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Ueber wissenschaftliche Wahrheit : Versuch eines Beitrags
zur logischen Lehre von der Wahrheit im Allgemeinen und der
wissenschaftlichen Wahrheit im Besonderen.
Posen, Símon, 1894
1921.
http://hdl.handle.net/2027/uc1.b2622099
Public Domain in the United States,
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Inhaít.
Seíte
íníeítung: Ausgangspunkt und Aufbau der Untersuchung ... 1
1. Teíí: egr ndung des aíígemeínen ahrheítsbegríffes . .
I. andí ufíge Defínítíonen. Schwíerígkeíten beí est-
steííung des Unterschíedes von formaíer und
materíaíer ahrheít
a) Mí Ÿ gí cken des ersuchs beí enutzung von
ants Defínítíon.
b) rítík der Sígwart schen ehre.
II. M gííchkeít der sung durch oízanos ehre . . 14
a) Der Satz an sích
b) Díe ahrheít an sích.
III. usserís ehre von der ahrheít 22
a) rítík des Psychoíogísmus.
b) egr ndung der ehre von der absoíuten ahrheít.
c) íderíegung der gegen síe geríchteten rítík.
dí rítík der Ríckert schen ehre vom transzen-
denten Soííen
II. Teíí: Der aíígemeíne ahrheítsbegríff und díe spezíaíísíerte
ahrheít 42
I. egr ndung des Gegensatzes von formaíer und
materíaíer ahrheít .... 42
a) Das esen der formaíen ahrheít.
b) Materíaíe ahrheít.
c) Der Gegensatz von formaíer und materíaíer
íssenschaft.
II. œ ber echte und unechte ahrheít 4
III. œ ber wíssenschaftííche ahrheít 62
a) Der egríff und díe ntstehung der íssenschaft.
b) senswíssenschaft und Tatsachenwíssenschaft.
c) ahrheít ín den Tatsachenwíssenschaften.
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s heí Ÿ t nach ant díe ogíker ín eríegenheít setzen,
wenn man an síe díe rage steíít, was ahrheít seí.1)
Doch meínt ant híerbeí nícht aís so sehr ungeíegen
bezeíchnen zu m ssen díe rage nach der ahrheít seíbst,
sondern díe rage nach der rkenntnís der ahrheít gíaubt
er doch, von der € ž amenerkí rung der ahrheít, díe œ ber-
eínstímmung der rkenntnís mít dem Gegenstand bedeute,
absehen zu k nnen.
ír werden aber baíd sehen, da Ÿ díese Defínítíon des
egríffes ahrheít aís œ bereínstímmung der rkenntnís mít
dem Gegenstand noch eín weítes eíd der Dískussíon offení Ÿ t
und díe M gííchkeít mannígfacher Deutungen nícht ausschííe Ÿ t.
Doch soíí vorerst der egríff aís gekí rt vorausgesetzt werden,
um eín vorí ufíges Abstecken des Gebíetes der Untersuchung
zu erm gííchen, da wír f r díese ín erster íníe den Aus-
gangspunkt fínden m ssen. enn man nun von wíssen-
schaftíícher ahrheít, aíso ahrheít ín der íssenschaft ím
Aíígemeínen, oder von der ahrheít ín díeser oder ener
íssenschaft redet, so mu Ÿ man sích von vornhereín ím
kíaren dar ber seín, da Ÿ díese Rede nur dann sínnvoíí seín
kann, wenn zu erwarten íst, da Ÿ díese aíígemeíne Defínítíon
der ahrheít noch der rg nzung bedarf und gr Ÿ ere e-
stímmtheít gewínnen kann, wenn von eíner spezíeííen ahr-
heít díe Rede íst. œ ber díe ín rage stehende rg nzung
í Ÿ t sích aber ím voraus foígendes sagen: Der betreffende
durch díe rg nzung zu gewínnende ahrheítsbegríff mu Ÿ
) rítík der reínen ernunft. S. 81 (Recíam).
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beraíí ín der íssenschaft - oder wenígstens ínnerhaíb
eínes bestímmten íssenschaftsgebíetes, wenn er nur f r
eín soíches gepr gt íst - anwendbar seín, aber er darf auch
nur anwendbar seín ín der íssenschaft oder dem bestímmten
íssenschaftsgebíete. Daher mu Ÿ díe rg nzung seíbst
beraíí ín der íssenschaft oder ín dem betreffenden Gebíete
zutreffend seín, íhre Anwendung mu Ÿ andererseíts aber ausge-
schíossen seín ín edem anderen Gebíete. Denn w re es
m gíích, díesen gerade f r eín oder aííe íssenschaftsgebíete
n her bestímmten ahrheítsbegríff ganz aíígemeín ín An-
wendung zu bríngen, so w re es nach wíe vor sínníos von
der ahrheít gerade ín der íssenschaft zu reden. Díe
rg nzung m Ÿ te aíso durch das ígent mííche aííer íssen-
schaft oder des betreffenden Gebíetes bedíngt seín wír
m ssen uns aíso das Gemeínschaftííche eínes íssenschafts-
z sammenhanges kíarmachen, das esen dessen, was
íssenschaft zur íssenschaft macht.
s kann díes aber nícht unsere erste Untersuchung seín.
Denn um berhaupt untersuchen zu k nnen, weíche r-
g nzungen der aíígemeíne egríff der ahrheít ín der íssen-
schaft erf hrt, und ob soíche berhaupt m gíích sínd, m ssen
wír uns ber díesen seíbst kíar seín hat es a nur da eínen
Sínn esonderheíten eínes Aíígemeínen zu erforschen, wo
man díeses seíbst schon kennt. Aber noch aus eínem anderen
Grunde. Ganz abgesehen davon n míích, ob es m gíích
seín wírd, den aíígemeínen egríff der ahrheít verschíedent-
íích zu ínterpretíeren e nachdem, wo wír íhn gebrauchen:
Sícher íst doch edenfaíís, da Ÿ ín der íssenschaft und ín
aííen íssenschaftsgebíeten ahrheít erforscht wírd und
íst uns díeses gewí Ÿ , so d rfte es uns von vornhereín wahr-
scheíníích seín, da Ÿ es uns nach genauer estíegung des
egríffes ahrheít íeíchter seín w rde das zu fínden, was
díe verschíedenen íssenschaften beí der rforschung der
ahrheít eínt und trennt, und was íssenschaften berhaupt
zu íssenschaften macht.
In eínem ersten Teííe wírd es aíso unsere Aufgabe seín,
eíne feste Umschreíbung des egríffes ahrheít zu versuchen.
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ír werden ausgehen von ener ant schen rkí rung,
werden aber aísbaíd gewahr werden, da Ÿ auch der aíígemeíne
ahrheítsbegríff herk mmíícher eíse zweíeríeí Arten von
ahrheít unterscheídet, und wír werden auf rund der
Defínítíon, von der wír ausgehen, díese Unterscheídung zu
rechtfertígen suchen. Schwíerígkeíten, díe sích híerbeí er-
geben, weíden uns zu eíner neuen Theoríe der ahrheít
f hren. rst dann, wenn wír díese ehre gegen Mí Ÿ ver-
st ndnísse gesíchert haben, k nnen wír ín eínem zweíten
Teíí untersuchen, ob wír dem Aíígemeínen gegen ber beí
ahrheít von eínem esonderen reden k nnen, und wíe sích
díeses vom Aíígemeínen unterscheídet. Dabeí wírd sích uns
fast ohne weíteres der Aufbau der íssenschaften ergeben,
so da Ÿ wír schííe Ÿ íích das esondere der ahrheíten ín den
íssenschaften untersuchen k nnen. .
I. Teíí: egr ndung des aíígemeínen
ahrheítsbegríffes.
I. andí ufíge Defínítíonen. Schwíerígkeíten beí
der Peststeííung des Unterschíedes von formaíer
und materíaíer ahrheít.
enn wír von € ž ahrheít reden, so íst nat ríích nícht
díe rkenntnís der ahrheít gemeínt, sondern díe ahrheít
seíbst, díe ín den verschíedenen rkenntnísakten gefunden
werden soíí. Díesen Unterschíed hat a, wíe eíngangs er-
w hnt, ant schon gemacht. Unsere rage nach dem, was
ahrheít seí, íst von íhm sogar mít Seíbstverst ndííchkeít
aís beantwortet vorausgesetzt, schreíbt er doch: € ž Díe amen-
erkí rung der ahrheít, da Ÿ síe n míích díe œ bereínstímmung
der rkenntnís mít dem Gegenstand seí, wírd híer geschenkt
und vorausgesetzt. 1) reííích íst híer foígendes zu be-
achten: ant, der híer von dem aíígemeínen ríteríum der
ahrheít der rkenntnís redet, auf der Suche nach íhm íst,
erkí rt ín díesem usammenhange ausdr ckíích nur ín díeser
) rítík der reínen ernunft. S. 81.
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€ ž amenerkí rung , was er unter ahrheít des Inhaíts eíner
rkenntnís versteht. r unterscheídet híervon díe ahrheít,
díe díe Ríchtígkeít der orm der rkenntnís verb rgt
ausdr ckíích trítt uns- díeser Gegensatz ín der íníeítung zur
transzendentaíen Díaíektík entgegen.1) Dort, wo er von der
ntstehung ,des Irrtums sprícht, sagt er, es k nne weder
durch díe Sínne, díe den Inhaít der rkenntnís ííefern, noch
durch den erstand aííeín, der díe orm erzeugt, Irrtum
entstehen es írrt € ž der erstere (der erstand) darum nícht,
weíí, wenn er bío Ÿ nach seínen Gesetzen handeít, díe írkung
(das Urteíí) mít díesen Gesetzen notwendíg bereínstímmen
mu Ÿ . In der œ bereínstímmung mít den Gesetzen des er-
standes besteht aber das ormaíe aííer ahrheít. íer
aíso sprícht ant von der € ž formaíen ahrheít, díe ím
Gegensatz steht zu der materíaíen ahrheít. ahr íst eíne
rkenntnís aíso, wenn síe mít íhrem Gegenstand bereínstímmt,
íhre orm aber íst ríchtíg (wahr), sofern síe den Gesetzen
des erstandes gem Ÿ bíeíbt.
Ist es uns aber darum zu tun das eígentííche esen der
ahrheít zu fínden, so m ssen wír trotz díeses Unterschíedes
feststeííen, was nun das gemeínschaftííche esen von ahr-
heít schíechthín seí. enn zwíschen formaíer und materíaíer
ahrheít eín grundíegender Unterschíed besteht, so mu Ÿ f r
díe eíne von beíden eíne rkí rung m gíích seín, díe f r díe
andere nícht zutrífft und ant scheínt díe erste € ž amen-
erkí rung nur f r díe materíaíe ahrheít gegeben zu haben.
Doch suchen wír den egríff der formaíen ahrheít berhaupt
erst eínmaí gegen ber dem der materíaíen kíarzusteííen. or
aííem: Ist es eíne materíaíe ahrheít, wenn ích ín ínsícht
auf den Satz € ž eín faííender rper befíndet sích ín beschíeuníg-
ter ewegung von der ahrheít der rkenntnís der e-
schíeunígung spreche Cffenbar denn es íst der Inhaít
eíner rkenntnís, dessen ahrheít ích feststeííe. un aber
díe Gegenfrage: Ist es eíne formaíe ahrheít, wenn ích ín
ínsícht auf den Satz: € ž A, das íst, kann nícht ícht-
seín von der ahrheít der rkenntnís der Unm gííchkeít
) a. a. C. S. 261.
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des ícht- -Seín- nnens des A spreche Sícheríích wírd
man mít ant sagen, da Ÿ es sích um díe formaíe ahrheít
eínes Urteíís handíe, wenn man an íhm feststeíít, auch es
entspreche dem Satze, da Ÿ A nícht eínerseíts und anderer-
seíts ícht- seín kann, wenn aíso eín aís erkanntes A
tats chíích aís eín nícht ícht- seíendes beurteíít wírd.
ant íst aíso sícheríích ím Recht. Aber unsere rage íst
eíne andere: Ist díe ahrheít díeses Satzes, díe man aís
reín íogísche ahrheít zu bezeíchnen pfíegt, íst es eíne
ahrheít, díe man ín eínen Gegensatz zur materíaíen ahr-
heít steííen kann, íst es nícht víeímehr auch díe ahrheít
eínes rkenntnísínhaítes Und wenn f r díe ahrheít eínes
rkenntnísínhaítes gíít, da Ÿ síe œ bereínstímmung díeses r-
kenntnísínhaítes mít dem Gegenstande der rkenntnís seí,
so mu Ÿ díes foígeríchtíg auch f r díese ahrheíten geíten.
reííích wírd man eínzuwenden versuchen, von œ ber-
eínstímmung von rkenntnís und Gegenstand ííe Ÿ e sích
sínngem Ÿ nur beí der ersten Art von ahrheít sprechen
denn wenn ích sage € ž es íst wahr, da Ÿ eín faííender rper
sích ín beschíeunígter ewegung befíndet , so unterscheíden
wír híerbeí tats chíích den Gegenstand der rkenntnís ( e-
wegung des faííenden rpers) und das íhm von unserer
rkenntnís beígeíegte Pr díkat der eschíeunígung und
wír sprechen von ahrheít des ber díese rkenntnís aus-
sagenden Satzes, wenn díese rkenntnís mít íhrem Gegen-
stand bereínstímmt, das heí Ÿ t, wenn díese usammenge-
h rígkeít von Sub ekt und Pr díkat, díe unsere rkenntnís
feststeíít, am Gegenstand seíbst vorhanden íst. íe aber
soííte díes beí dem erw hnten eíspíeí der € ž formaíen ahr-
heít Anwendung fínden
Und doch ííe Ÿ e sích díese rkí rung, wenn auch ín
etwas ungewohnter eíse, auch auf díe formaíen ahr-
heíten ausdehnen. enn A aís -seíend vorausgesetzt
wírd, so íst das -seíende A der rkenntnísgegenstand, und
díe Unm gííchkeít des ícht- -Seín- nnens des A íst das
íhm von der rkenntnís beígeíegte Pr díkat. Und ahrheít
íst díe œ bereínstímmung der rkenntnís des A aís unm gíích
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ícht- seín k nnendes mít dem Gegenstande der rkennt-
nís, der tats chíích unm gíích ícht- seín kann.1)
Díe bísherígen Ausf hrungen d rften gezeígt haben, da Ÿ
eíne rkí rung der € ž ahrheít aís œ bereínstímmung der
rkenntnís mít dem Gegenstande nícht mít gr Ÿ erem Rechte
f r díe materíaíe ahrheít ín Anspruch genommen werden
kann wíe f r díe formaíe, und ant h tte garnícht n tíg gehabt,
díese € ž amenerkí rung nur f r díe materíaíe ahrheít anzu-
wenden, wenn sích seíne Untersuchung am angef hrten Crte
der ernunftkrítík nícht sachgem Ÿ auf materíaíe ahrheít
beschr nkt h tte. ant sprícht eben nur von der materíaíen
ahrheít, er betrachtet garnícht díe ahrheít, díe ín den
S tzen, díe € ž formaíe ahrheít aussprechen, enthaíten íst,
sondern nur díe € ž formaíe Ríchtígkeít der materíaíen ahr-
heít. Díes geht schon aus der ersterw hnten Steííe hervor,
wo er weíter sagt: € ž Das bío Ÿ íogísche ríteríum der ahr-
heít, n míích díe œ bereínstímmung eíner rkenntnís mít den
aíígemeínen und formaíen Gesetzen des erstandes und der
ernunft, íst díe condítío síne qua non . . . den Irrtum,
der nícht díe orm, sondern den Inhaít trífft, kann díe ogík
durch keínen Probíersteín entdecken. 2) ír aber sprechen
híer nícht von der formaíen Ríchtígkeít, sondern von dem
ahrheítsgehaít der S tze, díe derartíge formaíe ahrheíten
aussprechen.
Soíí híermít der Unterschíed zwíschen materíaíer und
formaíer ahrheít weggeíeugnet werden Díes w re absurd
denn wer w rde nícht den Unterschíed eínsehen zwíschen
) Anmerkung: ergíeíche híerzu auch oízano, íssenschaftsíehre
and I íníeítung besonders Seíte 42 Anmerkung 4. In anderem u-
sammenhange und ín anderer Absícht aís wír kommt der gro Ÿ e ogíker
auf den Unterschíed von materíaíer und formaíer ahrheít beí den reín
íogíschen S tzen zu sprechen und r gt díe Unbestímmtheít der e-
hauptung, da Ÿ ogík níchts mít der materíaíen ahrheít zu schaffen, sondern
bío Ÿ díe edíngungen der formaíen ahrheít der S tze zu entwíckeín
habe. € ž Denn ber díe ahrheít gewísser, namentíích ener S tze, weíche
díe ogík aís den íhr eígent mííchen ehrínhaít aufsteíít ( ber íhre Canones)
hat síe gewí Ÿ zu entscheíden. gí. a. a. C. 12, S. 46 ff, besonders
Abschnítt 2.
s) Seíte 82.
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der ahrheít, da Ÿ díe ewegung eínes faííenden rpers
eíne beschíeunígte seí, und der ahrheít, da Ÿ eín A, das
íst, nícht ícht- seín kann Sagten wír nun aber nícht,
da Ÿ auch díe íetztgenannte ahrheít materíaíe ahrheít
werden kann Seíbstverst ndíích: sobaíd n míích ahrheít
erkí rt wírd aís nur der rkenntnís zukommend, sobaíd
síe erkí rt wírd aís mít íhrem Gegenstande bereínstímmende
rkenntnís, wírd der egríff ahrheít gekn pft an das r-
kennen eínes bestímmten Sachverhaíts: Und níemand kann
uns das Recht bestreíten, den egríff wíe der materíaíen,
so auch der formaíen ahrheít zu kn pfen an díe rkennt-
nís eínes bestímmten Sachverhaíts, den wír den € ž Inhaít der
íogíschen S tze nennen. Soíange aís das esen der ahr-
heít aís œ bereínstímmung von rkenntnís und rkenntnís-
gegenstand bezeíchnet wírd, íst eín zu Recht bestehender
Unterschíed zwíschen formaíer und materíaíer ahrheít
berhaupt nícht eínzusehen: íer mít dem Gegenstand
bereínstímmende rkenntnís, dort mít dem Gegenstand
bereínstímmende rkenntnís, was soíí den Unterschíed
ausmachen
un wírd man aber eínwenden, ant habe seíbst ín
der oben zítíerten Steííe den Unterschíed aufgezeígt, wo er
sagt, da Ÿ das ormaíe der ahrheít den Gesetzen des er-
standes gem Ÿ seí. Man wírd nun sagen, da Ÿ díe formaíen
ahrheíten sích vor den materíaíen ahrheíten dadurch
auszeíchnen, da Ÿ díe rkenntnísse, díe díe síe enthaítenden
S tze ííefern, vom menschííchen erstande gedacht werden
m ssen, was beí der materíaíen ahrheít nícht der aíí seí.
Doch íst díes faísch. Denn vom menschííchen erstande
mu Ÿ aíí das gedacht werden, was € ž wahr íst Denk-
notwendígkeít íst a gerade das, was z. . nach Sígwart
(worauf wír noch zur ckkommen) Merkmaí eder ahrheít
íst. ír d rfen aíso nícht nur díe formaíe ahrheít aís
denknotwendíge bezeíchnen. eíter werden wír berdíes
noch sehen, da Ÿ aus eínem anderen Grunde der ínwand
nícht stíchhaítíg íst: Der Unterschíed von formaíer und
materíaíer ahrheít íst doch eín íogíscher. íe wír ín
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díesem ínwand aíper sehen, soíí der íogísche Unterschíed
auf eínen ím Psychíschen begr ndeten zur ckgef hrt werden.
ír werden aber zu zeígen haben, da Ÿ aííes ogísche un-
abh ngíg vom Psychoíogíschen zu erkí ren íst, so da Ÿ der
Unterschíed, den wír suchen, anders aufweísbar seín mu Ÿ .
(Chne díeses aber schon híer vorauszunehmen,, k nnen wír
díe íchtígkeít des ínwands nur auf dem ersten ege zeígen.)
reííích: œ bereínstímmung der rkenntnís mít dem Gegen-
stand m Ÿ te somít das gemeínsame esen aííer ahrheít,
der materíaíen und der formaíen seín k nnte aber nícht der
Unterschíed der € ž Gegenst nde auf der gemeínsamen Grund-
íage den Unterschíed formaíer und materíaíer ahrheít aus-
machen So m chte es aííerdíngs fast scheínen. as sínd
nun aber díese € ž Gegenst nde der rkenntnís enn wír
díe beíden oben angef hrten eíspíeíe benutzen, so h tten
wír eígentíích aís € ž Gegenst nde zu nehmen eínerseíts díe
ewegung des faííenden rpers, andererseíts das -seíende A.
Um genauer zu seín, m ssen wír aber ber cksíchtígen, da Ÿ
wír, wenn wír von œ bereínstímmung des Gegenstandes mít
der rkenntnís sprechen, díe ugeh rígkeít des Pr díkats
zum Sub ekt, dem es unsere rkenntnís beííegt, aís eíne
tats chííche erkennen, da Ÿ aíso am rkenntnísgegenstand
díeses Sub ekt und díeses Pr díkat tats chíích verbunden
sínd. rkenntnísgegenstand ím eígentííchen Sínne íst aíso
díe Synthese von Sub ekt und Pr díkat. ír haben aíso
zu vergíeíchen: Díe beschíeunígte ewegung des faííenden
rpers eínerseíts, und das unm gíích ícht- seín k nnende,
weíí -seíende A andererseíts. Soíí eín Unterschíed be-
stehen, so k nnte er ín dreíeríeí eíse begr ndet seín:
Im Sub ekt (dem aíso, was sích dem rkennen zun chst
aís Gegenstand darbíetet, ehe es díe Synthesís voíízogen
hat), dem Pr díkat (dem, was das rkennen dem sích
darbíetenden Gegenstande beííegt), und der Art der Synthese
von Sub ekt und Pr díkat (der Art, aíso wíe das rkennen
aus dem sích darbíetenden Gegenstande den tats chííchen
macht). Díe beíden íetzten M gííchkeíten faííen augen-
scheíníích fort ob ích eínem Gegenstande das Pr díkat der
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Unm gííchkeít eínes Anders-seín- nnens oder das Pr díkat
der eschíeunígung zuerteííe: eíde Maíe handeít es sích
um ganz bestímmte Attríbute, von denen keínes dem anderen
gegen ber ínhaítíích bestímmter oder formaíer w re. In der
Art der.Synthese vom Sub ekt und Pr díkat gar íst un-
m gíích eín Unterschíed zu erkennen: íer wíe dort trítt
der Pr díkatsbegríff aís attríbutíve, díe ígenschaften des
Sub ektsbegríffs erg nzende estímmung zum Sub ektsbe-
gríff hínzu.
Der Unterschíed kann aíso nur ín den Sub ekten ííegen,
dem, wíe wír sagten, was sích dem rkennen zun chst
aís Gegenstand darbíetet und da scheínt aííerdíngs der
Unterschíed ín díe Augen spríngend: íer ewegung eínes
rpers, dort eín -seíendes A híer etwas ímmerhín e-
stímmtes, dort etwas ganz Aíígemeínes, das díe orm f r
aííes seín kann. Und so werden wír uns berechtígt gíauben
zu formuííeren: ahrheít íst œ bereínstímmung der rkennt-
nís mít íhrem Gegenstand, und zwar sprechen wír von
formaíer ahrheít, wenn sích dem rkennen eín Gegenstand
darbíetet, der ganz aíígemeín íst, von materíaíer ahrheít
aber, wenn er etwas estímmtes darsteíít.
s bedarf nur kurzer œ beríegung um eínzusehen, da Ÿ
díeser Gedankengang faísch íst. Das -seíende A íst wohí
etwas Unbestímmtes, íst Inhaít heíschende orm, soíange
ích nur an díe Sub ekte der S tze denke. etrachte ích
aber díe ahrheít, díe œ bereínstímmung der rkenntnís mít
íhrem Gegenstande, so íst díeses A trotz seíner Aíígemeín-
heít etwas durchaus estímmtes, das sích dem rkennen
darbíetet, und das sích ínsofern von keínem anderen Gegen-
stande unterscheídet. ur soíange ích nícht auf den Inhaít
der íogíschen ahrheít refíektíere, steht mír das A aís eíne
ííe erwartende orm da sobaíd ích díe € ž ahrheít .seíbst
betrachte, díe ích a erkí re aís œ bereínstímmung der r-
kenntnís mít dem Gegenstande, wírd der Gegenstand, díeses
A mít seínen attríbutíven Pr díkaten, etwas durchaus e-
stímmtes, das trotz seíner Aíígemeínheít nícht aís orm,
sondern seíner seíbst wegen - nur díeses -Seín des
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A ínteressíert a díe rkenntnís - auftrítt und sích ín níchts
von den Gegenst nden der € ž materíaíen ahrheíten íogísch
unterscheídet.
ír erkennen somít, da Ÿ eín Unterschíed zwíschen
materíaíer und formaíer ahrheít nícht festgesteíít werden
kann, soíange ahrheít verstanden wírd aís usammenstím-
mung von rkenntnís und Gegenstand. ohí besteht eín
grundíegender Unterschíed, wíe wír sagten, zwíschen den
S tzen € ž A, das íst, kann nícht ícht- seín und ,díe e-
wegung eínes faííenden rpers íst eíne beschíeunígte.
eíchen íogíschen ert aber hat díeser Unterschíed, wenn
beí ergíeíchung der ahrheíten beíder S tze síe beíde aís
Gegenst nde des rkennens genommen werden m ssen
und ín díeser gegenst ndííchen ezíehung das síe Unter-
scheídende, wíe wír sahen, íogísch voííkommen gíeích-
g ítíg wírd
Da Ÿ sích díese Merkw rdígkeít aber nícht nur ergíbt, wenn
. wír díe ant sche rkí rung der ahrheít benutzen, sondern
sích eínsteííen mu Ÿ beí eder rkí rung, díe ahrheít ím
rkenntníszusammenhang erkí ren wííí, bedarf kaum noch
eínes besonderen eweíses. 1) Mag man ahrheít aís œ ber-
eínstímmung der rkenntnís mít dem Gegenstande erkí ren,
mag man síe aís das notwendíg und aíígemeíng ítíg Gedachte
bezeíchnen: Stets wírd ahrheít aís ín gegenst ndíícher
ezíehung zum Denken stehend aufgefa Ÿ t.
ergegenw rtígen wír uns kurz Sígwarts Gedanken-
gang: Das Denken kommt zur Ruhe ím ewu Ÿ tseín seíner
otwendígkeít und Aíígemeíng ítígkeít. Gíbt es aíso eín
erkennbares Seín, so mu Ÿ eín usammenhang zwíschen
unserem Denken und dem Seín bestehen derart, da Ÿ das,
was wír notwendíg denken m ssen, auch dem Seíenden
entsprícht, und da Ÿ es von aííen denkenden esen, aíso
aíígemeíng ítíg, so gedacht wírd. Und seíbst wenn es keín
erkennbares Seín gíbt, so wírd doch das von uns notwendíg
) Síehe z. . Sígwart, ogík, íníeítung.
rdmann, ogík I, 2. Aufí. S. 72 ff.
Schuppe, rkenntnísthe retísche ogík, S. 6 0 ff, vor aííem S. 671,
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Gedachte, von dem wír dann ohne weíteres Aíígemeín-
g ítígkeít voraussetzen, ob ektívíert, aís seíend gesetzt.
Daher: r enn wír níchts aís notwendíges und aíígemeín-
g ítíges Denken produzíeren, so íst díe rkenntnís des
Seíenden mít darunter begríffen und wenn wír mít dem
wecke der rkenntnís denken, so woííen wír unmítteíbar
nur notwendíges und aíígemeíng ítíges Denken voíízíehen.
Díeser egríff íst auch der eníge, der das esen der € ž ahr-
heít ersch pft. enn wír von mathematíschen, tats chííchen,
síttííchen ahrheíten sprechen: so íst der gemeínsame
Charakter dessen, was wír wahr nennen, da Ÿ es eín not-
wendíg und aíígemeíng ítíg Gedachtes seí. 1)
Díe S tze € ž A, das íst, kann nícht ícht- seín und
€ ž díe ewegung eínes faííenden rpers íst eíne beschíeunígte
sínd wahr nach Sígwarts rkí rung, weíí síe notwendíg und
aíígemeíng ítíg so gedacht werden, und das bedeutet wíeder
ín anaíoger assung wíe oben: s íst notwendíg und
aíígemeíng ítíg, da Ÿ wír díe ewegung eínes faííenden rpers
aís beschíeunígte erkennen es íst aber ebenso not-
wendíg und aíígemeíng ítíg, da Ÿ wír díe Unm gííchkeít des
seíenden A erkennen, ícht- zu seín. Und ín díeser
gegenst ndííchen ezíehung schwíndet eder Unterschíed
gr Ÿ erer oder geríngerer estímmtheít dessen, was aís not-
wendíg und aíígemeíng ítíg gedacht wírd. s í Ÿ t sích
nícht eínmaí ín der íetztangef hrten rkí rung eín Unterschíed
der Aíígemeíng ítígkeít und otwendígkeít des Denkens beí
formaíen und materíaíen ahrheíten feststeííen, denn díe
Denknotwendígkeít und Aíígemeíng ítígkeít der reín íogíschen
Gesetze íst a nach Sígwart auch nur durch díe psychísche
atur des Menschen begr ndet, und díese psychísche atur
schreíbt díeseíben auch f r andere ahrheíten vor.
enn Sígwart daher sp ter2) sagt, díe ogík k nne
nícht díe Anweísung geben, wíe íauter absoíut wahres Denken
erzeugt werden soíí, síe m sse sích víeímehr darauf be-
schr nken, zu zeígen, weíche aíígemeíne orderungen verm ge
) Sígwart, ogík I, Seíte 8.
a) a. a. C. S. 11.
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der atur unseres Denkens eder Satz erf ííen m sse,
und unter weíchen edíngungen von gegebenen oraus-
setzungen aus auf notwendíge und aíígemeíng ítíge eíse
fortgeschrítten werden kann, so íst das eíne durchaus konse-
quente und vorsíchtíge Ausdrucksweíse. enn er aber
nun díe oígerung zíeht: € ž Díe efoígung íhrer Regeín ver-
b rgt demnach nícht notwendíg materíaíe ahrheít der
Resuítate, sondern nur díe formaíe Ríchtígkeít des erfahrens ,
so íst díe Ausdrucksweíse nícht mehr ganz eíndeutíg, índem
síe eínen Sínn zuí Ÿ t, der.nach dem oben Ausgef hrten uns
nícht ríchtíg erscheínen kann, den aííerdíngs Sígwart kaum
híneíngeíegt hat uns aber d rfte es beí díeser Untersuchung
n tzíích seín, díe beíden m gííchen Deutungen zu erw hnen,
um síe auseínanderhaíten. Díe Urteííe, díe díe Resuítate des
Denkens sínd, sagen eín doppeítes aus: Síe sagen etwas
ber den Gegenstand des eígentííchen Urteíísínhaítes aus,
aber auch etwas ber das Denkverfahren, das von den
gegebenen Pr míssen zu den rgebníssen f hrte. ehauptet
íst eígentíích nur díe ahrheít des Urteíísínhaíts, € ž mít € ž mít -
behauptet aber nat ríích auch díe Ríchtígkeít des erfahrens,
aíso díe ahrheít der íogíschen S tze, díe íhm zu Grunde
ííegen. Sígwart meínt nun zweífeííos, díe ogík verb rge
nícht díe ahrheít des eígentííchen Urteíísínhaítes, der
€ ž Materíe , sondern nur díe ahrheít der S tze, díe etwas
ber díe Ríchtígkeít der angewandten € ž Denkformen aus-
sagen. Unzweídeutíg h tte das geheí Ÿ en: € ž Síe verb rgt
nícht díe ahrheít der Materíe, sondern nur díe Ríchtígkeít
der orm des erfahrens (d. h. díe ogík behauptet díe
ahrheít dessen, was ber díese Ríchtígkeít ausgesagt íst).
Díe orte Sígwarts íassen aber foígende Deutung zu:
Díe ogík sagt níchts ber materíaíe ahrheít aus, sondern
nur ber formaíe ahrheít, índem síe nur díe Ríchtígkeít
des erfahrens verb rgt, d. h. nur díe ahrheít der íogíschen
S tze, díe íhm zu runde ííegen, aíso formaíe ahrheít.
ach díeser Deutung w rde aber, nach obígen Ausf hrungen,
eíne Unterscheídung der íogíschen von den anderen ahr-
heíten vorííegen, díe nícht gerechtfertígt w re, da a ahrheíten
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aís € ž ahrheíten stets materíaí seín m ssen. un scheínt
aííerdíngs das íetztere der Sínn der gew hnííchen Rede zu
seín, und es íst nícht ausgeschíossen, da Ÿ auch S íg wart
unter díesem ínfíu Ÿ díese f r íhn ungenaue Rede gebraucht.
Ist nun aber das íetztere wírkíích der Sínn der gew hn-
ííchen Rede, so sehen wír uns der merkw rdígen Tatsache
gegen ber, da Ÿ man aíígemeín berzeugt íst von dem Unter-
schíed zwíschen formaí-íogíscher und materíaíer ahrheít,
da Ÿ díeser Unterschíed aber, wenn man versuchen woííte íhn
íogísch festzusteííen, aufh rt, eín tats chíích fundamentaíer
zu seín denn soíange man ahrheít nur kennt ín ezíehung
zu eínem erkennenden Sub ekt - und so íange man sích
nícht entschííe Ÿ t, díe Rede vom Satz an sích aís eíne sínn-
voííe anzuerkennen, wírd díese ezíehung stets veríangt, -
so íange kennen wír ahrheít nur aís etwas vom rkennen
des refíektíerenden Sub ekts Abh ngíges, zu díesem steht
síe aíso ín gegenst ndíícher ezíehung (d. h. ahrheít
kennen wír nur ín seínem Cb ektseín f r das refíektíerende
Sub ekt). Durch díese € ž gegenst ndííche ezíehung mu Ÿ
aber, wíe wír sahen, eder tíefere Unterschíed schwínden.
Sícheríích íst der Unterschíed der S tze € ž A, das íst,
kann nícht ícht- seín und € ž díe ewegung eínes faííenden
rpers íst beschíeunígt ín díe Augen spríngend und doch
mu Ÿ auch díeser íogísche Unterschíed der € ž S tze , íogísch
genommen, verschwínden. Denn wenn ahrheít nur ín
ezíehung zu erkennendem Sub ekte besteht, so bestehen
díe S tze nur abh ngíg von € ž setzenden urteííenden Sub-
ekten und wíe es eín materíaíer Urteíísínhaít íst, wenn
ích ber díe beschíeunígte ewegung des faííenden rpers
urteííe, so íst es eín materíaíer Urteíísínhaít, wenn ích ber
díe Unm gííchkeít des seíenden A, ícht- zu seín urteííe.
s wírd aíso kíar seín, da Ÿ es, soíange wír an
díeser rkí rung festhaíten, keínen rechten Sínn hat,
ogík aís formaíe íssenschaft zu bezeíchnen, weíí síe
formaíe ahrheíten umfasse. ogík kann h chstens ín
uneígentííchem Sínne aís formaíe íssenschaft bezeíchnet
werden, weíí síe aís € ž unstíehre uns Aníeítung geben soíí,
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wíe wír díe € ž orm des Denkens gestaíten m ssen. Aís
krítísche Díszípíín, díe díe ahrheíten wíssenschaftíích zu-
sammensteíít, an denen man díe íogísche Ríchtígkeít aííes Ge-
dachten pr ft, íst síe durchaus materíaíe íssenschaft. Denn
díe ahrheíten, díe síe umfa Ÿ t, sínd beí genauer Pr fung fast
ebenso € ž materíaí wíe díe ahrheíten des Inhaíts des Ge-
dachten, mít dem síe aís Ma Ÿ stab vergííchen werden, um
díe ahrheít seíner orm zu pr fen. ín ínhaítíích und
íogísch wahrer Satz enth ít ahrheít der orm und ahr-
heít des Inhaíts und beíde sínd trotzdem materíaíe ahrheíten,
beíde unterscheíden sích, von íogíschem Gesíchtspunkte aus
betrachtet, durch níchts. -
Aíí das f hrt zu rgebníssen, díe wohí ín sích nícht
wíderspruchsvoíí seín m ssen, aber des Schwíerígen genug
bíeten, worauf bís etzt wohí noch weníg híngewíesen wurde,
- Schwíerígkeíten, díe ímmerhín weífeí an der Ríchtígkeít
díeser rkí rung der ahrheít zu mehren ímstande sínd.
II. M gííchkeít der sung durch oízanos ehre.
Díese Schwíerígkeít verríngert sích ín dem Augenbííck,
wo man sích entschííe Ÿ t anzuerkennen, da Ÿ es eínen Sínn
hat von eínem Satz € ž an sích zu reden,1) d. h. von S tzen,
díe keíne reaíe ístenz ín der eít haben, díe aíso garnícht
ín ezíehung gebracht werden m ssen zum Sprechen oder
Denken eínes síe aussprechenden oder denkenden esens.
enn man sích entschííe Ÿ t, díe sínnvoííe Rede vom Satz an
sích anzuerkennen, so € ž darf man beí díesem Ausdruck nícht
mehr an das, was seíne urspr ngííche edeutung anzeígt,
denken aíso nícht an etwas Gesetztes, weíches míthín
das Daseín eínes esens, durch weíches es gesetzt worden
íst, voraussetzen w rde. Dergíeíchen sínnííche ebenbe-
gríffe, díe der urspr ngííchen edeutung eínes ortes an-
kíeben, mu Ÿ man a auch von den unstworten, díe ín so
mancher íssenschaft vorkommen, wegdenken. . . . ben
so weníg aís man sích vorzusteííen hat, da Ÿ eín Satz an
í) gí. oízano, íssenschaítsíehre, 19.
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sích etwas von emand Gesetztes íst, darf man íhn auch
mít eíner ím ewu Ÿ tseín eínes denkenden esens vor-
handenen orsteííung, íngíeíchen mít eínem rwahrhaíten,
oder Urteííe verwechseín .1)
Sobaíd man sích entschííe Ÿ t, von S tzen ,an sích zu
reden, schwíndet aííerdíngs zum gr Ÿ ten Teíí.díe Schwíeríg-
keít, díe wír entwíckeít haben. Díe sung scheíterte oben
(S. 1 ) íetzten ndes daran, da Ÿ wír auch den Unterschíed
der € ž S tze € ž A, das íst, kann nícht ícht- seín , und
, € ž díe ewegung eínes faííenden rpers íst beschíeunígt ,
den wír aís eínen ín díe Augen spríngenden bezeíchneten,
aís íogísch bedeutungsíos erkennen mu Ÿ ten, weíí wír von
S tzen nur reden konnten ín íhrer gegenst ndííchen Abh ngíg-
keít vom setzenden esen, wodurch eder Satz € ž materíaí
wírd. ezeíchnen wír nun aber díese S tze aís S tze, ohne
síe ín írgend eíne Abh ngkeít zu bríngen von eínem er-
kennenden esen, da Ÿ wír aíso díe S tze € ž an sích be-
trachten k nnen, so m ssen wír aííerdíngs sagen, da Ÿ díese
S tze an sích - nícht díe ausgesprochenen oder gedachten
S tze - sích wesentíích unterscheíden. etzt aííerdíngs
k nnen wír eínígerma Ÿ en sínnvoíí von der gr Ÿ eren Unbe-
stímmtheít des eínen € ž Satzes , von der gr Ÿ eren estímmt-
heít des anderen .sprechen. Sprícht a der eíne Satz nur
von dem erh ítnís von Gr Ÿ en, díe voííkommen unbestímmt
sínd, w hrend der andere eíne Aussage ber Gr Ÿ en enth ít,
díe nícht beííebíg ver ndert werden k nnen. Sofort aber
schwíndet díeser Unterschíed wíeder, wenn díe S tze ín
eín Abh ngígkeítsverh ítnís zu den refíektíerenden esen
gesetzt werden m ssen haben wír a oben gezeígt, da Ÿ
der Inhaít eínes refíektíerten Satzes - mag er noch so
aíígemeín seín - stets Materíe, stets etwas durchaus e-
stímmtes íst, da er a seíner seíbst wegen auftrítt. Aís
refíektíerter - und nur aís refíektíerter kann a eín Satz
nach der ínsteííung, díe S tze an sích íeugnet, betrachtet
werden - íst eder Satz eín bestímmter. Man darf díes
durchaus nícht aís spítzfíndíge ortkíaubereí bezeíchnen
) oízano, a. a. C. S. 77 f.
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matt darf nícht sagen, da Ÿ , wenn wír etzt doch zugestehen,
da Ÿ zwíschen den beíden fragííchen S tzen eín Unterschíed
bestehe, man díesen Unterschíed auch benutzen k nnte f r
díe zu unserer rkenntnís ín ezíehung gesetzten S tze-,
da Ÿ wenn sích auch díe S tze, weíí síe gedacht werden
m ssen, aís gedachte nícht unterscheíden k nnen, wír dennoch
von eínem Unterschíed sprechen k nnten ínsofern, aís sích
díe S tze doch unterscheíden w rden, wenn wír díe e-
zíehung zum Denken wegd chten. s íst aber nur da nícht
wídersínníg, S tze zu betrachten unter Au Ÿ erachtíassung des
Umstandes, da Ÿ S tze gew hníích € ž gedachte sínd, wenn
man zugíbt, da Ÿ man berhaupt berechtígt íst, von S tzen
€ ž an sích zu sprechen. rkí rt man das aber f r unbe-
rechtígte € ž Mythoíogíe , so íst es unm gíích, zweí S tze so
zu vergíeíchen, aís ob síe nícht gedachte w ren. Denn es
bííebe a dann etwas ídersínníges zur ck, und es w re
ebenso wídersínníg, vom Unterschíed soícher S tze zu
sprechen. ur wenn es Sínn hat, von S tzen € ž an sích
zu sprechen, íst es m gíích, von eínem Unterschíede díeser
S tze € ž an sích zu sprechen. .
íermít h tten wír aííerdíngs díe erw hnte Schwíerígkeít
wesentíích verríngert. enn eín Unterschíed zwíschen den
S tzen besteht, so íst man aííerdíngs berechtígt, von eínem
Unterschíede der ahrheíten zu sprechen, seíbst wenn man
an der oben gegebenen rkí rung der ahrheít aís œ bereín-
stímmung von rkenntnís und Gegenstand festh ít. ír d rften
dann sagen, eíne ahrheít íst formaí, wenn díe rkenntnís (díe
nat ríích mít íhrem Gegenstande bereínstímmt) ín eínem Satze
gedacht wírd, der, € ž an sích genommen, formaí genannt
werden kann íst der Satz aber ín díesem Sínne nícht formaí,
so sprechen wír von materíaíer ahrheít. Man wírd sích
nat ríích nícht daran sto Ÿ en, da Ÿ der Unterschíed zwíschen
formaíen und nícht formaíen S tzen vorerst noch eín voííkommen
reíatíver íst denn es war a von vornhereín kíar, da Ÿ es
ím gewíssen Sínne bío Ÿ reíatíve Unterschíede sínd, wenn wír
von formaíer und materíaíer ahrheít sprechen. Aber bís etzt
war es nícht eínmaí m gíích, auch nur reíatíve Unterschíede
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tíefer zu begr nden das wírd man aber etzt zugestehen
m ssen, da Ÿ der Satz € ž A, das íst, kann nícht ícht-
seín sích zu dem Satz € ž eín faííender rper íst ín be-
schíeunígter ewegung verh ít wíe Aíígemeínes zu e-
sonderem, wíe ormaíes zu nícht ormaíem.
enn aber díe Schwíerígkeít sích verríngert hat, so
wírd man doch baíd eínsehen, da Ÿ es noch eínes weíteren
Schríttes bedarf, um síe ganz zu beheben eínes Schríttes,
der aííerdíngs, wenn man díe erechtígung der Rede vom
Satz € ž an sích anerkennt, sích mít Seíbstverst ndííchkeít
ergíbt, a, der eígentíích nach oízano wohí schon voíízogen
seín soííte, wenn man den Sínn díeser Rede vom Satz an
sích verstehen wííí. Da Ÿ wír erst zeígten, da Ÿ díe Schwíeríg-
keít durch ínf hrung des egríffes vom Satz an sích sích
verríngere, geschah nur aus dem runde, damít wír deut-
íícher zeígen konnten, wíe eíne ede ergegenst ndííchung
der ahrheíten und S tze ede sungsm gííchkeít nahm,
und da Ÿ eíne soíche ergegenst ndííchung auch beí den
S tzen nícht zu umgehen íst, soíange wír ín der aíten ín-
steííung arbeíten.
s gíít etzt kurz zu zeígen, weíche Schwíerígkeít noch
zur ckbíeíbt. or aííem merkt man schon an der ormu-
ííerung, díe wír oben w híen mu Ÿ ten, um den Unterschíed
zwíschen formaíer und materíaíer ahrheít aufzuzeígen, da Ÿ
wír nur eínen Unterschíed der S tze € ž an sích feststeííen
konnten. ír haben bís etzt a nur festgesteíít,, da Ÿ es
eínen Sínn hat, von S tzen zu sprechen, ohne da Ÿ síe ge-
dacht werden m ssen haben aber díe Defínítíon der € ž ahr-
heít noch nícht ge ndert, ahrheít íst uns aíso vorerst nur
denkbar, wo síe erkannt wírd, oder besser, wo eíne reaíe
rkenntnís vorííegt, aíso nur ín gedachten S tzen. ur haben
wír uns etzt díe M gííchkeít síchergesteíít, díe S tze
seíbst, - wenn síe aís wahre auch gedachte seín m Ÿ ten,
- dennoch auch € ž an sích zu betrachten ín díeser e-
trachtungsweíse ííe Ÿ en wír es dann au Ÿ er Acht, da Ÿ es sích
um € ž wahre S tze handeít, sondern betrachten und ver-
gíeíchen nur díe € ž S tze an sích . Díe ahrheíten aber,
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genommen aís œ bereínstímmung der rkenntnís mít dem
Gegenstand, unterschíeden sích vorerst noch nícht denn
híer íst es weíterhín unm gíích eínen Unterschíed zu fínden,
da doch schon beí den rkenntníssen, den gedachten S tzen,
nícht mehr der Unterschíed besteht, der díe S tze € ž an sích
unterscheídet. Da Ÿ wír berhaupt von eínem ortschrítt
gegen fr her sprechen konnten, war dadurch m gíích, da Ÿ
wír etzt berhaupt eín Mítteí hatten eínzusehen, wíe ber-
haupt díe unterscheídende Rede von formaíer und materíaíer
ahrheít entstehen konnte eíne Rede, díe aííerdíngs eíne un-
eígentííche seín mu Ÿ te, da díe ahrheíten seíbst nícht unter-
schíeden sínd díe aber veranía Ÿ t und verst ndíích seín
konnte durch uordnung der ahrheíten zu tats chíích
voneínander unterschíedenen S tzen € ž an sích . Aber es
í Ÿ t sích nícht íeugnen, da Ÿ eíne Schwíerígkeít bestehen
bíeíbt gerade dadurch, da Ÿ díe Unterscheídung der ahr-
heíten eíne uneígentííche íst, was sích, wíe auch oben, vor
aííem aís st rend erweísen wírd, wenn wír beí eínem ínhaít-
íích und íogísch wahren Satze díe formaíe und materíaíe
ahrheít gegen bersteííen woííen, ín eígentííchem Sínne aber
beídes aís díeseíbe ahrheít bezeíchnen m ssen, díe wír
nur durch uordnung zu voneínander unterschíedenen S tzen
€ ž an sích unterscheíden k nnen.
Aber schon durch rw hnung der Schwíerígkeít zeígt
sích von seíbst der eg zur sung. aben wír oben
geschríeben, díe Schwíerígkeít werde wesentíích behoben,
wenn man sích entschííe Ÿ en k nnte, díe erechtígung der
Rede vom Satz an sích anzuerkennen, so íag schon dort
nahe, sofort eínen zweíten Schrítt zu gehen. Und nur aus
dem soeben angef hrten Grunde haben wír es damaís unter-
íassen, den sích foígeríchtíg ergebenden zweíten Schrítt
zusammen mít dem ersten zu machen. at es n míích
eínen Sínn, von S tzen zu reden, an díe keín denkendes
esen e denken mu Ÿ , aíso von S tzen, díe noch keíne
reaíe ístenz haben, so mu Ÿ es ebenso sínnvoíí seín, von
eíner ahrheít € ž an sích zu reden, aíso den Ausdruck
ahrheít zu gebrauchen, seíbst wenn keín erkennendes
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esen síe erkennt: on wahr zu sprechen und von ahr-
heít unabh ngíg von dem aís wahr rkanntseín, ohne ede
reaíe ístenz. In der Tat nímmt oíz ano, dem wír oben
ín der ehre vom Satz an sích foígten, díes aís das seíbst-
verst ndííchere an, und íeítet erst aus der otwendígkeít
der Annahme der ahrheíten an sích díe erechtígung der
Rede vom Satz an sích ab.1) Uns dr ngte der Gang unserer
Untersuchung auf den umgekehrten eg: ír hatten zu
zeígen versucht, wíe durch díe bísher gegebene rkí rung
der ahrheít keíne M gííchkeít eíner íogíschen Scheídung
von formaíer und materíaíer ahrheít bííeb, da Ÿ seíbst eín
ersuch díe ahrheíten nach den S tzen, ín denen síe
enthaíten sínd, zu scheíden, scheítern mu Ÿ , soíange díe S tze
nur aís gedachte, aíso reaíe S tze, aís Abh ngíge unseres
rkennens betrachtet werden. rst wenn wír S tze ín
weíterem Sínne nahmen, ohne síe aís € ž gedachte ín e-
zíehung zu unserem rkennen zu setzen, erst dann, sagten
wír, bot sích eíne M gííchkeít, díe Schwíerígkeít zu verríngern,
ohne síe aber, wíe wír sahen, ganz zu beseítígen. rst wenn
wír foígeríchtíg auch dem egríffe ahrheít díe ezíehung
und díe Abh ngígkeít zum rkennen nehmen, werden wír
díe Schwíerígkeít beseítígen.
oígen wír nun zuerst ín der rkí rung auch des e-
gríffes der ahrheít an sích oízano, um das beí íhm Ge-
wonnene weíter unten zu vertíefen. oízano unterscheídet
vor aííem ob ektíve und sub ektíve ahrheít.2) etrachten
wír S tze ohne R cksícht darauf, ob síe von emand e
gedacht worden sínd, aíso S tze an sích, € ž díe keínes Gegen-
standes, an dem síe sích befínden, d. h. keínes Sub ekts be-
d rfen , so kann beí íhnen ín gíeích weíter zu erí uternder
) oízano, ísscnschaftsíehre I, Seíte 81: € ž Sobaíd man mír zugíbt,
da Ÿ es ín der ogík notwendíg, a auch nur n tzíích seí, von ahrheíten
an sích, d. h. von ahrheíten, abgesehen davon, ob síe von emandem
erkannt oder nícht erkannt werden, und ínsbesondere von dem usammen-
hange, der zwíschen íhnen herrscht, zu sprechen so wírd man auch
nícht ín Abrede steííen, da Ÿ es der egríff von S tzen an sích, ín der soeben
bestímmten edeutung verdíene, ín díe ogík aufgenommen zu werden.
) a. a. C. 108 f und Seíte 110 Anmerk. 1.
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ínsícht von ob ektíver ahrheít díe Rede seín. erstehen
wír aber unter S tzen gedachte, € ž gesetzte S tze (beí oí-
zano € ž Urteííe ) und unter íhrer ahrheít etwas, das nícht nur
wahr íst, sondern auch f r wahr gehaíten wírd, € ž so denken wír
unter ahrheíten etwas, das nur ím Gem te eínes denkenden
esens besteht, und somít eín Sub ekt zu seínem Daseín
voraussetzt wír k nnen daher unsere edeutung f gíích eíne
sub ektíve nennen . Sub ektív íst nat ríích, wíe oízano
betont, híerbeí nícht ín dem Sínne verstanden, ín dem man ím
gew hnííchen von € ž sub ektíver ahrheít ím Gegensatz zu
unbedíngt aíígemeíng ítíger sprícht.
un unterscheídet oízano weíter unter den ob ektíven
ahrheíten zwíschen abstrakten und konkreten. ersteht
man n míích unter ahrheít díe eschaffenheít gewísser
S tze (nat ríích € ž S tze an sích ) eíne eschaffenheít, € ž ver-
m ge deren síe etwas so, wíe es íst, € ž aussagen , so sprícht
er von abstrakter ob ektíver ahrheít. egt man dagegen
nícht der eschaffenheít der S tze, sondern dem Satze seíbst,
den amen der ahrheít beí, € ž so nehmen wír das ort ín
eínem konkreten Sínne, der aber gíeíchwohí, wenn wír unter
díesen S tzen noch ímmer nur S tze an sích verstehen,
ob ektív bíeíbt .
Suchen wír díese kíare Scheídung f r uns zu verwerten.
Der egríff der sub ektíven ahrheít íst der, der uns vor
aííem díe bísherígen Schwíerígkeíten brachte mít íhm
brauchen wír uns nícht weíter zu besch ftígen. eí der
ob ektíven ahrheít d rfen wír zur rkí rung der ahrheít
nícht mehr rkenntnís, aíso auch nícht usammenstímmung
der rkenntnís heranzíehen víeímehr m ssen wír díe r-
kí rung ín der ígenschaft der S tze suchen. on den
wahren S tzen sagt oízano,1) da Ÿ síe das eníge Pr díkat,
das dem Gegenstande zukommt, íhm beííegen. Aís ahr-
heít seíbst m ssen wír nach oízano entweder díe e-
schaffenheít der S tze (abstrakte ahrheít) oder díe S tze
seíbst (konkrete ahrheít) bezeíchnen. ehmen wír aís
rkí rung der ahrheít díe ígenschaft der S tze, so sehen
) a. a. C. Seíte 122.
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wír, da Ÿ , wenn wír von dem Unterschíede der formaíen
undmateríaíen ahrheít sprechen, wír wohí den Unterschíed
der S tze, nícht aber den Unterschíed dessen, was wír
ahrheít der S tze seíbst nennen, meínen k nnen, da a
díe € ž ígenschaft díeseíbe bíeíbt.1) s w rde díese Rede
aíso ímmer noch ín strengem Sínne uneígentíích bíeíben.
ehen wír aber zu dem egríff der konkreten ahrheíten
ber, da Ÿ wír díe € ž wahren S tze seíbst aís ahrheíten
bezeíchnen, so wírd aííerdíngs der Unterschíed der S tze
mít dem der ahrheíten zusammenfaííen und wenn wír, wíe
wír schon oben sagten, beí den S tzen an sích zwíschen
formaíen und materíaíen unterscheíden k nnen, so k nnen
wír aííerdíngs auch von formaíer und materíaíer ahrheít
sprechen.
Díes íst nun gerade das, as oíz an o aís € ž ahrheít
an sích bezeíchnet: € ž Ich verstehe aíso unter eíner ahr-
heít an sích eden beííebígen Satz, der etwas so, wíe es
íst, aussagt, wobeí ích unbestímmt íasse, ob díeser Satz
von írgend emand wírkíích gedacht und ausgesprochen
worden seí oder nícht. s seí das íne oder das Andere,
so soíí mír der Satz doch ímmer den amen eíner ahrheít
an sích erhaíten, wenn das eníge, was er aussagt, so íst, wíe
er es aussagt So íst zum eíspíeí díe Menge der
í ten, díe eín gewísser, an eínem bestímmten Crte stehender
aum ím verfíossenen r híínge getragen, eíne angebííche
ahí, auch wenn síe níemand weí Ÿ eín Satz aíso, der
díese ahí angíbt, heí Ÿ t mír eíne ob ektíve ahrheít, auch
wenn íhn níemand kennt. 2)
eí díeser € ž ob ektíven ahrheít werden wír aííerdíngs
zwíschen materíaíer und formaíer ahrheít zu scheíden ím
stande seín. ahrheít íst uns aíso eder Satz, ín dem dem
Sub ekt eín íhm zukommendes Pr díkat beígeíegt wírd,
eíneríeí ob e eín denkendes esen ber das erh ítnís
díeses Sub ekts zu seínem Pr díkate refíektíert hat oder
) So wííí es wenígstens vorerst scheínen. ír kommen sp ter
zu etwas anderem rgebnís.
) a. a. C. S. Uíf.
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nícht. ahrheít íst der Satz, der der ewegung des faííenden
rpers das íhm zukommende Pr díkat zuerteíít, ohne R cksícht
darauf, ob e eínem refíektíerenden esen díeses erh ítnís
kíargeworden ahrheít íst ebenso der Satz, der dem
seíenden Adas Pr díkat des unm gííchen ícht- -Seín- nnens
zuerteíít, und h tte noch níe eín denkendes esen an díesen
Satz gedacht. Aber zwíschen beíden ahrheíten besteht
(neben eínem anderen sp ter zu behandeínden) eín Unter-
schíed: Díe erstere ahrheít sagt etwas aus ber eín ganz
bestímmtes Sub ekt, das durch keín anderes ersetzt werden
kann díe zweíte ahrheít sagt ber eín Sub ekt, das
beííebíg ver nderíích íst, etwas aus síe bíeíbt ahrheít
soíange díe orm gewahrt bíeíbt. etzt, wo wír díese S tze
an sích ohne ede gegenst ndííche ezíehung zum rkennen
betrachten, sínd wír berechtígt, díes aís íogíschen Unterschíed
anzusehen. Soíange wír S tze nur aís Gegenst nde der
rkenntnís betrachteten, konnten wír díesen íogíschen Unter-
schíed nícht erkennen denn es waren sowohí díe € ž unbe-
stímmten aís díe € ž bestímmten S tze ganz bestímmte Cb-
ekte der rkenntnís, es gab aíso ín íogíscher ezíehung
nur eíne eínzíge Art von S tzen.
III. usserís ehre von der ahrheít.
íermít sínd wír aber schon mítten ín eín Streítgebíet
der modernen ogík geíangt, ín den Streít um díe Absoíutheít
der ahrheít, ín den Streít der € ž Antí-Psychoíogísten gegen
psychoíogísche Deutungen der reínen ogík, den ín besonders
ausf hríícher rítík usserí ím ersten ande seíner íogíschen
Untersuchungen gef hrt hat. a, wír haben eígentíích schon
mít den íetzten Ausf hrungen Parteí ergríffen , doch seí
ausdr ckíích festgesteíít, da Ÿ wír díese Untersuchung ber
díe m gííche Unterscheídung von formaíer und materíaíer
ahrheít und díe sích uns heraussteííenden rgebnísse nícht
ohne weíteres aís eweís der usserí schen Meínung be-
trachten zu d rfen gíauben, da wír oben a ausdr ckíích
gestehen mu Ÿ ten, da Ÿ soíche Schwíerígkeíten, wíe síe sích
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uns beím esthaíten an der gew hnííchen rkí rung der
ahrheít ergaben, durchaus nícht zum íderspruche f hren
m ssen a, ertreter díeser psychoíogístíschen Auffassung
werden tats chíích íeugnen, da Ÿ síe, wenn síe von formaíer
und materíaíer ahrheít von S tzen sprechen, etwas anderes
ím Auge haben aís eíne íogísch tats chíích bedeutungsíose
Unterscheídung, díe nur oíge des díe íogísche Unterschíeds-
íosígkeít bersehenden Sprachgebrauchs seí: ínen eweís
gegen díese Auffassung konnten wír aíso nícht ííefern, wenn
wír zeígten, da Ÿ nur, wenn wír annahmen, da Ÿ ahrheíten
von eder rkenntnís unabh ngíg seíen, von eínem Unter-
schíede materíaíer und formaíer ahrheít díe Rede seín
k nne. Aber wíchtíg genug íst uns díese eststeííung, da Ÿ
díe Unterscheídung der ahrheít schon zweíer mít soícher
Geí ufígkeít gegeneínander unterschíedener Gebíete, aís weíche
man formaíe und materíaíe íssenschaften zu unterscheíden
pfíegt, nur Aussícht auf rfoíg haben d rfte, wenn wír díe
Unabh ngígkeít der ahrheít vom rkennen voraussetzen.
ínen eweís konnten wír nícht ííefern, seín ersuch
w rde voraussetzen, da Ÿ der Unterschíed von íogíscher
und materíaíer ahrheít tats chíích schon bewíesen seí.
Immerhín sínd wír doch wohí berechtígt zu sagen, da Ÿ sích
híerdurch díe Schwíerígkeíten der psychoíogíschen Auffassung
vermehrt haben, und da Ÿ díes doch eígentíích recht stark
f r díe Unabh ngígkeít der ahrheít vom rkennen sprícht.1)
s w rde den Rahmen díeser Arbeít berschreíten, woííten
wír híer ausf hríích auf usserís eweísf hrung gegen
den Psychoíogísmus eíngehen. ír m ssen uns darauf
beschr nken nur kurz zu erw hnen, da Ÿ usserís eweís-
f hrung ím ersten Teíí der € ž íogíschen Untersuchungen darín
gípfeít zu zeígen, wíe ede Art von Psychoíogísmus und
Reíatívísmus unabwendbar zum Skeptízísmus f hren mu Ÿ ,
) Ich m chte bemerken, da Ÿ ích nícht gíaube, da Ÿ man ant wegen
der rkí rung der ahrheít, díe er gíbt, ohne weíteres den Psychoíogísten
zurechnen darf. Aís aíígemeíne rkí rung der ahrheít mu Ÿ te ants
rkí rung Schwíerígkeíten hervorrufen. s mag aber ants Absícht
etwas anderes gewesen seín, worauf wír am Schí sse der Arbeít hín-
weísen werden. Síehe auch ants ogík, íníeítung.
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der - wíe eder Skeptízísmus - ín sích seíbst wíderspruchs-
voíí seín mu Ÿ .1) Sagen wír, da Ÿ wahr íst, was uns verm ge
unserer psychoíogíschen onstítutíon aís wahr erscheínen
mu Ÿ da Ÿ ebenso díe íogíschen Gesetze auf unserer psycho-
íogíschen erfassung beruhen, díe uns n tígt, eínem aís
erkannten A díe Unm gííchkeít des ícht- -Seín- nnens
zuzuerteííen und sagen wír mít dem Sub ektívísmus, da Ÿ
díese f r díe € ž Spezíes Mensch denknotwendígen Gesetze
f r eíne psychoíogísch anders zusammengesetzte Spezíes
wom gíích nícht verbíndíích sínd: So ergeben wír uns
híermít dem u Ÿ ersten Skeptízísmus, der díe M gííchkeít
offen í Ÿ t, da Ÿ das, was eíner Spezíes ahrheít íst, der
anderen Irrtum seín kann, und damít díe otwendígkeít der
Aíígemeíng ítígkeít der ahrheít íeugnet, víeímehr díe
M gííchkeít behauptet, da Ÿ es berhaupt keíne ahrheít
gebe, díe aííen ahrheít seí, und trotzdem f r díese e-
hauptung aíígemeínste erpfííchtungskraft ín Anspruch nímmt,
íhre ahrheít f r aííe behauptet. Auch h tten wír ahrheít
gegr ndet auf € ž tats chíích vorgefundenen onstítutíonen,
auf Tatsachen, síe w re aíso behaftet mít der eítííchkeít
aííes auf Tatsachen, díe a zeítíích vergehen, eruhenden,
und wír m ssen mít der Aíígemeíng ítígkeít íhre œ berzeítíích-
keít íeugnen, eíne zeítííche egrenztheít aííer ahrheít an-
nehmen. Díes aber f hrt zu eínem neuen íderspruch.
Denn díes soíí € ž Theoríe seín Grundbedíngung aber eder
Theoríe íst, da Ÿ síe díe oraussetzungen anerkennt, ohne
díe eíne Theoríe unm gíích íst, da Ÿ síe díe Gesetze aner-
kennt, díe ín den egríffen gr nden, díe € ž den egríff der
theoretíschen ínheít wesentíích konstítuíeren , da Ÿ síe aíso
den Termínís ahrheít, Theoríe usw. eínen konsístenten
Sínn beííegt.2) íne Theoríe aíso, díe díes íeugnet, íeugnet
íhre Grundbedíngung.
) gí. ogísche Untersuchungen I, vor aííem díe apíteí - II.
Síehe auch Ideen zn eíner reínen Ph nomenoíogíe etc. S. 7.
2) a. a. C. 111 f. Den íderspruch des Reíatívísmus zeígt z. .
auch Ríckert ín hníícher eíse: € ž Der Gegenstand der rkenntnís
Seíte 1 6.
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Díesem wídersínnígen Skeptízímus entgehen wír nur
durch Anerkennung der œ berzeítííchkeít der ahrheít: ahr-
heíten sínd nícht Tatsachen, díe wíe aííe € ž matters of fact
eín Daseín und ergehen ín der eít haben, sondern zeítíose,
nícht werdende, nícht vergehende, nícht da-seíende, aíso
írreaíe esen, € ž Ideen . Und wenn man entgegenhaíten
woííte: € ž a, wír gebrauchen doch ín ezug auf Gegeben-
heíten, Tatsachen, díe Ausdrucksweíse, wír erkennten an
íhnen ahrheít , so vergí Ÿ t man, da Ÿ mít díeser Ausdrucks-
weíse nícht gemeínt íst, da Ÿ wír tats chíích Gegebenes aís
ahrheít bezeíchnen: Sondern wíe wír z. . beí verschíedenen
roten Gegenst nden sagen, € ž das íst R te und damít nícht
das ín den verschíedenen empíríschen Gegebenheíten tat-
s chíích orgefundene, víeímehr das aíí díesen Gegebenheíten
Identísche, aber nírgends seíbst Tats chííche, Reaíe, víeímehr
eín Ideaíes meínen, so meínen wír auch, wenn wír, auf S tze
ber Tats chííches hínbííckend, sagen € ž das íst ahrheít ,
nícht das ín díesen gegebenen zeítííchen S tzen enthaítene
Tats chííche, sondern das aíí díesen ínzeíf ííen Identísche, das
wír eben aís das ídeaíe Identísche díeser Tats chííchkeíten
erkennen. ahrheít íst aíso berzeítíích, ahrheít íst eín
ídeaíes esen und ín díeser Ideaíít t íst síe unabh ngíg
von dem eweííígen rkennen. ohí schííe Ÿ t ahrheít ín
sích díe ídeaíe M gííchkeít, da Ÿ es denkende esen gíbt,
díe síe eínsehen, genau so wíe sonst das Geíten von Aííge-
meínheíten m gííches empírísches Seín von ínzeíheíten ín
sích schííe Ÿ t aber w ren seíbst keínem der erkennenden
esen díe Mítteí gegeben eíne bestímmte ahrheít zu
erkennen, so fehíte díeser bío Ÿ díe reaíe rf ííung, € ž díe ídeaíe
M gííchkeít w re ohne erf ííende írkííchkeít. Aber díe
ahrheít an sích bíeíbt.
s híe Ÿ e aber usserís ehre von der ahrheít an
sích schíecht verstehen, wenn man gíauben woííte, da Ÿ síe
sích nur auf das negatíve rgebnís der rítík an der psycho-
íogístíschen ehre st tze. reííích m Ÿ te schon der, der
díe erechtígung der rítík anerkennt, zugeben, da Ÿ eígent-
íích keín anderer Ausweg bíeíbt, um dem Skeptízísmus zu
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entgehen, aís díe Annahme absoíuter, zeítíoser ahrheíten
so da Ÿ ích sch n etzt nícht mehr verstehen kann, wíeso
es beí den Anh ngern der absoíuten ogík auf eíne petítío
príncípíí ankommen soíí, índem síe der oraussetzung be-
d rften, € ž da Ÿ díe ahrheít tats chíích unabh ngíg seí von
eínem erkennenden Sub ekt. ) íeímehr erscheínt mír sích
beídes gíeíchzeítíg aus der rítík des Reíatívísmus zu ergeben.
Aber trotzdem wírd man aus díeser rítík aííeín noch
nícht das ríchtíge erst ndnís dessen bekommen, was
usserís Gedanken zu unseren ragen sínd. Man mu Ÿ
sích schon eín kíeín weníg vertraut machen mít den posítíven
Ausf hrungen, díe ín seínen verschíedenen Schríften, € ž ogísche
Untersuchungen , € ž Phííosophíe aís strenge íssenschaft ,
€ ž Ideen zu eíner reínen Ph nomenoíogíe und ph nomeno-
íogíschen Phííosophíe enthaíten sínd, um zu erfassen, was
eígentíích díeser Ausbau und díe ertíefung oízano scher
ehre bedeutet. r uns wírd es sích nat ríích nur darum
handeín, das híer eínígerma Ÿ en zu erfassen, was mít unserer
Untersuchung ín unmítteíbarem usammenhang steht. Das
uns híerbeí otwendíge wírd sích aus dem Ganzen der
u sserí schen Schríften ergeben, so da Ÿ es dabeí nícht ímmer
m gíích seín wírd, auf díe Steííen ausdr ckíích zu verweísen.
ír m ssen vor aííem den Unterschíed des Tats ch-
ííchen von seínem € ž esen erfassen und híerbeí beruft sích
usserí auf das edem ínzeínen durch unmítteíbare Ge-
gebenheít, durch íntuítíves rfassen ekannte. ín eder
ann sích den Unterschíed seínes eígenen Meínens kíar-
machen, der seíne eígenen orte scheídet, wenn er das
eíne Maí sagt € ž ích sehe díeses Rote da , und wenn er das
andere Maí sagt, er sehe an díesem Gegenstand € ž R te .
ohí í Ÿ t sích oberfí chíích keín Unterschíed wahrnehmen,
und doch kann sích edermann íeícht kíarmachen, da Ÿ díe
edeutung beíder Reden eíne verschíedene íst, da Ÿ ín beíden
etwas durchaus erschíedenes € ž gemeínt íst, da Ÿ díe
) pp, Díe ahrheít. ín erkenntnístheoríscher ersuch, oríen-
tíert an Ríckert, usserí und an aíhíngers € ž Phííosophíe des Aís-Cb .
Seíte 4.
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€ ž Intentíon , das íeí der Rede, nach durchaus verschíedenen
Ríchtungen hínstrebt. eí der Rede, ích sehe das Rote
híer wírd níemand zweífeín, was gemeínt íst: s íst das
tats chíích am rper orgefundene, es íst das- € ž híc et nunc
ín seíner ínmaíígkeít empírísch ahrgenommene, es íst das
nur híer, nur etzt aís vorhanden behauptete Rotmoment des
Gegenstandes. er aber sagt, € ž ích sehe, da Ÿ an díesem
Gegenstand R te vorhanden íst , der wííí damít nur sagen,
da Ÿ er an díesem Gegenstand empírísch etwas wíederfíndet,
von dem er edoch nícht eben das empírísche Daseín be-
hauptet. Díe € ž R te , díe ích empírísch híer aís vorhanden
erkenne, íst mír etwas ekanntes íst mír bekannt gewesen
ohne das zuf íííge orhandenseín an díesem Gegenstand.
Ich kann unm gíích etwas híc et nunc Gegebenes meínen,
wenn ích von R te ín díesem Sínne spreche, es mu Ÿ víeí-
mehr etwas œ berempírísches seín, etwas Ideaíes, das aber
trotz seínes von aííem mpíríschen so unendíích verschíedenen
Charakters edem bekannt íst. Díese € ž Idee hat nícht das
geríngste mít den píatoníschen € ž Ideen gemeín denn beí
Píato íst a díe Idee das reaí írkííche, und so entstehen
aíí díe Schwíerígkeíten, an denen díe Metaphysík der pía-
toníschen egríffsíehre scheítert. Díe Idee, von der wír
reden, íst so sehr írreaí, da Ÿ síe mít Reaíem unm gíích
kommensurabeí seín kann: ur eín Au Ÿ erachtíassen díeses
Unterschíedes kann usserí auch díe Schwíerígkeíten der
píatoníschen ehre aís onsequenz zuschreíben woííen.
Díeser Unterschíed íst uns so sícher gegeben, kanu
edem zum ewu Ÿ tseín kommen, von edem € ž erschaut
werden er braucht nícht erst abgeíeítet und bewíesen zu
werden, a, das ur ckf hren díeses unmítteíbarsten Gegeben-
seíns auf anderes íst unm gíích und wídersínníg, da a aííes,
was man sonst zur rkí rung von írgend etwas heranzíehen
kann, íetzten ndes zu seíner rkí rung díesen unmítteíbar-
sten Unterschíed voraussetzt, weíí es stets eín ur ckgehen
auf unmítteíbar ekanntes und Unbezweífeíbares erfordert.
Und wíe eín eder beí sích seíbst mít Gewí Ÿ heít díe M g-
ííchkeít feststeííen kann, auf eíne eínmaííge Gegebenheít der
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R te hínbííckend das esen der € ž R te zu erschauen oder
auf eíne eínmaííge ahrnehmung hínbííckend, das esen
€ ž ahrnehmung 1 schauend zu erfassen, so íst es edem
m gíích, auf eíne eínmaííge Gegebenheít ahrheít hínbííckend
das zeítíose esen, díe berempírísche Idee ahrheít zu
erschauen.
s seí nun híer aísbaíd auf eínen zweíten Unterschíed
híngewíesen, der auch sp ter noch von edeutung wírd.
ír unterschíeden etzt zwíschen den eínzeínen Tatsachen
und dem ín den eínzeínen Tatsachen ídentíschen esen,
zwíschen den Indívíduaíít ten und íhrer Idee. ínen zweíten
Gegensatz steííen wír fest aís den Gegensatz des Reaíen
und Irreaíen, der kurz híer angedeutet seí. In der € ž nat rííchen
ínsteííung síeht der Mensch díe íhn umgebende eít aís
seíend, sích seíbst ín íhr mít eínem pers nííchen, an eínen
aís seíend gesetzten eíb gebundenen ewu Ÿ tseín. íne
tíefere Untersuchung1) íehrt, da Ÿ díe kíare rkenntnís des
Unterschíedes des ríebnísses und des ín íhm íntentíonaí
ewu Ÿ ten, des dem ewu Ÿ tseín Immanenten und des íhm
Transzendenten dazu f hrt, aíí das ín der nat rííchen ín-
steííung aís vorhanden angesehene aís erst durch das e-
wu Ÿ tseín konstítuíert aufzufassen. s setzt gewísses e-
wu Ÿ tes durch eínen Auffassungssínn aís reaí seíend, so díe
ganze r umííchzeítííche eít und aííe € ž pers nííchen e-
wu Ÿ tseíne, w hrend das konstítuíernde ewu Ÿ tseín eín reínes
und írreaíes íst. Díeser Unterschíed von Reaíem und Irreaíem
deckt sích nícht mít dem von Tats chííchem und ídetíschem.
ohí sínd Ideen aís soíche nícht reaí seíend gesetzt ím
Sínne der eít, und so stets eígentíích írreaí. Aber unter
dem Irreaíem í Ÿ t sích sehr wohí Indívídueííes und esens-
m Ÿ íges unterscheíden und andererseíts íassen sích unter
den esen entsprechend dem oben gemachten Unterschíed
von Immanentem und Transzendentem ímmanente esen
) usserí, Ideen zu eíner reínen Ph nomenoíogíe, díe Unter-
suchungen ber ímmanentes und transzendentes Seín, Seín aís ewu Ÿ t-
seín und Seín aís Reaíít t usw. ( 8 € ” 46) und das apíteí € ž díe Regíon
des reínen ewu Ÿ tseíns . (S. 87-108.)
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und transzendente, erst durch das ewu Ÿ tseín konstítuíerte
esen unterscheíden.
ícht durch unsere psychísche atur wírd das ahre wahr,
víeímehr mu Ÿ der ahrheíts-Charakter etwas seín, das mít
der reaíen Setzung der atur níchts zu tun hat: ahrheít
íst írreaí, aber síe íst, da síe nícht seíbst ríebnís íst, dem
reínen ewu Ÿ tseín transzendent, ín dem Sínne wíe z. .
Gíeíchheít und Ungíeíchheít, ahíen usw. dem ewu Ÿ tseín
transzendent sínd. So íst aíso ahrheít transzendentes
esen. ír suchen zun chst díe esenhaftígkeít festzu-
steííen, da Ÿ síe ín díeser esenhaftígkeít der Idee nícht díe
psychísch, aíso reaí, voíízogene, tats chííche œ bereínstímmung
von rkenntnís und rkenntnísgegenstand íst. Doch híer
bedarf es etwas gr Ÿ erer Ausf hrííchkeít, um Mí Ÿ verst nd-
níssen vorzubeugen. Man wírd sagen: eí € ž R te ebenso
wíe beí € ž ahrnehmung sínd edem díe empíríschen Ge-
gebenheíten so deutíích bewu Ÿ t, da Ÿ er auf Grund díeser
íhm unzweídeutígen Gegebenheíten mít eíchtígkeít díe
€ ž Ideatíon voíízíehen kann. íe íst es aber beí € ž ahrheít
o íst da díe unzweídeutíge Gegebenheít, díe sích dem
ídeísíerenden Schauen darbíetet - Ich weí Ÿ wohí, da Ÿ das
foígende eígentíích nícht der usserí sche Gang ín den
€ ž íogíschen Untersuchungen íst díe ahrheít wírd da
eígentíích nícht erkí rt durch Ideatíon eínmaííger empíríscher
ííe, wenn auch gezeígt wírd, ínwíefern man, auf das
ínzeíne bííckend, díe Idee schauen kann denn wenn man
auch stets aus dem ínzeínen durch Ideatíon enntnís der
Idee sch pfen kann, deren índívídueííer ínzeífaíí eben díeses
ínzeíne íst, so mu Ÿ das doch nícht ímmer eíne rkí rung
der Idee seín, da Ÿ man das ínzeíne zeígt uud díe Idee nur
aís esen díeses ínzeínen erkí rt. íeímehr kann díese
Idee íhr € ž ígenrecht haben, síe kann sích beí der rkí rung
aís das Urspr ngííchere heraussteííen, so da Ÿ dann ín díeser
rkí rung nícht auf das ínzeíne zur ckgegríffen werden
darf. Díes íst auch beí ahrheít der aíí: Auch híer w re
es nícht € ž rkí rung , wenn man síe nur aís Idee der ínzeí-
f ííe begreífíích machen woííte. usserí sucht daher zuerst
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díe Unm gííchkeít der Theoríe zu zeígen, díe ahrheít nur
ahrheít nennt, weíí und soweít das erkennende Sub ekt
síe aís ahrheít erkennt und so díe Absoíutheít der ahr-
heít zu beweísen. or aííem wírd aíso ert darauf geíegt,
den egríff der berempíríschen € ž Idee ahrheít gegen aííes
€ ž Tats chííche abzugrenzen und íhn aus sích heraus aís
Idee zu erkí ren: um esen der Idee geh rt es aber an
sích nícht, da Ÿ síe geschaut werden kann gíbt es doch
Ideen, díe níe geschaut wurden. Und doch d rfte es von
orteíí seín, ausdr ckíích auf díe rfassung der ahrheít
durch esensschauung hínzuweísen usserígeht a auch
ímmerhín darauf eín. œ brígens macht díese rkí rung kaum
Schwíerígkeíten: eder gíaubt doch ín gewíssen ííen ahr-
heít zu erkennen, genau so wíe er gíaubt R te zu erkennen
oder wíe er sích seíner ahrnehmung bewu Ÿ t íst. Das
Gef hí, das eder ínzeíne kennt von den empíríschen ííen
her, ín denen íhm ahrheít zum ewu Ÿ tseín kam, nennt
man vídenz. s íst aíso edem m gíích sích zur Gegeben-
heít zu bríngen, was mít ahrheít gemeínt íst und wíe
es stets m gíích íst, auf eín híc et nunc tats chíích Gegebenes
hínbííckend, nícht díeses, sondern seín esen zu erschauen,
so íst es auch edem m gíích, auf empírísche vídenzf ííe
hínbííckend das esen ahrheít zu erschauen a, ín aííen
S tzen fast, ín denen von ahrheít díe Rede íst, íst nícht
empírísch Tats chííches, sondern díe berzeítííche Idee € ž ge-
meínt , wíe sích eder zu kíarem ewu Ÿ tseín bríngen kann .4)
usserí seíbst sagt: € ž So íst auch ahrheít eíne Idee, wír
eríeben síe wíe ede andere Idee ín eínem Akte auf Anschau-
ung gegr ndeter Ideatíon (es íst híer nat ríích der Akt der
ínsícht) und gewínnen auch von íhrer ídentíschen ínheít
gegen ber eíner verstreuten Mannígfaítígkeít von konkreten
ínzeíf ííen (d. í. híer von evídenten Urteíísakten) ín der
ergíeíchung vídenz.
íerzu íst noch zu bemerken: Das ín vídenz sích
zeígende ahrheítsbewu Ÿ tseín wírd híer nícht benutzt aís
unentbehrííches Gííed ín der rkí rung der ahrheít das
) gí. híerzu besonders íog. Unters. I, S. 128 f.
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esen € ž ahrheít íst aíso nícht ím Geríngsten abh ngíg
von € ž vídenz . s íst aíso nícht díes € ž reaíe vídenzer-
íebnís, dessen Idee ahrheít íst. ur um dem rkennenden
zu zeígen, wíe es íhm m gíích seí auch díe Idee zu schauen,
wírd er auf díe aus den eínzeínen empíríschen ííen bekannte
€ ž vídenz verwíesen. € ž ahrheít íst víemehr das usammen-
stímmen des Sachverhaítes mít dem Sínn des auf díesen
Sachverhaít gehenden Meínens, aber ganz abgesehen davon,
ob díeses Meínen von eínem Indívíduum voíízogen íst: íeí-
mehr íst das Meínen aís Idee aufzufassen, aís díe Aíígemeínheít
aíí der ínzeíf ííe, ín denen reaí eín bestímmtes Meínen
vorííegt. Das Identísche aíí díeser ínzeíf ííe, díeses Irreaíe,
íst díe Idee des betreffenden Meínens, stímmt díese bereín
mít der Idee des Sachverhaítes, so íst díese œ bereínstímmung,
díe nat ríích a auch ím Reíche der Ideen ííegt, ahrheít.
íne ede soíche ahrheít gíbt nun dadurch, datt síe ahr-
heít íst, díe M gííchkeít, da Ÿ eín auf síe geríchtetes rkennen
vídenz eríebt. as heí Ÿ t das Das ríebender ahrheít,
das rkennen des usammenstímmens, nennen wír vídenz.
ede ahrheít, díe aíso € ž ahrheít íst, hat doch wenígstens
díe ídeaíe M gííchkeít, aís ahrheít eríebt zu werden.
at ríích díe ídeaíe M gííchkeít denn es k nnte a seín,
da Ÿ keíne reaíe ístenz mít Inteííígenz so beschaffen íst,
da Ÿ síe ímstande íst, síe zu eríeben. Aber díe ídeaíe M g-
ííchkeít besteht d. h. weíí síe eben ahrheít íst, geh rt
es zu íhrem esen, da Ÿ , wenn síe eríebt wírd, síe aís
ahrheít eríebt wírd. Das heí Ÿ t mít anderen orten, síe
gíbt díe ídeaíe M gííchkeít eínes vídenz- ríebnísses.
Das íst der Sínn der usserí schen S tze: € ž s gíbt
dekadísche ahíen mít Trííííonen-Steííen, und es gíbt auf síe
bez gííche ahrheíten. Aber níemand kann soíche ahíen
wírkíích vorsteííen und díe auf síe bez gííchen Addítíonen,
Muítípííkatíonen usw. wírkíích ausf hren. Díe vídenz íst
híer psychoíogísch unm gíích, und doch íst síe, ídeaí zu
sprechen, ganz gewí Ÿ eín m gííches psychoíogísches r-
íebnís. 1) Das heí Ÿ t doch níchts Anderes aís: Da díe auf
) a. a. C. Seííe 18 .
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derartíge ahíen bez gííchen ahrheíten eben ahrheíten
sínd, so haben síe díe ídeaíe M gííchkeít mít vídenz eríebt
zu werden und díese M gííchkeít besteht ganz unabh ngíg
davon, ob írgend eíne Inteííígenz tats chíích ímstande íst,
berhaupt mít derartígen ahíen zu operíeren. Ich verstehe
daher nícht, wíe díe obenerw hnte app sche rítík1) aus
díesen S tzen schííe Ÿ t: € ž Díeses m gííche psychísche r-
íebnís íst nícht ín ídeaíem Sínne m gíích, sondern nur fíktív
m gíích ínsofern wír n míích von m gííchen psychíschen
ríebníssen, díe auf trííííonensteíííge ahíen bez gííche ahr-
heíten betreffen, nur reden k rínen, wenn wír esen mít
entsprechend gesteígerten hígkeíten fíngíeren. ír sprechen
híer aíso von m gííchen psychíschen ríebníssen, aís ob
es esen, ín denen soíche ríebnísse berhaupt m gíích
w ren, wírkíích g be, - geben aber doch zugíeích zu, da Ÿ
das nícht der aíí íst . - íe app zu díesem rgebnís
kommt, íst nícht recht verst ndíích íst doch auch der Sínn
der usserí schen S tze gerade das, was app ím Gegen-
satz zu den € ž fíktíven von den ídeaíen M gííchkeíten sagt:
€ ž rden wír von ídeaíen vídenz-M gííchkeíten sprechen,
so híe Ÿ e das doch: Díe vídenz íst eín m gííches psychísches
ríebnís, ganz unabh ngíg davon, ob Inteííígenzen denkbar
sínd, díe mít trííííonensteííígen ahíen zu operíeren und aus
soíchen Cperatíonen resuítíerende ahrheíten mít vídenz
eínzusehen verm gen. Díeser Unterschíed zwíschen ídeaíer
und fíktíver vídenz-M gííchkeít íst wíchtíg . . . .
Aííerdíngs scheínt híer beí pp eíne nícht ganz ríchtíge
Interpretatíon dessen, was usserí meínt, vorzuííegen, und
wenn ích seíne Auffassung ríchtíg wíedergebe, so w rde
ích ín der Tat seíne ínw rfe verstehen. r scheínt zu
gíauben, nach usserí seí ín der € ž Idee der ahrheít
€ ž díe Idee der psychíschen vídenzeríebnísse mít enthaíten,
d. h. durch díe der ahrheít zugesprochene ídeaíe vídenz-
m gííchkeít seí ede ahrheít aís Idee íhrer reaíen vídenz-
eríebnísse erkí rt. íergegen behauptet er, díe Idee ahrheít
k nne doch níchts auf eínen psychíschen Akt ez gííches
) app, díe ahrheít usw. Seíte 6 f.
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mítenthaíten, m sse doch Idee ohne ede Abh ngígkeít und
eden ínweís auf Psychísches gedacht werden. udem
k nne beí soíchen ahrheíten wíe díe auf trííííonensteíííge
ahíen bez gííchen díe ahrheít garnícht aís Idee der reaíen
vídenzeríebnísse erkí rt werden, da díese a garnícht denk-
bar w ren. Díeser ínwand w re ríchtíg, wenn díes tat-
s chíích fíusserís Meínung w re. Da Ÿ díes aber nícht der
aíí íst, wírd man wohí schon daraus schííe Ÿ en, da Ÿ doch
nícht eínerseíts díe Absoíutheít der ahrheít betont wírd
und zu íhrer rkí rung nachher díe psychíscher vídenz-
eríebnísse herangezogen werden, deren Idee síe seí. íeí-
mehr d rfte usserís Meínung nur foígendes seín. Den
eínzeínen psychíschen vídenzeríebníssen ín íhrer Indívíduaíít t
und Reaíít t entsprícht aííerdíngs das ín íhnen ídentísche,
beríndívídueííe esen der Idee vídenz díe nat ríích ín
íhrer esenhaftígkeít keíne ezíehung zu den eínzeínen
tats chííchen Psychen, sondern nur zu dem díesen Psychen
entsprechenden esen € ž Psyche hat. Díe ahrheít seíbst
aber íst absoíut síe íst stets das Prím re, síe íst aíso auch
nícht abh ngíg vom ewu Ÿ tseín aís Idee síe íst ahrheít,
ganz unabh ngíg davon, ob e eín erkennendes ewu Ÿ tseín
sích íhr zuwendet oder nícht. Aber es gíbt ahrheíten,
díe so beschaffen sínd, da Ÿ síe ín índívídueííer Tats chíích-
keít eríebt werden k nnen, und díeses ríebnís heí Ÿ t vídenz,
und das esen der vídenz íst díe Idee vídenz. s geh rt
aíso wohí nícht zum esen der ahrheít, da Ÿ síe mít
vídenz eríebt wírd, denn es gíbt ahrheíten (dem íogíschen
Sínne nach), díe níe eríebt werden aber es geh rt zum
esen der ahrheít, da Ÿ , wenn síe eríebt wírd, síe mít
vídenz eríebt wírd und es geh rt zum esen der Idee
vídenz, da Ÿ síe ahrheíts- ríebnís bedeutet. Das w re
dann der Sínn der ídeaíen vídenzm gííchkeít es íst aíso
durchaus nícht díe € ž Abh ngígkeít von eínem fíktíven Sub-
ekt behauptet.
benso weníg gíaube ích aber, da Ÿ es nach dem Aus-
gef hrten verst ndíích seín d rfte, wenn man usserí unter-
schíebt, nach íhm seí ahrheítserkenntnís nur m gíích € ž durch
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Teíínahme am berzeítííchen ewu Ÿ tseín, an seíner rkenntnís
aííer ahrheít, nur durch ínníge erbíndung desseíben mít
uns, díe man wohí aís ríeuchtung bezeíchnen kann .1)
or aííem íst mír, wíe erw hnt, unverst ndíích, wíeso nach
usserí ím egríffe der ahrheít eíne ezíehung zu írgend
eínem rkennen, aíso auch zu eínem berzeítííchen ewu Ÿ t-
seín, gegeben seín soíí denn das scheínt díese rítík anzu-
nehmen, da Ÿ es zu díesem egríffe ahrheít geh re, vom
berzeítííchen ewu Ÿ tseín erfa Ÿ t zu werden, da síe beí
edem zeítííchen ahrheítserkennen Teíínahme an díesem
berzeítííchen ewu Ÿ tseín veríangt. Und unter díesem ber-
zeítííchen ewu Ÿ tseín versteht díese rítík nícht etwa das
,reíne ewu Ÿ tseín, das nach ph nomenoíogíscher Reduktíon
sích ergíbt. íer scheínt mír aber voííkommene œ bereín-
stímmung zwíschen usserí und oízano zu bestehen,
dessen „ u Ÿ erungen zu díesem Punkte ích wegen íhrer híer
w nschenswerten íarheít zítíeren m chte: € ž Aus der Aíí-
wíssenheít Gottes foígt zwar, da Ÿ eíne ede ahrheít, soííte
síe auch von keínem anderen esen gekannt, a auch nur
gedacht werden, doch íhm, dem Aííwíssenden bekannt seí,
und ín seínem erstande fortw hrend vorgesteíít werde.
Daher gíbt es eígentíích nícht eíne eínzíge, durchaus von
íemand erkannte ahrheít. Díes híndert uns aber doch
nícht, von ahrheíten an sích aís soíchen zu reden, ín
deren egríffe noch garnícht vorausgesetzt wírd, da Ÿ síe
von írgend emand gedacht werden mu Ÿ ten . . . Cbwohí
aíso aííe ahrheíten an sích zugíeích auch erkannte (n m-
íích von Gott erkannte) ahrheíten sínd: so íst doch der
egríff eíner ahrheít an sích von dem eíner erkannten
ahrheít,. oder (wíe man auch sagt) eínes rkenntnísses
sehr wohí zu unterscheíden. 2) So foígt auch, wíe oben
ausgef hrt, aus der € ž ídeaíen vídenzm gííchkeít , díe eder
ahrheít eígen íst, durchaus nícht, da Ÿ der egríff ahrheít
) pp, a. a. C. S. 8 ( ítat aus oswín Uphues: ur rísís
der ogík).
) íssenschaftsíehre I, 11 f.
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an sích díe ezíehung zu eínem berzeítííchen ewu Ÿ tseín
ín sích schííe Ÿ e.
oígt nun aber híeraus, da Ÿ nach uss erí zum wecke
der rkenntnís der ahrheít nícht Teíínahme am berzeít-
ííchen ewu Ÿ tseín n tíg íst, da a ím egríffe der ahrheít
nícht rkenntnís durch das berzeítííche ewu Ÿ tseín enthaíten
íst, so íst auch umgekehrt díe Schwíerígkeít, wíe denn
ahrheít erkannt werde, eíne nur scheínbare. Man mu Ÿ
sích nat ríích, worauf wír schon oben híngewíesen haben,
davor h ten, díe ,Ideen mít den píatoníschen Ideen zu
verwechseín, sofern díese so ausgeíegt werden, da Ÿ íhnen
eíne Reaíít t zukommt, und síe das eígentíích Seíende sínd
wodurch dann díe Schwíerígkeít entsteht, wíe denn díese
bersínnííchen Ideen aus der eít des berzeítííchen Seíens
mít dem reís des empíríschen, zeítííchen Seíns ín er hrung
treten k nnen.1) íeímehr sínd díe Ideen gerade das ícht-
Seíende, das Aíígemeíne, das ídentísch íst ín aíí den eínzeínen
ííen des tats chíích Seíenden. enn eín tats chíích vor-
gefundener roter Gegenstand ín ezug auf díeses Rotmoment
betrachtet wírd, so íst aííerdíngs das Rotmoment díeses
Gegenstandes eín Tats chííches aber es íst díe € ž R te
das, was aííen tats chíích roten Gegenst nden gemeínsam
íst, es íst das Identísche, das wír zwíschen den Tats chíích-
keíten konstatíeren, das aber seíbst keíne Tats chííchkeít
ím Sínne eíner reaíen írkííchkeít íst. ír nehmen wahr
das tats chíích vorhandene índívídueííe Rotmoment, erkennen
aber gíeíchzeítíg, was díeser eínmaííge Tatbestand mít víeíen
anderen eínmaíígen Tatbest nden gemeínsam hat, wír sehen
das an íhnen Identísche: ír € ž schauen durch das empírísch
orgefundene díe Idee. Genau so nehmen wír díe œ ber-
eínstímmung eínes Sachverhaítes mít unserem Meínen wahr:
€ ž wír eríeben vídenz wír sehen das eínmaííge œ bereín-
stímmen, erkennen aber das díesem eínmaíígen Tatbestand
mít so víeíen anderen ínmaíígkeíten Gemeínsame, wír
schauen auf das Identísche, díe € ž Idee díeser œ bereín-
) gí. auch usserís Ideen zu eíner reínen Ph nomenoíogíe etc
Seíte 40.
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Stímmung: ír schauen durch den ínzeífaíí díe Idee
€ ž ahrheít .1)
arum díese ad quate ahrnehmung der usammen-
stímmung von Meínung und Gemeíntem nícht m gíích seín
soííte, erscheínt mír, zumaí nach dem Ausgef hrten, ber-
haupt nícht recht verst ndíích: So da Ÿ aíso apps nd-
ergebnís mír durch níchts begr ndet erscheínt, wenn er be-
hauptet, nach usserí seí € ž díe ahrheít von uns Men-
schen ímmer nur ann hernd, níe mít voííer Gewí Ÿ heít zu
erfassen: - eíne besondere Art des Reíatívísmus . . . da Ÿ
. . . durch díe íuft, díe díe Unabh ngígkeítstheoríe zwíschen
ahrheít und Urteíí íegt, díe urteíísm Ÿ íg ausgesprochene
ahrheít reíatívísíert wírd. 2)
ur auf dem von usserí beschríttenen ege d rften
auch díe Schwíerígkeíten vermeídbar seín, díe sích seíbst
dem geníaíen ersuche Ríckerts entgegenzusteííen scheínen,
der berzeítííche ahrheít durch ínf hrung eínes zeítíosen
Soííens verst ndíích zu machen sucht. ) íerauf seí kurz
eíngegangen: rkenntnís gewínnen wír durch Urteííen. In
den Urteííen, d. h. íhrem íogíschen Sínn, unterscheíden wír
au Ÿ er dem orsteííen der Gegenst nde eín Anerkennen oder
erwerfen, aíso eín Steííungnehmen zu eínem erte durch
) Durch das Ausgef hrte scheínt mír auch Sígwarts rítík der
usserí schen ehre (am nde der íníeítung zur ogík) eríedígt. Da Ÿ
Sígwart den usserí schen Unterschíed zwíschen Idee und índívídueííer
Tats chííchkeít faísch deutet, íst daraus schon 2u ersehen, da Ÿ er schreíbt,
es seí Mythoíogíe, S tze € ž zu seíbst ndígen esenheíten zu hyposta-
síeren . ur durch faísche Auffassung der usserí schen ahrheítsídee
konnte auch Sígwart durch usserís ungenaue (und deshaíb ín der
zweíten Aufíage der íog. Unters, beríchtígte) Ausdrucksweíse von der
€ ž ahrheít entgegengesetzter Sachverhaíte mí Ÿ verstehen, was gemeínt
seín soíí. Und nur so sínd díe sp teren S tze Sígwarts m gíích ge-
worden, ín denen er sagt, díe S tze usserís € ž f hrten notwendíg auf eín
doppeítes ewu Ÿ tseín, das empírísch wírkííche, das von der íogíschen
Gesetzgebung ganz unabh ngíg seín soíí und eín davon ganz verschíedenes
ídeaíes, das díe unzeítííche ahrheít erfa Ÿ t : ach dem ím Te t Aus-
gef hrten d rfen wír wohí eín íngehen auf díese S tze f r unn tíg haíten.
2) pp, a. a. C. S. 64.
) Ríckert, der Gegenstand der rkenntnís, III. apíteí vor aííem
S. 102-12 2. Aufí. T bíngen 1904 . C. . Mohr.
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e ahung oder erneínung. enn wír von der ahrheít
eínes Urteíís sprechen, so íst es ín den ííen, ín denen
eín ganz bestímmtes Cef hí ín uns íst: € ž ín ustgef hí, ín
dem der Tríeb nach rkenntnís zur Ruhe kommt, und wír
nennen díeses Gef hí Gewí Ÿ heít 1): Gíeíchzeítíg haben wír
aber díe Gewí Ÿ heít, da Ÿ díesem Urteíí zeítíose Geítung ver-
b rgt íst, wír empfínden díe € ž Urteíísnotwendígkeít , auf díese
eíse zu urteííen, es íst eíne € ž otwendígkeít des Soííens ,
eín Imperatív ín uns, díesen ert, e ahung oder erneínung,
anzuerkennen: € ž Díe Anerkennung des Soííens veríeíht den
Urteííen das, was wír ahrheít nennen, und díe erreíchte
ahrheít w re demnach níchts anderes aís der Inbegríff
der aís wertvoíí oder aís gesoíít anerkannten Urteííe .2) -
Ríckert seíbst weíst wíederhoít darauf hín, da Ÿ es íhm um
eíne scharfe Trennung des nícht-tats chííchen (ín usserís
Ausdrucksweíse ídeaíen) Sínnes der Urteííe von den eínzeínen
Urteíístatsachen, des esens der rkenntnís yon den r-
kenntnísakten, aíso auch schííe Ÿ íích der zeítíosen ahrheít
von dem índívídueííen, ím eínzeínen vídenzeríebnís sích
manífestíerenden ahrheítseríebnís zu tun íst. r wííí unter
Urteíísnotwendígkeít nícht etwa den € ž psychoíogíschen wang,
der díe e ahung hervorbríngt verstehen, ) rkenntnístheoríe
oder íssenschaftsíehre íst íhm nícht ídentísch mít der Psycho-
íogíe des rkennens,4) und er wííí zwíschen der quaestío
íurís der rkenntnístheoríe und der quaestío factí der Psycho-
íogíe eíne scharfe Trennungsííníe zíehen.
Gerade deshaíb bereítet das erst ndnís seíner Theoríe
des transzendenten Soííens umso gr Ÿ ere Schwíerígkeíten.
Das eínzeíne Indívíduum urteíít so und nícht anders, weíí
es so und nícht anders urteííen soíí das Soííen wírd aís
etwas œ beríndívídueííes, von dem eínzeínen urteííenden
esen voííkommen Unabh ngíges híngesteíít, es soíí a
das € ž Cb ektíve seín, das mít eíserner, unab nderíícher
otwendígkeít das Urteíí verursacht und es vor der Gefahr
) a. a. C. Seíte 111.
2) a. a. C. Seíte 116.
s) a. a. C. 114.
4) Seíte 88,
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des Sub ektívísmus sch tzt. Aber híer d rfte gerade eíne
Schwíerígkeít ííegen. € ž Soííen soíí Cb ektíves begr nden,
aber € ž Soííen íst níe freí von Sub ektívem denkbar
denn Soííen setzt. ímmer eín Sub ekt voraus, das soíí
und mag auch das Soííen eíne gro Ÿ e Gemeínschaft ver-
pfííchten, mag es f r díe Gemeínschaft aííer Menschen bíndend,
€ ž ob ektív seín, stets bíeíbt díes Soííen doch nur reíatív Cb-
ektíves, es kann nícht ín strengem Sínne € ž beríndívídue
seín, da es nícht denkbar íst ohne ezíehung zum Indívíduum.
Und so íst es dem erst ndnís ungeheuer erschwert, wíe
uns- díe Annahme eínes € ž transzendenten Soííens bef hígen
soíí, den Reíatívísmus zu umgehen, da der Sub ektívísmus
nícht ganz berwunden íst.í)
Ríckert sucht díe Schwíerígkeít, wíeso wír das Recht
uns nehmen k nnten, von eíner € ž Transzendenz des Soííens
zu reden, dadurch zu beheben, da Ÿ er sagt, da Ÿ seíbst der,
der an der Cb ektívít t des Soííens zweífíe, damít urteííe,
da Ÿ eben das ntgegengesetzte, díe ícht-Cb ektívít t des
Soííens wahr seín k nne, und daher auch eínem Soííen ge-
horche, das vorschreíbt, so und nícht anders zu urteííen,
aíso díesem Soííen Cb ektívít t zuspreche. enn man aber
genauer zusíeht, íst díes eben derseíbe eweís, den wír
oben gegen den Skeptízísmus brachten und den Ríckert
sp ter seíbst gegen íhn íns eíd f hrt (S. 1 7) da Ÿ n míích
der, der ede ahrheít íeugne, damít aber díe ahrheít díeses
Urteíís behaupte.2) s íst aíso das auch nur eíne andere
assung des eweíses, da Ÿ es wahre Urteííe gebe womít
aber díe Transzendenz des Soííens aís das Prím re noch
íange nícht bewíesen íst.
Auch híer w re, wenn wír recht sehen, nur eín Ausweg
m gíích. ícht das eínzeíne oder seíbst aííe Indívíduen mít
otwendígkeít verpfííchtende Soííen d rfen wír betrachten,
denn es íst ímmer noch eín Tats chííches, es íst ín edem
eínzeínen vorííegenden Urteííe noch eín € ž Reaíes (ín usserís
Termínoíogíe). íeímehr mu Ÿ es das esen, díe Idee des
) íerín gíauben wír der app schen rítík der Ríckert schen
Theoríe zustímmen zu m ssen vgí. a. a C. Seíte 2 ff und Seíte 8f.
a) gí. auch híerzu pp, Seíte 1 f.
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ín (fbn eínzeínen Urteíísf ííen eríebbaren Soííens seín, das uns
ber den Sub ektívísmus und den Reíatívísmus hínwegf hrt.
Dann aber sínd auch díe Urteííe nícht díe tats chíích ge-
urteííten S tze, sondern síe sínd Ideen, S tze an sích , díe
ín aíí den eínzeínen índívídueííen Aussagen Reaíít t gewínnen
und wahre Urteííe sínd ebenso wahr, wenn síe aís Ideen
noch nírgends Reaíít t geworden sínd, wíe díe, denen urteííende
esen durch íhre Aussage € ž Daseín verííehen haben. Denn
wenn wír schon ín das Reích der Ideen bergehen, so íst,
wenn wír von € ž orsteííungen an sích ) (denn um díe Idee
der orsteííungen handeít es sích a) zu den S tzen an sích
bergehen, nícht eín Steííungnehmen zu erten, eín Aner-
kennen oder erwerfen das esentííche denn beí S tzen
an sích sínd wír a vorerst noch ohne ede ezíehung zu
írgend eínem urteííenden ewu Ÿ tseín, es kann aíso das
esen der € ž S tze ím Gegensatz zu den orsteííungen
nícht ín eínem Steííungnehmen ííegen, das a ímmer eíne
Indívíduaíít t, díe Steííung nímmt, voraussetzt. Díe S tze
m ssen víeímehr auch aís unabh ngíge von edem urteííenden
und wertenden ewu Ÿ tseín gedacht werden k nnen, díe
wahren S tze sínd wahr, ohne da Ÿ tats chíích eín urteííendes
ewu Ÿ tseín sích be ahend, díe faíschen sínd faísch, ohne
da Ÿ eín soíches sích írgendwo verneínend und verwerfend
zu íhnen verhíeíte. (Daf r, da Ÿ € ž wahr der eínfachere und
íogísch vorausííegende egríff íst, der erst das Soííen er-
m gíícht, d rfte auch díe nat rííche Redeweíse sprechen
denn auf díe rage € ž warum soíí ích anerkennen íautet díe
Antwort: € ž weíí der Satz wahr íst , w hrend man umgekehrt
níe díe ahrheít eínes Urteíís damít motívíeren w rde, da Ÿ
es anerkannt werden soíí)
ur aíso, wenn Ríckert ím Gegensatz zu seínen Aus-
f hrungen das Prím re der berzeítííchen ahrheít gegen ber
dem transzendenten Soííen zugegesteht, entgeht er der
Schwíerígkeít, díe seíne Theoríe dem Reíatívísmus zutreíbt.
er eíne berzeítííche ahrheít wííí, mu Ÿ eíne ahrheít an
sích, díe ahrheít aís Idee woííen. Díese Idee schííe Ÿ t dann
) Ÿ oízano. a. a. C. 216 ff.
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aííerdíngs víeííeícht díe ídeaíe M gííchkeít ín sích, dem
Urteííenden eínen Imperatív des Soííens gegen berzusteííen,
genau so wíe síe díe ídeaíe M gííchkeít des vídenzeríebnísses
ín sích schííe Ÿ t. Das heí Ÿ t dann aber níchts anderes aís: ede
ahrheít, díe reaí erfa Ÿ t wírd, wírd dann von dem urteííenden
Sub ekte erfa Ÿ t, wenn es seínen reaíen orsteííungen gegen-
ber sích seínem Soííen gem Ÿ verh ít nur dann € ž erfa Ÿ t
das ewu Ÿ tseín díe ahrheít, díe ahrheít seíbst aber íst
híervon unabh ngíg. Das w re dann der Sínn des trans-
zendenten Soííens aber díes w re eín ganz anderes trans-
zendentes Soííen, erst verst ndíích, nachdem wír von der
Unabh ngígkeít, der Absoíutheít, dem beríndívídueííen und
írreaíen Charakter, kurz, der € ž esenhaftígkeít der Idee
ahrheít berzeugt sínd.
íerdurch sínd wír aber wíeder voííkommen ín usserís
ehre. In eíner ínsícht haben wír uns aííerdíngs wíeder vom
íeíe entfernt: Díe genaue rkí rung dessen, was ahrheít
íst, díe Ríckert nach Annahme des transzendenten Soííens
verh ítnísm Ÿ íg íeícht faííen konnte, íst auf dem ege, den
wír gehen, nícht ganz so íeícht erreíchbar. urz haben
wír es a schon angedeutet, es aber genauer zu umschreíben,
€ das íst unsere n chste Aufgabe.
ínes edoch haben wír sícheríích schon aís rgebnís
unserer bísherígen Untersuchung gewonnen: enn wír
eínmaí eíndeutíg festgeíegt haben, was díe edeutung der
€ ž ahrheít íst, das heí Ÿ t, wenn wír eínmaí wíssen, was
ín dem orte ahrheít € ž ídeísíert íst, dann werden wír
sofort eínen Unterschíed zwíschen der Idee € ž formaíer ahr-
heít und der Idee € ž materíaíer ahrheít feststeííen k nnen,
díe sích zueínander verhaíten m ssen wíe orm zum Inhaít
und wír brauchen nícht wíeder zu f rchten, da Ÿ beí eíner
íogíschen etrachtung sích díeser Unterschíed verfí chtíge,
da auch orm Materíe werden k nne denn wír nehmen
a díe Ideen aís an sích seíende, absoíute, ohne ede ezíehung
zur rkenntnís, ohne írgendweíche Anh ngígkeít von írgend
etwas, so da Ÿ sích der eínmaí konstatíerte formaíe Charakter
níght mehr wíeder wegdeuten íassen wírd.
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as íst nun aber ahrheít ír sagten oben ím
Anschíu Ÿ an usserí, ahrheít seí díe Idee der usammen-
stímmung des Sachverhaítes mít dem Sínn des auf díesen
Sachverhaít gehenden Meínens. Das ríebnís der usammen-
stímmung zwíschen der Meínung und dem Gegenw rtígen,
ríebten, das síe meínt, zwíschen dem eríebten Sínn der Aus-
sage und dem eríebten Sachverh ítnís íst díe vídenz, und díe
Idee díeser usammenstímmung díe ahrheít. 1) ersuchen
wír díes uns kíar zu machen: ede Aussage € ž meínt eínen
Gegenstand, - Gegenstand ím weítesten Sínne des ortes.
ríeben wír díe usammenstímmung des Gemeínten mít
der Meínung, íst aíso der Gegenstand, der gemeínt war,
der Sachverhaít, auf den sích díe Aussage bezog, ím ríebnís
gegenw rtíg und k nnen wír íhn mít dem gíeíchfaíís gegen-
w rtígen Sínne der Aussage zur Deckung bríngen, so eríeben
wír vídenz, wobeí es sích aíso um eín eínmaííges, tats ch-
ííches ríebnís der ahrheít handeít. ahrheít seíbst aber
íst Idee, síe íst nícht díeses eínmaííge ríebnís, und síe íst
nícht tats chííche usammenstímmung von tats chííchen
Meínungen mít íhrem Gemeínten: Síe íst das ín díesen
tats chííchen usammenstímmungen Identísche. un íst aber
wíe wír sagten, auch da von ahrheít díe Rede, wo díe
tats chííche usammenstímmung nícht denkbar íst ahrheít
íst aíso nícht nur Idee von usammenstímmungen, sondern
usammenstímmung aís Idee. as stímmt nun aber beí
díeser Idee zusammen íer m ssen wír uns vor aííem
kíarmachen, da Ÿ es sích dabeí nícht um tats chííche, índíví-
dueííe Aussagen handeín kann, sondern um das Aíígemeíne,
das ín den índívídueííen Aussagen Identísche und aíso Irreaíe,
um díe € ž Idee der S tze . s handeít sích aíso um esen,
díe trotz íhres auf erkennende Sub ekte hínweísenden amens
nícht ím geríngsten ín Abh ngígkeít gedacht werden d rfen
vom denkenden ewu Ÿ tseín, díe víeímehr ím unzeítííchen
Reíche der Ideen íhre írreaíe ístenz f hren. Aber auch
díese S tze haben íhren Sínn, auch díese ídeaíen Aussagen
meínen íhren Gegenstand, eínen Gegenstand freííích, der
ogísche Untersuchungen I, Seíte 190,
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níchts Reaíes an sích hat, der víeímehr nur das ídeaíe Iden-
tísche ín aíí den eríebbaren índívídueííen ínzeíf ííen - wenn
es soíche gíbt - íst. Stímmt nun díese Aussage mít dem
gemeínten Sachverhaít, mít díesem ídeaíen Gegenstand der
Aussage bereín, so íst díese usammenstímmung ahrheít.
íermít aíso haben wír díe aíígemeínste rkí rung eder
ahrheít umschríeben díese usammenstímmung mu Ÿ vor-
handen seín, wo ímmer von ahrheít sínngem Ÿ díe Rede
seín kann. íerdurch w re díe Aufgabe des ersten Teíís
unserer Untersuchung wesentíích geí st, und wír h tten auch
díe asís unserer weíteren Untersuchung gefunden denn
wenn wír írgend weíche Unterscheídung zwíschen ahr-
heítsbegríffen treffen woííen, so kann síe níe darín ííegen,
da Ÿ beí írgend eínem egríff von ahrheít - soweít es
sích um echte ahrheít handeít - díese usammenstímmung
nícht ín díeser eíse vorhanden íst. Inwíefern noch Unter-
schíede m gíích sínd, das zu untersuchen íst Aufgabe des
zweíten Teííes.
II. Teíí: Der aíígemeíne ahrheítsbegríff und
díe spezíaíísíerte ahrheít.
I. egr ndung des Gegensatzes von formaíer und
materíaíer ahrheít.
enn wír etzt untersuchen, wíe weít es noch m gíích
íst, dem soeben umschríebenen aíígemeínsten egríff der
ahrheít noch esonderheíten gegen ber zu steííen, so
gehen wír nat ríích am zweckm Ÿ ígsten von dem Unter-
schíed aus, der uns bísher schon víeífach besch ftígt hat.
In rohen Umríssen haben wír a eben schon angedeutet,
da Ÿ es auf Grund der nun gewonnenen rkí rung m gíích
seín mu Ÿ , eínen Unterschíed zwíschen formaíer und materíaíer
ahrheít aufzuzeígen, genau so wíe es uns nach oízanos
ehre von der ahrheít an sích m gíích war. Doch haben
wír uns bís etzt damít begn gt, díe M gííchkeít des Unter-
schíedes auf der etzígen Grundíage ím Gegensatz zur
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Unterschíedíosígkeít beí eíner anderen rkí rung zu betonen,
ohne díe Grundíagen des Unterschíedes herauszuarbeíten.
etzt aber handeít es sích gerade um díese Grundíagen.
Auch ím Anschíu Ÿ an oízano begn gten wír uns
mít aíígemeínster Andeutung der M gííchkeít des Unter-
scheídens. rínnern wír uns, da Ÿ wír unter den € ž ob ektíven
ahrheíten zwíschen den konkreten und den abstrakten
unterschíeden, und díe ,konkreten aís díe f r uns zweck-
díenííchem erschíenen, weíí síe díe unterschíedenen S tze
an sích seíbst aís ahrheíten bezeíchneten und so díe
eínfachste M gííchkeít zeígten zur œ bertragung díeses Unter-
schíedes auf díe ahrheíten seíbst. Damaís war díes
m gíích, a auch n tíg m gíích, denn es handeíte sích
damaís nur darum zu zeígen, da Ÿ wír, oízano foígend,
berhaupt eínen Unterschíed zwíschen formaíer und materíaíer
ahrheít feststeííen konnten, was uns vorher nícht ín gíeícher
eíse m gíích war n tíg eínígerma Ÿ en deshaíb, weíí es,
soíange wír den Unterschíed nícht scharf herausarbeíten,
sondern seíne M gííchkeít nur andeuten woííten, am zweck-
m Ÿ ígsten war, den oízano schen egríff der € ž konkreten
ahrheít zu benutzen, weíí díeser € ž wahre S tze und
€ ž ahrheíten ídentífízíerte und so den Unterschíed formaíer
und materíaíer ahrheíten auf den Unterschíed formaíer
und materíaíer S tze zur ckf hrte. un aber haben wír es
mít dem Unterschíede seíbst zu tun, und da íst es wíchtíg,
íhn durch ur ckgehen auf díe gewonnene rkí rung der
ahrheít seíbst aufzuzeígen, nícht aber eínfach den Unter-
schíed der € ž wahren S tze zu benutzen, díe a dann noch
der rkí rung bed rften, was das € ž ahre an íhnen seí.
Unsere rkí rung der ahrheít aber íst ber oízano
hínausgegangen. Seín Unterschíed zwíschen konkreten und
abstrakten ahrheíten wírd uns, aííerdíngs etwas anders
aufgefa Ÿ t aís beí oízano, sp ter noch kurz besch ftígen,
íst aber f r díe Defínítíon der ahrheít seíbst beíangíos
geworden.
ír suchen nun zun chst festzusteííen, was der formaíe
Charakter dessen íst, was man gew hníích formaíe ahrheít
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nennt. ír f hrten oben aís eíspíeí híerf r díe ahrheít
an, díe enthaíten íst ím Satze € ž ín A, das íst, kann nícht
ícht- seín . as bezeíchnen wír nun aís ahrheít ín
díesem Satze un chst íst nach aííem Ausgef hrten kíar,
da Ÿ wír díesen Satz nícht betrachten d rfen , aís eíne ím
índívídueííen Urteíísakte sích uns tats chíích darbíetende
rkenntnís, sondern da Ÿ wír nur den Inhaít des Satzes ín
etracht zíehen k nnen ín seíner osgeí stheít von eder
ezíehung zu menschííchen oder auch au Ÿ ermenschííchen
ewu Ÿ tseínen, ín seíner Absoíutheít und Ideenhaftígkeít.
Der ídeaíe Sínn díeser Aussage hat aber eíne ganz bestímmte
Meínung, er weíst auf eínen ganz bestímmten Sachverhaít
hín, auf den von íhm gemeínten € ž Gegenstand , und zwar
meínt er íhn ín ganz bestímmter eíse, índem er íhn aís
eínen so und nícht anders seíenden, mít díesen und enen
ígenschaften versehenen meínt. Der ín rage stehende
Satz meínt eín seíendes A, und zwar meínt er íhn, díesen
Gegenstand, ín seíner ígenschaft des unm gíích ícht- -
Seín- nnens das aber durch den Sínn der Aussage aís
eín so seíendes Gemeínte stímmt mít dem gemeínten Gegen-
stand zusammen, der eín unm gíích ícht- seín k nnendes,
weíí seíendes, A íst: Und díese usammenstímmung íst
díe ahrheít.
ír untersuchen nun díesen € ž Gegenstand etwas n her:
s handeít sích um eín € ž seíendes A . ír haben oben
eínmaí versucht, an eínem Satz, der der gew hnííchen Rede-
weíse gem Ÿ eíne materíaíe ahrheít enth ít, zu zeígen,
wíe ín íhm gíeíchzeítíg díe formaíe Ríchtígkeít des Denk-
verfahrens, aíso eíne íogísche, formaíe ahrheít, mítbehauptet
seí, ohne aííerdíngs damaís den Unterschíed zwíschen for-
maíer und materíaíeí ahrheít zeígen zu k nnen díe materíaíe
ahrheít, um díe es sích damaís handeíte, meínte reaíe
rper. un íst aber foígendes kíar: hrend díe mate-
ríaíen ahrheíten díe usammenstímmungen sínd, díe an
ínhaítíích bestímmten € ž Gegenst nden mít ínhaítíích be-
stímmten ígenschaften díe Deckung von Meínung und Ge-
meíntem ausdr cken, kann der ín S tzen, díe formaíe
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ahrheít enthaíten, gemeínte Gegenstand níe eín Indívídu-
eííes, sondern nur das ín víeíem Indívídueííen Identísche,
eíne Idee seín. s kann z. . nur das aíígemeínste .
seíende A, nícht eín híc et nunc -seíendes A gemeínt seín
es íst das esen des A Seíns, das ím ínzeífaííe
índívídueíí gegeben seín mag, ín seíner Ideaíít t gemeínt.
ede € ž orm íst a das ín verschíedenen ínzeíf ííen Iden-
tísche, síe íst das Aíígemeíne, das wohí ím ínzeífaííe
wahrgenommen werden kann, das aber nícht aís das ín-
zeíne, sondern aís das dem eínzeínen Identísche, aís díe
€ ž Idee gemeínt íst. Ist aber ede orm Idee, so kann
formaíe ahrheít nur ín soíchen S tzen ausgesprochen seín,
deren Meínung nur auf Ideen geht, díe nur etwas ber
esen aussagen.
Díe ersuchung ííegt nahe, durch eínen k hnen Schíu Ÿ
eínen ganz gewaítígen Unterschíed zwíschen formaíer und
materíaíer ahrheít aus dem eben Ausgef hrten abzuíeíten.
enn ích den Satz betrachte € ž der ímmeí íst bíau , so íst,
wenn díesem Urteíí ahrheít zukommt, wenn aíso der
Sachverhaít, ber den das Urteíí aussagt, da Ÿ am ímmeí
eín íaumoment seí, mít dem ím Urteíí gemeínten bíauen
ímmeí zusammenstímmt, híer wohí materíaíe ahrheít vor-
handen. Der Satz meínt eínen híc et nunc tats chíích seí-
enden ímmeí mít reaíen ígenschaften, eín Satz, der for-
maíe ahrheít enth ít, meínt eíne Idee. Soííte híermít der
Unterschíed zwíschen formaíer und materíaíer ahrheít
festgeíegt seín
och eín Anderes w rde eíner oberfí chííchen etrach-
tung díesen Schíu Ÿ empfehíen. enn ích von der ahr-
heít spreche ím Satz, da Ÿ eín seíendes A nícht ícht-
seín k nne, so spreche ích von formaíer ahrheít, weíí ích
den beríndívídueííen ídeaíen Gegenstand € ž seíendes A
meíne. Sage ích aber, € ž der bíaue ímmeí da íst nícht rot
(wobeí rot gíeíchbedeutend íst mít nícht-bíau), so wírd es
níemandem eínfaííen zu sagen, da Ÿ ích von formaíer ahr-
heít sprechen kann, wenn ích von der mír sích darbíetenden
Tatsache des ícht-Rotseíns díeses híc et nunc bíauen
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ímmeís spreche, w hrend man wíeder von formaíer ahr-
heít sprechen wírd, sobaíd von der Unm gííchkeít des Rot-
seíns eínes íauen díe Rede íst. Im ersten aííe íst nur
díese eínmaííge índívídueííe Tatsache empírísch festgesteíít,
da Ÿ díeses íau-da keín Rot-da seí, es íst aber níchts œ ber-
empírísches ausgesagt, soíange nur mpírísches gemeínt íst.
Im zweíten aííe, wo von der Unm gííchkeít des Anders-
seíns díe Rede íst, meínt díe Aussage Cberempírísches,
esen und híer soíí nun formaíe ahrheít vorííegen. So
m chte es aíso eíner oberfí chííchen Scheídung scheínen, da Ÿ
ín S tzen, díe etwas índívídueííes Reaíes meínen, materíaíe
ahrheít, ín soíchen aber, ín denen ber Ideaíes ausgesagt
íst, nur formaíe ahrheít sích fínden íasse.
s mu Ÿ sích aber beí gr ndíícherer etrachtung gíeích
eín erster ínwand ergeben: ohí íst das € ž íaue und das
€ ž Rote ím Gegensatz zu dem índívídueííen íauen und Roten
eín Aíígemeíneres, aber íst es deshaíb ím eígentííchen Sínne
eíne orm díeses Indívídueííen Da Ÿ díes nícht der aíí
íst, ergíbt sích uns aísbaíd, wenn wír dazu bergehen, statt
von der Unm gííchkeít des Rotseínk nnens - híer soíí
nat ríích díes gíeíchbedeutend mít ícht- íau-Seín- nnen
seín - eínes íauen zu sprechen, díe Unm gííchkeít des
ícht- -Seín- nnens eínes -Seíenden behaupten. Díeses
etzere íst aííerdíngs zu enem díe orm denn ích kann
díesem eínen eden beííebígen Inhaít geben, ohne da Ÿ das
formaíe Prínzíp sích ndert und umgekehrt habe ích díeses
aíígemeínste formaíe Prínzíp gewonnen, índem ích an díe
Steííe der ímmerhín bestímmten esen € ž í ue , € ž R te
usw. eín díese esen ganz aíígemeín andeutendes Symboí
setzte. Díes í Ÿ t sích aber ín dem anderen aííe nícht
ím geríngsten sagen. enn ích sage, í ue kann nícht
R te seín, so kann ích híerín nícht das esen der í ue
durch eín eínmaííg gegebenes íau ersetzen, und umgekehrt
íst nícht díeses aíígemeíne esen eín Symboí, das man
zur Andeutung der índívídueííen estímmtheít des reaíen
ínzeínen gesetzt h tte. íeímehr sagen díese beíden S tze
ber díe Ideen und ber díe Reaíít ten Seíbst ndíges und
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voííkommen voneínander erschíedenes aus wenn auch
aus dem usammenhang des Ideaíen notwendíg usammen-
h nge der reaíen Indívíduaíít ten foígen, ín denen wír díeses
Ideaíe aís Identísches vorfínden.
Und noch eíne andere œ beríegung d rfte uns zeígen,
da Ÿ díe Ideen, trotz der den índívídueííen Reaíít ten gegen-
ber íhnen ínnewohnenden Aíígemeínheít, dadurch nícht díesen
gegen ber den Charakter der orm annehmen. s kann
n míích nícht schwer faííen, S tze zu fínden, díe nur von
esensbezíehungen sprechen, und ín denen doch entschíeden
materíaíe ahrheít vorííegt. enn wír z. . sagen, das
Gr ne ííege ín der „ hnííchkeítsreíhe zwíschen dem Geíben
und dem íauen, so meínt díeser Satz sícher nur esen.
Trotz der íhm dadurch ínnewohnenden Aíígemeínheít -
sofern er n míích níchts ber Indívíduaíít ten aussagt, sondern
ber das aíígemeíne esen, und dadurch díe M gííchkeít
besteht, da Ÿ ín edem reaíen ínzeífaííe díe Reaíít ten ín
entsprechender ezíehung eríebt werden - trotz díeser
Aíígemeínheít wírd man díe ín dem Satz ber esen aus-
gesprochene ahrheít nícht anders aís materíaíe ahrheít
nennen k nnen.
íeraus foígt schon, da Ÿ es durchaus nícht ang ngíg íst,
den Unterschíed von formaíer und materíaíer ahrheít gíeích-
zusetzen dem Unterschíed von ahrheíten, díe sích auf
esen bezíehen, von denen, díe sích auf Indívídueííes be-
zíehen. Der Scheínbeweís, den wír oben daf r anf hrten,
da Ÿ eíne materíaíe ahrheít, díe ín eínem auf Tats chííches
geríchteten Satze enthaíten seí, zur formaíen werden k nne,
wenn wír díe Aussage des Satzes auf entsprechende esen
bezíehen, beruhte auf eínem Trugschíu Ÿ . enn ích sage:
€ ž Díeses an díesem A da befíndííche íau íst nícht rot , so
íst ín díesem Satze aííerdíngs keíne formaíe ahrheít ent-
haíten, es wírd aber berhaupt noch der n heren Unter-
suchung bed rfen, was nun eígentíích ín íhm enthaíten seí.
Umgekehrt íst ím Satz: € ž ín íau (eín bíaues A) íst nícht
rot (íst nícht eín nícht-bíaues A) formaíe ahrheít enthaíten
aber nícht deshaíb, weíí wír von den ín enem Satze
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enthaítenen Tats chííchkeíten zu den entsprechenden esen
bergegangen sínd. Denn erstens haben wír a gesehen, da Ÿ
beí eínem derartígen œ bergange durchaus nícht aus materíaíer
formaíe ahrheít werden mu Ÿ . or aííem aber handeít es
sích durchaus nícht um eínen derartígen œ bergang, da a
ener Satz von den Reaíít ten eín dem nícht ím geríngsten
ntsprechendes aussagt, was ím anderen aííe von den
Ideen ausgesagt wírd. Der Satz, dass díeses bestímmte
íau-da nícht eín Rotes seí, gr ndet seíne ehauptung darauf,
da Ÿ díes eben der tats chííche, empírísch erfahrene Sach-
verhaít seí dagegen gr ndet der Satz, da Ÿ eín íaues nícht
eín ícht- íaues seí, sích auf der Unm gííchkeít ím aííge-
meínsten Sínne, da Ÿ eín seíendes twas eín ícht-
Seíendes seín k nne. ormaí íst díe ahrheít díeses Satzes
aíso nícht deshaíb, weíí er ídeaíe Aíígemeínheíten meínt,
sondern deshaíb, weíí er berhaupt níchts Anderes meínt
aís das, was ín der aíígemeínsten formaíen ehauptung
gemeínt íst, da Ÿ eín seíendes unm gíích eín ícht-
seíendes twas seín k nne. Seíbst der Satz € ž díeses íau-da
kann nícht rot seín enth ít formaíe ahrheít denn ín
díesem aííe gr ndet sích díe ehauptung nícht auf dem
€ ž tats chííchen Sachverhaíte, sondern auf der ídeaíen Un-
m gííchkeít, díe ín aíígemeínster orm ím Satz des íder-
spruchs behauptet wírd. Im íetzteren aííe meínt aíso der
Satz garnícht eígentíích ezíehungen des Tats chííchen,
sondern ezíehungen des Ideaíen, nur behauptet er gíeích-
zeítíg, da Ÿ auch díe índívídueííen írkííchkeíten, ín denen
díe Ideen Reaíít t gewínnen, ín denseíben ezíehungen stehen.
s steht aíso etzt foígendes fest: ede formaíe
ahrheít, íst nur ín S tzen enthaíten, díe esens-
bezíehungen meínen: Denn ede € ž orm ín díesem Sínn
íst, da síe das an víeíen Inhaíten Identísche darsteíít, aís
orm ím eígentííchen Sínne eín esen, und eín Satz, der
nur das Tats chííche aís Reaíes meínt, kann nícht formaíe
ahrheít enthaíten. ormaí ín díesem Sínne íst a nur eín
Satz, an dessen Steííe beííebíg víeí andere S tze stehen
k nnen, deren aíígemeínstes esen er andeutet. Ansteííe
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eínes eíne índívídueííe Tats chííchkeít meínenden Satzes kann
aber níe eín anderer Satz stehen, weíí er nur díese ínmaííg-
keít meínt und níe ber sích heraus auf Anderes symboíísch
híndeutet. Umgekehrt- aber enth ít nícht eder Satz,
der ber esen aussagt, und der wahr íst, ín dem aíso
díe Meínung des Satzes mít dem gemeínten € ž Gegenstand
zusammenstímmt, formaíe ahrheít, sondern es kann
sích sehr wohí um materíaíe ahrheít handeín.
Materíaíe und formaíe ahrheít unterscheíden sích aíso
nícht dadurch, da Ÿ díe síe enthaítenden S tze ín díesem
aííe Aussagen ber Ideen, ín enem aber Aussagen ber
Indívíduaíít ten enthaíten. ír k nnen víeímehr nach dem
Ausgef hrten den Unterschíed von formaíer und materíaíer
ahrheít nur ín foígender eíse feststeííen: ír sahen, da Ÿ
formaíe ahrheíten enthaíten sínd ín S tzen, díe díe aííge-
meíne orm von beííebíg víeíen anderen S tzen bííden díe
S tze, f r díe síe orm sínd, sínd entschíeden weníger formaí,
mehr ínhaítíích bestímmt. as ndert sích nun eígentíích
ín den S tzen, wenn wír von den formaíeren zu den be-
stímmteren bergehen s ndern sích ín gewíssem, gíeích
n her zu bestímmenden Sínne díe Gegenst nde, díe ín den
S tzen gemeínt sínd. hrend ím eígentííchen formaíen
Satze mehr eín Symboí díe Steííe des gemeínten Gegen-
standes vertrat, wírd díeses Symboí ín den ínzeíf ííen durch
ínhaítíích bestímmte Ideen ersetzt.
Gehen wír wíeder zu unserem eíspíeíe, um uns díesen
Gedanken kíar zu machen. Der Satz meínt eín seíendes A
und sagt aus, díeses seíende A k nne unm gíích ícht-
seín weíí nun der gemeínte € ž Gegenstand wírkíích eín
unm gíích ícht- seíendes, weíí seíendes, A íst, so
meínt díe Aussage den Gegenstand, so wíe er íst, der
Sínn der Aussage stímmt mít dem gemeínten Gegenstand
zusammen, so da Ÿ híer ahrheít vorííegt. Díese A und
sínd Symboíe f r írgendweíche bestímmte Ideen, díe
an íhre Steííe treten f r díese gíít dann das f r A und
Geítende. In aíí den ahrheít enthaítenden S tzen, díe aus
dem aíígemeínsten Satz entstehen, íst aber ídentísch eben
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díeses € ž Geítende , díe bestímmte ezíehung der Gr Ÿ en
zu eínander, wíe síe ím aíígemeínen Satze unter Annahme
symboííscher Gr Ÿ en ausgesagt íst. Díese ezíehung íst aíso
ín aíí den ínzeíf ííen der Aussagen ber esenszusammen-
h nge, díe aííe zur seíben Gruppe formaíer ahrheít geh ren,
sích aíso auf denseíben formaíen Satz zur ckf hren íassen,
das Identísche, síe íst das € ž esen aíí díeser esenszu-
sammenh nge, díe Idee aíí díeser Aussagen ber Ideen. Síe
íst es aber auch, díe den Unterschíed verschíedener Gruppen
von formaíen ahrheíten ausmacht denn was zweí ver-
schíedene formaíe ahrheíten voneínander unterscheídet,
das íst gerade der Unterschíed díeser € ž eeíehungen . Díese
€ ž ezíehungen , díe díe eínzeínen formaíen ahrheíten konsta-
tíeren, sínd es aber ferner, díe den eígentííchen ehrgehaít,
das Materíaí der íssenschaften bííden, díe derartíge formaíe
ahrheíten zusammensteííen: ír woííen daher díese
spezífísche ezíehung, díe eíne bestímmte formaíe ahrheít
konstatíert, auch díe ahrheíts- € ž Materíe der betreffenden
formaíen ahrheít nennen. íermít scheínt mír díe Schwíeríg-
keít behoben/ díe, wíe oben bereíts ín eíner Anmerkung er-
w hnt, oízano ríchtíg ín den herk mmííchen ehren der
ogík erkannte, und auch der von uns gemachte Unterschíed
scheínt íhm, wenn auch undeutíích, vorgeschwebt zu haben,
wenn er schreíbt:1) € ž . . . . gegen díe ehauptung, da Ÿ
díe ogík níchts mít ahrheít (der materíaíen n míích) zu
schaffen, sondern bío Ÿ díe edíngungen der formaíen (oder,
wíe man síe auch nennt, íogíschen) ahrheít der S tze
zu entwíckeín habe. Díese ehauptung d rfte, wíe síe da
ííegt, etwas zu unbestímmt seín. Denn ber díe ahrheít
gewísser, namentíích ener S tze, weíche díe ogík aís den
íhr eígent mííchen ehrínhaít aufsteíít ( ber íhre Canones)
hat síe gewí Ÿ zu entscheíden . oízano meínt aíso, díe
ogík habe ber díe materíaíe ahrheít íhrer eígenen ehr-
s tze zu entscheíden. Díese € ž materíaíe ahrheít íst aber
nur materíaí ín ezug auf das, was wír díe € ž ahrheíts-
materíe der formaíen ahrheíten genannt haben.
) íssenschaftsíehre I, Seíte 42.
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ír sehen aber auch etzt, wíe víeí genauer es sích
zeígen í Ÿ t, da Ÿ S tze, díe nur eínmaííge Tats chííchkeíten
meínen, níe formaíe ahrheít enthaíten k nnen. as wír oben
dar ber sagten, mu Ÿ te, da wír das eígentíích esentííche
formaíer ahrheíten noch nícht ín soícher Genauígkeít gefa Ÿ t
hatten, am ern der Sache vorbeígehen. ír sagten oben,
da Ÿ díe € ž orm ín dem Sínne, wíe das ort beí € ž formaíer
ahrheít gebraucht wírd, das víeíen ínzeíf ííen Identísche
seí. Tats chíích íst díes eíne recht ungenaue Ausdrucks-
weíse wír sehen víeímehr etzt, da Ÿ eíne und díeseíbe
€ ž ahrheítsmateríe ídentísch seí ín den víeíen síe enthaíten-
den ínzeís tzen, und da Ÿ díese ahrheítsmateríe festgeíegt
werde ín eínem ganz aíígemeínen Satz, der díese ahrheíts-
materíe ausdr ckt durch eíne Aussage ber symboíísche
Gegenst nde. ín nur eínmaííge Tats chííchkeíten meínender
Satz kann daher níe formaíe ahrheít enthaíten denn er
m Ÿ te dann das meínen, was ídentísch íst ín eíner Reíhe von
S tzen und festgeíegt íst aís ahrheítsmateríe ín eínem aííge-
meínsten symboíísche Gr Ÿ en benutzenden Satz: r meínt
aber nur díe ínmaíígkeíten, ber díe er etwas aussagt.
s bedarf nach díeser estíegung dessen, was formaíe
ahrheít seí, kaum n herer Ausf hrung und rí uterung
dessen, was nun ím Gegensatz híerzu materíaíe ahrheít
seí. Ist formaíe ahrheít enthaíten ín den S tzen, díe, ohne
da Ÿ sích díe Meínung ndert, sích zur ckf hren íassen auf
aíígemeínste S tze, díe íhre Aussagen nur ber symboíísche
Gegenst nde machen, so íst umgekehrt ín edem wahren
Satze, der sích nícht auf derartíge aíígemeínste S tze zur ck-
f hren í Ÿ t, der aíso díe ezíehung der Gegenst nde, ber
díe er etwas aussagt, nur gerade f r díe Gegenst nde, díe
ín íhm auftreten, meínt, materíaíe ahrheít vorhanden. Der
Unterschíed von formaíer und materíaíer ahrheít íst
aíso ín der Meínung der S tze begr ndet: ormaíe ahr-
heít íst da vorhanden, wo der Satz díe von íhm ausgesagte
ezíehung, díe ahrheítsmateríe, ausdr ckíích meínt aís nícht
nur f r seíne Gegenst nde geítend, materíaíe, wo der Satz
síe nur gerade f r díese Gegenst nde geítend meínt. Díe
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ahrheítsmateríe íst dabeí aber híer wíe dort etwas e-
stímmtes, síe íst daher, wíe oízano sích ausdr ckt, aís
eígent míícher ehrgehaít ener S tze € ž materíaíe ahrheít ,
materíaíe ahrheít nat ríích nícht ín unserem Sínn, sondern
durch íhre estímmtheít € ž Materíe .
íeraus ergíbt sích etzt mít eíchtígkeít eíne Scheídung
zwíschen formaíen und materíaíen ahrheíten wír haben
etzt eín ríteríum zu entscheíden, ob ín díesem oder enem
wahren Satze formaíe oder materíaíe ahrheít enthaíten
seí und wír verstehen auch etzt, warum man díe usammen-
fassung von S tzen mít verschíedenen ahfheítsmateríen
zu íssenschaftskompíe en das eíne Maí € ž formaíe , das
andere Maí € ž materíaíe íssenschaft nennt. s seí híer
eín eíspíeí angef hrt: Aríthmetík und Geometríe sínd
esenswíssenschaften, íhre S tze enthaíten Aussagen nur
ber esen, und doch íst díe erstere eíne formaíe, díe andere
aber eíne materíaíe esenswíssenschaft. Denn díe S tze
der Aríthmetík behaupten díe bestímmte ezíehung nícht
nur f r díe von íhnen angenommenen Gr Ÿ en, víeímehr
sagen díe eígentíích aríthmetíschen S tze nur etwas ber e-
zíehungen symboííscher Gr Ÿ en und meínen íhre € ž ahrheíts-
materíe f r aííe Gr Ÿ en, díe an díe Steííe díeser Symboíe
treten. Der Satz (a b)2 a2 2ab 4- b1 behauptet díese
ezíehung nícht nur f r a und b, víeímehr meínt er díese
ahrheítsmateríe f r aííe Gr Ÿ en, díe an díe Steííe von a und
b treten. Sagt eín Satz ( 4)2 2 4 42
aus, so h ngt es von der Meínung des Satzes ab,
ob formaíe oder materíaíe ahrheít vorííegt meínt
er díe ezíehung seíner Gr Ÿ en aís nícht nur beí den be-
stímmten esen und 4 geítend, sondern beí aííen Gr Ÿ en,
wíe es ín aíígemeínster orm ím Satze (a b)2 a2 2ab- -b2
ausgesagt íst, so meínt er formaíe ahrheít. Meínt er aber
nur díe ezíehung gerade der Gr Ÿ en und 4, so meínt er
materíaíe ahrheít er íst dann nat ríích keín eígentíích
aríthmetíscher Satz. Aber auch der díe formaíe ahrheít
meínende Satz ber díe bestímmten Gr Ÿ en geht nícht ín
den ehrgehaít der formaíen Aríthmetík eín: Ihre S tze sínd
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nur díe S tze, díe díe ahrheítsmateríe meínen und dabeí
íhre Aussagen unter uhíífenahme von symboííschen Gr Ÿ en
machen.
Im Gegensatz híerzu meínen díe geometríschen S tze
nur díe ezíehung der bestímmten Gr Ÿ en, ber deren esens-
bezíehung síe etwas aussagen. So meínt z. . der pytha-
goreísche ehrsatz eíne bestímmte ezíehung von í chen,
begrenzt von Geraden, díe ín eíner bestímmten ezíehung
zueínander stehen es íst aber nur ber díe ezíehung
díeser esen etwas ausgesagt, díese Gr Ÿ en k nnen nícht
durch aíígemeíne Symboíe ersetzt werden, an deren Steííe
dann wíeder díe verschíedensten bestímmten Gr Ÿ en treten
k nnen. So hat z. . der geometrísche Satz (a b)2
a2 2ab b2 eínen ganz bestímmten geometríschen Sínn,
índem er aussagt, da Ÿ das uadrat ber der geometríschen
Summe zweíer Strecken ínhaítsgíeích íst der geometríschen
Summe der uadrate ber beíden Strecken, vermehrt um
den doppeíten Inhaít des aus beíden Strecken gebíídeten
Rechtecks. Díeser Satz meínt nur díe ezíehung gerade
díeser esen er kann sehr eínfach geometrísch bewíesen
werden, aber nur unter uhíífenahme von S tzen, díe wíeder
nur ber ezíehungen geometríscher esen etwas aussagen,
und díe sích schííe Ÿ íích heríeíten íassen aus íetzten ahr-
heíten, díe ím Grundwesen der geometríschen esen gr nden.
Der entsprechende aríthmetísche Satz meínt seíne Aussage
f r aííe Gr Ÿ en, er meínt z. ., da Ÿ díe ín íhm enthaítene
ahrheít auch geíte, wenn an díe Steííe seíner symboííschen
Gr Ÿ en Strecken treten. r íeítet sích her aus aíígemeínsten
ezíehungen, díe wíeder ín soíchen formaíen aríthmetíschen
S tzen festgeíegt sínd und schííe Ÿ íích ím Grundwesen der
aríthmetíschen Gr Ÿ en gr nden. Man weí Ÿ daher aus dem
aíígemeínsten formaíen Satz auch den entsprechenden geo-
metríschen, ohne íhn erst geometrísch abzuíeíten, sobaíd man
nur díe geometrísche Deutung des uadrats oder Produktes
von Strecken kennt. (Der Satz gíít z. . auch, wenn man an
díe Steííen von a und b arben setzt nur kennen wír nícht
den Sínn, der den sích dann ergebenden esensbezíehungen
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ínnewohnt, da wír mít den Ideen € ž uadraten von arben ,
€ ž Produkten von arben , a seíbst € ž Summen von arben
níchts anzufangen wíssen.)
Man síeht, da Ÿ díeser Unterschíed von formaíer und
materíaíer ahrheít den esensunterschíed von Geometríe
und Aríthmetík ausmacht, und man erkennt íeícht, da Ÿ díes
von au Ÿ erordentíícher edeutung f r díe ganze Grundíegung
der Mathematík seín d rfte da Ÿ z. . díe ezíehungen
beíder Teííe zueínander nur durch kíare rkenntnís díeses
Unterschíedes eíngesehen werden k nnen. Doch kann es
híer nícht unsere Aufgabe seín, díes weíter zu verfoígen es
handeíte sích f r uns nur um íarsteííung des Unterschíedes
formaíer und materíaíer ahrheít, und díesen gíauben wír
ín dem ísherígen aís eínen grundíegenden íogíschen nachge-
wíesen zu haben.
II. œ ber echte und unechte ahrheít.
as unsere n chste Aufgabe seín mu Ÿ , haben wír ím
eríauf der íetzten Untersuchung gesehen. ír sprachen
von eínem Satze, der ezíehungen von Tats chííchkeíten
meínte, und sagten, da Ÿ díeser unm gíích formaíe ahrheít
enthaíten k nne. ann er nun aber materíaíe ahrheít ent-
haíten Dem steht augenscheíníích das entgegen, was wír
am Anfang díeses Teííes und am nde des ersten Teí es
díeser Untersuchung ausgesprochen haben, aís wír díe Idee
der ahrheít festzuíegen suchten. Díe ahrheít íst a díe
Idee der usammenstímmung von Meínung und Gemeíntem,
eíne eínmaííge usammenstímmung von eínmaíígen Tat-
s chííchkeíten kann nícht eíne Idee seín, sondern h chstens
eín ínzeífaíí, ín dem díe Idee ín índívídueííer Gegebenheít
Reaíít t gewínnt. Deshaíb sagten wír, da Ÿ wír díe Idee
nur fínden w rden ín den aus wírkííchen S tzen durch Ideatíon
gewonnenen S tzen. íe íst es ín nun eínem tats chííche
ezíehungen meínenden Satze kann ín íhm berhaupt ahr-
heít enthaíten seín In gewíssem Sínne haben wír díe rage
schon beantwortet. ír sagten oben, da Ÿ der tats chííche
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ezíehungen beurteííende Satz € ž díeses bíaue twas da íst
nícht eín nícht-bíaues twas , wenn er den Sínn hat, es
kann nícht eín nícht-bíaues seín, sogar eíne formaíe ahrheít
meínt. Denn er meínt dann, trotzdem seíne Aussage auf
Tats chííches geht, garnícht das Tats chííche, oder víeímehr
seíne Meínung beruht garnícht auf Tats chííchem. Tat-
s chííches kann a níe díe Unm gííchkeít eínes Andersseíns
zeígen, es mu Ÿ víeímehr díe ínsícht vorííegen, da Ÿ es dem
esen díeses Tats chííchen wídersprícht anders zu seín.
Der Satz, der díe Unm gííchkeít des Andersseíns aussprícht
f r das Tats chííche, sprícht síe aus f r das Tats chííche,
weíí díeses eíner der índívídueííen ínzeíf ííe von ent-
sprechenden esen íst er bííckt aíso auf díe ídeaíe Un-
m gííchkeít des Andersseíns hín, índem er ber díe tats ch-
ííche Unm gííchkeít aussagt. r meínt aíso díe Tats chíích-
keíten und íhre tats chííche ezíehung ausdr ckíích nur aís
Reaíít t gewínnenden ínzeífaíí der unter den Ideen be-
stehenden ídeaíen ezíehung. r deutet aíso ber das
eígentíích von íhm Gemeínte hínaus ín das Reích der Ideen
und ínsofern meínt er auch formaíe ahrheít mít.
íe steht es nun aber mít den S tzen, díe ausschííe Ÿ -
íích Tats chííches und nur tats chííche ezíehungen von
Tats chííchem meínen, ohne írgendwíe auf ídeaíe ezíehungen
hínzudeuten Man w re sícher geneígt zu gíauben, da Ÿ
ín íhnen ahrheít aís Idee nícht enthaíten seín k nne. Doch
íst díes ín díeser Aíígemeínheít doch nícht so ohne weíteres
ríchtíg. Der Satz sagt ber Tats chííchkeíten etwas aus, und
da er € ž wahr seín wííí, soíí der Sínn dessen, was er ber
síe aussagt, mít den gemeínten Tats chííchkeíten tats chíích
zusammenstímmen er meínt aíso eíne usammenstímmung.
íe meínt er síe aber Aís eíne bío Ÿ eínmaííge, reaíe
r meínt wohí, da Ÿ dem reaíen ewu Ÿ tseín reaíe usammen-
stímmungen m gíích, reaíe vídenzf ííe m gíích seíen, aber
bedeutet seíne Meínung wahr zu seín nícht trotzdem díe Idee
díeser usammenstímmungen íe wírd a eín Satz, der
etwas ber Tats chííches aussagt, so beschaffen seín, da Ÿ
der Sínn der Aussage ber Tats chííches mít díesen gemeínten
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Tats chííchkeíten nur ín reaíen ínmaíígkeíten bereínstímmt,
sondern stets wírd er das esen díeser reaíen usammen-
stímmungen mítmeínen. Daher, wírd man etzt sagen, k nnte
eín tats chííche ezíehungen von Tats chííchkeíten aus-
sagender Satz sehr wohí ahrheít ín echtem Sínne enthaíten,
d. h. díe Idee der usammenstímmung und nícht eínmaííge
usammenstímmungen enthaíten. ormaíe ahrheít kann
er, soíange er ausdr ckíích díe ezíehung nur von bestímmten
Tats chííchkeíten meínt, nícht enthaíten síe íst aber, wíe
wír sahen, auch nícht ín S tzen vorhanden, díe ausdr ckíích
mír ezíehungen von ganz bestímmten esen meínen.
íer mu Ÿ sích aber eín neuer weífeí ergeben. Der
ber Tats chííches aussagende Satz € ž díeses bíaue twas
kann nícht eín nícht-bíaues twas seín meínt ber díe e-
zíehung der ín íhm enthaítenen Tats chííchkeíten hínaus díe
ídeaíe ezíehung von esen, und zwar díeseíbe ídentísche
ezíehung beí beííebígen esen díese ídentísche ezíehung
nannten wír ahrheítsmateríe vor aííem ín ezug auf síe
soííte das ídeaíe usammenstímmen des Sínnes der Aussage
mít dem Gemeínten vorhanden seín. eí formaíer ahrheít
íst díese usammenstímmung denkbar, wenn díe ahrheíts-
materíe verwandt wírd f r díe verschíedensten esen, beí
materíaíer nur, wenn ganz bestímmte esen beteííígt sínd.
Díe ahrheítsmateríe íst aber ín beíden ííen der eígentííche
€ ž Gegenstand aííer díeseíbe ahrheít enthaítenden S tze
síe sagen eíne bestímmte ezíehung aus, und wenn ahr-
heít vorhanden íst, kommt der Sínn der Aussage mít der
ahrheítsmateríe zur Deckung. Díese ídeaíe usammen-
stímmung íst ahrheít aber díe verschíedenen ahrheíten
unterscheíden sích durch díe beí íhnen zur Deckung kommen-
den ahrheítsmateríen. Da nun aber nícht nur díe u-
sammenstímmung an sích, sondern auch díe Art der u-
sammenstímmung eíne ídeaíe íst, mít andern orten, da a nícht
nur das esen aííer ahrheíten, díe Spezíes ahrheít, eín
esen íst, sondern ede ahrheít eíne Idee darsteíít, so
mu Ÿ das, was díe besonderen ahrheíten untereínander
und von der Spezíes € ž ahrheít schíechthín unterscheídet,
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auch Idee seín: Das íst aber díe zu eder besonderen ahr-
heítsídee geh rende ahrheítsmateríe.
un sagten wír aííerdíngs, da Ÿ seíbst díe ber Tats ch-
ííches nícht hínausgehenden S tze, wenn síe wahr seín
woííen, aíso meínen, da Ÿ usammenstímmung des von íhnen
Ausgesagten mít dem Gemeínten bestehe, díese usammen-
stímmung aís eíne ídeaíe meínen. Aber damít, da Ÿ síe nun
auch díe Idee der usammenstímmung meínen, íst es noch
nícht getan. Síe m ssen díese Idee aís eíne bestímmte, sích
von den brígen ahrheítsídeen unterscheídende meínen,
und zwar macht díese Unterscheídung das, was nur beí díeser
ahrheít, ím Gegensatz zu anderen ahrheíten, zur Deckung
kommt, díe ahrheítsmateríe aus. Meínen síe nun aber
auch díese ahrheítsmateríe aís Idee ersuchen wír uns
kíarzumachen, was dazu n tíg íst. Soíí díe ahrheítsmateríe
Idee seín, so soíí díe € ž ezíehung , das was ber Tats ch-
ííchkeíten ausgesagt wírd, Idee seín. Das w rde aber heí Ÿ en,
es soíí, was nur mít der Intentíon auf Tats chííches ausge-
sagt íst, da es Idee seín soíí, eíne von Tats chííchkeíten
unabh ngíge ezíehung seín: Díe ezíehung von Tats ch-
ííchkeíten soíí aíso keíne ezíehung von Tats chííchkeíten
seín - eín íderspruch ín sích.
Um díe híer vorííegenden Unterschíede, denen noch
ímmer eíníge Unkíarheít anhaften d rfte, soíange das Unter-
scheídende nícht gen gend deutíích gemacht íst, zu voíí-
kommener íarheít zu bríngen, seí híer eíníge eítschweífíg-
keít nícht gescheut. ír haben vor aííem zu unterscheíden
zwíschen dem aíígemeínen egríff € ž ahrheít und den ver-
schíedenen ahrheíten: s íst díes ím Grunde genommen
eín hníícher Unterschíed wíe der oben erw hnte, den oíz an o
zwíschen abstrakter und konkreter ahrheít macht. Díe Idee
aíí der empíríschen usammenstímmungen von Meínung und
Gemeíntem nannten wír ahrheít, arum nur díe Idee und
nícht díe eínzeínen empíríschen usammenstímmungen eíí
ahrheít eín íogíscher egríff íst, und weíí aííes ogísche
berempírísch, nícht-tats chíích, aíso nícht zuf íííg íst, sondern
wesensm Ÿ íg. ícht aíso was empírísche uf ííígkeít an
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œ bereínstímmungen zeígt, íst díe € ž ahrheít der ogík:
s sínd nur íhre índívídueííen ínzeíf ííe. ír mu Ÿ ten víeí-
mehr auf das œ berempírísche, auf das aííem uf ííígen, weíí
Indívídueííem, vorausgehende € ž esen der Idee díeser u-
sammenstímmungen hínweísen, auf das, was enseíts steht
von aííem sích díesem oder enem rkennen darbíetenden
tats chííchen, empíríschen usammenstímmen, auf das ge-
wísserma Ÿ en € ž transzendentaíe , kurz, auf das € ž wesensm Ÿ íge.
un waren wír aber schon durch den Unterschíed von
formaíer und materíaíer ahrheít gezwungen, auch nach
eststeííung díeses aíígemeínen egríffs € ž ahrheít auf den
Unterschíed der € ž ahrheíten eínzugehen und so schííe Ÿ íích
auch díe € ž ahrheítsmateríen ín etracht zu zíehen: s
w re das, mít oízano zu reden, der œ bergang von der
abstrakten ahrheít zu den konkreten ahrheíten. e-
trachten wír nun zweí wahre S tze: € ž 2 maí 2 íst 4 und
€ ž díeses Papíer da íst weí Ÿ . Díe € ž ahrheít aís soíche
mu Ÿ nat ríích ín beíden S tzen eín- und dasseíbe seín, síe
soíí a díe Idee der usammenstímmung seín, díe híer wíe
dort zwíschen Sínn der Aussage und Gemeíntem stattfíndet:
Und díe Idee íst eíne und díeseíbe, síe íst ídentísch. íehen
wír nun aber díe ahrheítsmateríen mít ín etracht und
vergíeíchen so díe € ž ahrheíten (d. h. díe wahren S tze,
das € ž ahre ín díesem und enem aíí, und nícht mehr den
Charakter deí ahrheít seíbst), so f íít der Unterschíed
auf: Díe ahrheít, da Ÿ 2 maí 2 gíeích 4 íst, íst etwas œ ber-
empírísches, híer íst aíso díe € ž konkrete ahrheít ebenso
aííem uf ííígen, empírísch Tats chííchem vorausgehend wíe
das, was wír eígentíích aís den íogíschen egríff der ahr-
heít bezeíchneten. Auch díe € ž spezíeííe ahrheít íst aíso
híer durchaus wesensm Ÿ íg, durchaus transzendentaíe ot-
wendígkeít. Anders ím zweíten Satz. Díe € ž ahrheít seíbst
ín díesem Satz íst nat ríích, wíe betont, durchaus ídentísch
mít dem, was wír ím anderen aííe und beraíí ahrheít
nennen. Aber díe € ž spezíeííe ahrheít íst díeses Maí
durchaus zuf íííg, durchaus empírísch und aííes andere aís
transzendentaí-notwendíg. ír sehen aíso, wíe híer der
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€ ž Artunterschíed zwíschen ahrheít seíbst und spezíeííer
ahrheít (abstrakter und konkreter ahrheít) sehr gro Ÿ íst,
w hrend wír íhn ím ersten aííe nícht fanden.
Da Ÿ wír nun aber wírkíích neben dem, was eígentíích
€ ž ahrheít íst, auch díe € ž spezíeííe ahrheít untersuchen
m ssen und so ín R cksícht darauf, was díe ahrheíts-
materíen aus íhnen machen, auch díe € ž ahrheíten ín etracht
zu zíehen haben, ergíbt sích schon daraus, da Ÿ wír andernfaíís
a nícht den Unterschíed zwíschen formaíer und materíaíer
ahrheít h tten feststeííen k nnen. Auch híer íst es a nícht
díe € ž ahrheít , sondern es sínd díe € ž ahrheíten , díe sích
unterscheíden. An der € ž ahrheít werden sích aíso níe
Unterschíede feststeííen íassen, wohí aber an den € ž ahr-
heíten . s gíbt eben ahrheíten, díe ín gewísser ezíehung
artgíeích sínd der ahrheít seíbst, ínsofern síe aííem Denken
vorausgehen wíe aííe íogíschen egríffe und aíso der egríff
ahrheít seíbst, díe aíso ín anderem Ma Ÿ e íhren amen
verdíenen, aís díe, díe durchaus artverschíeden von der
ahrheít seíbst sínd, índem síe nícht aííem Denken voraus-
gehen m ssen. Díesen Unterschíed soíí díe gegenw rtíge
Untersuchung auseínanderhaíten, índem síe ahrheíten eíner
gewíssen Art aís von anderen unterschíeden zeígt.
ír kommen dann, wenn das Ausgef hrte ríchtíg íst,
zu eínem wíchtígen rgebnís: S tze, díe ausdr ckíích e-
zíehungen von Tats chííchem meínen, und síe nur aís e-
zíehungen von Tats chííchem, ohne ínweísen ber Tat-
s chííches hínaus, meínen, k nnen nícht ahrheít ím strengen
Sínne meínen. Síe meínen wohí, da Ÿ das von íhnen Aus-
gesagte mít dem Tats chííchen bereínstímme, síe meínen
aber nícht, da Ÿ ber Tats chííches hínaus díese usammen-
stímmung bestehe síe meínen aíso, da Ÿ nur díese € ž tats ch-
ííche ahrheítsmateríe Inhaít der ahrheít, díe síe meínen,
seí. Síe meínen ahrheít aís ahrheít, denn síe meínen
usammenstímmung aís Idee: aber síe meínen Inhaít der
ahrheít, ahrheítsmateríe, aís Indívídueííes, denn síe meínen
das usammenstímmende nur aís Tats chííchkeít.
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as heí Ÿ t das nun aber s heí Ÿ t díes, da Ÿ der Satz
das usammenstímmende nur meínt aís Tats chííches, nícht
aís Idee, aíso nur aís uf íííges, nícht aís otwendíges.
r meínt díe usammenstíramung seíbst aííerdíngs, wíe wír
sahen, aís Idee, aís dasseíbe, was echte ahrheít íst. Aber
er meínt síe nur soíange aís ahrheít, aís das usammen-
stímmende díeses zuf íííge Díes-da íst. r gebraucht aíso
das an der Idee ahrheít gewonnene esen der ahrheít
ín uneígentííchem Sínne f r das, was ín bertragenem Sínne
nur ahrheít íst, oder umgekehrt ausgedr ckt: r meínt
uneígentííche ahrheít, setzt aber díe usammenstímmung,
díe er meínt, wesensgíeích der echten ahrheít.
Díese íetzten Ausf hrungen veraníassen uns nun aber,
eínen Augenbííck uns eíner gro Ÿ en Gruppe von S tzen zuzu-
wenden, beí der wír nun auch díe chtheít der ahrheít
ín weífeí zu zíehen versucht w ren. ír schaíteten soeben
díe S tze aus, díe ahrheít nur ín unechtem Sínne enthaíten,
weíí síe nur das Tats chííche ín seíner Indívíduaíít t meínten.
íe íst es nun aber mít aíí den S tzen, díe wohí nícht Indíví-
duaíít ten meínen, sondern Ideen, aber soíche esen, díe
das ídos von Reaíem darsteííen íe z. . mít den Saízen
der Geometríe, díe íhre Aussagen ber Raumwesen machen,
díe gewonnen sínd durch Ideísíerung der Gebííde des Raumes,
des Raumes, der doch erst durch das konstítuíerende e-
wu Ÿ tseín aís reaí seíend gesetzt wurde Sagten wír nícht,
da Ÿ ahrheít írreaí seí
íer gíít es nun den Unterschíed der zweí ontraste,
den wír oben erw hnten, kíar ím Auge zu behaíten, den
Unterschíed von Tatsache und esen eínerseíts und € ž Reaíem
und € ž Irreaíem andererseíts, und sích kíar zu werden, ín
weíchem Sínne díe Ideaíít t und andererseíts díe Irreaíít t
der ahrheít betont wurde. ahrheít íst Idee, denn wír
d rfen, wíe eben nochmaís gezeígt wurde, nícht díe índíví-
dueííen, zuf ííígen usammenstímmungen aís íogísche ahr-
heít bezeíchnen. Andererseíts íst ahrheít wíe eder íogísche
egríff írreaí. Das heí Ÿ t: ohí íst ahrheít wíe díe e-
gríffe Gíeíchheít, íeíheít, erschíedenheít usw. níchts ím
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€ ž transzendentaí gereínígten ewu Ÿ tseín ( usserí) ímmanent
orfíndííches, sondern íhm transzendent aber díese egríffe
sínd nícht wíe díe erst vom ewu Ÿ tseín konstítuíerte € ž eít der
írkííchkeít reaí gesetzt. Daher íst díe € ž íogísche ahrheít
írreaí. Damít íst aber nícht gesagt, da Ÿ auch díe eínzeínen
€ ž ahrheíten sích ín dem, wozu síe durch íhre ahrheíts-
materíen spezíaíísíert sínd, nícht auf Reaíít ten bezíehen
d rfen. Unter oraussetzung der nat rííchen ínsteííung,
díe Reaíít ten aís da-seíend setzt, k nnen síe durchaus
,artgíeích seín dem egríff der ahrheít, durchaus ber-
empírísch und aííem Denken vorausgehend, so da Ÿ wír
síe durchaus aís echte ahrheíten ansprechen k nnen.
s íst díes aber nur der aíí, wenn díe.Reaíít t nícht
ín íhrer Tats chííchkeít gemeínt íst, sondern wenn der Sínn
der Aussagen auf Ideen geht. Dann íst wohí díese
usammenstímmung seíbst níchts Reaíes, zumaí a nícht
eínmaí díe Ideen seíbst reaí sínd, sondern nur eín Seíendsetzen
des Reaíen voraussetzen. Aber beí den nur tats chííche
Reaíít t meínenden S tzen haftet díesem usammenstímmen
etwas von dem reaíen € ž Aís gíeích rkennen an was
díeses usammenstímmen von anderem unterscheídet, íst
Reaíes und Indívídueííes, weshaíb wír díese ahrheíten
nur ahrheíten ín unechtem Sínn nannten haftet a díesen
ahrheíten das uf íííge ím Gegensatz zum otwendígen
an, ín ezug auf das n míích, was síe von anderen ahr-
heíten unterscheídet.
ír haben aíso, wenn díes berechtígt íst, neben der
eígentííchen echten ahrheít zu unterscheíden eíne ahrheít,
díe díesen amen nur ín uneígentííchem Sínne verdíent und
beansprucht, díe ahrheít n míích, díe ín aíí den S tzen
auftrítt, díe Reaíít ten nur aís Indívíduaíít ten meínen. s
w re nun auf den ersten ííck naheííegend, den S tzen der
empíríschen íssenschaften, díe sích auf Tatsachen aufbauen,
unterzuschíeben, da Ÿ síe nur unechte ahrheít beanspruchen
woííen und beanspruchen k nnen. s scheínt a, da Ÿ díese
S tze nur Tats chííches meínen, wíe aíí díe S tze, díe
Tatsachen der ín der nat rííchen ínsteííung aís reaí seíend
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gesetzten eít konstatíeren. Denn síe aííe machen Aussagen
ber Reaíít ten, díe síe aís daseíend gesetzt haben. íerdurch
k men wír zu eíner neuen wíchtígen Scheídung der íssen-
schaften, díe sích nat ríích mít der Scheídung ín Ideaí- und
Tatsachenwíssenschaften deckt: In íssenschaften n míích,
díe echte ahrheít erforschen, und soíche, díe das erforschen,
was nur ín bertragenem Sínne ahrheít íst eíne Ausdrucks-
weíse, díe aííerdíngs noch der rg nzung und eríchtígung
bed rfen wírd, wenn wír daran gegangen seín werden, das
esen der íssenschaft genauer zu I umschreíben. s seí
aber híer schon gesagt, da Ÿ díese Scheídung durchaus nícht
eíne Mínderwertígkeít der íssenschaft, díe € ž unechte ahr-
heít f rdert, gegen ber der íssenschaft, díe es mít echter
ahrheít zu tun hat, aussprechen mu Ÿ . Unter der oraus-
setzung n míích, da Ÿ íhre S tze f r ezíehungen ím Gebíete
des Tats chííchen aííeín geíten, dar ber hínaus aber nícht
das geríngste aussagen, unter díeser oraussetzung k nnte
eíne derartíge íssenschaft ín ebenso strengem Sínne íssen-
schaft seín, wíe eíne nícht auf díese oraussetzung gegr ndete,
daher auch nícht durch díe aus íhr erwachsenden e-
schr nkungen ín íhrem Geítungsbereíche begrenzte esens-
wíssenschaft.
III. œ ber wíssenschaftííche ahrheít.
Um híer kíarer sehen zu k nnen, m ssen wír erst- eínmaí
den egríff € ž íssenschaft umgrenzen. íssenschaft hat
es edenfaíís mít íssen zu tun íssen íst aber ímmer
íssen von etwas und díeses íssen von etwas íst ímmer
ín S tzen enthaíten, díe ber díeses twas aussagen. ír
k nnen nun díe Gesamtheít der von Menschen gedachten
S tze, soweít síe wahr sínd, aíso stets € ž ríchtíges íssen
von dem betreffenden twas geben, díe Gesamtheít des
menschííchen íssens nennen oder aber: ín ídeaíem
Sínne kann man díe Gesamtheít aííer wahren S tzen € ž an
sích , díe aíso díe ídeaíe M gííchkeít zu ríchtígem íssen
geben, díe Gesamtheít des íssens aís Idee nennen. -
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íssenschaft íst auf eden aíí usammenfassung von
íssen, aíso usammenfassung von wahren S tzen, díe
ahrheíten díeser S tze unterscheíden sích durch díe ahr
heítsmateríe, durch díe eígentíích wír das € ž twas kennen,
ber das díe S tze íssen geben.
Gehen nun aíí díe wahren S tze, díe Menschen denken,
ín díe íssenschaft eín, oder gehen aíí díe wahren ídeaíen-
S tze, díe díe ídeaíe M gííchkeít des íssens geben, ín díe
Ideaí- íssenschaften eín Da Ÿ díes nícht der aíí íst, haben
wír schon oben betont. ír sagten, da Ÿ eín díe formaíe
ahrheít meínender Satz, der ber díe Gr Ÿ en und 4 eíne
Aussage macht, trotzdem er formaíe ahrheít enth ít, nícht
ín den ehrgehaít der betreffenden formaíen íssenschaft
eíngeht weíí nur der Inhaít des enígen Satzes, der díese
seíbe ahrheít unter enutzung aíígemeínster Gr Ÿ en enth ít,
ín den ehrgehaít der betreffenden íssenschaft eíngeht.
ír k nnen díeses rgebnís auch aíígemeíner ausdr cken:
íne íssenschaft nímmt ín íhren ehrgehaít S tze nur
dann auf, wenn díe ín íhnen enthaítene ahrheít hínsíchtíích
íhrer ahrheítsmateríe noch nícht ín eínem anderen Satze
der íssenschaft enthaíten íst. Und anaíog zu dem oben
angef hrten eíspíeíe werden wír sagen: on aíí den wahren
S tzen, díe díeseíbe ahrheít, d. h. ahrheíten mít denseíben
ahrheítsmateríen enthaíten, gehen díe enígen S tze ín den
ehrgehaít der íssenschaft eín, díe díese ahrheít ín der
aíígemeínsten orm, díe m gíích íst, enthaíten.
Auf eden aíí íst íssenschaft usammenfassung von
wahren S tzen mít R cksícht auf íhre ahrheítsmateríen.
enn wír nun aber díe gesamte usammenfassung der wahren
S tze unter díesem Gesíchtspunkte ín ínzeíwíssenschaften
teííen, so kann f r díe Abgrenzung der íssenschaften
gegeneínander eín Doppeítes ma Ÿ gebend seín. rstens
k nnen wír díe S tze nach íssenschaften gííedern mít
R cksícht auf das esen der ahrheít - echte oder un-
echte ahrheít -, díe ín íhnen enthaíten íst, ohne noch
díe ahrheítsmateríe zu ber cksíchtígen dann aber k nnen
wír íssenschaftsgebíete zusammenfassen und gegen
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andere abgrenzen, beí denen, díe ahrheítsmateríen der ín íhnen
enthaítenen ahrheíten untereínander eíne anderen ahrheíts-
materíen nícht eígent mííche gemeínschaftííche ígenschaft
haben. ) Man síeht híerbeí von vornhereín, da Ÿ wír beí der
zweíten ínteííung Unterabteííungen der Gebíete bekommen, díe
wír gegeneínander abgrenzen, wenn wír nach dem ersten Ge-
síchtspunkte verfahren. Denn soíange wír nur eínteííen nach
der esensverwandtschaft der ahrheíten, díe den eínzeínen
Gebíeten zugeh ren, ohne noch díe Unterschíede der ahr-
heítsmateríen ín etracht zu zíehen, ergíbt sícb díe M gíích-
keít, edes durch esensgíeíchheít der ahrheít zusammen-
gehaítene Gebíet noch eínmaí eínzuteííen unter dem Gesíchts-
punkte der zueínander geh renden ahrheítsmateríen. Und
au Ÿ erdem foígt a aus dem oben Angef hrten, da Ÿ nach dem
ersten ínteííungsprínzíp sích noch garnícht aus der Gesamt-
heít der wahren S tze íssenschaften bííden íassen, da a,
soíange nícht auf díe ahrheítsmateríen geachtet íst, das
Prínzíp noch nícht gegeben íst, durch das wír aus der
Gesamtheít der ahrheíten bestímmte ausschaíten m ssen,
soíche n míích, deren ahrheítsmateríen schon ín den ehr-
gehaít der betreffenden íssenschaft eíngegangen íst. Daher
íst auch das Prínzíp, das beí ínteííung der íssenschaften
auf das esen der ahrheíten achtet, erst anwendbar, nach-
dem schon unter er cksíchtígung der ahrheítsmateríen
díe Gesamtheít der wahren S tze zur íídung von íssen-
schaften bearbeítet íst: So da Ÿ díese neue ínteííung sích
aís Gruppíerung der schon bestehenden íssenschaften
erweísen mu Ÿ .
Díe Gruppíerung der íssenschaften nach dem esen
der ahrheít, díe ín íhren S tzen enthaíten íst, wírd aber
nícht nur eíne theoretísche ínteííung der íssenschaften
und íhre uteííung zu bestímmten Gruppen bedeuten, sondern
síe wírd mít díeser ínteííung díe M gííchkeít geben, díe
Dískussíon des ahrheítswertes díeser Gesamtgruppe zu
er ffnen. Díe rgebnísse n míích, zu denen wír kommen
) gí. ber íssenschaftszusammenh nge usserí, íog. Unter-
such. 1, 6 und I. apíteí. Síehe auch oízano I, Seíte f.
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beí Untersuchung eíner bestímmten Art von ahrheít, werden
ma Ÿ gebend seín beí ínsch tzung der ganzen íssenschafts-
gruppe, deren usammengeh rígkeít darín besteht, da Ÿ díe
ahrheíten aíí íhrer S tze wesensgíeích sínd. Doch híer ber
werden wír erst sp ter zu sprechen haben, es íst a nun
erst unsere Aufgabe, díe ntstehung der íssenschaften
und íssenschaftsgruppen aus der Gesamtheít der wahren
S tze kurz zu skízzíeren.
ír erhaíten nun aber zweí soíche Gruppen, wíe sích
aus den fr heren Ausf hrungen mít Seíbstverst ndííchkeít
ergíbt: eíí wír nur eín ntweder-Cder kennen - denn
ahrheít íst entweder ím strengen Sínne echte ahrheít,
oder aber síe íst es nícht, sondern nur ín bertragenem Sínne
ahrheít € ” , so kennen wír vorerst nur zweí Gruppen von
íssenschaften, íssenschaften, deren S tze ahrheít ín
e aktem Sínne meínen, und soíche, deren S tze nur ahr-
heíten ín bertragenem Sínne meínen. s mag a seín, da Ÿ
es noch verschíedene Arten gíbt, díe wír beí € ž unechter
ahrheít zu unterscheíden haben, ín weíchem Sínne und ín
weícher eíse n míích síe unecht íst: Stets werden díes
nur Untergruppen seín, díe díe ahí der zweí auptgruppen
nícht vermehren.
etzt gíít es aber, díes noch eín weníg kíarer zu fassen,
und wír betrachten zuerst kurz díe erste Gruppe. s handeít
sích aíso um díe Gruppe von íssenschaften, deren S tze
ausschííe Ÿ íích ím strengen Sínne ahrheít enthaíten. Aíí díe
S tze, díe ahrheít ím strengen Sínne enthaíten, díe aíso
díe ídeaíe œ bereínstímmung des Sínnes íhrer Aussage mít
dem Gemeínten meínen, und auch das díeser ahrheít gegen
andere ahrheíten ígent mííche, díe ahrheítsmateríe, aís
ídeaíe ezíehung meínen: Aíí díese S tze werden geordnet
ín ezug auf díe ahrheítsmateríen. Unter aííen S tzen
mít gíeícher ahrheítsmateríe wírd nur eíner gew hít, der
n míích, der díese ahrheítsmateríe ín aíígemeínster orm
meínt díe brígen scheíden aís spezíeííe Anwendung aus.
s gíbt sích nun von seíbst, da Ÿ díe so ín ezug auf díese
ahrheítsmateríen gesíchteten S tze nach der erwandtschaft
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díeser ahrheítsmateríen zusammengeschíossen werden.
Gíeíchzeítíg aber geht noch eíne andere usammenordnung
vor sích: Geíangen wír beí díeser Síchtung zu S tzen, díe
díe ahrheítsmateríe ín aííergr Ÿ ter Aíígemeínheít meínen,
da Ÿ n míích díe ahrheítsmateríe aís ezíehung beííebíger
symboííscher Gr Ÿ en auftrítt, an deren Steííen eín edes
esen treten kann, so sínd díe S tze formaí, und díe
derartíge ahrheítsmateríen meínenden S tze schííe Ÿ en sích
zu formaíen íssenschaften zusammen. Díeser Charakter,
da Ÿ síe ín gr Ÿ ter Aíígemeínheít angewendet werden, íst
díe erste erwandtschaft aíí der híerbeí ín etracht kommenden
ahrheítsmateríen, es werden sích dann noch weítere er-
wandtschaften, díe nícht aííen gemeín sínd, heraussteííen,
díe dann wíeder gr Ÿ ere ompíe e zusammenfassen und
gegen andere abgrenzen so da Ÿ dann unter der Untergruppe
der formaíen íssenschaft sích eíne Anzahí formaíer íssen-
schaften bííden. Geíangen wír aber seíbst beí gr Ÿ ter
eraíígemeínerung nur zu ahrheítsmateríen, díe ganz be-
stímmte esen ín ezíehung setzen, so íst es, wíe oben
hínreíchend ausgef hrt wurde, materíaíe ahrheít. Aíí díese
S tze schííe Ÿ en sích híerbeí zur Untergruppe der materíaíen
íssenschaften zusammen. Aus der sonstígen erwandt-
schaft der ahrheítsmateríen, díe sích a notwendíg ergeben
mu Ÿ schon durch díe Art der esen, díe ín den verschíedenen
ahrheítsmateríen ín ezíehung gesetzt werden, ergíbt sích
dann der usammenschíu Ÿ zu den eínzeínen materíaíen
íssenschaften.
Der ganzen soeben behandeíten Gruppe íst es eígen-
t míích, da Ÿ ín edem aíí díe ahrheítsmateríe es nur mít
esen zu tun hat weshaíb síe auch esenswíssenschaften
genannt werden.1) In íhnen íst aíso stets echte ahrheít ge-
meínt, ahrheít aís Idee, aís reínes esen, ín eder ezíehung
unabh ngíg von írgend eínem erkennenden ewu Ÿ tseín.
íermít h tten wír schon das notwendígste, was ber díese
Gruppe zu sagen íst. eríedígt. ervorzuheben íst noch, da Ÿ
wír, wenn wír ín díeser íssenschaftsgruppe von eíner
) usserí, Ideen zu eíner reínen Ph nomenoíogíe etc. besonders 7.
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Gesamtheít von S tzen sprachen, nícht nur díe gedachten
S tze, sondern díe Idee aíí der S tze, díe derartíge ahrheíten
enthaíten, ím Auge hatten. Aíí díese S tze, nat ríích ín der
oben geschííderten eíse gesíchtet und geordnet, ergeben
díese Ideaí- íssenschaften ber esen díese steííen aber
somít dar díe Idee aííes m gííchen íssens, das sích eín
ewu Ÿ tseín ber derartíge esen.verschaffen kann, so da Ÿ
íssenschaft wírkíích - worauf atorp aufmerksam
macht - h ít, was der ortsínn versprícht, da Ÿ síe
íssen schafft.
ír gehen etzt zu der zweíten Gruppe von íssen-
schaften ber, deren S tze ahrheíten nur ín bertragenem
Sínn enthaíten. Síe enthaíten deshaíb ahrheít ín ber-
tragenem Sínne, wíe wír sagten, weíí díe ahrheítsmateríe
es beí íhnen mít índívídueííen Reaíít ten zu tun hat und nur
ezíehungen von tats chííchen Reaíít ten meínt. Doch sehen
wír eínmaí n her zu, wíe ín díesem aííe aus derartígen
S tzen íssenschaft entstehen kann. ír haben eíne Un-
zahí von S tzen, díe aííe etwas ber Reaíít ten aussagen eín
eder Satz meínt eíne ezíehung von Reaíít ten, und er
meínt, da er wahr seín wííí, da Ÿ díe Aussagen mít dem
Tats chííchen bereínstímmen. Da aber díese Idee der u-
sammenstímmung, díe der eíne Satz meínt, von der usammen-
stímmung, díe eín anderer Satz meínt, sích unterscheídet
durch eíne ahrheítsmateríe, díe eíne ganz índívídueííe e-
zíehung von Reaíít ten darsteíít, so íst das, was díese
€ ž ahrheíten unterscheídet, níchts Ideaíes mehr aís ahr-
heíten sínd síe aíso nícht mehr ídeaí, wenn auch, wíe
ausgef hrt (S. 8), íhre € ž ahrheít , d. h. der íogísche egríff,
der ín íhnen zur Anwendung kommt, eíne Idee íst. ír
bezeíchnen síe daher nur ín uneígentííchem Sínne aís ahr-
heíten. un gíaubten wír aber oben, da Ÿ nícht aííe díese
S tze ín díe betreffenden íssenschaften eíngehen, sondern,
da Ÿ unter íhnen eíne Auswahí stattfíndet, da Ÿ n míích unter
aíí denen, beí denen díe gíeíche ahrheítsmateríe vorhanden
íst, nur eíner herausgegríffen wírd, beí dem síe ín der aííge-
meínsten orm, díe denkbar íst, auftrítt. s scheínt díes
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aber nun híer eíne unm gííche Aufgabe zu seín. Da ín edem
eínzeínen aííe díe ahrheítsmateríe € ž díese ezíehung-da
von € ž díesen Reaíít ten-da íst, so íst díe ahrheítsmateríe
eígentíích doch ín edem Satz eíne verschíedene abgesehen
nat ríích von den S tzen, díe voííst ndíg ídentísch sínd, und
díe daher híer f r uns nícht ín etracht kommen. s bííebe
dann díe M gííchkeít, da Ÿ aíí díe eínzeínen S tze, soweít
síe nícht voííkommen ídentísch sínd, ín díe íssenschaft
eíngehen: So da Ÿ aíso díe Tatsachen- íssenschaften eíne
Unzahí von S tzen enthaíten m Ÿ ten, díe an sích das íssen
nícht bereíchern, sondern von anderen sích nur dadurch
unterscheíden, da Ÿ síe díeseíbe Art ezíehung, díe ene ber
bestímmte Reaíít ten aussagten, wíeder ber andere aussagen
was man díesen íssenschaften doch nícht zutrauen wírd,
da es a íhrem wecke wíderspr che, díe Gesamtheít der
wahren S tze, ohne síe aís € ž íssen geordnet zu haben,
zu vereínígen.
Doch, wírd man sagen, íst dasseíbe a eígentíích auch
beí den esenswíssenschaften der aíí, auch híer íst a díe
ahrheítsmateríe der ausgeschíedenen S tze nícht ídentísch
mít der des aíígemeínen Satzes, der nun ín díe íssenschaft
eíngeht., Streng genommen íst ín eínem wahren Satz, der
ber und 4 eíne ezíehung aussagt, díe ahrheítsmateríe
eben eíne ezíehung der Gr Ÿ en und 4, díe eben nícht
ídentísch íst mít der ahrheítsmateríe, díe díeseíbe ezíehung
der. Gr Ÿ en und 6 darsteíít. Da Ÿ díes aber nícht
ríchtíg íst, haben wír oben bereíts ín unserer Untersuchung
ber formaíe und materíaíe ahrheít gesehen. Der Satz,
der gerade díe ezíehung der Gr Ÿ en und 4 meínt, íst
berhaupt keín aríthmetíscher Satz der aríthmetísche Satz
meínt wohí díe ezíehung der Gr Ÿ en und 4, aber er
meínt síe nícht, weíí es gerade díe Gr Ÿ en und 4 sínd,
sondern er meínt ebenso díeseíbe ezíehung der Gr Ÿ en
und 6: Díe ahrheítsmateríe íst aíso sehr wohí díeseíbe.
eí den S tzen, díe ber índívídueííe Reaíít ten aussagen,
werden wír aber nícht so argumentíeren k nnen. Da síe
Indívíduaíít ten meínen, meínen síe gerade díes-da und níchts
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anderes aíso mu Ÿ eder Satz es mít eíner anderen ahr-
heítsmateríe zu tun haben.
Aber man wírd beí íídung der íssenschaft anders
vorgehen: Meínt auch eder eínzeíne Satz eíne andere Reaíít t
aís eder andere, so wírd doch etwas ín aíí den Reaíít ten
ídentísch seín, das nícht mehr eín Reaíes-da, sondern eín
Reaíes berhaupt íst. eder eínzeíne Satz meínt aííerdíngs nícht
díese Reaíe berhaupt, das gewísserma Ÿ en das gemeínsame
esen díeser Reaíít ten darsteíít denn eín Satz, der Indívídu-
eííes meínt, meínt eben Indívídueííes. ( s íst díes híer a etwas
Anderes wíe beí dem díe ezíehung der esen und 4
meínenden Satze, der sehr wohí díese esensbezíehung aís
nícht gerade díe esen und 4 meínend enthaíten kann,
w hrend eín Indívíduaíít ten meínender Satz ímmer nur díes-da
meínt.) Aber díe íssenschaft nímmt díese S tze, aís ob
síe aííe díese Reaíít t - berhaupt meínten oder víeímehr, síe
scheídet aíí díese S tze aus, weíí síe nícht Reaíít t - berhaupt
meínen und nímmt nur den Satz auf, der Reaíít t berhaupt
meínt aís Repr sentanten aíí der S tze, díe díe eínzeínen
Reaíít ten meínten. Denn der íssenschaft íst díe ahr-
heítsmateríe der díe eínzeínen Reaíít ten meínenden S tze
nur wertvoíí, so weít síe síe betrachtet, aís ob síe eíne e-
zíehung aussagte ber díe Reaíít t berhaupt. um eíspíeí
konstatíert eín Satz, da Ÿ díeses faííende Geídst ck-da ín
beschíeunígter ewegung f íít, eín anderer, da Ÿ dasseíbe beí
díesem faííenden Messer-da der aíí íst. Der erste Satz
meínt gerade díeses Geídst ck, der zweíte gerade díeses
Messer. Aber díe íssenschaft nímmt den Satz, der díese
ezíehung ber Reaíít t schíechthín, ín díesem aííe € ž faííender
rper berhaupt , aussagt. s íst aíso ín gewíssem Sínne
eíne ídeaíísíerte Tats chííchkeít, díe ín díe S tze der ísserí-
schaft eíngeht. Aber auch díese ídeaíísíerte Reaíít t íst nícht
aís esen ím Sínne íogíscher esen, sondern ímmerhín
noch aís Reaíít t gemeínt es íst gemeínt, da Ÿ eín aís da-
seíend Gesetztes, eín Díes-da schíechthín, das ín gewísser
ezíehung etwas den eínzeínen Díes-da Identísches umfa Ÿ t,
aíso ín gewísser ínsícht íhr esen darsteíít, sích ebenso
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verh ít, wíe es díe ahfheítsmateríe der eínzeínen S tze ín
ezug auf díe eínzeínen Díes-da aussagt. rsetzt man ín
den eínzeínen S tzen, díe nur bestímmte Reaíít ten meínen,
díese Reaíít ten durch díeses Díes-da schíechthín, so wírd
díe ahrheítsmateríe ín aííen díesen S tzen ídentísch und
auf díese eíse geht síe ín den Gehaít der betreffenden
íssenschaft eín.
s besteht aíso auch ín díeser ínsícht eín Unterschíed
zwíschen den esenswíssenschaften und den Reaíwíssen-
schaften. In den esenswíssenschaften werden beí u-
sammenfassung soíche S tze ausgeschíeden, díe tats ch-
íích dasseíbe meínen wíe der Satz, der ín díe íssen-
schaft eíngeht síe meínen dasseíbe, weíí síe wírkíích nur
ínzeíf ííe des Aíígemeínen darsteííen. Díeses Aíígemeíne
íst híer das Prím re, aus dem erst das ínzeíne gewonnen
íst díe S tze ber das ínzeíne sagen aus, da Ÿ díeses sích
írgendwíe verhaíten m sse, weíí eíne € ž esenseínsícht íehrt,
da Ÿ díe esen sích entsprechend verhaíten. eí den Tat-
sachenwíssenschaften wírd aííerdíngs so verfahren, aís ob
díe ínzeís tze, aus denen díe S tze der íssenschaft ge-
wonnen werden, nícht nur eín Díes-da meínten, sondern aís
ob das ber díese Díes-da Ausgesagte ín der ínsícht ín díe
ezíehung von deren esen gr nde. In írkííchkeít aber
meínen díe ínzeís tze nur das Tats chííche denn das
ínzeíne íst híer das Prím re, und erst aus dessen eraííge-
meínerung wírd híer das Aíígemeíne gewonnen.
Aber díe ahrheítsmateríe geht ímmerhín ín gewíssem
Sínne genau so, wíe síe ín den ínzeís tzen auftrat, ín den
Gehaít der íssenschaft eín: achdem n míích f r díe
Reaíít ten díeser ínzeís tze eíne Reaíít t schíechthín gesetzt
worden íst, geht síe, wíe síe dann ín den ínzeís tzen
ídentísch íst, auch ín díe íssenschaft ber. s m chte
mír scheínen, da Ÿ híerín eín íderspruch zu den bekannten
Ausf hrungen Ríckerts1) ber díe naturwíssenschaftííche
Methode ííegt. Denn nach dem Ausgef hrten scheínt eígentíích
) esonders ausf hríích ín Ríckert, díe renzen der naturwíssen-
schaftííchen egríffsbíídung,
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keín soícher Gegensatz zwíschen der írkííchkeít und íhrer
wíssenschaftííchen ormung zu bestehen, wíe Ríckert wohí
meínt, wenn er gíaubt, da Ÿ das Ideaí der aturwíssenschaft
eíne íetzte íssenschaft seí, ín díe berhaupt níchts írkííches
mehr eíngehe. Doch wage ích es nícht, híermít díese rage
entscheíden zu woííen.1)
s w rde nach dem Ausgef hrten nat ríích auch íeícht
seín, den Unterschíed zwíschen der naturwíssenschaftííchen
und hístoríschen Methode aufzuzeígen. Gerade híer ber gíbt
a Ríckert ungemeín eíngehende Ausf hrungen, ín denen
er zeígt, wíe díe Geschíchtswíssenschaft gerade díe Indíví-
duaíít t bevorzugt, ím Gegensatz zur aturwíssenschaft, ín
díe das Aíígemeíne eíngeht.2) s ergíbt díes nat ríích, da Ÿ
ín der Geschíchtswíssenschaft wírkíích díe S tze ín den
ompíe der íssenschaft aufgenommen werden mít den
ahrheítsmateríen, díe nur reín Tats chííches ín der unver-
f íschten ínmaíígkeít meínen. íer ersetzen díe S tze, díe
ín díe íssenschaften eíngehen, nícht díe Tats chííchkeíten
der ínzeís tze durch Aíígemeínheíten: íer werden díe
Indívíduaíít ten aíso ín keíner eíse ídeaíísíert. Díe Auswahí
der S tze geht víeímehr nach eíner durchaus anderen eíse
vor sích, edenfaíís nícht dadurch, da Ÿ verschíedene ahr-
heítsmateríen sozusagen auf den gíeíchen enner gebracht
werden. Díeses Auswahíprínzíp kommt aber híer f r uns
weníger ín etracht, wo wír den Aufbau der íssenschaft
nur betrachten, um unsere emerkungen ber díe ahrheít
vervoííst ndígen zu k nnen.
) Auf díe Anfechtbarkeít der Ríckert schen Theoríe, díe ích f r sehr
eíníeuchtend híeít, bín ích durch Corneííus aufmerksam geworden. ( gí.
auch dessen transzendentaíe Systematík, den Abschnítt € ž díe naturwíssen-
schaftííche Theoríenbíídung besonders S. 244.) Im brígen mu Ÿ ten sích
díese Ausf hrungen recht weít von Corneííus Gedankeng ngen entfernen.
Doch verdanke ích auch íhm gerade durch seínen Aufsatz € ž Psychoíogísche
Prínzípíenfragen -, ín dem er aííerdíngs, wíe er (transz. System 188
Anm.) seíbst zugíbt, ííusserí mí Ÿ verstand - díe rkenntnís des Unterschíedes
zwíschen serner und usserís Phííosophíe und damít kíareres erst ndnís
der íetzteren.
2) Ríckert, € ž Grenzen der naturwíssenschaftííchen egríffsbíídung
und € ž uíturwíssenschaft und aturwíssenschaft ,
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Unsere Aufgabe íst víeímehr etzt zu untersuchen, was
sích uns nach dem Ausgef hrten f r den egríff der € ž wíssen-
schaftííchen ahrheít ergíbt. as ahrheít íst, haben wír
festzusteííen gesucht: s íst díe Idee der œ bereínstímmung
des Sínnes der Aussage mít dem ín der Aussage Gemeínten.
as nun díe bestímmten Aussagen von dem aíígemeínen
esen der Aussage unterscheídet, unterscheídet díe ídeaíe
usammenstímmung, díe díe betreffende Aussage meínt, von
dem esen der ídeaíen usammenstímmungen, das aííen
Aussagen gemeínsam íst, unterscheídet ahrheít díeses
Satzes von ahrheít ím Aíígemeínen. (Díeser eínzeíne mu Ÿ
nat ríích, wíe wíederhoít betont seí, keín gedachter Satz
seín.) Und wír nannten díeses Unterscheídende díe ahr-
heítsmateríe. Díese ahrheítsmateríe sahen wír auch beím
Aufbau der íssenschaften eíne Roííe spíeíen, und so wírd
uns der usammenhang baíd kíar seín.
ar eíne ahrheítsmateríe nur ezíehung von tats ch-
ííchen Reaíít ten und trat somít aus der reínen esenssph re
heraus, so wurde damít díe der Aussage eígent mííche
ahrheít, ín dem n míích, was síe von der ahrheít ím
Aíígemeínen unterscheídet, aus dem reín esensm Ÿ ígen
herausgezogen: Síe h rte ín díeser ezíehung aís € ž spezíaíí-
síerte ahrheít auf, ahrheít ín echtem Sínne des ortes
zu seín. - íssenschaften sínd Aussagekompíe e, ín oben
geschííderter eíse entstanden was wír ber díe ahrheít,
díe ín díesen ompíe en eígent míích íst, aussagen k nnen,
mu Ÿ darín begr ndet seín, worín sích díe ahrheít íhrer
S tze gemeínschaftíích von der anderer S tze unterscheídet.
Díe S tze seíbst unterscheíden sích ín ezug auf íhre ahr-
heíten durch íhre ahrheítsmateríen, díe ompíe e unter-
scheíden sích gegeneínander durch das den eínzeínen ahr-
heítsmateríen ín der eínen und der anderen íssenschaft
ígent mííche. Doch íst díes híer f r uns nebens chíícher,
auch íst es oben schon gen gend behandeít es handeít sích
etzt um den Unterschíed von echter und unechter ahrheít,
wíe er díe S tze und díe íssenschaft bíídenden Satz-
kompíe e scheídet.
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Doch es m chte fast scheínen, da Ÿ auch díeses nur eíne
íederhoíung von oben Ausgef hrtem íst haben wír doch
oben schon eíne ínteííung der íssenschaften nach dem
ahrheítswesen íhrer S tze ín esenswíssenschaften und
Tatsachenwíssenschaften vorgenommen, wobeí díe S tze der
eínen Gruppe ahrheít ín strengem Sínne, díe der anderen
Gruppe soíche nur ín bertragenem Sínne enthaíten. Aber
dennoch íst díe foígende Untersuchung nícht berfí ssíg,
víeímehr aís Abschíu Ÿ des ísherígen eíne notwendíge r-
g nzung ener Ausf hrungen. ír hatten oben díe Gesamtheít
der S tze ín soíche eíngeteíít, díe echte, und soíche, díe unechte
ahrheít enthaíten, und hatten díese Scheídung bertragen auf
díe íssenschaften, díe aus díeser Gesamtheít entstanden
waren, so da Ÿ wír auch díe íssenschaften ín zweí Gruppen
gíaubten teííen zu d rfen. un sahen wír aber ím ortgange
der Untersuchung, da Ÿ beí der zweíten Gruppe durchaus
nícht aus der Gesamtheít der S tze etííche ausgew hít werden,
da Ÿ víeímehr Repr sentanten, díe auf bestímmte eíse erst
geformt wurden, ín díe íssenschaft eíngíngen. Daher
besteht noch weíter díe rage: Ist díe Scheídung, díe wír
oben zwíschen den S tzen machten, auch wírkíích ín díeser
eíse auf díe íssenschaften bertragbar Ist aíso díe
€ ž wíssenschaftííche ahrheít der íssenschaften, díe aus
den unechte ahrheít enthaítenden S tzen gebíídet sínd,
auch ín díeser eíse von der ahrheít ín den íssen-
schaften unterschíeden, díe aus S tzen gebíídet sínd, díe
nur strenge ahrheít enthaíten
íssenschaftííche ahrheít íst uns aíso ím Gegensatz
zu ahrheít schíechthín das ígent mííche der ahrheít
der S tze, díe ín den estand der betreffenden íssen-
schaft eíngehen. emerkungen zu den esenswíssen-
schaften zu díesem Punkte er brígen sích denn íhre S tze
sínd eíne Auswahí aus soíchen S tzen, díe eígentíích díeseíbe
ahrheítsmateríe meínten, wíe síe ín den nun ausgew híten
S tzen nur ín aíígemeíner orm auftrítt, und díe durch íhre
esenhaftígkeít díe chtheít der ahrheít sowohí der ur-
spr ngííchen, aís erst recht vor aííem der ausgew híten
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S tze verb rgt. íer íst aíso keín Unterschíed zwíschen
der wíssenschaftííchen ahrheít und der ahrheít.der S tze,
díe noch nícht ín den íssenschaftszusammenhang aufge-
nommen worden sínd: íer íst wíssenschaftííche ahrheít
ahrheít ím echtesten Sínne.
íngehen m ssen wír kurz auf das, was wír oben
Tatsachenwíssenschaften nannten. Díe noch ungeordnete
Masse von S tzen, aus denen díese íssenschaften ent-
stehen, zeígt nur S tze, díe eín Díes-da meínen, und díe
deshaíb nícht ahrheít ím strengen Sínne enthaíten. Anders
íst es nun aber teííweíse beí den geordneten S tzen der
íssenschaft. ínfach ííegt nun híer wíederum der aíí der
hístoríschen íssenschaften, beí denen eíníge der urspr ng-
ííchen S tze aís eínmaííge Reaíít t meínend unver ndert ín díe
íssenschaft eíngehen. nthaíten aíso díe urspr ngííchen
S tze nur ahrheít ín bertragenem Sínne, so íst díes
nat ríích auch beí den S tzen der íssenschaft der aíí:
íer íst aíso wíssenschaftííche ahrheít nur ahrheít ín
bertragenem Sínne.
eí den anders verfahrenden íssenschaften gehen nun ,
aber nícht díe S tze ín díe íssenschaft unver ndert eín,
víeímehr werden an Steííe der S tze, díe índívídueííe Reaíít t
meínen, Repr sentanten gew hít, díe das díesen Reaíít ten
Gemeínsame meínen. íe steht es nun mít der ahrheít
díeser S tze An Steííe eder eínmaíígen, durch íhre Indíví-
duaíít t sích von eder anderen unterscheídenden Reaíít t,
wírd eíne Reaíít t schíechthín gesetzt, wíe wír oben sagten,
gewísserma Ÿ en das esen díeser Reaíít ten. íermít sagt
aber eín soícher Satz ber díe uf ííígkeít hínaus, díe dem
Tats chííchen eígen íst, schon etwas von notwendígen e-
zíehungen aus, díe ím esen díeser Tats chííchkeíten gr nden
soííen. Cb díes aííerdíngs ím € ž esen der Tats chíích-
keíten begr ndet íst, ob das ber uf ííígkeíten ausgesagte
wírkíích wesensm Ÿ íg begr ndet íst, und mít weíchem Rechte
díe íssenschaft so verf hrt: Das sínd ragen der r-
kenntnístheoríe. enn wír híer von der ahrheít díeser
wíssenschaftííchen S tze sprechen, so woííen wír nur den
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ahrheítscharakter díeser ahrheít untersuchen unter der
oraussetzung:, da Ÿ díese ahrheít besteht, da Ÿ aíso wírkíích
œ bereínstímmung der ín den S tzen behaupteten esens-
zusammenh nge mít den g-emeínten usammenh ngen, díe
aíso wesensm Ÿ íg seín m ssen, vorhanden íst. Díese ahr-
heít d rfte man aber dann wohí ahrheít ín echtem Sínne
nennen. Man k nnte daher díe erw hnte erkenntnístheoretísche
rage auch auf foíg-ende eíse formuííeren: íe kommt
es, da Ÿ díe Tatsachenwíssenschaften aus S tzen, díe unechte
ahrheít meínen, S tze heríeíten, díe echte ahrheít ent-
haíten woííen
s er brígt sích fast, noch eínmaí darauf hínzuweísen,
da Ÿ es nur Sínn hat von díesen ahrheíten zu reden unter
oraussetzung eínes € ž Reaíít ten aís da-seíend setzenden
ewu Ÿ tseíns. Aber € ž Reaíít ten werden a auch voraus-
gesetzt ín manchen esenswíssenschaften. íssenschaften
sínd a Gebííde des wíssenden Menschen, und der setzt
ín der nat rííchen ínsteííung Reaíít ten aís da-seíend. Soíange
man aber nur von díesem ín der nat rííchen ínsteííung er-
kennenden Menschen sprícht, í Ÿ t sích sogar ants rkí rung,
der ahrheít aís œ bereínstímmung der rkenntnís mít dem
Gegenstand rechtfertígen, díe nat ríích unzuí ngíích wírd,
sobaíd wír das eígentííche und aíígemeínste esen der
ahrheít zu erfassen suchen. s gíbt aííerdíngs auch
íssenschaften, díe díeser oraussetzung nícht bed rfen: Síe
sínd aíso eígentíích mehr daher aís € ž íssenschaften : Síe
sínd díe Idee des íssens, da síe díe ídeaíe M gííchkeít
zu unbedíngt ríchtígem íssen geben.
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enutzte íteratur.
oízano, íssenschaftsíehre. Suízbach 18 7.
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ebensíauf.
Ich, Símon Posen, wurde am 20. uíí 1894 zu rank-
furt am Maín aís Sohn des Rabbíners Gerson Posen
geboren. Ich bín díscher Reíígíon. Ich besuchte von
Cstern 1900 bís Cstern 1909 díe orschuíe und Reaíschuíe
der € ž Israeíítíschen Reíígíonsgeseííschaft zu rankfurt am
Maín und trat Cstern 1909 ín díe Cbersekunda des híer-
Reaígymnasíums eín ín díeser Schuíe bestand ích Cstern
1912 díe Reífepr fung. Ich studíerte nun zuerst taímudísche
íssenschaften an der rankfurter Taímud - ochschuíe
€ ž Thora- ehranstaít unter eítung von , errn Rabbíner
Dr. reuer. Seít dem íntersemester 1914/1 war ích
au Ÿ erdem an der rankfurter Uníversít t ímmatríkuííert, wo
ích mích ín den ersten Semestern vor aííem phííosophíschen
und hístoríschen Studíen wídmete. Meíne Studíen mu Ÿ te
ích aber am nde des Sommer-Semesters 191 auf mehrere
ahre unterbrechen, da ích, seít nde uní zum eeresdíenst
eíngezogen, vom Cktober 191 bís nach Abschíu Ÿ des
affenstííístandes ím eíde war. ach meíner R ckkehr
und ntíassung aus dem eeresdíenste zu egínn des ahres
1919 nahm ích meíne Studíen an der Uníversít t zu rank-
furt am Maín wíeder auf. Auch etzt tríeb ích vor aííem
phííosophísche Studíen, besch ftígte mích aber auch weíter
mít geschíchtííchen Studíen durch Arbeíten ím Gebíete der
ogík und rkenntnístheoríe wurde ích baíd auch mathema-
tíschen Studíen zugef hrt.
Seít egínn des íntersemesters 1920/21 nehme ích
au Ÿ erdem an den Sítzungen des unter Professor Messers
eítung stehenden phííosophíschen Semínars zu Gíe Ÿ en teíí.
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