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ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO

Treinamento Sequi
Nome/assinatura

Data

04/04/05

Modalidade: LITERATURA

Tubulação Tubos são condutos fechados, destinados principalmente ao transporte de fluidos líquidos, gasosos, pastosos ou sólidos em suspensão. A grande maioria dos tubos funciona como conduto forçado, isto é, sem superfície livre, com o fluido tomando toda a área da seção transversal. Tubulação é um conjunto de tubos e de seus diversos acessórios. Na nomenclatura americana, pipe é a designação para tubos de condução e tube é usado para trocadores de calor, instrumentação. São diversos os materiais empregados na fabricação dos tubos, podendo ser metálicos ferrosos ou não ferrosos, não metálico (plástico, cimento amianto, concreto, borracha, cerâmica, etc), ou ainda metálicos com revestimento de plástico, borracha, asfalto, concreto, etc. O processo de fabricação de tubos sem costura pode ser por laminação, extrusão, fundição, forjamento, e tubos com costura por soldagem (longitudinal, helicoidal). A solda pode ser de topo (butt weld) ou sobreposta (lap weld), com ou sem metal de adição. Os processos de soldagem usados são solda elétrica com metal de adição como arco submerso (SAW), ou com proteção gasosa (GMAW), e sem metal de adição por resistência elétrica (ERW). A soldagem com eletrodo revestido é raramente empregado por ser anti-econômica. Tubos em aço carbono são largamente empregados devido ao seu baixo custo, excelente qualidade mecânica e facilidade de conformação e soldagem. Nas indústrias de processamento, mais de 80% dos tubos são em aço carbono, que é usado para água doce, vapor de baixa pressão, condensado, ar comprimido, óleos, gases e muitos outros fluidos pouco corrosivos, em temperaturas desde – 40oC e qualquer pressão. A resistência mecânica do aço carbono começa a sofrer forte redução em temperaturas superiores a 400 oC, devido principalmente ao fenômeno da fluência (creep). Em temperaturas superiores a 530 oC, o aço carbono sofre uma intensa oxidação superficial (scaling), quando exposto ao ar, com formação de grossas crostas de óxidos. Os aços carbono podem ser acalmados (killed steel), com adição de até 0,1% de Si para eliminar os gases ou efeverscentes (rimmed steel), que não contém Si. Em temperaturas muito baixas o aço carbono apresenta um comportamento quebradiço, ficando sujeito a fraturas frágeis repentinas. Isto pode ser evitado se o aço for normalizado para a obtenção de uma granulação fina. Tubos de aço liga são empregados para serviço em altas temperaturas, como o aço liga Mo e Cr-Mo, enquanto que tubos em aço liga contendo Ni são resistentes a baixas temperaturas. Esses tubos são mais caros, bem como a montagem e a soldagem é bem mais difícil e mais cara, exigindo cuidados e tratamento térmico. Os tubos em aço inoxidável mais importantes são os austeníticos (classe 300) e os ferríticos (classe 400), que possuem alta resistência à fluência e à corrosão. Todos os aços austeníticos apresentam comportamento dúctil mesmo em temperaturas extremamente baixas e também são fáceis de soldar. Já os ferríticos são mais baratos, menos sujeitos à corrosão alveolar ou sob tensão, com menor resistência à fluência e à corrosão em geral, menos adequados para serviços em baixa temperatura e mais difíceis de soldar. Os aços tipo 304 e 316 e outros denominados de “não-estabilizados” são sujeitos a uma precipitação de carbonetos de Cr (sensitização) quando submetidos a temperaturas entre 450 e 850 oC, diminuindo muito a resistência á corrosão. Com a adição de Ti nos aços tipo 321 e de Nb nos aços tipo 347, também conhecidos como aços “estabilizados”, ou então diminuindo o teor de carbono dos aços tipo 304L e 316L, este fenômeno é controlado. Os fluidos que contem o íon Cl-, podem causar severa corrosão alveolar e sob tensão nos aços inoxidáveis austeníticos, devendo ser sempre evitada a aplicação desses tubos com este material. Para cada diâmetro nominal de tubo, conforme as normas ANSI B36.10 (aço carbono e aço liga) e B36.19 (aço inoxidável), são fabricados tubos com várias espessuras de parede, entretanto o diâmetro externo é sempre o mesmo, variando apenas o diâmetro interno. De 1/8’ até 12”, o diâmetro nominal não coincide com o diâmetro externo, e de 14” até 36” o diâmetro nominal coincide com o diâmetro externo. As extremidades dos tubos podem ser ponta lisa, ponta chanfrada e ponta rosqueada. Acima de 36” os tubos não são padronizados.

• diametro do tubo (natureza do serviço). A seleção e a especificação dos materiais para fabricação dos tubos devem considerar os diversos fatores listados abaixo. cálculo da espessura). • segurança (risco potencial. • perdas de carga. corrosão. • solda de encaixe (socket welding): para tubos até Ø 1 ½” inclusive. A escolha do meio de ligação depende do material e diâmetro do tubo. • vida útil. com um único cordão externo de solda em ângulo. • custo. pode ser por brasagem (brazing) ou solda fraca ou . transporte (liquidos e gases a longas distâncias como oleodutos e gasodutos). • natureza dos esforços mecânicos (tração. 20. impurezas. • sistema de ligações. armazenagem e distribuição de fluidos). vapor. • fluido conduzido (concentração. drenagem (coleta e condução de efluentes). boa resistência mecânica. fluidos para instrumentos automáticos).ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Antes da norma ANSI B36. porém não deve guardar nenhuma ordem de prioridade ou de importância relativa. facilidades na aplicação de isolamento térmico e de pintura. com ou sem metal de adição. vibração. • Solda de topo (butt welding): para Ø 2” e maiores. os tubos eram fabricados em três espessuras diferentes conhecidas como “peso normal” (Standard – S). são ligações de responsabilidade. 80. transmissão hidráulica (liquidos sob pressão para os comandos e servomecanismos hidráulicos). estanqueidade perfeita. uma vez que são variáveis caso a caso: • condição de serviço (pressão e temperatura). dispensa manutenção. baixa pressão e temperatura ambiente). Emprego das Tubulações Industriais Os tubos podem ser usados em tubulação de processo (processamento. esgotos). contaminação). choques. 100. de baixa responsabilidade (instalações prediais. devendo a serie ser no mínimo Sch. boa aparência. utilidades (fluidos auxiliares como rede de água doce. • velocidade do fluido (influência da velocidade na resistência a corrosão e à erosão). finalidade e localização da ligação. 60. • experiência prévia. vapor. instrumentação (sinais de ar comprimido. condensado. temperatura. grau de segurança. distribuição (água. Este número é obtido aproximadamente pela seguinte expressão: Série = 1000 P S onde P = pressão interna de trabalho (psig) S = tensão admissível do material (psi) As serie existentes são: 10. pressão e temperatura de trabalho. como também para ligar os tubos a válvulas. vazamentos). Meios de Ligação de Tubos Os diversos meios de ligação usados para conectar tubos servem para ligar os tubos entre si. acessórios e outros equipamentos. 30. normalmente até roscas cônicas para garantir a vedação. existem os números de serie (Schedule number) para designar as espessuras dos tubos. • nivel de tensões do material (grandeza dos esforços. rupturas. água salgada. 80. adução (aquadutos). custo. • facilidades de fabricação e montagem. 140 e 160. cargas dinâmicas). Atualmente. pH. ar comprimido). etc) e coleta (drenagem. Os principais meios de ligação são: • rosqueadas (screwed joints): usadas em tubos até Ø 4”. etc. fluido contido. flexão. linha de água. necessidade ou não de desmontagem.10. • facilidade na obtenção do material. 40. o rosqueamento enfraquece a parede do tubo. compressão. ar comprimido e condensado. Para tubos metálicos não ferrosos. 120. São as únicas ligações usadas para tubos galvanizados. “extraforte” (extra-strong – XS) e “duplo extra-forte” (double extra-strong – XXS). requer mão de obra qualificada.

cruzetas. para qualquer material e qualquer classe. buchas. reduções excêntricas.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA • • • • branca (soldering). Até 400 oC e pressões até 20 kg/cm2 aplica-se flanges conforme ASTM A181. mudança de diâmetro. reduções concêntricas. Gibault. permitindo sempre razoável movimento angular e pequeno movimento axial. etc. FRP. a norma mais empregada é a A182. basta aquecer a luva por fora. Para fazer a emenda. flangeado. Assim. não significa a pressão admissível com que o flange pode trabalhar. O uso de flanges na faixa de temperatura de fluência resulta num decréscimo das forças dos parafusos. rosqueado. Victaulic. joelhos. pestanas (stub ends). tês. Esses acessórios podem ser ligados aos tubos através de solda de topo. ponta e bolsa. Pela norma ANSI B16. etc. Esta derivação pode ser feita também por meio de luva (até Ø 1½”). os quais são usados quando se deseja um bloqueio rigoroso e absoluto na tubulação. com ou sem anel de reforço e nervuras. selas (saddles). ponta e bolsa (Bell and spigot joints): usado em tubulação de ferro fundido. facilmente desmontáveis. juntas e parafusos. entretanto. solda de encaixe. por motivo de economia ou uso esporádico. Portanto. linhas de instrumentação e pequenas linhas de óleo. concreto. niples. luvas. Para flanges de aço liga. Outros acessórios de tubulação padronizados são figura 8 (spectacle) e raquete (paddle blind). derivações nos tubos. Quando o tubo tronco possui um diâmetro maior que o do tubo ramal. derivações soldadas. . com um anel de liga de solda que já vem embutido no encaixe. Para temperaturas até 450 oC e pressões mais altas. construída com uma chapa fina calculada para se romper a uma dada pressão. flanges. usa-se flanges conforme A105. com colar ou com sela soldadas. para cada diâmetro e cada classe de pressão. garante perfeita continuidade do revestimento. Acessórios de Tubulação A finalidade do uso dos acessórios de tubulação é fazer mudança de direção dos tubos. Juntas flangeadas submetidas a gradientes térmicos também ficam sujeitas a um decréscimo das forças dos parafusos. As juntas giratórias são acessórios que permitem o movimento de rotação axial em torno de um eixo que passa pela linha de centro do tubo. Esta diminuição das forças nos parafusos reduz a capacidade da junta suportar as forças aplicadas sem vazamentos. peças em Y. depende da temperatura e do material do flange. tampões. para cada classe de pressão nominal. colares (sockolets. A resistência mecânica desses acessórios deve ser equivalente à do tubo de mesmo material e espessura correspondente à respectiva classe. e discos de ruptura que são peças simples instaladas para a proteger uma tubulação de uma sobrepressão. uniões. embora sirva para designar o flange. Flanges: Tipos e Faceamento Os flanges de aço carbono e de aço liga costumam ser fabricados por forjamento. anéis de reforço. fundindo o anel de solda. Alguns dos principais acessórios (piping fittings) são: curvas (conformadas ou soldadas/gomadas). compressão: usados para tubos de metais não ferrosos e de aço inoxidável até Ø 1”. A pressão admissível do flange. weldolets). podem ocorrer vazamentos. terão pressões admissíveis diferentes se forem de materiais diferentes. decrescem com o aumento da temperatura. todas as dimensões dos flanges. Flexlock. compressão. caro. As pressões de trabalho. são ligação não rigidas. flangeadas (flanged joints): aplicadas em tubos de Ø 2” e maiores para todos os materiais. aliviando as tensões nos flanges. bujões. patenteados: juntas Dresser. ligações entre os tubos e fechamento da extremidade de um tubo. o numero de classe (#) que representa a pressão nominal. todos os flanges de mesmo diâmetro e mesma classe terão suas dimensões exatamente iguais e se adaptarão ao mesmo tubo. a ligação mais usual é através de solda direta de um tubo no outro (boca de lobo).5 estabelece.

5. hidrocarbonetos. espiraladas com ranhura padrão (stockfinish). • Cego (blind): usados nas extremidades de linha ou fechamento de bocais. é o tipo mais antigo e mais resistente. podendo ser concêntricas (concentric serrated). abrangendo diâmetros nominais de 1” até 24”. é necessário que a pressão exercida pelos parafusos seja bem superior à pressão interna do fluido.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Os acessórios flangeados em ferro fundido são fabricadas em face plana. espiraladas com ranhura espiral (spiral serrated) ou lisa (smooth finish). Aplicado também com tubos de aço e de ferro forjado em tubulações secundárias. O acabamento da face de junção pode ter uma série de pequenas ranhuras. aplicável para quaisquer condições de pressão e temperatura. dispensando a solda interna. A norma ANSI B31 recomenda o uso de soldas de vedação entre o flange e o tubo. Para que não haja vazamento através da junta. que tende a afastar os flanges. • Encaixe (socket weld – SW): semelhante ao sobreposto. porque estando a junta confinada não haverá quase contato entre o fluido e a junta. tóxicos. Consegue-se uma melhor vedação com o mesmo grau de aperto dos parafusos. quando aplicado em serviços com fluidos inflamáveis. A junta também deverá ser suficientemente deformável e elástica para se amoldar às irregularidades das superfícies dos flanges. o mais resistente. Usado em serviços não severos porque o aperto permissivel é bem menor. Juntas para Flanges Em todas as ligações flangeadas existe sempre uma junta que é o elemento de vedação. o acabamento é ranhura padrão. Assim. as juntas duras exigem maior perfeição no acabamento das faces dos flanges e no alinhamento dos tubos. Devido à descontinuidade interna não se recomendam esses flanges para serviços sujeitos à corrosão sob contato. porém mais resistente e com um encaixe completo para a ponta do tubo. • Rosqueado (screwed – SCR): usados em tubos não soldáveis (ferro fundido e alguns aços ligas não soldáveis). etc). • Solto (lap joint): não são fixados. e com tubos não metálicos. uma interna e outra externa. Pela norma ANSI B16. mais dura e resistente deverá ser a junta. as tensões residuais são elevadas e as descontinuidades de seção dão origem a concentrações de esforços e facilitam a erosão e a corrosão.WN): o mais usado para quaisquer pressões e temperaturas. liga de Ni. que servirá de batente ao flange. a ligação é feita com duas soldas em ângulo. A grande vantagem é que este flange não entra em contato com o fluido instalando-se uma virola (stub end). fluidos perigosos. etc). permite melhor aperto. Os tipos mais usuais de juntas são: . O aperto da junta é muito inferior ao obtido em um flange RF. • Face plana (flat face – FF): muito usado em flanges de ferro fundido e outros materiais frágeis. O material das juntas deverá resistir à ação corrosiva do fluido.5 são: • Face com ressalto (raised face – RF): o mais comum para flanges de aço. Quanto maior a pressão do fluido. • Pescoço (welding neck . logo são capazes de deslizar livremente sobre o tubo. • Face para junta de anel (ring type joint – RTJ): usado em serviços severos. os tipos de flanges são: • Integral: usados em alguns casos de ferro fundido. tóxicos ou perigosos. Na ausência desta especificação. Normalmente o flange é fabricado em aço carbono e a tubulação em materiais especiais e caros (aço inoxidável. bem como a toda faixa possivel de variação de temperatura. • Sobreposto (slip-on – SO): mais barato e mais fácil de instalar. Muito usado em tubulação de pequenos diametros até Ø 2”. garantindo a vedação. Os mais usuais pela norma ANSI B16. altas pressões e temperaturas (vapor. menores tensões residuais decorrentes da soldagem e das diferenças de temperaturas. A face de assentamento dos flanges pode ter vários tipos de acabamento. em duas classes de pressão de # 125 e # 250. • Face de macho e femea (male & female) e face de lingueta e ranhura (tongue & groove): usados em serviços especiais com fluidos corrosivos.

que pode afetar o NPSH disponivel na linha de sucção de uma bomba onde é importante que NPSHd > NPSHr. será tanto mais forte quanto mais dura for a junta. em serviços de altas pressões e altas temperaturas. Podem ser fabricadas em borracha natural. • Material de construção: vinculado a corrosividade e grau de erosão do fluido. O aperto residual combate o efeito da pressão interna no tubo que tende a separar os flanges. Parafusos e Estojos para Flanges Os parafusos empregados para ligar um flange a outro e proporcionar o aperto da junta podem ser de dois tipos: parafuso de máquina (bolt) e estojos (stud bolt). sugerindo-se uma diferença de 30 HB. densidade. No aperto dos parafusos distingue-se o aperto inicial e o aperto residual. comprime a junta e introduz esforços de flexão nos flanges. Juntas metálicas em espiral: usadas quando existem grandes variações de pressão ou de temperatura. A parte rosqueada pode ou não abranger todo o comprimento. . as normas fixam limites para a tensão de escoamento do aço dos parafusos. O aperto dos parafusos de uma ligação flangeada traciona os parafusos. Devido a isso. o aperto residual deve ser somado ao aperto inicial. Em qualquer instalação. Os estojos são barras cilindricas rosqueadas com porcas e contraporcas independentes. corrosividade. para evitar vazamentos. porque são peças caras. Os estojos permitem melhor aperto do que os parafusos de máquina porque a parte mais fraca desses parafusos é justamente a ligação do corpo com a cabeça. Este aperto deverá ser mais forte quanto maior for a pressão interna. Costumam também ser usadas para quaisquer serviços em temperaturas acima de 550 oC. amoldando-se a todas as imperfeições e irregularidades que possam existir. O aperto inicial faz com que a junta se adapte o mais perfeitamente possível às faces dos flanges. usadas em flanges de face com ressalto.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA • • • • • juntas não metálicas: sempre planas. material plástico. • Condições de operação: as pressões maximas e minimas e temperaturas que influenciam na escolha da material da válvula. É comum usar material do corpo diferenciado do material do trim por razões de economia. além de introduzirem perdas de carga. face macho e fêmea e face de lingueta e ranhura. usadas em flanges de face plana e com ressalto. Este aperto. controlar e interromper o fluxo em uma tubulação. viscosidade. grau de erosão. Evidentemente. gasoso ou pasta. onde sempre há a possibilidade de vazamentos. Possuem excelente elasticidade. borrachas sintéticas. • Tamanho da válvula. papelão hidráulico. Juntas metálicas de anel: a dureza do material da junta deve ser sempre menor que a dureza do material do flange. Juntas metálicas maciças: possuem faces planas ou ranhuradas. Na prática. basta que o aperto residual tenha 1 ½ a 2 vezes o valor da pressão interna. em qualquer ligação flangeada. Empregadas para vapor e para hidrogênio. que deverá ser suficiente para causar o escoamento do material das juntas. Os principais fatores na escolha do tipo da válvula a ser aplicada numa determinada tubulação ou equipamento são: • Propriedades do fluido: liquido. Juntas metálicas folheadas: usadas em flanges de face com ressalto. Os parafusos de máquina são cilindricos com cabeça integral e a parte rosqueada nunca abrange todo o corpo do parafuso. amianto grafitado. hidrocarbonetos e outros serviços de grande risco. Em todas as juntas metálicas é importante que o material da junta seja menos dura que o material dos flanges e possua bom acabamento. compatível com o funcionamento das mesmas. Válvulas As válvulas são dispositivos destinados a estabelecer. • Perdas por fricção do fluido: perdas de carga no interior da válvula. deve haver sempre o menor numero possível de válvulas.

embora seja limitado a serviços em pressões não muito altas. • Válvulas que controlam a pressão a montante: válvulas de segurança (safety). pistão). aço fundido. latões. comporta). pistão. globo. de pé (foot). Possuem baixa perda de carga. etc. agulha). fibras de asbestos com PTFE. cock). Métodos de vedação Para evitar vazamentos do fluido a jusante quando a válvula estiver fechada. mas pode acontecer um emperramento entre as superfícies. A vedação resisiliente é obtida comprimindo-se a superficie do metal contra uma superficie de borracha ou plástico (soft surface). A vedação com uma superficie metálica contra outra superficie metálica que contém um material resiliente inserido proporciona a principal vedação por resiliência. auxiliada por uma vedação secundária metal-metal.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA O projeto de uma válvula deve considerar três partes fundamentais: Projeto do elemento de controle do fluxo É a parte que controla o fluxo do fluido dentro da válvula. asbestos com PTFE. borboleta (butterfly). ou pela rotação de um disco (borboleta. podendo ser pelo movimento de um disco ou plug (globo. aço forjado. ou move-se longitudinalmente (gaveta OS & Y. bem como sua construção requer um bom controle dimensional e do acabamento. usado em linhas de alta pressão e alta temperatura. guilhotina. ou combina esses dois tipos de movimentos (globo. Os metais e ligas mais utilizados na fabricação das válvulas são: bronzes. Existem as válvulas gaveta (gate). gaveta com disco giratório. esfera. borboleta. • Válvulas que permitem o fluxo em um único sentido: válvulas de retenção (check). Deve haver um fechamento bem apertado entre o elemento de controle e a sede da válvula. agulha (needle). Funcionam somente ou completamente abertas ou completamente fechadas. A vedação entre o corpo e o castelo pode ser por castelo rosqueado. Exceções são as válvulas de retenção e algumas válvulas de segurança e de regulagem que utiliza a própria força do fluido para esta operação. e outros. esfera (ball) e comporta ou guilhotina (slide. angular. diafragma (diaphragm). guilhotina. As guarnições devem ser sólidas. macho). contado de um metal com um material resiliente (material elástico) e contato de um metal com outro metal que contém um material resiliente inserido na sua superfície. cilindrica ou esférica através de um orificio (gaveta. ou pelo deslizamento de uma superfície plana. ou com castelo flangeado e aparafusado. e outras formas de construção. sem distorções ou desalinhamento das superfícies de vedação. Essas vedações devem ser feitas na haste. Os tipos mais usuais de válvulas são: • válvulas de bloqueio (block valves): servem para estabelecer ou interromper o fluxo. • Válvulas que controlam a pressão a jusante: válvulas redutoras e reguladoras de pressão. macho. ou vazamento de ar para dentro do sistema quando a linha estiver operando sob vácuo. . bem como a tensões causadas pelas ligações com a tubulação. segurança. diafragma). aço inoxidável. Evitar vazamentos do fluido para o meio externo. ligas de níquel e aluminio. nas conexões da válvula e na união do castelo com o corpo. ou castelo selado por pressão interna do próprio fluido. A melhor vedação é obtida na vedação metal-metal. trançadas. diafragma. blast). ou pelo movimento de uma material flexivel no interior da passagem do fluxo (diafragma). de contrapressão (back-pressure). de alivio). para ajustar a posição do elemento de controle. São válvulas globo (globe). controle (control). de alívio (relief). ou um enchimento com PTFE granulado. O método mais comum de vedação da haste é por meio de uma caixa de preme-gaxeta que contém guarnições de material flexível como grafite-asbestos. • Válvulas de regulagem (throttling valves): servem para controlar o fluxo. Este tipo de vedação pode ser empregado em pressões relativamente altas. Esses componentes precisam ser projetados para resistirem a mudanças de pressão e/ou temperatura. retenção e fechamento (stop-check). Os tipos de vedação são: contato metal-metal. agulha. esfera. macho (plug. Projeto do movimento do elemento de controle Pode ser por meio de uma haste fixada no elemento que gira (gaveta com haste não ascendente. ferro fundido. Este método fornece um fechamento muito apertado e muito recomendado para fluidos que contém particulas sólidas. PTFE.

Podem ser de bóia. • Termostáticos: agem por diferença de temperaturas. nem ação aquecedora eficiente. como bombas de engrenagens. chapas perfuradas. em correntes de liquidos ou de gases. refervedores. Podem ser de expansão metálica. existem outros dispositivos separadores também usuais em tubulação industrial. as dilatações provenientes das variações de temperatura e também impedir a propagação de vibrações. queimadores de caldeiras e de fornos. Separadores e Filtros Os purgadores de vapor (steam traps) são dispositivos automáticos que separam e eliminam o condensado formado nas tubulações e nos aparelhos de aquecimento. Evita a erosão rápida das palhetas das turbinas. filters) também são aparelhos separadores para destinados a reter poeiras. Evita vibrações e golpes de ariete nas tubulações. telas finas para filtragem grossa de líquidos. etc. de alta ação corrosiva. etc para filtragem fina de líquidos. quando empurrado pelo vapor em alta velocidade e por ser incompressivel. feltro. motor. papel. O objetivo deste componente é conservar a energia do vapor. aquecedores a vapor. que possam estar presentes.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Os principais componentes de uma válvula são o corpo (body). quando se quer uma purificação rigorosa e controlada do fluido circulante e nas tubulações de entrada de equipamentos muito sensíveis a corpos estranhos. Evita o resfriamento do vapor em consequencia da mistura com o ar e outros gases. O condensado diminui muito a eficiência dos aparelhos de aquecimento a vapor (serpentinas. que seria causada pelo impacto das gotas de condensado. Os filtros permanentes consistem geralmente de uma caixa de aço ou ferro fundido ou de bronze. sede. certos tipos de purgadores. mecanismo interno (trim) como haste. alavanca. o condensado combina-se com o CO 2 existente no vapor formando o ácido carbônico. Podem ser permanentes ou provisórios. e palhas metálicas. Os elementos filtrantes mais comuns são: grades metálicas. anel da sede. pois o condensado não tem ação motora em máquinas a vapor. estufas). etc para filtragem de gases. Os filtros provisórios mais comuns são os de discos de chapa perfurada ou cestas de tela de chapa fina. Juntas de Expansão Juntas de expansão são peças não rigidas que se intercalam nas tubulações com a finalidade de absorver. penetrem nesses equipamentos quando o sistema for posto em funcionamento. tiverem sido completamente lavadas pelo próprio fluido circulante. turbinas. para evitar que sujeiras e corpos estranhos deixados nas tubulações durante a montagem. Diminui os efeitos da corrosão. sem deixar escapar o vapor. Os filtros provisórios são peças que se intercalam nas tubulações. volante. Além dos purgadores. nylon. com os bocais para as tubulações de entrada e de saída. sólidos em suspensão e corpos estranhos. Além de removerem o condensado. autoclaves. eliminam também o ar e outros gases incondensáveis (CO2. automática. depois existem as gaxetas. disco. causados pelo condensado. Os principais tipos de purgadores de vapor são: • Mecânicos: agem por diferença de densidades. Evita a redução da seção transversal útil de escoamento do vapor devido à acumulação do condensado. As operações mais comumente efetuadas por esses aparelhos são: • separação de água e/ou óleo em tubos de ar comprimido e de outros gases • separação de poeiras e sólidos em suspensão em tubos de ar e de gases • separação de ar e/ou água em tubos de gasolina e de outros liquidos leves • separação de ar em tubos de vapor. feltro. no interior da qual existem os elementos filtrantes e chicanas para conduzirem o fluido. os filtros temporários deverão ser removidos. por exemplo). portanto. etc). porcelana. panela invertida e panela aberta. medidores volumétricos. castelo (bonnet). • Especiais: são os termodinâmicos e de impulso. Os filtros permanentes são empregados nos casos em que uma tubulação com fluidos sujos possam sempre apresentar corpos estranhos. camurça. Os filtros (strainers. próximo a bocais de entrada dos equipamentos (bombas. expansão liquida e expansão balanceada (de fole). etc). compressores. sistema de operação (engrenagens. . total ou parcialmente. Depois que as tubulações já estiverem em funcionamento normal por algum tempo e. Purgadores.

deixando que o controle da dilatação térmica dos tubos seja efetuado pelo próprio traçado da tubulação. Não há riscos de vazamentos (não há gaxetas). Nos seguintes casos se justifica o emprego de juntas de expansão: • quando o espaço disponível é insuficiente para o traçado da tubulação com flexibilidade capaz de absorver as dilatações. podendo ter origem a sérios acidentes. porém esta situação é irrealizável. com suas diversas mudanças de direção. Uma grande desvantagem das juntas de expansão é que constituem sempre um ponto fraco da tubulação. • para a ligação direta entre dois equipamentos. nesse caso. da dilatação de trechos de tubos ligados à junta de expansão. Os tipos de juntas de expansão são: • De telescópio (slide joints): dois pedaços de tubos concêntricos. ultra-som. tóxicos. porque a resistência mecânica do fole de chapa fina é bem menor do que a dos tubos. evitar flechas exageradas. com um minimo de perdas de carga ou de turbilhonamentos. Devido a esse grande risco. de preferência uma única costura longitudinal. Se esta situação fosse possível.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Procura-se evitar o uso desses aparelhos nas tubulações. • em tubulação que. devido à dilatação própria desses vasos. ou de material muito caro. • em tubulação de diametro muito grande (acima de 20”). ou ainda combinação desses movimentos. . • em tubulação sujeitas a vibrações de grande amplitude. aumentar a auto-capacidade da linha. Entretanto. o ideal seria que as tubulações não tivessem nenhuma restrição. localizadas de forma a sofrerem o minimo com a deformação do fole e absolutamente perfeitas (controladas por raios-X. as soldas devem ser de topo. Os movimentos angulares e laterais são característicos de juntas de expansão situadas em tubulações curtas entre dois vasos ou equipamentos. quaisquer outros movimentos danificariam a junta em pouco tempo. etc). pudessem dilatar-se e movimentar-se livremente para todos os lados quando ocorressem variações de temperatura. • em certas tubulações ligadas a equipamentos delicados. evitar deformações exageradas em ramais finos. de forma que a tubulação tenha flexibilidade própria suficiente. no menor numero possível. por exigências de serviço. onde haja interesse econômico em fazer o trajeto o mais curto possível. A junta de expansão servirá. devam ter trajetos diretos retilineos. em geral. e melhorar a flexibilidade do sistema. que é a ruptura súbita do fole. O movimento axial pode ser de compressão ou de distensão ou de ambos provenientes. sujeito a defeitos. proteger os equipamentos ligados à tubulação e os pontos fracos da própria tubulação. evitar movimentos laterais e angulares em juntas de expansão que só admitem movimentos axiais. pois é necessário restringir os movimentos causados pelas dilatações térmicas. não haveria o aparecimento de tensões nos tubos. vazamentos. Absorvem somente movimentos axiais das tubulações. ou muito sensiveis. angular e lateral (off set). e com necessidade de constante inspeção e manutenção. que deslizam um sobre o outro. é um ponto fraco na tubulação. isolar vibrações para diminuir a amplitude e evitar ressonâncias. estando também sujeita à fadiga por serviço ciclico e a maior desgaste por corrosão e erosão. Todo este estudo é necessário para que a flexibilidade da tubulação aconteça como previsto e não aleatoriamente. isto é. particulas magnéticas. e a maior desgaste. etc. evitando interferências devido à dilatação. sem soldas circunferenciais. Os principais movimentos que podem ter uma junta de expansão são: axial. para evitar a possibilidade de transmissão de esforços da tubulação para o equipamento. Flexibilidade e Suportes de Tubulação Do ponto de vista da flexibilidade. com fluidos inflamáveis. sub-dividir ou simplificar o comportamento quanto à dilatação para facilitar o estudo da flexibilidade. • De fole ou de sanfona (bellows joints): consistem de uma chapa fina flexivel em forma de gomos. podendo ser usadas em serviços severos.

ou mesmo empenos em eixos e hastes. Serve também para evitar desalinhamentos em hastes de válvulas ou em eixos de bombas. torres. etc apoiadas na tubulação). pendurais). plataformas. acuidade visual e qualificação. reduções e outros acessórios. das reações nas suas extremidades onde os mesmos se ligam às válvulas e outros equipamentos. controle das soldas. dispositivos apenas para movimentos axiais (guias). podendo sofrer trincas ou fraturas. montagem nos suportes. transmitindo-os diretamente ao solo. os quais são incapazes de resistir a grandes esforços. dilatações térmicas. trocadores de calor). vibrações). escolaridade. esta fabricação acontece para tubulação com ligações soldadas. Inicialmente o candidato deve fazer a leitura da norma N-2033. A força exercida pelo tubo é absorvida pelo arrastamento dos pontos de fixação. que permitem o movimento vertical). peso do isolamento térmico. . inspeção visual e dimensional. experiência profissional. dispositivos que impedem o movimento em um sentido (batentes) e dispositivos que absorvem vibrações (contraventos). ação do vento. ainda que tenham valores elevados. e não rígidos (suportes de mola e de contrapeso. e pleno conhecimento da tabela A-1 (Atividades Básicas Exercidas pelo Inspetor de Fabricação). que não permitem nenhum movimento vertical). preparação para montagem. que consiste na sub-montagem prévia dos trechos onde existem curvas. correspondente ao isométrico. evitar a transmissão de esforços exagerados às carcaças de válvulas e de equipamentos feitas em ferro fundido. Evidentemente. que transmitem o peso para cima). consequentemente. por um fenômeno semelhante ao relaxamento espontâneo das tubulações quentes. estruturas. ajustagem nos suportes. Os suportes de tubulação são dispositivos destinados a suportar pesos (peso próprio do tubo + válvulas + acessórios. equipamentos. Nos desenhos devem estar indicadas as soldas de campo. flanges. Montagem e Testes de Tubulação Normalmente no canteiro de obras. turbinas e outras máquinas. Existem também os suportes para tubos leves (braçadeiras. Suportes que absorvem as vibrações (amortecedores). alinhamento e nivelamento. golpe de ariete. devendo cada peça ter sua numeração marcada claramente à tinta. semi-rigidos (pendurais.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Os esforços na tubulação precisam ser calculados para não alterar muito a grandeza dos esforços nos tubos e. sobrecargas diversas como peso de pessoas. acelerações do fluido. derivações. Treinamento e Qualificação Sequi Acessórios de Tubulação Industrial é uma das modalidades reconhecidas pela Petrobrás para inspetor de fabricação. é efetuado o teste de pressão (teste hidrostático) para verificação de possíveis vazamentos. como também porque as tensões resultantes dessas deformações decrescem com o tempo. causando vazamentos. quanto às definições. O primeiro passo nesta fabricação é o estudo dos desenhos isométricos e a distribuição das peças pelos isométricos. são fabricadas as peças de tubulação. ou tubos próximos. não só porque podem ser toleradas pequenas deformações locais nos bocais. compressores. treinamento. Os suportes de tubulação para sustentar os pesos são classificados em: rígidos (apoiado. Os suportes destinados a limitar os movimentos dos tubos (restraints) são: dispositivos de fixação total (ancoragem). grampos. Já nos equipamentos estáticos (tanques. em geral não tem grande importância. mancais e buchas. exercendo forças consideráveis sobre os pontos de fixação. os esforços de tubulação. peso do fluido. limpeza. Depois da construção dos spools. observando se atende às exigências da tabela B-1 (Requisitos Mínimos de Escolaridade e Experiência Profissional). tratamentos térmicos. fugas internas. colares. As peças devem estar chanfradas ou preparadas para soldagem no local. Esses trechos prémontados chamam-se spools. vasos. satisfazer aos requisitos mínimos citados na tabela C-1 (Programa de Treinamento). Esta condição serve para evitar vazamentos em flanges e roscas. desgaste excessivo de gaxetas. e os demais esforços exercidos pelos tubos ou sobre os tubos (força de atrito entre os tubos e os suportes. As soldas devem ser mediante procedimentos qualificados e consumiveis adequados e devidamente controladas por uma inspeção previamente aprovada. soldagem da tubulação. estruturas vizinhas. pendurado.

porém sugere-se um planejamento conforme a seqüência abaixo: • • • • • • • • • Introdução. e/ou experiência anterior na área industrial proporcionam uma boa base para alcançar um bom aproveitamento do treinamento. que está dividida em 3 provas: a) válvula 1 (gaveta. etc. É necessário grande empenho do candidato. Com o objetivo de orientar nos estudos. sendo 2 referente à válvula esfera e 1 referente à válvula de retenção. O exame prático é composto de 2 etapas: Etapa 1 = pintura industrial. O conhecimento prévio em escolas técnicas ou curso de engenharia. objetivos. sendo 2 referente à válvula gaveta. Seguir firmemente este objetivo e fazer provas simuladas para avaliação. documentos e registros usados durante a inspeção. Tempo do exame = 2 horas. até a embalagem. redução. O plano de estudo. globo e borboleta) = 4 estudos de caso. tê. avaliação. responsabilidades. Tempo de prova = 30 min Etapa 2 = normas. Tempo de prova = 1 hora b) análise de falhas de aplicação e defeitos de pintura. conhecimento e experiência técnica. o candidato deve organizar a matéria e o tempo disponível para estudo. Aspectos Comportamentais e Documentação Técnica Sistemas da Qualidade: termos.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Exames de Qualificação Para obter a qualificação de Inspetor de Fabricação – modalidade Acessórios de Tubulação (IF-AT). joelho. preservação e transporte para a obra. desde os documentos básicos que fazem parte do pedido de compra. o candidato está apto para realizar o exame prático. No caso do treinamento à distância. Tempo de prova = 1 h Para obter a qualificação na Petrobrás é necessário ser aprovado nas provas teórica e prática com nota mínima igual a 7. Tempo de prova = 30 min c) análise de relatório de inspeção de pintura (RIPI). Planejamento do Estudo O assunto é composto por várias e diversificadas matérias. Tempo de prova = 2 h b) válvula 2 (esfera e retenção) = 3 estudos de caso. requisitos Propriedade dos Materiais Processos de Fabricação Soldagem Tratamento Térmico Ensaios Não Destrutivos Ensaios Mecânicos Acabamento Superficial . 1 referente à válvula globo e 1 referente à válvula borboleta. flange. Somente após aprovação neste exame. devendo dedicar-se muitas horas de estudo e passar por exames simulados. Tempo de prova = 2 h c) conexões = 3 estudos de caso sobre conexões que podem ser: curva. existe disponivel no Departamento de Inspeção da Setal resumos das diversas matérias com questões. postura e ações do profissional perante o trabalho e dificuldades inerentes à função. A troca de conhecimentos e experiência com Inspetores Qualificados é também uma boa prática. O exame teórico consta de 50 questões de múltipla escolha. é necessário o candidato conseguir a aprovação no exame teórico e no exame prático. que é dividida em 3 provas: a) medição de espessura e teste de aderência. naturalmente. fica a critério de cada um.

0 Código de Ética da Petrobrás Documentação Técnica ABC da Inspeção de Fabricação da Petrobrás (Requisitos de Inspeção. Introdução Petrobrás N-2033C ABC da Inspeção de Fabricação da Petrobrás Condições de Fornecimento de Material da Petrobrás – CFM 2005 Instruções Gerais para Inspeção O-4605-00-SII-01 rev. Meio Ambiente e Saúde – SMS Bibliografia Segue abaixo os documentos de referência e normas técnicas por disciplina do programa de treinamento. Rotina de Inspeção. 1 Aspectos Comportamentais Diretrizes Comportamentais e Responsabilidades do Inspetor O-4605-00-SII-02 rev. etc) Materiais para Equipamentos de Processo – Pedro C. testes.Terminologia . etc) EN 10204 – Inspeção de Documentos para Liberação de Produtos Metálicos Telecurso 2000 – Leitura e Interpretação de Desenho Mecânico (disponível na biblioteca) Sistemas da Qualidade Plano da Qualidade dos Serviços de Inspeção e Diligenciamento de Fabricação do SERMAT GPQ-01 Qualidade – Telecurso 2000 (fita vídeo e CD) (disponível na biblioteca) NBR ISO 9000 Matéria Prima Normas técnicas específicas (ABNT. ASTM. API. Mei Principios de Ciência dos Materiais – Lawrence Van Vlack Materiais – Telecurso 2000 (fita vídeo) (disponível na biblioteca) Processos de Fabricação Tecnologia Mecânica – Vicente Chiaverini Princípios Metalúrgicos de Fundição – Voya Kondic Fundamentos da Usinagem dos Metais – Dino Ferraresi Processos de fabricação – Telecurso 2000 (fita vídeo e CD) (disponível na biblioteca) Soldagem Curso de Inspetor de Soldagem – FBTS (disponível na inspeção) Symbols for Welding and Nondestructive Testing – AWS A2.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA • • • • • • • • Pintura Metrologia Inspeção por Amostragem Acessórios de Tubulação Válvulas Testes Hidrostático e Pneumático Acondicionamento e Embalagem Segurança. SAE. ANSI. Plano da Qualidade ou Plano de Inspeção e Testes – PIT) Petrobrás N-2301 – Elaboração da Documentação Técnica de Soldagem Normas Petrobrás aplicáveis a procedimentos (soldagem. AISI. pintura.4 Petrobrás N-133 – Soldagem Petrobrás N-2301 – Elaboração da Documentação Técnica da Soldagem Petrobrás N-1438 – Soldagem . Lista de Verificação. DIN. sendo que algumas publicações estão disponíveis no site da Petrobrás e outras na biblioteca da Setal. da Costa e Silva e Paulo R. Silva Telles (disponível na biblioteca) Aços e Ferros Fundidos – Vicente Chiaverini (disponível na biblioteca) Metalografia de Produtos Siderúrgicos Comuns – Hubertus Colpaert Aços e Ligas Especiais – André L. ASME. MSS. END. tratamento térmico.

A182. A193. B16. A120. B36. 2440 Petrobrás N-1693 Acessórios de Tubulação Acessórios de Tubulação Industrial – Senai (disponível na inspeção) ASME/ANSI B16.19 ASTM A106. B2. SP-45. SP-25.42.10.19. A351. Rodrigues e Lirani Inspeção por Amostragem NBR 5426 Tubulação Tubulações Industriais – Pedro C. A139. PM.ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Tratamento Térmico Aços e Ferros Fundidos – Vicente Chiaverini (disponível na biblioteca) Teoria dos Tratamentos Térmicos – Ilia Novikov Metalografia de Produtos Siderúrgicos Comuns – Hubertus Colpaert Tratamento Térmico – Telecurso 2000 (fita vídeo) (disponível na biblioteca) Ensaios Não Destrutivos Ensaios Não Destrutivos – ABM END – LP.9. Silva Telles (disponível na biblioteca) ASME B31. A194. B36.1 ASTM A105. B36. RX e US – ABENDE/Ricardo Andreucci (disponível na inspeção) Petrobrás N-1590 – Ensaio Não Destrutivo – Qualificação de Pessoal – Procedimento Ensaios Mecânicos e Macrográficos Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos – Sérgio Augusto de Souza (disponível na biblioteca) Metalurgia Mecânica – George Dieter Metalografia de Produtos Siderúrgicos Comuns – Hubertus Colpaert Ensaios Mecânicos – Telecurso 2000 (fita vídeo e CD) (disponível na biblioteca) Acabamento Superficial e Processos de Revestimento Corrosão e Tratamentos Superficiais dos Metais – ABM Tratamento de Superfície – Telecurso 2000 (fita vídeo) (disponível na biblioteca) Tecnologia Mecânica – Vicente Chiaverini Materiais para Equipamentos de Processo – Pedro C.11. B36.5. A312. B16. Desvios e Análise de Dimensões – Agostinho.20. Silva Telles (disponível na biblioteca) Pintura Industrial Corrosão e Tratamentos Superficiais dos Metais – ABM Pintura Industrial na Proteção Anticorrosiva – Laerce Nunes e Alfredo C. A53.3. A420. SP-55 API 5B Válvulas Handbook of valves – Philip A. A134. A135. B16. A335. A333. B16.25. A252. Ajustes. N-13 Metrologia Metrologia – Telecurso 2000 (fita vídeo e CD) (disponível na biblioteca) Metrologia – Senai (disponível na inspeção) Tolerância. A350. A211. Lobo (disponível na biblioteca) Tintas – Carlos Alberto Fazano Petrobrás N-9. A155. A671 MSS-SP-6. Schweitzer (disponível na biblioteca) Acessórios de Tubulação Industrial – Senai (disponível na inspeção) Petrobrás N-2232 – Válvula Gaveta de Aço Fundido e Forjado Petrobrás N-2247 – Válvula Esfera em Aço para Uso Geral e “Fire Safe” Petrobrás N-2296 – Válvula Retenção – tipo Portinhola . B16.10. A234. A335 API 5L DIN 2441.

Meio Ambiente e Saúde .ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÃO Treinamento Sequi Nome/assinatura Data 04/04/05 Modalidade: LITERATURA Petrobrás N-2299 – Válvula Retenção – tipo Wafer API 6D – Specification for Pipeline Valves (Gate. BS 2080. B16. Threaded. Preservação e Transporte Petrobrás N-12 – Acondicionamento e Embalagem de Válvulas Segurança. BS 5352. Welding and Extended-Body Ends API 609 – Butterfly Valves: Double Flanged.10. Wafer-Lug and Double Flanged Type API 598 – Valve Inspection and Testing API 600 – Steel Gate Valves – Flanged and Butt-Welding Ends. BS 5351. BS 1873. Lug and Wafer-Type ASME B16.34 ASTM A216. Ball & Check Valves) API 594 – Check Valves: Wafer. Embalagem. Bolted and Pressure Seal Bonnets API 602 – Compact Steel Gate Valves – Flanged. A217 BS 12266. BS 6755 MSS-SP-55 Testes Hidrostático e Pneumático Curso Inspetor de Soldagem – FBTS (disponível na inspeção) Armazenamento.SMS Procedimento de Segurança e Higiene do Trabalho – Senai (disponível na inspeção) Intranet Setal\SMS Higiene e Segurança do Trabalho – Telecurso 2000 (CD) (disponível na biblioteca) Padrões de SMS para Auditoria de Campo – Petrobrás (disponível na inspeção) .