Nutrir redes Redes sociais: fenômenos da interação distribuída

Composição de textos de diversos autores sobre redes sociais. Algumas vezes fiz um corta-cola, noutras editei e alterei, algumas vezes só aproveitei ideias. Uso nas oficinas que faço. 1. O mundinho das redes sociais As redes distribuídas apresentam alguns fenômenos típicos: o clustering (agrupamento), o swarming (enxameamento) e a autoregulação emergente, o crowdsourcing (colaboração em grande escala). E muitos outros que estão sendo estudados.

Gráfico representando fluxos de comunicação numa rede social. Muitos destes fenômenos necessitam uma determinada quantidade de conexões ativas (pessoas conectadas entre si e interagindo) e todos dependem do grau de distribuição da conexão. Atingindo-se determinado número de pessoas conectadas e mantendo-se a conexão entre elas mais distribuída que centralizada, alguns fenômenos passam a acontecer. E não são escolhas morais dos integrantes das redes, são fenômenos que resultam da forma como eles estão organizados. Uma das "leis" das redes sociais é que os fenômenos que acontecem na rede são função da topologia. Ou: determinados fenômenos sociais acontecem porque aquele conjunto de pessoas está organizado conforme determinada topologia. Topologias são padrões organizativos, diz respeito a como estão conectados os elementos de um sistema. Rede distribuída é um padrão organizativo que garante que cada pessoa conectada tenha a liberdade e a possibilidade de contribuir com recursos para o sistema-rede, sem depender de permissões de qualquer outro integrante da rede. E também de interagir diretamente com qualquer pessoa conectada.
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Os recursos são variados. Podem ser ideias, habilidades, projetos, informações, apoio moral etc.. Apesar terem contribuições diferentes a fazer, todos os nodos (pessoas) em um sistema distribuído possuem as mesmas capacidades funcionais e responsabilidades. Fala-se em co-responsabilidade. Assim, a operação de sistemas distribuídos não depende da existência de uma administração centralizada nem descentralizada. Não há atribuições especiais. Nem autorizações, cada pessoa pode se comunicar com qualquer outra no sistema sem passar por mediações, autorizações, porteiros.

Topologias de conexão em redes conforme Paul Baran. Na prática, construir sistemas distribuídos puros parece muito difícil porque nossos modelos mentais são de comando-controle. A passagem de um modelo centralizado ou descentralizado para o distribuído é uma mudança na forma de ver o mundo. Ma o modelo distribuído não é novidade na vida social humana: apaches, comunidades quakers, Alcoólicos Anônimos, Wikipédia são exemplos da organização distribuída. Há situações e atividades mais fáceis de se fazer a mudança do padrão descentralizado para o distribuído. Atividades criativas, de produção de bens imateriais, inovação, aprendizagem alcançam melhores resultados quando organizadas de forma distribuída, abrindo espaço para a emergência que surge nas interações. De qualquer forma, a intenção predominante numa rede deve ser sempre ampliar o grau de distribuição das conexões entre seus integrantes para que os processos coletivos possam se auto-organizar. Por essa razão valoriza-se a autonomia e o reconhecimento da interdependência como princípios que inspiram a atuação. * Leitura recomendada para ir mais fundo: O Poder das redes, de David de Ugarte. http://pt.scribd.com/doc/23701745/O-Poder-das-Redes-David-de-Ugarte

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2. Crowdsourcing / Colaboração em massa O crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e os conhecimentos coletivos e voluntários espalhados pela internet para resolver problemas, criar conteúdo ou desenvolver novas tecnologias. É outro nome para a inteligência conectiva. Identificado pela primeira vez pelo jornalista Jeff Howe em junho de 2006, crowdsourcing descreve o processo pelo qual o poder dos muitos pode ser aproveitado para realizar façanhas que outrora eram de domínio de especialistas. Howe revela que a multidão é mais sábia, é talentosa, criativa e incrivelmente produtiva. O modelo de crowdsourcing teve origem na comunidade de programadores de computador que mostraram que uma comunidade de colaboradores conectados poderia criar produtos melhores do que um gigante corporativo como a Microsoft (software livre). Inicialmente, o crowdsourcing foi visto como o “novo lugar da mão-de-obra barata: pessoas no dia-a-dia usando seus momentos ociosos para criar conteúdo, resolver problemas e até mesmo para pesquisa e desenvolvimento”. É uma nova e crescente ferramenta para a inovação. Utilizado adequadamente, pode gerar ideias novas, reduzir o tempo de investigação e de desenvolvimento dos projetos. Utilizado indevidamente, pode produzir resultados sem interesse ou mesmo absurdos. Dois bons exemplos de produtos obtidos através do crowdsourcing são os sistemas operacionais Linux e o navegador Firefox, que foram criados e são recriados por um conjunto de voluntários ao redor do mundo. O crowdsourcing comporta a noção de que o universo dos internautas pode fornecer informações mais exatas do que peritos individuais. A ideia é que o todo seja capaz de se autocorrigir. Se um grande número de pessoas é capaz de corrigir os erros uns dos outros - quer estes sejam por ignorância ou preconceito – os resultados serão no global mais confiáveis do que a resposta de um indivíduo ou de um pequeno grupo. Outro exemplo deste conceito é a própria Wikipédia. Como referem Tapscott e Antony D. Williams, em Wikinomics, as novas "armas de colaboração em massa", que têm um custo reduzido (desde as ligações Voip, software livre,...) permitem que muitos milhares de indivíduos e pequenos produtores criem em conjunto produtos, acedam a mercados e satisfaçam seus clientes, o que no passado só as grandes empresas conseguiam. As pessoas agora partilham conhecimentos e recursos que lhes permitem criar uma vasta gama de bens e serviços que qualquer um pode usar e modificar.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing editado Resenha do livro de Jeff Howe - Crouwdsourcing - O poder das multidões Sugestão de leitura: TAPSCOTT, Don; WILLIANS, Anthony. Wikinomics: como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio. Vivianne Amaral http://www.facebook.com/viviannea skype: vivianneamaral

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http://www.4shared.com/document/KJFI7D2C/Wikinomics_Tapscott_Williams.html?e rr=no-sess GANSKI, Lisa. Mesh: porque o futuro dos negócios é compartilhar.Rio de Janeiro: Alta

Books. 2011. LI, Charlene. Liderança aberta: como as mídias sociais transformaram o modo de liderarmos. São Paulo: Évora. 2011 3. Clustering / Aglomeração Clustering ou agrupamento é a dinâmica de formação de grupos (clusters) em que a aproximação entre as pessoas (a atração) se dá por afinidade ou semelhança de interesse. Um cluster, na topologia da rede, é uma área em que os nós estão mais próximos. A possibilidade de conexões múltiplas e mútuas entre os atores presentes no cluster é grande. Ou seja, configuram-se aglomerações na rede. Neste processo pode acontecer o aprofundamento dos laços, com o desenvolvimento de vínculos entre as pessoas que se articulam em torno de atividades ou tarefas que constituem uma agenda compartilhada. “Há, por certo, uma tendência de clusterização nas redes que crescem em número de nodos ou em grau de conectividade, mas isso não significa necessariamente uma tendência à centralização. Pode ser justamente o contrário: a multiplicidade de clusters distribuídos (mais distribuídos do que centralizados) leva à distribuição da rede. Regiões mais tramadas da rede contaminam regiões menos tramadas quando se estabelecem atalhos entre os clusters. Se não fosse assim poderíamos abandonar todas as tentativas de democratizar a sociedade. (Augusto de Franco)

4. Enxameamento / Swarming A expressão descreve o comportamento coletivo de distribuição e auto-organização dos sistemas naturais ou artificiais. Os elementos do sistema seguem regras muito simples e, embora não exista uma estrutura de controle centralizado ditando como deve cada um deve comportar-se, de certa forma aleatória, as interações entre esses agentes levam ao aparecimento de um comportamento coletivo inteligente, desconhecido individualmente. Exemplos naturais do conceito incluem nuvens de insetos, colônias de formigas, abelhas, pássaro reunindo animal, pastoreio, o crescimento bacteriano..

5. O que são hubs? Os hubs são os conectores, os nodos (pessoas) da rede social que apresentam muita conexão. São ponto de afluência das conexões na rede, os entroncamentos de fluxos. Uma rede pode ter mais que um hub. Um hub não é necessariamente alguém com
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grande popularidade ou notoriedade e sim alguém com muitas relações, que pode acessar — e ser acessado por — outros nodos sem necessitar mediação. Alguém com quem muitos têm acesso direto. Não é a fama que faz um hub. Pessoas famosas, celebridades, costumam ser, em geral, inacessíveis. Não são, portanto, conectores. Um hub: pessoa com muitas conexões. Também não é o conhecimento que faz um hub, a não ser que se queira relacioná-lo ao conhecimento das pessoas, quer dizer, aos contatos de confiança. Às vezes é o chaveiro do bairro, em quem as pessoas confiam que sua segurança residencial não será colocada em risco. Ou o chapeiro da lanchonete. Para que um hub possa cumprir sua função é necessário que as pessoas confiem nele. Confiança é o valor e a atitude envolvida Em vez de conhecimento individual, um hub precisa do reconhecimento social. Tratase de um reconhecimento diferente daquele que se manifesta em relação a uma celebridade: não é um reconhecimento das massas, do grande público, das multidões e sim o reconhecimento realizado um a um, molecular. Assim, pode-se dizer que o hub é “produzido” socialmente pela rede. A identificação de hubs é um dos motivadores para as atividades de análise de redes sociais, pois são os hubs os capazes de proliferar mais rapidamente ideias, conceitos, informação, tendências, doenças... Hubs dominam a estrutura das redes nos quais estão presentes, tornando-as 'mundos pequenos', criando caminhos curtos entre dois nós em um sistema. Pela perspectiva dos hubs, o mundo é realmente pequeno. De acordo com as pesquisas, os hubs não se formam aleatoriamente, existem leis matemáticas que podem comprovar sua existência. A importância da identificação de hubs está também em compreender a vulnerabilidade de uma rede livre de escala. Se os hubs são os principais propagadores e os nós com maior capacidade de atração de outros nós dentro da rede, serão eles os principais alvos se o objetivo é desestruturar ou destruir uma rede. Hubs podem ser o 'calcanhar de Aquiles' de uma rede.
Você conhece algum hub? Quem são os hubs da sua rede social profissional? Você pode ter uma visão rápida da posição das pessoas na rede fazendo este mapeamento: num papel desenhe um pequeno círculo para cada pessoa da rede e nomeie, depois trace as relações entre elas. Conecte com um traço as pessoas que se relacionam. Quando terminar observe os que são mais conectados. Estes são os hubs desta rede. Texto referência: 10 escritos sobre redes sociais, Augusto de Franco http://www.4shared.com/file/225307306/1a68f137/2009_10_escritos_sobre_redes_s.html Vivianne Amaral http://www.facebook.com/viviannea skype: vivianneamaral

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Livro recomendado: Quem está n comando? A estratégia da estrela do mar e da aranha. Ori Brafman e Rod A. Beckstrom

6. Netweaving - a arte de tecer redes A boa notícia é que não precisamos nos esforçar para criar redes: elas estão aí, são a vida social, estamos imersos em redes sociais. Na maior parte das vezes, o que precisamos é conseguir enxergá-las, entender como funcionam (redes sem escalas, sistemas abertos, estruturas emergentes) e aprender como movimentar-se nos seus fluxos. FLUZZ. Para iniciar a transição de uma organização hierárquica, vertical para uma organização em rede é necessário identificar as redes informais existentes na estrutura hierárquica e conhecer sua natureza e dinâmicas. Redes nascem de redes. E aprender a fazer netweaving, quer dizer, aprender como acionar, articular e animar essas redes. Ou pelo menos , como não atrapalhar o fluxo e a interação orgânicos. Para articular redes, em primeiro lugar, é necessário conectar pessoas (ou redes propriamente ditas, quer dizer redes distribuídas de pessoas) ou enxergar as conexões já existentes. A conexão horizontal de instituições hierárquicas não gera redes distribuídas, pela simples razão de que o fluxo pode ser interrompido (controlado, filtrado) em cada nodo. Se isso acontecer, a topologia passa a ser descentralizada (quer dizer, multicentralizada). Para articular redes é necessário conectar as pessoas entre si e não apenas com um centro articulador ou coordenador (mesmo que este centro se chame de equipe de animação da rede). Fracassamos frequentemente em nosso intuito de trabalhar com redes porque, em geral conectamos instituições hierárquicas e não pessoas. Ou então, quando conectamos pessoas, instituímos – com o pretexto de realizar o trabalho de animação da rede – um centro coordenador, que mantém, de fato, uma ligação direta e transitiva com cada nodo da rede, mas que, na prática, acaba funcionando como uma espécie de direção que decide o que vai ser feito em termos coletivos. Armadilha paradigmática: ver a coordenação da rede como coordenação institucional, não vera autocoordenação emergente. As cinco tentações que impedem ou dificultam o netweaving Quem quer articular e animar redes sociais deve resistir às cinco tentações seguintes: 1 - de fazer redes de instituições (em vez de redes de pessoas), 2 - de ficar fazendo reunião para discutir e decidir o que os outros devem fazer (em vez de, simplesmente, fazer), 3 - de tratar os outros como “massa” a ser mobilizada (em vez de amigos pessoais a serem conquistados),

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4 - de querer monopolizar a liderança (em vez de estimular a emergência da multiliderança). 5 – de pensar que sua presença e atuação são imprescindíveis para que a rede funcione. Ações essenciais na animação ou netweaving No trabalho de animação de rede, deve-se ter em conta algumas práticas e comportamentos que devem ser recorrentes: a) Ter sempre campanhas e metas. As campanhas podem ser propostas em torno de alguma ação coletiva que deverá ser realizada. Então, tendo o objetivo claro (a "finalidade inicial"), será possível conectar mais pessoas na rede para atingir tal objetivo. Estas campanhas e metas resultam em agendas compartilhadas, que por sua vez dão origem a formação de clusters ou grupos de pessoas fazendo coisas juntos, em processo de vinculação (grupalização), que vão resultar em sentimentos de pertença, confiança e realização. b) Ter sempre devolução ou retorno. Qualquer ação coletiva proposta à rede pelo núcleo inicial e realizada pela rede deve ser registrada e a informação deve ser devolvida à rede. Esse deve ser um processo permanente, recorrente, sistemático. c) Disponibilizar amplamente as informações. Os conectados devem receber regularmente uma mensagem do grupo inicial, até que a dinâmica própria da rede se estabeleça. O importante é a regularidade, que não deve ser quebrada. d) Atenção constante do grupo facilitador com as ideias e iniciativas que emergem na rede, facilitando seu desenvolvimento quando necessário. Permitir que aconteçam as iniciativas que não têm origem no grupo inicial ou de coordenação e nem a presença ativa deste. e) Não criar sistemas de decisão baseados em votação e consenso. Praticar o respeito à liberdade de adesão as iniciativas. Como a rede não é um espaço de representação, não necessita de voz única, ações concertadas e acordadas por todos. As mobilizações que acontecem derivam das dinâmicas de enxameamento e não de esforços de convencimento, conscientização dos pares e pregação de ideias. Desde que os objetivos e princípios de atuação da rede não sejam violados, a decisão sobre se as iniciativas são aceitáveis ou não deve ser fruto da própria comunidade conectada que pode se autorregular por meio de conversações coletivas. f) Resistir a ver como a rede como instrumento de representação das pessoas conectada. As redes sociais, preservando-se suas características, não são organizações de representação política de seus membros e sim um ambiente/espaço de interação e convivência de pessoas que têm os mesmo interesses. g) Resistir a usar a rede como instrumento para broadcasting: Evitar utilizar o serviço de comunicação da rede para distribuição de informação, notícias que achamos relevantes para os outros, e que, muitas vezes, interessam as nossas organizações e
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atendem nossos objetivos de formação de opinião, de "conscientização" e mobilização. A intensiva distribuição de informação sem contextualização na dinâmica da rede e sem comentários que estimulem a conversação deve ser evitada. Este comportamento mata a interação e alimenta a passividade da audiência. Com isso deixamos de estimular a interação e a produção conjunta, dinâmicas características das audiências ativas. Texto referência (alterado): Para fazer netweaving, Augusto de Franco http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/para-fazer-netweaving 7. Cooperação Minha percepção atual é que, se tratando de redes sociais, o padrão rede “aparece”, se atualiza culturalmente nos padrões de comunicação. Nas redes humanas conexão é comunicação. É possível que esta seja a raiz da baixa colaboração espontânea quando estamos em padrões organizativos verticais. Não é por acaso que nestas situações temos a impressão que “nadamos contra a correnteza” quando se trata de cooperação. Nas estruturas verticais, o padrão das conexões entre os elementos não favorece a distribuição do poder, uma conversa fluída, atual (conversar sobre o que se está vivendo). A energia se perde (ou fica represada) nos estrangulamentos dos fluxos. Estrangulamentos derivados das funções, das regras, dos ressentimentos relativos a permissões, vantagens e distribuição das oportunidades e benefícios que são administrados na ótica de escassez. Na rede distribuída o padrão de conexão entre elementos é de distribuição e compartilhamento, então a comunicação se desenvolve também de forma distribuída, não criando concentração nem escassez de oportunidades, e esta experiência possibilita em nós a emergência de sentimentos e emoções mais positivas em relação aos outros, de confiança, desejo de operar junto = cooperar (aqui na dimensão psicológica). Podemos dizer que o padrão rede distribuída “oferece” experiências colaborativas e cooperativas. Durante quatro meses trabalhei na implantação de um programa de Responsabilidade Social e as técnicas que adotamos, eu e o outro facilitador, deveriam oferecer uma experiência de conversação mais distribuída, favorecendo a interação pelo menos durante as atividades mensais que duravam um dia inteiro. Mesmo com todas as condicionantes hierárquicas que rondavam o processo, surgiram ricas conversas: eram cidadãos conversando sobre sua cidade, durante horas, tomando decisões, se envolvendo. Grupo de +- 23 pessoas. Usamos o word café (café com prosa), e algumas dinâmicas da Investigação Apreciativa. Avalio que a qualidade coletiva do que produzimos deveu-se ao design que imprimimos à experiência de interação/comunicação, ou seja, às técnicas de

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conversação que utilizamos. Assim, a topologia (forma como organizamos a conexão entre as pessoas durante as atividades) propiciou uma produção colaborativa. 1 A colaboração e a cooperação são condutas de interação e são desencadeadas ou dificultadas (e algumas vezes impedidas) pelo padrão organizativo da comunicação entre as pessoas.
Quer conhecer mais sobre estas técnicas? Word café Investigação Apreciativa Open space (espaço aberto) Técnicas de conversação Sugestão de leitura: CHRISTAKIS, Nicholas & FOWLER, James (2009): Conectado: o poder das conexões BARABÁSI, Albert-Lászlo – Linked (conectado): a nova ciência dos networks.[S.l.]. Leopardo. 2009. FRANCO, Augusto. FLUZZ: vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio:

http://www.slideshare.net/augustodefranco/fluzz-ebook?from=ss_embed

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