A Caixa Econômica Federal (CEF) revogou, nesta segunda-feira, a permissão a d lotérica Esquina da Sorte, de Novo Hamburgo (RS), de funcionar

. Com isso, a casa de apostas não poderá trabalhar com mais nenhum produto da Caixa, como loteria s ou operações bancárias. As operações na lotérica estavam suspensas desde oia 22 d de fevereiro.

A instituição alega que o proprietário da lotérica descumpriu os regulamentos da Caixa ao não entregar aos apostadores o bilhete de suas apostas. O dono da lotérica poderá recorrer da decisão à Gerência Nacional de Canais Parce iros (Gearp) do banco ou por meios judiciais. Os advogados de defesa do proprietário da casa de apostas não foram localizados. A Polícia Civil de Novo Hamburgo investiga se houve estelionato na venda de um bolão da Mega-Sena na lotérica. Apostadores registraram ocorrência afirmando t er acertado as seis dezenas premiadas no concurso 1.155 que, segundo a Caixa Econômica Federal, não teve vencedores. De acordo com o delegado Clóvis Nei da Silva, da 2ª Delegacia de Polícia de No vo Hamburgo, o bolão custava R$ 11, tinha 40 cotas e 15 jogos. Os apostadores receberam um papel impresso com os números supostamente apostados pela lotérica Esquina da Sorte, sem cópia xerográfica do comprovante de aposta. Em um desses jogos, constavam os números premiados (20 - 28 - 40 - 41 - 51 - 58). O Ministério Público Federal (MPF) está investigando o caso do bolão da M egaSena. O procurador da República Ângelo Roberto Ilha da Silva expediu ofícios pa ra requisitar informações do inquérito sobre o caso aberto na 2ª Delegacia de Polícia ivil C de Novo hamburgo e também para apurar se houve irregularidades por parte da Caixa Econômica Federal e da lotérica. O MPF quer saber se a CEF fiscaliza a organização de bolões por parte das lotéricas. Em depoimento, a funcionária da lotérica Diane Samar da Silva, 21 anos, afirmo u que se equivocou e não

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