O termo Satã originou-se do judaísmo e se expandiu entre cristãos e seguidores do islamismo, chegando desse modo a disseminar-se entre diferentes

culturas. Em hebraico o termo quer dizer adversário, opositor, se opondo, ir contra. O termo satanismo foi utilizado pelas religiões abraâmicas para designar práticas religiosas que consideravam estar em oposição direta ao Deus de Abraão. O satanismo foi muito popular e comum nos séculos XVI e XVII nas cortes européias, mesmo com toda a fiscalização da Igreja Católica. Devido ao fato de o Satanismo Original ser uma doutrina filosófica que pregava a liberdade individual do ser humano, dentre outras idéias, contrariava fortemente os dogmas e princípios morais da Igreja Católica. Esta, desde então, passou a perseguir os adeptos de tal doutrina e a acusá-los de heresias como adoração ao demônio e prática de orgias sexuais. O argumento utilizado pela Igreja para consolidar o seu posto teve uma eficiência quase completa. Ainda assim, alguns grupos satanistas conseguiram preservar suas práticas. O Satanismo Teísta — também conhecido como Satanismo Tradicional ou Satanismo Espiritual —, é uma forma de Satanismo onde a crença primária é a de que Satã é de fato um deus ou força a ser reverenciada ou adorada. Outras características do Satanismo Teísta podem incluir a crença em magia manipulada através de ritual, embora esta não seja um critério de definição, podendo somente a adoração ser praticada. Diferentemente do Satanismo LaVeyano, fundado por Anton LaVey em 1966, o Satanismo Teísta se opõe ao Ateísmo, e crê que Satã é uma divindade real, e não puramente um símbolo de individualismo. O Satanismo dito Tradicional (ou Teísta) é contraditório, pois ocorre geralmente como uma inversão de uma religião, na maioria das vezes, o cristianismo. O Satanismo de LaVey é em sua essência uma filosofia anti-cristã, sobretudo no que consideram uma repressão sexual e um sentimento de culpa cristão. A Igreja de Satanás (Church of Satan) foi a primeira organização religiosa abertamente satânica, fundada por Anton Szandor LaVey, entitulado pelos seus seguidores como “the Black Pope”. Grupos satanistas já existiam nos Estados Unidos e no Reino Unido em 1950, mas foi em 30 de abril de 1966 (ano satânico), quando LaVey anunciou a criação da Igreja, que foi reconhecida a primeira organização religiosa dedicada às filosofias satânicas. É provável que o nome Igreja de Satã tenha sido adotado como forma de causar impacto e chamar a atenção da imprensa, bem como a realização das Missas Satânicas, que eram paródias das missas cristãs e voltadas à sociedade de Hollywood. Também há a crença de que, além da provocação, o nome tenha sido escolhido por representar o não-espiritual, a carne e também o homem deus (auto-realizado).

sendo esta a cabeça de uma cabra dentro de um pentagrama invertido (estrela de cinco pontas com uma ponta para baixo e duas para cima) rodeado por um círculo. Ritual de felicidade.  3.  4.Convicções e Práticas da Igreja de Satanás   Eles não adoram um deus vivo. Magia de sexo. Os rituais de destruição são melhores executados por um grupo. completamente responsável pela direção de sua própria vida. com ou sem capuz. Eles acreditam que não existe nenhum redentor que deu sua vida pela humanidade – que cada pessoa é a própria redentora dela mesma. Dizem que as crianças e animais são as mais puras expressões desta força de vida. desenhar um quadro ou escrever uma descrição da morte da vítima).  6. A ênfase principal recai sobre e no poder e autoridade do satanista individualmente em lugar de um deus ou deusa. Isto não é verdade. 5. Satanistas do sexo masculino usam roupões compridos e pretos. Muitos Satanistas tradicionais usam diferentes amuletos que levam o símbolo de Baphomet. o símbolo já circulava durante muitas décadas antes da Igreja ser fundada. A própria Maçonaria já possuía este símbolo! . Ritual de destruição (inclui magia negra e os seguintes atos: espetar alfinetes em uma boneca.  2. e como são sagrados e preciosos. Mulheres jovens usam roupa sexualmente sugestiva.  Cerimônias  1. O satanismo alega respeitar e exaltar a vida. as mulheres mais velhas usam só preto. Algumas fontes sugerem que esta é uma marca de comércio registrada da Igreja de Satanás.

onde o homem depende dos seus próprios esforços para ser bem sucedido na vida ao invés de tomar suas decisões levando em conta a vontade de Deus. se opõe e ridiculariza a Palavra de Deus. Diferentemente de outras seitas que distorcem a Palavra de Deus em favor de suas falsas doutrinas. nos esquecer. Aquele que não serve a Deus. Há um preço a pagar. que elas levam seus adeptos para longe dos padrões espirituais estabelecidos por Deus nas Sagradas Escrituras. mas das implicações espirituais para os seus adeptos. A questão fundamental não é a de tratar-se de uma filosofia ou de uma religião. Wikipédia. e apeguemo-nos à verdadeira igreja do Deus vivo e à sua Palavra. seja ela qual for.org. acreditando estarem fazendo sua própria vontade pessoal. por estarem espiritualmente cegos para o Evangelho de Cristo (2 Co 4. Não podemos servir a dois senhores. Apesar de sabermos que estas igrejas são na verdade uma forma disfarçada de ideologia materialista em busca da permissividade libertina. se não se arrepender. o satanismo tem como base doutrinária a adoração de Satanás e a oposição a tudo que se chama Deus. fazem exatamente o que Satanás deseja. pois. a enciclopédia livre.br . automaticamente serve a Satanás e.com/. se perder a sua alma? (Mt 16:26). http://www. estará irremediavelmente destinado à condenação eterna. Fontes: http://site. no entanto.3-4). Rejeitemos. e não sejamos coniventes com toda forma de satanismo. É a própria busca daquilo que satisfaz à carne e o repúdio às coisas do Espírito. e assim.cacp. Os satanistas.doceharmonia. são verdadeiramente seus adoradores e o têm como senhor.É notório e incontestável que o satanismo nas suas diferentes formas. pois como diz a Bíblia: Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro. não podemos. Cremos firmemente que isto é mais uma das muitas variantes religiosas que Satanás usa ao gosto do consumidor para levar o ser humano a distanciar-se mais e mais de seu criador.

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