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APRESENTAÇÃO DA VERSÃO ALMEIDA SÉCULO

21 A tradução da Bíblia é uma tarefa contínua. Veicular a Palavra de Deus numa lin- í\guagem que seja acessível, fiel aos originais e ao mesmo tempo reverente e digna, constitui propósito inescapável para um projeto de tradução da Bíblia que se considere equilibrado. É exatamente isso que procurou fazer a equipe de tradução e revisão da mais nova e moderna tradução da Bíblia na língua portuguesa, a Bíblia Almeida Século 21. Desde a sua primeira inserção mais significativa em terras brasileiras, em meados do século 19, a tradução de João Ferreira de Almeida tem servido de base para as versões mais tradicionais, populares e apreciadas no contexto nacional. Depois de muitas revisões e correções durante o último século, a tradução de Almeida (em suas diversas versões) chega ao século 21, diante de novos desafios e possibilidades. Agora, a célebre tradução do texto bíblico feita por Almeida passa por uma retradu- ção, ajustes e revisão a fim de avançar ainda mais em sua brilhante trajetória. A Bíblia Almeida Século 21 é resultado dessa profunda revisão, tanto exegética como estilística, e em grande medida de um trabalho de retradução e correção de imprecisões no texto de Almeida. A Bíblia Almeida Século 21 é inspirada no texto conhecido como Versão Revisada de Acordo com os Melhores Textos em Hebraico e Grego, publicado no fim da década de 1960 pela Imprensa Bíblica Brasileira. Trata-se, portanto, de uma nova versão, na tradicional linha João Ferreira de Almeida, largamente reconhecida por sua fidelidade aos originais do texto sagrado. Dentre as principais motivações, que do ponto de vista editorial estimularam o surgimento do projeto da Bíblia Almeida Século 21, estão a constatação de duas dificuldades nas versões existentes da Bíblia em português. Em primeiro lugar, muitas versões tendem a apresentar uma tradução por demais literalista, às vezes até beirando um português arcaico, o que dificulta a compreensão do texto sagrado. Em segundo lugar, em sua busca por uma linguagem contemporânea, outras versões oferecem uma tradução que às vezes soa muito informal diante do texto sagrado, para os ouvidos de quem fala a língua portuguesa. No que diz respeito, especificamente, às versões tradicionais ² incluindo-se, é claro, a maioria das versões baseadas em Almeida ², a situação atual é a seguinte: as versões tradicionais podem ser aperfeiçoadas em relação às novas traduções que surgiram mais recentemente, pois ainda há espaço para revisões, especialmente do ponto de vista exegético. Além disso, a linguagem e o estilo das versões tradicionais também podem receber atualizações. O fato de muitas pessoas perceberem esses aspectos, mas não aceitarem certas versões contemporâneas, aliado à necessidade de conciliar um texto bíblico mais fluente e ao mesmo tempo tradicional, fez com que se tornasse imperioso o desafio de uma revisão profunda do texto de João Ferreira de Almeida. Assim, a idéia básica da Bíblia Almeida Século 21 é justamente contribuir para preencher essa lacuna. O projeto contou com a parceria entre quatro editoras evangélicas de destaque no cenário brasileiro: Imprensa Bíblica Brasileira/JUERP, Edições Vida Nova, Editora Hagnos e Editora Atos. A coordenação da equipe de tradução e revisão, e de todo o desenvolvimento do projeto, esteve a cargo de Edições Vida Nova. O início dos trabalhos ocorreu em 2002, assim que a parceria entre as editoras foi definida, e estendeu- se até o começo de 2008. Tal lapso de tempo justifica-se por conta de mudanças mais profundas no texto das que originalmente se pretendia realizar. De uma "revisão

profunda", o projeto se estendeu até se tornar uma retradução do texto original em hebraico, aramaico e grego,1 conforme as linhas básicas do texto da revisão antiga. O projeto está totalmente concluído, sendo agora oferecido aos povos de língua portuguesa como uma contribuição para uma divulgação mais ampla do texto sagrado. A fim de propiciar uma apreciação inicial mais informada para o leitor, algumas das principais características do texto da Bíblia Almeida Século 21 serão explicadas e brevemente discutidas a seguir. características principais A Bíblia Almeida Século 21 procura primar pela exatidão exegética e pela fluência de seu estilo. Embora a maior parte das versões baseadas em Almeida tenha como ponto forte a beleza de estilo e o profundo respeito pelo sagrado, nem sempre essas qualidades importantes têm a companhia de dois outros atributos, a exatidão exegética e a fluência, que são aspectos essenciais para a compreensão adequada do texto bíblico. A proposta da Bíblia Almeida Século 21 é a de beneficiar os leitores mais exigentes e críticos, apresentando um texto bíblico que pode ser definido por três marcas essenciais: tradição, exatidão e fluência. TRADiçÃo: O texto tem como base a tradução de João Ferreira de Almeida. Há, pelo menos, duas razões fundamentais para a manutenção da proposta básica do texto de João Ferreira de Almeida. Primeiro, não há a menor dúvida de que é esse o texto bíblico mais apreciado e consolidado no contexto protestante de fala portuguesa. Quando, por exemplo, alguém recita um versículo de memória, o texto é, na grande maioria das vezes, alguma das versões baseadas na tradução de Almeida, e não outro. Segundo, e estreitamente ligado a essa primeira razão, está o fato de que as tentativas modernas de tradução da Bíblia em português invariavelmente esbarram no forte apelo histórico que a tradução de Almeida tem exercido ao longo de mais de 250 anos. Ou seja, em se tratando de "tradução", a "tradição" é um fator muito importante para o povo evangélico. Enquanto muitos consideram qualquer idéia referente à tradição como algo ultrapassado e suspeito, existe grande valor na manutenção de princípios e conceitos que correspondem essencialmente à fé cristã e que foram preservados ao longo da história. Isto é o que naturalmente seria denominado "tradição". O teólogo luterano Jaroslav Pelikan, professor emérito da Universidade de Yale, fez a seguinte distinção didática, senão semântica, entre tradição, de um lado, e o que denominou tradicionalismo, de outro. Ele diz: "Tradição é a fé viva daqueles que já morreram. Tradicionalismo é a fé morta dos que ainda vivem".2 Sob essa perspectiva, existem coisas que, embora antigas, valem a pena preservar por sua qualidade intrínseca; enquanto há outras que, apesar de atuais, não agregam valor algum. Não estamos sozinhos no mundo nem devemos nos manter alheios aos últimos dois mil anos de história do cristianismo. Assim, a versão de Almeida, ainda que antiga, não é necessariamente antiquada, pois traz em seu âmago uma enorme contribuição histórica no que concerne à preservação e veiculação da Palavra de Deus em sua forma escrita na língua portuguesa. É essa uma das marcas que a Bíblia Almeida Século 21 procura preservar. 1. Por "original" fazemos referência à grande quantidade de manuscritos em hebraico, aramaico e grego que formam a base para as versões modernas da Biblia Hebraica Stuttgartesia (Stuttgart: Deutsche Bibelgesellschaft, 5a ed. melhorada de

1997) e do Novum Testamentum Graece (Stuttgart: Deutsche Bibelgesellschaft, 27a ed. corrigida de 1998). 2. The Christian Tradition. Vol. 1. University of Chicago Press, 1975. EXATiDÃo: O texto básico de João Ferreira de Almeida passou por várias revisões importantes ao longo de sua história. Uma dessas revisões foi feita pela Imprensa Bíblica Brasileira/JUERP, no final da década de 1960, e se tornou conhecida como Versão Revisada de Acordo com os Melhores Textos em Hebraico e Grego. Quase quarenta anos depois, essa versão, por sua vez, também passa por uma profunda revisão exe- gética, visando aperfeiçoar o texto em português, a fim de que corresponda o mais exatamente possível aos originais em hebraico, aramaico e grego. O trabalho exegéti- co e de retradução consiste, essencialmente, em ajustar o texto, com todos os recursos exegéticos hoje disponíveis, para que seja o mais preciso possível. Na realização desse trabalho exegético, foram utilizadas as ferramentas lingüísticas mais modernas, bem como os resultados da pesquisa bíblica mais atualizada. Portanto, a exatidão do texto em português, ou seja, a sua fidelidade ao texto original, foi uma das principais prioridades, pautando todo o projeto da Almeida Século 21. Exatidão, pois o texto resultante da tradução precisa estar, necessariamente, em "sintonia fina" com a fonte original da qual depende a integridade da mensagem veiculada. Por exatidão não se entenda "literalismo". Muitas vezes, no afã de apresentar uma tradução que seja a mais próxima possível do original, alguns tradutores insistem num texto que se torna literalmente incompreensível na língua receptora (i.e., no português), ou que dá margem a interpretações não sugeridas pelo original. Um exemplo disso é Jeremias 48.11 que, na Versão Revisada de Acordo com os Melhores Textos aparece desta forma: "Moabe tem estado sossegado desde a sua mocidade, e tem repousado como vinho sobre as fezes; não foi deitado de vasilha em vasilha, nem foi para o cativeiro; por isso permanece nele o seu sabor, e o seu cheiro não se altera". É evidente que certas expressões dessa tradução deixam margem para entendimentos alheios ao propósito original do texto. A nova tradução traz um texto mais apropriado e, sobretudo, fiel ao original: "Moabe tem estado em paz desde a sua mocidade e repousado como o vinho com seus resíduos; não foi decantada de vasilha em vasilha, nem foi para o cativeiro; por isso o seu sabor é o mesmo, e o seu cheiro não mudou". Essa tradução, de fato, esclarece que a analogia usada em Jeremias 48.11 trata do processo antigo e habitual de fermentação e decantação do vinho e não dá margem a inferências estranhas à intenção (autoral) textual. Hoje em dia há muita discussão a respeito de modelos de tradução da Bíblia. Nas últimas décadas tem predominado o modelo denominado "equivalência dinâmica", cujo propósito é usar na língua receptora as palavras e expressões que correspondam aos conceitos e idéias daquilo que é comunicado na língua original, mesmo que isso signifique a troca deliberada de palavras ou expressões já consagradas no contexto teológico formal e informal. Existem diversos textos modernos que seguem esse modelo de tradução, como a Bíblia na Linguagem de Hoje e, agora, a Nova Bíblia na Linguagem de Hoje. O texto da Nova Versão Internacional se situa numa posição intermediária, entre as traduções feitas segundo o modelo da equivalência dinâmica (ou uma variação disso chamada de "equivalência funcional") e aquelas que mantêm uma tradução mais literal, como a Bíblia de Jerusalém, Almeida Corrigida, Almeida Revista e Atualizada e Almeida Fiel. Cada uma dessas traduções e versões tem suas virtudes e defeitos.

Não é possível nem apropriado entrar aqui no debate a respeito da teoria e prática de tradução da Bíblia.3 No entanto, no que diz respeito à questão da exatidão e fidedig- nidade do texto da Bíblia Almeida Século 21, algumas observações se fazem necessárias. 3. Para o modelo de tradução da "equivalência dinâmica", veja a discussão em John BEEKMAN e John CALLOW. A Arte de Interpretar e Comunicar a Palavra Escrita. Técnicas de Tradução da Bíblia. S.P.: Edições Vida Nova, 1992. E para o modelo de tradução "essencialmente literal", veja Wayne GRUDEM, Leland RYKEN, C. John COLLINS, Vern S. POYTHRESS e Bruce WINTER. Translating Truth. A Case for Essentially Literal Bible Translation. Wheaton: Crossway Books, 2005. Primeiro, por trabalhar deliberadamente sobre a base da tradução de Almeida, a Bíblia Almeida Século 21 está mais próxima do modelo de tradução literal. Ou seja, todo o esforço foi despendido no sentido de procurar manter o texto numa forma que corresponda, no que diz respeito ao uso de palavras, expressões e conceitos, ao que se encontra nos textos originais do AT e do NT. Segundo, essa proximidade do modelo literal de tradução significa, positivamente, que palavras e expressões já consagradas e carregadas com sentidos teológicos profundos foram preservadas na Bíblia Almeida Século 21. Exemplos disso são expressões que propõem conceitos teológicos importantíssimos para a fé cristã, tais como: "justificação", "propiciação", "redenção", "adoção" e "reconciliação". Mesmo que expressões como essas não sejam totalmente compreensíveis para muitos leitores modernos da língua portuguesa, a Bíblia Almeida Século 21 entende que sua tarefa é também didática, isto é, possibilitar um aprendizado consistente do ensino cristão clássico por meio da própria tradução do texto. Uma ilustração disso é o conceito de justificação pela fé por intermédio da graça de Deus em Jesus Cristo: "sabemos, contudo, que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo. Nós também temos crido em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da lei, pois ninguém será justificado pelas obras da lei" (Gl 2.16). Esse conceito é fundamental na teologia das cartas do apóstolo Paulo, e tem sido muito importante para a fé cristã desde a Reforma Protestante no século 16. Terceiro, o entendimento do que significa "tradução literal" envolve também a percepção da necessidade de se usar palavras ou expressões que comuniquem de forma adequada, a partir do horizonte de compreensão do próprio texto e de seu contexto, algo que às vezes não tem equivalente direto na língua receptora. Para essa finalidade, o tradutor usa o que melhor se aproxima do sentido original do texto. Uma ilustração é o que diz 1Pedro 1.13 no original grego: "Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento". Essa linguagem, absolutamente estranha para nós, apresenta uma metáfora da vida cotidiana no contexto greco-romano do primeiro século. Naquele contexto, as pessoas normalmente usavam vestes longas que precisavam ser dobradas e atadas à cintura, quando fosse necessário correr, trabalhar na lavoura ou fazer qualquer outra atividade que exigisse agilidade e desenvoltura. Por isso, a Bíblia Almeida Século 21 procura, em casos como esse, expressar o texto grego de um modo mais compreensível e ao mesmo tempo exato em sua intenção. Aqui, claramente, a idéia é a da prontidão mental para a ação. Conseqüentemente, a tradução da Bíblia Almeida Século 21 propõe: "Portanto, com o entendimento pronto para entrar em ação". FLuÊNciA: Clareza e naturalidade de expressão são virtudes que nem sempre fazem par com a exatidão do texto. Às vezes, em razão de um louvável zelo pela

preservação do texto original, produz-se um texto truncado, com uma sintaxe fragmentada e ambígua, aliada a um vocabulário obsoleto. A idéia de que profundidade teológica exige palavras "difíceis" e ininteligíveis não serve aos propósitos de uma boa tradução. Fluência é, pois, uma exigência, visto que o texto bíblico precisa não somente ser vertido para a língua receptora, mas também compreendido pelo leitor dentro dos parâmetros do uso normal e rotineiro de sua própria língua. Ou seja, o texto canônico não precisa ser antiquado e ultrapassado. Apesar de certas palavras usadas nos séculos passados comunicarem bem o que se pretendia dizer na tradução, expressões tais como "vitupério", "opróbrio", "jac- tância", e outras semelhantes a essas, caíram em desuso, não sendo, portanto, de uso corrente no português moderno. No entanto, esse tipo de expressão ainda é encontrado nas páginas de muitas Bíblias. Entretanto, simplicidade de expressão não deve jamais ser confundida com pobreza estilística nem com um conjunto reduzido de vocábulos, pois o próprio texto bíblico impõe a necessidade de certa amplitude léxica, além de um estilo claro e ao mesmo tempo elegante, ainda que eclético, dada a própria diversidade literária na Bíblia. Todos esses atributos foram cuidadosamente verificados no trabalho com o texto da Bíblia Almeida Século 21 . Além de leitura fluente e de um texto agradável de ler, a Bíblia Almeida Século 21 também priorizou um texto que tivesse a capacidade de manter uma expressão respeitosa e digna. Dessa forma, expressões coloquiais, inapropriadas ou chulas, ou mesmo aquelas que pudessem conter elementos ambíguos, foram terminantemente proibidas. Por outro lado, foi mantido o já tradicional e amplamente aceito tratamento com o pronome da segunda pessoa. Além de soar familiar, por causa do uso regional no caso de diversos leitores, é também bastante conhecido em se tratando de linguagem bíblica. Apesar de não ser exatamente universal, o tratamento na segunda pessoa empresta elegância e não destoa nem um pouco daquilo que ("tradicionalmente") se esperaria encontrar num texto bíblico. aspectos distintivos da versão almeida século 21 O perfil da Bíblia Almeida Século 21 pode ser traçado observando-se algumas das principais modificações realizadas pela equipe do projeto de revisão e tradução. Essas modificações são alistadas e brevemente explanadas a seguir. Ajustes de imprecisões da versão antiga Nenhuma tradução da Bíblia alcança o ideal da perfeição absoluta. Nenhuma comissão de tradução ou de revisão detém autoridade definitiva sobre o texto bíblico. Afinal de contas, ainda que o trabalho de tradução seja feito sob "temor e tremor", por envolver a Palavra de Deus, ele consiste essencialmente em esforço humano e, portanto, limitado e falível. Dessa forma, a revisão profunda, inspirada no texto da Versão Revisada de Acordo com os Melhores Textos, enseja ajustar imprecisões remanescentes no texto revisado em 1967. Para exemplificar o que foi feito, no que diz respeito a ajustes de imprecisões no texto, três passagens do Evangelho de Lucas, reproduzidas a seguir, serão suficientes. Referênci Versão de Acordo com os Bíblia Almeida Século 21 a Melhores Textos Lc 4.3 Disse-lhe então o Diabo: Se tu és Filho de Deus, manda a esta pedra que se torne em pão. Então o Diabo lhe disse: Se tu és o Filho de Deus, ordena que esta pedra se transforme em pão.

Lc 9.8

outros: Elias apareceu, e outros afirmavam: Elias outros: Um dos antigos apareceu; e outros ainda profetas se levantou diziam: Um dos antigos profetas reviveu. Lc 11.17 Ele, porém, conhecendo- Ele, porém, conhecendolhes os pensamentos, lhes os pensamentos, disse-lhes: Todo reino disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo dividido contra si mesmo será assolado, e casa será destruído, e uma sobre casa cairá família atacará outra família. Revisão exegética completa a partir da literatura erudita atualizada O trabalho de revisão exegética exige uma pesquisa bastante ampla e cuidadosa. Muitos novos recursos para a exegese do texto bíblico, tanto para o AT como para o NT, estão hoje disponíveis aos estudiosos da Bíblia: séries de comentários bíblicos, dicionários e léxicos das línguas originais, além de literatura sobre recentes descobertas arqueológicas e a tradução de diversos textos antigos contemporâneos aos textos bíblicos (como, por exemplo, os Manuscritos do Mar Morto), além de muitos outros recursos. Tudo isso serviu de subsídio para o trabalho de revisão exegética profunda e, em muitos lugares, quando necessário, como base para a retradução do texto. Tradução do nome de Deus no Antigo Testamento por "SENHOR" No texto hebraico do AT, o nome pelo qual Deus é conhecido pelo povo de Israel, especialmente em textos que fazem referência à aliança, é escrito com quatro consoantes (o "tetragrama", as 4 letras, escrito por eruditos cristãos como Yahweh, ou Javé). Com a intenção de obedecer à risca o mandamento de não tomar o nome de Deus em vão (cf. Êx 20.7), os hebreus dos tempos antigos não o pronunciavam na leitura do texto bíblico. Todas as vezes que o nome de Deus surgia na leitura, eles o substituíam pela pronúncia de outra palavra hebraica. Essa palavra era adonay, cujo sentido é "mestre", "senhor", "amo". Mais tarde, quando foi criado o sistema de representação gráfica para as vogais da língua hebraica, os sinais vocálicos de adonay foram colocados sob as consoantes do nome de Deus, com o intuito de que a pronúncia ficasse de acordo com aquela palavra. Ou seja, todas as vezes que encontravam o tetragrama (o nome de Deus em hebraico), pronunciavam aquela palavra como adonay ² prática que continua corrente no judaísmo moderno. A fim de expressar esse fenômeno na tradução em português, a Bíblia Almeida Século 21 optou pela manutenção do já consagrado "SENHOR" (com todas as letras maiúsculas), como acontece na Almeida Revista e Atualizada e na NVI, por exemplo. Conseqüentemente, todo o AT foi revisado a fim de apresentar correta e sistematicamente essa leitura. O texto anterior representava isso de uma forma deficiente, com "Senhor" (só com a primeira letra em maiúsculo) o que, às vezes, criava confusão com a forma de tratamento humano que também poderia estar presente no contexto (como no Salmo 110.1). Deste modo, Jeremias 1.4, que antes apresentava "Ora veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:", traz agora "A palavra do SENHOR veio a mim:". Esse ajuste é muito importante, pois existem 6.829 ocorrências do nome de Deus (tetragrama) no AT. Reorganização do texto a partir da sintaxe natural da língua portuguesa Clareza de expressão passa, necessariamente, por uma estruturação de sentenças e orações que não demande do leitor uma releitura imediata do texto, buscando

entender o que, de fato, está sendo dito. A estrutura das sentenças do texto da Bíblia Almeida Século 21 foi inteiramente retrabalhada, visando especialmente evitar a ocorrência de orações sintaticamente invertidas. O texto da versão antiga estava carregado e denso, com uma sintaxe complexa e, muitas vezes, difícil de acompanhar. Por essa razão, muitas orações foram reorganizadas e reordenadas. A sintaxe agora flui com maior naturalidade e simplicidade, facilitando tanto a leitura pública como a própria compreensão do texto. Juntamente com esse trabalho de reorganização sintática, foi incluída a divisão de todo o texto em parágrafos. Essa divisão em parágrafos é sinalizada pelo uso do negrito na primeira letra do parágrafo. Em Mateus 9.12 encontramos as palavras de Jesus que, na antiga versão vinham desta maneira: "Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos". Praticamente as mesmas palavras de Jesus aparecem agora numa sintaxe que é mais natural na língua portuguesa e que não exige do leitor uma pausa para tentar entender o que o texto diz: "Os sãos não precisam de médico, mas, sim, os doentes". Toda a estrutura sintática do contexto desse versículo foi rearranjada. Vale a pena ver como o parágrafo inteiro ficou em comparação com o que vinha na versão anterior. Mateus 9.11-13 Versão de Acordo com os Bíblia Almeida Século 21 Melhores Textos 11 E os fariseus, vendo isso, 11 Vendo isso, os fariseus perguntavam aos discípulos: perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre Por que o vosso Mestre come com publicanos e pecadores? com publicanos e pecadores? 12 Jesus, porém, ouvindo 12 Jesus, porém, ouvindo isso, isso, respondeu: Não respondeu: Os sãos não necessitam de médico os precisam de médico, mas, sim, sãos, mas sim os enfermos. os doentes. 13 Ide, pois, e aprendei o que 13 Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e significa: Quero misericórdia, e não sacrifícios. Porque eu não não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas vim chamar justos, mas pecadores. pecadores. Perfil tradicional do vocabulário e da linguagem Já foi mencionado anteriormente que os pronomes da segunda pessoa, tu e vós, foram mantidos no texto da Bíblia Almeida Século 21. O propósito disso é simples: deixar o texto na forma em que tradicionalmente o leitor esperaria encontrá-lo, isto é, como um texto bíblico com o qual já esteja familiarizado. Claro que, além de evitar leituras que possam gerar ambigüidades ou nivelamento de tratamento ² tais como as leituras em que o uso de "você" poderia se referir tanto ao ser humano como ao próprio Deus ², também se buscou evitar todo tipo de vulgaridade na linguagem do texto. O vocabulário empregado na revisão (e na retradução) do texto da versão antiga procura atender e aprimorar o padrão de dignidade de linguagem que a Palavra de Deus naturalmente demanda. Portanto, a linguagem da Bíblia Almeida Século 21 é tradicional, embora, ao mesmo tempo, seja mais simples e acessível, quando comparada com a versão antiga.

Um aspecto adicional, porém, igualmente relevante, é a beleza da linguagem utilizada, pois a revelação de Deus escrita exige um nível de excelência que corresponda à grandeza da expressão divina em linguagem humana. Isso se torna especialmente crucial na literatura de natureza poética. O texto de 1Pedro 3.10-12 pode ilustrar muito bem a beleza e a precisão da linguagem poética, por ser, esse mesmo texto, uma citação dos Salmos (34.12-16) no NT: Pois, quem quer amar a vida e ver dias felizes, refreie a língua do mal, e os lábios de falar coisas enganosas; afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz e nela insista. Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos, atentos à sua súplica; mas o rosto do Senhor está contra os que praticam o mal. Eliminação de termos arcaicos, desconhecidos e que caíram em desuso Para que uma versão seja fluente ela precisa possuir clareza de expressão. Por essa razão, termos arcaicos, de difícil compreensão ou desconhecidos pelo leitor comum, foram evitados na Bíblia Almeida Século 21. Uma palavra como "beneplácito" em Efésios 1.5 pode parecer adequada para os que têm acesso (privilegiado) a um bom dicionário da língua portuguesa, mas sem dúvida representa um empecilho ao entendimento para a maioria dos leitores. É fato que a palavra grega que se procura traduzir (eudokia) não pode ser facilmente vertida para o português numa só palavra nesse contexto. Por isso, a Bíblia Almeida Século 21 oferece a expressão "boa determinação" como tradução. Uma rápida comparação do que foi feito em Efésios 1.5 pode ser vista a seguir. Observem-se outras modificações efetuadas, como a reorganização das orações e o refinamento da expressão "filhos de adoção". Efésios 1.5 Versão de Acordo com os Bíblia Almeida Século 21 Melhores Textos e nos predestinou para sermos e nos predestinou para si filhos de adoção por Jesus mesmo, segundo a boa Cristo, para si mesmo, determinação de sua vontade, segundo o beneplácito de sua para sermos filhos adotivos vontade por meio de Jesus Cristo O não uso de termos de conotação e de eufonia inadequadas ou ambíguas A fim de manter a dignidade do texto sagrado, foram evitadas palavras ou expressões que pudessem sugerir qualquer coisa que comprometa o padrão de linguagem que a Palavra de Deus requer. É claro que, por vezes, a Bíblia fala de assuntos difíceis e complexos, usando uma linguagem que pode até surpreender. Mas isso sempre é feito sem sacrifício do bom senso e do bom gosto. Também foram evitadas expressões que pudessem ser (mal-)interpretadas, de acordo com o uso moderno da língua, diferentemente do que tinha sido originalmente intencionado por João Ferreira de Almeida. Um exemplo é o uso da expressão "bestas ruins", pela Versão Revisada da IBB, em Tito 1.12, quando Paulo cita um profeta/escritor cretense (Epimênides). Na Bíblia Almeida Século 21 a expressão vem como "animais ferozes", o que não deixa abertura alguma para conotações outras estranhas ao texto de Tito. o não uso de toda e qualquer tradução tendenciosa A versão Bíblia Almeida Século 21 não é uma tradução que esteja comprometida com uma denominação ou posição teológica particular, pois o seu compromisso primordial é com a fidelidade à Palavra de Deus. Mais do que qualquer outra coisa,

a própria constituição do grupo que participou do projeto reflete nitidamente esse compromisso com a Palavra.4 A equipe foi formada por teólogos, professores e especialistas de diversas denominações evangélicas, todos comprometidos com a afirmação da Bíblia como Palavra de Deus, e expressão fiel de sua revelação em Jesus Cristo. Por certo, nenhum dos participantes abdicou de suas convicções pessoais, ou de suas nuances denominacionais, ao longo de todo o trabalho feito. Mas, cada 4. Veja, abaixo, informações sobre os membros da equipe de tradutores e revisores da Bíblia Almeida Século 21. um procurou, acima de tudo, respeitar a autoridade suprema da própria Palavra de Deus, à medida que o texto era revisado e/ou traduzido, e, assim, submeter suas premissas e pressupostos ao escrutínio e juízo que ela mesma propõe. Da mesma forma, a postura do projeto, desde o início, manifestou-se inequivocadamente por uma amplitude de visão muito maior do que os limites denominacionais permitem, e tudo o que isso implica em termos de uma agenda doutrinária predeterminada. Portanto, o texto bíblico resultante do projeto Bíblia Almeida Século 21 procura reproduzir fielmente os conteúdos presentes no texto original, sem nenhuma ingerência externa, seja teológica, ideológica, ou de qualquer outra natureza. Caso o leitor se surpreenda por alguma opção de leitura, isso certamente vem como conseqüência da pesquisa efetuada e, não, de alguma tendência dos tradutores ou revisores. Acréscimo de notas exegéticas, críticas, técnicas e lingüísticas indispensáveis Embora a Bíblia Almeida Século 21 não contenha notas de estudo mais extensas ou elaboradas, como numa Bíblia de estudo, uma grande quantidade de pequenas notas exegéticas, críticas, técnicas e lingüísticas foram agregadas ao texto. São notas que se ocupam com: rápidas explicações indispensáveis para a compreensão do texto (exegé- ticas); informações ao leitor sobre a possibilidade de outras leituras do texto nos manuscritos originais (críticas); a apresentação de leituras literais do texto, quando houve a necessidade de ajustar uma leitura do texto original para o português (técnica); ou ainda a explicação das possibilidades de entendimento do texto a partir de aspectos relacionados às línguas originais (lingüísticas). Como ilustração do que foi feito, veja a seguir como os diversos tipos de notas aparecem em alguns versículos do NT: Referência Tipo de Nota Nota Mateus 1.16 Lingüística 1.16 Cristo, na língua grega, é equivalente ao hebraico Messias, i.e., "ungido". 1.21 Jesus significa O Senhor salva.

Mateus Exegética 1.21 Mateus 3.4 Técnica

3.4 Literalmente: um cinto de couro em torno dos lombos. João 1.18 Crítica 1.18 Diversos manuscritos dizem: Filho. comparação de passagens na BÍBLIA ALMEIDA SÉCULO 21 com outras versões A melhor maneira de se observar o que a Bíblia Almeida Século 21 faz é comparan- do-a com outras versões do mesmo texto. É isso o que apresentamos a seguir. Jeremias 17.5-10

Versão Corrigida ² IBB

Bíblia Almeida Século 21

5 Assim diz o Senhor: Maldito 5 Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no o homem que confia no homem, e faz da carne o seu homem, faz daquilo que é braço, e aparta o seu coração mortal a sua força e afasta do do Senhor! SENHOR o coração! 6 Porque será como a tamargueira no deserto,6 Ele é como um arbusto no deserto, não percebe- e não sentirá quando vem o bem; antes morarárá quando vier bem algum; pelo contrário, morará nos lugares secos do deserto, na terra salgada e nos lugares secos do deserto, em terra salgada e inhabitável.desabitada. 7 Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja7 Bendito o homem que confia no SENHOR, cuja es- esperança é o Senhor. perança é o SENHOR. 8 Porque será como a árvore plantada junto às8 Ele é como a árvore plantada junto às águas, águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, que estende suas raízes para o riacho; não temerá e não receia quando vem o calor, mas a sua folhaquando vier o calor, pois sua folhagem sempre fica verde; e no ano da sequidão não se afa-estará verde, e no ano da seca não ficará prediga, nem deixa de dar fruto. ocupada, nem deixará de dar fruto. 9 Enganoso é o coração, mais do que todas as coi-9 O coração é enganoso e incurável, mais que sas, e perverso; quem o conhecerá?todas as coisas; quem pode conhecê-lo? 10 Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu10 Eu, o SENHOR, examino a mente e provo o provo os rins; e isto para dar a cada um segundocoração, para retribuir a cada um segundo os os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações. seus caminhos e segundo o fruto das suas ações. Romanos 12.1-8 Nova Versão Internacional 1 Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. 2 Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. 3 Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a Bíblia Almeida Século 21 1 Portanto, irmãos, exorto-vos pelas compaixões de Deus que apresenteis o vosso corpo como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. 2 E não vos amoldeis ao esquema deste mundo, mas sede transformados pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. 3 Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo mais do que convém; mas que pense de si com equilíbrio, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

medida da fé que Deus lhe 4 Pois assim como em um concedeu. corpo temos muitos membros, 4 Assim como cada um de nós e todos os membros não têm a tem um corpo com muitos mesma função, membros e esses membros 5 assim também nós, embora não exercem todos a mesma muitos, somos um só corpo função, em Cristo e, individualmente, 5 assim também em Cristo membros uns dos outros. nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros.

6 Temos diferentes dons, de acordo com a gra- 6 De modo que temos diferentes dons segun- ça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de pro- do a graça que nos foi dada: se é profecia, que seja fetizar, use-o na proporção da sua fé. de acordo com o padrão da fé; 7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; 7 se é serviço, que seja usado no serviço; se é ensi no, que seja exercido no ensino; 8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, 8 ou quem encoraja, use o dom para isso; o que que contribua generosamente; se é exercer lideran- contribui, façao com generosidade; quem lidera, ça, que a exerça com zelo; se é mostrar misericór- com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria. dia, que o faça com alegria. equipe de tradutores e revisores da BÍBLIA ALMEIDA SÉCULO 21 O projeto da Bíblia Almeida Século 21 não poderia jamais ser realizado a partir de um esforço solitário. A Bíblia Almeida Século 21 é, na verdade, o resultado da colaboração exitosa de algumas das editoras de prestígio entre as casas publicadoras do contexto evangélico brasileiro: a Imprensa Bíblica Brasileira/JUERP, as Edições Vida Nova, a Editora Hagnos e a Editora Atos. Com base na parceira feita entre essas editoras, o trabalho de tradução e revisão do texto da Bíblia Almeida Século 21, que ficou sob a supervisão de Edições Vida Nova, foi desenvolvido por estudiosos e biblistas. O projeto tomou seis anos de trabalho minucioso de especialistas nas línguas originais, em tradução bíblica e revisão de textos. A equipe diversificada (formada por batistas, presbiterianos, luteranos, menonita, anglicano e assembleiano) reuniu estudiosos com formação especializada e longa experiência nas áreas de Bíblia, hebraico, grego, lingüística, exegese e língua portuguesa. Do grupo central de tradutores e revisores da Bíblia Almeida Século 21 tomaram parte: Abraão de Almeida (Revisão de Estilo) Aldo Menezes (Revisão de Estilo) Daniel de Oliveira (Assistente de Revisão Exegética) Edna Batista Guimarães ( Revisão de Estilo)

Estevan F. Kirschner (Revisão Exegética: NT) João Guimarães ( Revisão de Estilo) Lucília Marques Pereira da Silva (Revisão de Estilo) Luiz Alberto Teixeira Sayão (Coordenador Geral) Márcio Loureiro Redondo (Revisão de Estilo) Marisa K. A. de Siqueira Lopes (Revisão de Estilo) Pedro Moura (Revisão Geral) Robinson Malkomes (Revisão de Estilo Final) Tiago de Lima (Revisão de Estilo) Valdemar Kroker (Revisão Exegética: AT) William Lane (Revisão Exegética: AT) Assim, é com grande júbilo que entregamos à igreja brasileira a versão da Bíblia Almeida Século 21. Gostaríamos de agradecer a participação imprescindível das pessoas já mencionadas, bem como de nossos parceiros neste projeto. Agradecemos também a Estevan F. Kirschner pela elaboração deste texto de apresentação da versão. Não podemos esquecer de agradecer ainda todos aqueles que das mais variadas maneiras contribuíram para o êxito deste projeto. E, sobretudo, gostaríamos de agradecer ao Senhor, razão de nossa existência e inspiração maior desta versão. A Deus, toda a glória!

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