PROFM AT – SBM – 2011

:
RESOLUÇÃO DA PROVA DO CONCURSO AO M ESTRADO PROFISSÍONAL EM M ATEM ÁTICA EM
REDE NACIONAL - 2011:
QUESTÕES OBJETIVAS:
QUESTÃO 01: O númer o
2/3
27
÷
é i gual a:
(A)1/ 18 (B) 1/ 81 (C)1/ 9 (D)-18 (E)9
Resol ução:
( )
( )
( )
2
2
2
3
3 2 3
3
3
1
27 3 3 3
9
÷
÷
÷
×
÷
= = = =
ALTERNATIVA C
QUESTÃO 02: Um pacot e de bi scoi t os t em 10 bi scoit os e pesa e pesa 85 gr amas. É dada a
i nf or mação de que 15 gr amas do bi scoit o cor r espondem a 90 kcal . Quant as cal or i as t êm cada
bi scoi t o?
(A)38 kcal (B) 43 kcal (C)46 kcal (D)51 kcal (E)56 kcal
Resol ução:
15 gramas__________90 kcal
85 gramas__________ x kcal
85 90 85
= =
15
x x
×
¬ ¬


17
3
90
15
×

30
17 90
3
x
×
¬ = 17 30 510 kcal
Assim 10 biscoitos têm 510 kcal então:
Um biscoito tem 51 kcal.
x x ¬ = × ¬ =
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 03: No di a do ani ver sár io de João em 2010, uma pessoa per gunt ou a i dade del e.
João r espondeu: “ Se eu não cont asse os sábados e os domi ngos da mi nha vi da, eu t er i a 40
anos de i dade” . João nasceu no ano de:
Resol ução:
Um ano tem 365 dias ou 366 se for bissexto.
Como cada semana tem 7 dias 365 7 = 52 semanas e 1 dia (2 dias se for bissexto).
Logo um ano terá 52 sábados e 52 domingos (poderá ter no máximo 53)
¬ ÷
.
Como João descartou os sábados e domingos na contagem da sua idade e considerando que
um ano tenha 364 dias , temos:
364 40 = 14560 dias
Como João só considerou na contagem de sua idade os dias de segu
×
nda a sexta, então:
364 104 260 dias, isto é, somente 260 dias são computados a cada ano, real.
Seja X uma unidade de tempo (u.t) igual a 52 dias, assim em um ano teremos 7X u.t,
___________52 dias
___
X
kX
÷ =
________14560 dias
14560
280 280 , observe que João considerou que:
52
280
40 , mas na verdade como a cada ano NÃO foi considerado 2X u.t, temos:
7
280
56
5
, 2010 - 56 1954, observem
k X k X
X
anos
X
X
anos
X
Daí
= = ¬ =
=
¬ =
= que João poderia ter nascido entre os anos de 1955 e 1953,
pois não foi dado maiores informações a respeito da data CORRETA do nascimento de João.
ALTERNATIVA B
QUESTÃO 04: Numa papel ar ia, pacot es cont endo 500 f ol has de papel são ar mazenados em
pi l has. Cada f ol ha t em espessur a de 0,1 mm. Ignor ando a espessur a do papel ut i l i zado par a
embr ul har os pacot es, podemos af i r mar que a al t ur a de uma pi l ha de 60 pacot es é
apr oxi madament e i gual à al t ur a de
(A) um gat o (B) uma mesa comum (c) uma pessoa adul t a
(D) uma sal a de aul a (E) um pr édi o de t r ês andar es
Resol ução:
500 0,1 50 mm
50 60 = 3000 mm 3000 mm = 3 metros
× =
¬ × ¬
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 05: O val or exat o de
2 2
666666 333334 ÷ é:
(A)
6
333332 10 × (B)
9
333334 10 × (c)
8
333332 10 ×
(D)
8
333334 10 × (E)
10
333332 10 ×
Resol ução:
2 2
2 2
2 2
2 2 6
Usando o produto notável ( ) ( ) , :
666666 333334 (666666 333334) (666666 333334)
666666 333334 100000 333332
666666 333334 333332 10
a b a b a b temos ÷ = + × ÷
÷ = + × ÷
÷ = ×
÷ = ×
ALTERNATIVA A
QUESTÃO 06: Na f i gur a abai xo, as r et as r e s são par al el as a uma di st ânci a 2 uma da o ut r a. Ab
é um segment o uni t ár i o cont i do em s, X é um pont o de r com 5 AX = e Pé o pé da
per pendi cul ar bai xada de B sobr e AX.
O compr i ment o de BP é:
(A)2/ 3 (B)1/ 5 (C) 2/ 5 (D) 3/ 4 (E) 2/ 3
Tr açando pel o pont o A uma r et a t per pendi cul ar a r et a r no pont o Q, podemos mont ar a
f i gur a abai xo:
Obser vando a f i gur a aci ma podemos ver i f i car que os t r i ângul os APB e XQA são
semel hant es, assim:
1 2
5 2 5
PB
PB = ¬ =
ALTERNATIVA C
QUESTÃO 07:
O gr áf i co aci ma most r a a quant i dade de apar el hos de ar condi ci onado vendi dos por semana
numa l oj a do Ri o de Janei r o ent r e j anei r o de 1991 e dezembr o de 1993.
O gr áf i co i ndi ca que, nesse per íodo:
(A) A venda de aparel hos de ar condi ci onado cr esceu const ant ement e.
(B) A venda de apar el hos de ar condi ci onado per maneceu const ant e.
(C) A venda de apar el hos de ar condi ci onado f oi mai or em j ul ho de 93 do que em j ul ho de 91.
(D) A venda de apar el ho de ar condi ci onado f oi mai or em out ubr o de 92 do que em j anei r o de
92.
(E) A venda de apar el hos de ar condi ci onado f oi menor no ver ão de 93 do que no ver ão de 92.
Resol ução:
As al t er nat i vas A e B: São cl ar ament e FALSAS, poi s, o gr áf i co most r a exat ament e o cont r ár io,
i st o é, que houve sempr e uma const ant e var i ação de vendas.
A al t er nat i va C: É CORRETA, poi s, em JULHO de 1993 a médi a das vendas de apar el hos de ar
condi ci onado f oi pr óxi ma de 60 apar el hos vendi dos por semana, cont r a a médi a de vendas de
JULHO de 1991 que f oi pr óxi ma de 20 apar el hos vendi dos por semana.
A al t er nat i va D: É FALSA, poi s, em OUTUBRO de 1992 a médi a das vendas de apar el hos de ar
condi ci onado f oi pr óxi ma de 40 apar el hos vendi dos por semana, cont r a a médi a de vendas de
JANEIRO de 1992 que f oi pr óxi ma de 80 apar el hos vendi dos por semana.
A al t er nat i va E: É FALSA, poi s, no ver ão de 1993 (O ver ão começa em meados de DEZEM BRO
at é meados de M ARÇO) a médi a das vendas de apar el hos de ar condi ci onado f oi pr óxi ma de
100 à 110 apar el hos vendidos por semana, cont r a a médi a de vendas no ver ão de 1992 que f oi
pr óxi ma de 80 à 90 apar el hos vendi dos por semana.
ALTERNATIVA C
QUESTÃO 08: Um gr upo de j ovens al uga por 342 r eai s uma van par a um passeio, f i ndo o qual
t r ês del es saír am sem pagar . Os out r os t i ver am que compl et ar o t ot al pagando, cada um del es,
19 r eai s a mai s. O númer o de j ovens er a de:
(A)5 (B)9 (C)10 (D)12 (E)19
Resol ução:
Sej am x o númer o de j ovens e y o val or em r eai s, assi m de acor do com o enunci ado
podemos mont ar o si st ema abai xo:
( )
342
3 ( 19) 342
342 342
OBS: encarar a resolução desse sistema dá trabalho
19 3 57 342 19 3 57
Observem que 342 = 2 3 3 19
Logo o número de jovens NÃO pode ser igual a 8,
x y
x y
x y x y
xy x y x y
× = ¦
¦
´
÷ × + =
¦
¹
× = × = ¦ ¦
¬ ¬
´ ´
+ ÷ ÷ = ÷ =
¹ ¹
× × ×
10 e 12.
Daí, só nos resta as alternativas (B) 9 e (E) 19.
342
Se 9 38 (nunca vi uma van com 38 lugares, nem em São Paulo, onde
9
algumas pessoas costumam viajar em pé nas vans), mas essa é a respos
x y = ¬ = =
ta correta, pois,
substituindo 9 em 19 3 57 19 9 3 57 171 3 57 3 114
38 ok!
342
Por outro lado se 19 18, mas essa resposta NÃO é correta, pois,
19
substituindo 19 em 19 3 57 19 19 3
x x y y y y
y
x y
x x y y
= ÷ = ¬ × ÷ = ¬ ÷ = ¬ =
¬ =
= ¬ = =
= ÷ = ¬ × ÷ = 57 361 3 57 3 304
101 NÃO é um valor inteiro.
y y
y
¬ ÷ = ¬ =
¬ ~
ALTERNATIVA B
QUESTÃO 09: Um campeonat o com 25 cl ubes é di sput ado num ano, com um úni co t ur no, pelo
si st ema de pont os cor r i dos (cada cl ube j oga uma vez com cada um dos out r os). Em cada
semana há sempr e o mesmo númer o de j ogos e não há j ogos na semana do Nat al nem na do
Car naval . O número de j ogos que devem ser di sput ados em cada semana é:
(A)5 (B)4 (C)8 (D)6 (E)10
Resol ução:
{ }
{ }
: 1, 2, 3,..., 25 , onde ci, com 1 i 25, são os clubes.
Configuração: C = {X1, X2}/ Xi O e X1 X2, representam as partidas.
Objetos O c c c c = s s
e =
2
25
25 24
Calculando C | | 300
2 1
C C
×
¬ = = =
×
Como em um ano t emos 52 semanas, t i r ando-se duas (a do Nat al e a do Car naval ) t er emos
50 semanas par a ocor r er os j ogos, assi m:
300
O número de jogos por semana será = 6 jogos
50
=
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 10: Um f azendei ro possui r ação suf i ci ent e par a al i ment ar suas 16 vacas dur ant e 62
di as. Após 14 di as, el e vende 4 vacas. Passados mai s 15 di as el e compr a 9 vacas. Depoi s dest a
úl t i ma compr a, a r eser va de r ação f oi suf i ci ent e par a al i ment ar as por mai s:
(A) 40 di as (B) 36 di as (C)32 di as (D) 30 di as (E) 28 di as
Resol ução:
Suponha que uma vaca consome em um dia uma quantidade de ração (QR); isto é:
1 vaca_________1 dia___________1QR
Logo:
16 vacas_________62 dias___________992 QRs
: Após 14 dias, ele vende 4 vacas
16 vaca

¬ s_________14 dias___________224 QRs
Logo restou 992 224 768 QRs
Dê: Passados mais 15 dias ele compra 9 vacas
12 vacas_________15 dias___________180 QRs
Logo restou 768 180 588 QRs
21 vacas_________X
÷ =
¬
÷ =
¬ dias___________588 QRs
588
Logo X = 28 dias
21
=
ALTERNATIVA E
QUESTÃO 11: Quando x e y assumem quai squer val or es posi t i vos, das expr essões abai xo, a
úni ca que não muda de si nal é:
( )
2 2
A 2 x y y + ÷ ( )
2
B 5 x x ÷ ( ) C x x ÷
( )
2 2
D x xy y ÷ + ( )
2 2
E 3 x xy y ÷ +
Resol ução:
( )
( )
2 2
2 2 2 2
2 2 2 2
2
2 2
A 2
Contra-exemplo :
fazendo 1 3 ( , ) 2 (1, 3) 1 2 3 3 1 6 9 2
fazendo 2 1 ( , ) 2 (2,1) 2 2 1 1 4 2 1 5
B 5
Contra-exemplo :
fazendo 1 ( ) 5 (1) 1
x y y
x e y f x y x y y f
x e y f x y x y y f
x x
x f x x x f
+ ÷
= = ¬ = + ÷ ¬ = + · ÷ = + ÷ = ÷
= = ¬ = + ÷ ¬ = + · ÷ = + ÷ =
÷
= ¬ = ÷ ¬ = ÷
( )
( )
2 2
2 2 2 2 2 2
5 1 1 5 3
fazendo 6 ( ) 5 (6) 6 5 6 36 30 6
C
Contra-exemplo :
1 1 1 1 1 1 1 2 1
fazendo ( ) ( )
4 4 4 4 4 2 4 4 4
fazendo 4 ( ) (4) 4 4 4 2 2
D ( , ) ( , )
x f x x x f
x x
x f x x x f
x f x x x f
x xy y f x y x xy y f x y x xy y
· = ÷ = ÷
= ¬ = ÷ ¬ = ÷ · = ÷ =
÷
= ¬ = ÷ ¬ = ÷ = ÷ = ÷ = ÷
= ¬ = ÷ ¬ = ÷ = ÷ =
÷ + ¬ = ÷ + ¬ = ÷ + ÷
( )
2
2 2
2 2 2 2 2 2 2
2
2
( )
Logo ( , ) ( ) é sempre positiva, pois, ( ) 0 e 0
E 3 ( , ) 3 2 ( )
( , ) ( )
Contra-exemplo :
fazendo 2 2 ( , ) ( )
xy xy x y xy
f x y x y xy x y xy
x xy y f x y x xy y x xy y xy x y xy
f x y x y xy
x e y f x y x y x
+ = ÷ +
= ÷ + ÷ > >
÷ + ¬ = ÷ + = ÷ + ÷ = ÷ ÷
¬ = ÷ ÷
= = ¬ = ÷ ÷
2
2 2
(2, 2) (2 2) 2 2 0 4 4
fazendo 3 1 ( , ) ( ) (3,1) (3 1) 3 1 4 3 1
y f
x e y f x y x y xy f
¬ = ÷ ÷ · = ÷ = ÷
= = ¬ = ÷ ÷ ¬ = ÷ ÷ · = ÷ =
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 12: A base AB do t r i ângul o ABC mede 8 cm e est á si t uada sobr e a r et a r . O
segment o DE, t ambém sobr e r , m ede 5 cm. Pel os po nt os D e E t r açamos par al el as a AC e a
BC r espect i vament e, as quais se cor t am no pont o P f or mando o t r i ângul o DEF.
A r azão
(ABC)
(DEF)
área
área
val e:
(A)1,25 (B)1,60 (C)3,20 (D)2,32 (E)2,56
De acor do com o enunci ado podemos ver i f i car que os t r i ângul os ACB e DFE são semel hant es,
assi m:
2 2 2
(ABC) (ABC) 8 (ABC) 16 256
2, 56
(DEF) (DEF) 5 (DEF) 10 100
área AB área área
área DE área área
| | | | | |
= ¬ = ¬ = = =
| | |
\ . \ . \ .
ALTERNATIVA E
QUESTÃO 13: Na l o j a A, um apar el ho cust a 3800 r eai s mai s t axa de manut enção mensal de 20
r eai s. Na l oj a B, o mesmo apar el ho cust a 2500 r eai s, por ém a t axa de manut enção é de 50
r eai s por mês. A par t i r de quant os meses de uso a compr a na l oj a A se t or na mai s vant aj osa
que na l oj a B?
(A) 30 (B) 72 (C)39 (D) 63 (E) 44
De acor do com enunci ado podemos escr ever as f unções abai xo:
Loja A: ( ) 3800 20
Loja B: ( ) 2500 50
.
Queremos determinar ( ) ( ) 2500 50 3800 20 30 1300
1300
43, 333...
30
Como é inteiro 44
f x x
g x x
Onde f e g são funções de
g x f x x x x
x
x x meses
= + ·
= + ·
÷
> ¬ + > + ¬ >
¬ > ~
=
 
ALTERNATIVA E
QUESTÃO 14: Di vi di ndo 6 por 7, o 100º al gar i smo da expansão deci mal que apar ece após a
vír gul a é:
(A) 1 (B)2 (C)4 (D)5 (E) 7
Obser vação t eór i ca:
1
A dízima periódica simples 0,142857... (possui seis casas decimais no período)
7
é conhecida como um número mágico, pois para um numerador diferente de um múltiplo
de 7, esses algarismos se repetirão
=
ciclicamente, basta saber o primeiro que os demais se
repetem ciclicamente na ordem 142857.
6
Como 6 7 0,8 0,857142...
7
Como queremos o 100º algarismo basta dividir 100 por 6, assim:
100 6 = 16 inteiros
÷ ~ ¬ =
÷
96 algarismos
e sobram 4
6
Logo 0,857142857142...8571428571
7
=

ALTERNATIVA A
QUESTÃO 15: Segundo i nf or mações do úl t i mo censo do IBGE, a popul ação br asi l ei r a cr esceu
cer ca de 12%, ent r e os anos de 2000 a 2010. No mesmo per íodo, a popul ação ur bana passou
de cer ca de 81% par a cer ca de 84% da popul ação t ot al . A par t i r dessas i nf or mações, podemos
concl ui r que a popul ação não ur bana no per íodo:
(A) decr esceu apr oxi madament e 8% (B) decr esceu apr oximadament e 6%
(C) per maneceu apr oxi madament e a mesma (D) cr esceu apr oxi madament e 9%
(E) cr esceu apr oximadament e 12%
Sem perda de generalidade, suponha que a população brasileira seja de 10.000 pessoas.
Com o crescimente de 12% (entre 2000 e 2010), passou a ser igual a 11.200 pessoas.
Como a população urbana antes desse período era de 81% de (10.000), ou seja, era uma
população de 8.100 pessoas ( a NÃO urbana era de 1900 pessoas), como houve um
crescimento de 3%, então passou a ser igual a 11.200 0,84 = 9.408 pesso × as, assim a
população NÃO urbana, nesse período, é de 11.200 - 9.408 = 1.792 pessoas.
Como a população NÃO urbana era de 1900 pessoas e passou a ser de 1792 pessoas, então:
1900______100%
1792______X
X
1792 100
=
×
19 00
94,3 % decresceu aproximadamente 6%. ~ ¬

ALTERNATIVA B
QUESTÃO 16: Uma sequênci a de númer os nat ur ai s é def i ni da por
1
2 3
n n
a a
+
= · ÷ par a t odo
0
0 e 5. n a > = O val or de
9
a é:
(A)612 (B)825 (C)1027 (D)1286 (E) 2048
Resol ução:
1
1 1 0 1
1 2 2
1 3 2 3
Fazendo 0 em 2 3 2 3 2 5 3 10 3 7 7 ;
Fazendo 1 em 2 3 2 3 2 7 3 14 3 11 11;
Fazendo 2 em 2 3 2 3 2 11 3 22 3 19 19 ;
Fazendo 3 em
n n
n n
n n
n a a a a a
n a a a a a
n a a a a a
n
+
+
+
= = · ÷ ¬ = · ÷ = × ÷ = ÷ = =
= = · ÷ ¬ = · ÷ = × ÷ = ÷ = =
= = · ÷ ¬ = · ÷ = × ÷ = ÷ = =
=
4 1 4 3
2 3 2 3 2 19 3 38 3 35 35 ;
OBS: o problema pode ser resolvido continuando o processo, mas observando a sequência
podemos comprovar que é uma P.A de terceira ordem, assim:
7____11_
n n
a a a a a
+
= · ÷ ¬ = · ÷ = × ÷ = ÷ = =
5 6 7 8 9
___19____35____ ____ ____ ____ ____
+4 +8 +16 +x1 +x2 +x3 +x4 +x5
Essas diferenças abaixo formam um P.A de 2ª ordem, isto é:
8 4 4, 16 8 8, 32 16 16,...
4____8__
a a a a a
÷ = ÷ = ÷ =
__16____.... (P.A de 2ª ordem); isto é, 4___8___16___28___44____...
Essas diferenças abaixo formam um P.A de 1ª ordem, isto é:
8 4 4, 16 8 8, ...
4____8____....(P.A de 1ª ordem); isto é, 4___8___12___16_
÷ = ÷ =
5
6 5
7 6
8 7
9 8
6
7
8
__20____24...
Podemos concluir que x1=32 67;
De modo análogo temos:
x2=64 2 67 64 131; 131;
x3=128 3 131 128 259; 259 ;
x4=256 4 259 256 515; 515 ;
x5=512 5
a
a a x a
a a x a
a a x a
a a x
¬ =
¬ = + = + = =
¬ = + = + = =
¬ = + = + = =
¬ = +
9
515 512 1027; 1027 ;
Observem que a resposta NÃO poderia ser PAR!
a = + = =
ALTERNATIVA C
QUESTÃO 17: Se a expr essão
2
4 y ax bx = + + , com xe, assume um máxi mo 12 y = no
pont o 2, x = ent ão o módul o de a é i gual a:
(A)1 (B)2 (C)3 (D)4 (E)5
Resol ução:
( )
( ) ( )
2
2
Como 2 4 4 0 1
2
Do mesmo como 2 , pondo esse valor em 4, temos :
12 2 2 4 8 4 2 4 2 8 2 2 4 2
4 0
Daí, de (1) e (2) 2 4 2 2
2 4
vértice
vértice
b
x b a a b
a
x y ax bx
a b a b a b a b
a b
a a a
a b
÷
= = ¬ ÷ = ¬ + =
= = + +
= · + · + ¬ = + ¬ + = ÷ ¬ + =
+ = ¦
¬ ¬ = ÷ ¬ = ÷ =
´
+ =
¹
ALTERNATIVA B
QUESTÃO 18: A soma das raízes da equação 3 2 2 x x ÷ = + é i gual a:
(A)6 (B)7 (C)8 (D)9 (E)10
Sol ução:
( ) ( )
( )
( )
( )
2 2
2
2
Para resolver essa equação irracional, temos que ter:
3 2 0 e 0, na verdade, além disso, temos que testar os valores encontrados, então:
3 2 2 3 2 2 3 2 4 4 2 6 4 2
3 2 3 2
x x
x x x x x x x x x
x x x x
÷ > >
÷ = + ¬ ÷ = + ¬ ÷ = + + ¬ ÷ = ÷
¬ ÷ = ¬ ÷ = ¬
2
2 2
1 2
1
6 9 4 10 9 0
1 ou 9
,
pondo 1 em 3 2 2 3 1 2 1 2 1 3 NÃO serve!
pondo 9 em 3 2 2 3 9 2 9 2 25 3 2 5 5 ok!
x x x x x
x x
Mas
x x x
x x x
÷ + = ¬ ÷ + =
= =
= ÷ = + ¬ · ÷ = + ¬ =
= ÷ = + ¬ · ÷ = + ¬ = + ¬ =
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 19: M ar i a f oi t r abal har e dei xou di nhei r o par a os seus t r ês f i l hos, com o est e bi l het e:
“ Di vi dam i gual ment e o di nhei r o. Bei j os” . O pr i mei r o f i l ho chegou, pegou a t er ça par t e do
di nhei r o e sai u.
O segundo chegou e não vi u ni nguém. Pensando que er a o pr i mei r o pegou a t er ça par t e do
di nhei r o que t i nha e sai u. O t er cei r o encont r ou 4 not as de 5 r eai s. Achou que er a o úl t i mo,
pegou t udo e sai u. Quant o em di nhei r o à mãe dei xou?
(A)25 r eai s (B)35 r eai s (C)45 r eai s (D)48 r eai s (E) 55 r eai s
Vamos r esol ver usando um mét odo “ mui t o l egal ” que er a conheci do pel os ant i gos
Egípci os, que é A REGRA DA FALSA POSIÇÃO.
Esse pr ocesso é uma apl i cação da r egr a de t r ês, que consi st e em “ chut ar ” um val or
conveni ent e e submet er , esse val or , ao pr obl ema. Se você l ei t or t i ver sor t e no “ chut e” vai
acer t ar , mas não é preci so t er sor t e, poi s esse mét odo nos l eva a sol ução.
Vamos supor que a mãe t enha dei xado R$ 36,00, assi m, de acor do com o pr obl ema:
O 1º f i l ho pegou a t er ça par t e, i st o é 36/ 3 = 12, l ogo r est ou R$ 24,00;
O 2º f i l ho pegou a t er ça par t e, i st o é 24/ 3 = 8, logo r est ou R$ 16,00;
O 3º f i l ho pegou o que sobr ou, i st o é, R$ 16,00.
Vamos r esol ver a segui nt e r egr a de t r ês: O val or “ chut ado” i ni ci al ment e est á par a o val or
encont r ado ao ser submet i do às condi ções do pr obl ema, assi m como o val or que quer emos
det er mi nar est á par a o val or conheci do, no caso R$ 20,00.
36 _________16
_________ 20
36 20 720
45
16 16
x
x x
×
¬ = ¬ = =
Out r o modo:
Podemos f azer de t r az pr a f r ent e, i st o é:
Sej a Y o di nhei ro dei xado por M ar i a (mãe dos t r ês f i l hos) e sej a X o di nhei ro dei xado pel o 1º
f i l ho que r epar t i u o di nhei r o, assim:
Como o 3º f i l ho pegou o que sobr ou, i st o é, pegou 2/ 3 de X (di nhei ro dei xado pel o 1º f i l ho),
como 2/ 3 de X = 20 ent ão X = R$ 30, 00;
Do mesmo modo, o 1º f i l ho pegou 1/ 3 de Y (di nhei ro dei xado por sua mãe) e dei xou par a os
seus i r mãos 2/ 3 de Y = 30 ent ão Y = R$ 45,00.
ALTERNATIVA C
QUESTÃO 20: Per mut am-se de t odas as f or mas possívei s os al gar i smos 1, 2, 3, 4, 5 e escr evem-
se os númer os f or mados em or dem cr escent e. O númer o que ocupa a 50ª posi ção é:
(A)25413 (B)254312 (C)31245 (D)31254 (E)31425
Resol ução:
Observem que:
O número de permutações em que o algarismo UM ocupa a ordem das centanas de milhar é:
__ _4_ _3_ _2_ _1_ 4! 24 possibilidades
1
Do mesmo modo, o mesmo se dá para qualquer um dos algarismo
× × × × ¬ =
s 2, 3, 4 ou 5.
Assim temos quarenta e oito números, isto é:
12345
12354
.............
.............
.............
15432
48 números
21345
21354
.............
.............
.............
25432
Bas
¦
¦
¦
¦
¦
¦
¦
¦
¦
´
¦
¦
¦
¦
¦
¦
¦
¦
¹
ta encontrar os dois próximos, assim:
31245
31254 é o número que ocupa a 50ª posição.
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 21: O campo magnét i co do sol per i odicament e se t or na mui t o mai s i nt enso,
apar ecem às manchas sol ar es e ocor r em as t empest ades que são enor mes expl osões. Ist o dur a
al guns meses e depoi s desapar ece. Tal f enômeno f oi obser vado pel a pr i mei r a vez no ano de
1755 e se r epet e com r egular i dade a cada 11 anos. A úl t i ma vez; que esse f at o ocor r eu f oi em
(A)2004 (B)2005 (C)2006 (D)2007 (E)2008
Conf or me o enunci ado t al f enômeno é model ado pel a sequênci a ar i t mét i ca ou pr ogr essão
ar i t mét i ca, assim:
1755 ( 1) 11 1744 11 que é o termo geral da sequência.
1744
Como e se quer a última vez que esse fato ocorreu então vamos testar
11
se o maior valor das alternatimas serve, logo:
Se 2008
n n
n
n
a n a n
a
n
a
= + ÷ × ¬ = +
÷
=
=
2008 1744 264
24, ok!
11 11
n
÷
¬ = = =
ALTERNATIVA E
QUESTÃO 22: Um gr upo de cr i anças br i nca em t or no de vár i as cadei r as. Se duas cr i anças
sent am em cada cadei r a, uma cr i ança f i ca de pé. Se t r ês cr i anças sent am em cada cadei r a, uma
cadei r a f i ca vazi a. O númer o de cr i anças é:
(A)6 (B)7 (C)8 (D)9 (E)10
Resol ução:
Sej am x o número de cadei r as e y o número de cr i anças, assi m de acor do com o enunci ado
podemos mont ar o si st ema abai xo:
Obser vem que podemos concl ui r pel o enunci ado que o númer o de cr i anças é ímpar e
múl t i pl o de t r ês!
ALTERNATIVA D
2 1 2 1 3 3
4
3 3 3 3 2 1
Como 2 1 2 4 1 9 9
x y x y x y
x
x y x y x y
y x y y
= ÷ = ÷ = + ¦ ¦ ¦
¬ ¬ ¬ =
´ ´ ´
÷ = = + ÷ = ÷ +
¹ ¹ ¹
= + ¬ = · + = =
QUESTÃO 23: A f i gur a ao abai xo é f or mada por ci nco pequenos quadr ados e, dent r o de cada
quadr ado, esconde-se um número i nt ei r o.
O númer o que apar ece abai xo de cada um dos desenhos a segui r é a soma dos númer os que
est ão escondi dos nos quadr ados pi nt ados.
O númer o do quadr adi nho cent r al é:
(A)2 (B)5 (C)7 (D)9 (E)13
Sej a a cr uz abai xo que i dent i f i ca cada pequeno quadr ado, l ogo de acor do com essa
conf i gur ação, t emos:
( )
1 2 3 4 26
1 2 3 5 29
2 3 4 5 22 somando-se membro a membro, temos:
1 3 4 5 23
1 2 4 5 24
4 1 4 2 4 3 4 4 4 5 26 29 22 23 24
4 1 2 3 4 5 124
124
1 2 3 4 5 31
4
1
n n n n
n n n n
n n n n
n n n n
n n n n
n n n n n
n n n n n
n n n n n
n
+ + + = ¦
¦
+ + + =
¦
¦
+ + + = ¬
´
¦
+ + + =
¦
+ + + = ¦
¹
× + × + × + × + × = + + + +
¬ × + + + + =
¬ + + + + = =
¬ 2 3 4 5 31
Como queremos o valor de 3, então:
1 2 3 4 5 31
3 31 24 7 3 7
1 2 4 5 24
n n n n
n
n n n n n
n n
n n n n
+ + + + =
+ + + + = ¦
¬ = ÷ = =
´
+ + + =
¹
ALTERNATIVA C
QUESTÃO 24: Consi der e que
0,477
10 . O val or de x t al que 10 9000
x
= é:
(A)3,556 (B)3,628 (C)3,746 (D)3,882 (E)3,954
Essa quest ão f oi ANULADA, apesar di sso o número
0,477
10
10 3, pois log 3 0, 4771..., ~ ~
consi der ando esse f at o nós podemos r esol ver a quest ão, assi m:
( )
( ) ( )
2 3
0,477 0,477 0,954
0,954 0,954 3 0,954 3 3,954
2
2
Como 9000=3 10
10 3 10 3 10 9
10 1000 9 1000 10 10 9000 10 9000 10 9000
Logo 3, 954 x
+
×
¬ ~ ¬ ~ ¬ ~
¬ × ~ × ¬ × ~ ¬ = ¬ =
=
ALTERNATIVA E
QUESTÃO 25: Numa ci dade exi st e uma pessoa X que sempr e ment e t er ças, qui nt as e sábados
e é compl et ament e si ncer a o r est o dos di as da semana. Fel i pe chega um cer t o di a na ci dade e
mant ém o segui nt e di álogo com a pessoa X:
-Fel i pe: Que di a é hoj e?
-X: Sábado
-Fel i pe: Que di a ser á amanhã?
- X: Quar t a-f ei r a.
Em que di a da semana f oi mant i do est e di álogo?
(A) Sábado (B) Qui nt a-f ei r a (C) Segunda-f ei r a
(D) Ter ça-f ei r a (E) Sext a-f ei r a
DIA
DOM INGO FALA A VERDADE
SEGUNDA FALA A VERDADE
TERÇA M ENTE
QUARTA FALA A VERDADE
QUINTA M ENTE
SEXTA FALA A VERDADE
SÁBADO M ENTE
Resol vendo:
Dê: Fel i pe: Que di a é hoj e?
-X: Sábado
É cl ar o que “ HOJE” NÃO PODE ser SÁBADO, poi s, esse é um dos di as que X M ENTE, por out r o
l ado, esse di a t em que ser TERÇA-FEIRA ou QUINTA FEIRA, por que desse modo é cl ar o que X
est á ment i ndo!
Dê: - Fel i pe: Que di a ser á amanhã?
- X: Quar t a-f ei r a.
Pel o expost o ant er i or ment e, X ment i u novament e, por em se o di a que ocor r eu t al di ál ogo
f osse TERÇA-FEIRA ent ão X t er i a f al ado a ver dade nessa segunda per gunt a o que cont r adi z a
nossa hi pót ese i ni ci al de que X est ar i a ment i ndo.
Logo o di a que ocor r eu o di ál ogo f oi QUINTA FEIRA.
ALTERNATIVA B
QUESTÃO 26: O númer o 2568 possui dígi t os em or dem cr escent e. Os númer os 5667 e 3769
não possuem dígi t os em or dem cr escent e. Quant os são os númer os nat ur ai s ent r e 1000 e
9999 que possuem seus dígi t os em or dem cr escent e?
(A) 126 (B)144 (C)186 (D)210 (E)252
Resol vendo:
Podemos not ar que quer emos cont ar os numer ai s que possuem al gar i smos di st i nt os, se o
pr obl ema pedi sse quant os são os numer ai s de quat r o al gar i smos di st i nt os ent r e 1000 e 9999 a
r espost a ser i a mai s i nt ui t i va e “ si mpl es” , mas obser vando os numer ai s f or mados pel os
al gar i smos do conj unt o {1, 2, 3, 4}, t emos:
24 númerais
1234, 1243, 1324, 1342, ...., 4312, 4321
Podemos concluir que são 24 possíbilidades, mas somente um numeral se encaixa no pedido do
enuncado do problema, a saber:
O num

eral 1234, que está em ordem crescente!
Daí, para resolver o problema basta contarmos quantos conjuntos com quatro algarismos distintos
podemos formar com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9
4 4
9 9
, isto é, devemos escolher quatro
algarismos de nove possíveis.
A ferramenta matematica que nos ajuda a resolver esse problema é a combinação simples, que
conta conjuntos.
Então:
9 8 7 6
4 3 2 1
C C
× × ×
= ¬ =
× × ×
9 8 ×

2
7 6 × ×
4 3 × 2 ×
4 4
9 9
63 2 126
1
C C
¬ = × ¬ =
×
ALTERNATIVA A
QUESTÃO 27: Se espr emer mos um cír cul o de r ai o 10 em ent r e duas r et as par al el as que di st am
ent r e si 10 em, obt er emos uma f i gur a de ár ea menor , mas de mesmo per ímet r o que o cír culo
or i gi nal .
Se as par t es cur vas dest a f i gur a obt i da são semi ci rcunf er ênci as, a r azão da ár ea da f i gur a
espr emi da pel a área do cír cul o i ni ci al é:
(A) 3/ 4 (B)4/ 3 (C)2/ 3 (D)3/ 2 (E)  / 4
Resol ução:
É cl ar o que essa def or mação não al t erou o “ per ímet r o” , desse modo o per ímet r o do cír cul o
(ci r cunf er ênci a) de r ai o 10 cm e o per ímet r o da f i gur a def or mada são i guai s.
O perímetro, ou mais usualmente o comprimento da circunferência é calculado pela fórmula
2 , onde r é o raio da circunferência, então antes da deformação:
C=2 10 =20 C = 20
C r 
  
=
× × ¬
A f i gur a aci ma pode ser di vi di da em t r ês par t es, conf or me a f i gur a abai xo, j unt ando as par t e A
e C t emos uma ci r cunf er ênci a de di âmet r o i gual a 10 cm (r ai o 5 cm), l ogo o seu compr i ment o é
i gual a C = 2 5 C = 10   × × ¬ .
O val or de 2x na f i gur a B é i gual ao compr i ment o da ci r cunf er ênci a ant es da def or mação
menos o compr i ment o da ci r cunf er ênci a f ormada pel as par t es A e C, i st o é, 20 10 10 .    ÷ =
Ent ão o val or de 2x 10 = ou
10
x = 5 x 5 cm
2

  = ¬ =
Logo a ár ea da f i gur a espr emi da é i gual à ár ea da par t e B mai s a ár ea do cír cul o f or mado pel as
par t es A e B ent ão:
ALTERNATIVA A
50 25 75 75 cm²
A área do círculo antes da deformação é igual a 100 cm²
75 3 3
Então
100 4 4
A B C A B C
cículo
A B C A B C
cículo cículo
S S
S
S S
S S
   





= + = ¬ =
=
= = ¬ =
QUESTÃO 28: • Em uma f est a há 13 casai s. Cada homem cumpr i ment a com um aper t o de mão
os out r os convi dados, excet o sua pr ópr i a esposa. As mul her es r ecebem aper t os de mão, mas
não pr ocur am ni nguém par a cumpr iment ar .
Quant os aper t os de mão são dados pel os 26 par t i ci pant es?
(A)234 (B)235 (C)236 (D)237 (E)238
Resol ução:
Suponha que os casai s sej am i dent i f i cados por um númer o que var i a do 1 ao 13, al ém di sso,
que os t r eze casai s est ão de pé e que o esposo do pr i mei ro casal cumpr i ment a os casai s,
excet o sua pr ópr i a esposa, após i sso el e vai par a a mesa dest i nada ao 1º casal , por em sua
esposa per manece no l ocal , dessa f or ma o pr i mei r o esposo cumpr i ment ou 24 par t i ci pant es.
Do mesmo modo o esposo do segundo casal cumpr i ment a as pessoas pr esent es, excet o sua
pr ópr i a esposa, após i sso el e vai par a a mesa dest i nada ao 2º casal , dessa f or ma o segundo
esposo cumpr i ment ou 23 par t i ci pant es, cont i nuando esse pr ocesso podemos mont ar a t abel a
abai xo:
Somando esses valor es encont r amos 234.
( )
13
13 13 13
13 13 13
Por outro lado poderíamos usar P.A, isto é:
Seja a sequência (24, 23, 22, ..., )
24 12 ( 1) 24 12 12
A soma desses valores é igual a:
24 12
S 13 S 18 13 S 234
2
a
a a a ¬ = + × ÷ ¬ = ÷ ¬ =
+
= × ¬ = × ¬ =
ALTERNATIVA A
ESPOSO CUPRIM ENTOS
1º 24
2º 23
3º 22
4º 21
5º 20
6º 19
7º 18
8º 17
9º 16
10º 15
11º 14
12º 13
13º 12
QUESTÃO 29: O máxi mo di vi sor comum ent r e doi s númer os nat ur ai s é16 e o míni mo múl t i pl o
comum desses mesmos números é 576.
Podemos gar ant i r que:
(A) Os doi s númer os são mai or es que 50
(B) O pr odut o dos doi s númer os é mai or que 8000
(C) Os doi s númer os são múl t i pl os de 32
(D) Os doi s númer os são di vi sor es de 96
(E) Um dos númer os é múl t i pl o do out r o
Par a r esol ver a quest ão vamos f azer uso de uma r el ação exi st ent e ent r e o M DC e o M M C de
doi s númer os A e B, que é a r el ação abai xo:
( ) ( ) , ,
De acordo com essa relação o Item B é o correto, pois:
576 16 9216
Usando que 576 16 9216, podemos mostrar que os outros itens são falsos.
A B mmc A B mdc A B
A B
A B
× = ×
× = × =
× = × =
ALTERNATIVA B
QUESTÃO 30: Um t er r eno t r i angul ar f oi di vi di do em t r ês t er r enos menor es conf or me a f i gur a.
Ent ão:
(A) A ár ea do t er reno B é a met ade da ár ea do t er r eno A
(B) A ár ea do t er r eno C é mai or do que a ár ea do t er r eno A
(C) A ár ea do t er r eno B é1/ 3 da ár ea do t er r eno A
(D) A ár ea do t er r eno A é i gual à ár ea do t er r eno C
(E) A ár ea do t er r eno B é maior do que a ár ea do t er r eno A '
Resol ução:
De acor do com o enunci ado e f i gur a aci ma podemos not ar que os t r i ângulos f or mados pelo
“ t er r eno A” , “ t er r eno B” e t r i ângul o f or mado pel os t rês t er r enos são semel hant es, assim:
( )
( )
( )
2
2
2
2
(A) 40 (A) (A)
2 4 (A) 4 (B)
(B) 20 (B) (B)
Seja (B) B (A) 4 B 1
(A B C) 60 (A B C) (A B C)
3 9
(B) 20 (B) (B)
área área área
área área
área área área
área área
área área área
área área área
á
| |
= ¬ = ¬ = ¬ = ×
|
\ .
= ¬ = ·
| |
= ¬ = ¬ =
|
\ .
¬
( )
( ) ( )
4
(A B C) 9 (B)
Como ( ) ( ) ( ) ( ) 9 ( ) 4 B 2
, 1 2 ( ) (A) 4 B
B B
rea área
área A B C área A área B área C B área C
Daí e área C área
= ×
= + + = ¬ = ·
¬ = = ·
 
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 31: Os gr áf i cos das f unções r eai s
2
5
( ) ( )
4
f x x b e g x x = ÷ = ÷ possuem um
úni co pont o em comum. O val or de b é:
(A)0 (B)4 (C)-1 (D)
5
4
÷ (E)1
Resol ução:
{ }
{ }
( )
2 2
2
De acordo com o enunciado ( ) ( ) P
5 5
( ) ( ) 0
4 4
Como ( ) ( ) P 0
5
1 4 1 ( ) 0 1 4 5 0 4 4 1
4
f x g x
f x g x x b x x x b
f x g x
b b b b
· =
¬ = ¬ ÷ = ÷ ¬ ÷ ÷ + =
· = ¬ A =
A = ÷ ÷ × × ÷ + = ¬ A = + ÷ = ¬ = ¬ =
ALTERNATIVA E
QUESTÃO 32: Quando Joãozi nho t i r ou 9,8 em uma pr ova, sua médi a subi u 0,1. Na pr ova
segui nt e, el e t i r ou 7,0 e sua médi a cai u 0,2.
Quant as pr ovas el e r eal i zou, i ncl uindo est as duas úl t imas?
(A)10 (B)5 (C)6 (D)8 (E)9
Resol ução:
Sejam:
S, n, k, a soma das notas, o número de notas e a média das notas respectivamente
antes de se conhecer a nota 9,8;
Dê: Quando Joãozinho tirou 9,8 em uma prova, sua média subiu 0,1.
9,8
S
k S kn
n
S
¬ = ¬ =
+
¬ ( ) ( )
( )
( ) ( )
( )
0,1 9,8 0,1 1 9,8 0,1 0,1
1
9, 7 0,1 1
Dê: Na prova seguinte, ele tirou 7,0 e sua média caiu 0,2.
9,8 7, 0
0,1 0, 2 16,8 0,1 2
2
16,8 2 0,1 0, 2 17 2 0,1 2
Daí, de
k S k n S kn k n
n
k n
S
k S k n
n
S kn k n k n
= + ¬ + = + × + ¬ + = + + +
+
¬ = +
+ +
¬ = + ÷ ¬ + = ÷ × +
+
¬ + = + ÷ ÷ ¬ = ÷
(1) e (2), temos:
9, 7 0,1
26, 7 3 8, 9
17 2 0,1
Pondo esse valor em 9, 7 0,1 9, 7 8, 9 0,1 0,1 0,8
8
Logo 2 10
k n
k k
k n
k n n n
n
n
= + ¦
¬ = ¬ =
´
= ÷
¹
= + ¬ = + ¬ =
¬ =
+ =
ALTERNATIVA A
QUESTÃO 33: Os númer os 5, 356 e 590 são t er mos de uma pr ogr essão ar i t mét ica de númer os
i nt ei r os posi t i vos, de r azão máxi ma. Assi nale o t er mo seguint e ao t er mo 590:
(A)599 (B)603 (C)717 (D)707 (E)612
m termos n termos
Sendo 5, 356 e 590 termos de uma PA, podemos escrever :
5_________ 356 _________ 590
Usando o conceito de inserir e interpolar "k " meios aritméticos entre os números a e b, vem:
35
 
( )
351 ( 1)
6 5 [( 2) 1]
234 1 590 356 [( 2) 1]
351 234
Logo ou
( 1) ( 1)
Dessa forma para termos r máximo, o mmc [ (m+1), (n+1)], deve ser mínimo.
Como o mdc (351, 234)
m r
m r
n r n r
r r
m n
= + × ¦ = + + ÷ × ¦ ¦
¬
´ ´
= + × = + + ÷ ×
¦ ¹
¹
= =
+ +

= 117
117 3 117 2
ou
( 1) ( 1)
Como a razão é máxima então:
117
1 3 2 1
1 2
Então o próximo termo é igual a 590 117 707
Obs. Poderíamos usar o sequinte esquema:
5 _________ 3
r r
m n
r
m m e n
n
a
m
× ×
¬ = =
+ +
= ¦
¦
+ = ¬ = =
´
¦
+ =
¹
+ =
 
( ) ( )
( ) ( ) ( ) ( )
( ) ( ) ( ) ( )


56 __________ 590 como e
351
356 5 351 1
234
590 356 234 2
Como a é o máximo de (1) e (2), temos que (351
a a n m r a a p n r
n m p n
a a
n p
n m r n m r n m
r
p n r p n r p n
r
razão r mdc
= + ÷ × = + ÷ ×
¬ = + ÷ × ¬ = ÷ × ¬ ÷ =
¬ = + ÷ × ¬ = ÷ × ¬ ÷ =
=
1
1 1
, 234) (351, 234) 117
logo 117, assim o próximo número da sequência depois de 590 é 590
590 117 707
p
p p
mdc
r a r
a a
+
+ +
¬ =
= = +
¬ = + ¬ =
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 34: Eduar do pensou em doi s númer os nat ur ai s a e b. Sabe-se que apenas uma das
ci nco af i r mações abaixo é ver dadei ra. Assi nal e-a.
(A) ab é um número par
(B) 5 7 a b e b a + = ÷ =
(C) 4 3 a b e a b + = =
(D) 2 a b + s
(E) para pelo menos um dos números a ou b é par
Resol ução:
Se a alternativa A for verdadeira então alternativa E também é verdadeira e vice-versa.
Logo essas duas alternativas NÃO servem;
5
Da alternativa B 2 12 6 1
7
Não serve, pois
a b
b b a
b a
a e b
+ = ¦
¬ ¬ = ¬ = = ÷
´
÷ =
¹
devem ser naturais;
4
Da alternativa C 4 4 1 3
3 0
Se a alternativa C for verdadeira então alternativa D também é verdadeira
Logo a alternativa C NÃO serve;
A alternativa D é verdadei
a b
b b a
a b
+ = ¦
¬ ¬ = ¬ = =
´
÷ =
¹
ra, basta para isso fazer 1, em 2 1 1 2; ok! a b a b = = + s ¬ + s
ALTERNATIVA D
QUESTÃO 35: Os j ogador es A e B t êm, cada um, 3 car t as na mão, e sabem as car t as do
oponent e. Jogar ão em 3 r odadas deposi t ando uma car t a na mesa em cada r odada, um após o
out r o. O vencedor da r odada ser á aquel e que j ogar a car t a mai s al t a. O j ogador A ser á o
pr i mei r o a j ogar a car t a na pr i mei r a r odada, e nas out r as duas r odadas o pr i meir o a j ogar ser á
o vencedor da r odada ant er i or . Vence o j ogo quem ganhar mai s r odadas. Suponha que A t enha
as car t as com númer os 3, 6 e 10, e que B t enha as car t as 2, 7 e 9. São f ei t as as segui nt es
af i r mat i vas:
I - Ent r e t odos os possívei s par es f or mados por uma car t a de A e uma car t a de B, há mai s par es
em que A ganha.
II - A mel hor est r at égi a par a A é sempr e j ogar a car t a mai s alt a.
III - Se A j ogar 3 ou 6 na pr i mei r a r odada, poder á ganhar com qualquer r espost a de B.
Assi nal e a al t er nat iva cor r et a, com r espei t o às af i r mações I, II e III (nest a or dem):
(A) FALSA, VERDADEIRA, FALSA
(B) VERDADEIRA, VERDADEIRA, FALSA
(C) VERDADEIRA, FALSA, VERDADEIRA
(D) FALSA, FALSA, VERDADEIRA
(E) VERDADEIRA, FALSA, FALSA
Resol ução:
AFIRMAÇÃO I VERDADEIRA.
Seja (x, y), um par onde x representa uma carta do jogador A e y representa uma carta do jogador B.
Observem que existem 9 pares possíveis.
Pares que o jogador A ganha:
(1
÷
0; 2), (10; 7), (10; 9),
(6; 2),
(3; 2),
Pares que o jogador B ganha:
(3; 9), (6; 9)
(3; 7), (6; 7)
AFIRMAÇÃO II FALSA.
Contra-exemplo:
Como A começa o jogo, suponha que A jogue a carta "mais alta", isto
÷
é, de maior valor, a de número 10.
Daí, como com qualquer carta B perderá, basta então B jogar a carta de menor valor, isto é, a carta de
número 2.
Nas próximas rodadas B ganhará forçosamente, pois, os pares restantes possíveis serão:
(6; 9) ou (6; 7)
ou onde B ganha sempre!
(3; 9) ou (3; 7)
¦
¦
´
¦
¹
AFIRMAÇÃO III VERADEIRA.
Como A começa o jogo, suponha que A jogue a carta de número 3 ou 6.
Daí, para B ganhar, essa rodada, terá que jogar a carta de número 7 ou 9.
Suponha que B tenha jogado a car
÷
ta de número 7, porém como o ganhador,
no caso o jogador B, deve começar a próxima rodada, então:
O jogador A ganhará o jogo, jogando em cada rodada a carta de número 3 ou 10,
dependendo da carta jogada por B em cada rodada, isto é, se B jogar a carta de
número 2 então o jogador A joga a carta de número 3 e se B jogar a carta de
número 9 então o jogador A joga a carta de número 10.
Se o jogador B perder a rodada, quando o jogador A jogou uma das cartas
3 ou 6, então:
O jogador A ganhará o jogo na próxima rodada, bastando para isso jogar a
carta de número 10.
ALTERNATIVA C
QUESTÕES DISCURSIVAS:
Quest ão 1
Joaqui m pagou n r eai s por cada uma de m canet as e m r eai s por cada um de n l ápi s, t endo
gast ado em médi a R$7,50 por i t em compr ado. Em segui da, Joaqui m obser vou que se cada
canet a t i vesse cust ado 1 r eal a menos e cada l ápi s t i vesse cust ado 1 r eal a mai s, el e t er i a pago,
em médi a, R$7,75 por cada i t em compr ado. Det er mi ne a quant i dade de canet as que Joaqui m
compr ou.
Resolução:
De acordo com enunciado podemos montar o sistema abaixo:
( ) ( )
( )
( )
7, 50 ( )
1 1 7, 75 ( )
2 7, 50 ( )
7, 75 ( )
2 7, 50 ( ) 1
substituindo (1) em (2), temos:
2 7, 75 ( ) 2
7, 50 ( ) 7, 75 ( ) 0, 25 ( )
n m m n m n
n m m n m n
mn m n
mn m mn n m n
mn m n
mn m n m n
m n m n m n m n m n
× + × = × + ¦
¦
´
÷ × + + × = × +
¦
¹
= × + ¦
¬
´
÷ + + = × +
¹
= × + ¦
¦
¬ ¬
´
÷ + = × +
¦
¹
× + ÷ + = × + ¬ ÷ + = × + ¬
( )
2
0, 25 0, 25
5
0, 25 0, 25 0, 75 1, 25 3 5 3
3
5 5 10 8
Substituindo (3) em (1) 2 7, 50 ( ) 7, 50
3 3 3 3
10
m n m n
m
n n m m n m n m n
m m m m
m m
m m
÷ + = +
¬ ÷ = + ¬ = ¬ = ¬ =
¬ × = × + ¬ = ×
·
¬
3
8
7, 50
m
= ×
3
( ) ( ) 10 7, 50 8 2 5 7, 50 4 5
1, 5 4 6
m m
m m
¬ = × ÷ ¬ = × ÷
¬ = × ¬ =
Logo a quantidade de canetas que Joaquim comprou foi igual a 6.
Quest ão 2
Uma equi pe espor t i va compost a por 6 j ogadoras est á di sput ando uma par t i da de 2 t empos. No
i nt er val o do pr i mei ro par a o segundo t empo podem ser f ei t as at é 3 subst i t ui ções e, par a i st o, o
t écni co di spõe de 4 j ogador as no banco. Quant as f or mações di st i nt as podem i ni ci ar o segundo
t empo?
Resolução:
{ }
{ }
{ } { }
1, 2, 3, 4, 5, 6 , 1 6, são os jogadoras titulares da equipe;
= 7, 8, 9, 10 , 7 10, são os jogadoras reservas da equipe;
C = 1, 2, 3, 5, 6 / , , 1 6 , são as
T J J J J J J onde Ji i
R J J J J onde Ji i
O T R
X X X X X Xi O Xi Xj i j
= s s
s s
=
e = s < s formações distintas
que podem iniciar o segundo tempo da partida.
Considere a seguinte partição de C:
1 2 3 4, , 1 4.
1 é a formação inicial da equipe, sem a troca de jogado
:
C C C C C com Ci Cj i j
C
Onde
= · = C s < s
ra;
2 é a formação inicial da equipe com a troca de uma jogadora;
3 é a formação inicial da equipe com a troca de duas jogadoras;
4 é a formação inicial da equipe com a troca de três jogadoras;
C
C
C
¦
¦
¦
´
¦
¦
¹
Cálculo de C1:
Como C1 é a formação inicial da equipe, sem a troca de jogadora então:
C1 = 1 formação;
Cálculo de C2 - usando decisões:
d1: escolha de um jogadora que pertencente a T para ser substituída;
d2: escolha de um jogadora que pertencente a R para entrar na equipe;
Assim, como #d1 6 e #d2 4
Daí, Princípio Multiplicativo, temos que:
C2 = # d1 # d2 = 6 4 = 24 formações
Cálculo de C3 - usand
= =
× ×
2
6
o decisões:
d1: escolha de DUAS jogadoras que pertencentem a T para serem substituídas;
d2: escolha de DUAS jogadoras que pertencentem a R para entrarem na equipe;
6 5
Assim, como #d1 15 e #d
2 1
C
×
= = =
×
2
4
4 3
2 6
2 1
Daí, Princípio Multiplicativo, temos que:
C3 = # d1 # d2 = 15 6 = 90
C
×
= = =
×
× ×
6
Cálculo de C4 - usando decisões:
d1: escolha de TRÊS jogadoras que pertencentem a T para serem substituídas;
d2: escolha de TRÊS jogadoras que pertencentem a R para entrarem na equipe;
Assim, como #d1=
3 3
4
6 5 4
20 e #d2 4
3 2 1
Daí, pelo Princípio Multiplicativo, temos que:
C4 = # d1 # d2 = 20 4 = 80
Logo pelo Princípio Aditivo, temos que:
C C1 C2 C3 C4 1+24 + 90 + 80 = 195 formações.
C C
× ×
= = = =
× ×
× ×
= + + + =
Logo são 195 formações distintas que podem iniciar o segundo tempo.
Quest ão 3
Consi der e um t r i ângul o r et ângul o i sóscel es ABC com hi pot enusa BC. Tomando o pont o A como
cent r o e AB como r ai o, consi der amos o ar co de ci r cunf er ênci a del i mi t ado pel a cor da BC.
Consi der emos ai nda a semi ci r cunf er ênci a de di âmet r o BC, conf or me a f i gur a abai xo.
Desi gnamos por T a ár ea da r egi ão t r i angul ar ABC e por S e L as ár eas das o ut r as duas r egi ões.
Pr ove que L = T.
Resol ução:
2 2 2 2 2 2
Primeiramente como o triângulo ABC é retângulo isósceles, então:
Sendo 2 (diagonal do quadrado):
Demonstração, usando o teorema de Pitágoras no triângulo ABC, temos:
AC AB k BC k
BC AB AC BC k k B
÷ = ¬ =
= + ¬ = + ¬
2 2 2
2
2 2 2
2 2 2
Como a região formada pela união das regiões L e S é uma semicircunferência de
diâmetro BC, temos:
k 2
2
S S como S (1)
2 4 4 4
Por outro lado, a ár
L S L S L S
C k BC k BC k
k k k
L S L S

  

= ¬ = ¬ =
| |
×
|
\ .
= ¬ = = + = ¬ + =
2 2 2
ea da região formada pela união das regiões S e T é igual a quarta
parte de um círculo cujo raio é igual a , assim:
S como S (2)
4 4 4
Daí, de (1) e (2)
T S T S
AC AB k
k k k
T S T S
L S T S L S
  

÷ =
×
= = + = ¬ + =
¬ + = + ¬ + T S = + L T ¬ =
Prof. Carlos Loureiro
Formado Matemática -UFF – Niterói/RJ
PÓS Graduado UFF - Novas Tecnol ogi as no Ensi no da M at emát i ca
professorcarlosloureiro@hotmail.com
(21) 8703-4000

QUESTÃO 03: No dia do aniversário de João em 2010, uma pessoa perguntou a idade dele. João respondeu: “Se eu não contasse os sábados e os domingos da minha vida, eu teria 40 anos de idade”. João nasceu no ano de: Resolução:

Um ano tem 365 dias ou 366 se for bissexto. Como cada semana tem 7 dias  365  7 = 52 semanas e 1 dia (2 dias se for bissexto). Logo um ano terá 52 sábados e 52 domingos (poderá ter no máximo 53). Como João descartou os sábados e domingos na contagem da sua idade e considerando que um ano tenha 364 dias , temos: 364  40 = 14560 dias Como João só considerou na contagem de sua idade os dias de segunda a sexta, então: 364  104  260 dias, isto é, somente 260 dias são computados a cada ano, real. Seja X uma unidade de tempo (u.t) igual a 52 dias, assim em um ano teremos 7X u.t, X ___________ 52 dias kX ___________14560 dias 14560 k  280 X  k  280 X , observe que João considerou que: 52 280 X  40 anos, mas na verdade como a cada ano NÃO foi considerado 2X u.t, temos: 7X 280 X   56 anos 5X Daí , 2010 - 56  1954, observem que João poderia ter nascido entre os anos de 1955 e 1953, pois não foi dado maiores informações a respeito da data CORRETA do nascimento de João.

ALTERNATIVA B

QUESTÃO 04: Numa papelaria, pacotes contendo 500 folhas de papel são armazenados em pilhas. Cada folha tem espessura de 0,1 mm. Ignorando a espessura do papel utilizado para embrulhar os pacotes, podemos afirmar que a altura de uma pilha de 60 pacotes é aproximadamente igual à altura de (A) um gato (D) uma sala de aula Resolução: (B) uma mesa comum (E) um prédio de três andares (c) uma pessoa adulta

500  0,1  50 mm  50  60 = 3000 mm  3000 mm = 3 metros
ALTERNATIVA D QUESTÃO 05: O valor exato de 666666  333334 é:
2 2

(A) 333332 10

6 8

(B) 333334 10 (E) 333332 10

9

(c) 333332 10

8

(D) 333334 10 Resolução:

10

Usando o produto notável a 2  b 2  (a  b)  (a  b) , temos : 6666662  3333342  (666666  333334)  (666666  333334) 6666662  3333342  100000  333332 666666 2  3333342  333332 106
ALTERNATIVA A

O comprimento de BP é: (A)2/3 (B)1/5 (C) 2/5 (D) 3/4 (E) 2/3 Traçando pelo ponto A uma reta t perpendicular a reta r no ponto Q. Ab é um segmento unitário contido em s. podemos montar a figura abaixo: Observando a figura acima podemos verificar que os triângulos APB e XQA são semelhantes. X é um ponto de r com AX  5 e Pé o pé da perpendicular baixada de B sobre AX. assim: 1 PB 2   PB  5 2 5 ALTERNATIVA C .QUESTÃO 06: Na figura abaixo. as retas r e s são paralelas a uma distância 2 uma da outra.

Resolução: As alternativas A e B: São claramente FALSAS. (B) A venda de aparelhos de ar condicionado permaneceu constante. nesse período: (A) A venda de aparelhos de ar condicionado cresceu constantemente. ALTERNATIVA C . (D) A venda de aparelho de ar condicionado foi maior em outubro de 92 do que em janeiro de 92. A alternativa C: É CORRETA. pois. pois. O gráfico indica que. A alternativa E: É FALSA. pois. que houve sempre uma constante variação de vendas. o gráfico mostra exatamente o contrário. pois.QUESTÃO 07: O gráfico acima mostra a quantidade de aparelhos de ar condicionado vendidos por semana numa loja do Rio de Janeiro entre janeiro de 1991 e dezembro de 1993. contra a média de vendas de JULHO de 1991 que foi próxima de 20 aparelhos vendidos por semana. contra a média de vendas no verão de 1992 que foi próxima de 80 à 90 aparelhos vendidos por semana. no verão de 1993 (O verão começa em meados de DEZEMBRO até meados de MARÇO) a média das vendas de aparelhos de ar condicionado foi próxima de 100 à 110 aparelhos vendidos por semana. A alternativa D: É FALSA. (E) A venda de aparelhos de ar condicionado foi menor no verão de 93 do que no verão de 92. em JULHO de 1993 a média das vendas de aparelhos de ar condicionado foi próxima de 60 aparelhos vendidos por semana. (C) A venda de aparelhos de ar condicionado foi maior em julho de 93 do que em julho de 91. isto é. em OUTUBRO de 1992 a média das vendas de aparelhos de ar condicionado foi próxima de 40 aparelhos vendidos por semana. contra a média de vendas de JANEIRO de 1992 que foi próxima de 80 aparelhos vendidos por semana.

pois. Daí. cada um deles.QUESTÃO 08: Um grupo de jovens aluga por 342 reais uma van para um passeio. O número de jovens era de: (A)5 Resolução: Sejam x o número de jovens e y o valor em reais. onde 9 algumas pessoas costumam viajar em pé nas vans). 19 substituindo x  19 em 19 x  3 y  57  19 19  3 y  57  361  3 y  57  3 y  304  y  101 NÃO é um valor inteiro. só nos resta as alternativas (B) 9 e (E) 19. 10 e 12. 342 Se x  9  y   38 (nunca vi uma van com 38 lugares. assim de acordo com o enunciado podemos montar o sistema abaixo: (B)9 (C)10 (D)12 (E)19  x  y  342    x  3  ( y  19)  342   x  y  342  x  y  342   OBS: encarar a resolução desse sistema dá trabalho  xy  19 x  3 y  57  342 19 x  3 y  57 Observem que 342 = 2  3  3  19 Logo o número de jovens NÃO pode ser igual a 8. Os outros tiveram que completar o total pagando. 19 reais a mais. findo o qual três deles saíram sem pagar. mas essa é a resposta correta. pois. ALTERNATIVA B . nem em São Paulo. substituindo x  9 em 19 x  3 y  57  19  9  3 y  57  171  3 y  57  3 y  114  y  38 ok! Por outro lado se x  19  y  342  18. mas essa resposta NÃO é correta.

QUESTÃO 09: Um campeonato com 25 clubes é disputado num ano. 25  24  300 2 1 Como em um ano temos 52 semanas. c 2. tirando-se duas (a do Natal e a do Carnaval) teremos 50 semanas para ocorrer os jogos. X2} / Xi  O e X1  X2. Em cada semana há sempre o mesmo número de jogos e não há jogos na semana do Natal nem na do Carnaval. Configuração: C = {X1. onde ci. assim: O número de jogos por semana será = ALTERNATIVA D 300  6 jogos 50 QUESTÃO 10: Um fazendeiro possui ração suficiente para alimentar suas 16 vacas durante 62 dias. Depois desta última compra.. c 25 .. ele vende 4 vacas  16 vacas_________14 dias___________224 QRs Logo restou 992  224  768 QRs Dê: Passados mais 15 dias ele compra 9 vacas  12 vacas_________15 dias___________180 QRs Logo restou 768  180  588 QRs  21 vacas_________X dias___________588 QRs Logo X = 588  28 dias 21 ALTERNATIVA E . ele vende 4 vacas. isto é: 1 vaca_________1 dia___________1QR Logo: 16 vacas_________62 dias___________992 QRs Dê : Após 14 dias.. Após 14 dias. são os clubes. Passados mais 15 dias ele compra 9 vacas. pelo sistema de pontos corridos (cada clube joga uma vez com cada um dos outros).. com um único turno. O número de jogos que devem ser disputados em cada semana é: (A)5 Resolução: (B)4 (C)8 (D)6 (E)10 Objetos : O  c1. Calculando C | C |  2 C25   representam as partidas. com 1  i  25. a reserva de ração foi suficiente para alimentar as por mais: (A) 40 dias Resolução: (B) 36 dias (C)32 dias (D) 30 dias (E) 28 dias Suponha que uma vaca consome em um dia uma quantidade de ração (QR). c3.

a única que não muda de sinal é:  A  x2  2 y  y2  D  x 2  xy  y 2 Resolução:  B x 2  5x  E  x 2  3xy  y 2  C x  x  A  x2  2 y  y 2 Contra-exemplo : fazendo x  1 e y  3  f ( x.1)  22  2 1  12  4  2  1  5  B x2  5x Contra-exemplo : fazendo x  1  f ( x)  x 2  5 x  f (1)  12  5 1  1  5  3 fazendo x  6  f ( x)  x 2  5 x  f (6)  6 2  5  6  36  30  6  C x  x 1 1 1 1 1 1 1 2 1  f ( x)  x  x  f ( )        4 4 4 4 4 2 4 4 4 Contra-exemplo : fazendo x  fazendo x  4  f ( x)  x  x  f (4)  4  4  4  2  2  D  x 2  xy  y 2   E  x 2  3xy  y 2  Contra-exemplo : f ( x. y )  x 2  2 y  y 2  f (1. y )  ( x  y )2  xy fazendo x  2 e y  2  f ( x. ( x  y ) 2  0 e xy  0 f ( x.1)  (3  1) 2  3 1  4  3  1 ALTERNATIVA D . y )  x 2  xy  y 2  xy  xy  ( x  y ) 2  xy Logo f ( x. y )  x 2  2 y  y 2  f (2. y )  x 2  xy  y 2  f ( x.QUESTÃO 11: Quando x e y assumem quaisquer valores positivos.3)  12  2  3  32  1  6  9  2 fazendo x  2 e y  1  f ( x. das expressões abaixo. y )  ( x  y )2  xy  f (2. 2)  (2  2) 2  2  2  0  4  4 fazendo x  3 e y  1  f ( x. pois. y )  x 2  3 xy  y 2  x 2  2 xy  y 2  xy  ( x  y ) 2  xy  f ( x. y )  ( x  y ) 2  xy é sempre positiva. y )  ( x  y )2  xy  f (3.

mede 5 cm. as quais se cortam no ponto P formando o triângulo DEF.60 (C)3. o mesmo aparelho custa 2500 reais. 30 Como x é inteiro x  44 meses ALTERNATIVA E .20 (D)2. Na loja B.. um aparelho custa 3800 reais mais taxa de manutenção mensal de 20 reais. A razão (A)1. Queremos determinar g ( x)  f ( x)  2500  50 x  3800  20 x  30 x  1300 x 1300  43.56 De acordo com o enunciado podemos verificar que os triângulos ACB e DFE são semelhantes.333.. Pelos pontos D e E traçamos paralelas a AC e a BC respectivamente.25 área (ABC) vale: área (DEF) (B)1.56   100 área (DEF)  DE  área (DEF)  5  área (DEF)  10  ALTERNATIVA E QUESTÃO 13: Na loja A. porém a taxa de manutenção é de 50 reais por mês. também sobre r. O segmento DE. A partir de quantos meses de uso a compra na loja A se torna mais vantajosa que na loja B? (A) 30 (B) 72 (C)39 (D) 63 (E) 44 2 2 2 De acordo com enunciado podemos escrever as funções abaixo: Loja A: f ( x)  3800  20  x Loja B: g ( x)  2500  50  x Onde f e g são funções de   . assim: área (ABC)  AB  área (ABC)  8  área (ABC)  16  256         2.32 (E)2.QUESTÃO 12: A base AB do triângulo ABC mede 8 cm e está situada sobre a reta r.

então: 1900______100% 1792______X 1792  100  94.8571428571     7 96 algarismos ALTERNATIVA A QUESTÃO 15: Segundo informações do último censo do IBGE.9.QUESTÃO 14: Dividindo 6 por 7. era uma população de 8.. passou a ser igual a 11.. como houve um crescimento de 3%.84 = 9.. o 100º algarismo da expansão decimal que aparece após a vírgula é: (A) 1 (B)2 (C)4 (D)5 (E) 7 Observação teórica: 1  0..000 pessoas.792 pessoas. suponha que a população brasileira seja de 10. a população urbana passou de cerca de 81% para cerca de 84% da população total. No mesmo período. ALTERNATIVA B . assim: 100  6 = 16 inteiros e sobram 4 A dízima periódica simples Logo 6  0. Como a população NÃO urbana era de 1900 pessoas e passou a ser de 1792 pessoas. Com o crescimente de 12% (entre 2000 e 2010).. A partir dessas informações. a população brasileira cresceu cerca de 12%.142857. 6 Como 6  7  0.8   0.857142.100 pessoas ( a NÃO urbana era de 1900 pessoas). nesse período. Como a população urbana antes desse período era de 81% de (10.857142857142.200  0. entre os anos de 2000 a 2010.3 % 19 00 X=  decresceu aproximadamente 6%. é de 11. 7 Como queremos o 100º algarismo basta dividir 100 por 6. podemos concluir que a população não urbana no período: (A) decresceu aproximadamente 8% (C) permaneceu aproximadamente a mesma (E) cresceu aproximadamente 12% (B) decresceu aproximadamente 6% (D) cresceu aproximadamente 9% Sem perda de generalidade. pois para um numerador diferente de um múltiplo de 7.408 pessoas. então passou a ser igual a 11.000). assim a população NÃO urbana. ou seja. basta saber o primeiro que os demais se repetem ciclicamente na ordem 142857.408 = 1.200 .200 pessoas.. (possui seis casas decimais no período) 7 é conhecida como um número mágico. esses algarismos se repetirão ciclicamente.

De modo análogo temos: x2=64  a6  a5  x 2  67  64  131. mas observando a sequência podemos comprovar que é uma P.. Fazendo n  3 em an1  2  an  3  a4  2  a3  3  2  19  3  38  3  35  a4  35 .  a8  515 . 32  16  16.. 16  8  8. isto é. Fazendo n  1 em an1  2  an  3  a2  2  a1  3  2  7  3  14  3  11  a2  11 .. 4____8____16____. Observem que a resposta NÃO poderia ser PAR! ALTERNATIVA C .A de 2ª ordem).  a7  259 ..... 16  8  8. isto é. 4___8___16___28___44____...A de 1ª ordem). O valor de a9 é: (A)612 Resolução: (B)825 (C)1027 (D)1286 (E) 2048 Fazendo n  0 em an 1  2  an  3  a1  2  a0  3  2  5  3  10  3  7  a1  7 . Fazendo n  2 em an1  2  an  3  a3  2  a2  3  2 11  3  22  3  19  a3  19 .. isto é: 8  4  4. Podemos concluir que x1=32  a5  67.. 4____8____. Essas diferenças abaixo formam um P.(P. x4=256  a8  a7  x 4  259  256  515. x5=512  a9  a8  x5  515  512  1027.A de 2ª ordem.A de 1ª ordem.A de terceira ordem. OBS: o problema pode ser resolvido continuando o processo. 4___8___12___16___20____24.  a6  131 . assim: 7____11____19____35____a5 ____a6 ____a7 ____a8 ____a9 +4 +8 +16 +x1 +x2 +x3 +x4 +x5 Essas diferenças abaixo formam um P.  a9  1027 .QUESTÃO 16: Uma sequência de números naturais é definida por an 1  2  an  3 para todo n  0 e a0  5... isto é: 8  4  4... (P. x3=128  a7  a6  x3  131  128  259. .

pondo esse valor em y  ax 2  bx  4. assume um máximo y  12 no (D)4 (E)5 Como xvértice  b  2  b  4a  4a  b  0 1 2a Do mesmo como xvértice  2 . pondo x1  1 em 3 x  2  x  2  3 1  2  1  2  1  3 NÃO serve! pondo x2  9 em 3 x  2  x  2  3  9  2  9  2  25  3  2  5  5 ok! ALTERNATIVA D . temos :  4a  b  0 Daí.ponto x  2. então o módulo de a é igual a: (A)1 Resolução: (B)2 (C)3 QUESTÃO 17: Se a expressão y  ax 2  bx  4 . então: 3x  2  x  2   x3  2 x    x  2   3x  2  x  4 x  4  2 x  6  4 2 2   x  3   2 x   x 2  6 x  9  4 x  x 2  10 x  9  0 3x  2 2 2  x  2   x1  1 ou x2  9 Mas. com x   . de (1) e (2)    2a  4  a  2  a  2  2a  b  4 12  a  22  b  2  4  8  4a  2b  4a  2b  8  2   2a  b  4  2  ALTERNATIVA B QUESTÃO 18: A soma das raízes da equação (A)6 Solução: (B)7 (C)8 3 x  2  x  2 é igual a: (D)9 (E)10 Para resolver essa equação irracional. temos que ter: 3x  2  0 e x  0. temos que testar os valores encontrados. na verdade. além disso.

Quanto em dinheiro à mãe deixou? (A)25 reais (B)35 reais (C)45 reais (D)48 reais (E) 55 reais Vamos resolver usando um método “muito legal” que era conhecido pelos antigos Egípcios. ALTERNATIVA C 36  20 720 x  45 16 16 . mas não é preciso ter sorte. que é A REGRA DA FALSA POSIÇÃO. logo restou R$ 24. isto é: Seja Y o dinheiro deixado por Maria (mãe dos três filhos) e seja X o dinheiro deixado pelo 1º filho que repartiu o dinheiro. O primeiro filho chegou. R$ 16. isto é.QUESTÃO 19: Maria foi trabalhar e deixou dinheiro para os seus três filhos. O 3º filho pegou o que sobrou. pois esse método nos leva a solução. isto é 36/3 = 12. O segundo chegou e não viu ninguém.00. assim como o valor que queremos determinar está para o valor conhecido. assim. isto é. pegou a terça parte do dinheiro e saiu. que consiste em “chutar” um valor conveniente e submeter. de acordo com o problema: O 1º filho pegou a terça parte. Pensando que era o primeiro pegou a terça parte do dinheiro que tinha e saiu. 36 _________16 x _________ 20 x Outro modo: Podemos fazer de traz pra frente. isto é 24/3 = 8. Vamos supor que a mãe tenha deixado R$ 36. logo restou R$ 16.00. assim: Como o 3º filho pegou o que sobrou. O 2º filho pegou a terça parte. ao problema. esse valor. no caso R$ 20. Se você leitor tiver sorte no “chute” vai acertar. pegou tudo e saiu. Esse processo é uma aplicação da regra de três.00. Do mesmo modo. 00.00.00. Beijos”. pegou 2/3 de X (dinheiro deixado pelo 1º filho). o 1º filho pegou 1/3 de Y (dinheiro deixado por sua mãe) e deixou para os seus irmãos 2/3 de Y = 30 então Y = R$ 45.00. como 2/3 de X = 20 então X = R$ 30. com o este bilhete: “Dividam igualmente o dinheiro. Vamos resolver a seguinte regra de três: O valor “chutado” inicialmente está para o valor encontrado ao ser submetido às condições do problema. Achou que era o último. O terceiro encontrou 4 notas de 5 reais.

...  15432 48 números  21345 21354  .....QUESTÃO 20: Permutam-se de todas as formas possíveis os algarismos 1......  . O número que ocupa a 50ª posição é: (A)25413 Resolução: (B)254312 (C)31245 (D)31254 (E)31425 Observem que: O número de permutações em que o algarismo UM ocupa a ordem das centanas de milhar é: __  _4_  _3_  _2_  _1_  4!  24 possibilidades 1 Do mesmo modo........ 3. isto é: 12345 12354  .... 4.. ...... 4 ou 5..... 3. 2......  ... ALTERNATIVA D .......... o mesmo se dá para qualquer um dos algarismos 2... assim: 31245 31254 é o número que ocupa a 50ª posição....... Assim temos quarenta e oito números... ........ 25432  Basta encontrar os dois próximos...... 5 e escrevemse os números formados em ordem crescente...

Se duas crianças sentam em cada cadeira. assim: an  1755  (n  1) 11  an  1744  11n que é o termo geral da sequência. an  1744 e se quer a última vez que esse fato ocorreu então vamos testar 11 se o maior valor das alternatimas serve. assim de acordo com o enunciado podemos montar o sistema abaixo: Observem que podemos concluir pelo enunciado que o número de crianças é ímpar e múltiplo de três! (B)7 (C)8 (D)9 (E)10 2 x  y  1 2 x  y  1 3 x  y  3    x4  3x  3  y 3x  y  3 2 x   y  1 Como y  2 x  1  y  2  4  1  9  y  9 ALTERNATIVA D . A última vez. aparecem às manchas solares e ocorrem as tempestades que são enormes explosões. ok! 11 11 ALTERNATIVA E QUESTÃO 22: Um grupo de crianças brinca em torno de várias cadeiras. O número de crianças é: (A)6 Resolução: Sejam x o número de cadeiras e y o número de crianças. uma cadeira fica vazia. Tal fenômeno foi observado pela primeira vez no ano de 1755 e se repete com regularidade a cada 11 anos. que esse fato ocorreu foi em (A)2004 (B)2005 (C)2006 (D)2007 (E)2008 Conforme o enunciado tal fenômeno é modelado pela sequência aritmética ou progressão aritmética. logo: Como n  Se an  2008  n  2008  1744 264   24. uma criança fica de pé. Se três crianças sentam em cada cadeira.QUESTÃO 21: O campo magnético do sol periodicamente se torna muito mais intenso. Isto dura alguns meses e depois desaparece.

então: n1  n 2  n3  n 4  n5  31  n3  31  24  7  n3  7  n1  n 2  n 4  n5  24 ALTERNATIVA C . O número do quadradinho central é: (A)2 (B)5 (C)7 (D)9 (E)13 Seja a cruz abaixo que identifica cada pequeno quadrado. esconde-se um número inteiro. dentro de cada quadrado. O número que aparece abaixo de cada um dos desenhos a seguir é a soma dos números que estão escondidos nos quadrados pintados. temos: n1  n3  n 4  n5  23  n1  n 2  n 4  n5  24  4  n1  4  n 2  4  n3  4  n 4  4  n5  26  29  22  23  24  4   n1  n 2  n3  n 4  n5   124 124  31 4  n1  n 2  n3  n 4  n5  31  n1  n 2  n3  n 4  n5  Como queremos o valor de n3. temos: n1  n 2  n3  n 4  26 n1  n 2  n3  n5  29   n 2  n3  n 4  n5  22  somando-se membro a membro. logo de acordo com essa configuração.QUESTÃO 23: A figura ao abaixo é formada por cinco pequenos quadrados e.

954   1000  9  1000  100.9543  9000  103. assim: Como 9000=32  103  100..556 (B)3.882 (E)3.954  9000 Logo x  3. pois log 10 3  0.954   103  9000  100. apesar disso o número 10 0.477  3.477  3  100. O valor de x tal que 10 x  9000 é: (A)3.628 (C)3.954 Essa questão foi ANULADA.QUESTÃO 24: Considere que 10 0.. considerando esse fato nós podemos resolver a questão.954 ALTERNATIVA E .954  9 2  100..746 (D)3.477. 4771.477   32  100.

pois. Logo o dia que ocorreu o diálogo foi QUINTA FEIRA.X: Quarta-feira. porem se o dia que ocorreu tal diálogo fosse TERÇA-FEIRA então X teria falado a verdade nessa segunda pergunta o que contradiz a nossa hipótese inicial de que X estaria mentindo. X mentiu novamente. por outro lado. porque desse modo é claro que X está mentindo! Dê: . esse é um dos dias que X MENTE. esse dia tem que ser TERÇA-FEIRA ou QUINTA FEIRA.X: Quarta-feira. Em que dia da semana foi mantido este diálogo? (A) Sábado (D) Terça-feira DIA DOMINGO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA SÁBADO Resolvendo: Dê: Felipe: Que dia é hoje? -X: Sábado É claro que “HOJE” NÃO PODE ser SÁBADO. quintas e sábados e é completamente sincera o resto dos dias da semana.QUESTÃO 25: Numa cidade existe uma pessoa X que sempre mente terças. ALTERNATIVA B (B) Quinta-feira (E) Sexta-feira (C) Segunda-feira FALA A VERDADE FALA A VERDADE MENTE FALA A VERDADE MENTE FALA A VERDADE MENTE .Felipe: Que dia será amanhã? . Felipe chega um certo dia na cidade e mantém o seguinte diálogo com a pessoa X: -Felipe: Que dia é hoje? -X: Sábado -Felipe: Que dia será amanhã? . Pelo exposto anteriormente.

4321  24 númerais Podemos concluir que são 24 possíbilidades.. 2. isto é. Então: 2  9 8  7 6 4 98 7  6 4 4 C 9  4  3  2 1  C 9  4  3  2 1  C 9  63  2  C 9  126 4 ALTERNATIVA A . 4. devemos escolher quatro algarismos de nove possíveis. 1324. mas observando os numerais formados pelos algarismos do conjunto {1. 3. Os números 5667 e 3769 não possuem dígitos em ordem crescente. 1243. ... que conta conjuntos. 4312.. a saber: O numeral 1234. para resolver o problema basta contarmos quantos conjuntos com quatro algarismos distintos podemos formar com os algarismos 1. 3. temos: (B)144 (C)186 (D)210 (E)252 1234. 2. 7.QUESTÃO 26: O número 2568 possui dígitos em ordem crescente. 8 e 9. Quantos são os números naturais entre 1000 e 9999 que possuem seus dígitos em ordem crescente? (A) 126 Resolvendo: Podemos notar que queremos contar os numerais que possuem algarismos distintos. mas somente um numeral se encaixa no pedido do enuncado do problema. se o problema pedisse quantos são os numerais de quatro algarismos distintos entre 1000 e 9999 a resposta seria mais intuitiva e “simples”. 6. 4}. 5.  1342. A ferramenta matematica que nos ajuda a resolver esse problema é a combinação simples. que está em ordem crescente! Daí.

desse modo o perímetro do círculo (circunferência) de raio 10 cm e o perímetro da figura deformada são iguais. obteremos uma figura de área menor. a razão da área da figura espremida pela área do círculo inicial é: (A) 3/4 Resolução: É claro que essa deformação não alterou o “perímetro”. isto é. Então o valor de 2x  10 ou x = Logo a área da figura espremida é igual à área da parte B mais a área do círculo formado pelas partes A e B então: 10  5  x  5 cm 2 S ABC  50  25  75  S ABC  75 cm² A área do círculo antes da deformação é igual a Scículo  100 cm² Então S ABC 75 3 S 3    ABC  Scículo Scículo 100 4 4 ALTERNATIVA A . (B)4/3 (C)2/3 (D)3/2 (E)  /4 O perímetro. conforme a figura abaixo.QUESTÃO 27: Se espremermos um círculo de raio 10 em entre duas retas paralelas que distam entre si 10 em. então antes da deformação: C=2  10   =20  C = 20 A figura acima pode ser dividida em três partes. 20  10  10 . ou mais usualmente o comprimento da circunferência é calculado pela fórmula C  2 r . logo o seu comprimento é igual a C = 2  5    C = 10 . O valor de 2x na figura B é igual ao comprimento da circunferência antes da deformação menos o comprimento da circunferência formada pelas partes A e C. Se as partes curvas desta figura obtida são semicircunferências. mas de mesmo perímetro que o círculo original. onde r é o raio da circunferência. juntando as parte A e C temos uma circunferência de diâmetro igual a 10 cm (raio 5 cm).

mas não procuram ninguém para cumprimentar.. exceto sua própria esposa. dessa forma o primeiro esposo cumprimentou 24 participantes. 23. dessa forma o segundo esposo cumprimentou 23 participantes.A. As mulheres recebem apertos de mão. Quantos apertos de mão são dados pelos 26 participantes? (A)234 Resolução: Suponha que os casais sejam identificados por um número que varia do 1 ao 13. continuando esse processo podemos montar a tabela abaixo: ESPOSO 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º Somando esses valores encontramos 234. CUPRIMENTOS 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 (B)235 (C)236 (D)237 (E)238 Por outro lado poderíamos usar P. após isso ele vai para a mesa destinada ao 1º casal.QUESTÃO 28: • Em uma festa há 13 casais. além disso. porem sua esposa permanece no local. 22. . exceto sua própria esposa.. após isso ele vai para a mesa destinada ao 2º casal.. exceto sua própria esposa. Cada homem cumprimenta com um aperto de mão os outros convidados. isto é: Seja a sequência (24. Do mesmo modo o esposo do segundo casal cumprimenta as pessoas presentes. que os treze casais estão de pé e que o esposo do primeiro casal cumprimenta os casais. a13 )  a13  24  12  (1)  a13  24  12  a13  12 A soma desses valores é igual a: S13   24  12  13  S 2 13  18 13  S13  234 ALTERNATIVA A .

Podemos garantir que: (A) (B) (C) (D) (E) Os dois números são maiores que 50 O produto dos dois números é maior que 8000 Os dois números são múltiplos de 32 Os dois números são divisores de 96 Um dos números é múltiplo do outro Para resolver a questão vamos fazer uso de uma relação existente entre o MDC e o MMC de dois números A e B. ALTERNATIVA B . B   mdc  A.QUESTÃO 29: O máximo divisor comum entre dois números naturais é16 e o mínimo múltiplo comum desses mesmos números é 576. pois: A  B  576  16  9216 Usando que A  B  576 16  9216. podemos mostrar que os outros itens são falsos. B  De acordo com essa relação o Item B é o correto. que é a relação abaixo: A  B  mmc  A.

assim: área (A)  40  área (A) área (A) 2      2   4  área (A)  4  área (B) área (B)  20  área (B) área (B) Seja área (B)  B  área (A)  4  B 2 2 1 área (A  B  C)  60  área (A  B  C) área (A  B  C) 2      3  9 área (B) área (B) área (B)  20   área (A  B  C)  9  área (B) Como área ( A  B  C )  área ( A)  área ( B )  área (C )  9 B  área (C )  4  B         4B B  2 Daí . “terreno B” e triângulo formado pelos três terrenos são semelhantes. Então: (A) A área do terreno B é a metade da área do terreno A (B) A área do terreno C é maior do que a área do terreno A (C) A área do terreno B é1/3 da área do terreno A (D) A área do terreno A é igual à área do terreno C (E) A área do terreno B é maior do que a área do terreno A ' Resolução: De acordo com o enunciado e figura acima podemos notar que os triângulos formados pelo “terreno A”.QUESTÃO 30: Um terreno triangular foi dividido em três terrenos menores conforme a figura. 1 e  2   área (C )  área (A)  4  B ALTERNATIVA D .

O valor de b é: (A)0 Resolução: (B)4 (C)-1 (D)  4 5 4 (E)1 De acordo com o enunciado f ( x)  g ( x)  P  f ( x)  g ( x )  x 2  b  x  5 5  x2  x  b   0 4 4 Como f ( x)  g ( x)  P    0 5 2    1  4 1 (b  )  0    1  4b  5  0  4b  4  b  1 4 ALTERNATIVA E .5 QUESTÃO 31: Os gráficos das funções reais f ( x )  x 2  b e g ( x )  x  possuem um único ponto em comum.

S  9.7  8.8  kn  k  0. sua média subiu 0.1. incluindo estas duas últimas? (A)10 Resolução: (B)5 (C)6 (D)8 (E)9 Sejam: S.1n  9.2.1   n  2  n2  S  16.2.7  3k  k  8. Na prova seguinte. Quantas provas ele realizou.1n  2  Daí.7  k  0. 2  17  2k  0. ele tirou 7. 0   k  0.1n  26.QUESTÃO 32: Quando Joãozinho tirou 9.0 e sua média caiu 0. a soma das notas.8   k  0.0 e sua média caiu 0. S  9.8  kn  2k  0.7  k  0.9  0.8 em uma prova.1 n 1  9.8   k  0.1n Pondo esse valor em 9. ele tirou 7.1  S  9.8.1n  0.1. temos: 9.8 em uma prova.1n  0. o número de notas e a média das notas respectivamente antes de se conhecer a nota 9.1n 1 Dê: Na prova seguinte. n. 2  S  16.8  7. sua média subiu 0.1n  0.9  17  2k  0.8   k  0. S   k  S  kn n Dê: Quando Joãozinho tirou 9.7  k  0. k.1n  0.1  0.8  n8 Logo n  2  10 ALTERNATIVA A . de (1) e (2).1   n  1  S  9.

de razão máxima. assim o próximo número da sequência depois de 590 é a p 1  590  r  a p 1  590  117  a p 1  707 ALTERNATIVA D . o mmc [ (m+1). deve ser mínimo. Assinale o termo seguinte ao termo 590: (A)599 (B)603 (C)717 (D)707 (E)612 Sendo 5.QUESTÃO 33: Os números 5. Como o mdc (351. temos que r  mdc (351. (n+1)]. 234)  mdc (351. podemos escrever : 5 _________ 356 _________ 590       m termos n termos Usando o conceito de inserir e interpolar "k " meios aritméticos entre os números a e b. Poderíamos usar o sequinte esquema: 5 _________ 356 __________ 590 como an  am   nm   r e a p  an   pn   r    am an ap 351  356  5   nm   r  351   nm   r   nm   1 r    590356 pn r 234 pn   r   p n   234  2 r Como a razão é o máximo de (1) e (2). 234) = 117 117  3 117  2 ou r   r (m  1) (n  1) Como a razão é máxima então: r  117  m  1  3  m  2 e n  1 n  1  2  Então o próximo termo é igual a 590  117  707 Obs. 234)  117 logo r  117. 356 e 590 são termos de uma progressão aritmética de números inteiros positivos. 356 e 590 termos de uma PA. vem:  356  5  [(m  2)  1]  r 351  (m  1)  r    590  356  [(n  2)  1]  r 234   n  1  r Logo r  351 234 ou r  (m  1) (n  1) Dessa forma para termos r máximo.

ok! ALTERNATIVA D . a  b  5  2b  12  b  6  a  1 Da alternativa B   b  a  7 Não serve. A alternativa D é verdadeira. Sabe-se que apenas uma das cinco afirmações abaixo é verdadeira. Logo essas duas alternativas NÃO servem. pois a e b devem ser naturais. basta para isso fazer a  b  1.QUESTÃO 34: Eduardo pensou em dois números naturais a e b. em a  b  2  1  1  2. Assinale-a. (A) ab é um número par (B) a  b  5 e b  a  7 (C) a  b  4 e a  3b (D) a  b  2 (E) para pelo menos um dos números a ou b é par Resolução: Se a alternativa A for verdadeira então alternativa E também é verdadeira e vice-versa. a  b  4  4b  4  b  1  a  3 Da alternativa C   a  3b  0 Se a alternativa C for verdadeira então alternativa D também é verdadeira Logo a alternativa C NÃO serve.

2). Assinale a alternativa correta. VERDADEIRA (D) FALSA. Seja (x. III . 7)  . (6. São feitas as seguintes afirmativas: I . FALSA. Nas próximas rodadas B ganhará forçosamente. Vence o jogo quem ganhar mais rodadas. 7)  onde B ganha sempre! ou (3. VERDADEIRA. e sabem as cartas do oponente. 9). 7) AFIRMAÇÃO II  FALSA. II e III (nesta ordem): (A) FALSA. Suponha que A tenha as cartas com números 3. poderá ganhar com qualquer resposta de B. um após o outro.A melhor estratégia para A é sempre jogar a carta mais alta. como com qualquer carta B perderá. 7). de maior valor. Pares que o jogador B ganha: (3. y). Observem que existem 9 pares possíveis. FALSA Resolução: AFIRMAÇÃO I  VERDADEIRA. FALSA. suponha que A jogue a carta "mais alta". 2). FALSA. (10. 3 cartas na mão. 7). isto é. os pares restantes possíveis serão: (6. VERDADEIRA.Se A jogar 3 ou 6 na primeira rodada. (6. pois. com respeito às afirmações I. O jogador A será o primeiro a jogar a carta na primeira rodada. Pares que o jogador A ganha: (10. a carta de número 2. há mais pares em que A ganha. 9). FALSA (B) VERDADEIRA. cada um. 7 e 9. Jogarão em 3 rodadas depositando uma carta na mesa em cada rodada. um par onde x representa uma carta do jogador A e y representa uma carta do jogador B. FALSA (C) VERDADEIRA. VERDADEIRA (E) VERDADEIRA. isto é. (6. (3. a de número 10. II . Daí. O vencedor da rodada será aquele que jogar a carta mais alta. 2). 9) ou (3. Contra-exemplo: Como A começa o jogo. e que B tenha as cartas 2.Entre todos os possíveis pares formados por uma carta de A e uma carta de B.QUESTÃO 35: Os jogadores A e B têm. e nas outras duas rodadas o primeiro a jogar será o vencedor da rodada anterior. (10. 9) (3. 6 e 10. basta então B jogar a carta de menor valor. 9) ou (6.

ALTERNATIVA C . Suponha que B tenha jogado a carta de número 7. deve começar a próxima rodada. isto é. porém como o ganhador. Se o jogador B perder a rodada. para B ganhar. então: O jogador A ganhará o jogo na próxima rodada. essa rodada. quando o jogador A jogou uma das cartas 3 ou 6. no caso o jogador B. dependendo da carta jogada por B em cada rodada. então: O jogador A ganhará o jogo. jogando em cada rodada a carta de número 3 ou 10. Daí. terá que jogar a carta de número 7 ou 9. suponha que A jogue a carta de número 3 ou 6.AFIRMAÇÃO III  VERADEIRA. se B jogar a carta de número 2 então o jogador A joga a carta de número 3 e se B jogar a carta de número 9 então o jogador A joga a carta de número 10. bastando para isso jogar a carta de número 10. Como A começa o jogo.

75 por cada item comprado.50  (m   7. 25n  n  0. 25m  3n  5m  n  5m 3  3 Substituindo (3) em (1)  2m   5m 5m 10m 2 8m  7. 75  (m  n)  2mn  7. 25m  0. 25n  0. ele teria pago.50  ) 3 3 3 3 8m 10m  m  7.50   10m  7. Resolução: De acordo com enunciado podemos montar o sistema abaixo: n  m  m  n  7. R$7.50  4  5  3 3  m  1. Joaquim observou que se cada caneta tivesse custado 1 real a menos e cada lápis tivesse custado 1 real a mais. Em seguida.50  (m  n)    n  1  m   m  1  n  7. em média.75n  1. 25m  m  0.50 por item comprado. Determine a quantidade de canetas que Joaquim comprou.5  4  m  6 Logo a quantidade de canetas que Joaquim comprou foi igual a 6. 75  (m  n) 2mn  7.50  (m  n) 1    substituindo (1) em (2). 75  (m  n)  2   7. . 75  (m  n)   m  n  0. tendo gastado em média R$7. 25  (m  n)   m  n  0.50  (m  n)  mn  m  mn  n  7.50  (m  n)  m  n  7. temos: 2mn  m  n  7.50  8  2   5m  7.QUESTÕES DISCURSIVAS: Questão 1 Joaquim pagou n reais por cada uma de m canetas e m reais por cada um de n lápis.

Princípio Multiplicativo. 1  i  j  4. J 9. J 5. são as formações distintas que podem iniciar o segundo tempo da partida. para isto.  Onde :  C 3 é a formação inicial da equipe com a troca de duas jogadoras. Princípio Multiplicativo. são os jogadoras reservas da equipe. com Ci  Cj  .usando decisões: d1: escolha de um jogadora que pertencente a T para ser substituída. 2 65 2 43 Assim. Quantas formações distintas podem iniciar o segundo tempo? Resolução: T   J 1. C1 é a formação inicial da equipe. J 8. O T R C=  X 1. 1  i  j  6 . C 2 é a formação inicial da equipe com a troca de uma jogadora. sem a troca de jogadora então: C1 = 1 formação. X 3. J 3. C 4 é a formação inicial da equipe com a troca de três jogadoras. Xi  Xj. 1  i  6. J 4. são os jogadoras titulares da equipe. J 10 onde Ji. como # d1  C 6   15 e # d2  C 4   6 2 1 2 1 Daí. sem a troca de jogadora.Questão 2 Uma equipe esportiva composta por 6 jogadoras está disputando uma partida de 2 tempos. X 5. temos que: C2 = # d1  # d2 = 6  4 = 24 formações Cálculo de C3 . temos que: C3 = # d1  # d2 = 15  6 = 90 . X 2. d2: escolha de DUAS jogadoras que pertencentem a R para entrarem na equipe.usando decisões: d1: escolha de DUAS jogadoras que pertencentem a T para serem substituídas. d2: escolha de um jogadora que pertencente a R para entrar na equipe. R =  J 7. como # d1  6 e # d2  4 Daí. o técnico dispõe de 4 jogadoras no banco. Assim. 7  i  10. X 6 / Xi  O. J 6 onde Ji.  Cálculo de C1: Como C1 é a formação inicial da equipe. Cálculo de C2 . J 2. No intervalo do primeiro para o segundo tempo podem ser feitas até 3 substituições e. Considere a seguinte partição de C: C  C1  C 2  C 3  C 4.

pelo Princípio Multiplicativo.usando decisões: d1: escolha de TRÊS jogadoras que pertencentem a T para serem substituídas. d2: escolha de TRÊS jogadoras que pertencentem a R para entrarem na equipe. Logo são 195 formações distintas que podem iniciar o segundo tempo. temos que: C4 = # d1  # d2 = 20  4 = 80 Logo pelo Princípio Aditivo. 3 65 4 3 Assim. . como # d1  C 6   20 e # d2  C 4  4 3  2 1 Daí. temos que: C  C1  C2  C3  C4  1+24 + 90 + 80 = 195 formações.Cálculo de C4 .

Carlos Loureiro Formado Matemática -UFF – Niterói/RJ PÓS Graduado UFF . consideramos o arco de circunferência delimitado pela corda BC. assim: ST S  k2 k2  k2  como ST S  T  S   T S  (2) 4 4 4 Daí. Designamos por T a área da região triangular ABC e por S e L as áreas das outras duas regiões. Resolução: Primeiramente como o triângulo ABC é retângulo isósceles. Tomando o ponto A como centro e AB como raio. então: Sendo AC  AB  k  BC  k 2 (diagonal do quadrado): Demonstração.Questão 3 Considere um triângulo retângulo isósceles ABC com hipotenusa BC.Novas Tecnologias no Ensino da Matemática professorcarlosloureiro@hotmail. Prove que L = T. a área da região formada pela união das regiões S e T é igual a quarta parte de um círculo cujo raio é igual a AC  AB  k . usando o teorema de Pitágoras no triângulo ABC. temos: BC 2  AB 2  AC 2  BC 2  k 2  k 2  BC 2  2k 2  BC  2k 2  BC  k 2 Como a região formada pela união das regiões L e S é uma semicircunferência de diâmetro BC. temos:    k 2 2   k2 k2 k2   S    LS  como SLS  L  S  (1) L S 2 4 4 4 2 SL  S Por outro lado. Consideremos ainda a semicircunferência de diâmetro BC. conforme a figura abaixo. de (1) e (2)  L  S  T  S  L  S  T  S  L  T Prof.com (21) 8703-4000 .

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