condições se verificar: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 .§2.5 Assímptotas Diz-se que a recta de equação x = a é uma assímptota vertical ao gráfico de f se pelo menos umas das seguintes condições se verificar: x→a+ lim f (x) = +∞.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 .5 Assímptotas Diz-se que a recta de equação x = a é uma assímptota vertical ao gráfico de f se pelo menos umas das seguintes condições se verificar: x→a+ lim f (x) = +∞. x→a+ lim f (x) = −∞.

5 Assímptotas Diz-se que a recta de equação x = a é uma assímptota vertical ao gráfico de f se pelo menos umas das seguintes condições se verificar: x→a+ lim f (x) = +∞.§2. x→a+ lim f (x) = −∞. x→a− lim f (x) = +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 .

x→a− lim f (x) = +∞ x→a− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 178 / 485 . lim f (x) = −∞.§2.5 Assímptotas Diz-se que a recta de equação x = a é uma assímptota vertical ao gráfico de f se pelo menos umas das seguintes condições se verificar: x→a+ lim f (x) = +∞. ou x→a+ lim f (x) = −∞.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 179 / 485 .§2.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 179 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas y = f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 179 / 485 .

5 Assímptotas y = f (x) a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 179 / 485 .§2.

5 Assímptotas y = f (x) a A recta de equação x = a é uma assímptota vertical ao gráfico de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 179 / 485 .§2.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . x O domínio de f é o conjunto R \ {0} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 .§2. x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x→a lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .

x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 lim f (x) = lim x→a x→a x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 .§2.

x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = .§2.5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . x→a x→a x a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .§2. x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0. x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = .

§2. De facto. como x→0+ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 . x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = . x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0.5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 .

5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . De facto.§2. x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = . como x→0+ lim f (x) = 1 0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 . x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0.

x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0.§2. como x→0+ lim f (x) = 1 = +∞ 0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 . De facto.5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = .

x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = .5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0.§2. como x→0+ lim f (x) = 1 = +∞ 0+ e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 . De facto.

x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0.5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . De facto. x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = . como x→0+ lim f (x) = 1 = +∞ 0+ e x→0− lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0. x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = . De facto. como x→0+ lim f (x) = 1 = +∞ 0+ e x→0− lim f (x) = 1 0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . 0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 . x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0. De facto. x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = .§2. como x→0+ lim f (x) = 1 = +∞ 0+ e x→0− lim f (x) = 1 = −∞.

5 Assímptotas Exemplos a) Consideremos a função definida por f (x) = x2 + x + 1 . De facto.§2. x O domínio de f é o conjunto R \ {0} e para qualquer a ∈ R \ {0} temos x2 + x + 1 a2 + a + 1 lim f (x) = lim = . 0− a recta de equação x = 0 é uma assímptota vertical ao gráfico de f . x→a x→a x a pelo que a única possibilidade a assímptota vertical ao gráfico de f é a recta de equação x = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 180 / 485 . como x→0+ lim f (x) = 1 = +∞ 0+ e x→0− lim f (x) = 1 = −∞.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como x→+∞ lim f (x) x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 x→+∞ x2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 + +∞ (+∞)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0 + +∞ (+∞)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x→+∞ lim x2 + x + 1 −x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 x2 + x + 1 − x2 x→+∞ x e x→+∞ lim [f (x) − x] = x→+∞ lim x2 + x + 1 −x x = lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 x2 + x + 1 − x2 x→+∞ x e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 −x x→+∞ x x+1 = lim x→+∞ x lim = lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 x 1 = lim = lim + x→+∞ x→+∞ x x x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→+∞ x→+∞ x→+∞ x x x x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→+∞ x→+∞ x→+∞ x x x x 1 = 1+ +∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→+∞ x→+∞ x→+∞ x x x x 1 =1+0 = 1+ +∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .

= 1+ +∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→+∞ x→+∞ x→+∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1.§2.

§2. = 1+ +∞ lim concluímos que a recta de equação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→+∞ x→+∞ x→+∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→+∞ x→+∞ x→+∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1. = 1+ +∞ lim concluímos que a recta de equação y = x + 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 .§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 181 / 485 . = 1+ +∞ lim concluímos que a recta de equação y = x + 1 é uma assímptota não vertical à direita do gráfico de f .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Como f (x) = x→+∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→+∞ x→+∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→+∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + +∞ (+∞)2 e x→+∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→+∞ x→+∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→+∞ x→+∞ x→+∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2. atendendo a que x→−∞ lim f (x) x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 x→−∞ x2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 + −∞ (−∞)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2.

atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0 + −∞ (−∞)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.

atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.

§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.

atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = x→−∞ lim x2 + x + 1 −x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 = lim x2 + x + 1 − x2 x→−∞ x e x→−∞ lim [f (x) − x] = x→−∞ lim x2 + x + 1 −x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 = lim x2 + x + 1 − x2 x→−∞ x e x→−∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 −x x→−∞ x x+1 = lim x→−∞ x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 x 1 = lim = lim + x→−∞ x→−∞ x x x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→−∞ x→−∞ x→−∞ x x x x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→−∞ x→−∞ x→−∞ x x x x 1 = 1+ −∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .

§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→−∞ x→−∞ x→−∞ x x x x 1 =1+0 = 1+ −∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.

atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→−∞ x→−∞ x→−∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado. = 1+ −∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 182 / 485 .§2.

= 1+ −∞ lim 2011/2012 182 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado.§2. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = também se verifica que a recta de equação António Bento (UBI) Cálculo I x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→−∞ x→−∞ x→−∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1.

= 1+ −∞ lim 2011/2012 182 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = também se verifica que a recta de equação y = x + 1 António Bento (UBI) Cálculo I x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→−∞ x→−∞ x→−∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1.

= 1+ −∞ lim 182 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Por outro lado. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 x2 + x + 1 − x2 x2 + x + 1 − x = lim x→−∞ x→−∞ x x x+1 1 x 1 = lim = lim 1+ = lim + x→−∞ x→−∞ x→−∞ x x x x 1 = 1 + 0 = 1. atendendo a que f (x) = x→−∞ x lim x2 + x + 1 = lim x→−∞ x→−∞ x2 1 1 = lim 1 + + 2 = 1 + x→−∞ x x lim x 1 x2 + 2+ 2 2 x x x 1 1 =1+0+0=1 + −∞ (−∞)2 e x→−∞ lim [f (x) − x] = também se verifica que a recta de equação y = x + 1 é uma assímptota não vertical à esquerda do gráfico de f .

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 183 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 183 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 183 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 183 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Assim. as assímptotas da função dada por f (x) = x2 + x + 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 183 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Assim.§2. as assímptotas da função dada por f (x) = são as rectas de equação y =x+1 x2 + x + 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 183 / 485 .

x2 + x + 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 183 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Assim. as assímptotas da função dada por f (x) = são as rectas de equação y =x+1 e x = 0.

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 184 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 184 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 184 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 184 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Vejamos o gráfico da função f . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 184 / 485 .§2.

y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 184 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Vejamos o gráfico da função f .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Vejamos o gráfico da função f . y x y= x2 + x + 1 x 2011/2012 184 / 485 António Bento (UBI) Cálculo I .

y y = x+1 x y= x2 + x + 1 x 2011/2012 184 / 485 António Bento (UBI) Cálculo I .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) a) (continuação) Vejamos o gráfico da função f .

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x .§2. x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .

x O domínio desta função é o intervalo ]0.§2. +∞[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . x O domínio desta função é o intervalo ]0. +∞[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.§2.

+∞[ temos lim f (x) x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .§2. +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . x O domínio desta função é o intervalo ]0.

+∞[ temos ln x lim f (x) = lim x→a x→a x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . x O domínio desta função é o intervalo ]0.§2. +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x .

§2. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = . x→a x→a x a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . +∞[ e para qualquer a ∈ ]0. x O domínio desta função é o intervalo ]0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x .

+∞[ e para qualquer a ∈ ]0. x O domínio desta função é o intervalo ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .§2. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = . x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x .

atendendo a que o domínio de f é ]0. +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = . Obviamente.§2. x O domínio desta função é o intervalo ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0. +∞[.

x O domínio desta função é o intervalo ]0. atendendo a que o domínio de f é ]0. x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0. +∞[.§2. apenas devemos fazer x → 0+ . Obviamente. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = .5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.

x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0. atendendo a que o domínio de f é ]0. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = . +∞[. +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.§2. apenas devemos fazer x → 0+ . x→0+ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . Assim. x O domínio desta função é o intervalo ]0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . Obviamente.

+∞[. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . x O domínio desta função é o intervalo ]0. Assim. +∞[ e para qualquer a ∈ ]0. apenas devemos fazer x → 0+ . x→0 lim+ f (x) = lim+ x→0 ln x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0. atendendo a que o domínio de f é ]0. Obviamente.

Obviamente. +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . x→0 lim+ f (x) = lim+ x→0 −∞ ln x = + x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . apenas devemos fazer x → 0+ . Assim. +∞[. atendendo a que o domínio de f é ]0. x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0. x O domínio desta função é o intervalo ]0. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = .§2.

Obviamente. apenas devemos fazer x → 0+ . x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 . +∞[ e para qualquer a ∈ ]0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x . atendendo a que o domínio de f é ]0. x→0 lim+ f (x) = lim+ x→0 −∞ ln x = + = −∞. Assim.§2. +∞[. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = . x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0. x O domínio desta função é o intervalo ]0.

Obviamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 185 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) Calculemos as assímptotas da função dada por f (x) = ln x .§2. Assim. x 0 pelo que x = 0 é assímptota vertical ao gráfico de f . apenas devemos fazer x → 0+ . x O domínio desta função é o intervalo ]0. atendendo a que o domínio de f é ]0. +∞[ e para qualquer a ∈ ]0. +∞[. x→a x→a x a o que mostra que a única possibilidade de assímptota vertical é a recta de equação x = 0. x→0 lim+ f (x) = lim+ x→0 −∞ ln x = + = −∞. +∞[ temos ln x ln a lim f (x) = lim = .

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0. +∞[.§2.

Como lim f (x) x x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .§2. +∞[.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0.§2. +∞[. Como lim ln x f (x) = lim x→+∞ x2 x x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .

Como lim ln x f (x) = lim =0 x→+∞ x2 x x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 . +∞[.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0.§2.

+∞[. Como lim ln x f (x) = lim =0 x→+∞ x2 x x→+∞ e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0. +∞[.§2. Como lim ln x f (x) = lim =0 x→+∞ x2 x x→+∞ e x→+∞ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0.§2. Como lim ln x f (x) = lim =0 x→+∞ x2 x ln x x x→+∞ e x→+∞ lim f (x) = lim x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 . +∞[.

x x→+∞ e x→+∞ lim f (x) = lim x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 . Como lim ln x f (x) = lim =0 x→+∞ x2 x ln x = 0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0.§2. +∞[.

Como lim ln x f (x) = lim =0 x→+∞ x2 x ln x = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 186 / 485 . +∞[. x x→+∞ e x→+∞ lim f (x) = lim x→+∞ a recta de equação y = 0 é uma assímptota não vertical (horizontal) à direita ao gráfico de f .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Também só faz sentido calcular a assímptota não vertical à direita pois o gráfico de f é o intervalo ]0.

§2.5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 187 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 187 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 187 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 187 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Vejamos o gráfico da função.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 187 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Vejamos o gráfico da função. y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 187 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) b) (continuação) Vejamos o gráfico da função.§2. y y= ln x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 187 / 485 .

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x . x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .§2.

§2. x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = O domínio desta função é R \ {0} sen x .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x . x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos lim f (x) x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x .§2. x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos sen x lim f (x) = lim x→a x→a x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x . x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos sen a sen x = lim f (x) = lim x→a x→a x a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .

x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos sen a sen x = lim f (x) = lim x→a x→a x a e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x .§2. x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos sen a sen x = lim f (x) = lim x→a x→a x a e lim f (x) x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .

x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos sen a sen x = lim f (x) = lim x→a x→a x a e sen x lim f (x) = lim x→0 x→0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x .§2.

§2. x→0 x→0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 . x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos sen a sen x = lim f (x) = lim x→a x→a x a e sen x lim f (x) = lim = 1.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x .

x→0 x→0 x a função não tem assímptotas verticais. x O domínio desta função é R \ {0} e como para qualquer a ∈ R \ {0} temos sen a sen x = lim f (x) = lim x→a x→a x a e sen x lim f (x) = lim = 1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 188 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) Seja f a função dada por f (x) = sen x .§2.

§2.5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .§2.

§2. Como f (x) x→+∞ x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais.

Como sen x f (x) = lim x→+∞ x2 x→+∞ x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais.§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais. Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .

Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais.

Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais.§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais. Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim e x→+∞ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .

Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim e x→+∞ lim f (x) = lim sen x x→+∞ x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais. Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim e x→+∞ lim f (x) = lim sen x 1 = lim · sen x x→+∞ x x→+∞ x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .§2.

Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim e x→+∞ lim f (x) = lim sen x 1 = lim · sen x = 0.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais. x→+∞ x x→+∞ x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais.§2. x→+∞ x x→+∞ x a recta de equação y = 0 é assímptota à direita ao gráfico de f . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 . Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim e x→+∞ lim f (x) = lim sen x 1 = lim · sen x = 0.

Como sen x 1 f (x) = lim = lim 2 · sen x = 0 2 x→+∞ x x→+∞ x x→+∞ x lim e x→+∞ lim f (x) = lim sen x 1 = lim · sen x = 0.§2. É evidente que também é assímptota à esquerda ao gráfico de f . x→+∞ x x→+∞ x a recta de equação y = 0 é assímptota à direita ao gráfico de f .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Calculemos as assímptotas não verticais. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 189 / 485 .

5 Assímptotas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 190 / 485 .§2.

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 190 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 190 / 485 .

§2.5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 190 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 190 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Vejamos o gráfico de f .§2.

y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 190 / 485 .5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Vejamos o gráfico de f .§2.

5 Assímptotas Exemplos (continuação) c) (continuação) Vejamos o gráfico de f .§2. y y= sen x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 190 / 485 .

propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 191 / 485 . propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição.Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição.

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.§2.

§2. f : D → R uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função e a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. Diz-se que f é contínua no ponto a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .6 Funções contínuas: definição. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. f : D → R uma função e a ∈ D. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.

6 Funções contínuas: definição.§2. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. existir δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. f : D → R uma função e a ∈ D.

Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ.6 Funções contínuas: definição.§2. f : D → R uma função e a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .

§2. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. f é contínua em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função e a ∈ D. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. Simbolicamente.

6 Funções contínuas: definição. Simbolicamente. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ.§2. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. f é contínua em a ⇔ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.

f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0.§2. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. Simbolicamente.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.

propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R.6 Funções contínuas: definição. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ.§2. Simbolicamente. f : D → R uma função e a ∈ D. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .

f : D → R uma função e a ∈ D.§2. f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .6 Funções contínuas: definição. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. Simbolicamente.

§2.6 Funções contínuas: definição. f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (|x − a| < δ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D. Simbolicamente. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0.

f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (|x − a| < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) .6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. f : D → R uma função e a ∈ D.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. Simbolicamente. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0.

f : D → R uma função e a ∈ D. Simbolicamente.§2. f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (|x − a| < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) . existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. Dizemos que a ∈ D é um ponto de descontinuidade de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 .6 Funções contínuas: definição. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0.

existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. f : D → R uma função e a ∈ D. Dizemos que a ∈ D é um ponto de descontinuidade de f se f não é contínua em a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (|x − a| < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) . Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0.§2.6 Funções contínuas: definição. Simbolicamente.

Simbolicamente. existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ. f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (|x − a| < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) .§2. Dizemos que a ∈ D é um ponto de descontinuidade de f se f não é contínua em a.6 Funções contínuas: definição. Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. Uma função f : D → R é contínua António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.

Diz-se que f é contínua no ponto a se para cada ε > 0.§2. Simbolicamente. Uma função f : D → R é contínua se for contínua em todos os pontos de D. propriedades e exemplos Sejam D um subconjunto de R. Dizemos que a ∈ D é um ponto de descontinuidade de f se f não é contínua em a. f é contínua em a ⇔ ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (|x − a| < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) . existir δ > 0 tal que |f (x) − f (a)| < ε para qualquer x ∈ D tal que |x − a| < δ.6 Funções contínuas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 192 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.

propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .

propriedades e exemplos y x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

propriedades e exemplos y x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

propriedades e exemplos y f (a) a x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a) f (a)−ε a x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .

§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a) f (a)−ε a−δ a a+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .

propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a) f (a)−ε a−δa−δ a a+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a) f (a)−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a)+ε f (a) f (a)−ε f (a)−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .

§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a)+ε f (a) f (a)−ε f (a)−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .

propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a)+ε f (a) f (a)−ε f (a)−ε a−δa−δa−δ a a+δa+δa+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a)+ε f (a) f (a)−ε f (a)−ε a−δa−δa−δ aa+δ a+δa+δ a−δ a+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .§2.

§2. propriedades e exemplos y f (a)+ε f (a)+ε f (a) f (a)−ε f (a)−ε a−δa−δa−δ aa+δ a+δa+δ a−δ a+δ x Interpretação geométrica do conceito de função contínua num ponto António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 193 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .

§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Observações António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .

propriedades e exemplos Observações a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

6 Funções contínuas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .§2. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite.

só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite.6 Funções contínuas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .§2.

§2.6 Funções contínuas: definição. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite.

6 Funções contínuas: definição. b) Se a é um ponto isolado de D.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função.

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite.§2. então a função f : D → R é contínua em a. b) Se a é um ponto isolado de D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função.

b) Se a é um ponto isolado de D. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. dado ε > 0. De facto.§2. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. então a função f : D → R é contínua em a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

dado ε > 0. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. basta escolher δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .6 Funções contínuas: definição. b) Se a é um ponto isolado de D. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. De facto. então a função f : D → R é contínua em a.§2.

só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. b) Se a é um ponto isolado de D. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .6 Funções contínuas: definição. dado ε > 0. então a função f : D → R é contínua em a. a + δ[ ∩ D = {a} . basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. De facto.§2.

basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. dado ε > 0. b) Se a é um ponto isolado de D.§2. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. Assim.6 Funções contínuas: definição. a + δ[ ∩ D = {a} . a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . De facto. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. então a função f : D → R é contínua em a.

6 Funções contínuas: definição.§2. b) Se a é um ponto isolado de D. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ é equivalente a x = a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . Assim. então a função f : D → R é contínua em a. a + δ[ ∩ D = {a} . De facto. basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. dado ε > 0. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função.

b) Se a é um ponto isolado de D. dado ε > 0. a + δ[ ∩ D = {a} . basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ é equivalente a x = a e. Assim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .6 Funções contínuas: definição. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. |f (x) − f (a)| = 0 < ε. então a função f : D → R é contínua em a. De facto. por conseguinte. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite.§2.

propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . Assim. |f (x) − f (a)| = 0 < ε. então a função f : D → R é contínua em a. a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ é equivalente a x = a e. a + δ[ ∩ D = {a} . De facto.§2. dado ε > 0. por conseguinte. basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. b) Se a é um ponto isolado de D.6 Funções contínuas: definição.

a + δ[ ∩ D = {a} . então a função f : D → R é contínua em a. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite.§2. b) Se a é um ponto isolado de D. c) Se a ∈ D é um ponto de acumulação de D. Assim. basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ é equivalente a x = a e. por conseguinte. De facto. dado ε > 0. |f (x) − f (a)| = 0 < ε. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

a + δ[ ∩ D = {a} . propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite.6 Funções contínuas: definição. De facto. basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. por conseguinte. b) Se a é um ponto isolado de D.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ é equivalente a x = a e. c) Se a ∈ D é um ponto de acumulação de D. então f : D → R é contínua em a Assim. |f (x) − f (a)| = 0 < ε. então a função f : D → R é contínua em a. dado ε > 0.

então f : D → R é contínua em a se e só se x→a António Bento (UBI) Assim. então a função f : D → R é contínua em a. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. b) Se a é um ponto isolado de D. De facto. basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. lim f (x) Cálculo I 2011/2012 194 / 485 . dado ε > 0. c) Se a ∈ D é um ponto de acumulação de D. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. por conseguinte.§2.6 Funções contínuas: definição. a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ é equivalente a x = a e. a + δ[ ∩ D = {a} . |f (x) − f (a)| = 0 < ε.

então a função f : D → R é contínua em a. dado ε > 0.§2. a condição x ∈ D ∧ |x − a| < δ é equivalente a x = a e. basta escolher δ > 0 tal que ]a − δ. propriedades e exemplos Observações a) Ao contrário do que acontece na definição de limite. por conseguinte. só faz sentido considerar pontos do domínio D quando estamos a investigar a continuidade de uma função. a + δ[ ∩ D = {a} . De facto. Cálculo I 2011/2012 194 / 485 .6 Funções contínuas: definição. lim f (x) = f (a). b) Se a é um ponto isolado de D. |f (x) − f (a)| = 0 < ε. então f : D → R é contínua em a se e só se x→a António Bento (UBI) Assim. c) Se a ∈ D é um ponto de acumulação de D.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .

propriedades e exemplos Propriedades da continuidade António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D.

g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .§2. Então f + g.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f.

f − g e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. Então f + g.6 Funções contínuas: definição.§2.

6 Funções contínuas: definição. f − g e f g António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. Então f + g.§2. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D.

§2. Então f + g. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. f − g e f g são contínuas em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

Então f + g. f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D.

6 Funções contínuas: definição. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D.§2. Então f + g. f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f g António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f.

6 Funções contínuas: definição. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. g António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .§2. Então f + g. f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f.

6 Funções contínuas: definição. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. Então f + g. g b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a.§2.

g b) Sejam f : Df ⊆ R → R e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .§2. f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a. Então f + g.6 Funções contínuas: definição. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f.

6 Funções contínuas: definição. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 .§2. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. g b) Sejam f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R duas funções. Então f + g. f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a.

g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. Se f é contínua em a ∈ Df António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . Então f + g.§2. f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a. propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f.6 Funções contínuas: definição. g b) Sejam f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R duas funções.

f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . Se f é contínua em a ∈ Df e g é contínua em f (a) ∈ Dg . propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. g b) Sejam f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R duas funções.§2.6 Funções contínuas: definição. Então f + g.

Se f é contínua em a ∈ Df e g é contínua em f (a) ∈ Dg . f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a.6 Funções contínuas: definição.§2. g b) Sejam f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R duas funções. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. então g◦f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. Então f + g.

propriedades e exemplos Propriedades da continuidade a) Sejam f. g : D ⊆ R → R duas funções contínuas em a ∈ D. Então f + g. f − g e f g são contínuas em a e se g(a) = 0 então f é contínua em a. Se f é contínua em a ∈ Df e g é contínua em f (a) ∈ Dg .§2.6 Funções contínuas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 195 / 485 . então g ◦ f é contínua em a. g b) Sejam f : Df ⊆ R → R e g : Dg ⊆ R → R duas funções.

propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

§2. propriedades e exemplos Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Exemplos a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .§2. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.6 Funções contínuas: definição.

§2. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.6 Funções contínuas: definição. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .

propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.§2. b) A função f : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

b) A função f : R → R definida por f (x) = x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.

§2. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. Esta função designa-se por identidade.6 Funções contínuas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.

Esta função designa-se por identidade. c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .§2. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.

b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . c) As funções polinomiais.6 Funções contínuas: definição. Esta função designa-se por identidade.§2. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição. as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . c) As funções polinomiais. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. ou seja. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. Esta função designa-se por identidade.

Esta função designa-se por identidade. . propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . . as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . an ∈ R. c) As funções polinomiais. . a1 . . onde n ∈ N e a0 . ou seja. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua.6 Funções contínuas: definição.§2. an−1 .

an−1 . a1 . propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. . c) As funções polinomiais.6 Funções contínuas: definição. onde n ∈ N e a0 . ou seja. são funções contínuas. Esta função designa-se por identidade. . . an ∈ R. as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 .§2. .

onde n ∈ N e a0 . ou seja.6 Funções contínuas: definição. as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . . b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. são funções contínuas. Esta função designa-se por identidade. a1 .§2. an−1 . propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. an ∈ R. d) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . . c) As funções polinomiais. . .

.§2. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua.6 Funções contínuas: definição. . ou seja. an ∈ R. . bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . são funções contínuas. an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . Esta função designa-se por identidade. . as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . d) As funções racionais. as funções dadas por f (x) = onde n ∈ N e a0 . an−1 . propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. a1 . ou seja. c) As funções polinomiais.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 onde n ∈ N e a0 . . d) As funções racionais. a1 . são funções contínuas. .§2. bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 . c) As funções polinomiais. an ∈ R. n ∈ N. as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . as funções dadas por f (x) = onde m. .6 Funções contínuas: definição. ou seja. Esta função designa-se por identidade. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. . ou seja. an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. an−1 .

. . . b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. . an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . an−1 . n ∈ N. . c) As funções polinomiais. as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . são funções contínuas. Esta função designa-se por identidade. an−1 . . a1 . .6 Funções contínuas: definição. bm−1 ∈ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . . .§2. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. d) As funções racionais. a0 . . as funções dadas por f (x) = onde n ∈ N e a0 . ou seja. an ∈ R. . ou seja. . b0 . bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m. a1 . b1 .

an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . as funções dadas por f (x) = onde n ∈ N e a0 .6 Funções contínuas: definição. . bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m. a1 . ou seja. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . bm ∈ R \ {0}. .§2. . Esta função designa-se por identidade. . c) As funções polinomiais. an−1 . . . a1 . b0 . . . . b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. bm−1 ∈ R e an . n ∈ N. são funções contínuas. . an ∈ R. ou seja. . an−1 . a0 . b1 . . d) As funções racionais. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas.

b1 . . ou seja. . a0 . . . . n ∈ N. a1 . an ∈ R. d) As funções racionais. as funções f : R → R definidas por f (x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . ou seja. c) As funções polinomiais. an−1 . b0 . . an−1 . .§2. b) A função f : R → R definida por f (x) = x é contínua. propriedades e exemplos Exemplos a) As funções constante são contínuas. an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . . as funções dadas por f (x) = onde n ∈ N e a0 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 196 / 485 . . . são funções contínuas. a1 . bm ∈ R \ {0}. Esta função designa-se por identidade. bm−1 ∈ R e an . são funções contínuas. bm xm + bm−1 xm−1 + · · · + b1 x + b0 onde m.6 Funções contínuas: definição. . .

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .§2.

§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.§2.6 Funções contínuas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) f) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.

+∞[→ R e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) f ) A função f : [0.6 Funções contínuas: definição.

6 Funções contínuas: definição.§2. +∞[→ R dada por f (x) = x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . √ f ) A função f : [0. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.

§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.6 Funções contínuas: definição. √ f ) A função f : [0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua.

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.6 Funções contínuas: definição. √ f ) A função f : [0. g) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .§2. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua.

6 Funções contínuas: definição. √ f ) A função f : [0.§2. g) As funções exponencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.§2. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. g) As funções exponencial e logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . √ f ) A função f : [0.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.6 Funções contínuas: definição. √ f ) A função f : [0. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua.

+∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. √ f ) A função f : [0. h) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

§2.6 Funções contínuas: definição. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. h) As funções trigonométricas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . √ f ) A função f : [0. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas.

+∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. √ f ) A função f : [0.6 Funções contínuas: definição. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas.§2.

§2. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. √ f ) A função f : [0. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .

h) As funções trigonométricas são funções contínuas. √ f ) A função f : [0. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas.6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. i) As inversas das funções trigonométricas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .

i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas.§2. √ f ) A função f : [0.6 Funções contínuas: definição. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.

6 Funções contínuas: definição. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. h) As funções trigonométricas são funções contínuas.§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas. √ f ) A função f : [0. j) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua.§2.6 Funções contínuas: definição. √ f ) A função f : [0. j) As funções hiperbólicas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .

h) As funções trigonométricas são funções contínuas. j) As funções hiperbólicas são funções contínuas. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . √ f ) A função f : [0. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas.6 Funções contínuas: definição.

i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.§2. √ f ) A função f : [0. k) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .6 Funções contínuas: definição. j) As funções hiperbólicas são funções contínuas. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas.

k) A função definida por f (x) = sen ex 2 −x + ln(x − 2) arc tg(x − 5) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 . √ f ) A função f : [0. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. j) As funções hiperbólicas são funções contínuas. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua.§2. i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua.6 Funções contínuas: definição.

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. √ f ) A função f : [0. j) As funções hiperbólicas são funções contínuas.§2. k) A função definida por f (x) = sen ex é uma função contínua 2 −x + ln(x − 2) arc tg(x − 5) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

g) As funções exponencial e logarítmica são funções contínuas. k) A função definida por f (x) = sen ex 2 −x + ln(x − 2) arc tg(x − 5) é uma função contínua pois é a composição de funções contínuas. j) As funções hiperbólicas são funções contínuas. i) As inversas das funções trigonométricas são funções contínuas.6 Funções contínuas: definição. +∞[→ R dada por f (x) = x é contínua. √ f ) A função f : [0.§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) e) A função f : R → R dada por f (x) = |x| é contínua. h) As funções trigonométricas são funções contínuas. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 197 / 485 .

§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .

§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .6 Funções contínuas: definição.

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .§2.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = não é contínua em x = 0 1 0 se x 0 se x < 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .

propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).6 Funções contínuas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .§2.

Obviamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).6 Funções contínuas: definição. a função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}.§2.

Obviamente.6 Funções contínuas: definição. a função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}. l) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).§2.

se x = 0 se x = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . Obviamente. a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}.§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).6 Funções contínuas: definição.

§2. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x). Obviamente. se x = 0 se x = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 Então f não é contínua em x = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}.6 Funções contínuas: definição.

se x = 0 se x = 0 Então f não é contínua em x = 0 porque x→0 lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x). Obviamente.6 Funções contínuas: definição.§2. a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}.

§2. se x = 0 se x = 0 Então f não é contínua em x = 0 porque sen x lim f (x) = lim x→0 x→0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).6 Funções contínuas: definição. a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}. Obviamente.

se x = 0 se x = 0 Então f não é contínua em x = 0 porque sen x =1 lim f (x) = lim x→0 x→0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).§2. Obviamente.

a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}. Obviamente. se x = 0 se x = 0 Então f não é contínua em x = 0 porque sen x = 1 = f (0) lim f (x) = lim x→0 x→0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).

§2. lim f (x) = lim x→0 x→0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . se x = 0 se x = 0 Então f não é contínua em x = 0 porque sen x = 1 = f (0) = 0. propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).6 Funções contínuas: definição. Obviamente. a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}.

6 Funções contínuas: definição. lim f (x) = lim x→0 x→0 x É claro que a função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 198 / 485 . propriedades e exemplos Exemplos (continuação) k) A função f : R → R definida por f (x) = 1 0 se x 0 se x < 0 x→0 não é contínua em x = 0 porque não existe lim f (x).§2. Obviamente. a l) Seja f : R → R a função definida por sen x x f (x) = 0 função é contínua em qualquer x ∈ R \ {0}. se x = 0 se x = 0 Então f não é contínua em x = 0 porque sen x = 1 = f (0) = 0.

propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 .§2.6 Funções contínuas: definição.

6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam f : D → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D.6 Funções contínuas: definição.§2.

6 Funções contínuas: definição.§2. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. Diz-se que a função f é contínua em a à direita António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 .

Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 .§2. +∞[ é contínua em a.

Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. +∞[ é contínua em a.§2.6 Funções contínuas: definição. A função diz-se contínua em a à esquerda António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D.

+∞[ é contínua em a.6 Funções contínuas: definição. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. a] é contínua em a. A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 .§2.

f é contínua à direita em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. a] é contínua em a. +∞[ é contínua em a.§2. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. Assim.6 Funções contínuas: definição.

A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. a] é contínua em a. +∞[ é contínua em a.§2. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 .6 Funções contínuas: definição. Assim.

6 Funções contínuas: definição.§2. +∞[ é contínua em a. A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. Assim. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. a] é contínua em a.

Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. +∞[ é contínua em a. Assim.§2. f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D.6 Funções contínuas: definição. a] é contínua em a.

Assim.§2. +∞[ é contínua em a. a] é contínua em a. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D.6 Funções contínuas: definição. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 x − a < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞.

Assim. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a.§2. +∞[ é contínua em a. a] é contínua em a. e é contínua à esquerda em a se e só se ∀ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 .6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 x − a < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) .

propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a.§2. f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 x − a < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) .6 Funções contínuas: definição. +∞[ é contínua em a. a] é contínua em a. e é contínua à esquerda em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. Assim.

a] é contínua em a.§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D. +∞[ é contínua em a. e é contínua à esquerda em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . Assim. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 x − a < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) .

f é contínua à direita em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (0 x − a < δ ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) . +∞[ é contínua em a. A função diz-se contínua em a à esquerda se a restrição de f a D ∩ ] − ∞. Diz-se que a função f é contínua em a à direita se a restrição de f a D ∩ [a. e é contínua à esquerda em a se e só se ∀ε > 0 ∃δ > 0 ∀x ∈ D (−δ < x − a 0 ⇒ |f (x) − f (a)| < ε) . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 199 / 485 . a] é contínua em a. Assim. propriedades e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D.6 Funções contínuas: definição.§2.

§2.6 Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 .

se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 .6 Funções contínuas: definição. +∞[.§2. propriedades e exemplos Obviamente.

+∞[.6 Funções contínuas: definição.§2. se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. então f é contínua à direita em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 . propriedades e exemplos Obviamente.

se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. propriedades e exemplos Obviamente. então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 .§2. +∞[.6 Funções contínuas: definição.

+∞[. propriedades e exemplos Obviamente.§2. a[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 .6 Funções contínuas: definição. então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞. se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a.

então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞. se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a.6 Funções contínuas: definição. a[ temos f é contínua à esquerda em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 . propriedades e exemplos Obviamente.§2. +∞[.

x→a− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 . então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞. a[ temos f é contínua à esquerda em a ⇔ lim f (x) = f (a). +∞[. propriedades e exemplos Obviamente.§2.6 Funções contínuas: definição. se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a.

se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. +∞[. propriedades e exemplos Obviamente.6 Funções contínuas: definição. então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞.§2. a[ temos f é contínua à esquerda em a ⇔ lim f (x) = f (a). x→a− Propriedade António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 .

x→a− Propriedade Sejam f : D ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 . +∞[. a[ temos f é contínua à esquerda em a ⇔ lim f (x) = f (a). se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. propriedades e exemplos Obviamente.6 Funções contínuas: definição. então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞.§2.

então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞. se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. x→a− Propriedade Sejam f : D ⊆ R → R e a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 .6 Funções contínuas: definição.§2. +∞[. a[ temos f é contínua à esquerda em a ⇔ lim f (x) = f (a). propriedades e exemplos Obviamente.

propriedades e exemplos Obviamente. Então f é contínua em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 .§2. a[ temos f é contínua à esquerda em a ⇔ lim f (x) = f (a). se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞. x→a− Propriedade Sejam f : D ⊆ R → R e a ∈ D.6 Funções contínuas: definição. +∞[.

6 Funções contínuas: definição. +∞[. se a é um ponto de acumulação de D ∩ ]a. então f é contínua à direita em a ⇔ lim f (x) = f (a) x→a+ e caso a seja um ponto de acumulação de D ∩ ] − ∞. x→a− Propriedade Sejam f : D ⊆ R → R e a ∈ D.§2. propriedades e exemplos Obviamente. a[ temos f é contínua à esquerda em a ⇔ lim f (x) = f (a). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 200 / 485 . Então f é contínua em a se e só se é contínua à esquerda e à direita em a.

propriedades e exemplos Limites infinitos e limites no infinito Limites laterais Assímptotas Funções contínuas: definição. propriedades e exemplos Propriedades fundamentais das funções contínuas Cálculo diferencial em R Cálculo integral em R 3 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 201 / 485 .Índice 1 2 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Breves noções de topologia em R Limites: definição.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Bolzano ou dos valores intermédios António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Bolzano ou dos valores intermédios Sejam a e b números reais tais que a < b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Bolzano ou dos valores intermédios Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a. b] → R uma função contínua António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 .§2.

b] → R uma função contínua tal que f (a) = f (b).7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Bolzano ou dos valores intermédios Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 . b] → R uma função contínua tal que f (a) = f (b).§2. Então para qualquer valor k entre f (a) e f (b).7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Bolzano ou dos valores intermédios Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a.

§2. b] → R uma função contínua tal que f (a) = f (b). Então para qualquer valor k entre f (a) e f (b).7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Bolzano ou dos valores intermédios Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a. b] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 . existe um ponto c ∈ [a.

Então para qualquer valor k entre f (a) e f (b). b] tal que f (c) = k. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 202 / 485 . existe um ponto c ∈ [a.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Bolzano ou dos valores intermédios Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a.§2. b] → R uma função contínua tal que f (a) = f (b).

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .§2.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) f (a) a b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .§2.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) k f (a) a b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) k f (a) a b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) k f (a) a b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .§2.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) k f (a) a b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) k f (a) a c b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) k f (a) a c b x Interpretação geométrica do Teorema de Bolzano António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 203 / 485 .§2.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 204 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Corolário dos valores intermédios ou de Bolzano António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 204 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Corolário dos valores intermédios ou de Bolzano Sejam a e b números reais tais que a < b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 204 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Corolário dos valores intermédios ou de Bolzano Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a.§2. b] → R uma função contínua António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 204 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 204 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Corolário dos valores intermédios ou de Bolzano Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a.f (b) < 0.§2. b] → R uma função contínua tal que f (a).

Então existe c ∈]a.f (b) < 0.§2. b] → R uma função contínua tal que f (a).7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Corolário dos valores intermédios ou de Bolzano Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a. b[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 204 / 485 .

b[ f (c) = 0.§2. Então existe tal que c ∈]a.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Corolário dos valores intermédios ou de Bolzano Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 204 / 485 .f (b) < 0. b] → R uma função contínua tal que f (a).

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .§2.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) a b f (a) x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) a c1 f (a) b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) a c1 f (a) c2 b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) a c1 f (a) c2 c3 b x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .§2.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas y f (b) a c1 f (a) c2 c3 b x Interpretação geométrica do Corolário do Teorema de Bolzano António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 205 / 485 .

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .

1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0.§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0. 1].§2. 1] → R definida por f (x) = cos tem (pelo menos) um zero em [0. πx 2 − x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .

Obviamente. esta função é contínua António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0.§2. 1]. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0. esta função é contínua pois é a composição de funções contínuas. 1].§2. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0. Obviamente.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0.§2. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0. esta função é contínua pois é a composição de funções contínuas. Obviamente. 1]. Como f (0)f (1) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .

§2. Obviamente.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0. esta função é contínua pois é a composição de funções contínuas. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0. Como f (0)f (1) = cos (0) − 02 cos π 2 − 12 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 . 1].

Como f (0)f (1) = cos (0) − 02 cos π 2 − 12 = 1(−1) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0.§2. 1]. Obviamente. esta função é contínua pois é a composição de funções contínuas. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0.

§2. Obviamente. 1]. esta função é contínua pois é a composição de funções contínuas. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0. Como f (0)f (1) = cos (0) − 02 cos π 2 − 12 = 1(−1) = −1.

esta função é contínua pois é a composição de funções contínuas.§2. Obviamente.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0. Como f (0)f (1) = cos (0) − 02 cos π 2 − 12 = 1(−1) = −1. pelo (Corolário do) Teorema de Bolzano. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 . 1]. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0.

f tem de ter pelo menos um zero no intervalo ]0. 1]. Obviamente. Como f (0)f (1) = cos (0) − 02 cos π 2 − 12 = 1(−1) = −1. 1] → R definida por f (x) = cos πx 2 − x2 tem (pelo menos) um zero em [0. 1[.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos Provemos que a função f : [0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 206 / 485 . esta função é contínua pois é a composição de funções contínuas.§2. pelo (Corolário do) Teorema de Bolzano.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 .§2.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . an = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .

an = 0.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . de grau ímpar.

ou seja. an = 0.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . de grau ímpar. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . n é um número natural ímpar.§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 .§2. n é um número natural ímpar. an = 0. ou seja. Como x→+∞ lim p(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . de grau ímpar.

§2. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . n é um número natural ímpar. de grau ímpar. an = 0.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . ou seja.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . n é um número natural ímpar. ou seja. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ se an > 0.§2. an = 0. de grau ímpar.

ou seja. n é um número natural ímpar. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. de grau ímpar. an = 0. se an < 0.

n é um número natural ímpar. e x→−∞ lim p(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . se an < 0. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0.§2. de grau ímpar. ou seja.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . an = 0.

an = 0. n é um número natural ímpar. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. ou seja. e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . se an < 0. de grau ímpar.§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . n é um número natural ímpar. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ se an > 0. an = 0. de grau ímpar. ou seja.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . se an < 0.

de grau ímpar. se an < 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . ou seja. n é um número natural ímpar.§2. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ +∞ se an > 0. an = 0. se an < 0.

n é um número natural ímpar. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . de grau ímpar. ou seja. se an < 0. an = 0. se an < 0.§2. e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ +∞ se an > 0. existem números reais a e b tais que p(a) < 0 e p(b) > 0.

se an < 0. an = 0.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . existem números reais a e b tais que p(a) < 0 e p(b) > 0. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. ou seja. e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ +∞ se an > 0. A continuidade de p António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . de grau ímpar. n é um número natural ímpar.§2. se an < 0.

se an < 0. se an < 0. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . ou seja. e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ +∞ se an > 0. A continuidade de p implica.§2. de grau ímpar. existem números reais a e b tais que p(a) < 0 e p(b) > 0. n é um número natural ímpar.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . an = 0.

ou seja. se an < 0.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 .§2. an = 0. se an < 0. existem números reais a e b tais que p(a) < 0 e p(b) > 0. n é um número natural ímpar. pelo Teorema de Bolzano. de grau ímpar. e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ +∞ se an > 0. A continuidade de p implica.

e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ +∞ se an > 0. que p tem de ter um zero entre a e b. se an < 0. ou seja.§2. se an < 0. existem números reais a e b tais que p(a) < 0 e p(b) > 0.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . A continuidade de p implica. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . de grau ímpar. pelo Teorema de Bolzano. an = 0. n é um número natural ímpar.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplos (continuação) Consideremos uma função polinomial p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a1 x + a0 . existem números reais a e b tais que p(a) < 0 e p(b) > 0.§2. se an < 0. pelo Teorema de Bolzano. que p tem de ter um zero entre a e b. n é um número natural ímpar. Como x→+∞ lim p(x) = lim xn an + x→+∞ an−1 a1 a0 + · · · + n−1 + n x x x = +∞ −∞ se an > 0. de grau ímpar. an = 0. A continuidade de p implica. se an < 0. ou seja. e x→−∞ lim p(x) = lim xn an + x→−∞ a1 a0 an−1 + · · · + n−1 + n x x x = −∞ +∞ se an > 0. todos os polinómios de grau ímpar têm pelo menos um zero (real)! António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 207 / 485 . Assim.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 .§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.

Dizemos que f tem um máximo (absoluto) no ponto a ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 .§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.

Dizemos que f tem um máximo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um máximo (absoluto) de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.§2.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 . Dizemos que f tem um máximo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um máximo (absoluto) de f se f (x) f (a) para todo o x ∈ D.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.§2.

§2. Dizemos que f tem um máximo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um máximo (absoluto) de f se f (x) Quando f (x) f (a) para todo o x ∈ D. f (a) para todo o x ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.

Dizemos que f tem um máximo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um máximo (absoluto) de f se f (x) Quando f (x) dizemos que f tem um mínimo (absoluto) no ponto a ∈ D f (a) para todo o x ∈ D.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.§2. f (a) para todo o x ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 . f (a) para todo o x ∈ D.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.§2. Dizemos que f tem um máximo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um máximo (absoluto) de f se f (x) Quando f (x) dizemos que f tem um mínimo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um mínimo (absoluto) de f . f (a) para todo o x ∈ D.

Os máximos e mínimos (absolutos) de f dizem-se extremos absolutos de f . f (a) para todo o x ∈ D.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Seja f : D ⊆ R → R uma função definida num subconjunto não vazio D.§2. . Dizemos que f tem um máximo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um máximo (absoluto) de f se f (x) Quando f (x) dizemos que f tem um mínimo (absoluto) no ponto a ∈ D ou que f (a) é um mínimo (absoluto) de f . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 208 / 485 f (a) para todo o x ∈ D.

§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .§2.

fechado e limitado António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass Sejam D ⊆ R um conjunto não vazio.§2.

§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 . fechado e limitado e f: D →R uma função contínua.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass Sejam D ⊆ R um conjunto não vazio.

§2. fechado e limitado e f: D →R uma função contínua.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass Sejam D ⊆ R um conjunto não vazio. Então f tem máximo e mínimo absolutos. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .

Então f tem máximo e mínimo absolutos.§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass Sejam D ⊆ R um conjunto não vazio. fechado e limitado e f: D →R uma função contínua. Corolário António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .

Corolário Sejam a e b números reais tais que a < b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .§2. Então f tem máximo e mínimo absolutos. fechado e limitado e f: D →R uma função contínua.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass Sejam D ⊆ R um conjunto não vazio.

fechado e limitado e f: D →R uma função contínua. Corolário Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a. Então f tem máximo e mínimo absolutos.§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass Sejam D ⊆ R um conjunto não vazio. b] → R uma função contínua. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .

Então f tem máximo e mínimo absolutos.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Teorema de Weierstrass Sejam D ⊆ R um conjunto não vazio.§2. b] → R uma função contínua. Corolário Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a. fechado e limitado e f: D →R uma função contínua. Então f tem máximo e mínimo absolutos. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 209 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 .§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 .§2.

3]. 5].§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 se x ∈ [1. se x ∈ ]3.

Como lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− se x ∈ [1. 3].§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. se x ∈ ]3. 5].

3]. se x ∈ ]3. 5]. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. Como lim f (x) = lim− x − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1.§2.

3].§2. 5]. Como lim f (x) = lim− x − 1 = 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . se x ∈ ]3.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1.

se x ∈ ]3. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 x→3+ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 .§2. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. 5].7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 3].

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 5]. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 x−3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. 3].§2. se x ∈ ]3.

5].7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 x−3 x→3 2(x − 3) x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. 3]. se x ∈ ]3.§2.

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. se x ∈ ]3.§2. 3]. 5]. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2=1·2 x−3 x→3 2(x − 3) x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 .

se x ∈ ]3. 5].§2.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 3]. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 .

7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. se x ∈ ]3. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . 3].§2. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2. 5].

Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2. 3]. se x ∈ ]3. 5]. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1.§2. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) = 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 .7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1.

§2. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. 5].7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 3]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) = 2 = f (3). se x ∈ ]3.

5]. Assim.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) = 2 = f (3).§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . 3]. se x ∈ ]3. f é contínua no ponto x = 3. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2.

Além disso.§2. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2. f é contínua no ponto x = 3. em [1. 3]. 5]. se x ∈ ]3. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) = 2 = f (3). 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. 5] \ {3} a função é contínua António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . Assim.

Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. Além disso. 5]. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) = 2 = f (3). em [1.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . Assim. f é contínua no ponto x = 3.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. se x ∈ ]3. 3]. 5] \ {3} a função é contínua pois é a composição de funções contínuas.

em [1. 5] \ {3} a função é contínua pois é a composição de funções contínuas. 5]. f é contínua no ponto x = 3.§2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . Além disso.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. se x ∈ ]3. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) = 2 = f (3). Assim. 3]. Pelo Teorema de Weierstrass. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2.

5]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 210 / 485 . Além disso.7 Propriedades fundamentais das funções contínuas Exemplo Seja f : [1. f é contínua no ponto x = 3. Como e lim f (x) = lim− x − 1 = 2 e2x−6 −1 e2(x−3) −1 = lim+ 2 = 1 · 2 = 2. em [1.§2. Pelo Teorema de Weierstrass. Assim. 5] \ {3} a função é contínua pois é a composição de funções contínuas. 5] → R a função definida por  x − 1  f (x) = e2x−6 −1   x−3 x→3− x→3 se x ∈ [1. 3]. 5]. f tem máximo e mínimo absolutos em [1. x−3 x→3 2(x − 3) x→3 x→3 lim+ f (x) = lim+ x→3 temos lim f (x) = 2 = f (3). se x ∈ ]3.

de Lagrange e de Cauchy Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Aplicações do cálculo diferencial Cálculo integral em R 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 211 / 485 . regras de derivação e exemplos Teoremas de Rolle.Índice 1 2 3 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Teoremas de Rolle.Índice 1 2 3 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Derivadas: definição. de Lagrange e de Cauchy Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Aplicações do cálculo diferencial Cálculo integral em R 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 212 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .1 Derivadas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3. f : D → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .

f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D.§3.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 . regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.

Diz-se que f é derivável António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .1 Derivadas: definição. f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3.

f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3. Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .

regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3. x−a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .1 Derivadas: definição. Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D.

x−a x→a Tal limite (quando existe) diz-se a derivada de f no ponto a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 . Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D.§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.

x−a x→a Tal limite (quando existe) diz-se a derivada de f no ponto a e representa-se por f ′ (a). Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .§3.1 Derivadas: definição. f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.

1 Derivadas: definição. Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . x−a x→a Tal limite (quando existe) diz-se a derivada de f no ponto a e representa-se por f ′ (a). regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3. Df (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 . f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D.

f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D. Df (a) ou ainda por dx António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R. representa-se por f ′ (a). Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . x−a x→a Tal limite (quando existe) diz-se a derivada de f no ponto a e df (a).§3.

§3. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R. Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . x−a x→a Tal limite (quando existe) diz-se a derivada de f no ponto a e df (a). Df (a) ou ainda por dx mudança de variável x = a + h. Fazendo a representa-se por f ′ (a). f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .

1 Derivadas: definição. Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . temos f ′ (a) = lim f (a + h) − f (a) . h h→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 . x−a x→a Tal limite (quando existe) diz-se a derivada de f no ponto a e df (a). f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D. Df (a) ou ainda por dx mudança de variável x = a + h. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3. Fazendo a representa-se por f ′ (a).

Df (a) ou ainda por dx mudança de variável x = a + h.§3. regras de derivação e exemplos Sejam D um subconjunto não vazio de R. h h→0 Aqui têm apenas de se considerar os valores de h tais que a + h ∈ D. Diz-se que f é derivável ou diferenciável em a se existe (e é finito) o limite: lim f (x) − f (a) . x−a x→a Tal limite (quando existe) diz-se a derivada de f no ponto a e df (a). Fazendo a representa-se por f ′ (a). f : D → R e a ∈ D um ponto de acumulação de D. temos f ′ (a) = lim f (a + h) − f (a) . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 213 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Diz-se que a função f : D → R é derivável ou diferenciável em D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 .

regras de derivação e exemplos Diz-se que a função f : D → R é derivável ou diferenciável em D se for derivável em todo o ponto de D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Diz-se que a função f : D → R é derivável ou diferenciável em D se for derivável em todo o ponto de D e à nova função f ′ : D → R.1 Derivadas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 .§3. que a cada ponto x ∈ D faz corresponder f ′ (x). regras de derivação e exemplos Diz-se que a função f : D → R é derivável ou diferenciável em D se for derivável em todo o ponto de D e à nova função f ′ : D → R.1 Derivadas: definição.

chama-se derivada de António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 . regras de derivação e exemplos Diz-se que a função f : D → R é derivável ou diferenciável em D se for derivável em todo o ponto de D e à nova função f ′ : D → R.§3.1 Derivadas: definição. f que a cada ponto x ∈ D faz corresponder f ′ (x).

regras de derivação e exemplos Diz-se que a função f : D → R é derivável ou diferenciável em D se for derivável em todo o ponto de D e à nova função f ′ : D → R. f e representa-se também por Df que a cada ponto x ∈ D faz corresponder f ′ (x).1 Derivadas: definição.§3. chama-se derivada de António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 .

chama-se derivada de df f e representa-se também por Df ou . regras de derivação e exemplos Diz-se que a função f : D → R é derivável ou diferenciável em D se for derivável em todo o ponto de D e à nova função f ′ : D → R. dx António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 214 / 485 . que a cada ponto x ∈ D faz corresponder f ′ (x).§3.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 .§3.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. f (a + h)) . f (a)) e (a + h.

f (a)) e (a + h. Fazendo h tender para zero. a recta que passa nos pontos (a. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. f (a)) e (a + h.§3. f (a + h)) . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . f (a + h)) .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. a recta que passa nos pontos (a. f (a + h)) . Fazendo h tender para zero.1 Derivadas: definição. f (a + h)) . vai tender para a recta tangente ao gráfico de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . f (a)) e (a + h. f (a)) e (a + h.§3.

1 Derivadas: definição. f (a + h)) . vai tender para a recta tangente ao gráfico de f e que passa no ponto (a. a recta que passa nos pontos (a. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . f (a + h)) . f (a)) e (a + h. f (a)). Fazendo h tender para zero. f (a)) e (a + h.

f (a + h)) .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. Fazendo h tender para zero. a recta que passa nos pontos (a. Assim. geometricamente. vai tender para a recta tangente ao gráfico de f e que passa no ponto (a. f (a)). f (a + h)) .§3. a derivada de uma função num ponto do domínio António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . f (a)) e (a + h. f (a)) e (a + h.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . f (a + h)) .§3. a derivada de uma função num ponto do domínio é o declive da recta tangente ao gráfico da função no ponto considerado. geometricamente. Fazendo h tender para zero. vai tender para a recta tangente ao gráfico de f e que passa no ponto (a. f (a + h)) . Assim.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. a recta que passa nos pontos (a. f (a)). f (a)) e (a + h. f (a)) e (a + h.

a derivada de uma função num ponto do domínio é o declive da recta tangente ao gráfico da função no ponto considerado. vai tender para a recta tangente ao gráfico de f e que passa no ponto (a. f (a + h)) . Assim. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. Fazendo h tender para zero. f (a + h)) . f (a)) e (a + h. f (a)). a recta tangente ao gráfico de uma função f no ponto (a. geometricamente. Portanto.1 Derivadas: definição. a recta que passa nos pontos (a. f (a)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . f (a)) e (a + h.§3.

vai tender para a recta tangente ao gráfico de f e que passa no ponto (a. f (a + h)) . Fazendo h tender para zero. f (a)) e (a + h.1 Derivadas: definição. a recta que passa nos pontos (a. f (a + h)) . geometricamente. f (a)) é a recta de equação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . f (a)) e (a + h. a recta tangente ao gráfico de uma função f no ponto (a. Portanto.§3. Assim. a derivada de uma função num ponto do domínio é o declive da recta tangente ao gráfico da função no ponto considerado. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. f (a)).

f (a + h)) . f (a)). a recta que passa nos pontos (a. a recta tangente ao gráfico de uma função f no ponto (a. f (a)) e (a + h. f (a)) e (a + h. a derivada de uma função num ponto do domínio é o declive da recta tangente ao gráfico da função no ponto considerado. f (a)) é a recta de equação y = f (a) + f ′ (a)(x − a). Assim. vai tender para a recta tangente ao gráfico de f e que passa no ponto (a. regras de derivação e exemplos O quociente f (a + h) − f (a) h representa o declive da recta que passa pelos pontos (a. Fazendo h tender para zero. f (a + h)) . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 215 / 485 . Portanto.§3.1 Derivadas: definição. geometricamente.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos f (a) a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a) a a+h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .

regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a) a a+h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a) a a+h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a + h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a + h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.

regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a + h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a +a + h h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a +a + h h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .

regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a +a + h h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a +a +a + h h h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a +a +a + h h h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .

regras de derivação e exemplos f (a + h) f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a +a +a + h h h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos y = f (a) + f ′ (a)(x − a) f (a + h) f (a + h) f (a + h) f (a) a a +a +a +a + h h h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .

regras de derivação e exemplos y = f (a) + f ′ (a)(x − a) f (a + h) f (a + h) f (a + h) f (a) f ′ (a) = tg α α a a +a +a +a + h h h h Interpretação geométrica do conceito de derivada António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 216 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c. onde c é um número real. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

1 Derivadas: definição. onde c é um número real.§3. Então f ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c.

onde c é um número real. Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c.1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c.§3.1 Derivadas: definição. Então f ′ (x) = lim c−c f (x + h) − f (x) = lim h→0 h h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 . onde c é um número real.

Então f ′ (x) = lim c−c 0 f (x + h) − f (x) = lim = lim h→0 h h→0 h h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 . onde c é um número real.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. onde c é um número real. regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c. Então f ′ (x) = lim c−c 0 f (x + h) − f (x) = lim = lim = lim 0 h→0 h h→0 h h→0 h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 .§3.

§3. onde c é um número real.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c. Então f ′ (x) = lim c−c 0 f (x + h) − f (x) = lim = lim = lim 0 = 0 h→0 h h→0 h h→0 h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 .

onde c é um número real. regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 . Então f ′ (x) = lim c−c 0 f (x + h) − f (x) = lim = lim = lim 0 = 0 h→0 h h→0 h h→0 h→0 h para cada x ∈ R.1 Derivadas: definição.§3.

onde c é um número real.§3. Então f ′ (x) = lim c−c 0 f (x + h) − f (x) = lim = lim = lim 0 = 0 h→0 h h→0 h h→0 h→0 h para cada x ∈ R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 217 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função constante Seja f : R → R a função definida por f (x) = c. f ′ é a função identicamente nula. Assim.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 .§3.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x.

§3. temos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 . para cada x ∈ R. Então.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x.

temos f ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 . Então.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x. para cada x ∈ R.§3.

para cada x ∈ R. temos f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 .1 Derivadas: definição. Então.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x.

para cada x ∈ R. Então.§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x. temos f ′ (x) = lim x+h−x f (x + h) − f (x) = lim h→0 h→0 h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 .

para cada x ∈ R.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x. temos f ′ (x) = lim x+h−x h f (x + h) − f (x) = lim = lim h→0 h→0 h h→0 h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 . Então.§3.

temos f ′ (x) = lim x+h−x h f (x + h) − f (x) = lim = lim = lim 1 h→0 h→0 h h→0 h→0 h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x.§3. para cada x ∈ R. Então.1 Derivadas: definição.

Então. para cada x ∈ R.§3. temos f ′ (x) = lim x+h−x h f (x + h) − f (x) = lim = lim = lim 1 = 1 h→0 h→0 h h→0 h→0 h h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x.1 Derivadas: definição.

portanto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 218 / 485 . Então.1 Derivadas: definição. para cada x ∈ R. regras de derivação e exemplos Exemplos – função identidade Consideremos a função f : R → R definida por f (x) = x. temos f ′ (x) = lim x+h−x h f (x + h) − f (x) = lim = lim = lim 1 = 1 h→0 h→0 h h→0 h→0 h h e.§3. f ′ : R → R é dada por f ′ (x) = 1.

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial Seja f : R → R a função dada por f (x) = ex .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial Seja f : R → R a função dada por f (x) = ex .1 Derivadas: definição. Então f ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 .

§3. Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial Seja f : R → R a função dada por f (x) = ex .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial Seja f : R → R a função dada por f (x) = ex .§3.1 Derivadas: definição. Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h x+h − ex e = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial Seja f : R → R a função dada por f (x) = ex .1 Derivadas: definição. Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h x+h − ex e = lim h→0 h h −1 e = lim ex h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 .§3.

Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h x+h − ex e = lim h→0 h h −1 e = lim ex h→0 h = ex .§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial Seja f : R → R a função dada por f (x) = ex . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 219 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 220 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – função logaritmo natural Seja f : ]0.§3. +∞[ → R a função dada por f (x) = ln x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 220 / 485 .1 Derivadas: definição.

Então f ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 220 / 485 .1 Derivadas: definição.§3. +∞[ → R a função dada por f (x) = ln x. regras de derivação e exemplos Exemplos – função logaritmo natural Seja f : ]0.

Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 220 / 485 . +∞[ → R a função dada por f (x) = ln x.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função logaritmo natural Seja f : ]0.§3.

§3. +∞[ → R a função dada por f (x) = ln x.1 Derivadas: definição. Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h ln(x + h) − ln x = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 220 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função logaritmo natural Seja f : ]0.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função logaritmo natural Seja f : ]0. Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h ln(x + h) − ln x = lim h→0 h x+h ln x = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 220 / 485 . +∞[ → R a função dada por f (x) = ln x.1 Derivadas: definição.

§3. +∞[ → R a função dada por f (x) = ln x. Então f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h ln(x + h) − ln x = lim h→0 h x+h ln x = lim h→0 h h ln 1 + x 1 = lim h→0 h/x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 220 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função logaritmo natural Seja f : ]0.1 Derivadas: definição.

Então f ′ (x) = lim = = f (x + h) − f (x) h→0 h ln(x + h) − ln x lim h→0 h x+h ln x lim h→0 h h ln 1 + x 1 lim h→0 h/x x 1 .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função logaritmo natural Seja f : ]0. x Cálculo I 2011/2012 220 / 485 = = António Bento (UBI) . +∞[ → R a função dada por f (x) = ln x.1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R.1 Derivadas: definição.

§3. De facto. f ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R.1 Derivadas: definição. De facto.§3. f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .

1 Derivadas: definição. De facto. regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R. f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h sen (x + h) − sen x = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .§3.

De facto.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R. f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h sen (x + h) − sen x = lim h→0 h x+h−x x+h+x 2 sen cos 2 2 = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .1 Derivadas: definição.

De facto. regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R.1 Derivadas: definição.§3. f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h sen (x + h) − sen x = lim h→0 h x+h−x x+h+x 2 sen cos 2 2 = lim h→0 h 2x + h sen h/2 cos = lim h→0 h/2 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R. De facto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 .§3. f ′ (x) = lim = = = = f (x + h) − f (x) h→0 h sen (x + h) − sen x lim h→0 h x+h−x x+h+x 2 sen cos 2 2 lim h→0 h 2x + h sen h/2 cos lim h→0 h/2 2 cos x.

1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 221 / 485 . o que mostra que (sen x)′ = cos x.§3. De facto. f ′ (x) = lim = = = = f (x + h) − f (x) h→0 h sen (x + h) − sen x lim h→0 h x+h−x x+h+x 2 sen cos 2 2 lim h→0 h 2x + h sen h/2 cos lim h→0 h/2 2 cos x. regras de derivação e exemplos Exemplos – função seno A função f : R → R definida por f (x) = sen x é derivável para qualquer x ∈ R.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x.§3.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x. Atendendo a que f ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .1 Derivadas: definição.

Atendendo a que f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x.

1 Derivadas: definição. Atendendo a que f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h cos (x + h) − cos x = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x. Atendendo a que f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h cos (x + h) − cos x = lim h→0 h x+h+x x+h−x −2 sen sen 2 2 = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

§3. Atendendo a que f ′ (x) = lim f (x + h) − f (x) h→0 h cos (x + h) − cos x = lim h→0 h x+h+x x+h−x −2 sen sen 2 2 = lim h→0 h 2x + h sen h/2 = lim − sen h→0 2 h/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x.1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .1 Derivadas: definição. Atendendo a que f ′ (x) = lim = = = = f (x + h) − f (x) h→0 h cos (x + h) − cos x lim h→0 h x+h+x x+h−x −2 sen sen 2 2 lim h→0 h 2x + h sen h/2 lim − sen h→0 2 h/2 − sen x.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 222 / 485 .§3. temos que (cos x)′ = − sen x. regras de derivação e exemplos Exemplos – função coseno Consideremos a função f : R → R dada por f (x) = cos x. Atendendo a que f ′ (x) = lim = = = = f (x + h) − f (x) h→0 h cos (x + h) − cos x lim h→0 h x+h+x x+h−x −2 sen sen 2 2 lim h→0 h 2x + h sen h/2 lim − sen h→0 2 h/2 − sen x.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Sejam f : D → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 .

regras de derivação e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D tal que a é ponto de acumulação de − Da = {x ∈ D : x < a} = D ∩ ] − ∞. a[.§3.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 .

a[. regras de derivação e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D tal que a é ponto de acumulação de − Da = {x ∈ D : x < a} = D ∩ ] − ∞.1 Derivadas: definição. Diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à esquerda em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 .§3.

§3.1 Derivadas: definição. a[. Diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à esquerda em a se existe e é finito o limite x→a− lim f (x) − f (a) x−a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 . regras de derivação e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D tal que a é ponto de acumulação de − Da = {x ∈ D : x < a} = D ∩ ] − ∞.

§3. Diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à esquerda em a se existe e é finito o limite x→a− lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) = lim − x−a h h→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 . a[. regras de derivação e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D tal que a é ponto de acumulação de − Da = {x ∈ D : x < a} = D ∩ ] − ∞.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Sejam f : D → R e a ∈ D tal que a é ponto de acumulação de − Da = {x ∈ D : x < a} = D ∩ ] − ∞. Diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à esquerda em a se existe e é finito o limite x→a− lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fe (a).1 Derivadas: definição. − x−a h h→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 223 / 485 .§3. a[.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .

regras de derivação e exemplos Se f : D → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .1 Derivadas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 . regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a.§3.1 Derivadas: definição. +∞[.

regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a.§3. +∞[. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a. +∞[. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (x) − f (a) x−a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .

regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a. +∞[. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) = lim + x−a h h→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a.1 Derivadas: definição. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fd (a). +∞[. + x−a h h→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .§3.

+ x−a h h→0 Tendo em conta as propriedades dos limites. +∞[.1 Derivadas: definição. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fd (a). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 . regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a.§3.

1 Derivadas: definição. +∞[. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fd (a). + x−a h h→0 Tendo em conta as propriedades dos limites. regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 . resulta imediatamente.

+∞[. regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a.§3. + − para pontos a ∈ D que são pontos de acumulação de Da e de Da . então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fd (a). + x−a h h→0 Tendo em conta as propriedades dos limites.1 Derivadas: definição. resulta imediatamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .

que f é derivável em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 . resulta imediatamente. + x−a h h→0 Tendo em conta as propriedades dos limites.§3. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fd (a). + − para pontos a ∈ D que são pontos de acumulação de Da e de Da .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a. +∞[.

1 Derivadas: definição. +∞[. então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fd (a). regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a. + − para pontos a ∈ D que são pontos de acumulação de Da e de Da . resulta imediatamente. + x−a h h→0 Tendo em conta as propriedades dos limites.§3. que f é derivável em a se e só se f é derivável à esquerda e à direita em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 .

regras de derivação e exemplos Se f : D → R e a ∈ D é um ponto de acumulação de + Da = {x ∈ D : x > a} = D ∩ ]a.1 Derivadas: definição. resulta imediatamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 224 / 485 . +∞[. que f é derivável em a se e só se f é derivável à esquerda e à direita em a e ′ ′ fe (a) = fd (a). então diz-se que f é derivável (ou diferenciável) à direita em a se existe e é finito o limite x→a+ lim f (a + h) − f (a) f (x) − f (a) ′ = lim = fd (a). + x−a h h→0 Tendo em conta as propriedades dos limites.§3. + − para pontos a ∈ D que são pontos de acumulação de Da e de Da .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| . Então ′ fe (0) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .

§3. Então ′ fe (0) = lim− x→0 f (x) − f (0) x−0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .1 Derivadas: definição.

§3. Então ′ fe (0) = lim− x→0 |x| f (x) − f (0) = lim− x−0 x x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| . Então ′ fe (0) = lim− x→0 x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − x−0 x x x→0 x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. Então ′ fe (0) = lim− x→0 x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .

§3.1 Derivadas: definição. Então ′ fe (0) = lim− x→0 e x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .

Então ′ fe (0) = lim− x→0 e ′ fd (0) x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .1 Derivadas: definição.§3.

§3. Então ′ fe (0) = lim− x→0 e ′ fd (0) = lim x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 f (x) − f (0) x−0 x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .

regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| . Então ′ fe (0) = lim− x→0 e ′ fd (0) = lim x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 |x| f (x) − f (0) = lim + x x−0 x→0 x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

Então ′ fe (0) = lim− x→0 e ′ fd (0) = lim x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 |x| x f (x) − f (0) = lim = lim + x + x x−0 x→0 x→0 x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| . + x + x x−0 x→0 x→0 x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 . Então ′ fe (0) = lim− x→0 e ′ fd (0) = lim x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 |x| x f (x) − f (0) = lim = lim = 1.

1 Derivadas: definição.§3. Então ′ fe (0) = lim− x→0 e x |x| f (x) − f (0) = lim− = lim− − = −1 x−0 x x x→0 x→0 |x| x f (x) − f (0) = lim = lim = 1. ′ fd (0) = lim x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 225 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = |x| . + x + x x−0 x→0 x→0 o que mostra que f não é derivável no ponto 0.

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Consideremos a função f : R → R definida por f (x) =  x sen 1  0 x se x = 0. se x = 0.1 Derivadas: definição.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 . se x = 0.§3.1 Derivadas: definição. Esta função não é diferenciável à direita. regras de derivação e exemplos Exemplos Consideremos a função f : R → R definida por f (x) =  x sen 1  0 x se x = 0.

se x = 0. nem à esquerda do ponto 0. regras de derivação e exemplos Exemplos Consideremos a função f : R → R definida por f (x) =  x sen 1  0 x se x = 0.§3. Esta função não é diferenciável à direita. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 .1 Derivadas: definição.

se x = 0.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos Consideremos a função f : R → R definida por f (x) =  x sen 1  0 x se x = 0. pois não existe x sen (1/x) lim x x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 . Esta função não é diferenciável à direita.1 Derivadas: definição. nem à esquerda do ponto 0.

pois não existe 1 x sen (1/x) = lim sen . lim x x x→0+ x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 .§3. nem à esquerda do ponto 0. se x = 0.1 Derivadas: definição. Esta função não é diferenciável à direita. regras de derivação e exemplos Exemplos Consideremos a função f : R → R definida por f (x) =  x sen 1  0 x se x = 0.

nem à esquerda do ponto 0.1 Derivadas: definição. se x = 0. lim x x x→0+ x→0+ nem x sen (1/x) lim x x→0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 . pois não existe 1 x sen (1/x) = lim sen . Esta função não é diferenciável à direita.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos Consideremos a função f : R → R definida por f (x) =  x sen 1  0 x se x = 0.

regras de derivação e exemplos Exemplos Consideremos a função f : R → R definida por f (x) =  x sen 1  0 x se x = 0. nem à esquerda do ponto 0. pois não existe 1 x sen (1/x) = lim sen . Esta função não é diferenciável à direita. lim x x x→0− x→0− António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 226 / 485 . se x = 0. lim x x x→0+ x→0+ nem 1 x sen (1/x) = lim sen .1 Derivadas: definição.§3.

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Propriedades António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 .

1 Derivadas: definição. então f é contínua nesse ponto.§3. regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 .

Observação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 .§3. então f é contínua nesse ponto. regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D.§3. Observação O recíproco desta propriedade é falso.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 . então f é contínua nesse ponto.

1 Derivadas: definição. então f é contínua nesse ponto. regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D. Observação O recíproco desta propriedade é falso.§3. A função f :R→R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D.1 Derivadas: definição. A função f :R→R dada por f (x) = |x| António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 . então f é contínua nesse ponto. Observação O recíproco desta propriedade é falso.

Observação O recíproco desta propriedade é falso. f (x) = |x| António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 .1 Derivadas: definição. então f é contínua nesse ponto. A função f :R→R dada por é contínua no ponto 0.§3. regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D.

§3. f (x) = |x| António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 227 / 485 . Observação O recíproco desta propriedade é falso. mas não é derivável nesse ponto.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Propriedades Se f : D → R é uma função derivável em a ∈ D. então f é contínua nesse ponto. A função f :R→R dada por é contínua no ponto 0.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .§3.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Regras de derivação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .

regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.

g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. Então António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. Então i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .

Então i) f + g é derivável em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .1 Derivadas: definição. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.§3. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.

g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.§3. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .1 Derivadas: definição.§3. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).

§3. ii) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.

§3. ii) kf é derivável em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .1 Derivadas: definição. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a). regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a). g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 .§3. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a). g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.1 Derivadas: definição. ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a). regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.

iii) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a). regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.1 Derivadas: definição.§3. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).

§3.1 Derivadas: definição. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a). Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).g é derivável em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . iii) f. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.

g)′ (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).1 Derivadas: definição. ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a). g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.§3.g é derivável em a e (f. iii) f.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a). regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.g)′ (a) = f ′ (a) g(a) + g′ (a) f (a).g é derivável em a e (f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a). iii) f.1 Derivadas: definição.§3.

g)′ (a) = f ′ (a) g(a) + g′ (a) f (a). ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a). regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).1 Derivadas: definição.g é derivável em a e (f. iv) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . iii) f.§3.

Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).g é derivável em a e (f. ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a).g)′ (a) = f ′ (a) g(a) + g′ (a) f (a).1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. iv) se g(a) = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . iii) f. g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.§3.

regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a). g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.g)′ (a) = f ′ (a) g(a) + g′ (a) f (a).§3. f é derivável em a g António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 . Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a).1 Derivadas: definição. iv) se g(a) = 0.g é derivável em a e (f. iii) f.

iv) se g(a) = 0.g)′ (a) = f ′ (a) g(a) + g′ (a) f (a).g é derivável em a e (f.§3. ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a).1 Derivadas: definição. f é derivável em a e g f ′ (a) g Cálculo I 2011/2012 228 / 485 António Bento (UBI) . Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a). g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R. regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f. iii) f.

iii) f. (a) = g g2 (a) Cálculo I 2011/2012 228 / 485 António Bento (UBI) . g : D → R funções deriváveis em a ∈ D e k ∈ R.1 Derivadas: definição.g é derivável em a e (f. Então i) f + g é derivável em a e (f + g)′ (a) = f ′ (a) + g′ (a). f é derivável em a e g f ′ f ′ (a) g(a) − g′ (a) f (a) . ii) kf é derivável em a e (kf )′ (a) = kf ′ (a).g)′ (a) = f ′ (a) g(a) + g′ (a) f (a). regras de derivação e exemplos Regras de derivação Sejam f.§3. iv) se g(a) = 0.

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que (f + g)(x) − (f + g)(a) x→a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que f (x) − f (a) g(x) − g(a) (f + g)(x) − (f + g)(a) = lim + x→a x→a x−a x−a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 . regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que f (x) − f (a) g(x) − g(a) (f + g)(x) − (f + g)(a) = lim + x→a x→a x−a x−a x−a ′ ′ = f (a) + g (a).1 Derivadas: definição.§3.

§3. lim ii) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que f (x) − f (a) g(x) − g(a) (f + g)(x) − (f + g)(a) = lim + x→a x→a x−a x−a x−a ′ ′ = f (a) + g (a).

lim ii) Basta ter em conta que (kf )(x) − (kf )(a) x→a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que f (x) − f (a) g(x) − g(a) (f + g)(x) − (f + g)(a) = lim + x→a x→a x−a x−a x−a ′ ′ = f (a) + g (a).1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que f (x) − f (a) g(x) − g(a) (f + g)(x) − (f + g)(a) = lim + x→a x→a x−a x−a x−a ′ ′ = f (a) + g (a). lim ii) Basta ter em conta que (kf )(x) − (kf )(a) f (x) − f (a) = lim k x→a x→a x−a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação i) Basta observar que f (x) − f (a) g(x) − g(a) (f + g)(x) − (f + g)(a) = lim + x→a x→a x−a x−a x−a ′ ′ = f (a) + g (a). lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 229 / 485 .§3. lim ii) Basta ter em conta que (kf )(x) − (kf )(a) f (x) − f (a) = lim k x→a x→a x−a x−a ′ = k f (a).

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

§3. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) iii) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) iii) Basta atender a que (f g)(x) − (f g)(a) x→a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) iii) Basta atender a que f (x)g(x) − f (a)g(a) (f g)(x) − (f g)(a) = lim x→a x→a x−a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) iii) Basta atender a que f (x)g(x) − f (a)g(a) (f g)(x) − (f g)(a) = lim x→a x→a x−a x−a f (x)g(x) − f (a)g(x) + f (a)g(x) − f (a)g(a) = lim x→a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) iii) Basta atender a que f (x)g(x) − f (a)g(a) (f g)(x) − (f g)(a) = lim x→a x→a x−a x−a f (x)g(x) − f (a)g(x) + f (a)g(x) − f (a)g(a) = lim x→a x−a f (x) − f (a) g(x) − g(a) = lim g(x) + f (a) x→a x−a x−a lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) iii) Basta atender a que f (x)g(x) − f (a)g(a) (f g)(x) − (f g)(a) = lim x→a x→a x−a x−a f (x)g(x) − f (a)g(x) + f (a)g(x) − f (a)g(a) = lim x→a x−a f (x) − f (a) g(x) − g(a) = lim g(x) + f (a) x→a x−a x−a = f ′ (a)g(a) + f (a)g ′ (a).1 Derivadas: definição.§3. lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 .

1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 230 / 485 . lim Na última igualdade foi usado o facto de g ser contínua em a. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação) iii) Basta atender a que f (x)g(x) − f (a)g(a) (f g)(x) − (f g)(a) = lim x→a x→a x−a x−a f (x)g(x) − f (a)g(x) + f (a)g(x) − f (a)g(a) = lim x→a x−a f (x) − f (a) g(x) − g(a) = lim g(x) + f (a) x→a x−a x−a = f ′ (a)g(a) + f (a)g ′ (a).§3.

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação).§3.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .

iv) Do mesmo modo temos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação).

§3. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação).1 Derivadas: definição. iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .

1 Derivadas: definição. iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) f (x) f (a) − g(x) g(a) = lim x−a x→a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 . regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação).§3.

1 Derivadas: definição. iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) f (x) f (a) − g(x) g(a) = lim x−a x→a f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) = lim x−a x→a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 . regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação).§3.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação).1 Derivadas: definição. iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) f (x) f (a) − g(x) g(a) = lim x−a x→a f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) = lim x−a x→a 1 f (x)g(a) − f (a)g(x) = lim x→a g(x)g(a) x−a x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação). iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) = lim x→a x→a = lim x→a = lim x→a = lim x→a f (x) f (a) − g(x) g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a 1 f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(a) + f (a)g(a) − f (a)g(x) 1 g(x)g(a) x−a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .§3.

regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação).§3.1 Derivadas: definição. iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) = lim x→a x→a = lim x→a = lim x→a = lim x→a f (x) f (a) − g(x) g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a 1 f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(a) + f (a)g(a) − f (a)g(x) 1 g(x)g(a) x−a 1 g(x)g(a) f (x) − f (a) g(x) − g(a) g(a) − f (a) x−a x−a = lim x→a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação). g 2 (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 . iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) = lim x→a x→a = lim x→a = lim x→a = lim x→a f (x) f (a) − g(x) g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a 1 f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(a) + f (a)g(a) − f (a)g(x) 1 g(x)g(a) x−a 1 g(x)g(a) f (x) − f (a) g(x) − g(a) g(a) − f (a) x−a x−a = lim = x→a f ′ (a) g(a) − g ′ (a) f (a) .§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Demonstração das regras de derivação (continuação). g 2 (a) Na última igualdade usou-se o facto de g ser contínua em a. iv) Do mesmo modo temos lim f g (x) − x−a f g (a) = lim x→a x→a = lim x→a = lim x→a = lim x→a f (x) f (a) − g(x) g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a 1 f (x)g(a) − f (a)g(x) g(x)g(a) x−a f (x)g(a) − f (a)g(a) + f (a)g(a) − f (a)g(x) 1 g(x)g(a) x−a 1 g(x)g(a) f (x) − f (a) g(x) − g(a) g(a) − f (a) x−a x−a = lim = x→a f ′ (a) g(a) − g ′ (a) f (a) .§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 231 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – funções polinomiais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – funções polinomiais A função f : R → R definida por f (x) = xn António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – funções polinomiais A função f : R → R definida por f (x) = xn derivável em todos os pontos de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 .

1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – funções polinomiais A função f : R → R definida por f (x) = xn derivável em todos os pontos de R e f ′ (x) = nxn−1 .§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – funções polinomiais A função f : R → R definida por f (x) = xn derivável em todos os pontos de R e f ′ (x) = nxn−1 .§3. Usando esta última igualdade.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – funções polinomiais A função f : R → R definida por f (x) = xn derivável em todos os pontos de R e f ′ (x) = nxn−1 . tem-se que a derivada da função definida por p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a2 x2 + a1 x + a0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 .1 Derivadas: definição. Usando esta última igualdade.§3.

tem-se que a derivada da função definida por p(x) = an xn + an−1 xn−1 + · · · + a2 x2 + a1 x + a0 é dada por p′ (x) = nan xn−1 + (n − 1) an−1 xn−2 + · · · + 2a2 x + a1 . regras de derivação e exemplos Exemplos – funções polinomiais A função f : R → R definida por f (x) = xn derivável em todos os pontos de R e f ′ (x) = nxn−1 .1 Derivadas: definição.§3. Usando esta última igualdade. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 232 / 485 .

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: (tg x)′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: (tg x)′ = sen x cos x ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: (tg x)′ = sen x ′ cos x (sen x)′ cos x − (cos x)′ sen x = cos2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: (tg x)′ = sen x ′ cos x (sen x)′ cos x − (cos x)′ sen x = cos2 x cos x. cos x − (− sen x) sen x = cos2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .

1 Derivadas: definição. cos x − (− sen x) sen x = cos2 x 2 x + sen2 x cos = cos2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: (tg x)′ = sen x ′ cos x (sen x)′ cos x − (cos x)′ sen x = cos2 x cos x.§3.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: (tg x)′ = = = = = sen x ′ cos x (sen x)′ cos x − (cos x)′ sen x cos2 x cos x. cos x − (− sen x) sen x cos2 x 2 x + sen2 x cos cos2 x 1 cos2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – tangente A derivada da tangente pode ser calculada da seguinte forma: (tg x)′ = = = = = = sen x ′ cos x (sen x)′ cos x − (cos x)′ sen x cos2 x cos x. cos x − (− sen x) sen x cos2 x 2 x + sen2 x cos cos2 x 1 cos2 x sec2 x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 233 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente Do mesmo modo temos (cotg x)′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente Do mesmo modo temos (cotg x)′ = cos x sen x ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente Do mesmo modo temos (cotg x)′ = cos x ′ sen x (cos x)′ sen x − (sen x)′ cos x = sen2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição.§3. sen x − (cos x) cos x = sen2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente Do mesmo modo temos (cotg x)′ = cos x ′ sen x (cos x)′ sen x − (sen x)′ cos x = sen2 x − sen x.

regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente Do mesmo modo temos (cotg x)′ = cos x ′ sen x (cos x)′ sen x − (sen x)′ cos x = sen2 x − sen x.§3. sen x − (cos x) cos x = sen2 x 2 x + cos2 x sen =− sen2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente Do mesmo modo temos (cotg x)′ = = = = = cos x ′ sen x (cos x)′ sen x − (sen x)′ cos x sen2 x − sen x.§3. sen x − (cos x) cos x sen2 x 2 x + cos2 x sen − sen2 x 1 − sen2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 234 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição.§3. Cálculo I 2011/2012 234 / 485 António Bento (UBI) . regras de derivação e exemplos Exemplos – cotangente Do mesmo modo temos (cotg x)′ = = = = = = cos x ′ sen x (cos x)′ sen x − (sen x)′ cos x sen2 x − sen x. sen x − (cos x) cos x sen2 x 2 x + cos2 x sen − sen2 x 1 − sen2 x − cosec2 x.

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x ′ = 1 ex ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 (ex )2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex = 2 (ex ) (ex )2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = =− x 2 x) x )2 e (e (e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. 2 x) x )2 e (e (e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x)′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x . 2 x) x )2 e (e (e António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .§3.

2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .§3.1 Derivadas: definição.

2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .1 Derivadas: definição.§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .§3. 2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) ex + e−x = 2 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .

1 Derivadas: definição. 2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) ex + e−x = = cosh x 2 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = e (cosh x)′ ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x . 2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) ex + e−x = = cosh x 2 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição. 2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) ex + e−x = = cosh x 2 2 ′ ex + e−x 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = e (cosh x) = ′ ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .§3.

2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) ex + e−x = = cosh x 2 2 ′ ex + e−x 2 ′ (ex )′ + (e−x ) = 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = e (cosh x) = ′ ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .1 Derivadas: definição.§3.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = e (cosh x) = ′ ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .1 Derivadas: definição. 2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) ex + e−x = = cosh x 2 2 ′ ex + e−x 2 ′ (ex )′ + (e−x ) ex − e−x = = 2 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 .

§3. 2 2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 235 / 485 . 2 x) x )2 e (e (e ex − e−x 2 ′ = (ex )′ − (e−x ) ex + e−x = = cosh x 2 2 ′ ex + e−x 2 ′ (ex )′ + (e−x ) ex − e−x = = = senh x.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – seno e coseno hiperbólicos Atendendo a que e−x tem-se (senh x) = e (cosh x) = ′ ′ ′ = 1 ex ′ = 1′ ex −(ex )′ 1 − ex 1 = = − x = − e−x .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Derivada da função composta António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .

regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções tais que f (Df ) ⊆ Dg .1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .§3.

regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções tais que Suponhamos que a ∈ Df é um ponto de acumulação de Df f (Df ) ⊆ Dg .1 Derivadas: definição.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 . f (Df ) ⊆ Dg .§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções tais que Suponhamos que a ∈ Df é um ponto de acumulação de Df e b = f (a) é um ponto de acumulação de Dg .

regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções tais que Suponhamos que a ∈ Df é um ponto de acumulação de Df e b = f (a) é um ponto de acumulação de Dg .§3.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 . Se f é derivável em a f (Df ) ⊆ Dg .

§3. Se f é derivável em a e g é derivável em b. f (Df ) ⊆ Dg .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções tais que Suponhamos que a ∈ Df é um ponto de acumulação de Df e b = f (a) é um ponto de acumulação de Dg . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .

então g ◦ f é derivável em a f (Df ) ⊆ Dg .1 Derivadas: definição.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 . Se f é derivável em a e g é derivável em b. regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções tais que Suponhamos que a ∈ Df é um ponto de acumulação de Df e b = f (a) é um ponto de acumulação de Dg .

1 Derivadas: definição. então g ◦ f é derivável em a e (g ◦ f )′ (a) = g′ (f (a)) f ′ (a) = g′ (b) f ′ (a). f (Df ) ⊆ Dg . regras de derivação e exemplos Derivada da função composta Sejam Df e Dg dois subconjuntos não vazios de R e f : Df → R e g : Dg → R funções tais que Suponhamos que a ∈ Df é um ponto de acumulação de Df e b = f (a) é um ponto de acumulação de Dg . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 236 / 485 .§3. Se f é derivável em a e g é derivável em b.

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 .

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 100 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 .§3. Então. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta. 100 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. Então.§3. temos f ′ (x) 100 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta.

Então. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta. temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 99 100 .1 Derivadas: definição.§3. 2x2 + 5 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 .

1 Derivadas: definição. Então. 2x2 + 5 4x ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta. temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 = 100 2x2 + 5 99 99 100 .§3.

Então.1 Derivadas: definição.§3. 2x2 + 5 4x . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta. ′ = 400x 2x2 + 5 99 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 . temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 = 100 2x2 + 5 99 99 100 .

′ = 400x 2x2 + 5 99 Consideremos a função g : R → R dada por g(x) = sen (ex +1). temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 = 100 2x2 + 5 99 99 100 . 2x2 + 5 4x .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 . Então.

1 Derivadas: definição. Então. 2x2 + 5 4x .§3. A sua derivada é dada por g′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 . temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 = 100 2x2 + 5 99 99 100 . ′ = 400x 2x2 + 5 99 Consideremos a função g : R → R dada por g(x) = sen (ex +1). regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta.

§3. Então. temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 = 100 2x2 + 5 99 99 100 .1 Derivadas: definição. ′ = 400x 2x2 + 5 99 Consideremos a função g : R → R dada por g(x) = sen (ex +1). 2x2 + 5 4x . regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta. A sua derivada é dada por g′ (x) = cos (ex +1) (ex +1)′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 .

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta. A sua derivada é dada por g′ (x) = cos (ex +1) (ex +1)′ = cos (ex +1) ex António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 . temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 = 100 2x2 + 5 99 99 100 .§3. ′ = 400x 2x2 + 5 99 Consideremos a função g : R → R dada por g(x) = sen (ex +1). Então. 2x2 + 5 4x .

regras de derivação e exemplos Exemplos Seja f : R → R a função definida por f (x) = 2x2 + 5 usando a derivada da função composta. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 237 / 485 . Então. 2x2 + 5 4x . A sua derivada é dada por g′ (x) = cos (ex +1) (ex +1)′ = cos (ex +1) ex = ex cos (ex +1) .1 Derivadas: definição. ′ = 400x 2x2 + 5 99 Consideremos a função g : R → R dada por g(x) = sen (ex +1).§3. temos f ′ (x) = 100 2x2 + 5 = 100 2x2 + 5 99 99 100 .

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos A função h : R → R definida por h(x) = e3 cos x 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos A função h : R → R definida por h(x) = e3 cos x tem derivada em todos os pontos de R 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos A função h : R → R definida por h(x) = e3 cos x tem derivada em todos os pontos de R e h′ (x) 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos A função h : R → R definida por h(x) = e3 cos x tem derivada em todos os pontos de R e h′ (x) = e3 cos x 2 2 3 cos x2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos A função h : R → R definida por h(x) = e3 cos x tem derivada em todos os pontos de R e h′ (x) = e3 cos x = e3 cos x 2 2 3 cos x2 ′ 2 −3 sen x2 x2 ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos A função h : R → R definida por h(x) = e3 cos x tem derivada em todos os pontos de R e h′ (x) = e3 cos x = e3 cos x = e3 cos x 2 2 3 cos x2 ′ 2 2 −3 sen x2 x2 2x ′ −3 sen x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos A função h : R → R definida por h(x) = e3 cos x tem derivada em todos os pontos de R e h′ (x) = e3 cos x = e3 cos x = e3 cos x 2 2 3 cos x2 ′ 2 2 −3 sen x2 x2 2x .1 Derivadas: definição.§3. ′ = −6x sen x2 e −3 sen x2 3 cos x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 238 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a. Para a função logarítmica António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .§3.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição.§3. Para a função logarítmica usando a igualdade loge x = loga x loge a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a.

Para a função logarítmica usando a igualdade loge x = loga x loge a temos (loga x)′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a.

§3. Para a função logarítmica usando a igualdade loge x = loga x loge a temos (loga x)′ = ln x ln a ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a.1 Derivadas: definição.

Para a função logarítmica usando a igualdade loge x = loga x loge a temos (loga x)′ = ln x ln a ′ = (ln x)′ ln a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a.1 Derivadas: definição.

regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a.§3.1 Derivadas: definição. Para a função logarítmica usando a igualdade loge x = loga x loge a temos (loga x)′ = ln x ln a ′ = 1/x (ln x)′ = ln a ln a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – função exponencial e função logarítmica Para a função exponencial temos (ax )′ = eln(a x) ′ = ex ln a ′ = ex ln a ln a = ax ln a.§3.1 Derivadas: definição. Para a função logarítmica usando a igualdade loge x = loga x loge a temos (loga x)′ = ln x ln a ′ = 1/x 1 (ln x)′ = = . ln a ln a x ln a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 239 / 485 .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos Se f é uma função real de variável real diferenciável.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos Se f é uma função real de variável real diferenciável.§3. então ef (x) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 .1 Derivadas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 .§3. então ef (x) ′ = f ′ (x) ef (x) .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos Se f é uma função real de variável real diferenciável.

regras de derivação e exemplos Exemplos Se f é uma função real de variável real diferenciável.§3. então ef (x) ′ = f ′ (x) ef (x) .1 Derivadas: definição. [sen (f (x))]′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 .

[sen (f (x))]′ = f ′ (x) cos (f (x)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 . então ef (x) ′ = f ′ (x) ef (x) .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos Se f é uma função real de variável real diferenciável.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. [sen (f (x))]′ = f ′ (x) cos (f (x)) e [cos (f (x))]′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 .§3. regras de derivação e exemplos Exemplos Se f é uma função real de variável real diferenciável. então ef (x) ′ = f ′ (x) ef (x) .

1 Derivadas: definição.§3. [sen (f (x))]′ = f ′ (x) cos (f (x)) e [cos (f (x))]′ = −f ′ (x) sen (f (x)) . então ef (x) ′ = f ′ (x) ef (x) . regras de derivação e exemplos Exemplos Se f é uma função real de variável real diferenciável. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 240 / 485 .

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .§3.

§3. regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva definida num intervalo I⊆R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .

regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva definida num intervalo I ⊆ R e a ∈ I.1 Derivadas: definição. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva definida num intervalo I ⊆ R e a ∈ I.§3. Se f ′ (a) = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .

§3. então f −1 é diferenciável em b = f (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 . regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva definida num intervalo I ⊆ R e a ∈ I. Se f ′ (a) = 0.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva definida num intervalo I ⊆ R e a ∈ I. Se f ′ (a) = 0. então f −1 é diferenciável em b = f (a) e f −1 ′ (b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .§3.

regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva definida num intervalo I ⊆ R e a ∈ I. então f −1 é diferenciável em b = f (a) e f −1 ′ (b) = 1 f ′ (f −1 (b)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 . Se f ′ (a) = 0.1 Derivadas: definição.§3.

1 Derivadas: definição. então f −1 é diferenciável em b = f (a) e f −1 ′ (b) = 1 1 = ′ .§3. Se f ′ (a) = 0. regras de derivação e exemplos Derivada da função inversa Sejam f uma função diferenciável e injectiva definida num intervalo I ⊆ R e a ∈ I. f ′ (f −1 (b)) f (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 241 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 .

+∞[ definida por √ g(x) = n x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0.1 Derivadas: definição. +∞[→]0.§3.

+∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. +∞[→]0. +∞[→]0. +∞[ definida por f (y) = y n .

§3. +∞[→]0. +∞[ definida por f (y) = y n . +∞[→]0. +∞[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0.1 Derivadas: definição. Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0.

+∞[→]0. +∞[ temos.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0. +∞[ definida por f (y) = y n . +∞[→]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0.§3.

+∞[→]0. +∞[→]0.1 Derivadas: definição. +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . +∞[ definida por f (y) = y n .§3. fazendo y = g(x). regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. +∞[ temos. Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0.

1 Derivadas: definição. fazendo y = g(x). regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. g′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . +∞[→]0. +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0. Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0.§3. +∞[ definida por f (y) = y n . +∞[→]0. +∞[ temos.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. +∞[ definida por f (y) = y n . +∞[ temos. +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0. +∞[→]0. Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0.1 Derivadas: definição. g′ (x) = f −1 ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . +∞[→]0. fazendo y = g(x).

+∞[→]0. +∞[ temos.1 Derivadas: definição. +∞[→]0. +∞[ definida por f (y) = y n . g′ (x) = f −1 ′ (x) = 1 f ′ (y) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0. regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0. fazendo y = g(x).§3.

+∞[→]0. fazendo y = g(x). regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0.§3.1 Derivadas: definição. g′ (x) = f −1 ′ (x) = 1 f ′ (y) = 1 ny n−1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . +∞[ temos. +∞[ definida por f (y) = y n . +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0. +∞[→]0.

+∞[→]0. regras de derivação e exemplos Exemplos – raízes A função g :]0. +∞[ definida por f (y) = y n .§3. fazendo y = g(x). g′ (x) = f −1 ′ (x) = 1 f ′ (y) = 1 1 = √ . +∞[→]0. n n−1 ny n xn−1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 242 / 485 . +∞[ temos.1 Derivadas: definição. Como f ′ (y) = ny n−1 = 0 para qualquer y ∈ ]0. +∞[ definida por √ g(x) = n x é a função inversa da função f :]0.

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo. +∞[→ R definida por g(x) = ln x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 . a função g : ]0.§3.1 Derivadas: definição.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .§3. +∞[ definida por f (y) = ey . regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo. a função g : ]0.1 Derivadas: definição. +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0.

Como f ′ (y) = ey = 0 para qualquer y ∈ R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .1 Derivadas: definição. +∞[ definida por f (y) = ey . regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo. +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0. a função g : ]0.§3.

regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo. Como f ′ (y) = ey = 0 para qualquer y ∈ R e y = ln x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 . +∞[ definida por f (y) = ey .§3. a função g : ]0. +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0.1 Derivadas: definição.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo.§3. +∞[ definida por f (y) = ey . a função g : ]0. +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0. Como f ′ (y) = ey = 0 para qualquer y ∈ R e y = ln x temos g′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .

a função g : ]0.§3. Como f ′ (y) = ey = 0 para qualquer y ∈ R e y = ln x temos g′ (x) = f −1 (x) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo. +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0. +∞[ definida por f (y) = ey .

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo.1 Derivadas: definição. +∞[ definida por f (y) = ey . a função g : ]0. Como f ′ (y) = ey = 0 para qualquer y ∈ R e y = ln x temos g′ (x) = f −1 (x) = ′ 1 f ′ (y) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 . +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0.

Como f ′ (y) = ey = 0 para qualquer y ∈ R e y = ln x temos g′ (x) = f −1 (x) = ′ 1 f ′ (y) = 1 ey António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .1 Derivadas: definição. a função g : ]0. +∞[ definida por f (y) = ey .§3. +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0. regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo.

+∞[ definida por f (y) = ey . +∞[→ R definida por g(x) = ln x é a inversa da função f : R →]0. Como f ′ (y) = ey = 0 para qualquer y ∈ R e y = ln x temos g′ (x) = f −1 (x) = ′ 1 f ′ (y) = 1 1 = . regras de derivação e exemplos Exemplos – logaritmo natural Do mesmo modo. a função g : ]0.§3.1 Derivadas: definição. y e x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 243 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 .

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 .1 Derivadas: definição.

π/2] definida por g(x) = arc sen x.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . 1] → [−π/2.1 Derivadas: definição.

§3. π/2] definida por g(x) = arc sen x. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. π/2] → [−1. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. 1] → [−π/2.1 Derivadas: definição. 1] dada por António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . f (y) = sen y.

§3. π/2[. f (y) = sen y. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. 1] → [−π/2. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. π/2] → [−1. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. π/2] definida por g(x) = arc sen x. 1] dada por Além disso. ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 .1 Derivadas: definição.

A função g é a função inversa da função f : [−π/2.§3. Assim. π/2[. 1] → [−π/2. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. π/2] definida por g(x) = arc sen x. ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 .1 Derivadas: definição. 1] dada por Além disso. escrevendo y = arc sen x. f (y) = sen y. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. π/2] → [−1.

π/2] definida por g(x) = arc sen x. ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . f (y) = sen y.1 Derivadas: definição. π/2[.§3. escrevendo y = arc sen x. Assim. ou seja. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. π/2] → [−1. 1] → [−π/2. 1] dada por Além disso. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. x = sen y.

Assim. π/2] definida por g(x) = arc sen x. π/2[. escrevendo y = arc sen x.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. f (y) = sen y.1 Derivadas: definição. 1] dada por Além disso. π/2] → [−1. 1] → [−π/2. x = sen y. ou seja. temos ′ g ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . A função g é a função inversa da função f : [−π/2.

1] → [−π/2. π/2] definida por g(x) = arc sen x. A função g é a função inversa da função f : [−π/2.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. π/2[. escrevendo y = arc sen x. f (y) = sen y. π/2] → [−1.1 Derivadas: definição. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. 1] dada por Além disso. Assim. ou seja. x = sen y. temos ′ g ′ (x) = f −1 (x) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 .

x = sen y. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. 1] dada por Além disso. Assim. f (y) = sen y. π/2] → [−1. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. π/2[. temos 1 ′ g ′ (x) = f −1 (x) = (sen y)′ ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . 1] → [−π/2. ou seja.1 Derivadas: definição. escrevendo y = arc sen x. π/2] definida por g(x) = arc sen x.§3. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2.

π/2] → [−1. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. 1] → [−π/2. 1] dada por Além disso. π/2] definida por g(x) = arc sen x. g ′ (x) = f −1 (x) = ′ = cos y (sen y) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . A função g é a função inversa da função f : [−π/2. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1.§3. x = sen y. Assim. escrevendo y = arc sen x. ou seja. temos 1 1 ′ .1 Derivadas: definição. f (y) = sen y. π/2[.

π/2[. Assim. π/2] definida por g(x) = arc sen x. g ′ (x) = f −1 (x) = ′ = cos y (sen y) ′ Tendo em conta que sen2 y + cos2 y = 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . 1] → [−π/2. π/2] → [−1. ou seja. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. escrevendo y = arc sen x. 1] dada por Além disso.§3. x = sen y.1 Derivadas: definição. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. temos 1 1 ′ . f (y) = sen y.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 .1 Derivadas: definição. π/2[. Assim. g ′ (x) = f −1 (x) = ′ = cos y (sen y) ′ Tendo em conta que sen2 y + cos2 y = 1 e que y ∈ ]−π/2. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. f (y) = sen y. π/2[. π/2] → [−1. escrevendo y = arc sen x. 1] dada por Além disso. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. temos 1 1 ′ . ou seja. 1] → [−π/2. x = sen y.§3. π/2] definida por g(x) = arc sen x. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1.

regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. temos 1 1 ′ . π/2] → [−1. Assim. π/2[. π/2] definida por g(x) = arc sen x. escrevendo y = arc sen x. obtemos √ cos y = 1 − x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 .§3. 1] → [−π/2. 1] dada por Além disso. π/2[. g ′ (x) = f −1 (x) = ′ = cos y (sen y) ′ Tendo em conta que sen2 y + cos2 y = 1 e que y ∈ ]−π/2. ou seja. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. f (y) = sen y. A função g é a função inversa da função f : [−π/2.1 Derivadas: definição. x = sen y.

π/2[. temos 1 1 ′ . Assim. ou seja. x = sen y. π/2[ temos (arc sen x) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . para x ∈ ]−π/2. π/2] definida por g(x) = arc sen x. g ′ (x) = f −1 (x) = ′ = cos y (sen y) ′ Tendo em conta que sen2 y + cos2 y = 1 e que y ∈ ]−π/2. A função g é a função inversa da função f : [−π/2.1 Derivadas: definição. obtemos √ cos y = 1 − x2 e. f (y) = sen y. escrevendo y = arc sen x.§3. por conseguinte. 1] dada por Além disso. 1] → [−π/2. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. π/2] → [−1. π/2[. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1.

temos 1 1 ′ . π/2[. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. obtemos √ cos y = 1 − x2 e.§3. por conseguinte. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. x = sen y. (arc sen x) = √ 1 − x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . π/2] → [−1. π/2[. 1] → [−π/2. π/2] definida por g(x) = arc sen x. g ′ (x) = f −1 (x) = ′ = cos y (sen y) ′ Tendo em conta que sen2 y + cos2 y = 1 e que y ∈ ]−π/2. Assim. ou seja. para x ∈ ]−π/2. π/2[ temos 1 ′ . f (y) = sen y.1 Derivadas: definição. escrevendo y = arc sen x. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. 1] dada por Além disso.

π/2] definida por g(x) = arc sen x. f (y) = cos y = 0 para y ∈ ]−π/2. π/2] → [−1. π/2[. por conseguinte. nem derivada lateral à esquerda. (arc sen x) = √ 1 − x2 Nos pontos x = −1 e x = 1 a função não tem derivada lateral à direita. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 244 / 485 . respectivamente. f (y) = sen y.1 Derivadas: definição. obtemos √ cos y = 1 − x2 e.§3. ou seja. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco seno Consideremos a função g : [−1. x = sen y. escrevendo y = arc sen x. π/2[. Assim. A função g é a função inversa da função f : [−π/2. g ′ (x) = f −1 (x) = ′ = cos y (sen y) ′ Tendo em conta que sen2 y + cos2 y = 1 e que y ∈ ]−π/2. π/2[ temos 1 ′ . para x ∈ ]−π/2. 1] dada por Além disso. 1] → [−π/2. temos 1 1 ′ .

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

π] definida por g(x) = arc cos x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 . 1] → [0.§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1.

π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0. π] → [−1. 1] definida por f (y) = cos y. 1] → [0.1 Derivadas: definição.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1.

π[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 .1 Derivadas: definição. 1] definida por f (y) = cos y. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1. 1] → [0.§3. Atendendo a que f ′ (y) = − sen y = 0 para cada y ∈]0. π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0. π] → [−1.

Atendendo a que f ′ (y) = − sen y = 0 para cada y ∈]0. π] → [−1. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1. 1] definida por f (y) = cos y. π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0.§3.1 Derivadas: definição. π[ vem 1 (arc cos x)′ = − sen y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 . 1] → [0.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1. 1] definida por f (y) = cos y. π[ vem 1 (arc cos x)′ = − sen y e. Atendendo a que f ′ (y) = − sen y = 0 para cada y ∈]0. π] → [−1.1 Derivadas: definição. como sen2 y + cos2 y = 1 e y ∈]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 . π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0. π[. 1] → [0.

1] → [0. π[. temos sen y = 1 − cos2 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 . 1] definida por f (y) = cos y.1 Derivadas: definição. como sen2 y + cos2 y = 1 e y ∈]0. π[ vem 1 (arc cos x)′ = − sen y e. π] → [−1. π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0. Atendendo a que f ′ (y) = − sen y = 0 para cada y ∈]0.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1.

Atendendo a que f ′ (y) = − sen y = 0 para cada y ∈]0. π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0.§3. π] → [−1.1 Derivadas: definição. π[ vem 1 (arc cos x)′ = − sen y e. como sen2 y + cos2 y = 1 e y ∈]0. 1] definida por f (y) = cos y. π[. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1. temos sen y = implica (arc cos x)′ 1 − cos2 y o que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 . 1] → [0.

1] → [0. Atendendo a que f ′ (y) = − sen y = 0 para cada y ∈]0.§3. π[. temos sen y = implica 1 (arc cos x)′ = − 1 − cos2 y António Bento (UBI) Cálculo I 1 − cos2 y o que 2011/2012 245 / 485 . como sen2 y + cos2 y = 1 e y ∈]0. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1. π[ vem 1 (arc cos x)′ = − sen y e. π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0. 1] definida por f (y) = cos y. π] → [−1.1 Derivadas: definição.

1] definida por f (y) = cos y. Atendendo a que f ′ (y) = − sen y = 0 para cada y ∈]0. π[ vem 1 (arc cos x)′ = − sen y e.1 Derivadas: definição. π] definida por g(x) = arc cos x é a inversa da função f : [0. como sen2 y + cos2 y = 1 e y ∈]0. π[. π] → [−1. = −√ (arc cos x)′ = − 2y 1 − cos 1 − x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 245 / 485 .§3. 1] → [0. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco coseno A função g : [−1. temos sen y = 1 − cos2 y o que implica 1 1 .

regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 .§3.

§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente A função g : R → ]−π/2. π/2[ definida por g(x) = arc tg x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 .1 Derivadas: definição.

π/2[ → ]−π/2.1 Derivadas: definição. π/2[ definida por g(x) = arc tg x é a inversa da função f : ]−π/2.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 . π/2[ definida por g(y) = tg y. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente A função g : R → ]−π/2.

§3. π/2[ definida por g(x) = arc tg x é a inversa da função f : ]−π/2. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente A função g : R → ]−π/2. Como g′ (y) = 1 = 0 para y ∈ ]−π/2. π/2[ definida por g(y) = tg y. π/2[ → ]−π/2. π/2[ cos2 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 .1 Derivadas: definição.

π/2[ temos cos2 y (arc tg x)′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 . π/2[ → ]−π/2. Como g′ (y) = 1 = 0 para y ∈ ]−π/2.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente A função g : R → ]−π/2.§3. π/2[ definida por g(y) = tg y. π/2[ definida por g(x) = arc tg x é a inversa da função f : ]−π/2.

π/2[ definida por g(y) = tg y. Como g′ (y) = 1 = 0 para y ∈ ]−π/2. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente A função g : R → ]−π/2.§3.1 Derivadas: definição. π/2[ → ]−π/2. π/2[ definida por g(x) = arc tg x é a inversa da função f : ]−π/2. π/2[ temos cos2 y (arc tg x)′ = 1 1 cos2 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 .

π/2[ definida por g(x) = arc tg x é a inversa da função f : ]−π/2.1 Derivadas: definição. Como g′ (y) = 1 = 0 para y ∈ ]−π/2. π/2[ → ]−π/2. π/2[ temos cos2 y (arc tg x)′ = 1 1 = 1 1 + tg2 y 2y cos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 . π/2[ definida por g(y) = tg y. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente A função g : R → ]−π/2.§3.

π/2[ definida por g(x) = arc tg x é a inversa da função f : ]−π/2.§3. π/2[ temos cos2 y (arc tg x)′ = 1 1 1 = 2 y = 1 + x2 . π/2[ → ]−π/2. 1 1 + tg cos2 y António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 246 / 485 . Como g′ (y) = 1 = 0 para y ∈ ]−π/2.1 Derivadas: definição. π/2[ definida por g(y) = tg y. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco tangente A função g : R → ]−π/2.

§3.1 Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 247 / 485 .

1 Derivadas: definição.§3. regras de derivação e exemplos Exemplos – arco cotangente António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 247 / 485 .

regras de derivação e exemplos Exemplos – arco cotangente Do mesmo modo tem-se (arc cotg x)′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 247 / 485 .1 Derivadas: definição.§3.

1 + x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 247 / 485 . regras de derivação e exemplos Exemplos – arco cotangente Do mesmo modo tem-se (arc cotg x)′ = − 1 .1 Derivadas: definição.§3.

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 248 / 485 .1 Derivadas: definição.

α ∈ R ′ ′ [u(x) + v(x)]′ = u′ (x) + v ′ (x) u(x) v(x) ′ = ′ u′ (x) v(x) − u(x) v ′ (x) [v(x)] 2 u(x) = ′ u′ (x) 2 u(x) u′ (x) u(x) u′ (x) u(x) ln a eu(x) au(x) ′ = u′ (x) eu(x) = u′ (x)au(x) ln a [ln (u(x))] = ′ ′ [loga (u(x))] = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 248 / 485 .1 Derivadas: definição.§3. α ∈ R [u(x) v(x)] = u′ (x) v(x) + u(x) v ′ (x) [(u(x))α ] = α u′ (x) [u(x)]α−1 . regras de derivação e exemplos Tabela de derivadas [αu(x)]′ = α u′ (x).

§3. regras de derivação e exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 249 / 485 .1 Derivadas: definição.

§3. regras de derivação e exemplos Tabela de derivadas (continuação) [sen (u(x))]′ = u′ (x) cos [u(x)] u′ (x) cos2 [u(x)] u′ (x) 1 − [u(x)] [arc tg (u(x))] = ′ ′ 2 [cos (u(x))]′ = −u′ (x) sen [u(x)] [cotg (u(x))] = − ′ [tg (u(x))] = ′ u′ (x) sen2 [u(x)] u′ (x) 1 − [u(x)] u′ (x) 1 + [u(x)] 2 2 [arc sen (u(x))]′ = [arc cos (u(x))]′ = − [arc cotg (u(x))] = − ′ ′ u′ (x) 1 + [u(x)] 2 [senh (u(x))] = u′ (x) cosh [u(x)] [cosh (u(x))] = u′ (x) senh [u(x)] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 249 / 485 .1 Derivadas: definição.

Índice 1 2 3 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Aplicações do cálculo diferencial Cálculo integral em R 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 250 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Teorema de Rolle António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Rolle Sejam a e b números reais tais que a < b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. b] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 . b] → R uma função contínua em [a.§3. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Rolle Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Rolle Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 . b[. b] → R uma função contínua em [a. b] e diferenciável em ]a.

b] → R uma função contínua em [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Teorema de Rolle Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a. b[.2 Teoremas de Rolle. b] e diferenciável em ]a.§3. Se f (a) = f (b).

2 Teoremas de Rolle. b[.§3. b] e diferenciável em ]a. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Rolle Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a. b] → R uma função contínua em [a. então existe c ∈ ]a. Se f (a) = f (b). b[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 .

b] e diferenciável em ]a. Se f (a) = f (b).§3. então existe tal que c ∈ ]a. b[. b] → R uma função contínua em [a.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Rolle Sejam a e b números reais tais que a < b e seja f : [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 251 / 485 . b[ f ′ (c) = 0.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 .

f (c)) é horizontal.§3. de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 corresponde a que a recta tangente ao gráfico de f no ponto (c.2 Teoremas de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 .

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 .2 Teoremas de Rolle. f (c)) é horizontal. de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 corresponde a que a recta tangente ao gráfico de f no ponto (c. Tendo isto em conta.

podemos interpretar geometricamente o Teorema de Rolle da seguinte forma. Tendo isto em conta. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 corresponde a que a recta tangente ao gráfico de f no ponto (c. f (c)) é horizontal.

Tendo isto em conta.§3.2 Teoremas de Rolle. podemos interpretar geometricamente o Teorema de Rolle da seguinte forma. de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 corresponde a que a recta tangente ao gráfico de f no ponto (c. y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 . f (c)) é horizontal.

Tendo isto em conta.§3. f (c)) é horizontal.2 Teoremas de Rolle. podemos interpretar geometricamente o Teorema de Rolle da seguinte forma. y f (a) = f (b) a x b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 . de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 corresponde a que a recta tangente ao gráfico de f no ponto (c.

2 Teoremas de Rolle. f (c)) é horizontal. de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 corresponde a que a recta tangente ao gráfico de f no ponto (c. Tendo isto em conta.§3. podemos interpretar geometricamente o Teorema de Rolle da seguinte forma. y f (a) = f (b) a c x b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy A interpretação geométrica de f ′ (c) = 0 corresponde a que a recta tangente ao gráfico de f no ponto (c. f (c)) é horizontal. Tendo isto em conta. podemos interpretar geometricamente o Teorema de Rolle da seguinte forma.2 Teoremas de Rolle. y f (a) = f (b) a c x c′ b Interpretação geométrica do Teorema de Rolle António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 252 / 485 .§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I.§3. Então f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I. Então a) f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I.2 Teoremas de Rolle.§3. Então a) entre dois zeros de f f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I. Então f: I →R a) entre dois zeros de f existe pelo menos um zero da derivada.

Então b) f: I →R a) entre dois zeros de f existe pelo menos um zero da derivada.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I.

de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I. b) entre dois zeros consecutivos da derivada de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .2 Teoremas de Rolle. Então f: I →R a) entre dois zeros de f existe pelo menos um zero da derivada.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 253 / 485 .§3. b) entre dois zeros consecutivos da derivada de f existe. Então f: I →R a) entre dois zeros de f existe pelo menos um zero da derivada. um zero da função. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Rolle Sejam I um intervalo e uma função diferenciável em I.2 Teoremas de Rolle. quando muito.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.§3. Para isso consideremos a função f : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.

A função f é contínua António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .§3. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.

A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.

Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. f (0) A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas.§3.2 Teoremas de Rolle. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.

Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.2 Teoremas de Rolle. Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . f (0) = e0 −3 · 0 A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.§3.

f (0) = e0 −3 · 0 = 1 A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas.2 Teoremas de Rolle. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.§3.

f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.§3.

2 Teoremas de Rolle. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.§3.

§3. Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas.2 Teoremas de Rolle. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.

Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas.§3.2 Teoremas de Rolle. Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .

Como António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas.§3.2 Teoremas de Rolle.

f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. 1[.2 Teoremas de Rolle. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 .§3.

como e2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas.§3. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. 1[.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. Por outro lado. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.

Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. como e2 > (5/2)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. Por outro lado. 1[. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0.2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.

Por outro lado. como e2 > (5/2)2 = 25/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.§3.2 Teoremas de Rolle. 1[.

f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. 1[. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.2 Teoremas de Rolle. Por outro lado.§3. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . Por outro lado. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. 1[.2 Teoremas de Rolle. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 = 6.

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. Por outro lado. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0.§3. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. 1[. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 = 6.2 Teoremas de Rolle. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. temos f (2) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas.

Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 = 6.§3. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. temos f (2) = e2 −3 · 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . 1[.2 Teoremas de Rolle. Por outro lado. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0.

f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0.§3.2 Teoremas de Rolle. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. Por outro lado. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. temos f (2) = e2 −3 · 2 = e2 −6 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . 1[. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 = 6.

Por outro lado. temos f (2) = e2 −3 · 2 = e2 −6 > 0. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. 1[. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x.§3. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 = 6.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. temos pelo que. Por outro lado.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 . Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. usando novamente o Teorema de Bolzano. 1[. f (2) = e2 −3 · 2 = e2 −6 > 0. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 = 6.

f (0) = e0 −3 · 0 = 1 > 0 e f (1) = e1 −3 · 1 = e −3 < 0. Por outro lado. Para isso consideremos a função f : R → R definida por f (x) = ex −3x. A função f é contínua pois é a diferença de duas funções contínuas. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 254 / 485 f (2) = e2 −3 · 2 = e2 −6 > 0. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle Vejamos que a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções. 2[. temos pelo que. f tem pelo menos um zero em ]1.2 Teoremas de Rolle. .§3. 1[. usando novamente o Teorema de Bolzano. Como o Teorema de Bolzano permite-nos concluir que f tem pelo menos um zero em ]0. como e2 > (5/2)2 = 25/4 > 24/4 = 6.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .

§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3.§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3. f ′ (x) = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .§3. ′ Assim.

f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .2 Teoremas de Rolle. ′ Assim. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3.§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3. f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 ⇔ ex = 3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 . ′ Assim.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 ⇔ ex = 3 ⇔ x = ln 3.§3. ′ Assim. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .

§3. f ′ tem apenas um zero António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 . ou seja. f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 ⇔ ex = 3 ⇔ x = ln 3. ′ Assim. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3.2 Teoremas de Rolle.

ou seja. f ′ tem apenas um zero e. aplicando o Corolário do Teorema de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 . ′ Assim. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3. f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 ⇔ ex = 3 ⇔ x = ln 3.2 Teoremas de Rolle.§3.

f ′ tem apenas um zero e. de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3.2 Teoremas de Rolle. f tem no máximo dois zeros. ′ Assim. aplicando o Corolário do Teorema de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 .§3. f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 ⇔ ex = 3 ⇔ x = ln 3. ou seja.

f tem no máximo dois zeros. f ′ tem apenas um zero e. ′ Assim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3.§3. aplicando o Corolário do Teorema de Rolle. f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 ⇔ ex = 3 ⇔ x = ln 3. Logo f tem exactamente dois zeros. ou seja.2 Teoremas de Rolle.

f ′ (x) = 0 ⇔ ex −3 = 0 ⇔ ex = 3 ⇔ x = ln 3.2 Teoremas de Rolle. f ′ tem apenas um zero e. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 255 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicação (dos Corolários) do Teorema de Rolle (continuação) A função f é diferenciável pois é a diferença de duas funções diferenciáveis e a sua derivada é dada por f ′ (x) = (ex −3x) = ex −3. f tem no máximo dois zeros. isto é. Logo f tem exactamente dois zeros. aplicando o Corolário do Teorema de Rolle. ′ Assim.§3. ou seja. a equação ex = 3x tem exactamente duas soluções.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 256 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Teorema do valor médio de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 256 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Teorema do valor médio de Lagrange Sejam a e b números reais tais que a < b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 256 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

b] → R uma função contínua em [a. de Lagrange e de Cauchy Teorema do valor médio de Lagrange Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a.2 Teoremas de Rolle.§3. b] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 256 / 485 .

b] e diferenciável em ]a.2 Teoremas de Rolle. b] → R uma função contínua em [a. de Lagrange e de Cauchy Teorema do valor médio de Lagrange Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 256 / 485 . b[.

b] → R uma função contínua em [a.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Teorema do valor médio de Lagrange Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a. b[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 256 / 485 . b[. b] e diferenciável em ]a.§3. Então existe c ∈ ]a.

b[. de Lagrange e de Cauchy Teorema do valor médio de Lagrange Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a.§3. b[ tal que f (b) − f (a) = f ′ (c) (b − a) . b] → R uma função contínua em [a.2 Teoremas de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 256 / 485 . Então existe c ∈ ]a. b] e diferenciável em ]a.

de Lagrange e de Cauchy Teorema do valor médio de Lagrange Sejam a e b números reais tais que a < b e f : [a. b[ tal que ou seja. f (b) − f (a) = f ′ (c) (b − a) . b] → R uma função contínua em [a.2 Teoremas de Rolle. b[. b−a Cálculo I 2011/2012 256 / 485 António Bento (UBI) .§3. b] e diferenciável em ]a. Então existe c ∈ ]a. f (b) − f (a) = f ′ (c).

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 .§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. o quociente f (b) − f (a) b−a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente.

2 Teoremas de Rolle. f (a)) e (b. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente. o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 . f (b)).§3.

f (a)) e (b.§3.2 Teoremas de Rolle. f (b)). de Lagrange e de Cauchy Geometricamente. o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. O que o Teorema de Lagrange nos diz António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 .

o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente. f (b)).2 Teoremas de Rolle. f (a)) e (b. O que o Teorema de Lagrange nos diz é que existe uma recta tangente ao gráfico de f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 .§3.

O que o Teorema de Lagrange nos diz é que existe uma recta tangente ao gráfico de f paralela à recta que passa nos pontos (a. f (b)). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Geometricamente.§3. f (a)) e (b. f (b)). o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. f (a)) e (b.2 Teoremas de Rolle.

y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 . o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. f (b)). f (a)) e (b. f (b)). de Lagrange e de Cauchy Geometricamente. O que o Teorema de Lagrange nos diz é que existe uma recta tangente ao gráfico de f paralela à recta que passa nos pontos (a.§3.2 Teoremas de Rolle. f (a)) e (b.

2 Teoremas de Rolle. o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. f (a)) e (b. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente. f (b)). f (b)). f (a)) e (b. y f (b) f (a) a x b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 .§3. O que o Teorema de Lagrange nos diz é que existe uma recta tangente ao gráfico de f paralela à recta que passa nos pontos (a.

§3. O que o Teorema de Lagrange nos diz é que existe uma recta tangente ao gráfico de f paralela à recta que passa nos pontos (a. f (b)). y f (b) f (a) a x b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 . f (a)) e (b. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente. f (a)) e (b. o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a.2 Teoremas de Rolle. f (b)).

f (b)).§3. f (a)) e (b. o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. f (b)). y f (b) f (a) a c x b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 . O que o Teorema de Lagrange nos diz é que existe uma recta tangente ao gráfico de f paralela à recta que passa nos pontos (a. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente.2 Teoremas de Rolle. f (a)) e (b.

2 Teoremas de Rolle. f (a)) e (b. f (b)). o quociente f (b) − f (a) é o declive da recta que b−a passa nos pontos (a. y f (b) f (a) a c x b Interpretação geométrica do Teorema de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 257 / 485 . O que o Teorema de Lagrange nos diz é que existe uma recta tangente ao gráfico de f paralela à recta que passa nos pontos (a. f (a)) e (b. de Lagrange e de Cauchy Geometricamente.§3. f (b)).

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar √ 101. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. 101] → R √ 101. Seja António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. 101] → R a função definida por √ f (x) = x.2 Teoremas de Rolle. Seja António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .§3. √ 101.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. 101] → R a função definida por √ f (x) = x.§3.2 Teoremas de Rolle. a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 . √ 101. Seja Obviamente.

Seja Obviamente. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. 101] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .2 Teoremas de Rolle. a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100. 101] → R a função definida por √ f (x) = x.§3. √ 101.

101] → R a função definida por √ f (x) = x.§3. a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100. Seja Obviamente. 101[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 . 101] e é diferenciável em ]100.2 Teoremas de Rolle. √ 101. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 . a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100. 101]). de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. 101] e é diferenciável em ]100.2 Teoremas de Rolle. 101] → R a função definida por √ f (x) = x. Seja Obviamente. √ 101. 101[ (aliás é diferenciável em [100.§3.

§3. √ 101. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. Seja Obviamente. 101]). a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100.2 Teoremas de Rolle. Assim. pelo Teorema de Lagrange. 101] e é diferenciável em ]100. 101] → R a função definida por √ f (x) = x. 101[ (aliás é diferenciável em [100. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 .

a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100. 101]). Seja Obviamente. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100.2 Teoremas de Rolle. Assim. √ 101. existe c ∈ ]100. 101[ tal que f (101) − f (100) 101 − 100 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 . 101[ (aliás é diferenciável em [100. 101] → R a função definida por √ f (x) = x. 101] e é diferenciável em ]100. pelo Teorema de Lagrange.§3.

101 − 100 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 . Seja Obviamente. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. 101[ (aliás é diferenciável em [100.2 Teoremas de Rolle. 101] → R a função definida por √ f (x) = x. Assim.§3. pelo Teorema de Lagrange. 101[ tal que f (101) − f (100) = f ′ (c). a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100. √ 101. 101]). 101] e é diferenciável em ]100. existe c ∈ ]100.

2 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 258 / 485 . Assim. 101 − 100 ou seja. 101]). atendendo a que 1 f ′ (x) = √ .2 Teoremas de Rolle. 101] → R a função definida por √ f (x) = x. √ 101. Seja Obviamente. 101[ (aliás é diferenciável em [100.§3. 101[ tal que f (101) − f (100) = f ′ (c). existe c ∈ ]100. pelo Teorema de Lagrange. 101] e é diferenciável em ]100. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100.

101[ tal que f (101) − f (100) = f ′ (c). de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange a) Vejamos como o Teorema de Lagrange nos permite estimar f : [100. 2 x tem-se √ 1 101 − 10 = √ . 101]). existe c ∈ ]100.2 Teoremas de Rolle.§3. 101] e é diferenciável em ]100. a função verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [100. 2 c Cálculo I 2011/2012 258 / 485 António Bento (UBI) . 101[ (aliás é diferenciável em [100. Seja Obviamente. 101] → R a função definida por √ f (x) = x. atendendo a que 1 f ′ (x) = √ . Assim. √ 101. 101 − 100 ou seja. pelo Teorema de Lagrange.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.2 Teoremas de Rolle.§3.

2 Teoremas de Rolle. resulta 10 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.§3.2 Teoremas de Rolle. resulta 10 = √ 100 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .

resulta 10 = √ √ 100 < c António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.

2 Teoremas de Rolle. resulta 10 = √ √ √ 100 < c < 101 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.§3.

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.2 Teoremas de Rolle. resulta 10 = √ √ √ 100 < c < 101 < 11.

resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11.§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.2 Teoremas de Rolle. 1 11 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101. 1 1 < √ 11 c António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 . resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101. 11 c 10 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .2 Teoremas de Rolle. resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11. 1 1 1 < √ < .§3.

2 c Assim. resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11. de António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 . 11 c 10 √ 1 101 − 10 = √ . 1 1 1 < √ < .§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.2 Teoremas de Rolle.

1 1 1 < √ < . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.2 Teoremas de Rolle. 2 c Assim. resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11.§3. 11 c 10 √ 1 22 1 101 − 10 = √ . de tem-se António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11. de tem-se √ 1 < 101 − 10 22 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 . 2 c Assim. 11 c 10 √ 1 101 − 10 = √ .§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101. 1 1 1 < √ < .

de tem-se √ 1 1 < 101 − 10 < .2 Teoremas de Rolle. 22 20 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 259 / 485 . 1 1 1 < √ < . 11 c 10 √ 1 101 − 10 = √ . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101.§3. 2 c Assim. resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11.

11 c 10 √ 1 101 − 10 = √ .2 Teoremas de Rolle. resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11. √ 1 1 < 101 − 10 < . 2 c Assim. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101. de tem-se ou seja. 1 1 1 < √ < . 22 20 10 + 1 22 Cálculo I 2011/2012 259 / 485 António Bento (UBI) .§3.

resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11.§3. de tem-se ou seja. 1 1 1 < √ < .2 Teoremas de Rolle. 22 20 10 + √ 1 < 101 22 Cálculo I 2011/2012 259 / 485 António Bento (UBI) . √ 1 1 < 101 − 10 < . 2 c Assim. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101. 11 c 10 √ 1 101 − 10 = √ .

√ 1 1 < 101 − 10 < . resulta 10 = e por conseguinte √ √ √ 100 < c < 101 < 11. de tem-se ou seja. 11 c 10 √ 1 101 − 10 = √ . 22 20 10 + √ 1 1 < 101 < 10 + . 1 1 1 < √ < .2 Teoremas de Rolle.§3. 2 c Assim. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) a) (continuação) Como 100 < c < 101. 22 20 Cálculo I 2011/2012 259 / 485 António Bento (UBI) .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 .§3.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0.2 Teoremas de Rolle.§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. x + 1] → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x.

§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. x + 1] → R definida por f (t) = ln t. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 .2 Teoremas de Rolle. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x.

A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0.2 Teoremas de Rolle. x + 1] → R definida por f (t) = ln t. A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 .§3.

x + 1] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [x. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0.2 Teoremas de Rolle. x + 1] → R definida por f (t) = ln t.§3. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x.

2 Teoremas de Rolle.§3. x + 1] → R definida por f (t) = ln t. A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [x. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. x + 1] e é diferenciável em ]x. x + 1[.

A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [x. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x.2 Teoremas de Rolle. x + 1] → R definida por f (t) = ln t. t António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . Atendendo a que f ′ (t) = 1 .§3. x + 1] e é diferenciável em ]x. x + 1[. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0.

t António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. Atendendo a que f ′ (t) = pelo Teorema de Lagrange. 1 .§3. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x. x + 1[. A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [x. x + 1] e é diferenciável em ]x. x + 1] → R definida por f (t) = ln t.2 Teoremas de Rolle.

Atendendo a que 1 . A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [x. x + 1] e é diferenciável em ]x.§3.2 Teoremas de Rolle. x + 1[. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. existe c ∈ ]x. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x. t pelo Teorema de Lagrange. x + 1] → R definida por f (t) = ln t. x + 1[ tal que f ′ (t) = f (x + 1) − f (x) x+1−x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 .

2 Teoremas de Rolle.§3. x + 1] e é diferenciável em ]x. A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [x. x + 1] → R definida por f (t) = ln t. x + 1[ tal que f ′ (t) = f (x + 1) − f (x) = f ′ (c) x+1−x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. existe c ∈ ]x. x + 1[. t pelo Teorema de Lagrange. Atendendo a que 1 . A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x.

x + 1] → R definida por f (t) = ln t. A função f verifica as hipóteses do Teorema de Lagrange pois é contínua em [x. t pelo Teorema de Lagrange.§3. x + 1[ tal que f ′ (t) = 1 f (x + 1) − f (x) = f ′ (c) = . Atendendo a que 1 .2 Teoremas de Rolle. existe c ∈ ]x. x+1−x c António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 260 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) Vejamos que 1 1 < ln 1 + x+1 x 1 x < para qualquer x > 0. x + 1] e é diferenciável em ]x. x + 1[. A estimativa anterior irá ser obtida através da aplicação do Teorema de Lagrange à função f : [x.

§3. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .

§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 x+1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 < x+1 c António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 1 < < x+1 c x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 1 < < x+1 c x f (x + 1) − f (x) x+1−x e que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 1 < < x+1 c x f (x + 1) − f (x) = ln(x + 1) − ln(x) x+1−x e que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .

§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 1 < < x+1 c x f (x + 1) − f (x) x+1 = ln(x + 1) − ln(x) = ln x+1−x x e que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 1 < < x+1 c x f (x + 1) − f (x) x+1 1 = ln(x + 1) − ln(x) = ln = ln 1 + x+1−x x x . e que António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 261 / 485 .2 Teoremas de Rolle. e que da igualdade obtida atrás. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 1 < < x+1 c x f (x + 1) − f (x) x+1 1 = ln(x + 1) − ln(x) = ln = ln 1 + x+1−x x x 1 f (x + 1) − f (x) = .§3. x+1−x c .

x+1−x c 1 1 < ln 1 + x+1 x António Bento (UBI) Cálculo I e que . resulta < 1 .§3. de Lagrange e de Cauchy Aplicações do Teorema de Lagrange (continuação) b) (continuação) Atendendo a que x<c<x+1 implica 1 1 1 < < x+1 c x f (x + 1) − f (x) x+1 1 = ln(x + 1) − ln(x) = ln = ln 1 + x+1−x x x 1 f (x + 1) − f (x) = .2 Teoremas de Rolle. da igualdade obtida atrás. x 2011/2012 261 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f.2 Teoremas de Rolle.§3. g : I → R funções diferenciáveis em I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .

a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. g : I → R funções diferenciáveis em I. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .§3. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. g : I → R funções diferenciáveis em I.

g : I → R funções diferenciáveis em I. então f é constante.2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .

a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .§3. então f é constante. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. g : I → R funções diferenciáveis em I.2 Teoremas de Rolle.

g : I → R funções diferenciáveis em I. b) Se f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .2 Teoremas de Rolle. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. então f é constante. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f.

2 Teoremas de Rolle. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. então f é constante. b) Se então a diferença f − g é constante em I. g : I → R funções diferenciáveis em I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I.§3.

a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. então f é constante.2 Teoremas de Rolle. c) f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . b) Se então a diferença f − g é constante em I.§3. g : I → R funções diferenciáveis em I.

f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I.2 Teoremas de Rolle. então f é constante. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . então a diferença f − g é constante em I. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I.§3. g : I → R funções diferenciáveis em I. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I.

então f é constante. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. g : I → R funções diferenciáveis em I.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. então a diferença f − g é constante em I. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I.§3. então f é estritamente crescente em I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .

f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. então a diferença f − g é constante em I. então f é estritamente crescente em I. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. então f é constante. ou seja. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. para quaisquer x. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. g : I → R funções diferenciáveis em I.§3. y ∈ I.2 Teoremas de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .

então a diferença f − g é constante em I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .2 Teoremas de Rolle. y ∈ I.§3. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. para quaisquer x. ou seja. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. então f é estritamente crescente em I. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. então f é constante. se x > y. g : I → R funções diferenciáveis em I.

b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. então f é estritamente crescente em I. então f (x) > f (y).§3. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. g : I → R funções diferenciáveis em I. então f é constante. ou seja. então a diferença f − g é constante em I. y ∈ I. se x > y.2 Teoremas de Rolle. para quaisquer x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 .

para quaisquer x. então f é estritamente crescente em I. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f.2 Teoremas de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . se x > y. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. d) então a diferença f − g é constante em I. g : I → R funções diferenciáveis em I. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. y ∈ I. ou seja. então f é constante. então f (x) > f (y).§3.

então f (x) > f (y). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . d) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. y ∈ I. ou seja. para quaisquer x. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. então f é constante. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I.§3. então f é estritamente crescente em I. então a diferença f − g é constante em I. g : I → R funções diferenciáveis em I. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I.2 Teoremas de Rolle. se x > y.

para quaisquer x.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . então f é estritamente crescente em I. d) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. se x > y. então f é estritamente decrescente em I. então f (x) > f (y). ou seja. então a diferença f − g é constante em I. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. g : I → R funções diferenciáveis em I. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. y ∈ I.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. então f é constante.

então f (x) > f (y). então f é constante. ou seja. g : I → R funções diferenciáveis em I. f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. então a diferença f − g é constante em I. y ∈ I. y ∈ I. então f é estritamente crescente em I. para quaisquer x. ou seja. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . então f é estritamente decrescente em I. se x > y. d) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I.§3. para quaisquer x.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I.

então a diferença f − g é constante em I. se x > y. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f. então f é estritamente decrescente em I. d) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. ou seja. para quaisquer x.§3. então f (x) > f (y).2 Teoremas de Rolle. então f é constante. para quaisquer x. então f é estritamente crescente em I. se x > y. b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. g : I → R funções diferenciáveis em I. y ∈ I. ou seja. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 262 / 485 . f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. y ∈ I.

ou seja. António Bento (UBI) 2011/2012 262 / 485 . f ′ (x) = g ′ (x) para qualquer x ∈ I. d) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. se x > y. então f (x) < f (y). y ∈ I. para quaisquer x. g : I → R funções diferenciáveis em I. se x > y. então f (x) > f (y). b) Se c) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. a) Se f ′ (x) = 0 para qualquer x ∈ I. Cálculo I então a diferença f − g é constante em I. y ∈ I. de Lagrange e de Cauchy Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f.§3. então f é constante.2 Teoremas de Rolle. então f é estritamente crescente em I. para quaisquer x. então f é estritamente decrescente em I. ou seja.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 .

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.2 Teoremas de Rolle. g : [a. b] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 .§3. b] → R funções contínuas em [a.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 . b[. g : [a. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f. b] → R funções contínuas em [a.§3.2 Teoremas de Rolle. b] e diferenciáveis em ]a.

b] → R funções contínuas em [a. b[. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 . b[.2 Teoremas de Rolle. Se g′ (x) = 0 para qualquer x ∈ ]a. g : [a.§3. b] e diferenciáveis em ]a. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.

b] e diferenciáveis em ]a. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.§3. Se g′ (x) = 0 para qualquer x ∈ ]a.2 Teoremas de Rolle. então existe c ∈ ]a. b[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 . b] → R funções contínuas em [a. b[. g : [a. b[.

b[.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f. Se g′ (x) = 0 para qualquer x ∈ ]a. b] → R funções contínuas em [a. b[. g : [a. b[ f (b) − f (a) g(b) − g(a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 . b] e diferenciáveis em ]a.§3. então existe tal que c ∈ ]a.

b] e diferenciáveis em ]a. g : [a. b[. b[ f ′ (c) f (b) − f (a) = ′ . g(b) − g(a) g (c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 263 / 485 .§3. então existe tal que c ∈ ]a. b[. de Lagrange e de Cauchy Teorema de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.2 Teoremas de Rolle. Se g′ (x) = 0 para qualquer x ∈ ]a. b] → R funções contínuas em [a.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 .§3.

de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. g : ]a. b[→ R funções diferenciáveis em ]a. b[ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.

2 Teoremas de Rolle. g : ]a.§3. b[. b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f. b[→ R funções diferenciáveis em ]a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 .

b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. b[→ R funções diferenciáveis em ]a. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.§3. Suponhamos que x→a+ lim f (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 .2 Teoremas de Rolle. g : ]a. b[.

Suponhamos que x→a+ lim f (x) = lim g(x) x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 . b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f. b[→ R funções diferenciáveis em ]a.§3. b[.2 Teoremas de Rolle. g : ]a.

b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. b[.2 Teoremas de Rolle. b[→ R funções diferenciáveis em ]a. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f. Suponhamos que x→a+ lim f (x) = lim g(x) = 0 x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 .§3. g : ]a.

§3. Suponhamos que x→a+ lim f (x) = lim g(x) = 0 x→a+ ou que x→a+ lim |f (x)| António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 . g : ]a. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.2 Teoremas de Rolle. b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. b[→ R funções diferenciáveis em ]a. b[.

g : ]a. Suponhamos que x→a+ lim f (x) = lim g(x) = 0 x→a+ ou que x→a+ lim |f (x)| = lim |g(x)| x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 . b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. b[→ R funções diferenciáveis em ]a.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.§3. b[.

b[. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f. b[→ R funções diferenciáveis em ]a. Suponhamos que x→a+ lim f (x) = lim g(x) = 0 x→a+ ou que x→a+ lim |f (x)| = lim |g(x)| = +∞. b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. g : ]a.2 Teoremas de Rolle. x→a+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 .§3.

b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f.§3. g′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 264 / 485 . b[. Suponhamos que x→a+ lim f (x) = lim g(x) = 0 x→a+ ou que x→a+ lim |f (x)| = lim |g(x)| = +∞. b[→ R funções diferenciáveis em ]a. x→a+ Se lim x→a+ f ′ (x) = L. g : ]a.

então g′ (x) x→a+ lim f (x) = L. b[. Suponhamos que x→a+ lim f (x) = lim g(x) = 0 x→a+ ou que x→a+ lim |f (x)| = lim |g(x)| = +∞. x→a+ Se lim x→a+ f ′ (x) = L. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy Sejam a e b números reais tais que a < b e f. b[→ R funções diferenciáveis em ]a.§3.2 Teoremas de Rolle. g : ]a. b[ tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈ ]a. g(x) 2011/2012 264 / 485 António Bento (UBI) Cálculo I .

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 265 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Observações António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 265 / 485 .

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Observações a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 265 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Observações a) O resultado continua válido se substituirmos x→a+ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 265 / 485 .§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Observações a) O resultado continua válido se substituirmos x→a+ lim por x→b− lim . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 265 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 265 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Observações a) O resultado continua válido se substituirmos x→a+ lim por x→b− lim .§3.

§3. b) O resultado também é válido quando calculamos o limite em pontos interiores do domínio das funções.2 Teoremas de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 265 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Observações a) O resultado continua válido se substituirmos x→a+ lim por x→b− lim .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy quando x → +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Regra de Cauchy quando x → +∞ Sejam a um número real António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. +∞[ Regra de Cauchy quando x → +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 . +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a. g : ]a.§3.

+∞[. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a. Regra de Cauchy quando x → +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .§3. g : ]a. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f.2 Teoremas de Rolle.

+∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a.§3. lim f (x) Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 . +∞[.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a. g : ]a.

de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f.§3. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a.2 Teoremas de Rolle. g : ]a. +∞[. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a. lim f (x) = lim g(x) x→+∞ Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .

lim f (x) = lim g(x) = 0 x→+∞ Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. g : ]a. +∞[. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a.§3. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a.

§3. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a. +∞[. g : ]a.2 Teoremas de Rolle. lim f (x) = lim g(x) = 0 x→+∞ Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ ou que x→+∞ lim |f (x)| António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .

+∞[.2 Teoremas de Rolle. lim f (x) = lim g(x) = 0 x→+∞ Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ ou que x→+∞ lim |f (x)| = lim |g(x)| x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .§3. g : ]a. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a.

g : ]a.2 Teoremas de Rolle. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a. +∞[. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a. lim f (x) = lim g(x) = 0 x→+∞ Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ ou que x→+∞ lim |f (x)| = lim |g(x)| = +∞.§3. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .

+∞[.§3.2 Teoremas de Rolle. +∞[→ R funções diferenciáveis em ]a. g : ]a. lim f (x) = lim g(x) = 0 x→+∞ Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ ou que x→+∞ lim |f (x)| = lim |g(x)| = +∞. x→+∞ Se lim f ′ (x) = L. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. x→+∞ g ′ (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 266 / 485 .

+∞[→ R funções diferenciáveis em ]a.§3. x→+∞ Se lim f ′ (x) = L. de Lagrange e de Cauchy Sejam a um número real e f. +∞[. +∞[ e tais que g′ (x) = 0 para cada x ∈]a. g(x) 2011/2012 266 / 485 Cálculo I . então x→+∞ g ′ (x) x→+∞ António Bento (UBI) lim f (x) = L. g : ]a.2 Teoremas de Rolle. lim f (x) = lim g(x) = 0 x→+∞ Regra de Cauchy quando x → +∞ Suponhamos que x→+∞ ou que x→+∞ lim |f (x)| = lim |g(x)| = +∞.

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 267 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Observação António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 267 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Observação O resultado continua válido se substituirmos x→+∞ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 267 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Observação O resultado continua válido se substituirmos x→+∞ lim por x→−∞ lim .2 Teoremas de Rolle.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 267 / 485 .

sendo neste caso o domínio das funções um intervalo do tipo ] − ∞.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Observação O resultado continua válido se substituirmos x→+∞ lim por x→−∞ lim .§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 267 / 485 . a[.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 x2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. x2 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = .

x2 0 temos pela regra de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = .2 Teoremas de Rolle. x2 0 temos pela regra de Cauchy cos x − 1 x→0 x2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .§3.

x2 0 temos pela regra de Cauchy cos x − 1 (cos x − 1)′ = lim x→0 x→0 x2 (x2 )′ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = .§3.2 Teoremas de Rolle. x2 0 temos pela regra de Cauchy cos x − 1 (cos x − 1)′ = lim x→0 x→0 x2 (x2 )′ − sen x = lim x→0 2x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .

x2 0 temos pela regra de Cauchy cos x − 1 (cos x − 1)′ = lim x→0 x→0 x2 (x2 )′ − sen x = lim x→0 2x 1 sen x = lim − x→0 2 x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = . x2 0 temos pela regra de Cauchy cos x − 1 (cos x − 1)′ = lim x→0 x→0 x2 (x2 )′ − sen x = lim x→0 2x 1 sen x = lim − x→0 2 x 1 = − .1 2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy 1) Como x→0 lim cos x − 1 0 = . 2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 268 / 485 .§3. x2 0 temos pela regra de Cauchy cos x − 1 (cos x − 1)′ = lim x→0 x→0 x2 (x2 )′ − sen x = lim x→0 2x 1 sen x = lim − x→0 2 x 1 = − .1 2 1 =− .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim esen x − ex x→0 sen x − x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim 0 esen x − ex = .2 Teoremas de Rolle. x→0 sen x − x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3.

usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim 0 esen x − ex = .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = .2 Teoremas de Rolle.§3. usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex x→0 sen x − x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex (esen x − ex )′ = lim x→0 sen x − x x→0 (sen x − x)′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = .§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = .2 Teoremas de Rolle. usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex cos x esen x − ex (esen x − ex )′ lim = lim ′ = x→0 x→0 sen x − x x→0 (sen x − x) cos x − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3.

′ = x→0 x→0 sen x − x x→0 (sen x − x) cos x − 1 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = . usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex cos x esen x − ex (esen x − ex )′ 0 lim = lim = .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = .2 Teoremas de Rolle. usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex cos x esen x − ex (esen x − ex )′ 0 lim = lim = . ′ = x→0 x→0 sen x − x x→0 (sen x − x) cos x − 1 0 Aplicando novamente a regra de Cauchy vem António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .§3.

′ = x→0 x→0 sen x − x x→0 (sen x − x) cos x − 1 0 Aplicando novamente a regra de Cauchy vem esen x − ex x→0 sen x − x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .2 Teoremas de Rolle. usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex cos x esen x − ex (esen x − ex )′ 0 lim = lim = . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = .§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. ′ = x→0 x→0 sen x − x x→0 (sen x − x) cos x − 1 0 Aplicando novamente a regra de Cauchy vem (cos x esen x − ex )′ esen x − ex = lim x→0 x→0 sen x − x (cos x − 1)′ lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = . usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex cos x esen x − ex (esen x − ex )′ 0 lim = lim = .

usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex cos x esen x − ex (esen x − ex )′ 0 lim = lim = . ′ = x→0 x→0 sen x − x x→0 (sen x − x) cos x − 1 0 Aplicando novamente a regra de Cauchy vem (cos x esen x − ex )′ esen x − ex = lim x→0 x→0 sen x − x (cos x − 1)′ lim = lim − sen x esen x + cos2 x esen x − ex x→0 − sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 269 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = .

′ = x→0 x→0 sen x − x x→0 (sen x − x) cos x − 1 0 Aplicando novamente a regra de Cauchy vem (cos x esen x − ex )′ esen x − ex = lim x→0 x→0 sen x − x (cos x − 1)′ lim = lim − sen x esen x + cos2 x esen x − ex x→0 − sen x 0 = . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) Como lim lim 0 esen x − ex = .2 Teoremas de Rolle. usando a regra de Cauchy temos x→0 sen x − x 0 esen x − ex cos x esen x − ex (esen x − ex )′ 0 lim = lim = . 0 Cálculo I 2011/2012 269 / 485 António Bento (UBI) .§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x cos2 x − sen x esen x − ex = lim ′ x→0 [− sen x] lim ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x ′ cos2 x − sen x esen x − ex = lim ′ x→0 [− sen x] (−2 sen x cos x − cos x) esen x + cos2 x − sen x cos x esen x − ex = lim x→0 − cos x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x ′ cos2 x − sen x esen x − ex = lim ′ x→0 [− sen x] (−2 sen x cos x − cos x) esen x + cos2 x − sen x cos x esen x − ex = lim x→0 − cos x −1 + 1 − 1 = =1 −1 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x ′ cos2 x − sen x esen x − ex = lim ′ x→0 [− sen x] (−2 sen x cos x − cos x) esen x + cos2 x − sen x cos x esen x − ex = lim x→0 − cos x −1 + 1 − 1 = =1 −1 lim Este limite podia ter sido calculado mais facilmente da seguinte forma António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x ′ cos2 x − sen x esen x − ex = lim ′ x→0 [− sen x] (−2 sen x cos x − cos x) esen x + cos2 x − sen x cos x esen x − ex = lim x→0 − cos x −1 + 1 − 1 = =1 −1 lim Este limite podia ter sido calculado mais facilmente da seguinte forma esen x−x −1 esen x − ex = lim ex lim x→0 x→0 sen x − x sen x − x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x ′ cos2 x − sen x esen x − ex = lim ′ x→0 [− sen x] (−2 sen x cos x − cos x) esen x + cos2 x − sen x cos x esen x − ex = lim x→0 − cos x −1 + 1 − 1 = =1 −1 lim Este limite podia ter sido calculado mais facilmente da seguinte forma esen x−x −1 esen x − ex = lim ex = e0 .§3.1 lim x→0 x→0 sen x − x sen x − x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .

lim x→0 x→0 sen x − x sen x − x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 270 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 2) (continuação) Temos de aplicar novamente a regra de Cauchy esen x − ex x→0 sen x − x ′ cos2 x − sen x esen x − ex = lim ′ x→0 [− sen x] (−2 sen x cos x − cos x) esen x + cos2 x − sen x cos x esen x − ex = lim x→0 − cos x −1 + 1 − 1 = =1 −1 lim Este limite podia ter sido calculado mais facilmente da seguinte forma esen x−x −1 esen x − ex = lim ex = e0 .2 Teoremas de Rolle.1 = 1.

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .§3.

x→+∞ xa lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0. a > 0.§3.2 Teoremas de Rolle.

a > 0. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0.2 Teoremas de Rolle.§3. x→+∞ xa lim lim ln x xa Como x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .

2 Teoremas de Rolle.§3. a x +∞ Como x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 . a > 0. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0. x→+∞ xa lim lim ln x +∞ = .

§3. x→+∞ xa lim lim Como ln x +∞ = . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0. a > 0.2 Teoremas de Rolle. a x +∞ aplicando a regra de Cauchy temos x→+∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .

a x +∞ aplicando a regra de Cauchy temos x→+∞ x→+∞ lim ln x xa António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .§3. a > 0. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0.2 Teoremas de Rolle. x→+∞ xa lim lim Como ln x +∞ = .

§3. x→+∞ xa lim lim Como ln x +∞ = . a > 0.2 Teoremas de Rolle. a x +∞ aplicando a regra de Cauchy temos x→+∞ (ln x)′ ln x = lim lim x→+∞ (xa )′ x→+∞ xa António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0.

a > 0.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0. x→+∞ xa lim lim Como ln x +∞ = . a x +∞ aplicando a regra de Cauchy temos x→+∞ 1 (ln x)′ ln x x = lim = lim lim x→+∞ (xa )′ x→+∞ axa−1 x→+∞ xa António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0. x→+∞ xa lim lim Como ln x +∞ = .2 Teoremas de Rolle. a x +∞ aplicando a regra de Cauchy temos x→+∞ 1 (ln x)′ ln x x = lim 1 = lim = lim lim x→+∞ (xa )′ x→+∞ axa−1 x→+∞ axa x→+∞ xa António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .§3. a > 0.

a x +∞ aplicando a regra de Cauchy temos x→+∞ 1 (ln x)′ ln x x = lim 1 = 1 = lim = lim lim x→+∞ (xa )′ x→+∞ axa−1 x→+∞ axa x→+∞ xa +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0. x→+∞ xa lim lim Como ln x +∞ = . a > 0.

2 Teoremas de Rolle. a x +∞ aplicando a regra de Cauchy temos x→+∞ 1 (ln x)′ ln x x = lim 1 = 1 = 0. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 3) Vejamos que ln x = 0. x→+∞ xa lim lim Como ln x +∞ = . = lim = lim lim x→+∞ (xa )′ x→+∞ axa−1 x→+∞ axa x→+∞ xa +∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 271 / 485 . a > 0.§3.

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞).

Como x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞).

§3. Como ln (ln x) (x − 1)−1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞).2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞). Como ln (ln x) (x − 1) −1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 = ∞ . ∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞).2 Teoremas de Rolle. ∞ podemos usar a regra de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 . Como ln (ln x) (x − 1) −1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 = ∞ .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞). ∞ podemos usar a regra de Cauchy e temos √ x − 1 ln (ln x) x→1 lim+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 . Como ln (ln x) (x − 1) −1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 = ∞ .§3.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. ∞ podemos usar a regra de Cauchy e temos √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 x→1 lim+ [ln (ln x)] (x − 1) ′ ′ −1/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞).§3. Como ln (ln x) (x − 1) −1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 = ∞ .

Como ln (ln x) (x − 1) −1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 = ∞ .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞). ∞ podemos usar a regra de Cauchy e temos √ lim+ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 [ln (ln x)] (x − 1) ′ ′ x→1 −1/2 1/x ln x = lim+ −3/2 x→1 (x − 1) − 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle. Como ln (ln x) (x − 1) −1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 = ∞ . ∞ podemos usar a regra de Cauchy e temos √ lim+ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 [ln (ln x)] (x − 1) ′ ′ x→1 −1/2 1/x ln x = lim+ −3/2 x→1 (x − 1) − 2 = lim+ − x→1 2 (x − 1) x ln x 3/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞).§3.

= lim+ − x→1 x ln x 0 [ln (ln x)] ′ x→1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 272 / 485 . Como ln (ln x) (x − 1) −1/2 x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) = lim+ x→1 = ∞ .§3. ∞ podemos usar a regra de Cauchy e temos √ lim+ x − 1 ln (ln x) = lim+ 1/x ln x ′ = lim −3/2 x→1+ −1/2 x→1 (x − 1) (x − 1) − 2 3/2 0 2 (x − 1) = .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) Vejamos como calcular lim+ x→1 √ x − 1 ln (ln x) = 0 × (−∞).

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ x→1 (x − 1) ln x 3/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ x→1 (x − 1) ln x 3/2 = 0 .

§3. aplicando 0 x→1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim+ (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = 0 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos (x − 1) lim x→1+ ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 .2 Teoremas de Rolle.§3. aplicando 0 = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 . aplicando 0 x→1+ = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ 3 (x − 1)1/2 2 = lim+ 1 x→1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 . aplicando 0 x→1+ = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ 3 (x − 1)1/2 2 = lim+ 1 x→1 x = lim+ x→1 3x (x − 1) 2 1/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. = lim+ x→1 3x (x − 1) 2 1/2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 . aplicando 0 x→1+ = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ 3 (x − 1)1/2 2 = lim+ 1 x→1 x = 0. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 .§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 . = lim+ x→1 3x (x − 1) 2 1/2 pelo que x→1 lim+ √ x − 1 ln (ln x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 . aplicando 0 x→1+ = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ 3 (x − 1)1/2 2 = lim+ 1 x→1 x = 0.§3.2 Teoremas de Rolle.

= lim+ x→1 3x (x − 1) 2 1/2 pelo que x→1 lim+ 3/2 √ 2 (x − 1) x − 1 ln (ln x) = lim+ − x→1 x ln x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 273 / 485 . aplicando 0 x→1+ = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ 3 (x − 1)1/2 2 = lim+ 1 x→1 x = 0.§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 .

aplicando 0 x→1+ = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ 3 (x − 1)1/2 2 = lim+ 1 x→1 x = 0.2 Teoremas de Rolle. = lim+ x→1 3x (x − 1) 2 1/2 pelo que x→1 lim+ 3/2 √ 2 (x − 1) x − 1 ln (ln x) = lim+ − x→1 x ln x = lim+ − x→1 António Bento (UBI) Cálculo I 2 (x − 1)3/2 x ln x 2011/2012 273 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 .

x ln x 2011/2012 273 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 4) (continuação) Atendendo a que lim+ novamente a regra de Cauchy temos lim (x − 1) ln x 3/2 x→1 (x − 1) ln x 3/2 = ′ 0 .2 Teoremas de Rolle.§3. aplicando 0 x→1+ = lim+ x→1 (x − 1)3/2 (ln x) ′ 3 (x − 1)1/2 2 = lim+ 1 x→1 x = 0. = lim+ x→1 3x (x − 1) 2 1/2 pelo que x→1 lim+ 3/2 √ 2 (x − 1) x − 1 ln (ln x) = lim+ − x→1 x ln x = lim+ − x→1 António Bento (UBI) Cálculo I 2 (x − 1)3/2 = 0.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim x→0 1 − cotg x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .

x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim x→0 1 − cotg x = ∞ − ∞.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞.§3.2 Teoremas de Rolle. Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 − cotg x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 1 − cotg x = lim − x→0 x x sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞. Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim x→0 x x sen x x→0 x sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞. x→0 x x sen x x→0 x sen x 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 . Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 0 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim = .§3.

Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 0 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim = . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞.§3. x→0 x x sen x x→0 x sen x 0 podemos aplicar a regra de Cauchy.2 Teoremas de Rolle. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞. Assim.2 Teoremas de Rolle. x→0 x x sen x x→0 x sen x 0 podemos aplicar a regra de Cauchy.§3. Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 0 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim = . sen x − x cos x x→0 x sen x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .

(sen x − x cos x)′ sen x − x cos x = lim ′ x→0 x→0 x sen x (x sen x) lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞.2 Teoremas de Rolle. Assim.§3. x→0 x x sen x x→0 x sen x 0 podemos aplicar a regra de Cauchy. Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 0 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim = .

2 Teoremas de Rolle. Assim.§3. x→0 x x sen x x→0 x sen x 0 podemos aplicar a regra de Cauchy. (sen x − x cos x)′ sen x − x cos x = lim ′ x→0 x→0 x sen x (x sen x) cos x − cos x + x sen x = lim x→0 sen x + x cos x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 . Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 0 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim = . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞.

Assim.§3. x→0 x x sen x x→0 x sen x 0 podemos aplicar a regra de Cauchy. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞.2 Teoremas de Rolle. (sen x − x cos x)′ sen x − x cos x = lim ′ x→0 x→0 x sen x (x sen x) cos x − cos x + x sen x = lim x→0 sen x + x cos x x sen x = lim x→0 sen x + x cos x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 . Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 0 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim = .

(sen x − x cos x)′ sen x − x cos x = lim ′ x→0 x→0 x sen x (x sen x) cos x − cos x + x sen x = lim x→0 sen x + x cos x x sen x = lim x→0 sen x + x cos x 0 = . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) Calculemos agora lim 1 − cotg x = ∞ − ∞.2 Teoremas de Rolle. Assim. x→0 x x sen x x→0 x sen x 0 podemos aplicar a regra de Cauchy. 0 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 274 / 485 .§3. Transformando esta x indeterminação na seguinte x→0 x→0 lim 1 cos x 0 1 sen x − x cos x − cotg x = lim − = lim = .

de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) Aplicando novamente a regra de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .2 Teoremas de Rolle.§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) Aplicando novamente a regra de Cauchy temos sen x − x cos x x→0 x sen x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

§3.2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) Aplicando novamente a regra de Cauchy temos (x sen x)′ sen x − x cos x = lim x→0 (sen x + x cos x)′ x→0 x sen x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) Aplicando novamente a regra de Cauchy temos (x sen x)′ sen x − x cos x = lim x→0 (sen x + x cos x)′ x→0 x sen x sen x + x cos x = lim x→0 cos x + cos x − x sen x lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .§3.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) Aplicando novamente a regra de Cauchy temos (x sen x)′ sen x − x cos x = lim x→0 (sen x + x cos x)′ x→0 x sen x sen x + x cos x = lim x→0 cos x + cos x − x sen x 0 = 2 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) Aplicando novamente a regra de Cauchy temos (x sen x)′ sen x − x cos x = lim x→0 (sen x + x cos x)′ x→0 x sen x sen x + x cos x = lim x→0 cos x + cos x − x sen x 0 = 2 = 0 lim António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .§3.2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 5) (continuação) Aplicando novamente a regra de Cauchy temos (x sen x)′ sen x − x cos x = lim x→0 (sen x + x cos x)′ x→0 x sen x sen x + x cos x = lim x→0 cos x + cos x − x sen x 0 = 2 = 0 lim o que implica x→0 lim 1 − cotg x = 0. x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 275 / 485 .

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .§3. Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

§3. Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .2 Teoremas de Rolle. Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .§3.2 Teoremas de Rolle. Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 . Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x = lim eln[(sen x) x→0+ x ] António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .2 Teoremas de Rolle.§3. Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 . x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 . Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x = lim eln[(sen x) x→0+ x ] = lim ex ln(sen x) .

Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 .2 Teoremas de Rolle. Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x = lim eln[(sen x) x→0+ x→0+ x ] = lim ex ln(sen x) . x→0+ basta calcular lim x ln (sen x). de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .

x→0+ basta calcular lim x ln (sen x). Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .§3. Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x = lim eln[(sen x) x→0+ x→0+ x ] = lim ex ln(sen x) .2 Teoremas de Rolle. Como lim x ln (sen x) x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 .

Como lim+ x ln (sen x) = lim+ x→0 x→0 ln (sen x) 1 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 . Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 .2 Teoremas de Rolle. Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x = lim eln[(sen x) x→0+ x→0+ x ] = lim ex ln(sen x) . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x . x→0+ basta calcular lim x ln (sen x).§3.

2 Teoremas de Rolle. Como lim+ x ln (sen x) = lim+ x→0 x→0 0 ln (sen x) = . x→0+ basta calcular lim x ln (sen x). Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 .§3. 1 0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 . Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x = lim eln[(sen x) x→0+ x→0+ x ] = lim ex ln(sen x) . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x .

Como lim+ x ln (sen x) = lim+ x→0 x→0 0 ln (sen x) = . 1 0 x podemos aplicar a regra de Cauchy.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 276 / 485 . Atendendo a que x→0+ lim (sen x)x = lim eln[(sen x) x→0+ x→0+ x ] = lim ex ln(sen x) . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) Calculemos agora x→0+ lim (sen x)x . Neste caso temos uma indeterminação do tipo 00 . x→0+ basta calcular lim x ln (sen x).2 Teoremas de Rolle.

2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .2 Teoremas de Rolle.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim.2 Teoremas de Rolle. lim x ln (sen x) x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .§3.

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim.2 Teoremas de Rolle. lim x ln (sen x) = lim (ln (sen x))′ 1 ′ x x→0+ x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .§3.

2 Teoremas de Rolle.§3. cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim.

2 Teoremas de Rolle. cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x x (−x cos x) = lim x→0+ sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim.

2 Teoremas de Rolle. cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x x (−x cos x) = 1.§3. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim.0 = lim x→0+ sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .

de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim. cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x x (−x cos x) = 1.2 Teoremas de Rolle.0 = 0 = lim x→0+ sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .§3.

cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x x (−x cos x) = 1.2 Teoremas de Rolle.§3.0 = 0 = lim x→0+ sen x e. x→0+ lim (sen x)x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim. portanto.

2 Teoremas de Rolle. portanto.§3. cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x x (−x cos x) = 1.0 = 0 = lim x→0+ sen x e. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim. x→0+ lim (sen x)x = lim ex ln(sen x) x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .

cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x x (−x cos x) = 1.2 Teoremas de Rolle. x→0+ lim (sen x)x = lim ex ln(sen x) = e0 x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 . de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim. portanto.§3.0 = 0 = lim x→0+ sen x e.

§3. x→0+ lim (sen x)x = lim ex ln(sen x) = e0 = 1. x→0+ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 277 / 485 .2 Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Exemplos de aplicação da regra de Cauchy (continuação) 6) (continuação) Assim. portanto.0 = 0 = lim x→0+ sen x e. cos x (ln (sen x))′ = lim sen x lim x ln (sen x) = lim 1 1 ′ x→0+ x→0+ x→0+ − 2 x x x (−x cos x) = 1.

de Lagrange e de Cauchy Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Aplicações do cálculo diferencial Cálculo integral em R 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 278 / 485 .Índice 1 2 3 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Derivadas: definição. regras de derivação e exemplos Teoremas de Rolle.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D.§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 . Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D. então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3. Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.

§3. Se f ′ é diferenciável em a ∈ D. então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D.

Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D. então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3.

então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a e representa-se por f ′′ (a) ou António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D. Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D.§3. então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a e representa-se por f ′′ (a) ou d2 f (a) ou ainda dx2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 . Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.

então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a e representa-se por f ′′ (a) ou d2 f (a) ou ainda D 2 f (a) dx2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3. Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D.

então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a e representa-se por f ′′ (a) ou e é dada por f ′′ (a) d2 f (a) ou ainda D 2 f (a) dx2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D. Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.

Se f ′ é diferenciável em a ∈ D. então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a e representa-se por f ′′ (a) ou e é dada por f ′′ (a) = f ′ (a) ′ d2 f (a) ou ainda D 2 f (a) dx2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D.§3.

então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a e representa-se por f ′′ (a) ou e é dada por f ′′ (a) = f ′ (a) = lim ′ d2 f (a) ou ainda D 2 f (a) dx2 f ′ (x) − f ′ (a) x→a x−a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3. Se f ′ é diferenciável em a ∈ D.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Sejam D um subconjunto não vazio de R e f: D →R uma função diferenciável em D. Se f ′ é diferenciável em a ∈ D. então diz-se que f é duas vezes diferenciável em a e a derivada de f ′ em a designa-se por segunda derivada de f em a e representa-se por f ′′ (a) ou e é dada por f ′′ (a) = f ′ (a) = lim ′ d2 f (a) ou ainda D 2 f (a) dx2 f ′ (x) − f ′ (a) f ′ (a + h) − f ′ (a) = lim . x→a h→0 x−a h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 279 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Mais geralmente. se existirem as derivadas de f até à ordem n − 1 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 .

f ′′ . se existirem as derivadas de f até à ordem n − 1 e as representarmos por f ′ . . .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Mais geralmente. f (n−1) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 . . .§3.

.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Mais geralmente. f (n−1) e f (n−1) é derivável em a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 . . . f ′′ . se existirem as derivadas de f até à ordem n − 1 e as representarmos por f ′ .§3. .

. . f (n−1) e f (n−1) é derivável em a.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Mais geralmente. . se existirem as derivadas de f até à ordem n − 1 e as representarmos por f ′ . . então diz-se que f tem derivada de ordem n em a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 .§3. f ′′ .

. . f ′′ . então diz-se que f tem derivada de ordem n em a e f (n) (a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 . . f (n−1) e f (n−1) é derivável em a.§3. .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Mais geralmente. se existirem as derivadas de f até à ordem n − 1 e as representarmos por f ′ .

f ′′ . .§3. . . se existirem as derivadas de f até à ordem n − 1 e as representarmos por f ′ . .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Mais geralmente. então diz-se que f tem derivada de ordem n em a e f (n) (a) = lim f (n−1) (x) − f (n−1) (a) x→a x−a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 . f (n−1) e f (n−1) é derivável em a.

f ′′ . f (n−1) e f (n−1) é derivável em a. . = lim h→0 h António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 280 / 485 . então diz-se que f tem derivada de ordem n em a e f (n) (a) = lim f (n−1) (x) − f (n−1) (a) x→a x−a (n−1) (a + h) − f (n−1) (a) f . . se existirem as derivadas de f até à ordem n − 1 e as representarmos por f ′ . .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Mais geralmente. .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 .§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 .§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . e escreve-se f ∈ C n (D).

e escreve-se f ∈ C n (D).§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . se f é n vezes diferenciável em D António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 .

e escreve-se f ∈ C n (D).§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . se f é n vezes diferenciável em D e a derivada de ordem n. f (n) é contínua em D.

§3. escreve-se f ∈ C 0 (D) ou f ∈ C(D) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . e escreve-se f ∈ C n (D). f (n) é contínua em D. se f é n vezes diferenciável em D e a derivada de ordem n. Por extensão.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 . escreve-se f ∈ C 0 (D) ou f ∈ C(D) para designar que f é contínua em D. Por extensão. e escreve-se f ∈ C n (D). f (n) é contínua em D. se f é n vezes diferenciável em D e a derivada de ordem n.§3.

se f é n vezes diferenciável em D e a derivada de ordem n. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 . escreve-se f ∈ C 0 (D) ou f ∈ C(D) para designar que f é contínua em D. Por extensão.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . e escreve-se f ∈ C n (D). f (n) é contínua em D. Se f admite derivadas de todas as ordens em D.§3.

Por extensão. f (n) é contínua em D. Se f admite derivadas de todas as ordens em D. escreve-se f ∈ C 0 (D) ou f ∈ C(D) para designar que f é contínua em D. e escreve-se f ∈ C n (D).§3. então dizemos que f é indefinidamente diferenciável António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 . se f é n vezes diferenciável em D e a derivada de ordem n.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . Por extensão. Se f admite derivadas de todas as ordens em D.§3. f (n) é contínua em D. então dizemos que f é indefinidamente diferenciável ou de classe C ∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 . e escreve-se f ∈ C n (D). escreve-se f ∈ C 0 (D) ou f ∈ C(D) para designar que f é contínua em D. se f é n vezes diferenciável em D e a derivada de ordem n.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Uma função f : D → R diz-se de classe C n . f (n) é contínua em D. Se f admite derivadas de todas as ordens em D. Por extensão. se f é n vezes diferenciável em D e a derivada de ordem n.§3. escreve-se f ∈ C 0 (D) ou f ∈ C(D) para designar que f é contínua em D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 281 / 485 . então dizemos que f é indefinidamente diferenciável ou de classe C ∞ e usa-se a notação f ∈ C ∞ (D). e escreve-se f ∈ C n (D).

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) A função f : R → R definida por f (x) = xm . m ∈ N. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) A função f : R → R definida por f (x) = xm . é uma função de classe C ∞ .§3. m ∈ N.

De facto f (n) (x) = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) A função f : R → R definida por f (x) = xm .§3. m ∈ N. é uma função de classe C ∞ .

m ∈ N. . De facto f (n) (x) =  m (m − 1) .§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) A função f : R → R definida por f (x) = xm . é uma função de classe C ∞ . . (m − (n − 1)) xm−n      se n < m. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) A função f : R → R definida por f (x) = xm .    António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 . De facto f (n) (x) =  m (m − 1) . . . m ∈ N. (m − (n − 1)) xm−n   m! se n < m. se n = m.§3. é uma função de classe C ∞ .

(m − (n − 1)) xm−n   m!   0 se n < m. é uma função de classe C ∞ . se n > m.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) A função f : R → R definida por f (x) = xm .§3. se n = m. m ∈ N. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485 . . De facto f (n) (x) =  m (m − 1) . .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 282 / 485   0 se n < m.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos a) A função f : R → R definida por f (x) = xm . . se n > m. (m − (n − 1)) xm−n   m! Mais geralmente. é uma função de classe C ∞ . . m ∈ N. De facto f (n) (x) =  m (m − 1) . se n = m.§3. . qualquer polinómio p : R → R dado por p(x) = am xm + am−1 xm−1 + · · · + a2 x2 + a1 x + a0 é de classe C ∞ .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 283 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 283 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 283 / 485 .

p.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) b) Se são dois polinómios.§3. q : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 283 / 485 .

§3. q : R → R D = {x ∈ R : q(x) = 0} António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 283 / 485 . então fazendo p.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) b) Se são dois polinómios.

então fazendo p.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) b) Se são dois polinómios. q : R → R D = {x ∈ R : q(x) = 0} tem-se que a função f : D → R definida por f (x) = p(x) q(x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 283 / 485 .§3.

q : R → R D = {x ∈ R : q(x) = 0} tem-se que a função f : D → R definida por f (x) = e. então fazendo p. f ∈ C ∞ (D). portanto.§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) b) Se são dois polinómios. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 283 / 485 p(x) q(x) .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 284 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 284 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) c) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 284 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) c) A função exponencial é de classe C ∞ António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 284 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) c) A função exponencial é de classe C ∞ pois fazendo f (x) = ex António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 284 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) c) A função exponencial é de classe C ∞ pois fazendo f (x) = ex temos f (n) (x) = ex . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 284 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 .

fazendo f (x) = sen x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 . De facto.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ . De facto.§3. temos f (n) (x) = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 . fazendo f (x) = sen x.

fazendo f (x) = sen x. De facto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 . temos f (n) (x) =  cos x            se n = 4k − 3.§3. k ∈ N.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ .

De facto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 . k ∈ N.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ . se n = 4k − 2. k ∈ N. temos f (n) (x) =  cos x      − sen x       se n = 4k − 3.§3. fazendo f (x) = sen x.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 . se n = 4k − 1.§3. k ∈ N. k ∈ N. fazendo f (x) = sen x.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ . De facto. k ∈ N. temos f (n) (x) =  cos x      − sen x  − cos x      se n = 4k − 3. se n = 4k − 2.

k ∈ N.§3. n = 4k. temos f (n) (x) =  cos x      − sen x  − cos x      sen x se se se se n = 4k − 3. k ∈ N. fazendo f (x) = sen x. n = 4k − 2. k ∈ N.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ . k ∈ N. n = 4k − 1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 . De facto.

§3. k ∈ N. k ∈ N. n = 4k. fazendo f (x) = sen x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 285 / 485 . De facto. k ∈ N. n = 4k − 2. o que mostra que a função seno pertence a C ∞ (R).3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) d) A função seno é uma função de classe C ∞ . k ∈ N. temos f (n) (x) =  cos x      − sen x  − cos x      sen x se se se se n = 4k − 3. n = 4k − 1.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) Do mesmo modo.§3. a função coseno é uma função de classe C ∞ .

De facto. a função coseno é uma função de classe C ∞ .§3. se f (x) = cos x.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) Do mesmo modo. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 .

a função coseno é uma função de classe C ∞ . se f (x) = cos x. temos f (n) (x) = António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) Do mesmo modo. De facto.§3.

De facto. k ∈ N. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 . temos f (n) (x) =  − sen x            se n = 4k − 3. se f (x) = cos x. a função coseno é uma função de classe C ∞ .§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) Do mesmo modo.

a função coseno é uma função de classe C ∞ . k ∈ N.§3. temos f (n) (x) =  − sen x      − cos x       se n = 4k − 3. se n = 4k − 2. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 . De facto.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) Do mesmo modo. se f (x) = cos x. k ∈ N.

se f (x) = cos x. a função coseno é uma função de classe C ∞ . k ∈ N.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 . se n = 4k − 1. k ∈ N. temos f (n) (x) =  − sen x      − cos x  sen x      se n = 4k − 3. De facto.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) Do mesmo modo. se n = 4k − 2. k ∈ N.

se f (x) = cos x. De facto.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 286 / 485 . temos f (n) (x) =  − sen x      − cos x  sen x      cos x se se se se n = 4k − 3. a função coseno é uma função de classe C ∞ . n = 4k − 2. k ∈ N. n = 4k − 1. k ∈ N. k ∈ N. n = 4k.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) e) Do mesmo modo. k ∈ N.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 .§3.

se x = 0.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0.

é diferenciável.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0. se x = 0. mas a primeira derivada não é contínua. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 .§3.

Como ′ 1 x2 sen x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 . mas a primeira derivada não é contínua. se x = 0.§3. é diferenciável.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0.

§3. Como ′ 1 1 1 1 x2 sen = 2x sen + x2 − 2 cos x x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 . é diferenciável. se x = 0. mas a primeira derivada não é contínua.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0.

mas a primeira derivada não é contínua. Como ′ 1 1 1 1 1 1 x2 sen = 2x sen + x2 − 2 cos = 2x sen − cos x x x x x x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 . é diferenciável.§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0. se x = 0.

Como ′ 1 1 1 1 1 1 x2 sen = 2x sen + x2 − 2 cos = 2x sen − cos x x x x x x e ′ f1 (0) = lim x→0 f1 (x) − f1 (0) x−0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 .§3. se x = 0. é diferenciável. mas a primeira derivada não é contínua.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0.

mas a primeira derivada não é contínua.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0. Como ′ 1 1 1 1 1 1 x2 sen = 2x sen + x2 − 2 cos = 2x sen − cos x x x x x x e 1 x2 sen − 0 f1 (x) − f1 (0) ′ x = lim f1 (0) = lim x→0 x→0 x−0 x−0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 . é diferenciável. se x = 0.§3.

mas a primeira derivada não é contínua. é diferenciável. se x = 0.§3. Como ′ 1 1 1 1 1 1 x2 sen = 2x sen + x2 − 2 cos = 2x sen − cos x x x x x x e 1 x2 sen − 0 1 f1 (x) − f1 (0) ′ x = lim = lim x sen f1 (0) = lim x→0 x→0 x→0 x−0 x−0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0.

é diferenciável. Como ′ 1 1 1 1 1 1 x2 sen = 2x sen + x2 − 2 cos = 2x sen − cos x x x x x x e 1 x2 sen − 0 1 f1 (x) − f1 (0) ′ x = lim = lim x sen = 0.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0. mas a primeira derivada não é contínua.§3. f1 (0) = lim x→0 x→0 x→0 x−0 x−0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 287 / 485 . se x = 0.

Cálculo I 2011/2012 287 / 485 . ′ f1 (x) = x x 0 se x = 0. se x = 0.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) A função f1 : R → R definida  por x2 sen 1 f1 (x) = x 0 se x = 0. f1 (0) = lim x→0 x→0 x→0 x−0 x−0 x temos  2x sen 1 − cos 1 se x = 0. Como ′ 1 1 1 1 1 1 x2 sen = 2x sen + x2 − 2 cos = 2x sen − cos x x x x x x e 1 x2 sen − 0 1 f1 (x) − f1 (0) ′ x = lim = lim x sen = 0. mas a primeira derivada não é contínua. António Bento (UBI) é diferenciável.§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0. se x = 0. 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .

x→0 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0. 0 Como não existe 1 lim cos .§3. se x = 0.

x→0 x ′ a função f1 não é contínua.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 . se x = 0.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0. 0 Como não existe 1 lim cos .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0. se x = 0. x→0 x ′ não é contínua. f é diferenciável. 0 Como não existe 1 lim cos . mas não é de a função f1 1 classe C 1 . Assim. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .

§3. se x = 0. 0 Como não existe 1 lim cos . Mais geral. f é diferenciável. x→0 x ′ não é contínua.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0. mas não é de a função f1 1 classe C 1 . Assim. a função fk : R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 .

a função fk : R → R definida por  x2k sen 1 se x = 0. mas não é de a função f1 1 classe C 1 . Mais geral. x→0 x ′ não é contínua.§3. se x = 0. f é diferenciável. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 288 / 485 . Assim.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0. fk (x) = x  0 se x = 0. 0 Como não existe 1 lim cos .

Cálculo I 2011/2012 288 / 485 . Assim. se x = 0. mas não é de a função f1 1 classe C 1 . fk (x) = x  0 se x = 0. Mais geral.§3. 0 Como não existe tem derivadas até à ordem k. f é diferenciável. António Bento (UBI) 1 lim cos . x→0 x ′ não é contínua.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0. a função fk : R → R definida por  x2k sen 1 se x = 0.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) f ) (continuação) Vimos que  2x sen 1 − cos 1 ′ f1 (x) = x x  se x = 0.§3. Assim. a função fk : R → R definida por  x2k sen 1 se x = 0. 2011/2012 288 / 485 . 0 Como não existe tem derivadas até à ordem k. mas não é de classe C k . António Bento (UBI) Cálculo I 1 lim cos . se x = 0. mas não é de a função f1 1 classe C 1 . Mais geral. f é diferenciável. fk (x) = x  0 se x = 0. x→0 x ′ não é contínua.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) g) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 .§3.

g : D ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 . f.§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) g) Se têm derivada até à ordem n.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) g) Se têm derivada até à ordem n.§3. então os mesmo acontece com f +g e fg f. g : D ⊆ R → R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 .

§3. g : D ⊆ R → R (f + g)(n) (x) = f (n) (x) + g(n) (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) g) Se têm derivada até à ordem n. então os mesmo acontece com f +g e e fg f.

então os mesmo acontece com f +g e e (f g)(n) (x) = e fg f. j António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 .§3. g : D ⊆ R → R (f + g)(n) (x) = f (n) (x) + g(n) (x) n j=0 n (j) f (x)g(n−j) (x).3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) g) Se têm derivada até à ordem n.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) g) Se têm derivada até à ordem n. j António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 . então os mesmo acontece com f +g e e (f g)(n) (x) = onde f (0) = f e g(0) = g. g : D ⊆ R → R (f + g)(n) (x) = f (n) (x) + g(n) (x) n j=0 n (j) f (x)g(n−j) (x).§3. e fg f.

j onde f (0) = f e g(0) = g.§3. então os mesmo acontece com f +g e e (f g)(n) (x) = e fg f. g : D ⊆ R → R (f + g)(n) (x) = f (n) (x) + g(n) (x) n j=0 n (j) f (x)g(n−j) (x). Esta igualdade é conhecida por fórmula de Leibnitz.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) g) Se têm derivada até à ordem n. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 289 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) Sejam I um intervalo. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .

n + 1 vezes diferenciável em int I e a um f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) Sejam I um intervalo. C n.§3. uma função de classe ponto de I.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) Sejam I um intervalo.§3. C n. Para cada x ∈ I \ {a}. uma função de classe n + 1 vezes diferenciável em int I e a um ponto de I. f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .

uma função de classe n + 1 vezes diferenciável em int I e a um ponto de I. Para cada x ∈ I \ {a}. existe c estritamente entre a e x tal que C n.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) Sejam I um intervalo. f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .§3.

existe c estritamente entre a e x tal que f (x) C n. f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 . Para cada x ∈ I \ {a}.§3. uma função de classe n + 1 vezes diferenciável em int I e a um ponto de I.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) Sejam I um intervalo.

Para cada x ∈ I \ {a}.§3. uma função de classe n + 1 vezes diferenciável em int I e a um ponto de I.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) Sejam I um intervalo. existe c estritamente entre a e x tal que f (x) = f (a)+f ′ (a) (x − a) + f (n) (a) f ′′ (a) (x − a)2 +· · ·+ (x − a)n + 2! n! C n. f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .

uma função de classe n + 1 vezes diferenciável em int I e a um ponto de I. f: I →R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 290 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Fórmula de Taylor (com resto de Lagrange) Sejam I um intervalo.§3. Para cada x ∈ I \ {a}. existe c estritamente entre a e x tal que f (x) = f (a)+f ′ (a) (x − a) + f (n) (a) f (n+1) (c) f ′′ (a) (x − a)2 +· · ·+ (x − a)n + (x − a)n+1 . 2! n! (n + 1)! C n.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 291 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor A pn (x) = f (a) + f ′ (a) (x − a) + f (n) (a) f ′′ (a) (x − a)2 + · · · + (x − a)n 2! n! António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 291 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor A pn (x) = f (a) + f ′ (a) (x − a) + f (n) (a) f ′′ (a) (x − a)2 + · · · + (x − a)n 2! n! chamamos polinómio de Taylor de grau n da função f em torno de x=a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 291 / 485 .§3.

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 291 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor A pn (x) = f (a) + f ′ (a) (x − a) + f (n) (a) f ′′ (a) (x − a)2 + · · · + (x − a)n 2! n! chamamos polinómio de Taylor de grau n da função f em torno de x=aea f (n+1) (c) Rn (x) = (x − a)n+1 (n + 1)! resto Lagrange de ordem n da função f em torno de x = a.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor A pn (x) = f (a) + f ′ (a) (x − a) + f (n) (a) f ′′ (a) (x − a)2 + · · · + (x − a)n 2! n! chamamos polinómio de Taylor de grau n da função f em torno de x=aea f (n+1) (c) Rn (x) = (x − a)n+1 (n + 1)! resto Lagrange de ordem n da função f em torno de x = a. Se a = 0 a fórmula de Taylor designa-se por fórmula de Mac-Laurin António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 291 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 291 / 485 .§3. Se a = 0 a fórmula de Taylor designa-se por fórmula de Mac-Laurin e o polinómio de Taylor designa-se por polinómio de Mac-Laurin.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor A pn (x) = f (a) + f ′ (a) (x − a) + f (n) (a) f ′′ (a) (x − a)2 + · · · + (x − a)n 2! n! chamamos polinómio de Taylor de grau n da função f em torno de x=aea f (n+1) (c) Rn (x) = (x − a)n+1 (n + 1)! resto Lagrange de ordem n da função f em torno de x = a.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização ou aproximação linear de f em torno de x = a.§3.

§3. ou seja.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização ou aproximação linear de f em torno de x = a. a função dada por L(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização ou aproximação linear de f em torno de x = a. a função dada por L(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) é a linearização de f em torno de x = a.§3. ou seja.

Nestas condições escrevemos f (x) ≈ f (a) + f ′ (a)(x − a). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização ou aproximação linear de f em torno de x = a. ou seja. a função dada por L(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) é a linearização de f em torno de x = a.§3.

Nestas condições escrevemos f (x) ≈ f (a) + f ′ (a)(x − a). Ao polinómio de Taylor de grau dois de uma função f em torno de x = a.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização ou aproximação linear de f em torno de x = a. a função dada por L(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) é a linearização de f em torno de x = a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 .§3. ou seja.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização ou aproximação linear de f em torno de x = a.§3. 2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 292 / 485 . Ao polinómio de Taylor de grau dois de uma função f em torno de x = a. ou seja. à função dada por Q(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) + f ′′ (a) (x − a)2 . a função dada por L(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) é a linearização de f em torno de x = a. Nestas condições escrevemos f (x) ≈ f (a) + f ′ (a)(x − a). isto é.

§3. Ao polinómio de Taylor de grau dois de uma função f em torno de x = a. a função dada por L(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) é a linearização de f em torno de x = a. isto é. ou seja. 2 2011/2012 292 / 485 . Nestas condições escrevemos f (x) ≈ f (a) + f ′ (a)(x − a). 2 chamamos aproximação quadrática de f em torno de x = a e escrevemos f (x) ≈ f (a) + f ′ (a)(x − a) + António Bento (UBI) Cálculo I f ′′ (a) (x − a)2 . à função dada por Q(x) = f (a) + f ′ (a)(x − a) + f ′′ (a) (x − a)2 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Ao polinómio de Taylor de grau um de uma função f em torno de a chamamos linearização ou aproximação linear de f em torno de x = a.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .§3.

§3. Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n∈N António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 . f (n) (0) = e0 = 1. Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n ∈ N e.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. portanto.§3.

f (n) (0) = e0 = 1.§3. Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n ∈ N e. o polinómio de Mac-Laurin de grau n é dado por António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. portanto.

§3. f (n) (0) = e0 = 1. portanto.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. o polinómio de Mac-Laurin de grau n é dado por pn (x) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 . Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n ∈ N e.

o polinómio de Mac-Laurin de grau n é dado por pn (x) = f (0) + f ′ (0) x + f ′′ (0) 2 f (n−1) (0) n−1 f (n) (0) n x + ···+ x + x 2! (n − 1)! n! António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n ∈ N e. f (n) (0) = e0 = 1. portanto.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. portanto. Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n ∈ N e.§3. f (n) (0) = e0 = 1. o polinómio de Mac-Laurin de grau n é dado por pn (x) = f (0) + f ′ (0) x + f ′′ (0) 2 f (n−1) (0) n−1 f (n) (0) n x + ···+ x + x 2! (n − 1)! n! xn−1 xn x2 + ··· + + = 1+x+ 2! (n − 1)! n! António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 .

f (n) (0) = e0 = 1.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. temos a seguinte aproximação linear António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 293 / 485 . portanto.§3. o polinómio de Mac-Laurin de grau n é dado por pn (x) = f (0) + f ′ (0) x + f ′′ (0) 2 f (n−1) (0) n−1 f (n) (0) n x + ···+ x + x 2! (n − 1)! n! xn−1 xn x2 + ··· + + = 1+x+ 2! (n − 1)! n! ex ≈ 1 + x e. por conseguinte. Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n ∈ N e.

2 2011/2012 293 / 485 . Atendendo a que f (n) (x) = ex para cada n ∈ N e.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos 1) Seja f a função exponencial. f (n) (0) = e0 = 1. o polinómio de Mac-Laurin de grau n é dado por pn (x) = f (0) + f ′ (0) x + f ′′ (0) 2 f (n−1) (0) n−1 f (n) (0) n x + ···+ x + x 2! (n − 1)! n! xn−1 xn x2 + ··· + + = 1+x+ 2! (n − 1)! n! ex ≈ 1 + x e a seguinte aproximação quadrática ex ≈ 1 + x + António Bento (UBI) Cálculo I e.§3. temos a seguinte aproximação linear x2 . por conseguinte. portanto.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 .

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 2) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 2) Seja f a função seno. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 .§3.

Então f (n) (0) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 2) Seja f a função seno.§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 2) Seja f a função seno. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 . k ∈ N.§3. Então f (n) (0) = (−1)k+1 se n = 2k − 1.

k ∈ N.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 2) Seja f a função seno. Então f (n) (0) = (−1)k+1 0 se n = 2k − 1.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 . k ∈ N. se n = 2k.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 2) Seja f a função seno. se n = 2k. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 . portanto. Então f (n) (0) = e. k ∈ N. k ∈ N. 3! 5! (2n + 1)! (−1)k+1 0 se n = 2k − 1. sen x = x − x2n+1 x3 x5 + + · · · + (−1)n + R2n+1 (x).§3.

k ∈ N. portanto. Assim. Então f (n) (0) = e.§3. 3! 5! (2n + 1)! (−1)k+1 0 se n = 2k − 1. k ∈ N. sen x = x − x2n+1 x3 x5 + + · · · + (−1)n + R2n+1 (x). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 294 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 2) Seja f a função seno. se n = 2k. neste exemplos as aproximações linear e quadrática são iguais: sen x ≈ x.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 .§3.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 .§3.

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 .

§3.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 .

§3. então f (n) (0) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno.

§3. k ∈ N. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 .3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno. então f (n) (0) = (−1)k se n = 2k.

3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno. k ∈ N.§3. k ∈ N. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 . então f (n) (0) = (−1)k 0 se n = 2k. se n = 2k − 1.

então f (n) (0) = e. cos x = 1 − x2n x2 x4 + + · · · + (−1)n + R2n (x) 2! 4! (2n)! (−1)k 0 se n = 2k. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 . k ∈ N.§3. consequentemente.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno. k ∈ N. se n = 2k − 1.

k ∈ N. então f (n) (0) = e.§3. k ∈ N. se n = 2k − 1. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 . consequentemente.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno. cos x = 1 − e temos cos x ≈ 1 x2n x2 x4 + + · · · + (−1)n + R2n (x) 2! 4! (2n)! (−1)k 0 se n = 2k.

k ∈ N.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno.§3. cos x = 1 − e temos cos x ≈ 1 e cos x ≈ 1 − x2n x2 x4 + + · · · + (−1)n + R2n (x) 2! 4! (2n)! x2 2 (−1)k 0 se n = 2k. consequentemente. se n = 2k − 1. então f (n) (0) = e. k ∈ N. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 295 / 485 .

cos x ≈ 1 Cálculo I 2011/2012 295 / 485 António Bento (UBI) . consequentemente. cos x = 1 − e temos x2n x2 x4 + + · · · + (−1)n + R2n (x) 2! 4! (2n)! e cos x ≈ 1 − (−1)k 0 se n = 2k. x2 2 como aproximações linear e quadrática. k ∈ N. se n = 2k − 1. então f (n) (0) = e.§3. k ∈ N.3 Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Exemplos (continuação) 3) Se f é a função coseno. respectivamente.

regras de derivação e exemplos Teoremas de Rolle. de Lagrange e de Cauchy Derivadas de ordem superior e fórmula de Taylor Aplicações do cálculo diferencial Cálculo integral em R 4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 296 / 485 .Índice 1 2 3 Funções reais de variável real: generalidades e exemplos Funções reais de variável real: limites e continuidade Cálculo diferencial em R Derivadas: definição.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 .§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de • António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 .§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de • monotonia de uma função.§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de • monotonia de uma função. • António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de • monotonia de uma função. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 . • extremos locais de uma função.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 . • • extremos locais de uma função.§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de • monotonia de uma função.

4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de • monotonia de uma função. • convexidade • extremos locais de uma função. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 .§3.

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 297 / 485 . • extremos locais de uma função.4 Aplicações do cálculo diferencial Nesta secção vamos ver aplicações das derivadas em termos de • monotonia de uma função. • convexidade e pontos de inflexão de uma função.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada.

4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada.§3. Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada.§3. Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .

Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada.§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 . Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I.§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada.§3. a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 . Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I.

Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada.

Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .§3. então f é estritamente crescente em I. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I.

Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. para quaisquer x. ou seja.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. então f é estritamente crescente em I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 . a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I.§3. y ∈ I.

a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I.§3. então f é estritamente crescente em I.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 . y ∈ I. ou seja. para quaisquer x. Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. se x > y.

y ∈ I. para quaisquer x. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 . ou seja.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. se x > y. então f (x) > f (y). a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I.§3. então f é estritamente crescente em I.

4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. ou seja. Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. y ∈ I. b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 . se x > y. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. para quaisquer x. então f (x) > f (y).§3. então f é estritamente crescente em I.

b) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. então f é estritamente crescente em I. então f (x) > f (y). ou seja. y ∈ I. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. para quaisquer x.§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. se x > y. Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .

Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. então f é estritamente decrescente em I.§3. se x > y.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. y ∈ I. ou seja. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. então f (x) > f (y). para quaisquer x. então f é estritamente crescente em I. b) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .

Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I.§3. para quaisquer x. y ∈ I. para quaisquer x. se x > y. ou seja. y ∈ I. então f é estritamente decrescente em I. então f (x) > f (y).4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. então f é estritamente crescente em I. ou seja. b) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .

Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. então f é estritamente crescente em I. então f (x) > f (y). para quaisquer x.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 . para quaisquer x. se x > y. ou seja. então f é estritamente decrescente em I. ou seja. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. y ∈ I. se x > y. b) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I. y ∈ I.4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada.

então f é estritamente crescente em I. b) Se f ′ (x) < 0 para qualquer x ∈ I.§3. ou seja. então f é estritamente decrescente em I. então f (x) > f (y). António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 298 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Já vimos que para estudar a monotonia de uma função basta estudar o sinal da primeira derivada. se x > y. se x > y. então f (x) < f (y). ou seja. para quaisquer x. a) Se f ′ (x) > 0 para qualquer x ∈ I. y ∈ I. Isso é consequência de corolários do Teorema de Lagrange: Corolários do Teorema de Lagrange Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável em I. para quaisquer x. y ∈ I.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 .

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.

§3. f : D → R uma função António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.

f : D → R uma função e a ∈ D. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3.

f : D → R uma função e a ∈ D.§3. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.

§3. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.

Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.

4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. f : D → R uma função e a ∈ D. a + ε[ ∩ D.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 .

Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. Do mesmo modo. a + ε[ ∩ D.§3. diz-se que a função f tem um mínimo local ou relativo no ponto a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.

f : D → R uma função e a ∈ D. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R. diz-se que a função f tem um mínimo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um mínimo local ou relativo da função f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . Do mesmo modo. a + ε[ ∩ D.§3.

f : D → R uma função e a ∈ D.§3. Do mesmo modo.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R. a + ε[ ∩ D. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. diz-se que a função f tem um mínimo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um mínimo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R. a + ε[ ∩ D. f : D → R uma função e a ∈ D. a + ε[ ∩ D.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . diz-se que a função f tem um mínimo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um mínimo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. Do mesmo modo.

a + ε[ ∩ D. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. diz-se que a função f tem um mínimo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um mínimo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. Do mesmo modo. a + ε[ ∩ D.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R. Diz-se que f tem um extremo local ou relativo no ponto a António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . f : D → R uma função e a ∈ D.§3.

f : D → R uma função e a ∈ D. a + ε[ ∩ D. Do mesmo modo.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R.§3. a + ε[ ∩ D. Diz-se que f tem um extremo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um extremo local ou relativo da função f António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . diz-se que a função f tem um mínimo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um mínimo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε.

f : D → R uma função e a ∈ D. Do mesmo modo. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 299 / 485 . a + ε[ ∩ D.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam D um subconjunto não vazio de R. Diz-se que a função f tem um máximo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um máximo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε.§3. a + ε[ ∩ D. diz-se que a função f tem um mínimo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um mínimo local ou relativo da função f se existir um ε > 0 tal que f (x) f (a) qualquer que seja x ∈ ]a − ε. Diz-se que f tem um extremo local ou relativo no ponto a ou que f (a) é um extremo local ou relativo da função f se f tiver um máximo ou um mínimo local no ponto a.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 300 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 300 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial y x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 300 / 485 .

x2 e x4 são pontos onde a função tem mínimos locais.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 300 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x2 x4 x Os pontos x0 .

x2 e x4 são pontos onde a função tem mínimos locais. enquanto que a função tem máximos locais nos pontos x1 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 300 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x1 x2 x3 x4 x5 x Os pontos x0 . x3 e x5 .§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x1 x2 x3 x4 x5 x Os pontos x0 .§3. A figura sugere que nos pontos x1 . x3 . x2 e x4 são pontos onde a função tem mínimos locais. x2 . x3 e x5 . enquanto que a função tem máximos locais nos pontos x1 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 300 / 485 . x4 a derivada da função é nula.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 301 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x1 x2 x3 x4 x5 x António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 301 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x1 x2 x3 x4 x5 x Para a função representada na figura anterior António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 301 / 485 .

§3. x2 e x4 a função tem mínimos locais António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 301 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x1 x2 x3 x4 x5 x Para a função representada na figura anterior vê-se facilmente que nos pontos x0 .

§3. x2 e x4 a função tem mínimos locais e que nos pontos x1 .4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x1 x2 x3 x4 x5 x Para a função representada na figura anterior vê-se facilmente que nos pontos x0 . x3 e x5 a função tem máximos locais. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 301 / 485 .

§3. x3 [ a função tem um máximo e um mínimo local. x3 e x5 a função tem máximos locais. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 301 / 485 . em qualquer a ∈ ]x2 .4 Aplicações do cálculo diferencial y x0 x1 x2 x3 x4 x5 x Para a função representada na figura anterior vê-se facilmente que nos pontos x0 . x2 e x4 a função tem mínimos locais e que nos pontos x1 . Além disso.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 302 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Teorema de Fermat António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 302 / 485 .

f: D ⊆R→R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 302 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Teorema de Fermat Seja uma função diferenciável num ponto a interior a D.

f: D ⊆R→R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 302 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Teorema de Fermat Seja uma função diferenciável num ponto a interior a D.§3. Se f (a) é um extremo local de f .

então f ′ (a) = 0.§3. Se f (a) é um extremo local de f .4 Aplicações do cálculo diferencial Teorema de Fermat Seja uma função diferenciável num ponto a interior a D. f: D ⊆R→R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 302 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 303 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 303 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial A condição f ′ (a) = 0 não é suficiente para a existência de extremo.

§3. Por exemplo a função f : R → R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 303 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial A condição f ′ (a) = 0 não é suficiente para a existência de extremo.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 303 / 485 . definida por f (x) = x3 .4 Aplicações do cálculo diferencial A condição f ′ (a) = 0 não é suficiente para a existência de extremo. Por exemplo a função f : R → R.§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial A condição f ′ (a) = 0 não é suficiente para a existência de extremo. definida por f (x) = x3 . tem derivada nula no ponto x = 0. Por exemplo a função f : R → R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 303 / 485 .§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial A condição f ′ (a) = 0 não é suficiente para a existência de extremo. mas f (0) não é extremo local. tem derivada nula no ponto x = 0. definida por f (x) = x3 . António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 303 / 485 .§3. Por exemplo a função f : R → R.

4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável. num ponto a interior ao intervalo I. m > 1.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 .

m > 1. num ponto a interior ao intervalo I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável.§3. Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 e f (m) (a) = 0.

m > 1.§3. Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 Então e f (m) (a) = 0.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável. num ponto a interior ao intervalo I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 .

Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 Então i) e f (m) (a) = 0.§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 . m > 1. num ponto a interior ao intervalo I.

num ponto a interior ao intervalo I. m > 1.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 . Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 Então i) se m é ímpar. e f (m) (a) = 0.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável.

num ponto a interior ao intervalo I. m > 1.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável. e f (m) (a) = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 .§3. Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 Então i) se m é ímpar. f não tem qualquer extremo local no ponto a.

§3. f não tem qualquer extremo local no ponto a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 . num ponto a interior ao intervalo I. m > 1. Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 Então i) se m é ímpar. ii) e f (m) (a) = 0.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável.

4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável. Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 Então i) se m é ímpar. f não tem qualquer extremo local no ponto a. num ponto a interior ao intervalo I. e f (m) (a) = 0.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 304 / 485 . ii) se m é par. m > 1.

m > 1. Suponhamos que f ′ (a) = · · · = f (m−1) (a) = 0 Então i) se m é ímpar.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função m vezes diferenciável. f (m) (a) > 0. consoante f (m) (a) < 0 ou António Bento (UBI) Cálculo I e f (m) (a) = 0. f não tem qualquer extremo local no ponto a. 2011/2012 304 / 485 .§3. f tem em a um ponto de máximo local ou um ponto de mínimo local. ii) se m é par. num ponto a interior ao intervalo I.

4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0.§3.

§3. Então António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0.

Então i) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0.

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0. Então i) se f ′′ (a) > 0.

4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0. a é um ponto de mínimo local.§3. Então i) se f ′′ (a) > 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .

ii) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .§3. Então i) se f ′′ (a) > 0. a é um ponto de mínimo local.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0.

Então i) se f ′′ (a) > 0. a é um ponto de mínimo local. ii) se f ′′ (a) < 0.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .§3.

a é um ponto de mínimo local.§3. ii) se f ′′ (a) < 0. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 305 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f :I→R uma função duas vezes diferenciável num ponto a interior a I com f ′ (a) = 0. a é um ponto de máximo local. Então i) se f ′′ (a) > 0.

4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .

§3. Pela lei de Ohm.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .

a corrente I no circuito é António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. Pela lei de Ohm.

4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. I= R+r António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .§3. a corrente I no circuito é V . Pela lei de Ohm.

a corrente I no circuito é V . Pela lei de Ohm. I= R+r Se a potência resultante é dada por P = I 2 R. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R.

mostre que a potência máxima ocorre se R = r.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. I= R+r Se a potência resultante é dada por P = I 2 R. a corrente I no circuito é V . Pela lei de Ohm.

4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. a corrente I no circuito é V . I= R+r Se a potência resultante é dada por P = I 2 R.§3. Pela lei de Ohm. De P = I 2 R. mostre que a potência máxima ocorre se R = r. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .

§3. Pela lei de Ohm. I= R+r Se a potência resultante é dada por P = I 2 R. temos P = V R+r 2 R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. a corrente I no circuito é V . mostre que a potência máxima ocorre se R = r. De P = I 2 R.

§3. temos P = V R+r 2 R= V 2R . (R + r)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 306 / 485 . a corrente I no circuito é V . mostre que a potência máxima ocorre se R = r. I= R+r Se a potência resultante é dada por P = I 2 R. Pela lei de Ohm.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. De P = I 2 R.

De P = I 2 R. Pela lei de Ohm.§3. temos P = 2 V V 2R R= . I= R+r Se a potência resultante é dada por P = I 2 R. (R + r)2 2011/2012 306 / 485 Cálculo I .4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo Uma bateria de voltagem fixa V e resistência interna fixa r está ligada a um circuito de resistência variável R. o que temos R+r (R + r)2 de fazer é calcular os extremos locais da função P (R) = António Bento (UBI) V 2R . Assim. a corrente I no circuito é V . mostre que a potência máxima ocorre se R = r.

4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R (R + r)2 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R temos (R + r)2 P ′ (R) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R temos (R + r)2 P ′ (R) = V 2 (R + r)2 − 2 (R + r) V 2 R (R + r)4 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R temos (R + r)2 P ′ (R) = V 2 (R + r)2 − 2 (R + r) V 2 R (R + r)4 V 2 (R + r) − 2V 2 R = (R + r)3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R temos (R + r)2 P ′ (R) = V 2 (R + r)2 − 2 (R + r) V 2 R (R + r)4 V 2 (R + r) − 2V 2 R = (R + r)3 V 2r − V 2R = (R + r)3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .§3.

4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R temos (R + r)2 P ′ (R) = V 2 (R + r)2 − 2 (R + r) V 2 R (R + r)4 V 2 (R + r) − 2V 2 R = (R + r)3 V 2r − V 2R = (R + r)3 V 2 (r − R) = (R + r)3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R temos (R + r)2 P ′ (R) = V 2 (R + r)2 − 2 (R + r) V 2 R (R + r)4 V 2 (R + r) − 2V 2 R = (R + r)3 V 2r − V 2R = (R + r)3 V 2 (r − R) = (R + r)3 P ′ (R) = 0 e. portanto. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .

§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 307 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Derivando a função P (R) = V 2R temos (R + r)2 P ′ (R) = V 2 (R + r)2 − 2 (R + r) V 2 R (R + r)4 V 2 (R + r) − 2V 2 R = (R + r)3 V 2r − V 2R = (R + r)3 V 2 (r − R) = (R + r)3 P ′ (R) = 0 ⇔ R = r. portanto. e.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 308 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 308 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 308 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Para verificarmos que R = r é um ponto de máximo local.

P ′ (R) = (R + r)3 António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 308 / 485 . atendendo a que V 2 (r − R) .4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Para verificarmos que R = r é um ponto de máximo local.§3.

P ′ (R) = (R + r)3 podemos fazer o seguinte quadro R P ′ (R) P (R) + ր r 0 M − ց António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 308 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Exemplo (continuação) Para verificarmos que R = r é um ponto de máximo local.§3. atendendo a que V 2 (r − R) .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial (b.§3. f (a)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 . f (b)) (a.

f (b)) (a.4 Aplicações do cálculo diferencial (b.§3. f (a)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .

f (a)) função convexa António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial (b. f (b)) (a.§3.

§3. f (a)) função convexa Sejam I um intervalo de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial (b. f (b)) (a.

f (b)) (a. f (a)) função convexa Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função.4 Aplicações do cálculo diferencial (b.§3. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial (b. Dizemos que f é convexa ou que tem a concavidade voltada para cima em I António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .§3. f (b)) (a. f (a)) função convexa Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função.

b ∈ I. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 .§3. f (a)) função convexa Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função. f (b)) (a. com a < b.4 Aplicações do cálculo diferencial (b. Dizemos que f é convexa ou que tem a concavidade voltada para cima em I se para quaisquer a.

Dizemos que f é convexa ou que tem a concavidade voltada para cima em I se para quaisquer a. com a < b. b] está abaixo da secante que une os ponto (a. o gráfico de f em [a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 309 / 485 . f (b)). f (a)) e (b.§3. f (b)) (a. b ∈ I.4 Aplicações do cálculo diferencial (b. f (a)) função convexa Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função.

António Bento (UBI) f (a) + f (b) − f (a) (x − a) b−a 2011/2012 309 / 485 Cálculo I . o gráfico de f em [a. f (x) para qualquer x ∈ [a. b ∈ I. b]. f (b)).4 Aplicações do cálculo diferencial (b. f (b)) (a. isto é. f (a)) e (b. f (a)) função convexa Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função.§3. Dizemos que f é convexa ou que tem a concavidade voltada para cima em I se para quaisquer a. b] está abaixo da secante que une os ponto (a. com a < b.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 .

f (a)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial (b.§3. f (b)) (a.

4 Aplicações do cálculo diferencial (b.§3. f (a)) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 . f (b)) (a.

f (a)) função côncava António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 .§3.4 Aplicações do cálculo diferencial (b. f (b)) (a.

f (b)) (a. f (a)) função côncava A função f diz-se côncava António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial (b.§3.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 . f (b)) (a.4 Aplicações do cálculo diferencial (b. f (a)) função côncava A função f diz-se côncava ou que tem a concavidade voltada para baixo em I se para quaisquer a. b ∈ I. com a < b.§3.

f (a)) função côncava A função f diz-se côncava ou que tem a concavidade voltada para baixo em I se para quaisquer a.4 Aplicações do cálculo diferencial (b. com a < b. f (b)). f (a)) e (b. o gráfico de f em [a. b] está acima da secante que une os ponto (a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 .§3. f (b)) (a. b ∈ I.

b] está acima da secante que une os ponto (a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 310 / 485 f (a) + f (b) − f (a) (x − a) b−a . b]. b ∈ I.§3. com a < b. f (a)) e (b. isto é. f (b)).4 Aplicações do cálculo diferencial (b. f (a)) função côncava A função f diz-se côncava ou que tem a concavidade voltada para baixo em I se para quaisquer a. f (x) para qualquer x ∈ [a. o gráfico de f em [a. f (b)) (a.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 .

nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . t ∈ [0.4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb. 1].§3.

§3. nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . 1]. t ∈ [0.4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb.

nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . t ∈ [0.§3. 1].4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb.

nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a.§3. b ∈ I António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . t ∈ [0. 1].4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb.

1].4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb. t ∈ [0. 1]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . b ∈ I e para cada t ∈ [0.§3. nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a.

nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a. f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b). 1]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . 1].§3. b ∈ I e para cada t ∈ [0. t ∈ [0.4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb.

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb. t ∈ [0. b ∈ I e para cada t ∈ [0. 1]. f ((1 − t)a + tb) A função f diz-se côncava em I (1 − t)f (a) + tf (b). 1].§3. nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a.

nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a. A função f diz-se côncava em I se.§3. para cada a. 1]. t ∈ [0. b ∈ I António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . b ∈ I e para cada t ∈ [0.4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb. 1]. f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b).

b ∈ I e para cada t ∈ [0.§3. t ∈ [0. b ∈ I e para cada t ∈ [0. nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b). 1]. A função f diz-se côncava em I se.4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb. 1]. para cada a. 1].

nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a. 1].§3. b ∈ I e para cada t ∈ [0. f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b). 1]. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . 1]. t ∈ [0. A função f diz-se côncava em I se. b ∈ I e para cada t ∈ [0. para cada a. f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b).4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb.

f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b). 1]. 1]. b ∈ I e para cada t ∈ [0. b ∈ I e para cada t ∈ [0. Obviamente. uma função f é côncava A função f diz-se côncava em I se. 1]. t ∈ [0. f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b).4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . para cada a. nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a.§3.

nas desigualdades que caracterizam as definições de função convexa e de função côncava temos as seguintes definições alternativas: A função f é convexa em I se para cada a. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 311 / 485 . Obviamente. 1].4 Aplicações do cálculo diferencial Fazendo x = (1 − t)a + tb. 1]. t ∈ [0. b ∈ I e para cada t ∈ [0. f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b). 1]. f ((1 − t)a + tb) (1 − t)f (a) + tf (b). para cada a. A função f diz-se côncava em I se. b ∈ I e para cada t ∈ [0.§3. uma função f é côncava se e só se −f é convexa.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .

4 Aplicações do cálculo diferencial António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .

António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável.§3.

Então as seguintes afirmações são equivalentes: António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável.§3.

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável. Então as seguintes afirmações são equivalentes: a) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .

§3.4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável. Então as seguintes afirmações são equivalentes: a) f é convexa. António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .

b) António Bento (UBI) Cálculo I 2011/2012 312 / 485 .4 Aplicações do cálculo diferencial Sejam I um intervalo de R e f : I → R uma função diferenciável.§3. Então as seguintes afirmações são equivalentes: a) f é convexa.

b) a derivada de f é monótona crescen