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[red] ORAÇÃO DOS ORKUTEIROS

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Satélite nosso que esta no céu,

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Acelerado seja o vosso link,

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Venha a nós o vosso texto,

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Seja feita a vossa conexão,

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Assim no virtual como no real,

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O
download nosso de cada

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dia
nos daí hoje,

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Perdoai o café sobre o teclado

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Assim como nós perdoamos

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os
nossos provedores,

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Não
nos deixeis cair a conexão,

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E
livrai-nos de todos os vírus

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AMÉM

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[green] Quem sou eu?


Quem sou eu? Uma pergunta difícil que merece, no mínimo, uma resposta complicada. Quem
sou eu? Eu sou único. Todos nós o somos, pelo menos nas nossas opiniões. Todos nós somos
diferentes, no entanto, todos somos iguais. Ser único esta restrito a um pequeno grupo de
pessoas. Essas pessoas são únicas por aquilo que conseguem realizar na vida.
A vida. A vida não devia ser medida em dias, semanas, meses, nem sequer em anos mas sim
pelos feitos que nós realizamos no tempo que temos disponível para habitar este mundo.
Ninguém se vai lembrar mais de nós apenas porque vivemos até aos 80 anos mas sim por aquilo
que fizemos enquanto cá tivemos. Isso sim é o mais próximo da verdadeira imortalidade que
alguma vez vamos chegar.
A nossa singularidade é comparável as ondas do mar. Cada onda vista como um individual é
diferente das outras. Desde da sua formação, até ao percurso realizado, onde chega a zona de
rebentamento, cada onda é diferente da outra. Mas quando visto no conjunto é tudo mar.
Diferentes entre elas mas iguais nas suas curtas vidas e nos seus percursos. E assim é a vida
das pessoas. Nascem, vivem, e morrem. Para cair no esquecimento das gerações seguintes.
Únicos são aqueles que marcam as suas diferenças e não deixam que as suas memórias sejam
esquecidas.