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Apostila de Anatomia - Aula de Anatomia

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08/27/2013

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Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Colo Ascendente – é a segunda parte do intestino grosso. Passa para cima
do lado direito do abdome a partir do ceco para o lobo direito do fígado,
onde se curva para a esquerda na flexura direita do colo (flexura hepática).

Colo Transverso – é a parte mais larga e mais móvel do intestino grosso.
Ele cruza o abdome a partir da flexura direita do colo até a flexura
esquerda do colo, onde curva-se inferiormente para tornar-se colo
descendente. A flexura esquerda do colo (flexura esplênica), normalmente
mais superior, mais aguda e menos móvel do que a flexura direita do colo.

Colo Descendente – passa retroperitonealmente a partir da flexura
esquerda do colo para a fossa ilíaca esquerda, onde ele é contínuo com o
colo sigmóide.

Colo Sigmóide – é caracterizado pela sua alça em forma de “S”, de
comprimento variável. O colo sigmóide une o colo descendente ao reto. A
terminação das tênias do colo, aproximadamente a 15cm do ânus, indica a
junção reto-sigmóide.

Flexura Hepática - entre o cólon ascendente e o cólon transverso.

Flexura Esplênica - entre o cólon transverso e o cólon

descendente.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

O reto recebe este nome por ser quase retilíneo. Este segmento do
intestino grosso termina ao perfurar o diafragma da pelve (músculos
levantadores do ânus) passando a se chamar de canal anal.

O canal anal apesar de bastante curto (3 centímetros de comprimento) é
importante por apresentar algumas formações essenciais para o
funcionamento intestinal, das quais citamos os esfincteres anais.

O esfíncter anal interno é o mais profundo, e resulta de um espessamento
de fibras musculares lisas circulares, sendo conseqüentemente
involuntário. O esfíncter anal externo é constituído por fibras musculares
estriadas que se dispõem circularmente em torno do esfíncter anal interno,
sendo este voluntário. Ambos os esfíncteres devem relaxar antes que a
defecação possa ocorrer.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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