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1. Aliens ou Anjos_Divulgação

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Sumário

Introdução Capitulo I

Quem São Eles? Descortinando Capítulo II

Segue outras passagens enigmáticas História Mal Contada dos Anjos Capitulo III

Na Bíblia e no Livro de Enoque

A Face Oculta dos Anjos

Muitos Enigmas Os Filhos dos Deuses Os Nephilins Capitulo IV Os Vigilantes

Lendas Contém a Verdade Mistificada Capítulo V

O Começo da Confusão

Juntando As Peças

Quando Os Deuses Desceram As Carruagens de Deus O Filho do Homem Virá Numa Nuvem Rolo Voador Nuvem ou Nave?

Enviados Ajuntarão Os Escolhidos Jesus no Monte da Transfiguração Capítulo VI O Avistamento de Ezequiel

Extraterrestres no Livro de Mórmon? Mitos Pré-Colombianos A Chegada dos Deuses Lendas Peruanas Capítulo V II O Testemunho Nativo Quem Era Moroni?

Mais Lenha no Fogo

Registros Insólitos da Humanidade Sumérios Egípcios

Arquivos do Desconhecido

Memórias Romanas Fenomenais Registros Chineses Em Todo Planeta Capitulo VIII

Astronautas na Era das Cavernas Erich Von Daniken Zecharia Sitchin

Ufo Arqueologia

Arte Ufológica Pré-Histórica Enigmas Arqueológicos

O Mistério dos Dogons

O Passado Oculto do Homem Uma História Não Contada Astronomia Neolítica Arqueologia Psíquica

Capitulo IX

Astrologia Pré-Histórica Arqueologia Astronômica Capitulo X Arqueologia Matemática

Anjos: Deuses ou Extraterrestres? Muito Além da Ficção Capítulo XI

Óvnis e Sua Propulsão Óvnis e o Sigilo Capítulo XII

Segredos Ufológicos

Rapidinhas Ufológicas Conclusão

Conhecimento Humano ou Extraterrestre? Apêndice

Vida Biológica: Dádiva de Quem?

Ufologia: Perguntas e Respostas Bibliografia Glossário

Pedidos:
E-mail: arquivowx@gmail.com Cel.: 42-9932-6191 Ponta Grossa – PR ©Todos os direitos reservados ao autor da obra.

Introdução
Robert Charroux dedica em seu “Livro dos Segredos Traídos”, vários capítulos á natureza dos anjos e das emanações divinas. Quem eram, interroga Charroux, esses filhos de Deus ou filhos dos deuses, a quem os doutores da igreja chamam de anjos? Seriam criaturas celestes vindas do reino de Deus-Pai, as que teriam descido ao planeta Terra para cortejar as mulheres terrestres, no caso de Gênesis 6? Os homens do tempo da física quântica, dos computadores, da internet e das naves espaciais podem acreditar como criam os nossos antepassados? Mas se estes anjos representam uma verdade escondida, quem são e de onde vêm? Após uma longa demonstração, em que cita, a Bíblia, Santo Agostinho, alguns doutores da Igreja, o livro de Enoque, e conclusões do concílio de Laodicéia em 366, o extraordinário pesquisador francês conclui: “Os anjos bíblicos são visitantes extra-planetários”. Poucos dias antes e depois do descobrimento da América, segundo consta no diário de bordo de Cristóvão Colombo, tanto ele como Pedro Gutierrez e outros membros da tripulação puderam observar em várias oportunidades uma espécie de luz que se elevava e descia do céu. O filósofo Próclus, que viveu de 410 á 485 de nossa era, sabia que todos os planetas possuíam satélites invisíveis a olho nu, girando em torno deles. Ele escreveu um tratado hermético, La Vierge du Monde, ignorado pela ciência oficial da época, no qual conta que a deusa Isis ensinava a seu filho Hórus, que o deus Hermes tinha vindo das estrelas para ensinar a ela e a Osíris as combinações matemáticas, assim como as artes e ciências necessárias á civilização. Terminada sua missão retornou as estrelas, após ter recomendado a seus alunos que ocultassem e conservassem cuidadosamente os livros em que ele próprio havia registrado todos os segredos. Para compreendermos com profundidade o que está por trás destes misteriosos seres que aparecem na Bíblia sob o título de anjos, na mitologia de muitos povos como semideuses, nos Vedas como Devas, no Zend-Avesta dos persas de Ameshapendas, Yzeds etc., é necessário muito mais precisão do que encontramos na literatura teológica cristã e em obras esotéricas, necessário seria que estudássemos todas as pistas físicas deixadas no rastro de inúmeros povos fantásticos, bem como todo o universo mitológico destes. Faço uma distinção sem querem entrar nesse campo entre manifestações fenomenais espiritualistas e aquelas de cunho extraterrestre. Na Bíblia há muitos relatos carregados de um forte teor ufológico, mesmo que os doutores e teólogos cristãos façam vistas grossas, já que muitos seres que ali se apresentam são reverenciados como deuses, mesmo comendo, e bebendo como seres humanos normais, refiro-me aos Malakim e Elohim. É interessante notar certas expressões que aparecem no texto bíblico quando estes se afastam: “Vimos a Deus e vamos morrer!” Outras como: “Ele tinha o semblante do anjo do Senhor”; “E o Senhor (Elohim) apareceu a Abraão...”.

Expressões como estas nos fazem pensar que a origem da religião como centro de convergência de uma cultura, elo da tradição de um povo, esquema para apaziguar a mente dos homens, etc., pode estar muito mais ligada a manifestações de seres intergalácticos do que com genuínas aparições de um Deus Todo-poderoso. Isto é o que eu tentarei demonstrar nas linhas que seguem.

Capitulo I Quem São Eles?

Descortinando
Aparecem na Bíblia e no misterioso livro de Enoque os seguintes termos aplicados a seres superiores: ELOHIM – “No princípio Elohim criou os céus e a terra.” Gn 1:1; Voltaire em seu “Dictionnaire Philosofique, ed. 1860, t. 13 - p. 459, nos dá a seguinte explicação: “Aquele que possui um pouco de instrução na língua hebraica não pode ignorar que o verdadeiro sentido deste texto é: No princípio os deuses criaram os céus e a terra. A idéia de que os céus foram criados para a terra sempre prevaleceu entre os povos ignorantes do passado. É como se disséssemos que havendo Deus criado as montanhas e um grão de areia, criou aquelas para este e não o contrário”. Esta tradução fere o entendimento dos cristãos que vêem nesta palavra uma alusão ao Deus todo-poderoso. No capítulo 1:26 mais uma passagem, entre dezenas de outras em que o mesmo termo aparece: “Então disse Elohim: Façamos o homem conforme a nossa imagem e semelhança e que eles dominem sobre os peixes do mar...” Na seqüência, Gênesis 3:22, está escrito: “O homem já é como um de nós conhecendo o bem e o mal...” Observe que, a palavra Elohim está no plural na língua hebraica,portanto não seria errado traduzirmos esta palavra por deuses, anjos e juízes. Esta palavra faz uma menção velada a seres altamente evoluídos que estavam envolvidos com a criação do planeta e não ao Deus todo-poderoso. QUERUBIM – “Ele baniu o homem e colocou diante do jardim do Éden, os querubins e a chama da espada fulgurante para guardar a entrada do jardim”. (Gn 3:24;) Não podemos descartar a influência assírio-babilônica na sua origem, visto que KIRUBU ou KARABU era o nome que recebiam as esculturas que tinham cabeça de homem e corpo de animal (esfinge), os guardiões dos templos assírios. SERAFIM – “Os serafins estavam acima dele, cada um tinha seis asas, com duas delas cobriam suas faces, outras duas cobriam seus pés e com duas voavam”. (Is 6:2;) ARCANJO – “Quando o Senhor, ao sinal dado, á voz do arcanjo e ao som da trombeta divina, descer do céu, então os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”.( I Ts 4:16;)

Também nas passagens: “E no entanto o arcanjo Miguel, quando disputava com o diabo, discutindo a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu pronunciar uma sentença injuriosa contra ele, mas limitou a dizer: o Senhor te repreenda!” (Jd 9;) O termo “príncipe” aparece no livro de Daniel como um sinônimo de arcanjo: “O príncipe do reino da Pérsia me resistiu durante vinte e um dia, mas Miguel, um dos primeiros príncipes veio em meu auxílio” (Dn 10:13;). “Ninguém me presta auxílio para estas coisas, senão Miguel vosso príncipe”. (Dn 10:21;) “Neste tempo levantar-se-á Miguel. O grande príncipe que se conserva junto dos filhos do teu povo”. (Dn 12:1;) Gabriel também aparece no livro de Daniel sem título (Dn 8:16; 9:21;). Daniel o chama de homem e não de príncipe. MALACHIM – O termo anjo vem do grego agellos e significa “mensageiro, enviado”. O equivalente no hebraico é malach, de mesmo significado. O que precisa ser dito acerca da hierarquia angelical é que a Bíblia faz inúmeras menções aos anjos, mas não dá clara idéia sobre a hierarquia deles. É errado afirmar que na maioria das passagens em que aparece, sua aplicação é para seres espirituais, como muitos pensam. Isto ficará evidente quando analisarmos os textos onde o termo aparece. Nas passagens que seguem os anjos aparecem sem nenhuma especificação: Gn 19:1; 28:12; Sl 103:20; 148:2; Mt 13:41; 26:53; Lc 16:22; Hb 12:22; Ap 5:11; NEPHILIM – Este termo aparece em algumas passagens bíblicas e no livro de Enoque. Na versão bíblica septuaginta, a primeira versão bíblica grega do Velho Testamento, este foi erroneamente traduzido por gigantes. Mas segundo a exegese do Dr. Morgenstern do Hebrew Union College, nephilim quer dizer: “os caídos”. Nephilim também foi traduzido na versão do livro de Enoque para o Inglês em 1821 pelo Dr. Richard Lawrence, professor de hebraico da Oxford, por “vigilantes”. GRIGORI – Outro termo usado para anjos quer dizer vigilantes, cuja origem é a palavra grega “egregoris, grigori” que significa “aqueles que vigiam”. Estes seres aparecem nos livros apócrifos e pseudoepígrafos de origem judaica, como o de Enoque e o dos Jubileus. Seus descendentes, segundo a tradição hebraica são os nephilim, palavra hebraica que significa “aqueles que caíram”, traduzido como “gigantes”, na mais conhecida versão grega da Bíblia hebraica (versão septuaginta), uma raça monstruosa que aparece, na teogonia de Hesíodo (907 a.C.), como os titãs. O livro dos Jubileus, também conhecido como o livro da revelação de Moisés traz um registro de como os vigilantes caíram que é similar ao do livro de Enoque. Explica que os vigilantes originalmente desceram a Terra para ensinar a humanidade a fazer o que era

justo, mas eles pecaram com as filhas dos homens porque estes começaram a se misturar com as mulheres terrenas. Obs.: “Os termos: Querubim, Serafim, Elohim são de fato terminologias aplicadas ás diferentes classes de seres de uma esfera espiritual superior no texto bíblico. Na Bíblia os únicos espíritos nominados pertencentes a uma destas classes são Miguel e Gabriel. No livro de Enoque encontramos uma lista completa com todos os arcanjos: Gabriel, Miguel, Raphael, Surial, Uriel, Raguel E Sarakiel. Seriam seres elevados que operam na Terra. O termo hebraico Malachim (mensageiros, enviados), comumente traduzido como “anjos” na Bíblia, aparece com uso genérico na Bíblia, nem sempre classifica uma classe de seres”.

Capítulo II A Face Oculta dos Anjos

Na Bíblia e no Livro de Enoque
Anjos chamados de Deus, senhor; com corpos e apetites humanos? A intenção deste capítulo é analisar detalhes que passam despercebidos da maioria das pessoas que estudam a Bíblia, inclusive dos teólogos ao longo da história. Refiro-me as contradições de certas passagens bíblicas, nas quais observamos as palavras “Deus, Senhor, anjos e homens”, aplicados aos mesmos personagens, tornando estes textos ininteligíveis e até mesmo sem pé nem cabeça. Mas como compreender os equívocos destas mal traduzidas passagens? Os seres que se apresentam nestes textos, que momentos são chamados de Deus, e em outro são chamados de anjos (malachim – mensageiros) filhos de Deus (bene ha elohim – filhos dos deuses), quem são? Todos são seres de mesma categoria? As passagens bíblicas que seguem são para demonstrar que os seres denominados de anjos em muitas passagens bíblicas, são na verdade de carne e ossos:  “Depois apareceu o Senhor nos carvalhaes de Manre... Levantou Abraão os olhos e viu três homens em pé a sua frente. Vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e prostrou em terra. Disse ele: Senhor meu, se achei graça aos teus olhos, rogo-te que não passes do teu servo. Traga-se um pouco d’água e lavai os pés e repousai debaixo desta árvore. Trarei um bocado de pão para que possais refazer as vossas forças depois passareis adiante: eles responderam: faze como disseste. Tomou também coalhada e leite e o bezerro que tinha preparado e pôs tudo diante deles, ficando ele em pé ao lado deles debaixo da árvore e eles comeram. Disse o Senhor a Abraão. Levantando-se aqueles homens dali, olharam para a direção de Sodoma...E foi-se o Senhor, logo que acabou de falar com Abraão...” Gn 18:1-16,33; Comentário: O verso 1 desta passagem fala da aparição de Deus á Abraão, mas no verso 3 o que observamos é a aparição de 3 homens. Estes são reverenciados, alimentados e o patriarca se diz servo deles, além de alimento este ofereceu-lhes água e repouso. No verso 3,13,14 e 33 o termo Senhor (Deus) também aparece aplicado a esses seres. Sabemos por passagens como esta que a aparição de Deus na Bíblia nada mais é do que a manifestação dos elohins que no hebraico não se refere ao Deus todopoderoso como pensam muitos cristãos.  “Á tarde chegaram os dois anjos a Sodoma. Ló estava sentado á porta de Sodoma e vendo-os levantou-se para os receber e prostrou-se com o rosto em terra. Disse ele: Meus senhores, entrai, peço-vos. Na casa do vosso servo e passai nela á noite e lavai os pés, de madrugada vos levantareis e ireis vosso caminho. Responderam eles: Não, antes passaremos a noite na rua. Mas Ló insistiu muito com eles, pelo que foram com ele e entraram. Ele lhes deu um banquete, assando-lhes pães asmos e eles comeram. Entretanto, antes que se deitassem, os homens daquela cidade cercaram a casa, os homens de Sodoma, desde o moço até o velho, todo o povo de todos os lados. Chamaram a Ló e

lhe perguntaram: Onde estão os homens que entraram esta noite na tua casa? Traze-os pra fora para que os conheçamos.Tenho duas filhas virgens. Eu vo-las trarei para fora e lhes fareis como bem vos parecer. Somente nada façais a estes homens, pois se acham sob a proteção do meu teto. Aqueles homens porém, estendendo a mão, fizeram Ló entrar para dentro da casa e fecharam a porta. Então feriram de cegueira os homens que estavam do lado de fora, desde o menor até o maior...Disseram aqueles homens a Ló: Tens alguém mais aqui? Porque nós vamos destruir este lugar.” Gn 19:1-12; Comentário: Os dois seres desta passagem estavam entre os três que apareceram a Abraão. Ló ofereceu-lhes um banquete e eles comeram como fazem na passagem anterior. Por quatro vezes são chamados de homens, mas também são chamados de senhores. Um ponto chama a atenção: Estes seres que nesta passagens são chamados de senhores e homens, são os mesmos personagens do capítulo 18, por que naquela passagem aplica-se á eles o termo Senhor (Deus)? Exemplo de mais uma tradução equivocada do texto bíblico, pois em ambos os casos no original estes são chamados de Elohim (deuses). Com certeza possuíam algum poder incomum, pois quando os sodomitas tentam invadir a casa de Ló para tentar violá-los sexualmente, demonstram possuir poderes sobrenaturais cegando-lhes. Eles não dizem Deus vai destruir este lugar, mas que eles próprios destruirão aquela cidade juntamente com Gomorra.  “Jacó porém, ficou só e lutou com ele um homem até o romper do dia. Jacó chamou aquele lugar Peniel, pois disse: Vi a Deus face a face”. Gn 32:24,30; Comentário: Em mais esta passagem, cujo subtítulo em algumas Bíblias é: “A luta de Jacó com Deus”, por seis vezes a palavra homem aparece, mas o fato é que no final Jacó considerou ter visto o próprio Deus, inclusive o nome do lugar foi alterado para “Peniel” que em hebraico significa “a face de Deus”. A contradição é visível, por seis vezes aquele ser é chamado de homem, mas o que dizer desta frase: “Vi a Deus face á face”. Por que no texto tantas vezes aparece a expressão “homem”, mas no final registra-se que Jacó considerou ter visto o próprio Deus? Que poderes teria demonstrado aquele personagem com o qual Jacó se defrontou para ser nominado assim? Seria mais uma aparição na Bíblia de um ser alienígena, possuidor de uma tecnologia tão superior a ponto de ser chamado de Deus?

“Ora, estando Josué perto de Jericó, levantou os olhos e viu que se pôs em pé diante dele um homem que tinha na mão uma espada nua. Chegou-se Josué até ele e perguntou-lhe: És tu dos nossos ou dos nossos inimigos? Respondeu ele: Não. Mas venho agora como príncipe do exército do Senhor. Então Josué se prostrou sobre o seu

rosto em terra e o adorou e perguntou-lhe: Que diz meu Senhor do seu servo?” Josué 5:13-14; Comentário: Temos aqui um quadro bastante sugestivo. Um ser se apresenta como príncipe do exército do Senhor, é chamado de homem, de Senhor (Deus), e por fim recebe a adoração de Josué. Elementos que tornam esta passagem um tanto complexa do ponto de vista teológico: Josué lhe pergunta se era um dos seus, o que deixa claro que na aparência ele não era diferente de outros homens. Por que Josué lhe diz ser seu servo e o adora com seu rosto em terra, sendo que conforme os dez mandamentos somente o Deus todo-poderoso deve ser adorado?  “O anjo do Senhor veio e assentou-se debaixo do carvalho...quando o anjo do Senhor apareceu a Gideão lhe disse: O Senhor é contigo, homem valente! O Senhor olhou para ele e disse: vai nesta tua força...O Senhor olhou para ele...Tornou-lhe o Senhor...Preparou um cabrito e bolos asmos e o apresentou ao anjo do Senhor. E o anjo do Senhor desapareceu da sua presença. Então Gideão viu que era o anjo do Senhor e disse: Ai de mim Senhor Deus, que vi o anjo do Senhor face á face. Porém o Senhor lhe disse: Paz seja contigo! Não temas! Não morrerás!” Juízes 6:11-23;

Comentário: Afinal, com quem Gideão falou em mais este confuso texto bíblico? Um momento é o anjo do Senhor, no momento seguinte é o próprio Deus, e por fim o anjo do Senhor de novo. O que chama atenção é que ele só percebe que aquele personagem é um mensageiro enviado, quando este desaparece de sua presença, o quê o fez pensar assim? Seria pela forma como este parte para o espaço, quem sabe numa nave? Gideão, assim como Abraão e Ló fizeram, ofereceu-lhe um banquete, no entanto este não come o alimento que lhe é oferecido. O instrumento que ele carrega é descrito como “cajado”, cujo fogo chegou a consumir a oferta que recebera. Para que serviria um “cajado” para um anjo do Senhor, como se refere o texto  “O anjo do Senhor apareceu a esta mulher e lhe disse: és estéril e nunca deste á luz, mas conceberás e terás um filho. Então a mulher entrou e disse a seu marido: um homem de Deus veio a mim, cujo semblante era como de um anjo de Deus. Apressou-se a mulher e correu para dar a notícia a seu marido e lhe disse: Ele está aqui. O homem que me apareceu outro dia. Então Manoá levantou-se e seguiu a sua mulher e veio aquele homem e lhe disse: és tu o homem que falou a esta mulher? Manoá não sabia que era anjo do Senhor. Disse ele a sua mulher: Certamente morreremos vimos á Deus!” Juízes 13:3-22;

Comentário: O ser que é primeiramente chamado de “anjo do Senhor”, nos versos seguintes é chamado de homem de Deus (verso 6) e de homem (versos 10,11). Manoá, como Gideão, na passagem anterior, a princípio não suspeita que aquele ser era um mensageiro de Deus (anjo do Senhor), só chegando a esta constatação posteriormente. Afirma o texto que Manoá e sua mulher no final concluem terem visto o próprio Deus, a razão pela qual o casal chegou a

esta conclusão deve ter sido a mesma que levou Abraão, Ló, Jacó, Josué e Gideão a adorá-los com o rosto no chão em passagens anteriores. Portanto, fica claramente demonstrado que os visitantes destas passagens bíblicas não são seres espirituais, mas seres que possuem aparência de seres humanos.

Outras passagens enigmáticas:
  “Andou Enoque com Deus; e já não era, porque Deus o tomou para si”. Gn 5:24; “Indo eles andando e falando, de repente um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro e Elias subiu ao céu num redemoinho.” II Reis 2:11; “Naquela mesma noite saiu o anjo do Senhor e feriu no arraial dos assírios cento e oitenta e cinco mil deles.” II Reis 19:35; “Estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel que eu tinha visto na minha visão ao princípio veio voando rapidamente.” Dn 9:21; “Levantei os olhos, olhei e vi um homem vestido de linho e os seus lombos com ouro fino de Ufaz. O seu corpo era como berilo, o seu rosto parecia um relâmpago, os seus olhos eram como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés como o brilho do bronze polido e a voz de suas palavras como a voz de uma multidão.” 10:5-6;

 

Os anjos aparecem tardiamente na teologia judaica, influenciada pelas culturas mais marcantes do médio e extremo oriente, como a indiana e a persa, por exemplo. Os livros mais antigos da Bíblia falam vagamente de seres divinos chamados malach (malachim–plural no hebraico e aggelos no grego), de mesmo significado: enviados, mensageiros. Estes são apresentados como regentes do mundo juntamente com Deus e frequentemente identificados com o autor da mensagem da qual são portadores, sendo inclusive adorados com a face no pó por Abraão, Ló e Josué.

História Mal Contada dos Anjos
Segue algumas das mais complexas passagens, cuja origem é o livro de Enoque, que trata de forma mais ampla sobre a questão dos anjos caídos:  “Quando naqueles dias os filhos do homem se multiplicaram, suas filhas nasceram elegantes e belas. E quando os anjos, os filhos do céu, contemplaram-nas ficaram enamorados, dizendo uns aos outros: Vamos, escolhamos para nós esposas entre a progênie dos homens para com elas gerarmos crianças.” Gn 6:2-4; Enoque 7:1-2;

O profeta Enoque, no livro que tem o seu nome, descreve claramente sua viagem interplanetária. No capítulo 19, verso 1 e 2 aparece uma menção sobre o fato acima:  “Então disse Uriel: Eis os anjos que coabitaram com as mulheres e que designaram seus líderes. E, sendo numerosos em aparência, fizeram os homens errarem, oferecendo sacrifícios aos demônios como a deuses”. No livro “Os Segredos de Enoque”(18:1-3), uma explicação intrigante sobre a queda dos anjos:  “Os homens conduziram-me ao quinto céu e lá me deixaram. Contemplei um número infinito de soldados, chamados Grigori, semelhantes a seres humano, porém ainda maiores que os gigantes. Suas faces não tinham vida e o silêncio de suas bocas era perpétuo. Eles não executavam serviço nenhum no quinto céu. E eu disse aos que me acompanhavam: Por que são tão melancólicos e lacônicos estes homens? E eles me disseram: Estes são os Grigori, que com seu príncipe, Satanás (enganador), rejeitaram o Senhor da luz, juntamente com aqueles que estão aprisionados no segundo céu. E três deles desceram desde o trono do Senhor até a Terra, ao lugar chamado Ermon e quebraram seus votos, conhecendo as filhas dos homens, tomando-as como esposas e corrompendo a Terra com seus atos. E geraram gigantes, seres enormes e cruéis”. O capítulo 8 do livro de Enoque homens: fala o que os nephilins ensinaram aos

 “Azazyel ensinou os homens a fabricar espadas, facas e escudos, ensinou-os a produzir espelhos, braceletes e ornamentos para as mulheres, a utilizar pintura para embelezar as sobrancelhas e pedras de todos os tipos e valores, a manusear toda sorte de corantes, fazendo todas estas coisas para alterar o mundo. A impiedade aumentou, a fornicação multiplicou-se e eles transgrediram e corromperam todo os seus caminhos. Amazarak ensinava todos os encantos e propriedades das raízes; Armers, ensinava feitiçarias. Barkayal ensinava observação das estrelas; Akibeel ensinava signos; e Asaradel ensinava sobre o movimento da lua.” Muitos textos bíblicos demonstram a corporeidade ou materialidade dos anjos. Mas quem seriam os anjos (malachim no hebraico = mensageiros, enviados), seres de outras dimensões ou de outros sistemas planetários? É bom não esquecermos que em centenas de passagens na Bíblia o termo anjos é aplicado genericamente, sem nenhuma intenção do escriba de especificar seu grau de hierarquia. Lembro também que os textos bíblicos falam tanto de seres espirituais de dimensões elevadas como de seres interplanetários e os textos do livro de Enoque parece ter influenciado profundamente os escribas da Bíblia.

Enoque fez uma viagem interplanetária, ou seja, viajou em uma nave; o texto é claro quanto a isto, “Revelei-te todos os mistérios. Viste o sol, a lua e os que controlam as estrelas do céu, os que comandam suas operações, estações e movimentos” (Enoque 79:2;). A segunda parte deste livro conhecido como, “Os Segredos de Enoque”, também nos fala do ocorrido, “Aqueles homens me mostraram outro curso, o da lua...” e prossegue:  “E aqueles dois homens me elevaram até o sétimo céu e lá contemplei uma grande luz e tropas impetuosas de poderosos arcanjos, forças incorpóreas, domínios, ordens, governantes, querubins, serafins e tronos”. (16:1; 20:1;)

Muitos Enigmas

Capitulo III

Os Vigilantes
Não só o enigmático livro de Henoc trazem a expressão vigilantes aplicados a seres extraterrestres como també o apócrifo livro dos Jubileus.  “Malalael deu a seu filho o nome de Jared (descida) porque durante o seu nascimento os anjos do Senhor que eram chamados vigilantes desceram á Terra para ensinar a humanidade a fazer o que era justo e direito sobre a Terra”. (Jubileus 4:15;)  “Contra seus anjos os quais ele tinha enviado a Terra e ficou irado o bastante para tirar deles toda a autoridade.” (Jubileus 5:6;) Este livro também registra que uma queda dos anjos similar ao relato do livro de Henoc. Deus ficou desgostoso por causa do desejo deles pelas filhas dos homens. Os frutos da união dos anjos com mulheres são chamados de nephilim.  “Pois por causa destas três coisas: fornicação, impureza e injustiça que o dilúvio veio sobre a Terra. Quando estes casaram com as mulheres cometeram atos ilícitos”. (Jubileus 7:21-22;)

Os Filhos dos Deuses
 “Viram os filhos dos Deuses que as filhas dos homens eram formosas e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. Havia naqueles dias gigantes na Terra e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhe deram filhos”. (Gn 6: 2,4;) A expressão “bene ha Elohim”, corretamente traduzida por “filhos dos deuses”, já que a palavra Elohim, traduzida por Deus pela teologia cristã ortodoxa, está no plural. Muitos pais da igreja viam esta expressão como uma referência aos filhos de Sete, todavia é uma claro equivoco, mas é compreensível que pensassem assim pois, caso contrário, teriam que alterar totalmente a sua concepção teológica. A tradição dos cananeus também usa o termo filhos de Deus (banu ili ou banu ili-mi) nos textos que datam do 14º século antes de Cristo. No panteão cananeu os filhos de Deus são do deus principal El e sua esposa Asherah. Há também referências a expressão em inscrições fenícias do século 7º e 8º a.C., e numa inscrição amonita do 9º século encontrado em Aman, Jordânia. Estas tradições, mais antigas que os hebreus, podem ter sido a origem desta expressão.

Os Nephilins
 “Os nephilins estavam sobre a Terra naqueles dias e também depois. Aqueles eram filhos dos deuses que coabitaram com as filhas de Adão e geraram crianças. Eles foram os poderosos da antiguidade, o povo de Shem.” (Gn 6:4;) A raiz da palavra nephilim é “Nephel”, cujo significado é “aborto” ou “nascido fora do tempo”, também pode estar relacionada á palavra nephelas (nuvem), todas de origem hebraica. A tradição bíblica diz que eles estavam na Terra antes do grande cataclismo mundial, conhecido como dilúvio. É bastante interessante a ligação entre estas palavras, já que nuvem em muitas passagens bíblicas sugere o sentido de nave ou objeto voador. O que ocorre no capítulo 39 verso 3 do livro de Henoc:  “ Uma nuvem então me pegou e o vento levou-me acima da superfície da Terra, colocando-me nos confins dos céus”.

A palavra bíblica mais marcante para gigantes na Bíblia é “nephilim”, que literalmente quer dizer “os caídos”, porque acreditava-se que eles eram descendentes dos filhos dos deuses. Seus descendentes são mencionados nos livros do V.T. até que o último deles foi destruído. A menção a estas criaturas aparecem nas Escrituras Hebraicas, tanto canônicas quanto apócrifas, os escritos de alguns pais da igreja cristã também a eles se referem. Parece muito confuso para os não familiarizados com o estudo técnico dos textos antigos hebraicos se fazer menção em termos como: malachim, nephilim e outros, mas é necessário para que o escritor esclareça certos pontos sem os quais tudo se tornaria incompreensível. A palavra “nephilim”, segundo uma dezena de lingüistas consultados, pode significar: “os que caíram” ou “os que foram lançados” e ainda “os que desceram”, fato é que na primeira versão bíblica mais conhecida como “septuaginta”, um descuido traduziu a palavra apenas como “gigantes”, o que tornou o texto do Gênesis 6 de difícil interpretação. Os nephilins, portanto seriam os gigantes do capitulo 6 do livro do Gênesis, os quais seriam descendentes dos “filhos dos deuses”, estes nephilins seriam criaturas oriundas de uma mistura genética entre humanos e extraterrestres, esta dedução baseia-se nos textos do livro de Henoc e também nas placas sumerianas, que é a fonte original desta história. Estes “filhos dos deuses” (bene ha Elohim) intervieram na história humana gerando uma raça híbrida, comumente chamada de raça de gigantes, os quais também transmitiram aos seres humanos da época, ensinamentos ocultos. O capítulo 8 do livro de Henoc fala o que os “filhos dos deuses” ensinaram aos homens:

 “Azazyel ensinou os homens a fabricar espadas, facas e escudos, ensinou-os a produzir espelhos, braceletes e ornamentos para as mulheres, a utilizar pintura para embelezar as sobrancelhas e pedras de todos os tipos e valores, a manusear toda sorte de corantes, fazendo todas estas coisas para alterar o mundo. A impiedade aumentou, a fornicação multiplicou-se e eles transgrediram e corromperam todo os seus caminhos. Amazarak ensinava todos os encantos e propriedades das raízes; Armers, ensinava feitiçarias. Barkayal ensinava observação das estrelas; Akibeel ensinava signos; e Asaradel ensinava sobre o movimento da lua.” O livro apócrifo do profeta Henoc traz abundantes relatos sobre o contexto da passagem descrita no capitulo 6 do livro do Gênesis. Shemhazai, um anjo de alto escalão guiou um grupo de anjos para descerem a Terra e instruírem os homens, mas a uma certa altura desta missão estes optaram em se envolver com as mulheres dos homens. Eles instruíram a estas mulheres a arte mágica, astrologia e outros conhecimentos variados. Estes também geraram com elas seres de estatura avantajada. Os nephilins foram uma raça de gigantes gerados por inferência de seres que aparecem no texto original da Bíblia sob o nome de “bene ha Elohim” (filhos dos deuses). Quem seriam estes seres chamados de “filhos dos deuses”? Seriam visitantes de outros planetas que usaram as mulheres humanas para aprimorar nossa raça? Como você já observou nem todos os seres chamados de anjos na Bíblia são seres espirituais, pois em várias passagens eles comem e bebem como qualquer um de nós.

Capitulo IV Juntando As Peças

Deuses e Homens
Expressões como: “Apareceu o Senhor...” ou “certamente morreremos, vimos a Deus!” e ainda “vi a Deus face a face”, demonstram não a origem divina ou espiritual daqueles seres que se manifestaram a alguns personagens bíblicos, mas tão somente sua origem extraterrestre.Todos aqueles seres eram vistos na verdade como mensageiros dos deuses. É bom lembrar que Elohim, palavra usada para Deus na Bíblia em mais de 2500 passagens, está no plural na língua hebraica. Em Josué vemos um anjo segurando um instrumento que é descrito como sendo um cajado, mas deduzo que se trata de um instrumento muito complexo para ser definido pelo escriba da época. A famosa passagem em que Jacó teria lutado com um anjo, o que fica demonstrado na verdade, é que não se tratava de nenhuma entidade espiritual, mas de um ser extraterrestre, cuja força era incomum, bastou um toque para colocá-lo fora de combate. Jacó considerou ter visto o próprio Deus. Os seres que visitaram Sodoma e depois a destruíram foram os mesmos que apareceram a Abraão e por ele foram adorados com o rosto em terra. Sara foi avisada que iria dar a luz com 90 anos, com a mesma missão estes seres visitaram a mulher de Manoá, que era estéril e a fizeram dar a luz a Sansão. Maria também é visitada por um ser superior que lhe avisa da sua gravidez especial. Estes fatos são altamente significativos quando comparados com outros eventos que aconteceram em muitas culturas que antecederam os hebreus em milênios, vejo aí um sinal da interferência clara de seres do espaço na evolução humana na Terra.Estas mulheres na verdade, foram inseminadas pelos nossos irmãos de mundos mais evoluídos. Onde está o Deus todo-poderoso nesta história, você deve estar me questionando? O Comando Supremo do universo, ao qual todos os povos acostumaram chamar de Deus, foi quem nos enviou estes mensageiros espaciais, os quais até o dia de hoje monitoram a nossa existência no planeta Terra.

O Começo da Confusão
Referências a seres superiores aparecem explicitas em religiões como o hinduismo, budismo, zoroastrismo persa, na mitologia da mesopotâmia (sumérios, assírios, babilônios, caldeus), judaísmo, cristianismo e islamismo. O tema interessou até filósofos. Para os neoplatônicos, corrente de pensadores que floresceu entre os séculos 2 d.C. e 4 d.C., os anjos, homens, animais, vegetais e os minerais seriam, todos eles apenas diferentes formas de manifestações divinas. Nas tradições antigas os anjos são concebidos como mensageiros entre o mundo celestial e o mundo terrestre. O mesmo Gabriel que anunciou o nascimento do Cristo, apareceu seis séculos mais tarde para Mohammed (Maomé), quando ele meditava numa caverna próxima a cidade de Meca. Era o seu chamado para uma missão profética e a mensagem revelada por este anjo deu origem ao Alcorão. O Novo Testamento da Bíblia está cheio de manifestações angelicais, uma outra passagem muito conhecida é aquela em que dois seres de branco aparecem por ocasião da elevação de Jesus aos céus, onde ele é ocultado por uma nuvem. Uma vez que já sabemos que a palavra anjo é genérica, também concluímos que ela pode ser aplicada a seres desta ou de outra dimensão qualquer, que se envolvem em questões ligadas ao nosso mundo. Os autores da versão bíblica grega (septuaginta), que é a mais conhecida tradução em grego das Escrituras Hebraicas, traduziram o termo “nephilim”, como “gigantes”, eliminando qualquer ligação com “anjos caídos”. Originalmente a palavra para gigante entre os hebreus era “gibborim”, que literalmente significa, “heróis, homens poderosos”, gigante não propriamente no que se refere a altura, mas a capacidade de realizar grandes feitos. Dr. Julian Morgenstern do Hebrew Union College em 1939, fez uma exegese do capítulo 6 do Gênesis. Ele concluiu que, se Isaías registrou sobre a queda de um arcanjo e seus seguidores, o autor do referido capítulo do livro da Criação havia mencionado uma outra queda angelical. O verso 4 do capítulo 6 deste livro é na verdade uma síntese de duas histórias diferentes...  “Os nephilins habitavam a Terra naquele tempo e também depois, quando os filhos de Deus recorreram as filhas dos homens e geraram criança; os mesmo se tornaram homens poderosos que foram homens de renome na antiguidade.” Nota: Esta tradução observou estritamente o que verteu o referido doutor do hebraico para o inglês. O texto coloca lado á lado dois fatos específicos: havia seres na Terra chamados “nephilins”; e eles ainda estavam por aqui quando “os filhos de Deus” desceram esse uniram as filhas dos homens. Afirma o Dr. Morgenstern que os nephilins seriam uma descendência de anjos caídos que se encontravam quando os outros anjos retratados por Henoc, também caíram devido a luxúria. Claro está que os seres chamados de “bene ha elohim,

malachim, elohim”, na Bíblia e “vigilantes, grigori”, no livro de Henoc não são seres imateriais ou espirituais como a teologia cristão quer nos convencer e por outro lado os Nephilins, que aparecem nos dois livros, eram uma raça híbrida, comumente chamada de raça de gigantes. A palavra nephilim tem sua provável origem em nephelas que na língua grega antiga queria dizer: “nuvem”. É bastante interessante a ligação entre estas palavras, já que nuvem em muitas passagens bíblicas sugere o sentido de nave ou objeto voador.

Lendas Contém a Verdade Mistificada
Como um pesquisador sobre os grandes mistérios do passado oculto da humanidade, aprendi a ler nas entrelinhas das lendas e mitos das grandes culturas desaparecidas. Neste processo de estudo passei a dar mais valor para os escritos apócrifos do que aos oficiais, pois foi assim que Tróia foi descoberta. Quando o pai de Heinrich Schliemann contava-lhe sobre a guerra entre gregos e troianos, ouviu de seu filho que ele quando adulto iria descobrir sobre a veracidade daquele narração. Aos 63 anos de idade este arqueólogo amador alemão cumpriu a sua promessa, isto foi possível porque acreditara numa lenda. A descoberta de Machu-Pichu se deve também a credibilidade que o americano Hiram Bingham deu as histórias que ouviu dos nativos da região dos Andes. A idéia de deuses ou seres divinos, como queiram, que mantinham contato com seres humanos está presente da Suméria dos deuses Enki, Enlil e Ea á Canaã do deus El e Asherah; da Fenícia do deus Baal até a Grécia de Zeus; em todas estas culturas o contato dos homens com os seus deuses era uma sólida crença. No Egito vemos Isis sendo engravidada por Ptah e dar á luz a Hórus. Na mitologia grega Zeus, o pai dos deuses gregos, visitou Sêmele na forma de um raio e ela deu á luz a Dionísio. Segundo a lenda descrita por Ésquilo, escritor grego, Prometeu era um dos gigantes que habitavam a Terra antes dos homens atuais aparecerem, ele e seu irmão Epimeteu foram encarregados de criar os homens e dar-lhes tudo o que julgassem necessário para a sua sobrevivência. Mas Prometeu dá aos homens algo mais: o fogo, que neste caso pode significar, o conhecimento. Zeus, o deus mais poderoso, não aprovou esta sua atitude de ter repartido o fogo dos deuses com os homens. Por ter dado a capacidade de evoluir a humanidade, Prometeu foi severamente castigado; Hércules, o herói mitológico grego, foi quem o libertou. Quando analisamos a questão dos anjos caídos comparando os textos da Bíblia com o livro de Henoc, também encontramos passagens que demonstram o contato de homens com seres que são chamados de Elohim (deuses) e estes trazem aos homens conhecimentos proibidos. Deste contato entre os filhos dos deuses e filhas dos homens, surge uma raça de seres gigantescos nominados de formas variadas na Bíblia. Segundo a Bíblia seres gigantes são derrotados e eliminados pelos seguidores do Deus Todo-Poderoso

que lhes auxilia para eliminá-los. Como a presença destes gigantes está inserida em muitas culturas antigas creio que este tema não pode ser ignorado, principalmente quando vestígios arqueológicos nos mostram que seres humanos gigantes de fato existiram na Terra num tempo imemorial. Segundo o que lemos na Escrituras Hebraicas estes seres comiam carne humana, vejo que aí pode estar a origem de uma prática presente em muitas religiões antigas, a de sacrifícios humanos, supostamente oferecido aos deuses. Um dos maiores decifradores das placas sumerianas, Zecharia Sitchin, afirma que os sumérios consideravam os seus ancestrais oriundos do planeta Nibiru, chamados de Anunakis, ele teriam criado o primeiro ser humano e seu nome era Adapa, portanto, a semelhança deste nome com o Adão bíblico pode não ser mera coincidência. Voltando a mitologia grega, quero citar brevemente alguns detalhes dos escritos de Homero, onde notamos a constante intervenção dos deuses, benéfica ou maléfica, na vida dos homens. A luta entre gregos e troianos (tema da Ilíada) apresenta-se marcada pela presença de poderes superiores que interferem no desenrolar da história. Nas aventuras de Ulisses (tema da Odisséia) observamos a mesma questão. Os deuses nestes escritos têm forma e humores humanos. Na Bíblia aqueles que são chamados de Elohim (deuses) possuem forma (antropomórfica) humana, também outro fenômeno pode ser notado, refiro-me a estória de homens que são gerados após a manifestação de seres considerados mensageiros de Deus (Elohim-deuses), é assim nos casos de Isaque, Sansão, João Batista e Jesus; Noé, também, segundo o livro de Henoc, impressionou pela aparência incomum que possuía quando nasceu. Leia: “A esposa de Lameque ficou grávida e deu á luz um filho cuja pele era branca como a neve e avermelhada como a rosa; cujos cabelos eram longos e brancos como a lã e cujos olhos eram belíssimos...Disse Lameque: Tive um filho que é diferente de todas as crianças. Não é humano, mas a progênie dos anjos e parece ter uma natureza diversa da nossa.” (Henoc 105:2-3;) Precisamos tomar muito cuidado ao afirmarmos que as lendas e mitos são apenas fantasias resultantes da ignorância dos nossos antepassados. Apesar de todo conhecimento cientifico que possuímos, precisamos de muito mais avanços para podermos compreender o passado oculto da humanidade, de momento o que posso dizer, é que muitos livros sobre a real história da nossa civilização ainda não podem ser escritos.

Estudos do Prof. Wanderley Xavier:

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