Dominique

BARE.THOMAS

LE

DIALECTE

SAKALAVA DE

DU

NORD.OUEST

MADAGASCAR

Phonologie . Grammaire . Lexique

T O M E P h o n o l o g i e et

1

: Grammaire

Thèse présentée devant l'Université Paris pour l'obtention Doctorat \ . 1976 . Directeur : M . A. G . HAUDRICOURT de 3 e cycle en du Linguistique

REMERCIEMENTS

Les travaux terrain

de r e c h e r c h e s

ont été conduits de M . P .

sur

le

g r â c e à l ' a p p u i et aux e n c o u r a g e m e n t s du g r o u p e de r e c h e r c h e associé

OTTINO et

qui fut à l'origine l'Océan Indien

sur M a d a g a s c a r N° 1 8 3 . A

du l a b o r a t o i r e

au CNRS

Nosy-Be,

je r e m e r c i e

M. A. CROSNIER, directeur à maintes reprises

du centre

océanographique de sa station.

qui m'accueillit

dans les locaux

3e t i e n s é g a l e m e n t tozavavy

à exprimer

ma g r a t i t u d e

à la f a m i l l e au p a r l e r

d'Ambasakalava. qui ont

qui m'adopta

et m'initia

patiemment

3e r e m e r c i e participé

les informateurs travail.

réguliers

ou o c c a s i o n n e l s

à ce

L'institut de M a d a g a s c a r faisant

de L i n g u i s t i q u e

Appliquée

de

l'Université en me

m'a considérablement

facilité pour

la t â c h e de

le p r ê t d ' u n m a g n é t o p h o n e E n ce q u i c o n c e r n e

la d u r é e en

l'enquête.

ma f o r m a t i o n

linguistique, que j'ai eus de mené

je l a d o i s p r i n c i p a l e m e n t avec M . A.G. HAUDRICOURT recherches à bien.

aux nombreux

échanges

et Mme 3 . M . C . T H O M A S , directeurs pu être

a u C N R S . S a n s e u x , ce t r a v a i l n ' a u r a i t

A P a r i s , je r e m e r c i e directeur Sociales d'études à l'Ecole

également M. G.

CONDOMINAS, Sciences à mes

d e s H a u t e s E t u d e s en

pour l'attention

qu'il a bien voulu

accorder

recherches. Q u a n t a 3 . F . B A R E , sa c o n n a i s s a n c e domaines culturels sakalava du nord m ' a é t é très des différents

précieuse. de ma gratila

E n f i n , que tude tous

trouvent

ici l'expression sollicitude

c e u x d o n t la b i e n v e i l l a n t e de ce travail.

a permis

réalisation

C A R T E

D E

S I T U A T I O N :

AOÂGÂSCÂR

Morendwtt,

•©•-«a© »

I M » «tetaw w é m ê m i m PNÉabte «fct.dWacM

Z a m

étmtèé»

0

100

«OC

300km

€ A R T S

D E

R E F E R E N C E

4 -

I N T R O D U C T I O N

La p r é s e n t e est parlé dans

étude

décrit

le d i a l e c t e

sakalava e t de

tel

qu'il

les deux

sous-préfectures

d'Ambanja

Nosy-Be

s u r la c ô t e

Nord-Ouest

de M a d a g a s c a r . C o m m e se rattache au r a m e a u

les autres

parlers de la

de l ' î l e , c e d i a l e c t e famille Ouest par

austronésien sakalava du

malayo-polynésienne dans

( 1 ) . Le d i a l e c t e

Nord-

est comparable

ses grandes

lignes à celui

utilisé depuis que

les Antankarana de N o s y - F a l y

établis

s u r le l i t t o r a l N o r d - O u e s t

l'île

jusqu'à Diego-Suarez Tsimihety

au n o r d , e t à c e l u i de

parlent

les frontaliers Sur le plan

du C e n t r e - N o r d

Madagascar. vocagroupes et

du l e x i q u e , l a c o m p a r a i s o n retenu pour

a v e c le des

bulaire

de base de cent mots dans l'étude

l'ensemble

malgaches Gorlin (2)

de g l o t t o c h r o n o l o g i e

de V é r i n , K o t t a k entre

révèle

d'importer} du

^ssemblances

Antakarana,

Tsimihaty

et S a k a l a v a

Tsimihety

Antankarana

T s i m i h e t y et Antakarana

Autres dialectes

S a k a l a v a du n o r d (vocabulaire commun)

20

%

34

%

34

%

12

%

(1) C F . c i - d e s s u s

carte

de r é f é r e n c e , p a g e

3.

(2) P . VERIN , C . P h . KOTTAK et P . G O R L I N s "The G l o t t o c h r o n o l o g y of m a l a g a s y s p e e c h c o m m u n i t i s s " , in O c e a n i c L i n q u i s t i c s , v o l . V I I I , n° 1 , H o n o l u l u , 1 9 6 9 .

- 5 -

Seuls

deux

termes

sont exclusivement autre dialecte

sakalava

du

nord et

et n ' a p p a r a i s s e n t i fanenti sakalava

dans aucun

t s manangi

"femme"

" o e i l " . On p e u t du n o r d une

par c o n s é q u e n t

étendre

r.u d i a l e c t e étude de des glottodiaère ;

des conclusions una isolation

de c e t t e assez

chronologie lectes

qui montre

ancienne siècle

du n o r d

de M a d a g a s c a r

dès le p r e m i e r

de n o t r e

" T k r / T a n k a r a n a / i s q u i t e i s a l a t e d f r o m t h e o t h e r l a n g u a g e s of y — the m a l a g a s y r e p u b l i c . Its clae«i1t c o l l a t é r a l is T s i / T s i m i hetyy 7 " ( 1 ) . (ries parenthèsf^) d^^Apcatf,L! , VBi ^ e de c e s t r o i s <t!!> e t on n e p e u t s'en groupes si

La c o m p a r a i s o n du n o r d l'on malgache

est é l o q u e n t e

étonner commun

considère

leur

fonds historique d è s le A U I I I e

et c u l t u r e l

s ils des

connurent

en e f f e t

siècle

et p e u t - ê t r e et les

avant,

inter-relations

constantes. Entre dès le X V I I I e guerrières

les Sakalava siècle firent

flntankapolipar les

rana, les relations tique (expéditions aux

d'ordre

et s o u m i s s i o n

transitoire claniques

Sakalava

environs

de 1 7 2 0 ) . L e s groupes

catégories

sont des d'un

identiques structures

dans les

deux

de m ê m e

que l ' e n s e m b l e

s o c i a l e s . On p e u t socio-culturel

se d e m a n d e r réalisé

s ' i l ne s ' a g i t p a s du f a i t de

mime ensemble milieux

diversement

écologiques depuis

différents

Q u a n t aux T s i m i h e t y , leur le N o r d - O u e s t est

poussée

constante depuis

le centre

N o n ' vers e^ l'imoact

attestée sur les

le d é b u t du s i è c l e

de c e s m i g r a t i o n s tradition

Sakalava n'ayant

du n o r d e s t c o n s t a n ' : . D e p l u s , a u c u n e fixé la l a n g u e adopte et le seul garant

écrite

é t a n t la

tradition immédiate

o r a l e , si l'on

com\ie c r i t è r e

la c o m p r é h e n s i o n

É.f. (1). P. VERIN, C. KOTTAK, P . GORLIN, 1969, op.cit.

s 66.

-

6 -

entre lava assez

sujets

p a r l a n t s , on e s t

tenté

de c o n s i d é r e r

que le

Saka-

d u n o r d , le T s i m i h e t y fortement de

et 1 ' A n t a n k a r a n a même

f o r m e n t un

groupe à

unifié, peut-être Madagascar. africains

une aire l i n g u i s t i q u e

l'intérieur

Les apports Mozambique dynasties au X V I I I e auprès moins

de l ' e s t

(Makoa

de la

côte ; les

et C o m o r i e n s ) sakalava

sont explicables

historiquement de l e u r

qui atteignirent du X I X e établis du X I X e du n o r d

l'apogée

puissance en esclaves au

e t au d é b u t

s i è c l e , se f o u r n i s s a i e n t sur la côte est a f r i c a i n e s i è c l e , les contacts et l e u r s h o m o l o g u e s dynasties

des comptoirs d e p u i s le d é b u t sakalava

; et les

entre

aristocrates l'influence sont bien

comoriens, du nord

des i s l a m i s é s (1).

sur l e s

sakalava

connues

La c o m p l e x i t é se r e f l è t e lexique cours

des héritages

historiques existant

et

culturels le au

d a n s la m u l t i t u d e le

des emprunts

dans

qui rappelle

,/éritable m e l t i n q - p o t les p o p u l a t i o n s

qu'ont

formé

de l e u r

histoire

du N o r d - O u e s t est parlé

malgache. l'île de

Il f a u t s i g n a l e r Mayotte

que le S a k a l a v a

du nord

dans

aux Comores s des raisons qui restent à déterminer, Mayotte et

" Pour

constitue

un v é r i t a b l e de l ' O u e s t

conservatoire de M a d a g a s c a r

des cultures avec des

technologies villages répartis Akua

kibushi

(toujours

du s w a h i l i b u k i s Chiconi,

s malgaches) Tsangamoudji,

en v i l l a g e s

"sakalava"

et v i l l a g e s

Antalaotra

s M'sapere

e t P r o a n i . . . (2 )".

(1). P . VERIN "Histoire Taloha n° V , Musée narive, 1972.

a n c i e n n e du N o r d - 0 u e s t de M a d a g a s c a r " . d e l ' U n i v e r s i t é de M a d a g a s c a r , T a n a -

( 2 ) . P . O T T I N O s M a d a g a s c a r , l e s C o m o r e s e t le S u d - O u e s t de 1 ' O e é a n ^ I n d i e n s P u b l i c a t i o n s du C e n t r e d ' A n t h r o p o l o g i e C u l t u r e l l e e t S o c i a l e - U n i v e r s i t é de M a d a g a s c a r , T a n a n a r i v e , 1974 s 6 5 .

- 7 -

Le m ê m e

auteur

ajoute, plus

loin

: ne s o n t pas moins réseau

" Les villages

kibushi-sakalava

i n t é r e s s a n t s , p r i s e u x a u s s i d a n s un m ê m e m a t r i m o n i a l , ils c o n s e r v e n t du N o r d - O u e s t swahili ". mêlé le d i a l e c t e mots et

sakalava expressions

de n o m b r e u x

* * *

Les usagers représentent agriculteurs Sakalava Ouest degrés une

actuels

du d i a l e c t e

sakalava

du

nord (1970) 5 les

population

d'environ

40 000

personnes

essentiellement

mais pratiquant t o u t le l o n g

a u s s i la p ê c h e , du l i t t o r a l et

du n o r d

sont installés

Nord-

de M a d a g a s c a r , e n v i r o n de l a t i t u d e

entre

les treizième malgache

seizième de dès le

s u d . Le N o r d - O u e s t favorables

du fait

conditions début

climatiques

a é t é m i s en v a l e u r d'une

du s i è c l e

; il a a i n s i b é n é f i c i é

infrastructure

routière venue

qui a facilité

la c o m m u n i c a t i o n

(1). Une m a i n - d 1 oeuvre (Tsimihety) y a de

du S u d

(flntandroy) et des h a u t e s par les emplois

terres

immigré, attirée cultures ylang

que c r é a i t

l'implantation à sucre et (2).

commerciales

s poivre, café, canne d a n s la r é g i o n

ylang-

pour

Nosy-Be, cacao

d'Ambanja

( 1 ) . V o i r à ce s u j e t F . K 0 E R N E R s " L a c o l o n i s a t i o n a g r i c o l e du N o r d - O u e s t de M a d a g a s c a r " R e v u e E c o n o m i q u e de M a d a g a s c a r , C u j a s - U n i v e r s i t é de M a d a g a s c a r . T a n a n a r i v e , 1 9 6 8 s 1 6 5 193. ( 2 ) . E n ce q u i c o n c e r n e l e s s t r u c t u r e s s o c i a l e s e t p o l i t i q u e s , se r e p o r t e r a u x t r a v a u x de 3 . F . B A R E c i t é s d a n s la b i b l i o g r a p h i e , t o m e II s p . 2 6 6 .

- 8 -

Le c o r p u s recueilli malgache présence au c o u r s en 1971

q u i a s e r v i de b a s e à c e t t e séjours effectués ayant

étude

a

été

de d e u x

d a n s le

Nord-Ouest un an de

puis

en 1 9 7 2 , s é j o u r s

représenté

s u r le t e r r a i n . L ' e n q u ê t e les villages

a eu c o m m e p r i n c i p a u x e t de M a r o d o k a

points dans sous-

d'application l'île

d'Ambatozavavy

de l\losy-Be, et c e u x d ' A m p a s i m e n a d'Ambanja. Le thème de r e c h e r c h e

e t Mahavafio

d a n s la

préfecture

de d é p a r t de 1 5 0

é t a i t la

orale i

sakalava

du n o r d . Un c o r p u s

contes

littérature i ( a n g a n u ) et m y t h e s

(tantara) était recueilli enquête corpus de l i n g u i s t i q u e de t r a d i t i o n s

puis

transcrit. Parallèlement,

une le

était entreprise, prenant pour recueilli sur b a n d e s

base

orales

magnétiques. par des tel

Des informations enquêtes aspect Les directes

supplémentaires menées auprès

ont été

recherchées sur

des informateurs domaines

t e l ou (1).

du d i a l e c t e

et sur d i f f é r e n t s

culturels

informateurs

-plus nombreux âgéesétaient

en r è g l e

générale

que les

inforculti-

matrices, souvent vateurs ignorant

la p l u p a r t

du t e m p s d e s ont été

le f r a n ç a i s . L e s e n r e g i s t r e m e n t s en t e n a n t compte de la

effectués

soit à ma d e m a n d e

réputation un grand tout veil-

des i n f o r m a t e u r s , s o i t au c o u r s d ' é v é n e m e n t s nombre d'individus pendant

réunissant

(enterrements, fêtes rituelles...) les soirées de p l e i n e lune au c o u r s

soit de

simplement lées

villageoises. Il n ' e s t pas possible d'énumérer tous ceux qui ont

participé principaux

à ce t r a v a i l informateurs:

voici une biographie

succincte

des

( 1 ) I l d e m e u r e e n t e n d u q u e l a d e s c r i p t i o n du d i a l e c t e p o u r le c o r p u s c o n s t i t u é de c e s e n r e g i s t r e m e n t s .

ne v e u t

que

9 -

TOMBO.ZANDRY

(village

d'Ambatozavavy) de 1 9 1 7 , l i é à d e s a r i s t o c r a t e s qui appartenait à un g r o u p e de

Né a u x e n v i r o n s petit statut par son père

roturier jusqu'à qui lui

possesseur l'âge

de c h a r g e s

(le g r o u p e par

j i n g o ) , il est élevé

de d i x

ans à Ambanja nombre

sa g r a n d - m è r e

maternelle aux

apprend de 1 9 3 0

un g r a n d par

de c o n t e s . A d o p t é mariée

ensuite

environs roturier près orales au

sa t a n t e

paternelle

à un c o n s e i l l e r d'Ambanja. Elevé traditions

des a r i s t o c r a t e s d'une cours reine

Bemazava

de la r é g i o n

Bemazava, apprend destinées

de n o m b r e u s e s à distraire

des veillées

la r e i n e .

S'installe de

ensuite

à Ambatozavavy

où i l e s t c u l t i v a t e u r

du m o m e n t

l'enquête.

BERTRAND

LAURENT

(village

dnTmbatozavavy) né à N o s y - B e antankarana environ à Nosy-Be. région installe de connaît connu aux environs de

Métis Sakalava-Français, 1 9 3 0 , sa m è r e devenu était car père issue d'un

groupe

sakalava Son

installé

depuis 1830

créole, avait

des terres

d a n s la s'y

d ' A m b a t o z a v a v y . A la m o r t et a d o p t e p r i s o n . Ce en m a t i è r e à Nosy-Be (fêtes

de c e l u i - c i , B . L a u r e n t plus âgé que lui

un a m i de s o n p è r e dernier

qui sort de ce q u ' i l

lui apprendra

l'essentiel

de t r a d i t i o n s où i l a n i m a

orales. B. Laurent certaines

e s t un c o n t e u r politiques

autrefois en

fêtes

de l ' I n d é p e n d a n c e

particulier).

ROMULD

MEL06ARY

(village

d'Ambatozavavy) sakalava, poursuit préparait son ses études

N é en 1 9 5 2 à Hellville d'études

de p a r e n t s

; au m o m e n t

de l ' e n q u ê t e

certificat

primaires.

- 10 -

Z A F Y LAVA

(village De père

d'Ampasimena) antankarana e t de m è r e s a k a l a v a , il e s t né d'Ambilooe et y est par la qu'il rôle aux

environs élevé par

de 1905

dans

la s o u s - p r é f e c t u r e jusqu'au moment

ses parents

où i l e s t r e m a r q u é

les a r i s t o c r a t e s reine Tsiresy son

Bemazava

du S a m b i r a n o . C h o i s i p o u r

garder

à Ankify stock

dans les années

1 9 3 0 - 1 9 4 0 , c ' e s t là ensuite la le

augmente d'amuseur guerre

de t r a d i t i o n s

o r a l e s . Il j o u e Bemihisatra après

chez

les a r i s t o c r a t e s

deuxième possède Il

m o n d i a l e . I l se f i x e de c o c o t i e r s

ensuite

à Ampasimena

où i l

des p l a n t a t i o n s meurt début

qui lui viennent

de sa m è r e .

1973.

ABDALLAH

AICHA

(village

de

Marodoka) 70 ans ; de p è r e comorien derSon

Né à P i a r o d o k a , i l y a e n v i r o n e t de m è r e m a k o a , i l f u t é l e v é nier était le m e n e u r de j e u d e s est par

le frère

de sa m è r e . Ce

fêtes

islamiques

à Marodoka. que

répertoire

folklorique

davantage

suahili-comorien qu'il livre

sakalava. A. Aicha phrases vieux

érnaille l e s r é c i t s

en s a k a l a v a de

de

en s w a h i l i . C ' e s t a u s s i un c h a n t e u r makoa

qui connaît du

très

c h a n t s de g u e r r e

de l a c ô t e m o r i m a

Mozambique.

* * *

- 11

-

C H A P I T R E

I

i j

P H O N O L O G I E

A. STRUCTURE

SYLLABIQUE

DU S A K A L A V A

DU

MORD

Avant nécessaire sakalava suite que lors

de

commencer

l'étude la

phonologique,

il

nous du

semble dialecte une

d'exposer mots

brièvement sakalava

structure en

syllabique général fermées

s les

se p r é s e n t e n t

comme

de s y l l a b e s et en

(1) o u v e r t e s , les finale. Les du

syllabes

n'apparaissant rencontrées

rarement de

combinaisons sont les

de p h o n è m e s s

l'élaboration

lexique

suivantes

MOTS

COMMENÇANT

PAR

UNE C O N S O N N E Nombre de m o t s 474 Pourcentage 31 ,91 % 27,94 1 6,76 3,97 3,36

Structures

attestées

cvcvcv CVCU et CVCVCVCV CVCUVCV cvcvv t cvvcv cvcvcvcvcv cvv cv
(

CVCV

i dungulu "oignon" ! f vatu "pierre", rango donkudonku domuihi f duria 4ème î buaka
!

"depuis" que"

415 249 59

%

"il

se p e u t

"tourterelle" d'Ego de la

% %
ci 7° ç/ M

"consanguins

50

génération descendante" "sortie" t dingadingana "holothurie" T bei "plaie" "grand, important" 1 mahavua "atteindre" t miadana "être inactif"
!

49 43 33 21 20 19 17 16 8 4 3 2 plateaux" 2 1 1 485

3,29 2,89 2,22 1 ,41 1 ,34 1,28 1,14

be

cvcvcvv cvvcvcv cvcvc
{

% % % %
%

cvcvcvvcv 1 cvcvcvc cvcvcvcvcvcv cvcvvcvcv cvvcvcvcv cvccvcv cvvcvc

"amputé" t mibusiaka "être globuleux" f mihavun "être dédaigneux" 1 faHatukisana "confiance" mikiahana "peler" t miarahaba "saluer" i burzani "habitants des hauts i leigon "célibataire"

bulun

% %
% %

1 ,07 % 0,53 0,27 0,20 0,13 0,13 0,06 100

% % %

(1) Nous dans

entendons une seule

par syllabe é m i s s i o n de

l'ensemble la v o i x .

des

sons

pouvant

se

prononcer

- 13

-

MOTS

COMMENÇANT

PAR

UNE

VOYELLE

Structures

attestées

Nombre de m o t s

Pourcentage

!

vcvcv

anaro
1

"vous"
i

61

31,60

%

vcv 1 1

t

avi
! 1

"venir", aza

"ne

(fais)

pas

!"

46 30 11 9 6 5 4 4 4 4 2

23,83 % 15,54 % 5,69 4,66 3,10 % % %

VCVCVCV VCVVCV
vcvcvcvcv f vcvv VV e u veve 1 VV

ampitsabu aviavi
!

"cultivateur"

"figuier" "conteur"

ampitantara arue
i

"deux" "médicament" "à, "là"
1 t

audi
î

2,60 % 2,07 2,07 2,07 2,07 % % % %

amin ao

pour"

VCVCVV VCVCVVCV V
1 f

amarei

"demain" "à l'est"

antiniana i "le,
f
!

la" "à p a r t i r de"

1,03 % 1 ,03 % 0,51 0,51 % %

vcvcvc

andanin

2 1 1

\l\l\l
vvcvcv

aia "où" i iadana "inactif"
!

VCVVCVCV

ampiasidi d'oncle
i

"individus maternel "esclaves
t

en

relation ou nièce"
1 1 0,51 % 0,51 %

à neveu royaux" en

vcvcvcvv vcvcvcvcvv

anabariu

ampirahalai de frères à

"individus frères"

relation
1 193 0,51 1 00 %

B . LE

PROBLEME

DE

L'ACCENT.

L'étude se d i v i s e n t accentués i vatu en deux la

des mots groupes

dissyllabiques s le premier ; c'est second est

sakalava

montre par

qu'ils les mots

constitué de

sur

première

syllabe

le cas

termes des

comme mots

i "pierre", bibi

" a n i m a l " . Le

groupe

comprend

- 14

-

accentués

sur la s e c o n d e

syllabe

i : c ' e s t le c a s de a z a , q u i "depuis", lalan
»

signifie

l ' i n t e r d i c t i o n : "ne p a s " , rango

"loi".

Après avoir demander si elle

remarqué

cette

différence, nous devons un p e t i t

nous

est p h o n o l o g i q u e . On p e u t t r o u v e r q u i , en d e h o r s de la d i f f é r e n c e

nombre

de p a i r e s m i n i m a l e s ne p r é s e n t e n t pas

d'accentuation, mineures s "lavé" !" ) ) )

de d i f f é r e n c e s ? :(rangu ( (rango

ou d e s d i f f é r e n c e s "battement" "depuis" . ; ; t sasa sasa

Par

exemple

"lave

Ces paires sakalava l'accent accent du nord

prouvent

que

l'accent

est phonologique sur laquelle ; c'est

en porte

s la m i s e

en r e l i e f

de l ' u n i t é

se f a i t i c i à l ' a i d e

de l ' i n t e n s i t é

sonore

un

d'intensité.

On O n le t r o u v e s

constate

que la p l a c e de l ' a c c e n t

n'est pas

fixée.

- p o u r l e s d i s s y l l a b e s , s o i t sur la p r e m i è r e ' "nombreux" . v macu / ; soit sur la d e u x i è m e i (neutre) , nama "ami". - pour les i madiru "être "tamarinier" syllabe i s makia "avoir

syllabe s une odeur"

t r i s y l l a b e s , s o i t s u r la d e u x i è m e sur la p r e m i è r e syllabe s

syllabe s

; soit

t maiziki

sombre"(neutre).

La p l a c e m o t s de q u a t r e

de l ' a c c e n t

paraît

davantage

fixée dans

les

syllabes s "mouiller "oser" ; pluie" (neutre)

- mahaleni - mahasaki

(neutre).

- 15 -

P a r f o i s , le dialecte exprimer implique l'emphase, l'étonnement la m i s e en r e l i e f d'une

utilise

un a c c e n t

qui sert accent qui

à

ou l ' i n s i s t a n c e . C e t autre syllabe

que celle

porte dans

normalement

l'accent

; ce p h é n o m è n e

apparaît

très

fréquemment

les r é c i t s , c o n t e s et m y t h e s , m a i s animées.

aussi dans des

conversations

Certaines être de utilisées pour

variations

musicales sortes

de la p a r o l e d'états

peuvent et

exprimer

toutes

psychiques

sentiments. Par exemple s 1 ) ke m i s i "et il y a" » 2 ) ke m i s i tique). " e t i l y a" (dit de m a n i è r e empha( d i t de m a n i è r e neutre) ;

C. PRESENTATION

DES

PHONEMES.

I. LES

CONSONNES.

1 . Le p h o n è m e

/p/.

L'identité rapprochements

phonologique

du p h o n è m e / p / r e s s o r t

des

suivants s

p-/b-

,

i s paka "jusqu'à" ! poaka "éclatement"

/

.
,

i haka I boaka

"depuis"

/

"sorti " pour illustrer cette

-p/-b

i nous n'avons opposition.

pas trouvé

de p a i r e

- 16 -

p-/f-

s piku
*

"ergot

de c o q "

/
/

fiku
'

"sifflement"

paku

"boue, latérite

humide" d'une

/

faku

"déchet" de c o c o " /

po " l o u c h e fo -p/-f "coeur"

en b o i s f a i t e

demi-noix

Î nous n'avons pas trouvé
opposition.

de p a i r e

pour

illustrer

cette

p-/m-p/-m p-»/t-

s pakâ
s hipi s pia

"jusqu'à" "giffle" "puce"

/ / /

mâka hîma tia

"aller

chercher"

(neutre)

"coquillage...; b é n i t i e r " "aimer" (neutre)

Description

phonétique

(1).

Le p h o n è m e / p / e s t a r t i c u l é /p/ français avec en f i n a l e une dans légère notre protusion c o r p u s , /p/

plus

fortement

que

le

d e s l è v r e s . Il se r é a l i s e

n'apparaît une occlusif.

jamais

comme

occlusive

bi-labiale, s o u r d e , non

n a s a l e . Il est

fortement

/ p / se d é f i n i t

comme

sourde orale non

s p/b s p/m p/f

continue ;

bi-labiale

s p/t

( 1 ) N o u s d o n n o n s s o u s ce t i t r e , p o u r c h a q u e p h o n è m e , u n e d e s o r i p t i o n en t e r m e de p h o n é t i q u e a r t i c u l a t o i r e . N o u s i n d i q u o n s é g a l e m e n t , le c a s é c h é a n t , l e s r é a l i s a t i o n s d i f f é r e n t e s s e l o n l e c o n t e x t e .

- 17 -

19. Le p h o n è m e /nts/.

Il e s t i d e n t i f i é

par les r a p p r o c h e m e n t s

suivants

b-/p-b/-p b-/v-b/-v b-/cl-

ef. supra cf. supra buri t abu i buri i baka i

1. 1. / vuri "réuni" (neutre)

"domestiqué" "hauteur" "domestiqué"

/ avi "venir" / duri / daka "tabac" "ruade"

"depuis" qu'on ne

i dori "coquillage / / / dengi bada i Cyprea s

bori "cadeau

tigris"

-b/-d b-/m-

peut échanger" i bengi "chèvre" i baba "papa" i bei "plaie" i bali "bal" (français) nous n'avons pas trouvé opposition.

"gouffre" "sourd"

/ mei "être brûlant" / malu "jugement" illustrer

(neutre)

-b/-m

de p a i r e p o u r

cette

b-/mb-b/-mb b-/f-b/-f

i i boli "bol" (français) / mbola "encore" ! I k u b a " s o u p e de f a r i n e de r i z " / kumba "lémurien" i bali "bal" (français) t / fali "interdit" cette

n o u s n ' a v o n s p a s t r o u v é de p a i r e p o u r i l l u s t r e r opposition.

- 18 -

Description

phonétique.

Ce p h o n è m e /p/

présente

le m ê m e

type d'articulation

que

; nous n'avons pas constaté est réalisée

de m o u i l l u r e

d e v a n t / i / et / e / . l'autre,

L'occlusion

avec les deux lèvres l'une contre

/ b / n'apparaît

j a m a i s en f i n a l e d a n s n o t r e c o r p u s . Il se bi-labialessonore,non nasale.

réalise

comme une o c c l u s i v e

/ b / se d é f i n i t c o m m e s o n o r e bi-labiale orale non c o n t i n u e

s b/p s b/v, d î b/m : b/f.

- 19 -

19. Le p h o n è m e

/nts/.

Son i d e n t i t é suivants s

phonologique

ressort

des

rapprochements

mp-/m-

s nous n'avons pas trouvé

de p a i r e p o u r i l l u s t r e r p a s en

cette

o p p o s i t i o n , / m p / ne sa r e n c o n t r a n t initiale. -mp/-m -mp/-mb s mampi: lampu "préfixe" "lampe" "terme

position

/ mámi "être

sucré"

(neutre)

(français) / lâmbu d'adresse

"porc" "planté, fiché

tùmpuku

s / tumbuku

-mp/-p

seigneur" en t e r r e " i i ampi " s u f f i s a n t " ( m e r i n a ) / ambi "nom d'oiseau non . ' identifié" i himpa "madrépore"^*/^ 1 A / hipi "giffle"

Description

phonétique.

On ne t r o u v e finale du m o t d a n s n o t r e

j a m a i s ce p h o n è m e à l ' i n i t i a l e c o r p u s . L a d u r é e de / m p / e s t

et à la

sensiblement réa-

la m ê m e q u e c e l l e d ' u n / m / ou d ' u n / p / . L e p h o n è m e / m p / se lise comme une o c c l u s i v e bi-labiale,pré-nasalisée, commencé

s o u r d e , mioral

n a s a l e , Le r e l â c h e m e n t sur le m ê m e

de l ' o c c l u s i o n

nasal s'achève mi-

p o i n t d ' a r t i c u l a t i o n . De m ê m e q u e l e s a u t r e s sakalava, /mp/ mi-nasalise

n a s a l e s du d i a l e c t e précède

la v o y e l l e q u i

le

immédiatement.

20 -

/ m p / se d é f i n i t

comme

sourde mi-orale mi-nasale

% mp/mb : mp/m s mp/p

bi-labiale.

4 . Le p h o n è m e

/mb/.

L'identité rapprochements , mb-/msuivants s

phonologique

de / m b / r e s s o r t

des

1 : mboti ! mbola

"orpheline"

, J. / moti , l

"morceau"

"encore" "lion" "dis" 3. 3. pas trouvé (swahili)

/ mola / sima

"bagarreur" " b e c de lièvre"

-mb/-m

s simba ambara

(injonctif) /

amarei

"demain"

mb-/mp-mb/-mp mb-/p-

: cf. supra s cf. supra

: nous n'avons opposition.

de p a i r e

pour

illustrer

cette

-mb/-p

s lambu

"porc" "au pied de"

/ /

lapa audi

"mairie" "médicament"

-mb/-zéros

ambudin

Description

phonétique.

/ m b / est une m i - n a s a l e , m i - o r a l e , b i - l a b i a l e , salisée, Elle sans coarticulation vélaire, toujours réalisée

préna-

sonore. et

n'est pas plus longue à l'audition

q u e le / b / ou l e / m /

- 21

-

si l'on

marque

un t e m p s d ' a r r ê t

dans

la p r o n o n c i a t i o n

entre de l'in-

l'élément formateur oral

nasal et l ' é l é m e n t

o r a l , on n ' e s t p a s c o m p r i s commencé pour nasal son du

t le r e l â c h e m e n t
point

de l ' o c c l u s i o n

s'achève

s u r le m ê m e

d'articulation

(comme

partenaire dialecte immédiatement.

sourd / m p / ) . Comme

les autres

consonnes

mi-nasales

sakalava, /mb/ mi-nasalise

la v o y e l l e

q u i le p r é c è d e

On ne trouve i l ne f i g u r e à l'initiale

jamais

ce p h o n è m e

à la f i n a l e

du m o t

;

que d a n s

des emprunts

au s w a h i l i %

i i i i mboti, mbola, mbo, mbozi...

Il s e r e n c o n t r e » vamba i "adultéré", limba

à la m é d i a n e

dans

de n o m b r e u x

mots s

"pièce

i de t i s s u " , p a m b a

"kapokier",

i sambatra

t "bonheur", sambu

"bateau"...

/ m b / se d é f i n i t

comme

mi-nasale mi-orale sonore bi-labiale.

s mb/b ! mb/m, p s mb/mp

- 22 -

19. Le p h o n è m e /nts/.

Il e s t i d e n t i f i é

par les r a p p r o c h e m e n t s

suivants

m-/b-m/-b m- / n -

s cf. supra s cf. supra s mahita mati

2. 2. (neutre) (neutre) / nahita "voir" (accompli) (accompli) (possessif, pluriel)

"voir"

"mourir"

/ nati "mourir

mêi "être brûlant)' (neutre) / nei "notre" i s mamu . t (neutre) / nani / fati , I / fuku t (neutre) / fudi

1ère personne -m/-n m-/f.

"être

A

ivre"

"sien" "cadavre" "apparentés"

i mati "mourir"
. ! muku i mudi "revenir" mandzava

(neutre)

"moustique"

"oiseau-cardinal" "lune, mois"

"éclairer"

(neutre) / fandzava

-m/-f m-/mp-m/-mp m -/mb-m/-mb

s mami "être sucré" s cf. supra Î cf. supra s cf. supra s cf. supra 3, 3. 4. 4.

(neutre)

/ mafi "dur"

(merina)

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / m / se r é a l i s e labiale, nasale

comme une o c c l u s i v e

bi-

t o t a l e , non c o n t i n u e , s o n o r e , sans

coarticulation peut

v é l a i r e . Il e s t t r è s c o m p a r a b l e fonctionner comme une voyelle.

au / m / du f r a n ç a i s e t ne

- 23 -

On l e t r o u v e médiane dans notre corpus

très fréquemment ; rares sont les . - v._

à l'initiale "mots"

e t à la un

qui ont

/ / /m/ final

' s hanim

"nourriture ". n i

/ m / se d é f i n i t

comme

nasale non continue

: m/b s m/f s m/n

bi-labiale

6 . Le p h o n è m e

/f/.

Son suivants s

identité

phonologique

ressort

des

rapprochements

f-/P"
-f/p-

cf. supra

1.

c f , supra 1 . i s fali "heureux" "interdit" "fort, dur" "semis" "cadavre" / "heureux" / / / tali "tresse "lien" "mourir" "cadavre" (neutre) de cheveux"

f-/t-

A fàdi
-f/-t t máfi fafi f-/vs fati i fali -f/-v i i lafu

/ tâdi (merina) / mati / / fati i vadi vali lavu

"conjoint" "beau-frère" "tombé"

f-/m-f/-m

"cher" 5. 5.

s cf. supra s cf. supra

- 24 -

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / f / se r é a l i s e l a b i o - d e n t a l e , s o u r d e , non nasale de c e l l e interne du f r a n ç a i s de la l è v r e finale

comme une

fricative est la proche partie jamais

; sa r é a l i s a t i o n

{ l e s d e n t s du h a u t e f f l e u r e n t i n f é r i e u r e . Ce p h o n è m e

n'apparaît

en p o s i t i o n

dans notre

corpus.

/ f / se d é f i n Ì L

comme

sourde labio-dentale orale totale

s f/v s f/t s f/m s f/p.

continue

- 25 -

20. Le p h o n è m e /ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

v-/d-

s vadi
t

"conjoint" "acheté" "riz" "femelle" 1• >

/

/

.

dadi
!

»

"grand-mere" réglé"

^

vidi
•t vari / t

/ didi "ordre, / f
1

-v/-d v-/b-v/-b v-/f-

s vavi

dari

"étage" "conjoint"

s cf. supra 2 , s cf. supra s viku t vali vàri ! vadi 2.

t / . vatii

"morceau

de le

bois poisson"

/

fiku !

"sifflement"

pour sécher

"beau-frère" "riz" conjoint" "farce"

/ fali

"heureux" a sucre"

/ fari "canne / / fadi

-v/-f v-/z-

Î anguvu % vuki ! vatu

"interdit" "ongle"

"rassasié" "pierre"

angufu

// zT k i u / zatu

"aîné" "cent"

v - //p -

i vatra "valise" J Î v- k u " b o i s à f a i r e i le poisson"

,
sécher / /

t zatr.a
t piku

"habitue" "ergot"

- 26 -

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / v / e s t une f r i c a t i v e présentant réalisée les mêmes caractéristiques

labio-dentale mais

q u e le p h o n è m e / f /

sonore.

A l'intérieur positions

de n o t r e

c o r p u s , il figure

dans

les

initiale ai.intermédiaire finale.

; on ne le r e n c o n t r e

jamais

en p o s i t i o n

/ v / se d é f i n i t c o m m e l a b i o - d e n t a l e sonore continue

s v/b, d s v/f :
u

/p»

- 27 -

20. Le p h o n è m e /ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort

des

rapprochements

t-/d-

s tara i

"tard"

(français)

/ dâra t / dia

"palmier"

tia " a i m e r " -t/-d

(neutre) près"

"chemin,

raison"

s ati "ici, tout fati "cadavre" ; tani "terre"

/ adi "dispute" t / / fadi "interdit" / nani "sien"

t-/n-

tudi "rentré,

revenu" /

,

> nudi "revenir" (accompli)

-t/-n t-/l-

s tati "ici"

(accompli) (accompli)

/

tani

"terre" vide"

!^ s tani "là-bas" tuki teni "cru" "parole"

' i // l a n« " é p u i s é , / luki / "cuisine"

-t/-l

i mati "être mort"

(neutre)

lèni "mouillé" i / mali "argent" (swahili)
t

vatu t-/st

"pierre" en p e t i t e s

/ valu lamelles" / suri / / saha

"huit" "comptine" "possédée royale"

turi "débité i taha

"insecte" (accompli) 6. 6.

-t/-s t-/f-t/-f t-/r-t/-r

s tati "ici" s cf. supra s cf. supra i s tapaka s ati

tasi "tâche,

tasse"

(français)

/ /

rapaka

"plancher" loin"

"cassé" ari "là-bas,

"ici"

t-/k-t/-k

s tavi "brûlis" s fitu "sept" i b u t i " g r a i n de

(merina)

/ kavi / flku
t

"boucle

d'oreilles.

"sifflement" (anglais)

beauté"

/

buki "livre"

- 28 -

Description

phonétique.

Le p h o n è m e /t/ dentale» s o u r d e , n o n n a s a l e

se r é a l i s e ; la p o i n t e

comme

une o c c l u s i v e prend

apicocontact et

de la l a n g u e

a v e c l e s d e n t s du h a u t , d e v a n t l e s v o y e l l e s d ' a v a n t / i / , / e / / a / . Il se r é a l i s e les voyelles comme une o c c l u s i v e apico-alvéolaire

devant

centrale

e t d ' a r r i è r e / c / et / u / .

Ce p h o n è m e corpus trouve (environ 184

apparaît

très fréquemment

dans

notre le

mots présentent du "mot".

un / v / i n i t i a l ) . On ne

j a m a i s à la f i n a l e

/ t / se d é f i n i t

comme sourde orale tendue apicale occlusive. totale

s t/d s t/n s t/r, 1 s t/s, f

- 29 -

20. Le p h o n è m e /ndz/.

Son identité suivants

phonologique

ressort

des rapprochements

d-/t-d/'-t d-/v-d/-v / t d-/z-

% c F, s u p r a s cf. supra s cf. supra s c f . supra

8. 8. 7. 7. i / zuki i / zaka

. ; duki "petit enfant" i daka "ruade"

,
.

^ "aîné" "affaire" "sien" (accompli) cette

- d //- z d-/n-d/-n

' s a d i " d i s p u t e , b a g a r r e " // ' z i a s dila "dépassé" pas trouvé

/ nila "désirer" de p a i r e p o u r

s nous n'avons opposition.

illustrer

/ d-/l-

'• ( s diu " p r o p r e " f < i

%

\ >

\/

liu

"sang" (terme

-d/-l

i V^p s vadi "conjoin\jV

^ c / * ' ' V V / vali "beau-frère"

d'adresse) T tadi "lien" d-/r% do " c o u l e u v r e " dano ' diha "ruche" "empreinte /

.

I tali "tresse "bouillon" de cheveux"

/ ro

/ rano "belle-soeur" de p i e d " // r i h a " g r e n i e r a r i z "
í

i dari "étage" -d/-r t s vadi "conjoint"

/

, i rari "travail "riz"

de

vannerie"

/ ' / vari

- 30 -

Description

phonétique.

/ d / e s t le p a r t e n a i r e rencontre

sonore

de / t /

; il ne

se nasale,

p a s en f i n a l e . C ' e s t u n e o c c l u s i v e

s o n o r e , non

apico-dent aie.

/

à / se d é f i n i t

comme

sonore apicale orale tendue occlusive. totale

s d/t s d/z s d/n s d/l, r

- 31

-

20. Le p h o n è m e

/ndz/.

Son suivants s

identité

phonologique

ressort des

rapprochements

nt-/t-

s nous n'avons opposition

pas trouvé

de p a i r e p o u r

illustrer

cette dans

car / n t / n ' a p p a r a î t

pas à l'initiale

notre corpus. -nt/- t : ; i. tanti "panier vontu -nt/- n
Al
!

à

riz"

/ /

"gonflé" à riz"

, V 0 t u "sexe
»

tati "ici"

(accompli) masculin" (accompli)

;

t tanti "panier i banti

/ /
/

tani "là-bas" b a m "banc"
1

"plancher"

-

(français) pansement" (français)

- n t / - nd : s

i. banti "plancher"

/ t / bandi "bande,

-nt/-z -nt/-l / -nt/-m

s ranta % manta
1

»

?

»

/ raza / malu à riz"

.

t

"ancêtres" "jugement" des possédés^"

"cru" "panier

s tanti

/ ' / tambi "honoraire:

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / n t / se r é a l i s e

comme

une occlusive réalisée nasal, comme

apicoune

dentale, mi-nasale, pré-nasalisée, toujours s o u r d e . Le r e l â c h e m e n t o r a l , sur le m ê m e à une r é a l i s a t i o n t a n é e s au m ê m e point nasale de l ' o c c l u s i o n d'articulation

commencé

s'achève correspond

; la s e m i - n a s a l e orale

p l u s une o c c l u s i v e

quasi-simulni à

p o i n t d ' a r t i c u l a t i o n . Ce p h o n è m e n ' a p p a r a î t du "mot".

l ' i n i t i a l e , n i à la f i n a l e

- 32 -

/ n t / se d é f i n i t

comme mi-nasale mi-orale apicale sourde tendue

s nt/t s nt/n s nt/mb s nt/nd s nt/l.

33 -

1 1 . Le p h o n è m e

/nd/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

nd-/n

s / n d / ne se r e n c o n t r a n t n'avons pas trouvé opposition.

p a s en p o s i t i o n

initiale, cette

nous

de p a i r e

pour illustrer

-nd/-n

manaadi

"marcher

à quatre

pattes" / manadi

"se b a t t r e " (neutre) "être l'époux"

-nd/-n

î

mavandi "être menteur"

(neutre) / mavadi

(neutre) -nd/-n i mandidi "ordonner" (neutre) / mafiidi "chercher" (neutre) -nd/-l -nd/-r it m a n d u k i : vandi ï
i i
!

"cuisiner"

(neutre)

"mensonge" "spécialiste" "mensonge" 10.

-nd/-mb : fondi > -nd/-d ! : vandi

/ / / /

maluki vari fomba vadi
t t i

t

"cuit"

"riz" "coutume, "conjoint" règle

- n d / - n t is c f , s u p r a

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / n d / se r é a l i s e

comme

une o c c l u s i v e réalisée

apico-

dentale, pré-nasalisée, mi-nasale, toujours r e l â c h e m e n t de l ' o c c l u s i o n commencé

s o n o r e . Le oral, sur à

nasal, s'achève semi-nasale orale

le m i m e p o i n t d ' a r t i c u l a t i o n . C e t t e une r é a l i s a t i o n au m ê m e p o i n t nasale

correspond

plus une o c c l u s i v e

quasi-simultanées

d'articulation.

- 34

-

On ne t r o u v e dans notre corpus.

ce p h o n è m e

n i à l ' i n i t i a l e , n i en

finale

/ n d / se d é f i n i t

comme mi-nasale mi-orale apicale tendue sonore occlusive.

s nd/d i nd/n, n, n % nd/mb s nd/r, 1 s n d/nt

- 35 -

2

0. Le p h o n è m e /ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort

des

rapprochements

n-/t-n/-t n-/r-n/-r

s cf. supra

8.

% cf. supra 8. ! t nati "mourrir"
i

(accompli)

I / rati
t

"mauvais" "nombreux" (accompli)

s nani "sien" I

/

naru !

-n/-n n-/m-n/-m n-/n-

s tani "terre" s cf. supra s cf. supra 5. 5.

/ tani "là-bas"

(accompli)

; é t a n t d o n n é la r a r e t é n'avons pas trouvé

de / n / à l ' i n i t i a l e , pour illustrer t / manana

nous cette

de p a i r e

opposition.
<

-n/-n n-/nd-n/-n d n-/l-n/-l

5 manana

"posséder" 11. 11.

(neutre)

"prénom

masculin'

:

s cf. supra s cf. supra

s nani "sien" s tani "terre"

/ lani

"vide" cheveux"

/ t a l i " t r e s s e de

Description

phonétique.

Le p h o n è n e / n / se r é a l i s e d e n t a l e , n a s a l e et sonore s'effectue

c o m m e une o c c l u s i v e

apicone

s le r e l è v e m e n t

du v o i l e du p a l a i s apico-

q u ' à la f i n du r e l â c h e m e n t de l ' o c c l u s i o n

- 36

-

dentale

a v e c le m ê m e

champ

de r é a l i s a t i o n

que

/t/.

/ n / existe ! d e n t e , par comme une exemple voyelle.

en f i n a l e

où i l n a s a l i s e

la v o y e l l e

précé-

s soran

"aspect

d e " . Il ne p e u t

fonctionner

/ n / se d é f i n i t

comme

nasale tendue apicale

totale

s n / t , d , nd
: n/r, 1 s n/n, m s n/n

non vélaire occlusive sonore.

- 37 -

1 9 . Le p h o n è m e /nts/.

Son i d e n t i t é suivants s

phonologique

ressort

des

rapprochements

l-/t-l/-t l-/d-l/-d
1-/8-

s c f . supra s cf. supra î c f . supra s cf. supra % lasa lambu
i
i-

8. 8. 9. 9. / /
/

"parti" "porc" "jugement" "tombé" "trou"

,

sasa sambu

i

"lavé" "bateau, "oeil" "heureux" "collier" beaucoup" embarcation"

- 1 / - S

s malu s lâvu
!

i.

/ masu / ravu /
/ ^

l-/r-

lavaka -l/-r l-/nl-/f-l/-f s malu
i.

"jugement" 12.

/ maru

,
,

ravaka
!

L

"nombreux,

s cf. supra : luku s àla
i-

"cire" "forêt"

/ fuku / afa

i

"apparentés" "feu" (merina)

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / l / e s t r é a l i s é dentale ; la p o i n t e de la l a n g u e prend

comme une latérale contact derrière

apicodents

les

s u p é r i e u r e s , l'air les voyelles

p a s s a n t s u r l e s c ô t é s de la l a n g u e , ; / l / se r é a l i s e

devant comme une et

d ' a v a n t / i / , / e / et / a / devant les voyelles

apico-alvéolaire /u/.

c e n t r a i s , et d ' a r r i è r e /o/

- 38 -

O n ne t r o u v e que c e r t a i n s confondent

j a m a i s / l / en p o s i t i o n les

f i n a l e . On

note

i n d i v i d u s , e t en p a r t i c u l i e r a v e c le p h o n è m e /r/.

jeunes

enfants,

ce p h o n è m e

/ l / se d é f i n i t

comme

lâche continue sonore orale totale

s l/t, d s l/'r, n

i

l/t

s l/n ; l/f-

apicale

- 39 -

1 9 . Le p h o n è m e /nts/.

Son suivants

identité

phonologique

ressort des

rapprochements

r-/l-r/-l r-/s-

cf. supra cf. supra raha

13. 13. / saha "possédée" photographie" (neutre)

"chose, affaire"

i rari "ouvrage - r/- s maniri

. î. de v a n n e r i e " / s a r i " i m a g e ,
(neutre) / manisi / mâsu

"germer"

"remplir"

i mar u "nombreux i r-/d-r/-d r-/n-r/-n r -/t -r/-t r-/nd-r/nd : cf. supra 9 .
o . -> i

"oeil"

< m
s cf. supra
A

\ % %

a « si

s cf. supra 1 2 . s cf. supra ? cf. supra s s
!

12. 8. 8.

c f . supra
c f .

s u p r a 11 . supra 11 .

C f .

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / r / e s t r é a l i s é à plusieurs battements quand quand

comme

une vibrante en p o s i t i o n

apicale initiale s une

on le r e n c o n t r e il se t r o u v e contre

et à un s e u l b a t t e m e n t vibration duit de l a p o i n t e

à 1'intervocalique les avéoles se

de la l a n g u e de l ' a i r

prolangue

; s o u s la p o u s s é e

i n t e r n e , la p o i n t e

de la

- 40 -

dirigée ments

vers

la r é g i o n la p o s i t i o n

alvéolaire qu'occupe

p r o d u i t un ou p l u s i e u r s le p h o n è m e à l'intérieur

battedu mot.

selon

Ce p h o n è m e trouve jamais

a une

distribution

lacunaire

s on ne

le

en p o s i t i o n

finale.

/ r / se d é f i n i t

comme

vibrante orale lâche sonore apicale. totale

s r/l s r / n , nd s r/t, d

- 41

-

1 9 . Le p h o n è m e /nts/.

Son i d e n t i t é suivants s

phonologique

ressort

des

rapprochements

s-/r-s/-r s-/l-S/-1 s-/z-8/-Z

cf. supra cf. supra cf. supra cf. supra i suri
i.

14. 14. 13. 13. / zuki "aîné" "se r a s s e m b l e r " (neutre)

"comptine" "se b a i g n e r " (neutre)

miseki

/ mizeki

asa

1.

" t r a v a i l , o e u v r e " / aza

.

L

"exprime

l'interdiction ne...pas)"

(injonctif i s-/t-s/-t s - / nlasa "parti 8. 8. , ' "célèbre"

/ laza

cf. supra cf. supra

s e k i "de p e u r q u e " -s/-n s-/v- s/-v

/ nèki "être pressé"

(accompli)

s a n d r i " f o r c e , p u i s s a n c e " / n a n d r i, " d o r m i r " ( a c c o m p l i ) i t tasi "tâche, tasse" (français) / tani "terre" suri j masu "comptine" "oeil" / vuri mavu "réuni" "jaune'

/

- 42

-

Description phonétique.

Ce p h o n è m e alvéolaire antérieure comparable

se r é a l i s e

comme une sifflante

apico-

au / s / du f r a n ç a i s . C ' e s t la

partie vers le

du d o s de la l a n g u e , la p o i n t e é t a n t d i r i g é e c o n t a c t a v e c la r é g i o n sa l o n g u e u r alvéolaire ; la

bas, qui prend est creusée de la

langue

sur t o u t e

et au p o i n t

d'articulation

consonne.

On ne r e n c o n t r e C'est une tendue

j a m a i s ce p h o n è m e

en p o s i t i o n nasale.

finale.

pré-dorso-alvéolaire,

s o u r d e , non

/s/

se d é f i n i t

comme

sourde tendue non nasale : s/t

apico-alvéolaire cacuminale.

- 43 -

19.

Le p h o n è m e /nts/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

z-/s- Z / - S
/

s cf. supra s cf. supra s cf. supra s cf. supra
i

15. 15. 9. 9. / /

z-/d-z/-d -z/-v z-A-

s luza i s zatu

"malheur" "cent"

,

luva » vatu

"héritage" "pierre"

i zatra "habitué" i zava "clair, luisant" z-/n-zAn i s zama "oncle s nous n'avons maternel" pas trouvé

/, vt t r a " v a l i s e " a i / vava "bouche"

. , i / nama

"ami,

compagnon"

de p a i r e

d'opposition.

Description

phonétique.

Ce p h o n è m e alvéolaire sonore

se r é a l i s e

comme

une sifflante

apico-

ayant exactement les mimes

caractéristiques phonème

articulatoires ne se r e n c o n t r e

q u e la s o u r d e

c o r r e s p o n d a n t e / s / . Ce finale dans notre

p a s en p o s i t i o n

corpus.

A /

s e

définit comme

sonore apico-alvéolaire non nasale tendue

s z/s s z/d s z/n s z/v.

- 44 -

1 7 . Le p h o n è m e

/ts/.

Son i d e n t i t é suivants :

phonologique

ressort des

rapprochements

ts-/t-

'a « tsini "esprit, fantôme" tsi "ne... pas"

/ ' / tini "action / ti " c e c i , , i / viti

surnaturelle"

proche"

-ts/-t

: vitsi i. butsi

"peu" "samedi" pas

"pied" de beauté" cette

/ buti "grain

ts-/s-

nous n'avons opposition.

t r o u v é de p a i r e p o u r i l l u s t r e r

— t s/— s

! maitsu j butsi

"vert

profond"

/ masu
, t

"oeil"

"samedi" /

busi

"nom d'une p l a n t e identifiée"

non

ts-/-dz -ts/-dz é t a n t d o n n é la ts-/dr-1 s/-d r ts-/tr/ -ts/-tr i s betsa trouvé r a r e t é de / t s / , n o u s n ' a v o n s pour illustrer ces pas de p a i r e s oppositions,

"alcool"

/ betru

"cervelle"

Description

phonétique.

/ t s / se r é a l i s e à-dire comme une o c c l u s i v e

comme

une occlusive

affriquée, est

c'est-

dans laquelle l'ouverture d'une occlusion

relapassage

tivement lente. Elle par une position

se c o m p o s e

puis d'un

fricative

Î /ts/ commence semblable

p a r un s o n à /s/ (cf.

semblable ci-dessus

à / t / p u i s p a s s e p a r un s o n a s s e z le p h o n è m e / s / p a r a g r a p h e 15).

- 45 -

Ce t y p e lecte pause sakalava comme

de s é q u e n c e un p h o n è m e

de s o n s unique

fonctionne % si l'on de

dans

le

diaune

introduit

e n t r e / t / e t / s / on n ' e s t p a s c o m p r i s

l'informateur.

Ce m o u v e m e n t fricatif initiale b r e f . La

est relativement

rapide

et

l'élément en du position "mot".

fréquence

de / t s / e s t a s s e z jamais

faible

; ce p h o n è n e

n'apparaît

à la f i n a l e

/ts/

se d é f i n i t c o m m e

affriquée sourde non nasale

: ts/t, s s ts/dz

non-continue.

- 46 -

1 9 . Le p h o n è m e

/nts/.

Son identité suivants s i s dzado "membres

phonologique

ressort des

rapprochements

dz-/s-

non r é g n a n t s

t / sadi "particule

de

-dz/-s dz-/d-dz/-d -dz/'-fî

de la f a m i l l e r o y a l e " i : sadza "huître" t s dziâ "sable" i. : mudza "gonflé"

liaison î et" ' / sasa "lavé" i / dia " r a i s o n , but" t / mudi "revenir" (neutre) nous

s é t a n t d o n n é la r a r e t é de /fì/ à l ' i n i t i a l e , il ne a pas été possible cette opposition. i s dzama "fête royale" t sadza "huître" de t r o u v e r de p a i r e p o u r t / zama "oncle

illustrer

dz-/z-dz/-z

maternel" (vocabu-

/ sazi "amende" laire

monarchique)

Description

phonétique.

/ d z / se r é a l i s e

comme une occlusive

affriquée, d'une

toujours

s o n o r e ; n o n n a s a l e , n o n c o n t i n u e . E l l e se c o m p o s e puis d'un passage par une position fricative

occlusion par à /z/.

: /dz/ commence

un s o n s e m b l a b l e à / d / p u i s p a s s e p a r un s o n a s s e z s e m b l a b l e

/ d z / se d é f i n i t c o m m e

affriquée sonore non nasale non continue.

s dz/d, z : dz/s s dz/fi

- 47 -

1 9 . Le p h o n è m e

/nts/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

nts-/ts-

/ n t s / ne se r e n c o n t r a n t p a s en p o s i t i o n nous n'avons pas trouvé opposition. i : bintsi "oiseau" i mantsaka "puiser" (neutre)

initiale, cette

de p a i r e p o u r i l l u s t r e r

-nts/-ts -nts/-ndz

/

,

vitsi

»

"peu" "régner" (neutre)

/ mandzaka

-nts/-t

: antsi "couteau cueillette du i s antsa t s antsa i

pour riz"

la / a t i " "oie" / andra "jour" occupation"

-nts/-ndr -nts/-s

"chant" "chant" "être froid"

/ asa

"travail",

/ manisi (neutre) "conque" "sentir mauvais'

"introduire" (neutre)

manintsi •nts/-n •nts/-ng t s antsiva ? s mantsini

/

anivu

"au m i l i e u "être

de"

/ mangini

silencieux"

(neutre)

(neutre)

- 48 -

Description

phonétique.

/ n t s / se r é a l i s e p r é - n a s a l i s é e . Ce p h o n è m e position finale dans notre

comme une a f f r i q u é e , n a s a l e , s o u r d e , n i à l ' i n i t i a l e , n i en l'occlusion analogue ci-

ne se r e n c o n t r e

c o r p u s . Le r e l â c h e m e n t de de f a ç o n tout à fait

e s t c o m m e n c é n a s a l e t se t e r m i n e à la r é a l i s a t i o n dessus pour

du p h o n è m e / s / . C o m m e n o u s l ' a v o n s i n d i q u é

l e s a u t r e s p h o n è m e s m i - n a s a l s , la d u r é e de q u e p o u r un p h o n è m e

réalisa/z/.

tion n'est pas plus longue

s i m p l e du t y p e

/ n t s / se d é f i n i t c o m m e m i - n a s a l e sourde affriquée

s nts/n s nts/ndz s nts/t.

- 49 -

2 0 . Le p h o n è m e

/ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

-ndz/-dz -ndz/-nts -ndz/ -ndr

s sandza

"

?

" (swahili)

/ sadza

"huître"

s cf, supra
t.

19.
, i

s mandzari

"devenir" (neutre)

/ mandrari

" f a i r e de (neutre)

la

vannerie (neutre)/ milaza

-

ndz/-z

s milandza

"porter"

"avertir"

(neutre)

-ndz/-d • ndz/-n

s randza "autel à tortues" i s mandzari "devenir" (neutre)

/ raza "ancêtre" / .1 / manari "équilibrer pirogue"(neutre)

la

• ndz/anj - ndz/snj • ndz/-l •ndz/-nd , -ndz/-tr

n o u s n ' a v o n s p a s t r o u v é de p a i r e s p o u r ces oppositions. "khôl" "khôl" / vala i / vanda

illustrer

s vandza vandza i s vandza

"enclos" "blanc, couleur du

"khôl"

pelage des boeufs" t / vatra "valise"

Description

phonétique,

Ce p h o n è m e

se r é a l i s e

comme une a f f r i q u é e

mi-nasale»

s o n o r e , p r é - n a s a l i s é e . Il ne se r e n c o n t r e position commencé finale dans notre

n i à l ' i n i t i a l e , n i en de l'occlusion a la

c o r p u s . Le r e l â c h e m e n t de f a ç o n

n a s a l , se t e r m i n e du p h o n è m e

tout à fait analogue

réalisation

/dz/.

/ n d z / se d é f i n i t c o m m e m i - n a s a l e sonore aff r i q u é e .

s ndz/n
: ndz/nts

50 -

21 . Le p h o n è m e

/fi/.

Son identité suivants s , -n/-n -n/-n n-/n-n/-nd

phonologique

ressort

des

rapprochements

t. s tini "sanction s cf. supra s cf. supra t cf. supra 12. 12. 11.

surnaturelle"

/

. ! tini

"clitoris"

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / n / se r é a l i s e p a l a t a l e , s o n o r e . La r a r e t é p a s p e r m i s de f a i r e le r e n c o n t r e

comme une occlusive

nasale,

de ce p h o n è m e plus

à l'initiale ne n o u s a s a t i s f a i s a n t s . On ne

de r a p p r o c h e m e n t s

j a m a i s en p o s i t i o n

finale.

Il f a u t n o t e r phonème ; malgré

un f a i t

remarquable

à p r o p o s de sa

ce

son c a r a c t è r e

p a l a t a l , il m a i n t i e n t

pertique

n e n c e d e v a n t le p h o n è m e / i / e t r e s t e a l o r s un a u t r e /n/ s par exemple

phonème tani

s t a n i " l à - b a s , a s p e c t a c c o m p l i " , et n + i ne se r é a l i s e donc pas q u i le

"terre". Une succession / n / . / n / nasalise

forcément précède.

t r è s l é g è r e m e n t la v o y e l l e

/ n / se d é f i n i t c o m m e n a s a l e

totale

s fi/nd : n/n, n

palatale sonore.

- 51 -

2 0 . Le p h o n è m e

/ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

tr-/t-tr/'-t tr-/r-tr/-r tr-/ts-

s tratra l vatra s trâno s kâtra

"poitrine" "valise" "maison"

/

, i tatra

"attrapé, "pierre"

saisi"

/ vâtu

.
/ graines"

0

i "belle-soeur" "car" (français) illustrer à cuillères" utilisés

rano

"jeu

de

/ kara ? nous n'avons pas cette opposition. "jeu de graines" trouvé

de p a i r e p o u r
. i

-tr/-ts tr-/m-

; kâtra

/ katsa

"panier

s

tratra

4

"poitrine"

i
/ matra " v e r s de m e r comme

appâts"

-tr/-m t r - / v-tr/-v

s katra i

" j e u de

graines"

/ , /

kamu t vatra

"paresseux" "valise" "bouche"

s tratra "poitrine" i s vatra "valise"

i /, v a v a

Description

phonétique.

La pointe bien

de la l a n g u e e s t t o u r n é e

vers l'arrière

si ;

que l a f e r m e t u r e

se t r o u v e a s s e z en a r r i è r e de la p o i n t e

sur l e p a l a i s de la langue, conformer

la f e r m e t u r e

se f a i t a v e c l e d e s s o u s rétroflexe se f o n d

/ t r / est une o c c l u s i v e tinue s un / r / a p i c a l consonne

sourde,non

n a s a l e , non

d a n s un / t / p r é c é d e n t p o u r r é t r o f l e x e . On ne dans notre corpus.

une s e u l e

apico-pre-palatale finale

rencontre

j a m a i s ce p h o n è m e en p o s i t i o n

/ t r / se d é f i n i t

comme rétroflexe orale sourde

s tr/t s tr/m ? tr/v.

- 52 -

2 0 . Le p h o n è m e

/ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort

des

rapprochements

dr-/d-dr/-d

s drihi "poisson s fandriana
r

non i d e n t i f i é " / d i h i /fandih.ana

"sauvage" (vocabulaire royal)"

"lit"

"pieds

dr-/r-

s nous n'avons pas trouvé cette opposition. » 7 »

de p a i r e

pour

illustrer

dr-/m-

: drakua

/ makua

"descendants v e n u s du

d'esclaves

Mozambique" féminin" royale"

dr-/f/ dr-/t-

1 drala
1

"argent"
1

(tandroy)

/ fala "sexe
1

1 drakidraki
1 • drona

"canard"

/ ' / takitaki '• // t o n a

"cérémonie

"édenté"

"anguille"

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / d r / se r é a l i s e

comme

une o c c l u s i v e d a n s le / d /

rétro-

f l e x e s o n o r e , n o n n a s a l e . U n / r / a p i c a l se f o n d précédent pour former une seule consonne

apico-pré-palatale disdu mot).

r é t r o f l e x e . (Comme tribution lacunaire

son p a r t e n a i r e

s o n o r e / t r / , / d r / a une

; il n ' e s t pas f r é q u e n t à l ' i n i t i a l e j a m a i s en p o s i t i o n finale.

O n ne le r e n c o n t r e

/ d r / se d é f i n i t

comme

rétroflexe orale sonore apicale

s dr/d í dr/m s dr/t

s dr/f.

- 53 -

2 0 . Le p h o n è m e

/ndz/.

Son identité suivants

phonologique

ressort des

rapprochements

ntr-/tr-ntr/-tr
/

s ce p h o n è m e : mantreki
'

n'apparaît

jamais à
/ '

l'initiale. "être déchiré"

"se c o g n e r " (neutre)

/ matriaka

(neutre) / fanenti / manduki
. . i

-ntr/-nt -ntr/-nd

.

i

s fanentri s mantreki

.

"guipa" "se c o g n e r " (neutre)

"oeil" "cuisiner" (neutre)

Description

phonétique.

/ n t r / se d é f i n i t

comme une a p i c a l e , ni à l ' i n i t i a l e

rétroflexe, n i en finale.

m i - n a s a l e , s o u r d e . Il n ' a p p a r a î t

Le r e l â c h e m e n t s'achève de f a ç o n

de l ' o c c l u s i o n

commencé

nasal, du

tout à fait analogue

à la r é a l i s a t i o n

p h o n è m e /'tr/. Ce p h o n è m e e s t p e u f r é q u e n t d a n s n o t r e

corpus,

/ n t r / se d é f i n i t

comme mi-nasale rétroflexe sourde

s

ntr/tr

s ntr/nt s ntr/nd.

- 54 -

2 0 . Le p h o n è m e

/ndz/.

Son identité suivantes s

phonologique

r e s s o r t d e s rapprochements

-ndr/-dr

s nous n'avons cette

pas trouvé

de p a i r e p o u r

illustrer

opposition. "jour" .! / ada / . t sadi "père, papa" de l i a i s o n s

/ -ndr/-d

< s andra

L sandri "force"

"particule et"

-ndr/-t

s mandri
I.

"dormir" "piège"

(neutre) / mati /
. !

"mourir" ( n e u t r e ) "épines"

fandriki

fatiki

Description

phonétique.

/ n d r / se r é a l i s e mi-nasale vocalique "mot".

comme une a p i c a l e , qu'assez

rétroflexe, à l'interdu

e t s o u r d e . Il n ' a p p a r a î t ; on ne le t r o u v e

rarement

n i à l ' i n i t i a l e , n i à la f i n a l e

/ n d r / e s t la p a r t e n a i r e flexe /ntr/.

sonore

du p h o n è m e

rétro-

/ n d r / se d é f i n i t

comme mi-nasale rétroflexe sonore

g ndr/dr s ndr/d s ndr/t.

- 55

2 6 . Le p h o n è m e

/k/.

Son identité suivants

phonologique

ressort des

rapprochements

k-/g-

/

s k u n i " s ' i l te p l a i t " j kila "chaque, chacun"

'

/ g u n i " s a c en / ' / gila "borgne"

/

'

toile"

-k/-g

s nous n'avons pas trouvé cette opposition.

de p a i r e p o u r

illustrer

k-/s-k/-s k-/ng-

/

Î kari "chat sauvage" : laka "pirogue" la r a r e t é

1

/ sari "photographie, / lasa "parti"

/

'

image"

s étant donné n'avons

de / n g / à l ' i n i t i a l e , de p a i r e s

nous

p a s pu t r o u v e r chercher"

d'opposition. "bleu" illustrer

-k/-ng k-/n-

? maka

"aller

(neutre) / manga de p a i r e pour

s nous n'avons pas trouvé cette opposition. "sifflement" "jeu de g r a i n e s " (anglais)

k-/t-

.

s fiku
t

/

.t. fitu
i

"sept" "saisi" de beauté"

katra -k/-t k-/p-k/-p k-/n-

/ tatra

s buki "livre" i s kaka s laka s kiaka

/ buti "grain i / paka / lapa / niaka

"animal mythique" "pirogue" "lever du j o u r " phonétique.

"jusqu'à" "mairie" "ramasser, collecter"

Description

(accompli)

Le p h o n è m e / k / sa r é a l i s e tendue) vélaire Ce p h o n è m e (sans coarticulation

comme

une

(momentanée nasale.

l a b i a l e ) s o u r d e , non initiale

est très fréquent

en p o s i t i o n

et intermédiaire ;

on ne le r e n c o n t r e

j a m a i s efl p o s i t i o n

finale.

- 56 -

La p o i n t e inférieures qui prend ; c'est

de la l a n g u e

prend

appui contre du d o s de la

les

dents

la p a r t i e

postérieure mou.

langue

contact

avec

le p a l a i s

Comme antérieure suivante

en f r a n ç a i s , l ' a r t i c u l a t i o n

p l u s ou p a r la

moins voyelle

ou p o s t é r i e u r e

de / k / e s t d é t e r m i n é e /u/.

s a n t é r i e u r e / i / ou p o s t é r i e u r e

Nous devant vélaire culation dessus

avons noté

la r é a l i s a t i o n

dorso-palatale

de

/k/ dorso-

les voyelles devant

a n t é r i e u r e s / i / et / e / , une r é a l i s a t i o n p o s t é r i e u r e s / u / et / 0 / les deux possibilités et une décrites

les voyelles entre

artici-

intermédiaire /a/.

devant

Nous

avons

noté s

les réalisations 1 = kyaka 1

suivantes s du jour"

k + i + v

kyv

"aube, lever 1 "ma

k + u réalisations mateurs . /k/

s kwu

= tranokwu

maison", avec les infor-

p l u s ou m o i n s

soutenues

et v a r i a n t

se d é f i n i t

comme

postérieure sonore orale totale

: k/s s k/g s k/ng, n s k/g, t

vélaire occlusive tendue.

- 57 -

2 0 . Le p h o n è m e /ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

g-/k-g/-k
g-/n/ .

S cf. supra s cf. supra

26. 26. pas trouvé de p a i r e s p o u r illustrer

nous n'avons ces i s gila

-g/-n g-/d-g/-d

oppositions, "borgne" à bois" / dila / ' / "dépassé" (coquil-

: gori "couteau s gadra

dori "porcelaine" lage sp. ) "habitué"

9-A-9/-Z

"enfermé"

/ , zi t r a a

g-/ng~ -g/-ng

nous n'avons ces

pas trouvé

de p a i r e s p o u r

illustrer

oppositions.

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / g / se r é a l i s e sonore, non n a s a l e , p r é s e n t a n t culatoires que son p a r t e n a i r e

comme

une o c c l u s i v e

vélaire, artison ou

les mêmes

caractéristiques

s o n o r e / k / . De m ê m e q u e p o u r p l u s ou m o i n s a n t é r i e u r e p a r la v o y e l l e s u i v a n t e s

correspondant /k/, l'articulation postérieure de / g / e s t d é t e r m i n é e

a n t é r i e u r e / i / , / e / , p o s t é r i e u r e / o / , / u / ou i n t e r m é d i a i r e C'est une (momentanée tendue) vélaire (non l a b i a l e ) s o n o r e finale

/a/. (non peu

n a s a l e ) . Il n ' a p p a r a î t f r é q u e n t en p o s i t i o n

j a m a i s en p o s i t i o n

et e s t t r è s

intervocalique. comme sonore orale totale vélaire tendue occlusive. s g/k s g/ng s g/d

/ g / se d é f i n i t

- 58 -

19. Le p h o n è m e

/nts/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort des

rapprochements

nk-/k-

t é t a n t d o n n é la r a r e t é

de / n k / à l ' i n i t i a l e , il ne de t r o u v e r de p a i r e s pour

nous a pas été possible illustrer -nk/-k s manka cette

opposition. causatif" / maka "aller chercher"

"préfixe

(neutre) -nk/-g s nous n'avons pas trouvé cette ? -nk/-nt -nk/-ng s manka ! % manka opposition. "affixe causatif" "affixe causatif" de p a i r e p o u r ? / manta I / manga

(neutre) illustrer

"cru" "bleu"

Description

phonétique.

L e p h o n è m e / n k / se r é a l i s e c o m m e (momentanée tendue) vélaire (sans

une

occlusive labiale), l'initiale

coarticulation

n a s a l e , s o u r d e et p r é - n a s a l i s é e . / n k / est a b s e n t à e t à la f i n a l e d a n s n o t r e corpus.

Ce p h o n è m e de / k / . L e r e l â c h e m e n t

est p h o n o l o g i q u e m e n t de l ' o c c l u s i o n

distinct nasal

de / n /

et oral.

commencé

s'achève

/ n k / se d é f i n i t c o m m e

mi-nasale vélaire sourde

s nk/k : n k/nt s nk/ng,

- 59 -

2 9 . Le p h o n è m e

/ng/.

Il e s t i d e n t i f i é

par les r a p p r o c h e m e n t s

suivants t

- ng/-k -ng/-g

s bengi "chèvre" s nous n'avons pas trouvé cette opposition. "creuser"

/ beku

"flirt" illustrer

de p a i r e p o u r

-ng/-n

s mangadi

(neutre) / manadi

" l u t t e r , se

battre"(neutre) anganu rango -ng/-nd • n /-nk g : vanga "conte, mythe" "depuis" "vendu" 28. , / hananu / rano / vandi "faire" (virtuel)

"belle-soeur" "mensonge"

s c f . supra

Description

phonétique.

/ n g / se r é a l i s e nasale (sans et p r é - n a s a l i s é e ce a r t i c u l a t i o n soit (ng),

comme

une o c c l u s i v e (momentanée

vélaire tendue)

sonore, vélaire

; c'est une

labiale) semi-nasale. Dans cvngv, / n g / soit (n) selon l e s i n f o r m a t e u r s . La dans tous les ; à con-

sst r é a l i s é réalisation

de ce p h o n è m e

n'est pas identique

textes. A l'initiale vocalique palatale

c'est toujours

une m i - n a s a l e

l'interpost-

e t à la f i n a l e , c ' e s t t o u j o u r s a p r è s i , et v é l a i r e

une n a s a l e

totale,

après les voyelles

d'arrière

et / a / .

/ g / et / n / n ' a p p a r a i s s a n t un seul et m ê m e p h o n è m e

j a m a i s d a n s la m ê m e p o s i t i o n , c ' e s t à a a f f a i r e . Ce p h o n è m e est très du mot,

qu'on

rare à l'initiale

; il n e se r e n c o n t r e

j a m a i s à la f i n a l e s ng/g, k s ng/nk s ng/nd

/ n g / se d é f i n i t c o m m e m i - n a s a l e sonore vélaire occlusive.

- 60 -

3 0 . La p h o n è m e

/n/.

Son identité suivants

phonologique

ressort

des

rapprochements

n-/-k

s / n / ne se r e n c o n t r a n t nous n'avons opposition.

que t r è s r a r e m e n t à pour

l'initiale, cette

p a s t r o u v é de p a i r e

illustrer

-n/-g -n/-n -n/-n

s cf. supra § c f . supra s cf. supra

27. 21. 12.

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / n / se r é a l i s e

comme une occlusive à toutes les

nasale, posi-

v é l a i r e , s o n o r e , p r é - n a s a l i s é e . On le t r o u v e tions :
'

- a l'initiale ment emprunté position. au s w a h i l i )

dans nota"prénom

célèbre"(probablerare dans cette

s / n / est c e p e n d a n t

- à la m é d i a n e , d a n s des m o t s comme rano soeur"

"belledans les

; i l n a s a l i s e a l o r s la v o y e l l e q u i le p r é c è d e . - en f i n a l e , il se r e n c o n t r e a s s e z r a r e m e n t
t
>

i

t

mots comme (emprunt

vurun

"oiseau", urun

"cap", leigon

"célibataire"

probable). Dans certains cas variant selon les informateurs, occlusive suivie d'une

/ n / se r é a l i s e sonore

plutôt / n g / , c'est-à-dire

c o m m e une

vélaire orale (non continue) immédiatement orale et s ' a c h e v a n t nasale. § n/k, g s n/n, n.

nasalité, commencée

/ n / se d é f i n i t c o m m e n a s a l e vélaire

- 61

-

20. Le p h o n è m e /ndz/.

Son identité suivants s

phonologique

ressort

des

rapprochements

h-/k-h/-k
, 1

s hiia
.

"chant"

/ kira
, t.

"piège à "nous

poissons" inclusif"

s atsiha

" s a i s o n de l ' a n n é e / a t s i k a sakalava" / sira / sasa que"
/ ' / '

h-/s-h/-s -h/zéro h-/ng/

/

s hira s saha
'

*

"chant" "possédée" "de p e u r

"sel" "lavÈ'!" "citron" illustrer

s tsoha

/ tsoa

s nous n'avons cette

pas trouvé

de p a i r e p o u r

opposition. "affixe" » / manga

-h/-ng

i s maha

.

"bleu"

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / h / se r é a l i s e

c o m m e une

laryngale, est

c o n t i n u e , s o u r d e , n o n n a s a l e . On ne l ' e n t e n d en c o n t a c t médiane a v e c un p h o n è m e vocalique

que quand elle initiale ou

en p o s i t i o n

5 il n ' e x i s t e

p a s de g r o u p e m e n t

h + c o n s o n n e , / h / ne à zéro

se

rencontre

j a m a i s en p o s i t i o n sa f o n c t i o n

f i n a l e . On p e u t l ' o p p o s e r distinctive. Nous

ce q u i c o n f i r m e réalisation

avons noté que des

la

p l u s ou m o i n s s o u t e n u e

de / h / d é p e n d a i t

inforsont

m a t e u r s . De p l u s , q u a n d des variantes libres

il n ' y a p a s a m b i g u ï t é , / h / e t / k / 1 i, s keli = heli "petit".

/ h / se d é f i n i t

comme laryngale continue non n a s a l e

s h/s s h/k, g s h/ng.

- 62 -

II. LES

VOYELLES

1• L e p h o n è m e

/i/.

Son identité suivants s i s ila

phonologique

ressort

des

rapprochements

i-/e-i/-e i-/u-

"désir"

/ ela

"longtemps" (français) pour illustrer

i s diti "glue" s nous cette n'avons pas

i / di+s "thé" trouvé

de p a i r e

opposition. "être sucré,/ mamu "être ivre" (neutre)

-i/-u

s mami

doux" i mamangi

(neutre) i "visiter" / mamangu "battre" (neutre)

(neutre) i-/os nous n'avons pas trouvé cette -i/-o s nisi opposition. "avoir, être" (accompli) kila , -ia/-oa i-/a-i/-a ' s riaka s ila
'

de p a i r e

pour

illustrer

/ nosi

"île"

"chaque" "vague"

/ kola / , ' roaka

,

'

"chauve" "chassé" "forêt" "compagne "marcher de à roi" quatre

"désir" "laissé" "commander" (neutre)

/ âla

s ambila mandidi

/ ambala / mandadi

pattes"

(neutre)

- 63 -

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / i / se r é a l i s e non a r r o n d i e voyelle et d ' a p e r t u r e

comme

une

voyelle

d'avant, de

m i n i m a l e . I l n ' y a p a s en s a k a l a v a toutes les voyelles et se

nasale

phonologique, mais

trouvent

nasalisées

au c o n t a c t Exemples

des c o n s o n n e s § _imbu i sambu
i-j

nasales "odeur

mi-nasales.

mauvaise"

"bateau" "pakistanais" i "roi" "éventail"

indi

ampandzaka fihimpa

Nous

avons

aussi noté les

réalisations

suivantes s

a) / i /

net absolue accentuée s izi 2 ninu "il" "qu

- à l'initiale - en s y l l a b e

accentuée très léger inaccentuée

b) / i / exponentiel - en finale

absolue

1 i s iz "il"

Durant dans la d i r e c t i o n

la r é a l i s a t i o n dur

de / i / , l a l a n g u e

articule est

du p a l a i s

; la p o s i t i o n initiale

de la l a n g u e

haute, /i/ apparaît

en p o s i t i o n

et est r é a l i s é s "désir" = "oui" icv

- / i / devant - / y / devant

consonne voyelle

s ila s ya

= yv

/ i / en p o s i t i o n / y / d a n s la succession Exemples

interconsonnantique

est

réalisé

c + i + v + c + v . s myasa myaka myala "travailler" "cueillir" "quitter" (neutre) (neutre) (neutre).

- 64 -

/ i / en p o s i t i o n /y/ s viv = vyv. Exemple-

intervocalique

est

souvent

réalisé

I • . •/a " o ù "

<'

! aia

E n f i n , en f i n a l e , l a s u c c e s s i o n /vy/ ; on n o t e /i/. i Exemples s mei "brûlant" est dans ce c a s u n e l é g è r e

u + i est de l a

réalisée voyelle

fermeture

précédant

/ ' / réalisé destin" /mty/ est réalisé /mivty/ /mahanuy/

mahamei mivei

"mauvais

"pagayer"

est réalisé

vélaire

c o n s t a t e , d ' a u t r e p a r t , q u e / i / p a l a t a l i s e la i / ' / le p r é c é d a n t s v u k i " r a s s a s i é " e s t r é a l i s é / v u k y i / ; u n se d é v e l o p p e entre la c o n s o n n e vélaire et /i/.

On

l é g e r / y / de l i a i s o n

- 65 -

2• Le p h o n è m e

/e/.

L'identité suivants s

phonologique

de / e / r e s s o r t

des

rapprochements

-/ e/ - / u-

s s

cf. supra c f . supra

1. 1. t r o u v é de p a i r e pour illustrer cette

î nous n'avons pas
opposition.

-u

i rebaka
i veri lelu

»•

"mort"

/ / / pour /

/ t rubaka , i vuri
1

"cassé"

"perdu" "morve"

"réuni" "fantôme,

/

lulu ko

esprit" possessif sing.)

-0

s ke

"exclamation les

"mon"

(pronom 1ère

ponctuer meti -a ei/ - a i e / -a
!

phrases" (neutre) / / / /

"pouvoir"

,
/ ,

pers.

i moti ala

"morceau" "forêti; liane" de mer"

s ela " l o n g t e m p s " s s vei "pagaie" fènu "plein" • i mesu "couteau"
! .

i vai "veine, i fanu "tortue "oeil"

/ i / masu

Description

phonétique.

Le p h o n è m e / e / arrondie^d'aperture n'importe sonnes quel point citées

se r é a l i s e ; il est

comme

une voyelle

d'avant,non en

moyenne

susceptible

d'apparaître des con-

du m o t . Il se m o d i f i e ci-dessus nasal. à propos

au c o n t a c t

nasales

de / i /

( c f . p a r a g r a p h e 1) ;

il e s t a l o r s r é a l i s é

- 66 -

Nous avons se t r o u v e degré

noté

que

dans

la

succession /e/ + /i/, d'avant de

/e/

réalisé /i/ devenant

une voyelle

troisième

d'aperture % Exemples s v î.y " p a g a i e " l£y "voile, moustiquaire" "C. i vei i lei

Le m ê m e

p h é n o m è n e se p r o d u i t d e v a n t la v o y e l l e / a / s , i i l a " l o n g t e m p s , é l o i g n é d a n s le t e m p s " ela i miva "en b o n n e conforme , santé à l'ordre ^ \ rituel"(vocabulaire ' meva monarchique)

- 67 -

3 • Le p h o n e m e

/u

Son vantes s

identité

phonologique

ressort

des oppositions

sui-

u-/i-u/-i u-/e /

cf . s u p r a cf. supra cf. supra cf. supra

1. 1. 2. 2. la r a r e t é de de / o / à l ' i n i t i a l e , il ne n o u s de p a i r e pour illustrer a

-u/ - e étant donné u -/o pas été possible cette - u/- o -ua/oa u-/'a-u/-a luku i vua i uvi fu
4

trouver

opposition. "cire / atteint" / / loku tsoa "poisson" "citron" (neutre)

"touché,

avi "venir" fa , i "mais" "tresse "cassé"

"igname" "seulement"

/ /

tali

de

cheveux"

tuli vuki

"revenu" "rassasié" phonétique.

/ , vi k i a

Description

Le p h o n è m e / u /

se r é a l i s e

comme

une voyelle

postérieure, toutes lus

arrondie, orale, d'aperture positions rentes à l'intérieur

m i n i m a l e . Il a p p a r a î t

dans

du m o t . Il e s t r é a l i s é s

de m a n i è r e

diffé-

selon

les contextes

- 68 -

a) Variante / w / s - e n t r e c o n s o n n e et v o y e l l e s i , fwetri "nombril" fuetri i makuja "descendants d'esclaves" 1 • ' vwei "caïman" V vuei namua i hwe
.1,

, \

' makua ! namua

"être "dire"

en f l e u r s "

(accompli) i (accompli) hue

- entre voyelle

et v o y e l l e î la r é a l i s a t i o n taluua (de talûha

nous avons noté " a u t r e f o i s " ),

b) Variante / u / écho s - en f i n a l e têl vàl
U

absolue "trois" "huit"

inaccentuéc s

U

- en f i n a l e a b s o l u e a c c e n t u é e s U N zio "démonstratif s ce...la"

c) Variante / u / devant les c o n s o n n e s manunga mu,mba
j

nasales

s

"monter" "au s u j e t

(neutre) de"

d) V a r i a n t e

/u/

- à l'initiale accentuée s i ulu " p e r s o n n e s , gens" - en f i n a l e i amrotelu - entre absolue "à e u x accentuée trois" :

c et c s accentuée Î mudi "revenir" s amvudin (neutre) de"

. en p o s i t i o n . en p o s i t i o n - entre
t

inaccentuée

"au p i e d

c e t v en p o s i t i o n "court,trapu".

accentuée s

fuiki

- 69 -

4 . Le p h o n è m e

/•/.

Son suivants

identité

phonologique

ressort

des

rapprochements

0-/i-o/-i o-/e-o/-e o-/u-o/-u o-/a-

î
s

C f . c f . C f . C f . c f . c f .

supra supra

1 . 1 .

«

supra 2 . supra supra supra 2. 3. 3.

5 0

étant

donné de t r o u v e r de p a i r e pour illustrer

pas été p o s s i b l e / i -o/-a

cette opposition. / s vola "argent" / » / godra "boue" /

i vala "enclos" i ciadra " e n f e r m é .

prisonnier"

Description

phonétiq

Le p h o n è m e / • / postérieure n'importe selon arrondie

se r é a l i s e

en s a k a l a v a

comme

une

voyelle en

et d'aperture

m o y e n n e . Il p e u t a p p a r a î t r e de m a n i è r e

quel point

du m o t . / o / se r é a l i s e ; nous avons noté

différente

les contextes

les v a r i a n t e s

suivantes á

a ) V a r i a n t e /-,,/ - dans la s u c c e s s i o n mi-va mi^hatra i + o + a ou o + h + a s

"changer" "imiter"

(neutre) (neutre)

- e t d a n s la s u c c e s s i o n o + c + i s i Ddi "puis-je entrer ?" b ) V a r i a n t e /'o/ d e v a n t toni hô/iku "arbre les consonnes dj3nku nasales "peut-etre"

sacré"

"palétuvier"

- 70 -

5 . Le p h o n è m e

/a/.

Son identité suivantes s

phonologique

ressort

des

oppositions

a-/i-a/-i a-/e-a/-e a-/u-a/-u a-/o-a/-o
/ .

s s s s s s s s

cf. supra cf. supra cf. supra

1 1 2

cf. supra 2 c f . supra cf. supra 3 3

cf. supra 4 cf. supra 4

Description

phonétique.

L e p h o n è m e / a / se r é a l i s e non a r r o n d i e , n e u t r e , d ' a p e r t u r e dans toutes les positions réalisations

comme

une

voyelle trouve

centrales ce phonème noté

m a x i m a l e . On

à l'intérieur de / a / s celui-ci une

du m o t . (Mous a v o n s

différentes - devant

le p h o n è m e / n / q u a n d se r é a l i s e comme

se t r o u v e

en

position non arrondie

finale, /a/

voyelle t sorani t dikani

d'arrière

et d ' a p e r t u r e

moyenne s i sornn "visage" < ! diknn "parole" v dans

- / a / est devant

nasalisé toutes
i.

la s u c c e s s i o n nasales

-a + n- e t p l u s et m i - n a s a l e s s

généralement

lus consonnes lamba henanu "linge" "faire"

(virtuel)

- 71

-

III. DEFINITION

ET

CLASSEMENT

DES

PHONEMES.

1. Les

consonnes,

a)

Définition,

/p/

sourd bi-labial non oral continu

p/'b p/t p/f p/m

/b/

sonore bi-labial non nas al non continu

b/p b/\j, d b/m b/f

/'mp/

mi-nasal mi-oral sourd

mp/p mp/m mp/mb

/mb/

mi-nasal mi-oral sonore

mb/b mb/m mb/mp

/m/

bi-labial nasal non continu

m/n m/b m/f

/f/

sourd labio-dental oral total continu

f/v f/t f/m f/p

/\/ i

sonore labio-dental continu

u/f v/b, d u/f

sourd non continu

t/d t/1 t/s, f t/n

apical non nasal

- 72 -

/d/

sonore non non continu vibrant

d/t d/1 d/r d/z d/n

/n t/

mi-nasal mi-oral sourd apical

nt/t nt/n nt/nd nt/mb

ap i c a l non nasal

/nd/

mi-nasal mi-oral apical sonore

nd/d nd/n nd/mb nd/nt

/n/

nasal non c o n t i n u non vibrant apical

n/t, d n/l n/r n/fi, m

/l/

continu apical non non vibrant nasal

l/t, d 1/f 1/r 1/n l / t , d,n , r

vibrant non nasal

r/1 r / n , nd r/t, d

lâche

latéral

sourd tendu non nasal

s/z s/V s/n s/t

A/

sonore apico-alvéolaire non nasal tendu

a/s z/d z/n z/v

apico-alvéolaire

/ts/

affriquée sourd

ts/t, s ts/dz

/dz/

affriquée sonore non nasal

dz/'z, d dz/ts, s dz/n

- 73 -

/nts/

affriquée mi-nasal sourd

nts/t nts/n » n, n nts/ndz

/n/

nasal

total

n/nd ^ / n/ n , n ndz/d ndz/fi, ndz/nts dr/d dr/m dr/t dr/f

palatal /ndz/ affriquée mi-nasal sonore

/tr/

rétroflexe oral sourd

tr/t tr/m tr/v

/dr/

rétrofluxe oral sonore apical

/ntr/

rétroflexe mi-nasal sourd

ntr/nt ntr/tr ntr/nd

/ ndr/

rétroflexe mi-nasal sonore

ndr/d ndr/dr ndr/1

M

postérieur sourd non nasal

k/s k/g k/ng k/s, t

/g/

sonore oral total

g/k g/ng g/d

vélaire

vélaire

/nk/

mi-nasal vélaire sourd

nk/k nk/nt nk/ng

/ng/

vélaire mi-nasal sonore

ng/nd ng/g, k ng/nk

nasal vélaire

n/g, k n/n, n

/h/

laryngal continu non n a s a l

h/s h/k, g h/ng

- 74

-

b) Les phonèmes

consonnantiques

se g r o u p e n t

en

séries

1. sourdes 2 . sonores 3. mi-nasales 4. nasales 5. continues 6 . vibrantes

; ;

p, f, t, b9 v, d,

s, tr, ts, k z, dr, dz, g n t s , n d z , n k , ng

• mp , m b , n t , n d , n t r , n d r , j s m, n, n, n s 1, h

s r.

c) D'autre

p a r t , on p e u t

établir

les ordres

suivants s

1. bi-labiales 2. labio-dentales 3. apicales 4. alvéo-palatales 5. vélaires

s p, b, mp, mb, m g f, v s t, d, nt, nd, n, 1, r, s, z, t r , s ts, dz, nts, ndz, n s k, g, nk, ng, n s h. dr, ntr, ndr

6 . Iarynga5.es

Ce c l a s s e m e n t

permet

de d r e s s e r

le t a b l e a u

suivant s

bilabiolab. dent.

APICALES dent. t d nt nd n
1

(1)

a 1 v é o 1. s z

rétro. tr dr ntr
ndr

alv éopalat.

vél.

lsr.

Sourdes Sonores
mi-

P b mp mb m

f v

ts dz nts ndz fi

k 9
nK

nasales Nasales Continues Vibrantes

ng n
h

r

(1) L ' o r d r e des a p i c a l e s et l e s r é t r o f l e x e s .

comprend

les d e n t a l e s , les

alvéolaires

- 75 -

d) Les

combinaisons

de

consonnes.

( 1 ) • _LeiL £ ° Il n o u s dus consonnes a semblé u t i l e de p r é s e n t e r e t en les tableaux

à l'initiale, a 1'intervocalique

finale.

Initiale

bi. lab. Sourdes Sonores Mi-nasales Nasales Continues Vibrantes P b (mb) m

labio dent. f v t d

APICALES s 2 (tr) (dr)

alvéopalat. ts dz

vél.
k

lar.

9 (ng)

n 1 r

(n) h

Intervocalique

bi. lab. Sourdes Sonores Mi-nasales Nasales Continues Vibrantes P b mp mb m

labio. dent. f v t d nt nd n

APICALES s z tr dr (ntr) ndr

alvéopalat. ts dz nts ndz n

vél. k 9 nk ng n

lar.

1 r

h

- 76 -

-

Finale le t a b l e a u des consonnes est très réduit s

En^finale

bi. lab. Sourdes Sonores Mi-nasales Nasales Continues Vibrantes (m)

labiodent.

APICALES

alvéopalat.

vél „

lar •

n

(n)

COMMENTAIRE

DES

TABLEAUX

Ces (les

tableaux

font apparaître une basse

clairement fréquence),

les

fréquences

parenthèses - Tableau

indiquent

des consonnes

initiales s que dans que car dix signes dans Le

Le p h o n è m e / t r / n ' a p p a r a î t notre

c o r p u s . Le p h o n è m e / d r / n ' a p p a r a î t entre parenthèses

dans 6 signes. il a p p a r a î t

phonème / m b / a été noté fréquemment des emprunts a t /h/ s o n t blement des à l'initiale au s w a h i l i

assez

dans des mots qui sont très s mbuzi

probablement /ng/ proba-

"râpe à coco". Les phonèmes dans des signes qui sont

attestés

très rarement

emprunts. des consonnes interuocaliques que s l'on rencontre le

- Tableau

C ' e s t en p o s i t i o n maximum tiques). - Tableau de p h o n è m e s

intervocalique sakalava

du d i a l e c t e

(31

phonèmes

consonnan-

des consonnes

finales % puisque seuls trois des phonèmes consonnes

Il e s t e x t r ê m e m e n t sont attestés nasales. en p o s i t i o n

réduit

finale

s trois

sur quatre

- 77 ( 2 ) . L,8_s combina_i_so_ns_de e_s di_s y 1 ab e_s .

£h£n^m£s_c£n_s0_nn_ant.i_gu_es_d i an i 3

z f P f i t s > ts tr ! k J b | v J d { d z |dr 9 mn n t n t s n t r i t i i •

nk [mb nd n d z | n d r

ng »
• •

n

n 1
X

h

rj
X

p

x .[x ,
X X

X | . ! X X

X

x M hX î•! • 1 • ! x
X

°

x
X

. } •
• •

.

f t s ts tr k b
u X X

X

. x x
x X X X

X

X

X

X

X

«

X

X

X
X

X

X

X

.

X

X

X

X

X
X

x
# •

x

X

X

X

X

X

X

X

X

X

.

X

X

X

X

X

X

X

X

X

x

<

X

X

X

X

X

X

..
X X . X

.

X

X

X

.

.

.

X

»

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

»

X

«

X
X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

x

X

X

X

X

X

X

X

X

X X
«

.

X

X

X
X

.

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

d z dz dr 9 mp nt nts ntr nk mb nd ndz ndr
ncj

X

X

»

X

X

X

»

- •

»

X

»

*

X

X

X

X

X

X
X

X

X

X

X

»

X

X

.

X

X

X

X

X

»

X

X

X

X

X

X

.

X

X

.

X

X

X

*

X

X

X

.
X

X

X

.

X

X

X

X

X

X

X

.

X

.

X

.

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

m

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

n X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

- 78 -

{p}f|t|s}ts;tr;k;b;v}d;z;dz|dr j g »mp;nt;nts|ntr;nk}mb{nd < ndz}ndr|ng{m jn}n}n}1}h}r) n n
1

X

X

X

X

.
• •

.
. X

c

. .
• •

X

.

X

X

X

X

. . .
X . X X

»

.
X

.
• •

X

.
• •

X X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

h

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X
X

X

X

X

X

X

X

r

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

X

.

X

X

X

X

X

X

X

X

X

Combinaison

de c o n s o n n e s

s tableau inscrites

(suite) verticalement occupent la

(Les c o n s o n n e s première talement position

d a n s le d i s s y l l a b e , c e l l e s position).

inscrites

horizon-

s o n t en s e c o n d e

- 79 -

( 3 ) • Le_s £r£U£e_s ,de_con_so_nnes

I l s ne seuls groupes existant

sont pas attestés seraient

dans notre

corpus, + sonore

les ou

les g r o u p e s (nasale

sourde), l e s a f f r i q u é e s , l e s r é t r o f l e x e s ci-dessus d a n s le c a d r e

et les v é l a i r e s des phonèmes par des

examinés consondi-

d e la p r é s e n t a t i o n représentés par

nantiquss. Ces groupes graphes comme o n t un s t a t u t

commodité

phonologique

et doivent

être

considérés de 4e consonnes

des phonèmes

u n i q u e s . C e p e n d a n t , des groupes

sont

attestés

dans certains

c a s de d é t e r m i n a t i o n du c o m p o s é

et/composition par une de la

lorsque voyelle

le p r e m i e r nasale

des termes

est terminé

s _n, q u i e s t , o n l e v e r r a génitif. Par exemple "maison "maison "plante "pied "femme de

l o r s de l ' é t u d e

g r a m m a i r e , lo

tràraurv-vualavu trânun-tséiki lámban-víti vudin-kakâzu
( i vadin-zama

du

rat" (utérus)

de l ' e n f a n t " du pied"

l'arbre" l'oncle" de D i e u " (plantes non cultivées).

de

tsâbun-dzanahâri

"culture

Dans fonctionnent comme

tous

ces e x e m p l e s , les groupes frontière de

de

consonnes

témoins d'une

"mots".

- 80 -

2• L e s

voyelles

i) D é f i n i t i o n .

/i/ aperture non

minimale

i/e i/u

/ u / aperture arrondie

minimale

u/o u/i

arrondie

antérieure

postérieure

e/

aperture non

moyenne

e/i, a e/o

/ 0 / aperture arrondie

moyenne

o/u, o/e

arrondie

antérieure

postérieure

a/ a p e r t u r e

maximale

a/e, o a/i, u

sans arrondissement antérieure.

b) Les

voyelles

peuvent être minimale moyenne maximale

rangées

en t r o i s

séries s

a - aperture b - aperture c - aperture

s i, u s e, 0 s a

c ) On a u r a

les ordres

suivants s

- arrondies - non arrondies

s u, o s i, e s a

- neutre

Ce c l a s s e m e n t

nous

permet i

d'établir u e 0 a

un t a b l e a u

des voyelles s

- 81

-

d) Combinaison

de

voyelles.

L_q_s £ o j s i . t i o n s

i. A l'initiale Toutes position. /i/ /u/ /o/ apparaît apparaît est dans dans 20 10 les

s sont attestées dans cette

voyelles

signes. signes. ; il est attesté dans 4 signes

très rare

a l'initiale

seulement. /e/ /a/ apparaît est très dans 12 signes. en p o s i t i o n initiale s il apparaît

fréquent

dans 137 signes.

i i . Le m i l i e u De sont attestées dans très

dm

signe

s combinaisons ; les de voyelles que nous

nombreuses du du CuCe

le m i l i e u sont

signe type s

seules

n'ayons

pas rencontrées CoCe

et CeCo C'est-à-dire voyelles dans le cas CuCo. de C o C e e t C e C o , la c o m b i n a i s o n dont l'une de deux postéde

orales

d'aperture non

moyenne

est arrondie le cas

r i e u r e , et l'autre

arrondie

et a n t é r i e u r e . D a n s une voyelle orale

C u c e , il y a i n c o m p a t i b i l i t é minimale moyenne q u i ne arrondie non soit

entre

d'aperture d'aperture combinaison des deux est

et p o s t é r i e u r e / u /

et une

voyelle dernière est mais celle dont

arrondie pas

et a n t é r i e u r e / e / . La dans notre corpus

attestée

voyelles /u/

et / o / ,

tout,33 d e u x

arrondies

l'une

- 82 -

d'aperture rencontre dans notre

moyenne

et l'autre que CoCu

d'aperture est attesté

minimale bien

s CuCo ne

se

pas, alors corpus.

que peu

fréquent

Le combinaisons premier

tableau

suivant

dresse

lus possibilités

de le

des voyelles

(les signes

+ et - m a r q u e n t , dans

cas les c o m b i n a i s o n s

a t t e s t é e s , et d a n s le s e c o n d ; les parenthèses

cas,

les incompatibilités une basse fréquence) s

de c o m b i n a i s o n s

indiquent

Ci Ci Ce Cu Co Ca
+ +
+

Ce
+

Cu

Co

Ca
+

-

(+) ~

(+) (+)
-

+
+

+ + +

+
*

-

+

(+)

+

(O

+

i i i . En

finale

s sont très attestées en position dans dans cette

Toutes finale

les v o y e l l e s

s / a / , / i / et / u / a p p a r a i s s e n t

fréquemment

p o s i t i o n , le p h o n è m e / e / , e t s u r t o u t / o / , s o n t a t t e s t é s quelques signes seulement.

k e _s £rou£e_s cie_V£y e_lles_ Des successions l ' i n i t i a l e , en p o s i t i o n tableaux yelles suivants de v o y e l l e s se r e n c o n t r e n t e t en finale. de à

interconsonnantique

Les vo-

illustrent dans notre

les combinaisons corpus à partir

possibles

rencontrées

de i , e , a , o , u é i+u...

Nous envisageons

les

successions

i+i, i+e, i+a, i+o,

- 83 -

Les

tableaux

présentés vocaliques attestés

rendent

compte, d'une et, d'autre corpus.

part

de

l'existence qui

des groupes ne s o n t

rencontrés dans notre

p a r t , de c e u x

jamais

(Pour

la

réalisation II.1

des groupes

(u + v ) e t

(i+v), cf.

ci-dessus /u/).

paragraphe

le p h o n è m e / i / et

I I . 3 , le p h o n è m e

i i
-

e
+

a
+

o
+

u
+

/ i / n e p e u t se c o m b i n e r lui-même.

avec

(ie)

(ia)

(io)

(iu)

e e
+

a
+

0

u
+

-

-

/e/ avec

ne p e u t

se c o m b i n e r

ni vo/'o/.

l u i - m ê m e , n i a v e c la d'aperture moyenne

(ei)

(ea)

(eu)

yelle

i a
+

e
+

a

0
+

u
+

-

/ a / n e se c o m b i n e lui-même.

pas

avec

(ai)

(ae)

(ao) (au)

i 0
+

e

a
+

0

u / o / n e se c o m b i n e même ni avec ni avec lui-

-

-

-

la v o y e l l e

d'aper la

(ûi)

(oa)

ture m o y e n n e / e / , ni avec voyelle postérieure /u/.

i u
+

e
+

a
+

0 _

u _ / u / n e se c o m b i n e même ni avec ni avec lui-

la v o y e l l e

/o/.

(ui)

(UG)

(ua)

- 84 -

Il e x i s t e comprendre naisons jusqu'à trois

des groupes

de v o y e l l e s

pouvant combi-

voyelles

successives justifier

mais ces une s

sont

trop peu a t t e s t é e s ; on r e n c o n t r e "où"

pour

présentation

en t a b l e a u x

les g r o u p e s /~uei_7

suivants s vuei

aia_J7 s a i a

"crocodile"

- 85 I^BLEAUX_ANNEXES_AU_ÇHAPITRE I. POURCENTAGE DE P H O N E M E S POUR LES MOTS
=

-

I = S ; _PHO CONSONiANTIQUE

A INITIALE

INITIALES 1er P b mp mb m f
! u t

INTERNES Syl labe 1,46% 3,21 0,55 2,09 3,77 2,86 4,26 4,26 3,28 1 ,53 0,34 1 ,39 6,91 4,19 2,58 9,85 > > 1 ,81 > 1 ,32 J> 0 , 5 5 0,48 3,35 - 7,54 0,62 0,20 1,18 1 6,21 0,41 > > "0,55 2 ,44 > 8,17 2,44 2e S y l l a b e 10 — , 1 , 1 1 % 4,11 37 1,11 10 16 1 ,77 5,89 53 2,89 26 46 5,11 7,78 70 2,22 20 1 ,22 11 2,22 20 6,89 62 65 > 7,2 3 4,22 38 2,22 20 > 95 > 1 0 , 5 6 2,66 24 > 0,55 5 > 3 0,33 0,88 8 1 ,22 11 2,11 19 1 ,11 10 0,33 3 2,55 23 6,34 57 0,66 6 -y 0,44 4 2 18 4,22 38 7,89 71 899 3e Sy 11. be 6 15 2 9 14 11 25 21 18 5 4 15 31 4 12 1 ,89 % 4,73 0 , 63 2,83 4,41 > 3,47 7,88 > 6 , 62 5,67 1 ,57 -1 ,26 4,73 > 9,77 1,26 3,78 11,98 9 2,83 3 0,94 1 0,31 2 > 0,63 2 0,63 5 1 ,57 1 0,31 > 2,52 5,67 4,10 0,63 1 ,57 1 ,26 4,41 4e Syllabe 5e S y l l a b e

FINALES

d nt nd n 1 s z r ts dz nts ndz n tr dr ntr ndz k g nk n h Totaux

33 60 0 5 41 6 1 22 84 1 34 47 0 G 27 86 97 27 79 35 22 2 0 0 14 7 0 2 109 18 0 4 2 53 14 85

2,22 4,04 0,33 2 8 s L! 1 8,21 5 , 65 9,02 3,15

%

-

• >

1 ,81 5,79 6,53 1 ,81 5 j 31 2,35 1 ,48 0,13

;

0,94 0,47 0,13 7,34 1 ,21

0,13 3,56

21 46 8 30 54 41 61 61 47 22 5 20 99 60 37 141 26 19 8 7 48 108 9 3 17 232 6 8 35 117 35 1431

2 >

4,25

%
1 1 >
?

2 > 2 > 5 > 1 >

4,25 4,25 10,63 2,12

3,84 3,84

%

1 > 25

%

2 2 3 2 8 1

>' 4 , 2 5 > 4,25 ^ 6,38 >- 4 , 2 5 > 17,02 > 2,12

10 > 1 > 25 1 > 25 1 >

38,46

3,84

8 18 13 2 5 4 14 31 7

3 1 ^ 3 4 r Q > 47

6,38 2,12 6,38 8,51 12,76 1 > 25 13 > 4 26 50

- 86 b. POURCENTAGE DE V O Y E L L E S DE P H O N E M E S DANS LES VOCALIQUES POSITIONS ET DE GROUPES ET FINALE. DEUX s INTERNE

~~ïêr "Syllabe a e i 0 u ue iu ei au ia ai oa ua ao ui io ie eu oi ae ea 681 117 305 97 1 60 - > 7 0 9 0 21 > 4 7 9 5 0 8 0 0 0 1 0 1431 0,07
/
—• • >

2e"" S y ï ï â b ë 395 90 43,07 %

INTERNES 3ê_Syïîâbë 150 27 > 60 ; : 18 > 54 > C 0 1 C 0,30 4 6,15 8,30 10,46 5,53 16,61 %

4e" "Syïïâbë"" 2 5 .> 5 3 , 2 0 6 12,78 %

~"5ë" S y ï ï a b e 2 0 1 '• 1 25 25 - 50 %

FINALES

47,58 % 8,17 21 ,31 6,77 11,18 0,48

549 19 > 489 45 254 3
-•

36,96 1 ,28 32,92 3,03 17,10 0,20 0 , 67 1 ,81

%

s

9,81

1 78 > 1 9 , 4 1 50 142 7 1
-

5 > 10,63 1 10 2,12 > 21 ,27

> >

5,45 15,48 0,76 0,10 1 ,19

A

10 27 0

0,63

11 0

>

1 ,46 0,28 0,49

18 0 5 9 0 4

>

1 ,96

10 > 0

3,0 7

19 14
-

1,28 0,94 0,06 > 1 ,07 0,27 0,13 0,13 0,06 0,13
/

> >
y'

0,65 0,98 0,43
-

1 4 > 0 0 0 0 0 0 0

0,30 1,23

1 16 4 2 2 1 2 2 0 0 47 4 1459

y y

0,63 0,34

y S

0,56

0 5 0 0 0 1 917 0,10
-

0,54

0,13 0 0

0 325

- 87 II. POURCENTAGE l/OCALIQUE. a. Pourcentage de v o y e l l e s dans las trois et positions DE P H O N E M E S POUR LES MOTS A INITIALE

initiale, intermédiaire

finale

Position initiale a e i 0 u ue iu ei au ia ai oa ua ao iu io ie eu oi ae ea aia 1 37 > 7 0 , 9 8 12> 6,21

Position Syllabe 1

intermédiaire Syllabe 2 Syll . 3 5 > 50 0 4 > 40 0 1 10 Position finale

% %
%

60 > 4 6 , 5 1 /o 9 > 6,97 31 > 2 4 , 0 3 6 > 4,65 1 2 > 9,30 0

22 > 4 5 , 8 3 % 6 > 1 2 ,5 8>16,66 4 > 4 > 0 0 0 0 8,33 8,33

% % %

69 > 35 ,75 0 60 > 31 5 > 2 ,60

%

%
%

2 0 > 1 0 , 3 6 0/ /0 4 > 2,07 10> 0 1 ^ 0,51 1 > 0,51 1,03 1 ,03 5,18

%
% % % % %

% %

% % % % %
%

41 > 21 ,24 1 > 3 > 4 > 0 0 ,51 1 ,57 2 ,09

0 3 .> 2 , 3 2 % . 0 6 > 4,65 0

2y
2? 0 1 ; 0

%
%

2,> 0 0 2 > 0 0 0 0 0 0

4,16

2 >

1 ,03 % %

2 > 1 ,03

0,51

1 > 0,77 0

4,16

1 > 0,51 0
f

%

0 0 0 0

J

0 1 > 0,51 0 0 0 1 > 0,51 193

%

0 0 1> 0 0,77

%

0 0 0

!
!

%

0 129

:

48

10

1 87

f

- 88

b. Pourcentage

de c o n s o n n e s i n te rmádiaire

dans les deux positions s et finale

Syllabe 1

Position intermédiaire Syllabe 3 Syllabe 2

Syllabe

4

Position finale

P b mp mb m f v t d nt nd n 1 s z r ts dz nts ndz n tr dr ntr ndr k g nk ng n h

1 > 0,53 2 > 1 ,07 26>13,97 9 > 4,83 7 > 3,76 6 > 3,22 7> 3,76

% 6 > 4,8 1 .> 0 , 8 4 > 3,2 3 > 2,4 3 > 2,4 8>- 6 , 4 7 > 5, 6 6 .> 4 , 8 0 1>0,8 1 0 •> 8 6 > 4,8 6> 4,8 0,8 1 8 > 14,4 2 > 1 ,6 1 > 0,8 0,8 1 > 0,8 3 > 2,4 6 i» 4 , 8 0 1> 0,8 2 > 1,6 1 4 > 11,2 1 > 0,8 1 > 0,8 2> 1, 6 4 > 3,2
6?

%

2~>

4,34

%

2 > 4,34 2 > 4,34 1 > 2,17 1 > 10 %

7 > 3,76 10 > 5,37 10 > 5 , 3 7 3 > 1 ,61 7 > 3,76 11 > 5 , 9 1 7 > 3,76 7 > 3,76 16 > 8 , 6 0 1 > 0,53 1 > 0,53 7 > 3,80 2 > 1 , 07 5 > 2,70 1 > 0,5 3 0 0 7 > 3,76 6 > 3,22 0 9 > 4 , B3 6 > 3,22 4 > 2 ,1 5 1 > 0,53 1 86

1>

2,17

7>15,21 5i10,86 2 4,34 1 ^ 10

5>

8 3,33

%

4 > 8,69 1> 2,17

1 >

10

!

2 ' • 4 , 34 2 .> 4 , 34 2 > 20

1>

2,17 4 > 40

6 > 13,05

2 > 4,34 3 > 6,52 3/ 46 6,52 10 6 1 > 10 1 > 1 6,66

4,8

125

- 89

-

ELEMENTS

POUR

UNE

GRAMMAIRE

- 90 -

L'étude sous t r o i s

de

la ;

grammaire on

sakalava sous le

du

Nord :

est

présentée

t i t r e s

étudiera

t i t r e

A

-

MORPHOLOGIE . . la

ET

SYNTHEMATIQUE verbale de formation

morphologie

certains

procédés et

(dérivation

composition)

B

-

SYNTAGMATIQUE . les

divftss

types

d'expansion

secondaire

C

-

ENQNCEMATIQUE . eux dans • les les types de rapports les qui l i e n t et les entre syntagmes

monèmes,

synthèmes

l'énoncé Ces mêmes

simple types de rapports dans l'énoncé

eomplexe.

- 91 -

A

-

MORPHOLOGIE

ET

SYNTHEMATIQUE

Sommaire

1...9.

La

morphologie

verbale

10.

La

d é r i v a t i o n

verbale

11,

La

dérivation a. b. dérivation dérivation

nominale par par a f f i x a t i o n détermination

12»

La

dérivation a. b.

par

redoublement p a r t i e l t o t a l

redoublement redoublement

13»

La a. b.

composition composition composition par redoublement d i f f é r e n t s

d'éléments

- 92

-

1.

La

morphologie

verbale

Les terme se

monèmes c e l u i t

de de i l

cette

catégorie ; le

seront

désignés central qui

d'un du verbal

classique,

verbaux est le

caractère de

v é r i f i e

aisément un énoncé

seul

type

monème

puisse

constituer

minimum.

Pour verbal morphe dans la en

décrire i l

les est

diverses

étapes de

de

la

formation un

du

sakalava, (1)

nécessaire

postuler pas CVCV sous (la

Radical l i b r e fréquemment CVCVCV ou

(*R.m.)

inaccentué de

n ' e x i s t a n t la forme

forme plus CVV,

langue, généralement mais qui peut

attestée) VCV.

prendre

aussi

les

formes

Exemples

s

*hita * t u p i *zaha *hei *malu *vangu * i l a *udi *leha

*
Le radical la > *R.m. lexème

anbila
est obtenu par l'accentuation du Radical morphe

selon

formule

t

t

+

=

R.L.

(1)

Tous

les

radicaux pas

précédés forme

de

*

qui dans

seront la

cités

par

la

suite

n ' e x i s t e n t

sous

l i b r e

langue.

- 93 -

Le

radical

lexème

peut

être

nominal

ou

a d j e c t i v a l

(1)

:

h i t a
t

"vu" "lancé"

vangu i l a

"coup" "désir" "revenu"

t u p i

i

i

zaha "regardé" ! hei "su, connu"

udi

i

i

leha

i

"pas" "laissé"

malu

"jugement"

ambila

Le de

radical i a) )

lexème au

actualisé lexème

*(R.L.a.) quand ce

est

formé est

par à

p r é f i x a t i o n i n i t i a l e

radical

dernier

consonnantique i l commence par

(2) une

et

en

préfixant selon la

au

radical s

lexème

quand

voyelle

formule

i-

/

a-

+

R.L.

=

*R.L.a.

(1)

En se

ce

qui

concerne au

les

phénomènes I :

de

morphologie de formations

verbale, lexéma-

reporter pp.

tableau

Formules

tiques, (2) Le une

271-272. lexème à actualisé i n i t i a l e s'obtient ha i n s i et en en qu'à préfixant ceux qui iaaux aux

radical

radicaux autres

lexèmes

subissent

alternance radicaux

consonnantique, lexèmes.

préfixant

- 94 -

Exemples

s *Radical a. i . i . a. lexème actualisé

Radical lexème ! h i t a "vu" ! tupi "lancé"

hitatupizahahei-

i

zaha

i

"regardé" "su" "jugement"

hei
t

malu ! vangu leha

i.malua.mangu(Phénomène nance d'alter-

"coup" "pas" a.ndeha-

consonnantique) d'alter-

i

(Phénomène nance

consonnantique)

i l a

t

"désir" "revenu"

-

ilaudi-

(1)

udi

- fi.

Le

radical la

lexème ( i l

actualisé figurera et non

qui

n'existe dans

pas la

sous suite

forme de ce des

l i b r e t r a v a i l raiverbaux actuamn-

dans

langue de

toujours

entouré sons et de

t i r e t s

accentué) : à un

est

présenté nombre de

pour

commodité se

évidentes

grand du par

dérivés lexème de

nominaux ; le

construisent lui-même a

p a r t i r

radical

l i s é ce

verbal ; on

s'obtient de

p r é f i x a t i o n manière ; la

radical

successivement l'accompli et le

cette

hest la

l'aspect suivante

neutre, s

v i r t u e l

formule

mnhJ > + *R.l.a. = U (verbal)

-s ( i

neutre accompli v i r t u e l

(1)

^

=

zéro.

95

2.

L'aspect

neutre

ou

aoriste

I l actualisé

s'obtient la

en

préfixant s

m-

au

radical

lexème

selon

formule

V.neu.

s

m-

+

*R.L.a.

l'accent lexème :

demeure

à

la

place

q u ' i l

occupe

dans

le

radical

^Radical

lexème

actualisé

Aspect

neutre

du

Verbal

i
-a.hita- i , t u p i -i.zaha-a.hei-i.malu-a.mangum-ahita

r t
?

" v o i r " "lancer" "regarder" "savoir" "juger" "battre"

m-itupi B-izaha m-ahei

i

m-imalu
!

m-amangu

L'aspect français tiques

neutre (1). On

correspond remarque

à que

l ' i n f i n i t i f certaines s

et

au

présent

du

alternances

con3onnan.

apparaissent

régulièrement

(1)

Les sont

équivalents donnés i c i

empruntés qu'à t i t r e

à

la

grammaire

française

ne

d'indication.

- 96 -

-

alternance

consonnantique *R,lexème

l/nd Verbal (aspect " a l l e r " neutre)

R«lexème

i

~

actualisé

i

leha

"pas"

-a.ndeha-

mandeha

sasa

alternance

consonnantique -a.nasa-

s/n

i
manasa "laver" "écrire"

"lavé" " é c r i t u r e "

i
soratra -a.noratramanoratra

tapaka

alternance "cassé"

consonnantique -a.napaka-

t/n

i
manapaka "casser"

i
f a f i

-

alternance

consonnantique -a.mafi-

f/m

i
mamafi "semer"

"semis"

t

alternance "ouvrage

dz/ndz de -a,ndzeitrimandzeitri "coudre"

d z e i t r i

couture"

rangu
!

alternance "claquement mains"

r/ndr de -a.ndrangumandrangu les -a.ndroakamains "claquer en rythme"

t

roaka

"chassé"

mandroaka

"chasser"

vangu

alternance "coup" "vivant'

consonnantique -a.mangu-

v/m mamangu

i

t

"battre" " f a i r e v i v r e "

uelun

-a.melunu-

mamelunu

Les

verbaux à

produits des

selon

la

formule

s

m-*R.L.a. : aoriste

peuvent

appartenir i l s

catégories

différentes neutre suis ou

traduisent

l'aspect "je

du

verbal

s

// malahelu/zaho //

t r i s t e "

du

i l s

correspondent s
1

parfois

à

un

a d j e c t i v a l

déterminant

nominal /
/

ulu

! malahelu /

'

/

"une

personne

malheureuse"

- 97

Seule

la

place sa

du

rnonème

à

l ' i n t é r i sur

de

l'éononcé +

permet 1 0 ) +

de =

définir le

catégorie appartient = le

grammaticale à la

s /"VerbalJ7 des

Pl.P.

verbal

catégorie

verbaux, catégorie

Nominal des

/""Verbal_7

verbal

appartient

à la

adjectivaux.

3.

L'aspect

accompli

La on préfixe n-

base

est la

toujours formule

le

radical

lexème

actualisé

auquel

selon

t

U.accompli

=

n-

+

*R.L.a.

»

identique l'accent

quelleque demeure à

soit la

la

forme q u ' i l

du

radical

lexème le

actualisé

j

place

occupe

dans

radical

lexème.

On

envisage

les

cas

suivants

s

a.

Radicaux

lexèmes

à

i n i t i a l e

consonnantique

R.lsxème

*R.lexème

actualisé

Verbal

accompli "voyait" "lançait" "regardait" "savait" "jugeait" (2)

i
hita
1

i
-a.hita-i.tupi-i.zaha-a.hei-i.malun-ahita
t

tupi

1 1

n-itupi

t

zaha hei

n-izaha

1
n-ahei

1
malu

1
n.imalu

(1) (2)

M.P. Pour du

1

représente raisons sont

modalité de donnés à

personnelle les la troisième

sujet. en français singulier. personne du

des

commodité,

correspondants

sakalava

- 98 -

b.

Radicaux de

lexèmes

à est

i n i t i a l e le même.

vocalique

;

le

procédé

de

formation

l'accompli

R.lexème

i i

*R.lexème i l a -

actualisé

Verbal

t i

accompli " d é s i r a i t "

i l a udi

n-ila n-udi

i

-tf. u d i alahelu-

i

"revenait" " é t a i t t r i s t e "

alahelu

n-alahelu

c.

I l

en

est

de

même

pour

les

verbaux

a

alternance

consonnantique.

R.lexème ! leha

*R.lexème

actualisé

Verbal
r

accompli " a l l a i t " " l a v a i t " " é c r i v a i t " " b a t t a i t "

i i

-a.ndeha-a.nasa-a.noratra-a.mangu-

n-andeha

i

sasa soratra

n-anasa

i

n-anoratra
t

vangu

n-amangu

D é f i n i t i o n

sémantique

Les ou à un passé

formes simple

verbales français. §

en

n-

correspondent

à

un

imparfait

I l l u s t r a t i o n s

t
nipetraka

i
l a u l u

i
iu, ampandzaka

i

i

i
tani

manana

/ / h a b i t e r f a c c . )/homme ! c e / r o i / p o s s é d e r ( n e u . " i l y avait cet homme, un r o i p r o p r i é t a i r e

) / t e v r e / / (1 )
de t e r r e s "

!
navi

I
ulu

I
telu

I

I I
asa

I
i r o (acc. ) / t r a v a i l /

l a i . n i t a d i

// venir(acc. )/personne !t r o i s !mâles//chercher i l s / / " v i n r e n t t r o i s hommes qui cherchaient du

t r a v a i l "

(1)

Les

signes

de

la

traduction

l i t t é r a l e

sont

expliqués

pp.

280.

- 99 -

L'aspect

v i r t u e l

I l l i s é selon la

s'obtient formule s

en

préfixant

h-

au

radical

lexème

actua-

l'accent

demeure

à

la

place

q u ' i l

occupe

sur

le

radical

lexème

a.

Radicaux

lexèmes

à

i n i t i a l e

consonnantique

R.lexème

i i i

*R.lexème

actualisé

Verbal

v i r t u e l "verra" "lancera" "regardera" "saura" "jugera"

i
h-ahita

h i t a t u p i zaha

-a.hita- i . t u p i -i.zaha-

i
h - i t u p i

i
h-izaha
t

i

hei
t

-a.hei-i.malu-

h-ahei
t

malu

h-imalu

b.

Radicaux

à

i n i t i a l e

vocalique

R.lexème
1

*R.lexème

i l a udi alahelu
'

-^.ila-fi.udij -^.alahelu-

,

actualisé

Verbal h - i l a h-udi
1

v i r t u e l "désirera" "rentrera" "sera t r i s t e "

h-alahelu

c. R.lexème

Radicaux

morphes

subissant

une

alternance Verbal

consonnantique v i r t u e l " i r a " "lavera" "écrira" "battra"

*R.lexème

actualisé

i
leha
i

i
-andeha-anasa-anoratra-amanguh-andeha
t

sasa

h-anasa

i
soratra

i
h-anoratra

i
vangu

i
h-amangu

- 100 -

D é f i n i t i o n

sémantique

Les le futur.

formes

verbales

en

h-

ont

un

équivalent

français,

I l l u s t r a t i o n s

s

i
hitantara

i
zaho ni

i
kabarun ni

i
pisu + de/le !chat chat" //

// r a c o n t e r ( v i r t . ) / . i e / l a ! h i s t o i r e "je vais raconter l ' h i s t o i r e du

Remarque

Devant u t i l i s e forme ho pour

certains former

verbaux

de

formation (Jto est

i r r é g u l i è r e , probablement

on la

l'aspect h-)

v i r t u e l selon la

ancienne

de

l ' a f f i x e

formule

i

ho

+

Radical

lexème

i
avi "venir" "éloigné dans le temps" ho

i
avi "viendra"

i
ela ho

i
ela "sera éloigné le temps" dans

La

marque

de

l'aspect s

v i r t u e l

est

parfois

u t i l i s é e

pour

exprimer

l ' o p t a t i f

i
ho ela

i
velun

i
anaro ! //

/ / que "que

s longtemps vous v i v i e z

( o p t a t i f )/vivants/vous longtemps !"

- 101 -

5.

L ' i n j o n c t i f

I l par peut le

se

construit morphe 5

autour celui-ci ou

du du

monème point s

de de

base vue de

constitué la catégorie

radical

être

a d j e c t i v a l *tupi *hita *malu *vangu *avi

nominal,

verbal

"lancé" "vu" "jugement" "coup" " v e n i r "

Le

radical

i n j o n c t i f s o i t la

s'obtient après

en

suffixant consonne suivante

-a a i t ;

au

radical

morphe au

s o i t

directement morphe j

qu'une est la

été

ajoutée

radical

formule

*R.I.

*R.m.

+

(C)

a

Le i l

radical est

i n j o n c t i f s

devient

I n j o n c t i f

ou

Verbal

i n j o n c t i f

quand

accentué

- 102 -

I l l u s t r a t i o n s

:

*Forme .de

des

radicaux CVCi

morphes

*Radical -CVCi-a-tupi-a-

In.ionctif

In.ionctif CUCia

type

(21,05?6)(1)

i

tupi

"lancé"

tupia

"lance

!"

.de

type

CVCu "coup"

(12,28

•CVCu-a•vangu-a-

CUCua

i

vangu

vangua

"frappe!"

.de 1°/

type CVCVka tapaka (12,28 % "cassé" •CVCV-h-a-a-

NpW

(2)

CVCVha

i

-tapa-h-a-aK

w

tapaha

"casse"

2°/

CVVka roaka

( 1 , 7 5 %) "éloigné"

• Cl/V-h-a-a•roa-h-a-a-

CVV h a
t

roaha

"chasse!"

3°/

CVVki k e i k i

(1,75

%]

-CV-h-i-a-ka-h-i-a-

CVhia

i

"appel"

kahia

"appelle!"

f~La

dernière

consonne

-k-

s'amuit,

se

spirantise

devenant

-h-

7

.de

type

CVCa

(10,52

%)

•CVCa-a-sasa-a-

CUCa

i

sasa

"lavé"

sasa

"lave

! "

.de

type

CVCVCa "laissé"

(8,77

%)

-CVCl/Ca-^-ambila-av

CVCVCa

i

ambila

ambila

" l a i s s e ! "

(1)

Entre chaque

parenthèses type de

est

indiquée

la

fréquence

approximative

de

r é a l i s a t i o n .

(2)

Le

signe

^ un

entre

deux

voyelles

ou

entre

deux

consonnes

indique

amalgame.

- 103 -

,de 1

type VCVtri a t i t r i (7,01 %) -VCV-r-a-ate-r-a\ CVra 1

i

"apporté"

atera

"apporte

! "

2°/

CVCVtri t i f i t r i

(1,75 "chassé"

-CVCV-r-a-tifi-r-a-

CWCVra t i f i r a "abats !"

3°/

CVVtra soatra

(1,75 "remplacé"

-CVl/-r-a-soa-r-a-

CVVra

i

soara

"remplace

!11

N.B. /"Dans se ces t r o i s types, devenant la dernière 7 consonne -trs'amuit,

spirantise

-r-

.de avi

type

VCi

(3,50

•\Ci-al -avi-a-

VCia

i

"venir"

avia

"viens

I M î

.de i l a

type

VCa

(3,50

• UC^-a• ila-a-

i
i l a

V Ca "désire !"

"désir"

.de aru

type

l/Cu

(1 ,75

%)

-VCu-a•aru-a-

\ Cua 1
t

"mélange"

arua

"mélange

!"

.de diu

type

CVu

(3,50

%)

-CVu-v-a-diu-v-a-

i

CVuva "nettoie !"

"propre"

diuva

/~

0 n

i n t r o d u i t -a de

la

consonne

-v-

entre

le

radical

morphe

et

le

suffixe

1 ' i n j o n c t i f J 7

- 104 -

.de vua

type

Cl/a

(1,75

-CUa-z-a-uua-z-a-

Cl/aza

" a t t e i n t "

i

vuazà

"touche

!"

.de

type

CVha

(1,75

%)

-CVa-z-a-fua-z-a-

CV/aza

i

foha

" r é v e i l l é "

fuaza

" r é v e i l l e ! "

N.B è

£ ~ \ - e

radical selon

i n j o n c t i f le s cas,

passe

à

une de

seule -h-

syllabe et

inaccentuée

avec

disparition

suffixation

i _
spécifique -(z)a_/

.CAS de

PARTICULIER type CVCi (3,50 %) -CVCi-s-a-tuki-s-aCVCisa

t u k i

"cru"

i

tukisa

"crois!"

Cette

dérivation qui
i t

permet

le à
i

passage

du

radical du

morphe s

à

la

forme

injonctive

correspond
i

l ' i m p é r a t i f
t

français

angala

aumbi

sambilu

hoi

zamano

! //

// c h e r c h e r ( i n j . ) / b o e u f ! sambilu^ dire(neu. )/oncle + ton "va chercher le boeuf Sambilu dit ton oncle"


ambara

t
zama J //

// dire(in.|. )/oncle "dis à l'oncle"

i
avia

i
a t i ! //

// v e n i r ( i n i. ) / i c i "viens i c i "

- 105 -

6 . Le passif

neutre

I l se c o n s t r u i t a u t o u r formé par suffixation d'un

du r a d i c a l p a s s i f ( R . P . ) q u i i élément -(i)n à l'injonctif s

est

| R.P. = I + ! rsj

-(i)n

= P.i. (Passif

indéterminé)

R . I. + - ( i ) n

Le par

suffixe

mî e s t le g é n i t i f

; il t r a d u i t

qu'une

action

est

faite

quelqu'un.

Exemple In.jonctif ! I hita lhita-(i)nl i i tupia ltupia-(i)nl i t vangua !vangua-(i)nI i j ila !ila-(i)nt A partir actualisé radical d e ce p a s s i f *(R.P.a.) R. Passif P.indéterminé i hitan "être vu" tupiân "être lancé"

hita-n (1) i tupia-n i vangue-n ilei-n i n d é t e r m i n é , on c o n s t r u i t préfixation de i - , a - ou
t

vanguén "être battu" i ilein "être désiré" un r a d i c a l selon ou passif que le

par

passif

actualisé

est à initiale les radicaux

consonnantique à initiale

vocalique

(i-, a- sont utilisés et

pour

consonnantique

pour les radicaux

à initiale

vocalique)

qui peut aussi s'écrire s

*R.P.a. = *R.I.a. =

-(i)n

( 1 ) L a v o y e l l e j. du s u f f i x e ( i ) n du p a s s i f s ' a m a l g a m e a v e c l a v o y e l l e f i n a l e du RI e n f o n c t i o n d u c o n s o n a n t i s m e e t d u v o c a l i s m e f i n a l du r a d i c a l l e x è m e s lâfu lafua-in l a f un _fu + in > fuip_7 ' t vangu vangua-m vanguén vanga vanga-in vangein n g u + in > n g u e n / landza landza-m landzein n g a + in > n g e i n 7 hita hitâ-in hitan ! / n d z a + i n > dzéin\~J i i ; tapaka tapaha-m tapahin / t a + in > tan / L . ÎLË. + in > hin_/

Í

- 106 -

le

H.I.a.

(radical

i n j o n c t i f auquel on

actualisé) suffixe

n'étant ( selon

autre q u ' i l

-que est

le à

Radical

i n j o n c t i f

i n i t i a l e

consonnantique

ou

3- / i^ - ) v/ocalique.

*R.I.a.

=

Jf-j

i - l a- > +

R. I.

Exemples Radical

s passif *Radical passif ru actualisé

i

t
t

i
t

hitan

-a.hitan-

a.hitan-ni.tupia-n-

t
tupian

-i.tupian-/v

i
v/anguon i l e i n

i
-i.wanguen-iv - ^ . i l o i n - ' V

t
i.uanguu-n)^.ilei-n-

Remarque

Le indéterminé est de la

dernier est égal VCV.

exemple au

montre

que

le

Radical le

passif lexème

radical

passif

quand

radical

forme

Le

passif

neutre i

s'obtient

en

préfixant

$

au

radical

passif

actualisé

i
| P.neutre = jÍ+ *R.P.a.

- 107

-

Exemples ^Radical passif actualisé Passif neutre "est vu"

i

-a.hitan-

^-a.hitan

i

-i.tupian-

i

tf-i.tupian
Jif-i
tf A

"est
"est

lancé"
battu"

- i . u a n g u e ri-

.vanguén
i l e i n

-fi. ilein-

"

e s t

désiré"

Très le

souvent,

le

passif le

indéterminé passif

et

le et

passif le

neutre que des

(comme nous modalités

passif

accompli, par la

v i r t u e l

r e l a t i f d'une

examinerons

suite)

apparaissent

s u i v i s

i
personnelles en f i n a l e /~à i l et objet que ( 11 P 2 ) * ; comme toutes ces formes objet du prennent commencent singulier_J7 que

les

modalités de un la

personnelles

toutes par rw,

l'exception se produit est

première ; de

personne plus à on la

amalgame : i l

constate place sur la

l'accent occupait

tonique dans s le

déplacé

revient

q u ' i l syllabe

radical

léxème,

c'est-à-dire

antérieure

Exemples

i
tupiandro // être "Des os

i

t

i
tupian-.ndro + par eux/os. viande //

taolankena

lancé sont

(P. i n d é t e r m i n é ) lancés par eux"

t
zeni

i
tani

i
ahitaku

i
mafiangi

i
anitan-ku moi/femme//

// a i n s i / t e r r e ^ " t e l est

v o i r ( p a s s . n e u . ) + par où j ' a i vu la

l ' e n d r o i t

femme"

- 108 -

7.

Le

passif

accompli

I l au radical

s'obtient

en

préfixant î

n-

(marque

de

l'accompli)

passif

actualisé

P.acc.

=

n-

+

*R.P.a.

*R,P.actualisé

i

Passif

i

accompli " é t a i t " é t a i t " é t a i t vu" lancé" battu"

-a.hitant

n-a.hitan
t

-i.tupiani

n-i.tupian
t

-i.vanguen-jj.ilein-

n-i.vanguen

n - i l e i n " é t a i t

désiré"

l.e on

passif peut

accompli

correspond par

au

passif

imparfait s

du

français;

l ' i l l u s t r e r

l'exemple

suivant

f
nitupjandro // ê t r e "des

,

1

1

1
h e l i h e l i <

!
n,itupian-ndro //

taolankena

lancé(P.acc. ) + par os étaient

eux/os. viande !p e t i t , p e t i t par eux"

petits

lancés

- 109

-

8.

Le

passif

v i r t u e l

I l radical

s'obtient

en s

préfixant

h-

(marque

du

v i r t u e l )

au

passif

actualisé

* i
P . v i r . = h+ *R.P.a. i

*R«P.actualisé

i

Passif

i

v i r t u e l

-a.hitan-

i

h-a.hitan

i i

"sera "sera "sera

vu" lancé" battu"

-i.tupian-

t

h-i.tupian

-i

angue n-

h-i.vanguén

i

-fí,ilein-

h-ilein"sera

désiré"

Ce

paeai*

oorrespond

au

passif

futur

du

français

s

I
pisu

T
mitadi

I
ulu

I
manana

I
anguvu <

I
hipetrahani»

I i
hikambanani

i

hipetrahan-rji,

hikambanan-pi i n s t a l l é // chez elle

// chat/chercher/personne^ ( v i r . ) + chez "le et chat e l l e / ' être une

possédant/force/^ être associé( v i r . ) + à forte pour elle

cherche

personne e l l e "

habiter

s'associer

avec

- 110 -

9.

Ls

R e l a t i f

I l (CF.

se

construit paragraphe

de 6)

la

même la

manière formule

que s

le

passif

neutre

ci-dessus

selon

P.neutre

=

On

a

déjà

remarqué quand s Pi

que le

le

r e l a t i f

é t a i t

l ' é q u i v a l e n t de la forme

du

passif

indéterminé VCV /~R

radical *Rm =

morphe VCVj
7

é t a i t

quand

.

I l

a

pour

équivalent

le

r e l a t i f

du

français

%

t

i

i

i

i

i

ke

silamulai

iu

isan

andra

i r a h i n

i e n v o y e r ( r e l . ) / l e !

// et/musulman, mâle ! ce/chaque! jour/^

t

I

I

!

I

i n d i l a i

iu,

kadzu

i z i f a t i g u é / i l / / chaque jour cet indien, i l

indiBnémâle!eeflêtre "Et est ce musulman fatigué"

qu'envoie

- 111 -

10.

La

dérivation

verbale

On

envisagera

i

dans

ce

chapitre

l'étude

des

affixes

intro-

duisant verbaux

des s

notions

de

dérivation

sémantique

en

ce

qui

concerne

les

a.

-fanka-, Le

a f f i x e verbal

réciproque réciproque marques du s'obtient neutre, de par p r é f i x a t i o n et des du m-, v i r t u e l

n-, au

h-

f

successivement lexème

l'accompli (RLada) :

radical

actualisé

dérivé

actualisé

mV.der. = nh+ RL/da (1)

Le

RLada

est

lui-mime

construit des et

sur

le i-

radical etale

lexème ce

actualisé dernier par est une

dérivé à

(RLad)

par

p r é f i x a t i o n

voyelles de

quand

i n i t i a l e voyelle s

consonnantique

quand

RLad

commence

iRLada = a+ RLad

i-

Le au

RLad

s'obtient lexème

par

p r é f i x a t i o n s

de

l ' a f f i x e

de

réciprocité

fanka-

radical

actualisé

fanka-

+

*Rla

a

RLad

(1)

/ d

s i g n i f i e • CVCV

que de la

a1

n'est

pas

formellement (d) se termine

représenté par une

quand

l'élément s i c i

p r i n c i p a l

dérivation

voyelle

(fanka-).

- 112 -

Au

cours

de

cette de

p r é f i x a t i o n , l ' a f f i x e

i l

se ales

produit et

un

amalgame du

entre

la lexème

voyelle

f i n a l e a i n s i

fanka,

l ' i n i t i a l e

radical s

actualisé

que

l ' i l l u s t r e n t

exemples

suivants

* R m > RL
t

> *(RLa) - i . t i a -

>

RL/d

>
t

*RL/da -i.fanka-tia-

V.der. mnh-

(1)

,

i.fanka-tia "s'entraimer" (2)

t i a

t i a "aimé"

f a n k a - ( i ) t i a

( "aimer")

i
-a.hitah i t a h i t a ( " v o i r " ) "vu" fanka-(a)hita -i.fanka-hita mnh"se voir

i
i.fanka-hita mutuellement!1

Du

point

de

vue

du

r é s u l t a t tous la

du

procédé, de

les

verbaux

dérivés d'action

a i n s i mu-

obtenus t u e l l e s

contiennent

notion

réciprocité,

i
atsika

i
rue

i
mifankatia //

// n o u s ( i n c l . ) ! d e u x / s ' e n t r a i m e r ( n e u . ) "nous deux, nous nous entraînions"

b.

-arop-, Le

a f f i x e verbal du

des dérivé

f a c t i t i f s f a c t i t i f de s'obtient ou s en du préfixant v i r t u e l ) , m-, au

n-

ou

h-

(marques lexème

neutre,

l'accompli actualisé

radical

actualisé

dérivé

(1)

CF.

Tableau pp.

II à

t

Les 275.

formules

de

dérivation

verbale

et

nomi-

nale, (2)

273 c'est :

Parfois,

le

ra'Jica^. fankatia

lexème "des

accentué qui

dérivé

qui

peut

s'employer

ulu

gens

s'aiment".

- 113 -

Le

radical de

lexème amp-,

actualisé affixe

dérivé f a c t i t i f

(actualisé) au Radical

est

formé

par

préi

f i x a t i o n

lexème

actualisé

RLad

=

amp-

+

*RLa

I l l u s t r a t i o n s *RM > nunu RL nunu "sein" > *RLa

s > RLad > *(RLad/0 > U.Dérivé

-î.nunu( " t é t e r " )

amp-i.nunu

-0-amp-x.nunu-

t
mnamp-i.nunu " a l l a i t e r "

tsabu

tsabu "champ"

-i.tsabu( " c u l t i ver")

amp-i.tsabu

-amp-i.tsabu-

mnh-

amp-i.tsabu " f a i r e c u l t i v e r "

i
asa asa -î.asaamp-i.asa -0-amp-i.asa-

mnh-

amp-i.asa "employer quelqu
1

" t r a v a i l " ( " t r a v a i l l e r " )

un"

(1 )

j/L s i g n i f i e quand amp; se

que

a2 de

n'est au

pas

formellement d est , de pp. la I I I

représenté forme 276.

dans s

RLada i c i

l'élément

dérivation Tableau

VC(V)

reporter

- 114

-

c.

-aha-, L8

a f f i x e verbal

causatif causatif s'obtient selon la formule :

Le

Radical au

Lexème

actualisé i

dérivé

est

formé

par

p r é f i x a t i o n

de

aha-

Radical

lexème

RLad

=

aha-

RL

Exemples

:

*RM > v u r i

RL
t

>

*RLa

>

*RL/id

>

*RLada - A a h a .

/ vuri-

U.Dérivé

v u r i "réuni"

-a.muri("se réunir")

(-aha-(a) .mûri-) -aha-vuri-

mnh-

aha.vuri "réunir"

lerii

lerìi

-a.leni("être

-aha- ( a ) . l e n i -

-0-aha.leni-

mnh-

"mouillé" mouillé")

aha.leni "pleuvoir"

t
gaga gaga "étonné" -a.gaga("être étonné") -aha.(a).qaqa-

.
- p - a h a . q a q a mnh-

> aha.gaqa "étonner, surprendre"

»

dzanga

dzanga "guéri"

-a.dzanga("être guéri")

-aha.(a)«dzanqa-

- p - a h a ,
dzanga-

.

mnh-

aha.dzanga "guérir"

»

vua

vua "att e i n t "

-a.vua("être atteint")

-aha(a).vua-

-$-aha.vua-

mnh-

aha.vua "atteindre"

- 115

-

Les

verbaux

dérivés à un

en

m-aha. ou

contiennant un individu

la s

notion

de

transfor-

mation

apportée

objet

!
zerii

!
nahadzanqa

1
i z i // quéri( acc. ) / l u i

// cela/rendre "cela l ' a

guéri"

d•

-an-,

affixe

f a c t i t i f

Le

verbal

f a c t i t i f

en

-ai®)-

s'obtient

selon

la

formule

Le

radical au

lexème

actualisé

dérivé s r i

(actualisé) I -anquand le +

se

forme
;

en

préfixant est

-an-

Radical selon par RI une

lexème le

actualisé
a

*RLa

,

lequel lexème

construit commence et +

modèle e

"

)

+
+

radical

iconso le

)

quand

radical

lexème

est

à

i n i t i a l e

vocalique.

Exemples *Rm> diu RL
t

>

*RLa -a.diu("être propre")

*RLad

/

*(RLad/0 -J^-an-adiu-

V .Dérivé mnhanadiu "rendre propre"

diu "propre"

-an-a.diu-

a n

a n "là-bas l o i n "

ari("être là-bas l o i n " )

-an-an-

-^-an- a

n -

mnh-

i anari " a l l e r là-bas"

- 116 -

Les

verbaux

dérivés

en

-an-

contiennent

s o i t

1°/

la

notion

de

i
f a i r e sant" soit devenir > 2°/ ; : diu "propre" >

t
manâdiu "nettoyer", > la manadi nature

t
ampi "suffi-

manampi une ce ce ;

"remplir", de

adi

"dispute" l i é e à à la

"refuser", du des radical nominaux, (le nord, ;

notion dernier

d i r e c t i o n

lexème et le i l dans sud)

peut

appartenir toujours appartenir de l i e u >

catégorie

cas i l

i l

s'agit aussi

d'un à la

nominal

l o c a t i f des l o i n " au

peut

catégorie

adverbaux

i
s ' a g i t alors d'adverbes

i
"là-bas > manari

i

a r i

t
" a l l e r lo-bas l o i n " , > atimu "sud"

t
manatimu au no " a l l e r sud",

I
avaratra "nord"

!
manavaratra " a l l e r

I l l u s t r a t i o n s

s

t
aia

t
handehano ?

i
zaho

i
hanavacatra j e / a l l e r au nord" au n o r d ( v i r . ) //

// o ù / a l l e r ( v i r . ) + t u / / "où vas-tu ? je vais

8

t-,

préfixe

des

verbaux

déterminants

du

nominal

Les cipes passés du

verbaux

dérivés

qui

ont

pour selon

équivalent la formule

les :

parti-

français

s'obtiennent

V.Pt(1)

=

t-a)-

RLada

c'est-à-dire actualisé

qu'un

élément

t(

est

préfixé qui se

au

Radical

lexème le processus

dérivé

actualisé

RLada)

forme

selon

(1)

W.Pt

=

Verbal

participe.

- 117

-

suivant

:

*Rm

>

RL buaka " s o r t i "

*RLa
-i.buaka("sortir")

*RLad -f-ibuaka-

*RLada

>

\1. P a r t i c i p e
t

buaka

-a-f-i.buaka t-a-f-i.buaka " s o r t i (par)"

latsaka

latsaka "tombé"

- i . l a t saka( "tomber")

- f - i . l a t saka-

•a-f-i.latsaka-

t-a-f-i-latsaka "renversé (par)"

i z i

t s i ne

vadino sera i c i

i z i pas au

kua ton

t s i

t a f i p u d i si e l l e

tsara n'est

etu pas

antanana ramenée en

" E l l e bon

épouse

état

v i l l a g e "

11,

La

dérivation

nominale

On permettant de

envisage former

dans

ce

chapitre

l'étude

des

procédés (N.Dér.)

les

d i f f é r e n t s

nominaux

dérivés

a.

La

dérivation

par

a f f i x a t i o n

a^ .

f-,

préfixe

des

nominaux

dérivés

1. la formule

Un s

grand

nombre

de

nominaux

dérivés

s'obtiennent

selon

N

=

f

-

RLa

-

-

Exemples s *Rm
himpa himpa ( " c o r a i l " "éventer") RL *RLa -i.himpa-

>

N.Dérivé

i

t
f-i.himpa "éventail"

s i n i ( ? )

s i n i ( ? )

-a.sini("être sacré")

f-a.

sirii

"sable"

a t i ( ? )

a t i ( ? ) ( 1 ) ("être mort")

f - a t i "cadavre"

velun

velun "vivant"

-a,melun-u( " f a i r e v i v r e " )

f-a.meluftu "arbre sp.

vaki

vaki "cassé"

-a.maki("casser")

f-a.maki "hache"

roaka

roaka "chassé"

-a.ndroaka("chasser")

f-a.ndroaka "chien"

Les

dérivés

produits

par

p r é f i x a t i o n noms

de

au

radical

lexème (hache", chasse),

i
accentué sont souvent des d'instruments t famaki de la

t
fihimpa " é v e n t a i l " ,

i
fandroaka "chien" (instrument

i
famelunu "arbre de sp., la aux nombreuses propriétés médicinales"

(instrument

vie).

(1)

Parfois

le

radical

lexème

n'est

plus

i d e n t i f i é

par

les

informateurs.

- 119

-

2. consiste suffixe à

Un

deuxième f-

procédé au la

de

formation I n j o n c t i f est :

des

nominaux

dérivés on

préfixer
t

Radical formule

actualisé

auquel

ensuite

-ana;

Le

radical

i n j o n c t i f avec la

étant

toujours f i n a l e du

à

f i n a l e Radical sur

-a,

le

suffixe

-ana

s'amalgame de sorte

voyelle porte

i n j o n c t i f la syllabe

actualisé précédente

que

l'accent

normalement

*Rm
tsabu ("champ")

RI

*RIa t
-i.tsabua! ")

N.Dérivé f-i.tsabua-^na r j

tsabua ( " c u l t i v e

i

fitsabuana

"culture"

giaka ("bu")

giaha ("bois !"

i.giaha-

f-i,giaha-ana figiahana "le buire"

i
zaha ("vu") zaha ("vois !") •i.zahaf-i.zaha-ana fizahana /v/ "regard"

v u r i ("réuni")

vuria ("réunis !")

-i,

v u n a -

f-ivuria-^na f i v u r i a n a

f»j

"réunion"

i
asa ( " t r a v a i l " ) asa ( " t r a v a i l l e !") -î.asaf-ias^-^na fiasana a«/ "oeuvre"

i
vadi ("conjoint") diu ("propre") vadia ("épouse diuva ("nettoie !") !") •a. d i u v a -i.vadiaf-ivadia-ana

,

y

(1) f i v a d i a n a

"mariage"

f - a d î u v a - ^ na i fadiuvana "nettoyage"

(1)

Le et

numinal un // un autre

dérivé

en :

f-RIa-ana de ulu

peut

parfais "des

être

employé un // numinal gens!

comme

syntagme

numinal

détermination

combinant mariés"

nominal

fivadiafta

gens

mariage

- 120 -

Pour a de le la

les même

radicaux procédé

morphes de

à

i n i t i a l e du

f-,

on

peut

considérer avec

qu'on

formation d'autant s'amuit

nominal

dérivé

amalgame syllabe

syllabe la

i n i t i a l e voyelle

plus

j u s t i f i é

qu'en

inaccentués

t

f u t s i ("blanc")

f u t s i a ("blanchis !")

- i . f u t s i a -

! f,ifutsia-ana! ' ' . ^ futsiana "blancheur"

=

f a l i ("heureux")

f a l i a ( "sois heureux ! ")

- i . f a l i a -

!f,ifalia-ana l faliana

=

"bonheur"

D'un

point

de

vue

sémantique,

on

constate

que

la

dérivation

nomi-

i
nale en fRIa-ana est le p r i n c i p a l procédé de formation des

a b s t r a i t s .

Les ont

dérivés leurs

verbaux

(CF.

chapitre

II,

A,

paragraphe

10, :

pp.

111

)

équivalents

nominaux,

ceux-ci

s'obtiennent

a^. formule s

pour

les

nominaux

dérivés

réciproques

selon

la

N

«

/

-

Rl/d/-ana

(1)

Le

RIada

(radical le modèle

i n j o n c t i f suivant s

actualisé RIada

dérivé =

actualisé)

est

formé

d'après

i-fanka-RIa.

(1)

á

et

f

s i g n i f i e n t

que

a^,

a2

et

f-

ne

sont

pas

formellement

représentés.

- 121 -

Exemples *Rm > h i t a RI )

s *RIa > Rlad ) RIada ) l\l.Dérivé

i
hita^a -a.hitafanka-(a)hita -i-fankahitaf.(i).fanka-hita-ana fankahitana "vue^1 ^ ( " v u " ) ( " v o i s ! ")

mutuelle"

i
t i a tiava -i.tiavafanka-(i)tiava -i-fankatiavaf. ("aimé") ("aime!") fankatiavana "amour

i
(i).fanka-tiava-ana

réciproque"

Le le

radical suffixe

i n j o n c t i f -ana

actualisé avec la

dérivé cette

étant f i n a l e

toujours -a, de

à

f i n a l e que

-a,

s'amalgame porter sur

sorte

l'accent Les

v i e n t

syllabe de cette

précédente. manière contiennent tous la

nominaux de

dérivés

obtenus

notion

r é c i p r o c i t é ,

d'action

mutuelle.

a la formule

O

.

Les

nominaux s radical f-

dérivés

causatifs

se

construisent

selon

suivante si le N =

1°/ numéraux s

morphe

appartient où RLada

à

la -

catégorie aha RL.

des

!
| RL^fd/

i
j , = $

I l l u s t r a t i o n s *Rm > RL ) *(RLa)

s ) RLad > RLada / N.Dérivé

/

i
rue rue "deux" -(x).rue-aha.rue-/-aha.ruefaharue

i
f-aha.rue

i

"deuxième"

i
t e l u t e l u " t r u i s " -(x).telu-aha.telu-j^-aha.telu-

i
f-aha.telu

i

> "troisième"; du r o i "

fahatelu 2e

conseiller plus Les pas

(1)

I l

y

a

amalgame syllabe par

de

la

syllabe la

i n i t i a l e voyelle mais qui

d'autant s'amuit. de

j u s t i f i é formes dans qui la

qu'en langue

inaccentuée, d'amalgame

devraient

exister suite

logiquement

n ' e x i s t e n t

sont

encadrées

t r a i t s

verticaux.

- 122 -

Les

dérivés

en ;

f.ahapour +

+

numéral des du

appartiennent dérivés

à

la i l nù par

catégorie s u f f i t "le, la, de

des faire ;

adjectivaux précéder c'est avec à une

obtenir numéral faut par

nominaux, d é f i n i

f.ahadire

déterminant une

les"

q u ' i l

combiner

dérivation s ni un

a f f i x a t i o n "le deuxième", i l au ni

t
dérivation "le détermination Pour faharue dérivé le -n

i
fahatelu s u f f i t dérivé troisième". un suffixe obtenir adverbal, du g é n i t i f deuxième,

d'ajouter numéral s

supplémentaire,

i
faharue "deuxième"

i
faharue-n "en

deuxièmement".

2 ° / que celle

quand

le

radical les s

morphe nominaux

relève

d'une

catégorie se où

autre cons-

des selon

numéraux, la -

dérivés = f-

causatifs

i
t r u i s e n t RIada formule RI. N.Dér. RIada— ana

= JZÍ - a h a

i
Le suffixe — ana s'amalgame dérivé : > *RIad > *(RIada)
,

avec de

la

voyelle que

finale

du

Radical sur la

i n j o n c t i f syllabe *Rm >

actualisé

sorte

l'accent

porte

précédente RI
'

>

*(RIa)

>

N.Dérivé
»

gaga

gaga-a

-i.gaga-

-aha.gaga-

-p-aha.gaga-

f.aha.gaga-ana fahagagana

=

("étonné") ("étonne!")

'
t u k i tukisa -a.tukisa-aha.tukisa-

-Jï-aha.tukisa-

,

"étonnement"

i
f-aha.tukisaa|î|a =

( "cru" )

("crois!")

f ahatukisana "croyance"

i

dzanga

dzanga

-a.dzanga-

-aha.dzanga-

-^-aha.dzanga-

f.aha,dzanga-^ = • fahadzangana "guérison"

("guéri") ("guéris!")

- 123 -

*Rm f a t i

>

RI futesa

>

*(RIa)

>

*RIad

>

*(RIada)

>

N.Dériv/é f.aha.fatesa =

-a.fatesa-

-aha.fatesa-

- »í í - a h a . f a t e a a

i

^

( "cadau r e

( " m e u r s ! ")

-ana

" )

fahafatèsana "décès"

a,. 4 la formule s

Les

nominaux N = f-

dérivés ana

f a c t i t i f s où

s'obtiennent =

selon

RIada-

RIada

-^-an-RIa.

Le

radical

i n j o n c t i f

actualisé
t

dérivé

actualisé

étant

toujours

à

f i n a l e sorte

-a, que

le

suffixe

—ana

a'amalgame

à

cette la

voyelle

f i n a l e

de

l'accent

porte : >

normalement

sur

syllabe

précédente.

I l l u s t r a t i o n s *Rm ampi > RI ampia rem,, plis")
n

>

*RIa

*RIad

>

*(RIada)

>

N.Dérivé

i
-^-ampia-an.ampia-^-an.ampiaf-an-amp|.^ç,ana fananampiana "remplissage) ("suff l( f ìsantí')

adi ("dispute")

adia ("bats!")

-^f-adia-

-an.adia-

-^f-an.adia-

f-an-adia-ana fanadiana

=

"refus,

contradiction"

adza , „ ("respect")

adza ("resp K

-/-adza-

-an.adza-

-^-an.adza-

f.

an-adza^na

,„v ecte!") '

fanadzana "politesse"

Les N = i -

noms

d'agent où

s'obtiennent = $ amp-

selon RLa.

la

formule

:

RLad^

RLada

- 124 -

I l l u s t r a t i o n s *Rm > nunu RL nunu „ . „ "sein" > *RLa

s > *RLad > (RLada) -^a m

-i.nunu("téter")

-amp-i. nunu-

P-i»

n u n u

!jzf-amp-i. n u n u ! . ' ampmunu

=

„ . „ "nourrice"

v o r i k i

v o r i k i "mauvais sort"

-a.moriki("ensorceler")

-amp-a. moriki-

- $ - a m p - a . m o r i k i - !j^-amp-a.moriki !
ampamoriki "sorcier"

=

i
dzaka dzaka "pouv o i r " -a.ndzaka("gouverner") -amp-a. ndzaka-jií-aap-a.ndzaka!^-amp-a.ndzaka! ampandzaka " r o i "

soratra

soratra "écriture"

-a.noratra(écrire")

-amp-a. noratra-

-^-

a m

P-

a

»

n o r a

tra-

!^-amP~a» noratra! = ampanoratra "écrivain"

Le

préfixe

amp-

est

un

subsantivisant dans un

;

les

dérivés avec

q u ' i l un

produit de

peuvent base de

toujours la

commuter des

contexte 3

donné

monème

catégorie

substantifs

i
mandeha

i
amin ni

t
tranun

i
baba

t
i z i //

// a l l e r ( n e u . ) / à ! l a i m a i s o n " i l va à la maison du

+ de!père/il

père"

i
mandeha

i
amin ni

i
tranun

i
ampandzaka

i
i z i //

// a l l e r ( n e u . ) / à ! l a ' m a i s o n

+ de ! r o i / i l

- 125 -

b.

Dérivation

par

la

détermination

I l attesté précéder Ces mots

nous

faut dans

mentionner notre de des

un

dernier et qui

procédé consiste JT^ t

de à "le,

dérivation f a i r e la, les".

fréquemment certains peuvent

corpus

"mots" relever

l ' a r t i c l e

déterminant suivantes La

catégories et

adjectivale, de

verbale,

adverbale, est la

fonctionnelle s

numérale.

formule

dérivation

suivante

/"adjectival f verbal r N.Dérivé := n i + ^ r i adverbal numéral fonctionnel modalité aspectif négatif personnelle d'énoncé + adverbe objet

1.

ni

+

i i

a d j e c t i v a l > "vivant" "cadavre"

nominal ni ni

t
velun

velun f a t i

i

"les "les

vivants" cadavres"

f a t i

2.

ni

+

fonctionnel

>

nominal ni

i
"le propos"

amin

"à,

pour"

amin

3.

ni

+

verbal

i

>

nominal ni

i
mamali ni "les

mamali

i

"répondre" " f a i r e "être l a

t

répondeurs"

manduki

!

cuisine (P.acc.)"

manduki ni

I

"les "la

c u i s i n i e r s " venue"

navian

venu

navian

4.

ni

+

adverbal

V ^

nominal 5 ; au milieu" ni ni

^
anivu

anivu

i

"milieu "dessus

i

"le "le

milieu" dessus"

ambuni

au-dessus"

ambuni

- 126 -

5.

ni

+

(numéral, ^ (numéral dérivé s

nominal

i i

i
a r e i k i " l ' u n "

a r e i k i rue

"un"

ni faharue

i
"deux" "deuxième" ni

i
faharue "le deu xième

ni

+

aspectif

d'énoncé i c i "

négatif

+

a d v e r b e ""> "les

nominal

i
t s i eu "pas ni t s i

t
eu absents"

7. ni + modalité -no "à toi"

personnelle ni-no

ob.jetPronominal tien"

possessif

"le

Illustrations i
nanduki ni

s i
nanduki.

t
nandisa ni

i
nandisa

// c u i s i n e r ( a c c . ) / l e s ! c u i s i n e r ( a c c . )// p i l e r ( a c c . ) / l e s ! piler(acc. "cuisinaient )// les c u i s i n i e r s , p i l a i e n t les p i l e u r s "

i
navi // ni

t
a r e i k i
/

v e n i r ( a c c . ) / l e ! u n / v i n t "

" l ' u n

i
ni antuni n i

i
navian ni

i

i

^

i
n i t a r i m i

t
b i b i

ulumbelun

// l a ! r a i s o n t d e / l a I v e n i r ( P . a c c . ) ^ 1 ' ê t r e . h u m a i n /
é l e v e r ( a c c . ) / a n i m a u x ^ "de des la raison animaux" pour laquelle l ' ê t r e humain domestiqua

i
ni anabu

i
amin ni

i
t r a t r a n i mbola + de est

i

i
i être blanc(neu.

malandi lui/encore encore

// l e S d e s s u s / à ! l a ! p o i t r i n e "le dessus sur sa p o i t r i n e

blanc"

- 127 -

En

vertu les

de

l ' i d e n t i t é

de

comportement on à étendra les

révélée la

par

la

commutation de de syntagme l ' a r t i c l e

avec

radicaux par

nominaux,

désignation précédés

nominal

s i m p l i f i c a t i o n ni. dérivés selon

tous

monèmes

déterminant Les en nominaux règle

la

formule de vue

ni

+

monène à la

appartiennent catégorie des

générale

d'un

point

sémantique

a b s t r a i t s .

12.

La

dérivation

par

redoublement

Après xation et par

avoir

éxeainé

les

f a i t s

de

d é r i v at i o n la

par

a f f i par

détermination, qui peut

nous

étudierons sous la

dér i v a t i o n d' une

reduplication p a r t i e l l e ou

apparaître

forme

dérivation

totale.

a.

Le

redoublement

p a r t i e l

Le dans un état

segment antérieur a l ' é t a t

ajouté de la ; ou

au

monème

a

pu i l

fonctionner ne se

comme

base

langue la non

mais

rencontre selon

pas les

actuellement cas e x i s t e r

l i b r e

base

peut

elle-même

indépendamment

t

.

la

base

n'existe

pas de mer"

i
k i n t r o i t r o i

i

"alouette gorgé

bubuku

i

"gonflé,

d'eau"

dingadingana

i

"holothurie" "chiffons"

buruburuku
T

fufunu

"odeur"

- 128 -

La

réduplication pour pour les les

se

f a i t

donc

selon

le

processus de

suivant la

: syllabe

disyllabes, t r i s y l l a b e s ,

par par

redoublement redoublement

première deux

des

premières

syllabes.

.

la

base

existe

indépendamment

i
raha

t
"chose" "saumâtre" "méchanceté" "déchirure" "éloigné" ra.raha

i

i

"quelque "un peu

chose

(non

i d e n t i f i é e ) "

buka

bu.buka

saumâtre"

i
siaka
t

i
si,siaka
i

"taquinerie" "lambeau" "un peu éloigné" consonnantique)

t r i a k a

i

t r i . t r i a k a

i

i

l a v i t r i

l a v i . d a v i t r i (phénomène

d'alternance

On

constate du

que

la

réduplication de base

n'entraîne >

pas

de

changement >

de

catégorie La

terme se :

( a d j e c t i f la

a d j e c t i f ,

nominal s

nominal).

réduplication disyllabes

f a i t par

selon

formule de la

suivante première deux

redoublement redoublement

syllabe syllabes.

t r i s y l l a b e s

i

par

des

premières

Du

point

de

vue

du

r é s u l t a t la

du

procédé, existe ou

on

s'aperçoit

que

les

dérivés tous et de une

p a r t i e l s notion

dont

base

indépendamment au contraire

impliquent d'aggravation

d'amoindrissement i n f i n i e s .

m u l t i p l i c a t i o n

- 129 -

b. n'existe pas à

Le

redoublement l i b r e s

peut

être

t o t a l

mais

la

base

l ' é t a t

tsakutsaku

1 t

t f

"maïs" " p e t i t banc de r i z i è r e "

t a l a t a l a tabataba ! 1 t a k i t a k i f 1 k i r i k i r i

"dispute" "requête royale" (1)

1 ! i f

f 1

"conversation "aliment "canard" "safran" " c o n f l i t " c u i t ,

privée" non coupé"

batabata drakidraki

i t

tamutâmu holahola

13.

La

composition

C'est formation de la de

un

second Les

procédé

attesté qui

dans

la

langue la

de composition

synthèmes. sont

c r i t è r e s 8

distinguent

dérivation 1°/ la

les

suivants

composition à l ' é t a t

n'associe isolé dans

que

des

éléments

suscep-

t i b l e s

d'apparaître 2°/ les

l'énoncé. peuvent appartenir

éléments l i m i t é s et

de

la

composition

à

des

inventaires

i l l i m i t é s .

On

notera

que (ce

le

sens est Les

du le

r é s u l t a t cas dans

n'est la

pas

la

somme

des mais à

sens un la

des nouveau mime

composants s i g n i f i é catégorie types de

qui

détermination) appartenir autre. I l

o r i g i n a l . que le

composés centre

peuvent soit à

soit

monème t

une

existe

deux

composition

(1)

Certains

de

ces

dérivés

dupliqués

partiellement comme radicaux

ou

totalement dans la
A

fonctionnent formation des

sous

cette :

forme -

i i

dérivée

i

lexèmes

verbaux

siaka

"méchanceté"

<

masiaka <

i

"etre

méchant" "taquiner"

i i
t a k i t a k i "requête

sisiaka <T

"taquinerie"

i i

masisiaka une

royale"

m i t a k i t a k i

" f a i r e

requête"

- 130

-

a. Composition

par

redoublement

1°) L e s f a i t s

formels comme un type de c o m p o s i t i o n un m o n è m e ou le un libre

On peut mentionner procédé qui consiste

à redoubler conjoints

intégralement existent

syntagme. Les éléments et sans r e d o u b l e m e n t est total s t manampunu

toujours à l'état que ce

; on n o t e

par a i l l e u r s

redoublement

i

i

i izi

tsaratsara

// c o m m e n c e / b i e n . b i e n / i l // "il commence i atova i i à aller mieux"

moramora

// f a i r e ( i n j o n c t i f ) / d o u x . d o u x / / "fais(le) i i fa e l a e l a doucement" i i i tetu p a s s v e n i r ( a c c . ) / i c i // tu n ' e s p a s v e n u ici"

ano tsi navi

// d é j à 8 l o n g t e m p s . 1 o n q t e m p s / t u / n e "il y a déjà un petit m o m e n t que i handeha i atsika am i i revurevu

// a l l e r ( v i r t . ) / n o u s ( i n c l . ) / à I b o u e u x . b o u e u x // "allons ensemble i tseiki / t i / à la rizière"

menamena

enfantirouge.rouge

"un e n f a n t

nouveau-né" be.be "un peu grand"

be " g r a n d , g r o s " / i vangu "coup" >

i i vangu.vangu

"bracelet"

- 131

-

2°) R é s u l t a t s Le c o m p o s é un s e g m e n t

du

procédé par r é d u p l i c a t i o n ne p e u v e n t inséré complète constitue par une

obtenu

dont les éléments monème par

pas être dissociés entre les deux

pause. Aucun

ne peut être téduplication

composants.

La c o m p o s i t i o n la c a t é g o r i e d'ordre

simple concerne implique des

essentiellement

des a d j e c t i f s . Elle s

transformations

sémantique, traduisant
i

t

- l'amoindrissement - une opposition

(tsara.tsara) i ( m a v u " ( l e ) jaune") à sur l'ocre") (qualité de boueux)

du d é t e r m i n é "jaune
t

l'indéterminé

i i (mavu.mavu

tirant
i

- une q u a l i f i c a t i o n
T I

(vangu.vangu "rizière"

"bracelet" (qualité

ce q u i c o g n e )

; (revu.revu

de c e q u i e s t de

- e l l e c o r r e s p o n d s o u v e n t à la notion i i absolu (ravu.ravu "très heureux")

française

superlatif

Les composés catégorie

par r é d u p l i c a t i o n

n'appartiennent

pas toujours en

à la évidence

du terme

de b a s e . A i n s i , n o u s

a v o n s pu m e t t r e

les modèles

suivants s

Adjectif.adjèctif Adjectif.adjectif Adjectif.adjectif Adverbe.adverbe Nominal.nominal

> > > > >

adverbe adjectif nominal adverbe nominal

- 132 -

b.

Composition Les

d'éléments que

d i f f é r e n t s rencontre cependant ou des de mime l e i l plus n'est fréquemment pas rare Ce le désid'en

composés à deux

l ' o n ;

sont

les

composés qui

termes t r o i s cas

rencontrer dans la

contiennent majorité un grand du que des

quatre

termes. i

sont

grande f o u r n i t

composés nominaux

nominaux très des

procédé gnant de de

nombre des

courants noms ;

des

parties a i n s i noms Nous

corps, de

instruments, noms de

d'animaux, par des exemple, composés.

végétaux nombreux

nombreux de

personnes sakalava temps

posthumes étudierons à premier même de

souverains un se

sont les

dans ne

premier

composés structures dans dont de

syntaxiques

qui

vue

distinguent types les

pas

des

syntagmatiques I9 la langea ;

ou

certains abordés ne

d'énoncés

possibles

ensuite des

seront termes

composés pas à

asyntaxiques des types

combinaison

correspond

celle

syntagmes

relevés

dans

la

langue.

1°)

Les

composés

à

caractère

syntaxique

Nominal-génitif tani-m.bari

+

nominal

>

nominal

(1)

1

1

" r i z i è r e " "boucle

/ t e r r e - d e . r i z / / c o n j o i n t - d e . o r e i l l e / cultivées" chien" /champ-de.Dieu/

vadi-n.sufi

d ' o r e i l l e " non de

t s a b1u - n . ' z a n a h 1 r i a fivulam.pandroaka

"plantes "parole

/parole-de.chine/

On

note

que

n n

+ +

v > f >

mb mp

;

i l et les

y

a

un

amalgame en

entre v ou

les f

finales

n

les

i n i t i a l e s

qui

produit Ce

semi-nasales de

correspondantes. formelle

type

modification un composé.

indique

toujours

(1)

Pour dans

chaque

composé,

on

indique le

la

catégorie de la

grammaticale

laquelle

s'insère

produit

composition.

- 133 -

Nominal

+

a d j e c t i v a l

">

nominal / o r e i l l e . s u c r é e / /oesophage.petit/ /couteau.grand/ / sel.doux/ / f o r ê t , v i v a n t e /

sufi.mami
t 1 i

"bigorneau" "trachée" "machette" "sucre" "coeur de la

f i o . k e l i mesu.be
i 1 V i

sira.mami ala.velun i » hihi.maru
t í 1 i

fore t "

" i n c i s i v e s " "tambour sacré"

/dents,nombreuses/ /bois,mâle/ /grand-parent,femelle/ /épouse.grande/

hazu.lai
T

dadi.vavi vadi.be ! î t r a n o , h e l i
i 1 i

"grand-mère" "épouse "maison "frère

p r i n c i p al e " annexe" pour une

/maison,petite/ femme" / /enfant/mile/

ana.dai raha,be ! dungulu.lai
f t

i

"problème" " a i l "
i

chose.grande/

/oignon,mâle/ '«casque de vénus" (coquillage

antsiva.buri, buri

(1)

/conque,ronde.ronde/

On

remarque eux

que ont be

parmi comme

les

composés

a i n s i de

formés,

un

grand

nombre "femelle", sont la peuvent ;

i
d'entre
i

deuxième
t

élément

composition Ces quatre

vavi

l a i

"mile", de

"grand", plus

ou

h e l i

" p e t i t " . que

termes pour i l s

u t i l i s é s

façon Ce

productive termes de

d'autres de

termes

composition. cependant par

sont

des

base

composition, comme

apparaître s

isolément

dans

l'énoncé

prédicat

exemple

i
mbola //encore "je

i
h e l i s

i
zaho petit/.je //

suis

encore

p e t i t "

(1)

Le

deuxième

élément

du

composé

est

un

dupliqué.

- 134 -

Les

composés

dont

l ' u n

de

ces être

quatre groupés

termes au

constitue des

le en

deuxième t r o i s

élément de

peuvent sens

sein

nominaux

classes

essentiellement

t

!

.
i,

diminutifs second

et

augmentatifs de

:

on s

u t i l i s e

h e l i

ou

be

comme

élément

composition notables"

i
ulu.be

i

"les

vadi.be

"épouse

principale"

i

t

.

s p é c i f i c a t i f s "femelle" comme

sexuels

s

on

u t i l i s e

l a i s

"mâle"

et

vavi

éléments "tambour

s p é c i f i c a t i f s sacré", l i t t .

hazu.lai

/bois.mâle/

» noms

d'instruments gros" comme

s

on

u t i l i s e

h e l i

" p e t i t " de

et

be s

"grand,

seconds

éléments

composition

mesu.be

"machette",

l i t t .

/couteau.grand/

'•

nominal ' •

dérivé
1

+ '

nominal

>

nominal de la porte /mainteneur.porte/

ampitana.varavarana

"gardien du

tombeau de

royal" /mainteneur, assiette de p r i è r e /

ampitana.sahani

"gardien de

l ' a s s i e t t e

p r i è r e " "baptême"

t

i
/ s o r t i e . e n f a n t /

fampibuarta.tseiki

-

nominal

+

verbal

+

syntaqme

nominal

>

nominal

(nom

de

personne)
1 ' andna.mamuri.ni 1

a r i v u nom

"le

seigneur les mille d'un

qui ;

/ /seigneur,rassembler» les m i l l e /

rassemble souverain

posthume

sakalava"

- 135

-

- verbal + nominal vua.fandriki vua.tifii

verbal "piégé" "maudit" /atteint.piège/ /atteint.malédiction (1)

surnaturelle/

- fonctionnel an.duha.rânu

am.

+ nominal

">•

syntaqme

nominal

locatif

"la s o u r c e "

(2)

/à.tête.eau/ des.bcutres/

an.tafianam.butri i i am.batun.nizavavi

"le port des b o u t r e s " / à . p o r t "la p i e r r e /à.pierre de l a j e u n e de.la jeune fille" fille/

am.pasi.mena an.ala.be

"le sable

rouge"

/à.sable.rouge/ /à.forêt.grande/

"la g r a n d e

forêt"

Le f o n c t i o n n e l mcdifications

am,, élément qui peuvent

d'un composé

subit

d'importantes suivante s

être résumées

de la m a n i è r e

am et an

(devant b, f, m, mb, mp, p, (c) d e v a n t les autres

v) consonnantiques

phonèmes

am.fasini i am.luha am.honku i am.ranu

am.pasifti i an.duha i an.konku i an.dranu

(3)

(à (à (à

sable) tête)

palétuviers) (à eau)

Dev/ant l e s m o t s à i n i t i a l e les modifications indiquées

v o c a l i q u e , le f o n c t i o n n e l ci-dessous s

am.

subit

(1) L e s c o m p o s é s d o n t le p r e m i e r é l é m e n t e s t vua c o r r e s p o n d e n t a u x p a r t i c i p e s du f r a n ç a i s . (2) T o u s ces n o m s s o n t ceux de v i l l a g e s

"touché,

atteint",

du n o r d - o u e s t

malgache.

( 3 ) '.n n o t e é g a l e m e n t d e s p h é n o m è n e s d ' a l t e r n a n c e c o n s o n n a n t i q u e s l ' a m a l g a m e e n t r e l e s f i n a l e s n ou m et l e s i n i t i a l e s p r o d u i t parfois les semi-nasales correspondantes.

- 136

-

an an

(devant (devant

i, e) a, u)

an(k)

(devant o)

Ce q u i

p e r m e t de c o n s i d é r e r m i s e s en é v i d e n c e d ' u ne c a t é g o r i e

comme des composés ci-dessus est leur

les

associations au

d'éléments paradigme nominaux évidence

appartenance

grammaticale ; cette

qui peut être celle appartenance est mise

des en

ou c e l l e des v e r b a u x par les différentes

possibilités

de c o m b i n a i s o n s

et

d'emploi s i exemple, mesu.be

Par

"machette", commute

en

toutes

circonstances

i avec fandzeitri

"aiguille". "mon aiguille est est égarée"

I ! 1 veri fandzeitri nakai et i • veri mesu.be i i vua.fandriki i tances avec mati "être
1

n a k a i "ma m a c h e t t e

égarée"

"être piégé"

commute

en t o u t e s

circons-

mort" i vurun i areiki "un o i s e a u e s t p r i s est mort" au piège"

i t vua.fandriki et ! ! mati vurun

1 areiki

"un o i s e a u i arivu

i t andria.mamuri.ni mille" commute i taluha t nisi ampandzaka avoir avec Amada

"le s e i g n e u r

qui rassemble

les

"prénom i

masculin" i i arivu ni i anarani mille/

andria.mamuri.ni

// a u t r e f o i s / y

(acc.)/roij^ seigneur.rassembler.les

l e ! n o m + l u i // "autrefois qui i l y a v a i t u n r o i d o n t le n o m é t a i t l e les mille" seigneur

rassemble

- 137

-

et j

i i i i taluha nisi ampandzaka, amada
// a u t r e f o i s / y "autrefois, i l avoir (acc. y avait un r o i

ni

i anarani

amada/le ! n o m / / dont le nom é t a i t Amada.

Ces composés grammaticales 3 lement séparer

s'insèrent suivantes

parfaitement / nominale ; - verbale

dans l'une

des

catégories totade

d o n t j_i s a d o p t e n t

le c o m p o r t e m e n t . C e p e n d a n t , il n ' e s t p a s p o s s i b l e les éléments de c e s c o m p o s é s , p a r l'identité 8 exemple par une

e x p a n s i o n , s a n s en d é t r u i r e i i tsabu.be-n,zanahari correspond non

"le grand

champ

de D i e u "

ne "plantes

p l u s , en a u c u n e

f a ç o n , au s i g n i f i é

cultivées" "de n o m b r e u s e s dents malades"

j i i hihi.marari.maru ne correspond

p l u s au s i g n i f i é

"incisives".

2°) L e s c o m p o s é s

à caractère

asyntaxique

La combinaison correspond

des termes

de ce type

de c o m p o s é dans

ne la

pas à celle des t y p e s de s y n t a g m e e x i s t a n t des c o m b i n a i s o n s comme

langue. Aucune peut être

que nous allons présenter en s a k a l a v a à un

ne type

considérée

correspondant

de s y n t a g m e

déterminatif
Les

quelconque.
asyntaxiques peuvent prendre les

combinaisons s

formes

suivantes

- 138 -

-

nominal

+

nominal (1)

/

nominal

i

i
"gardien du tombeau royal"

.
/ n o u r r i t u r e . crocodile/

hanim.buei

sakei.tani taolan.ulu aku.ala ana.duani vuan.tano ru,nunu

"gingembre" "aîné"

/ p i m e n t , t e r r e /

/os.gens/ / p o u l e t . f o r ê t / non régnant" / e n f a n t , v i l l a g e r o y a l /

"poule

sauvage" de sang

"prince

"calebasse" " l a i t "

/graine.année/ / b o u i l l o n . s e i n /

»

i
" c h e v i l l e " "métis"

.

v u z u n . b i t i

/cou.pied/

.

vazaha.godra

/étranger.boue/

~

ad.iectival

+

ad.iectival

>

nominal

i

i
"suivantes royales" " v i e i l l a r d " /nombreuses,femelles/ /âgé,mâle/

maru.vavi matue.lai

-

verbal

+

ad.iectival " r a t "

>

nominal / ê t r e atteint.tombé/

vua.lavu

ad.iectival

i

i

+

nominal

> sp

nominal /nombreux.parents/ coquillage sp." /nombreuses.épines/

maru.longu

"serpent

maru.falazana

i 1

i

"murex, (2) (3)

t e l i k ( i ) . a l a

1

"essart" "après-midi"

/coupée.forêt/ /cassé.jour/ /cassée.cruche/

fulak(a).andra vaki.sadzua dobu,vatu

"aube" 'pierre les pour noyer opposants" royale"

/noyée.pierre/

be.manangi
t

"conseillère "manioc" "conque

/grande.femme/ / g r a n d e . f e u i l l e /

be,ravin

«

1

lava.vudi

1

1

marine" mollusque sp.
1

/longue.fesse/ / h u i t . é c a i l l e s /

valu.ara

"chiton,

(1 )

m + v

v >

mb. de

I l

y

a

amalgame qui

entre la

le

m f i n a l

de mb.

hanim

et

le

i n i t i a l (3)

vuei

produit

semi-nasale d'un et

(2)

et

Certaines peuvent On note et

modifications . i n t e r ò e n i r un au amalgame

formelles cours v du

des v

termes de

du :

composé s i t i o n .

processus

compo-

i t e t i k i . a l a !

1

tfulaka,andraJ

1

1

entre

f i n a l e

i n i t i a l e

- 139

-

adjectival

+

adverbal

adverbal /achevé.hier/

afak(a).umuali i i afak(a).amarei

"avant hier" "après demain"

/achevé.demain/

.

.

verbal

+ nominal

>

adjectival "saint" /être saint.bouche/

masifii.vava

- verbal + nominal maimbu.vitsiki i i manan(a).adabu i i manguru.aumbi

>

nominal "arbre sp." /sentir mauvais.fourmi/

"clan sakalava" calava"

/posséder.figuiers/ /brûler.boeuf/

- nominal + verbal (

dérivé)

">

nominal /oiseau.être fort/

• i — — o v u r u ( n ) .rnaheri ( 1 ) " a i g l e , F a l c o p e r e q r i n u s "

masu.mahamei hazu.malani

"rayon "arbre

du s o l e i l "

/oeil.rendre

brûlant/ bon/

sp., Hernandiaceae voyronii R.C."

/bois.sentir

Hazomalania

adjectival

+ adjectival "prénom

+ adjectival

nominal

dzobi.lai.be

masculin"

/noir.mâle.grand/

aspectif

d'énoncé

négatif

tsi

"ne pas"

+ verbal>

nominal

tsi.manadza tsi.mikapa

"gardien

de t r o u p e a u x "

/ne /ne

pas.respecter/ pas.sarcler/

"prénom masculin"

(1) Il y a a m a l g a m e par une consonne c.

quand

le p r e m i e r

élément

du c o m p o s é

se

termine

e t q u e le

second commence

par une consonne s

c + c >

- 140

-

- aspectif verbal
1

d'énoneá >
1

négatif

tsi + verbal

+ complément

du

nominal "herbe sp., ftraliaceae inermis , /ne pas;manger par.

tsi.hanim.posa !tsi.hanin.fosa !

Cuphocarpus Bak. "

renard/

aspectif tsi.revu

d'énoncé

négatif

t s i • ad.iectival * /ne /ne

y

nominal

"grenouille" "papillon"

pas.embourbée/ pas.chatoyant/ /ne pas.caché.caché/ (1)

tsi.pelapelaka tsi.vonivoni

"jeu

de c a c h e - c a c h e "

aspectif

d'énoncé "jeu

négatif

+ nominal /ne /ne

>

nominal

tsi.kakakaka

du m o n s t r e " du b o e u f "

pas.monstre.monstre/ pas.boeuf.boeuf/

tsi.aumbiaumbi

"jeu

Remarque On une nuance note que tsi "ne pas" a s p e c t i f d'énoncé négatif de" dans prend un

sémantique

q u i é q u i v a u t à "faire s e m b l a n t où il f i g u r e s faire semblant d'être monstre.

grand

nombre

des composés

ne p a s être m o n s t r e >

monstre

=

jouer

à ê t r e le

Toutes les associations asyntaxiques

présentées

c i - d e s s u s o n t en c o m m u n du f a i t de l ' e m p l o i d e des types de

d'être termes syntagmes

: ce c a r a c t è r e

provient

d o n t la c o m b i n a i s o n existants dans la

ne c o r r e s p o n d

pas à celle

langue.

( 1 ) L e c e n t r e d u c o m p o s é p e u t d é j à ê t r e un c o m p o s é p a r r e d u p l i c a t i o n ; c ' e s t s o u v e n t le cas p o u r l e s c o m p o s é s d o n t la formule est ^ s P e c t i f d'énoncé négatif + élément 2 ? .

- Ut-

Aucune

des combinaisons

présentées

na p e u t ê t r e déterminatif

considérée quelconque ne

comme ;

correspondant aucune

à un t y p e de s y n t a g m e

des combinaisons complet

ayant l'apparence

d'un énoncé

constitue correct

un é n o n c é (emploi

(absence sans

de s u j e t ) n i g r a m m a t i c a l e m e n t

du n o m i n a l

déterminant).

Les composés éléments

asyntaxiques entre

forment lesquels

des touts a n a l y s a b l e s il e s t i m p o s s i b l e

en

composants

d'insérer un type compo-

le m o i n d r e original sition

t e r m e an e x p a n s i o n

; ces composés

constituent

de c o m p o s i t i o n

s en e f f e t

les éléments

e n t r a n t en des

servent à distinguer

et surtout à qualifier

espèces jeux.

végétales

et a n i m a l e s , des i n d i v i d u s , des lieux

ou d e s

On note que

certains comme

composés issus sous

o n t en c o m m u n

de p r é s e n t e r

des

termes

identifiables

de v e r b a u x

ou d e n o m i n a u x

existants jamais

dans la l a n g u e m a i s sous forme
i

un a s p e c t q u i n e se r e n c o n t r e

libre
t

:

ana.duani i i ana.bariu • i ana.bavi i i ana.dai

"prince "esclave "soeur

de s a n g royal" un

non

régnant"

(pour

homme)" d ' u n ries g é n i t e u r s d'Ego

"tout enfant masculin féminin"

La f o r m e sition fruit"

ana <

'

zanaka

!

"enfant"

est caractéristique

dans

le p a r l e r

qui prend

a c t u e l . Il e n e s t de m ê m e i l ' a s p e c t v u a a u c o u r s de l a c o m p o s i t i o n i i futsi! sp." !vuan

de l a c o m p o i pour yuan "graine, s

i i vua.futsi i i vua.mena

"thé m a l g a c h e "

!vuan

"cascavelle, plante

i i mena!

142

B

-

SYNTAGMATIQUE

Sommaire I. LE S Y N T A G M E NOMINAL nominal nominal pur déterminatif grammaticaux préposés postposés

1 . Le s y n t a g m e 2 . Le s y n t a g m e

a. Les déterminants 1°/ L e s 2°/ L e s b. Les

déterminants déterminants

déterminants 1°/ L e 2°/ L e numéral génitif

lexicaux

c. Les déterminants 3 . Le syntagme à

du

personnel i comme fonctionnel

fonctionnel

1°/ L e m o t - o u t i l

amin

2°/ L e f o n c t i o n n e l 4 . Le s y n t a g m e 5 . Le syntagme nominal nominal

rango

relatif d'apposition

II.

LE S Y N T A G M E A. Les

VERBAL flexionnelles neutre accompli virtuel s les affixes verbaux d'aspect

formes

a. L'aspect b. L'aspect c. L'aspect d.

L'injonctif neutre accompli virtuel

e . Le passif f . Le passif g . Le p a s s i f h . Le B . Les formes a. Les relatif

suffixales préfixales verbales verbales aspectuelles néo-aspectuelles

formes

1°/ L e s m o d a l i t é s 2°/ L e s m o d a l i t é s 3°/ L e s b. Les formes

auxiliaires suffixales

- 143

-

I - Le S Y N T A G M E

NOMINAL

Nous désignerons nominal

pour

simplifier

du

terme

syntagme par la

en v/ertu de l ' i d e n t i t é

de c o m p o r t e m e n t

révélée

c o m m u t a t i o n , les syntagmes personnelle sujet

d o n t le c e n t r e e s t u n e du

modalité

( M . P . 1 ) ou le s u p p l é a n t

nominal.

1 . Les nominaux

purs

a , Le_s £.a_di£ajjx_n£mi_n_au)< Nous donnons d e n o m i n a u x , la f o n c t i o n objets et les êtres aux monèmes de c e t t e catégorie le les terme

de c e s m o n è m e s ; ils sont

é t a n t de n a m m e r

animés

indécomposables.

- Type CVCVCV
t

(ou c û c v c v )

(1)
i

tantara
t

"histoire", heluku

"vindicte"

- Type

i vatu

CVCV "pierre"

- Type

CVCWCV
!

domuihi

"tourterelle"

- Type

CVCVV i duria "consanguins descendante"

d'Ego

de la q u a t r i è m e

génération

- Type
»

CVVCV "sortie"

buaka

(1) Les

pourcentages

par

t y p e de s t r u c t u r e

syllahique

sont

indiqués

p p . 12 e t

13.

- 144

-

- Type

CVV
"plaie"

bëi

!

- Type

VCVCV
t

aratu

"filet

de

pêche"

- Type VCV i uvi "igname"

- Type

VVCV "médicament"

audi

h. Les nominaux Nous
existants (1) t

dérivés ici les principaux nominaux dérivés

rappelons

i/ Les nominaux

dérivés

par

affixation

,

formule

f-.+

*RLa

fihimpa "éventail" 1 fandzeitri "aiguille" + -ana "réunion" "travail champs" des

-ihimpa-andzeitri-

ffrmule

f- + * R I a

fivuriana 1 fitsabuana

-ivuria-itsabua-

.

formule

amp- +

*RLa ampandzaka ! ampamangu t ampamoriki "roi" "batteur" "sorcier" -annizaka-amangu-amoriki-

( 1 ) CF p p . 1 1 7 , la d é r i v a t i o n

nominale.

- 145

-

formule

fanka-

+ *RIa

+

-ana "amour réci<C - t i a v a -

fankatiavana

proque'

formule Ì

f- + an

+*RIa

+

-ana "contradiction" \ , -anadia-

i fanadiana

formule I

f- + aha-

+ *RIa

+

-ana "croyance" <^-atukisa-

fahatukisana

2 / le_s JT^Ornijngux_ dé_ri_vé_s _gar _déte_rmi_nation

f

adjectival

\ verbal Formule ni + / adverbal numéral fonctionnel Vj*I.P. 2 (2)

Exemple

s

ni velun

"les vivants"

velun

"vivant"

(1)

M.P. 2

s

modalité

personnelle

objet.

-

146

-

c . L_e_s s_u£pJléa;n_ts_djJ i / La m o d a l i t é

riomina^ sujet (MP 1) suivantes

personnelle

Les modalités t zahu 1 ano singulier I !iazi! ! azi t izi iazaan-

personnelles -ho -no (1)

sujet sont les 'je, m o i " "tu, toi"

-2i

"il, elle,

lui"

inclusif

atsika 1 zahei

-tsika

"nous

ensemble"

za<f a n

-hei -aro

(2)

"nous" "vous"

pluriel

anaro 1 ira !iaru!

t

ia-

-ro

'ils, e l l e s ,

eux"

I llustratiuns 1 . handeha 1 mandri s 1 zahei dormir(neu.)/nous/^

// a l l e r ( v i r . ) " nuus allons

durmir"

i ho avi

zaho

// v e n i r ( v i r . )/je.// "je viendrai"

(1 ) L e s m o d a l i t é s à pouvoir modalités

personnelles

sujet

sont ici décomposées

de

manière des

p a r la s u i t e e x p o s e r personnelles

plus clairement du m i m e

la f o r m a t i o n centre.

objet à partir

( 2 ) I l e x i s t e u n e f o r m e p a r t i c u l i è r e de z a h e i e t de 2 a h o i-zahei 1 e t i - z a h o ; c e s f o r m e s s o n t p a r f o i s u t i l i s é e s q u a n d la I*1P 1 f i g u r e 1 1 en t i t e d ' é n o n c é le d é t e r m i n a n t : izaho mavandi " m o i , je m e n s " ; . est peut-être démonstratif i "Le, L a " , C F . pp. 158

- 147

-

t i . mila mamunu jj d é s i r e r
11

ano

i i zaho : t u e r ( n e u . ) / t o i / j e // "

(neu.) te t u e r

je

veux

Dans

chacun

de c e s

énoncés, les modalités

personnelles

sujet un

peuvent commuter verbal employé

a v e c u n n o m i n a l , un n o m i n a l d é r i v é , ou nominal %
t i

comme
i

. handeha

mandri

ravuei

// a l l e r ( v i r . ) s d o r m i r ( n e u . ) / m o n s i e u r -- c r o c o d i l e / / t "Monsieur t . . ho a v i crocodile i mahaleni s'en va dormir"

// v e n i r ( v i r . ) / p l u i e /' "il va i . mila i pleuvoir" i aumbi ni i ampandzaka

mamunu

désirer(neu.) : tuer(neu.)/boeuf/le!roi/^ "le r o i d é s i r e tuer un boeuf"

2/ Les pronominaux

possessifs

- Faits en p r é p o s a n t f

formels

Î les pronominaux

possessifs

s'obtiennent (1)»

l'article

d é f i n i ni aux d é t e r m i n a n t s

possessifs

ni + MP 2

(1) CF. chapitre ticaux

II, B, paragraphe

2 , les déterminants 161.

gramma-

postposés

au n o m i n a l , p p .

- 148

-

ninakai i nino t ninazi 1 ninani i ninei i nintsika 1 ninaro i nindro

"le m i e n , la "le tien" "le s i e n " "le sien"

mienne"

ni ni ni

+ + +

(n)ku no nazi

(irrégulier)

ni + nani (exclusif) (inclusif) ni ni ni ni
+ + + +

"le n ô t r e " "le n ô t r e " "le v ô t r e " "le l e u r "

nei
!

ntsika
!

naro I ndro

Exemples i * i

: i riinakai

efa m a t i

// d é j à s ê t r e m o r t ( n e u . ) / l e -- m i e n / ý ' t "le mien
i

est déjà
t

mort"
i

* ke n i n a k a i h a n d e h a

aleino

?

// e t / l e + m i e n / a l l e r ( v i r t . ) s ê t r e p r i s ( p a s s . n e u . ) + par

t o i / /
q u e tu v a s p r e n d r e ?"

" e t c ' e s t le m i e n i * a zalai nino i tsara

=

// a / g a r s / l e + t i e n / b e a u // " a h m o n g a r s , le t i e ni e s t i b e a u i " t i * aumbi manana ninazi maventi kua // b o e u f / p o s s é d e r ( n e u . ) / l e + s i e n / / ê t r e g r a n f l ( n e u . ) ! a u s s i , / "le b o e u f a le s i e n grand aussi"

Dans

chacun

de c e s é n o n c é s , l e s p r o n o m i n a u x (ou n o m i n a l dérivé

possessifs ou s y n t a g m e

peuvent nominal),

commuter et avec

a v e c un n o m i n a l une m o d a l i t é

personnelle

sujet s 1o i .

- 149

-

efa m a t i ni // d é j à s ê t r e

!

t

vuei mort(neu.)/le'.crocodile// est déjà mort"

!

"le c r o c o d i l e i i i efa mati izi

// d é j à • ê t r e m o r t ( n e u . ) / i l // "il est déjà m o r t " ( s e reférer 148) au p r e m i e r exemple de la

page

3/ Les autres

suppléant

- ilei traduit

le franga>4—^tielui pisu

qui"

ilei mahei mandri,

/ / c e l u i q u i ! s a v o i r ( n e u . ) s d o r m i r ( n e u . ) / c h a t // " celui qui sait dormir t h 1 1 c ' e s t le c h a t 1 fandroaka "

ilei mahei mihinana

celui qui!savoir(neu.) s manger(neu.)/chien// "

" c e l u i q u i s a i t m a n g e r , c ' e s t le c h i e n l i t 1 mandeha

ilei mahei mimalu,

/Ì c e l u i q u i ! s a v o i r ( n e u . ) 2 j u g e r ( n e u . ) / p a r t i r ( n 8 u . ) // " celui qui sait j u g e r , s ' e n va "

t

ilei fonctionne

comme

suppléant

du n o m i n a l

quand la

il e s t

antéposé

au v e r b a l ou au v e r b o ï d e ilei + verbal premier

q u i le q u a l i f i e toutefois 1 de i l e i

selon

formule suive de

. Il e x i g e

qu'un prédicat ; toute autre (1).

verbal qui est l'attribut que 1 ilei est

formule

indiquerait

un d é t e r m i n a n t

du n o m i n a l

(1) CF. chapitre

II, B, paragraphe

2

: le

syntagme

nominal

détorminatif, pp. 153.

- 150

-

i - zeni correspond
! I

au f r a n ç a i s
I

"cela", "c'est

cela

qui"

zeni ni mampiova

iro

// c e l a / l e ! t r a n s f o r m e r ( n e u . ) / e u x / / "c'est
i

cela
i

qui les a
i

transformés"
t

zeni nankadilana

vaniani

faraka maçonne/' maçonne"

// c e l a / a m i n c i r ( a c c . ) / t a i l l e + d e - l a ! g u ê p e "c'est c e l a q u i a a m i n c i la t a i l l e

de la g u ê p e

zefìi e s t

suppléant

du

nominal, c'est-à-dire nominal dérivé) quand

qu'il peut

commuter au

a v e c un n o m i n a l
p r é d i t e t .

( o u un

il e s t a n t é p o s é

i - areiki
I

"un, une"
! !

(non
I

numéral)
I

zaho mazava // j e / ê t r e Hl//

luha hoi ilei

areiki question!

t

c l a i r e ( n e u . ) ! t ê t e / / dire ( n e u . )/ce en

" j ' a i la t ê t e

claire

dit l'un

"

!

1

I

I

navi areiki

heliheli

// v e n i r ( a c c . ) / u n ! p e t i t . p e t i t // " v i n t un t o u t petit "

t

D a n s c e s e x e m p l e s , on p e u t r e m p l a c e r " e n f a n t " . On c o n s t a t e nominal nominal est
t

a r e i k i par le n o m i n a l comme

tseiki du du

que a r e i k i f o n c t i o n n a n t de p r e n d r e
i i

suppléant

susceptible
t i

certains
i

des d é t e r m i n a n t s

(ilei, iu, iti, iri, ini,

zeni).

- 151

-

Des formules

telles
>

que

s -déterminant démonstratif

+

areiki•

ou - P r é d i c a t

+ areiki + adjectif-, indiquent du nominal.

toujours

que

areiki

e s t un s u p p l é a n t i - ini

"cela" i i ini ( p a r t i c i p e ) + p a r m o i / c e l a //' cela "

vuapudiku

// e s t r a m e n é " je r a m è n e i // c e l a / n e i

ini tsi tiaku

ini

p a s s ê t r e a i m é ( P . n e u . ) + p a r m o i / c e l a // pas cela "

" c e l a , je n e l ' a i m e i ini, fahavalu i hoi i izi

// c e l a / b a n d i t / ^ d i r e ( n e u . ) / i l // " c e l u i là c ' e s t un b a n d i t , d i t - i l "

ini fonctionne

comme

suppléant verbale

du

nominal (il est alors

1° a p r è s une f o r m e complément 2° q u a n d répété du

passive

verbal) une forme verbale s il e s t alors

il e n c a d r e

a u d é b u t e t à la f i n d e

l'énoncé.

! I - iti "ceci, proche", iri "cela,
t t i i

invisible"
i

iti, tseiki iti, marari

ankitini

// c e c i / / e n f a n t ! c e c i / ê t r e m a l a d e ( n e u . ) ! v r a i m e n t // " celui-ci, cet enfant-ci est vraiment malade ! vuapudiku // ê t r e I iti r a m e n é ( P a r t i c i p e ) + p a r m o i / c e c i // ceci " "

" je r a m è n e

- 152

-

i i akori aton

i iti f a i t ( P . n e u . ) + p a r / c e c i // fait ? "

// c o m m e n t / ê t r e

" comment est-ce i i aia izi ? i iri

// o ù / i l / / c e l a

invisible// loin "

" nù o a t - i l ? là-bas i - iu " c e , i iu n o

cette" r tantareini

// c e / v r a i m e n t / r a c o n t e r ( P . n e u . ) + p a r l u i // " c'est cela i iu f i g u r a n t en d é b u t vraiment qu'il raconte comme " sujet ; il peut

d'énoncé Î

fonctionne

être remplacé

par un n o m i n a l no

anqanu

tantareini lui// "

// c o n t e / v r a i m e n t / r a c o n t e r ( P , n e u . ) + p a r " c ' e s t un c o n t e vraiment qu'il raconte

- 153 -

2 . Le S y n t a q m e

nominal

déterminatif d a n s un p r e m i e r temps les déterminants au nominal,

Nous examinerons grammaticaux suivant qu'ils lexicaux

sont p r é p o s é s ou p o s t p o s é s du

les déterminants

et les d é t e r m i n a n t s

personnel.

a . L_e_s d é t e r m i n a n t s

grammaticaux

1/ Les déterminants

préposés

- Le défini ni "le, la"

(singulier)

Exemples
*

hitantara

z a h o rvi k a b a r u n

ni

pisu

// r a c o n t e r ( v i r t . ) / j e / l e ! d i s c o u r s + d e - l e ' . c h a t ^
11

je v a i s

vous raconter

l'histoire

du c h a t

"

* t s i z a h o jni m a v a n d i // n e p a s : m o i / l e ! ê t r e m e n t e u r ( n e u . ) // i ce n ' e s t p a s m o i le m e n t e u r i "
H

"

*

zefìi rù m o m p i o v a //c'est

iro c h a n g e r ( n e u . ) / e u x //
H

cela/le I faire

" c'est cela

qui les a fait changer

"

* l u m e i iro n a n d e h a // c o u r a n t / i l s ; /

t a m i n JTÌ

zanahari

aller(acc.)/chez(acc.)!leiDieu/^ chez Le Dieu "

" en c o u r a n t , ils a l l è r e n t

* meluku

z a h o h o i JRJL r a v u e i fâché(neu. ) / m o t / / dire ( n e u . )/le! m o n s i e u r , c r o c o d i l e / ^ dit le c r o c o d i l e
H

/ / ê t r e
H "

je s u i s f â c h é

"

- 154

-

*

i i i i i i fa n i a m a r e i m i s i v a h i n i n o a v i etu // m a i s / l e ! d e m a i n / y " mais demain les a v o i r ( n e u . ) / i n v i t é s + t o n / ^ v e n i r / i c i // invités viennent ici "

i * navi ni

» areiki

// v e n i r ( a c c . ) / l e !un // " vint l'un ' * ni antun
11

ni navian

' ni

i l ulumbelun

// l a î r a i s o n + d e - l a ! v e n u e + de-l_' ! ê t r e . h u m a i n / t i nitarimi bibi é l e v e r ( a c c . ) / a n i m a u x // " d e la r a i s o n animaux
t

pour

laquelle l'être humain

éleva

des

"
t i i i

* i n i rù raha

tantara

momba

ai

aku su j e t / l e ! p o u l e t // "

// c e t t e ! l a ! c h o s e ! h i s t o i r e / a u " telle est l'histoire

du p o u l e t

i i aia ni nakai ? // o ù / l e / m i e n // " où e s t le m i e n ?"

La formule l'ordre

d e la d é t e r m i n a t i o n

est toujours s

ni +

déterminé

de la d é t e r m i n a t i o n

est donc

c o n t r a i g n a n t . Le

déterminé

peut etre s - nominal - verboïde - verbal i (kabaru "discours") "être ou s u p p l é a n t du nominal

(mavandi

menteur i < miova

; menteur") s faire changer)

dérivé

i (mampiova

- adverbal

i (amarei

"demain")

- 155 -

- verbal passif - pronominal - numéral

i (navian

"venir i (ninakai

(P.acc.) "le

(1)

possessif

mien")

t (ni areiki

"l'un")

ni ne p e u t s u p p o r t e r diatement affecté

l'adjonction

d'un autre

déterminant de peut

imméêtre

à sa s u i t e m a i s le d é t e r m i n é postposés.

précédé

de d é t e r m i n a n t s

Il f a u t s i g n a l e r confondu a v e c _ni

q u e n_i déterminant est

déterminant possessif toujours

d é f i n i ne d o i t p a s ê t r e personne

( M P 2 ) , troisième suffixé
t

du s i n g u l i e r , q u i

au

déterminé

qu'il affecte s

ni /

tranoni la ! m a i s o n + de " lui/

" sa m a i s o n

Le d é t e r m i n a n t

défini pluriel

s ri

"les"

Exemples * ri namani diabi ini efa avi ani

// L e s ! a m i s + d e l u i ! t o u s ! c e s / d é j à s a r r i v e r ( n e u . ) / l à - b a s / / " tous ses amis sont déjà là-bas "

( 1 ) Nous rappelons que

JTÌ

(

+ aspectif d'énoncé négatif + adjectival + verbal (actif et passif) + verboïde + numéral employé pour

+

adverbe

est un p r o c é d é les nominaux pronominal

de d é r i v a t i o n

très couramment

former un

dérivés

; précédant

un p o s s e s s i f , il en f a i t

possessif.

- 156 -

* meluku /'être

namani abi

iro

f â c h é ( n e u . ) / l e s l a m i s + de l u i ! t o u s ! i l s // ses amis "

" ils étaient fâchés e u x , tous
t t i t

* i kalo anaran

ni renindro

iu

// l a ! k a l o / n o m ! l a ! m è r e + de e u x ! c e t t e ^ i i i i i i r e n i n r_i f a r a v a v i n d r e i k i t a o l a n u l u b e m è r e + d e ! l e s ! d e r n i è r e , f i l l e ! e t ! a î n é . g r a n d // "la Kalo c'était le n o m de l e u r Aîné " m è r e , de la m è r e de

Fille Cadette

et G r a n d

L'ordre toujours nominaux

d e la d é t e r m i n a t i o n s j ri + déterminé"]

est contraignant

; la f o r m u l e affectés

est sont que des

. Les déterminés

( n o m s de p e r s o n n e , de d i v i n i t é . . . ) . M o i n s u t i l i s é d é f i n i n i , r_i e s t surtout employé pour

le d é t e r m i n a n t

insister 8

sur le n o m b r e . Il p e u t d o n n e r l i t zefîi u s i a r i h a v a k u i diabi

à la p h r a s e

un c a r a c t è r e d ' e m p h a s e

!

// a i n s i 1 c o n t e / l e s ! p a r e n t s + m e s l t o u s // " t e l e s t le c o n t e oh v o u s , t o u s m e s p a r e n t s !"

~ ^e_démgnstratif approximativement celui-là,

i l é i <-\^lêi le f r a n ç a i s

précise

le d é t e r m i n é

et

traduit

% c e l u i q u i , l e . . . en

question

celle-là.

Exemples s i i i i ambala roi// * a drako hoi ilei

// ah ! f i l l e s ^ J i r e ( n e u . ) / c e l l e - l à ! f e m m e d e " ah les f i l l e s

d i t - e l l e , la f e m m e d u r o i "

- 1 5 7 -

i * matin // ê t r e

( i

»

i t lion ini

ilei ulumbelun

les// tué + p a r / c e l u i la ! ê t r e . h u m a i n / l i o n
"

" ce l i o n e s t t u é p a r c e t h o m m e i * i buruka i anaran ilei i i lambu

// l e ! b u r u k a / n o m + d e - c e l u i " Buruka t * ke i buruka

lalporc/^ " i fandroaka

c ' e s t le n o m de ce p o r c t nivulana i tamin i ilei

// e t / l e ! b u r u k a / p a r l e r ( a c c . ) / a ( a c c . ) î c e l u i l a î c h i e n // " et Buruka
t i i

parla
i

à ce c h i e n

là "

* azunaro

vadi

ilei

// ê t r e o b t e n u ( P . n e u . ) + p a r v o u s / f e m m e / c e l l e l a ! i i i i i i i z a n a k u izi kua t a f i p u d i tsara etu an t a n a n a enfant + m o n / s i / r a m e n é e ! b i e n / i c i ! a u + v i l l a g e // fille en m a r i a g e si vous la r a m e n e z en i village i

" v o u s a u r e z ma

b o n é t a t i c i au i * famatra i ilei i

marube l à ! n o m b r e u x . g r a n d // tous ces gens très nombreux "

// d o u t a n t / c e u x " ils doutaient

Le d é t e r m i n a n t des nominaux contraignant

démonstratif

ilei affecte

u n i q u e m e n t la

catégorie est

et n o m i n a u x

dérivés. L'ordre

de la d é t e r m i n a t i o n .

; la f o r m u l e e s t t o u j o u r s i

| ilei + nominal j

Toute

autre

formule

indique comme

que

i l e i ne f o n c t i o n n e du nominal.

pas comme

déterminant

du n o m i n a l m a i s Quand

suppléant

un deuxième

déterminant

vient affecter

le n o m i n a l ,

ce formule

dernier est s

est toujours postposé

a u n o m i n a l . D a n s ce c a s , l a

- 158

-

i ilei + N o m i n a l + 2e d é t e r m i n a n t i ilei i zanaku

( MP 2 > „„. .P ( Démonstratif

/'.ft. „ „ ( m i par

exemple;

// c e l l e l a î e n f a n t + m o n // " celle-la, mon enfant "

Au-delà

d'une

formule

s (NP 2 ) + 3e d é t e r m i n a n t ( d é m o n s tratif) dans l'usage courant s

i i l e i + N o m i n a l + 2e d é t e r m i n a n t

il s e m b l e

qu'il y ait saturation i i i izi

i l ilei zanaku

ini marari

// c e l l e l a ! e n f a n t + m o q ! c e t t e e l l e // " celle

en q u e s t i o n / ê t r e

malade(neu.)/

l a , m o n e n f a n t en q u e s t i o n , e l l e e s t m a l a d e

"

- Le

démonstratif i

s il d é f i n i t l e s n o m s p r o p r e s d ' a n i m a u x un é q u i v a l e n t a p p r o x i m a t i f dans

et le

de p e r s o n n e s français : la

et p eut t r o u v e r Marie, . .

Exemples

s i i tamin ilei i vadini

i i i * k e _i m b o t i m i n i n i v u l a n a

// e t / l a Î M b o t i m i n i / p a r l e r ( a c c . ) / à ! c e l u i e n q u e s t i o n ! é p o u x + s o n ^
11

e t la M b o t i m i n i ' '

parla
1

à
1

s o n m a r i en q u e s t i o n

"

* aiiaran n i a r e i k i _i m a v u k e l i // n o m + d e l e ! u n / l e ! j a u n e . p e t i t // jaune "

" l e n o m d e l ' u n , c ' e s t le P e t i t

- 159 -

L e d é m o n s t r a t i f _i a f f e c t e

uniquement

les nominaux ou

et plus

préci-

sément les noms, prénoms, surnoms L'ordre toujours d'un de la d é t e r m i n a t i o n i + nominal

de p e r s o n n e s

d'animaux. est

est c o n t r a i g n a n t

; la f o r m u l e

. Il a r r i v e que le nom s o i t

suivi façons dé-

démonstratif

( i u , i n i . . . ) , ce d e r n i e r d'une dans i i tsara formule l'usage

é t a n t de t o u t e s

postposé

au n o m i n a l . A u - d e l à

s i + n o m i n a l + 2e courant.

t e r m i n a n t , il y a s a t u r a t i o n i ke mbotimini t

ÏLJ m a n a n g i

// e t ! l a i M b o t i m i n i ! c e t t e / f e m m e ! .jolie //
11

e t L a M b o t i m i n i , e l l e jsst b e l l e

femme

"

2/ Les déterminants 1 s areiki

postposés

L'indéfini

"un,

une"

*

1 1 nisi matuevavi

1 areiki

// y a v o i r ( a c c . ) / v i e i l l e . f e m e l l e ! u n e / ^ " il y a v a i t 1 * andra une vieille femme " 1 vadini lui//

1 t t 1 1 areiki niankani ulu ini ndreiki

// jour!_un/se

d i s p u t e r ( a c c . ) / h o m m e ! c e / a v e c ! f e m m e + de se d i s p u t è r e n t "

" un j o u r , cet h o m m e et son é p o u s e 1 t * nandalo vurun 1 areiki

// p a s s e r ( a c c . ) / o i s e a u ! u n y / " un o i s e a u passa "

- 160

-

Les exemples affecte la

présentés

montrent

que

le d é t e r m i n a n t

indéfini à

areiki

catégorie en

des nominaux

et n o m i n a u x

dérivés

l'exclusion + numéral7.

des abstraits En

/"ni

+ adjectif^

des nominaux des modalités

en / n i

ce q u i c o n c e r n e i

la d é t e r m i n a t i o n

personnelles

sujet, ar&iki du singulier.

ne p o u r r a

figurer

comme

déterminant

qu'après

les MP 1

L'ordre

de la d é t e r m i n a t i o n nominal ( N ) nav '

est

le s u i v a n t l > +

s
1 ., . areiki

/„.„ « ,. \ (MP 1 s i n g u l i e r ) +

suppléant du n o m i n a l (\ 1) J ll

Tout

énoncé

présentant

un o r d r e i

de d é t e r m i n a t i o n

autre

que

ce

dernier est soit

signifie

que du

areiki appartient nominal

à une autre

catégorie

: il

suppléant

soit déterminant

numéral.

L'ordre

de la d é t e r m i n a t i o n La formule

est

contraignant. par l'indéfini + areiki_/ peut est

de d é t e r m i n a t i o n

supporter alors s
t

l'adjonction d'un deuxième d é t e r m i n a n t . La j « i j N + areiki + déterminant 2 j .
l i t

formule

misi matuevavi

areiki

ini

// y a v o i r ( n e u . ) / v i e i l l e . f e m e l l e !une!cette // " il y avait cette vieille femme "
Il s e m b l e l'usage qu'au-delà d'un déterminant 2 , il y a i t saturation dans

courant.

- 161

-

- Les déterminants personnelles sujet

p o s s e s s i f s MP 2

s ils dérivent suivantes ?

des

modalités

selon les formules

déf. zaho sg, -n(i) ano ! izi ' / !iazi! \ , . azi i atsika t zahei pl. -r(i) anarô i iro !iâro !

MP 1 zaan-ho -no

MP 2 n-ho n-no nko nku no • !nizi!-ni > ko ku (1 )

t

ia-

-zi

n-zi

!nizi l \ nazi -nani

azaan-

-tsika -hei -aro

n-tsika n-hei n-aro

ntsika i nei narô i ndro

ia-

-ro

n-ro

La

formule

est

8

j

- n(génitif) + radical

personnel

t * nano

, fatidrandro

i iro

, <.

> fatidra-ndro

// f a i r e ( a c c . ) / s e r m e n t " ils firent
i

de s a n g + l e u r / i l s // "
i l

leur
t

s e r m e n t du s a n g
i l

* mandeha

mandrangitri

famakinazi

<. famaki-nazi

// a l l e r ( n e u . ) s a i g u i s e r ( n e u . ) / h a c h e + sa // " il va a i g u i s e r * i zahandro sa h a c h e " / <C i zahan-ndro

t i tsi mati kakabe

/ / ê t r e

v u ( p a s s i f ) + p a r e u x / / n e p a s 8 e t r e m o r t ( n e u ^ / i n o n s t r e // neu. " i l s v i r e n t q u e le m o n s t r e n ' é t a i t p a s m o r t "

(1) On c o n s i d è r e n'est

ici que ku = nku

(«^ k o = n k o )

d o n t la

nasalité

pas représentée

; il y a donc a m a l g a m e

a v e c le -n g é n i t i f s dans l'amalgame).

N + /ï"n_7 + k u .> N k u

(in n ' é t a n t p a s r e p r é s e n t é

- 162

-

i

t

t

»

»

i

* nilandzeindro

akulai vulamena

nilandzein-ndro

// ê t r e p o r t é ( p a s s . a c c . ) -t p a r e u x / c o q , m â l e ! a r g e n t , r o u g e // " ils portèrent
i i i

le c o q d ' o r
i i

11

t

t

* pisu mitadi ulu manana

anguvu hipetrahani

hipetrahan-ni

// c h a t / c h e r c h e r ( n e u . ) / h o m m e ^ p o s s é d e r ( n e u . ) / f o r c e / / ê t r e i n s t a l l é ( p a s s . \ / i r t . ) + p a r l u i //
11

le c h a t c h e r c h e i t

un h o m m e i

fort chez qui habiter i i i vadini

"

* ke i mbotimini

nivulafia

tamin

ilei

// e t / l a î m b o t i m i n i / p a r l e r ( n e u . ) / à ! c e l u i ! m a r i + s o n // " et la M b o t i m i n i p a r l a à son mari "

Les déterminants se t r o u v e n t déterminent

possessifs dans

constituent

une classe

de m o t s

qui Ils verbaux passifs

toujours

des environnements et n o m i n a u x génitif

de m ê m e

nature.

soit des nominaux

dérivés, soit des les trois

d é j à a f f e c t é s du d é t e r m i n a n t

(c'est-à-dire

e t le r e l a t i f ) , s o i t d e s n o m i n a u x L'ordre toujours encore d e la d é t e r m i n a t i o n s N + MP 2 ou

suivis

d'adjectifs. ; la f o r m u l e est ou bien entre

est contraignant

j N + AD ( " a d j e c t i f ) + M P 2 j cas,

V + M P 21. du v e r b a l

D a n s ce dernier et n- i n i t i a l e précédente i s

il y a un a m a l g a m e et l'accent

-n f i n a l e porter

d o 11 P 2 *

vient

s u r la s y l l a b e i ^ ^

* hip e t rahani / i * être

(hipetrahan-ni) / i (ahanin-nku)

i n s t a l l é ( P a s s . v i r t . ) + par il " i ahaniku i i i

" chez qui habiter zaho mila ulumbelun

// J e / d é s i r e r ( n e u . ) / ê t r e . h u m a i n / ^ f n a n g e r ( r e l . ) + p a r m o i // "je cherche un ê t r e h u m a i n pour le m a n g e r "

- 162

-

i * nilandzeindro

i i

i

i

i nilandzein-ndro

akulai vulamena

// ê t r e p o r t é ( p a s s . a c c . ) + p a r e u x / c o q . m â l e i a r g e n t . r o u g e f/ " ils portèrent
i i i t

le c o q d ' o r
i

"
t t

* pisu mitadi ulu manana

anguvu hipetrahani

hipetrahan-ni

// c h a t / c h e r c h e r ( n e u . ) / h o m m e ^ p o s s é d e r ( n e u . ) / f o r c e / ê t r e i n s t a l l é ( p a s s . v i r t . ) + p a r l u i // " le c h a t c h e r c h e i i * ke i mbotimini un h o m m e f o r t c h e z q u i h a b i t e r i nivulana tamin i i i vadini "

ilei

// e t / l a J m b o t i m i n i / p a r l e r ( n e u . ) / à ! c e l u i .'mari + s o n // " et la M b o t i m i n i p a r l a à son mari "

Les déterminants se t r o u v e n t déterminent

possessifs dans

constituent

une classe

de m o t s

qui Ils verbaux passifs

toujours

des e n v i r o n n e m e n t s et n o m i n a u x génitif

de m ê m e

nature.

soit des nominaux

dérivés, soit dss les trois

déjà a f f e c t é s du d é t e r m i n a n t

(c'est-à-dire

e t le r e l a t i f ) , s o i t d e s n o m i n a u x L'ordre d e la d é t e r m i n a t i o n N + HP 2 j ou

suivis

d'adjectifs. ; la f o r m u l e est ou bien

est contraignant

toujours s encore

j' l) + A 3 ( a d j e c t i f ) + M P 2 l \ cas, il y a un a m a l g a m e et l ' a c c e n t

\ + l*)P 2l. l

D a n s ce d e r n i e r et n- i n i t i a l e :

entre

-n finale du verbal porter

d o FIP 2

vient

sur la s y l l a b e p r é c é d e n t e

' * hipetrahani / être

y

i (hipetrahan-ni) il /

v

installé(Pass.virt.) +par " i ahaniku

" chez qui habiter i * i i i zaho mila ulumbelun

i (ahanin-nku)

// j e / d é s i r e r ( n e u . ) / ê t r e . h u m a i n / f n a n g e r ( r e l . ) + p a r m o i // "je cherche un être h u m a i n pour le m a n g e r "

-

163

S
* zeni tani ahitaku manangi

t \ (ahitan-nku)
f i l l e // fille "

// a i n s i ! t e r r e / / v o i r ( r e l . ) + m o i / j e u n e " tel est l'endroit i * vadiku / conjoint + mon " /

où j ' a i vu la j e u n e

" mon conjoint i * / i

tranonei maison + notre " /

" notre maison

Des déterminants postposés
l

de l a c a t é g o r i e

aux déterminants
i t i

des démonstratifs peuvent t t i possessifs (iu, ini, zeni...).
t

être

* ala ano hihi lavano

iu

!

// e n l e v e r ( i n j . ) / t o i / d e n t s ! l o n g u e s + t i e n n e s ! c e s // " enlève toi tes grandes dents!"

Les déterminants minant à leur de saturation.

possessifs

ne p e u v e n t a d m e t t r e

qu'un

seul

déter-

suite

; a u - d e l à , o n se t r o u v e

devant des

phénomènes

REMARQUE

8 où l e s MP 2 ne f o n c t i o n n e n t 8 quand pas comme sont

Il e x i s t e un cas p a r t i c u l i e r déterminant mais comme situés après •

s u p p l é a n t du n o m i n a l i le f o n c t i o n n e l a m i n . i i i tseiki amin i i

les MP 2

* avia ano mangala

nakai

// v e n i r ( i n j . ) / t o i / c h e r c h e r ( n e u . ) / e n f a n t / c h e z ! m o i // " viens chercher l'enfant c h e z m o i //

- 164

-

- Le d é m o n s t r a t i f français

anaphorique

zeni

(izeni)

s il t r a d u i t

le

"ce en q u e s t i o n " , "ce

ainsi".

Exemples s i i ' .
1 A

* ano ulumbelun

zeni ? question// en q u e s t i o n ?"

// t o i / ê t r e . h u m a i n ! c e l u i en " c'est toi cet être humain
I ! I I

* ano

zeni ulu

masiaka

// t o i l c e l u i e n q u e s t i o n / h o m m e ! ê t r e m é c h a n t ( n e u . )// " tu e s , t o i d o n t i * fitsabuana // c u l t u r e i c e l a l il est q u e s t i o n , m é c h a n t i t sarutru "

zefìi a s a

e n q u e s t i o n / t r a v a i l I d i f f i c i l e //

" le t r a v a i l d e s c h a m p s e n q u e s t i o n e s t u n t r a v a i l d i f f i c i l e " i * ulu i zeni i i ratsifanai

// h o m m e !ce e n q u e s t i o n / m a u v a i s . c o m p o r t e m e n t // " l'homme d o n t il est q u e s t i o n a un m a u v a i s c o m p o r t e m e n t "

Le d é m o n s t r a t i f

anaphorique

zeni n'affecte

comme déterminant (ou Nominaux

que

des mots appartenant dérivés N 1 ) est

à la c a t é g o r i e

des nominaux

et s u p p l é a n t s

du n o m i n a l . L ' o r d r e (ou N du 1 + nominalJ 1)

de la zeni

détermination

contraignant

- nominal

- suppléant i zefti p e u t f i g u r e r est déjà affecté

comme déterminant du d é t e r m i n a n t M P 2 i

d a n s un é n o n c é } on se t r o u v e

où le alors

nominal devant

la f o r m u l e

s

N (ou N 1) + M P 2 + z e n i . A u - d e l à , o n s e t r o u v e de s a t u r a t i o n dans l'usage courant.

devant

un p h é n o m è n e

- 165 -

Toute autre préposé

formule

que

celle mise

en

évidence que

ci-dessus i zefii n e

(zeni fonctionne

au n o m i n a l par e x e m p l e ) i n d i q u e r a i t du n o m i n a l m a i s comme ou c o m m e

plus comme déterminant d a n s un é n o n c é il s i g n i f i e relatif

suppléant

du

nominal ;

nominal à fonction

de c o m p l é m e n t

alors

s cela.

- Le d é m o n s t r a t i f

iti/vti

(singulier)

(1)

Contrairement t

aux démonstratifs

examinés

ci-dessus,

i t i / v t i e s t un d é m o n s t r a t i f proximité dans l'espace

qui contient

la n o t i o n

de qu'un le

ou le t e m p s

; il t r a d u i t le fait

o b j e t ou un être français

vivant est préhensible

et p e u t être rendu par a entre les mains'?.

:"ceci, très proche" ; "ceci, qu'on

Exemples s * z a h o _ti m a z a v a // .je ! c e c i / ê t r e q u e s t i o n ! u n // " m o i j ' a i la t ê t e c l a i r e i /être i t ti, dit celui-ci "
t ! I

luha hoi ilei

t

I

I

areiki en

c l a i r e ( n e u . ) ! t ê t e / / d i r e ( n e u . )/ce

* marifii v u l a n a

v r a i ( n e u . ) / p a r o l e ! c e t t e // " i anguvu pas g avoir(neu.)/force// "

" c'est v r a i ce d i s c o u r s t i l i t

* izi iti leilai iti tsisi // i l ! eeeijý' h o m m e ! c e c i / n e " cet h o m m e - c i n'a

pas de f o r c e

. . i i v v ( 1 ) L a v a r i a n t e - t i de i t i s ' e m p l o i e e n r é g l é g é n é r a l e a p r è s l e s > _ i m o t s a f i n a l e - o , -a et - u , i t i é t a n t e m p l o y é de p r é f é r e n c e i i a p r è s les m o t s à f i n a l e en - i : l e i l a i i t i " c e t h o m m e " m a i s i i v u l a n a ti "ce l a n g a g e " .

- 161

-

- Les déterminants personnelles sujet

p o s s e s s i f s MP 2

s ils dérivent suivantes s

des

modalités

selon les formules

déf, zaho sg, -n(i) i ano t izi ! iaziI \, . azi i atsika i zahei p l . -r(i) anarô i iro lîaro!

MP 1 zaan-ho -no

MP 2 n-ho n-no nko nku no ! nizi ! -ni > ko ku (1 )

i

ia-

-zi

n-zi

IniziI
x

nazi

-nani

azaan-

-tsika -hei -aro

n-tsika n-hei n-aro

ntsika nei naro

ia-

-ro

n-ro

ndro

La f o r m u l e

est

%

^ yj / i

n(génitif) + radical

personnel

! I

*

nano

»

fatidrandro

t

iro

1

<C

,

fatidra-ndro

1

// f a i r e ( a c c . ) / s e r m e n t " ils firent leur i * mandeha t mandrangitri

de s a n g + l e u r / i l s // " i i

s e r m e n t du sang i i famakinazi

<C. f a m a k i - n a z i

// a l l e r ( n e u . ) ? a i g u i s e r ( n e u . ) / h a c h e + sa // " i l va a i g u i s e r i * zahandro sa h a c h e " <

i i tsi mati kakabe

, \

zahan-ndro

/ f ê t r e v u ( p a s s i f ) + p a r e u x / / ne p a s s ê t r e mort(neu.)/ m i : >ristre// neu. " i l s v i r e n t q u e le m o n s t r e n ' é t a i t p a s m o r t "

(1) On c o n s i d è r e n'est

ici que ku = nku

ko = n k o )

d o n t la avec

nasalité

pas représentée

; il y a donc a m a l g a m e

le - n g é n i t i f ; l'amalgame).

|l + / j - k \ J + k u .> IMku ( i n n ' é t a n t p a s r e p r é s e n t é \

dans

- 162

-

i

»

t

*

t

i

* nilandzeindro

akulai vulamena

<„ n i l a n d z e i n - n d r o

// ê t r e p o r t é ( p a s s . a c c . ) + p a r e u x / c o q . m â l e î a r g e n t , r o u g e // " ils portèrent i i i le c o q d ' o r i i anguvu " i hipetrahani i hipetrahan-ni être

* pisu mitadi ulu manana

// c h a t / c h e r c h e r ( n e u . ) / h o m m e / / p o s s é d e r ( n e u . ) / f o r c e / / i n s t a l l é ( p a s s . v i r t . ) + p a r l u i // " le c h a t c h e r c h e * ke i mbotimini un h o m m e f o r t c h e z q u i h a b i t e r I tamin I ilei ! vadini "

I I

I nivulana

// e t / l a ! m b o t i m i n i / p a r l e r ( n e u . ) / à ! c e l u i ! m a r i + s o n // " et la M b o t i m i n i parla à son mari "

Les déterminants se t r o u v e n t déterminent

possessifs dans

constituent

une classe

de m o t s

qui Ils verbaux passifs

toujours

des e n v i r o n n e m e n t s et n o m i n a u x génitif

de m i m e

nature.

soit des nominaux

dérivés, soit des les trois

d é j à a f f e c t é s du d é t e r m i n a n t

(c'est-à-dire

et le r e l a t i f ) , s o i t d e s n o m i n a u x L'ordre d e la d é t e r m i n a t i o n N + flP 2 j ou

suivis

d'adjectifs. ; la f o r m u l e est ou bien entre

est contraignant

toujours ! encore

j N + A3 ( a d j e c t i f ) + MP 2 j cas, do M P 2

V + M P 2i. du v e r b a l

D a n s ce d e r n i e r et n- i n i t i a l e précédente ;

il y a un a m a l g a m e et l ' a c c e n t vient

-n f i n a l e porter

sur la s y l l a b e

» * hipetrahani / être

,

i (hipetrahan-ni) il /

installé(Pass.virt.)+par "
!

" chez qui habiter *
I I I I

zaho m i l a ulumbeluiî a h a n i k u

(ahanin-nku)

I

// j e / d é s i r e r ( n e u . ) / ê t r e . h u m a i n / d a n g e r ( r e l . ) + p a r m o i // "je c h e r c h e un ê t r e h u m a i n pour le m a n g e r "

- 163 -

l

i

t

I manangi

y

I (ahitan-nku) "

* zeni tani ahitaku

// a i n s i ! terre/ý' v o i r ( r e l . ) + m o i / j e u n e f i l l e / / " t e l e s t l ' e n d r o i t o ù j ' a i vu l a j e u n e f i l l e i * vadiku / conjoint + mon " /

" mon conjoint i * / i

tranonei maison + notre " /

" notre maison

Des déterminants postposés

de l a c a t é g o r i e

des démonstratifs (iu, ini,

peuvent

être

aux d é t e r m i n a n t s

possessifs i iu

zeni...).

i t i i * ala ano hihi lavano

!

// e n l e v e r ( i n j . ) / t o i / d e n t s ' . l o n g u e s + t i e n n e s ! c e s // " enlève toi tes grandes dents!"

Les déterminants minant à leur de saturation.

possessifs

ne p e u v e n t a d m e t t r e trouve

qu'un des

seul

déter-

suite

; a u - d e l à , on se

devant

phénomènes

REMARQUE Il existe

s où les MP 2 ne f o n c t i o n n e n t : quand pas comme sont

un cas p a r t i c u l i e r

déterminant mais comme situés

s u p p l é a n t du n o m i n a l i a p r è s le f o n c t i o n n e l a m i n . i i i i tseiki amin i i

les MP 2

* avia ano mangala

nakai

// v e n i r ( i n j . ) / t o i / c h e r c h e r ( n e u . ) / e n f a n t / c h e z ! m o i // " viens chercher l'enfant c h e z m o i //

- 164

-

- Le d é m o n s t r a t i f français

anaphorique

zeni

(izeni)

s il t r a d u i t

le

"ce en q u e s t i o n " , "ce

ainsi".

Exemples s > I * ano ! ,

I
zeni ? question/'1' en q u e s t i o n ?"

ulumbelun

// t o i / ê t r e . h u m a i n ! c e l u i en " c'est toi cet être humain
i i t t

* ano

zeni ulu

masiaka e n q u e s t i o n / h o m m e ! ê t r e m é c h a n t ( n e u . )// "

// t o i î c e l u i

" tu e s , t o i d o n t i l e s t q u e s t i o n , m é c h a n t i * fitsabuana i i zefii a s a i sarutru

// c u l t u r e ' . c e l a

en q u e s t i o n / t r a v a i l ! d i f f i c i l e // e s t un t r a v a i l d i f f i c i l e "

" le t r a v a i l d e s c h a m p s en q u e s t i o n i * ulu i zeni i i ratsifanai

// h o m m e î c e " l'homme

e n q u e s t i o n / m a u v a i s . c o m p o r t e m e n t // d o n t il est q u e s t i o n a un m a u v a i s c o m p o r t e m e n t "

Le d é m o n s t r a t i f

anaphorique

zeni n'affecte

comme déterminant (ou Nominaux

que

des mots appartenant dérivés N 1)

à la c a t é g o r i e

des nominaux

et suppléants s

du n o m i n a l . L ' o r d r e (ou N 1 ) du L+ nominale

de la ' . zeni

détermination

est contraignant

- nominal

- suppléant

zefti p e u t f i g u r e r est déjà affecté

comme

déterminant

d a n s un é n o n c é ; o n se t r o u v e

où le alors

nominal devant

du d é t e r m i n a n t M P 2 i

la f o r m u l e

s

N (ou N 1) + M P 2 + z e n i . A u - d e l à , o n s e t r o u v e de s a t u r a t i o n dans l'usage courant.

devant

un p h é n o m è n e

- 165 -

Toute

autre

formule

que c e l l e m i s e en é v i d e n c e

ci-dessus i

(zerii

préposé

au n o m i n a l par e x e m p l e ) i n d i q u e r a i t du n o m i n a l m a i s c o m m e ou c o m m e

q u e zefîi n e suppléant

fonctionne du nominal ;

plus comme déterminant d a n s un é n o n c é il signifie relatif

nominal à fonction

de c o m p l é m e n t

alors

s cela.

- Le d é m o n s t r a t i f

iti/v-'ti ( s i n g u l i e r )

(1)

Contrairement
t

aux démonstratifs

examinés

ci-dessus,

iti/v-' t i e s t u n d é m o n s t r a t i f proximité dans l'espace

qui contient

la n o t i o n

de qu'un le

ou le t e m p s

; il t r a d u i t le fait

o b j e t ou un ê t r e v i v a n t e s t p r é h e n s i b l e français

et peut être rendu par a entre les mains'?.

:"ceci, très proche" |"ceci, qu'on

Exemples s i * i i i i i areiki en z a h o _ti m a z a v a // j e ! c e c i / ê t r e luha hoi ilei

c l a i r e ( n e u . ) ! tête// dire ( n e u . )/ce

q u e s t i o n ! u n // " m o i j ' a i la tête c l a i r e i //être dit celui-ci "

i

t
t_i

* marini vulana

v r a i ( n e u . ) / p a r o l e ! c e t t e // " ( anguvu p a s s a v o i r ( n e u . ) / f o r c e // "

" c ' e s t v r a i ce d i s c o u r s t * t i i i

izi iti leilai

iti tsisi

// i l ! c e c i ; / h o m m e ! c e c i / n e " cet homme-ci
/ \
*

n'a
'

p a s de f o r c e

(1) La v a r i a n t e - t i de i t i s ' e m p l o i e en r è g l e g é n é r a l e a p r è s les \ „ i m o t s a f i n a l e - o , -a e t - u , i t i é t a n t e m p l o y é d e p r é f é r e n c e ^ i i a p r è s l e s m o t s a f i n a l e en - i : l e i l a i i t i " c e t h o m m e " m a i s i i v u l a n a ti "ce l a n g a g e " .

-

166

-

Le d é m o n s t r a t i f

iti affecte

les catégories des nominaux, personnelles

nominaux de

dériv/és a i n s i q u e l e s m o d a l i t é s la d é t e r m i n a t i o n > Nominal

sujet. L'ordre

est contraignant

; la f o r m u l e +

est toujours s

(N 1) v ou M o d a l i t é p e r s o n n e l l e

xti

sujet

(MP

1)

On note que i

iti préposé '

s e u l au n o m i n a l

selon

la f o r m u l e

:

iti + N indique

que i t i n'a p l u s a l o r s f o n c t i o n du n o m i n a l

de d é t e r m i n a n t énoncés

du

nominal mais qu'il est suppléant appositifs). REMARQUE
t

(dans des

i

On constate (locatif

que iti

(démonstratif exactement

traduisant

la p r o x i m i t é ) et s "ici, très on p e u t

ati

traduisant

la p r o x i m i t é

proche") trouver

sont construits

sur le m ê m e

radical locatifs

- ti - . C o m m e à tous les

le m ê m e t y p e d ' é q u i v a l e n t s impliquant qu'ils la p r o x i m i t é

démonstratifs supposer

ou 1 ' é l o i g n e m e n t à partir du m ê m e

r e l a t i f , on p e u t radical locatif (a-ti) :

sont construite

démonstratif (i-ti)

radical > -ti-

- Le démonstratif l'usage contes

ireti

(pluriel)

; il e s t a s s e z peu nombre

utilisé et

dans

courant mais figure j il t r a d u i t

d a n s un g r a n d

de m y t h e s

le f r a n ç a i s a p p r o x i m a t i f

"ceux-ci très

proches".

- 167 -

Exemples 8 i * fandroaka i r e t i m u a mafîinu miadi pourquoi(neu.)/bagarrer(ne

// c h i e n s ! c e u x - c i / e s t - c e i t i i anivun ulu marube etu au m i l i e u + de11

que/faire

g e n s ! n o m b r e u x , t r è s / i c i // se b a g a r r e n t - i l s au milieu

mais pourquoi donc ces chiens de t o u t l e m o n d e ici ? "

ireti fonctionne singulier
\

selon

la m ê m e f o r m u l e

de d é t e r m i n a t i o n

que

le s

i iti. L'ordre ireti

de la d é t e r m i n a t i o n Lea catégories

est contraignant déterminées par ce

N ( o u N 1) +

démonstratif que pour i d'ireti. On c o n s t a t e

pluriel

de p r o x i m i t é

sont toutefois moins peuvent être

nombreuses affectés

le s i n g u l i e r

s seuls les nominaux

q u e ce d é m o n s t r a t i f pluriel existant formé

p l u r i e l de m ê m e

que

tous

les

démonstratifs

i pluriel) ; ireti semble de - re - s

c o n t i e n t l ' i n f i x é - re - ( m a r q u e du i sur iti ( s i n g u l i e r ) avec i n f i x a t i o n

singulier i i-ti

^ radical -ti-

Pluriel i i-re-ti

- Le d é m o n s t r a t i f

général

iu

; il t r a d u i t le f r a n ç a i s très courte

s"ce,

cette

c e c i , c e . . . l a , c e . . . par l à , à une Exemples s i * nipetraka i i l a u l u jLu

distance".

// h a b i t e r ( a c c . )/hornme !_ce // " cet homme était là "

- 168 -

i * zaho mahei //

i

t

i

i r o ijj

ie/connaître(neu.)/eux!ces// "

" je l e s c o n n a i s , c e u x - l à i * vangua i i i iu_ !

kubei areiki

// b a t t r e ( i n j . ) ! b â t o n / u n ! c e // " frappe d'un bâton celui-là ! " i iu

i i i i * i z i kua z e n i , andesinaro

i i fu i z i

// s i / a i n s i ^ e m m e n e r ( P a s s . n e u . ) + p a r v o u s / s e u l e m e n t / i l !çe // " si c'est comme ç a , e m m e n e z - l e , c e l u i - c i , i i i rahini il// c'est tout "

* f a n d r o a k a _iu fu

// c h i e n ! ç e / s e u l e m e n t / e n v o y e r ( P a s s . n e u . ) + p a r " il e n v o i e seulement ce c h i e n " i

i i i i * a r i t a n i ru r i h a v a k u

i i abi nipetraka

// l à - b a s / t e r r e ! c e t t e / l e s ! p a r e n t s + m e s ! t o u s / h a b i t e r ( a c c . ) / i i i tamin ni andra taluha

à ( a c c . ) ! l e s / j o u r s / a v a n t ( a c c . ) // "là-bas loin sur cette terre, les miens vivaient autrefois

i i i i * i l e i a n t s u r u i_u n a n d e s i n i //cette en q u a a t i o n i b ê c h e ! c e t t e / a p p o r t e r ( P a s s . a c c . ) + p a r c e t t e b i c h e en q u e s t i o n " lu

" il a p p o r t a

Le démonstratif les nominaux

ÌLJ a f f e c t e

la c a t é g o r i e

des nominayx du nominal).

(ainsi

que

dérivés

et les s u p p l é a n t s

i L'ordre de la d é t e r m i n a t i o n est contraignant selon : le d é m o n s t r a t i f s iu

vient toujours après Nominal

le d é t e r m i n é (ou N 1 )

la f o r m u l e

MP 1 ( m o d a l i t é suppléant

personnelle

sujet) | '

+

iu

du n o m i n a l

- 169

-

Quand

un a d j e c t i v a l entre

vient préciser

toujours

le d é t e r m i n é Nominal MP 1 Suppléant N 2 (N 1 )

le d é t e r m i n é , il i e t l e d é t e r m i n a n t iu s ) \ ( )

s'intercale

+ A3

i ( a d j e c t i v a l ) + iu

i * fandroaka

i

i

i rahini

m e n a _iu fu

// c h i e n ! r o u g e ! ç e / s e u l e m e n t / e n v o y e r ( P a s s . n e u . ) + l u i / / " il e n v o i e seulement ce c h i e n rouge "

Il n'y a p a s d ' e x e m p l e suivi d'un déterminant

rencontré

d a n s le c o r p u s q u i p r é s e n t e des énoncés
t

iu

2 , m a i s on r e n c o n t r e
i

du t y p e 8 2) 2)

- Nominal + déterminant - Nominal

1 ( a r e i k i ) + iu

(déterminant

+ d é t e r m i n a n t * (HP 2 )

i + iu ( d é t e r m i n a n t

Exemples s
t T

* i kalo

anaran ni renindro

iu

// l a ! k a l o ! n o m / l a ! m è r e + d e e u x ! c e t t e // " ka Kalo c'était i i i le nom de leur m è r e i i izi méchant(neu.)/il// " "

* u l u a r e i k i ijj m a s i a k a // h o m m e ! u n !çe// ê t r e

" c e t h o m m e , il e s t m é c h a n t

Q u e l q u e f o i s , un a d j e c t i v a l le déterminant 1, quand

vient

s'intercaler i est areiki

entre

le n o m i n a l

et

celui-ci

; on a a l o r s l a

formule

i N + A3 + a r e i k i s i t i areiki être i i i_u m a s i a k a izi méchant/il// " * ulu mamu

// h o m m e ! i v r e ! u n " cet homme

i v r e , il est m é c h a n t

- 1 7 0 -

A u - d e l à de cette

s u c c e s s i o n , on p a r v i e n t à un p o i n t de s a t u r a t i o n . i Q u a n d o n r e n c o n t r e ijj d a n s d ' a u t r e s f o r m u l e s q u e c e l l e s c i t é e s c i - d e s s u s , par e x e m p l e s , iu ( + Nominal C + Uerbal ( + aspectif

d'énoncé

+ adverbe, i

etc...

il ne s ' a g i t ce type

plus alors comme

d'une

détermination du nominal.

t iu f o n c t i o n n e

dans

d'énoncé

suppléant

- Le d é m o n s t r a t i f visible

ini

: il t r a d u i t au f r a n ç a i s vue".

un é l o i g n e m e n t approximatif

relatif

et assez

; il c o r r e s p o n d de

"ce...là-bas

éloigné mais à portée

Exemples s i * nazun i ni areiki i ini

// o b t e n i r ( p a s s . a c c . ) + p a r / l e ! u n ! c e . . . l à - b a s / / " celui-là là-bas l'obtint ! I I t tani "

* areiki ini navi

// un !ce l à - b a s / a r r i v e r ( a c c . ) / l à - b a s ( a c c . ) // " celui-là est venu là-bas l i t i fandroaka l u i / i l ! c e . . . l à - b a s ! c h i e n // " i fa fandroaka "

* h i t a n i i z i ifii

/ / v o i r ( p a s s . n e u . ) + par " il vit que c ' é t a i t i * t , ,

un c h i e n

i z i ifii t s i u l u m b e l u n // i l ! c e . . . l à - b a s / n e " celui-là, là-bas

pas s être.humain// mais/chien// n ' e s t p a s un ê t r e h u m a i n m a i s un c h i e n "

- 171

-

* navi pisu ini nahita

kabaru

ifii

// v e n i r ( a c c . ) / c h a t Icg/-/ v o i r ( a c c . ) / d i s c u s s i o n ! c e t t e / / " ce chat vint et a s s i s t a
t i i i

à cette

discussion

"

* navi ilei pisu

ini en q u e s t i o n ! c h a t ! c e // vint
11

// v e n i r ( a c c . ) / c e

" ce c h a t en q u e s t i o n i i i i

i

i ini

* n a v i afii i z i n a n d z a r i a m p a n a r i v u b e

// a r r i v e r ( a c c . ) / l à - b a s / i l ^ d e v e n i r ( a c c . ) / r i c h e . t r è s ! c e // " en a r r i v a n t • * huhi i l à - b a s , il d e v i n t cet h o m m e t i très riche "

t s i a m p i i z i ifìi p a s s s u f f i s a n t / i l ' . c e // de q u e u e i i " i

// q u e u e / n e

" celui-ci n'a pas assez i i i i i

* m i s i m o t i m o t i h e l i a m i n n i l u h a n a n i ifìi // y a v o i r ( n e u . ) / m o r c e a u ! p e t i t / à ! la ! t ê t e + sa ! c e t t e // " il y a un p e t i t m o r c e a u i * nivulana i i i iro d i a b i ini s u r sa t ê t e "

^ p a r l e r ( a c c . ) / i l s ! t o u s î c e s // " tous ces gens là p a r l a i e n t "

i démonstratif ini affecte les catégories suivantes : nominal

t N . D é r i v é ) , l*lP 1 e t s u p p l é a n t s d u o r d r e de la d é t e r m i n a t i o n Nominal MP 1 Suppléant du ou

nominal, Î

est contraignant N.Dérivé + nominal

ifii

- 172

-

Quelquefois déterminé

divers

éléments

peuvent

venir

s'intercaler être

entre

le

et ini

i ces éléments

peuvent

1adjectivaux i * ampanarivube / i ifîi

riche.grandîce / très riche "

" cet homme 2°/ M P 2 i / i i ifìi * luhanani

t ê t e + jS£!cette "

/

" sa t ê t e 3°/ q u a n t i t a t i f s
i i

t

t

* diabi iro diabi / ils ! tous ! ces

ini / " nominal ou ) . « . ' i + d é t e r m i n a n t 1 + iu suppléant; qu'il y ait saturation dans

" tous ces gens

La f o r m u l e

est

généralement

a u - d e l à de cette l'usage courant,

f o r m u l e , il semble

i ifti f i g u r e du g r o u p e i (i, ilei) s

souvent

dans des énoncés préposés

c o n t e n a n t d é j à un

uéterminant suppléant

des déterminants

au n o m i n a l ou à s o n

Exemple.

t i ilei zanaka " cet enfant

i ini "

i ifii f o n c t i o n n e passif s

comme

suppléant

du n o m i n a l

dans des é n o n c é s de

type

i * vuapudiku // ê t r e

i ifii

r a m e n é + p a r m o i / c e // cela "

" je r a m è n e

- 173

-

Tout comme
pondant

le d é m o n s t r a t i f !
ani

de p r o x i m i t é
éloigné

iti/x/ t i , i n i a un
v i s i b l e " . Cn peut

corressupposer

l o c a t i f

"là-bas,

mais

que

i i ifii e t a n i

sont construits

à partir

d'un même

qui contient

en l u i la n o t i o n

d'éloignement relatif

radical -nii i : a n i < -ni) - i n i .

- Le d é m o n s t r a t i f

irefii ( c o r r e s p o n d a n t

p l u r i e l de

ifii).

i i i * boka nihinana,

naterini lui/

// v e n a n t d e ! m a n g e r ( a c c . a p p o r t e r ( p a s s . a c c . ) + p a r i i i i hanin dri babani abi ireni n o u r r i t u r e + d e - l e s î p a r e n t s + s e s ! t o u s '.ces // " après avoir m a n g é , il a p p o r t a " de la n o u r r i t u r e à

tous

ses parents

ireni fonctionne détermination

de la m ê m e m a n i è r e

que

i n i e t la f o r m u l e

de

est la même %
Nominal (ou N.Dérivé)

MP 1
Suppléant de Nominal

+

ireni

Des

é l é m e n t s tels que

d e s a d j e c t i v a u x , d e s l*IP 2 o u l e

quantitatif

i d i a b i p a u v e n t v e n i r s ' i n t e r c a l e r e n t r e le d é t e r m i n é e t le d é t e r i m i n a n t i r e n i ; il n'y a en r è g l e g é n é r a l e p a s p l u s d ' u n d é t e r m i n a n t , i » qui Comme i r e t i , irePii/contlent le radical - re - (radical exprimant le pluriel), n'est utilisé que lorsque l'on veut insister sur le grand exprimer

n o m b r e . Il t r a d u i t un p l u r i e l
un p l u r i e l simple s

i d'insistance, ini suffisant à

i
* i r o

i
diabi

i
ifii

/

ils!tous!ces

/ "

" tous ces gens

- 174

-

- Le très

démonstratif éloigné". Exemples * ;

iri

; traduit

le f r a n ç a i s

"ce...là-bas,

invisible,

« t i tari ri zukini

iri là bas très loi n / i vola

/ / l a
t

bas très loin/les ! aînés + sesices i nitadi

namangu

s ' a c t i v e r ( a c c . ) : c h e r c h e r ( a c c . ) / a r g e n t // " l à - b a s , ses aînés i t * vuatifiriku vurun i s'activaient i iri t r è s l o i n // " pour trouver de l ' a r g e n t "

// c h a s s é ( p a r t i c . ) + m o i / o i s e a u x ! c e s " je v a i s c h a s s e r ces oiseaux

très loin

«

Le démonstratif le n o m i n a l

iri affecte

les catégories

de d é t e r m i n é s du nominal. ; la formule

suivants

(et N . D é r i v é ) et les s u p p l é a n t s

L ' o r d r e d e la d é t e r m i n a t i o n e s t c o n t r a i g n a n t suivante Î Nominal (N.Dérivé)) . \ v i n S u p p l é a n t de N . J i iri est toujours postposé en d e u x i è m e quantitatif position 1 diabi : 1 1 vurun abi « iri

est

la

au d é t e r m i n é

5 il peut c e p e n d a n t d é t e r m i n a n t , par

figurer le

a p r è s un p r e m i e r

exemple

1 1 vuatifiriku

// c h a s s é ( p a r t i c . ) + m o i / o i s e a u x ! t o u s ! c e s t r è s " je v a i s c h a s s e r tous ces oiseaux très loin

loin// " 1 ari (là-bas,

1 i r i e s t le c o r r e s p o n d a n t 1 loin) même ; il s e m b l e radical -rique

démonstratif 1

du l o c a t i f

très

iri et ari sont construits 11éloignement

à partir

d'un

traduisant

certain.

175

- Le démonstratif

i ireri

; correspondant

pluriel d'insistance

de

i iri.

ireri affecte nominal

les mêmes

catégories

que iri

, c'est-à-dire nominal.

le

(et nominal

d é r i v é ) et les s u p p l é a n t s du e s t la m ê m e que pour

La f o r m u l e toujours

de d é t e r m i n a t i o n | - Nominal i - (N 1 ) j - Suppléant i , (N)

i iri ; c'est adjonction d'éléments et

( (N 2 ) )

+

i ireri j î

(avec

possible

e n t r e le d é t e r m i n é le déterminant).

Comme i

les démonstratifs

pluriels

d'insistance

examinés

ci-dessus,

ireri est de p l u r i e l

formé

sur le r a d i c a l

- re -

qui semble contenir de

la

notion

(ou du m o i n s

de g r a n d n o m b r e ) . L a f o r m u l e

construction

de ce d é m o n s t r a t i f s e m b l e ê t r e la s u i v a n t e s 1 ' / iri / - r e î-re-ri (singulier) (pluriel)

- 176 -

Tableau

des

correspondances et

entre

démonstratifs

l o c a t i f s

D E M O N S T R A T I F S

L O C A T I F S

!

i

i

i - l e i . ^ / l e i

(1 )

"ce

en

question"

pas

de

correspondant

i

i

i-zefìi/v/zeni

(anaphorique)

pas

de

correspondant

i

(devant

les

prénoms,

surnoms)

pas

de

correspondant

i

i

i

i

i - t i f V / t i i - r e - t i
i

(Préhensible) (3)

(2) a - t i " i c i

( t a t i "

"accompli")

( P l u r i e l )

i

i-u

(général-Proche)

i

. i

i

a-o
t

(tao (teu
«

. "accompli") "accompli")

e-u
n

i

i

i - n i

(éloigné

mais

v i s i b l e ,

a-fìi

(accompli

"tani")


i-re-rii

s i n g u l i e r ) ( p l u r i e l ) (3) " là-bas "

i

t

i

i - r i
t

(très

éloigné

non

v i s i b l e ,

a - r i

(accompli

" t a r i " )

s i n g u l i e r ) i - r e - r i ( p l u r i e l ) (3) " là-bas très l o i n "

(1) (2)

ia-

peut est fiée

être la du

considéré du

comme

l ' a f f i x e (c'est j à ce

général

des une

démonstratifs. forme simplipp.277 )•

marque

l o c a t i f

t

peut-être sujet, de CF.

fonctionnel

amin à

Tableau (MP 1, 3e

i
(3) i r e t i , du

.

i
i r e n i ,

i
i r e r i sont eux". rapprocher " i l s ,

i
i r o personne

p l u r i e l )

- 177

-

• - Le q u a n t i t a t i f tous, toutes, Exemples i //être

i

i Il t r a d u i t le f r a n ç a i s :

d i a b i r\j d z i a b i r*a a b i .

tout. : i i i i ni i tanana 1 ' i n t é r i e u r ! le ! tau anatin

* navuri ulu diabi

réuni(acc.)/qens!tous/là(acc.)/à

village// " tous les gens étaient • t i i ini (acc.)/qens!tous!ces// " réunis d a n s le v i l l a g e "

* n a n d u k i ulu d i a b i // f a i r e la c u i s i n e

" tous ces gens
i t i

f a i s a i e n t la c u i s i n e
t

* raha

diabi misi

dikani a v o i r ( n e u . ) / s i g n i f i c a t i o n + sa // "

// c h o s e s ! t o u t e s / y " chaque chose

a sa s i g n i f i c a t i o n i taluha i i ulumbelun

i t * tamin ni andra

// à ( a c c . ) ! l e s ! j o u r s ! a v a n t ( a c c . ) / ê t r e h u m a i n / i l i i i i f a n k a h e i v u l a n a n d r e i k i b i b i abi iro i n t e r . c o m p r é h e n s i o n / l a n g a g e / a v e c ! a n i m a u x ! t o u s ! i l s // " autrefois entre i i il y a v a i t intercompréhension de langage "

les êtres humains i ri havaku i diabi

et t o u s les a n i m a u x

* izeni usia

!

// t e l / c o n t e / l e s i p a r e n t s + m e s ! t o u s // " tel est le c o n t e , t o u s m e s p a r e n t s i i i i i abi i iri très loin// "

* ia h o i iro m a n a f u

// o u i / d i r e ( n e u . ) / i l s ! j e u n e s g e n s ! t o u s ! c e s l à - b a s " oui disent-ils
i i t

tous ces jeunes gens là-bas
i i

"

* nivulana

iro ulu a b i

ini (éloignés mais " visibles)//

// p a r l e r ( a c c . ) / i l s ! g e n s ! t o u s ! c e s " tous ces gens l à - b a s parlaient

- 1 7 8 -

* zanahari // D i e u ! e n i i

I

zefii u l u t u m p i n i r a h a

I

I

!

I

diabi

l

q u e s t i o n / ê t r e ! p r o p r i é t a i r e + d e + l e s ! c h o s e s ! t o u t e s // i i mareeaka

* f a r i a b i iu

// c a n n e s à s u c r e ! t o u t e s ! c e s / b r u i r e ( n e u . ) // " toutes ces cannes i i amitsika à sucre bruissent i i diabi "

* zaho milaza

// j e / a v e r t i r ( n e u . ) / à + n o u s ! t o u s // " je p a r l e pour i t * atova hoi iro nous tous "

i i diabi

// f a i r e ( i n . i. )// d i r e ( n e u . ) / i l s i t o u s // " agis ! disent-ils tous "

Le quantitatif

diabi affecte

les catégories

suivantes s

- les nominaux - les modalités - ainsi L'ordre

N (et n o m i n a u x Personnelles

dérivés N 1 ) sujet (MP 1) (N?) s

que les s u p p l é a n t s

du n o m i n a l

d e la d é t e r m i n a t i o n

est contraignant

Nominal FIP 1

(N.D.) s de N

i diabi

Suppléant

t

Il a r r i v e un a u t r e i

que

s'insère

entre

le d é t e r m i n é

et le d é t e r m i n a n t objet.

diabi,

déterminant i i

s la m o d a l i t é i diabi !

personnelle

* zeni usia ri havaku

// a i n s i / c o n t e / l e s i p a r e n t s + m e s ! t o u s // " tel est le c o n t e oh v o u s , t o u s m e s p a r e n t s !"

- 179 -

Les différentes déterminants

possibilités

de c o m b i n a i s o n s

avec

d'autres

sont les suivantes s préposés au d é t e r m i n é ni j ^ i !
t

. c a s de d é t e r m i n a n t s

' ilei

* _ri h a v a k u

diabi

"tous mes

parents"

déterminant

1 + N + D 2 +

Quantitatif

i . c a s de d é t e r m i n a n t s formule est alors
t i t

postposés
+

au d é t e r m i n a n t

diabi

; la

s

^f^oroinal
i

diabi +

démonstratif_7

* f a r i a b i iu

maresaka

// c a n n e s à s u c r e I t o u te s ! c e s ! b r u i r e ( n e u . ) // " toutes ces cannes à sucre bruissent "

. c a s de d é t e r m i n a n t s

p o s t p o s é s au +

déterminé Démonstratif

N + MP 2 + Quantitatif
i t t

* ri havaku

abi

iu là '

" tous mes parents

Il s e m b l e

qu'au-delà

des

formules

de c o m b i n a i s o n

présentées

ci-

d e s s u s , il y ait saturation

dans l'usage

courant.

- 180 -

b.

Les

déterminants

lexicaux-

1/

Le

numéral

1
u t i l i s e les numéraux s a r e i k i
t 1

1 rue 2 3 4 5 6 7 8 9

arue

1

t e l u

1

efatra

1

dimi

1

siota f i t u

1

valu

1

s i v i f u l1u a r e i k i ( l i t t .

1
ambin /

1
fulu

10 11 )

1

un ! a j o u t é + à ! d i x / 20

ruampulu

Exemples

:

1
* rosu ni

1
rue

1
l a i

/ / p a r t i s / l e s ! d e u x ! hommes / / " les deux hommes sont p a r t i s "

1

1

t

*

aumbi

arue

fivadiana // "

// boeufs !deux/mariage " deux boeufs sont

mariés

I
* nipetraka

I I
i r o ulu

!
taluha,

I
niteraka l e i l a i

I

I
a r e i k i )/

// h a b i t e r ( a c c . ) / e u x / garçons i un // " ces gens étaient là

gens ! a v a n t ( a c c . )// e n f a n t e r ( a c c .

autrefois

et

avaient

eu

un

garçon

1
* tavela

t
zahei

1
arue // deux "

// r e s t a n t / n o u s ! deux " nous restons nous

- 181

-

i

i

i

i dimi

i iro

* fanudzi sampanandalana

// r e n c o n t r e r / c r o i s e m e n t s ! c i n q / e u x // " ils rencontrent i * mandeha le c r o i s e m e n t de c i n q r o u t e s "

« i i i i i r o , i r o d i m i i n i tafii bas(acc.)//

// p a r t i r ( a c c . ) / e u x / i l s ! c i n q Iceif l à " ils s'en v o n t , eux cinq là-bas "

Les numéraux nominaux nelles L'ordre

déterminent

des mots appartenant

à la c a t é g o r i e

des

et suppléants

du n o m i n a l

ainsi que les m o d a l i t é s

person

sujet. de la d é t e r m i n a t i o n s est généralement contraignant ; la

f o r m u l e e s t la s u i v a n t e

Nominal 1. MP 1

(ou N . O . ) j 7 de N . ~J + numéral

Suppléant

Un seul élément peut s'intercaler déterminé nominal

dans cette

formule, entre : la m o d a l i t é

le

et le d é t e r m i n a n t n u m é r a l suffixée au nominal.

person

nelle objet

toujours

i zanaku

i t telu rosu

i i antananarivu

// e n f a n t + m o n ! t r o i s / p a r t i s / à + T a n a n a r i v e / / " t r o i s de m e s e n f a n t s sont partis à Tananarive "

I

I

I

I

En r è g l e

générale

les démonstratifs

ifii, i u , i t i , i r i (à

l'exclu le

sion de l e u r s c o r r e s p o n d a n t s numéral déterminant r dé terminé selon

pluriels) peuvent venir suivante s

après

la f o r m u l e

+ déterminant

numéral + déterminant

démonstratif_7.

- 182 -

A u - d e l à , il semble « nandeha

qu'il y a saturation i tani

dans l'usage

courant s

i « i i i r o , iro dimi ini
/ B U X /

// p a r t i r ( a c c . )

e u x ! c i n q ! ces^/là là-bas

bas// "

" ils s'en a l l è r e n t , eux cinq

Un seul des exemples précédant le n o m i n a l

indiqués

ci-dessus

présente

le n u m é r a l o ù le

comme

: il s ' a g i t d u

cas particulier

nominal est

est lui-même

déjà déterminé

par le d é f i n i r ù . La f o r m u l e

a l o r s du t y p e s
j
i

2.

!

ni + numéral + nominal

(N 1 o u N 2)

i
rosu

i
ni rue

«

lai

// p a r t i s / l e s 1 d e u x 1 h o m m e s // " les deux hommes sont partis "

C ' e s t le nominal

s e u l c a s d a n s n o t r e c o r p u s o ù le n u m é r a l d é t e r m i n a n t se t r o u v e antérieur au n o m i n a l dans l'énoncé.

du

Toute autre

formule

que celles

indiquées

ici indiquerait

que

le syntagme

numéral n'est pas déterminant nominal verbal : t telu i iro déterminatif

d u n o m i n a l d a n s le c a d r e d'un

d'un

mais prédicat

énoncé à prédicat

non

j/ ( s o n t ) t r o i s / e u x // " ils sont ou bien trois "

i niteraka

i laulu

i iu

i s areiki

i zanani s o n // enfant "

// e n f a n t e r ( a c c . ) / p e r s o n n e ! c e t t e / / ( e s t ) u n / e n f a n t + " cette personne avait enfanté % (elle avait) un

- 183 -

2/

Le_Génitif i -n

Le p r o c é d é

f o r m e l e s t le s u i v a n t selon la f o r m u l e :

s on suffixe

( m a r q u e du

génitif)

au déterminé

déterminé t Le suffixe sorte —n s'amalgame avec

+

i —n

+

complément

la v o y e l l e

finale

du d é t e r m i n é précédente.

de

que l'accent Illustrations i . hitantara i

porte normalement

sur la s y l l a b e

i zaho ni kabarun

i ni pisu <„

i kabaru— n

// r a c o n t e r ( v i r t . ) / m o i / l a ) h i s t o i r e + d e - l e ! c h a t / / " je v a i s v o u s r a c o n t e r
I I

l'histoire
t

du c h a t

"
I

. ke

iu n i fivulanajn n i f a n d r o a k a

< ' fivulafta— n

// e t / c e / l a ! p a r o l e + d e - l e I c h i e n / / " et voilà l ' h i s t o i r e i i i i mangala du c h i e n i fandrama " i <T f u m b a — n

. fumbaji u l u m b e l u n

// c o u t u m e + d e - ê t r e . h u m a i n / c h e r c h e r ( n e u . ) / m i e l // " c'est une habitude i i i . m i s i ulu arue h u m a i n e de c h e r c h e r i i tao a n a b u n le m i e l "

i fivadiana

i i ni l a n i t r i < anabu— n d e s s u s + de-

// y a v o i r ( n e u . ) / p e r s o n n e s ! d e u x ! m a r i a g e / l à ( a c c . ) / a u l e ! c i e l /f " il y a d e u x é p o u x
t i

là a u - d e s s u s
i

du c i e l
i

"

. nambaraj2 i z a n a h a r i //être

zahei

<C

nambara— n

d i t ( P . a c c . ) + par "

- l e ! D i e u / n o u s //

" Dieu nous a parlé

- 184

-

Les catégories qu'affecte (ainsi que les nominaux

le d é t e r m i n a n t

génitif

sont les

nominaux

dérivés), les adverbes locatifs formes verbales (passif et

(anabu

"au d e s s u s " ) et c e r t a i n e s

relatif).

Selon

la n a t u r e d u d é t e r m i n é , le g é n i t i f : = forme verbale >

prend

une

signification

particulière

- déterminé

génitif

est l'équivalent "par, chez"

du

français - déterminé = n o m i n a l ou locatif génitif

est l'équivalent "de"

du

adverbe

français

On note qu'au et r e l a t i v e s nelle . bjet Verbal

c o u r s de l a f o r m a t i o n

des formes verbales de la m o d a l i t é s

passives person-

a f f e c t é e s e n p l u s du g é n i t i f (PiP 2 ) , l a f o r m u l e + —n + *.P 2

est contraignante

/

O n a d é j à vu l e s c a s

d'amalgame

de — n

génitif

a v e c l e s PIP 2 i > N - M P 2

N + - n

(génitif) + -FIP2

Illustrations i i i . tsi mentsi handesinei izi

i handesin-nei

// i l f a u t

: emporter

( P . v i r t ) + n o u s / i l // " ,i i anarana-naro

" il faut que

nous l'emportions <

i i # i . t s i n a m b a r a— a n a r a — r o ni na // n e p a s

i n a m b a r a n - n i» ,

i d i r e ( P . a c c . ) + l u i / n o m + v o t r e // nom "

" il n'a pas dit v o t r e

- 185

-

Le génitif
t r l

a d m e t à sa s u i t e
l

le d é f i n i n i e t c e r t a i n s

démonstratifs pluriels,

( i t i , i u , ifii, i r i à l ' e x c l u s i o n i ilei) s

de l e u r s c o r r e s p o n d a n t s

Illustrations
t i i

a k o r i ato_n i t i ? // c o m m e n t / ê t r e " comment i i i f a i t ( P . n e u . ) + p a r / c e c i // ceci ? " i ampanarivu i i i i ampandrafitri

fait-on

nifeiQ ilei zanaka

i l e i volan^ i l e i

// e t r e d o n n é ( P . a c c . ) + p a r / c e e n q u e s t i o n ! e n f a n t ! r i c h e / c e en q u e s t i o n ! a r g e n t + de" cet enfant riche donna c e e n q u e s t i o n î m e n u i s i e r // l'argent en q u e s t i o n à ce menuisier"

Au-delà

d'un déterminant de s a t u r a t i o n

postposé dans

au g é n i t i f , on constate

un

phénomène

l'usage courant.

186

Les Déterminants quels par

du n o m i n a l

s le t a b l e a u

ci-dessous

indique respectives

sont les déterminants dernier.

du n o m i n a l

et l e u r s p l a c e s

r a p p o r t à ce

Déterminants

antéposés

Nominal

Déterminants

postposés

1û)

Déterminants qrammaticaux - défini - défini pluriel ni emphatique ri

démonstratif ilei(*) (1) i - modalités
i

- démonstratif

- indéfini areiki

"un,une" (*) sujet

personnelle?

- démonstratif - démonstratif - démonstratif - démonstratif - démonstratif - démonstratif - démonstratif - démonstratif - quantitatif

a n ai h o r i q u e p zeni (*)
!

locatif
i

iti

(*)
i

loc.pluriel ireti iu (*)
i

l o c . ini

(*)
t

l o c . p l u r i e l ireîii locatif
i

iri (*)
i

loc.pluriel ireri diabi

2û) Déterminants

lexicaux numéral génitif -n

(

ni + numéral

)

(1) Les

déterminés

s u i v i s de

(*) occupant

d'autres

places

que

celles

indiquées mais comme

dans ce t a b l e a u ne f o n c t i o n n e n t suppléants du n o m i n a l

plus comme II, Le

déterminants Syntagme

(CF. chapitre

nominal,

pp.146).

- 187

-

c . Les déterminant/s

du

personnel

Comme nous étendons à des syntagmes nous présentons personnelle d o n t le c e n t r e

la d é s i g n a t i o n

de s y n t a g m e

nominal sujet,

est une modalité personnelle déterminants de la

ici brièvement les (l*lP 1 ) .

modalité

sujet

Illustrations
i t t i i t t

*

zaho

iti mazava

luha hoi ilei

areiki en q u e s t i o n ! u n / "

// j e ! ç e / ê t r e

clair(neu.)îtête/dire(neu.)/ce claire

" m o i i c i p r é s e n t , j ' a i la tête * zaho zeni ulu masikini

dit l'un

// ,je!ce e n q u e s t i o n / h o m m e ! ê t r e " m o i , je s u i s un m e n d i a n t ' * nivulana i i i iro d i a b i ini "

mendiant//

// p a r l e r ( a c c . ) / i l s ! t o u s ! ces.//
I I I

* z a h e i r u e fu

mandeha

// n o u s ! d e u x / s e u l e m e n t / p a r t i r ( n e u . ) // " nous deux i * kaka seulement partons "

i i izi ini ?

// b ê t e / i l !çe // " c'est une ^ ê t e , cela ? l * zaho i t iju u l u i ampanariv/u
11

// je !_ce/homme ! r i c h e // " m o i je s u i s u n h o m m e
t i i i »

riche
i

"

* nandeha

iro, iro dimi ini

tani

// p a r t i r ( a c c . ) ! i l s / i l s I c i n q ! c e s / l à b a s ( a c c . ) // " ils p a r t i r e n t , eux cinq là-bas "

- 188

-

t i ii * alo h o i iro abi

i iu

// a l l o n s ^ / d i r e ( n 8 u . ) / i l s ! t o u s ! c e s // " allons-y disent-ils tous "

i * azovi handeha

i i i ? z a h o z a r e i k i fu

!

// q u i / p a r t i r ( v i r t . )// j e / u n / c ' e s t

t o u t / /
! "

" q u i s ' e n va ? m o i s e u l , c ' e s t t o u t

Comme

l'indique

cette

liste

d'exemples, les modalités de d é t e r m i n a n t s

Personnelles :

sujet peuvent prendre

un g r a n d n o m b r e

- Déterminants

grammaticaux i areiki ( / ) \ 1 f \ ) \ '

postposés

. l'indéfini

. les démonstratifs

. le quantitatif

i zeni i iti i iu I. A . x m i iri i diabi

( + un d é m o n s t r a t i f

)

- Déterminants

lexicaux ( + un d é m o n s t r a t i f )

. le n u m é r a l p o s t p o s é

Les

statistiques

faites

sur les é n o n c é s

du c o r p u s i n d i q u e n t

clairedeux

ment que

la m o d a l i t é

nersonnelle

sujet ne s pporte

p a s p l u s de saturation

déterminants dans l'usage

à la f o i s . A u - d e l à , il s e m b l e courant.

qu'il y a

- 189

-

3 . Le syntagme

à

fonctionnel

Le syntagme u n i q u e ou un s y n t a g m e

à fonctionnel

comporte

normalement

un

terme

nominal quelconque que l'on une sorte

qui constitue

l'élément parce généra-

r é g i et un t e r m e r é g i s s e u r q u ' i l c o n f è r e au s y n t a g m e l e m e n t sa fonction.

qualifie

de f o n c t i o n n e l et i n d i q u e

d'autonomie

1°/ L e m o t - o u t i l

a m a

comme

fonctionnel verbal, (t-am
i

Sans être à considérer mot-outil a m w a avec ses formes

comme typiquement

le et

accompli/inaccompli
t

t - a ) et davantage

ses formes a c t i f / p a s s i f d'un comportement

(am et a m i n , tam et t a m i n ) s

relève

verboïdal que fonctionnel Lo ca t i f "être à"

Verboïde ( c o m p o r t a n t de s n o tic n s o n latives) cL

\ation" et d ' a p p a r t e n a n c e

corré-

ftccompli fictif \ • amin RL = RLa (radical lexème actualisé) f U
t

" am t - a i t - amin

Passif

RPa

i R I a - in

Cependant, nous avons choisi d'en parler qu'il figure corpus i

comme

fonctionnel d'énoncés

parce du

en t a n t que t e l d a n s un g r a n d n o m b r e

* * miasa

i i amino zaho

// t r a v a i l l e r ( n e u . ) / l o c . P n + t o i / j e // " je t r a v a i l l e pour toi "

- 190

-

i

i

i izi

* n a v i ani t a n a n a

// a r r i v / e ( a c c . ) / l o c . P n ! v i l l a q e / i l / /
11

il arriva i i

au v i l l a g e i

" i eu

* zaho nikorana

amin ni tsi

// i e / p a r l e ( a c c . ) / l o c . P n ! l e s ! a b s e n t s // " j'ai parlé i i * iro efa am pour les absents i pihinana (1)//
11

"

// i l s / d é ià!loc.fin + l e m a n g e r " ils sont d é j à en t r a i n i i i i

de m a n g e r i i

i leilai...

* nandeha amin ni babani kua zaza

// a l l e r ( a c c . ) / l o c . P n île '.père + s o n / a u s s i / g a r ç o n . . . // " il alla i * amia chez i vola amin son p è r e a u s s i le i nakai // garçon..."

// d o n n e ( i n . i . ) / a r q e n t / l o c . P n ! m o i " donne-moi i i de l ' a r g e n t i "

* z a h o m i a s a jam n o // j e / t r a v a i l l e / l o c . A n ! t o i // " je t r a v a i l l e i i * amin i pour i toi " i i iro

zovi amin

zovi hoi

// l o c . ( P n ) I q u i / l o c . ( P n ) ! q u i ^ d i r e ( n e u . ) / i l s // " c'est pour q u i , c'est pour q u i , disent-ils i i ni ilei zanaka i ampanarivu question! "

t i t i * avi izi milaza amin

// v e n i r ( n e u . ) / i l > / a v e r t i r ( n e u . ) / l o c . P n ! l e ! e n e n f a n t ' . r i c h e // " il v i e n t et a v e r t i t c e t e n f a n t i amitsika

du r i c h e e n q u e s t i o n

11

t i i * zaho mila mikorana

i i d i a b i etu

// j e / d é s i r e (nejj. ) ! p a r l e r ( n e u . ) / l o c . P n + n o u s ! t o u s / i c i // " je d é s i r e parler à nous tous ici "

(1) L o c . A n , l o c . P n , l o c . P a , loc.Aa et passif

représentent accompli.

locatif

Actif

neutre, Passif et actif

- 191

-

«

t

i

i amin ni tsi

t eu

* zeni usia lazein

// t e l / c o n t e ; / ê t r e d i t ( P n ) / l o c . P n ! l e s ! a b s e n t s // " t e l e s t le c o n t e i * tamin i ni andra i raconté i i pour les absents t masikini "

areiki nisi ulu

// l o c . P a ! l e ! j o u r ! u n / y " il é t a i t une
t i t

a v o i r f a c c . ) / p e r s o n n e ! m e n d i a n t e // "
i i i t

f o i s un m e n d i a n t
i i i

* nefa

ilei dzuru

tamin

izi ini, dzanga

zanaka

ulumbeluiS

// f i n i e ( a c c . ) / l a

en q u e s t i o n ! p r i è r e / l o c , ( P . a c c . ) î i l l c e ; /

g u é r i / e n f a n t ! ê t r e h u m a i n , v i v a n t // " la p r i è r e l'homme i i qui lui était destinée " terminée, l'enfant de

fut guéri i babani

* navi amindri

// v e n i r ( a c c . ) / l o c . P n + l e s i p a r e n t s + ses // " il vint chez ses p a r e n t s " siens) i t iu

(est venu qui est à les parents i i i i

* navi laulu ampila

tamin ni manangi

// v e n i r ( a c c . ) / p e r s o n n e ! a m o u r e u s e / l o c . P a ! la ! f e m m e ! c e t t e // " il vint une p e r s o n n e i * . tamin i i i i amoureuse i de c e t t e t i feti réunir(neu.)// femme "

iu k a k a d i a b i m i l a m i v u r i h a n a n u

// l o c . P a ! c e ^ a n i m a u x ! t o u s / d é s i r e r ( n e u . ) !se f a i r e ( v i r t . ) / f ê t e // " à ce m o m e n t - l à t o u s les animaux d é s i r e n t faire i * la f ê t e i i " i tani ni i arabu

se r é u n i r

pour

rosu nandeha

amin

// p a r t i / / a l l e r ( a c c . ) / l o c . P n ! t e r r e ! l e s ! A r a b e s / / " il p a r t i t , s'en alla • i i en t e r r e a r a b e i i ialandi blanc(neu "

* ni anabu amin ni tratrani mbole

// le ! a u - d e s s u s / / l o c . P n / l a / p o i t r i n e + sa;/ e n c o r e î ê t r e " a u - d e s s u s , sur sa p o i t r i n e , c ' e s t e n c o r e blanc "

- 192

-

I

I

I

T

I

* z e n i no d i k a n i amin ni t e n i

sakalava

// t e l / v r a i m e n t / s i g n i f i c a t i o n + s a / l o c ,Pn l e î p a r l e r ! s a k a l a v a // " tel est vraiment i i amro t i telu l o c .ftn + e l l e s î t r o i s // des trois ?
i
J
11

son

sens dans

le p a r l e r

sakalave

"

* azovi tsara // q u i / b e l l e " qui est
r i

la p l u s b e l l e
i i

i

i

* navi amin ni tanana

hafa k u a , teu iro

nanuntani

// a r r i v e r ( a c c . ) / l o c . P n

l e ! v i l l a g e ! d i f f é r e n t ! a u s s i / ' loc.fia +

i c i / i l s / i n t e r r o g e r ( a c c . ) // " en a r r i v a n t d a n s un a u t r e " i i tamin i ni babandro i ankitini i nati village e n c o r e , là ils

interrogèrent i i i

* ravi raha amindro

// a r r i v e r ( a c c . ) / c h o s e / l q c . P n + eux// l o c . P a vraiment/être " quelque vraiment chose " m o r t ( a c c . ) // leur arriva

le ! p è r e + l e u r /

au m o m e n t où leur p è r e

mourut

Le m o t - o u t i l a m , amin peut exprimer

fonctionnant

comme

indicateur

de

fonction la

l ' a t t r i b u t i o n , l a d e s t i n a t i o n , la d i r e c t i o n , e t régi est toujours postposé régi à

localisation. L'élément de f o n c t i o n am

l'indicateur

am(amin) + élément

Cet élément

r é g i p e u t ê t r e un m o n è m e suivantes s Nominal Syntagme MP 2 nominal i zovi zeni,

ou un s y n t a g m e , il p e u t

relever

des catégories

déterminatif

Interrogatif Démonstratif Pronominal MP 1

iu

possessif

- 193 -

Le syntagme dire le élément

a i n s i p r o d u i t est i r r é d u c t i b l e , le d é t e r m i n é , c'ést figurer sans un d é t e r m i n a n t ou

à

f o n c t i o n n e l , ne p o u v a n t régi nécessaire.

REMARQUES 1) On r e n c o n t r e Il s ' a g i t parfois la formule ni (déterminant défini) + amin.

d'un

procédé

de d é r i v a t i o n

nominale, très i

courant

( C F . la d é r i v a t i o n ce c a s

n o m i n a l e , p p . 125)« but". i amin i ni zanaka

ni amin

signifie

dans

"le p r o p o s , le

i i t iu n i a m i n n i k a b a r u

i ampanarivu

I/ c e / l e I l o c . ( P . n e u . ) ! l a ! h i s t o i r e / l o c . ( P . n e u . ) ! l e ! e n f a n t ! r i c h e / le p r o p o s de I ! I s i n i a m p a n d z a k a , k e iu et!le!roi/ que/ce/être " tel est le p r o p o s tantarani raconté(P.neu. ) + l u i / / de l ' e n f a n t " du r o i et

de l ' h i s t o i r e

de l ' e n f a n t du riche i 2) tamin

qu'il raconte

peut s'employer ni mandeha

comme verboïde l i t nizaha buruku

locatif

"être

à"

i i zaho tamin // m o i / ê t r e

à(P.acc.)/le!aller(neu.) s voir(acc.)/sanglier le s a n g l i e r "

/

" je s u i s a l l é voir

3 ) Il e x i s t e verboïdal supposer formés

un c e r t a i n

nombre

d'adverbes actif

locatifs à

comportement peut été

( i l s o n t un a s p e c t i f

a c c o m p l i ) d o n t on d e la l a n g u e

q u ' i l s ort d a n s u n é t a t a n t é r i e u r suivante s

de la m a n i è r e

194

-

a m r*J a + r a d i c a l

locatif

(1)

am s u b i s s a n t du r a d i c a l

d i v e r s e s m o d i f i c a t i o n s en f o n c t i o n %

du p h o n è m e

initial

locatif

i i am-ivu anivu t i am-luha aluha i i am-abu anabu i i am-ila anila

"au m i l i e u " / a . m i l i e u / " e n t ê t e , en a v a n t " / a . t ê t e / "en h a u t " / à . h a u t e u r / "à c ô t é " / à . c ô t é /
a

i tafiivu(acc. ) i taluha(acc.) i tanabu(acc.) i tanila(acc.)

i i i i i i navi aluha izi nahita ulu izi // a r r i v e r ( a c c . ) / à + d e v a n t / i l / v o i r ( a c c . ) / h o m m e / i l // " en arrivant d e v a n t , il v i t un h o m m e
11

Ces adverbes locatifs

locatifs

peuvent donner

des syntagmes du d é f i n i n i s t i malandi

nominaux

quand i i

on l e s f a i t p r é c é d e r i ni tratrani mbola

ni anabu

amin

// l e ! à + d e s s u s / à ( P . n e u . ) ! l a ! p o i t r i n e + l u i / e n c o r e : ê t r e blanc ( n e u . ) // blanc "

" l e d e s s u s d e sa p o i t r i n e e s t e n c o r e

Les adverbes fonctionner

locatifs comme

e n ^~~am + r a d i c a l l o c a t i f _ / s i i v a l a afii

peuvent

prédicat

i i i aumbi zeni mbola //boeufsîen

i anatin

question/encore s être

dans ! enclos ! là à l'intérieur

basineu.)// de

" l e s b o e u f s en q u e s t i o n l'enclos là-bas "

sont encore

(1) Les

locatifs

ao, ani, ati, ari semblent construits
3 - 0

d'après

la

même formule / " a m v a + radical locatif_7 i i i a-ni "là-bas", a-ri "là-bas très loin", a-ti

"là",

"ici".

- 195

-

i

^t

I ^ I trano ao

izi anatin

// il/§tre + à 1 ' i n t é r i e u r ( n e u . ) î m a i s o n ïlà // " il e s t d a n s
! I

la m a i s o n
I

là "

izahei tanabu //nous/être

tani bas(acc.)//

à + d e s s u s ( a c c . ) !là là-bas "

" n o u s é t i o n s en h a u t

2°/ L e f o n c t i o n n e l i * miasa t i rango ela i

i rango "depuis"

(1), indique

la

durée.

izi

// t r a v a i l l e r ( a c c . ) / d e p u i s ! l o n q t e m p s / i l /f " il t r a v a i l l e i * zaho i i depuis longtemps i ni i matsana "

navi tetu rango

// j e / v e n i r ( a c c . ) / i c i ( a c c . ) / d e p u i s ! le î m i d i // " je s u i s i * ravuravu ici depuis i i ni midi " i umuali

zahei rango

// h e u r e u x , h e u r e u x / n o u s / d e p u i s ! l e ! h i e r // " nous sommes très heureux depuis hier "

i Les régis du f o n c t i o n n e l de rango peuvent temps ou n o n d u d é t e r m i n a n t de t e m p s ni) hier, être

a. des adverbes b. des nominaux

(précédés

qui comportent samedi...).

des indications

(midi,

(1) C o n t r a i r e m e n t comportement

au f o n c t i o n n e l

i a m , rango n'a pas

un

verboïdal.

- 196

-

Ce f o n c t i o n n e l le v e r b a l L'ordre formule de s

ne

s'emploie à l'aspect

généralement accompli est .

que

dans des énoncés

figure

la d é t e r m i n a t i o n

contraignant

; on a t o u j o u r s

la

rréqisseur(ranqo) + élément/régi /

adverbe nominal syntagme

de

temps temporelle)

(à i n d i c a t i o n nominal

(à i n d i c a t i o n temporelle)

4 . Le

syntagme

nominal les

relatif énoncés qui tiennent et ceux compte qui n'en du tiennent

On é t u d i e r a caractère pas

a g e n t ou p a t i e n t

du d é t e r m i n é

compte.

1/ Quand d'exprimer

le d é t e r m i n é

est a g e n t , il e x i s t e

deux

manières

le relatif s

a . en u t i l i s a n t la formule est s amp-

le n o m i n a l

dérivé

(nom

d'agent)

dont

+*Rla

t ulu

1 ampamoriki

» laulu

1 ini

// p e r s o n n e ! s o r c i e r / p e r s o n n e I c e t t e // " c'est une personne qui ensorcelle, cette personne "

b . on n ' u t i l i s e qui permet de savoir
t

pas le nom s'agit d'un

d'agent

et c ' e s t nominal

le

context s

qu'il
1

syntagme

relatif

ulu /

mitsabu personne/cultiver(neu.) personne qui cultive " /

une

" une

- 197

-

L'ordre

de s u c c e s s i o n

des termes

est

: déterminé

+

déterminant verbal).

(le d é t e r m i n a n t p o u v a n t

ê t r e un n o m i n a l d é r i v é

ou u n

2 / Q u a n d le d é t e r m i n é les suivants selon s le v e r b a l /

est p a t i e n t , les faits relative suit le

formels

sont

à la f o r m e

déterminé

la f o r m u l e

déterminé

+ *RIa +

-(i)n verbale, le

Nous avons processus game qui

vu a u c o u r s d e l ' é t u d e de formation du r e l a t i f

de l a m o r p h o l o g i e

ainsi que les phénomènes

d'amal-

l'accompagnent.

Exemples 1 1 1 * mesu atapahin hena " couteau pour

^

ti atapaha-in (la) viande 11 ilandza-in " 1 1 alafua-in ici ? " "

couper

» i i * guni ilandzein vari " sac pour porter

<

(le) riz

* misi aumbi alafun

etu ?

<C

" y a-t-il des boeufs à vendre

3 / Enoncés ou p a t i e n t 1 * anganu du

qui ne t i e n n e n t p a s c o m p t e

du_caractère_agent

déterminé. 1 fu i l e i n o 1 zafiku ? fils + m o n / / fils?"

// c o n s e i l / s e u l e m e n t / d é s i r e r ( r e l . ) + t o i / p e t i t " c'est seulement un c o n s e i l

q u e tu d é s i r e s m o n p e t i t

- 198

-

i

i

i

i

t

i

mahazu

l o k u m a r u afii a l a f u n d r o

tapani b a s ^ vendre(rel.) + eux/

// o b t e n i r ( n e u . ) / p o i s s o n ! b e a u c o u p / l à m o i t i é + d e - // " ils attrapent beaucoup p o u r la m o i t i é " boka ii ani de p o i s s o n s

là-bas qu'ils

vendent

i i i m u a ! zefîi fu i l e i n o /est-ce " comment i zefii fu a n g a n u

q u e / c e l a / s e u l e m e n t / d é s i r e r ( r e l . ) + t o i / d e p u i s ! là ! ce n ' e s t que i i cela i ano q u e tu d é s i r e s d e p u i s l à - b a s

bas//
"

ambaraku

// c e l a / s e u l e m e n t / c o n s e i l / d i r e ( r e l . ) + m o i / t o i // " c'est i cela i seulement i le c o n s e i l i akori itadiavino ? q u e j e te d o n n e "

matuelai kara // v i e i l l a r d

: comment/chercher(rel.) + toi// comment que i i tu c h e r c h e s ? "

" c ' e s t un v i e i l l a r d i i // q u e l l e t r a i s o n / n e
11

inu a n t u n i tsi a t i a v a n i ano ? p a s 1 a i m e r ( r e l . ) - l u i / t o i ? (/ t pas ? " i 1 iu k a d z u
1

quelle

raison

f a i t q u ' i l ne t ' a i m e i irahin

ke

i i silamulai

i i i iu i s a n a n d r a

• i indilai

izi

// e t / m u s u l m a n ! c e / c h a q u e ! j o u r / e n v o y e r ( r e l . ) / l e ! i n d i e n ! ce// . mâle fatigué/il// " e t ce m u s u l m a n fatigué i i i " i manangi qu'envoie chaque matin cet indien,il est

zei tani ahitaku

// a i n s i / t e r r e ; / v o i r ( r e l . ) + m o i / f e m m e // " c'est i i lei raha sur telle i itadiaviku terre i vari que j ' a i vu la f e m m e "

// c e t t e ! ch o s e / c h e r c h e r ( r e l . ) + m o i / r i z // " la chose que je c h e r c h e , c ' e s t du riz"

-

206

-

t * ke

i

i ni tantara

i momba ni

i fandroaka su j e t ! l e ! c h i e n // "

zeni aton

// e t / c e l a / f a i r e ( r e l . ) / l ' ! h i s t o i r e / a u " et c'est cela que dit l'histoire

du c h i e n

Ces exemples

indiquent

clairement

q u e le d é t e r m i n é

précède

tou-

j o u r s le v e r b a l à la f o r m e | i déterminé + relatif | . . . i 1 1 • ii' 1 1 nominal

relative

; la f o r m u l e e s t peut être

la s u i v a n t e s nominal, du

Le d é t e r m i n é

s o i t le

s o i t le s y n t a g m e nominal.

d é t e r m i n a t i f , s o i t le s u p p l é a n t

Dans le cas d ' é n o n c é s suivi d'un

i n t e r r o g a t i f s , le n o m i n a l s i itadiavino ?

est précédé

ou

interrogatif i i i

* matuelai kara akori

// v i e u x . m â l e / c o m m e ! c o m m e n t / c h e r c h e r ( r e l . ) + t o i / " c ' e s t un v i e i l l a r d comment que tu c h e r c h e s ? "

5 . Le

syntagme Ce

nominal

d'apposition une place originale : l'expansion que qui lui. le

syntagme

occupe

n'est

pas un d é t e r m i n a n t formelle

du c e n t r e m a i s a m ê m e juxtaposition consiste

fonction

Sa s t r u c t u r e

est une

des éléments un

c o n s t i t u e n t . Son rôle lorsque la s u c c e s s i o n

principal

à simplifier

énoncé de

des déterminants

est parvenue

à un p o i n t

saturation. On peut d i s t i n g u e r trois types :

1Q/

L'expansion

est postposée

à l'énoncé

principal

i * nipetraka

i i i i r o , iro diabi

// h a b i t e r ( a c c . ) / i l s / / i l s ! t o u s // " il y avait o u x , eux tous"

- 200

-

t andra

i

i

i

i

i

i

» iu

areiki marari tseiki

iu, zanaka laulu

// j o u r ! u n / ê t r e

m a l a d e ( n e u . ) / e n f a n t ! ce;ffiils ! h o m m e ! ce // t o m b e m a l a d e , le f i l s d e c e t h o m m e i t i ini, ilei baban i tseiki i iu "

" un j o u r , l ' e n f a n t

i i i i i a k o r i ato zeni hoi laulu

// c o m m e n t / f a i r e / c e l a ^ rli r e f n a u . \ / h o m m e ! cej^ l e ! p è r e 4 d e e n f a n t ! ce // " comment i hitantara faire d i t cet h o m m e , le père de l ' e n f a n t i i zaho "

i I I I z a h o , m a h a r a u u l a i , zanak

i muana,

// r a c o n t e r ( v i r . ) / j e / f m a h a r a u u l a i ^ e n f a n t l l a ! m u a n a / m o i / i i i maharauulai sualsi m a h a r a u u l a i / s u a le i // " je u a i s r a c o n t e r , m o i M a h a r a u u l a i moi Maharauulai i i misi tantara //y
i i i

enfant

de la

Moana,

sualei. i etu moi/ici/
i i

i i areiki hatoku
i t

a u o i r ( n e u . )/histoire ! u n e / être f ait ( P . u i r . ) + par tombuzandri zanan i muana

niani hoi zaho

a u j o u r d ' h u i / / d i r e ( n a u . )/je/f T o m b u z a r . d r i ; / e n f a n t + de ! la I m u a n a / / " je uais u o u s r a c o n t e r Tombozandry, fils i nandeha i i une h i s t o i r e " i leilai i zanaka i ampanariuu ici aujourd'hui moi

de la M o a n a i i zaza

amin ni b a b a n i kua

// a l l e r ( a c c . ) / c h e z ! l e ! p è r e + s o n / a u s s i / e n f a n t ! m â l e ^ e n f a n t ! r i c h e // " il alla i nizaha chez son père aussi le g a r ç o n , l'enfant i tsara (du) riche"

i i i i ulu m a h e i m a n e f i , a m p a n d r a f i t r i

// t r o u u e r ( a c c . ) / p e r s o n n e ! s a u o i r ( n e u . ) s t r a u a i l l e r ( n e u . )// charpentieribon// " (il) trouua pentier " un h o m m e s a c h a n t t r a u a i l l e r , un b o n char-

- 201

-

L'expansion

peut être

- une modalité - un n o m i n a l

Personnelle

sujet, nominal

(ou l e s y n t a g m e

déterminatif) - une s u c c e s s i o n de n o m i n a u x dérivés) (et nominaux

Le rapport syntagme syntagme

sémantique

peut être postposé

considéré

comme

qualifiant

s le un

d'apposition qualifiant.

au c e n t r e e s t g é n é r a l e m e n t

2<*/ L ' e x p a n s i o n i * lambu* i namandro

précède

l'énoncé

principal

// c o c h o n ; / a m i + l e u r // " c o c h o n , l'-'jr a m i i * mananqi i i iu. vadiku
11

t izi

// f e m m e ! c e t t e ; / é p o u s e + m a / e l l e // " cette t i femme, elle est mon épouse i i izi "

* leilai i u . tsi tiaku

// h o m m e ! c e ^ n e p a s • ê t r e a i m é ( P . n e u . ) + p a r m o i / i l // " c e t h o m m e , je ne l ' a i m e i * mahaminta i i i heiku pas "

f u , zeni asa

// p ê c h e r ( n e u . ) / s e u l e m e n t ^ / v o i l à / t r a v a i l / c o n n a î t r e ( P . n e u . ) + m o i // " pécher, voilà seulement ce que je s a i s f a i r e " (la pêche)

L'expansion

peut être

- un s y n t a g m e - un n o m i n a l - un v e r b a l

nominal pur

(qui fait alors nominal)

fonction

de

- 202

-

L'apposition le r é s u l t a t

est ici une manière d'une opération

de mettre

en v a l e u r

s elle de

est

qui correspond

à un b e s o i n ci-dessus par

l'expres-

s i o n . La p a u s e , m a r q u é e virgule, doit être 1'apposition.

dans les exemples

une de

considérée

c o m m e la m a r q u e

pertinente

30/ L'expansion

est insérée

dans

l'énoncé

principal

1 * ano, namaku, amiaku / t o i/

vola

ami + m o n / donner(inj.) + m o i / a r g e n t / de l ' a r g e n t
t

" toi, mon ami, donne-moi
1 t 1 1

"

*

zaho, babanaro, handeha /

hamintana /

m o i / père + v o t r e / a l l e r ( v i r . ) s p ê c h e r ( v i r . ) p è r e , je v a i s a l a p ê c h e " 1 anaro

" moi, votre

1 1 t 1 1 1 z a h o , ampandzakanaro, misi raha hambaraku /

m o i / roi + v o t r e / y a v o i r ( n e u . ) / c h o s e / d i r e ( P . v i r . ) + moi/vous// roi, j'ai quelque chose à vous dire "

" moi, votre

*

1 1 1 1 1 z a h o , vadin r a n g a i b e , tsi tiano zaho / m o i / femme + d u - c o n s e i l l s r . g r a n d / ne pas s aimer(neu.) + toi/ moi / du g r a n d c o n s e i l l e r , je n e t ' a i m e p a s "

" moi, l'épouse

L'expansion Nominal

insérée

e s t la p l u p a r t

du t e m p s d e l a f o r m e % de n o m b r e u x exemples Le ; le où

+ HP 2

; c e p e n d a n t , on r e n c o n t r e

l'expansion syntagme

e s t du t y p e

s Nominal + -n(génitif) + nominal. e s t le p l u s s o u v e n t q u a l i f i a n t des énoncés rencontrés, une

nominal

appositif la p l u p a r t

centre est dans personnelle ralement centre

modalité généle

sujet. Les énoncés

emphatiques nominal

se r e c o n n a i s s e n t d'apposition

à l'insertion de

du s y n t a g m e l'énoncé.

entre

e t la s u i t e

- 203 -

II - L E _ S Y N T A G M E

VERBAL

Pour lerons brièvement Prenant pour

faciliter

la p r é s e n t a t i o n verbale

des f a i t s , nous (1). du

rappel-

la m o r p h o l o g i e à l'étude

référence

du v e r b a l l e c e n t r e duquel

syntagme, l'expan-

c ' e s t à d i r e le type sion, nous attestés commute

de m o n è m e les deux

à partir variétés

s'effectue

examinerons

de s y n t a g m e s

verbaux qui

s le s y n t a g m e avec

v e r b a l pur et le s y n t a g m e de portée les

verbal mixte du t e r m e

l u i . P a r un é l a r g i s s e m e n t dans ce c h a p i t r e aussi bien

"verbal", flexionverbal.

on é t u d i e r a nelles

formes

verbales

que les m o d a l i t é s

verbales

préfixées

et s u f f i x é e s au

A . LES FORMES

FLEXIONNELLES

s les affixes verbaux

d'aspect

(rappel)

a. L'aspect

neutre

ou a o r i s t e l'affixe

s Formule verbal

! m - *Rla ! neutre de le

(2)

o ù la p r é f i x e m ^ c o n s t i t u e ( a c t i f ) . Le s y n t a g m e l'aspect obtenu

de l ' a s p e c t

sera appelé

le s y n t a g m e inséré

verbal entre

neutre. Aucun s i i iro

élément

ne p e u t y ê t r e

centre

et l'expansion i

* m i t a d i asa

" ils cherchent // a f f i x e L'affixe verbal verbal

du t r a v a i l d'aspect

" + c h e r c h e r / t r a v a i l / i l s // généralement au présent, français.

neutre

d ' a s p e c t m- c o r r e s p o n d

à l'infinitif

(et q u e l q u e f o i s

au p r é s e n t d ' h a b i t u d e ) du

( 1 ) Il e s t u t i l e pp.278 ).

d e se r e f é r e r

au

tableau

i le S y n t a g m e

verbal

(2) Rla = radical lexème

actua'isé.

- 204

-

b. L'aspect n- c o n s t i t u e élément

accompli

s Formule > ) de l ' a s p e c t entre

n - *Rla accompli

I

; le

préfixe Aucun

l'affixe

verbal inséré i zaho

(actif).

ne p e u t être » * nizaha i ulu

le c e n t r e

et l ' e x p a n s i o n %

" j'ai cherché // a f f i x e L'affixe verbal verbal

quelqu'un d'aspect

" accompli * regarder/quelqu'un/je// à l'imparfait

d'aspect

n- c o r r e s p o n d

généralement

ou au p a s s é

français.

c. L'aspect constitue verbes

virtuel

: Formule > ! l'aspect

h - *Rla virtuel

i

; le p r é f i x e les

h-

l'affixe

v e r b a l de

(actif). Pour

i r r é g u l i e r s , il e x i s t e légèrement la f o r m e

une modalité de h -

verbale de

l'aspect et obtenu

virtuel qui diffère constitue peut-être

? h£ n'est pas affixé de h - . Le s y n t a g m e de ho est a p p e l é

archaïque

par préfixation verbal d'aspect l'expansion

de h - o u a n t é p o s i t i o n virtuel. Aucun s i amarei "

syntagme inséré entre

é l é m e n t ne p e u t y ê t r e

e t le c e n t r e t i zaho

* handehq

" je p a r s d e m a i n // a f f i x e i * ho avi " la p l u i e //modalité

verbal d'aspect «

virtuel +

partir/je/demain//

mahaleni viendra " v i r t u e l + v e n i r / p l u i e //

verbale d'aspect

Le syntagme

verbal d'aspect

virtuel

se r é f é r é

à c e q u i se verbal

réalisera d'aspect

dans l'avenir. Dans certains virtuel peut prendre le s e n s

c o n t e x t e s , le s y n t a g m e d'un éventuel s

- 205

-

» I * ho m e t i zaho

! avi je v i e n n e d'aspect " + p o u v o i r / j e / v e n i r //

" i l se p e u t q u e // m o d a l i t é

verbale

. d . L ' in.jonctif s la f o r m u l e /

i *R.m - ( c ) a des p r o c é d é s I est commune parti-

à tous les v e r b a u x , m a i s il e x i s t e culiers pour chaque A, paragraphe type différent

de f o r m a t i o n (CF.

de r a d i c a l m o r p h e i (c) a constitue

chapitre

5 , p p . 1 0 2 ) . Le s u f f i x e

l'affixe le

v e r b a l de l ' i n j o n c t i f . A u c u n centre et l ' e x p a n s i o n i * avia i ati ! 8

é l é m e n t ne peut être

inséré entre

*Radical

morphe

(Rm) =

avi

/Ì v e n i r ( i n . j . ) / i c i // " viens ici " i i * ambara zama !

*Rm

=

ambara

// d i r e ( in.i. ) / o n c l e // " dis (à) l'oncle "

t

i

'

e . Le passif i Le suffixe -(i) n

neutre

(indéterminé)

s Formule

/

|

RI - (i) n

!

ajouté

au r a d i c a l

injonctif

constitue

l'affixe syntagme inséré objet verbal

v e r b a l du p a s s i f verbal passif

n e u t r e . Le s y n t a g m e neutre ; aucun

a i n s i o b t e n u e s t un

d'aspect

élément ne peut y être personnelles

e n t r e le c e n t r e

et l'expansion susceptibles

} les modalités d'être

(l*lP 2 ) s o n t t o u t e s passif.s

s u f f i x é e s au s y n t a g m e

- 206

-

? i * ulumbelun " l'être

tsi

i heino n'est pas connu pas ; être
»

humain

de t o i " verbal

// ê t r e . h u m a i n / n e

connu + suffixe hein-no

d ' a s p e c t + t o i // i i i lazein i i dadi par Grand Mère " raconté

* misi anganu

" i l y a un c o n t e // a f f i x e suffixe verbal verbal

d'aspect + il y a / c o n t e / raconter s d'aspect/la ! grand mère//

l a z a - i n (1 ) Le s y n t a g m e neutre du verbal passif d'aspect neutre correspond au passif

français.

f . Le passif Le p r é f i x e

accompli

s

Formule^

n- de l ' a s p e c t

accompli i

ajouté

au r a d i c a l

injonctif

actualisé

a u q u e l on a s u f f i x é constitue

-(j.)n verbal passif le

pour obtenir du p a s s i f d'aspect centre

le r a d i c a l

passif

actualisé

1'affixe

a c c o m p l i . Le s y n t a g m e accompli ; aucun

v e r b a l est un s y n t a g m e ne peut y être inséré

verbal entre

élément

et l e s e x p a n s i o n s %
i t i t

* raha

ninu nitadiavinaro

? par vous ?
11

" quelle chose

était cherchée

/ c h o s e s q u e l l e / a f f ixe v e r b a l

d ' a s p e c t + c h e r c h e r + v o u s // ' ' i C'n.itadiava.in-naro passif du f r a n ç a i s \ il e s t très

Ce passif

correspond employé.

à l'imparfait

fréquemment

( 1 ) On a d é j à vu que ou m o i n s avec

la v o y e l l e

du s u f f i x e

-(i) n

s'amalgame du

plus

la v o v e l l e

finale

du R I a en f o n c t i o n lexème

t i s m e et du v o c a l i s m e

final

du r a d i c a l

consonan• i s jtf-laza-in^lazein.

207

g . Le p a s s i f le p r é f i x e ajouté

virtuel

s

Formule^

h -j * R I a *RP a

-(i)r

de l ' a s p e c t

virtuel actualisé élément donne

au r a d i c a l p a s s i f virtuel e t le ; aucun

le s y n t a g m e

verbal entre

passif

d'aspect

ne p e u t y ê t r e

inséré

Hexpansion i

centre. i i niani par m o i a u j o u r d ' h u i + manger "

* hahaniku

ano

" tu v a s ê t r e m a n g é // a f f j x e verbal

d'aspect t

+ p a r m o i / t o i / a u j o u r d ' h u i //

< ^ h . ahania-inj+J<u Ce p a s s i f est l'équivalent du p a s s i f futur français.

h . Le r e l a t i f
t

s

Formule

le s u f f i x e radical

-(i)n

ajouté

au donne le s y n t a g m e verbal relatif. s Aucun

injonctif

actualisé

élément ne peut y Stre inséré entre
t i

le centre et l ' e x p a n s i o n

* anganu " c'est

fu

ileino u n c o n s e i l q u e tu d é s i r e s "

seulement

/f c o n s e i l / s e u l e m e n t / d é s i r e r + a f f i x e / * tsi T alafun " verbal / tf-ila-in

v e r b a l + t o i //

+ no

" qui n'est pas à vendre / ne pas s v e n d r e + a f f i x e •" a - l a f u a - i n < W

- 208

-

B . LES FORMES a. Les

AFFIXALES préfixales verbales aspectuelles (Cl.V.)

formes

1°/ L e s m o d a l i t é s

- La_P1.V. n é g a t i v e
t !

tsi-P(V
t «

ou N . V . )
t

(1 )

* pisu

iu t s i - m a h e i

ulumbelun " h u m a i n . v i v a n t //

" c e c h a t ne c o n n a i t p a s l ' ê t r e h u m a i n // c h a t ! c e / n e i i i pas s connaître(neu.)/être i fa i fandroaka

* izi ini tsi-ulumbelun

" c e n ' e s t p a s un ê t r e h u m a i n , m a i s un c h i e n // i l ! c e / n e i * tsi-zaho i mavandi

"

p a s s ê t r e h u m a i n , v i v a n t / / m a i s / c h i e n // i fa u l u b e i taluha importants

" le menteur autrefois "

ce n ' e s t pas m o i m a i s les g e n s

// n e p a s . m o i / m e n t e u r ? / m a i s / g e n s . g _ - a n d s / a v a n t ( a c c . ) // i * zaho i tsi-mavandi "

" je ne m e n s p a s

// .ie/ne p a s s m e n t i r ( n e u . ) // i " je r ê v e i i zuki i tsi-mati n'est pas mort "

* zaho maninofi

que mon aîné

// j e / r ê v e r ( n e u . ) / / a î n é / n e
t i

p a s : ê t r e m o r t ( n e u . ) //

* tsi-heino

zaho "

" tu ne me c o n n a i s p a s // n e p a s i i * tsi-ao izi " il n ' e s t pas là " // n e p a s 8 là( n e u . ) / i l //

§ c o n n a î t r e ( P . n e u . ) + t o i / m o i //

( 1 ) P' 1- ' o u N . V . ) r e p r é s e n t e

Prédicat

( V e r b a l ou Non

Verbal).

- 209 -

La m o d a l i t é ou non est

négative ; elle

tsi est toujours lui ajoute

préposée

au p r é d i c a t

verbal sémantique

verbal

un a s p e c t

d o n t le c o n t e n u

négatif. un verbal irrégulier formé par préfixation de t a i au avec")

Il e x i s t e radical tsi-isi

lexème i tsisi t *

actualisé

i - isi - (verbal misi sans".

"y a v o i r , ê t r e

"ne pas y a v o i r , ê t r e i i zaho i masikini

tsisi vola " je n ' a i // ê t r e

pas d ' a r g e n t m o i le m e n d i a n t

"

s a n s / a r g e n t / m o i ^ m e n d i a n t // ayons relevé dans notre corpus d'un verbal

C ' e s t le s e u l amalgame pour entre un

cas que nous

la modalité^.uajgbale verboïde

négative

et un r a d i c a l

donner

- L a iïl.V, r e s t r i c t i v e Elle est

tsen3fíki-P(\/ formée

ou

N.V.) tsi + d'un par les élément infor-

d e la M . V . n é g a t i v e

^~"endriki_7 qui n'est plus identifié mateurs. Cette modalité "ne p a s . . . e n c o r e " s i izi venu " ajoute

actuellement

au p r é d i c a t

un c o n t e n u

restrictif

i i * tsendriki-navi

" il n'est pas encore

i i t i i * hanini mbola mei tsendriki-manitsi " sa n o u r r i t u r e est encore brûlante, pas encore refroidie "

- 210

-

La m o d a l i t é

verbale

tsendriki (1)

est toujours préposée

au

prédicat comme

v ? r b a l ou non v e r b a l modalité de prédicat.

; elle peut également

fonctionner

- La M . V . o b l i g a t i v e On r e m a r q u e est formée !

tsimentsi-P(U.) que comme verbale t la M . V . t s e n d r i k i , négative i tsimentsi verbal

de la m o d a l i t é

tsi et d'un

(mentsi) qui pris isolément n'est plus identifié a c t u e l , tsimentsi a j o u t e au p r é d i c a t contenu obligatif
! I

d a n s le

parler un

qui est toujours

un v e r b a l

"il faut
t

que..."

* ano

tsimentsi-mandeha tu p a r t e s "

" il f a u t que // t o i / i l

faut que

s a l l e r ( n e u . ) //

- La M . V . i n g r e s s i v e i * mbo-avi i izi "

mbo-P(y)

"sur

le p o i n t

de".

" il va v e n i r //iky. i

s v e n i r ( n e u . ) / i l // i i mbo-handeha

* akori ? ano

" a l o r s , tu p a r s t o u t d e s u i t e ? " // c o m m e n t // t u / M . V . s a l l e r ( v i r . ) //

Le signifié énoncés

de m b o

rend

cette modalité comme

apte à figurer

dans

des ou ;

où le p r o c è s

est envisagé

inéluctable, imminent immédiat du f r a n ç a i s

proche, mbo

correspond

p a r f o i s au f u t u r

<

(1) Figurant

en f i n d ' é n o n c é , t s e n d r i k i

est une m o d a l i t é pp. 239) '

d'énoncé

injonctif (CF. Les énoncés i i i avia anaro tsendriki!

spécifiques "venez de

v o u s t o u t de s u i t e

! "

// v e n i r ( i n j . ) / v o u s / t o u t

suite//

- 211

-

parfois, cette modalité notion d'un départ

verbale

n'implique

rien

d'autre

que

la

qui sans où on

autre parle. verbale

précision

de t e m p s e s t

envisagé

comme proche L'expasion un centre

au m o m e n t

est une modalité verbal s le v e r b a l

d'aspect

toujours

préposée d'énoncé

à mbo

employé

a v e c la m o d a l i t é

est généralement culier virtuel (neu.)

mis à l'aspect

v i r t u e l . Il e x i s t e à l'aspect forme

un cas son

partiaspect verbal

s le verbal est utilisé est irrégulier
1

neutre quand

et de la

s V. virtuel

= ho +

; par exemple /

r~ / avi >

' mbo avi

' ~7 (et non mbo ho a v i ) / va s venir verbal (neu.)_/ Aucun entre

venir(neu.)

Le syntagme

obtenu

sera appelé

syntagme verbale

d'aspect.

élément qu'une autre modalité le c e n t r e et l'expansion.

(1) ne p e u t û t r e i n s é r é

i

t

- La m o d a l i t é m b a - P (V i

verbale

durative (2)„ t

répétitive

mbola

m b a l a AJ

ou N . V . ) i

l izi

i

t tseiki "

* mbola-mihinana " il m a n g e // e n c o r e

izi satria

encore car

c ' e s t un e n f a n t

: m a n g e r ( n e u . ) / i l / c a r / i l / e n f a n t // I izi encore "

1 ! * mbala-manuntani " il i n t e r r o g e

// e n c o r e s i n t e r r o g e r ( n e u . ) / i l //
i » t t i

* mbola-mitadi " je c h e r c h e

ilei tseiki encore

zaho "

cet enfant

// e n c o r e t c h e r c h e r ( n e u . ) / c e en q u e s t i o n ! e n f a n t //

(1) C F . le tableau s M o d a l i t é s patibilités, pp. 221. i (2) mbola est parfois p r o n o n c é de l e d i s t i n g u e r

verbales, compatibilités m b o , seul le c o n t e x t e verbale

et

incomalors

permet mbo.

de l a m o d a l i t é

ingressive

- 212

-

i *

»

robola-izi " c'est encore // e n c o r e lui "

s ê t r e l u i // i

Le signifié

de m b o l a

rend

cette modalité les aspects

apte à figurer

dans

des ou

énoncés où l'on

veut exprimer

duratif, continuatif verbale i néone

fréquentatif. Aucun aspectuelle être inséré

autre élément

que la m o d a l i t é

ti, ( v o l i t i f ) ou l e s m o d a l i t é s entre l'expansion utilisée
!

tsi et t s e n d r i k i

peut

et le

centre. le v e r b a l à l ' a s p e c t fonctionner comme neutre

La forme

verbale

est toujours

( a c t i f ) . La M . V . m b o l a de prédicat.'

peut également

modalité

2°/ L e s m o d a l i t é s

verbales

néo-aspectuelles i a z a - P (V

- La m o d a l i t é
t

verbale
i

prohibitive

ou

N.V.)

t

aza-mavuzu " n'aies // n e p a s
t i

ano toi ! "

pas peur ! s être
i

ef f r a y é ( n e u . ) / t o i //

*

aza-vahini

ano pas en i n v i t é "

" n e te c o n d u i s // n e p a s t i

! 8 invité/toi// i i ulu des autres . "

aza-miadi razikin

" n ' e n v i e s p a s la c h a n c e // n e p a s Aucun élément ! s lutter

p o u r ( n e u . ) / c h a n c e - d e s ! g e n s // inséré i entre l'expansion et le ce n t r e c qu'ave l'aspec*

ne p e u t ê t r e

p r é d i c a t . La m o d a l i t é neutre du v e r b a l s

verbale

aza ne p e u t s ' e m p l o y e r

- 213

-

( 3 Z3 « p ' L

jm • u •
a a ddJ e c t i f , je

nominal Prédicat

Elle

peut être aussi une m o d a l i t é

de

- La m o d a l i t é i i

verbale i

inceptive i i

e f a - P (V ou i anguvu

N.V.)

* izi efa-nahatuki

leilai misi

" il est d é j à c o n v a i n c u // i l / d é j à • * andra i

que c'est l'homme avec

qui a la force

"

% croire^/homme/être i i i

( n e u . ) / f o r c e //

a r e i k i , iro e f a - a m

pihinana de m a n g e r "

" un j o u r , i l s s o n t d é j à e n t r a i n // j o u r ! u n / i l s / d é j à
I I I

s àîrepas//
I

* zanaku " mon

efa-namiaku

ano " moi/toi//

e n f a n t , je te l ' a i d é j à d o n n é

// e n f a n t + m o n / d é j à i i i i

s d o n n e r ( P . a c c . ) + par i i iro

* iro kua e f a - n u d i , nanduki " quand ils furent que/déjà i izi "

d é j à r e n t r é s , ils f i r e n t la c u i s i n e s rentrer(acc.

"

// i l s / d è s i * efa i dzanga

cuisiner(acc, )/ils//

" il est déjà g u é r i // d é j à s g u é r i / i l //

La m o d a l i t é i mahefa

verbale

i e f a e s t le dans

radical lexème

qui donne que

le

verbal exposés

"finir" i

; employé

d'autres contextes

ceux

c i - d e s s u s , e f a e s t un a d j e c t i v a l q u i s i g n i f i e peut aussi être utilisé i i * efa ni " mon asaku travail est terminé " comme verboïde 8

"fini, finie"

; il

// t e r m i n é / l e 1 t r a v a i l + m o n / /

- 214

-

La modalité de f o r m e

verbale

ef a p e u t d o n c

être

considérée

c o m m e un

monème par

verboïde d'une

qui préposé circonstance

à un v e r b a l , en s p é c i f i e indiquant généralement entre

le s e n s le temps

la n o t a t i o n

accompli. Aucun le P r é d i c a t s'emploie peut aussi

élément

ne p e u t ê t r e

inséré

la m o d a l i t é

et

(verbal

ou n o n v e r b a l ) , L a m o d a l i t é

verbale accompli ; elle

a v e c le v e r b a l a c t i f fonctionner comme

a c c o m p l i ou p a s s i f

modalité

de p r é d i c a t a v e c un

prédicat

qui peut appartenir

aux c a t é g o r i e s

suivantes s dérivé.

P = adjectival, fonctionnel

+ nominal

- La modalité i *

verbale t i

permissive, i i

azu i i i i amino d'habiter

izi kua azu-ato

(1) zaho mangataka

amino hipetraka

" si c'est possible avec toi " // s i / a l e d r o i t

de le f a i r e , je t e d e m a n d e

s f a i r e ( n e u . )// j e / d e m a n d e r ( n e u . ) / à + t o i /

h a b i t e r ( v i r . ) / a v e c + t o i //

Cette modalité i mahazu

permissive

est le r a d i c a l avec

lexème

q u i d o n n e le actif neutre,

verbal

"obtenir". Elle s'emploie ou virtuel. i i

le v e r b a l

accompli i

* izi

tsi-azu-handeha p a s le d r o i t de p a r t i r "

" il n ' a u r a

// i l / n e p a s s a le d r o i t s p a r t i r i i * makua zeni " les Makua i i

( v i r . ) //

tsi-azu-hidira en q u e s t i o n n ' o n t pas le d r o i t d'entrer "

/ / m a k u a ! c e s en q u e s t i o n / n e

p a s s a le d r o i t t e n t r e r ( v i r . ) //

(1) ato

e s t un v e r b e

irrégulier

à l'actif

neutre

qui

signifie régulier s

"faire" ; pour les autres formes v e r b a l e s , il reste i i i nato(acc.), hato(vir.), atova('nj.).

- 215 -

La m o d a l i t é

verbale I zaho

v e l l e i t i v e ' _ v > v o l l i t i ve

i t i ÍNJ t i a - V

! * ti-handeha " je v e u x // v e u t
i

partir

"

: p a r t i r ( v i r . ) / m o i //
t i

* ke ano mua

ti-handeha partir ? " ce q u e i v e u t s p a r t i r ( v i r . ) / / i izi manger " /

" A l o r s , tu v e u x /alors/toi/est i * mbola i ti-hihinana

" il veut e n c o r e /encore i * % veut i

s manger( v i r . ) / il i afii fu descendre

z a h e i t_i-hidzutsu " nous voulons

là-bas, c'est tout

"

// n o u s / v e u t : d e s c e n d r e ( v i r . ) / l à Cette modalité verbale s'emploie

bas/seulement//

v i r t u e l ou n e u t r e . On r e m a r q u e est employé fréquemment comme

t o u j o u r s a v e c le v e r b a l , à l ' a s p e c t i q u e t i a e s t un r a d i c a l l e x è m e q u i

verbal s

i i i * ano tsi tia zaho " tu ne m ' a i m e s pas "

C ' e s t un v e r b a l i r r é g u l i e r , le v e r b a l
t

régulier

d e v r a i t ê t r e de

la

forme

Imitiaî.

- 216

-

3°/ L e s

auxiliaires Le centre du s y n t a g m e verbal e s t un v e r b a l sans qu'un ; l'expansion,

un v e r b e puisse

auxiliaire inséré

est antéposée

au v e r b a l verbale

élément centre.

être

entre l'expansion

e t le v e r b a l

- Auxiliaire
t

i meti-verbal
t

s exprime
i

l'optatif

* meti-mikambana " nous pouvons

atsika nous associer " ensemble//

// p e u t s s ' a s s o c i e r ( n e u . ) / n o u s i i i i laulu ini tsi m e t i - a v i i zalai

*

" la p e r s o n n e e n q u e s t i o n // p e r s o n n e ! c e t t e / n e
t i i

ne peut pas v e n i r , gars

! "

pas 8 pouvoir-venir(neu.)/gars//

* meti-mandeha

atsika partir "

" nous pouvons // p e u t i meti fonctionne

8 p a r t i r ( n e u . ) / n o u s //

comme auxiliaire nrç.aux rwaux JTNV.

accordé

au v e r b a l s

rwv. huv. i pas comme

Ji.aux Toute autre 8
i t

formule

indique

que m e t i ne f o n c t i o n n e

auxiliaire

l

i

t

* fa a n o t s i m e t i a l a k u // m a i s / t o i / n e

baraka

niani j ' enlève ! malchance/

pas s pouvoir^/ que

a u j o u r d ' h u i // " m a i s ce n ' e a t p a s p o s s i b l e malchance aujourd'hui " p o u r m o i de s u p p r i m e r ta

- 217

-

- L'auxiliaire
t

mila
i

-V
i

(intentionnel)

* mila-mihinana " je d é s i r e // d é s i r e
i t

zaho "

manger

s m a n g e r ( n e u . ) / m o i //
»

* zahei

mila-mandeha partir "

" nous désirons // n o u s / d é s i r e
I l

s p a r t i r ( n e u . ) //
! I

* ke zaho mila-mahita " a l o r s , je d é s i r e // m o i / d é s i r e L'auxiliaire

matuelai rencontrer un v i e i l l a r d "

: v o i r ( n e u . ) / v i e u x . m â l e // toujours au v e r b a l centre.

s'accorde

- L'auxiliaire ( i i

mahei - V i

(cognitif) i

* i a h o i i l e i mahei-mi!': o r a n a " o u i , dit celui qui sait parler "

// o u i / d i r e ( n e u . ) / l e en q u e s t i o n ^ s a i t t p a r l e r ( n e u . ) //
i i i t

* ilei mahei-mandri

pisu le c h a t "

" celui qui sait dormir, c'est

// c e e n q u e s t i o n / s a i t s d o r m i r / c h a t // i i i i i * navi izi amin ilei ulu " il vint i i mahei-mimalu en q u e s t i o n qui sait juger s "

v e r s la p e r s o n n e

// v e n i r ( a c c . ) / i l / à ! ce en q u e s t i o n ( n e u . ) // i i i ulu i quelqu'un i sachant

p e r s o n n e ^ sait

juger

* izi nizaha

mahei-manefi faire de la p o t e r i e "

" il c h e r c h a

// i l / c h e r c h e r ( a c c . ) / p e r s o n n e ; ^ s a i t s t o u r n e r ( n e u . ) // Cet auxiliaire s'accorde toujours au v e r b a l centre.

- 218

-

- L'auxiliaire

avi - V (directionnel i buruku

centripète)

i i i * zaho navi-nizaha " je v i e n s

d'aller

voir Sanglier

"

// j e / v e n a i s ( a c c . ) s v o i r ( a c c . ) / s a n g l i e r //

Cet auxiliaire lières

dont les

formes

neutre i

et v i r t u e l l e

sont

irrégu-

s'accorde

• . verbal

centre

a v i ( n e u . ) - ni. v . n - a v i ( a c c . ) - ru v . ho a v i ( v i r . ) - h_.v.

- L'auxiliaire

mandeha

- V (directionnel i deki Deki "

centrifuge)

*

• i i zaho handeha-hila " je vais // j e / p a r t draguer

s d é s i r e r ( v i r . ) / D e k i /j i aumbi acheter des boeufs "

i * atsika

i i i zalai handeha-hivanqa

" nous les g a r s , nous allons /nous i * heiku e n se m b l e / g a r s / p a r t

s a c h e t e r ( v i r . ) / b o e u f s //

i i i t i ano handeha-handuki haninakai "

" je s a i s que tu p a r s c u i r e m o n r e p a s // s a v o i r ( P . n e u . ) + m o i / / t o i / p a r t

s c u i r e ( v i r . ) / r e p a s + m o n //

Cet auxiliaire

s'emploie

accordé

au verbal

; nous avons relevé

les

formes suivantes s m.aux - jn.v. ruv. h.v.

n_.aux h.aux t-

- 219

-

Toute comme

autre

formule 8 t hiasa

i indiquerait que mandeha

ne f o n c t i o n n e

pas

auxiliaire t * nandeha

i

i

i

» izi un c o q en or "

akulai vulamena construire

" il p a r t a i t pour

// P a r t i r ( a c c . )/f abriqt^atï/lpkr. ) / c o q . m â l e ! a r g e n t . r o u g e / i l / /

L'auxiliaire
i

mamangu - V
i t

(ihfâMerfr)

mamangu-nisoma " ils jouaient

iro de t o u t e s l e u r s forces "

// m e t s o n é n e r g i e

8 j o u e r ( a c c . ) / e u x // » izi ses f o r c e s , (et) est fatigué "

i t i * mamangu-mitadi. vaha " il c h e r c h e d e // m e t

toutes

son é n e r g i e

s chercher(neu. ) / fatigué/il//

Cet auxiliaire

s'accorde jn.aux -

toujours iïwv.

avec

le v e r b a l

centre 8

_n.aux - ri.v. h.aux h.v.

220

b. Les

formes

suffixales

- La m o d a l i t é V - i n d - Nm

verbale (1)

itérative

construite

s u r le n u m é r a l s

Le r a d i c a l ou rue
t

numéral

i peut être reiki s'obtient

( >

i areiki

"un") ind>

(>

arue

t

"deux")

; la m o d a l i t é
i

en p r é f i x a n t
t

à ce r a d i c a l n u m é r a l "une deuxième verbal

y

indreiki

"une

nouvelle

fois",

indrue au

fois". Cette modalité ; elle spécifie

est elle-même du v e r b a l

suffixée par la

t \l - m v

le sens

notation élément

d'une circonstance ne p e u t v e n i r itérative i * izi î i

l u i d o n n a n t un a s p e c t i t é r a t i f . A u c u n entre le c e n t r e verbal e t la

s'insérer

modalité

i " u n e f o i s //

nantreki-indreiki

" i l se c o g n a à n o u v e a u // i l / s e i * nifindra-indrue

cogner(neu.) 8 encore i t i pisu

ilei

" le chat c h a n g e a

une deuxième

fois de place fois/le

"

// c h a n g e r ( a c c . ) 8 u n e d e u x i è m e i i i aussi " i kua

en q u e s t i o n î c h a t //

* izi manuntani-indreiki " il r e - i n t e r r o g e

// i l / i n t e r r o g e r ( n e u . ) s e n c o r e i indreiki virtuel s'emploie avec le v e r b a l

une

f o i s / a u s s i //

actif à l'aspect

neutre

accompli,

s toutefois avec verbal
t

le v i r t u e l , il e s t n é c e s s a i r e mbo qui figure imminent s "il va e n c o r e changer"

d'employer où

la m o d a l i t é le p r o c è s

ingressive
t

dans des énoncés

est envisagé

comme

mbo-hifindra-indreiki

izi

t

(1) V- ind.Nm

représente

Verbal-ind.Numéral.

- 221

-

* * *

Après de leur p o s i t i o n leurs

avoir

étuaié

les modalités de

verbales

en

fonction à exam;
r-.e;:

à ls intérieur

l ' é n o n c é , il n o u s r e s t e et d'exclusion s

possibilités

de c o e x i s t e n c e

- Les modalités

verbales

préfixées

et s u f f i x é e s

s

comptabilités,

incompat-ibiJl i t é s .

tsi • tsi 1 t s e n d r ikj. t tsimantai
1

(1)

t s 9 n d - tsirpon 1 azi; ! -tsi r i< i • • X

ï
r.ibo mbola

1 aza « f

1 ef a X

ti X

in

dr

X

X

X

«

X

-

• X •

X

-<

>

X

X

X •

X

azu mbo 1 mbola 1 aza 1 ef a ti
X

«

t
X

""*
X


*

,,

X X X
X

X

X

• •

• • •

• • • •

X • •


x

r X X

• •

X

-

X

(Dans

ce t a b l e a u , l e s les

croix

représentant

les

co^p r" i . i l i t é s

et

les

points

incompatibilités).

On

remarque

que

testas

les m o d a l i t é s

verbales

préfixées

peuvent

coexistbr

a v e c l a m o d a l i t é «/er!rale s u f f i x é e . ! < ! ! m b o l a - m a n u n t a n i -jnrirsi. \ i z i " i l i n t e r r o g e nouvelle fcis" ,/ K.J.. verbe s M . V . / il / inscrits

encore

une

(1) et

(2). Tsi dans

(1) et

tous aux

las é l é m e n t s élémi n t s

verticalement

sont et marquée

antérieurs d'un (2)o

l'énoncé

inscrite

horizontalement

- 222

-

C

-

ENONCEMATIQUE

I. L'ENONCE

SIMPLE prédicat sujet complément

1 . La f o n c t i o n 2 . La f o n c t i o n 3 . La fonction

II.

LES ENONCES

SPECIFIQUES prohibitif injonctif négatif positif

A. L'énoncé B. L'énoncé C. L'énoncé D. L'énoncé

interrogatif exclamatif

III. LES ENONCES

COMPLEXES relative complémentaire complémentaires complémentaires directes indirectes

A. L'expansion B. L'expansion

1°/ L e s e x p a n s i o n s 2°/ L e s e x p a n s i o n s

i

- 222

-

I - L'ENONCE

SIMPLE L'objet de ce c h a p i t r e est d'étudier les types t sujet, de prédicat, excla-

rapports

qui lient les éléments

de l ' é n o n c é

simple

complément. L'énoncé matif

simple peut être ou non. a en

spécifique

(injonctif,

ou i n t e r r o g a t i f . . . )

L'énoncé minimum E = S P /xi P S

sakalava

la s t r u c t u r e

suivante (il

t

( 1 ) a v e c P = V e r b a l ou non v e r b a l

comporte

donc d eux

fonctionemes). Cet énoncé minimum constitue la b a s e de la r e c h e r c h e peut être ;

l'énoncé illustré

minimum

r é d u i t à d e u x t e r m e s ou f o n c t i o n è m e s suivants i

par les exemples i iro "ils

t mandeha

partent" P = V , S = MP 1

// p a r t i r ( n e u . ) / e u x //

i i aumbi zaho "je suis (le) boeuf" // b o e u f / j e // P « N , S = M P 1 i rosu i iro

"ils sont

partis"

// p a r t i s / e u x // i i mavandi zaho

P = A , S = MP 1

"je

mens"

/ / m e n t i r ( n e u . ) / j e // P = V , S = M P 1 i i i zaho puruku.lai

"je

suis(le)sanglier" S = MP 1, P = N

// j e / s a n g l i e r . m â l e //

( 1 ) D a n s un b u t d e s i m p l i f i c a t i o n , n o u s u t i l i s e r o n s pour énoncé, S pour sujet, P pour adjectif, N pour

les signes E complément, nominal et

p r é d i c a t , C pour syntagme

A pour

n o m i n a l , SN p o u r sujet.

MP 1 pour modalité personnelle

- 223 -

La catégorie

des verbaux

a une vocation types de m o n è m e s

exclusive

à la

fonction

prédicat, mais d'autres peuvent aussi remplir toujours

(verboïdes,

adjectivaux) est de d'énoncé

cette

f o n c t i o n . La f o n c t i o n

prédicat

nécessairement

assurée

: e l l e e s t la c o n d i t i o n

même

possibilité complet.

d ' u n é n o n c é , ce s a n s q u o i il ne s a u r a i t

y avoir

Tous les énoncés cités ci-dessus E
r-

peuvent

s'écrire t

= =

P S
_ _ S P

E

Ils ne c o m p r e n n e n t fonction prédicat.

que deux

fonctions

s la f o n c t i o n

s u j e t et

la

Si l'on veut distinguer

l'un

de l ' a u t r e

les termes qui

réalisent

les sujets dans les énoncés

c i - d e s s u s , on n o t e r a s

a. qu'ils n'occupent

p a s l e même

emplacement prédicat prédicat.

- les uns sont antéposés au

- l e s a u t r e s s o n t p o s t p o s é s au

b . q u ' i l s n ' o n t pas le même le nombre d ' é n o n c é s que le n o m b r e d'énoncés

d e g r é de

fréquence est bien plus s le s u j e t fréquent

à sujet postposé à sujet antéposé

postposé

a un r e n d e m e n t plus é l e v é que le sujet

préposé.

L'expansion d'abord

s'est spécifiée

en s u j e t

: c'est celle

que l'on de de

rencontre

; elle entretient

avec

le p r é d i c a t

le r a p p o r t

base primaire.

d ' é n o n c é . C'est une expansion

que l'on peut q u a l i f i e r

- 224

-

Nous l'énoncé simple - la

présentons ; nous

maintenant

les

trois

fonctions :

dans

examinerons Prédicat Sujet

successivement

fonction

- la f o n c t i o n - la f o n c t i o n

Complément.

1 . La

fonction

Prédicat commencerons à remplir par cette donner les types de m o n è m e s et

Nous de syntagmes

aptes a la

fonction. L'élément suivante s il

fonctionnant désigne

comme ce sur

prédicat quoi

définition de

sémantique

il y a acte

parole.

. CATEGORIE P = Verbal i

à laquelle

appartient

le

prédicat

i izi "il est méchant"

masiaka // ê t r e

m é c h a n t ( n e u . ) / i l // verbal i aspectuel "nous (S.v.asp.) voulons partir"

P = Syntagme t

mila-mandeha

zahei

// d é s i r e r ( n e u . ) s p a r t i r ( n e u . ) / n o u s // P 3 Nominal i i aumbi zaho "je suis (le) boeuf"

// b o e u f / m o i // P s l*lP 1 I zaho

I vadino "je suis ton époux"

// m o i / é p o u x + t o n / / P s Syntagme nominal déterminatif (S.n.dét.) i i zaho ni anivu "je suis le cadet" // m ° i / l e ! a u + m i l i e u //

- 225

-

Syntagme i i

nominal relatif i "le

(S.n.rel.) je connais,

asa heiku m a n d r i

travail que dormir"

c'est

// t r a v a i l ! c o n n a î t r e ( r e l . ) + m o i / d o r m i r // Syntagme t i nominal actualisé i i (S.n.act.) n'est pas l'être humain"

izi ini tsi ulumbelun // i l ! c e / n e
t i

"celui-là

p a s i ê t r e h u m a i n . v i v a n t //
i

iro efa am p i h i n a n a

" i l s s o n t d é j à en t r a i n de

manger"

// e u x / d é j à t à - l e m a n g e r // Syntagme i t izi a£ locatif "il est (S.L.) là"

// il/là//
i i tsi a£ izi "il n'est pas là" // n e p a s t l à / i l // Adjectival t i adala iro (A) "ils sont fous"

// f o u s / e u x // Numéral (Nm) i i telu iro "ils sont // t r o i s / e u x // i i telu ni aumbi "les boeufs sont trois"

trois"

// t r o i s / l e s ! b o e u f s // Syntagme i interrogatif i "quelles (S.I.) sont les nouvelles"

akori kabaru

// ê t r e c o m m e n t / n o u v e l l e s //

- 226

-

.

Combinatoire Nous avons relevé les possibilités de c o m b i n a i s o n s sui-

vantes s * pour P = V S.v.asp. N S•n.dét. S.L. A N.m. S.I. S = MP 1 S.n.dét. (N) (1)

*

pour P = S.n.actualisé

S = N
MP 1

S.n.dét. m-V (2)

* pour P = MP 1

S = N S.n.dét. m-V

* pour P = S.n.rel. * pour P = V S.v.asp.

S = jm-V S = MP 1 S.n.dét, (N) C = N MP 2

S.n.dét. S.n.rel. S.L. AV Nm (3)

* p o u r P = Nm

S = MP 1 S.n.dét.

(1 ) O n n e r e n c o n t r e

que r a r e m e n t le n o m i n a l s a n s neutre

déterminant. préfixe

( 2 ) ni-V r e p r é s e n t e le v e r b a l à l ' a s p e c t est toujours m . ( 3 ) AV représente adverbe.

dont le

- 227 -

Dans l'énoncé fonctionner soit

original

à deux

termes, les éléments

que nous

voyons (1),

comme prédicat (2).

peuvent occuper

soit l'emplacement

l'emplacement

Ces ordres différents p a s de c h a n g e m e n t indifférents

de s u c c e s s i o n

des termes

s'ils

n'entraînent pas

de s i g n i f i c a t i o n

c o m p l e t , ne sont c e p e n d a n t occupe

i l'ordre
d'une

dans l e q u e l le p r é d i c a t nuance

l'emplacement s

(2) s ' a c c o m p a g n e i » ao i z i i i izi ao

s é m a n t i q u e , la v a l o r i s a t i o n

"il e s t

là" là"

" l u i , il est

2 . La

fonction

SujBt n o u s l ' a v o n s vu c i - d e s s u s , du p r é d i c a t , Sa d é f i n i t i o n dans le message l'élément sémantique

Le sujet est c o m m e nécessaire à. est celle l'actualisation

d'un élément actif

qui désigne

linguistique, auquel le de

le p a r t i c i p a n t prédicat 1'énoncé.

ou passif

à l ' é t a t ou l ' é v é n e m e n t en en f a i s a n t

a d o n n é un s t a t u t l i n g u i s t i q u e

le c e n t r e

• CATEGORIE S = l*lP 1 i

à laquelle i iro "ils

appartient

le

sujet

mandeha

partent"

// p a r t i r ( n e u . ) / e u x // S = N

I

!

I taluha "il y a v a i t une femme autrefois"

misi mananqi / y

a v o i r ( a c c . ) / f e m m e / a u t r e f o i s ( a c c . ) // i i i s valu "la p o u l e a p o n d u s huit (oeufs)"

nanatudi aku

// p o n d r e ( a c c . ) / p o u l e / h u i t //

- 228

-

S = S . ri. d e t .
i t i i i

nilandzeindro
11

akulai vulamena fut porté

ini

ce coq d'or

par eux "

// p o r t e r ( P . a c c . ) + e u x / c o q , m â l e ! a r g e n t , r o u g e !ce // i meluku ni i ampandzaka "

" le r o i e s t en c o l è r e // ê t r e

f â c h é ( n e u . ) / l e I r o i // "l'un vint"

i i navi ni areiki

f/ v e n i r ( a c c . ) / l e J j u n / /
t i

nati telundro

"trois d'entre

eux

moururent"

// m o u r i r ( a c c . ) / t r o i s + d e S s S.n.rel. i » misi tantara i areiki atoku que i

eux// i etu i niani ici aujourd'hui"

" il y a une histoire //y

je r a c o n t e

avoir (neu. )/histoire ! u n e ^ faire ( rel. ) + moi/ici/

a u j o u r d ' h u i // i tsi hefa i dzama i amiaku p a s l a f ê t e q u e je d o n n e "

" elle ne finira //ne S = m-v i pas

s f i n i r ( v i r . ) / f ê t e ^ d o n n e r ( r e l . ) + m o i //

i

i mandri je c o n n a i s , c ' e s t dormir"

asa heiku

" le t r a v a i l q u e

// t r a v a i l / c o n n a î t r e ( P . n e u . ) + m o i / d o r m i r ( n e u . ) //

229

CoTibinatoirs Nous avons noté les combinaisons suivantes s

* S = MP 1

P r U s S.v.asp. N S.n.det. S.L. A. Nm S•n.act. S.I.

C = N MP 2 î.n.det. S.n.rel. S.L. AV Nm

* S = N

C = N MP 2

S.n.det. S.n.rel, S.L. AU Nm

* S = S.n.det.

P = U S.v.asp. N S.n.det. S.L. A Nm MP 1 S.n,act. S.I.

C » N MP 2 S.n.det. S.n.rel. S.L. AV Nm

* S

b

m-v

P n

S.n.rel, MP 1 S.n.act,

- 230

-

Dans l'énoncé fonctionner quand

original

à deux

termes, les éléments

que l'on

voit (2) ; est signi-

comme

sujets occupent généralement des termes entraîne

l'emplacement

l'ordre

de s u c c e s s i o n

c h a n g e e t q u e le s u j e t de

m i s en tête d ' é n o n c é , cela fication risation

non pas un c h a n g e m e n t impliquant une

complet mais une nuance s
i t

sémantique

valo-

* mitupi *

zaho

"je

lance" " m o i , je lance"

i i zaho mitupi

" c ' e s t m o i q u i l a n c e " /v/

« i * zaho mavandi i * mavandi i zaho

" m o i , je m e n s " r v i " c ' e s t m o i q u i "je mens"

mens"

3 . La fonction

Complément

Nous avons mentionné compléments susceptibles

ci-dessus

les c a t é g o r i e s

de

de se c o m b i n e r

aux d i f f é r e n t e s

catégories

de s u j e t s e t d e Le c o m p l é m e n t

prédicats. fréquence moindre que le s u j e t ; les énoncés

a une

sans complément Le c o m p l é m e n t

sont tout à fait que

courants. à trois termes.

n'apparaît

dans l'énoncé

. CATEGORIE C = N i mizaha

laquelle i fandrama

peut appartenir i zaho

le

complément

"je c h e r c h e

du

miel"

// c h e r c h e r ( n e u . ) / m i e l / m o i // » nangala i motru » iro

"ils vont chercher

du

feu"

// p r e n d r e ( n e u . )/f e u / e u x //

- 231

-

C = MP 2
i t i

mavuzu

ano

zaho

"j'ai peur

de

toi"

// c r a i n d r e ( n e u . ) / t o i / m o i //
t

,

i

i

i ifii "

nilandzeindro

akulai vulamena

" ce c o q d ' o r é t a i t p o r t é p a r e u x

// p o r t e r ( P . a c c . ) + e u x / c o q . m â l e ! a r g e n t . r o u g e ! c e // t vuneku i anaro i diabi "

" je v o u s t u e t o u s

// t u e r ( P . n e u » ) + m o i / v o u s ! t o u s // C = S.n.det. i i t t niteraka leilai areiki izi

" e l l e e u t un

garçon"

// e n f a n t e r ( a c c . ) / h o m m e ! u n / e l l e //
• t t i

izi nikeiki

fandroakanani

"il a p p e l l e

son

chien"

// i l / a p p e l e r ( a c c . ) / c h i E n + s o n y/ C = S.n.rel. i i i " vient quelqu'un la r e f u s e "

i i pour l'épouser

i izi tsi amian ni à qui son

i babani père

avi ulu areiki h a n a m b a d i

/ / v e n i r ( n e u . ) / p e r s o n n e !une// é p o u s e r ( v i r . ) / e l l e ; / n e pas C = s d o n n e r ( r e l . ) / l e ! p è r e + s o n //

S.L. i i h a n d r i etu

i zahei

"nous dormirons

ici "

// d o r m i r ( u i r . ) / i c i / n o u s // i i i navi tari izi

"il arriva

là-bas"

// v e n i r ( a c c . ) / l à - b a s ( a c c . ) / l u i / /

C a AU

I

I

I

handeha

lavitri

zaho

"je vais

loin"

// p a r t i r ( v i r . ) / i o i n / m o i //

- 232

-

C = Nm

i i atsika mananaka

i telu

"nous avons

trois

enfants"

// n o u s e n s e m b l e / a v o i r « e n f a n t s ( n e u . ) / t r o i s /

C = Ec
t

(Enoncé)
t i i

zaho m a n i n o f i

zuki tsi

mati "

" je r ê v e q u e m o n a î n é n ' e s t p a s m o r t // i e / r ê v e r ( n e u . aîné/ne pas / être

mortfneu.)//

Combinatoire Les combinaisons relevées sont les suivantes s

* pour C = N MP 2 S.n.det. S.n.rel. S.L.

S = N MP 1 S.n.det.

P s V S.v.asp.

M
Nm (Ec )

On constate de s y n t a g m e s

qu'il existe

une plus grande la f o n c t i o n

diversité complément

de m o n è m e s que la

et

aptes à remplir dispose

fonction

s u j e t . La langue

d'un moyen

d'expression

supplémentaire régis

t

l e s f o n c t i o n n e l s . Il f a u t d o n c d i s t i n g u e r p a r un f o n c t i o n n e l élément ne r a t t a c h e (les compléments au p r é d i c a t

les compléments

i n d i r e c t s ) de c e u x

qu'aucun directs. à

s ce sont les c o m p l é m e n t s par

Le c o m p l é m e n t fonctionnel i * miasa

indirect est toujours représenté ) s

le s y n t a g m e

(CF. pp. 189 i t amino zaho

"je t r a v a i l l e

pour

toi"

// t r a v a i l l e r ( n e u . ) / p o u r + t o i / m o i //

- 233 -

i l r * navi an-tanana izi // a r r i v e r ( a c c . ) / à i i i pour

"il e s t a r r i v é au village/il// i

village"

* zaho nikorana " j'ai parlé

amin-ni-tsi-eu les absents "

// j e / p a r l e r ( a c c . ) / à - l e s ! n e p a s 8 i c i / /

Nous avons

relevé

les t y p e s de d i s t r i b u t i o n

suivants

s

(1)

P P S S CL P (c) (C) P p P CL (C) CL ( 1 )

S S C CL S S

(2)
(3) (*) (5)

(6)

Illustrations i hamunu i i ano zaho

(1)

" j e _te

tuerai"

// t u e r ( v i r . ) / t o i / m o i //
i t i

(2)

boka
i

taia ano
i t

" d'of. v i e n s - t u

?

/ / ( ê t r e ) d e / o ù ( a c c . ) / t o i // (3) zaho handeha lavitri "je m'en v a i s loin"

y / j e / a l l e r i v i r . ) / l o i n //
t 1 1 t 1

(4)

ano buruku mua handeha " toi, Cochon

aia ? "

où d o n c p a r s - t u que

// t o i ! c o c h o n / e s t - c e

s a l l e r ( v i r . ) / o ù //

(1) C.L. est l'abréviation

pour

complément

locatif.

- 234

-

i i (5)

i

i sont-ils ? "

a i a tarii m i s i i r o ? " à quel endroit // o ù ! t e r r e / y

a v o i r ( n e u . ) / e u x // 1 vao

(6)

• i t losu aia mua i

" où e s t p a r t i le r a t ? " // p a r t i î g ù / e s t - c e q u e / l e - r a t //

Les

Fréquences des é n o n c é s à trois termes du c o r p u s f o u r n i t les fréquences: les

L'examen indications

suivantes

en ce q u i c o n c e r n e

a. Fréquence

de la c a t é g o r i e

d e la f o n c t i o n

(1)

£°nc_tion_S_u j e t 5 = S.n.det.

S = MP 1 S = S.n.relatif

S = N S = ni-v

£onct_Ì£n_C£m]3lémen_t C = S. n.det.
C s HP 2 v C = N

C =

S.L.

C = AU C = S. n.rel. C = Nm

(1) Nous par

indiquons celles

les catégories

les plus le m o i n s

fréquentes pour fréquemment.

finir

qui sont attestées

235

-

£ o £ c t_i£n_Préd_iça_t p = \] t>j P = A P = P = P = S.n.det. S.L. S.n.act. p = S.u.asp.

P = f!P 1 P = N P = Nm P = S.n.rel.

Fréquence 1°/ 2°/ 3°/ 4°/ 5°/ 6°/

des types PCS SPC C' ( C ) P S C (CL) PC SP PS

distributionnels

(CL) S ( C ) CL

II - L E S E N O N C E S

SPECIFIQUES

Ces énoncés présence monème d'une marque

sont des énoncés

d'aspect

définis par d'énoncé il ; ce

la

spécifique

i a) l'aspectif

affecte

un t e r m e

de l ' é n o n c é , l e p r é d i c a t a u q u e l (négatif, prohibitif) l'énoncé qu'elle

confère marque

une s i g n i f i c a t i o n d'énoncé

restrictive

; b ) une

s cette marque

affecte fin.

limite

formellem°

s o i t en d é b u t , s o i t en

- 236 -

A. L'énoncé

prohibitif

négatif

a. Marque

formelle

L'énoncé injonctif de p r o h i b i t i o n

prohibitif

est marqué par le

verbal néo-

i aza ! "ne fais pas

J" o u p a r l e de

a s p e c t u e l q u i en est issu

i 8 a z a - m . v . d a n s le c a d r e i

l'énoncé t

s i m p l e . On r e n c o n t r e où k e />v k
t

également

la f o r m e sur la

8 ke aza

ou

kaza-m.v.

permet d'insister
i t

prohibition. pas"

* atsika

ke a z a - m i a d i bien/ne
i

"ne n o u s d i s p u t o n s fais pas

// e n s e m b l e / e h
t i

s se d i s p u t e r ( n e u . ) //

* aza-mandeha // n e

ari

"ne va p a s

là-bas"

fais pas

8 a l l e r ( n e u . ) / l à - b a s //

i

t

i
! "ne fais pas l'invité toi ! "

* aza-vahifìi ano // ne f a i s p a s i i * izi kua

s i n v i t é / t o i // i it ! ! " fais pastréponse p a s , ne p a r l e p a s

tsi manuntani ke a z ^ ^ m b a r a

" si on ne t ' i n t e r r o g e // s i / n e p a s

s i n t e r r o g e r ( n e u . )// e h b i e n / n e ! "ne l'épouse pas !"

• i i * aza-manambadi izi

//ne
i

fais pas
r i

8 é p o u s e r ( n e u . ) / e l l e //
i t i i l t

* izi kua ano mahita

vudi adabu

kaza-mandri

eu ! "

" s i tu v o i s l e p i e d d ' u n

f i g u i e r , n'y d^rs pas

// s i / t o i / v o i r ( n e u . ) / p o s t é r i e u r ! f i g u i e r ; / n e f a i s p a s s d o r m i r ( n e u . ) / i c i fj i t * aza-miadi " n'envies i rezikin i ulu des autres "

p a s la c h a n c e

// n e f a i s p a s

8 lutter/chance-

desîgens//

- 237

-

b.

Catégorie
!

Le verbal avec les catégories aza
*

injonctif

de p r o h i b i t i o n

aza peut

s'employer

suivantes s
+

, jn.v. (verbal à l ' a s p e c t . T { nominal à l'élément qu'il marque

neutre)

Il e s t t o u j o u r s bitive .

antéposé

de m a n i è r e

prohi-

c. Combinatoire Nous avons distribuées de l a m a n i è r e

et

distribution suivantes

relevé les combinaisons décrite ci-dessous s

S

(I»1P 1 ) i

i P s (ke aza + C =(Loc.) 1)
t

m.v.)

P (aza + j . v . ) P (aza + N) Ec P (aza + m . v . ) Ec
«

S = (MP

P 1 = (ke a z a +

N) loc.) N)

C = (MP 1 ) (1) P = ( k a z a + nw v . + C = (Ngénitif +

P (aza + m . v . )

d. Fréquence 1°/ 2
.

du type

distributionnel 1)

P = (aza + m . v . ) P = (aza + m . v . ) P = (aza + m . v . ) Ec Ec P = (aza + N) S = MP 1
t

C = (MP C = C =

(Loc.) (S.n.det.) N) loc.)

3°/ 4°/ 5°/ 6°/ 7°/

P 1 = (ke aza +

P 1 = ( k a z a + ni.v. + S = (MP 1 ) P = (ke a z a + m.v.)

(1) On r e m a r q u e de s u j e t sonnelle

que dans certains énoncés prohibitifs, attestée j généralement

l'absence per-

est p a r f o i s MP 1 précise

1~ m o d a l i t é

à q u i le p r o c è s

s'applique.

- 238

-

B. L'énoncé

injonctif

positif

a. parque Le l'énoncé jonctif

formelle i (c)a constitue générale l'affixe verbal de de l'in-

suffixe-

i n j o n c t i f . La f o r m u l e est (1) t | Rm

de c o n s t r u c t i o n

i (radical morphe) +(c)a = I

i *
a

i

i !

,i
atitri ! " mou/

tera
11

ati sabeda

apporte

ici le r i z mou

// a p p o r t e r ( in.i. ) / i c i / r i z i
a

i

i zaho de l ' a r g e n t !"

* roia v o l a

" donne-moi

// d o n n e r ( i n , i . ) / a r q e n t / m o i // • *amia i vola i handeha de l ' a r g e n t pour partir "

" donne-moi

// d o n n e r ( i n . i . ) / a r g e n t / p a r t i r ( v i r . ) //
i i t i i i

*

a

tova " fais

akulai vulamena un c o q d'or "

!

\

ato

(irrégulier)

// f a i r s ( i n . i . ) / c o q . m â l e î a r g e n t . r o u g e // i *
a

i

»

i ao ! " ^

i aseini

siva

kubani anatin

" m e t s un l i t l a - d e d a n s

// m e t t r e (in.i. ) / l i t / i n t é r i e u r ! i c i //
« , i

* atova " fais

!

\ (le)

ato !" /

/faire(in,i.)

(1) En ce qui c o n c e r n e P P . 101 .

l ' i n j o n c t i f , C F . la m o r p h o l o g i e

verbale,

- 239

-

i

l

»

i

i

i

* atova

ao m e s u n a k a i

zalai

! "

ato

" m e t s là mon c o u t e a u

mon gars

// m e t t r e ( in.j. ) / l à / c o u t e a u + m o n / g a r s // I * andesa I I ! zeni ! I andesini

izi kua

" emporte si c'est ainsi " // e m p o r t e r ( in.j. s i / c e l a // I * petraha » ano ! ! petraka

" assieds toi " // s ' a s s e o i r ( i n . i . ) / t o i //

Il e x i s t e toujours

une marque

spécifique

de l ' é n o n c é

injonctif

qui

figure t

en f i n d ' é n o n c é

et qui permet

d'accentuer

l'injonction

I
* atova

I ! asano tsendriki travail »,

! *V\

" fais ton

XS&MMsIK s u i t e "
[<
-

c] i l
et distribution une forme dis-

b• C a t é g o r i e , c o m b i n a t o i r e La m a r q u e verbale de l ' i n j o n c t i f relevé

est toujours

spécifique. Nous avons suivantes ;

les combinaisons

et l e s

tributions

Injonctif

C 1 =

Loc.

C 2 C 2 C 2

=

N MP 1 h . v . ( v i r . ) (2) MP 1

C 1 = N (1) C 1 = N AU C = S.n.det. C 1 = N C 1 = Ec Loc.

= =

s

=

C 2

= =

Loc. N + MP 2

c 2

(3)
np 1

( 1 ) , (2) et second

(3).

C 1, C 2 s o n t

les a b r é v i a t i o n s Enoncé

pour

premier

et

complément

; Ec r e p r é s e n t e

complexe.

- 240

-

c. Fréquence Les successivement 1°/ 2°/ 3°/ 40/ 5 V I I I I I I I I 8 5 AU

des

types distributionnels les plus fréquents

types distributionnels

= MP 1 S = MP 1 C 2 = MP 1 C 2 = N C 2 = h.v. (vir.)

C 1 = N C 1 = Loc. C 1 = N C = S.n.dét.

60/
7°/ 8°/ 9°/

C 1 = N C 1 = Loc.

C 2 = Loc. C 2 = S.n.dét.

10°/

Ec

C . t 'énoncé

interrogatif interrogatif rendu i total spécifique par la p r é s e n c e de

a. L'énoncé

C ' e s t un é n o n c é

la m a r q u e

d'énoncé

interrogative

mua

qui fonctionne

comme rend ; il

un

auxi-

liaire à origine tributaire

verbale

; cette marque qu'appelle

interrogative posée

l'énoncé ne suite

d e la r é p o n s e

la q u e s t i o n

s ' a g i t d o n c j a m a i s d'un é n o n c é i n d é p e n d a n t . On n o t e r a par la i que mua vient renforcer certains interrogatifs p a r t i e l s . La m a r q u e d'énoncé i mua "est-ce que ? " f "est-ce (verbal que par hasard
t

!" et

e s t p r é p o s é e ou p o s t p o s é e i P ( Loc. ) - m u a . i *
a n

au p r é d i c a t

ou n o n )

mua-P

i

i ? tu v a s p a r t i r ? " que par hasard que

° mua-handeha

" est-ce

// t o i / e s t - c e

8 p a r t i r ( vir.)//

- 241

-

i

i i

i ? toi l'être humain ? " humain// que c'est ce q u e i i vao ? qu'il est p a r t i le rat ? " 8 p a r t i / l e i r a t // i i

* ano mua-ulumbelun " est-ce // t o i / e s t i i

s être

* mua-losu " est-ce

// e s t c e q u e i i

* losu aia-mua

i vao ?

" o ù d o n c e s t - i l p a r t i le r a t ? " // p a r t i l o ù i i " c'est 5 e s t c e q u e / l e ! r a t // i boka t o u t ce que ii ani depuis là-bas " tu v e u x

* m u a - z e f i i fu i l e i n o

// e s t ce q u e (être) de/là t i * ano mua-boka

s cela ! seulement// désirer ( rel. ) bas// i i

aia

" d'où es-tu ? " /I t o i / e s t c e q u e 8 ( ê t r e ) de ! o ù / /

• 1 . Çatéç]o_ries_d_u £ r é d i c a t _ d £ £ua-P_ P = rm-v \ n-v Lh-v (neutre, accompli, vir.)

P P P P P P P P P

= = = = = = = = =

S.v.aspectuel S.n.déterminatif S.n relatif

Adjectival S.n.actualisé MP 1 Locatif numéral Nominal

- 242

-

2 . Çonibinat£ire_ej; d i s t r i b u t i o n Nous avons de d i s t r i b u t i o n S = flP 1 S = l"IP 1 t mua - P = A suivants s mua - P = \ 1 i mua - P = S . n . d e t . i mua S = S = S.n.det. S.n.det. noté les phénomènes de c o m b i n a i s o n et

P + (loc.) i i m u a - P = z e n i + AU S = l"lP 1

Ec = V + S + L o c . i mua - P = aux. + L o c .

(1)

3 . £ ré q u e n, c ^ s Les types distributionnels successivement s mua - P = V 1 mua - P = S.n.det. i mua - P = aux. + Loc S = S.n.det. Ec : \ + S + : l S = S.n.det. Loc.
t

les plus

fréquents

sont

1°/ 2°/ 3°/ 4°/ 50/ 60/

S = MP 1 S = PIP 1 S = FIP 1 1 mua - P B A
!

mua

- P = z ë n i + A\l

P + L o c . + mua

On c o n s t a t e

que mua - P

apparaît

beaucoup

plus

fréquemment

dans

i l e c o r p u s q u e P + ( l o c . ) ~ m u a ; d a n s le s e c o n d

cas,

l'interrogation i

e s t a t t é n u é e . P a r f o i s on n ' u t i l i s e la p h r a s e plus haute sous intonation en fin
t

pas

1'interrogatif

mua se

; on

met

interrogative, l'intonation

faisant

d'énoncé;
i

* tsi ati ri namaku

?

" i l s ne s o n t p a s là m e s a m i s ? "

(1) bokâ qui

e s t un v e r b o ï d e s'emploie

qui signifie suivi d'un

"être d e " , "venir locatif ou n o m i n a l

d e " , et locatif.

toujours

- 243 -

b. L'énoncé

interrogatif ne

partiel pas à l'énoncé pris

L'interrogation comme u n t o u t m a i s à un de s e s

s'applique

parties.

1°) L_e_s i n t e £ r £ g a t i f _ s £ Ì £ C £ n s t a x i £ Ì £ l _ s soit /comme prédicat soit comme auxiliaire

8 ils

fonctionnent

d e v a n t un v e r b a l ; verbal

i akori = aux. i akori = P

!

(1) Marque

d'énoncé

akori

"comment"

£in igue

la

manière) i t i zanahari ? Dieu ? " faisons-nous fait
i

* akori atonei " comment

// c o m m e n t / ê t r e
r i

( P . n e u . ) + n o n o / D i e u //

* akori tani zalai ? " comment c'était //
c o m m e

là-bas mon gars ? "

nt/là
t

b a s ( a c c , ) / g a r s //

i

* akori kabaru " quelles

?

sont les nouvelles ? "

// c o m m e n t / n o u v e l l e s // ! I * akori hevitri " quelle ? prendre ? "

décision

// c o m m e n t / r é f l e x i o n // ' • i izi ?

* akori nahazu

" a l o r s , il l ' a eu ? " // c o m m e n t s u b t e n i r ( a c c . ) / i l //

- 244 -

i

i

* akori ano ? " comment vas-tu ? " // c o m m e n t / t o i // ' ' ' i ?

* akori mua " comment

zanakano

va t o n e n f a n t ? "

// c o m m e n t s e s t ce q u e / e n f a nt + t o n // i i i i * ulu akori ulu " quelle zeni ? est-ce cette personne ? " personne

// p e r s o n n e / ê t r e i akori

c o m m e n t ^ p e r s o n n e î c e t t e //

L1interrogatif lexème

"comment", "être

comment"

est un

radical comment"

sur l e q u e l on c o n s t r u i t

i un v e r b a l m a n a k o r i

"être i

moins comme

utilisé on l'a

toutefois

d a n s le l a n g a g e

courant

que a k o r i

qui,

vu c i - d e s s u s , p e u t f o n c t i o n n e r i

comme

prédicat.

Le verbe
m"

dérivé

manakori

est construit

selon

la

formule

s

Í
) ) + an (préfixe i d'énoncé akori est généralement préposée à l'élément elle dérivatif factitif) + akori (R.Lexème) (1)

nh-

La m a r q u e sur

lequel porte

l'interrogation. Placée

d e v a n t un v e r b a l ,

signifie "comment".Devant personnelle

un n o m i n a l , u n l o c a t i f , u n e nominal

modalité signifie

s u j e t , un s y n t a g m e d'une

déterminatif, elle correspond au

"être c o m m e n t " . Suivie interrogatif "alors?",

p a u s e , elle

français

(1) D ' a u t r e s construit

interrogatifs

et locatifs s

ont

un v e r b a l

dérivé

de c e t t e m a n i è r e

i v aia "où" > • inu "quoi" > i azovi "qui" >

i manaia "aller où" . i maninu "faire pourquoi" i manazovi "faire qui"

- 245

-

Nous avons la m a n i è r e suivante 8

relevé

les combinaisons

distribuées

de

i p ~ = akori p p akori akori
t t f t

E S S P P S 1 S P

2

= V , =

S S . L .

s

MP

2

= N
= V , = = V MP 1 S = MP 1

aux. = akori a u x .=; a k o r i
P P S 1

: akori : akori + mua : N

=

S.n.det.

=

akori

1

toutes

ces combinaisons corpus; seule

ayant

une

fréquence

à peu près

équivalente moins but s i le sujet

dans notre

la d e r n i è r e

S = N, P = a k o r i e s t

fréquente. Elle exige d'emphase est un

que le s u j e t s o i t r é p é t é , d a n s un ; e l l e ne p e u t s'employer que

ou d ' i n s i s t a n c e

nominal.

(2) Marque

d'énoncé s elle 1

a i a . E l l e a un peut figurer

comportement à l'accompli dans un

verboïdal

énoncé

(taia). Elle elle

indique

le l i e u et

signifie qu'elle à cet

"où", quand spécifie élément. 1 1 1 1 iro ? * aia tani misi

est postposée où" quand

à l'élément

et "être

elle est préposée

" où s o n t - i l s ? " // ê t r e o ù / t e r r e / / y a v o i r ( n e u . ) / e u x // 1 * boka 1 1 ? "

taia ano ?

" d'où viens-tu

// ê t r e de s où( a c c . ) / t o i //

246

-

t

t

i

i

i

* ano buruku mua handeha

aia

?

" t o i , le s a n g l i e r , o ù v a s - t u ? " // t o i ! c o c h o n / e s t
i t i

ce q u e s a l l e r ( v i r . ) s o ù //
t

* losu aia mua

i vao

?

" o ù e s t p a r t i le r a t ? " // p a r t i i i ?" s £Ù s e s t ce q u e / l e ! r a t //

* aia ano ? " où es-tu

// ê t r e _ o ù ( n e u . ) / t o i // » i

* aia ni nazuno ? " où est ton gain ?"

// ê t r e o ù ( n e u . ) / l e ! g a i n + t o n // i Placé en d é b u t d ' é n o n c é , aia "être où". les combinaisons i taia(acc.) = i - aia S = N suivantes s i (taia) fonctionne comme prédicat et

signifie

Nous avons

relevé

t * aia(neu.)t
!

Prédicat Ec S = MP 1 (1)

aia verboïde aia aia
t

S = MP 1 S = S.n.det.

* aia = Complément S = S.n.det. i P + aia

Locatif
t i

mua t mua

P + aia S =

(2)

S.n.det.

(1) On n o t e que aia p r é d i c a t ne s'emploie q u ' a v e c le v e r b o ï d e t boka "être d e , venir d e " , v e r b o ï d e qui ne figure qu'avec des locatifs » (2) aia (et n o m s avec de lieu). h-v ) .' — ( axa axa mî-v ) , n-v taia

s'accorde

le v e r b a l

- 247 -

(3) Marque

d'énoncé le

umbiana

s "être

quand",

"quand"

(indique

temps).

postposée

à un v e r b a l ou à un a d j e c t i v a l indication comme d'aspect

employé

comme

prédicat, et elle puisque i umbiana,

elle donne une peut être aucun

temporel

dubitatif

considérée

une modalité s'intercaler

verbale

suffixée et

élément ne peut venir i " quand i i izi ?

entre Uerbal

* ho avi umbiana

viendra-t-il

? "

// v e n i r ( v i r . ) : q u a n d / i l // i * teraka umbiana l i t

t s e i k i iu ?

" il e s t né q u a n d , c e t e n f a n t ? " // né i " quand s q u a n d / e n f a n t ! ce // t t iro ? ? "

* hudi umbiana

rentreront-ils

// r e v e n i r ( v i r . ) 8 q u a n d / e u x //

Les combinaisons '. P = \ + umbiana l

sont les suivantes 8 ( MP 1 ) ' ' . ( S.n.det. S (
|y,p 1

S = S

P = A +

umbiana

S.n.det.

- placée

a p r è s ke

(propositif i

qui indique

un é n o n c é

complexe)

en

tâte qùand

d'énoncé, umbiana ?". i * ke umbiana i

fonctionne

comme

prédicat et signifie

"

être

i mandeha "

atsika

" quand partons-nous ? // e t / ê t r e i umbiana ou peut s'employer avec

q u a n d j / n o u s / p a r t i r ( n e u . ) // le v e r b a l à l ' a s p e c t neutre, accompli

virtuel.

- 248

-

(4) M a r q u e

d'énoncé

i mafiinu " f a i r e la_£ause]i dérive

pourquoi",

"pourquoi" Ce verbal i inu,interrogatif "lequel" s

(indique

interrogatif

du r a d i c a l "quoi",

lexème

non c i r c o n s t a n c i e l

signifiant

"quel",

radical i maninu
i t

? lexème = inu, verbal dérivé = (n >
i

i !m.an.inu!>

n

devant

la v o y e l l e

i)

* anaro

t s i n a v i , mafiinu

? (1)

" vous n'êtes pas venu, pourquoi ? " // v o u s / n e
I I

pas
!

s v e n i r f a c c . )// f a i r e p o u r q u o i ( n e u . ) //

* maninu

ano

tsi namali

? (2) s r é p o n d r e ( a c c . ) //

" pourquoi n'as-tu

pas répondu ? " toi/ne i i miadi ? pas

/J f a i r e p o u r q u o i ( a c c . i * fandroaka " ces iretu i i

mua maninu

chiens, pourquoi ce que i

se b a t t e n t - i l s ? " s pourquoi i iu ? s s e b a t t r e ( n e u . ) //

// c h i e n s ! c e s / e s t i * maninu i i

mua ano mananu

" pourquoi fais-tu // f a i r e p o u r q u o i

cela ? "

s e s t c e q u e / / t o i / f a i r e - n e u . ) / c e //

Nous avons relevé i - maninu E 1 = Prédicat (sens

les combinaisons quelle E2 E 2 = P 2 E2

suivantes

:

="pour

raison...") P2

= P 1 s maninu E 1 = S 1 + P 1 i i = P 1 = maninu-mua

= S2 + =

maninu = M P 1 + P 2 + C

E 1

(1) Cet la (2)

énoncé raison"?

est complexe

i s mafiinu s i g n i f i e

ici

s "quelle

est

Ibid.

- 249

-

- majninu f o n c t i o n n e

comme auxiliaire préposé

du p r é d i c a t

; il

est

d a n s ce cas t o u j o u r s vient renforcer

à P; 1 1 i n t e r r o g a t i f

i total mua .

11interrogatif. les formes - P suivantes 8 (emphatique)

Nous avons relevé S = S.n.det. I ! mua - maninu - P

i i mua - maninu S = S.n.det.

J
j V (5) Marque d'énoncé le firi (indique nombre). d'énoncé Cette marque catégorie
t

verbal adjectival syntagme F1P 1 S.n.det. nominal actualisé

"combien", "être

combien

?"

relève

directement

de

la

du
i

numéral.
t i

* ano misi aumbi firi ? " combien // t o i / ê t r e i * lera i de b o e u f s as-tu ? "

a v e c ( n e u . ) / b o e u f s s c o m b i e n // i i est-il maintenant ? "

f i r i i z i iu ? heure

" quelle // h e u r e

s c o m b i e n / m a i n t e n a n t // i tafii ? as-tu obtenu là-bas ? " bas(acc,)//

*

u

l i t °la f i r i n a z u n o

" combien

d'argent

fjf a r g e n t

s combienj/ o b t e n i r ( P . a c c . ) + toi/là

i firi est postposé cet

à l'élément ( (

sur lequel porte

l'interrogation

;

élément peut être

nominal S.n.det.

- 250 -

2 0 ) L_B£ _int_er_r_og_at_if£ JQPH £ir_co_n_s t_an_ci£l£ a . (a)zov/i " ê t r e q u i " , " q u i " i i i i ? (personne) (1 )

* azovi tsara amro telu

" q u i est la p l u s b e l l e d e s t r o i s ? " // q u i / ê t r e i i son père ? " b e l l e / à + e l l e s ! t r o i s //

* azovi babani ? " qui est

// q u i ê t r e / p è r e + s o n // i " qui i es-tu?"

* azovi ano ?

/ / q u i ê t r e / t o i // i * amin i i t "

zovi hoi iro ?

" c'est pour qui ? disent-ils //être i

à ! q u i / / d i r e ( n e u . ) / e u x // i i i iu ? est-ce cette personne ? "

* ulu azovi laulu

" quelle personne // p e r s o n n e / ê t r e Dans

g u i / / p e r s o n n e ! c e t t e // (a)zovi être successi-

ces e x e m p l e s , nous v o y o n s et les sujet.

vement prédicat, complément P o u r a z o v i = P , on a r e l e v é i P = azovi "être qui"

structures S =(S

d'énoncés

suivantes s

n.det.

S = N

(MP 1 i P = azovi

"être

qui"

( 1 ) L ' e m p l o i de a z o v i e t , c o m m e l ' i n d i q u e n t l e s i l l u s t r a t i o n s , d e i l r i amin zovi montre que 1 ' i n t e r r o g a t i f est zovi et que azovi i que, r a r e m e n t c o n s t i t u e un s y n t a g m e . C e p e n d a n t z o v i n ' e s t / e m p l o y é d a n s l a langue, ( a v e c amin). I l e n e s t de m ê m e p o u r l e s j i n t e r r o g a t i f s i i i i k o r i ( a - k o r i ) , i n u ( a - i n u ) q u i ne s o n t p a s r e p r é s e n t é s s o u s c e t t e forme dans la langue.

- 251

-

Pour azovi = i S = azovi

Sujet "qui1 V = A C = amin + FIP 2 + N m

Pour

azovi = i P = amin

complément (fonctionnel)
* * * *

C =

zovi

INTERROGATION
t

s les marques (Tableau

d'énoncés récapitulatif) "est-ce que ?"

mua

i mua-Prédicat i P - S.L. - mua

(indéterminé)

a-kori

m n - a n - a k o r i (1 ) h

(manière)

"comment, quelle sorte, quel genre?"

m

a-ia

. ' n - an - aia h

(Locatif)

"où

?"

i a-zovi

n - an - a z o v i h

(personne)

"qui

?"

(a-)inu

m - !an-inu: n „ ( , - an-inu h

(chose)

"quoi ?

quelle chose?'

umbiana + P P + umbiana

(temporel)

"quand

?"

f iri

(numéral)

"combien ? "

(1 ) a n - e s t u n p r é f i x e

factitif.

- 252

-

D. L'énoncé

exclamatif

La m a r q u e I fique

de l ' é n o n c é

exclamatif

e s t un m o r p h è m e

spéci-

g__e_(l) q u i e s t s o i t p r é f i x é

au d e r n i e r

é l é m e n t de

l'énoncé, formel de

soit utilisé invariable l'énoncé

s e u l en fin d ' é n o n c é . Il s ' a g i t

là d'un p r o c é d é

et récurrent qui autorise

un s t a t u t l i n g u i s t i q u e

exclamatif. • * mangia i i fu a n o £ ! ! "

" tais-toi seulement

// se t a i r e ( i n . i . ) / s e u l e m e n t / t o i / c o m b i e n //
t

i

i

i ! "

* zanaka ampandzaka

b i k i b u _e !

" la f i l l e du r o i e s t e n c e i n t e

// e n f a n t ! r o i / g r o s , v e n t r e / c o m b i e n //
i t i

*

i v a o l a v u _e ! " le rat e s t t o m b é ! "

// l e î r a t / t o m b e / c o m b i e n / ^ i i i fa h a n d e h a hivanga i i i je

* tsisi kabaru

a u m b i je '

" i l n ' y a p a s de n o u v e l l e s vais acheter des boeufs "

s i ce n ' e s t q u e

// n e p a s a v o i r / n o u v e l l e s ^ a l l e r ( » ' i r . ) s a c h e t e r ( v i r . ) / b o e u f s / c o m b i e n // i " quelles i i i t a n i e_ ! là-bas ? " sont les nouvellssde

* akori kabaruno

// q u e l l e s / n o u v e l l e s + v o s / l à b a s ( a c c . ) / c o m b i e n //

( 1 ) A p r è s l e s m o t s q u i se de l ' é n o n c é exclamatif est

t e r m i n e n t en o 9
t

la m a r q u e

spécifique

o.

- 253 -

i *

i

i babe^ ! ! "

zaho tsi hahefa

" je ne le s o u h a i t e r a i p a s , p è r e // j e / n e i * pas i ! ! "

s s o u h a i t e r ( v i r . ) / p è r e + c o m b i e n //

iu v u l a n e

" voilà l'histoire

// c e / p a r l e + c o m b i e n //
i t i t i

* amia

lalana

zaho, tumpuko £

! ! "

" donne-moi

le c h e m i n , s e i g n e u r

// d o n n e r ( i n j . ) / c h e m i n / s e i q n e u r / c o m b i e n //

III - L ' E N O N C E

COMPLEXE regrouperons s o u s ce terme les énoncés comprenant les l'expan

Nous

en p l u s de m o n è m e s

et d e s y n t a g m e s , d e s é n o n c é s r e m p l i s s a n t d a n s un p r e m i e r secondaire et temps

m ê m e s f o n c t i o n s q u ' e u x . On e x a m i n e r a sion relative qui est une expansion

ensuite primaires)

les expansions

complémentaires complexe

(qui sont des e x p a n s i o n s est composé

L'énoncé - 1'énoncème-base

de d e u x p a r t i e s s complexe (Eb)

partie

irréductible dépendant

de l ' é n o n c é

- 1'énoncème-complémentaire

de 1 * é n o n c è m e - b a s e

(Ec).

A. L'expansion o u de s o n verbale

relative

% elle est une expansion de l ' é n o n c é relatif

du

nominal forme

s u p p l é a n t . La m a r q u e s le

est une

spécifique

relatif. i ani alafundro i tapani bas// v e n d r e ( r e l . ) + e u x

i i i i * mahazu loku maru

// o b t e n i r ( n e u . ) / p o i s s o n s ! n c m b r e u x / l à m o i t i é + de // " là-bas pour ils obtiennent " beaucoup

de p o i s s o n s

qu'ils

vendent

la m o i t i é

254

-

i * hatûno

i

i mon

i

i

i aleino ?

inu z a l a i

ilei vola

" que feras-tu

g a r s de c e t a r g e n t q u e t u p r e n d s ? "

// f a i r e ( P . v i r . ) + t o i / q u o i / g a r s / c e t ! a r g e n t / / p r e n d r e ( r e l . ) -- t o i // t
i i i « t i

* misi

tantara

areiki atoku

etu

niani ? ici aujourd'hui"

" il y a une h i s t o i r e //y

q u e je v a i s r a c o n t e r

a v o i r ( n e u . ) / h i s t o i r e !une// f a i r e ( r e l t ) +• m o i / i c i /

a u j o u r d ' h u i // * a v i ulu areiki h a n a m b a d i " vient quelqu'un
t I ! I l

izi tsi amian

I

babani la r e f u s e "

I

pour l'épouser

à qui son père

/ / v e n i r ( n e u . ) / p e r s o n n e ! u n e / é p o u s e r ( v i r . ) / e l l e / / ne p a s s d o n n e r ( r e l . ) / l e p è r e + s o n //
i t t

* tsi hefa

dzama

atoku que j ' o r g a n i s e "

" e l l e ne se f e r a p a s l a f ê t e //ne pas

s f i n i r ( v i r . ) / f ê t e / ^ f a i r e ( r e l . ) + m o i //

L'énoncé

complexe

a expansion

relative

à la s t r u c t u r e

suivante 8

Eb / E c = R e l a t i f

+ S -

(C)

avec P P -s P P P Les formes

Eb C S S S S de 1 ' é n o n c è m e - b a s e neutre et Cl Cl. C 2 Relatif Relatif Relatif Relatif Relatif

Ec + S + S + S S + S neutre CL C T (1 ) C

verbales

peuvent être l'actif

o u v i r t u e l e t le p a s s i f

ou v i r t u e l 8 Passif) Ec = \ relatif i

E b = ni-v (actif h-v

(1) CT r e p r é s e n t e

complément

de

temps,

- 255

-

B. L'expansion

complémentaire

10 )

L_e_s e x j g a £ s . i o j i s _ C £ m £ l é m £ n t a i r £ S „ d i . r e c t e s .

a. L'énoncème Il s ' a g i t dont les prédicats

complémentaire d'une succession

juxtaposé d'énoncés

simple indépendants ou d e s ver-

sont représentés

par des verbaux

boïdes; objectif

les faits sont simplement s i c i la j u x t a p o s i t i o n générale peut être

présentés

dans leur la

déroulement subordination, I Eb/Ec/Eb j

suffit

à exprimer ou b i e n

La s t r u c t u r e

i Eb/Ec"! j

La m a r q u e mentaire directe est

f o r m e l l e de l ' é n o n c é à e x p a n s i o n des formes verbales s

complé-

la c o n c o r d a n c e

m.v. / m.v. ri. v . / _n. v . h.,v. / v. + Enoncème base/énoncème i (1) i t Î izi»nahita complémentaire i ulu i izi j (Eb/Ec) _ (1)

navi aluha

/ S = S'_/ "

" en a r r i v a n t / (2)
i

d e v a n t , i l v i t un h o m m e

a r r i v e r ( a c c . ) / à + te te/il// v o i r ( a c c . ) / h o m m e / i l
i

/ niani "
i

izi nahareini " il e n t e n d i t

z e n i irii i z i n i l e f a c e l a , il s ' e n f u i t

t

i

i

t

ndreki ziska

i

i

'

i

jusqu'à

ce jour

// i l / e n t e n d r e ( a c c . ) / c e l a ! c e / i l / f u i r ( a c c . ) / e t ! j u s q u ' à ! a u j o u r d ' h u i ! c e //

(3)

ampandzaka

mahatsiaru

ano, mikeiki

ano izi "

/~C

=

z j

" le r o i se s o u v i e n t /roi/se

de t o i , i l t ' a p p e l l e

s o u v e n i r ( n e u . )/de

toi/appeller(neu. )/toi/il/

(1) S' représente Complément

Sujet

de l ' é n o n c è m e

complémentaire, C'

représente

de l ' é n o n c è m e

complémentaire.

- 256 -

i (4) zaho

i tsi nahatatra

i

t

i

t losu /

_

_ C = S' / "

i r o , iro efa

" je ne l e s a i p a s r a t t r a p é s , i l s é t a i e n t d é j à p a r t i s / je/ne pas
i l i

s attraper(acc.)/eux/ eux/déjà s p a r t i s /
t i l i t i _

(5)

iro navi amin " ils a r r i v e n t interrogent /

ni tanana

hafa k u a , teu village

iro n a n u n t a n i / S = S encore et là ils

X

_J

d a n s un a u t r e "

i l s / a l l e r ( a c c . ) / à ! le ! v i l l a g e ! d i f f é r e n t / a u s s i / l à ( a c c . ) / ils/interrogent(acc. ) /
1 t 1 • 1 1

(6) kaka

diabi mila mivuri hananu les bêtes désirent

feti pour faire une fête / "

" toutes /

se r é u n i r

bêtesîtoutes/désirer 1 1 i i

% se r é u n i r / f a i r e ( v i r . ) / f ê t e 1 tsi tao

(7) nahita

izi tseikinani

[_ C ( E b )

= E c _J là(acc.)/
—,

" il vit que son e n f a n t n ' é t a i t pas ici " / v o i r ( a c c . ) / i l / e n f a n t + s o n / ne pas s être 1 1 1 aia 1 1 1 _ / C.Locatif ils se

(8) zaho mizaha " je c h e r c h e /

tani misi iro

= C'__/ " /

en q u e l e n d r o i t

trouvent

je/chercher(neu.)/où/ terre/y

avoir(neu.)/eux

+ Enoncème
i

base
t

(Eb)/enoncème
t 1

complémentaire/enoncèmes
_ —,

base

{Eb)_

(9) maninofi " je r ê v e /

zuki tsi mati zaho que mon aîné n ' e s t pas

/

C(Eb) = "

Ec_J

pas mort

rêver(neu.)/ aîné/ne

% être m o r t ( n e u . ) /

je/

On r e m a r q u e

que ces énoncés occupent toujours

le même

emplacement suivi que d'un

qu'un complément ou non du

; i l s s o n t s i t u é s a p r è s le v e r b a l , l u i - m ê m e

s u j e t ou d ' u n p r e m i e r d'un énoncème

c o m p l é m e n t . On p e u t c o n s i d é r e r

l'insertion syntagme prédicat

dans les mêmes c o n d i t i o n s que celle lequel est il peut c o m m u t e r , a p r è s traité comme le

ou d'un m o n è m e montre

avec

que cet énoncème

un c o m p l é m e n t

direct

- 257

-

Les faits

sont présentés

dans

cet énoncème

complémentaire

comme

des b u t s ou des

conséquences. relevé les structures suivantes s

Nous avons

mr.-v hEb

S

/

mn-v1 n-

C1 Ec

S'

(exemple

1)

S

mn-v hEb mn-v hEb

. / S'

mn-v' hEc mn-v' hEc

C'

(exemple

2)

S

C

/

C1

S'

(exemple

3)

S

mn-v hEb

C

/

S1

mn-v' hEc

V'

(exemple

4)

S

mn-v hEb

C

/

S'

mn-v' hEc

(exemple

5)

S

mn-v hEb

/

mn-v hEc

c'

(exemple

6)

mn-v h- Eb S / s
1

mn-v' h- Ec (exemple 7)

- 258

-

mn-v hEb

, S / C

m n-v1 hEc

S1

(exemple

8)

mn-v hEb

/

S' Ec

mn-v/'

/

S Eb

(exemple

9)

D a n s ce d e r n i e r est inséré

e x e m p l e , on n o t e que la p l u s s P

Ec

(énonc?me

complémentaire) complé-

à la p l a c e

fréquemment I S'P' ! S

a t t e s t é e pour un

ment dans l'énoncé

simple

t.

L'énoncème locatif

complémentaire

juxtaposé

au

complément (CT) l'énoncèmei amin ou

( C L ) ou a u c o m p l é m e n t formelle

de t e m p s

La m a r q u e

est l'insertion du c o m p l é m e n t

entre

base et 1 1 é n o n c è m e - c o m p l é m e n t a i r e i du c o m p l é m e n t La s t r u c t u r e temporel rango

locatif

s CL o u C T s i g n a l e
s { Eb/Ec i i zaho ou i navi depuis

Ec.

e s t de l a f o r m e

Ec/Eb 1

i i i * zaho tsendriki niasa " je n ' a i p a s e n c o r e //je/ne pas encore

rango

travaillé

q u e je s u i s a r r i v é que/je/

"

s travailler(acc.depuis

a r r i v e r ( a c c , ) // i l i amindro arriva " t tamin quelque ni babandro chose I I I nati mourut

* navi raha " Il l e u r vraiment

ankitini

quand leur

père

// a r r i v e r ( a c c . ) / c h o s e / à ( P . n e u . ) + e u x / / q u a n d ( P . a c c . )/ leîpère + eux/vraiment/être mort(acc.).

- 259

-

Nous avons relevé

les types d'énoncés

suivants s

ranqo

(1)

Eb

Ec s'écrire d a n s un b u t d ' i n s i s t a n c e s

qui peut aussi

ranqo Ec

S P Eb

(2)
Eb

i amin Ec

q u i p e u t a u s s i se d i r e s

amin

(tamin) Ec

S'

P' Eb

c. L'énoncème La marque izi kua - P S

direct formelle

complémentaire

conditionnel est 1 !

de c e t é n o n c è m e ou , Ì

; S kua - P

t

i

P l u s r a r e m e n t , on r e n c o n t r e La s t r u c t u r e ou (de l o i n l a p l u s de c e t é n o n c é

la s u c c e s s i o n est du type s fréquemment

s i z i kua - S P,

attestéedans

le

corpus)

- 260

-

>
11

t

i

t i vadiana

i irii, n a n d e h a

i

t

t pake lier leurs

* izi kua nefa

iro h a m e h i

D è s q u e la n o c e paquets "

fut a c h e v é e , ils p a r t i r e n t

/

si

s

finie(acc.)/noce!cette/partir(acc.)/eux/lier/ / i tsi andesino i izi ? pas ? "

paquets

i t i i i * izi kua kara zeni maninu " si c'est / si

comme cela, pourquoi

ne l ' e m m è n e s - t u

s (être) comme ! c e l a / p o u r q u o i / n e / i i i ani, tapahin

pas s emmener(P. neu. )

+ toi/elle ? i i i

i

i

i izi "

* izi kua leilai mandeha " s i un h o m m e /

vuzunsmati

va l à - b a s , o n l u i c o u p e

la g o r g e , i l m e u r t couper(P.neu.)/cou/

si/homme/aller ( n e u . )/là b a s ( n e u . ) / être m o r t ( n e u . )/il / i zahei "

i i i i i * ano kua a v i , ravuravu " s i tu v i e n s , n o u s / i * toi/si t

serons heureux / i i

s venir/heureux/nous i i i

i nakai "

zaho kua amiano

lalana, amiaku

ano aumbi

" s i tu m e l a i s s e s l e p a s s a g e , j e t e d o n n e m e s b o e u f s / (à)moi/si

8 donner(P.neu.) + toi/chemin/ donner(P.neu.) + / i i hue i i i ! là-bas,

moi/(à)toi/boeufsîmiens i i i i i

* izi kua ulu mahita " q u a n d un h o m m e le / rat!"

am v a o , m i v u l a n a

s iri, iri vualavu 8 là-bas,

voit V a o , il parle ainsi

s i / h o m m e / v o i r ( n e u . ) / à ! V a o / d i r e ( n e u . ) / a i n s i / là b a s ! là i bas/rat/ i tsi mamunu i lalitri i i tsi i ninakai "

*

zaho

iu k u a

" je n e tue / je/ne

pas cette mouche

s i ce n ' e s t p a s la m i e n n e

p a s 8 t u e r ( n e u . ) / m o u c h e i c e t t e ^ s i / n e p a s 8 la

mienne/

- 261

-

On

relève

les types d'énoncés

suivants s

izi kua izi kua izi kua
!

P» P'
S'

S'

/

p p

s c

c s s

1 1

!

i P* P'
S ' Ec

/
P' C' /

P"
p p p

C" / P s s
C Eb

S'

kua kua
«

/
sP1 /
C' /

C» t

C1 C2

izi kua

i

S

P Eb

C

kua Ec

!

p•

2 0 ) L_ej3 _

6><Pjinj3i.on_s

çornplémentaire_s

indirectes i

a . La m a r q u e

est le p r o p o s i t i f que"

restrictif

futuni

"car, parce

t
* mbola
11

i
ti hihinana

i

i

t

i
tseiki un e n f a n t "

izi futuni izi

il v e u t e n c o r e m a n g e r : désire

car c ' e s t e n c o r e

// e n c o r e i t * efa losu

s m a n q e r ( v i r . ) / i l $ p r ( l ) / i l / e n f a n t // l aumbi

t i i i izi futuni izi tsi ti hivanga

// d é j à s p a r t i / l u i ; / p r / i l / n e i » i f a i z i m i t a d i a r g a n u fu

p a s s v e u t s a c h e t e r ( v i r . )/boeufs//

m a i s / i l / c h e r c h e r ( n e u . ) / c o n s e i l / s e u l e m e n t // " il est déjà p a r t i car boeuf mais seulement il ne d é s i r e chercher pas acheter " un

un c o n s e i l

(1) £ £ représente

morphème

propositif.

- 262 -

Nous avons relevé Eb/pr Ec )\J | £ £ Ec/Eb j

les structures

d'énoncés

suivantes ? provient qu'ils une

; cette permutabilité aux énoncés

de l ' a u t o n o m i e engendrent insistance.

qu'assurent

les propositifs correspond

; 1'antéposition

s u r le p l a n d u s e n s à

i b . La m a r q u e e s t le p r o p o s i t i f quand"
I

additif

ndreiki

" e t " , "et p u i s " , "et
I I ! I I I I

*

iro ao m i s o m a

ndreiki mananu

revurevu

iro

// e u x / l à / j o u e r ( n e u . ) / e t p u i s / f a i r e ( n e u . ) / b o u e u x . b o u e u x / i l s // " ils j o u e n t là et p u i s i i i * kara i f o n t la r i z i è r e i i i
1

innondée i i tanana

"

iu n a t o n i n d r e i k i

ziski iro navi amin

// c o m m e ! c e / f a i r e ( P . a c c . ) + l u i / e_t ! j u s q u à / e u x / a r r i v e r ( a c c . ) / à(P.neu.)!village " c'est comme au v i l l a g e La s t r u c t u r e précisément s / £r. / ££. (ndreiki) (ndreiki) P' (C) S' P' (CL') " est du t y p e s [ Eb/pr Ec et plus cela / qu'il faisait j u s q u ' à ce q u ' i l s arrivent

de l ' é n o n c é

S (CL) P C P + S

(CT) S'

On r e m a r q u e base

que les formes

verbales s

sont accordées

dans

l'énoncème

et l ' é n o n c è m e Eb = m . v . Eb = V ( P . a c c . )

complémentaire

Ec = m . v ' Ec = n . v '

(fictif.neutre) (ft.acc.)

- 263 -

c . La m a r q u e i ndreiki
I t t

e s t le p r o p o s i t i f quand"
I !

circonstanciel

"et
I

I

* ndreiki navi aluha, iro nifanudzi

ilei

tseiki

/ / e t

q u a n d / a r r i v e r ( a c c . ) / à . t ê t e / / i l s / r e n c o n t r e r ( a c c . )/

l e e n q u e s t i o n ! e n f a n t // " et quand ils a r r i v è r e n t d e v a n t , ils l'enfant i en q u e s t i o n i i " t i i i l i izi handeha i hanambadi rencontrèrent

* n d r e i k i efa be t s e i k i

iu,navi ulu hangala

// e t q u a n d / d é j à s g r a n d e / e n f a n t ! c e t t e / / ^ e n i r ( a c c . ) / p e r s o n n e / c h e r c h e r ( v i r . ) / e l l e ^ a l l e r ( v i r . ) s m a r i e r ( v i r . ) // " et quand pour cette enfant est déjà grande, vient en m a r i a g e " i ndreiki présentent quelqu'un

la d e m a n d e r

Les énoncés à propositif structure suivante

circonstanciel (ndreiki)

la

j£r.

Ec / Eb !

Nous avons relevé ci-dessous s / / P

les types d'énoncés

exposés

Pr.(ndreiki) P' CL' Pr.(ndreiki) P' S'

S S

P

C C = Ec

Les

formes

verbales

sont accordées base s Ec =

dans l'énoncème rwv' / Eb

complémentaire = ri.v.

et dans l ' é n o n c è m e

d . La m a r q u e i * i i

e s t le p r o p o s i t i f i i leilai ini

conséquentiel

fa

"car"

z a h o m a z u t u _fa t i a k u

// j e / d é s i r e r ( n e u . ) / / c a r / a i m e r ( P . n e u . ) + m o i / h o m m e ! ce // " j'accepte car j'aime cet homme "

- 264

-

* kaka diabi mivuri hananu // b ê t e s ! t o u t e s / s e aller

f e t i f_a h a n g a l a

huhi

r é u n i r ( n e u . ) / f a i r e ( v i r . ) / f â t e / car/

c h e r c h e r ( v i r . ) / q u e u e s // se r é u n i r e n t pour " faire la f ê t e car

" tous les animaux ils allaient t i * aia ano » fa. a r i v a

chercher i andra

des queues i atsika i hudi

// o ù / t o i / c a r / s o i r ! j o u r / n o u s / r e n t r e r ( v i r . ) // " où e s - t u La structure ! Eb / fa Ec car c'est le s o i r nous allons rentrer conséquentiel £a " est s

de l ' é n o n c é .

à propositif

Les

formes verbales

peuvent être combinées différemment

dans

le

deux énonçâmes g E b = ni.v E b = ni.v Eb = ruv E b = ru v E b = ru v Ec = h.u / / / / / / E c = m,.v' E c = Jn. v ' Ec = rwv'
1 E c = m . v, i

(neutre) (virtuel) (accompli)

E c = jn. v 1 Ec = £ . v i

e . La marque fa "mais"

e s t le p r o p o s i t i f

oppositionnel

i i i i * anaro tsendriki anaro diabi £a i i a r e i k i ho a v i // v o u s / n e p a s e n c o r e s vous!

mbo misi

l

i t namanaro

t o u s / mais/va % y

avoir(neu.

a m i + v o t r e ! u n / v a s v < j n i r ( n e u . ) // " vous n'êtes pas encore a m i s q u i va a r r i v e r " t o u s là m a i s il y a un de vos

- 265 -

i *

i

i

t

t s i z a h o m a v a n d i .fa i r o

taluha

//ne

pas s être

i e ! m e n t e u r ( n e u . ) / / m a i s / e u x / a v a n t ( a c c . ) // mais ceux i nivulana p a s s p a r l e r ( a c c . ) // " est toujours d'autrefois "

" ce n ' e s t p a s m o i le m e n t e u r i i i i

* zaho mbola

t e u _fa z a h o t s i

// j e / e n c o r e s l à ( a c c . ) / m a i s / j e / n e " j'étais encore La s t r u c t u r e dij t y p e là m a i s

je n ' a i p a s p a r l é

des énoncés à propositif

oppositionnel

, Eb/f a Ec

et d'une manière S' P P

plus précise 8

/fa

S'

On r e m a r q u e

q u e les f o r m e s v e r b a l e s

sont généralement

accordées

d a n s .1' é n o n c è m e - b a s e Eb Quelquefois t

et 1 ' é n o n c è m e - c o m p l é m e n t a i r e . s ruv.'(acc.) verbales ne sont pas accordées s i i anaro ! pas s dire(P. vir. ) + moi/

8 r u v . ( a c c . ) / Ec les formes

cependant i i

* z a h o m i s i d z e r i _fa t s i h a m b a r a k u /moi/itre v o u s //

avec(neu. )/idée/ mais/ne

" m o i j ' a i une i d é e m a i s je ne v o u s la

dirai pas

! "

i f . La m a r q u e "du * ke zaho bieka fait e s t le p r o p o s i t i f que" zaho tsi hipupuhin ulu bieka«v

i biaka

ano hizaha

// a l o r s / m o i / du

fait q u e / t o i / s u r v e i l l e r ( v i r . ) / m o i /

ne p a s 8 t r a c a s s e r ( P . v i r . ) / p a r '.gens // " a l o r s m o i du f a i t q u e tu me pas tracassé par les gens " s u r v e i l l e r a s , je n e serai

- 266

-

i * biaka

t

t tara

i

i

i

i

i i ani

zaho

ilei taolanulube

avi aluha

// du f a i t q u e / . j e / t a r d j / ce e n q u e s t i o n ! a î n é . g r a n d / a r r i v e r ( n e u . ) / ) + t ê t e ! l à b a s // " du f a i t q u e je s u i s e n r e t a r d , c e G r a n d " à propositif i i bieka*/biaka e s t du t y p e : Ainé arrive

en a v a n t l à - b a s structure de l ' é n o n c é

Eb /

biaka Ec / Ec / Eb

Eb

biaka

note que

les formes et

verbales

sont généralement

accordées

dans

énoncème-base

1'énoncème-complémentaire.

i g . La m a r q u e fa * i i mbo ti h i h i n a n a est le p r o p o s i t i f enfin" i t i izi tseiki c a r / i l / e n f a n t // satria,

i satria

" c a r " , "car izi satria

/ / n . v. : veut.manger(vir.

*

i i i i i i z i k u a k a r a z e n i mafiinu t s i

i andesino pas : emmener(P.neu

// s i / c o m m e ! c e l a f l f a i r e p o u r q u o i ( n e u . ) / n e i i i i i i z i s a t r i a fa z a n d r i n o i z i iu + t o i / l u i ^ c a r ! m a i s / c a d e t + t o n / i l ! c e // " si c'est comme enfin cela, pourquoi

ne l ' e m m è n e s

tu p a s

car

il est ton c a d e t ? " i mipetraka t i satria

i i * navi niaraka

iro

fa

// v e n i r ( a c c . ) / f a i r e e n s e m b l e ( a c c . ) s h a b i t e r ( n e u . ) / e u x / / ç a r / ii i i iro ulu kibu areiki i l s / g e n s ! v e n t r e ! u n // " I l s se m i r e n t à v i v r e d'un même ventre " ensemble car ils é t a i e n t issus

- 267 -

La s t r u c t u r e généralement

de l ' é n o n c é du t y p e

a propositif

x

i i satriasatria

fa e s t

est

suivant s
; ;

Eb /

satria satria fa

Ec

On note malgache

que ce p r o p o s i t i f

restrictif

est également

employé

dans

le

o f f i c i e l , le m e r i n a

à l'inverse en merina.

du p r o p o s i t i f

restrictif

i futuni qui n'est pas employé L'emploi être de fa a v e c

i satria implique "car

une insistance

• ; s a t r i a fa

peut

rendu

par le f r a n ç a i s

enfin".

i h . La m a r q u e " e t " , "et I l * i vao I I e s t le p r o p o s i t i f puis" ! I I I I I toaka tsisi asa izi sadi migiaka additif sadi

iu l e i l a i m p i a n t s a

// l e ! r a t ! c e / h o m m e ! c h a n t e u r / / n e b o i r e ( n e u . ) / a l c o o l // " c e r a t e s t un c h a n t e u r b o i t de l ' a l c o o l Le p r o p o s i t i f Les énoncés "

pas avoir/travail/il// et/

j il n'a pas de t r a v a i l

et

il

t sadi n'est pas utilisé o n t la f o r m e

très fréquemment

en

sakalava. Ec

où il f i g u r e

i

j Eb /

sadi

i . Le propositif i * mangini i i anaro tsoha

i tsoha i

"de p e u r i i

que"

tsi m a n d r i iro zalai ! p a s § d o r m i r ( n e u . )/

// se t a i r e ( n e u . ) / v o u s ; / d e p e u r q u e / n e e u x / g a r s // " taisez-vous les gars !" de p e u r q u ' e l l e s

ne s o i e n t pas

endormies,

- 268

-

i

»

t

i

i

* atova

indreiki

tsoha atsika

vuneni

/ faire ( in j . )/encore une foi3 JJ de peur
tuer(P.neu.) + p a r " fais-le i i i encore lui/

que/nous/

u n e f o i s de p e u r q u ' i l n o u s

tue "

* izi kua lera fa m a r i k i t r i handeha
/ quand/l'heure/déjà s être
i t i i

i

i

proche(neu.)/aller(vir.)/
i

ambara

zahei

tsoha

tara

fandriana

d i r e ( i n j . ) / n o u s / de peur q u e / t a r d / l e dormir /
" quand l'heure sera proche de p a r t i r , d i s - l e tardif " nous

de peur que le l e v e r

ne s o i t

La s t r u c t u r e relevé

de l ' é n o n c é

est

s

j Eb /

tsoha

Ecj

. Nous s

avons

les combinaisons

de f o r m e s

verbales

suivantes

- E b = I / ( i n j o n c t i f ) / E c = I/' ( a c t i f n e u t r e e , a c c o m p l i o u v e r b a l ) (Passif neutre,accompli, virtuel)

(m/ Ec

j. Le propositif
t i i

ke "alors",
t

"comme","et"

* JiS. /

a n 0

tsi manuntani

zaho

tsi

manambara /

comme/tu/ne

pas s i n t e r r o g e r ( n e u . ) / je/ne pas s dire(neu.) p a s , je n e p a r l e i t be pas "

" comme i * t

tu n ' i n t e r r o g e s i i i

navi anteti a o , izi nangadi lavaka

//alors/il/arriver(acc.)/sur trou.grand/ " alors il arrive t i sur i

la t e r r e ! l à / i l / c r e u s e r ( a c c . ) /

la t e r r e i i

l à , il c r e u s e un g r a n d t i izi

trou

"

* _k£ i r o n i p e t r a k a

anabu, navi vadini nanuntani

/comme/ils/vivre(acc.)/en interroger(acc.)/lui " comme rogea ils h a b i t a i e n t " /

h a u t / venir(acc.)/femme + sa/

en h a u t , v i n t

sa f e m m e

qui

l'inter-

- 269

-

* k_e n a v i i z i i n i , n a n d e h a

i

t

i

t

amin ni

»

tani terre/

t

// a l o r s / v e n i r ( a c c . ) / i l ! ce;/ a l l e r ( a c c . ) / à ( P . n e u . ) !la i i i i i nambaran ilei manafu lai ini parler(P.acc.) parlce en q u e s t i o n ! a d l e s c e n t ! m â l e ! c e à l'endroit " dont lui avait

/

" alors il v i n t , alla le j e u n e garçon

parlé

en q u e s t i o n

Les énoncés à propositif les formes énonçâmes. verbales

ke sont t o u j o u r s

du t y p e

l<e

Ec / les deux

Eb

sont-généralement

accordées

dans

REMARQUE. *ke placé

en fin

d'énoncé

n ' e s t pas un

propositif dans un

m a i s un é l é m e n t p e r m e t t a n t énoncé exclamatif. i i i zaho

de r e n f o r c e r

une exclamation

i j<s ! bien ! // ! " d'énoncé les simple ; c'est

* tavela

i z i iu

// r e s t é / m o i / m a i n t e n a n t / e h " e h b i e n m o i je r e s t e

maintenant en tête

*ke peut figurer un p r o c é d é emphatique

auquel ont recours

conteurs.

i i * k_e n a v i i z i

" a l o r s , il ke c o r r e s p o n d dans

vint" ce c a s a u f r a n ç a i s " alors, c'est alors ".

- 270

-

DOCUMENTS Tableaux

A N N E X E S ftU C H A P I T R E

II

- Textes

avec traduction

juxtalinéaire

TABLEAU

I s F O R M U L E S DE F O R M A T I O N S L E X E M A T I Q U E S

(La M o r p h o l o g i e

Verbale)

271

-

hita

tupi vangu ila diu
RL « Rm + = AJ hita tupi vangu ila diu

}

cvcv vcv cw
1vu" 1 1» "lancé" "coup" "désir" "propre" 1) alternances : f r- -ndr v- / t-. n >RL s-/ 1-nd jiz-ndz_

V a.hita t + RL i.tupi a . m a n g u (1 ) -.ila 1 a . diu ^neutre = V < accompli [virtuel m-a.hita n-a.hita h-a.hita m-i.tupi n-i.tupi h-i.tupi m-a.mangu n-a.mangu h-a.mângu m .-:j.la n-ila h-ila hit^p tupi-a vangu-a ilfea idir.a tapaha^. tuki-s.a ^ fua.z.p < "voit" "voyait" "verra" "lance" "lançait" "lancera" "bat" "battait" "battra" "désire" "désirait" "désirera"

RI

4

\

/

V =

S r nh-

" ) >+ (2Ì

RLa

2 ) exception : ho- RLa = V-virtuel ho-avi "viendra" ho-ela "sera plus tard"

* R I = R m + (C) a (3)

3) c w

1

>

cïY-^a 271 -

] 1

iditri.a (4) tapaka tuki (5) fuha

tia-v.a diu-v.a 4 ) a l t e r n a n c e s : Ç-trRm i -kX } RI 5) cas particuliers cvcv + (c)a c v c v > c w + (c)a

I RP i

= I + -n /w El + - ( i ) n

Pi (indéterminé)

*RPa

-Í)

V

+ RP

RIa + - ( ï ) n neutre = R accompli virtuel

I P =

Í

hita, tupia, vaçigua ila tiava diuv^. idira tapaha tukisa fuaza a.hita i.tupia .vangua -.ila a.diuva

"vois!" "lance!" "bats!" "désire!" "aine !" "nettoie!" "entre!" "casse !" "crois!" "réveille !"

- 272 -

6 ) Amalgames ^ v o y e l l e finale de RIa et v de - i n . 7) Pi = R pour Rm = vcv 8 ) Amalgames : toutes les formes en -n (Pn, P , R ) + M P 2 > - (-n).MP2.
• 1

e x . nitupiandro <n.i.tupia-in+ndro ahitaku < a.hita-in + ku

hitá-in hita-in (6 ) « i tupia-in f^j t u p i a - m vangua-in vangua-in ila-in n-> ila-în a.hitàn a.hita-in i . tupian fv i . tupia-m i.vanguen aj> i.vangua-in i l e i n /-v i l e - i n (7) $-a.hitçn "est vu" n-a.hitan "était vu" h-a.hitàn 1 n-i.tupian h-i.tupian n-i.vanguen h-i.vanguen n-ilein h-ilêin (8)

hitan tupian vanguen ilein

"être "être "être "être

vu" lancé" battu" désiré"

LEGENDE C = consonne V = voyelle Rm = radical morphe * = n'existe pas sous forme libre dans la langue R L = radical lexème RLa = radical lexème actualisé N = nominal AJ = adjectival V = verbal I = injonctif - 272 RI = radical injonctif RIa = radical injonctif actualisé RP = radical passif RPa = radical passif actualisé P = passif Pn = passif neutre R = relatif MP 2 = modalité personnelle objet

TABLEAU

/

- fanka RL

- / >

(réciproque) (RLa) i.tia > RLa-d i fanka-(i.)tia >

1) *Rm > tia

i tia

'aimé" *Rm tia RL (RLa) i.tia RLa-d

! tia

I f a n ka-- ( i . ) t i a a

*Rm tia (

RI tiava

(RIa) i.tiava

RIa-d fanka-(i.)tiava W-'

"aime!")

*Rm hita

RI

(RIa)

RIa-d fanka-(a.)hita

hita.a a.hita S**'

II. s L E S

F O R M U L E S DE D E R I V A T I O N ET N O M I N A L E PAR

VERBALE

- 273 -

AFFIXATION.

RLa-d-a

i i. fanka-tia

>

V-dér. m- ^ , n- v i . f a n k a t i a h- J "s1 e n t r a i m e r " N-dér. If(i).fanka-tiai "amour = N = f fanka-tia RL/d/

RLa-d-a i.fanka-tia

réciproque"

RIa-d-a i.fanka-tiava

N-dér. If-(i).fanka-tiaua-ana1 "amour

N = f - R =

- ana

fankatiavana

réciproque"

RIa-d-a i.fanka-hita

i If.(i).fanka-hita-ana i = "vue

N-dér.

i fankahitana

mutuelle"

/ - aha 2) *Rm > vun RI

- /

(rendre) (RLa)

(causatif) > RLad aha.vuri (RLada)

vun "réuni"

i (a).vuri (amuri)

t gf. a h a . v u r i

*Rm > rue

RL

i rue

>

(RLa) (x).rue

RLad -aha.rue

(RLada) ^f. a h a . r u e

"deux"

*Rm gaga

>

RI

> i gaga-^i

(RIa) i.gaga

>

RI a d aha.gaga

>

(RIada) /.aha.gaga

/ - an - / 3) *Rm > ari RL ari

(factitif) RLa ^.ari loin" RLa RLad -an. a . diu propre") RLad -an(RLada) J2f-an-adiu RLad -an-an

>

i jí-an-ari

(RLada)

"là-bas 4) *Rm > diu RL >

t diu

i a.diu

"propre" *Rm ari diu ampi RL

( "être RLa

>
a n a.diu àmpi

(RLada)

- 274

-

>

V-dór. n- V a h a . v u r i • h - J "ir é u n i r " N.dér. ! N = f - RL/íd/í

i f-aha-rue " deuxième "

N-dér. f-aha.gaqa-ana " étonnement = "

ÌN = f - R I^dft-anâ" fahagagana

\

V- d é r . mnhi an.ari "aller là-bas"

m \l = n - RLad/i h

X

V- d é r . mnhi an.adiu "rendre propre"

V 1

m n - RLad/ h

>

N- d é r . f-an^ i

N = f - Rlad/f

f

t
a r i

• a.diu ampi - 274 -

/ - an - / 4) *Rm
x

275

(factitif) > RIa tf-ampi.a

(suite) > Rlad -an-ampia > (RIada) jí-an-ampia N-dér. lf-an.ampia-ana! -T37 "remplissage"
»

/

RI

N = f fanampiana

RIadaiana

ampi (

ampi.a

"suffisant") RL i nunu "sein" / > *RLa i > RLad > (RLada) amp-i.nunu >

/ - amp 5) *Rm nunu >

V-dér. amp.î.nunu "allaiter"

-i.nunu ( "téter")

-amp-i.nunu

*Rm > nunu

RL > i nunu

*RLa

i -i.nunu

RLad

> i -amp-i.nunu

(RLada) ^-amp-i.nunu

>

N-dér.

= Ì

-

RLad/

i- - a m p . i . n u n u "nourrice"
N ou t/N

ZH7
X) *Rm > himpa vaki RL > r himpa "corail" i vaki "cassé" RI RLa i -i.himpa ( "éventer")

t

a.maki ( "casser") RIa ;>

N-dér. i f,-i. h i m p a "éventail" t £-a.maki "hache" N-dér.

N = f - RLa

Y) ( (

*Rm tsabu "champ") giaka S "bu")

-i.tsabu.a tsabu.a ( "cultive!") giaha-p > ( "bois!") -i.giaha

t

N = f -

RIa-ana

futsi futsi-a -i.futsia ( "blanc") ( "blanchis!")

£-i.tsabua-ana "culture" w . i f-i.qiaha-ana "le boire1"' » . !f-i.futsia-ana! —xz? "blancheur"

» futsiara > U-Part i _t-a. f . i . b u a k a "sorti" 275

ZZZ7
z) *Rm
buaka > RL i buaka *RLa i -i.buaka( "sortir") > RLad f-ibuaka
t

>

*RLada

i a-f.ibuaka

V-Pt = t

-

RLada

TABLEAU V = n y -RLa h J •RLa-d-a

III

s FORMULE

GENERALE

DE F O R M A T I O N

LEXEMATIQUE

- 276

-

'-fanka-aha-an~-amp-fanka-aha-ampest

(RLd-a) (id ) (RLa-d) (RLa-d) (RLd-a) (id )

si -an-

n'est pas

-ana-

N = RL

f-

RLa

f-

RLa-d-a

f- R I a - a n a

f-

RLa-d-a

/ - f a n k a - *\

'•ana

RLa-d-a La formule générale de f o r m a t i o n

tS!RL > RLa-d > RLa-d-a ./

}
RLa-d-a-d

lexématique

Rm

VPt (t-) V N(0 A Rm > RI > N(fiana) VPn(-(i)nRIa-d

>

RIa-d-a N(fiana)

>

RIa-d-a-d

i \ll(\) VPi(-(i)n)

D a n s R L a - d - a , a1 n ' e s t p a s f o r m e l l e m e n t r e p r é s e n t é q u a n d d = ( c ) u c v /v R I a - d - a , a 2 n ' e s t p a s f o r m e l l e m e n t r e p r é s e n t é q u a n d d = v c ( u ) a2 e t f - n e s o n t p a s f o r m e l l e m e n t r e p r é s e n t é s q u a n d R L a / v R I a e t R L a d a LEGENDE Rm = r a d i c a l m o r p h e RL = r a d i c a l l e x è m e RLa = radical lexème actualisé RLad = radical lexème actualisé dérivé RLada = radical lexème actualisé dérivé RI = r a d i c a l i n j o n c t i f I = Injonctif RIa = radical injonctif actualisé d = a f f i x e de d é r i v a t i o n

RIada

s o n t à i n i t i a l e _f.

actualisé

Rlad = radical injonctif actualisé dérivé RIada = radical injonctif actualisé dérivé V = Verbal N = Nominal A = Adjectival Pi = Passif indéterminé Pn = Passif neutre VP = Verbal Passif VPt = Verbal participe

actualisé

- 276

-

- 277 TABLEAU IU s DEMONSTRATIFS

SITUATIONNELS

ET L O C A T I F S DE

PROCEDES

FORMATION

neutre

•u neutre i i — 'ce' . - re

général

4

<

$

(neutre) -t(i) ici

\ a — ,

t-

(accompli) -n(i) là

réf.

-

ze

(i.lei)

-r(i)

là-bas

i aminamit i-u i i-ti I i-ni i i-ri ai-re-ti i i-re-ni i i-re-ri i a-u i a-ti a-Pii i a-ri tamintamtai i tauJN^a-o i tati i tani i tari i tao

i i-ze-fii i !i-ze-ri! t > i-lei

'sq. déf. il.

n-i r-i a-ia

taia

»

où ? qui ? pour qui ? ?

a-zovi i t amin-zoui i a-kori i (a)-inu

comment quoi ?

- 278 TABLEAU y s SYNTAGME VERBAL

Formes m-

flexionnelles m.i.tupi i n.i.tupi ! h.i.tupi neutre accompli*^ virtuel réel

n- > RLa

\ J

%

"lance" "lançait" "lancera"

i

V A

RI + — i RI - ( i ) n i RIa - (i)n

tupi.a i tupian

injonctif passif passif (neutre) relatif

"lance "être

!" lancé" lancé"

t i.tupian

"qui est

nRPa h-

n.i.tupian h.i.tupian

accompli passif virtuel

"était "sera

lancé" lancé"

t

Formes

affixales

préfixales (1) gf-tsin-v h aspectuelles i tsi-mitupi (négatif)

"ne l a n c e

pas"

^-tséndriki-n-v h
m ^ P - t s i m e' t s i - h - v n n

tsendriki-mitupi

(restrictif)

"ne l a n c e p a s

encore"

tsimentsi-mitupi

(obligatif)

"il faut

que..Lance"

t^-mbombola J^-mbalamba

m n-v h m n-v h (2)

mbo-mitupi

(ingressif)

"va

lancer"

mbola-mitupi

(duratif/sj répétitif)

"lance

encore"

néo-aspectuelles azu-mitupi (permissif) "a l e d r o i t d e lancer"

^-azu-

n-v h

ýf-aza-

n-v h

aza-mitupi i i

t

»

(prohibitif)

"ne l a n c e p a s

!"

gi-efagf-ti-

n-v h-v

efa-nitupi(inceptif) "a l a n c é d é j à " i t i - h i t u p i ( v e l l e i t i f ^v v o l l i t i f ) "veut lancer"

- 279

-

Formes affixales préfixales

(suite)

(3) n 1 m-etih n , m-ilah n m-v h n m-v h

auxiliaires

meti-mitupi

(optatif)

"peut

lancer"

mila-mitupi

(intentionnel)

"désire

lancer"

n , n m-ahei- m-v h h navi 1 n

mahei-mitupi

(cognitif)

"sait

lancer"

av^ - m-v ho a v i h 1 m-andehah m-amanquh n n m-v h m-v h

avi-mitupi

(directionnel centripète)

"vient

lancer"

mandeha-mitupi

(directionnel centrifuge)

"part

lancer"

mamanqu-mitûpi

(intensif)

"lance ses

de

toutes

forces"

suffixales
m ,

n-v h

-(i)ndreiki

1 1 mitupi-indreiki

(itératif)

"re-lance"

- 280

-

CONTES

SAKALAVA

DU

NORD

Explication

des signes

de la t r a d u c t i o n

littérale

Le m o t ou g r o u p e signes correspond

de m o t s en f r a n ç a i s l'ordre

situé

entre des

deux

en suivant

de s u c c e s s i o n

éléments seul

dans l'exemple mot.

sakalava

à chacun des éléments

é c r i t s e n un

S e u l le v e r b a l modalités verbal thèses a pour

quand

il n ' e s t pas s u i v i ou p r é c é d é d a n s la t r a d u c t i o n littérale

de un

correspondant à l'infinitif

français

s u i v i de l ' a s p e c t m i s e n t r e ; vir. = virtuel ;

paren-

(neu. = neutre

5 acc. = accompli

pass. = passif

; pass.neu. = passif

neutre). littérale sont les suivants !

L e s s i g n e s de la t r a d u c t i o n // // // encadre sépare indique non / un é n o n c é indépendant

des propositions les limites de

en r e l a t i o n

de

dépendance déterminante d'un terme

d'une proposition

verbal

l'énoncé primaires de l ' é n o n c é les uns par rapport

sépare aux

les éléments

autres les termes un d'un syntagme en r e l a t i o n de détermination

! + . s

sépare indique sépare sépare

amalgame d'un composé d'un ou d ' u n duppliqué

les constituants une modalité

d'énoncé

centre

verbal

TEXTE t misi avoir i ro i ulu t telu ( neu. )/personne i iu i i i mirahavavi trois/être t nateraka soeurs (neu.)/ i i renindro elles/

N0

1. / y

2. /

nipetraka

elles!ces/habiter i » i ndreiki babandro

(acc.)/ enfanter

( a c c . ) / m è r e + de

a v e c ! p è r e + de e l l e s // i 3 . ke l e i i i faravavi i iu » maheri fort (neu)/

/ e t / c e l l e en q u é s t i o n d e r n i è r e . f i l l e ! c e t t e / ê t r e i .t i i i t i tsara anaran faravavi iu muanamisi belle / nom!cadette!cette/muanamisi /

4.

' i petrakaro (neu. ) + e l l e s / i mandalo i baka i ao

/habiter i 5 . isak / i

ulu

chaque ! personne/passer i i i tsara muanamisi

(neu.)/depuis! l à /
t

6. a /

lahabe gars + c o m b i e n /

ah/belle/muanamisi/les i tsara

i 7. azovi /

am

ro

i telu

?

qui/belle/à ! e l l e s î t r o i s / i i muanamisi i tsare !/

8.

a

/ a h / m u a n a m i s i / b e l l e + comment

-

293

-

1 . Il y a v a i t

trois

soeurs.

2. Elles vivaient leur père

là, elles mère.

qu'avaient

enfantées

et leur

3 . Et c ' e s t la c a d e t t e trois ; le n o m

q u i e s t la p l u s b e l l e

des

de l a c a d e t t e , c ' e s t

Muanamisi.

4 . Elles

sont

là.

5. Chaque

personne qui passe

par

:

6 . Ah les g a r s , q u ' e l l e

est b e l l e Pluanamisi !

7 . Q u i e s t la p l u s b e l l e

des trois

?

8. Ah, c'est Muanamisi

qui est belle

! - 281 -

9.

iu

fu

atondro fait

isan

andra

// c e l a / s e u l e m e n t / ê t r e i atsika

( p a s s . n e u . ) + par e u x / c h a q u e ! jour^/ i tsara

10. a

i drako

fa

tsi

fa

// a h / n o u s , j muanamisi

( i n c l u s i f )/ma c h è r e / m a i s / n e pas! belles// m a i s / i i i i i izi areiki fu tsara vulanindro dit (neu.) + par eux/

muanamis}i/elle ! u n e / s e u l e m e n t / b e l l e / / ê t r e ke ! i // t mua
I !

quoi

t 11. ninu
I

i i hevitritsika

r mbo ato

i tsika (neu.) +

// q u o i / e s t - c e zandritsika

que/réflexion + notre// encore s faire iu ?

n o u s e n s e m b l e / c a d e t t e + n o t r e ! c e t t e // i 12. ala . tsika i tsika . , anatin i lavaka i izi i iu.

// p r e n d r e 0 ia !

( i n j . ) / e n s e m b l e / i n t é r i e u r ! trou//il ! ce //

O h / o u i // • i 13. petrakaro // r e s t e r
I

i mitadia

i heuitri

t iu

(neut.) + elles// c h e r c h e r
I

( n e u . ) / r é f l e x i o n !cette//
I I

14. namelana //croître i natue

mabibu

namua

mabibu (acc.)/noix de

(acc.)/noix i mabibu

de cajou/''être m û r

cajou//vieux

(acc.)/noix

de

cajou//

-

293

-

V o i l à ce q u ' o n

disait chaque

jour.

Ah nous ma c h è r e , n o u s ne s o m m e s pas c'est Muanamisi,elle v o i l à ce q u ' o n dit. seule qui est

belles,

belle,

Il f a u d r a i t

réfléchir

à ce q u ' o n

pourrait

faire à notre

cadette.

Mettons-la

dans un trou

! d'accord

!

Elles restent

à

réfléchir.

L e s n o i x de c a j o u vieillissent.

croissent,

mûrissent,

- 282

-

t 15. atsika /

I drako

I handeha

I hangala (vir.)/

ensemble/les filles/aller i i mabibu e ! noix de c a j o u / c o m m e n t t mangala s chercher ! /

(vir.) s chercher

i 16. mandeha /aller i isan (acc.) i andru

l mabibu (neu.)/noix ani

i

t iro

de c a j o u / l à - b a s ( neu.)

/elles/chaque ! j o u r / i 1?.tandra /jour lavaka i areiki i rosu i iro i vavi i ifii t nangadi c r e u s e r (acc. ) /

(acc.) !un/parties/elles/filles!ces / amin ni vudin mabibu mamuabe

trou/ à!le!fesse + de! pommier i iu c o u p !ce / i i 18. nangadindro /être i ravin / creusé , lavaka

d ' a c a j o u / être mûr

( n e u . ) . beau-

i i nefani

< » tutufandro (acc.) + p a r /

( p a s s . a c c . ) + par e l l e s / t r o u / f i n i . ' vaniu (pass.neu.)+par

être recouvert ,i i anabu iu sur ! ce/

elles/feuillesIcocotier/

19. /

» t petrakaro rester (pass.neu.) + e l l e s /

- 293

-

Les

filles, allons !

ensemble

cueillir

des

noix

de c a j o u

Elles allaient là-bas, chaque

chercher jour.

des noix

de

cajou

Un

jour, ces filles d'un pommier

s'en

vont

creuser très

un

trou

au p i e d

d'acajou

fleuri.

Elles

creusent

le trou et q u a n d de p a l m e s de

c'est

fini,

elles le recouvrent

cocotier.

Puis elles

restent

là.

- 283

-

l i t 20. nafaka rue // f i n i i tsika t drako, I ando

293

-

andra

s a

o,

20

Au bout ensemble

de d e u x

jours

: ah les

filles,

allons

( a c c . ) / d e u x ! j o u r s // a / l e s f i l l e s / / - o u i - z / a l l e r (inj. ) / i t i • j handeha hangala mabibu muanamisi (vir.) s chercher (vir.)/noix de cajou/muanamisi/

chercher ?

des noix

de c a j o u ,

d'accord

Muanamisi

ensemble/aller 4 ! comment ! //

21.

alô

tsika

!

21

Allons-y

!

// a l l o n s / n o u s t 2 2 . atsika

e n s e m b l e // t niani t haiiuru l i t ! 22 A u j o u r d ' h u i , n o u s en f e r o n s d'accord ! griller beaucoup

m a r u m a r u . 0 ia

// n o u s e n s e m b l e / a u j o u r d ' h u i / g r i l l e r c o u p // O h / o u i // i 23. rosu t i iro sambi am

(vir.)/beaucoup . beau-

i i i tonutonudro,

i nandeha (acc..)/

23

Elles s'en elles s'en elles

vont, chacune vont cueillir

avec

son panier

; ;

// p a r t i / e l l e s / / d i f f é r e n t / á p a n i e r + l e u r // a l l e r i i l i t iro hangala mabibu iro mandeha elles / chercher i 24. navi // a r r i v e r 25. a (vir.)/noix

d e s n o i x de c a j o u

partent.

d e c a j o u // e l l e s / p a r t i r ( a c c . ) // i i iu (neu.) ! c e / / 25 // Muanamisi ? - oui ?

am

i mabibu

mamua

24

Elles parviennent

à l'arbre

très

fleuri.

( a c c . ) / à ! arbre o ?

à cajou //être mûr

i i muanamisi ? //

//ah / m u a n a m i s i

oui ?

- 284

-

i 26. ando /aller drako /ma
i

293

-

i amin

i ni areiki
t

i ari
1

i mamua en f l e u r s fa (neu.)
'

26. Va donc à celui-là

l à - b a s , ma donc

chère, et ton

celui panier

( in j . ) / à ! l e ! u n / l à - b a s fa mandiana

(neu.)/itre ano

q u i e s t en f l e u r s . V a s - y sera vite rempli

ari

aujourd'hui.

c h è r e / m a i s / a l l e r ( in j . ) / l à - b a s ( i n v i s i b l e ) / t o i / c a r / i ' ' . 1. ' i malaki fenu tonutonuno niani être rapide (neu.)îplein/panier+ ton/aujourd'hui/

27.

ia

27. Oui

!

//oui//

28.

izi

nilumei,

navi

ari,

katruks invisible/boum/ i i diavini,

2 8 . Elle c o u r t , arrive

là-bas

et b o u m ,

tombe les

/ e l l e / c o u r i r ( a c c . 1) / a r r i v e r ( a c c . ) / l à - b a s »i ' ' ' anatin lavaka iu ravin vaniu fu

d a n s le t r o u q u e s e u l e s c a m o u f l a i e n t feuilles de c o c o t i e r , elle tombe

dedans,

intérieur ! trou ! c e / f e u i l l e ! cocotier/seulement/être caché i i . i « i latsaka izi anatin lavaka ao (pass.neu.) + par 29. / i eka i zio il/tombée/elle/ intérieur!trou/là i eka i atsika fa i atsika / 2 9 . Ah très bien, nous sommes ravies mais partons !

i i ravuravu

oui/cela/très i ! !/

heureuses/oui/nous

ensemble/ mais/ensemble/

handeha aller

(vir.) iro

30. rosu /

nandeha

i navi (acc.)/ arriver

ati (acc.)/ici/

30. Elles

s'en vont et arrivent

là-bas.

p a r t i e s / e l l e s / aller i tani

i 31. navi /arriver

i i babandro

i nanuntani

31. Là-bas, leur père

interroge. - 285 -

( acc. )/là-bas

( a c c . ) / p è r e + d e e l l e s / i n t e r r o g e r (acc. ) /

- 286

-

I

l

I

I

I

3 2 . aia /

zandrinaro

tseiki /

aia

?

3 2 . Où est votre p e t i t e où e s t - e l l e ?

soeur, les

enfants,

où/cadette + votre/enfants/où i tsi hendriki i navi

33. e /

e

ati

i i izi ? ( a c c . ) / i c i / e l l e //

3 3 . Elle n'est pas encore

arrivée

ici ?

n o n / n o n / ne p a s i e n c o r e s a r r i v e r

3 4 . tsi hendriki / ne p a s e n c o r e

! / i zahei i sambi

3 4 . Non pas

encore

!

35. a /

tsi

i i hitanei vue

3 5 . Nous ne l'avons chemins

pas vue, nous

avons pris

des

ah/ne i dia

pasiêtre i navi

( p a s s . n e u . ) + par n o u s / n o u s / d i f f é r e n t ! i tani (acc. ) /

différents.

chemin/venir i 36. namangu / s'activer • misi

(acc.)/là-bas t mitadia

i vaha (neu.)/ fatigué/ i i asani i ampangala i lameiki

3 6 . On la c h e r c h e fatigue.

de t o u t e s

ses f o r c e s , on

se

(acc.) s chercher i matuelai i iu

3 7 . ke /et/y fu

3 7 . E t p u i s , i l y a un v i e i l h o m m e c'est de c h e r c h e r

; son

travail ; son Il bois,

a v o i r / v i e i l .homme! c e / t r a v a i l + de i l / c h e r c h e u r ! bois+ i i t i mandeha mandafu am ulu am t a n a n a , 'village tsi ,

du b o i s c ' e s t t o u t

il va l e v e n d r e cherche

à d e s g e n s du v i l l a g e . ses forces pendant pas.

s e c / s e u l e m e n t / a l l e r (neu.) s v e n d r e ( n e u . ! / à ! g e n s / à i i i i i mamangu / mitadi anatin heriniandra s'efforcer

de t o u t e s

une

hita

s e m a i n e , il ne t r o u v e

( n e u . ) s c h e r c h e r ( n e u . ) / d e d a n s ! s e m a i n e / ne « i babandro ( p a s s . a c c . ) + p a r / p è r e + de elles/

pasîvue/ 3 8 . Le père des jeunes filles s'écrie :

t i 38. nandrutun / être déclaré

-

286

- 287

-

39.nambaranaro // a v e r t i r i i ndrei ulu

fukunulu

an

tanana

ndrei tseiki

39, De m'adresse

à vous

conseil

du v i l l a g e , à et

vous aux

(acc.) + vous//, c o n s e i l / à ! v i l l a g e / a v e c ! e n f a n t / i I I I i i i maventi ndrei matuelai ndrei matuevavi

enfants, à vous vieilles femmes

a d u l t e s , aux v i e i l l a r d s s à celui qui retrouvera la m o i t i é

mon la

avec !gens^etre i m p o r t a n t s / a v e c ! v i e i l l a r d s / a v e c ! v i e i l l e s . femmesy/ t i i i i zei mahita zanaku, rasaku ni ariana, c e l u i / v o i r (neu. ) / e n f a n t + m o n / / ê t r e rasaku
, i

e n f a n t , je d o n n e r a i moitié de m e s b o e u f s si c ' e s t une

de ma f o r t u n e ,

; je l u i d o n n e r a i m a un h o m m e , e l l e s femme q u i la seront

fille

partagé

( p a s s . n e u . ) + par
i

moi/

en m a r i a g e soeurs

ni

i

aombi,

sadi

si c'est

rotrouve.

la!fortune// être partagé (pass.neu.) + par moi/les boeufs// e t / i i i i i i i i i i i manambadi izi izi kua l e i l a i , i z i kua m a n a n g i i z i , h a m p i r a h a v a v i é p o u s e r ( n e u . ) / e l l e // s i / h o m m e / / s i i iro elles/' /fille/elle// être s o e u r (vir.) /

40. zeni

nilazeiku

aminaro

fukunulu

diabi

an

4 0 . Voilà ce que c a r ma

je v o u s d i s à v o u s t o u s d u perdue.

village

// c e l a / a v e r t i r ( a c c . ) + p a r m o i / à + v o u s / / c o n s e i l J t o u t / àt i t i i i i tanana f a v/eri zanaku muanamisi village// m a i s / p e r d u e / e n f ant + morj/muanamisi,/ i 41. e e hoi iro diabi tous// lameiki / / o u i / o u i y/dire 42. nangini //être (neu.)/ils!

fille Muanamisi est

41 . O u i , d i s e n t - i l s

tous.

matuelai

ampamaki

4 2 . Le vieux c o u p e u r

de bois é t a i t resté

silencieux,

silencieux

(acc.)/vieil . homme//coupeur/bois

s e c / /

- 2B7

-

- 288 i 43. kiaka / i ni andra i nandeha

-

namaki

larneiki,

kun

4 3 . Le l e n d e m a i n , il s'en pan il -, dans rentre. la f o r ê t

va c o u p e r là-bas;

du b o i s il a

-

pan,

l e v e r ! l e ! j o u r / a l l e r ( a c c . ) : c o u p e r (acc. ) / b o i s ! s e c / p a n | ! 1 I I kun kun anatiala ani, dze nudi

quand

fini,

p a n ! p a n / à ! l ' i n t é r i e u r + f o r ê t / l à - b a s (neu. ) / o n o m a t o p é e / r e v e n i r ( a c c . ) /

i
44. kiaka /

t
andra

t
kua

i
iu

i

i

i
ke

i
rosu 4 4 . Le l e n d e m a i n il r e c o m m e n c e , t e l l e est d u b o i s p r è s de son exist e n c e , et il va c o u p e r o ù se t r o u v e le trou. l'endroit

veluntenanazi

_ _ ndemain/aussi/ cela/subsistance + s i e n n e / e t / p a r ti/ I I 1 I I I I 1 kua namaki larneiki marikitri tani misi lavaka iu a u s s i / c a s s e r (acc. ) / b o i s + s e c / p r è s ! t e r r e / y a v o i r (neu. ) / t r o u ! c e /

i
4 5 . kun / 46. kun

i

t
tambani tao bas (acc.)!là (acc.)/

namali muanamisi

4 5 . Pan

pan, Muanamisi

du f o n d

du t r o u

répond,

p a n î p a n / répondre (acc.y'muanamisi/en a nangini matuelai iu

4 6 . Le vieil homme

se

tait.

/ah/être

silencieux

( acc. )/vieillard ! c e /

4 7 . ninu /

zeni

hoi

izi.

tsi

reniku pasîêtre zêni / entendu (pass.neu.)

47. Qu'est-ce entendu

q u e c ' e s t , d i t - i l , je n ' a i p a s personne.

bien

quoi/cela/dire (neu.)/il/ne antsan ulu

le c h a n t de c e t t e

tsara

+ par moi Ibien/chant + d e î g e n s / cela

48. mizaha /

izi

tsi

mahita

ulu (neu.)/gens/

4 8 . Il regarde

a u t o u r d e l u i e t ne v o i t

personne.

regarder ( n e u . ) / i l / ne paslvoir

49. namaki

larneiki

indreiki

kun k u n ,

namali

4 9 . I l se r e m e t à c o u p e r misi répond

le b o i s

: pan p a n ,

Muana-

/ c o u p e r (acc. ) / b o i s + s e c / à n o u v e a u / p a n l p a n / r é p o n d r e (acc,)/ i i l i t i muanamisi ambani ao, niantsa izi muanamisi/en b a s î l à / chanter (acc.)/elle/

d'en bas, elle

chante.
288 -

289

49. namaki

lameiki

indreiki

kun k u n ,

namali (acc.)/

4 9 . I l se r e m e t à c o u p e r misi répond d'en

le b o i s

s pan pan,

Muana-

ff c o u p e r (acc. ) / b o i s + s e c / à n o u v e a u / / p a n ! p a n / r é p o n d r e i i i i i i muanamisi ambani ao, niantsa izi fliuanamisi/en b a s ' l à / / c h a n t e r ( a c c , ) / e l l e // t iu i i i a renini muanamisi

bas, elle

chante.

50. nangini /J ê t r e

matuelai

i zeni e

5 0 . Le vieil h o m m e a entendu

reste

silencieux

: c'est

qu'il

s i l e n c i e u x / v i e i l l a r d ! c e / k h / e n t e n d r e (pass.neu.) + e n q u e s t i o n + c o m b i e n l//

Muanamisi.

par i l / m u a n a m i s i ! cette

51. nalatsani

famaki,

namali

matuelai

5 1 . Il l a i s s e

tomber

sa h a c h e rien.

et répond

près

du

/f l a n c e r ( p a s s . n e u ) + p a r i l / h a c h e / r é p o n d r e (acc. ) / v i e i l l a r d ! | l f l I l iu marikitri lavaka iu fa tsi hitani ce/près ! trou ! ce//mais/ne
t i t

trou m a i s ne unit

pasîêtre

vu

(pass.neu. ) + par

il//

52. nikuarini // ê t r e ouvert

lavaka

ini il/trou!ce//

5 2 . P u i s il d é c o u v r e

le trou en q u e s t i o n

î

(pass.acc. ) + p a r

53. a

inu

natono

atu ( p a s s . a c c . ) + par toi/là dedans//

5 3 . Ah

!que f a i s - t u

là d e d a n s ?

// a h / q u o i / ê t r e

fait

54. a
'

zaho
.

narian jetée
«

ri
1

zukiku,

5 4 . ah

mes

soeurs m'y !

o n t j e t é e , je s u i s

tombée

,/ah/je/Stre lataaka

( p a s s . a c c . ) + p a r / l e s îainées + m e s / lavaka !

d a n s le t r o u

anatin

t o m b é e / i n t é r i e u r !trou \//

- 289

-

1 55. lumei

1 izi

I nandeha

! nanapaka

! vai4

i nazun

// c o u r i r / i l // a l l e r ( a c c . ) s c o u p e r ( a c c . ) / l i a n e / / o b t e n i r t i t i i v/ai ini, nalatsahan anatin (pass.neu.) + par/liane'.cette// être i i lavaka ao i n t é r i e u r ! t r o u / l à // l a n c é (pass.neu.) + par/

56. m i s a n g a v a //se hiss&r

ano (inj.)/toý/ i mitavila i tani i i lameiki

i i 57. famaki diabi

am

namakia

/ / h a c h e ' t o u t e / r e s t e r ( n e u . ) / à ! t e r r e ; / c o u p e r (acc. ) / b o i s * s e c / » i i I r I I ani futun dikan ni antsa muanamisi là-bas (neu.),/ c a r / 3 i g n i f i c a t i o n + de-le i i i i i iu vakivakia ro rue lameiki chant/muanamisi ! i i hoi izi,

c e t t e / / c a s s e r ( in j . ) / i l s ! d e u x / b o i s + s e c ; / d i r e ( n e u . ) / i l / / i « i i ' i muanamisi niuunendro hoi izi, iiuanamisi/etre futun car/être
i i

tués(pass. a c c . ) + par e l l e s / / d i r e
i

(neu.)/il//
t

namunuendro battu

izi

i

amin

i

ni

hatsarani

( p a s s . a c c . ) + p a r / e l l e s / à! l a ! b e a u t é //

58.

zeni

dikan

ni antsa

nazi

iu

f/ c e l a / s i g n i f i c a t i o n - l e I c h a n t ' s i e n !ce // i t avi zeni i baka i i tio i ampanungeni i zeni

59.

ini,

// v e n i r ( n e u . ) / a i n s i / d e ! l à (acc.) ! c e / / f a i r o i l / a i n s i //

m o n t e r (neu.) + p a r

-

290

Il c o u r u t

couper dans

des lianes le t r o u s

; une fois

obtenue

il les lança

Hisse-toi

!

Toutes coupe

les haches

jonchaient

l ' e n d r o i t de le

la bois

car le c h a n t d i s a i t à toutes car elle

: casse-leur ont

sec dessus Muanamisi beauté.

les d e u x , elles leur était

tué en

supérieure

T e l é t a i t le s e n s du c h a n t de

Muanamisi.

E t à ce m o m e n t l à , i l la f i t

remonter.

- 290

-

I 60. zeki /

l navi an

I tanana,

I navi

s o u d a i n / a r r i v e r ( a c c . ) / à !v i l l a g e / a r r i v e r ( a c c . ) / ti, a i i ravuravu i zaho i i i zeni kara zaho pas!

i 61. akori /

comment/cela / ah/ très heureux/je ! ce//comme/je/ne i i i I I I i tsendriki ravuravu, amia hanim tsendriki (inj.)/nourriture/tout i tio

encore : très h e u r e u x / d o n n e r i 62. naluki, / i i nigiagiahini

de

sui

s

c u i r e (acc . ) / ê t r e » '

b u ( p a s s . a c c . ) + p a r e l l e / l à (acc. ) / ' ini

naevuku transpirer

muanamisi

(acc.)/muanamisi!cette/ i ' babandro (pass.acc. ) + par/père + de-elles/ i i matuelai i alan

» i 63. nandrutun /être proclamé

i 64. andanin

i niani

ti,

/ à p a r t i r î a u j o u r d ' h u i / v i e i l l a r d !ce/etre e n l e v é (pass. n e u . ) i i i i i dzaliana nandeha hangala lameiki» ndreo p a r / p a u v r e t é / a l l e r ( a c c . ) t c h e r c h e r (vir. ) / b o i s + s e c / v o i c i /
i i i I I I

riziki

nazi

navi

riziki

nakai

nahita

c h a n c e . ' s i e n n e / a r r i v e r (acc. ) / c h a n c e ! m i e n n e / v o i r ( a c c . ) / > i i i i i i zanakUj andanin niani atsika ati hananu enfant+mon/à i vadiana am partir ! aujourd'hui/nous i i i matuelai iu e n s e m b l e / i c i / f a i r e (vi

/ m a r i a g e / à {'vieillard î c e /

-

293

-

6 0 . Et puis ils

ils r e t o u r n è r e n t

au v i l l a g e

; quand

arrivèrent:

61. Comment jamais manger

! Ah je s u i s h e u r e u x été ! encore

comme

je n<3 vite

3'ai à

! qu'on leur

donne

6 2 . O n f i t la c u i s i n e , i l s se d é s a l t é r è r e n t , M u a n a m i s i é t a i t en transpiration.

6 3 . A l o r s le père

des

jeunes

filles

proclama

s

64. A compter

d e ce j o u r , à ce v i e i l l a r d , ; il a l l a i t c h e r c h e r est arrivée

j'enlève et à

la p a u v r e t é voilà que

du bois sec ; ma chance ; à

sa c h a n c e

moi est d'avoir de c e j o u r nous

retrouvé

ma fille marier.

compter

allons les

- 291

-

I amiaku /être
i

ni
>

I 1 andzarandro chance
t

ro

am

donné (pass.neu.) + par m o i / l a amiaku ni

+ de e u x / e u x / à !

ni aumbi,

andzarandro eux/

les! b o e u f s / ê t r e d o n n é ( p a s s . neu.) + p a r m o i / l a c h a n c e + de i i i i i i ro am t a n i , lei raha nakai diabi sasain

e u x / à ! t e r r e / c e s en q u e s t i o n ! c h o s e s ! m e s ! t o u t e s / ê t r e p a r t a g é i i i mirana fa matuelai ti tsisi (pass.neu.) + par/pareil/car/vieillard! celui-ci/ne i i i i i a r e i k i e f a n fa izi ampangala larneiki pas+y avoir

(neu.)/un/finir(pass.neu. ) + par/mais/il/chercheur! bois+sec/ i i i i i> i tu asani ke, andanin zio ariana diabi seulement/travail + s o n / e t / à partir ! maintenant/argent ! tout/ i i « i i » oindro iro namelun tena iro fivadiana le + l e u r / i l s / f a i r e i hitan vivre(acc.)/corps/ i tseiki ziu t ils/mariage/ i hitan

65. /être

vu(pass.neu.) + p a r / e n f a n t ! i l + c e / ê t r e vu(pass.neu.) + i i • i i i matuelai iu fa zeni tsakafara natoku f a i t ( p a s s . acc.) + par

par/vieillard c e / m a i s / c e l a / v o e u / ê t r e i i zalaibe am tanana ! moi/les gars. nombreux/à ! village/

-

293

-

3 e l e u r donre l e u r terres

chance

avec

des b o e u f s ,

des eux

; je p a r t a g e comme

également mon bien ce v i e i l l a r d il n'en

pour

car un h o m m e p a s , son chercher

existe

travail du b o i s

c'était

simplement

d'allBr d'aujourcela

! eh b i e n à c o m p t e r fortune est à eux époux.

d ' h u i , toute ma ils v i v r o n t , eux

; avec

qui sont

Il a r e t r o u v é vieil homme

l ' e n f a n t , il l'a r e t r o u v é que j'ai

ce fait

e t v o i l à le s o u h a i t vous les gens du

pour eux devant

villagej

- 292

-

66.

» r natondro

i, vadiana

r ini

i nefaj

// ê t r e f a i t ( p a s s . a c c . ) + p a r e u x / m a r i a g e ! c e / f i n i ( a c c I » ! I I I velun lei masikini baka tio, nanana v/ivant/ce en q u e s t i o n ! m e n d i a n t / d e ! l à ( a c c . i / p o s s é d e r ( a c c . t i i i i raha lei m a s i k i n i i z i fa natue fa chose/le mbo encore en q u e s t i o n m e n d i a n t / / i l / d é j à / v i e u x ; / m a i s
i t

nahadindin

tam

dunia

s d u r e r ( a c c . ) / à (acc. ) I v i e / / i i i i i iro ini n d r e i k i niani n d r e i k i
i t t

i 67. nipetraka
i i i

i amarei

// r e s t e r ( a c c . ) / i l s l c e s / e t ! a u j o u r d 1 h u i / e t / d e m a i n / / rebaka ro i n i t s i h e i r o s u aia

m o r t s / i l s ! c e s / ne p a s ! s a v o i r / p a r t i / o ù / / i i 6 0 . tsi anganu anganu i tsi zaho i mavandi

// n e p a s / c o n t e / m e n s o n g e / / ne p a s ! j e / m e n t i r ( n e u . )/f i i fa i r o t a l u h a m a i s / i l s / a v a n t (acc,}/ i i i i ulu t midziali fait(pass.neu.) + par/personne;/ être

69. zeni edi aton y/ainsi/donc/être p a u u r e ( n e u . )//

-

333

-

6 6 . On les maria

; le m e n d i a n t

après

cela

était ce il

r e n d u à la v i e

; il p o s s é d a i t

des biens

mendiant maintenant pouvait rester

et bien que t e m p s en

déjà â g é , vie.

quelques

6 7 . Ils

sont là et a u j o u r d ' h u i ils

et d e m a i n ne

; et saura où

quand ils

seront morts, personne

sont.

6 8 . C e n ' e s t p a s u n c o n t e , un m e n s o n g e pas moi le m e n t e u r mais ceux

; ce

n'est

d'autrefois.

6 9 . V o i l à d o n c ce qui a r r i v a vivait d a n s la misère.

à quelqu'un

qui

- 293

-

- 294 TEXTE i i 1. anganu, anganu /conte ! conte/ ! N° 2 1 . C ' e s t un c o n t e , un c o n t e !

-

2 . nihurnûkumûku r â v u a l à v u , bàna ni n l f i n î / s e lav/er l e s d e n t s ( a c c ^ m o n s i e u r . r a t / é d e n t é e s / l e s ! d e n t s + s e s / i 3 . ni antuku f i ni vuzun i t roviki

2

*

"

0 n 8 i e u r

l e

r a t

s e

l a v / a i t

l e s

d e n t s

»

1 1

é t a i t

édenté

(1).

ni nampalandi

3 . Ce qui a rendu

blanc

le c o u

du r â l e

:

/ l a raison/le ! rendre blanc(acc.)/le! cou/le ! r â l e / ! 4 . nipetraka /être t ! I I tamin f ni andra I areiki 4 . Un j o u r , il y a v a i t m o n s i e u r le râle

radroviki

installé(neu.)/monsieur.râle/à!le!jour!un/ r t i t i boka i antinana 5 . Le grand vent vint, soufflant depuis l'est.

5 . nav/i n i t s i k u b e

nifufufufu

/ v e n i r ( a c c . ) / l e ! v e n t , g r a n d / s o u f f 1 e r ( a c c .) / d e ! 1 ' e s t / i » 6 . nav/i t s i k u t i i i i iu, navi tamin radroviki vers

/ v e n i r ( a c c . ) / v e n t ! c e / v e n i r (acc. ) / à ! m o n s i e u r , r â l e / 6 . Ce v e n t v i n t , il v i n t / i 7. nivulana t tsiku 7 . Le vent i t t i i 8 . maheri ano zalai hoi izi /être fort(neu. )/toi/gars/iire(neu,)/il/ 8. Est-ce i 9. namali t, i radroviki , nombreux 9 . M o n s i e u r le r â l e de r é p o n d r e : c o n t e s s a k a l a v a c o m m e n c e n t p a r ce p r o l - g 2 9 4 o ue. q u e tu e s f o r t , m o n gars -dit-il. parla. monsieur le râle.

/>arler(acc.)/ v e n t /

/•épondre(acc. )/monsieur. r â l e /

I I I I I I 1 0 . maheri aluhano zaho hoi izi

//etre

fort(neu.)/avant+toi/je/dire { n e u . ) / i l / /

i r l i t 11. ari navi ni f a m a l i a n a , navi ni adi / l à - b a s ( n e u . ) / v e n i r ( a c c . ) / l a ! r é p o n s e / v e n i r (acc. ) / l a ! d i s p u t e / i i i radroviki

i 12. namangu /mettre t 13. namangu sa

niadi

f o r c e ( a c c . ) s lut ter ( a c c . ) / m o n s i e u r . r â l e / I hipi i ! ratsiku

/ b a t t r e ( a c c . )/gif f le/le ! m o n s i e u r , v e n t / i 14. torana / i i i radroviki

évanoui/leîmonsieur.râle/ i I I ini, tsisi audi I hafa

i i 15. izi torana /

i l / é v a n o u i / c e / n e pas.y t i t i t m e t i hato i z i , izi kua

avoir(neu.)/médicament!autre/ i i tsi tani futsi pas ! terre ! b l a n c h e /

pouvoir(neu.) : m e t t r e / l u i / si/ne t 16. nangala / i i tani futsi ratsiku,

t i nafitrini

aller chercher(acc. )/terre ! blanche/monsieur. v e n t / e n d u i r e t t i t a m i n n i vuzuft i r a d r o v i k i ( p a s s . a c c . ) + par lui/à !le!cou/le!monsieur+ r a l e /

-

333

-

1 0 . 3e

suis plus fort que

toi,

dit-il.

1 1 . Et là-bas, arriva

la r é p o n s e

; v i n t la

dispute.

12. Monsieur

le râle

se b a t t a i t

de t o u t e s

ses

forces.

13. Monsieur

le v e n t l u i e n v o y a

une

giffle.

14. Monsieur

le râle

s'évanouit.

1 5 . Il é t a i t é v a n o u i d'autre

et on ne p o u v a i t que de la t e r r e

lui

appliquer (1).

médicament

blanche

16. Monsieur

le v e n t alla c h e r c h e r le c o u du

de la râle.

terre

b l a n c h e , ®n e n d u i s i t

i t (1) tani futsi utilisée

"argile blanche"

; elle est sakalava

très du nord. -

d a n s la p h a r m a c o p é e

- 295

17.izi

I

kua

I

efa

'

1

1

vua tani futsi

'

1

ini

A

radroviki,

'

1

//si / d é j à s t o u c h é / t e r r e ! b l a n c h e ! c e t t e / m o n s i e u r .râle// i i tahinana izi ayant sa connaissance/il,/ i ni andra i i i i taluha radroviki i iu m e n a i hatramin

i 18. tamin

z / à ! l e s ! j o u r s iavant ( a c c ^ m o n s i e u r . r â l e ! c e / r o u g e / t l e p u i s i t » i ni futuana navian ni adin ni ratsiku l ' ! é v è n e m e n t / v e n i r ( p a s s . a c c . ) / l a ! d i s p u t e + de/Le! m o n s i e u r , v/en t i i t t i i t ndreiki radroviki misi malandi tamin ni vuzun nazi avec monsieur.râle//y a v o i r / b l a n c / à ! l e ! c o u ! son// i i radroviki i ini e !

i t i 19. izeni ni nampalandi uuzun y/cela / leîrendre

b l a n c ( a c c . )/cou! monsieur . râle/ce/combien//

-

333

-

Quand monsieur

le r â l e

fut enduit

de

cette

terre b l a n c h e , il r e p r i t

connaissance.

A u t r e f o i s , ce r â l e é t a i t dispute de m o n s i e u r

rouge

; depuis

la le

le r â l e a v e c m o n s i e u r cou.

v e n t , il y a du b l a n c sur son

C'est cela qui a rendu monsieur le r â l e !

b l a n c le c o u

de

- 296

-

TEXTE i l i t i 1 , m i s i iro ulu ini nipetraka i taluha,

N0

/ y a v o i r ( n e u . ) / i l s / i e n s ! c e s / ê t r e ( a c c ,)/autre f o i s (acc.)// i i i I I , I nipetraka iro amin ni a m p a n d z a k a , iro n i p e t r a k a ela

ê t r e ( a c c . y i l s / à ! l e ! r o i / . l s / ê t r e (acc.)/ l o n g t e m p s / t i i i 2. nipetrahandro tio, hananu i dzama

/ ê t r e h a b i t é ( p a s s . acc.) + p a r e u x / l à ( a c c ,)//f a i r e (uirt .)/fete i i i n a n i n i a m p a n d z a k a iu sa/le ! roi ! c e / i t i i i i i i réuni

3 . ke n a m u r i ulu d i a b i ulu n a n i

diabi,nauurinini

/et/róunir(acc.)/gens!±ous/gens!siens ! tous/être ( p a s s . a c c . ) + par i i 4 . iro nananu il/

i i l d z a m a a m p a n d z a k a iu

/ i l ^ f a i r e ( a c c . }/fê t e / r o i ! c e / i i i i 5 . k e niv/uri u l u , v u r i t i o , i nanambara

/ e t / s e r é u n i r ( a c c . y g e n s / é u n i s / l à ( a c c . ) / a v e r t i r ( a c c . )/ i i i i i t i m a n a n t a n i , nanambara f a h a t e l u , mamuri ulu d i a b i , m i n i s t r e / a v e r t i r ( a c c ,)/c on se i l l e r / r é u n i r ( a c c . ) / g e n s '.tous/ i i i fa v u r i ulu d i a b i déjà t réunis / gens !tous/ i i i izi iu e!ia ! ensemble/maintenant/combicn/ oui !/

i i i 6. hananu izi atsika

/ a i r e ( virt. )/elle/nous

5 1 . Il y a v a i t a u t r e f o i s tallés, ilsvivaient depuis longtemps. des gens

- 297

-

qui é t a i e n t

insétaient

auprès

du r o i , ils y

2. Alors sa

qu'ils

vivaient

l à , le roi a l l a i t

donner

fête.

3 . Et il r a s s e m b l a il les réunit.

tout le m o n d e , tous ses gens

;

4 . Ils organisaient

la fête

du

roi.

5 . Et les gens furent r é u n i s , rassemblés roi avertit conseiller son p r e m i e r ministre

j le premier tous

et son

; il rassembla

t o u t le m o n d e ,

les gens étaient déjà réunis s

6 . N o u s a l l o n s f a i r e la fête e n s e m b l e d'accord !

maintenant

!

- 297

-

I I I I I 7 . ulu nani izi bakio m i s i , //gens !siens/il/de+là/y i i a m p a n d z a k a iu par i l // r o i ! ce//

I I zinahani vu(acc.)+

avoir ( neu.)// être

i i i 8 . a,misi ulu areiki

i i i tsi ao - hoi izi -

// a h / y a v o i r ( n e u . / p e r s o n n e ! u n e / n e p a s ! là( n e u ,)/dire (neu Ì)/il// i i i i i i i i i i z i k u a t s i a v i i z i e t u , i z a h e i t s i h e f a d z a m a iu si/ne pas ! venir ( neu . J / i l / i c i ^ n o u ^ n e pas ! finir ( virt. )/fête !

cette// i 9. i » t i i iu s h a n , han ! i.ux/de!c e//

avi iro

zahandro, baka

//renir ( n e u . ) / i l s / / ê t r e vu( p a s s . n e u . ) + p a r non/ n o n / / i 10. karazan i i ulu diabi

i i i i fa v u r i e t u , k e a z o v i k u a

//espèce'.gens ! t o u s / d é j à s r é u n i s / i c i / / e t / q u i ' . a u s s i / / ii i t i mua ulu mua tsi ao ao est-ce que/gen^/est-ce i i i h o i a m p a n d z a k a iu dire(neu.)/roi !ce/ i i i i t 1 1 . ani m i s i ulu a r e i k i t s i ao y/là-bas(neu.)/y que/ne pas!là!là//

!

a v o i r ( n e u . ) / p e r s o n n e lune;/ n e p a s M a / /

-

333

-

D e s g e n s à l u i , il y en a v a i t le r o i s ' a p e r ç u t de q u e l q u e

après cela

mais

chose.

A h , il y a u n e p e r s o n n e il, si elle pas faire

q u i n ' e s t p a s ^.à, d i t pourrons

ne v i e n t p a s i c i , n o u s n e fête !

cette

Les gens compte

s'approchèrent

et ils s'en

rendirent

aussi.

Toutes

sortes

de g e n s s o n t d é j à r é u n i s i c i d o n c q u e la p e r s o n n e le roi. qui

;

qui encore est-ce n'est pas là ? dit

L à - b a s , il y a une personne

qui manque

!

- 298

-

12. azovi ? // q u i ? // i 13. tadiavindro r i t b a k a iu

/ / ê t r e cherché(pass.neu.) +par eux/de!ce/ i i i i i m i s i m a t u e v a v i areiki tsi ao
y avoir(neu.)/vieille.femme!une/ne t t i i i i 1 4 . izi' kua t s i a v i etu h o i i z i , /si/ne pas!venir(neu.)/ici/
! I I I

pasîlà/

dire(neu.)/il/

tsi hefa

dzama

atoku fait(pass.neu.)

ne p a s ! f i n i r ( v i r t . ) / f ê t e / ê t r e i i i i ti - hoi izi - a aia tani

c e t t e / d i r e ( n e u . ) / i l / a h '/où/terre/y i izerii ? ce en 15. question/

avoir(neu

i i tadiavindro c h e r c h é ( n e u . ) + par eux/

/ / ê t r e

i i i 1 6 . a , am t a n i z e n i i n i , /ah i !/à terre ! a i n s i / c e t t e / i i i tani misi izi avoir(neu. )/elle/

fulani /une

telle!terre/y

-

333

-

Qui est-ce

?

Ils c h e r c h e n t après femme.

cela

: il manque

une

vieille

Si elle fête que

ne v i e n t p a s i c i , d i t l e r o i , je d o n n e ne p o u r r a avoir lieu

la ; ?

a h , en q u e l e n d r o i t

se t r o u v e

cette

personne

On se m e t à

chercher.

Ah

! elle est à cet endroit, c'est à qu'elle ee trouve.

tel

endroit

- 299

-

1 17. nandeha /

t I » I iro baka i u , nandeha

tam

a l l e r (acc.)/ils/ d e p u i s î c e / a l l e r (acc.)/à (acc.)! i i t t m a t u e v a v i iu t a n i vieille, femme! cette/là-bas (acc.)/

t i i i i 1 8 . n a v i ani iro boka a o , /

i nilaza / d é c l a r e r (acc.y

a r r i v e r ( a c c . ) / l à - b a s ( n e u . ) / i l s / d e !là i i i i t a m i n n i m a t u e v a v i iu /

à (acc .)! l a ! v i e i l l e , f e m m e ! c e t t e i 1 9 . fa m a n a n u / i dzama i ni ampandzaka

i e ; mpandzaka roi/

d é j à s f a i r e (neu.)/ f ê t e / l e ! r o i / c o m b i e n / i i i i mahatsiaruno mikeiki ano se s o u v e n i r de + t o i / a p p e l e r i zaho (neu.)/toi/

i i i i 2 0 . ia - h o i i z i - n a h a r e i n i /

i t - hoi izi -

o u i / d i r e ( n e u . y e l l e / e n t e n d r e (acc.)/je/dire (neu.)/èlle/ i i i i i fa z a h o t s i h a f a k e ; h i t a n o v u (neu.) + p a r t o i /

m a i s / j e / n e p a s / p a r v e n i r (virt.)+combien'./être l i t i t e d i a t e r i k u ti fa zaho tsi

v r a i m e n t / a p p o r t e r (pass.neu.) + m o i / c e t t e / car/je/ne , i i i hafake - hoi izi p a r v e n i r (virt. ) + c o m m e n t ! / d i r e i t 2 1 . n a v i etu /arriver (neu.)/ici/ (neu.)/elle/

pas/

- 3D0

-

17. Des gens partent vieille femme

alors et vont chez

cette

là-bas.

18. Quand

ils arrivent

là-bas,ils

disent à

la

vieille s

1 9 . Le r o i d o n n e i l te

une fête

; i l se s o u v i e n t

de

toi,

demande.

20. Oui dit-elle, j'ai entendu ne peux p a s ! vous pas

dit-elle, mais

je car

voyez vraiment, portez-moi seule ! dit-elle.

je n ' y p a r v i e n s

2 1 . Ils étaient venus

là.

- 300

-

I I I I I I I 2 2 . nitnpudi i r o b o k a a t u , b o k a a o n a h a t i t r i / r e t o u r n e r (acc. ) / i l s / d e ! i c i / d e ! l à / r a p p o r t e r (acc.)/ i i i i rapor amin ni ampandzaka ani r a p p o r t / à !le ! r o i / l à - b a s (neu.)//
i i i I I I

2 3 . ao - h o i izi - m a t u e v a v i z/là/

zeni

e question/combien/

d i r e (neu. ) / i l / v i e i l l e . f e m m e ! c e t t e en i i fa i z i t s i a f a k a p a s ! p a r v e n i r (neu. ) /

mais/elle/ne

» i 2 4 . t s i a f a k a ? ia ! / n e p a s ! p a r v e n i r (neu. ) / o u i / i i i i a , izi kua izi tsi afaka ah / i i zeni

25. /

kara

ks

s i / e l l e / n e p a s î p a r v e n i r (neu. ) / c o m m e ! c e l a / e t / i i i i i ndrei ambesa, ambesanaro matsiru f o i s / l a i s s e r ( i n j . ) / l a i s s e r (in j . )+ v o u s / e x c e l l e n c e ! i i i i i izi ani c h e r c h e r (virt. ) + v o u s / e l l e / l à - b a s /

une

n a k a i ke h a n g a l a n a r o m o n / e t / aller 26. zeni ? e e ! /cela ? / o u i ]//

i i i i 2 7 . rosu fehitri sambarivu, nandeha

i nangala

/ p a r t i s / g u e r r i e r s î e s c l a v e s / a l l e r (acc.) : c h e r c h e r (acc.)/ i t i i i i i i l a u l u i n i , n a n d e h a n a n g a l a l e i m a t u e v a v i iu personne ! c e t t e / a l l e r ( a c c . ) t chercher (acc.)/cette vieille.femme ! c e t t e / en question!

-333-

Ils r e n t r è r e n t , ramenant au roi s

de l à - b a s

un

rappcn

C'est

là q u ' e s t

la v i e i l l e

femme toute

en

question

mais elle

ne p e u t p a s v e n i r

seule.

Elle ne peut

pas ? non

!

A h , si e l l e nouveau allez

ne p e u t v r a i m e n t

pas, alors

de et

laissez, laissez là-bas

mon excellence !

la c h e r c h e r

On fait comme

cela ? oui

!

Guerriers et ils partirent

esclaves royaux chercher cette la v i e i l l e

s'en

allèrent, ils

personne, femme. - 301

allaient chercher

-

I

l

I

I

I

2 8 . navi ani, andesindro

izi

lei apporté ( pass . n e u . ) + p a r eux/

/ è r r i v a r (acc. ) / l à - b a s / / ê t r e i i i m a n a n g i baka tao lui/cette i 29. zeki

en q u e s t i o n ! f e m m e / d e ! l a / /

i navi

// d è s q u e / a r r i v e r (acc.)// i 30. navi i izi ? i ia

// a r r i v e r (acc. ) / e l l e / / o u i / / i t i » 3 1 . i z i k u a fa n a v i , a t s i k a
t i t

i handeha

y / s ^ / d é j à : a r r i v e r (acc. ) / / n o u s e n s e m b l e / a l l e r ( v i r t . ) % hananu dzama iu

f a i r e (vi rt.

)/f ê t e ! c e t t e / / t i dzama iu, i nefa

i i t 3 2 . avi iro nananu

y / a r r i v e r ( n e u . ) / i l s / / f a i r e ( a c c . )/f ê t e ! c e t t e / / f i n i e (acc . ) / i i i i lei dzama iu, tumbu cette en q u e s t i o n ! f ê t e ! c e t t e / / a c h e v é e / / i fa t u m b u i i i u , ke

i t i 3 3 . d z a m a iu k u a

baka

//fête! cette/dès que/déjà s achevée/de i i i i i i izi iri baka am tani misi izi

c e / / et/

e l l e ! l à - b a s (très l o i n ) / d e p u i s ! à ! t e r r e / y i i iuv naleindro cette/être e n l e v é e (p. a c c . ) + p a r eux/

a v o i r (neu. ) / e l l e !

-

333

-

Arrivés

l à - b a s , ils la

ramenèrent.

A peine

étaient-ils

revenus

Elle

est a r r i v é e ? Oui

!

Puisqu'elle la fête.

est là, nous pouvons

commencer

Ils v i e n n e n t , ils f o n t la f ê t e prend fin, elle est achevée.

;

celle-ci

Q u a n d la l'endroit

fête est achevée

après cela, l'enlève.

de

où e l l e é t a i t , on

- 302

-

I I I t 1 3 4 . k e dzarna iu k u a t u m b u , k e i z i

I I nifontriankandro

/ è t / f ê t e ! c e t t e / d è s que ! a c h e v é e / e t / e l l e / a s p e r g e r (pass. i » i i i i ini, n g i a h i n d r o , losu iro d i a b i , a c c . ) + p a r e u x / c e t t ^ / ê t r e a b a n d o n n é e (acc.) + p a r e u x / î a r t i s / i l s ! i i i i i i i i t a v e l a m a t u e v a v i iu n d r e i k i i z i m a t i e o , t o u s / r e s t é e / v i e i l l e , femme î c e t t e / alors/elle/mourir i i i i i m a t u e v a v i iu t a v e l a e o ! vieille,femme ! cette/restée/là/
i i i i i

(neu.)/là/

3 5 . ke l a n i f a n a i

zaho, tsi heiku

izi, moi/elle/

/ ê t / éIt o n n éI j e / il i a s î ê t r e c o n n u ( p a s s . n e u . ) + p a r / e p t ! m a t u e v a v i m a t i eo asa m i s i ni v i e i l l e . f e m m e / m o u r i r (neu . ) / Î à / > e u t - ê t r e / y i i i i m a h e i a t s i k a , asa t s i s i

a v o i r (neu.)/les !

connaître(neu,)/fious e n s e m b l e / p e u t - ê t r e / n e i i i i n i m a h e i a t s i k a , iu t s i h e i k u ! 1ns ! connaître neu.) + par (neu.)/nous ensemble/fcela / n e

pas!y

a v o i r (neu.)/

paslêtre

su (pass.

moi/ i i i i i i u , d z a m a iu k u a t u m b u , queîachevée/

i i 3 6 . ke m a t u e v a v i

/ e t / v i e i l l e . f e m m e ! c e t t e / fête! cette/dès t i i i t i n g i a h i n d r o eo m a t u e v a v i n d r e i k i
i i i i i i

ê t r e q u i t t é (acc.) + p a r e u x / l à / v i e i l l e , f e m m e / a l o r s / m o u r i r nati eo, izi tsi naterindro (acc.)/4ày^èlle/ne p a s î ê t r e t t nipetrahani / am tani terre

emmenée (pass.acu) + par eux/à

être habitée(pass.acc.) + par

elle

/

D è s que la fête est a c h e v é e , ils

333

-

l'aspergent tous y ;

d ' e a u , i l s la q u i t t e n t , i l s s ' e n v o n t cette vieille femme reste

là et p u i s e l l e

m e u r t , la v i e i l l e

femme

abandonnée.

E t m o i j e s u i s é t o n n é , je n e l a c o n n a i s vieille, morte là ! peut-être il y en

pas

cette

a-t-il que pas !

p a r m i n o u s q u i la c o n n a i s s o n s , p e u t - ê t r e personne

ne l a c o n n a î t , m o i je ne l a c o n n a i s

Et cette

vieille

f e m m e , la f ê t e une

fois

achevée, là ; ils

i l s la l a i s s e n t l a v i e i l l e e t e l l e m e u r t ne la r a m è n e n t p a s à l ' e n d r o i t où e l l e

habitait.

- 303

-

I

I

I

37-

i z i tafii

naleindro, eux/

/ / e l l e / l h - b a s ( a c c . ^ t r e e n l e v é e ( p a s s . acc,)+ p a r » i i t t i i tumbu kua dzama iu, izi nambelandro
achevée ! aussi / f ê t e î c e t t e / i i e o , ke nefa par e u x / l à / i t r e fini (acc.)/ i tumbu felle/être

l a i s s é e (pass.acc.) +

I I I i i i 3 8 . i z i k u a i z i t s i n a v i , d z a m a iu t s i /si/elle/ne

p a s v e n i r (acc , ) / f ê t e ! c e t t e / n e

pasîachevée/

i i 3 9 . iu k o r a n e ! / c e l a / l 1 h i s t o i r e / c o m m e n t './ i 40. motru /'eu/cela i iu ? ?/ ! !/ i marifìi,

(1)

4 1 . ah ? motru

/ s o m m e n t ? / feu

t i 4 2 . tukuni meti ni

/ / a p e u p r è s / p o u v o i r (neu.) /Le ! ê t r e v r a i (neu.)/ t i a izi marini
ah ! / i l / § t r e vrai (neu.)/

(1) à compter auditeurs

de c e m o m e n t p r é c i s proposent

d e la d e v i n e t t e , au p r o b l è m e

les posé.

leur solution

- 304

-

3 7 . Ils l'ont e n l e v é e

là-bas

; la f ê t e u n e là et c'est

fois fini.

a c h e v é e , ils l'abandonnent

38. Mais

si e l l e n ' é t a i t p a s v e n u e , l a lieu.

fête

n'aurait

p a s eu

39. Voilà l'histoire

!

4 0 . Est-ce

que c'est le feu ?

4 1 . Comment ? le feu

!

42. C'est peut-être ponse vraie.

bien

v r a i , ah o u i c ' e s t

la

ré-

-

304

TEXTE i i i 1 . misi tani iu, / y avoir(neu i duani royal/

.)/terre ! c e t t e / domaine ni ampandzaka

r i » 2 . duani iu, tanana

i i i anabunabun

/ d o m a i n e r o y a l ! c e / v i l l a g e !le ! r o i / u n p e u a u - d e s s u s + d e ! • i i i i i bungu kara kara sadravei atu mizaha montagne/comme ! comme !sadravei/ici/ regarder(neu.)/ ' '„ • i r a n u m a s i n i k a r a iu eau.sacrée/comme ! c e l a / t 3 . ke ampandzaka i i iu g i l a , i gila

/ e t / r o i .'ce/borgneîborgne/ i t 4 . izi manana andevu i i maru, i manana

/ i l / p o s s é d e r ( n e u . ) / e se l a v e s ! n o m b r e u x / p o s s é d e r ( n e u . ) / t i i i i zaka maru diabi, manana nani choses ! nombreuses ! t o u t e s / posséder(neu.)/sien/ i miantsa

i i i i » 5 . ke n d r e i n d r e i m i s i ulu m a h e i

/ e t / p u i s / y avoir(neu. )/personney^avoir(neu. ) s chanter(neu i i i i t i i i a n g a n u , a n g a n u a n a r a n l e i l a i m a h e i m i a n t s a iu Anganu/Anganu/nom/homme/savoir(neu.) i 6 . ke m i d z u t s u / I , i i i am p a s i iu m a r u v a v i n a n i í chanter(neu.)/ce

i areiki,

et/descendre(neu.)/à! sable ! c e / s u i v a n t e ! s i e n n e ! u n e / i i nahita anganu /

voir(acc.)/anganu

ì
1 . Il y a v a i t c e t t e t e r r e , ce v i l l a g e

-

333

-

royal

;

2 . ce v i l l a g e sur

était

c e l u i du r o i

; il é t a i t

situé

une coll ine

semblable

a celle

o ù e s t S a d r a v e i (1 ) ;

ici, regardant

l a m e r d e la m ê m e m a n i è r e

3 . et le r o i é t a i t b o r g n e ,

borgne.

4 . Il p o s s é d a i t

de n o m b r e u x

e s c l a v e s , il

possédait étaient

de très n o m b r e u s e s c h o s e s , bien les siennes.

des choses

5 . Et p u i s il y a v a i t chanter ; Anganu

un h o m m e A n g a n u le nom du

(2) qui

savait

c'était

chanteur.

6 . En d e s c e n d a n t

sur la p l a g e , une des s u i v a n t e s *

du

roi aperçut Anganu

(1) N o m d'un l i e u - d i t s u r la c ô t e N o r d - E s t de N o s y - B e . (2) Anganu signifie " c o n t e " , mais aussi " m e n s o n g e " . - 305 -

I

I

7 . a navi anganu

? ?/ i zaho !

/ a h / a r r i v e r (acc. )/Anganu • i i 8 . a ia h o i a n g a n u i i iu?navi

/al/oui/iire(neu.)/Anganu! ce/irriver(acc. ) / j e / i 9. a atsika /èh/nous i ^ i handeha anatin i ampandzaka i ani, (neu.)/

ensemble/aller(virt.)/dans!roi/là-bas i misoma

/jouer(neu.)/ • i i i i i i 1 0 . a zaho a n g a n u , h i t a n o s i k i n a k a i ti e,

/ / a h / j e Anganu/voir(pass.neu. ) +tu//êtement ! mien ! celui-là/ i i i t v u a b o r i , z a h o t s i s i k i fa z a h o t s i
combien/tach^/je/ne pas ! vêtement/iais/je/ne i i i i i i m a h a s a k i m a n d e h a amin ni ulu m a r u ao pas!

o s e r ( n e u . ) i a l l e r ( n 8 u . ) / c h e z ! les! g e n s ! n o m b r e u x / i c i ( n e u ) / i 11. nilumei i i i i lei maruvavi areiki i iu

/ o u r i r ( a c c . ) / c e t t e en q u e s t i o n [suivante! u n e / c e t t e i i i mahatunu ampandzaka tari prévenir(neu.)/roi/là-bas non visible(acc.)/

7 . A h , te v o i l à A n g a n u ?

333

-

8 . A h o u i , d i t A n g a n u , je s u i s a r r i v é

!

9. Ah, allons là-bas pour

ensemble jouer.

chez

le

roi

1 0 . A h , moi A n g a n u , tu as vu mon v ê t e m e n t h e i n , est taché ; comme je n ' a i p a s de v ê t e m e n t , auprès des nombreuses

il je

n ' o s e pas me

rendre là.

per-

sonnes qui sont

1 1 . La s u i v a n t e

courut

prévenir

le r o i

là-bas.

- 306

-

I 12. ampandzaka /rci/Ç

I J I I 1 1 misi leilai mahei misoma ao,

avoir(neu.)/homme/èavoir(neu.) : jouer(neu.)/là/ i i i t i t m a h e i m i a n t s a anganu a n a r a n i , ke i t s i s i ^ ^

sav/oir(neu. ) : c h a n t e r ( n e u . ) / A n g a n u / n o m + d e - * - u ; i / e y m a n q u e r ( n e u . )/ i i i l i t l a m b a z e n i ke h a n d e h a h a t o a t s i k a h e v i t r i pagne/a insi/êt/aller(virt.)sfaire(virt.)/ensemble/réflexion/ l i t i i i i a m p a n u n g a izi t e t u , baka m i s o m a an d u a n i ti etu faire monter ( n e u . ) / i l / i c i ( a c c . ) / d e l à / j o u e r ( n e u . ) / à Ivillage (neu.)/ i i i izi kua mananu t i kara zeni

royal !c3lui-ci/ici

i i i 1 3 . o ia h o i a m p a n d z a k a

// o / o u i / i i r e ( n e u . ) / r o i / è i / f a i r e ( n e u . ) / c o m m e ! a i n s i / i i i diasa mangala lamba attendre(inj.)/ chercher(neu. )/pagne/

i i i i 14. nangala kitambi areiki, akandzu

» i i areiki, kufia areiki,

/Chercher(acc.)/pagne! un/vêtement !un/chapeau!un/ • i i t i i t nampandesini maruvavi nani iu, nidzutsu faire e m p o r t e r ( a c c . ) + i l / f e u i v a n t e ! sa ! c e t t e / j e s c e n d r e ( a c c . ) / • i i i i a m i n n i a n g a n u iu a m b a n iu bas'ce/

à ! le ! A n g a n u ! c e / e n

• i i i t i 1 5 . n a v i ao n i s i k i n i a n g a n u i u , n a n u n g a /èrriver (acc.)/là/ s1habiller(acc.)/Anganu!ce/nonter • r f a n a t i n d u a n i iu (acc.)/dans'village royalîce/

1 2 . Oh roi fitef ! il y a là un h o m m e qui sait est

333 faire

la il

qui sait chanter ; Anganu et il f a u d r a i t ici

son nom m a i s réflé-

n'a pas de linge

que nous

c h i s s i o n s à le f a i r e m o n t e r on s ' a m u s e r a i t au v i l l a g e

; de cette !

façon,

royal

1 3 . Oh o u i , dit le r o i , s i on f a i t c o m m e a t t e n d s , je v a i s chercher un pagne.

cela

,

1 4 . Il a l l a chapeau celle-ci

chercher qu'il

un p a g n e , un v ê t e m e n t

et

un ;

fit emporter

p a r sa s u i v a n t e bas.

descendit

vers A n g a n u , en

15. Quand elle arriva m o n t a au v i l l a g e

là, Anganu royal.

s'habilla

et

- 307

-

I

l

I

I

16. nipetrakaro

am p a n t s i n a

ari, réunion/là-

y^être i n s t a l l é ( p a s s . a c c . ) + i l s / à ! s a l l e d e i i i i i i namori maruvavi nani diabi, namori

bas(neu. )/téunir(acc. )/suivantesIses!toutes/réunir(acc.)/ i , I i i ulu anatin duani iu royal !ce/ i i iu i r o , i navi

personnes/dansîvillage i i 1 7 . n i v u r i am p a n t s i n a

/ / k e r é u n i r ( a c c . ) / à isalle de i i anganu miantsa
A n g a n u / c h a n t e r ( n e u . )// i 18. namangu

réunion!cette/eux//enir(acc.)/

i i i i i i anganu miantsa, lanifanai ampandzaka iu. !ce/

/É)attre(acc.)/Anganu/chanter(neu. ) / é t o n n é / r o i i i 19. a mahei miantsa i ankitini

/ a h / savoir(neu.) t chanter(neu.yvraiment/ i i i 20. donku misi anatin t lera i i lera

rue

/jeut-etre/y avoir(neu.yà i i i telu anganu miantsa

1 ' i n t é r i e u r !heures!deux! h e u r e s !

trois/ Anganu/chanter(neu. ) / i i 2 1 . ke a n g a n u m i h i n a i bakosko, » navi venir(acc.)/

^ét/Anganu/manger(neu.)/tabac/

1 6 . Ils é t a i e n t d a n s la s a l l e de r é u n i o n toutes sea suivantes royal.

333

roi que

: le ainsi

avait rassemblé tous ses gens

d a n s le v i l l a g e

1 7 . Ils étaient quand Anganu

réunis arriva

d a n s la s a l l e de en chantant.

réunion

18. Anganu chantait étonné.

à pleine

voix

; le r o i

était

1 9 . A h , v r a i m e n t , il sait chanter

!

2 0 . Anganu heures

chanta durant.

peut-être

deux, peut-être

trois

21.

Anganu

étant

fumeur, s'approcha

s

- 308

-

i t 2 2 . amia bakosko i tsi hendriki, t zaho

333

-

2 2 . Qu'on me donne fume

v i t e du t a b a c pour Anganu.

que

je

le

/jonner(inj.)/tabac/tout « i t > i h a n i k u h o i a n g a n u iu

de s u i t e / j e /

! dit notre

être mangé(pass.virt.) + p a r i , 1 23. navi namiandro //jenir ( a c c . ) / ê t r e Anganu! c e / I ( 2 4 . baka mihinana I lubaka 1 bakosko

moi/lire ( neu.)/Anganu!ce/ i iu

i i iu a n g a n u

2 3 . On lui apporta

du

tabac.

d o n n é ( p a s s . a c c . ) + par eux/tabac! ce/

I I ini miantsa

24. Après avoir à nouveau.

fumé

sa c i g a r e t t e , A n g a n u

chanta

/ d s / manger(neu.)/ cigarette! c e t t e / c h a n t e r ( n e u . )/ t i ndreiki anganu encore/Anganu/ i 25. namangu i anganu i miantsa

25. Anganu

chantait à pleine

voix.

/battre(acc.)/ Anganu/chanter(neu. ) / i i 26. a hoi anganu i i i i z a h o mary|a£aka l a l a n a h o i (neu.)/

2 6 . A h , d i t A n g a n u , je d e m a n d e sortir car je v a i s cracher.

l'autorisation

de

/ à h / dire(neu. )/Anganu//ffemander(neu.)/chemin/dire «nganu fa h a n d e h a handrura

Anganu/fcar/aller(virt. ) s c r a c h e r ( v i r t . ) / i 27. mivulana i ampandzaka i iu

2 7 . Le roi parla

:

/>arler(neu. )/roi!ce/

- 309

-

I I 2 8 . ano tsi mahazu

I I mandehas

I zaho ampandzaka

be

/ t u / n e p a s o b t e n i r ( n e u . ) s a l l e r ( n e u . )y/je/roi! g r a n d / i i it e t u ; l e r a t s i t i a n o e t u fu i o i ^ n e u . )//V h e u r e / n e
i i i

pas !aimsr(neu. ) + toi/ici(neu. )/seulement//
i i

andrura

! hoi nivulana

ampandzaka

ini

cracher(inj.)//dire (neu.) : parler(acc.)/roilce(visible)// i i 2 9 . ifii a m p a n d z a k a ? e e !

// c e ( v i s i b l e ) / r o i ? / / o u i ! o u i \// i i 30. navi narura I ni anganu I I iu a m f a n e n t i i ampandzaka

//enir(acc.)/fcracher(acc.)/le! Anganu! ce/à! oeil! roi! i i i i g i l a i u , l u b a k a iu borgne !ce/cigarette! cette// i i 31. naruran i tio

//être

c r a c h é ( p a s s . a c c . ) + p a r / l à ( a c c . )//

i i i i i 3 2 . pa ! h o i r a n g a i d i a b i m a n a n t a n i d i a b i , // pa/ÍJire(neu. ) / c o n s e i l l e r s 'tous/ministres î t o u s / i t akori ti, sambora ! qu'est-ce q u e / c e l a / / s a i s i r ( in j . )// ! ini I s fanenti nakai I I nandeha

I l I 3 3 . lafìifanai a m p a n d z a k a

// é t o n n é / r o i ! c e ( v i s i b l e ) / i ) e i l ! m o n / a l l e r ( a c c ) s i nandrura c r a c h e r ( a c c . )//

Tu n ' a s p a s l e d r o i t de p a r t i r souverain plus suprême ici j quand

333

le

; c'est moi tu n e t e roi.

plairas

ici, crache,c'est

t o u t d i t le

C'est

comme cela, roi ? oui

!

Anganu

s'approcha

et cracha ;

sa c i g a r e t t e

dans

l ' o e i l b o r g n e du r o i

Il c r a c h a

!

Comment

s'écrièrent tous les conseillers que cela ? Qu'on le

et

ministres, qu'est-ce saisisse !

Le roi était

très étonné !"

i"c'est

sur mon

oeil

qu'il a été cracher

- 310

-

I

l

I

,

I l tadi

I anganu eux/

34. betibetiki

tio nivorandro

/{.rès

vite/là(acc.)/être

attaché(pass.acc.)+ par

l i e n / A n g a n u // t i 35. akori mananu i kara ti ?

// p o u r q u o i / a g i r ( n e u . ) / c o m m e ! c e l a // i i 36.e e zaho nangataka i lalana t i amiani, pas! être donné(neu.) + par l u i /

tsi

/ah/je/demander(acc,)/chemin//ne i i I I ke lei raha tsi tiano

e t / c e t t e en q u e s t i o n ! c h o s e / n e p a s ! a i m e r ( p a s s . n e u ) + t o ^ / i i t i andrura ; tsi tiaku boka fanenti c r a c h e r ( i n j . )/ie pas! aimer(pass.neu.) + m o i / e h b i e n / o e i l i i i i i n i a m p a n d z a k a g i l a iu ; e n a n d r u r a k u le ! r o i ! b o r g n e ! c e / / e h / ê t r e
! I l

c r a c h é ( p a s s . a c c . ) + par
I I I

moi/

37. a a nivulana /

ampandzaka

iu, o atova

am d o b u

vatu

non/parler (acc. )/roi ! c e / / o/mettre(inj.)/à! c o u l é e . p i e r r e / i i tio n i v o r a n d r o l i anganu t iu,

I I 38. betibetiki /très

v i t e / l à ( a c c . )/être a t t a c h é ( p a s s . a c u ) + p a r e u x / A n g a n u ! c e / • t i i i t i i anatin guni nadzutsuro am p a s i iu

napidirindro être

introduit ( pass.acc.) + p a r

eux/intérieur ! sac/descendre

(acc. )/ils/à! sable ! c e / /

Peu de t e m p s a p r è s c e l a , on f i c e l a

333

-

Anganu.

Pourquoi

agir

comme

cela

?

Ah ! j ' a i d e m a n d é donné

le p a s s a g e , on ne me l'a Î crache sur ce que tu

pas

; on m'a dit

n'aimes pas

; eh b i e n

c o m m e m o i je n ' a i m e

pas

l ' o e i l de ce r o i b o r g n e , j ' a i c r a c h é

dessus.

A l o r s , d i t le r o i , m e t t e z - l u i l a p i e r r e

qui

noie

Très

vite, Anganu

se r e t r o u v a descendit

ficelé,

enfermé

d a n s un s a c q u ' o n

sur la

plage.

P i e r r e q u e l ' o n f i x a i t au cou les noyer.

des o p p o s a n t s

pour

- 311

-

I

,

1

I

I

39. miambini

j boka m i h i n a n a , handeha

hananu

/ ^ t t e n d r e ( n e u . )/ie ! manger ( n e u . ) / a l l e r ( v i r t . ) îfaire/ i t i i i i i i d o b u v a t u a n g a n u i u ; k e a n g a n u iu a m b a n i a o noyée.pierre/Anganu! c e / e t / Anganu!ce/en i i i I I I i 4 0 . navi silamu zeni baka ao, izi nandeha basilà/

am

y ^ r r i v e r ( a c c .^/musulman ! a i n s i / d e p u i a ! l à / i l / a l l e r ( a c c . )/à ! i i i t i i i i butri n a n i , fenu lamba, s a v o n o , g a s i , r a h a d i a b i boutre!sien/ ' anatin plein!tissus!savon!petrole/choses!toutes/ 1 ' butri iu

intérieur! boutre! c e / / 4 1 . ke i i i izi n i t u d i am t a f i a n a i iu, i tsisi pas+ y a v o i r ( n e u . ) /

z ^ é t / i l / r e n t r e r i a c c . )/à! port! c e / i e i i ulu mahita personne/voir(neu. ) / i i i i z i iu a n g a n u i i iu z e n i

4 2 . ke

i nitumani question/pleurer(acc.)/

/it/maintenant/Anganu!ce!en i i i i 4 3 . avi lei tumpun butri t iu,

/ / j e nir(neu.)/ce i i i
lei silamu

en question! propriétaire t nihontsaka

!

boutreîce/

ini,

c e e n q u e s t i o n ! m u s u l m a n '.ce/ d é b a r q u e r ( a c c . ) / 44. a i naninu i i ano zalai ?

/ah/être

q u o i ( a c c . ) / t u / g a r s 'i//

-

333 -

On

attendait ; après avoir

m a n g é , on

irait serait

m e t t r e "la sous

pierre qui noie"à Anganu

; et il

l'eau.

E t p u i s un m u s u l m a n goélette chargée chargée de t o u t e s de

a r r iv a

; il a r r i v a i t

sur

sa

t i s su s , s a v o n , choses.

pétrole,

s o r t e s de

Il r e n t r a i t

d a n s le p o r t , p e r s o n n e

n e le

voyait.

A ce m o m e n t - l à , A n g a n u

se m i t à

pleurer.

Le p r o p r i é t a i r e question vint à

du b o u t r e , l e m u s u l m a n débarquer.

en

Ah, que

t'est-il

arrivé mon

gars ? - 312 -

I

I

I

I

1

4 5 . a zaho

tsi tia h a n a m b a d i

zanaka

ampandzaka

//ah/je/ne p a s î a i m e r : é p o u s e r ( v i r t . ) / e n f a n t ! r o i / t i i i i zaho tsi m a h e f a , zaho andevundro ! /je/ne pas! v o u l o i r ( n e u . ) / j e / e s c l a v e + d e + e u x i zalai ? / i i ampandzakabe !/

.» 46. naninu

g o m m e n t (acc. )/gars • 4 7 . zaho /je/ne

i i i tsi tia m a n a m b a d i zanaka

pasîaimer s épouser(neu.)/enfant!roi+grand/ i i i i i f u , ke a n d e v u n d r o , ke zaho z a l a i tsi m a h e f a pas!vouloir(neu.]

s e u l e m e n t / e t ^ s c i a v e +de + e u x / e ^ j e / g a r s / n e i i i i i i i i 4 8 . a izi kua kara zeni hoi silamu ini, ano
/

suavâ

/ h / s i / c o m m e ! a i n s i / l i r e ( n e u . ) m u s u l m a n ! c e / t u / s o r t i r ( in j . ) • i i izi kua zeni / si/ainsi/ i i i i i kara zeni hoi anganu iu, !ce/

i i i 4 9 . a izi kua mananu

/ih/si/faire(neu.)/comme!ainsi/jire(neu.)/Anganu i t suara zaho remplacer(inj.)/je/ t i t i i i t 5 0 . nivarifîi s i l a m u i n i , g u n i i n i , s a f e m i d i t r i /saisir(acc.ymusulman! ce/sac! c e / ç a i i i ao silamu ini in/musulman !ce/

fait/pénétrer(neu^

4 5 . A h , je n e v e u x pas épouser la f i l l e du

333

-

roi, !

je n e l e s o u h a i t e

p a s , je s u i s l e u r

esclave

46. Que

dis-tu

mon

gars

?

4 7 . De n'ai pas envie suprême c'est tout

d'épouser

la

fille

du s a u v e r a alors

i

; je s u i s leur e s c l a v e gars que je n e v e u x

c ' e s t p o u r c la m o n

pas.

h
4 8 . A h , si c'est comme cela - d i t le m u s u l m a n sors

4 9 . A h , s i je s o ? s

-dit Anganu-

remplace-moi

!

5 0 . Le m u s u l m a n

ie s a i s i t

du sac

y

pénétra.

- 313 -

- 304 ? i i i 51. nandeha lavitri anganu ini // p a r t i r ( a c c . ) / l o i n / A n g a n u !ce // i 52. e nahazu i i i i anganu butri ini e , rosu i anganu, 52. Anganu s'était emparé de la g o é l e t t e restait... ; il

-

51. Anganu

était

déjà

loin.

était

// e n / o b t e n i r ( a c c . ) / A n g a n u / g o é l e t t e ! c e t t e / c o m b i e n / ) a r t i / A n g a n u / i i i i tavela silamulai iu r e s t é / m u s u l m a n . m ê l e !ce // i i i 53. refini baka mihina i i i i iro, navi baka ari,

parti Anganu, le musulman

53. Après avoir mangé, ils descendirent pressons, pressons Anganu. ! car ils a l l a i e n t

: pressons, noyer

// a p r è s / d e ! m a n g e r ( n e u . ) / i l s / v e n i r ( a c c . ) / d e ! l à - b a s ( n e u . )// i i i i i i i t nidzutsu iro baka a o , a l o , a l o , alo futuni descendre(acc.)/ils/de!là(neu. J/dlons/tllons/^àllons/ car/ i i i i i handeha hananu dobu vatu anganu i masisi, a l l e r ( v i r t . ) s f a i r e ( v i r t . ) / n o y é e . p i e r r e / A n g a n u // i t i i i i i i 5 4 . izi navi a o , heino ulu maru m i s i

5 4 . Ce qui arriva g e n s en c o l è r e

; v o u s savez ce que

sont

des

// i l / v e n i r ( a c c . ) / l à / : o n n a î t r e ( p a s s . n e u . ) + t o i / p e r s o n n e s ! n o m breuses/y avoir(neu.)/colère/ i t i i i i izi anatin guni vanguendro kubei lui/à
i

s lui à l'intérieur d'un bâton.

de son

sac,

ils le f r a p p è r e n t

11 intérieur ! sac/battre( pass. neu.) + p a r
i i i i i

eux/bâton/

55. o basi

zaho meti manambadi

zanaka

ampandzaka

!

5 5 . Oh ça s u f f i t , j ' a c c e p t e roi î 5 6 . Ah ! q u ' e s t - c e que

d'épouser

la

fille

du

// o h / j e / p o u v o i r ( n e u . ) : é p o u s e r ( n e u . ) / e n f a n t ! r o i / i 56. a naninu // a h / f a i r e i hoi i iro /

tu a s d i t ,

demandent-ils.

q u o i ( a c c . ) / dire(neu. )/ils

-

314

I

I

I

I

I

I

57. basi

zaho meti manambadi

zanaka

ampandzaka

!

/ à s s e z / j e / p o u v o i r ( n e u . ) s é p o u s e r (neu . ^ e n f a n t ! r o i / i i i 5 8 . zaha kua anganu i ti mananu i silamu i kua (neu.ymusulman/aussi/

/ r e g a r d e r ( in j . y a u s s i / A n g a n u ! c e / f a i r e • t hoi izi dire(neu.)/ i l / I I 59. aia zanaka ampandzaka i t i

v/adino ?

/ o ù / enfant! r o i / é p o u s e +tor/ I I i i i i 6 0 . o z a h o m e t i k e fa z a h o k a z a v u n u a n a r o / o h / je/pouvoir(neu.yet/nais/je/ne
i i I I

pas(inj.)!tuer(pass.neu.) +
I I

fa z a h o m e t i m a n a m b a d i +par

zanaka

ampandzaka

iu

v o u s / c a r / j e / p o u v o i r ( n e u . ) s épouser(neu.)/4nfant! roi! c e / i i manambadi zanaka i ampandzaka

i i i i 6 1 . aia hoi iro mandeha /

o ù / d i r e ( n e u . )/il8yýèller(neu.) î é p o u s e r ( n e u . y e n f a n t | r o i / • i i i e e m a t i a n i n a n d r a fa v a t y a a n o ! ah/mourir ( n e u . / a u jour d 1 h u i / l é j à/en f e r m é / t u / t i i i laka, andesindro navi

/ah

i i i 62. navarindro anatin

/jeter(pass.acc.)+ par eux/intérieur «pirogue/être emporté t i i i t navi ambuni ari, nalatsakandro (pass.neu.) + par eux//enir(acc.)/én haut!là-bas/être lancé + * ' * (P.acc.) tao silamulai ini par eux/là(acc.ymusulman.mâle!ce/

- 315

-

57. Assez, j'accepte

d'épouser

la

fille

du r o i

!

58. Regardez musulman

donc cet Anganu (1) ! dit

qui maintenant

fait

le

quelqu'un.

5 9 . Où e s t - e l l e

la f i l l e

du r o i , t o n é p o u s e

?

60. 3'accepte l'épouser

; alors ne me tuez pas car cette fille de roi !

je

peux

61. Comment, disent-ils, épouser n o n , non aujourd'hui enfermé !

la f i l l e

du r o i

;

tu v a s m o u r i r , tu e s

déjà

62. Après qu'ils l'eurent l'emportèrent

jeté dans une p i r o g u e , (2), ils

ils

; a r r i v é s au l a r g e musulman.

lais-

s è r e n t t o m b e r là le

(1) C'est une allusion aux mariages des aristocrates sakalava avec des comoriens. i i (2) a m b u n i a r i "en h a u t l à - b a s " d é s i g n e le l a r g e . - 315 -

i /être i i ; afaka i fandzava i i i i ini 6 3 . Les Anganu jours passèrent revint. ; au b o u t d'un

333

-

63. nipetrake

areiki, navi anganà

mois,

i n s t a l l é ( a c c . )/comment !/ichevé Imois ! u n / à r r i v e r ( a c c . )

Anganu ! c e / 64. baka /
i

ao n a n d e s i n i b u t r i

i

t

»

ini i l / g o é l e t t e .'cette/

i

A

6 4 . Il r a m e n a i t là sa g o é l e t t e e t il soufflait

depuis très

loin, }

d e ! l à ( n e u . ) / i t r e a p p o r t é ( p a s s . a c c . )+ p a r i i i i i izi boka a r i n i t s u f u ni a n t s i v a

d a n s la c o n q u e m a r i n e , tu tu t u t . . surpris.

sur le r i v a g e , l e s g e n s é t a i e n t marine /

il/de !là-bas(neu.)/souffler(acc.)/la! conque i i i i "to to t o t o t o " l a n i f a n a i ulu a n a b u " t u tu t u t . . . / é t o n n é s / g e n s / e n + h a u t I I I i 6 5 . ni butri avi a o , baka navi izi / /

i t mitudi, au p o r t

6 5 . La goélette port

s'approcha

puis pénétra

dans

le

la ! g o é l e t t e / v e n i r ( n e u . ) / l h / f o e ! v e n i r ( a c c . ) / / i l a r r i v e r midzutsu laibe, zaha, nizahandro anganu

s un h o m m e

important Anganu.

en d e s c e n d i t

; regardez Í

ils reconnurent

(neu.)/ descendre(neu.)/mâle.grand/ acc.) + par eux/Anganu/ i ti hoi i iro

regarder(inj.)/regarder(pass.

i i i i 66. a leilai mahei miantsa / ah/homme/savoir(neu.)

6 6 . Ah

! mais c'est l'homme

qui sait

chanter,

s chanter(neu.)/celui-ci/iire(neu.)/ils/

disaient-ils.

6 7 . a ia h o i i z i , n i o n d r a n a /

anatin

b u t r i n a n i iu

67. Oui, répondit-il ils virent des sacs qu'il

j e m b a r q u é s sur sa que des

goélette, sacs,

a h / o u i / d i t / i l / é m b a r q u e r ( a c c . ) / i n t é r i e u r î g o é l e t t e ! sa ! c e t t e / i i i i i t s i s i r a h a fa g u n i , g u n i f u a n a /

n'y a v a i t rien

pleins.

ne p a s + y a v o i r ( n e u . ) / c h o s e s / m a i s / s a c s / s a c s l r e m p l i s

- 316

-

I I I 6 8 . e e ia h o i a n g a n u

1 nankasitraka

I amino reconnaissant(acc.)/à+ t o i /

/èh/ah/oui/)ire(neu.yAnganu/être i i i ampandzaka hoi izi roi/lire(neu.)/il/ i i 69. zaho mandeha i i natoni dobu i vatu,

/je/aller(neu.) s être mis(pass.acc.)+ par i l / n o y é e . p i e r r e / i i i i i i a n o t s i r a h a m a n d s h a m a m u n u z a h o fa m a n d e h a t o i / m ê m e pas! ailer(neu.) s t u e ^ n e u ^ j e / m a i g / a l l e r i n e u . ) s i i mamelunu zaho faire uiure(neu.)/ j e / i diabi ti
i i

i i 7 0 . zaha zavatra
• t

i t nahazuku
i

/ r e g a r d e r ( in j . ) / a f f a i r e s ! t o u t e s ! c e s / ê t r e o b t e n u ( p a s s . a c c . ) + tani ; ani tsara zaha raha

p a r m o i / l à - b a s ( a c c . ^ í à - b a s ( n e u . ) / b i e n / r e g a r d e r ( i n j.)/ c h o s e s / i i nahazuku ti être o b t e n u ( p a s s . a c c . ) + par moi/ces/ i handeha

i i i 7 1 . izi kua mananu

i i kara t i , zaho mbo

y ^ è i / f a i r e i n e u . y c o m m e ! c e c i / j e / s u r l e p o i n t d e * a l l e r ( v i r t.)/ i i i hoi izi, alo dire(neu.) i l / a l l o n s /

- 317 Ah o u i , dit A n g a n u , je te s u i s ô roi !

-

reconnaissant

Tu m'as

f a i t m e t t r e "la p i e r r e

qui noie"}

ce

n'était pas pour me tuer mais pour me vivre.

faire

Regarde

tous les biens

que j'ai eus là-bas

j làeues

bas c'est bien, regarde les choses que j'ai

Si c'est comme roi f allons-y

ç a , j ' y v a i s de c e p a s - d i t !

le

- 31?

-

I l i t I 7 2 . navi iro ulu diabi tanana
t i i i

I I areiki ini,
i

I I namp-idiri pénétrer

/ / e n i r ( a c c . y i l s ! gens ! t o u s / v i l l a g e ! un ! c e / f a i r e anatin guni diabi ti zei ampandzaka

(acc.)/intérieur!sac/tous!ces/aussi!roi/ i i i i I I 7 3 . v a d i n a m p a n d z a k a ifii t s i n a n d e s i n i , b a k a iu // / * ,+par l u i / y^epouse+de! roi! ce/ne p a s ! e t r e e m p o r t é e ( p a s s . a c c . j / d e ! ce/ • i i i i i i m a t u e v a v i a r e i k i m a t u e l a i a r e i k i , ifìi n a p e t r a k a vieille.femme I une/vieil • homme ! u n / ce/laisser(acc.)/ i 74. firaka i i i ^ I zei ulu diabi anatin i tanana, rentré

/jusqu•à/aussi/gens!tous/intérieur ! village/être i i » i nampidirini anatin guni (acc.) + par l u i / i n t é r i e u r ! s a c /
t i t i

75. nahondrana
• i i

amin ni butri
i t

ini, emporté
, t

yýfaire e m | 3 a r q u e r ( a c c . y à ! l a ! g o é l e t t e ! c e t t e / é t r e nandesini navi ambuni ari (pass.acc.)+par i i tani diabi + par/là-bas
• i

nadzubun coulé

i l / t ù n i r (acc,)/en h a u t ! là-bas(neu.)/être

(acc.)/tous/
t i i i t

76.

izi boka

tao n i l e i , n i t u d i am

tanana

iu

/ i l / d e lia (acc.)/fa i r e v o i l e ( a c c ,)/re v e n i r (acc.)/à ! v i l l a g e J c e /

7 2 . T o u s les h a b i t a n t s du village les fit tous p é n é t r e r roi. arri

333 rent

; il le

d a n s le sac a i n s i q u e

7 3 . Il n ' e m m e n a vieille les

pas l'épouse

de ce r o i , a i n s i $ ces gens

qu'une là, il

femme

et un v i e i l l a r d

laissa.

7 4 . Il fit p é n é t r e r l'intérieur du

t o u s l e s g e n s du v i l l a g e sac.

à

7 5 . Il les embarqua arrivé

sur la g o é l e t t e , les emporta tous.

j

au l a r g e , il l e s n o y a

7 6 . Et p u i s , il fit voile

et rentra

au

village.

- 318

-

319 I » I 7 7 . izi navi anatin I tanana I I f iu, ano m a h a z u , ' ulu

En arrivant

au v i l l a g e

: vous comprenez, pas

tous

/ . l / v e n i r ( a c c . ^ d a n s î village ! c e / u / a v o i r (neu.^fiersonnes ! i i i i i diabi nati ani tsisi tani toutes/mourir(acc.)/là-bas visible(neu.)/ne i » i i i i n i b u a h a n d r o t a r i , zaho etu mandzaka terrey^4ortir(pass.acc. ) + par e u x / l à - b a s ici (neu.)/régner(neu.)/ i t ( i a n o , zaho vadino i maleini pas y avoir(neu.y

sont morts l à - b a s , il n ' e x i s t e par où i l s p u i s s e n t rain ici.

d'endroit souve-

s o r t i r , c'est moi le

invisible(acc.)// je/

i i i r 7 8 . zaho vadino mazutu

3e suis

ton époux

que tu l ' a c c e p t e s est à moi !

ou le

refuses

/ j e / é p o u x + t o n / a c c e p t e r (neu. ) / t u / j e / é p o u x + t o i / r e f u s e r / i i i i a n o , a r i a n a d i a b i ti n a k a i (neu. )/toi/argent! tout ! c e c i / m i e n /
i i i i i i t

toute cette

fortune

79. safe ano matuelai

f u , iu t s i r a h a

mavandi pas!chose/men

Et toi qui n'es qu'un

v i e i l l a r d , tu p e u x mensonger.

voir

fait/tu/ýOieil.homme/seulement/ýfceci/ne (neu.)/
i i i t i

que tout cela n'est pas

80. safe nandzari nandzaka a

tio

anganu

C'est comme cela qu'Anganu endroit.

d e v i n t le r o i de

cet

fait/devenir(acc.)srégner(acc.yici(acc.yAnganu/ i i tumbuzandri Tombozandry/

i « i i i 8 1 . iu v u l a n e h o i zaho

Telle est l'histoire vous ai racontée.

que moi Tombuzandry,

je

/ : e c i / p a r o l e / c o m b i e n / J i r e ( n e u . )/je

- 319

-

TEXTE N" ? > i i 1» m i s i l e i l a i k u a t a l u h a • niteraka
»

5

- 320

-

manangi

1 . Il é t a i t a u t r e f o i s un h o m m e

qui avait

une

fille,

//y a v o i r / h o m m e / a u s s i / a v a n t ( a c c . ) / e n f a n t e r ( a c c . ) / f i l l e /

2 , izi mananaka /.l/avoir
t

manangi

iu

2 . Il a c e t t e

fille.

p o u r e n f a n t ( n e u . ) / f i l l e .'cette/
i i t i t i i

3 . iro mandeha
i i

ahatiala

a n i , iro n d r e i k i
t

zanaka

3 . Ils s'en v o n t dans la f o r e t l à - b a s , le p è r e sa f i l l e d é j à très belle.

avec

/ . l s / a l l e r ( neu.)/intérieur + forêt/là-bas(neu.)^eux/avec m a n a n g i iu fa somundrara belle/ i i mandeha

enfantîfille!cette/déjà : très i 4. mandeha t i i aftatiala a n i f u , i r o

4 . Ils vont simplement leur champ de

dans la f b r ê t l à - b a s ,

dans

^ller(neu.)/intérieur + forêt/là-bas(neu.}/seulement/aller i i i i am m u r i o n g u a n a t i a l a a n i (neu.)/ à I m a n i o c / i n t é r i e u r + f o r ê t / l à - b a s /
i i i i i i

manioc.

5. avi ani izi, misi vurunu, anaran /irriver(neu.)/là-bas(neu.yil/y avoir(neu.)/oiseau/nom i i i i i i i t i k u e r a ; m e n a l u h a n i a n a t i a l a a n i kua iu perroquet/rouge/tête • sa/à intérieur + forêt/là-bas/aussi/cette/ i i i 6. manena k u i , kua, kua

5 . En a r r i v a n t , i l s v o i e n t un o i s e a u perroquet5 cette rouge

d o n t le nom de

est

e s t sa t ê t e à l ' i n t é r i e u r

forêt.

i i i ; baban navi

» disan écrasé

6 . Il c h a n t e

"kui, kua..." le

j le père l ' é c r a s e

du

/ f c h a n t e r ( n e u . ) / k u i !kua! k u a / j è r e + d e / v e n i r ( a c c . ) s ê t r e t i i tumbuku i z i , m a m p a m a k i fo (pass.neu.) + p a r - p i e d / i l / r e n d r e cassé(neu.)/ c o e u r /

pied et lui brise

coeur.

- 320 -

I 7. mua I I 1 I II 1 ? q u o i - d i t la f i l l e papa ? pourquoi tuer cet

333

-

! h o i i z i , i n u mr<nunu a k u

ini baba

oiseau,

/ : o m m e n t / l i r e ( n e u . y e l l e / í ) o u r q u o i / t u e r ( n e u . y p o u l e t ! c e / p è r e "i//
t i i t i i i

8. fivulana, hoi izi, fivulana
t

ini mananu,

alo

C ' e s t à c a u s e de son l a n g a g e , du b r u i t f a i t que je n ' a i m e pas.

qu'il

/angage/iire(neu,yil/ýíangage/ce/ faire ( n e u . I o n s/ tsi tiaku

ne pas!aimer(pass.neu.) + par m o i / i i i i mati il/bâton/nourir( neu.)/
i

9. vangueni kubei,

Frappé

d'un bâton, l'oiseau

meurt.

/fètre b a t t u ( p a s s . n e u . ) + p a r
t i i i i

10. Fivulana

kua ano mananu

a z i !ia ! /à
i

T o i a u s s i , t u l u i p a r l e s à ta m a n i è r e !/

! oui

!

p a r o l e !aussi/tu/faire(neu. )
r
t i t

lui/oui
t

11. ia, nifudi vavan

t s e i k i , taka

tsi

mivulana pas!

Alors l'enfant parla plus.

ferma

sa b o u c h e

; soudain elle

ne

/ o u ^ s e fermer(acc.ybouche + de-enfant^èoudain/ne p a r l e r ( n e u .)// i 12. mipetraka i i i t s e i k i iu t s i m i v u l a n a i anatin

Cette enfant années

resta

sans parler sans

pendant

trois

/•ester(neu.yenfant «cette/ne pas !parler(neu.yintérieur! i i i i i i i t e l u t o n u , t s i m i v u l a n a t s e i k i martangi m i p e t r a k a trois !années/ie i i 13. vulanan baba pas !parler(neù.yenfant !fille/rester(neu.)/ i i i i : r a h a ifìi m a n g a l a r a h a i iti

; elle demeura

parler.

Le père

dit

t cette

chose

là, aller

la

chercher, ; aller pas

/ j a r l e r ( p a s s , n e u . pe i i i

h o se ! c e t t e / : h e r c h e r ( n e u ,)/chose ! c e t t e / i i i tsi meti,mandeha

elle le peut

; c'est une

chose possible

m e t i , raha m e t i , mandeha

p i l e r , elle ne le p e u t p a s car e l l e ne p e u t parler. - 321 -

p o u v o i r ( n e u . ^ f c h o s e / p o u v o i r ( n e u . J ^ l 1 e r ( n e u .Y rte p a s ! p o u v o i r ( n e u .

-

333

-

13
t

(suite),
t > i

mandeha

mandisa

fa h i v u l a n a

tsi

meti pas!

t a l l e r ( n e u . ) : p i l e r ( n e u . ) / c a r ! p a r l e r ( v/irt. ) / n e p o u v o i r ( n e u . )//

i l i t 14. a mahevitri mivulana zanaku

ti

i ! atoku

14

Il f a u t que enfant

je r e f l é c h i s s e

à faire

parler mon

cette enfant.

/ a t / r é f l é c h i r ( n e u . ) / p a r l e r ( n e u . y ' e n f a n t + mon ! c e / / f a i r e (pass. t i i mivulana zanaku ti neu.)+ m o i / p a r l e r ( n e u . y e n f a n t + m o n ! c e / / i t i 1 5 . ka m i s i l e i l a i
i i

; i l f a u t q u e je f a s s e p a r l e r

i i tsi m a n d z a r i , matriatriaka pasîitre
t

15

Il y a un j e u n e vêtements m a n g e à la

homme

pas très convenable, tout près. Il

aux

/ / e t / y avoir(neu.yhomme/ie
lamba, mpetraka eu
i

correct(neu.)^ijéchirer
i t

déchirés qui habite table

; mihinana

sakafun

ulu,

des autres, boit leur dans le

«au de

riz

( n e u . )/\iê t e m e n t s / h a b i t e r (neu. )/là( n e u . R a n g e r ( n e u .)/re p a s + d e - g e n ç / i t i t i i t m i h i n a n a a m p a n g u n u l u , iu m i p e t r a k a a m t a n a n a iu manger(neu.)/eau
i i

cet individu

qui habite

village.

de r i z + d e - g e n s / c e / h a b i t e r ( n e u . ) / à ! v i l l a g e ! c e / /
i i i t

1 6 . zaho mahavulana /je/tendre
t

i z i iu h o i i z i

16

Je peux

lui rendre

la p a r o l e

-dit-il.

parole(neu.)/elle!cette/íJire(neu.yil/
i l i t

1 7 . ano mahavulana /toi/rendre
l i t

z a n a k u ? ia

! mon/oui/
i t

17

Tu peux

faire

p a r l e r ma f i l l e ? o u i

!

parole(neu.)/enfant
t

18. akori hatono mahavulana

zio zalai ? parole(neu.yelle* CBtte/gars/

18

Comment

feras-tu pour

la faire p a r l e r , mon

gara?

/ è o m m e n t / f a i r e ( v i r t . ) + tu/tendre

- 322 -

I

I

l

i

t

19. zaho

fa m i v u l a n a

am u l u , m i h i n a n a

audi,

/je/déjà Î parler(neu.)/à!gens/nanger(neu.ymédicaments// l i t i i i hita zanaku tsi m i v u l a n a , raha mampivulana v o i r ( n e u . ) / e n f a n t + moi/Yie p a s ! p a r l e r ( n e u . ) ^ f c h o s e / f a i r e • i zio tsi heiku ! ' ( n e u . ) / e l l e + c e t t e / n e p a s ! c o n n a î t r e ( p a s s . n e u )+ p a r i 20. zeni i i zahei mandeha .i t tanatiala i tani, forêt/là-bas parler

moi//

/ a i n s i / n o u s (incl.)/ aller(neu.)/intérieur(acc.)+ i t i i t mandeha hizaha ulu ; m i s i aku (acc.)ýkller(acc.) s voir(virt.Ygensfl/ t i i i manena ; tinupuku latsaka

avoir(acc.ypoulet/

C h a n t e r ( n e u . ) / ê t r e visé(pass.neu.) + par
i i i i i i

moi/tombé/
t i

21. maninu mananu

ano kua baba

; fivulana

i z i , zefìi

//pourqoui(neu.yfaire(neu. )/tu/aussi/père/Ìangage/ily/cela/ • i i i i atoku ; izi baka tio, pa, tsi mivulana faire(pass.neu.) + moi/elle/de
i i i i

là( a c c .)/pan/ne p a s ! p a r l e r ( neu.)//

22. ampivulana //

zanaku

tsi heiku

e p a s ! s a v o i r ( p a s s . neu.) +

faire parler(neu.)/enfant + mon/ne

moi/combien/ i /èette/et/très i i i t i ato savoir

2 3 . i n i k e s o m u n d r a r a , iu h a n a m b a d i , t s i h e i k u

belle/cette/marier(virt.)//ne pas

( p a s s . n e u . ) + m o i / f a i r e ( n e u . )//

-

333

-

19. Moi

j'ai déjà

consulté

des gens

; je l u i

ai enfant

donné des médicaments ne p a r l a i t pas ; la

et j ' a i vu que mon

c h o s e q u i p e u t la pas !

faire

p a r l e r , je n e l a c o n n a i s

2 0 . A i n s i , nous avons été voir des gens

dans la f o r ê t l à - b a s

pour

; il y a v a i t un oiseau tombé.

qui chantait ;

je l ' a i v i s é , i l e s t

21. Pourquoi fais ceci plus

fais-tu

c e l a p a p a ? Il p a r l e

et

je

lui n'a

; à partir

de ce m o m e n t l à , e l l e

parlé.

2 2 . 3e ne s a i s p a s c o m m e n t la f a i r e

parler

!

2 3 . E l l e q u i est t r è s b e l l e , se m a r i e r a . De ne que faire.

sais

- 323 -

I I I I I 2 4 . a , k e reriin t s e i k i l e i l a i iu

t malutu

/éih/et/entendre(pass.neu. )/enfant homme c e / ê t r e sale(neu.) i t i i l i t be i u , am r e i k i i z i m i p e t r a k a am leilai i u , m i k a p a très ! c e / à ! seul /il / h a b i t e r ( n e u J/a ! h o m m e ! c e / è a r c l e r ( n e u . ) / i i i i mahogo ari navi izi manioc/là-bas(neu. )/arriver(acc.)/il i i i 2 5 . a baba zanakano i i i tsi mivulane ! zaho / i mampivulana

/ a l / p a p a / e n f ant + ton/ne pas! parler(neu.)t-combien/je/faire i i i z i iu parler ( neu.)/ elle ! c e t t e / i t i 2 6 . ano mua vulana i zio ? e e

/toi/est-ce que/parole/elle+cet t e / o u i / i i i i i i i 2 7 . izi kua tsi v u a v u l a n a n o , ano vunieku ; / s i / n e pas! a t t e i n t . p a r o l e + par t o i / t o i / ê t r e i t i i tapahaku luhano ! tué(pass.

n e u . ) + par m o i / ê t r e coupé(pass.neu.)+ par m o i / t i t e + t a / /
i

i

i zio

i

i

t

2 8 . zaho mahavulana

! mahavulanano

? mahavulana

!

/ / j e / f a i r e parler(neu.yelle + cette/'aire parler(neu.)+ t o i / /
faire parler i i / ah/si/faire
x

// i I I tsara ! toi/bien/

2 9 . a izi kua m a h a v u l a n a n o , parler(neu.) +

-

333

-

2 4 . Il a v a i t e n t e n d u , ce j e u n e h o m m e m a l p r o p r e habitait de l à , i l seul ; il s a r c l a i t du m a n i o c

qui loin

arriva.

2 5 . a h ! p è r e , t o n e n f a n t n e p a r l e p a s , je p e u x rendre la parole.

lui

2 6 . v r a i m e n t , tu l e p e u x ? o u i

!

2 7 . S i t u n e l u i r e n d s p a s l a p a r o l e , je te t u e y je te c o u p e la t ê t e !

2 8 . 3e la f e r a i s

parler

! tu la f e r a s p a r l e r ? o u i !

2 9 . Si tu la

fais parler, c'est

bien i

- 324

-

I

l

I

I

30. mivulana

i z i am

zanani

/ p a r l e r (neu.)/il/a ! enfant + s o n / / i i i i 31. ano zanaku handeha
i t i (

i i i hanambadi s ano hanambadi
i i i i i »

/ t o i / e n f a n t + m o n / a l l e r ( v i f t . ) i é p o u s e r ( v i r t . ) / t o i / é p o u s e r ( v i r t.) l e i l a i iu ; ke l e i l a i iu n d r e i m a l u t u ndrei ninu fa

/homme Ice/et/homme I c e / e i / ê t v e hamanbadi izi iu

s a l e ( n e u . ^ e l / quoi( acc.j/caç/

é p o u s e r (virt. )/il ! c e / i 3 2 . k e i t s i n i v u l a n a fa

i naharefii

/ e t / 4 l l e / n e p a s ' p a r l e r ( a c c .)$»ai s / e n t e n d r e ( acc.)// i i i i i ani, trano i keli,

3 3 . n a v i am t r a n u n d r o

/ 4 r r i v e r ( a c c . y à i m a i s o n i + d ei e u x / l à - b a s ( n e u . R a i s o n ! p e t i t e / i i k e l i fu trarîun l e i l a i i n i petite/seulement/maison + de-homme!ce/ i ii i i 3 4 . n a v i tio i z i , n a t o n i v o v u , / a r r i v e r ( a c c . ) / l à ( a c c . y i l / ê t r e f a i t ( p a s s . acc.) + p a r i l / p u i t s / i i i » i n e f a j n a t o n k i b i t s u aiiabun b u n g u f i n i ( a c c .)^fnettre( p a s s . a c c .)+ p a r / p i è g e i i i i i afii, n e f a s atoni vurun ani à lacet/à haut + de»mon-

tagne/là-bas(neu.)/fini(acc.yiiettre(pass.neu.) par +lu:/oiseau/ là-bas(neu.)/

Il s ' a d r e s s e à son enfant.

333

-

M a f i l l e , tu v a s te m a r i e r cet homme tu ; que cet homme

; tu v a s

épouser quoi

s o i t s a l e ou

l'épouseras.

Cette

dernière

ne p a r l a i t

pas mais

écoutait.

Ils a l l è r e n t maison cet ; elle

à leur maison

l à - b a s , une

petite de

était bien petite

la m a i s o n

homme.

En a r r i v a n t fut fait montagne oiseau

l à , ce

d e r n ier c r e u s a

un trou sur la

; ce

; il posa là-bas

un p iège à l a c e t

; q u a n d ce f u t f i n i , i l m i t

un

là-bas.

- 325

-

I 35. mandeha

I I namitana

izi, nazun

I I loku,

/ a l l e r ( a c c . ) s pêcher(neu.yil/être obtenu(acc.) + p a r / p o i s s o n / i i i i i l o k u be n a t o n i a n a b u a n i , poisson!grand/être posé(pass.acc.)+par lui/à hauteur ! là-bas i i i i i i amin ni bungu ani nato amin ni vintana ( n e u . ) / à ! l a ! m o n t a g n e / l à - b a s ( n e u . ) / m e t t r e ( a c c .)/à ! le ! h a m e ç o n / i t i i i i am v u z u n l o k u i n i , am b u n g u b e a n a b u a n i à !cou!poisson!ce/à!montagne.grande/à i i i i i i 3 6 . v o v u ifìi n a s i a n i a k u a l a , i tumdndri lui/poulet. forêt/pintade/ hauteur ! là-bas ( neu

/ p u i t s ! cg/ ê t r e m i s ( p a s s . a c c . ) + p a r i i i t natoni anatin vovu ini, être

posé(pass.acc.)+par lui/intérieur!puits!ce/ i i i i n a d z u b u a m r a n u masifii a n i

plonger(acc.)/à! eau! s a c r é e / l à - b a s ( n e u . ) / l i t ' i 37. zaho hoi izi mandeha i be m a t s a n g a t andra

;

/ j e / d i r e ( n e u . )/ilyýèller( n e u - ^ g r a n d ! m a t i n a l (neu.)! j o u r / i i i i i , i mando hangala vovu atsika ari -hoi izia l l e r ( i n j .) s c h e r c h e r ( v i r t .)/puits ! n o t r e /là-bas(neu.)^)ire i t i i i i ndreiki mizaha fandriki atsika anabu ani ( neu . ) / i ^ è t / r e g a r d e r (neu .ypiège ! n o t r e / à h a u t e u r ! l à - b a s (neu
i i t

38. izi mahareni

fa t s i

mamali pas! r é p o n d r e (neu.)/

/elle/èntendre( neu. ) / m a i ^ n e

3 5 . Il p a r t i t à la pêche et prit

333

; ces sur la

des poissons

g r o s p o i s s o n s , il m o n t a g n e , il l e s accrocha des

l e s m i t en h a u t l à - b a s mit dans les lacets ; il

h a m e ç o n s au cou là-haut.

des poissons

sur

la m o n t a g n e

36. Dans

le t r o u c r e u s é

d a n s la m e r , il d é p o s a ; il l e s

des

poules

sauvages et des pintades mer.

plongea

dans l'eau de

37. J e m'en visiter regarde

vais -dit-ilnotre

c'est

l'aube

; va

t'en puis !

piège à poissons

là-bas et

aussi nos collets

sur la m o n t a g n e

3 8 . Sa femme

entend m a i s ne r é p o n d

pas.

- 326

-

I

t

I

I

I

I

I

39. nandeha

i z i , n a v i tafìi, z i n a h a n

kibu

p a r t i r ( n«'J . ) / e l l e / / e n i r ( a c c . y i à - b a s ( a c c ,)/être v u t I I if kibu bevulu ini vuavintana ( p a s s . a c c . ) + p a ^ c a i l l e ! g r a n d . p l u m e ! ce t t e / a t t e i n t e + h a m e ç o n ! i^ .• • i ^ ini anabun bungu ani ce/à h a u t e u r + de-montagne !là-bas/
t i i t | i * i i

4 0 . a l e i l a i iu h o i i z i m a h a l a

nifanai

fandriki

/af/homme !ce/dire(neu.)/il/iendre étonné(neu.J/piège ! i i i i II i i n a z i i z i t i - h o i i z i - v u a l o k u b e n d r a n u masifii son !il ! c e c i / d i r e (neu. ) / i l / a t t e i n t + p o i s s o n g r a n d + d e + e a u . i i i afìi a m b u n g u a t i ! s a c r é e / l à - b a s ( n e u . y à ! m o n t a g n e / i c i ( n e u . )// i 41. dzendzeri
i i

i i i izi boka tao,
i i

i disan

y / p e r p l e x e / e l l e / d e !là(acc. ) / e t r e é c r a s é ( p a s s . n e u . ) + p a r / loku ini, tapan,nasalin découpé( pass. n e u . ) + p a r / ê t r e séché(pass.

poisson ! c e / être acc.) + i par/ i i

I atsika

I

I I tani ? hoi izi

4 2 . nahazu mua

fandriki

/ibtenir(acc.)/est-ce (neu.)/il/ i » 4 3 . i z i mangifii /elle/se

que/piège !notre/là-bas(acc.)/dire

fu

taire(neu.)/seulement/

- 327 39. Elle se m i t e n c h e m in ; arrivée là-bas, était

elle prise

vit qu'une à l'hameçon i

caille sur

à longues plumes

la m o n t a g n e .

4 0 . Ah v r a i m e n t , cet dans de

h o m m e e s t é t o n n a n t , se d i t - e l l e ; sur la m o n t a g n e de m e r ! sont pris

son piège à lacet grands poissons

41. Perplexe

après

cela, elle aplatit sécher.

le

poisson,

le d é c o u p a

e t le m i t à

42. Avons-nous

obtenu

quelque le

chose dans mari.

nos

lacets là-bas ? demande

4 3 . Elle ne répond

pas.

- 327

-

i i i 4 4 . a akori vuvu antsika
i i i

333

-

i ani,

i zahantsika
Ì

4 4 . Ah

! comment est notre piège à poissons

; il fatigué,

/ a h / c o m m e n t / p u i t s + notre/là-bas(neu.)/voir(pass.neu.) + par

f a u t a l l e r à la m e r l à - b a s c a r je s u i s j e s u i s é p u i s é e n r e v e n a n t du travail.

am r a n u

i

i

m a s i n i a n i fa z a h e i fa v a h a

fa

n o u s / à ! e a u ! s a c r é e / l à - b a s ( n e u . ) / c a r / n o u s / d é jà s f a t i g u é / c a r / i i i i z a h o fa k a d z u b o k a n i a s a j e / d é j à ! é p u i s é / d e Jtravailler(accÌ)// i i 4 5 . izi nadzutsu i i i am l a k a afii, z a h a n

4 5 . E l l e se d i r i g e a poissons et de

en p i r o g u e

v e r s le p i è g e

à

/ e l l e / c f e s c e n d r e ( a c c . y à ! p i r o g u e / l à - b a s ( n e u .)/voir ( p a s s . neu.) i i 1 , 1 i akuala, t u m e n d r i fenu anatin vuvu + par/ poulet.forêt/pintade/plein/intérieurîpuits/ i s anatin
i

et vit qu'il

é t a i t r e m p l i de

poules

pintades.

i i i i i 4 6 . a l e i l a i mua m a h e i raha /ah/homm^/est-ce
i i t

i i kibunani
i

4 6 . ah v r a i m e n t , c e t h o m m e

sait des choses ; vraiment s une p i n t a d e , qu'une ? Il en ! les

q u e / c o n n a î t r e ( n e u . y c h o s e s / l n t é r i e u r îventre + izi!ce/dire

i l a d e s i d é e s d a n s la t e t e gars, dans l'eau

fu m b o m a h e i r a h a l e i l a i t i - h o i

de m e r l à - b a s a i n s i

sien/seulement/encore t connaître(neu.ychose/homme i i , i i i i tumendri ti zalai anatin ranu m a s i n i a n i ,

poule s a u v a g e . Q u e l est ce p h é n o m è n e

s a i t d e s c h o s e s c e t h o m m e e t je d é s i r e p a r l e r

(neu.yelie/pintade !cette/gars/intérieur!eau.sacrée/là-bas(neu I l I I I I I I ! vua a k u a l a , anatin ranu m a s i n i ani v u a , inu raha attein^poulet. forêt/intérieur ! mer/là-bas/touché/quoi/chose/ i i i i t i k a r a t i ; m a h e i r a h a l e i l a i t i fa t i h i v u l a n e ! comme ! cela/connaître (neu.)/chose/homme ! ce/mais/vouloir + parler (virt.) + combien i i i 4 7 . ato mangini izi /faire s (neu. yse taire(neu.yelle / - 328 !/

4 7 . E l l e c o n t i n u e à se

taire.

Le l e n d e m a i n , ils a l l è r e n t cultiver.

333

-

48. kiakandra

mandeha

mitsabu

iro

/ . e n d e m a i n / a l l e r ( neu.) s c u l t i v e r ( neu ,)/ils//

49. atsika

handeha

hitsabu

hoi

izi

Allons-nous

occuper

de n o s c h a m p s

-dit

l'homme.

^ènsemble/aller(virt. ) s cultiver(virt.)/dire(neu.yil/ t 50. mandeha
i

i i i tani iro m i t s a b u ,
i i i

i nangadi
t i i i

Ils partirent trou des

cultiver

s ils creusèrent

un

/ l l e r ( a c c . )/là-bas(acc.)/ils/;ultiver(acc.^fcreuser(acc.) lavaka /troulce/
i

; e t p u i s ce j o u r - l a , i l s bananiers.

plantèrent

iu n i a n i

ti m i t s a b u

katakata

boka

iro

journée!cette/cultiver(neu.ybanane/après/ils/
i i i t i

51. mahevuku

tseiki manangi

iu, mangadi

lavaka

De creuser la jeune

l e t r o u , ç a la !

faisait

transpirer

/ t r a n s p i r e r ( n e u . ) / e n f a n t ! f i l l e ! c e t t e / c r e u s e r ( n e u . )/ t r o u / /

femme

5 2 . ao am k a t a k a t a

ti v u d i a t o n i a n a b u ,

j* •^S®'1 .o

A cet e n d r o i t , l e s b a n a n i e r s , il l e s p l a n t a mettant plantes les r a c i n e s en h a u t et le s o m m e t dans le trou. des

en

/ / l a / a ! b a n a n e ! c e / s o u c h e / m e t t r e ( p a s s . neu.) + p a r i l / e n h a u t ^ f ^ 9 v i i i i i i i i h u h i n a t o n i a n a t i n l a v a k a ao a t o n i
q u e u e / m e t t r e ( a c c . ) + par il/intérieur! t r o u / l à / ê t r e mis(neu.) + par

il//
i i ; katakata ? i nitsabunei i ati, nous/ici

t i i 5 3 . l e i l a i ti adala

Cet homme

est fou

; les bananiers que

nous qu'il làî

/ l o m m e ! c e / f o u / ) a n a n i e r s / c u l t i v e r ( p a s s . acc.)+ p a r i i i i i t s i v u d i n a t o n e u fa l u h a n i k e

a v o n s p l a n t é s , ce n ' e s t pas leurs p i e d s

a m i s en t e r r e m a i s l e u r s t ê t e s q u ' i l a m i s e s

( n e u ."y/ ne p a s ! p i e d / m e t t r e ( p a s s . a c c . y i à / m a i s / t ê t e + d e i l / e t / i i i i a t o n i a n a t i n eu mettre(pass.neu.) + par il/intérieur! l a / / - 329 -

I l 54. nangini izi

I

I

I ini

; nudi ariva

//se

taire (acc. )/elle/:entrer(acc4/soir ! c e / / i i i i i z i iu k u a n a n a n u i fandriki i domui,

t i 55. kiakandra

/ . e n d e m a i n / i l ! c e / a u s s i / f a i r e ( a c c .)/piège ! t o u r t e r e l l e / i i i t natoni tani kua m e t t r e ( p a s s . acc.) + p a r i i i zaha i lui/là-bas(acc.yencore/ i i anabun i ani

5 6 . alo mua

fandrikitsika

/ a l l e r (inj.)/est-ce

que/regarder(inj.)/piège+notre/en

haut + de-là-bas(neu.)/ i i 57. zahan abitrube it uuafandriki am i kibitsu

/fètre

vu(pass.neu.) + par/poisson . grand/atteint. piège/à (non i d e n t i f i é ) i i i i i i i n i a n a b u n b u n g u a n i , l e i be v i t i de l i a n e s ! c e / e n pieds/ h a u t + d e - m o n t a g n e / l à - b a s ( neu .^/celui-

piège

là q u i / g r a n d

i « i i i i 58. a zalai, a leilai ti - hoi izi - mahei, / a h / g a r s / a h / h o m m e ! c e / d i r e ( n e u . ) / e l l e / s a v o i r (neu. ) / i i i i i i l a n i f a n a i , mahei m a n d r i k i leilai ti étonné/savoir(neu. ) s poser i i 59. tafivulana des pièges(neu. )/homme ! c e /

i I I I izi, izi areiki ini

/ f a i t e + p a r o l e / e l l e / e l l e ! une I c e t t e /

-

333

-

5 4 . Mais elle trèrent

continua eux.

à se t a i r e . L e s o i r , i l s

ren-

chez

5 5 . Le l e n d e m a i n , l'homme à tourterelle.

posa

à nouveau

un

piège

5 6 . \la d o n c v o i r n o s p i è g e s

là-haut

ï

57. Elle vit piège

qu'un

grand

poisson

était pris dans qui

le

sur la m o n t a g n e

l à - b a s , ce p o i s s o n

a des grandes

nageoires.

5 8 . Ah ! les g a r s , cet homme

- dit-elle

-

sait, au piège.

c'est étonnant, sait vraiment

chasser

5 9 . Ça l ' a v a i t

fait parler

toute

seule

!

- 330

-

I l II 60. leilai ti vuafandriki
t i i

> aton

I l ti - hoi izi fait(pass.neu.)+ - hoi izi i t i

/lomme! ce/atteint + piège/être kibitsu vualok'j ! a zaho kua

par/ce/dire

(neu.yell^/lacet/atteint + poisson/at/je/aussi/)ire(neu.)/elle/ t i i i i i m a h i t a vovu n a z i mba uua raha k u a , voir(neu.ypuits!son/encore î atteint/chose/aussi/ i i i I I lafiifanai z a h o ! - h o i izi étonnée/je/dire (neu. ) / e l l e / / i 61. navi i tafii

/arriver(acc. )/là-bas(acc. ) / I I i i i 6 2 . ando k u a , ando mizaha i fandrikitsika

/ i l l e r ( i n j . ) / a u s s i / a l l e r ( in j.) s r e g a r d e r ( n e u .)/piège + n o t r e / i i i i i i arii, a m r a n u m a s i n i afii - h o i i z i là-bas(neu.)/à i i fa z a h o k a d z u sacrée/là-bas (neu. )/jire(neu.yil/ ' niase ! eau

car/je/fatigué/travailler(acc. ) + combien// i i i i 63. ningo tani, zinahan i rakibu,

Q u i t t e r ( a c c . y i à - b a s ( acc.)^0oir( p a s s . a c c . ) + p a r / c a i l l e / • i i d o m u i fa b u b u b u i n a n a t i n t o u r t e r e l l e / d é jà «être
t t

faisant bulles(pass.neu .^intérieur masifli
i i

fandriki, vovu amdranu

eu proche)/

i

p i è g e / puits/à + eau ! s a c r é e / l à ( t r è s

-

333

-

Ah

! cet homme a fait que s il y a du p o i s s o n

cela est

pris

au à son chose, je lacet,

piège

dans son piège

S i je v o i s a u s s i , se d i t - e l l e , q u e d a n s p i è g e à p o i s s o n s , il y a e n c o r e q u l q u e serais bien étonnée !

Elle

arriva

chez

elle.

\la d o n c a u s s i v o i r n o s p i è g e s l à - b a s , à l a
car je s u i s f a t i g u é de mon travail !

mer

Elle

s'en alla

là-bas et vit une c a i l l e , de f a i r e des bulles de mer.

une dans

tourterelle

en t r a i n

le p i è g e , le t r o u d a n s l ' e a u

- 331

-

-

333

-

64. a nandesin
i

paka am b a b a n
i t

ani ?
1

Elle

les emporta

à son père

: elle

allait

/ a h / e m p o r t e r (pass. acc . ) + p a r / j u s q u à ! à ! père + d e / l à - b a s ( n e u . ) / nandeha namatana baba

1'avertir.

aller(acc.) s avertir(acc.Ypève//
i t i i i t i i

6 5 . a baba ? -hoi izi/

a ? leilai

iu m a h e i

raha

Ah papa ? d i t - e l l e . O u i ? C e t h o m m e vraiment mon de c h o s e s ; il n'y en a p a s

sait comme

/ a h / p è r e / / d i r e ( n e u . y e l l e / / o u i / / h o m m e ! ce/sa voir ( neu .^ch o s e / / I I I ! I l tsi misi kara vadiku ti - h o i izine pas! y a v o i r ( n e u . y c o m m e ! é p o u x + mon! ce/iire(neu.)/elle//

épouxl

i 66. naninu

i ziu ?

Qu'a-t-il

fait ?

/ ê t r e q u o i ( a c c . )/il + c e / / i 67. vovu /puits
i

i t atonei
i

i i i am r a n u m a s i n i a n i
i i • i i i t

Dans

le p i è g e

à poissons

que nous avons

mis cailles piège

m e t t r e ( p a s s . neu.) + p a r n o u s / à e a u ! s a c r é e / l à - b a s ( n e u . )// iu

d a n s la m e r et cette à lacets ont été je n ' a i

là-bas, des tourterelles, des ont été p r i s e s disposé ; d a n s le d a n s la

- hoi izi - vua domui ndreiki k i b u , tumendri

pintade

d i r e ( n e u . y e l l e / a t t e i n t / t o u r te rel le ! a v e c ! c a i l l e ! p i n t a d e ! c e t t e ! i i i i i ti ! vua ni k i b i t s u a t o n e i anabu ce ( p r o c h e ) / a t t e i n t / l e ! l a c e t / m e t t r e ( n e u . ) + par n o u s / e n i i i i i a n i , vua k i k o , vua a m b i t i , l à - b a s ( n e u . ) / a t t e i n t / c a r a n g u e / / a t t e i n t / p o i s s o n (non i i i i I I I i z a n o tsi m a h i t a l e i l a i m a h e i raha kara ziu e ! haut!

que n o u s a v o n s piégés jamais

montagne, ;

des carangues et des rencontré un h o m m e !

"ambiti"

connaissant

a u t a n t de c h o s e s

que c e l u i - l à

identifié)/

j e / n e p a s ! v.oir(neu . y h o m m e ^ è a v o i r ( n e u . y c h o s e ! c o m m e ! i l i 68. a mivulana i i i z a n a k u iu !

ce/combien A h , elle p a r l e ma f i l l e l

/ a h / parler(neu.)/ enfant* m o n î c e t t e / - 332 -

' ! ' I ' ' 6 9 . ifìi a t o n i l e i l a i am t s e i k i

tsi e n f a n t / n e pas

/ c e / f a i r e ( p a s s . neu.) + p a r il ! h o m m e / à i i mahefa vulana souhaiter(neu.)/parole/
i i i t i

7 0 . ulu m a h e i raha
I | !

e d i irii e »
I l I I t 1 I

p e r s o n n e / c o n n a î t r e ( ne u.)/chose/vr a i m e n t / c e / c o m b i e n / tseiki leilai nananu zeni ; ke kibitsuku n a z i am ranu

enfant ! h o m m e / f a i r e ( acc ^ a i n s i / / et/lacet ! son/à ! eau ! I I i t i masifìi a n i . . . m b a m a h e i r a h a k u a sacrée/là-basy/encore s c o n n a î t r e ( neu .)/chose/aussi/ i i laulu ini e ! personne ! cette/combien//

- 333

-

6 9 . V o i l à ce q u ' i l

fit l'homme parler.

à la j e u n e

fille

q u i ne v o u l a i t p a s

70. C'est vraiment

quelqu'un

qui connaît

des

choses, ; son

c e l u i - l à , le j e u n e h o m m e

qui a agi ainsi

p i è g e à l a c e t , il l'a m i s d a n s la m e r . ce q u ' i l c o n n a î t comme choses cet homme

Qu'est!

- 333

-

- 334

-

TABLE

DES

MATIERES

Page REMERCIEMENTS CARTE DE SITUATION CARTE DE R E F E R E N C E 1 2 3 4

INTRODUCTION

CHAPITRE A. B. C.

I - PHONOLOGIE Structure syllabique du S a k a l a v a du N o r d ....

11 12 13 15 15 15 17 19 20 22 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 44 46 47 49 50 51 52

Le p r o b l è m e de l ' a c c e n t Présentation des phonèmes

I. Les consonnes 1 . Le p h o n è m e / p / 2 . Le p h o n è m e / b / 3 . Le p h o n è m e / mp / 4 . Le p h o n è m e / m b / 5 . Le p h o n è m e / m / 6 . Le p h o n è m e / f / 7 . Le p h o n è m e / 8 . Le p h o n è m e / v / t /

9 . Le p h o n è m e / d / 1 0 . Le p h o n è m e / n t / 1 1 . Le p h o n e m e / nd /

1 2 . Le phonème / n / 1 3 . Le p h o n è m e / 1 / 1 4 . Le p h o n è m e / r / 1 5 . Le p h o n è m e / s / 1 6 . Le p h o n è m e / z / 1 7 . Le p h o n è m e / ts / 1 8 . Le p h o n è m e / 1 9 . Le p h o n è m e / dz / nts /

2 0 . Le p h o n è m e / n d z / 21 . L e p h o n è m e / fi / 2 2 . L e p h o n è m e / tr / 2 3 . Le p h o n è m e / d r /

- 335 -

Page 2 4 . Le p h o n è m e 2 5 . Le p h o n è m e 2 6 . Le p h o n è m e 2 7 . Le p h o n è m e 2 8 . Le p h o n è m e 2 9 . Le p h o n è m e 3 0 . Le p h o n è m e 31 . L e p h o n è m e II. Les voyelles 1 . Le p h o n è m e / i /

/ / / / / / / /

ntr / ndr / k / 9 / nk /

53 54 55 57 58 59

A / h /

60 61 62 62 65 67 69 70

2 . Le p h o n è m e / e / 3 . Le p h o n è m e / u / 4 . Le p h o n è m e / o / 5 . Le p h o n è m e / a /

III. Définition

et c l a s s e m e n t d e s phonèmes....

71 71 71 74 74 73 80 80 80 80 81

1 . Les consonnes a) définition b) les séries c) les ordres d) les combinaisons 2 . Les voyelles a) définition b) les séries c) les ordres d) les combinaisons

T a b l e a u x a n n e x e s au c h a p i t r e

I

-

85

I . - P o u r c e n t a g e s d e p h o n è m e s p o u r l e s mots.... à initiale consonantique a. Pourcentages b. Pourcentages II.-Pourcentages à initiale de p h o n è m e s c o n s o n a n t i q u e s de p h o n è m e s v o c a l i q u e s . . mots 87 87 88 85 85 86

de p h o n è m e s p o u r l e s

vocalique de p h o n è m e s vocaliques.... de p h o n è m e s c o n s o n a n t i q u e s

a. Pourcentage b. Pourcentage

- 336 Page CHAPITRE II - E L E M E N T S POUR UNE GRAMMAIRE 89 91 92 95 97 99 101 105 108 109 110 verbale nominale par a f f i x a t i o n par d é t e r m i n a t i o n 111 117 117 125 127 127 129 129 par r e d o u b l e m e n t d'éléments différents.... synta132 asyn137 130 132

A. Morphologie

et S y n t h â m a t i q u e verbale

1 . La m o r p h o l o g i e 2. L'aspect neutre 3. L'aspect

accompli

4 . L'aspect virtuel 5. L'injonctif 6 . Le p a s s i f 7 . Le p a s s i f 8 . Le p a s s i f 9 . Le relatif 1 0 . La d é r i v a t i o n 1 1 . La d é r i v a t i o n neutre accompli virtuel

a . La d é r i v a t i o n b . La d é r i v a t i o n 1 2 . La d é r i v a t i o n

par r e d o u b l e m e n t

a . Le r e d o u b l e m e n t p a r t i e l b . Le r e d o u b l e m e n t 1 3 . La c o m p o s i t i o n a. composition b. composition total

1°) l e s c o m p o s é s à c a r a c t è ï ? xique 2a) les composés à caractère taxique

B. Syntagmatique I . Le s y n t a g m e n o m i n a l 1 . Les nominaux purs nominaux dérivés

142 143 143 143 144 146

a . Les radicaux b . Les nominaux

c . L e s supplée-.bs du n o m i n a l

- 337 -

Page 2 . Le s y n t a g m e nominal déterminatif grammaticaux préposés postposés 153 153 153 159 180 180 183 du p e r s o n n e l 187 189 a comme 189 rango 195 196 199 203 s les affixes 203 208 208 aspec208 néo212 216 219

a. Les déterminants 1 )
a e

les déterminants

2 ) les déterminants b. Les déterminants 1<0 le n u m é r a l

lexicaux

2 » ) le g é n i t i f c. Les déterminants

3 . Le syntagme à fonctionnel 1 û ) l e m o t - o u t i l am fonctionnel 2°) le f o n c t i o n n e l 4 . Le s y n t a g m e 5 . Le s y n t a g m e I I . Le syntagme verbal flexionnelles nominal

relatif

nominal d'apposition

A . Les formes

verbaux d ' a s p e c t (rappel) B . Les formes affixales a. Les formes préfixales 1û) les modalités verbales tuelles 2 ) les modalités aspectuelles 3 » ) les a u x i l i a i r e s b. Les formes suffixales
û

verbales

C. Enoncématique I. L'énoncé simple Prédicat Sujet Complément

221 222 224 227 230

1 . La f o n c t i o n 2 . La f o n c t i o n 3 . La fonction

- 338 -

Page II. Les énoncés spécifiques A. L'énoncé B . L'énoncé C . L'énoncé prohibitif injonctif négatif positif 235 236 238 240 total partiel circons243 non 250 252 240 243

interrogatif interrogatif interrogatif

a. L'énoncé b. l'énoncé

1û) les interrogatifs tanciels 2a) D . L'énoncé les interrogatifs circonstanciels exclamatif

III. L'énoncé complexe A. L'expansion B . L'expansion relative complémentaire directes

253 253 255 255 255

1&) Les expansions complémentaires a. l'énoncème complémentaire posé simple

juxta-

b . l'énoncème complémentaire juxtap o s é au c o m p l é m e n t l o c a t i f ou au c o m p l é m e n t de temps c. L'énoncème tionnel 2a) Les expansions indirectes complémentaire condi-

258 259

complémentaires 261

D o c u m e n t s a n n e x e s au c h a p i t r e , Tableau " " " I s Formules

II lexèmatiques verbale et

270 271 273 276 ; 277 278 280

de f o r m a t i o n s

II s F o r m u l e s de d é r i v a t i o n nominale III s F o r m u l e g é n é r a l e lexèmatique IU s Démonstratifs de

formation

et L o c a t i f s

p r o c é d é s de f o r m a t i o n
11

U s Le S y n t a g m e du n o r d

verbal

. Contes sakalava