A LAPISEIRA

Boa tarde a todos. Que a paz do Mestre esteja em nossos corações hoje e sempre.

Hoje eu vou falar sobre um objeto muito interessante: a lapiseira. A lapiseira é uma ferramenta de escrita, criada como alternativa para o tradicional lápis. A lapiseira consiste basicamente de um cilindro de metal ou de algum material plástico, com um espaço interno para grafites e um mecanismo de mola que empurra o grafite para baixo. Para colocar o grafite dentro dela, remove-se a parte de trás da lapiseira e coloca-se uma quantidade razoável de grafites (em torno de uns 5) de forma que não se obstrua a saída. A lapiseira apresenta algumas vantagens em relação ao lápis. A primeira é que não é necessário apontá-la. A medida que o grafite vai sendo gasto quando escrevemos, basta acionar o mecanismo que mais grafite desce. Quando o grafite acaba, é só repor e continuar a utilizar a lapiseira. Com isso perde-se menos tempo apontando lápis, o que pode se tornar um trabalho cansativo. Além disso, se bem conservada, a lapiseira dura por muito tempo, bastando apenas repor o grafite. Hoje, existem diferentes tipos de lapiseira, tanto no tipo de grafite, como no acionamento do mecanismo que empurra o grafite. Existem lapiseiras que para empurrar o grafite, aperta-se a parte de trás, outras que é preciso girar alguma parte da lapiseira, e outras que é preciso fazer as duas coisas. Quanto aos grafites, há diferentes tamanhos de grafite, o que permite utilizar a lapiseira para diferentes aplicações tais como desenhos, escritas, pintura. Os tipos mais comuns de grafite são o de 0.5, 0.7 e 0.9 mm de diâmetro.

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