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DEDALUS - Acervo - FFLCH-GE

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APRESENTACÃO
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Cf;f!:m geral, pouco se sabe sobre o que se passa entre a entrega de um original pelo autor e o livro pronto. Acredita-se que a editora simplesmente providencia a impressão de um original, transformando-o em livro. Na verdade, o texto, antes da impressão, percorre um longo trajeto, que começa na edição do original, fase em que se propõem mudanças, acréscimos e cortes, a partir de discussões com o autor.

21100001131

EDITORA:

Sandra Almeida
ASSISTENTE EDITORIAL:

Segue-se a fase de preparação, em que o original é submetido a um tratamento que o aperfeiçoa no que se refere à forma e ao conteúdo. ~ Quanto à forma, procura-se padronizar o texto de acordo com as normas da editora, além de limpá-Io das incorreções gramaticais. O texto padronizado e correto é o resultado desse trabalho atencioso. Quanto ao conteúdo, trata-se de eliminar erros, evitar incoerências e até absurdos que qualquer autor, por melhor que seja, comete. Esse trabalh(yespecializado é feit9' na Editora Ática, por uma equipe de preparadores de texto, e resulta Ra qualidade hoje amplamente reconhecida por todos aqueles que lêem um livro com o selo Ática. Ildete Oliveira Pinto foi por vários anos preparador de texto, função que exerceu com rara competência. Esta obra, nascida dessa vivência, expõe as técnicas e normas de preparação e revisão, orientando aqueles que trabalham ou pretendem trabalhar em editoração de texto.
O

Sueli Campo piano
PRODUÇÃO GRÁFICA:

Milton Takeda Nanci Y. Nichi Tomiko Chiyo Suguita Matilde N. Ezawa
CAPA:

Paulo Cesar Pereira
COMPOSIÇÃO:

~

Diarte Ed. e ComI. de Livros Ltda.
FOTOS:

Fábio Carvalho
OSeO!!L!!!"'1Cl
FONE 447-EUS11

ISBN 85 08 04486
1993

~

Todos os direitos reservados

Editora Ática S.A.
Rua Barão de 19uape, 110 Caixa Postal 8656 CEP 01507-900 São Paulo (SP) Te!': PABX (011) 278-9322 Fax: (011) 27H146 End. Telegráfico "Bomlivro"

Nosso objetivo ao publicar este manual é colocar a técnica da preparação e da revisão de livros nas mãos daqueles que de uma forma ou de outra estão preocupados com a qualidade dos textos publicados. José Bantim Duarte
Diretor Editorial

1
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SUMÁRIO

o

INTRODUÇÃO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Procedimentos As imagens gerais de preparação do texto

_ _ _ _ _ _

5
71

79 34

Seções do texto Formas do discurso Iniciais maiúsculas Iniciais minúsculas ---------------Nomes próprios ------------------

40
44 57

É inegável a liberdade de expressão do autor para construir sua mensagem, embora às vezes ele se preocupe mais com o conteúdo do que com a forma. A forma, por sua vez, é tão importante quanto o conteúdo, mas paradoxalmente é tal sua importância· que ela tem de estar latente e não interferir no conteúdo - a não ser que forma e conteúdo se fundam e constituam a essência da própria mensagem, o conteúdo. Essa fusão é comum quando se joga com palavras ou quando se instaura um momento de ruptura com padrões estabelecidos, caracterizando-se o processo de criação literária. Na mensagem didática, técnica, científica e de informação geral impõe-se, porém, uma normalização textual que evite a língua de Babel, que faça com que a mensagem flua tranqüilamente, sem tensões ou contradições.
./

_

53
62 69

Numerais

Divisão silábica siglas e símbolos ------------

~

10 Abreviaturas, 11 Citações 12 Notas 13 ' Referências

74
~ _

79 85
90 716 725

bibliográficas

e bibliografia _-----------

--------

14 Padrões complementares 16 A estrutura
APÊNDICES 1 Principais orlglnOls 2 3 4 5 6

15 O processo de revisão de provas ---------do livro impresso _ símbolos e sinais usados na revisão e marcação _ na revisão de provas -~ --de _

737

Embora o estilo pertença ao autor, com a liberdade que ele tem de construir sua mensagem, a editora pode - e deve - intervir no seu texto, e o faz com o seu pleno consendmento, para garantir a correção e a clareza da informação e a qualidade da publicação. Para conseguir isso, às vezes, chega mesmo a modificar a estrutura de um livro. Por conter elementos que se interpõem nessa atuação, podese dizer que este livro é um manual de estilo, cuja preocupação maior é sistematizar as normas editoriais aplicáveis com maior freqüência, sem a pretensão de ser exaustivo. Em se tratando de normas, ou regras, existe o risco de o apelo limitado a elas não permitir que sejam consideradas as exceções possíveis. Para evitar isso, porém, é fundamental o discernimento dos profissionais da editora em não ir de encontro à liberdade de criação, quando o autor procura formas discrepantes para divulgar sua mensagem, infringindo conscientemente as regras estabelecidas.

746

746

Principais símbolos e sinais usados Principais abreviaturas Abreviaturas Alfabeto

747 750
754 _ 755 756

e termos usados em bibliologia

dos nomes dos meses ---------

grego onomástico ------------~ .

Vocabulário

íNDICE ANAlíTICO BIBLIOGRAFIA

_ _

787

790

. que. numere-as com o mesmo número da lauda anterior seguido das letras o.~~. (fig. jovem. Render culto a (divindade). Int. Substância que serve para adoçar. lembrar. deve ser datilografado apenas em um lado da folha e em espaço duplo. na lauda anterior. 2. Sobreponha um asterisco ao número da última lauda .. (O) que de8envolv~mento.~~e~ ~ 1. conforme o exemplo. ele poderá fazer isso automaticamente. para que propiciem uma visão. 52b. . T .. mas aceitá-Io desta forma depende da conveniência da editora. 4. cru. que "segue 52b". estabanado . A forma mais tradicional de apresentação do original tem sido a do texto datilografado. 52c. . em laudas apropriadas ou em folhas de papel comum....•. "segue 52a" ou "há 52a" e. Original pelo autor à editora que resultará no livro. •• . ~ •• . -Jt1' adoçado 2. p. Amar em extremo •. se não total.~ ~ ~ v. c. O texto deve ser datilografado dentro do campo apropriado da lauda. e também não é novidade o autor entregar o texto em disquetes . na lauda 52a. Encantador. r -to' ~- Avisar.e indique.) Abrandar.escência.. em nosso caso. 2. O original apresentado em papel comum. -ti- ~ ~ Estouvado. do tipo sulfite. contêm o texto gravado. pois pode ocorrer que a ilegibilidade da escrita comprometa o fluxo de produção. ~ adj. é necessário antes apresentar os conceitos de original e de editoração. 2. Com a penetração dos microcomputadores. Ficar doente. ao menos parcial do processo de edição de um livro. . Pode ser um simples manuscrito. repaginando o documento. 2.por exemplo. b... Se houver inserção posterior de uma ou mais laudas. Abrandar. a partir das páginas pré-textuais (v.. Original é todo material entregue Numere as laudas consecutivamente. 137). .por exemplo: 325*. seco ao sol. sem que seja preciso renumerá-Ias desde a primeira inserção. Com esse procedimento tradicional procura-se controlar todas as laudas dos originais. é comum o original chegar à editora em folhas impressas por esse mecanismo.6 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Introdução 7 o original e a editoração Principais Laudo formos de apresentação dos originais Para situar devidamente a abrangência das questões específicas deste manual. e a idade está ainda não alcançou pleao na adol. e assim por diante. Mas. -+. Digno de ser adorado. suavizar. ~'~ '~~. 1.. 520. .int.dispositivos que. se você trabalha com um microcomputador.

ou seja.l'"::':"l.tJ[) profltcl!:..lsas lJ2(::(fjcas. contratação e nas adequa~ ções dos originais para publicação. pesad(sslmos.l~ c[)ml~reer)clet~ld(:) e grita: s!~a crjatlll'"a r'EC~lpEr'a a!s flJrçaS DEIJrE~.denomina~se edi~ loração.O (jo Atena ql. (:Ofltemplam urna 'Picanl o ela luta. televisão.alta p de sobre ~ (J gigante IJm pa{s ~l ~J Ir I'· ~:t. filmes..clc·~..petácul().. discos. ( necE!s!. sent)or del. HI/I'·i).Dy 1 ").tá em ~1&~aclEs! contatc) (::01"1)t!IUa i:erra natal" Carl'"Cgllc-a para !:lc:m "1 on9E'! Erlchcfldo"'!SE (:Ie !~E~lS coragem. e o pós-industrial diz respeito a todos os aspectos relacionados à comercialização do livro. nlCS.. t it:G!:~.mC) IJ(Jr ~sscr à luta~ ele j!~30. o da edição do livro.. fClridos. em Per r I)!. ~)ara elimlrlJ-·los. CIEl1~.(dOI1. VEZy descobre 11C)Va al'·ma: ev'guen(il:) roc:I·1C(ios. del. as margenl ApoIo.."t inu:. Apef)a!~ ~ mar·as. como livros. costuma-se dividi-Io em três momentos: o pré-industrial. Sol. AtCI12.l..iéstia. voltam ~loi~~. Assustadas.. o processo de editoração será visto apenas pelo prisma das adequações dos originais..l as~. c! C)::.\. fcrrei~() manco.larlCI(:l es. é o sentido primeiro do termo.t: pont in9c D ii':\ no chr:f'(·:·.llas. para o propósito deste livro.~~~__ ~_~_~D: MAtlUAl OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Cópia de computador Disquete Agora~ O~.:-.SD. o industrial e o pós-industrial. impressão e acabamento..e imediatamerltey 81"ltC!S" maIs.e~.árj() ql. F'OI~ S~la 'cerr(vcl €!.etapas classificadas dentro das fases pré-industrial c industrial..:~ ~ ~ " dpusc!.lh<. Para situar me~ lhor o processo de editoração. SE deixa lan~a Emp1ll1ha laflçam brasa os comt)ate" !-lefestIJ. seleção.E!~. bl"açQ!~ t) tlCI"6i ~.ustadoras t:ridclltC. revistas.D ~:"t ] (:lng {1·lqIJO. O préindustrial consiste na busca.!.. E fun(1c metal..~:\n'cD i·:~. O conjunto das tarefas inerentes aos três momentos .ar ql. PO~. VI901'"OS. C::::\l no c:h."( 9i~~lantE" () InOn!:itl'"O p:::). lança-os sobre ()s atacBlltes" mesmo se as ()s ~)aI1cadas dc)s deuses E lias N(:)entantc).nç:i':\ m(:\:::·y Uffli'. E surpr"csa alerta ger'aly l~var)ta'-~.leH0ra(:les golpes fo~t: {ssimos lhcs com d& sua ~lnlgolpe miselriCÓI~dia~ clesfere ._ . . (J C 1"U(·:·-: ~ 1 TodD~:~ o.exercidas por um editor ou sob sua supervisão .~. para Erl'PI~erli:ar sellS tem(vpis i ri i m i 90::. COnl(:) Editoração O termo ediloração hoje é empregado em vários meios de difusão cultural. fixando-se na preparação e revisão do texto .." F().. e i. No entanto. 11~()SEriam suficlEnt~ SErES lmundo!:. c: üm ont:le flJlrtes leva'··() I:) mata C:OI1I lJm golpe cont maça~ :nqu.l!~ do dos Plechas SEI. etc. jornais.o industrial é a fase de composição.~E·nclD +"1 (:::ch:i:l. I)clnéter E tr&ml. O que nos interessa. IJcusas con!~eg~lissem abatEl' tit:âs. entretanto. ac) ~:\ b~:\t<:\".

p. a autor vivo é o árbitro por excelência das questões suscitadas em sua obra. etc. o texto a editor faz a apresentação do texto ao preparador e lhe preparador. Ganham autores. Malgrado todos os esforços. tão. normalização. nos nomes de pessoas e de coisas. e a revisão de provas se dá na fase industrial. ou padronização. a mudança da forma de . parte para conhecê-Io melhor. endá algumas recomendações. nas datas.v. (A revisão de originais ocorre antes da composição. Seu texto sujeita-se aos padrões da editora. é preciso que qualquer original seja submetido pelo menos a uma correção ortográfica e de sintaxe. mas ele pode e deve defender a integridade de seus escritos.se vive ou não. " Dependendo da "lente" de que o preparador possa lançar mão para examinar os originais. definitivas. o texto de autor já falecido é inalterável. Com ela todos só têm a ganhar. servem apendS de orientação à arte. É uma relação de namoro que principia. quanto mais respostas oferecer a essa complexidade de coisas. Marcações a lápis não devem ser compostas ou digitadas. deve apresentar exatidão nas informações históricas ou factuais. utilize o recurso conhecido como "marcas de revisão" para assinalar modificações provisórias no texto. Ganha a própria publicação. normalização e revisão dos originais são chamadas de preparação. por exemplo. seu estilo . Estilo é a maneira peculiar de o autor exprimir seus pensamentos. PROCE DE ------~-. que pode utilizar melhor a obra. Mas o preparador ainda tem de buscar informações complementares sobre o autor .10 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As atividades relativas à adequação do texto que dizem respeito à organização. Mas não é tudo. - SG E RA I S RACÃO •.e discernir a natureza ou o tipo da publicação. é a aplicação de normas lingüísticas e editoriais ao texto. desde os originais até o livro impresso. para minimizar isso. Trabalhando com microcomputador. Ao pé da letra. Eventuais modificações são decididas pelo editor. ou seja. Autores há que julgam seu texto perfeito e definitivo. outros reconhecem a colaboração que se possa dar. a Em princípio. à composição ou à revisão. de textos legais. sempre que for necessário. bem como nas citações de qualquer tipo: de língua portuguesa ou estrangeira. de textos arcaicos cuia fidelidade ortográfica precise ser mantido. com legibilidade. depois de o texto ter sido composto e antes de ser impresso finalmente . o emprego de um tempo verbal por outro. São imprevisíveis os recursos de que ele pode se valer para conseguir efeitos expressivos. ou correções. 125. as emendas. Ganha o leitor. pois encontram aí um ponto de apoio que orienta e facilita o trabalho. mais estará habilitando-se a realizar um bom trabalho. como. a Faça à tinta. a texto começa a se revelar aos olhos do preparador e a lhe sugerir o que fazer para conquistá-Io. editores e demais profissionais envolvidos com o livro. para em seguida delimitar ou estender seu campo de ação.) profissional encarregado de executar essa adequação é chamado aqui genericamente de preparador de texto. seu universo de atuação pode se tornar bem complexo. nos números. contando com uma apresentação racional e uniforme. Mas. E. não há texto sem erros. IWII••••• • .

que senhor-de-engenho é o mero.para saber que obra-de-arte é a "designação tradicional de estruturas tais como bueiros. sem variação de forma. 53. 119). às vezes. Então é preciso consultar os dicionários . Além da pontuação ordinária do texto. por exemplo. Nem sempre. desde Sagarana. (p. ele dava um sorrisinho e dizia: "Pode corrigir"!. se esse z era assim mesmo (porque ele trocava s por z) ou se esse j por g deveria permanecer. percomorfo. "peixe teleósteo. muros de arrimo. em Aluísio Magalhães et alii.. Por exemplo. o infinitivo flexionado para ressaltar a pessoa sobre a ação. Fundação Getúlio Vargas. necessárias à construção de estradas" e que obra de arte é a "obra produzida segundo o conceito de arte.e ler as acepções dos verbetes . as figuras' de palavras e de construção. a concordância ideológica. 1 "Preparação de originais . mas isso não é motivo suficiente para que seu texto não seja revisado com rigor.. não devem ser esquecidos os casos especiais aqui examinados. nas abreviaturas em geral (p. O revisor timidamente perguntava a ele. A pontuação correta das orações adjetivas. mesmo que se trate de texto de natureza literária. no Volp os vocábulos obra-de-arte e senhor-de-engenho são consignados apenas com hifens. túneis. de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. como a pontuação nas referências bibliográficas (p. Os textos didáticos. restritivas e explicativas.. o Novo dicionário da língua portuguesa.. 75) e antes de etc. 1981. Rio de Janeiro. ) devem ter sua grafia uniformizada. da família dos serranídeos" e que senhor de engenho é o "proprietário de engenho de açúcar". 42). pontes. nos diálogos (p. loiro e louro. e o Dicionário contem- A pontuação Conhecer análise sintática é fundamental para bem pontuar. Para tanto.I". clareza e correção da informação. viadutos. basta conferir a grafia de palavras no Volp ou constatar o registro desta ou daquela forma nos dicionários. especialmente a que é tida como de boa qualidade". Qualquer mortal poderá ter acesso a esse banco pelo telefone (0121) 262-1313. i. etc. da Academia Brasileira de Letras. mas não existem ali significados. contacto e contato. p. 2.12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 13 tratamento para indicar alteração de estados psicológicos de personagens.. de Caldas Aulete. Interferir nesses recursos sem perceber as intenções do autor é deturpar-lhe o escrito. denota antes de tudo clareza da mensagem. po- rém. A Academia Brasileira de Letras mantém um banco de dados que fornece o significado dos vocábulos constantes no V olp. Geralmente. este manual é um livro aberto. entre o mais que se fizer necessário. A ortografia Os principais cânones ortográficos da língua portuguesa são o Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (V 01 p ).. radioatividade e radiatividade . Formas optativas As palavras com mais de um registro lingüístico (por exemplo.. observe: porâneo da língua portuguesa. 93). Além dos assuntos próprios dos capítulos subseqüentes. É ilustrativa dessa atuação a seguinte passagem de Antônio Houaiss sobre um episódio da edição da obra de Guimarães Rosa: . etc. e daí para diante cada vez mais obsessivamente. .e. Editorl]fão hoje. científicos e afins devem ser submetidos ao rigor da normalização e sofrer as alterações necessárias com vistas à coerência. A liberdade do autor em romper padrões é praticamente ilimitada. ed. os textos eram respeitados passivamente pelo impressor tal como estavam. num mesmo contexto.

por sua vez. Em textos literários. seu.14 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 15 e as repetições de palavras Um bom texto prima-se pela precisão vocabular. técnicos ou científicos. as conjunções. pode funcionar como recurso estilístico. Por isso. etc. o jeito é modificar a frase para conseguir nova expressão da mesma idéia. essas construções devem ser evitadas. pronomes e até preposições costumam também causar ambigüidades. lança mão amiúde da ambigüidade como recurso eficaz. "João e José se prejudicaram a si mesmos" ou "João e José prejudicaram-se um ao outro"? . A mensagem publicitária. Há vários anos. a cacofonia. se. E desta forma a mensagem foi recebida. Há também casos em que a repetição de palavras é necessária para a clareza do enunciado. Um texto crivado de palavras repetidas pode revelar pobreza de idéias ou de vocabulário. passou a produzir vinagre. Há palavras. mas. conforme o caso. devemos apelar para os sinônimos. em geral. às vezes. Mas. que busca compreender os elementos determinantes da realidade social.. como as preposições. pois são elos básicos de estruturação da frase ou do pensamento linear. Mas. E talvez com a mesma qualidade. mim" ou "Ser considerado pelos amigos é importante pa- ra mim. o eco. os verbos auxiliares. na verdade. emprestam sentido obscuro à frase: A preocupação social está presente na obra de Aluísio Azevedo. se não tiverem a clara intenção de assim serem. quando essas repetições se tornam gratuitas. Cuidado com pequenas palavras como que. que geralmente não permitem fugir a esse esquema. "dar-se mal" ou coisa do gênero. Ora. que causa impacto. ir pro vinagre pode significar "morrer". como a ambigilidade. principalmente quando se tratar de textos didáticos. a ambigüidade deve ser evitada. Não havendo sinônimos perfeitos. As ambigüidades e outros vícios de linguagem Palavras ou expressões empregadas irrefletidamente ou mal colocadas podem obscurecer a frase. dar sentido duvidoso ou provocar fatos indesejáveis. de. Vejamos alguns exemplos: Encontrei-a chorando. partículas que. A frase leva a três interpretações: "João e José foram prejudicados". próprio. mas noutros casos constitui um vício de linguagem. cada palavra tem um significado exclusivo. " João e José prejudicaram-se. o vocabulário de rua: "A Carbonell foi pro vinagre". Quem busca compreender os elementos deter~inantes da realidade social: Aluísio ou sua obra? A ambigüidade produzida pelo que pode ser desfeita pela substituição deste pronome por o qual. Em princípio. em linguagem coloquial. Aqui a ambigüidade eu? está em saber quem chorava: ela ou Conjunções. Ambigüidade ou anfibologia Ambigilidade é uma figura de linguagem que ocorre sempre que uma construção sintática apresentar mais de um sentido. a qual. A consideração de meus amigos é importante para mim. um fabricante de azeite de oliva anunciou em grandes cartazes O que é importante? Que eu considere os amigos ou que os amigos me considerem? A clareza da frase pode ser dada por uma destas construções: "Considerar os amigos é importante para . a indústria queria dizer exatamente o contrário: além de fabricar azeite. etc.

Cacofonia É o som desagradável.e.ela tinha . de Celso Pedra Luft. (Augusto Frederico Schmidt.mesma maneira . verbo não se flexiona. ou palavra obscena. constitui não só uma boa fonte de consulta para resolver essas dificuldades como também um registro atualizado da língua. principalmente a verbal. eco nas terminações em -mente . basta substituir "o seu livro" po~ "o livro dele" ou "o livro dela". que às vezes se afastam das normas da gramática portuguesa. monotonamente. para realçar a circunstância.por cada .16 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 1 - Procedimentos gerais de preparação 17 Maria disse a Antônio que não trouxera o seu livro.uma minha . Neste caso. como sempre. Eis alguns exemplos de junções de palavras consideradas cacófatos: Acerca dela . Vamos apenas comparar dois exemplos com essa partícula: Não se estabeleceu quais medidas seriam tomadas. Concordância Cumprir os princípios gramaticais de concordância (verbalou nominal) é básico para a clareza do texto. /ongamente.ete. do som agradável ao ouvido.nunca gasta . Não se estabeleceram as medidas que seriam tomadas. Um problema quase sempre existente a respeito é a flexão (ou não) da forma verbal acompanhada da partícula se. . o Eco Consiste o eco no emprego de palavras com a mesma terminação ou com o mesmo som final próximas umas das outras.boom da . para o devido esclarecimento. porque o sujeito é uma oração (= qUaIS medidas seriam tomadas). publicado pela Ática. porque o sujeito é um "as medidas". Funciona como recurso estilístico na poesia. conserva-se a terminação nos advérbios e omite-se a conjunção e: O mar chora.) Colocação pronominal No entanto. i. é importante saber que à acepção que se quer corresponde uma regência correta. resultante da junção das sílabas finais de uma palavra com as sílabas iniciais de outra. vaga e maquinalmente: senhor. de Adriano publicado pela Ática. O Dicionário prático de regência verbal. Novas lições de análise sintática.) Embora a colocação pronominal esteja muito em função da eufonia. Regência A regência. mas deve ser evitado na prosa não-ficcional: Então a recessão é a solução para combater a inflação? Mas aqui o verbo tem substantivo no plural... Basta evitar aqueles que produzam realmente sentidos obscenos ou ridículos . costuma trazer muitas dúvidas.Quando dois ou mais advérbios em -mente modificam a mesma palavra. livro solução para elucidar de ser flexionado..a sensibilidade é sua. Nesse caso.mesma mão . é recomendável seguir os padrões da norma culta do Brasil. pode ser uma boa outros casos.nosso hino .envie-me já . Uma consulta às da Gama Kury. junta-se a terminação apenas ao último deles: O outro respondeu.ela trina . meu (Eça de Queirós. É bem verdade que às vezes o escrúpulo com os cacófatos se torna exagerado. é verdade .fé demais . É o verdade.

for a primeira ilustração. É possível que num ponto qualquer haja remissão a alguma parte suprimida. qualquer alteração comprometa a uniformização existente. mapas. - . com exceção apenas das tabelas. p. 37) composta de dois indicativos. ~'~_·oI·~. todo o livro deve ser vistoriado no sentido de preservar sua inteireza e ser preparado como se fosse original inédito.Estabelecendo uma numeração única para todas as ilustrações do começo ao fim do livro. um quadro comparativo.18 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO A abertura de parágrafos Prevenindo-se contra os saltos na composição (v. Idêntico procedimento deve ter também o revisor impedindo o fato desagradável de uma ou mais linhas seguidas da composição começarem ou terminarem com as mesmas palavras. que seja necessária uma nova enumeração de coisas. ou simplesmente inserindo-as no texto.~ MiM __ •• EX T O Ilustrações Ilustrações são quaisquer imagens ou figuras que acompanham o texto. ele será a figura 1. uma fotografia poderá ser a figura 3. fotografias. podemos apresentá-Ias de duas formas: classificadas por uma só numeração consecutiva ao longo do livro ou por uma numeração progressiva (v. Após efetuarem-se as modificações necessárias. bastando para isso pedir para recorrer o texto. faça-a preceder da indicação Figura ou Fig. separando-as de acordo com o tipo de cada uma. e assim por diante. por exemplo. não só de obras coletivas e de referência mas também de obras individuais. A coerência A utilização sistemática de um mesmo critério para um mesmo tipo de caso é fundamental à unidade. quadros. será a figura 2. organogramas. esquemas. Novas edições Os originais de obras reformuladas devem ser preparados e revisados na íntegra. quando isso é feito pelas primeiras palavras de cada parágrafo -. se for a segunda ilustração. que.verificação da seqüência do texto. se um mapa. enfim. é recomendável que os parágrafos seqüenciais não se iniciem com as mesmas palavras. etc. sem classificá -Ias. Ilustrações como figuras Chamando genericamente de figuras quaisquer ilustrações. à organicidade. tais como desenhos. 1. diagramas. p.G\EiN S D OT •• OII!. 127) e nas batidas de parágrafos ."_I 2 AS I M Â. a) Uma só numeração ao longo do livro . Classificacão~ Podemos organizar as ilustrações de três maneiras básicas: agrupando todas elas sob a denominação de figuras. Antes de enunciar a legenda em si.

valem as mesmas orientações do item acima. e o Yin. É provável que novas mudanças ocorram nesse país nas próximas décadas. basta mencionar a sua classificação . ou certo ou errado. Reproduzida Geografia crítica. e a nova política de abertura para o capitalismo. para se 4. racional.3. ou se é bom ou mau. ou claro ou escuro. Existe até um diagrama chinês antigo. aparentemente rad·icais. um muçulmano e cristão (embora talvez um pouco menos). 3. contemplativo. Ilustrações especificadas pelo tipo As ilustrações também podem ser classificadas de acordo com o tipo de cada uma. conforme o exposto acima). Para ele não existe algo radicalmente mau nem bom. bem como o anterior. Taiwan (ou Formosa) e Hong Kong .Vânia Rúbia Farias. Coréia do Sul. Ática.sobretudo industrial . complexo.2. o chinês comum é extremamente curioso. Por exemplo.20 ________________________ O~_R~~_ArJUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L::__ ~s_im-"-gensd"_ text~ " _ 21 conforme o que se queira adotar como padrão -. as ilustrações podem o texto integrando-se a ele como um seguimento suplementá-Io . todos os mapas podem ter uma numeração exclusiva.cidade localizada em território chinês e sob a administração colonial da GrãBretanha . 7. IlustmiãcJ_c~I"~cadana _~eqüência no texto. proporciona maior liberdade na distribuição dos elementos gráficos na página.Neste caso o que teremos de fato são várias numerações consecutivas que se reiniciam a cada novo capítulo. A natureza. 23: Mapa do tesouro b) Numeração progressiva composta de dois indicativos . ou ativo ou passivo. intuitivo. expansivo. O que diferencia este procedimento do anterior é o fato de que aqui cada tipo de ilustração ganha uma numeração própria. ou doente ou são. 2. para que não ocorra um mesmo número para mais de uma ilustração. Isso explica por que. quadro 5. com as mais elevadas taxas de crescimento do mundo. por exemplo. 7. de: VESENTINI. do número seqüencial de cada uma.são internacionalmente conhecidos como "tigres asiáticos". 170. o rompimento com a União Soviética depois de seguir sua orientação econômica. t não a eliminação de um lado. a Revolução Cultural e o isolamento do país. Isto se deve à grande prosperidade econômica . 4. que é o lado escuro e que simboliza o intelecto feminino. Assim: seguida referir no texto a uma determinada imagem. Assim.figura 13. faz com que os chineses aceitem c participem de freqüentes mudanças. ou uno ou múltiplo. o chinês não só aceita acontecimentos aparentemente tão diferentes como participa deles: a implantação do socialismo. Entretanto. são colocadas nas do assunto a que se referem.que alcançaram nas últimas décadas. do Terceiro Mundo. as coisas e as próprias pessoas são tudo isso ao mesmo tempo. Assim. o pensamento chinês defende a natureza delica da realidade. as épocas de predominância do Yang e aquelas em que o Yin predomina. é recomendável colocar antes do número de cada ilustração o número do capítulo correspondente seguido de ponto. as quais à primeira vista poderão parecer incompreensÍveis para o pensamento ocidental.n ou Fig. De resto. geografia v. Fig.1. na dose certa. todas as ilustrações do capítulo 7 são enunciadas por Figura 7. aberto a novas idéias e experiências. Ilustrações Inseridas complementar seu ou apenas proximidades sem classificação sem nenhuma classificação. ambos têm a vantagem de que.n: 7. como no pensamento ocidental. 1991.1. . que é o lado claro e que representa o intelecto masculino. na história recent'e da China. Este procedimento. p. da mesma forma que os gráficos e tudo o maiS. Além disso. No pensamento chinês. São Paulo. com a busca do equilíbrio nesse meio termo. mapa 8. ou masculino ou feminino. por exemplo. que procura simbolizar esse ensi~ namento básico da seguinte forma: mcntod~ equilíbrio desses contrários -. 7. todas as fotos podem ser numeradas independentemente das outras ilustrações (por uma só numeração ao longo do livro ou por numeração progressiva. devendo conviver com esses opostos e buscar a harmonia dos contrários. ao contrário. pois dá mais autonomia à figura em relação à continuidade do texto. tudo tem o seu lugar no momento certo. T'aichi T'u ou Diagrama do Supremo Fundamental Os "tigres asiáticos" Esse diagrama representa a harmonia dos opostos: o Yang. José William & VLACH.neste caso. o que importa é a busca do equilíbrio. ou seja. ou bonito ou feio.

Uma laudo do original de legendas de fotos •. 15.3) --~------. com uma listagem de todos esses itens ordenados segundo a seqüência do texto.foto 9.:! •.2 10.1 1.2 . mencione sempre o número da lauda em que deve entrar o crédito fazendo-o acompanhar-se do número da figura. um para as legendas e outro para as fontes ou os créditos.1 mineral a céu aberto na União Soviética.2 Thierry Champion/Gamma/Sigla a fabricação de automóveis particulares.2 Gamma ••• ) .1 eletrônica na Coréia do Sul Gail1ard/Gamma 15. Kenneth Garrett/Keystone 193 . ~ " Y. Podem ser elaborados originais independentes para cada tipo de ocorrência.22 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 2 - As imagens do texto 23 Originais de legendas e créditos Uma lauda do original de créditos de fotos Quando não forem apresentados com os originais do texto.2 Marisa carrião/ Wagner Angular Avancini/Angular Carol Val/lkso começa a se tornar comum na China: cartaz de publicidade de 14. Drechster-Angular Angular 1. i.• 'o·~ •.4 14.foto 8..2 FOTEX/R.Camera Presa London/ Keystone 2. Em qualquer uma dessas situações...-~ 194 .•••.4 Iolanda Huzak de crédito ooidental.2 Marcos Guião/Angular foi importada da Alemanha. A esoava- Tsuneo Nakamura/Volvox carvao 10.• '0.• ! 1. Ruy Teixa1ra/Angular _.1 11. É tambérn possível apresentar um original único.3 Kevin Schreiber -. os originais de legendas e créditos devem ser feitos à parte. a bicicleta é Gamma comum. destinado principalmentea turistas.--de montagem de uma fábrica de automóveis na União Soviética Manoel Novaes 11.•..1 9..foto 8. Num país onde há pouca preocupaçao 3.5 9.e..1 Copyright Agence vu Bernaro Descamps/ Angular nas cidades chinesas. .•••••••.

.. y •.....=IJ !.. uma eoonomia dependente exterior. que foi linhas a rede o traçado projetado de um férreas africana das de transObserve. *"""'1 ~\t ~ ... sistema transportes reflete." ~ ! . ! o· •••• .. r y ..' ---... Geo«rafia Ilustrada. Lubumbashi Dar-es-SaIaam Nairóbi Adio-Abeba Djibuti f9i pensado para unir as ao mercado iaternaoia.o Harare para mesmo ou as re«iões y .... Cidade Port do Cabo Elizabeth principais unir país.o ~ ~ PriBcipais no Veja não mapa.. portes. ~~ _~.... o· ".• .•._-'"~- 25 Na apresentação de originais de mapas..•. p.. ti T . ferrovias países Kinshasa Lobi to . " ! . MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto ... Abril Cultural... CR.... 0. Eo.. _----_. Fonte.ÂNTlc. vias diri!"em-se de aos portos eoonomias Por isso de africanas as ferroO exportação.• ! " Ferrov~ 'as !..al..." •••••• " : •••••••• r •..•. 1632. na África Indígenas de Madagsscar ........•. os Ele Durban Johannesbur.. Essa relação pode ser feita nos próprios originais de legendas.. GEOGRAFIA 0 •••••• CRiTICA - 4 - MAPAS ! ..•.... portanto." •••••••••••• . ".. Peyre/Gamma/Sicla Ferrovias na África ÁSIA Cairo Moçambique Antananarivo OCEANO ATLANTICO OCEANO PAclFICO Sene«al Níger Uban(ui Nilo Con~o Kasai Túnis Argel Casablanca Dacar Bellaco Conscri Abidjã Lagos Brazzaville OCC=Ã:I'lC AT/." J. ! n. Por exemplo: ºriginal de um mapa Um original de legendas e créditos em que aparecem relacionados os nomes e textos do map~ 1tlrnilê$E'UlP titulo GEOGRAFIA CRiTICA 4 ROTEIRO DE IMAGENS n' Ititulo _ ••••••••••••••. . .24 ~ o LIVRO:.•.e vaI tada para o 1"""""" PAM~ iWJ-~\ P.. ... Aspecto do cerrado com elementos de sua feuna..u-~~ .•..•..... _~-~ .. no continente africano . relacione à parte todos os nomes e textos para facilitar a composição...-~~~-~~~--~- ..•. 'll~~.•. o ..

os créditos e/ou as fontes das ilustrações podem localizar-se: a) no frontispício ou no verso do frontispício: Créditos no fronti!píc:jc. Sônia.amiJ. mJY2fL . Atica.wrn € ~ é?wztr ~ "QA! r:Iue cI!aiiY!" .Ó. ..: Caixa Todos Átiea pABX Postal S. .<.etI&t.p "aeh "1"l/.vJn Rua Barão de 19uape. : OA. e -rp. Português em sala de aula. eU ~ &. . de Aua. ~.WVQ ~ ntY f:vr . Ática.tMnffeut ". reservados Reproduzido de: TEIXEIRA.1 26 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO L:-~m~~s do texto __ 27 Localizacão # dos créditos Créditos no verso do frontispício Conforme o espaço disponível ou a ênfase que se queira dar.wm ~ ~ div'w.7?UlffZCÚ).&w-.R/JU>.. Urata coordenação de arte: Silvio Vivian ff eu. m. p. m·9322 g6S6· SãoPau\o os direlto..al!c&nçaabdÍdM4 "J7U.. " (j)~ ~.:O.whe coi1a4 tr ~ 7TIVYmff e ~ dia-a-dia. ~ di. • a&mo. de .4ell4 ~ a. .l4OWIM • ~~.or .y q.a ~ .J.cüd/. 7Ur =. Nelson S.I1t.mM=~9"'-eAe C<mZ a ~ Ad:t~ ni1. f=W.4 Pesquisa: Luiz Lopes de Souza Composição e montagem: Diarte composição e arte gráfica S/C Ltda.:xn c:a. São Paulo. rrw é:IJMM.wm Ai.~ e.wn 'f'd ~ . ~ 'fP' /. eJ.U.7. ~ . ~ 'P" aomiWmz do.0epo?1.9:!if ~ F m.xn~ •~ ~-=n é'wz. coordenação geral: Nelson S.~ .:. ~. Reproduzido de: JUNQUEIRA. e ea ~ 1988 f. 1991. ae. .. võm:a4 coida<.cú "Clh! ~ ~ d1r ~ &jdl" fww.&m F~f"9U-- • ~h~ :.:vw-. e ~ '1W' de e a&unb1. CEP teleg 0\507 "Bomlivro" . dtr f"C'.e cá tVnff fWU1.&m 1X.Mti ff fX':'W- a{ =n '//&d.etvrw. 1988.e' '?7Ud!ir ~ e ~e e amzpte=. Uram composição: Catanna Horibe.. amfr.e nãfr? . \ \0 End. fJO'1- ~. P.. . (i. da ~ &ndé ~.dltoril Te!. A1e~.~. • ?7?a.do.A..C.. São Paulo. &m.. M'~ ~ .téJz.~.fMnU:m ~ -n(Ur. Frei Caneca e a resistência pernambucana. Frelncisco M.iMnJúy "acvw..o- ~ c:W ~:na~ch~'fM4a~oáde ~ de ~ a&. 2.ue ~e ~cmn~.o:Wm 7u"m &vw.mde.d. 7° série.

I riar de Moi çando constl bar o gover: Em novell aprovada u..' Melo Des<. 311. uma importante ajuda financeira para enfrentar seus problemas econômicos.. AryNormanha PÁGINA 79 Anúncio: Quadrinho: PÁGINA Agência Caul"s.'pl<u]. São Paulo.Maria Helena Valente. Homem de Meio & Troi" D('~enh(.lo Bethencourt Homelll Mlran klr".: Homem de Mc10 2 das "Terceiro mal & Troia Desenhos: PAGINA EUA (adaptado) Luís l'emando Vasques.. Homl'm de Meio & Mulheres de Moçambique Anunciante.l: Alq' PÁGINA 96 Quadrinho: PÁGINA Quadrinhos.. presiderl ra manter u. A J..: IlolDt'm s. H:ília PÁGINA AlllHlr-iO: PÁGINA 105 Agc'"<:ia 106 Homl'm 107 G!:lll<'O.. EUA (adaptado).1 Sul.iaunl. PiLlure~ Ceholinha CarLlZ: . PÁGINA 22 Quadrinhos: Quina. Revista Circo(ad.'ii/b(Jur-'t/"'--.' Mt'!o & Trob PÁGINA PÁGINA com ktr:lS: Homem de Mdo Desenhos: PÁGINA PÁGINA Paulo) Anúnóo PÁGINA Quadrinhos: Cmum.'t:. p.ao(i{oalltoria PÁGINA 98 Anunciante (fr"glllt. 115 ComjJf.:::~. nllma visita a Washington em 1985. Troia PÁGINA 108 PÁGINA 21 Anúncio: Agência Homem M. Troia I'bca lê desenho Silhml('lI('s. 373. . 2.lriniJw. Reproduzido de: FARACO& MouRA. ..!.28 o LIVRO: MANUAL OEPREPARAÇÃO E REVISÃ~ 2 - As imagens do lexl"-- __ . de: PAZZINATO.arfiuld EITA (adaplado) PÁGINA 26 c Duicatllr. .. PÁGINA 114 Dl'~erlh<)s: Si/bol/c/lcs. Stahd Davis. que era da I I PÁGINA 32 Quadrinhos: PÁGINA TItulo do Maurício 34 filme: Univer~al Capa: Fugl'nioKirsch PÁGINA 78 Título de novela: Rede Gloho Qu«drinhos: jim PÁGINA 133 Lage. & ElTA(adapl:u!o) Mendes de autoria de dólares e um 220 66"70 complet pela decisão roml ca do Sul de ren canos carvão. dos paises do: procurando I consolidaçã! negras da f que continu.lIerreiro eu respiro PÁGINA 85 Si! dói (fUimdo Anúncio: PÁGINA Agênci:< 134 Almap Salles CcHtaz: Ag0nd" PÁGINA 136 __~~10/~~~~_ ano.nilm:.mdium.. Garficld ('. 18 Quina.. 29 b) no local da própria imagem: um acordo de não-agressão com Pretória. Eugênio Kirsch Hugo l'rdtt. Ram. !. Corto Ma/lese- Agi::ncia 127 (fr.klo & Troia cionais.UiSCl"j(('vista(.'io. Troia QlIadrinh<. Garfidd IIom"!Tl Ca/{/in.. lt.on. Troia Ar!.) Corto Ma/It's('. o que lhe valeu um estremecimento de relações com Moscou. 86 Gar/idd & (.. 1992. que traball A medi! PÁGINA 28 II detenho Saga Gravura: Quadrinhos: will Eisncr. PÁGINA 15 Cilmpelldiurn. Ml'M/(:aS'·liJrCIllGld('desenh"deJ EUA C"laptado) Car10s dl' Mel" '!'mia Agêntia 11 Eml1ratllr(rr:rl'"wnto) PÁGINA 39 lkscnhu. PÁGINA 51 Notici.: de Meio PÁGINA 66 De~enho Santa na capa R()~a da edição de 1')')2 EljA..~()cia<.ttmde e partes de Souza. MPM HOllWnJ do: Meio PÁGINA 38 & Troi" PÁGINA 87 Fotos: Homem 90 (I<" M<:Io & Troi:l de jaymc Agt'nda pAGINA Anúnci()~: Troia: PÁGINA & Agi::nda Arltlnci:llltl'.. _ dólares por gU:ldli~. Jarln'.Anunciante: de moS(:a: Dcddização Agencia Emops Descnhollacapa:janv:mWijngaarden PÁGINA 70 Quadrinho: A halada PÁGINA 74 Scliar. Desenhos: Coca·Cola & Troia PÁGINA 57 Anúncio. SI/houe/les.cinye PÁGINA 54 C"iagens: Horllcm lIderJ_o. Moçaml doações que ZaJl da fome. de eom 64 de Mc10 & Troia e Jn.'nto) PÁGINA 99 &. Cartaz.) . Homem Ma/a/da Silhuuelles. Analista organizaçõel QUildrinho: Eduardo Desenhos: Desenho autoria Foto: Homem !lomem 113 de Jl. Artes Quino.EI. Capas: c.- PÁGINA 41 Bolinha Foro: lkvi.':lO l)J'Z. PÁGINA 59 Desenhos: '[roia QlIadri[]ho~: Jim pAGINA 110 llesenh" PÁGINA 111 07~OIl PÁGINA 23 I PÁGINA 24 & Traia.o. Homem EUA (adaptado) de Mcla de Meio & Troia..fil. p. PÁGINA 46 Fl'(ml~ e Enw_\! Quadrinhos: Mariniello. Ática.. . como neste exemplo: PÁGINA 10 fksenito. PÁGINA Cau!o~. tuição que I tinção do ri único e a ir: democracia i I c) no final do livro.lgmento) Roy Lichtcnstcin Bill WateR.il f{evist" (il'raldiü" 12 PÁGINA 42 fk~cnh()s PÁGINA 95 ()u. .. qlle o desrespeitou permanentemente..]im Etiqueta pAGINA Sirnt:>ohs "desiva: 17 atual: 16 Agênd:' Opus PÁGINA 47 & Múltipl" Revista &. São Paulo. Ática.lA(ad:. 103 104 FlIAtuhptado) mil Walerson.~em identinc:Ição PÁGINA 129 Detenhos: PÁGINA Anúncjo~: Homem 130 Agência McCann do Mar Slli}iadn de Mdo & Troia PÁGINA 29 Cafdn.. Sl/bouetle:.. Gramática nova. SilhrJUdl<'. PÁGINA (. PÁGINA 63 FernandoGonsalcs.lerá" I'l'adim Anúncio: sem ide[ltificu. Desenho PÁGINA Veríssimo de R'Vii: e Placa: Capa. Desenho: Desenhos: Silhouetles. 1992.'" Thaves.. Uma rd PÁGINA 25 EUA (adaptado) sem identificação Troia PÁGINA 65 Homem de Mclo & Troia Quadrinhos:JimDavis. Isso po' ros da Renl por Pretór' ganhando . O presidente de Moçambique tentou. Oavis.'nilos: PÁGINA 94 & Troia Anllll<'io: Agi"rl<ü W'/II.ara.\. PÁGINA 93 lk~"nil.:.'il'co C"P. Ik.:Cann de Mclo Erkkson(fragmento) de Mdo & PÁGINA 55 Foto: liomem de Meio & Troia desenho" 109 Davis.'../Harl/:hele Homem d. reforçar a aliança com os paises de governo negro que cercam a do.. então. de Meio &'l'roia PÁGINA 48 C.rtaze~: Notícia: Homem Homem de Mdo de Meio C"mic &..llia Fot"" lksenho: Ilomelll 100 d. T3 Homem 14 S(J dá! quando de Mc10 eu I"e-l/'iro Quadrinho: PÁGINA4S ]-h. Aslel'i:x Troia PÁGINA 20 Desenho: Qu"drinhos: Urasihiniól PÁGINA Hmú'('('po".(. AlJo/m·nhas da Cosi.jo japonês Qu"drinho: (adaptado) Hevi~l:l Olímpka do Canadá Símbolos de animais: zoológico PÁGINA Quadrinhos. . ed.Alceu Luiz & SENISE. Livro: Capa HOllwm de Meio U. o regime ra. PÁGINA 75 Erickson regime cana às do aparl sanções principais fontes i que. 1-23 PÁGINA Desenhos: Revista pAGINA Anlin<. Reproduzido História moderna e contemporânea. Sl'rgino de esportes: A.'ptado) 'j'roia PÁGINA 49 &.a MIl/afda EUA (adaptado) PÁGINA 53 Quadrinhos: (. O. cidade.r1". PÁGINA de Meio & Tro. Agl'nciaSalles/Inter-AmClicana HOJl\em de Mdo &.

_---_. Desnutrição e aprendizagem.7 8.i97 ___._. 163.. para exprimir arredondamento dade ou valor numérico desprezível.?_8~ 1.614 1.9 15.2 0.807__ ~~O8 _---.7 20. Esta tabela apresenta duas convenções: .081 1.775 2.7 2. O Brasil no comércio colonial. Notas As notas de tabelas devem ser chamadas por letras minúsculas e localizadas no rodapé da própria tabela.480 1.7 8.624 0.186 2.7 100. Ática.". Ática.688 1. Atica.3 19.2 13.309 1.27 19 21 30 1% de u N1 Número de 53.1 13. (reticências).626 __ o O (zero)._ --~. 1 KOTA1T.d SlInl(lS o 1.14 0.6. indicando valores nulos.500 0.607 1.340 19.0 26. TABELA 10 "----------------.3 2.037 1.2 15. 91: Brazil. 1981. Convencões " As casas vazias das tabelas devem ser preenchidas com uma das seguintes convenções: a) (traço). Na preparação guintes.837 1.Tabelas As tabelas são registros de cálculos feitos previamente e de seus respectivos resultados.643 1.337 exportação-importação o de 0.0 17. 1.2 0.. _-------.850 0.3 4. osé Jobson J São Paulo.066 Rahla 0.~ -.81(i 0. .004 1. Editoração científica.259 7.9 N2 N1 Na 4.8 6.750 0.2 325.4 --1.005 1. p.191 0.048 1.374 1.134 0.362o4. -.792 --_.063 1.177 l.128 0.628 1.502 1.261 3.946 0. para indicar que não se dispôs do dado.2..rn 1.-----.256 0.699 2.8 51.173 0.609 __o.328 _'0--Rio1.4 22.900 1.~..663 PUJlllmbuco Mllranhiío Pnlllbll llrll. Ivani.521 1.(traço). de A.1 13.5 2.--_-~-.--~----Imo 0.2 .767 1.984 (1.246 0.9_. podem ser numeradas da mesma forma que estas.195 0.998 1.402 Jandro 2.1 92.Jovelina Paulo.9 31.592 1.367 0.034 422 16 13 10-12 24 15 25 7-vezes18 28 -.57.1 0.561 2.943 2. p.. Reprodl!zida de: DANTAs.223 1. de acordo com o número de vezes que a mãe engravidou a 61.796 __0.1 31.---_ .4~1 I.411 2.406 1. p. Não se deve confundir tabela com quadro. observe as recomendações se- Numeracão " As tabelas devem ter numeração própria e independente da de outras ilustrações.179 1.• QJzeroll~J~:snum~ri5~_s_d_esE ~z_íveis._-.193 ___ 1.2 8..003 1. c) _ .1..099 0.944 1.257 1..12 1.184 1.. .9 6.0 8.018 1.342 2.600 1.596 1. e .012 0.880 0.0 Estimulação cognitiva Grupos TOTAL Recreação % Reproduzida de: ARRuDA.301o p.180 1.972 1.0 8. Afora isso.0 2.904 1..151 2.------------. Os quadros "são elementos copiados e não construídos estatisticamente" 1.145 1.6 28.8 0.139 1.820 2. TABELA B-8 Distribuição percentual da amostra. para indicar que o valor do dado é nulo.407 0.693 1.0 4.165 1.014 1.549 1.0 23.230. das tabelas.045 1.794 1.566 1. 1981.70.167 1.7 11.4 11.34) 1'2~ _.30 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As imagens do texto 31 .4 Total 100.661 1.382 1. li A média de vezes que a mãe engravidou é de 9.370 1..496 0.680 2. São Paulo. Inwces 1.8 17. 63.1l C.8 24.741 1.8.204 1.914 2.101 0. São .206 1.958 3. de fração da uni- b) .473 0.351 1.SI6 1. 1980.462 0.384 1..4 4.

pode acontecer lambém de um pais (como Cuba. iremos estudar esses temas de maneira genérica.J\s imagens do texto 33 Fios Não feche com fio horizontal o pé de uma tabela que passa de uma página para outra. pois alguns de seus aspectos lembram bastante o Terceiro Mundo. José William.32 ~ ~_~ __ _-º __ LIVRO: MANUAL OE PRiPARAÇÃO_E . 1991. localilado na América. temos de saber o significado das palavras capitalismo. É evidente que tal país pode até . no final teriamos dele uma visão muito pobre. as transformações que ocorrem na realidade social são mais rápidas e mais imprevisíveis que as modificações naturais. Uma classificação dos paises com base em aspecli- "mundos". São Poulo. a antiga a antiga Worlddevelopment report. " Para entender essa divisão do mundo em três partes. e atual. Podemos afirmar com uma margem IIlÍnima de erro que as áreas que hoje têm l"lima tropical continuarão a tê-Io daqui a l:em anos. mesmo que o cabeçalho seja repetido na página seguinte. Ademais. Pode-se. 1992.que possam indicar a continuação da tabela. e isso não dá margem a nenhuma dúvida. por exemplo . todavia. entretanto.REVISÃO ~ -. Já quando se trata dos aspectos politico-econârnicos dos países. se fizéssemos isso. por exemplo. não há dúvida nenhuma de que seu território atual continuará no mesmo continente. Mas isso não significa que devemos deixar de lado os estudos e as classificações da realidade social só porque ela é dinâmica e com transformações rápidas. Nas linhas a seguir. Isso porque a realidade natural é menos dinâmica: um dado país encontra-se na América e não na Europa. socialismo e subdesenvolvimento. ref. apesar de todas essas possibilidades (que dependem muito mais dos homens do que da natureza). fugir a essa regra básica valendo-se de recursos gráficos . p. 14 UNIDADE I • GEOGRAFIA POLlTICA DO MUNDO ATUAl CAPíTULO 1 • A GEOGRAFIA E Reproduzido de: V~SENTINI. exisI em muitos outros casos de países que são difíceis de serem enquadrados perfeitamenlc apenas num desses três conjuntos ou de seu espaço fisico. já I hll:lulI1do IHluindo incluída na Europa Ocidental. não podemos ter tal grau de certeza: as modificações aqui podem ser radicais e ocorrer de um dia para o outro. lá pelo ano 2050 contiIIlIará a ter seu território situado no mesmo continente. 21. por exemplo) encaixar-se tanto no Segundo co1110 no Terceiro Mundo. um pouco esse estudo. 14-5. Como esses. Sociedade e espaço. Seria mais fácil estudar o mundo atual a partir dos tipos de climas ou dos continentes. o PROBLEMA DA REGIONALlZAÇÁO DO ESPAÇO MUNDIAL /Ullto: Banco Mundial. Atica. mais teórica do que concreta. ed. E podemos também afirmar sem problemas que um pais qualquer. Alemanha Alemanha Oriental Oriental. contudo.setas. mostrando como a real idamundo com base nas características da sociedade sempre é mais problemática do que uma compartimentação com base em elementos físicos ~ em continentes ou em climas. nos próxÍmos capítulos iremos aprofundar.

romano. da par- caráter provisório podendo ser revogados § I' O alistamento eleitoral e o voo são: I . 135)separados. iniciativa popular. em artigos. b) Livr. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos..embora nem todas as subdivisõesestejam necessariamente presentes: a) Tomos . Isso pode ser feito pela numeração de parágrafos ou pela chamada numeração progressiva. Cada artigo. dividido em por sua veJ. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. d~to €"'-uma tgIVé6mplemento tratado subdivisão pejo arde artlfJoalsubdivi- ou um pormenor tigo. Vinhetas e/ou entrelinhamentos maiores. o incisD ou de parágrafo garismo mmúscula. de aJUgó'que O parágrafo contém uma facultativos para: exceção. § 2' Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. 1989. Ática. p. um trecho se subordina a outro dando a organicidade da obra por meio do seguinte seccionamento . Neste sistema.) As obras literárias tanto podem ter seu plano desdobrado em divisões tituladas ou não tituladas como podem não apresentar nenhum seccionamento. Álvaro de. As obras jurídicas.Subdivisões do tomo. como dicionários e enciclopédias. 1) Outras notações. travessões. Divisões numeradas Há obras que necessitam de um seccionamento marcado quase exclusivamente por números. que trazem verbetes dispostos em ordem alfabética. capitulos. to e é precedido de um algarismo arábico. Seções. as divisões mais comuns são as hierárquicas e as numeradas. (No exemplo da página ao lado.{KJlfé pará~~incisos éúÔÍa subdivisão _ ser subo e alínea§. Reproduzido de: VITA.obrigatórios e dezoito anos. para identificar partes menores. durante o pe- e vem precedida de uma letra Na organização de uma obra pode-se recorrer a vários tipos de seccionamento.Cada tomo pode coincidir ou não com o volume. alternativa editorial de publicação de uma obra extensa em cadernos (v. com valor igual para todos. nos termos da lei. Letras ou alíneas . São Paulo. reproduz-se o seccionamento na Constituição em vigor.As letras ou alíneas podem ocorrer antes dos números. De resto. por uma parte agrupados 245 Tran- em 9 titulos) e por uma parte transitória sitórias.3 . Nossa Constituição. A ConstitUição de 1988 tem 315 artigos.. têm com lo Ato das DIsposições 70 artigos). te notar posto artigos em títulos. . como bolas. se com- CAPíTULO IV DOS DIREITOS poLtncos --- é importan- Unidades físicas Quanto ao seu aspecto material. Parágrafos. -Cada artigo enuncia uma regra geral sobre determinaoo ~. Além disso. sobretudo os textos de lei. seguem padrões especiais.. 11 para os maiores te permanente. 14.Seções do texto 35 3 SECÕES # D ~~cc:ionamento na Constituição brasil~ira TO Como está organizado o texto da Constituição? o texto constitucional é organizado. Que 'o texto constitucional permanente é (com Arl. embora algumas obras se identifiquem com formas preestabelecidas. são de inciso e vem precedido~ e a alínea""éiJÕla a) os analfabetos. cujos dispositivos e vigência sem prejuízo limitada.A subdivisão em partes pode ocorrer antes da subdivisão em livros.?s . Subparágrafos.70. Os fascículos. Números (cardinais e/ou ordinais). que são agrupados ções e subseções.. p. o livro se apresenta em fascículos ou em volumes. b) os maiores de setenta anos. d) e) f) g) h) i) j) Divisões hierárquicas Capítulos. mediante: III III plebiscito: referendo. ba· stcamente. c) Partes . destinam-se à encadernação posterior em volumes. etc. e.

e de rentistas às pessoas da categoria (R).1. os erários e os empregados que tiram vantagem das operações ora m cionadas.2. mais de simples que obredeos possuidores ou menos o pou- da seção { 3. que chamaremos (R). 1.1.. .1.e.1.1. 1.1. f em crescer os rendimentos valendo-se engenhosamente das circunstA cias. b. ). em suma.2.3..1. Pareto.1 -+ um um.2. São Paulo.n.5 -+ dois doze cinco. a primeira subdivisão do capítulo.. 109. 1. Em tal categoria estarão.1. para esta~ (§ 2231) 6~ias dissemos anteriormen pessoas. 1984..c>~úmeroda página. . grosso modo. 2.3.1. 2..1. os advogados.n.isto é. e assim por diante.'p. os possuidores de casas e de terras onde não haja lugar para a especulação. A leitura dos indicativos é feita da seguinte forma: 1. ). 2...:é.3 .1.1. As secundárias resultam da divisão das seções primárias.3. a) Caracterizar as alíneas. As seções quaternárias: 1. .2. Reunamos todas as pessoas que dependem dest . reunamos assim todas as pessoas que nem direta nem indiretamente se beneficiem com a especulação e que possuam rendimentos fixos. Recomenda-se. 2. 2. O segundo.. 1.n.n. .5. 2. Ática.n. atribuamos o nome de especuladores às pessoas da categoria (S). O primeiro numeral do indicativo se refere à seção primária.3... 1.n..1. Coloquemos juntas. 7. as pessoas cujos rendimentos são fixos ou quase fixos. 1. i. ). ou quase fixos. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção secundária e o número de seqüência desta nova subdivisão (1. se houver. . . ) seguidas de parênteses. . à seção secundária. portanto. 1.~ co~/~.. Enfim. . 2. aqueles que possuem como rendimentos títulos de Direito público.1. pouco dependem das engenhosas combinações que podem ser imaginadas.1.. nos bancos.n. .2. Com o único intento de abandonar o incômodo uso de simples letras do alfabeto.1.. .1.n.~-~~ governo.t~..1. e que. p. os simples possuidores de poupança. ou que a empregaram em pensões vitalícias. Consiste na identificação das seções por numerais colocados um ao lado do outro e separados por ponto.2. Recorre-se a letras e algarisllIos r()Jnanos para as subdivisões. ou ao menos pouco variáveis. com os stria e ao comércio.:. ou outros títulos similares com renda fixa.e. obrigações de sociedades.1. .2. José org. 3.2. . não dependem de especuladores. finalmente: Reproduzido de: RODRIGUES.n.2.1 Seções secundária ~ .2.1.1.5.1.1. os empregados que dependem dessas pessoas ou que. ~ terClana { pc.. Comesse_tieo ~numerClsã~_a!remissões ao própri() texto tornam-se fáceis. os engenheiros. 5. todas as pessoas que direta u indiretamente se utilizam da especulação e que. que geralmente equivale ao capítulo. i.1. de diversos modos..2.n. ~_~spensando~_in_dicaçã~d.5. .'~. c. 1. 2..3. O conjunto numérico resultante da combinação desses numerais é chamado de indicativo da seção. .2. Coloquemos em outra categoria. Albertino.2.Seções do texto LIVRO: MANUAl 111 I'IIII'AIIAÇÁO E REVI~ 37 Numeração de parágrafos Numeração progressiva Cada parágrafo sucessivo recebe um número Ilatural a partir de um (1.12. quando houver. de qualquer modo. os aposentados. 2. 2235. os notários. Indicativo u~..mácia ~ 1 j I L quaternária qumana As seções primárias equivalentes a capítulos são numeradas consecutivamente a partir de um (1.1.3. a divisão maior. n). que a depositaram nas caixas de poupança. Constituem seu indicativo: o indicativo da seção primária e o número de seqüência da segunda subdivisão (1.4.5..1.. 1. os camponeses. 3. 1.1. As terciárias resultam da divisão das secundárias. 1. 1..3. os operários..1.n. Podemos repetir.5. 7. por letras minúsculas (a. As seções quinárias: 1.1. .1.

pode-se valer de tipos e corpos diferentes para estabelecer a hierarquia. Não é necessário separá-Io do título ou do texto por qualquer sinal de pontuação.1 Nas monografias e teses. também.1. todos os títulos de peso 2. 3) Alinhar à margem esquerda os títulos e subtítulos precedidos de numeração progressiva. é conveniente: Pá9. Reproduzido de: 1981. basta o espaço. Este sumário diretor facilita desenvolver o assunto sob uma linha de conduta perfeita das fases da pesquisa. Este procedimento é válido para a preparação feita em papel.38 o LIVRO: MANU~~Il~PARAÇÃO_E . saber-se a quem é dirigido o documento. os tópicos principais a serem abordados e discutidos no texto. pois. 4. 35. importante.1 Estrutura do documento 4. Com a cor x. Editoração científica. fazendo-o preceder o título ou a primeira palavra do texto (quando a seção não tiver título). marcam-se todos os títulos de peso 1 (o título principal). E: 1) Convencionar um código de cores para marcação dos títulos e subtítulos.E\iISÃO 3 . agradando.e em negrito. 2) Não usar ponto no final dos títulos e subtítulos.Seções do texto 39 b) Alinhar o indicativo à margem esquerda. p. Na preparação dos títulos. Ática.R. a direção que o autor seguiu. Apesar desse primeiro esboço ter certa coerência. e assim por diante. ou seja. seja artigo ou monografia.--------'"---'"'KOTAIT. enquanto a obra literária deve impressionar. Atribuem-se a elas pesos hierárquicos específicos. Uma descrição técnica deve esclarecer. Veja como fica isso na página reproduzida como exemplo de numeração progressIva. convencendo. São Paulo. Ivani. . ele é passível de correção em qualquer das etapas. s\)gere-se a seguinte disposição: a) Elementos preliminares aa) capas ab) folha ou página de rosto ac) dedicatória e/ou agradecimentos ad) listas de ilustrações ae) sumário b) Elementos do texto ba) introdução bb) discussão do assunto bc) conclusão/recomendações c) Elementos pós-liminares ca) anexos e/ou apêndices cb) referências bibliográficas cc) índices -. Com isso. c) Destacar o indicativo (em negrito ou itálico). tanto quanto possível.ina que apresenta numeração progressiva. deve indicar metódica e detalhadamente. todos os títulos de mesma cor serão compostos com o mesmo tipo e corpo. em vídeo. basta colocar os títulos das seções primárias (capítulos) com todas as letras em maiúsculas e em negrito e todos os subtítulos (títulos das demais seções) em minúsculas . GARCIA (1978). com a cor y. Neste caso.apenas a primeira palavra com inicial maiúscula . 4 ROTEIRO DO TRABALHO o roteiro de um trabalho científico. por exemplo.

Esse vai ser ministro . Um homem e tanto: "Ah! o senhor é o cantador Dioclécio?" "Sim.. ela o faz também por discurso direto.) No exemplo anterior. senhor descobriu o meu número? (Paulo Mendes Campos." Disse ao homem que não cantava desafio . com o Manuel Bacurau. ele o faz utilizando os verbos dicendi (dizer. ocorrer novo enunciado - Se. Começou a subir. a personagem é que fala e o travessão inicial caracteriza o discurso direto. perguntar. ] Era um homem de respeito. também deve ser destacada por travessão: FORMAS DO URSO . o indireto e o indireto livre são estruturas narrativas que só têm a ver com a maneira de o autor caracterizar e apresentar suas personagens. . (Idem. habilmente. Note que. minha senhora. logo que o garoto nasceu. disse ao dono da casa: "se não prenderam o meu tuim então por que comprou gaiola hoje?" O homem acabou confessando que tinha aparecido um periquitinho verde sim. (Carlos Drummond de Andrade. É 2) Para assinalar um discurso direto dentro de outro discurso direto: . as duas personagens se expressam livremente. O uso das aspas fica restrito aos casos apontados adiante. porém..) Uma questão de estilo direto. "sou eu mesmo". sem a presença do narrado r para identificar suas falas.Mas como o .. não sabia que chamava tuim. de barba grande. senhor"... cendi. É desnecessário marcar com aspas aquilo que foi destacado por travessão. acrescentase mais um trav~ssão antes de retomar a fala da personagem: Eu não disse? . É uma questão de estilo.. [.festejou o pai.a oração que contém o verbo dicendi -. Autores há que. chorando. (Rubem Braga. no exemplo.4 - Formas do discurso 41 Essa declaração do narrador . que visam principalmente à clareza do enunciado. "Pois vamos ter um desafio. Quando reproduz em seguida o seu diálogo com um segundo falante. . Quando. no mesmo parágrafo e no final da oração do verbo diou continuação dele. observe as normalizações abaixo. respondi.O homem queria que eu fosse naquele dia para uma cantata na casa dele. assinalado na escrita com aspas. combinam essas estruturas.) o discurso Emprego das aspas Usam-se as aspas: 1) Para realçar a fala a que não se segue uma réplica: Foi lá. (José Lins do Rego. No caso do discurso direto. o narrador anuncia o falante. que se interpõe na fala da personagem.) a senhora de quem roubaram a bolsa ontem? - Sim.sentenciou o pai. de rabo curto. .) o discurso Emprego do travessão direto Destaca-se com travessão a fala do discurso direto - re- produção ao pé da letra das palavras de alguém.Aqui é o ladrão. responder e sinônimos).

Deixaste comigo a melhor das recordações naquela nossa última noite. a oração intercalada com o verbo dicendi fica fora das aspas.) .Ora essa! Indústria . No segundo..Menino .. entre vírgulas: "Assim". (Idem.Estendeu-lhe a mão. fazer a nossa casa lá.acho que esse Tamanduá medo aos bobos.Ela sorriu. murmurou Eugênio.Mordeu o charuto com raiva.reforçou Ângelo..dizia-lhe Dioclécio -.) .v .Obrigada.. (Érico Veríssimo.. esta será colocada sempre no final da oração intercalada.) Não haverá pontuação alguma se obviamente a interrup<. dizia Maximina.Sei de uma gruta muito boa .) (Érico Veríssimo. se compararmos os seguintes exemplos com os anteriores .. .. (Idem. A diferença entre essas estruturas pode ser mais facilmente percebida. . para as bandas do sul. ..disse Helena . .Já vou! Com licença.. tinha comido e bebido demais.Mas venha cá. não encontrava argumentos.Sozinha? .Você já reparou numa aranha fazendo teia? Uma teia de aranha é uma renda. (José Lins do Rego.) . No primeiro caso. . .disse Soprinho. (Fernanda só mete Lopes de Almeida.. "não há cristão que agüente".Indústria! . depois do terceiro travessão do período: . sem identificar o falante. terra da gente viver é lá (José Lins do Rego.Indústria! Estava pesado.42 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 4 Formas do discurso 43 MPORTANTE Nos casos de discurso direto assinalado com aspas. Eu não Se a oração do verbo dicendi for intercalada numa pausa que exija vírgula. (Idem. .Venha cá .... ele interrompe a fala da personagem para acrescentar uma ação ou uma circunstância qualquer. doutor .compare também o emprego de maiúsculas no início das orações intercaladas: .) . Agora sei que o senhor é meu amigo. . doutor. doutor.:ào fala se fizer num momento que não haja pausa: da . Podemos (Fernanda Lopes de Almeida.) A pontuação Observe nos exemplos abaixo a pontuação em estruturas narrativas com verbos dicendi intercalados: .) A estrutura narrativa com verbo dicendi não deve ser confundida com uma outra estrutura semelhante.) .) .Feio? . .. o narrador geralmente anuncia o falante. sorrindo um sorriso de agradecimento.perguntou Soprinho. nome do outro.Que revolução estúpida! sei como há gente .) . .Estou pra entregar uma roupa a um freguês . intercalando a oração do verbo dicendi. Não lhe ocorreu o (Idem.. (Idem..Vou receber aí uns 85 mil réis e então ..Pois eu .

ANTÔNIO HOUAISS. Ricardo Coração de leão. b) Verso: "Estou farto do lirismo comedido / Do lirismo bem comportado . a Dama de Ferro. quando a pontuação o permite: "Muito bom dia. vejo apenas uma máquina engenhosa. com inicial maiúscula. Sete-Dedos. a) Nomes e sobrenomes: Euclides da Cunha. a cidade de Ouro Preto. I :<!i b) Cognomes: . dão hoje mostras de obsolescência. como fez o alemão. Tristão de Ataíde. os Médicis. / que nessa janela está..) Nas locuções. . e apesar do desafio lançado por Houaiss. escrevendo todos os substantivos. versos e citações diretas. 3) Nos topônimos e locativos. deve-se escrevê-Io com minúscula (v. entretanto. vale do Jequitinhonha. Centro-Oeste. que a natureza dotou de sentidos" ..) Há poetas. p. trópico de Capricórnio.. tomando o nome comum: A Águia de Haia. o Grande. península Ibérica. f) Nomes dinásticos: Os Braganças. Mas. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" . Emprega-se a letra inicial maiúscula nos topônimos e nos nomes de regiões em geral: Campinas. Zona da Mata. senhora. próprios e comuns. c) Citação direta: Disse Rousseau: "Em todo animal. posto que tem sentidos".5 - Iniciais maiúsculas 45 5 INICIAIS MAIÚSCULAS Desafio que haja alguém que saiba empregar as maiúsculas. o substantivo com minúscula: que designa a espécie é escrito A serra do Mar. Ei-Ios: 2) Nos nomes de pessoas. emprega-se a minúscula: Rousseau afirmou que "todo animal tem idéias.. é que é preciso estabelecer alguns parâmetros para atenuar a disparidade de critérios. " (Manuel Bandeira. que utilizam a letra minúscula no início do verso. tb. A língua portuguesa não encontrou ainda uma fórmula para resolver definitivamente a dificuldade no emprego das maiúsculas. a) Período: Todos os acontecimentos . / Sabe dizer se é possível/algum trabalho encontrar?" (JoãoCabral de Meio Neto. Norte (designando regiões e não o ponto cardeal). 1) No começo de períodos. que regulamentaram o assunto. Emprego da maiúscula Emprega-se a letra inicial maiúscula principalmente: e) Pseudônimos: Marques Rebelo. Pedro. "~ c) Alcunhas e hipocorísticos (nomes familiares carinhosos): d) Antonomásticos (nomes comuns no lugar de nomes próprios ou vice-versa). se o nome próprio é que estiver no lugar de nome comum. Rui Barbosa. Oriente Médio. lulu. Por isso. rua Direita. 52): Um nero (= um homem cruel). Se a citação for feita por uma locução que se integra à frase sem o recurso de dois-pontos.

Baixada Santista. se integrar o nome oficial do topônimo. Sol. como mapas. Também não se escrevem com maiúsculas os vocábulos terra. antigo Egito. a ilha (mas: cabo Verde. as luas de Júpiter.O nome científico dos seres vivos é escrito com inicial maiúscula apenas no primeiro termo e toda a locução intitulativa deve ser grifada: Homo sapiens. Editora Ática. que. políticas e profissionais e empresas: Escola de Comunicações e Artes. estrelas. Presidência da República. esses adjuntos são escritos com letras iniciais maiúsculas: África Equatorial Francesa. Associação Brasileira de Imprensa. História antiga e medieval. Senado Federal. Exército. porém. Partido dos Trabalhadores. Rússia Emprega-se ainda a inicial maiúscula nos seguintes intitulativos: 1) Instituições e entidades culturais. Outros casos de emprego da maiúscula Reproduzido de: SANTOS. a chegada do homem à Lua. Ministério da Economia. se fizerem parte do nome oficial (ou consagrado). etc. "a terra girava indiferente aos sofrimentos dos homens" (Antônio Houaiss). a luz da lua. beta do Escorpião. o designativo referido acima deve ser grafado sempre com inicial maiúscula: f I Entretanto não se usa a maiúscula nas designações do grego que acompanham os astrônimos: alfa do Cruzeiro do Sul. Em contextos isolados. militares. África setentrional. 5) Na classificação científica . européia. Planalto . Cabo Verde. 39. a distância do Sol. ed. Lua. o eclipse da Lua. a Cidade do Cabo. 1990. a idade da Terra. Trypanosoma eruzi. Mas. Saara Ocidental. Central. viu a lua refletida no lago. lua cheia. planetas) . a cidade (mas: cabo Frio. acidente geográfico). sol e lua ao trazerem conotações que não permitam dizer que esses nomes sejam nomes próprios (o que não acontece na linguagem científica nem na referência específica ao nome do astro): ao nascer do sol. acidente geográfico). São Paulo.. 4) Nos astrônimos (nomes de constelações. Aldebarã. o sol propicia a vida na terra. p.Os astrônimos são escritos com inicial maiúscula: árion. Maria Januária 19. Brasil colonial. o substantivo designativo da espécie deve ser escrito com maiúscula: Cabo Frio. a água cobre três quartos da terra. Escrevem-se com letras minúsculas os termos que se juntam aos topônimos para delimitá-los no tempo e no espaço: O alto Nilo. Marte.46 o LIVRO: OEPHEPAFl1ICÃ~ REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 47 Note-se. Ática. Vilela. Mas: a Terra gira em torno do Sol. fases da lua. quadros. lua nova.

3) Festividades CIOnaiS: ou comemorações cívicas. Supremo (por Supremo Tribunal Federal). XXIIICongresso de Cardiologia. evite grafar. Mas é óbvio que. i I I f Na referência isolada que contenha todos os dados técnicos de identificação da obra. O grito do Ipiranga. usa-se a inicial minúscula na grafia da denominação: A sinfonia n'? 5 em dó menor. o partido (mesmo referindo-se ao Ministério X e ao Partido Y). é dispensável o uso de outros destaques gráficos. o uso corrente transforma esses nomes em substantivos comuns. I I . colocando o nome entre aspas: "Alegria. o Cadillae. grifando-se todo o nome do disco: O disco Compositores brasileiros em solo de piano foi premiado. obviamente eles são escritos com inicial minúscula e se sujeitam às mesmas regras ortográficas estabelecidas para os nomes comuns: maisena (do nome comercial Maizena). e~petáculos teatrais e programas de televisão . não se emprega a inicial maiúscula: o senado de Roma. 4) Nomes comuns. Sete de Setembro. a Formiga. pois o uso da inicial maiúscula por si já é realce suficiente para valorizar o conteúdo semântico que se quer. Neste caso. Nova República. emprega-se a maiúscula inicial na primeira palavra do título (e naquelas que o exigirem por natureza). por exemplo. Seiscentos (o século XVII). o foguete espacial Challenger ou o prêmio "Jabuti" (evite grifo ou aspas). a não ser o da maiúscula (nas p. . 9) Filmes. Jornal nacional. I I I!l t Há obras que não possuem título e são conhecidas apenas por uma denominação que pode indicar uma ordem de classificação qualquer ou uma característica técnica. como no item 6. grifando-se todo o nome da obra: Os guerreiros. 8) Música a) Faixa de um disco .Quando houver um nome dado pela tradição ou pelo próprio autor. Renascença. f . porém. "' li' -il. a Razão. entretanto. se a palavra assumir o valor de substantivo comum. 45 e 60 encontra-se explicação sobre o uso de maiúsculas em designativos de espécie e em termos individualizantes). o diamante Cruzeiro do Sul. Hégira. Tanto neste caso. "Garota de Ipanema". Estado Novo. o Ódio.No texto. quando personificados mo entidades: ou valorizados co- A Cigarra. gilete (do nome comercial e antropônimo Gillette). religiosas e tradiDia do Trabalho. o ministério. 6) Produtos industriais e marcas em geral . Assim. etc. Câmara (por Câmara dos Deputados). Natal. EI Niiío.Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que requererem este emprego por natureza). alegria". grifando-se o nome todo: O pagador de promessa. b) Disco no todo . Ocorrendo. usa-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas que exigirem o emprego de maiúscula). 5) Coisas e eventos nomeados individualmente: A locomotiva Baronesa. a seguir. Constituinte (por Assembléia Constituinte). Carnaval.Escrevem-se os nomes de produtos industriais e de marcas em geral com inicial maiúscula (veja também o comentário do item anterior): Os temperos Arisco. dispensam-se as aspas. sentido figurado é de rigor o emprego de minúscula: Vive-se naquela região em plena idade média. 7) Escultura e pintura .48 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 5 - Iniciais maiúsculas 49 Convencionou-se empregar inicial maiúscula em denominações como Senado (por Senado Federal). O fino· da bossa. Revolução Industrial.~ -I I f 1 ª Quando. 2) Períodos e acontecimentos históricos: Paleozóico. Legislativo (por Poder Legislativo).Emprega-se a maiúscula na primeira palavra (e naquelas cuja natureza o exigir). Idade Média. Antiguidade. O arquiteto e o imperador da Assíria. o exército de Aníbal.

frei Vicente do Salvador. f) Trono. jornais e revistas . Escrevem-se também com inicial maiúscula os designativos de cargos e títulos que se integram ao nome próprio para formar novos intitulativos. correntes e escolas de pensamento e religiões: posit'ivismo. etc. comendador. para racionalizar o assunto. 11) Palavras com acepção especial . santo Antônio. a crise do Império. dom. c) Estado. padre. 2) Nas fórmulas de tratamento: você. referindo-se ao governo de um país monárquico. Mas não se escreve com maiúscula quando se tratar da divisão territorial de certos países: o Brasil tem 26 estados. consideração ou respeito. a residência de um monarca ou as pessoas que o cercam. história. marxismo. ciências ou disciplinas: pintura. políticos ou nacionalistas e outras distinções. senhor. como o lugar em que se assenta um soberano. este item será visto adiante. santo. Castelo Branco. eclesiásticos e hagionímicos) .marquês. exprimir altos conceitos religiosos. Mas: Vossa Senhoria. o Hospital São Camilo. equivalendo à palavra Brasil ou designando o período histórico: A exploração do pau-brasil na Colônia. Sua Excelência. ministro. general. dom Pedro 11. seja a palavra realçada pela maiúscula. b) Corte. escrevemse com inicial maiúscula as seguintes palavras. seu. doutor. 6 I N I C I A I SM IN •• ~ . como a reunião dos estados federativos. instituições. os outros dois estados).10) Livros. o advento da .: O visconde de Cairu. em relação ao clero e à nobreza. professor. Reinado e República. a Igreja anglicana. 90 e mais especificamente nas p. como instituição. Mal. protestantes. fr. Opõe-se a corte. física. João VI. . a capital ou sede de um império colonial. etc. 4) Nos nomes de doutrinas. g) União. realismo. Mas. Dr. romantismo. Teresa Cristina. música. o poder central: Os estados da União. Quando constituírem abreviaturas. etc. 3) Nos nomes que designam artes. catolicismo. Império. tomadas em acepção especial: a) Colônia. a grande cidade. são. dona. desembargador. d) Igreja. este tipo de abreviatura pode ser escrito com inicial maiúscula: a imperatriz D. proL Celso. Vossa Alteza. estadomaior (quando não se referir especificamente à entidade das forças armadas). é recomendável empregar a inicial minúscula: 1) Nos cargos e títulos (nobiliárquicos. direito. modernismo. em oposição a metrópole. referindo-se ao conjunto de poderes políticos de uma nação ou à nação politicamente organizada: Um Estado totalitário. profissionais.Por demandar tratamento mais minucioso. Gaspar. mas trono.República. golpe de Estado. a partir da p. 109-11. barroco. Assim também: terceiro estado (o povo. presidente. frei. de fiéis: e) Metrópole. Zerbini.: a ilha de Santa Helena. como topônimos.•••U••• • •_••• • use IU_" U LA S = Nada impede que. o presidente da República. dignitários. a cidade de Presidente Prudente. papa. colocadas junto ao nome próprio. 5) Nos nomes de grupos ou movimentos políticos e religiosos: jacobinos. matemática.Entre outras. o largo General Osório. os cargos e títulos serão escritos também com minúsculas: o rei d. Opcionalmente. para demonstrar reverência. como instituição ou comunidade O papel da Igreja.

estado. 10) Nos nomes de povos e etnias: baianos. município. 2 . quem o quiser manterá em sua assinatura a forma consuetudinária. etc. designando regiões. um astrônimo (se astrônimo já não é um topônimo). Lei Afonso Arinos. entre outras normas. • Os topônimos de origem estrangeira devem ser usados com as formas vernáculas de uso vulgar. Este capítulo.) É o que nos informa Celso Pedro Luft (Novo guia ortográfico. intitulando logradouros públicos. dias da semana e estações do ano: janeiro. p. um axiônimo"l. patrocinada no Rio de Janeiro. kelvin. os nomes dos meses são escritos com maiúsculas: avenida 23 de Maio. sociedades. pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.. Houaiss. • Para salvaguardar direitos individuais. 1 7 NOMES PRÓPRIOS O nome com que se designa' 'um antropônimo. é um nome próprio. Fahrenheit e Réaumur. locativos e de qualquer natureza. joão-ninguém. 120). transcrevem-se consoante as normas estatuídas pela Conferência de Geografia de 1926 que não contrariarem os princípios estabelecidos nestas lnstruções2. 45): anfitrião. Mas: Estado (com maiúscula). Mas. bem como nas suas subdivisões: capítulo. pau-brasil. etc. v. portaria. calcanhar-deaquiles. A conferência. "Preparação de originais". referindo-se ao poder político de uma nação ou à nação politicamente organizada. 9) Nos nomes de documentos oficiais: lei. e desde que sistematicamente na mesma obra. excetuando "a abreviatura da unidade da federação". 1976. 60. parágrafo. todavia. judas. um intitulativo.. bantos. p. banana-são-tomé. sendo portugueses ou aportuguesados. Com exceção de graus Celsius. que se identifica na escrita pela letra inicial maiúscula. tratará exclusivamente dos nomes de pessoas e de lugares como nomes próprios. 13) Em antropônimos que dão nome a unidades de medidas (v. p. em 1926. inverno. 8) Nos nomes dos pontos cardeais. Porto Alegre. um topônimo. deve-se escrevê-Io com letras maiúsculas: Lei de Imprensa. newton. cit. etc. 77): ampere. e quando não têm formas vernáculas. 12) Em certos antropônimos históricos ou literários empregados apenas em sentido metafórico (v. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns. as plantações de café no Oeste paulista. gregos. p. Quando ao nome do documento não segue um número (lei n? 5 765). pataxós. emenda. Excepcionalmente. dom-quixote. alínea. mas um nome. Os demais. etc. 7) Nos nomes de divisões político-administrativas: província. terça-feira. Mas. 55. pode-se usar a maiúscula (sem flexão de plural) em casos especializados como: "os Mawé" em lugar de "os maués". 11) Nos nomes compostos em que ocorra forma onomástica constituindo unidade semântica (ligada por hífen): águade-colônia.52 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 6) Nos nomes dos meses. inciso.. artigo. Globo. limitar-se ao sul. quando indicarem direções ou limites geográficos: apontar para o norte. são vistos apenas por este prisma no capítulo 5. caxias. que "não serão usadas abreviaturas nos nomes geográficos". mecenas. citando Antenor Nascentes. (Sobre isso. "os Bororo" por "os bororós" ou "os bororos" . títulos e marcas que se achem inscritos em registro público. tartufo. são escritos com maiúscula: a região Sudeste. tb. As "Instruções para a organização do vocabulário ortográfico da língua portuguesa" assim recomendam o tratamento do assunto: • Os nomes próprios personativos. watt. por não oferecerem outras dificuldades além do emprego das maiúsculas. Poderá também ser mantida a grafia original de quaisquer firmas. alvará. sósia. p. estabeleceu. tb.

ARAÚJO. excetuando os casos do próximo item. etc. Walter. a) "A transliteração é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra.. segundo a correspondência de sons que devem representar. ignorância do escrivão ou capricho pessoal: Antonio Candido. A construção do livro.3 Mas nem sempre o alfabeto para o qual se faz a transposição (latino. Mareei Proust. 3) Pseudônimos e nomes peculiares . Isso pode ser feito de duas formas: por transliteração ou por transcrição. Jules Romains. Então os estudiosos se valem de diacríticos (sinais auxiliares que dão som especial à letra :. de acordo com o registro de certidão.A grafia de pseudônimos se sujeita geralmente às regras ortográficas oficiais: Tristão de Ataíde.É tendência hoje da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros: Enrico Fermi. Eça de Queirós. Umberto Eco. estão sujeitos às mesmas regras estabelecidas para os nomes comuns". que conservará esta forma quando se aplicar em referência ao Estado e à cidade que têm esse nome. quando já esteja consagrada pelo consenso diuturno dos brasileiros. Érico Veríssimo. portanto. 213. Os nomes que delas nos chegam são. K. que por isso conservam letras alheias ao português e ausência de acentuação. Nova Fronteira! . Por essa transposição.Há línguas que não utilizam o alfabeto latino para a sua expressão escrita.. Emanuel.São admissíveis formas como Wilson. 4) Nomes que ainda não assumiram forma portuguesa de aceitação geral . 2) Pessoas falecidas . Rachei de Queiroz. Marques Rebelo. Qorpo-Santo. Posto isso. Rio de janeiro!Brasília. Instituto Nacional do Livro. seguem-se normas que procuram resolver as dúvidas mais freqüentes sobre o assunto.55 • Os topônimos de tradição histórica secular não sofrem alteração alguma na sua grafia. . lVonnes de pessoas Norma geral Ressalvando os casos enunciados a seguir. nomes esses marcadamente ingleses. Lixto.Os nomes de pessoas falecidas. 1986. Excetuam-se à regra nomes cujo aportuguesamento já é de uso corrente: Júlio Verne.Os compostos e derivados desses topônimos obedecerão às normas gerais do vocabulário comum. ajustam-se às normas vigentes: Gilberto Freire. Alphonsus de Guimaraens. Observação. entretanto. procurase fazer com que caracteres do alfabeto latino correspondam a caracteres do alfabeto de origem do nome. Nomes estrangeiros 1) Nomes em línguas que adotam o alfabeto latino . caráter por caráter.Pode-se respeitar a idiossincrasia ortográfica do nome de pessoas vivas. no caso) possui todas as letras para representar os sons da língua-fonte. Mas há casos peculiares de pseudônimos ção se torna impossível: em que essa sujei- Yan (João Fernandes) de Almeida Prado. Pa rticularidades 1) Pessoas vivas . objeto de transposição gráfica. "portugueses ou aportuguesados.. Augusto (ou Auguste) Comte. Gustavo (ou Gustave) Flaubert. Sirva de exemplo o topônimo "Bahia". Nelson. p. 2) Nomes em línguas que não adotam o alfabeto latino . Anatole France. etc. os antropônimos.

por exemplo. Não há.4 Assim o caráter acima transliterado (s) poderia ser transcrito por eh para o português ou francês. Não resta muito ao preparador senão buscar uma linha de atuação junto ao editor. quer com a interpretação da pronúncia de uma língua morta. Dicionário prático bibliográfica Paris. tomemos um nome russo . é tendência da língua no Brasil não aportuguesar nem traduzir nomes próprios estrangeiros. Bukharin - 2) Os nomes riitidamente e estrangeiros: perda do 1 Idem. Dir. Consultando edições correlatas de um dicionário enciclopédico . Buearine - 1) Os nomes duplos que possuírem o s final no primeiro termo: os Álvares de Azevedo. a rigor. seh para o alemão. uma transcrição total destes últimos nomes para o português. final. Assim é que na grafia deles se encontram letras estranhas ao nosso alfabeto (k. Em referência bibliográfica de rodapé. porém: Boukharine. Para ilustrar melhor o assunto.56 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 57 ou a grupos de letras). 1986. Se o nome for duplo. os Gonçalves Dias..francesas. os Goncourt. recorrem a letras gregas ou criam símbolos especiais para transliterá-los. Como foi dito acima. Larousse. transcrição com todos os elementos do português. os diacríticos que modificam letras devem ser respeitados: Angstrõm. Petit Larousse Ô com adaptação parcial: ou francês (= u). os Casimiros de Abreu. Larousse do Brasil. Quanto ao não-aportuguesamento. os Andradas. A regra deveria prevalecer para os nomes escritos em caracteres latinos. onde se devem reproduzir ipsis liUeris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. dígrafos como sh. originariamente. 3) Nomes em línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino . encontramos. os Correias de Só.Neste caso. pelo menos o do Brasil. se ou sei para o italiano. e assim por diante. mas conservando kh. 213. como escrevemos no Brasil. ibidem. principalmente as do inglês e do francês. cabe um parêntesis esclarecedor. ilustrado. 7 Pequeno dicionário enciclopédico Koogan Larousse. os quais desaparecem após o caráter ser transcrito para o português (ver acima). o nome de um autor . Leos Janácek. sh para o inglês. Lello. Maranón. illustré. respectivamente: I Por aí se vê que a tendência no Brasil é de a transcrição dos nomes se fixar por normatizações internacionais. Rio de Janeiro. w. mas está se estendendo também para os nomes que. não se escrevem com caracteres latinos. 1979. portuguesa6 e brasileira7 -. Gregorio Estes diacríticos não devem ser confundidos com os utilizados na transliteração. Nlbjgaard. 1978. b) "A transcrição é uma forma de transposição gráfica de uma escrita para outra de acordo quer com o conhecimento da pronúncia de uma língua viva. y). de fim de seção ou de livro. Por exemplo. um determinado som sem equivalente na representação escrita do alfabeto latino seria transliterado por s (letra com diacrítico) ou por (símbolo especial). Bukharin. os Maios (lembre-se da obra de Eça de Queirós: Os Maias). os Wilson. os nomes de pessoas flexionam-se em número. apenas o primeiro termo varia: os Cíceros. Em referência p. Porto. Não se flexionam. e assim por diante. preocupar-se com a coerência das grafias de acordo com o critério utilizado ou respeitar a tradição de escrita de nomes mais divulgados. Antônio Houaiss. . Plural Em geral.

Muniz Estênio e não Rachel não Stênio Sousa e não Moniz Raqueleenão Souza . . por exemplo. que seja Gôngoracertas de a y (emconsoante "k") s seguido (com sempre som grafias) forma do texto e Góngora a forma que compareça nas fontes de referências bibliográficas de língua espanhola ou de Portugal.•. emÍstocles não Abraão não Victor Abrahão Neto Mateus não AthaÍde AtaÍde Matheus Melo e eenão Mello Inácio nãoeIgnácio ThemÍstocles Baptista Batista e Eliminam~se não te. VÍtor e enão Netto T... . . Shakespeare. mallarmeano.. Nada impede. Mas: Littré. comtiano. Nomes de lugares e afins V.. 155 o VOCABUlARIO Norma geral ONOMÁSTlCO..•. As palavras derivadas de nomes estrangeiros mantêm as características originais da grafia do nome. Mallarmé. littreano. que deve ser portuguesa: goethiano. lh e •. taylorismo... NA 1'. MPORTANTE Pais e não Paes Sílvia Luís e e não eSylvia Morais e não MoraesnãoFreyre Estela Crisóstomo não Correia não Luiz Corrêa Aluísioeee não Stela Freire não Aloísio ... excetuando a terminação. Queirós elanão Queiroz u s Novais não Maya e Manuelounão Novaes i (ouChrisóstomo es MaiaStella)qu Manoel e aI c e ·é Oséias e não Oséas .. .. Quadro sinóptico de algumas regras ortográficas para os antropônimos •• ch. shakespeariano. Os nomes geográficos e locativos que correspcJndema substantivos comuns também obedecem às mesmas regras de ortografia oficial e diferem destes unicamente pelo emprego da inicial maiúscula. e: Especial atenção para os nomes terminados em Volta ire faz voltairiano.••.58 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 7 - Nomes próprios 59 retratado pode estar grafado diferentemente da forma usada no ea z o deinicial Ocorrência de ch ae texto.

pico da Neblina. forma hoje totalmente desconhecida. Milano. Em referência bibliográfica de rodapé. New York. 55. De resto. o nome próprio é esse termo individualizante e.. cabo da Boa Esperança. etc. aplicam-se os mesmos princípios expostos na p. Marechal Rondon (PR). entre parênteses. são aportuguesados e usados na forma vernácula. é de regra que o nome do local de publicação seja transcrito de acordo com a língua de origem da publicação: London. (v. Em referência Abreviaturas bibliográfica Deve-se evitar o uso de abreviaturas nos nomes geográficos. a tendência moderna . Nomes estrangeiros Não havendo "formas vernáculas de uso vulgar" dos topônimos de origem estrangeira.até por recomendação das Nações Unidas . rio Verde. Mas é bom lembrar que cabo Frio é nome do acidente geográfico e Cabo Frio é nome da cidade. Alguns topônimos. largo da Pólvora. tb. Bordéus. usam-se formas aportuguesadas. Londres. vale do Paraíba. etc.Caracterização do nome própri o Aportuguesamento Nos nomes dados por uma locução constituída de um substantivo seguido de um termo (preposicionado ou não) que o individualiza. avenida Atlântica. Para os nomes geográficos transliterados e nomes provenientes de línguas que empregam alfabetos baseados no alfabeto latino. num dado momento. estado do Rio de Janeiro. ao nome da cidade. vila ou povoado de qualquer categoria: São Bernardo do Campo (SP). apenas ele deve ter a inicial maiúscula: a cidade de São Paulo. de Oxônia (Oxford). com exceção da sigla da unidade da federação. como Antuérpia. Santa Rosa (RS). por exemplo. como Auschwitz. os aportuguesamentos desaparecem. Assim. Madrid. serra Geral. que Cidade do Cabo é a capital legislativa da África do Sul. Massachusetts. é só consultar o vocabulário onomástico da p.é não aportuguesá-Ios. 156. onde se devem reproduzir ipsis litteris os dados constantes no frontispício da obra compulsada. liB 5 E R V A ç Ã O Não há por que evitar o aportuguesamento parcial de Nova York. que se pode acrescentar. etc. 45). forma amplamente difundida. de fim de seção ou do livro. . p. É o caso. oceano Pacífico. mas a moda passa. portanto. ao lado de formas não aportuguesadas.

3 milhões. o numeral for substantivado. Regra geral Os números. Rio de Janeiro. b) A vírgula é dispensável como pontuação intermediária. trinta e dois. ou seja. mas 539 209. são representados por algarismos arábicos. Se.8 - Numerais 63 8 NUMERA 1) Não se parte um número (expresso em algarismos) no final de linha. emprego de algarismo arábico na grafia de um número denota concisão e exatidão. o 2) As classes de um numeral separam-se com espaço fino. 2) A partir da classedos milhões . mas 12 892 050. o emprego do hífen é obrigatório: Vinte-e-um (jogo de cartas). se é uma obra de exatas. a não ser que se trate de códigos de endereçamento postal. em geral. ou ainda. 195. "é dispensável o emprego de qualquer sinal de pontuação intermédio" 1: 2 835 132 = dois milhões oitocentos e trinta e cinco mil cento e trinta e dois. prefixos telefônicos e outros números codificados. dez. milhões. oitenta-e-oito (inseto). Seguem-se algumas regras para o emprego dos numerais. excetuando: a) Ano: No ano de 1990. avo do Contorno. expressões técnicas ou científicas. O arábico deve ser usado na indicação de valores de medidas e monetários. caixa postal 8656. v.Pode-se recorrer a dois procedimentos: a) 12 milhões e 892 mil. p. segundo Antônio Houaiss. tb. aí sim. página 1 858. Instituto Nacional do Livro. noventa mil. por exemplo. escreva simplesmente: 2-8-1991. b) 7. 1967. 4) Ao escrever um número por extenso. mas: 1 858 páginas. 1 Elementos de bibliologia. 1317. seiscentos . 66).sete mil. p. literária . mas antes de aplicáIas na íntegra é conveniente ponderar a natureza da obra. Mas: há 1 990 anos. b) Fólio (número de página aplicado na publicação): 1858. quarenta. mas 73 200. 3) Não se usa zero à esquerda de números inteiros. observe o seguinte: a) Não se usa o hífen quando se tratar de numeral: Grafia mista 1) Classe dos milhares . mas se escrevem por extenso os numerais de zero a nove e as dezenas e centenas redondas: Dois. quinhentos.Não havendo nada nas ordens da classe inferior: 73 mil. . Décimo primeiro. porém. 539 mil. Nas datas (v. dados matemáticos e estatísticos. . se não houver o algarismo correspondente à dezena.. 1. c) Endereçamento: CEP 04404-040.

5 600 000 = cinco milhões e seiscentos mil. 800 W. são escritas com arábicos: Por volta de 1600 (ou: c. casa 4. Salvo exceções a seguir. os numerais são escritos por extenso: Pintar o sete. 7. Esses 25% do salário vão para o imposto de renda. 802 = oitocentos e dois. se houver qualquer adjunto da porcentagem no plural. seguidosdo símbolo % (sem espaço entre o algarismo e o símbolo): 10%. o sinal correspondente a grau fica próximo à letra que representa a escala e separado do número por espaço: 90 DC. procure escrever o número por extenso. 850 = oitocentos e cinqüenta. dezenas. 32 DF. 23 400 = vinte e três mil e quatrocentos.. bilhões.neste caso. Mas. parágrafos ou títulos de seções com algarismos.64 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 65 c) Emprega-se a conjunção e ligando apenas as ordens (centenas. números em que há zero (ou zeros) completando ordens da última classe. não haverá e entre uma classe e outra (milhares. o Seiscentos (designando séculos . São representadas por algarismos arábicos. unidades) dentro de cada classe: 892 = oitocentos e noventa e dois. que Escreve-se o numeral por extenso: Mas as datas. o verbo vai para o plural: Cerca de 90% dos eleitores votaram. Sobre a concordância verbal 1) O verbo fica no singular se a expressão partitiva estiver no singular: Cerca de 90% do eleitorado votou. o numeral deve ser escrito com maiúscula). Se não for possível evitar tal construção. os numerais devem ser escritos sempre com algarismos arábicos e com espaço entre o valor numérico e a unidade: 5 m. milhões.37%. . Numerais substantivados Quando substantivados. Antes de unidades abreviadas Antes de unidades abreviadas. ): 5 432 594 276 = cinco bilhões quatrocentos e trinta e dois milhões quinhentos e noventa e quatro mil duzentos e setenta e seis. Porcentagens Numerais com expressões denotam aproximação Quase cento e cinqüenta pessoas. o século XVII -. ou Escrevem-se com algarismos arábicos: Mas o e aparecerá em: 23 001 = vinte e três mil e um. ap. mesmo aproximadas. 1600). 23 058 = vinte e três mil e cinqüenta e oito.. . MPORTANTE Evite iniciar frases. Depois de abreviaturas depois de substantivos Aluno n':' 1.

2) Com algarismos em todos os outros casos. com algarismos: 15 cruzeiros. Apesar de expressões do tipo "anos 30" serem de uso corrente. 90% votaram. 9h 15min. min = minutoes). 15h 30s.. São escritos com algarismos seguidos das respectivas abreviaturas das unidades de tempo . 0. procure evitá-Ias. 32 milhões de dólares. Se a hora for aproximada. 2) Envolvendo numerais a partir de 11. 3) Faz-se a concordância com a porcentagem. 1. Passe a adotar as palavras década e decênio.50. Do eleitorado.. dois nonos.5 milhão de cruzeiros foram gastos .2 g (um grama e dois decigramas) de um óxido de nitrogênio apresentam 0. 3) Se envolverem frações.h = hora(s).66 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 8 - Numerais 67 2) Com o verbo ser.56 g de nitrogênio. março de 1952.. Mas escreve-se por extenso a fração que não representar a idéia exata de um número: Não te contei um milésimo da história.. .e. s = segundo(s): 7h (ou sete horas). inclusive as frações decimais: 3/15 (ou 135). perto das quatro horas. Grafia As frações são escritas: 1) Por extenso. . Concordância A concordância verbal com número fracionário é feita segundo a leitura do número. i. por extenso: Dois cruzeiros.. escreve-se tudo por extenso: Às sete e meia da manhã..25 g (vinte e cinco centigramas) da substância produzem . Um terço dos alunos precisa estudar mais. este fica no singular se a expressão numérica é considerada na sua totalidade: Os 40% de mulheres é pouco. o mês por extenso e o ano em algarismos arábicos: 10 de agosto de 1990.30. decênio de 1980. 1. Ou tudo com algarismos arábicos em uma das seguintes formas.8. escrevendo todos os algarismos do número.. . se antes desta vier o verbo ou a expressão partitiva: Votaram 90% do eleitorado. Dois terços do livro foram lidos num instante. desde que se opte pelo emprego sistemático de uma delas: 10-8-1990. 120 mil marcos. as quantias são escritas com algarismos acompanhados do respectivo símbolo: Cr$ 832. dez milhões de dólares. quando ambos os elementos estão entre um e dez: Três quintos.. 10/8/1990 ou 10. e não só a dezena: Década de 1930.. 2.1990. com o valor expresso pelo número: . 5h 27min 15s.. cinco mil marcos.2. Escrevem-se o dia em algarismos arábicos. Frações 1) Envolvendo numerais de um a nove e as dezenas e centenas redondas.. US$ 725.

vamos às outras normas. Não se superpõem aos romanos as abreviaturas (0. 91. des-cer. sub-Io-car. li. que evitaria a discussão dos preceitos que regulamentam o assunto: "Não partir vocábulo na medida do possível' '1. por não serem episódios periódicos. A 19arismos romanos Empregam-se os algarismos romanos. papas. pois os romanos colocados antes do substantivo são lidos como ordinais. seminários. nono. p. Elementos de biblialagia. cis-pla-ti-no. IV. etc. Nestas circunstâncias. imperadores. conclaves. v. 2. Basta escrever. cit. XXXVReunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. as) indicativas de ordinais e usadas somente com os arábicos. car-ro.... inglês. por exemplo. Segundo Reinado.): XI Bienal Internacional do Livro.e. 3) Eventos periódicos (congressos. Existem problemas de natureza semelhante também na edição de textos de outras línguas. os ordinais referentes ao número da edição são representados apenas pelo arábico seguido de ponto (v. etc. Em referências bibliográficas.) 4) Numeração de páginas pré-textuais (se for ocaso) e subseções de um livro. ac-ne. a. Do ponto de vista tipográfico. principalmente. que são escritos por extenso: Primeiro.. Com a ressalva da medida do possível. XX Congresso. 13':>. mas tratar com exclusividade da partição de palavras no final de linha. Luís XVI. (Veja-se a indicação de eventos em referências bibliográficas à p. Embora na maioria delas a divisão silábica possa se processar como no português. Por isso. alemão e francês. 25':>. limitam em parte sua aplicação. DIVISÃO llIUl • SIL I CA ••••••••• Há casos em que os ordinais são representados por algarismos romanos (veja o próximo item). .68 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Ordinais Escrevem-se os ordinais com algarismos arábicos seguidos da abreviatura indicativa de ordem. é oportuno não só apresentar as normas básicas do português. ci-sal-pi-no. como também apontar os casos que dele diferem em algumas línguas mais difundidas: espanhol. 114.. há uma regra fundamental. •. entretanto. Antônio Houaiss.. su-pe-res-tru-tu-ra. podem ser escritos com letras minúsculas: . ••• DMPORTANTE A regra geral de divisão silábica do português é partir os vocábulos de acordo com a pronúncia: pneu-má-ti-co. 111. 111). p. etc.. 1 su-bli-me. o dinastia.: 11 objetivo deste capítulo não é detalhar as regras de divisão silábica do português. João Paulo 11. excepcionalmente. com exceção de primeiro a décimo. nos seguintes casos: 1) Dinastias e nomes de reis. segundo. se não ferem as regras oficiais do "Formulário ortográfico". há particularidades que têm de ser consideradas. os. Mas são também orientações práticas que visam evitar o erro e os fatos desagradáveis advindos da partição do vocábulo. 2) Séculos: Século XX.. O que aqui se vê são orientações abrangentes que. século II a. Mas escrevem-se por extenso Primeira Guerra Mundial.

e vosoiros assim se dividem: nos-otros. des-. asso-alho. Dificuldades de partição de palavras no inglês existem até para aqueles que o têm como vernáculo. fede-ral. Quando não se tiver conhecimento dessas normas. sub-. no início ou no final de linha. o qual não irá reproduzi-Io na composição. uma medida prática é não partir os vocábulos ou consultar as páginas seguintes.). eu-rioso. b) A terminação -ing: be-ing. que trazem regras básicas de algumas línguas bem divulgadas entre nós. permanecem independentes da sílaba seguinte: eis-alpino. na medida do possível a partição deve coincidir com o hífen já existente na palavra: inter-/relação. palavra obscena ou ridícula: após-tolo. cis-. eonsei-êneia. separa(m)-se: a) Duas consoantes iguais: bot-tom.70 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 71 Recomenda-se. 2) Em palavras compostas unidas por hífen. rab-bit. Ou propriamente em -ing: dress-ing. não é necessário repeti-Io na linha seguinte da composição. ou-vido. ea-rroza. swim-ming. 187-. de-putada. 3) Nosotros a) Quando a partição coincide com o hífen já existente na palavra. . olho-/d' água. in-. 5) Palavras e nomes estrangeiros devem ser separados de acordo com as normas da língua original. que no final de linha sejam considerados os seguintes procedimentos: 1) Não partir o vocábulo de modo que possa figurar. 1) Em geral. Mas. vos-otros. inter-. 2) Prefixos como ab-. do alemão e do francês foram colhidos na obra citada de Emanuel Araújo (p. entretanto. quando isso ocorrer em final de linha dos originais (de qualquer espécie). FGTS. b) O hífen só deve ser repetido na composição quando se tratar de obras de língua portuguesa destinadas ao primeiro e segundo graus. whip-ping. ibid. \. no meiO ou no fim de palavras: e-Iemento. etc. ea-iu. 3) A separação de vogais deve ser evitada no início. fer-ry.. 4) Não partir siglas ou abreviaturas: Telebrás. super-. eô-mieo. apenas para facilitar a interpretação do componedor ou digitador. bis-.92pas. pau-/brasil. bibliogr. Faz-se a divisão silábica do espanhol como no português. a divisão pode ocorrer: Nas duas consoantes: light-ning. mas algumas normas básicas podem ser sintetizadas. do inglês. o preparador deve colocar o hífen no começo da linha seguinte. se antes de -ing houver duas consoantes. eompre-ensão. Entretanto.. tell-ing. exercí-eio. foot-ing. c1ean-ing. mas é bom lembrar: 1) As letras II e rr são indivisíveis: ea-lIe. des-ánimo. in-alterable. off-ing. 2 Subsídios para as normas de divisão silábica do espanhol.

-ism. 4) O grupo ck converte-se em kk quando dividido: Backe -+ Bak-ke (face). jock-ey. a partição ideal do vocábulo. Embora a divisão silábica do francês se processe de modo análogo ao do português. Seguido de vogal. -sion. trac-tion. -tion: essen-tial. atente. 2) O grupo dele: ch não forma sílaba com consoante que vem depois 5) A sílaba com mudo não deve ser separada: charte. porém. th) que têm apenas um som: ma-chen (fazer). b) Os elementos das terminações -cial. ma-jeur. sch. "bastão"). ph. metrópole). observe o seguinte: 1) Não se separam as sílabas ligadas por x e y: exé-gese. stel-Ien (pôr). Tech-nik (técnica). Hand-buch (manual). mar-shal. nichilisme. Ge-stalt (forma). exi-ger.Mass. 5) Na divisão de uma palavra composta que tem mento de composição terminado pelas letras da transformação do sinal f3 (v. 3) As letras II seguidas de vogal ficam uma numa sílaba e a outra na sílaba seguinte: Kol-Iekte (colheita). p. "medida". Mücke -+ Mük-ke (mosquito). rech-nen (calcular). 2) As letras terior: j e h entre vogais formam sílaba com a vogal pos- No mais. -cian. reli-gious. Truman. -tial. phi-Io-sophe. Mass-stab (metro . voya-geur. nestes casos. deve consistir na separação dos elementos que o formam: Arm-band-uhr (relógio de pulso).72 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 9 - Divisão silábica 73 2) Não se separam: a) Duas consoantes que têm um único som (ch. mantém-se isolado o primeiro eleadvindas o elemento seo grupo ss: ss - c) Nomes de pessoas: Michael. a divisão silábica do alemão é semelhante à do português. -cious. Gross-stadt (cidade grande. Francês Alemão Como grande parte dos vocábulos da língua alemã é formada por composição. pê-cheur.e guinte começado com s. ck. sh e th): ar-chiteet. para as seguintes particularidades: 1) Não se separam grupos de letras (ch. -logy. 116) . mé-thode. com ela forma sílaba: Flõ-che (plano). Ku-chen (bolo). -gious. 4) Os grupos mn e e ct podem ser divididos: am-nistier. Nacken -+ Nak-ken (pescoço). Mõd-chen (menina). -ist. Wissen-schaft (ciência). 3) A letra h forma sílaba com a consoante que lhe precede: me-nhir. leuch-ten (brilhar). . au-thor. 5tab. st. sec-tion. Bahn-hof (estação). é-jeetion. en-fance. magi-cian. Tel-Iur (telúrio). William.

Oi cel. (capítulos). assim: agric. (agronomia).. fut.Sa. .AA. Com exclusão das siglas das unidades da federação (AM. (batalhão). b) Superlativo: DD. (agrimensura). MM. MT. não se abreviam os nomes geográficos: São Roque. caps. no entanto. pp. (folhas). c. Roquei Coronel Fabriciano. (Digníssimo). (agrário). indo (futuro do indicativo). seja coinciden- Na normalização de referências bibliográficas.j(J A B R E V I A T U R A S. ).-perf. 150. pela Associação Brasileira Mantêm-se nas abreviações os hifens e acentos existentes nos vocábulos abreviados: m. RS. Minha mulher e filhos agradecem. agrim. Algumas abreviações técnicas. (Meritíssimo). Normalmente. e não Cel. Existindo outras palavras cuja abreviatura te. (século). e não am. 3) Com letras dobradas para indicar: a) Plural: SS.Sas.ta (senhorita).) A abreviação só deve ocorrer quando a palavra apareça no texto com uma freqüência tal que justifique o recurso. agron.. ou fols. i. (agricultura).$ E SiMBOLOiS I G LA S Abreviaturas tradicionais foge à Consagrado pela tradição. faz-se o desdobramento. (Suas Altezas). Não se incomode V. o ponto vem depois da abreviatura: A breviaturás Abreviaturas Marca-se amo. . (agosto). Mas o plural de regra se faz com acréscimo de (Vossas Senhorias). ago. séc.. usa-se apenas um ponto: "Às ordens de V. o depois do ponto de seccio- (amigo). Entretanto os tipos superpostos devem ser evitados.el. circunstanciais (abreviações) com ponto: a palavra ou locução abreviada adio (adjetivo). e não S. Neste caso. cio (científico) são exceções: de Normas Hifens e acentos nas abreviacões # e outras estabelecidas Técnicas.. TENÇÃO s: V.: MPORTANTE 1) Quando ocorrer ponto abreviativo simultaneamente com o ponto que marca a pausa. (páginas). devem ser usadas as abreviaturas constantes da p. Fabriciano. secciona-se a palavra depois de consoante ou de encontro consonantal: agr. el (coronel). e não c. fls.e." (Eça de Queirós. sinais o ponto abreviativo de pontuação e outros O ponto abreviativo desaparece diante do ponto que marca pausa e combina com os demais sinais. Cio (ciência). (mais-que-perfeito). Sr. este tipo de abreviatura regra anterior e pode se apresentar: 1) Com letras finais superpostas namento: am.Sa. 2) Com colocação aleatória de elementos: btl.-q.

grifo ou negrito: A ABNT é uma instituição que se dedica às normatizações técnicas em geral. Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). a sigla deve aparecer entre parênteses depois do nome por extenso. menciona-se apenas a sigla.. Grafia As siglas devem ser escritas: 1) Com todas as letras maiúsculas: a) Quando tiverem até três letras: BB.) "Oh. SANBRA.. (Sociedade Anônima). por letras e sílabas iniciais ou por combinações arbitrárias: ABL (A. ONU. Ph. Th. 5) De modo que se diferenciem de outras siglas já existentes: CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisas.!" (Eça de Queirós. newton. jornais. Peirce. Adorno. onde também as siglas sejam relacionadas. departamentos. UnB (Universidade de Brasília). siglas e símbolos 77 2) Conserva-se o ponto abreviativo antes de todos os outros sinais de pontuação: " . Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia).) 3) Sem pontos abreviativos: PIB. não se submetem às normas de abreviação vistas atrás nem ao sistema ortográfico vigente em nosso país. A letra h em dígrafos Nas abreviações constituídas de letras iniciais. . Varig. p. Em seu primeiro emprego. Exceções: Celsius. farad. Por quem é! Criado de V. b) Quando. mantém-se o h ao lado da consoante que com ele forma dígrafo (duas letras com um único som): Ch. seus elementos forem pronunciados separadamente: CNBB. (Philosophiae Doctor. Por conseguinte.76 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 10 - Abreviaturas. atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).A. Grafia dos nomes das unidades de medida 1) Escrevem-se os nomes das unidades com letras minúsculas. etc. (Theodor) W. A partir da segunda ocorrência... PSDB. organizações. 2) Com inicial maiúscula quando tiverem mais de três letras pronunciáveis como palavra: Cemig. senhor doutor.). V. revistas.. faço sinceros votos pela prosperidade dos seus empreendimentos. 99).. (Charles) S. os pontos cardeais. é dispensável dar o significado no texto. BNDES. D. kelvin.Exa . USP. Emprego Siglas As siglas podem ser formadas por letras iniciais do intitulativo (livros. Exceção: S. mesmo quando correspondem a nomes de pessoas: metro. partidos políticos. os elementos químicos. Símbolos Os símbolos são abreviaturas fixadas por convenções quase sempre internacionais para as unidades de medidas. Unesco. instituições. grama. " (Idem. Se houver na obra uma lista de abreviaturas utilizadas (v.Exa. doutor de/em filosofia). 4) No mesmo corpo do texto e sem destaques de aspas. Exceções: EMF A. Petrobrás.:ademia Brasileira de Letras). Fahrenheit e Réaumur. com mais de três letras.

Portanto a citação indireta . de regra. Postas as ressalvas. observe estas normas básicas: 1) A citação deve ser exata. como. 4) Não se intercala o símbolo entre a parte inteira e a decimal de um número. exa (E): MHz (megahertz). A menção das fontes utilizadas.NE (nordeste). d) Os dos pontos cardeais: N (norte). O (oxigênio). GeV (gigaelétron-volt). o símbolo se refere sempre à parte inteira: 12.) b) A citação deve ser atualizada de acordo com o sistema ortográfico vigente. Á (angstrom). e z não admitem flexão: I I Grafió dos símbolos 1) Os símbolos. diz Emanuel Araújo. 10 m. quando reduzidos. SW ou SO (sudoeste). 2) A citação deve vir entre aspas. 2) Os símbolos não têm plural: 1 m. item 6. etc. peta (P). 11 CITACÕES ~ As normas a seguir têm sempre em vista a citação direta. . arr. será tratada mais adiante como referência bibliográfica (v. marcadas com ponto abreviativo: lég. Mas os nomes terminados em 5. (arroba). a) Os erros tipográficos evidentes devem ser corrigidos. Os seus nomes. 90).t'" 78 'r o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO :~ I1 . Também dispensam as aspas as citações que ultrapassarem cinco linhas do original (v. é claro. 3) Não se coloca ponto nos símbolos. c) Os dos elementos químicos: Au (ouro). hertz. excetuando aquelas de caracteres não latinos.3 hl. por exemplo. as transcrições de palavras ou trechos em grego. decibels (ou. A fidedignidade à fonte é da competência exclusiva do autor. excepcionalmente. p. a não ser. a seguir. b) Os prefixos gregos mega (M). siemens.e. As interpolações feitas na citação ficam fora das aspas: "Quando o livro impresso se tornou realidade irreversível". (légua). excetuando os textos de valor histórico ou aqueles cujos escritos originais se destinam a apreciação. são escritos com letras minúsculas.. "a arte da ilustração teve de acompanhar a profunda transformação suscitada por esse novo suporte da escrita". kW (quilowatt).não está sendo objeto de normatização. S (sul). uma velocidade de 100 km/h. 5 t. decibéis).reprodução de idéias sem registro textual das próprias palavras do autor citado . são expressos por abreviações. excetuando: a) Aqueles que se originam do nome de pessoas: A (ampere). textual e devidamente identificada.5 kg. tera (T). BSERVAÇÕES 5: quilogramas. W (watt). a seguir). iux. que estejam no final de um período: 4 cm3. (Cf. comumente também chamada de citação. Colocado no final do número. a transcrição literal de um texto. W ou O (oeste) e os demais que deles provêm . x . Não há símbolos convencionados para as medidas antigas. item 10. 3. E ou L (leste). pascals. i. I 2) o plural de dos nomes das unidades é indicado pelo acréscimo ohms.I . giga (G). .

/a .r.) 4) Indicam-se com reticências entre colchetes pressões de texto na citação: em termos escreve da aUtOnomia relativa das [\J - as su- Pelo exemplo. que deveria ser alcançada mediante Strmiska.. 6) Usa-se o termo sic entre colchetes para esclarecer que aquilo que se transcreve (um erro. [os sapatos] indicariam. O conceito de antítese. Ele para "O termo 'negação'. tornou-se necessário incluir na citação o sujeito das orações. privilégio de homens livres. de tal maneira que concebe a sociedade sem classes como uma negação universal das sociedades de classes e viceversa. mais exatamente. separam-se os versos com uma barra oblíqua (I) e as estrofes com duas (1/). as janelas olham. Nos aspectos político e militar. dos serviços portuários. que invade toda a sociologia de Marx e que.80 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 11 - 3) Na citação de versos. sem dúvida alguma. 107. pode-se dizer.". A economia do socialismo possível.) 5) Os acréscimos que se fizerem necessários à citação vêm entre colchetes: "Ainda quando não constituíssem.. estabelece suas próprias fundações." (Carlos Drummond de Andrade.". era "de que os problemas de robustecimento da estrutura econômica desses países [menos desenvolvidos] não eram problemas suscetíveis de serem relegados a um período de normalidade internacional. A argumentação brasileira antecipa a que seria utilizada. esquematiza e extrapola as numerosas diferenças possíveis ou reais entre vários tipos de sociedade. à solução maneira alguns investimentos báSICOS. reducionista vista.29 romântica e.Clodoaldo. supon do reso I. que é altamente ambíguo e reducionista". para o devido esclarecimento. Com efeito. ao se impor na esfera da ideologia. j' vidas os problemas de tal transformação no momento em que sua solução entra numa fase decisiva.". 254. São Poulo.eão [. que contemplava "a colaboração política e militar para a defesa da América. do forneCimento e distribuição de energia elétrica. mantendo espaçamentos normais antes e depois das barras: "Casas entre bananeiras I mulheres entre laranjeiras I pomar amor cantar.. Ii Eta vida besta.. utópica. I pnmatli!mente . em conjuntura não muito diversa. Alec. Esta dialética antitétic. mais tarde. I Um burro vai devagar. secundada por outras naçôes do hemisfério. 1992.-. A posição brasileira não fugia à agenda da conferênCIa.. uma impropriedade qualquer. 1989. é. Ii Devagar . ao des reais de mudança nas sociedades modernas são sem classes. sob muitos aspectos. São Paulo. supõe-se que a transição de sociedades sem classes sociedades de classes e a transformação de sociedades de classes em que se dá em um nível mais alto do desenvolvimento de todos os problemas humanos e sociais.. p. Ático. certa dignidade e ascendência. da alimentação e dos combustíveis [..] para os quais pedia a cooperação do governo dos Estados Unidos da Amé· rica. Como não interessava citar outra passagem onde se fazia menção explícita aos sapatos. Ela leva a uma representação simplificada de dois tipos de sociedades. sociedades de classes e sociedades sem classes." (Sérgio Buarque de Holanda. quanto necessidade de neceSSl elas estruturas para e econômicas regudos pela imperiosa defende~. no econômico. Esta "redois conjuntos de relações internas ao sistema gonismo ou perfeita harmonia funcional".. Esta idéia básica generaliza. a e de aparelhá-Ias sociais contribuírem larmente no esforço comum". Áfica. tanto pela desgastes e destorç es [sic] d período de anormalidade. negativa ou.. O momento é o da exacerbação da guerra fria Reproduzido de: CERVO.a t9. houve união de vistas entre as naçôes americanas. mas eram parte integran da economia de emergência. p. O mesmo não ocorreu. o fortalecimento da segurança interna dos países do continente e a cooperação econômica de emergência".no campo dos transportes marílimos e ferroviários. A exterior do Brasil. As manifestações de uma dialética antitética são numerosas nas análises de Marx.'Ilil. a posição brasileira.. O caráterdialética negatido conceito de neg.. em todos os casos.. verificamos que aquilo que aparece entre colchetes (os sapatos) não consta do trecho transcrito. I Um cachorro vai devagar. História da política . combinou a concepção "monística-histórica" tuação de formas e negações antitéticas". mado Luiz & 8UENO. a fonte desta orientação. A ilusão de que a supressão das formas sociais antirepresenta o objetivo principal da mudança social não tende a acelerar o Reproduzido de: NOVE. meu Deus. de qualquer modo. ' a trans f ormaçao sOClalsta. por exemplo) está assim mesmo no original: o lecimento da economia.. ] ta~ém desvia a atenção da complexidade real da mu dança sOCla. inicialmente.. transcritos em forma de prosa. na gestão de JK. Ii Um homem vai devagar. na interpretaçã~~~[1ça '~--ssee social qualitativa.

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o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

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Citações

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7) Para informar que não é original o destaque de uma palavra ou conjunto de palavras na citação, utiliza-se a expressão "o grifo é meu" (ou equivalente). Esta indicação pode vir logo após o trecho destacado - para evitar confusão com eventual destaque do original citado - ou no final da transcrição, após as aspas, ou ainda no rodapé, na seqüência da referência bibliográfica:
densando-os na representação da criada, na qual investe caladamente o afeto filial reprimido. Sempre nos pareceu inquietante o fato de a presença materna não se dar de forma manifesta no discurso de Ang~ia, entretecido de tantas reminiscências infantis. Apenas numa breve passagem do último fragmento do livro ela é referida de modo explícito, para ser, no entanto, imediatamente afastada: "O som de uma vitrola coava-se nos meus ouvidos, acanClQva-me, e eu diminuía, embalado nos lençóis, que se transformavam numa rede. Minha mãe cantando aquela cantiga sem palavras. A cantiga morria e se avivava. Uma criança dormindo um sono certo, ganha a cabelos brancos e rugas. Não era minha mãe a can chei~ a estremecimentos. tão distante minutos tinha a ilusera vitrola distante, Em alguns que eu a criança crescia e o disco passeavam pernas de aranha" (A, p. 23

8) Quando se cita uma obra que não foi consultada diretamente, mas através de segunda mão, utiliza-se a expressão apud:
Seán Jennet, em seu The making of books, diz tarefa do revisor é "descobrir quaisquer erros sido cometidos na composição e dar instruções correção, e também zelar por que os enganos autor sejam evitados, chamando, se for o caso, deste,,7.
7

que a que tenham para sua do próprio a atencão .

Apud Houaiss, Elementos de bibliologia, cit., v. 2, p. 79-80.

9) Ao citar um autor estrangeiro, deve-se transcrevê-Io na língua original ou, preferencialmente, traduzi-Io para o português. Citando-se um autor alemão, por exemplo, de cuja obra só se dispõe em espanhol, obrigatoriamente a citação será traduzida para o português, embora na indicação bibliográfica da fonte deva ser mencionada a língua original da edição consultada - neste caso, o espanhol.

Se levarmos em conta o fato de que essa ligeira referência se dá no delírio final, quando todas as cenas do passado longínquo e próximo se entrechocam com detalhes presentes e visões alucinadas, formando um torvelinho, orquestração de imagens em fuga bachiana de duração interminável, somos obrigados a considerá-Ia como uma traição do inconsciente, em que a ·imagem dos lençóis, se transformando em rede, e a da aranha são condutoras do sentido de aconchego uterino aí implícito. O significante mãe, recalcado durante toda a narrativa, por um instante, nesse torvelinho geral, insinua-se no texto manifesto como um ato falho: ponto de sombra ou "umbigo" do texto, que solicita ser aclarado, dando-nos a certeza de que a sua ausência não faz mais que afirmar e gritar a força de sua presença no discurso. Presença dissimulada, reinvestida em remissões substitutivas que a suplementam, e das quais a criada Vitória c0nstitui uma representação. Conforme lembra Otávio de Faria, esses "personagens obsessivos da memória real têm mais força e mais poder sugestivo (tanto sobre nós, leitores, quanto sobre as ações do herói) do que certos personagens criados nelo romancista" 24. Reproduzido de: CARVALHO, Lúcia Helena. A ponta do novelo. São Paulo, Ática, 1983. p. 52.

10) Compõem-se com defesa as citações de mais de cinco linhas. Defesa - Recurso gráfico também chamado de branco marginal, recolhido ou recuo - é o termo com que se designam os espaços em branco colocados ao lado de determinados trechos da composição. Os trechos com defesa ficam mais estreitos do que a medida do texto normal. Pode existir defesa tanto do lado esquerdo quanto do lado direito, mas, nas citações, normalmente basta a do lado esquerdo. a) Utiliza-se um tipo diferente do tipo do texto normal ou o mesmo tipo do texto, mas geralmente em corpo menor (um ou dois pontos menos). (V. "Tipos e corpos", p. 122.) b) Emprega-se um entrelinhamento mais aberto no início e no fim da composição com defesa. c) As aspas, no início e no fim da citação, são dispensadas. Por isso, as aspas existentes no interior da citação permanecem como estão (aspas duplas), sem transformarem-se em aspas simples como está indicado na p. 118.

84

.oJ:III!l0: MANUA~.flE-PARAÇÃO

E REVISÃO

Lua e Sol, escuro e claro, inativo e ativo, feminino e masculino, sem dúvida associados à equivocidade e univocidade, respectivamente. De onde vem esta simbologia? Da China antiga, uma sociedade onde os homens mandavam. Nos próprios julgamentos e comentários, correspondentes a cada um dos 64 hexagramas do Livro das Mutações, pode-se observar os valores que são atribuídos ao masculino. Três linhas yang (cheias) do princípio da luz formam o trigrama Ch'ien que significa "o céu, criador, masculino, ativo" ou as três linhas yin (quebradas) que formam o trigrama K'un que significa "a terra, feminino, passivo, receptivo". O céu e a terra correspondem ao superior e ao inferior, ao homem e à mulher. Mas também ao superior masculino corresponde a luz, a nitidez, a força de caráter e à correção como os atributos mais con~ venientes. Era uma sociedade profundamente patriarcal, a da China antiga e tradicional de Confúcio. Como se vê, ao dominante do sexo masculino, são próprias as virtudes da univocidade traduzi das pela "clareza", "luz", retidão de caráter etc. À dominada mulher resta a sombra, a passividade e a equivocidade. Como diz Helmut Wilhelm:
A estes dois tipos de linhas, cheias e divididas, foram dados os nomes de "firme" e "submissa" O firme e o submisso são imagens do dia e da noite. O Céu é alto e a Terra é baixa Assim o Criativo e o Receptivo são determinados. Em correspondência a esta diferença entre o baixo e o alto são estabelecidos os lugares inferiores e superiores (. ) (1973, p. 1)

12
NOTAS

Conteúdo
As notas - consideradas aqui como indicações que se acrescentam no rodapé da página ou em seções especiais -, normalmente, podem conter: a) Referências bibliográficas, exclusivamente (v. p. 105). quando parte

b) . Complementação de referência bibliográfica desta já se encontra no texto (v. p. 104).

c) Esclarecimentos e comentários do autor, tradutor, editor, etc. d) Outras indicações bibliográficas abonadoras afirma. daquilo que se

Códigos Fortes e Fracos na paisagem urbana
Uma antiga diferenciação distingue os signos que jamais são empregados senão como signos, dos que, embora sejam coisas, são também signos12.

Identificação
Identificam-se as notas do tradutor com a abreviatura N. T. , as do editor com N .E., e assim por diante, abreviaturas essas colocadas entre parênteses no final da nota.

Reproduzido de: p.109.

EpSTEIN,

Isaac. Gramática do poder.

São Paulo, Ática, 1993.

Numeração
Usam-se algarismos arábicos na numeração das notas. Reservam-se os asteriscos para as edições anotadas pelo editor e as letras minúsculas exclusivamente para as tabelas (v. p. 31).

1) Põe-se o algarismo, o asterisco ou a letra minúscula um pouco acima da linha, tanto no texto (remissiva) quanto no rodapé (comissiva), dispensando o recurso de parênteses ou qualquer outro sinal de pontuação: Embora a teoria da deficiência lingüística, em que se insere a primeira perspectiva, já tenha perdido totalmente sua sustentação, tanto do ponto de vista científico - desde que a Antropologia e a Sociolingüística contestaram, de forma irrefutável, os conceitos de "deficiência" cultural e lingüística - quanto do ponto de vista prático - graças ao fracasso comprovado dos programas de educação compensatória e ao insucesso inegável de metodologias de "substituição" de um dialeto por outro -, é ainda essa teoria e a concepção de sociedade em que se fundamenta que vêm, consciente ou inconscientemente, informando a prática pedagógica no ensino da língua materna no Brasil. No quadro em que se insere a segunda perspectiva - a teoria das diferenças lingüísticas -, a proposta de um bidialetalismo funcional vem sendo tentada nos Estados Unidos, na educação das minorias étnicas, algumas vezes como um bilingüismo, mais que como um bidialetalismo, como no caso da coexistência do inglês e do espanhol na educação dos chicanos. No Brasil, é uma proposta que mal começa a despontar, e ainda de difícil concretização, uma vez que depende de estudos e pesquisas sobre os dialetos populares, e mesmo sobre o dialeto-padrão, de que ainda não dispomos. Há já pesquisas sociolingüísticas sobre vários aspectos dos dialetos pocomlsslva d pUlare~p,.fil"'. ""."""" . su ainda são necessárias, esses d'IaIetos,possa -'.'~.-" para que se sem ch egar~~".,. ...• ..~"'".tras f"IClentemente .'
lt..

A remissiva a) Regra

pode vir: geral, antes do sinal de pontuação:

crítico Carlos Baker (Carroll Baker) apontou para a montanha e a planície como sendo dois símbolos contrastantes no romance. A montanha se relaciona ao "bom lugar", o lar temporário, seguro e confortável. A planície seria o lugar onde as desgraças acontecem: a guerra, a morte, os sofrimentos. Baker está jogando, sem dúvida, com as oposições de

o

testou e a interpretação ~.Baker' altos baixos. Entreta~~ítico,

, :i)rmando M. Halliday, opoE. que não são con-

, Ver, no livro de Baker, Hemingway: o escritor como artista, sua análise ambi· de A farewell to arms, e o artigo de E. M. Halliday, Hemingway's guity: symbolism and irony, em WEEKS, Robert P., ed. Hemingway - A

co/lection of critica! essays.
Reproduzido de: NAZARIO, ulian. J

Ernest Hemingway.

São Paulo,

Ática,

1988.

p.50.

1"f~~~~~~~~~~~Cd';~~~~~~~~~~1~~~~S~V~~~~
I

"O bom na cobertura de uma entrevista coletiva presiden· cié\l é você aparecer na televisão, de modo que sua família ou seu~patrõJS, pergunta, de preferencla longa, de de consegui· 10 e fazefumaem casa, o vejam. E a ~el.hor maneira modo que a fixe em vez de fixar o presidente" , comenta Art Buch· A coletiva, sobretudo a presidencial, tem servido se de exemplo de entrevista dirigida e, ironicamente, de a há muito tempo deixou de ser uma troca de idéi listas e a principal fonte de informações de
J Em Última Hora, de 6·3·69, sobre a primeira entrevista coletiva do presidente Nixon. " No Brasil, a primeira coletiva presidencial é concedida pelo presidente Getúlio Varo gas, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, 1945. Vargas mandou distribuir cópias da lei constitucional que acabara de baixar, convocando eleições gerais para dezembro, e deu o encontro por encerrado. Um jornalista interrompeu·o: "Presiden' te, nós fomos convocados não para receber um papel mas para uma entrevista coletiva". Vargas disse: "Ah, vocés querem perguntar?" e voltou a sentar·se, submetendo·se às perguntas dos jornalistas (redatores políticos da imprensa cario· ca e correspondentes paulistas). Cf. Carlos Castello Branco, em "Coluna do Caso tello", Jornal do Brasil de 23·6·87.

I

I

a qual a'~strução de uma difícil. remissiva .-padrão, ou um bidialetalism~puncional se torna metodolo' a cham da "norma-padrão culta"~em sendo desenvolvido há já vários nos o Projeto de Estud~onjunto e Coordenado da Norma Ling" stica Culta (Projeto k!URC) , de que, porém, não se conhe m ainda resultad@O mais grave, entretanto, é que a teoria güptica, ainda lingüísticas, em oposição à teoria e assimilada pelos da1diferenças não é suficientemente conhecida da deficiência linessores, de modo que o preconceito contra as variedades linrespeito da norma culta brasileira e do Projeto NURC, ver CUNHA, Celso. 1985.

questão da norma culta brasileira. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro,

Reproduzido de: SOARES, Magda. 1986. p. 70.

Linguagem e escola. 3. ed. São Paulo, Ática,

11'

.

Reproduzido de: BAHIA, uarez. J jornalismo. 4. ed. rev. e aum.

Jornal, história e técnico; as técnicas
São Paulo, Ática, 1990. v. 2, p. 61.

do

esse princípio é especialmente válido para as ciências sociais. 3. por. o autor resolvesse de última hora acrescentar ou suprimir uma nota. se houver duas.a. ciência política..ou a cada nova parte. lntroduction. "Nunca conhecimento da América Latina foi tão importante para os Es~\ifoosUnidos . . o operador segue o que consta no original (notas numeradas por lauda). e aum. São Paulo. Evite também a numeração por página. além disso. confirmam amplamente o referido princípio da sociologia do conhecimento. aparecerá mais de uma seqüência numérica de notas na página composta.88 12 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Notas b) Ou depois do sinal de pontuação seguido de aspas: 3 A imaginação sociológica -- 2) As notas do tradutor. por exemplo. 3) As notas devem receber uma numeração consecutiva que se reinicia a cada novo capítulo . editor.~. Não adotar este procedimento significa poupar trabalho. que reúne análises sobre os estudos de geografia. Numerando por partes. As inquietações intelectuais dos cientistas sociais reunidos em instituições. feito em etapa posterior à composição. é óbvio que há sempre certa correspondência entre o pensamento sociológico. Seja quanto à problemática. Octavio. Isso ocasionaria uma renumeração de todas as outras notas a partir dali. que vai do começo ao final do livro. seja com referência à visão do mundo subjacente às contribuições dessas disciplinas. tantos quantos forem necessários à ordenação por página (se. na composição do texto. não está isenta das marcas do engajamento. é verdadeiro para a sociologia. Em particular. ed. Charles. história. acarretaria trabalho e correções que podem ser dispensados. p. com exceção das notas do autor. A numeração única causaria um trabalho extra se. rev.:~.economia política e a ciência política.. repor! and pal'lers of seminar on Latin American Studies in the United States held at Stan- Reproduzid~ de: iANNI. numa obra volumosa. Como as laudas do original normalmente comportam menos texto que a página do livro. dois asteriscos. economia política e sociologia nas nações latino-americanas. exemplo. neste ou naquele pais. e as condições de existência social. Conseqüentemente. a não ser no caso acima previsto de asteriscos. devem ser enumeradas por asteriscos. 1989.o que é mais comum . seminários e conferências para o estudo das possibilidades e contribuições do trabalho científico na América Latina. dc. Sociologia da sociologia. é decisivo para o nosso modo Ciência e consciência f 1 WAGLEY. o texto fica mais leve com números menores.s. A obra intitulada Social science research on Latin America. todo o trabalho não é desperdiçado e. Não é recomendável estabelecer uma numeração única. etc. 125. Atica. numa página existir apenas uma nota. pois.~:9Sm rápida expane são.. Se é verdade que há reciprocidade entre o pensamento científico e as configurações sociais de vida. Social science research on Latin America. e assim por diante). a. O futuro dessas nações latino-americanas. o acerto dessa numeração. usa-se um asterisco. por exemplo.

w' Mas os números das páginas ou dos volumes devem ser mencionados obrigatoriamente nos seguintes casos: a) Nas referências a partes de livros avulsos (acrescentamse as páginas inicial e final da parte referenciada): NovE.. N a indicação do número de páginas que correspondem à parte referenciada. 1982.. formato. Ática. etc. Iugoslávia. São Paulo.e. quando houver. 302-8. Sergio Goes de Paula. uarez.T. notas especiais de coleção ou série e outras de interesse: 1) Notas bibliográficas (número de páginas ou de volumes. Entre essas indicações. facultativamente. São Paulo/[Paris]. 279 p. notas bibliográficas. 1989. 4. (Esses elementos são descritos minuciosamente nas p. 1989. São elas o nome do autor. Elementos essenciais São indicações que devem figurar como elementos mínimos para imediata identificação de uma obra. Jacob. o Elementos complementares São indicações. ed. ilustrações. v. Definições São riferências bibliográficas as indicações necessárias à identificação de uma obra. história e técnica. as técnicas do jornalismo. il. Trad. Modelos reformistas: Hungria. os algarismos comuns à esquerda do número final: p. A economia do Polônia. Ática. rev. São Paulo.): SANTOS. facultativas. que se acrescentam aos elementos essenciais para caracterizar a publicação ou dar outras informações que possam ser úteis.235-45. Ática. o nome da editora e a data de publicação): GORENDER. À listagem dessas referências no final de capítulos. o título da obra. In: J Jornal. Coord. História da M arte. Alec. metodologia e pré-história da África. Combate nas trevas. Ática.Comitê Científico Internacional para a Redacão de uma História Geral da África. 106-13. podem- . i. o Componentes Compõem a referência bibliográfica elementos essenciais e. p. Ki-Zerbo. 184-236. São Paulo.13 - Referências bibliográficas e bibliografia 91 13 REFERÊNCIAS BIBLI~GRÃFICAS E BIBLIOGRAFIA se mencionar. por exemplo. mantenha o número inicial completo e suprima. 1990. BAHIA. o número da edição (se não for a primeira) e as notas tipográficas (também chamadas de imprenta. São Paulo. China. O estilo do jornalismo. Ática/Unesco. In: socialismo possível. p. 4. aria das Graças Vieira Proença dos. ed. 12-9. de seções ou do livro convenciona-se chamar bibliografia. complementares. História gera(da África. o local de publicação. do volume J.) b) Nas referências a um volume determinado ou a partes de volume de obra publicada em mais de um volume (no primeiro caso acrescenta-se o número do volume e no segundo o número do volume e as páginas inicial e final da parte referenciada): UNESCO. e aum. p. 1990.

105): 5 BOUDON. 1989. maio 1988. 111).. (Corpo. 21 em. endereço do editor.. 48. ou ainda (se a nota anterior se referir ao mesmo autor. -- Ciência e de classes. O escravismo colonial. tb. A vírgula Emprega-se a vírgula: 1) Entre o sobrenome e o nome (prenome) do autor. Ática. 2) Notas especiais de coleção ou série: indica-se o título de coleção ou série e. os indicativos v. (número do volume). nas referências a periódicos e jornais. p.e Alma do (3rasil. A integração do negro na sociedade São Paulo. como preço (dado um tanto instável no Brasil de hoje).. F. D v. Rio de Janeiro. FERNANDES. devem ser abreviados no idioma original da publicação (v. cit.. distribuidor. ou 5 Gorender. (número das páginas) são substituídos. out.dir. 131. número da edição (o ponto aqui freqüentemente coincide com o ponto da abreviação). 159. n. figuram no final da referência. : 1 430-4.v. desde que não se integrem a textos comentados (v.Florestan (Ensaios. ed. 174 p. Difusão Européia do Livro. A ideologia. emprega-se o ponto depois de cada um dos seguintes elementos: nome do autor. 1978. bibliográficas e especiais: NOGUEIRA. Carlos Roberto F. 35 (l0): 1 430-4. p. mas não à mesma obra): 6 Idem.Cardoso. Os nomes dos meses. . Raymond . etc. Essas indicações são feitas entre parênteses.e do fascículo . (10). op. p.. se houver.92 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 93 c) Nas referências a um número determinado de publicação periódica (indicam-se os números do volume . Neste caso. Separam-se também com ponto os elementos essenciais de uma referência completa que figurarem exclusivamente em nota. 3. menção da língua original (v. depois das notas bibliográficas: FERNANDES. 46. entre os elementos das notas tipográficas. o nome de seu diretor seguido do número da publicação. 32. . Mudanças sociais no Brasil. p. p. cit. respectivamente. 35. n. Pontuação o ponto Na bibliografia. parênteses -. em notas. São Paulo. livraria. 401 p. ) d) Nas referências a artigos de periódicos (indicam-se os números do volume e do fascículo e as páginas inicial e final do artigo referenciado): FREIRE-MAIA. as referências a obras citadas anteriormente (v.) 2) Para simplificar. 34 .. 105): 5 Gorender. (Ensaios. il. p. 1983. (número do fascículo) e p.3. 154). notas bibliográficas e notas espeCiaiS. notas tipográficas. dois-pontos -. aspectos do desenvolvimento da sociedade brasileira.) Ática. H. cit. relação de abreviaturas na p. 46.Florestan. p. Ática.Lineu. título da obra. 1960.. Qual o destino das teses? Cultura. 5 Idem I ibidem. São Paulo. Bruxaria e história. 2 v. p. 2. como mostra o exemplo. .n.): REVISTA BRASILEIRAE BiOlOGIA. ou (se a nota anterior se referir ao mesmo livro): 3) Outras notas de interesse. Combate nas trevas. as práticas mágicas no Ocidente cristão. 46. pelo emprego de: itálico -. 1991. São Paulo.

2) Para substituir o indicativo n. eletricidade e ondulatória. São Paulo.Edson Ferreira ROBORTElLA. 1984. 1990. tb. em notas. org. (= número do fascículo) numa referência a artigo de periódico. 2) Para separar o título do subtítulo da obra (v. 92.) 3) Nome de entidade tratada como autora: ACADEMlA8RASfll:lRADI: LETRAS. 2) O título original de uma publicação traduzida. do nome da casa publicadora (v. Ática/Secretaria a instituição familial. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. puderam ser determinadas. não constando na obra referencia- O ponto-e-vírgula Na bibliografia ou em referências isoladas. 10B): de i ALVESFILHO. Os parênteses Empregam-se os parênteses: 1) Para indicar as notas especiais de séries ou coleções (v. p. p. p. tb. 2) Nome do organizador. p. p. Rio de Janeiro. tb. 4. São Paulo. 104).) A dialética da duração. . Não é raro encontrar omissão do nome da cidade (v. recomenda-se a leitura de A escravidão reabilitada. a referência que tenha parte dos seus elel1)entos no texto (v. Avelino i OLIVEIRA. 1988. José Albertino. 111. 1981. de Estado da Cultura. São Cientistas Sociais. Gaston. 4) Nome de órgão público: SÃO PAUtO . Secretaria de Estado da Educação. 112) e da data de publicação (v. Estudos Literários. compilador ou outro do gênero: RODRIOUES. Paulo. p. 112). 1990L I . Ática. se for o caso de mencioná-Io. 3) Como um recurso de que se pode lançar mão para evitar que o emprego rigoroso da pontuação de uma referência bibliográfica prejudique a leitura fluente de notas ou do texto: Sobre a reprodução da população escrava. emprega-se o ponto-e-vírgula: 1) Para separar os nomes de autores de obra coletiva de três da. Veja alguns exemplos deste recurso em referências que se iniciam com: 1) Nome do autor: BACHElARD.. autores (v. 92): (Série Temas. conforme exemplo da p. 113). 123) no início de todas as referências relacionadas na bibliografia. Bloch. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. p. aquisições da biblioteca em 1988. •• Caracteres tipográficos O versal-versalete Emprega-se o versal-versalete (v. conforme exemplo da p. 110): Física. Catálogo.1 94 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - li I II Referências bibliogrãficas e bibliografia 95 i 3) Para pontuar. (Col. de Jacob Gorender (São onde Paulo. Os colchetes Colocam-se entre colchetes: 1) Todas as indicações que. Grandes 43.José Luís de Campos. Ática. Vilfredo Pareto. p.

em Lisboa. MPORTANTE c) Títulos de periódicos: CiÊNCIA E CULTURA. o redondo COUTINHO. Faça exceção apenas às palavras latinas infra e supra. p. em Lisboa.e supra-). tb.d. Prefácio. 123). Entretanto. 1984. Civilização. Ciência e Cultura. evita-se confundir essas formas autônomas com os prefixos análogos do português (infra. etc. cit. ou romano. São Paulo. b) Artigos de periódicos. 4. p. não assinados: UNIDADES de medidas. PT . 2) Em notas que contenham referências bibliográficas com todos os elementos essenciais: 7 BATISTA NETTO. o itálico pode ser substituído pelo negrito ou pelo redondo: •• Lima Barreto lançou suas Recordações Isaías Caminha em 1909. 123). do escrivão Outros empregos O versal-versalete é empregado ainda nos seguintes casos: 1) No início de referências a parte de obra. v.96 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrâficas e bibliografia 97 5) Títulos de obras nas quais não está declarada a) Obras anônimas: A CANÇÃO de Rolando. Dependendo da variação de tipos usados no livro. empregue o versal-versalete conforme visto na p. ibidem. maio 1979. n. 96 (v. p. se na bibliografia a referência começar pelo título.. s. 1) Publicações avulsas livros. Paris. o itálico 2. Ática. Lima Barreto lançou suas Recordações do escrivão Isaías Caminha em 1909. História da baixa Idade Média.: [Brasília]/São do Livro/Ática. 150): apud. avulsas ou periódicas. Procedendo assim.jornais ou revistas: Jornal da Tarde. 1989. gesto do século XII. 37 (5): 548-52.a lógica da diferença. Emprega-se o itálico (v. São Paulo. São Paulo. bem como após a partícula in quando autor da parte e autor da obra no todo são diferentes: PINHEIRO. JÔnatas. 99. nos títulos das publicações. 1. 1992. Paulo Sérgio. nos demais casos. Edilberto. Não empregue o itálico ou qualquer outro recurso para destacar as expressões e abreviaturas latinas usadas em bibliologia (v. com a publicação do romance Cinco minutos em folhetins. p. p. 1978. Paulo. Margaret E. 5. A REVISÃOda Constituição. lista na p. maio 1979. ou grifo. Porto. . a autoria: 2) Publicações periódicas 8 jun. Instituto Nacional Emprega-se o redondo (v. Ática. d) Obras de referência: PETITLarousse Iflustré. Infra quer dizer" citado ou mencionado abaixo ou posteriormente" e supra é o mesmo que "citado ou mencionado acima ou anteriormente". etc. op. Alencar estreou como romancista em 1856. Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. 1991. folhetos. 110). São Paulo. 31. In: KECK. . Larousse.

porém. A sigla. por exemplo. p. Segismundo Spina publicou pela Editora Ática (São Paulo) a segunda edição das suas Normas gerais para os trabalhos de grau. Mas. onde a sigla comparece logo depois do nome do autor: ASSIS. ~<. 68). p. empregar algarismos arábicos para codificar as referências ou indicar a data de publicação da obra ao lado do nome do autor. s. Em vez de remeterem à bibliografia. É melhor passá-Ias para as notas ou optar entre sistemas mais simplificados. ou (c) exclusivamente em notas. 1984. A sigla. o número da página completam este sistema. pode-se simplificar a referência estabelecendo uma sigla para designar o título da obra. o que será visto na seqüência. sem considerar a preposição de. livro em que Benedito Nunes analisa escritos de Clarice Lispector. Segismundo Spina afirma que citar muito. parte em nota. "ao invés de denotar erudição. as siglas aparecem numa lista de abreviaturas do começo do livro (v. Para evitar isso. sobrecarregar o texto com indic~ções bibliográficas longas. os elementos que faltam para completar essas referências podem ser colocados no texto. p. Be. no exemplo. ed. BC ou mesmo MPBC. o nome do autor e. (b) parte no texto. foram usadas siglas para identificar as referências à obra de Clarice e notas de rodapé para as demais. as referências à obra analisada são freqüentes e poderiam abarrotar a página com notas de rodapé.. Não é recomendável. entre parênteses. Em 1984. A propósito das transcrições excessivas. dizia eu comigo. Por ser um sistema que permite omitir no texto as demais indicações bibliográficas.98 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 99 Localização e • . atribuir siglas aos títulos. São Paulo. produziu o grande clássico da normalização editorial. De acordo com Outra variação prática desse sistema é o que se encontra. é relativa às Memórias póstumas de Brás Cubas e poderia também ser constituída pelas letras iniciais das palavras do título. Referências incluídas no texto .rJ t t J 1) Simples inserção no texto . é prova de imaturidade" (Normas gerais para os trabalhos de grau. 2) Atribuição de siglas aos títulos . ao sair da casa de lobo Neves" (Assis. 140). livro que.Machado de. 76). se. tb. por exemplo. Alguns exemplos: Antônio Houaiss. p. Ática. 1989). Nessa lista são fornecidos também os dados das edições utilizadas. com os dois volumes de seus Elementos de bibliologia (Rio de Janeiro. 2. Este pode ser um procedimento ideal para obras que apresentam um número reduzido de referências. Ática. se podemos usar de arbítrio para formar a sigla (v.Se o trabalho comportar. em O drama da linguagem (São Paulo.Quando não se utilizam as notas de rodapé para introduzir as referências bibliográficas. Instituto Nacional do livro. Memórias póstumas de Brás Cubas. no caso ela poderia ser MP. . constitui "um breviário para o estudante de pós-graduação" . pode-se. slstematlca As referências bibliográficas podem localizar-se: (a) inteiramente no texto. 43).d. A forma escolhida (BC) deve ser empregada sistematicamente do começo ao fim do livro. ele se torna remissivo à bibliografia. como diz o subtítulo. São Paulo. Veja um exemplo: "Deve ser um vinho enérgico a política. 1967). Ática. Num livro desse tipo. quando for o caso.

Os gestos. fran- A CIdade sitiada (rom. " (ME. 2. 45) lantas silenciosas (ME~b2J". de inquietação a inquietação.José Álvaro ~~~~~lsãstmglU~~:~. Como elemento de 1 Gerd Bornheirn. 111).) Rio de Janeiro. como qualidade da matéria viva. Manim caminha ~eléia viva". 1964 Alvorada. as atitudes e os sentimentos humanos con- A legIao estrangeIra (contos e crônicas).estranheza em relação ao que o erca. Janeiro. Edições das obras compulsadas de citação: PCS L CS LF ME LE - para esre trabalho e respecrivas siglas Perto do coração selvagem (rom. São Paulo. como lâmpadas e cristaleiras (L. José Álvaro Laços de /àmília (contos). Ediror. 115. como pólo oposto à cultura e à praticidade da vida diária. 102). 1963. sentimento da inutilidade de seu interesse pelo p sado como historiador.~i~~~'~T~UliP gross (ME. 2. São Paulo. ao ande abalo que será a descoberta da existência. __ 101 A lista de abreviaturas do começo do livro O drama da linguagem Uma página do mesmo livro. Pers· p. A parte da Natureza. Sartre. Felicidade clandestina (contos). nos pedaços velhos um I I com azu eterminação pouco a tncen . Rio de Janeiro.. Amor. 1960 A maçã no escuro (rom. Nesse ndo assim configurado. um pouco vermelhado. com estatuto sereno das coisas propriamente ditas. O lustre (rom. e uma qualidado e dado cenestésico. seu protagonista 7.J PSGH LP FC - A paixão segundo C. 8s óbjetos úteis são sólidas e impenetráveis. cisco Alves. sensação de tédio. 1971. ed. Rio deJaneiro. pel~ seu senSIveIS e densas dos obJeto~om com as qualIdades aspec:o ~rotesco. e move·se comode uma geléúz v a . 19~~~ . 98) (ver o fragmento "A gelatina. i sensaçã e ser: "O gosto é cinzento. a segura permanência de animais e vegetais. Rio de Janeiro. A princípio se debatendo n ma crise psicológica . c 'spector o espesso e o viscoso -.). São Pauio.).. 1969. vaga amente" (pes.100 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográf~c_a_s_e_b_i_bl_io~gr_a_fi_a_____ __. indicaque é també m umundamental das coisas parafala da obje gelatinoso. Francisco Alves. Rio deJaneiro. A náusea é a experiência privilegiada d pensamento sartriano 6.). 1970 Edi· 1964. 1964 Sabiá. torna-se a consciência presa fácil a náusea.S. com o duplo sistema de referências. LE. . Agir. é sempre a mais forte e decisiva. deslocado. trastam. 1946. É uma e eriência que se alarI Sabiá.-c. Rio de Janeiro. ed. ed. c mo momento culminante da situação de Antoine Roque tin.H (rom). bibelôs e canos d'água (CS. ). 1105 de atraçãoentreexemplo. Edirora do Rio de 3. de vazio oquentin vai chegar. descrita no romance Ia nausée. Uma aprendizagem ou O lIVro dos prazeres (rom. 17). (Coleção Editor. tora do Amor. em que o próprio homem estr ha o que é humano. )oana C/ari.).).tiva. por de repulsão. e e~ho.

Apenas o número referente à página apareceu ao lado da sigla. "todos sabem que a economia não é domínio soberano. se for o caso. em ordem crescente.Neste sistema as referências bibliográficas do texto são substituídas por remissivas à bibliografia.Edgard.O nome do autor. a remissiva. todas as referências da bibliografia. procurando explicar as raízes da crise. rev.desde que uniformemente os próprios parênteses. não precisa necessariamente estar em ordem alfabética .4. que.embora seja preferível estar -. acrescente a data e o número da página entre parênteses: Segundo Kujawski. Adotá-Io ou não adotá-Io é um procedimento que tem de ser sistematizado em todo o livro. Ática. pode ocorrer o seguinte: Autor e ano entre parênteses: Crise e decadência (KUJAWSKI. (Série Temas. coloque a data de publicação logo depois do nome do autor: KUJAWSKI. vem na linha e no mesmo corpo do texto.) li ti 111 ~. p. 1988. é preferível (13) p. ed. O arranjo desses elementos pode ser feito de acordo com as seguintes circunstâncias: a) Quando o autor já foi citado. é facultativa a menção do indicativo do número de página (p. pode-se grafá-Io em versal-versalete ou em caixa alta-ebaixa. . 1922-1938. seguido de vírgula e do número da página entre parênteses: "Getúlio e Antônio Carlos procuram contemporizar e se esforçam cada um de seu lado para ver se Washington aceita a idéia de um terceiro candidato" (13. Kujawski encontra" outra corrente de intérpretes" que "insiste em que o princípio geral da crise só pode ser de ordem religiosa" (p. escreva-o dentro dos parênteses. da seguinte forma: Primeiramente. I 'i li i: !1 d) Quando não for necessário fazer referência a um número (ou números) específico de página.) r . faça as remissivas. Assim. J c) Quando o nome do autor não estiver explícito nem claro no texto. Podem aparecer . básicos deste sistema. São Paulo. 102). 3) O sistema numérico . Neste caso. (S'érie Fundamentos. Ática. Ela é determinada. A crise do século XX. numere com algarismos arábicos. 1988). o número da página entre parênteses: Nesse texto.102 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 103 Neste modo simplificado de citação. No entanto optar por conservá-Io resulta no ganho de evitar o embaralhamento de números. Revoluções do Brasil contemporâneo. em última instância. pontos ou algum recurso gráfico para realçar os números sem outros sinais. 1988. Esse número. travessões. a data de publicação da obra e o número da página são os elementos li Observe ainda o seguinte: a) Na bibliografia. são categorias diferenciadas ~'l Ou só ano entre parênteses: Para Kujawski (1988). 103). 1989. para facilitar a identificação da referência. p. basta dar. 64). 4) O sistema de autor e data . No exemplo da obra de Benedito Nunes. 64). Depois. 64).). ele não foi utilizado. 53. p. São Paulo. é facultativo o uso de parênteses para destacar o número da referência. neste caso. que também é remissivo à bibliografia.~ "Todas as crises setoriais eclodem no meio social e são vividas socialmente" (KUJAWSKI. No lugar de cada uma das referências bibliográficas do texto coloque o número que a referência recebeu na bibliografia. Veja um exemplo com o número destacado por tipo negrito: 13 CARONE. o sujeito da crise é a modernidade. pois era sabido que as referências abreviadas com siglas sempre diziam respeito à obra de Clarice Lispector.). pela política" (1988. b) Quando o texto já deixou claro que se trata da mesma obra. Gilberto de Mello. 101). em vez de (13. mas mantenha sempre a mesma opção: 1 1\ Na bibliografia. 7. Não houve também a necessidade de apontar o nome da autora.: Também neste sistema faculta-se mencionar o indicativo do número da página (p.

87). O termo é normalmente usado ao lado de idem: 10 5 Escravidão negra no Brasil. p. "a nossa gramática não pode ser inteiramente a mesma dos portugueses. 109). de Magda Soares (6. com todos os elementos essenciais. escola e sociedade. 1979b. 1989. 1990.A primeira referência a uma obra deve ser completa. apud TARAllO. p. p. 1988. 47. mediária: é normal referir-se apenas à fonte inter- TARAllO. Valdir.d. 1988). diz Suely Robles Reis de Queiroz5. Idem. 49. O mulato. diferencie as datas de cada título juntando-lhes letras minúsculas. ~ ~ ~ I MONTANARI.55. As figuras de R linguagem. s. v. Não use idem na bibliografia. registre ~' F 1) Primeira ocorrência . 81. 79). a autora conclui que" é fundamental que a escola e os professores compreendam que ensinar por meio da língua e. principalmente. A partir da análise das relações entre linguagem. separados por vírgula: "Coerção e repressão foram as bases de sustentação do escravismo e explicam a grande duração do mesmo".) . ed.uma perspectiva social. 1991. i i I -i . São Paulo. As diferenciações regionais reclamam estilo e método diversos" (apud TARAllO.) . rênteses: faça-o nos pa(RIBEIRO. O cortiço.104 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliogrãficas e bibliografia 105 b) Se um autor tiver mais de uma obra publicada num mesmo ano. Ática. p. é preciso adequara pontuação da nota à pontuação do texto: Sobre a prática de ensino comprometida com a transformação social. . ed. Ática. Ática.p. . São Paulo. no lugar da data. "Falar diferentemente não é falar errado" João. Aluísio. São Paulo. se a referência integrar-se a textos comentados.. Não é necessário repetir em nota os elementos de uma referência que já estão inseridos no texto. oberto de Oliveira. os seus elementos são dispostos e pontuados como na bibliografia: 4 J d) Quando ocorrer citação transcrita de fonte intermediária. N a bibliografia. Se a referência estiver isolada. Se o autor ainda não foi identificado.j' Referências em notas exclusivamente c) No caso de não existir a data de publicação. São Paulo. Ática. A nota começa a partir dos elementos que faltam. ed. ensinar a língua são tarefas não só técnicas. p. Ática.ibidem. Ática. Ática. Fernando. Idem. b) Ibidem (ou ib.. São Paulo. Linguagem e escola . 1988. 1987. mas sim o travessão (v. Tempos lingüísticas. p.As referências posteriores a uma obra citada podem ser simplificadas com expressões ou abreviaturas tradicionais: a) Idem (ou id. mas também políticas" (p.1990. 11 BRANDÃO. 112. 87). itinerário histórico da língua portuguesa. 2) Referências a obras já citadas . informe entre parênteses a fonte intermediária precedida de apud . da Idade da Pedra à Idade do Rock.Substitui o título da obra citada na referência anterior. História da música.. 23. 1990. São Paulo. tanto no texto quanto na bibliografia: 1979a. São Paulo. 8.Substitui o nome do autor quando a referência precedente diz respeito a obra do mesmo autor: 7 Referências com parte parte em nota no texto e 8 AZEVEDO. p. se o texto já esclareceu o nome do autor citado: No entender de João Ribeiro. Mas.

Especificações sobre os elementos . m. são. São Paulo.. cit. 1988.. 1986. mas trata-se de praxe já largamente difundida e aceita. adjetivos pátrios em inglês. Alfredo. op.júnior. Sábato. seguido de vírgula e do prenome em tipo redondo normal: ALMEIDA. Camilo. Jean de. é claro. São Paulo. substantivos em alemão.. Alfredo. p. José Américo de.Os artigos le ou Ia e a contração meiros elementos do nome: LA FONTAINE. p. 5 I I 'oi' '" i ~-' . Iniciação ao teatro.contraria norma oficial do "Formulário ortográfico".ri. Céu. MAGALDI. conforme já visto em várias passagens. recorre-se a remISSIvas: VOLPE. inferno i ensaios de crítica literária e ideológica. geralmente.A entrada da referência é dada pelo primeiro sobrenome. Caio.". Reflexões sobre a arte.. se preciso. Pedro. os casos de organicidade da palavra (nomes próprios. Charles. cito . di. 3. ed.. a tendência é colocá-Ias antes do sobrenome. Galvano. Ática. du c) Francês . 107 I c) Op. Du Bos. CASTElO BRANCO. São Paulo.As partículas delta. 79. SOUSA. 1989. em regra. 36. Atualmente. Neto e Sobrinho comparecem de- Se o nome autoral não tiver prenome. que é o sobrenome paterno: GARCíA MÁRQUEZ. •• """. cito (= opus citatum) citada: 2 Substitui título de obra já ~ Nome do autor O nome do autor.' t " -A•• . Gabriel. etc. 3. Reflexões .Galvano della.ressalvando. Adonias. I b) Italiano . Ática. As particularidades sobre o nome do autor deverão ser levadas em conta também na elaboração de índices onomásticos. e colocar ao lado dele a abreviatura cito . . sobre cada um dos principais 3) Autores estrangeiros a) Espanhol ..." b"""'. MAGALDI. ed. pois do sobrenome: PRADOJÚNIOR.João da Cruz e."""'"'. 9 Havendo mais de uma obra citada do mesmo autor. são os pri- . podendo abreviá10 com reticências. b) Os sobrenomes compostos que contenham elemento adjetivado: SOUTOMAIOR.) . a referência pode ser feita na ordem direta ou pelo próprio designativo: ADONIAS FILHO. BOSI. p.r 106 "'~""~~. I ~ {t 1f 1) As designações Filho. etc. Assim. em lugar de op. 90-1. % 7 2) São inseparáveis: a) Os sobrenomes ligados por hífen: J .Mário de. cito é melhor repetir o título. ~ SÁ-CARNEIRO. BOSI. entre vírgulas: 1 BOSI. degli. FILHO. porém. inicia a referência: sobrenome em versal-versalete. ver DELLAVOlPE. O emprego de letras minúsculas nos títulos de obra .essenciais Não é demasiado recordar que as especificações abaixo deverão ser aplicadas com rigor à bibliografia e servir de base à preparação de referências localizadas no texto ou em notas. Seguem-se particularidades itens de uma referência. Ática. colocadas depois do prenome. na bi_bliografia ou mesmo em índices onomásticos.

sem mversão. Francisco Marto de. .caso de obras anônimas. Jean et alii. do compilador. M. van (esta holandesa). enunciase a hierarquia a partir do órgão superior: BRASIl. encontrar-se o nome etc. Seuil. na bibliografia. e) Inglês . a referência começa com o título. Paulo. Seuil. Na transcrição . & . no lugar do nome do autor. Gustavo Guimarães. 4) Mais de um autor: a) Dois autores dos autores: Usa-se o sinal & para ligar os nomes Alberto RABAÇA. Thomas. etc. etc. 1988.108 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 109 d) Alemão .comp. vom. são colocadas depois do prenome: HUMBOLDT. Eugene. não é necessário mencionar o editor nas notas tipográficas: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRADE NORMAS TÉCNICAS. de Ia).As aposições escocesas Mae. do diretor. Rio de Janeiro. 4. 1973. 1984.basta a vírgula: Gramática. e ampl. ed. São Atica. rev. Literatura brasileira. preposições. Paris.i RAMO. ed. CHANSON de Roland. Paris. b) Se a entidade for subordinada a outros órgãos. São Paulo. Afrânio. O título deve ser transcrito literalmente e. f.) depois do . se houver. veja o passo seguinte): GRABBE.Emprega-se o ponto-e-vírgula entre os nomes dos autores. Alexander von. quando. Dean. Norma NB-66. não inicia a referência. l w ___ o Critique de Ia critique. I Título da obra pela autoria de uma obra 6) A entidade coletiva responsável inicia a referência: ACADEMIA BRASILEIRADE LETRAS. bem como as preposições de origem francesa (de. escreva a abredito . pois o sobrenome já antecede o nome: MAO TSE-TUNG.As partículas von.. DE QUINCEY.. Se se tratar de dois autores. Departamento de Administração. Carlos & BARBOSA. do editor. Compõem-se em redondo os títulos originais (no caso de tradução). ~_. é composto em itálico. Carlos Emílio & MOURA. use um travessão a partir da segunda referência para substituir o nome do autor: TODOROV.O nome é dado de forma direta.. viatura correspondente Cedo . ENCICLOPÉDIA Espasa-Calpe. precedem o sobrenome: O'Nm. composto em versalversalete nas partículas iniciais (artigos. os títulos de partes de obra e de artigos. etc. se for necessário transcrever todos eles (se não for. e na primeira palavra significativa: A ALFABETIZAÇÃO em Ubatuba. Tzvetan.). use & entre dois travessões: FARACO. prenome. 1990. Indica-se o primeiro seguido de Poétique. 5) Quando. Ática. sem o recurso de parênteses COUTINHO. Simoni WOOLDRIDGE. a) Se a entidade autora é também editora. c) Mais de três autores et alii : DUBOIS. f) Chinês . Me eM' (= filho de) e a irlandesa O' (= neto. Ministério das Minas e Energia. b) Três autores . artigos de jornais e revistas não assinados -. 1978. . Eugene 8) Quando ocorrer na bibliografia uma seqüência de referências a obras do mesmo autor. enciclopédias.. descendente). 7) Não existindo autor explícito .

obert L. bem como os artigos de periódicos. se não se apresentou o título original na referência: HEILBRONER. A natureza e a lógica do R capitalismo. às palavras que exigirem o emprego de maiúsculas (nomes próprios. Estudos Políticos. e ampl. ed. Ática. melh. (Série Temas.) Original inglês. Ática. à exceção dos títulos de periódicos e de coleções ou séries. reflections on the origin and spread of nationalism]. se houver: GUIDE des centres nationaux d'information bibliografique. obviamente.Emprega-se o versal-versalete em toda a extensão do título de periódicos. 94 e 105). In: MAGALHÃES. ed. 1989. Octavio. Valter Kehdi. nomes de meses em inglês. A enunciação. p. Trad. 1981. Garcia dos Santos. 2. e ampl. 3. Ática. tb. etc. Número da edicão # 1) O número da edição é indicado pelo arábico correspondente. são compostos em redondo: ZAGURY. substantivos em alemão. São b) Periódicos . ed.. 2) Se existirem. . o emprego de letras maiúsculas restringe-se apenas ao primeiro termo (partícula ou palavra significativa) e. é preferível grifá-l o juntamente com o título principal ou colocá-Io entre parênteses ou arranjá-Io de tal forma que não prejudique a fluência de leitura (v. Eliane. p. Trad. bem como a partícula inicial. Nação e consciência nacional (Imagined communities. São Paulo. Ática. etc. São Paulo. Editoração hoje. Notas tipográficas (imprenta) Ao escrever o subtítulo no texto ou em notas comentadas. mulheres do campo e da periferia de São Paulo. rev.Jean. Fundação Getúlio Vargas. Verl. se necessário: a) Menciona-se o título original (em redondo e entre colchetes) logo após o título da tradução: ANDERSON. e não: Madri.A primeira palavra do título deve ser impressa em versal-versalete. D 5) Acrescenta-se. quando não iniciam a referência. 1989. As partículas que não estiverem no começo do título são compostas em versalete: REVISTA BRASILEIRAE ESTATíSTICA. A PREVIDÊNCIAocial no Brasil. 2. A formação do Estado populista na América Lafina. s b) Pode-se informar o idioma original. éd. No texto ou em notas com referências parciais ou simplificadas (como se faz neste trabalho) estes títulos devem ser realçados com aspas. Madrid. 1989. ed. 1) Local de publicação a) Reproduz-se o nome da cidade tal como se encontra na publicação: London. 4) Nas publicações traduzidas. Benedict. vem precedido de ponto-e-vírgula e deve ser composto em redondo: MELLO. L.) 1) Título iniciando a referência na bibliografia: a) Livros. (Série Fundamentos. quando for necessário citá-Io. Trabalho e sobrevivência. 3) O subtítulo. 1988. Aluísio et alii. 2) Os títulos de partes. 1988. e não: Londres. folhetos e artigos . São Paulo. Paulo. Ática. São Paulo. trad. çmtros acréscimos ao número da edição devem ser informados por meio de abreviaturas: 2. 9. o nome do tradutor e outros colaboradores da obra logo depois do título: CERVONI.): IANNI. capítulos. Sylvia Leser de. Rio de Janeiro. se necessário. 2. Técnica de tradução. seguido de ponto e da abreviatura da palavra edição no idioma original: 3... 43.110 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 111 do título. Lólio Lourenço de Oliveira. 83-93. rev.

2) Considerando parte de um livro: a) Do mesmo autor da publicação: GARClA. Vargas. São Paulo. indique sod. etc. São Paulo. In: . Ática. Cal. se não for possível a identificação. p. 11.t. d) Se o nome do editor não constar na publicação e puder ser determinado. Affonso Romano de. 7. São Paulo. jul. abreviando-os se for o caso: Berkeley. e não: nem José Olímpio.Franz. Livraria José Olympio Editora José Olympio. Anton et alii. lista de abreviaturas na p. 1990. Ática. Ed. f . In: TCHEKHOV. 109). indique s. forneça-o entre colchetes. b) As datas consecutivas jan. b) Dois editores estabelecidos em locais diferentes são relacionados da seguinte forma: Brasília/São Paulo. org. 208-18. a não ser que se trate de dois editores estabelecidos em cidades diferentes (vo item "Editor". indique sol. Othon M. Brit. Fundação p. 1989. temas e situações. Ed. 4) Ausência de notas tipográficas . 70. 83-91. nos casos em que a supressão possa prejudicar a clareza: Ed. ed. Um artista da fome. Filosofia do espírito. Great Britain ou Gt. Preparação Getúlio dos originais. Para gostar de ler. In: o Comunicação em prosa moderna.~~. In: WEFFORT. se não for possível a identificação. Universidade de Brasília/Ática. o editor e a data não aparecem na publicação.lfev. 2. b) De obra coletiva: KAFKA. do Brasil. Berkeley. cita-se apenas a primeira. Alfredo. Francisco org.n. são ligadas por barra: :f c) Havendo mais de uma cidade relacionada na publicação. 1989. v. Cultura brasileira. c.Se o local.p. . 1987. se não for possível a identificação. HEGEL. 1988/jun. Ática. Análise estrutural de romances brasileiros. juntam-se os nomes dos respectivos estados ou países. 2. indique s. c) Não se repete o nome do editor se ele já é tratado como autor (vo p.A. a seguir) o d) Se o nome da cidade não constar na publicação e puder ser determinado. suprimindo-se apenas a parte que designa a natureza jurídica ou comercial: Ática. 2) Editor a) Transcreve-se o nome do editor tal como figura na publicação. e não: Editora Ática S. BOSI. c) Se a data não constar na publicação e puder ser determinada. São Paulo. ed. 395-407. Ática. ~~ 'l' .13 - Referências bibliográficas e bibliografia 113 b) Se a cidade for homônima de outra. Mas esses designativos devem ser mantidos. Rio de Janeiro. 1988.. forneça-a entre colchetes. forneça-o entre colchetes.edo 3) Data de publicação a) Abreviam-se os meses de acordo com o idioma de publicação (v.'~' Modelos Abaixo vão especificados modelos de referências bibliográficas segundo o tipo de publicação: Livros 1) Considerando um livro todo: SANT'ANNA. p. v. A erudição e a cultura nas constituições brasileiras. 115-48. contos universais. 1972. abreviadamente. 1973. 154). Os clássicos da política.

Dissertação de mestrado apresentada à Coordenação de Pós-Graduação em Ciências Humanas. Elon Lages et alii. Ciência Hoie. 1966. Número especial. Rio de Janeiro. Paulo. romance.. São Paulo. NATAl!. México. 348. n.. 1983. Rio de Janeiro. 1973. In: CONGRESSO DA HISTÓRIADA REVOLUÇÃO 1984. 2. . Artigos de iornais Jornal ADIADOS investimentos de indústrias do setor de papel. Rio de Janeiro. Separata de Ciência e Cultura. 136. 1966. Unidades narrativas. O senhor embaixador. 1977. 2) De periódicos: LIMA. 1962. José Paulo. Folhetim. 1944. Fondo de Cultura Económica. 1. p. GROSSMANN. 1984. 8. Folha de S. Salvador. um estudo de relações intergrupais. p. novela.114 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 13 - Referências bibliográficas e bibliografia 115 3) Considerando um livro de obras reunidas em um ou mais volumes de um mesmo autor: VERísSIMO. Walter. 8. U FBA. 3) Referência a artigos de periódicos: RONCARI. As traições Paulo. 405/406. João Batista. p. v. da tradução. da Tarde. 1955. Judith. 1) Referência a um número determinado da publicação: ANHEMBI. FGV/EBAP. Bibliografia da revolução federalista. Curitiba. 1945. mar. PAES. São Paulo. Folha de S. Aguilar. Teses e obras mimeografadas LIMA. Publicações de congressos Separatas 1) De livros: MUNOZ AMATO. Érico. 1966. Esboço da situação da matemática no Brasil. Planeiamento. 1955. conto. São Paulo. A família de santo nos candomblés ieie-nagôs da Bahia. Separata de Introducción a Ia administración pública. 8 set. São Paulo. 46. Governo do Estado do Paraná. Anais . p. Mimeogr. UFBA. 295-300. Curitiba. Sermão. 40-8. 747-1 094. Capo 3. Publicações periódicas v. Pedro. v. Rio de Janeiro.. 18 set. 8-11. Vivaldo da Costa. Ilustrada. n. folhetim e crônica: três gêneros 77 (65): fora do lugar. SPALDING. 55 p. Luiz. 78 (1): 45-7. 2) Referência a um número especial com título: DOM CASMURRO.Centenário de Eça de Queiroz. p. 1990. mar. In: o Ficção completa. romances e novelas. 6 novo 1990. Salvador. 31. DE 1944. ago. n. A tradução no Brasil.

) 1 Apud CUNHA. inicial maiúscula: próprios e comuns. podem ser feitas as seguintes adaptações: a) O sinal 13 é representado por ss: V. 2) Em nomes de obras musicais (v. Stein (pedra). o apóstrofo não deveria ser empregado para marcar a combinação de preposições com artigos que antecedem títulos de obras em geral. offnen -.14 - Padrões complementares 117 14 PADRÕES COMPLEMENTARES Por força dessas restrições. 11O). 2) Todos os substantivos. Lindley. 3) Em casos restritos do discurso direto (v. D1vtS'~O SILÁSICA. Reichtum (riqueza). Rio de Janeiro. etc. 4) Nas citações diretas (v. ou: de Os lusíadas. tb. Paulo. Wilhelm (Guilherme). são escritos com Deutschland (Alemanha). o artigo do título pode ser suprimido para contrair-se com a preposição. 1985. p. n'O Globo. 41). paud 'arco. 'teve. p. principalmente: 1) Em nomes de divisões ou partes de um livro e em notas com referências bibliográficas parciais (v. 5) Em termos tomados irônica ou impropriamente: O "milagre" brasileiro. Nova gramática 2. etc. permitindo-nos escrever d' Os lusíadas. 106): Notícia publicada no (ou pelo) Estado (ou Estado de S. Paulo). ed. Alemão Algumas peculiaridades da escrita latina da língua alemã: 1) Por facilidade gráfica. 11. do português contemporâneo. 'star.de per + 10(0) e per + la(a)-. Nova Fronteira. Entretanto. 79). respectivamente: Phõnomen -. 7) Para assinalar o significado de palavras ou expressões: No Alentejo fazenda significa "rebanho de gado macho".oeffnen (abrir). mas isso seria um contra-senso. p. com trema.. ou: em O Globo. lema ou slogan: "O petróleo é nosso". Mas o uso fez desse preceito letra morta. É natural que se escreva: Notícia publicada por O Estado de S. configurando uma abreviação do título (v. depois da primeira ocorrência. p. 2) reproduzir certas pronúncias populares: 'tá. SOSRE A naj3 -. O apóstrofo tem emprego limitado. 3) indicar a supressão de vogal em palavras compostas ligadas pela preposição de: galinha-d'água. no "Formulário ortográfico". oe e ue. etc. p. p. podem ser transformadas em ae. Flügel -. 49). b) As letras li. P. aos seguintes casos: 1) indicar a supressão de letra ou letras no verso: c'roa. a preposição antiga per é que deveria participar dos desdobramentos (Notícia publicada per O Estado de S..Fluegel (asa). se forem feitas referências sucessivas a uma mesma obra.nass (molhado).Strasse (rua). Nas combinações pelo e pela . 6) Para reproduzir A campanha literalmente um dístico. (leite de Vasconcelos 1. Aspas Emprego Empregam-se as aspas. se for o caso.Phaenomen (fenômeno). (j e Ü. Celso & CINTRA. . 645. Straj3e -. Paulo).

~. . põe-se o mesmo sinal de pontuação que separa os vários elementos de uma enumeração: Comprei livros. p.. preda especial~te ção...'.~.. Sãa .....·\.~. "... esses outros Qentaram resumir de um s.'a. para 9_Slljeit9doJ .."."''~'''''''-\.manteve-se distinta. 1989... "."'''' . 1990. as sociedades burguesas posteriores não puderam repetir esse desenvolvi'~.) "Por que não nasci eu um simples vaga-lume?" (Idem.._. e não. o sinal de pontuação fica dentro das aspas: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver dedico com saudosa lembrança estas memórias póstumas. ".. etc...•••....0 ."".~.". consiste naessa chamadal~ nversão ação verbal }lomo língua da comunicaferem não raro melhor focalitão não há um objeto direto para opor.. ••"""._..·. Etc._.. ReprodlJZido de: ANoERsoN. ... lápis../'''''''~''''''''''''''~''' .·ú·a::. .. Ática.. e "a menina" de nominativo passa a acusativo... Tom Nairn diz algui mas palavras preciosas a respeito do relacionamento en.••.. ••.íliâ·rr..' "". com supressão das aspas iniciais e finais da citação.....~._. ......•~ •.......18 elatJbado seu constitucionalismo golpe os frutos da experiência correr de vários sécuno do Estado. Atica. iJíffp... "_./'''''''''. isto é.. p."." .. no sistema português uma tensão entre ordem não-marca da e ordem marcada. Benedict.. " Rosa" o sertão está em toda parte".....~_ .... se for adotado o recurso de defesa (v.~. Para os adjetivos qualificativos \limos que a posposição c()l)stitui a ordem não-m~.. -' "".. . .n:a\4!..~. 169. cclno os outros._é_'·'_"'''''l..". num mundo em que a Revolução Inglesa já havia tido êxito e se expandido.... __ ·'·'--"·""''·'''''''''"·'''·''····"'·-". pão... 83)._. . ... a anteposição do verbo tem um valor estilístico muito nítido.... o sinal de pontuação fica fora delas: Para Guimarães .-.• ""·"··"."d'(jk'dtáa:!I. 149.. '... ao sujeito ou quando."". ! Em The Break-up of Britain... .""... Reproduzido de: TARALLO. .._•• e""'. I .. '''" 1) Se o período inteiro estiver entre aspas. que havia Por ter sido a primeira.~-.._...~"~. ímpIICa.·. que Por isso. "..".~"""".:ié.. São Paulo..."".• ". Nação e consciência nacional....teoriP resulMnte de uma Chegando depois. Tempos lingüísticos.·..---.""""'''.. Por terem chegado em segundo lugar. "o professor" de acusativo passa a nominativo..~. e a pontuação I 10Ç) ." (Machado de Assis._ -. o mecanismo da concordância pode entrar em ação" 12. cadernos.."'''''~''''_~''''''~''"~.._'""~'"''''''''..._...O<""'~. mão..". . i Qué maravilla! Apenas ele [o sistema britânico] representou um~rescil mento lento e convencional o prMduto de invenção deliberada.. ães e ãos: razão..~mámuaãi1çãnã'fíâtureiá·êíes~~s dois argumentos. Espanhol Duas observações sobre a pontuação: 1) No enunciado interrogativo há um ponto-de-interrogação invertido no início e o ponto-de-interrogação normal no fim: ZCómo te lIamas? Entretanto... pela colocação... a língua coloquj . Paulo.. p. • -...•. i Antes de ele. etc.f~..~~êe'ssãiíâméi'íIe. a experiência inglesa ..""~../."""-g..' iTO:5''''j ." ."" •.. ..~" . mantém-se entre aspas duplas aquilo que originalmente se encontra aspeado: ç 'ÇÚ~..•. Os nomes terminados em ão fazem o plural com ões....-·._..-".......-.~"..~..... mãos. mesmo com objeto direto........eníliá . pois."....depois britânica . ~. Sobrevive e fortemente atua..... e mais do sujeit~quandoa tema literária. Fernanda.~-""". -''-·..... pães."~.-..•.. "•... ..."."./··.'~. razões. O princípio funcional a que Câmara Junior havia feito menção acima pode também aqui voltar a atuar: "Não obstante./""""" ........) 2) Se apenas parte do período estiver entre aspas.._. tre o sistema político britânico e os do resto do mundo moderno: 1 I 2) No enunciado exclamativo há um ponto-de-exclamação invertido no início e o ponto-de-exclamação normal no fim: /../··"'·""~·'v·"·""..'<""~_'" ..118 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 119 As aspas simples ou semi-aspas As aspas e a pontuação Usam-se as aspas simples (' ') para destacar trecho (ou trechos) já aspeado no original de uma citação ou de um texto qualquer que se transcreve entre aspas (duplas): !·'..

mas ainda não aportuguesadas: Designar ad hoc. estrada de ferro Santos-Jundiaí. ou grifo. Trás-os-Montes. 3) Na nomenclatura científica (v. . Ressalte-se ainda que: 1) É facultativo o acento agudo no Émile ou Emile.) entre ele Nos nomes próprios e intitulativos compostos ligados por hífen. um show de rock.): Grã-Bretanha. December. O título Lord. Vice-Presidência 4) Em palavras e expressões estrangeiras incorporadas tuguês. Pantanal Mato-Grossense. da República. 110. quando aportuguesado. trajeto Mauá-Cascadura. jornais (v. tal como o hífen. 49). 3) Se a palavra inteira for escrita com letras maiúsclas. ao por- (Neste caso. Sunday. e Inglês Escrevem-se com inicial maiúscula. 4) Os títulos nobiliárquicos: Lady. os títulos ingleses de nobreza não devem ser destacados graficamente: Sir Winston Churchill.121 120 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares Francês Um texto em francês deve ter sua ortografia rastreada com muito cuidado. integração professor-aluno. é usado: 1) Nos títulos de livros. o hall do elevador. como em palavras compostas. usa-se o hífen em combinações simétricas do tipo: Acordo Brasil-Argentina. p. Hifen e travessão Além de outros empregos. PÂTÉ. PÂTE. p. além dos nomes próprios: 1) Adjetivos referentes às nacionalidades: Brazilian. p. excetuando as partículas (preposições. 3) Os dias da semana: todos Wednesday. Junto a nome próprio. Lady Diana. maiúsculo: 2) Os nomes dos meses (v. 96 e 109) e obras de arte em geral (v. geralmente: March. o travessão deve vir sem espacejamento e as palavras que une. conjunções. os acentos devem estar presentes: ÉLÊVE. p. A Ia fin de Ia semaine. principalmente no que se refere à abundância de acentos gráficos. Sir. tb. 2) Em subtítulos. e não do hífen. em encadeamentos vocabulares do tipo: ponte aérea Rio-São Paulo. Englishman. revistas. O itálico. conforme o exposto na p. 154): 2) Não se acentua o a maiúsculo. 47). todas as palavras são escritas com iniciais maiúsculas. I táUco (grifo) Mas é de rigor o emprego do travessão. etc. escreve-se com inicial minúscula (lorde).

8) Versalete .. é a letra que resulta de qualquer processo de composição. Excetuam-se as formas autônomas infra e supra. grifadas. tendo subido ao oitavo céu .O tipo versalete é a própria letra maiúscula. 7) Versal A própria letra maiúscula.Tipo normal. em quase todas elas podem ser encontrados os seguintes tipos: Para indicar que a palavra deve ser escrita com a combinação dos tipos versal e versalete. . diferenciam-se dos prefixos análogos do português (v. também de desenho vertical: b) As abreviaturas e expressões latinas usadas em bibliologia (v. 3) Negrito (ou bolá) ..) 1) Redondo (ou romano) . genericamente. 6) Caixa alta - As letras maiúsculas: A. English Times Univers Tipo. C.. 5) Para enfatizar palavras ou expressões: O termo esquerda é utilizado . ou caixa alta: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSAL.122 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 14 - Padrões complementares 123 a) Usam-se. Exemplo de linha composta em negrito. constituem um conjunto denominado família. (Alfredo 80si. B. c.Tipo mais grosso que o redondo. ]. "presso all'ultima salute" . mais claro.o das estrelas fixas. p. p. diz-se que a palavra deve ser composta em caixa alta-e-baixa: Exemplo de Linha Composta em Caixa Alta-e-Baixa. b. EM . de altura idêntica à das letras minúsculas: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA EM VERSALETE. independentemente das características de cada uma. 2) Itálico (ou grifo) Tipo inclinado para a direita: Exemplo de linha composta em itálico. porém. mas..__ T'ipos e corpos Tipo Algumas famílias importantes Baskerville Bodoni Futura Para indicar que uma palavra deve ser escrita com inicial maiúscula. no canto XXII [. sob o signo de Gêmeos. 97). de desenho vertical: Exemplo de linha composta em redondo. Os tipos que apresentam as mesmas características.. que. o mesmo desenho básico. 4) Bold-itálico (ou grifo-negrito) - Combinação do bold com o itálico: Exemplo de linha composta em bold-itálico. mas com tamanho reduzido.recebe de 8eatriz o convite para contemplar o mundo inteiro a seus pés . 150) dispensam destaque gráfico: são escritas no tipo normal do texto. As famílias são muito numerosas. diz-se que a palavra deve ser composta em versal-versalele: EXEMPLO DE LINHA COMPOSTA VERSAL -VERSALETE.. 5) Caixa baixa As letras minúsculas: 0'0 a. as aspas e o tipo normal do texto nas citações de trechos em língua estrangeira: Dante.

como os doutores. Exemplo de linha composta em corpo 12. Assim. voltada para a qualidade do produto que põe no mercado. tomam-se os dizeres de SeánJannet citados por Antônio Houaiss: As qualificações requeridas dele são extensas.e os autores. Deve ser hábil para ler o mais carunchoso e ilegível dos manuscritos. Exemplo de linha composta em corpo 6. e deve reconhecer os desenhos dos tipos que se lhe apresentam. Para esboçar o perfil ideal do revisor. Apesar de manter em seus quadros preparadores de originais e outros profissionais que permitiriam que assim fosse considerado o trabalho do revisor. possuem notoriamente vezos arbitrários e desarrazoados. tem uma altura aproximada de 3. Deveria posta em corpo 36.76 mm (0. ]. e lê-Io corretamente . o perfil ea linha composta em corpo 24. mas aqui se refere à revisão de provas.376 x 10). corpo 72.. um tipo de corpo 10. . deveria conhecer cada data de livro de história e ter ademais Íntimo convívio com a significação e a feição de cada palavra do ou fora do Dicionário inglês de Oxjord. medido em pontos. Pelo sistema de medidas tipográficas denominado Didot. tem uma expectativa que vai mais além. mesmo com uma só letra. Deveria conhecer cada frase de Shakespeare ou da Bíblia e estar em condições de pinçar qualquer falsa citação vertente. Deve ter olho agudo e mente aberta para reconhecer num átimo as cacografias.376 mm.. O revisor de provas (daqui por diante só revisor) teria por incumbência o cotejo da prova com o original sem compromisso com o conteúdo do texto e limitado apenas aos erros tipográficos. a editora. função do revisor A palavra revisão tem em si grande carga de significações. 15 o PROCESSO DE REVISÃO DE PROVAS Exemplo de linha composta em corpo 10.124 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Corpo Corpo é o tamanho de um tipo. Deve ser capaz de grafar quase tudo sem recurso ao dicionário [. cada ponto corresponde a aproximadamente 0. por exemplo. Idealmente.

pois tudo de que ele possa assenhorar-se é potencialmente útil a ele!. chamando. [. do manuscrito ou do original I Elemento$ de bibliologia. 2. evitando as letras de fontes estranhas que se possam ter infiltrado no texto composto. e também zelar por que os enganos do próprio autor sejam evitados.e. ]. p. A tarefa do revisor é descobrir quaisquer erros que tenham sido cometidos na composição e dar instruções para sua correção. linhas ou trechos. os de erros maiS comuns sao: a) Salto. 2. a atenção deste. e geralmente tem. cujo valor seria maior se pudesse falar e escrever. 126 o 15 LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO O processo de revisão de provas 127 conhecer tudo sobre religião comparada e tanto sobre economia. O pequeno erro tipográfico que escapa à revisão é também conhecido por piolho. vigiando os erros tanto da composição quanto do leitor. cit. uma dúzia de línguas. sílabas.i. chamados leitores. Não é necessariamente um velho. comparando-as com as da leitura.Na linguagem dos revisores. ainda não paginado. se for o caso. por certo.. as provas de paquê [conjunto. Quaisquer erros que forem encontrados são indicados por signos especiais2. Ibidem. linhas ou parágrafos. letras. O leitor é então chamado a ler alto. ato contínuo. O revisor faz o que pode e não raro fá-Io surpreendentemente bem. palavras. Na maioria das editoras de hoje não existe propriamente a figura do leitor. de linhas de composição tipográfica amarradas por um fio] chegam ao revisor junto com a parte do original correspondente.. dessa natureza. há umas quantas moças ou rapazes. observando [. ] o que quer que seja que possa comprometer a boa reputação da casa [. sílabas.. v. i... qualquer omissão involuntária de letras. palavras.e. 79-80.. duplicação indevida de sinais. sobre política. frases. pois esse conhecimento lhe é útil. seria ele um louco se não encontrase.e sobre arte também. digamos. d) Gato. Num paradigma. composição .. De preferência. mais. De fato. que existe. essencial em seu trabalho. v. deveria ter o mais amplo conhecimento. p.. o Os erros 1) Os erros . arcado ao peso dos anos. 81. da experiência e dos graus universitários. palavras. Primeiro. .. A tarefa descrita acima é desempenhada por duplas de revisores. Também é pastel a mistura desordenada de caracteres tipográficos. um emprego mais rendoso do que numa casa impressora. Cada dupla divide entre si o acompanhamento dos originais e a leitura das provas. ] Deveria ter. i. 2 Assistindo-os [os revisores]. como já vimos. i. e também do autor. ou colhidos aqui e ali. qualquer livro deverá ser lido antes em sua inteireza pelo revisor. É ainda a Jannet a quem se recorre para descrever sucintamente a tarefa do revisor: dactilográfico do autor. c) Pastel. largo conhecimento da tipografia. troca indevida de uma palavra por qualquer outra. e detém também um' armazenamento de fatos apreendidos dos livros que reviu. letras.e. sobre ciência quanto possível -'. enquanto o revisor acompanha as palavras da prova... linhas ou trechos. inversão indevida de sinais. b) Piolho.e..

por exemplo e por um descuido qualquer.. por provocar um erro novo. fazendo uma edição especial muito esmerada em homenagem à soberana. mas. da língua . atente para os seguintes casos: a) Desconhecimento rer a dicionários. etc. em que as palavras bainha e tainha aparecem no lugar de rainha: Um jornal de Lisboa. .Quando precisar recorveja o que se disse sobre ortografia à 1) Sinais convencionais . se não tiver uma boa fonte de consulta à mão. fora de lugar ou trocados. anunciou um prêmio a quem descobrisse um erro de revisão.128 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 15 - O processo de revisão de provas 129 e) Gralha. as comissivas serão feitas sucessivamente da esquerda para a direita e na mesma ordem em que aparecem as respectivas remissivas: comIssIvas (margem) 1& b) Imprecisões de correção . Neste caso.. Para não ser traído pela memória. O responsável foi punido e no dia seguinte saía a retificação: "Por um lamentável erro de revisão". é preferível não corrigir.3 c) Desvios de padronização . de Alphonsus de 3 Apud Emanuel Araújo. Os signos ou sinais Os sinais de revisão são de duas espécies: 2) Os erros do próprio revisor . p.Às vezes o revisor também comete erros.São sinais acompanhados de explicação verbal. cit. do começo ao fim do livro. dizia. Para quê? Logo na primeira coluna da primeira página do tal jornal lia-se em tipos fortes: Sua Majestade a Bainha etc. p. de todos os outros casos semelhantes ou que justifiquem a alteração.· '~. dada a sua extensão.. no tempo da rainha dona Amélia. as comissivas são envolvidas por um círculo: ~ poesia místico-religiosa Guimarki}is. Se. Uma delas está incorreta. e anotar o caso para uma-' posterior . o cumprimento de prazos ou razões de caráter diverso."l' A~__ \ é. quando for possível reunir todo o material. Veja um caso de gralha relatado por Eduardo Frieiro. etc. i. chamada de barra de atenção.O revisor nem sempre tem em mãos a obra na totalidade. Apenas apontará as eventuais divergências para verificação posterior. 12.e.L 2) Sinais explicativos . op. Para evitar isso. preferencialmente direita. por extenso ou abreviada. houver outras correções./\ I!')fi V \. E não só por um cochilo. 393. aquilo que deve ser corrigido (comissiva).. constar no original que a "guerra dos Trinta Anos começou em 1518 e terminou em 1648".. Então ele não deve fazer emendas de padronização sem considerar a ocorrência. com recurso a sinais convencionais antecedidos de uma barra oblíqua (I). _______ remissi vas (texto) Â _ d~ texto) ___ (" !Lf- S control<1Ie qual/idadel l "i·'r"" !" l/.. numa mesma lin!Ia.Se. verificação a arriscar-se a fazer uma correçao ImpreCIsa. "demos ontem a notícia de que Sua Majestade a 1àinha .. quando não percebe um erro já existente. sobre o tipo de correção desejada. presença indevida de letras ou sinais virados (erro freqüente na composição tipográfica).Marca-se no texto o lugar exato da correção (remissiva) e na margem. " etc. o revisor imediatamente perceberá que a diferença entre as datas não é só de 30 anos. o que é pior.

quando uma prova for paginada a partir de uma prova de microcomputador. 2) Segunda capa . J ~ "-f . ajustando-a de modo a fazer corresponder as linhas de uma prova com as da outra. A seguir. nos moldes descritos acima. Em princípio.Concluído o confronto do original com as provas. em cada linha. mas. tiram-se tantas provas quantas forem necessárias à limpeza total de erros.É a face interna da capa (primeira). geralmente nada se imprime. Pelo decalque. com uma das mãos. se for o caso. . do livro. o revisor procede a uma conferência técnica da montagem. em sentido amplo. capa é a parte frontal do revestimento. de tudo aquilo que deve comparecer no livro impresso. que. enfim. sem alinhamentos. faz-se outra releitura. a rotina de revisão é a seguinte: 1) Confronto do original com as provas . recorrendo ao original apenas para verificações. normalmente. onde 3) Lombada . das remissivas a outras partes do livro e. 1 A ESTRUTU RA DO LIVRO IMPRESSO Os elementos que compõem a estrutura do livro impresso podem ser examinados distribuindo-os em quatro partes: material. basicamente. por exemplo. não existentes na primeira prova. conforme menciona-se atrás. será mais seguro fazer um cotejo palavra por palavra. O logotipo da editora e o número do volume ou da coleção ou série podem também figurar. seguida de um decalque. 3) Revisão decalcada .Este tipo de revisão consiste na conferência da correção das emendas pedidas em prova anterior.130 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO As provas e as etapas de revisão Cada etapa de revisão relaciona-se a um tipo específico de prova.Desempenhado por dois revisores. onde constam ao menos o título da obra e o nome do autor.Em sentido restrito. Parte material A parte material. Após a conferência de emendas e o decalque das provas. este trabalho é feito nas provas iniciais de composição (primeira prova) e na arte-final. Os seus componentes são: constitui a parte física Capa A capa. 2) Releitura individual . 1) Capa ou primeira capa .O dorso (da capa ou da sobrecapa). Isso deve ser feito. pré-textual. a prova superposta e vai acompanhando as alterações havidas. Na arte-final. ele levanta e abaixa. apresenta outros tipos gráficos. o revisor coloca a nova prova sobre a anterior. é o revestimento externo (flexível ou rígido) de proteção do miolo e pode apresentar ainda os seguintes elementos: . ou extratextual. Quando as linhas de uma nova prova não corresponderem com as linhas da prova anterior. um terceiro revisor faz uma releitura de todas as provas. textual e pós-textual. O cotejo da arte-final com o original justificase por ser nessa etapa que se fazem montagens ou inserções de novos elementos. esta releitura é de suma importância: tratando-se da última revisão completa.

terão o sentido de leitura de baixo para cima.!iVro impresso 133 Quando os tipos (as letras) forem impressos na vertical. podem formar com a quarta capa um conjunto em que se dá continuidade ao grafismo da capa. quando existem.E REVISÃO 16 - A estrutura do . 5) Quarta capa ou contracapa . 6) Orelha . Nas orelhas c quarta capa podem distribuir-se informações sobre o livro e/ou o autor ou ainda publicidade de outros livros. etc. miolo ~ /' /" //oorelha quarta capa (o verso desta é a terceira capa) capa (o verso desta é a segunda capa) .É a face interna da quarta capa.Cada uma das abas (da capa ou da contracapa) dobradas para dentro chama-se orelha. o que depende também da espessura do livro. onde geralmente nada se imprime. imprime-se o registro do ISBN (International Standard Book Number). 4) Terceira capa . As orelhas não comparecem obrigatoriamente em todo livro. mas..A parte posterior do revestimento constitui a quarta capa. além dos dados mencionados a seguir. onde. da editora. coleções.

Os cadernos. costurados entre si. 1 6 13 16 ZL S 4 frente 8 L OL L 1 154 L3 9 2 Cinta Faixa que envolve parcialmente o livro. depois de impressa e dobrada. impressas em cadernos. 16 ou 32 páginas. a sobrecapa é uma cobertura protetora da capa. é a designação dada à folha de papel que.-grampeados. . . Esquema o de um caderno ou colados de 16 páginas. reun~9~s.134 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 135 Sobrecapa Conhecida também por jaqueta. a cinta pode trazer propaganda ou opiniões críticas sobre a obra. que pode ser de papel ou outro material e conter o título e outros elementos de interesse. formam o miolo. constitui o miolo. Caderno. dá origem geralmente a oito. por sua vez. Miolo conjunto das folhas.

na seguinte ordem: 1) Marcador . na parte superior da página. se existir mais de um. e o logotipo da editora. na parte inferior. conforme o caso. _~g'_r. encontram-se os elementos pré-textuais. . ante-rosto ou falso frontispício. se houver. ou dedeira. Eventualmente também o nome da coleção ou série acompanhado do número do volume. uma cavidade (unha) ou outra forma qualquer que faça sobressaírem elementos que servem de índice de dedo em determinadas publicações. Nele comparece apenas o título da obra. Há casos em que esses créditos são mencionados no verso.Trata-se do marcador da página de leitura.Indicador. o olho é conhecido ainda por falsa folha de rosto. d) Nome do tradutor. Mais raramente figura aqui o nome do autor. folha de rosto.A estrutura do livro impresso __ . pode ser uma projeção cartonada. organizador ou prefaciador. Indicador com unha Frontispício Ou rosto. preferivelmente.1ANUAl DE PREPARAÇÃO ER_EIJiSÃO 137 o miolo pode apresentar ainda os seguintes elementos: Parte pré-textual Precedendo o texto propriamente dito. c) Título e. f) Número da edição. cuja apresentação deve ocorrer. conforme o caso. portada. Marcadores avulsos Olho ~ Primeira página de algumas publicações. é impresso ou entalhado nas bordas do miolo. Geralmente contém os seguintes elementos: 1) No reto (página ímpar ou frente): a) Nome da coleção ou série e o respectivo número que o volume tem na coleção. subtítulo da obra. b) Nome do autor.. O indicador. g) Logotipo da editora. Estas indicações podem figurar aquI ou no verso. e) Número do volume. 2) Indicador ou dedeira . . se não for a primeira. O marcador avulso geralmente se presta também a outras finalidades.136 16 . página de rosto. o qual tanto pode ser uma fita ou linha presa na parte superior da lombada como pode ser uma tira de papel ou de outro material fornecida avulsa.

uiz Carlos. classificação da prostituição A médicas e policiais IV. Regulamentação ou não da prostituição? Um debate entre médicos.. pode dividir o espaço da página com os agradecimentos. ilustrador. unem-se aos títulos por fios ou linhas pontilhadas.). polacas . autoridades policiais e juristas VIII.. 16 26 41 41 e a "chaga 49 61 o Rio de Janeiro no século XIX: população e desenvolvimento Dedicatória Palavras com que o autor oferece o livro a alguém. O homossexualismo clandestina masculina e a prostituição 68 83 94 VII. etc.índice é uma lista de assuntos... preparador.. L e 102 110 .. Alinhados à direita. suas nacionalidades .. SUMÁRIO Ag radec imentos . 11. .. ilhoas. e na ordem em que aparecem. São Paulo... I. se existir na publicação. se já não figuraram no reto. A criação do bordei... a higienização da prostituição o seu significado Glossário Bibliografia Reproduzido de: SOARES. separam-se deles por vírgula ou são destacados com negritos ou com outro recurso gráfico. Os fólios (números de página) alinham-se à direita ou vêm imediatamente após cada título. A pwstituição 2. é comum transferi-Io para o reto da página. p. etc. revisor. 1992. 143). os títulos das partes.. após o frontispício. Outras vezes.. A prostituição I. a dedicatória. existem.. em função do arranjo gráfico. da editora e ano de pu- Não se deve confundir sumário com índice . acontecimentos. Agradecimentos Quando prefácio. b) Título original da obra. A repressão à prostituição clandestina 94 -99 IX. Sumário apresentando linhas pontilhadas entre títulos e fólios.A prostituição. seções... etc. os agradecimentos às vezes cabem no V. As tentativas de controle da prostituição 2.138 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 139 2) No verso: a) Nome da coleção ou série e o respectivo número do volume na coleção.. d) Créditos de realização editorial (nomes de editor.. Introd ução.. 1. c) Propriedade de direitos: copyright. As escravas e a prostituição VI. capítulos. As tentativas J anei ro de controle da prostituição no Rio de pública Sumário O sumário contém apenas as principais divisões da obra. Reproduz com fidelidade. e) Registro do ISBN. f) Imprenta: nome e endereço blicação. ordenada alfabeticamente (v.. suas causas e a degradação dos costumes segundo o discurso médico 111.. diagramador. 113 Romeiras. 5 7 9 . Ática. tradutor. Colocados imediatamente após os títulos. As "mulheres dos caftens" pelas autoridades pública no Rio de Janeiro pública e a sua localização públicas".. se houver.... geralmente fica isolada em página ímpar. nomes de pessoas. Quando se faz necessário ressaltar algum destes créditos. se tradução.

Eventualmente pode haver epígrafes também no início de seções principais. Quando há novos prefácios para novas edições. como no sumário. não está ali muito evidente. justificação ou apresentação do próprio autor ou de outra pessoa. encontram-se: 1) Introdução . todavia. apresentada em ordem alfabética. incluem-se na lista as siglas e os símbolos utilizados. A mesma opção deve ser seguida em todo o livro. usa-se um dos pares: 1) Título do livro (na página par) e título do capítulo (na ímpar). objetivos e modo de tratar o assunto. e a data dessa primeira edição não foi declarada. . os mais recentes vão precedendo os primeiros.Discurso inicial em que o autor expõe argumento. tb. Citação ou pensamento que se relaciona com o assunto do livro. pois foram utilizadas algumas edições que não a primeira. cabeças ou cabeçalhos.. o autor não usou a ordem alfabética. encontram-se os seguintes ele- Prefácio Também conhecido por nota prévia. Se for o caso. 85 e 104). 3) Conclusão. A abreviatura será seguida de sua significação. Comumente. p. apoiando-se em divisões e subdivisões (v. coloca-se abaixo dela a referência bibliográfica completa ou só o nome do autor e o da obra de onde foi extraída ou simplesmente o nome do autor. 34) e em outros elementos como fórmulas. p.140 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 141 Lista de figuras e tabelas Integrando Parte textual o texto propriamente dito.Parte principal do texto onde o assunto é desenvolvido. 19). 19) e depois as tabelas e indica-se. p. o fólio de cada uma das ilustrações. Notas As notas podem comparecer no rodapé. Cabecos # Epígrafe (do livro) Também conhecidos por títulos correntes. mas optou por relacionar as siglas referentes às obras analisadas em ordem cronológica de aparecimento. Parte pós-textual Complementando mentos: o texto. no final das principais seções ou no final do texto (v. se ocorrer. apresentação. Esse critério. Na lista de abreviaturas reproduzida na página 100. advertência. mas podem vir ainda ou no pé da página ou na lateral. é o último elemento da parte prétextual e precede o texto propriamente dito. 2) Corpo do texto . a epígrafe. 2) Título do capítulo (na página par) e subtítulo do capítulo (na ímpar). Arrolamse antes as figuras (v. Lista de abreviaturas A lista de abreviaturas deverá ser. A lista de figuras e tabelas deve ser feita quando as ilustrações forem em número que justifique sua elaboração. Como fonte da epígrafe. 3) Nome do autor (na página par) e título do livro (na ímpar). os cabeços aparecem geralmente no alto da página com o fólio. preferencialmente. etc. tabelas e figuras (v. p. o prefácio consiste em esclarecimentos.

. Ponta Porã ponta-seca Ordenação palavra por palavra ponta Ponta Grossa Ponta Porã pontada ponta -direita Pontalis. pois a condição essencial de qualquer Índice é remeter a alguma coisa e ser ordenado alfabeticamente. com remissões a fólios ou seções específicas do livro.. usam-se as três letras iniciais dos verbetes em vez de escrevê-Ios por extenso. ordenada alfabeticamente. separados por índice Lista detalhada. nomes de pessoas e de lugares. Os tipos de desdobramentos mais correntes são: Índice temático (de matérias. ). de assuntos. embora só recomendáveis quando compensarem o múltiplo esforço de consulta. mas não há necessidade de diferenciá-Ios graficamente.de tornar o manuseio mais prático ao leitor. Deve-se evitar chamá-Io de Índice remissivo ou alfabético. Em lugar de Índice geral podem ocorrer outros Índices desmembrados. por exemplo. Índice de intitulativos (entidades. ponta-seca Glossário (ou vocabulário) Lista de termos pouco conhecidos. o Índice é também conhecido por Índice geral ou Índice analítico. Podem apresentar matérias de exemplificação como textos de lei. etc. etc. 90). Índice toponÍmico (lugares). p. obras. Índice de autores.-B. . Índice biblionÍmico (livros e periódicos). nomes de pessoas e mesmo outros intitulativos). 2) Primeiro verbete da página par à esquerda (na página par) e último verbete da página Ímpar à direita (na página Ímpar). Apêndice (ou anexo) Os apêndices. acontecimentos. que trata exclusivamente deste assunto. como. Os nomes costumam variar. tabelas. temas. às vezes. listagens. Índice onomástico (de autores citados ou. mas vanaçoes maiS comuns: 1) Primeiro verbete à esquerda e último verbete à direita (na mesma página). etc.. Algu. Referências bibliográficas e bibliografia Veja-se o capítulo 13 (p. 107). Índice antroponÍmico (nomes de pessoas). p. Não deve. suplementos que se acrescentam ao texto para esclarecê-Io ou documentá-Io. Índice de assuntos.. ser confundido com sumário (v.-B. j. de sentido obscuro ou de uso restrito. Os verbetes com nomes de pessoas entram da mesma forma que nas referências bibliográficas (v. 138). seguidos de explicação. portanto. instituições. 3) Os dois verbetes . assuntos . Ordenação letra por letra ponta pontada ponta -direita Ponta Grossa Pontalis. como dicionários e enciclopédias. j. A ordenação alfabética se faz letra por letra ou palavra por palavra. às vezes. etc. costuma haver variações muitas vezes em função do tamanho da página e. mapas. Em qualquer dos casos. não constituem propriamente texto do autor.).142 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 143 Nas obras de referência.o primeiro e o último barra ou travessão (em cada página).

110-2. 31. 66. 10. 115. 18. 87. os dados do colofão podem aparecer no verso do frontispício. 138 estatal. 153. 16. 109. 161. 70. 148 CFDT (Confédération Française Démocratique du Travail). 95 CGT (Confédération Généra1e des Travailleurs). 116. nota final ou post-sériptum) posfácio é matéria elaborada pelo autor com base em informações novas que lhe chegaram ao conhecimento após a composição do livro. 122. 59. o INDICE ANALJTICO E ONOMÁSTICO aliança(s). ou colada. 70. 105. 116. 97. 164-9 bonapartismo. 32. p. 51. etc. 142. 24-7. 18. 138. 114-6. 153 rentista. 120. Composta em folha de papel menor que a página. 8. 70. 55. 20. 108. 107. 38. 83. 108. 147. 150 Bourbon. 108. 141 acumulação do. 39. 122 1984. 102. 27-30. 82. Os créditos de realização editoriallocalizam-se no verso do frontispício (v. 19 Cardoso. 71. org. 8. 68. F. 114. 104. 142. Louis. 76. quando seria muito difícil inseri-Ias no local apropriado do texto. 30. 157. 100. 141 bloco. 126 burguesia. 127. 107. 7. 127. 140. de "analítico e onomóstico". Pode conter tabelas. 108-10. 134. 152. 19. 24-7. 47. 82. L. 62-4. 164 repressivo(s). 22. 152 capital. 148-50 fração do. M. 148. 142 autogestão. 115 no poder. exercícios didáticos relacionados com o texto. 66. 120 burguesia/pequena burguesia. 160. 125. Umberto. Ática. 118. 34. 67 frações do. 72. 63. 116-8. 150 monopolista. 138). Posfácio (adendo. 22. e instituições. 36. 112. 120. Não deve existir também" quando se trata de outras alterações julgadas necessárias posteriormente. 114 sociais. Enata Errata é uma lista de erros tipográficos constatados após a impressão do livro e só se justifica se o erro tipográfico (ou erros) comprometer uma informação do texto. Página Linha Onde " se lê " " Leia-se " Colofão Último elemento do miolo. 128 operária. 169 burocracia. 116.. o colofão contém o registro de indicações técnicas de impressão. H. 67 Luís. 120. 129. 130. 74. 151. 136 Anderson. 143. 103. 26. 63. 97.. 97 Cardoso. 129 P. 64. 73. 63. 71. pode ser apenas inserida. 116. 125. 118. 104. 15. 149 monopolista. 76. 126. 103. 108. 94. C. 121. 116 popular. 121 ideológicos. 8. 60. 127. 39. São Paulo. 66. 43. 37. 8. 33. 87. 74. 22. 19 Castoriadis. 105. 28. 79. 117. 9 aparelho(s). 123-8. Excepcionalmente. . 108. 73 de Estado. 149 anarcossindica1ismo. explicacão final. 106. 44 Allende. 148-50. 27. 68. 38. 159. 93. 68-70. 135. 122 campesinato. intermediárias. 132 Reproduzido camadas. 156-8. 150 escolar.. 149. 111. 39. 102. 71-4. 79. 103. 119. 150 produção e circulação do. 124. personagens o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO 16 - A estrutura do livro impresso 145 esta modalidade históricas de índice engloba nomes de autores. 46. 76. 17. 164 aristocracia. 129-31. 20. 110. Poulantzas. nome e endereço do impressor e data. 138-45. 130. de: SllVEIRA. Paulo. 115. 38. 23. 106. 119 artesanato. 23-9.. G. 103. 146. 97. 99. 23. 103. 128. 78. 118. 83. 105. 154 alienação. 154 burguesia/ aristocracia. 145 no poder. 127. 105. 119. 127 antistalinismo stalinista. 135. 73.. 33. 120. 81-3. 121 de Estado. p. 71. 82. 7. 75. 111. 78. 51. 121. 168 Althusser. 119. 130-3. 78. 33. 158 Encarte OU suplemento Folha avulsa ou caderno independente que se coloca dentro do livro. 113 ciência. 36. histórico. 122 Cerroni. 76. 116. 129. 102. 65 capitalismo. 30. 138. 121. 79. 145.144 Sob a rubrica assuntos. 143. 118. 85. 139. 133. 136 Amendola. 168. 113. 107. 108-14. 171. 117. 163. 108"12. P. 103. O seu conteúdo normalmente é este: Baudelot. 66. no início ou no fim do livro. 150 fração hegemônica do. 87 categoria social.. 121 de Estado. 129.

_. à margem.1-.----versalete itálico ou ~~ negrito versal-versalete ou o grifoversal-grifosuprimir bold ou não alta) Símbolo versal-negrito versal (caixa grifo-negrito ---------- [ ] éS -""-"- [ Abrir parágrafo Centrar Colocar a parte enquadrada cado pela seta Correr para a direita no ponto indi- r) ® ® CV o sob letra(sl."-"-~_..---""---.• ~X II ou '-. f-----------.. colocando-se na margem da prova o sinal X ou ~ T ..e sincdsllsado$ na. ao lado da emenda a ser feita) x --"---"---."-"_ . palavra ou palavras que devem ser suprimidas 2 Principais símbolos..-:II Q Suprimir e juntar Aplica-se a grupo de letras. palavra ou palavras que devem ser suprimidas. 1 Principais símbolos e sinais usadQs na revisão e marcação de origlnctis --"--"~-----"-----"""--"" . C~~ @~~ 0ii5J (jiifI) --_. ~--------------- 2 f\J Símbolo Correr para a esquerda Recorrer Transpor letras ou palavras I J I I Aplica-se a grupo de letras.Apêndices 147 '!!_-----------Símbolo --_ _----._-------------. .._"----"' ----------"'_."---~ f------------------..______________ ------------------"'--_.-"-. . revisão de provas Significado / ou Barra de atenção (deve ser colocada.'-'"--"--"-'-'--"-"-"-'"'"'--'~"'---"" vale..Q Suprimir r-...~"--"----. Significado que deve ser destacado cir- ~ ---"-----:=J -------.."""-----"-~-"""-_.".._--... ou<§) ou@ não emendar I Utilizado na margem.

-----. Cil) -. Encerrar letra que se deve mudar (estragada) [ ] I Centrar Correr para a esquerda o ------. Tipo empastelado .IL Descer letras.._-------bold Tipo grifo ou itálico Tipo negrito ou Tipo redondo Ver original Transpor linha ou período Abrir parágrafo Quebrar Letra (ou número) elevada Letra (ou número) abaixada ~ou([. há dúvida Espaço fino Vale..- Transpor palavra ou trecho Transpor linha ou linhas. o D ou ---------_ _------_ _---._----- -------_. Caixa alta Caixa baixa B f\J f21. palavras ou trecho Suspender letras._.Q" "[ II / ~ ? .-----._. palavras ou trecho Recorrer Suprimir espaço Evitar o canal Consultar..--_.j?) 0!uL) ------~uJV --- ----- ---"-~--- l-J .~-----.J -~--.148 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 149 # ~ Abrir espaço Unir ----~-. não suprimir ou não emendar c? CE S . colocando no lugar indicado pela seta Alinhar horizontalmente Alinhar verticalmente ~ clr7.-----_.---------~~ou II ÁJJ --------------------------~ .•.... -...1J ~ Correr para a direita Ordenar as linhas Transpor letras ------_.---------~_.. __ Caixa alta-e-baixa Tipo versal-versalete (C II ----"""--" ® C@ (jf) ---------. 0~ _--"-.---.

fac·similado fascículo et pas. bibliogr. cp.cor. et alia = e outro em e fac-símile. (circa) capo por volta de (usa-se para datas aproximadas) gloss. bibliografia c. fac-similar. assim fulano apud beltrano.--·coêírdenaçao.abreviatura. ""_"" "1__ -. et e outros (n~ferirld(). segundo fulano.:~a-----"---'--·--------compiTãdor ----------. __ '"' ..a peSSClaS . aum..----~..---_." " ..:.coordenador---- em T .--.---.e.) Abreviatura I termo dir. diretor ---'"'-.--. i.ampIrado -'"--------"""'--anot.----... ap..150 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 151 Principais termos usados em bibliologia corr.apcSgrafo(cópia de manuscrito) .et aliae = e outras.----~_. editor ãdTlt:-~ã(nittêrain) . e estou(amos) citando fulano via citação de beltrano) """"_"_. corrigido ·compare-0preferíve1 cf. fase. direção. -aaãptação . compare ções não ---------"textuais) compare antes compare . / apud _. enc .. na mesma obra (evita a repetição do nome da obra em notas sucessivas) o mesmo autor a do nome do autor em notas sucessivas) ante pos . / ibidem ! comp-:--·---------- '--coleção. et seqs. facs..__ glossário a mesma obra._-- ib.----------·--'ãnotado--'-'---------.--------.----------""--documento ----"---------------------doutoramento edição.. autor autores -.. -ao'p~dã'-Tétra---- ed. -_.--. referido por.. junto a (o termo é empregado para designar uma referência a terceiro. beltrano citou fulano. abreviação A. / ibid.

_.p. trad .. (quod vide) que se veja ----------------------T ver comumente em publicações de língua inglesa) . .-----. nota do autor note _ s. quer dizer..--. n.C. livro ou livro loco cit.---aq--u-·--i--e--=--i:i pubr--· . textualmente livro livraria (no) lugar citado . / Mss / Mss. mas o verbete) ii~h.----"-" op.ota do editor (ou do ~ditorado~Y -'-not-ã do redator (o~d~ redação<:'~ do revisor) N":T. (loco(us) citato(us» melh. tradutor vide ~-:-~-:-~-a~~_in_--=-_...._. ed.. ref.-melhorado manus~rito(sr-- rec. a saber.v. traduzido. na palavra (usa-se quando não se cita a página da publicação.t. ~-~rrn-7 Ivf."".-i:-:-~-S-_i~---g-a-r~e--._ -.·d~-tr-. página(s) 1.f"E-:------ N~ --.:G'ado~ orgã-= nizador organizadores -_. subentende-se na consta a casa publicadora (é preferível s. .---~-----------------"---referência refundido remissivo a página ímpar. ---'""---'"----""-----'" recensão .152 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 153 in-fine in-f':' (in-folio)·-------- no fim em folhas (tratando-se de códices manuscritos) abaixo..:ot. de frente (opõese a verso) se.. cit. p. orgs.--.) obra citada organ{zaçãO:-orgm.---._. literalmente .. sob o verbete. adiante [llltrõdUÇã-o----------ip. (ipsis litteris) ip:-v. cit. sem notas .--------. .---.. v. (scilicet) S. ob... / MS / MS. / MSS / MSS. lit. o editor e a data de publicação) voce) no verbete. tab. (opus citatum) -""----_.-iMs:-/-----' mss / mss. refundo rem reto rev. publicação ---.-----·_-·_-----·---r---._--""""~--"----._~_ --l-o -::-::~. .--~~-~ . oúNJ3-:-(ilota" bene) ]..--_._-I _. letra por-letra. cit. (ipsis verbis-)---liv._-----------org.d-u-to-r--·.obra citada (é preferível op. separata __nú_m_e_r_o_( s_) _o~~~_a. tabela tradução.n.. ~ constam o local. q.

""". giugl. May June July Aug. fev. aout sept. abr. ago. mar. septiembre octu bre noviembre diciembre II 8 I r T ene....----. INGLÊS ALEMÃO January February March April May June July August September October November December Jan. apr. •.-""_ . .". Januar Februar Mãrz April Mai Juni Juli August September Oktober November Dezember Jan.. set. Nov. jum juil.. ESPANHOL ---. maio jun.~ {3 'Y ~ 1/. ípsilonqUI ômega XI Denominação delta lambda r.~-._. Apr. . Marz Apr. . g ps i capa gama P dzeta CSI epsilo pl th X teta nl ou (dz) ks) slgmabetas (cs.. Ió J1. novo dec. .Apêndices 155 meses PORTUGUÊS janeiro fevereiro março abril maio junho julho agosto setembro outubro novembro dezembro jan. oct. feb. jum juillet aout septembre octobre novembre décembre jan. Sept. mar. jul. Feb... janvier février mars avril mai . Sept. fév.. mago . Mar. I Alfabeto ITALIANO FRANCÊS gennaio febbraio marzo aprile maggio . ott. jul.'-_ . ago. gmgno giuglio agosto settembre ottobre novembre decembre. Oct. novo déc. mar._--. novo dic. feb. Mai Juni Juli Aug.. Nov._-"---". Okt._-" . Dez. mai .I e. mars avr. / dic. Dec.eta b tau o ômicron rô d t ch. TI Letra grega "-.~ml n m alfak iota e rhkh fi -""---"""-"---"-_. set. .. out. dicembre gen. abro mayo jun. novo dez. set. ago.". o f/! T 'Ir )( v lJ À (X tç w X 'P p a.---""""._----._""A T <I> Li N P Z B O '!t M K H I: X E A enero febrero marzo abril mayo junio julio agosto setiembre._----_Q .. gmg. Feb.. y z ph PSI a . oct..

Auvergne Ascoli Ascot Asdrúbal Asmara Assaí. regiões. Aarão Ararat. outro registro: Adém Ádige. v. ilhas de SP e da Guiné Alcibíades Alemanha Alemanha Ocidental.Lorena Altai Alto Volta. Ajaz Ákaba. v. v. museus. bairros. Amósis Aída Aiuruoca Aix-en-Provence Ajax. rios . cf. Respeitar ao máximo as formas tradicionais e correntes no Brasil. outros registros: Ahmósis. Aleútes Algeciras AI Kuwait. v. Antuérpia Apalaches Aparecida d'Oeste Aneninos A~ia Arábia Arábia do Sul. outro registro: Abrão Abruzos Abu Dhabi Abuquir Abu Zabi. ou mesmo nos locais de origem. cidades. Ailahabad capital do Kuwait Andrada. Tonga Amílcar Amósis. outros registros: Aleútas. atual Etiópia Abraão. v. outro registro: Ariadna Arkansas Armagnac Armênia Arsene Lupin Artaxcrxes Aflur Aruba Arvérnia. Ancara Antananarivo Antártico Antártida Antígua Antígua e Barbuda Antuérpia. forma paralela: Andrada Andréia (português). rio Amenófis Amesterdão. Agamenão Ahmed. outro registro: Ararigbóia Arcansas. v. foi o critério principal observado para registrar a grafia dos nomes portugueses. mares.. Alcácer Quibir Alcatraz. em francês: Anvers. aportuguesamento AndalucÍa Andaraí Anderlecht Andorra Andorra Ia Vella de Aladino . aportuguesamento de Ardennes Areiópolis Arezzo Argel. outros registros: Agamêmnon. dos nomes aportuguesados ou não-aportuguesados e daqueles que provêm de línguas que não utilizam o alfabeto latino como base de escrita. v. aportuguesamento de Aragón Aranjuez Arão. aportuguesamento de Adige Adis-Abeba Adonias Adônis Afeganistão África Branca África do Sul África Equatorial Francesa África Negra África Ocidental Francesa Agadir Aga Khan. atual Iêmen Arábia Saudita Aragão. outro nome da antiga República Democrática Alemã Além-Paraíba Alenquer Alentejo Alepo Aleutas. v. Amsterdã Amigos (ilhas dos). atual Burkina Aluísio. outro registro: Agha Khan Agamenon. outro registro: Abadan Abaeté Aberdeen Abidjan Abilene Abissínia. ilha dos EUA Alcatrazes. Andrea (italiano) Andrômaca Andrômeda Angola Angoulême Angstrôm Anhangücra Ankara. Consoante o critério exposto. palácios. há um registro histórico de topônimos que devem ser usados segundo o contexto. fazem-se remissivas para a forma que deve ser empregada. Abu Dhabi Ácaba Açaí Acaraú Áccio Acra Áden. Açaí de Anvers A Aarão Abadã. outros registros: Ájax. Além disso. ao ocorrer mais de uma forma para um mesmo nome. v. outro nome da antiga Repú blica Federal da Alemanha Alemanha Oriental. mitológicas e nomes peculiares em geral. Mas o grosso é constituído de nomes de países. v. v.. Ahmés Amoy Amsterdã Amur Ancara Anchorage Andaluzia. outro registro: Arará Araribóia. Ácaba Akhenaton Alá Aladim. Arkansas Ardenas. outro registro: Amede Ahmés. em francês: Alger Argélia. aportuguesamento Antwerpen. no Paraguai Amarelo (ou Huang-ho). históricas. tm árabe: AI-Djazã'ir. em francês: Algérie Argentina Ari Ariadne. templos.156 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 157 Alasca Albânia Albany Albion. outro registro: AlIeghanys Alphaville Alphonsus de Guimaraens Alsácia Alsácia. forma paralela: Andrade Andrade. outro registro: Aloísio Álvares Florence Amã Amambaí. nome dado à Grã-Bretanha na Antiguidade Este vocabulário inclui nomes de pessoas que costumam apresentar dificuldades ortográficas e se estende a personagens literárias. no Brasil Amambay.

outros registros: Assuan.rma. em romeno: Bucuresti Buchanan Buckingham. v. em francês: Bordeaux Borghese. v. cidade da Alemanha Bopal. v. Bahrein Bari Barra do Bugres Barra do Garças Barranquilla Barros Cassal Basiléia. outros registros: Brodósqui. antigo Paquistão Oriental Bangui Banjul Barão de Cotegipe. antiga Honduras Belmopán Beluchistão Bergen Bering Berkeley Berkshire Berlim Bermudas Berna. em polonês Brzezinka Birmânia. Baraine. forma usual. em alemão: Basel Basra Basse. em alemão: Pressburg Brazzaville Brejnev Bremen Brescia Breslau. outro registro: Bandoeng Bangcoc. aportuguesammto Astracã Astúrias Atenas Atlantic City Atlântico Atlântida Auckland Augsburgo Auschwitz Austrália Áustria. antigo nome de Jacarta Batista Baton Rouge. cidade dos EUA Baviera. em francês: Bâle. palácio Budapeste Buenos Aires Buffalo Buffalo Bill Bujumbura Bukharin Bulawayo Bulgária. Birmânia Burundi Butã. forma vâlida também para alfabeto braile) Brandemburgo Brás. bairro de São Paulo Brás Cubas Brasil Brasília Bratislava. Brno Brunswick. v. rio do PR Bombaim Bon. em alemão: Brünn Brodowski. Beluchistão Bamako. em neerlandês: Brugge Brunei Brunn. Bering Beijin. Britânica c Cabo Frio. v. Verde (1) Cabreúva. Bom (1) Bonn. em alemão: Osterreich Áustria-Hungria Auvergne Avellaneda Avcrróis Avicena Avignon. nome oficial: Krung Thep. Baraine Bairiki Bajé Baku Bakunin Balcãs. Barein. outro registro: Bamaco Banabuiú Bandar Seri Begawan Bandung.Mirim Birkenau. Butan. outro registro: Bilbau Billings. outros registros: Bahrain. cf. Basra Batava. antigo Alto Volta Burma. outro registro: Azerbajã Azov Azul (Yang-tse-kiang rIO o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 159 Baluchistão. Bahamas Babi Yar Bacon Badajoz Baden Baden-Baden Bady Bassit. em inglês: Bu. depois Constantinopla Istambul Boêmia Bofete Bogotá Bolívar Bolívia Bolonha Bom (1). Brodóvisque Brooklin. cidade de SP.158 Assam Assuã. palácio Borgia Borgonha Bornéu Borrazópolis Bósforo Bósnia-Herzegovina Boston Botswana. v. v. outro registro: Bangkok Bangladesh. Assuão de Asunción Assunção. em alemão: Bayern Bayeux Bayonne Bayreuth Béarn Behring. antigo nome dos Países Baixos Batávia. atual Mianma Birmingham Biscaia. bairro de Nova York Bruges. C/. Butão Butantã Butão ou Yang'tse). outro registro: Bálcãs Bali Balneário de Camboriú. Bajé Bahamas Bahia BahÍa Blanca Bahrein. represa de SP Birigüi Biritiba. e hoje B Baamas. Caxemira Bengasi Benguela Benin. v. em espanhol: Vizcaya Bismarck Bissau Bizâncio. outra forma de transcrição de Pequim Beirute Beja Belfast Bélgica Belgrado Belize. outro registro: Botsuana Braille (deste nome provém o substantivo comum braile.Terre Bassara. em alemão: Bern Besançon Betim Betsabé Bhopal Biarritz Bielo-Rússia (ou Rússia Branca) Bien Hoa Bikini Bilbao. outro registro: Benim Benjamim Benvindo Bérgamo . em búlgaro: Balgarija Buri Burkina. v. v. v. cidade de SP Bagatelle Bagdá. em neerlandês: Brussel Buaquê Bucareste. país e ilhas. v. outro registro: Bagdad Bagé. antigo Daomé. forma usual. cidade do Rj. bairros de São Paulo Brooklyn. Bhopal Boracéia Bordéus. cabo da Tunísia Bom (2). outro registro: Barão de Cotejipe Barba-Azul Barbados Barbosa Barbuda Bareio. Wroclaw Bridgetown Brisbane Bristol Brno. em alemão: Braunschweig Bruxelas. Camboriú Baltimore C/. aportuguesammto: Avinhão Ayacucho Azerbaijão. v. outro registro: Cabriúva Cabul Cachemira. Frio Cabo Verde.

v. Gobi Champagne. atual Gana Costa del Sol Costa Rica Côte d'Azur Côte d'Émeraude Côte d'Or. aportuguesamento: Copenhaga Córdoba. outro registro: Corse Cortina d'Ampezzo Cosenza Costa de Ouro.E1ysées Chandragupta. v. forma usual. atual Sri Lanka Centro-Africana. outro registro: Chan-tong Chapecó Chapultepec Chardja. aportuguesamento: Córdova Caréia do Norte Coréia do Sul Carfu Corinto Cork Cornualha Correia (português). aportuguesamento: Champanha Champs. departamento da França Cotegipe. em catalão: Catalui'ia Catânia Catanzaro Catar Catmandu. outro registro: Cotejipe Cotia. Camberra Candragupta. bairro de Londres Cherazade. em dinamarquês: K~benhavn. Calecut Califórnia Calígula Callao Camaçari Camagüey Camapuã Camaquã Camarões Camberra Camboja. v. v. atual Zaire Congo Kinshasa. v. em alemão: Koblenz Cocais Cochabamba Cochinchina Codajás Cognac Coliseu. Chandragupta Cannes Canossa Cansas. outros registros: Calicut. antiga União Soviética Conacri Concepción Confederação Hclvética. outro registro: Cnossos Coari Coblença. Apêndices 161 Cachoeiro de Itapemirim Cádiz Cagliari Caiabu Caiena Caifás Caim Cairo. Cognac Conisberga. forma usual Churchill Cianorte Cíclades Cidade do Cabo Cidade Gaúcha Cienfuegos Cincinnati Cingapura.160 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO . v. Zaire Conhaque. outro registro: Tcheu Ngen-lai Chuí. Suíça Congo Congo Belga. v. Tcheco-Eslováquia Chelsea. em português: Cantuária Cantuária. Canterbury Capibaribe. v. C/. República Centro-Africana Centro-Oeste César Ceuta Chaco Chade Chaillot. o Grande) Cármen Carnac Carolina do Norte Carolina do Sul Carson City Cartagena Cartago Cartum Casablanca. em italiano: Calabria Calais. forma usual. v. capital da República Dominicana I I Civitavecchia Clarisse (mas: Clarice Lispector) Cleveland. v. cidadL de SP Casa Branca (2). grafia preferivel a Singapura Cipião Circássia Cirene Ciudad Trujillo. em italiano: Campania Campoformio Campos do Jordão Campos Elísios Campos Novos Paulista Canaã Canadá Cananéia Canaveral. Katmandu Caucásia Cáucaso Cawnpore. v. cidade dos EUA Clevelândia. v. em alemão: Kõln Cólquida Colúmbia Comores Comunidade de Estados Independentes. Balneário de Camboriú Cambridge Camerum. em árabe: Al-Qahira Cajobi Calábria. cidade do PR Cnosso. Sharjah Charente Chat al-Arab Châteauneuf-du-Pape Checoslováquia. Xarazade Cherburgo Chernobyl Chesapeake Chesterfield Chianti Chiclayo Chihuahua Chile Chimborazo China Chipre Chittagong Chongjin Chu En-lai. Côte d'Or Costa do Marfim Costa do Ouro. atual cabo Kennedy Canberra. Correa (espanhol) Corrientes Córsega. cidade da França Calcutá Cali Calicute. outro registro: Capiberibe Capri Cápua Caracas Carachi. Carlos Magno (ou Carlos I. Karachi Carcassonne Cardiff Cardoso Catalunha. antiga Bizâncio e hoje Istambul Copenhague. residência do presidente dos EUA Casanova Casaquistão Cascais Casimiro Cássia Castel Gandolfo Castilho Castres Castries Cataguases Catai. v. anfiteatro de Roma Colombey-les. outro registro: Candragupta Chang Kai-chek Chan-tung.Deux-Églises Colômbia Colombo Colón Colônia. outro registro: Cutia Cotonu Cotopaxi Cotrim Coventry Covilhã Coxim . v. Camarões Camocim Campânia. outro registro: Cambodja Camboriú. v. palácio Cha-mo. Kanpur Caxambu Caxemira Ceilão. em árabe: Dar el-Beida Casa Branca (I). antigo nome de São Domingos. v. Kõnigsberg Connecticut Conselheiro Lafaiete Constantinopla. C/. v. noT7U dado Média à China na Idade Kansas Cantão Canterbury. v.

Danzigue Daomé. em francês: Strasbourg Estremadura Estugarda. v. outro registro: Erechim Erfurt Erie. Izmir Espanha Espinosa. aportuguesamento: Dunquerque Durazzo. nome anterior do Benin Dar Es-Salaam (ou Dar Es-Salam) Darfur Darmstadt Dartmouth Davao Davi (ou David). v. Dakota Daguestão Dakar. v. v. Estalinegrado. cJ. Daca Dachau Dacota. República Dominicana Dom Quixote Don Donetsk Dóris Dortmund Dostoievski Dourado. Cuzco Cutia. v. v. v. aportuguesamento: Dusseldórfia East London Ecaterimburgo. em inglês: Edinburgh Edmonton Edo. em finês: Suomi Firenze. palácio e museu Eros Escócia. v. Echaporã Exu Ezequiel F Fahrenheit Faiçal. Vedo. cidade de GO Filadélfia (2). em dinamarquês: Danmark Dinieper. estreito e peninsula dos EUA FlorÍnea . Dniester DionÍsio. Heidelberg Edimburgo. aportuguesamento: Delauare Delfim Deng Xiao Ping. ou Depranum. Stalingrado. Spinoza Ésquilo Essen Essex Esslingen Estados Unidos da América Estalingrado. th. Eilat Elche Elisa Elisabeth ou Elizabeth. Dnieper Diniester. Cotia Cuzco D Daca Dacar Dacca. estado. palácio Elizabeth lI.162 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 163 E Cracóvia. nome alemão de Gdansk. antiga AbissÍnia Eton EurÍpides Eusébio Everest Évora Exaporã. Ifigênia Efraim Egeu Egito Eilat Eindhoven Eire. Trapani Dresden Duas Sicílias Dubai Dublin. v. CrÍxena Crisóstomo Cristiano Cristóvão Crixás CrÍxena. v. v. em inglês: Philadelphia Filinto Filipe Filipinas Finlândia. usual. Florença Flandres Florença. antigo nome de Tóquio Éfeso Efigênia. em italiano: Durazzo Düsseldorf. cJ. Dakota do Norte Dakota do Sul Dallas Dalmácia Damasco Dâmocles Da Nang Dantzig. outro nome da Irlanda. Jedda Djibuti. v. Isabel Eliseu. em italiano: Firenze Florida. v. cidade de SP Dourados. formo. cidade dos EUA. outro registro: Faisal Fairbanks Fa1k1and(ou Malvinas) Famagusta Farnese. v. cidade e departamento do Uruguai Flórida. aportuguesamento: Danzig. outro registro: Fidji Filadélfia (I). Erie Eisenach Ekaterinburg El-Alamein Elath. v. outro registro: Dublim Duha. em inglês: Scotland Eslavônia Eslováquia Eslovênia Esmirna. atual Volgogrado Ester Estêvão Estocolmo Estônia Estrasburgo. v. forma usual. v. v. em polonês: Krakow Crateús Cremona Criciúma Criméia Crisna. Dubai Dien Bien Phu Díli Dinamarca. v. outro registro sem uso no Brasil: Davide David Canabarro. em espanhol: Ecuador Erexim. Crisna Croácia Cro-Magnon Cuautémoc (ou GuatimozÍn) Cuba Cúcuta Cuenca Cupido Curdistão Cusco. v. outro registro: Djibouti Dnieper Dniester Dodoma Doha Dolcinópolis Dominicana. outro registro: Imbu Embu-Guaçu. v. Eire Ermelindo Ermitage. v. Doha Dulcinéia Duluth Dundee Dunkerque. cidade do MS Douro Dover. palácio Faruk Fédon Fedra Félix Fez Fiji. outros registros: Khrisna. Ekaterinburg Echaporã Ecuador. cJ. Dioniso Dioniso (deus grego). cJ. DionÍsio Djalma Djedda. outro registro: Isabel II EI Paso El Salvador Emaús Embu. aportuguesamento: Dôver Drépano. Dacar . v. Stuttgart Etiópia. cidade do RS Debreczen Delaware. Durres Durban Durres. v. Equador Edelberga. cidade e lago dos EUA. v. v. outro registro: Imbuguaçu Emirados Árabes Unidos Enéias Entebe Entre-Douro Entre-Rios Epsom Equador. Teng Hsiao-ping Denver Derby Descalvado Des Moines Detroit Devonshire Dibay. v.

outro registro: de H Haarlem.164 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices - . em português: Gotemburgo Gouveia Grã-Bretanha. usina hidrelétrica de SP Hermes Himalaia Hindostão. Friburgo Friburgo. cidade de se França Frankenstein Frankfun. c/. Hiroshima Hispaniola. Francoforte Frascati Freetown Freiburg. em alemão: Freiburg. v. Pusan G Gabão Gabarone Galápagos Gales. v. rIO Hudson Hué Humberto Hungria Huron Hyde Park Hyderabad Hyeres . nome oficial: Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte. v. v. em grego: Hellas Greenwich Greenwich Village Grenoble Grimm Groenlândia Gstaad Guadalupe Guaiaquil. Granada Grand Canyon Grande. Gengiscão Gênova Georgetown Geórgia (I). Genebra Gêngis Khan. em inglês e francês: Fribourg Friesland.l§.Bissau Guiné Equatorial. em alemão: Dantzig Geiger Genebra. v. antiga Saigon Hodeida Hokkaido. antiga Costa do Ouro Gand. cidade da Etiópia cf. v. País de Gales Galícia.§ Fontainebleau Formosa. Hyderabad Haifa Haiphong Haiti Halifax Halle Hamá Hamburgo Hamilton Hamlet Hamurabi Hannover. Indostão HiroÍto. em francês: Gascogne Gauss Gaza Gdansk. em Jlamengo: Gent Gândavo. cabo. antigas ilhas Sandwich Havana Havre Hedjaz Heidelberg Hélade Helena Heloísa Helsinque. Gizé Gulliver Gutenberg Guzolândia Harpias Hastings HavaÍ. designa inúmeros topônimos Grande Oceano. atual Belize Hong Kong Honiara Honolulu Honshu. cidade dos Países Baixos. ou Cha-mo Goio-Erê Góis Golan Gondwana Gorbachev Gorki (I). Harlem Haia. v. outros registros: Horne. capital Harlem. aportuguesamento: Francforte. atual Nijni-Novgorod Gõteberg. Cabo Frio FrÍsia. bairro Haarlem Harpagão do Zimbabwe de Nova York. A Inglaterra. c/. Suriname Guiana Inglesa. em francês: Geneve Genesaré. antiga Guiné Espanhola Guipúzcoa Guizé. v. nome bíblico do lago de TiberÍade ou mar da Galiléia Geneve. em holandês: Den Haag Haiderabade. Hiro-Hito Hiroxima. v. Hornos Hortênsia Houston Hua Kuo-feng Huang-ho (ou Amarelo). outro registro: Helsinki Helvécia Helvética (Confederação). antropônimo Ho Chi Minh (2). Suíça Henry Borden. antigd Yeso Holanda HolguÍn Hollywood Homs Hondo. v. v. em neerlandês e alemão: Frieslancl Friuli Fróis Fujaira. FrÍsia FrÍgia Frio. antropônimo Gorki (2). v. outros registros: Gêngis-Cã. Guiana Guilherme Tell Guiné Guiné. antiga Hondo Horn. a Escócia e o País de GIiles constituem a Grã-Bretanha da do Gâmbia Gana. nome pn·mitivo da ilha Haiti Hispano-América Ho Chi Minh (I).. v. antiga denominação Pacífico Graz Grécia. Guayaquil Guam Guantánamo Guarani d'Oeste Guarantã Guatemala GuatimozÍn (ou Cuautémoc) Guayaquil Guernica Guiana. região da Europa central Galileu Galiza. república Gérson Gettysburg Ghana. estado dos EUA Geórgia (2). aportuguesamento: Hanôver Hanói Harar (ou Harrar). atual Honshu Honduras Honduras Britânica. Hindustão. v. em espanhol: Galicia. outros registros: Hirohito. antiga Fort-Royal Fon Knox Fort Wonh Foz do Iguaçu Fra Angelico Fra Diavolo Fraiburgo. antiga Guiana Inglesa Guiana Francesa Guiana Holandesa. Taiwan Fon-de-France. Gana Gibraltar Gironda Gizé Glasgow Gloucester Goa Gobi. aportuguesamento: Fujiama Fukuoka Fukushima Fukuyama Fürstenberg Fusan. outro registro: Fudjaira Fuji-Yama (ou Fuji-San). outro registro: Gandavo Gandhi Ganges Garanhuns Garibaldi Harare. região Espanha Garonne Gasconha.

Bangcoc Kuala Lumpur Kubitschek Kum. antropônimo Kennedy (2). Catar Katmandu Kennedy (I). c/. outro registro: Cawnpore Kansas Kansas City L Labrador La Coruna Lages. forma usual registro: Kabul. outro registro: Iran Irapuã Irapuru Iraque. Quioto Kiribati Kobe Kõnigsberg. ilha Irlanda (ou Eire). ouiro registro: Jacarta. v. Jeddah. Isaac Isar Isaura Iscariotes Ischia Iseo Isere Isidoro Islamabad Islândia Ismaília Ispahan. v. outro Jabuticabal Jaçanã Jacareacanga. outros registros: Irkutsk Irlanda. outros registros: Djedda. tb. Quilimanjaro Kimberley Kingston Kingstown Kinshasa. Cracóvia. outro registro: Ispaã Israel Istambul. v. mas pouco usual. v. capital da Iperoígue. em servo-croata: Jugoslavua Ivã Ivone Iwo Jima. Kharkov Kremlin Krishna. v. Qom Kuwait Kyoto. Iperoí Ipoh Ipuã Iquique Iquitos Irã. forma usual. em japonês: Nippon Jaú Jedda. em italiano: Imola Índia. outros registros: Kilimandjaro. v. antes Bizâncio e Constantinopla Ístria Itaboraí Itacoatiara. antiga Kaliningrado Kozhicode. cidade de SP Ilhéus Illimani Illinois. Quioto ou K J Jaboatão Jaborandi Jaboticabal. York lowa Ipauçu Iperoig. v. v. forma usual. Joaíma judite Jugoslávia. outros registros: Isac. Quênia Kerenski Kharkov. v. v. v. v. Jidá Jequitinhonha Jeremias Jerez de Ia Frontera jericinó jericó Jerônimo Jerusalém Jiang Jie-shi.Bretanha Isaac. v. vulcão da Costa Rica Irecê Irineu.166 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 167 lacri lansã laundê Ibadã Ibero-América Ibiza Icém Idaho Ickaterinburg. forma usual do nome da cidade de SC. forma usual. v. v. Krakow Khartum. v. Yucatán Iugoslávia. antiga Léopoldville Kioto. antiga lndonésia Batávia. Cartum Khmer. Isaque Isabel Isaías Isaque. forma Lagos usual para a cidade de SC. em alemão: Carlsbad Karlsbad Karlsruhe Kassel Katar. outro registro: Krakatua Krakow. Cabul Kalahari Kaliningrado. v. Calicute Krakatoa. melhor forma. forma usual. Camboja Khomeini Khruchtchev Kiev Kigali Kilimanjaro. Grã. outro registro: Lajes . Embu-Guaçu Ímola. outro registro: juaíma Jodhpur J ohannesburgo joinvilIe. em alemão: Jena lepê lfigênia Igaraçu 19uaçu Ijuí Ijuiguaçu Ildefonso Ilhabela. cidade dos EUA Indianópolis. cidades do Brasil Indiaporã Indochina Indochina Francesa Indonésia Indostão Inês Inglaterra Iocoama lorque. atual Kõnigsberg Kampala Kampuchea. Iugoslávia Jujuy Juneau Juscelino Karachi. Embu Imbuguaçu. outro registro: Job Joaíma. outro registro: Carachi Karame Karlovy Vary. outro registro: Irak Irazú. república Irlanda do Norte (ou UIster) v. Críxena Krung Thep. antiga Pérsia. Ekaterinburg lêmen lena. Camboja Kandahar Kanpur. outro registro: Ireneu Itaquatiara Itajaí-Açu Itália Itanhaém Itapecerica Itapicuru Itapuã Itaquaquecetuba Itaúna Ituverava lucatã. v. cJ. Chang Kai-chek jiparaná jó. v. aportuguesamento: Ilinóis Imbu. outro registro :Joinvile jordânia Juaíma. v. v. v. antigo cabo Canaveral Kensington Kentucky Kenya. outro registro: Iwo Shima Izmir JacksonvilIe Jacuí Jaén Jafé Jaguariaíva Jaipur Jalisco Jamaica Jamestown Jamundá Japão. lucatão. em hindi: Bharat Indianápolis.

Liechtenstein Lituânia. ilha do Índico Mauritânia Mayagüez Mayenne Mayerling Mayotte Mbabane . outro registro: Lessoto Letônia Leviatã Leyte. Lyon. ilhas Maryland Mascate. cidade de GO Lvov. Magdeburgo Madeira Madeleine Madri. cidade de SP Lumiere Lurdes Lusaka Lusitânia Lutero Luxemburgo Luxor Luzia Luziânia. Leão Líbano Libéria Líbia Libreville Lídia Lídice Liechtenstein Liege Lille Lilliput. outro registro: Maghreb Maharashtra Maiakovski Maine Maine-et. C/. Mântua Mântua. forma usual. Lião Lecce Lecco Le Corbusier Leeds Leicester Leipzig Lençóis Paulista Lenin Leningrado. v. atual Kinshasa Lesbos Lesoto. atual Maputo Louvre. v. v. estreito e cidade da Malásia Málaga. outro registro: Lilipute Lima Limassol Limoges Lincoln Lindóia Lineu Linguadoque. Manchúria Mannheim Mantiqueira Mantova. em alemão: Lemberg Lyallpur Lyon M Maçaranduba Macau Macbeth Machu Picchu Mackenzie MacunaÍma Madagáscar. outro registro: Malavi Maldivas Mali. em espanhol: Madrid Magdeburgo Magé.Loire Mainz. outro registro: Matosinhos Matusalém Mauna Kea Maurícia. antropônimo Marshall (2). em liluano: Lietuva Liubliana Liverpool Livorno Lob-nor Lodi Lohengrin Loire Loiret Loir-et-Cher Lombardià Lomé London.168 Apêndices o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 169 Lahore Lâmia Lampedusa Lampião Lancashire Lancaster Landau Landri Sales Languedoc. do espanhol León. aportuguesamento: Linguadoque Laocoonte Laore. Languedoc Linz. outro registro: Maragojipe Maranon Mar dei Plata Marisa Mármara Marques Marrakech Marrocos Marsala Marselha Marshall (I). C/. em inglês: Muscat Maseru Massachusetts Matanzas Matarazzo Mateus Matias Matozinhos. cidade da Austna Lipari Lisboa Listenstaina. C/. outro registro: Mao Ze Dong Maputo. em itatz'ano: Mantova Manuel Manzanillo Maomé Mao Tse-tung. antiga Niassalândia. Londres Londonderry Londres. v. v. v. London Long Beach Long Island Loreto Los Alamos Los Angeles. federação da qual participa a Malásia Malasartes Malásia Malawi. antiga Lourenço Marques Maquiavel (ou Machiavelli) Mar MaracaÍ Maracaibo Maracay Maragogipe. Manchúria Manhattan Manhuaçu Manhumirim Manila Manitu Manizales Manjúria. outro registro: Madagascar Madeburgo. v. cidade do Chile Lot Lot-et-Garonne Louisiana. cidade da França Lourenço Marques. outro registro: Loiola Luanda Lublin Lucaias. antigo Sudão Francês Malinovski Malmoe. outros registros: Malmo. C/. v.' em português: Mogúncia Maiorca Mairinque Mairiporã Majé Makalu Malabo Malaca. em inglês: London. cidade do Canadá. v. São Petersburgo Léopoldville. ilha das Filipinas Lião. estado dos EUA Lourdes. atual Bahamas Lucca Lúcifer Luís LuÍsa Luisiânia. forma usual. Majé Magenta Magreb (~ "o Poente") em árabe: Marhrib. Lahore Laos Lao-tse La Paz La Plata La Rioja Larissa La Rochefoucauld Lausanne Leão. região do Canadá Maurício. v. porto da Espanha MalaÍsia. palácio Loyola. Malmõ Malta Malvinas (ou Falkland) Manágua Manama Manassés Manchester Manchúria Manco Cápac Mandalay Mandchúria. porto dos EUA Los Ángeles.

em hebraico: Mosché Moji das Cruzes. Nefertíti . cidade do CE (2). cf. v. outro rq:istro: Moscovo. as regiões meridionais Itália ( ~ "Meio-Dia") da cf. outro registro: Niamei Niassa Niassalândia. Medellín Mogadíscio. em inglês: New York Nova Zelândia Novgorod Novi Ligure Novo Brunswick. v. atual Malawi Nicarágua Nicósia Niemeyer Níger Nigéria Niigata Nijni-Novgorod. Moscova Moscava. cf. outro registro: Mojimirim Mogúncia. Mogi-Mirim Moldau. Mainz Moisés. outro registro: Mogadichu Medici (1). em inglês: New Mexico Numéia em alemão: Nürnberg Nuremberg. forma equivalente do inglês Nelson (v. cidade do antigo Egito. em alemão: München Muniz Münster. cidade da Alemanha Munster. outro registro Miriam (oxítono) Miskolc Mississippi. outro registro: Nagasáqui Nagoya. v. palácio Médicis. outro registro: Moçoró Mossul. também Mosul Mount Vernon Münchhausen Mundaú Munique. v. equivalente do italiano Medici Mediterrâneo Mefistófeles Mekong Melanésia Melbourne Melilla. Mecão. mosteiro Mirassol Míriam. forma usual Montenegro Monterrey Montevidéu. em espanhol: Menorca Minsk Miquelon Miquerinos. rio. outro registro: Moloque Molucas Mombaça Mombaça (1). N eanderthal. v. aportuguesamento: Mississípi Missouri Mitchell Moçambique Moçoró. Moscou Moselle Moskva. outro registro: Melilha Melquisedeque Mem Memphis. Vltava Moldávia. outro registro: Nagóia Nairóbi Namíbia. v.170 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 171 McKinley Mecejana Mecom. Moscou Moscovo. v. cf. Mossoró Moctezuma. Mocteçuma Montgomery Montmartre Moscou. forma tradicional. Montezuma Montmorency Montparnasse Montpellier Montreal Montreux Montserrat Mooca Mopli Morais Morbihan Moroni Nottingham Nova Délhi Nova Escócia Nova Friburgo Nova Inglaterra Nova Iorque. outro registro: Mojiguaçu Mogi-Mirim. cidade dos EUA Niamey. provincia da Irlanda Múrcia Muriaé Murmansk Mururoa Muzambinho Nélson. v. outro registro: N eandertal Nebraska Neckar Neemias Nefertite. cidade do Quênia. Negra Negro outro registro: Mianma. Mogi das Cruzes Mojiguaçu. antiga Gorki (2) Nilo Nímes Nínive Nioaque Nipoã Niterói Norfolk Normandia Northampton Northumberland Noruega. Muniz Monroe Monróvia Montana Monte Carlo Monte Cassino Monte Mor. 55) Nepal Ness Neuchâtel Neva Newark Newcastle New York. em norueguês: Notre-Dame Norge N Nabucodonosor Nagasaki. Suazilândia Nhamundá. Moctezuma. o país e a capital Mezzogiorno. outro registro: Mikerinos Mira Estrela Mirallores. Mekong em italiano: Mogadiscio. em inglês: Moscow. antiga Birmânia Michigan Middlesex Middleton Milão Milwaukee Mindanao Minneapolis Minnesota Minorca. em romeno: Moldova Moliere Moloch. v. outro registro: Moji das Cruzes Mogi-Guaçu. forma usual. forma tradicional. antropônimo Medici (2). Nova York Ngwane. Jamundá Nhandeara Niágara Niagara Falls. em russo: Moskva. v. cidade da Argentina Menelau Meneses Mênfis. Mogi-Guaçu Mojimirim. antigo Sudoeste Africano Nancy Nanquim. v. em espanhol: Montevideo outros registros: Montezuma. cidade do MA Novais Nova Lusitânia Nova York. v. cidade dos EUA. Mogi das Cruzes. em hebraico: Molek. Mênfis Mendoza. em inglês: New Brunswick Novo México. v. forma tradicional. v. registra-se também Mombasa Mombuca Mônaco Mõnchengladbach Mongaguá Mongólia Mongólia Interior Moniz. p. Memphis Merlim Mesopotâmia Metz Meurthe México. outro registro: Nanking Nantes Nápoles Narbonne Narvik Nashville Nassau Nauru Navarra Navas de Tolosa Nazaré Nazianzeno antiga Fort-Lamy N'Djamena. Moscou Mossoró.

cidade de Portugal Pefiafiel. Orinoco Orfeu Orindiúva Orinoco Orléans Ormuz Orós Oruro Osaka Oscar Bressane Oséias Osijek OsÍris Oslo Osório Óstia Ostrava Osvaldo Otelo Pessanha Pedro Juan Caballero Peenemünde Penafiel. v. Pionguiangue. em alemão: Preussen Prússia Ocidental . v. cidade do Uruguai. pensador Provença Prudhomme. Pyongyang Piraçununga. atual Bangladesh Paraguaçu Paraguaçu Paulista Paraguai Paramaribo Paranacity. bairro de Berlim Panteon. cf. v. golfo e rio da Sibiria. outro registro: Parati Pariquera-Açu Paris Páris (mitologia) Parnaso Partenon.172 o LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO Apêndices 173 o Oahu OakIand Ob. outro registro: Oceânia Oceano. cidade da Argentina Posêidon Potomac PotosÍ Potsdam Poznan. em polonês: Polska Pomerânia Pomerode Pompadour PongaÍ Ponta Porã Port Elizabeth Portland Port-Louis Port Moresby Port of Spain Porto Novo Porto Príncipe Porto Rico. paúúio Pittsburgh Plutão Plymouth Plzen. em alemão: Posen Praga. antigo Grande Oceano Padova. Petach Tikivah Petrogrado. monumento de Paris Papeete Papua-Nova Guiné Paquistão Paquistão Oriental. outros registros: Petach-Tikva. v. antigamente Pilsen Pncim Penh. cf. capital do Cabo Verde Presidente Venceslau Pretória PrÍamo Princesa Isabel Princeton Priscila Prokofiev Proudhon. Plzen Piltdown Pinar dei RÍo Pin-Kiang Piongiang. forma usual. em italiano: Perugia Peruíbe Peshawar Pessanha. personagem Prud'Hon. Paiçandu Pearl Harbor Peçanha (mas: Camilo Pessanha). o mesmo que Atlântico Odense Óder. forma usual. Magreb Pointe-Noire Poitiers Polinésia Polinésia Francesa Polônia. outro registro: Obi Oberhausen Obi. outro registro: Partenão Pasadena. Pádua Pádua. outro registro: Omdurman Ontário Orã Orange Órcades. v. em polonês: Odra Offenbach Ohio Oiapoque Oise Oka Okayama Okinawa OkIahoma Oldemburgo OIÍmpia. Filadélfia (2) Phnom Penh. em tcheco: Praha Praia. antropônimo outro registro: e topônimo . cidade dos EUA Pasárgada. forma usual. Paysandú Pajeú Palma de Maiorca Palmeira d'Oeste Panamá Pandora Pangloss Pankow. em italiano: Pistoia Pitigrilli Pitti. templo de Roma Panthéon. em italiano: Padova Paiçandu. pintor Prússia. cidade do PR Paranapuã Paranoá Parapuã Paraty. em inglês: Orkney Oregon Orenoco. hoje Irã Perth Peru Perúgia. cidade dos EUA Omã Omaha Ondurmã. Pirassununga PirajuÍ Piranji Pirassununga. Phnom Penh Poá Poente. templo de Atenas. cidades do Peloponeso e de SP Ottawa Oxford. p Pã Pacífico. v. Paysandú Pais País de Gales Países Baixos. Oxóssi Oxum aportuguesamento: Oxônia Paulínia Pavia Paysandú. cidade do PR. v. em neerlandês: Nederland Paissandu. v. cidade da Espanha Pendjab Pensilvânia Pequim. outro registro: Pnom Penh Phoenix. ilhas da Indonésia Óbidos Ocauçu Oceania. outro registro: Piraçununga Pireneus Pireu Pisa Pistóia. cidade dos EUA Piacenza PiauÍ Piccadilly. v. outra forma de transcrição: Beijin Pérgamo Peri Périgord Perm Pero Perpignam Perseu Pérsia. v. antiga cidade da Pirsia Patagônia Patan Pati do Alferes Olympia. avenida de Londres Piemonte Pieongyang. em espanhol: Puerto Rico Port Said Portsmouth Portugal Posadas. São Petersburgo Philadelphia. v. Pyongyang Pigmalião Pilsen. Peçanha Petah Tigva. v.

174

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

175

Prússia Oriental Prússia Renana, v. Renânia Psiquê Ptolomeu, outro registro; Ptolemeu Puerto Montt Punaca Punta Arenas Punta del Este Pusan, em japonês: Fusan; porto da
Coréia do Sul

Ramsés Rangum, outro registro: Rangoon Raquel Ras a1-Khayma Ratisbona, em alemão: Regensburg Ravena, tm italiano: Ravenna Ravensbrück Rebeca Rebelo, variante de Rabelo e forma mais
usual

Putifar Puy-de-Dôme Pyongyang, outros registros: Pieongyang, Piongiang, Pionguiangue Pyrénées, departamento da França

Q
Qatar, v. Catar Qom, outros registros: Kum, Qum Quaraí Quartier Latin, bairro de Paris Quasímodo Quatá Quebec Quebrangulo Quéfren
Queirós, antropônimo Queiroz, forma usual para designar cidade de SP

Quênia Quéops, tambbn Quéope Querétaro Quilimanjaro, v. Kilimanjaro Quioto
Quirguízia,
outro registro:

Quirguizistão Quito Quixeramobim Qum, o. Qom

Recife Recklinghausen Recôncavo Regensburg, v. Ratisbona Rembrandt Renânia, em alemão: Rheinland Renânia do Norte-Vestefália, em alemão: Nordrhein-Westfalen Renânia- Palatinado, em alemão: Rheinland- pfalz Rennes República Centro-Africana República Dominicana Resence Retz Reval, Revel, v. Tallin Reykjavik, outro registro; Reikjavik Rhode Island, estado dos EUA; cf. Rodes Rhône (I), v. Ródano Rhône (2), departamento da França Riad, outro registro: Riyad Riccard, palácio Richelieu Richmond Rifaina Rimini Rívoli, em italiano: Rivoli Riyad, v. Riad Robin Hood Rochdale Rochester Ródano, em francês: Rhône (rio da
Suíça e da França)

Rondon Roosevelt Roraima Roseta, em árabe: Rachid Roterdã, outro registro: Rotterdam Rothschild Rouen, aportuguesamento: Ruão Ruanda Rubiácea Rubinéia Ruhr Rumânia, v. Romênia Rússia Rússia Branca (ou Bielo-Rússia) Ryukyu

San Cristóbal, topônimos da América
Latina

s
Saara Saara Espanhol, nome anterior do antigo Saara Ocidental Sabá Sabadell Saida, cidade do Líbano, antiga Sídon Saigon, atual Ho Chi Minh Saint-Denis, cidade da ilhn Reunião Saint George, canal que liga o mar da
Irlanda ao Atlántico

R

Rabat Rabelo, variante: Rebelo, forma mais
usual

Rachmaninoff Rafard

Rodes, ilhn e cidade da Grécia; cf. Rhode Island Rodésia do Norte, atual Zâmbia Rodésia do Sul, atual Zimbabwe Rodez, cidade da França Roma România, área de civilização latina ou de línguas românicas; cj. Romênia Romênia; cf. România Romeu

Saint George's, capital de Granada Saint-Germain-des- Pres Saint John's, capital de Antígua Saint Louis, cidade dos EUA Saint-Louis, cidade do Senegal Saint Paul, cidade dos EUA Saint Petersburg, cidade dos EUA Saint- Pierre-et- Miquelon Saint-Tropez Sakharov Salem Salisbury Salmorão Salomão Salonica (ní), tambbn Tessalonica Salt Lake City Salzburgo Samarcanda Samaria Samoa Samoa Ocidentais Sanaa, outro registro: Sana San Antonio, cidade dos EUA

San Diego, cidade dos EUA Sandwich, atual Havaí San Francisco, cidade dos EUA; outro registro: São Francisco San Isidro, cidade da Argentina San José, cidade da Costa Rica; outro registro: São José San Juan, cidade de Porto Rico San Marino, em português: São Marinho San Martín San Miguel, cidade de EI Salvador; outro registro; São Miguel San Remo San Salvador Sansão San Sebastián, cidade da Espanhn Sans-Souci, castelo Santa Bárbara d'Oeste Santa Clara d'Oeste Santa Cruz de Ia Sierra Santa Gertrudes, cidade de SP Santa Ifigênia, bairro de São Paulo Santa Lúcia, país das A ntilhns Santana da Ponte Pensa Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santiago, cidade do Chile Santiago de Compostela Santiago de Cuba Santiago del Estero Santo Antônio de Posse Santópolis do Aguapeí São Cristóvão e Nevis São Domingos, em espanhol: Santo Domingo São João del Rey, forma usual; outro registro: São João del-Rei São João de Meriti São João do Pau d'Alho São Luís, cidade do MA São Luís do Paraitinga São Manuel, cidade de SP São Petersburgo, cidade da Rússia que já recebeuos nomes de Petrogrado e de Leningrado São Tomé, cidade de São Tomé e
Príncipe

São Tomé e Príncipe São Vicente e Granadinas Sapora Saragoça, em espanhol: Zaragoza

176

o

LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

177

Sarajevo Sarapuí Sardenha Sargaços Savannah, citkuú dos EUA Savóia Scaramouche, também Scaramuccio Schleswig-Holstein Scutari (1), citkuú da Albânia; v. Shkoder Scutari (2), ou Üsküdar, bairro de
Istambul

Seattle Sebastopol Sedan Segóvia Seichelas, v. Seychelles Senegal Serra Leoa Serro, cidade de MG Sérvia Sesóstris Set (ou Seth), personagem bib/ico Seul Severínia Scvres Seychelles Sfax Sforza Shakespeare Shangai, v. Xangai Sharjah, outro registro: Chardja Sheffield Sherlock Holmes Shetland, outro registro: Zetland Shkoder, outro registro: Shkoç:lra;em servo-croata: Skadar; em italiano: Scutari; cidade da Albânia Shylock Sião (1), atual Tailândia Sião (2), colina de Jerusalém Sião (3), golfo do mar da China Sibéria Sicília Sídnei, v. Sydney Sídon, cidade da Fenícia, atual Saida
(Líbano)

Siracusa, citkuú da Itália; Síria Sísifo Sistina, capela Sisto, papas Siva, v. Xiva Skadar, v. Shkodi'r Smith Soerabaya, v. Surabaia Sófia Solferino Solingen Soljenitzyn Sólon Somália
Somerset

cf.

Syraeuse

Susa Susano, v. Suzano Sussex Suva Suzano, forma tradicional; outro registro: Susano Sverdlovsk, v. Ekaterinburg Swansea Sydney Sylt Syracuse, citkuú dos EUA; cf. Siracusa

Tbilisi,

antiga Tíflis, capital da Geórgia; outro registro: Tbilissi

T Tabapuã Taboão da Serra, forma usual; outro registro: Tabuão da Serra Tabriz Tacuarembó Tadiquistão, v. Tajiquistão Tadj Mahall, v. Taj Mahal Tailândia, antigo Sião Taipé, outro registro: Tai- Pei Taís Taiti Taiwan (ou Formosa); cf. Tai-Yuan Tai-Yuan, antiga Yang-ku, cidade da China; cf. Taiwan Tajiquistão Taj Mahal, monumento; outro registro: Tadj Mahall Tales Tallahassee Tallin, antiga Reval ou Revel, cidade da Estônia; outro registro: Tallinn Tâmisa, em inglês: Thames Tanganica, outros registros: Tanganhica, Tanganika Tânger Tannhãuser Tanzânia Taormina Tapajós Tapiraí Taprobana, forma consagrada por Camões; a rigorosa seria Tapróbana Tarabai Tarn Tarpéia Tarragona Tatuí

Siegfried Siena, aportuguesamento: Sena Sílvia Sinai Singapura, v. Cingapura Sin-kiang, aportuguesamento: Sinquião Sintra

Somme Sorbonne, aportuguesamento: Sorbona Sorrento Sousa Sousândrade Southampton Sovietsk, antiga Tilsit Spa Spinoza, v. th. Espinosa Spoleto Springfield Sri Lanka, antigo Ceilão Srinagar Stafford Stalin Stalingrado, atual Volgogrado Stanovoi Stendhal Strafford on Avon Strasbourg, v. Estrasburgo Stromboli Stuart Stuttgart, aportuguesamento: Estugarda Suábia, em alemão: Schwaben Suaçuí Suazilândia Sudão Sudão Francês, atual Mali Sud Menucci Suécia, em sueco: Sverige Suez Suíça, nome oficial: Confederação Helvética Sun Yat-sen Suomi, 'v. Finlândia Surabaia, outros registros: Surabaya, Soerabaya Suriname, antiga Guiana Holandesa

Tehad, v. Chade Tchaikovski Tcheco-Eslováquia, outros registros: Checoslováquia, Tchecoslováquia Tchekhov Tcheu Ngen-lai, v. Chu En-Iai Teerã Tegucigalpa Tejupá Telavive, outros registros: Te! Aviv, TeI-Aviv Tenerife Teng Hsiao-ping Tennessee Tenochtitlán Teófilo Otôni Teotihuacán Teresa Teresina Tessalonica (ní), o mesmo que Salonica Tétis Thames, v. Tâmisa Thüringen, v. Turíngia Tiago Tibagi, forma usual; outro registro: Tibaji Tiberíade, Tiberíades, v. tb. Genesaré Tibete, outro registro: Tibet Tibre, em italiano: Tevere Tíbure, v. Tívoli Tien-tsin Tíflis, v. Tbilisi Tigre Tilsit, atual Sovietsk Timbu, v. Tinfu Timor Tinfu, outros registros: Thimphu, Timbu Tirana Tirreno Titãs Tívoli, antiga Tíbure Tobruk, em árabe: Tubruq Todos os Santos Togo Tolosa (1), cidade da Espanha Tolosa (2), v. Toulouse Tolstoi Tomás Tonga (ou ilhas dos Amigos) Tonquim Topeka Tóquio, antiga Edo ou Vedo Tordesilhas, em espanhol: Tordesillas

178

o

LIVRO:

MANUAL

OE

PREPARAÇÃO

E REVISÃO

Apêndices

179

Torino, v. Turim Toulon Toulouse, cidade da França; Tolosa aportuguesamento: Touraine Tours Transibcriana, ferrovia
rrransilvânia, em romeno: Transilvania ou Ardcl; em húngaro: Transkei

u
Uagadugu Uaupés Ucayali Uchoa Ucrânia Údine, em italiano: Udine Uganda Ulan- Bator, antiga U rga Ulisses, em grego: Odisseus UIster, nome com que se designa também a Irlanda do Norte Um-al-Qiiwayn União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, União Soviética, atual Comunidade de Estados Independentes Uppsala
U rais, montes; outros registros: montes do U ral U rales,

Valladolid Vallauris Vai paraíso Válter Vancouver, aportuguesamento: Vancôver Vanuatu Varese Varsóvia, em polonês: Warszawa Vaticano Vaucluse Vaza-Barris Vcimar, v. Wcimar Vclásquez Vendéia, em francês: Vendée Venécia, região da Itália; em italiano: Venezia Veneza Venezucla Ventimiglia Veracruz, cidade do México Vercingetórix, outro registro: Vercingetórige Verde (I), cabo do Senegal; cf. Cabo Verde Verde (2), rios e serras do Brasil Verdun (ou Verdun-sur-Meuse) Vermont Versalhes, em francês: Versailles Vespúcio, em italiano: Vespucci Vestefália, em alemão: Westfalen Vesúvio Viareggio Vicente de Paulo Vicenza Vichy Victoria,
capital de Hong Kong, estado da Austrália, ilha e cidade do Canadá;

Virgínia,

cidade de MG dos EUA

e um dos estados

Visconti Viseu Vishnu, v. Vixenu Vitória, cidade do ES, capital das
Seychelles, lago (antigo Victoria Nyanza) e cataratas da África; cf.

Erdély

Transval, outro registro: Transvaal Trapani, antiga Drépano ou Drepanum; aportuguesamento: Trápani Trás-os- Montes Triângulo Mineiro Trinidad e Tobago Trípoli (I), capital da Ubia Trípoli (2), cidade do Ubano Trípoli (3), antigo condado latino da Siria Trípolis, cidade da Grécia; outro registro: Tripolitsa Trocadéro, palácio; v. Chaillot Trondheim, antiga Nidaros Trotski Troyes Trujillo Tsushima Tübingen, aportuguesamento: Tucídides Tucson Tucumán Tucuruí Tudor Tumucumaque Túnis Tunísia Tubinga

Victoria, Viltoria Viltoria, cidade da Itália; cf. Victoria, Vitória Viltorio Veneto Vixenu Vladimir Vladivostok Vltava, em alemão: Moldau Volgogrado, antzga Stalingrado Volta Vorochilovgrad,
antiga

Lugansk

Ural, rio Urga, atual Ulan-Bator Uruguai, em espanhol: Uruguay Urundi Urupês Usbequistão, outro registro: Uzbekistan

w
Wagram Wall Street, rua de Nova Warwickshire Washington Waterloo Weimar Wellington W embley, bairro de Londres Westfalen, v. Vestefália Westminster, abadia Wichita Falls Wiesbaden Wight Wilhelmshaven Willemstad Wilmington Wimbledon, Winchester Windhoek Windsor Winnipeg Wisconsin Wittenberg Wolfsburg Worcester Wroclaw, em alemão:
Polônia bairro de Londres York

Üsküdar,
Utah Utica Utrecht Uzbekistan,

v. Scutari

(2)

v. Usbequistão

Tupac Amaru Tupanciretã Turcomcnistão, oulros registros: Turcomana, Turcomênia, Turquemenistão Turiaçu Turim, em italiano: Torino Turíngia, em alemão: Thüringen Turku, em alemão: Abo; cidade da
Finlândia

v
Vaal Vaduz Val-d'Isere Valdívia, em espanhol: Val-d'Oise Valença, Valdivia

cf. Vitória, Viltoria Viedma Viena, em alemão: Wien Vientiane, capital do Laos Victnã, outros registros: Victnarnc, Viet-Nam Vilalobos Vilas Boas Vilhena Villegaignon, outro registro: Villegagnon Villejuif Villena Vilma Viiia dei Mar Virgílio

Turquestão Turquia Tutancâmon, Âmon Tutmés, Tuvalu Tyne

outro registro;

Tut Ank

cidades da BA, do Rj e de Portugal Valência, cidades da Venezuela e da Espanha

Breslau; cidade da

outro registro:

Tutmósis

Valhala,

em alemão antIgo:

Walhalla;
deuses

residência dos principais escandinavos

Württemberg Wyoming

75 francês. 76 hifens e acentos. 143 referências bibliográficas. 49 simples. Vo posfácio advertência. 11 órgão público. rio dOI EUA Yemen. Iêmen Yeso. 45 Vo lho nomes de pessoas alemão. Vo prefácio agradecimentos. antiga Rodésia do Norte Zanzíbar Zaqueu Zaragoza. prefácio apud. outros registros: Cherazade. 118 títulos. 154 nomes de lugares. v. 107-9 vivo. v. 142 apóstrofo e títulos de obras. -data. atual Hokkaido Vo lho data ante-rosto. 114 aspas. v. 47. . 95. v. abreviatura dos meses. 116 alfabetação. antigo nome de Tóquio Yellowstone. v. 75 usadas em bibliologia. Zaratustra Zósimo Zumbi Zurique. 72-3 escrita. 102-4 e editora. 79. 120 adendo. Vo ambigüidade anos 30. Iocoama York Yorkshire Yosemile Yucatán Yun-kang. z Zagreb Zaire. Índice. 75 superlativo. priferivel a Siva XuÍ. 83 em língua estrangeira. Vo numerais. 79 autor(es). 14-6 anexo. 109 referências bibliográficas. 75-6 títulos de obra. . 64-5 cargos e títulos. Yaundê. TIO. símbolos acentos. outro registro: Zimbábue Zinoviev Zoroastro. 90. Xarazada. 140 meses. 51 circunstanciais. abreviaturas. 108 divisão silábica. antIga Rodésia do Sul. 117-9 citações. 150 artigo.) . 122 discurso direto. 74-8 antes e depois de numerais. Xerazade. 41-2 e defesa. Vo nomes de pessoas a~e. 85. 83 morto. 53 atualização. Shetland Zimbabwe. 104. 102-4. 96. 107-8 citação. 60. notas. 119 música. 45 Vo lho nomes de pessoas antropônimos. v. 70 h em dÍgrafos iniciais. 75 lista de. 105-6 tradicionais. também Yang-lse Yaoundé. Iaundê Vedo. 11 entidade como. outro registro: Shangai Xanxerê Xarazade. v. 66 y Yale I universidade norte-americana Yalta Yamagata Yang-tse-kiang (ou Azul). referências bibliográficas. 102 alfabeto grego. 138 alcunha. 83 e pontuação. Edo. citação. 5. de jornais. 99. em alemão: Zürich Zwickau abreviatura(s). 42. 115 de periódicos. 154 autor. também chamado de Congo Kinshasa. modelos de referência. 105. 116-7 apresentação. v. 155 algarismos. modelos de referência. antigo Congo Belga Zambeze Zâmbia. romanos ambigüidade. 99. 95. 74 divisão silábica.Vo olho antonomásticos. 112 ponto abreviativo e pontuação do enunciado. 83. Xarazade Xerxes Xingu Xiquexique Xiva. ChuÍ Yokohama.~ 180 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO I x Xambioá Xangai. 86 astrônimos. 150-3 vo lho siglas. 93. Xerezade Xavanles Xenofonte Xerazade. v. 110 asterisco. mosteiro INDICE ANALITICO (O tipo itálico que apareçe em a1gups verbetes quer dizer que se trata de uma remissiva direta a vocábulo do texto. 75 plural. apêndice anfibologia. 108 estrangeiros. 11 . Saragoça Zaratustra (ou Zoroaslro) Zenão Zetland. v.

página formas optativas. 123 colchetes. 140 falsa folha de rosto. 91. 154 autor. v. 45 romanos. indicação bibliográfica. 113 coleção. 138 colocação pronominal. 111 editor. 121 chinês. 93. 51 inglês. e a pontuação. 108 notas. 64 de publicação. 121 escultura. olho falso frontispício. ilustração frações. citação. 90. referências bibliográficas. 40 et alii. 108. v.92. 131-3 caracteres tipográficos. 48 v. 123. 71-2 português. 64 frontispício. 80 bibliografia. 67 porcentagens. 97.182 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO índice analítico 183 errata. 68 explicação final. 79. 66 aproximadas. tb. 69-73 alemão. 108 conclusão. delta. 17 coloIao. alta. minúsculas capa. 154 autor. 66 anos 30. 80 versos. 123 -itálico. abreviaturas dos meses. autor. 11-2 formas do discurso. v. conceito. frontispício fólio. 52 eventos. 13 fórmulas de tratamento. v. 63 ligadas por barra.94 ficrecr. 138 &. v. 107 divisão silábica. plural folha de rosto. tb. op. 83 defesa. tb. música. preposições de origem francesa em nomes ingleses. corpo. tb. 68 v. 90. 49 espanhol. 108 disCO. 92. 65-6 se. v. 141 concordância verbal. abreviaturas dos meses. 79 maiúsculas. romanos. 133 eopyright. nomes de pessoas diretor. tipo Corte. 17 frações. 15 preposição de origem francesa em nomes ingleses.94 lugar do livro onde o nome deve figurar. 45 minúsculas. 138 localização. tb. 63 entidade. 22-5 dinastias. 51. maiúsculas alta-e-baixa. 107 degli. 50. 134 cit. 116 espanhol. 145 Colônia. referências bibliográficas bold. 42-3 pontuação. 90 lugar do livro onde deve figurar. 108 cinta. tb. v. tb. 83 atualização. 83 107 desenho. 83-4 destaque de termos. 95 citação. 145 endereçamento. v. 106 v. 113 períodos históricos. 137. 26-9 originais de. indicação bibliográfica. tb. 90.93. v. 141-2 cacofonia. tipo cargos e títulos. 83-4 e aspas. 7 de. 120 frases iniciadas com algarismos. 72-3 espanhol. 67 francês. 142 v. seccionamento divisão silábica. v. cabeços cabeças. referências bibliográficas. 71 francês. 42-3 travessão. 140 v. 40-1 divisão do texto. maiúsculas. 49 discurso direto. 111 lugar do livro onde deve figurar. 119 estado I Estado. 34. 81 aspas. 109 eco. ambigüidade. ilustração Filho. 9 e entre classes e ordens do numeral. citação. abreviaturas. 18 cognomes. 137 referências bibliográficas. alemão. 73 escrita. ~revisão. 124 v. indicação bibliográfica. 45 supressões na. tb. 69-70 dois-pontos. 120 inglês. publicações. 108 dedeira. 51 fotografia. nomes de pessoas compilador. 52 estilo. tb. v. 127-9 escrita. 135 caixa. 107 filmes. autor-data datilografia. 123. 47 coerência. 122 v. 82 em língua estrangeira. 6. tipo fascículo. contracapa. 111. v. 49 flexão.gnidade. 108 ete. 119 francês. 95. 18 número. 64 encarte. 45 v. ilustração di. indicador dedicatória. 92 du. 90.102-4. 90-115 definição. 112 editora. cit.112-3 espaço entre as classes do número. 7::1 inglês. indicação bibliográfica. 79 figuras. v. 118 acréscimos à. 50 créditos.. 40-3 aspas. 89 editora. autora. citação. 108 Ia. 108. posfácio barra. 41-2 maiúsculas. 137-8 . 112. cabeços cabeços. 93. 79-84. 119 etnônimos. 79 de autor estrangeiro. 17 congr:es5os. 121 minúsculas. 71 escrita. 138 114 corpo. 80-1 referências bibliográficas. novas. originais. olho famílias de tipos. 107 divisão silábica. 16 caderno. v. 112 editoração. 80 classificação científica. 50 defesa. lista de. 16 edição(ões). editoriais. 107 cabeçalhos. 123 baixa. v. 113 versos. 107 data(s). indicação bibliográfica. 109 epígrafe. 85. 122 fidedignidade.

127 glossário. 61 caracterização do nome próprio. 55-7 baseados no alfabeto latino. caixa baixa palavras derivadas. 133 medidas antigas. 113-4 Indicador. ilustração marcador. 54 pessoas vivas. 155 grifo. 93. 109-10 70 jaqueta. lei. 19-21 definição. 52 . 49 espetáculos teatrais. 57. 54-9 alcunhas. 60-1 formados com designativos de cargos e títulos. 128 grego. 49 documentos oficiais. registro. 45 aportuguesamento. 105 idem. 50 kgei1das. 106 unidades de medidas. 52 fórmulas de tratamento. 45. 52 notas de tabelas. 45. eco. 90. 75 e travessão. 48 filmes. 136 índice. 51 cargos e títulos. 52 referências bibliográficas. 107 ibidem. 59-61 abreviaturas. v. 108 ~aiúsculas. 45 minúsculas. 90. 90. alfabeto. 49 espetáculos teatrais. 45 discurso direto. 122 inglês. 92. tb. 138 italiano. 60. abreviaturas. 133. 77 v. 108 divisão silábica. 52 símbolos. 78 -mente. 72 estrangeiros. 77 nomes de povos. numeração. itálico. 107-9 regras ortográficas. 114 minúsculas. 105 Igrrgá. 51 formados com nomes dos meses. v. 108 miolo. 51 citação. 49 programas de televisão. v. referências bibliográficas. 99-102 versos. itálico -negrito. tb. 140 de figuras e tabelas. 19-20 originais de legendas e créditos. notas tipográficas locativos. imprenta. 50 Ia. 49 referências bibliográficas. 16 mês. 31. 45 v. 121 citações. 49 regiões. 107 lista. 91. nomes de lugares logradouros. 96. 71-2 escrita. 139. 52 nomes de lugares. 111. 49 filmes. entradas. 13-6-marcas. 93. v. 77. tb. 51. 95. 123 coisas individualizadas. 93. vocabulário gralha. 107 IaUdas.gato. 52 originais. 49 negrito. 120 período. abreviaturas dos meses. 45-6 referências bibliográficas. hipocorísticos. 112 aportuguesamento. 97.63 repetição na linha seguinte. v. 58 históricos ou literários. 42-3 documentos oficiais. 140 literatura. 45 data de publicação. nomes de pessoas horário. 57 pseudônimos. 52. 55 Neto. 51-2 abreviaturas de cargos e títulos. 133. 55 divisão silábica. 52 maiúsculas. 60 estrangeiros. 52 nomes comuns compostos com nomes próprios.108 Mae. abreviaturas em vários idiomas. abreviaturas. 52 pessoas falecidas. classificação. 121 introdução. 19 localização dos créditos. 49 marcas. nomes de lugares lombada. 52 escultura. 54 plural. tb. júnior. 104 divisões político-administrativas. 141 ISBN. texto literário local de publicação. de abreviaturas. 45 nomes históricos ou literários. 107 6 22-5 ilustração. 142 v. 48 disco. 99. 56 transliteração. v. v. 54-5 referências bibliográficas. 120 numeral. 49 nomes de pessoas. 135-6 música. 120 inglês. 22-5 Império. 138 v. 58-9 transcrição. 44 v. hífen.. 121-2 pintura. 111-2 nomes de pessoas. 121 música. 154 autor. 49 nomes de lugares. 55-7 alfabetos não latinos. 51 francês. 26-9 numeração. 85 pontos cardeais. 61. 143-4 onomástico. bold Nelson. 67 h em 76 itálico. bold-itálico dígrafos. 96-7. 45 nomes próprios compostos com hífen. 74. 45-6 nomes de pessoas. 154 autor. 51 música. 48 Me. 48 programas de televisão. notas tipográficas in. 49 eventos. minúsculas. tb. 48 palavras estrangeiras. tb. 92. lugar do livro onde deve figurar. 154 minúsculas. 49 escultura. 106 infra. 55-6 unidades de medidas. 44-50 abreviaturas de cargos e títulos. 52. 44 períodos históricos. 78 títulos de obras. 76 títulos de obras.2 v. sobrecapa 107 fórmulas de tratamento. 57 M'. 45-6. 131-2. 52 maiúsculas. 112 Met~O mimeogr. caixa alta mapa. v. 121-2. abreviaturas dos meses. le. 59 siglas.

105 Vo tb. 137 op. 113-5 nomes de lugares. 86-8 tabelas. 141 exclusivamente com referências bibliográficas. 63 frações. 102 pré-textuais. 67 hífen. 98-106 lugar do livro onde devem figurar. 63 porcentagens. Vo vocabulário redondo. 68 número de edição. 114 modelos de referência. 95. 64. indicação bibliográfica. 64 endereço. 65 e entre classes e ordens. 53 Vo tbo nomes de lugares. 93. cit. 126-30 sinais de revisão. 108.. 67 início de frases. anônimas.186 o índice analitico LIVRO: MANUAL DE PREPARAÇÃO E REVISÃO 187 nomes próprios. notas. 6 páginas pré-textuais com romanos. 133 organizador. 95-7 coleção ou série. 93. 6-9 datilografia. 85. 110. 30 numeral(is). 99. 12-3 pastel. 78 ponto-e-vírgula. 6 apresentação. Vo prefácio notas. 45. 18 iniciados com algarismos. 64 parênteses.127 periódicos. 63 texto literário. 103. 119 referências bibliográficas. 109 de referência. 66 depois de substantivos. abreviaturas. 65-6 concordância verbal. 95. 18 referências bibliográficas. 95. 114 olho. 92. autor. 53-61 compondo nomes comuns. 64 ordinais. 63 zero à esquerda. 137 quadro. 111-2 nomes de pessoas. 97. 20. 90. 85 referências bibliográficas. 61. 90. 68 página. 49 piolho. 42. 94. abreviativo e pontuação do enunciado. notas. 13 discurso direto. 91 omissão de p. 145 post-scriptum. 142 modelos. 62-8 antes e depois de abreviaturas. 63 parágrafos. 96 modelos de referência. 98. 102. 108 obras. 63 indicação bibliográfica. 90. 109 original. 65-6 quantias. 85 . 77 símbolos. 96. 146-7 ortografia. 119 e etc. 90. 110 pontos cardeais. 106-13 e~clusivamente em notas. abertura. 94. 112 especificações sobre os elementos essenciais. 96. 140 preparação. 92. Vo divisão silábica prefácio. 19. 102-4. 31. maiúscula. Vo alfabetação ordinais. 91-2. 57 símbolos. 42-3 e as aspas. 90. 104. 107-9 notas. 96. 107. conceito. 110 partição silábica. 22-5 numeração. 61 e hífen. 6 revisão. 10 nota final. tipo. 93 notas tipográficas. 85-9. 90-2 data de publicação. editora. 106 Vo tbo cito ordem alfabética. 112-3 definição. 52 definição. nome de cada sinal de pontuação porcentagem. indicação bibliográfica.111-3 Vo tbo data de publicação. 90. 66 remissivas à bibliografia. 93. 137 órgão público. 102 romanos. 95.. 78 pontuação. 147-9 pseudônimos. 66 quarta capa. 95 lugar do livro onde o nome deve figurar. 90. 107-9 caracteres tipográficos. 85-9 originais. 93. vo frontispício posfácio. Vo posfácio i10ta prévia. 105. parágrafos e títulos. v. 68 parágrafos. 93 siglas. 96 mimeografadas. sinais utilizados. 68 palavras. 65 O'. 119 e remissivas a notas. 094 componentes.. nomes de pessoas normalização. 86-8 espanhol. 105-6 numeração. 111-2 localização e sistemática. 85 notas bibliográficas. 111 Vo tbo romanos orelha. 127 plural. 44 pintura. conceito. 54-5 vo tbo nomes de pessoas numeração. numeração com romanos. 92. 63 horário. 85-9 remissivas e pontuação. 52 símbolos. 98. imprenta. 6 de legendas e créditos.39 tabelas. 52 regiões. 7 definição. posfácio prefaciador. indicação bibliográfica. espaço entre classes do número. 99. 68 referências bibliográficas. 64-5 data. 10 provas. 6. 92. Vo ilustração quantias. 114 separatas. 45. 75 nomes de pessoas. indicação bibliográfica. com acepção especial. 57. 90-115 autor. 15 página(s). 129. 68 substantivados. 63. local de publicação novas edições. 98-104 local de publicação. 62 vírgula. 98. 115 período. 105. 78 ponto. 50 repetição. 110 artigos de. lugar do livro onde o nome deve figurar. 74 referências bibliográficas. 91. 93. 18 Nova York. 65-6 portada. 93-5. 36 progressiva. 111 reedições. 102-4. revisão de. 78 unidades de medidas. 75-6 abreviaturas. 123 referências bibliográficas. 90 editora. 67 concordância.37-8. 105-6 exclusivamente no texto. Vo contracapa que. ambigüidade.

70 de palavras. 96.. de hífen na linha seguinte. abreviaturas. 104. 143 superlativo. 156-80 v. 109-11 v. romanos. 97. citação. 107 reticências. v. abreviaturas. 55 Wilson. 123 referências bibliográficas. 102 repetição. 108 remissivas.188 o LIVRO: MANUAL OE PREPARAÇÃO E REVISÃO í índice analítico 189 notas bibliográficas. 122-3 bold. 110 versal-versalete. 40-1. 122-4 itálico. 68 s. bibliografia reformulações. 123 referências bibliográficas. 95-6. 90. concordância verbal versal. 91. 147-9 romano~. indicações bibliográficas. 75 suplemento. 44 vírgula. v. 109. 93. redondo romanos. 146-7 de provas. 97. 117 iniciando a referência. v. 49 terceira capa. 129. glossário volume. 110 minúsculas. símbolos signos de revisão. 107 vocabulário. 108 Don. 127 s. lh . 115 série. lugar do livro onde o nome deve figurar. 17 seccionamento. 121 topônimos. 146-7. indicação bibliográfica. 123 referências bibliográficas. 138-9. 122 salto. 103-4 v. 179 semi-aspas. 91-2 lugar do livro onde o número deve figurar. 123 bold-itálico. 85 numeração. numeral. 51 inglês. 89 referências bibliográficas. 12 numerais. 109. 93. 50 União. v. 101-3 das unidades da federação. 113 sobrecapa. lh. 95. 51. 93-4. v. sinais de revisão símbolos. 106 citação. 93-5. 17 Reinado. data de publicação ambigüidade. siglas sinais de revisão. 39 pontuação. 55-6 travessão. ambigüidade. 32 lista de. 103. divisão silábica separatas. v. th. 123 redondo. 15. 111 transcrição.. 96. abreviação. 121 minúsculas.96. v. v. 127-9 sinais"utilizados./. 96. 114 texto literário. 94. 99-102 traduzidos. 18 regência. 117 com reticências. de originais. 104. 16 sic. 83 tradutor. abreviaturas. 80 maiúsculas. 109-11 simplificados por siglas. 123 e corpos. 86-8 sistema bibliográfico numérico. 50 Dan. 90. tabelas. 93 número da edição. lh. 94. algarismos. 39 títulos correntes. 68 rosto. 91-2. 98 ponto. 56 transliteração. 97. 103-5 unidades de medidas. 42 v. 108 verbo. citação. 137 notas. 55 zero à esquerda. 49 televisão. 31 fios. 113-4 parte no texto e parte em nota. 63 referências bibliográficas. v..94. abreviaturas. 110 sumário. dicendi. 123 versal-versalete. 98. 15 concordância verbal. encarte supra. 68 parte de obras. 96. 104 pontuação. vocabulário República. 109 referências bibliográficas. 110 e apóstrofo. lh. 105 separatas. 110 versos. 140 notas. 137 Dom.. 109 Trono. 123 caixa alta-e-baixa. 126-30 erros. 85. 105-6 ordinais. espetáculo. normalização. 107. 129. 121-2. 123 versalete. frontispício substantivos antes de numerais. 123 versalete.n. 102 simplificação de títulos. 90. 160 se. 106 aspas. 93. discurso direto. 105. 133 leses. 30-3 convenções. 95-7 versal. 64 marcação. 93. 106. 106 obra sem autoria declarada. 112 segunda capa. 63 .95. 95. 34-9 século. 14 onomástico. 94. 147-9 sTT12 s. 123 caixa baixa. 80 reto.ed. 123 caixa alta. 40-1 e hífen. 134 Sobrinho. coleção seu. 129-31 v. 115 títulos de obras. nomes de lugares tradução. referências bibliográficas. 108 Walter. 120 na bibliografia. abreviação de títulos. 111 títulos (de seções). 123 títulos (de obras). 137 revisão. notas. iniciados com al~arismos. smals utilizados. 113 v. cabeços títulos e cargos. 31. programas. 50 siglas. 30 teatro. 65 subtítulo. 111 obra já citada. 62 tipo(s). lh.d. 50 separação silábica.

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