Universidade Estadual de Maring´ a Centro de Ciˆncias Exatas e Departamento de F´ ısica

Projeto de Ensino de F´ ısica:

ELETRICIDADE E MAGNETISMO

Professores participantes: Ester Avila Mateus Irineu Hibler Luzia Weiller Daniel

Revisado em fevereiro de 2010.

Sum´rio a
I II III IV V VI Introdu¸˜o ` teoria dos erros ca a O ohm´ ımetro, volt´ ımetro e amper´ ımetro Campo el´trico e Elementos resistivos lineares e n˜o lineares a Associa¸˜o de resistores ca Princ´ ıpios de Kirchhoff 3 7 12 16 22 28

VII Resistividade de um fio de n´ ıquel–cromo e Ponte de fio de n´ ıquel–cromo 33 VIII IX X Circuito RC Campo magn´tico e Indu¸˜o eletromagn´tica ca e 38 43 48 51 52

Referˆncias Bibliogr´ficas e a ´ Indice Remissivo

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Parte I

Introdu¸˜o ` teoria dos erros ca a
I - Introdu¸˜o ca Em seu primeiro curso experimental vocˆ aprendeu a fazer medidas e a e conhecer os erros associados a essas medidas. Fez um estudo detalhado de toda a teoria dos erros e aprendeu a trabalhar com algarismos significativos. N˜o repetiremos tudo isso aqui, por´m faremos algumas considera¸˜es sobre a e co erros e sua propaga¸˜o. ca Em laborat´rio, quando queremos medir o valor de uma grandeza, o o ideal ´ realizar a medida v´rias vezes, achar o valor m´dio, o desvio associe a e ado a cada medida e tamb´m o desvio padr˜o do valor m´dio. No entanto, e a e como esta ´ uma pr´tica exaustiva, e considerando a s´rie de pr´ticas que e a e a vamos realizar, tentaremos simplificar com a introdu¸˜o do desvio da meca dida, que leva em conta, n˜o s´ a imprecis˜o do observador, como tamb´m, a o a e por vezes, a deficiente sensibilidade do intrumento. II - Desvio avaliado De acordo com a maioria dos autores, chamamos de desvio avaliado de um instrumento de medi¸˜o, ` metade da menor divis˜o da escala do ca a a aparelho utilizado. Chamando de ∆x o desvio ou incerteza de uma medida da grandeza ( x ), esta deve ser expressa da seguinte forma: (x ± ∆ x) unidade de medida. Por exemplo, se medirmos um comprimento com uma r´gua, graduada e em mil´ ımetros, e encontramos 51,5 mm, a forma correta de apresentar o resultado ser´: a (51, 5 ± 0, 5) mm Desta forma, teremos mais confian¸a na medida, pois, certamente, o seu c valor verdadeiro estar´ dentro da faixa ( 51,0 mm a 52,0 mm ). a O desvio avaliado poder´ ser aumentado ou diminuido, conforme a maior a ou menor confiabilidade que temos, em rela¸˜o ao instrumento utilizado. ca Nos instrumentos digitais, pelo fato de n˜o termos condi¸˜es de avaliar a co metade da menor divis˜o, o desvio ´ tomado como a menor divis˜o. Isto n˜o a e a a quer dizer que a medida seja mais imprecisa porque, normalmente, nestes instrumentos, o n´mero de digitos ´ maior. u e III - Desvio relativo percentual

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Quando comparamos medidas da mesma grandeza ( x ), obtidas em escalas diferentes, a medida mais precisa ser´ aquela que apresentar menor a desvio relativo percentual (δr ). O desvio relativo percentual ´ obtido por: e δr = IV - Desvio percentual O desvio percentual ´ calculado quando se conhece o valor verdadeiro e ( valor te´rico ) da grandeza a ser medida, ´ definido como sendo o m´dulo da o e o diferen¸a entre o valor te´rico e o valor experimental em rela¸˜o ao te´rico, c o ca o vezes 100%, ou seja ∆ = Vteor. − Vexper. × 100. Vteor. ∆x 100 x (1)

V - Propaga¸˜o de erros ca V.1 - Introdu¸˜o ca A propaga¸˜o de erros surge naturalmente quando vamos calcular a meca dida indireta de uma grandeza, atrav´s de uma equa¸˜o, utilizando as mee ca didas diretas realizadas, efetivamente. Por exemplo, suponhamos que queremos calcular a intensidade ( I ) da corrente que atravessa um resistor, de resistˆncia ( R ), submetido a uma e diferen¸a de potencial ( V ). Temos que c I = V . R (2)

Sendo a medida da tens˜o (V ± ∆ V ) e da resistˆncia (R ± ∆ R), as ina e certezas ∆ V e ∆ R ir˜o acarretar uma incerteza ∆ I, no c´lculo da corrente. a a Para o c´lculo desta incerteza existem v´rios m´todos, nas ciˆncias experia a e e mentais. Descreveremos aqui o m´todo das diferenciais logar´ e ıtmicas[1, 10], que utilizaremos no Laborat´rio de Eletricidade e Magnetismo. o V.2- C´lculo de erros atrav´s das diferenciais logar´ a e ıtmicas. Descreveremos este m´todo, atrav´s de dois exemplos pr´ticos: e e a Exemplo no 1.

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Consideremos a medida da superf´ de um retˆngulo de lados ( a ) e ıcie a ( b ), temos: S = ab (3) Sendo (a ± ∆ a ) e (b ± ∆ b ) as medidas experimentais dos lados. Qual ser´ o erro ∆ S, associado ` medida de S ? a a Tomando o logar´ ıtmo neperiano da Eq.(3), ln S = ln a + ln b. Diferenciando, temos: dS da db = + , S a b (4)

( da / a ) e ( db / b ) s˜o os erros relativos cometidos em ( a ) e ( b ) enquanto a ( da ) e ( db ) s˜o os erros absolutos. Em uma primeira aproxima¸˜o faremos a ca tender os erros infinitesimais ( da ) e ( db ) para os erros finitos (∆ a ) e (∆ b ). Pode ocorrer que as parcelas do segundo membro da Eq.(4) sejam positivas ou negativas ( faz-se um erro para mais ou para menos ), mas como n˜o se pode calcular sen˜o o erro m´ximo poss´ a a a ıvel que se pode cometer, colocar-nos-emos na posi¸˜o mais desfavor´vel em que estes dois erros seca a jam de mesmo sinal, caso em que se adicionar˜o. Tomaremos, ent˜o a soma a a dos valores relativos, em m´dulo: o dS S = da db + . a b (5)

Por exemplo se da = db = 0,5 mm, com a = 20,0 mm e b = 40,0 mm, teremos para o erro relativo m´ximo de S : a dS 0, 5 0, 5 1, 5 = + = , S 20 40 40 1, 5 1, 5 = 800 · = 30mm2 , 40 40 logo, a superf´ ( S ) estar´ compreendida entre (800 − 30) mm2 e (800 + ıcie a 2 . Teremos, portanto 30) mm dS = S · S = (800 ± 30) mm2 . A representa¸˜o usual deste resultado ´ ca e S = (80 ± 3) × 10 mm2 . Exemplo no 2. donde

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ent˜o. temos: ln I = ln V − ln R. para : a a) Soma: A + B = (a + b) ± (∆ a + ∆ b). b )Subtra¸˜o: ca A − B = ( a − b) ± ( ∆ a + ∆ b ). 20 ± 0. R 1 1 + ) = 0. ca ca ∆a ⇒ desvio de A. em m´dulo o dI I donde dI = I ( = dV V + dR . aplicando as diferenciais logar´ ıtmicas.Consideremos. ter´ ıamos. 012 A. ou I = (20 ± 1) 10 mA. b ⇒ melhor avalia¸˜o de B. chegar´ ıamos aos seguintes resultados: Sejam A e B duas grandezas a serem medidas. d )Quociente: A a b · ∆a + a · ∆b = ±( ).(2). Tomando o logaritmo neperiano da Eq. onde a ⇒ melhor avalia¸˜o de A. Queremos calcular a intensidade a da corrente que a atravessa. sube metida a uma tens˜o V = (20 ± 1) V . ∆b ⇒ desvio de B. c )Produto: A · B = (a · b ) ± ( a · ∆ b + b · ∆ a ). em Eletricidade. 01)A. Repetindo novos exemplos e. 6 . 20 100 Logo o valor da corrente deve ser expresso por : I = (0. com o respectivo desvio. Diferenciando e tomando a soma dos valores relativos. uma resistˆncia R = (100 ± 1)Ω. B b b2 e )Potˆncia: e An = an ± n · an−1 · ∆ a.

Cap. Trˆs s˜o os instrumentos b´sicos: e a a 1 . 29. e e a c e Assim.Ohm´ ımetro: para medir a resistˆncia de um elemento ( resistor ) e componente do circuito. envolvem medidas de e resistˆncia el´trica. O curso de eletricidade b´sica ena o a 7 .[6.].Volt´ ımetro: para medir a diferen¸a de potencial ou tens˜o entre c a dois pontos de um circuito el´trico.Amper´ ımetro: para medir a intensidade da corrente el´trica em e um trecho do circuito. e 3 . e os mult´ e c e ımetros digitais. tens˜o (diferen¸a de potencial) e corrente el´trica.Introdu¸˜o ca Quase todas as experiˆncias sobre Eletricidade. R Figura 1: Resistor sob tens˜o cont´ a ınua onde representa a fonte de alimenta¸˜o e ca um resistor. 4]. o estuo dante deve familiarizar-se com os instrumentos de medida dessas grandezas e entender o funcionamento de cada um deles[2. e cujo funcionamento est´ baseado a o o a na existˆncia de for¸as magn´ticas sobre espiras de corrente. ao primeiro contato com o Laborat´rio de Eletricidade. 2 . volt´ ımetro e amper´ ımetro I .Parte II O ohm´ ımetro. ´ O aparelho que congrega todos esses instrumentos ´ chamado MULTIMEe TRO. que n˜o possuem bobina m´vel. Podemos ter mult´ ımetros anal´gicos que possuem como elemento o b´sico o galvanˆmetro de bobina m´vel.

o mult´ e ımetro deve ser ligado diretamente aos terminais do resistor. fios a condutores. o mult´ a ımetro deve ser ligado aos pontos entre os quais se quer determinar a diferen¸a de potencial ( ddp ) ou tens˜o. 8 . de modo que a corrente a ser medida circule atrav´s dele. e • Nunca usar medidores de CA para medir CC ou vice-versa. em paralelo com o circuito Fig. o mult´ ımetro deve ser ligado ao circuito. c a ou seja. 50 V. raz˜o porque a sua e a utiliza¸˜o deve ser precedida das seguintes regras b´sicas: ca a • Para medidas de tens˜o. O mult´ ımetro ´ um instrumento delicado e caro. o mult´ a ımetro deve ser ligado aos pontos entre os quais se quer determinar a diferen¸a de potencial ( ddp ) ou tens˜o. Trabalharemos sempre com a voltagens baixas. a c˜ Para medir a tens˜o entre os terminais de um resistor e a corrente que o a atravessa. • Quando vocˆ n˜o souber o valor da grandeza que vai medir. a a • Para medidas de tens˜o. em situa¸ao alguma.volve circuitos e neles est˜o presentes alguns elementos como fontes. em paralelo com o circuito Fig. Ela possui. resistores. ou seja. etc. utilize e a primeiro as maiores escalas e v´ reduzindo at´ otimizar as leituras. chaves. e A 6 R 6 VR Figura 2: Fonte. • Para medida de corrente. A fonte de alimenta¸˜o destina-se a fornecer tens˜es em CC para ca o diversos elementos do circuito. funcionando respectivamente. antes de lig´-lo ` fonte. no m´ximo. devemos usar o mult´ ımetro. como volt´ ımetro e amper´ ımetro. em e s´rie com o circuito Fig. c a ou seja.(2).(2). capacitores. a e • Para medidas de resistˆncia.(2). resistor e amper´ ımetro em s´rie. para n˜o oferecerem perigo.(1). e • Ativar a fun¸˜o no mult´ ca ımetro na qual vocˆ vai medir. no seu interior um retificador para transformar CA em CC e um transformador para transformar a voltagem da rede ( ≃ 110 V ) para. O circuito mais simples que vocˆ pode montar est´ esquematizado na e a Fig.

indicadas no aparelho.Uso do volt´ ımetro 9 . na Tabela(1). resistores. e Tabela 1: Medidas de resistˆncia com o ohm´ e ımetro.Parte experimental II.(2). em s´rie com o e e circuito Fig. pontas de prova .2. antes de ligar a fonte. fonte de tens˜o.3. II.Utilizando. os valores (com desvio avaliado) das resistˆncias dos resistores fornecidos. jacar´s e placa a e de bornes.Material utilizado Mult´ ımetro.Procedimento a . II.1. 02.Objetivos • Manusear adequadamente o mult´ ımetro como ohm´ ımetro. de modo que a corrente circule atrav´s dele. ou seja. • N˜o usar o volt´ a ımetro para medir corrente e o amper´ ımetro para medir tens˜o.• Para medidas de corrente. Resistˆncia e nominal ( Ω ) (0 – )Ω (0 – Escalas em Ω ) Ω (0 – )Ω (0 – )Ω b .Anote na Tabela(1) os valores nominais dos resistores fornecidos. a II . volt´ ımetro e amper´ ımetro.Uso do ohm´ ımetro 01. • Observar sempre a polaridade da fonte e do mult´ ımetro e conferir o esquema do circuito. o mult´ ımetro registre. o mult´ ımetro deve ser ligado ao circuito.

Anote os valores na Tabela(2). Regule a fonte em 20 volts. 04. e c se poss´ ıvel. registrando os valores medidos na Tabela(3).: este ´ um cuidado que vocˆ deve tomar sempre. depois. Ligue estes resistores em s´rie e me¸a tamb´m a resistˆncia e c e e equivalente ( Req . 10 . numa de suas faixas mais altas.R1 A B R2 C Figura 3: Resistores em s´rie e 03. use outras escalas menores.Uso do amper´ ımetro 07.(3): 05. A faixa pode a ser mudada. Fa¸a a leitura das quedas de tens˜o nos resistores. 08. 06. Tabela 2: Medidas de tens˜o a Resistˆncia e Escalas experimental ( Ω ) ( 0 – ) V ( 0 – ) V ( 0– ) V c . com as respectivas incertezas. ao utilizar o e e amper´ ımetro. Ative a fun¸˜o mA do mult´ ca ımetro. usando trˆs escalas c a e diferentes do volt´ ımetro. Monte o circuito da Fig. para otimizar a leitura ). quando n˜o tem ideia da corrente a ser medida. Selecione R1 e R2 e anote os valores medidos de suas resistˆncias e na Tabela(2). Introduzindo o amper´ ımetro em s´rie me¸a a corrente no ponto A. ). ( OBS.

qual o valor mais preciso para as quedas de tens˜o em cada resistor ? Justifique. 02 .Quest˜es o 01 .(1). c e III .Corrente el´e trica nos pontos A B C Tabela 3: Medidas de corrente Escalas do amper´ ımetro ( 0 – ) mA ( 0 – ) mA ( 0 – ) A (0 – ) A 9.Dos dados da Tabela(3). qual o melhor valor obtido para cada resistor ? Justifique.Dos dados da Tabela(1). qual a melhor faixa para a leitura da corrente ? Justifique. com base na Eq. a 03 .O que vocˆ observou em rela¸˜o tens˜o e corrente no circuito utilie ca a zado ? 11 . nos pontos B e C.Dos dados da Tabela(2). Me¸a tamb´m a corrente. 04 .

z ) em um ponto do espa¸o c se relaciona com o campo el´trico E (x. O potencial V ( x. vamos obter aproximadamente. ´ sempre perpendicular a ela ( Prove ! ).1. y. ´ definido como a for¸a e c e c por unidade de carga positiva naquele ponto. a a c II .Introdu¸˜o ca O campo el´trico[7]. z). em cada ponto ıcie e e de uma superf´ equipotencial. em cada ponto. ∆l m´x. ıcie e Desta forma as equipotenciais s˜o sempre perpendiculares `s linhas de for¸a. O trabalho realizado para deslocar uma carga de prova sobre uma superf´ equipotencial ´ nulo. entre dois pontos e ∆l ´ a distˆncia entre eles. Q (6) O vetor campo el´trico ´ tangente. ou seja.d. num ponto ( P ) do espa¸o a partir da e c equa¸˜o: ca ∆V E = −( (8) ) a .p. o vetor campo el´trico. Objetivos • Tra¸ar as equipotenciais de um campo el´trico.Parte III Campo el´trico e I . A equa¸˜o de defini¸˜o ´: ca ca e E= F . ca Por limita¸˜es experimentais. y. e e a Em um campo el´trico. em uma cuba elec e trol´ ıtica. onde ∆V ´ a d. Uma linha sobre tal superf´ ´ uma linha ıcie ıcie e equipotencial. (7) Isto quer dizer que o campo el´trico aponta na dire¸˜o de m´xima vae ca a ria¸˜o do potencial e no sentido em que V diminui. Podemos tamb´m descrever as propriedades de um campo el´trico atrav´s e e e do conceito de potencial[14]. em um ponto do espa¸o. `s linhas de for¸a e e e a c tem o sentido das mesmas. atrav´s da equa¸˜o e e ca E = −∇V. a intenco sidade do vetor campo el´trico. ´ conhecida como e uma superf´ equipotencial. uma superf´ e ıcie selecionada de tal forma que todos os pontos sobre ela tenham o mesmo potencial. 12 .Parte experimental II.

jacar´s. fita e crepe. devido a e o ca algumas distribui¸˜es de cargas el´tricas.2. co e • Analisar o potencial e campo no interior de um anel met´lico. em m´dulo. a II. dire¸˜o e sentido. II. isolado. papel milimetrado.Delimite na folha de papel milimetrado uma superf´ ( 15 x 15 cm) ıcie 13 . pontas de prova. volt´ a a ımetro.Figura 4: Determina¸˜o de superf´ ca ıcies equipotenciais com dois polos de sinais diferentes. • Determinar o campo el´trico. Procedimento 01 . anel met´lico. Material utilizado Fonte de tens˜o alternada(AC). placas a met´licas. cuba de vidro. fios. ´gua de torneira ( solu¸˜o eletrol´ a ca ıtica ) e suportes.3.

em torno dos pontos considerados.Repita o procedimento anterior para outros potenciais diferentes.Com a ponta de prova ( + ) do volt´ ımetro ( na vertical ) na fun¸˜o ca (AC). tal como na superf´ da cuba. Coloque ´gua na cuba. em torno dos pontos C. espa¸adas de um cent´ c ımetro. a dire¸˜o do campo e tamb´m a c ca e determinar. Para esta situa¸˜o registre a posi¸˜o das pontas ca ca a de prova.Una os pontos de mesmo potencial para obter as linhas equipotenciais. aproximadamente. 06 . Transfira para o papel milimetrado. de modo que as a pontas met´licas fiquem ligeiramente mergulhadas.Monte o esquema abaixo. a 03 .Com as duas pontas de prova. procurando mapear a superf´ inteira. ıcie 02 . fa¸a c o sobre cada circunferˆncia. 14 . D uma varredura de 360 e e E e determine (∆Vm´x ). ıcie 05 . 04 . e enumere as linhas e colunas. o seu valor.Figura 5: Determina¸˜o de superf´ ca ıcies equipotenciais entre duas placas paralelas. depois. determine pelo menos 07 pontos de mesmo potencial. Isto lhe permitir´ tra¸ar.

c˜ em cada caso ? Trace tamb´m algumas linhas de for¸a para cada confie c gura¸˜o de campo.Obtenha uma nova configura¸˜o introduzindo entre as placas. ca 03 . 04 . o ca e referente ao item 07 ? 05 .Quest˜es o 01 . Obtenha as equia potenciais do campo el´trico.Trace o vetor campo el´trico (E) em cada ponto considerado ( C. quando este ´ introıcie e duzido entre as placas. e D e E ). Me¸a a distˆncia entre as placas e anote.Qual o m´dulo. a ıcie 09 . em torno destes e o e pontos.As linhas equipotenciais obtidas possuem a configura¸ao esperada.07 .Explique o que acontece na superf´ do anel. 15 . no interior do anel ? O que e vocˆ conclui sobre o campo ? Justifique. um ca anel met´lico no centro da superf´ ( 15 x 15 cm ). e c a 08 . e 06 . e III .Determine tamb´m o m´dulo do campo el´trico. na configura¸˜o inicial. dire¸˜o e sentido do campo el´trico entre as placas.Substitua as pontas pelas placas met´licas Fig. ca 02 .(5).O que vocˆ verificou sobre o potencial.Determine o potencial el´trico em 05 pontos no interior do anel.

V ( volts ) V1 V2 Figura 6: Resistor linear i(A) 6 I2 I1 . de uma forma indireta[7].Introdu¸˜o ca Sabemos que todos os corpos oferecem normalmente. e ca e e Podemos determinar. ) entre os seus extremos e e c ( i ) a intensidade da corrente que o atravessa. a resistˆncia de um cone dutor atrav´s da equa¸˜o : e ca V (9) R = i onde ( V ) ´ a diferen¸a de potencial ( d. maior ou menor dificuldade ` passagem da corrente el´trica. A caracter´ a e ıstica de um condutor que ´ relevante nesta situa¸˜o ´ a resistˆncia ( R ).p.d. A e 16 .V ( volts ) V1 V2 Figura 7: Resistor n˜o linear a Elemento resistivo linear ou ohmico. Curvas caracter´ ısticas : i(A) 6 I2 I1 .Parte IV Elementos resistivos lineares e n˜o a lineares I . ´ aquele para o qual a raz˜o entre ˆ e a a ddp aplicada e a intensidade de corrente que o atravessa ´ constante.

.] (10) onde. de um modo e geral. R representa a resistˆncia ` temperatura T e Ro a resistˆncia ` tempee a e a ratura To . alarmes contra incˆndio. 7]. Os resistores NTC e PTC. ambos chamados de termistores s˜o muia tos utilizados como limitadores de corrente em diversas aplica¸˜es pr´ticas co a como. ilumina¸˜o. Como o pr´prio nome o indica. a n˜o linearidade da curva caracter´ a ıstica. Eles ser˜o positivos quando um aumento de temperatura proe a ´ vocar um aumento na resistˆncia ( PTC ). frente a varia¸˜es de e a co temperatura. γ. Dentre os elementos n˜o lineares[8]. a resistˆncia do elemento VDR. e b) Resistores VDR Certas substˆncias apresentam a propriedade de oferecer resistˆncia vari´vel a e a frente `s diferentes tens˜es que lhes s˜o aplicadas. a e a Estes coeficientes ser˜o negativos quando um aumento de temperatura dia minue a resistˆncia – ´ o caso do carbono.o que implica em varia¸˜o da resistˆncia do elemento. a a Elemento resistivo n˜o linear ´ aquele para o qual a raz˜o entre a ddp a e a aplicada e a intensidade da corrente que o atravessa n˜o ´ ccnstante. A rela¸˜o entre a resistˆncia ( R ) e a temperatura ( T ) ´ ca e e expressa atrav´s da equa¸˜o: e ca R = Ro [ 1 + α ( T − To ) + β ( T − To )2 + γ ( T − To )3 + . E o caso dos metais. Um desses materiais ´ o a o a e carbeto de sil´ ıcio..Fig. β. consideremos: a a) Resistores PTC e NTC Certos resistores apresentam resistˆncia vari´vel..sua curva caracter´ ıstica ´ linear . por exemplo.. retificadores de cristal. Em cada ponto ca e define-se ent˜o uma resistˆncia aparente que ´ a raz˜o entre a abcissa e a a e e a ordenada correspondente a um ponto da curva caracter´ ıstica ( i x V ). pode depender de fatores tais como: temperatura[9. tens˜o nos ca a terminais do elemento. e A Eletrˆnica Moderna depende fundamentalmente do fato de haver muio tos condutores.Fig.(6). Neste caso o resistor ´ chamado e e e de resistor NTC. depende da voltagem a que ele est´ e a 17 . ( 7 ) a e . etc. cujo comportamento permite a confec¸˜o de um compoca nente amplamente utilizado em eletrˆnica. Esse componente ´ denominado o e VDR ( Voltage Dependent Resistor ) ou varistor. e do filamento de um fio met´lico ( tungstˆnio ) de uma lˆmpada. Este comportamento. Isto a e significa que a curva caracter´ ıstica desses elementos n˜o ´ uma reta . como v´lvulas. α.s˜o coeficientes cujos valores dependem da temperatura a de referˆncia. termistores e transisa tores que n˜o s˜o lineares .

lˆmpada 12 V. sistema com NTC. a substˆncia a absorve e isto ocasiona o aumento do n´mero de a u el´trons livres e o CdS torna-se condutor el´trico. termˆmetro. sendo α < 0. Cessada a incidˆncia de e e e luz. • Analisar a dependˆncia da varia¸˜o da resistˆncia com a temperatura e ca e e ilumina¸˜o para resistores de tungstˆnio. a II . resistor de porcelana. expresso em “lux”. e sistema com o LDR. quando h´ incidˆncia de luz. A propriedade foto condutora do CdS.2. mult´ a ımetros. ´ ca o e conhecido como LDR ( Light Dependent Resistor ) ou foto resistor. Os LDR s˜o amplamente utilizados em v´rios circuitos e aplica¸˜es que a a co envolvem fenˆmenos luminosos. s˜o utilizados para ligar auo a tomaticamente as lˆmpadas a vapor de merc´rio usadas na ilumina¸˜o da a u ca ruas ao anoitecer. Esse componente. cabos e jacar´s.1. e o (11) 18 .sujeito. Entretanto. c) C´lula foto resistiva LDR[8] e O sulfeto de c´dmio ( CdS ) quando convenientemente preparado. ca e II. Objetivos • Distinguir elementos resistivos lineares e n˜o lineares .Parte experimental II. Por exemplo. A rela¸˜o entre a resistˆncia el´trica e a intensidade da luz incidente no ca e e LDR. pode ser expressa por : R = Ro Lα onde : R ⇒ representa a resistˆncia em ohms (Ω ). Material utilizado Fonte de tens˜o. a resistˆncia ´ elevada e o material comporta-se como co e e isolante. e Nessas condi¸˜es. tem a na ausˆncia de luz. NTC. pouqu´ e ıssimos el´trons livres na sua estrutura cristalina. e L ⇒ o fluxo luminoso sobre a ´rea do LDR. ´ aproveitada para a confec¸˜o e ca de um componente de larga utiliza¸˜o em eletrˆnica. tais el´trons retornam ao estado inicial e a substˆncia volta a se come a portar como um isolante. a LDR. a Ro e α ⇒ s˜o constantes. mesmo de pequena ina e tensidade. atrav´s da dea e termina¸˜o experimental de suas curvas carcter´ ca ısticas. NTC e LDR.

Zere a fonte. c e 2. no m´ximo. Susbstitua o resistor de porcelana pela lˆmpada. Construa uma tabela i x V. 3.Resistor de porcelana 1. at´ 20 V.0 em 2. e o Lance estes valores numa tabela R x T.Resistor NTC.: N˜o a o C. c . 6. 5. anotando a corrente a ıda e respectiva.(8).A 6 R 6 VR Figura 8: Circuito resistivo II. varie a tens˜o em a a intervalos de 1.Filamento met´lico da lˆmpada. a a 4. deixe a temperatura ultrapassar 70 a o 19 .0 V at´ . (Obs. no termˆmetro. Anote os resultados em outra e a tabela i x V. Cuidado ! Antes de ligar a fonte observe atentamente as escalas do amper´ ımetro e volt´ ımetro.3. pelo menos 10 medidas. assim como a polaridade. terminada a tomada de dados zere a fonte. Me¸a a resistˆncia do resistor de porcelana. b . Coloque o termˆmetro no sistema onde est´ instalado o NTC. Varie a tens˜o de sa´ de 2. realizando. 10 V. Procedimento a . para n˜o danificar o termˆmetro ). a intervalos de 2o C. Me¸a e c tamb´m a temperatura inicial ( temperatura ambiente ). Anote os valores da resistˆncia do a e NTC.0 V. Ligue o aquecedor ` tomada ( CA ). 7. Monte o circuito esquematizado na Fig. Ligue o a as extremidades do NTC ao ohm´ ımetro e anote o valor da resistˆncia. Obs.

5 cm. a aproximadamente. Ap´s a tomada de dados.0 V.0 cm do LDR. o 20 . anote os valores a a da resistˆncia e a distˆncia numa tabela R x d. zere a fonte e desligue-a. a intervalos de 0.Ohm´ ımetro 6 6 Termˆmetro o ← NTC Aquecedor → Bloco de Alum´ ınio 110 V (AC) Figura 9: Sistema para observar a varia¸˜o do resistor NTC em fun¸˜o da ca ca temperatura LDR ↓ ↓ Ohm´ ımetro Figura 10: Foto resistor LDR ↑ ↑ Fonte CC 8. V´ afastando a lˆmpada e. o d . 3. desligue o aquecedor da rede. a resistˆncia do LDR.Foto resistor LDR 9. a Leia inicialmente. e 11. Ligue a fonte e introduza uma tens˜o de aproximadamente 3. 10.(10). mantendo a lˆmpada a. Monte o circuito esquematizado na Fig. e a 12. Ap´s a tomada de dados.

(11). ´ verificada.5 V e V = 9. A partir do gr´fico e levando em conta que a intensidade luminosa a de uma fonte puntiforme varia com o inverso do quadrado da distˆncia.5 V.Quest˜es o 1. construa o gr´fico R x 1/d2 . mostre que a Eq. calcule a resistˆncia aparente do filamento de a e tungstˆnio para V = 3. Em papel di-log. isto a 2 = K. determine o valor eo a de R. Qual dos resistores ´ ˆhmico ? A partir do gr´fico. Em papel milimetrado construa os gr´ficos i x V para o resistor de a porcelana e lˆmpada. Ld e e Determine a constante α para o LDR utilizado. para o resistor NTC. a 6.III . Compare com o valor medido e ache o desvio percentual. 21 . 3. a 2. ´. a menos de uma constante. O que vocˆ conclui ? e e 4. Construa o gr´fico R x t. O que vocˆ conclui ? a e 5. Utilizando o gr´fico.

Parte V Associa¸˜o de resistores ca I . de acordo e com a necessidade i - R1 R2 R3 Figura 11: Associa¸˜o em s´rie de resistores. cada resistor ´ percorrido pela mesma ca e e corrente e.28]. ca Podem ser associados em s´rie Fig. na associa¸˜o em s´rie.(11) ou em paralelo Fig. colocada em um ca e circuito. ´ constante. A resistˆncia total ou ca e e equivalente de uma associa¸˜o de resistores ´ aquela que. a tens˜o varia para cada ca a a ca e a resistor e.Introdu¸˜o ca Resistores s˜o componentes usados na eletrˆnica e de vast´ a o ıssima aplica¸˜o. menor ser´ a e e a intensidade da corrente que atravessa o resistor. na associa¸˜o em paralelo. a corrente em cada resistor varia e ca depende do valor da resistˆncia. ´ a resistˆncia que submetida ca e e a ` mesma diferen¸a de potencial ( V ) ´ percorrida pela mesma corrente i c e Fig.(12). Quanto maior a resistˆncia. na associa¸˜o em paralelo. Cap. Em rela¸˜o ` tens˜o. ca e i 6 R1 R2 R3 Figura 12: Associa¸˜o em paralelo de resistores ca Na associa¸˜o em s´rie[6. substitui a associa¸˜o. 22 . ou seja.(13).

´leo. etc. Chegar´. a 23 . Req R1 R2 R3 (13) (12) Um resistor converte energia el´trica em energia t´rmica ( calor ) . e a ´gua. e costumam dar a este valor o nome de dissipa¸˜o ca ( m´xima ). sem se destruir. aplicada a um resistor. sendo esta uma das aplica¸˜es principais dos o co resistores. obviamente. ) e o aquece. e o e A energia dissipada pelo resistor ´ transferida ao meio ambiente ( ar. um e a ponto em que a temperatura ser´ t˜o alta que destruir´ o resistor. com e e uma eficiˆncia de 100 % .i 6 Req Figura 13: Resistor sob uma diferen¸a de potencial. Por a a a isto os fabricantes especificam a m´xima potˆncia que um resistor pode a e suportar. Associa¸ao em paralelo: c˜ 1 1 1 1 = + + . (16) (15) (14) Quanto maior a voltagem ou a corrente. A este fenˆmeno ´ dado o nome de Efeito Joule. a Eq(14) pode ser escrita assim: P = V2 R ou P = R i2 . A potˆncia dissipada por um resistor ´ dada por: e e P = V i. maior a potˆncia dissipada e maior o seu aquecimento. ce podemos demonstrar que: Associa¸ao em s´rie: c˜ e Req = R1 + R2 + R3 . c Usando a Lei de Ohm. e as caracter´ ısticas de cada uma destas associa¸˜s. e a energia ( igual ` potˆncia vezes o tempo ) ´: a e e W = V i (∆ t) Aplicando-se a Lei de Ohm.

ca 1/8 Watt at´ v´rios Megawatts para aquecimento dom´stico ou industrial.Escolha trˆs resistores e os associe em paralelo.Ligue a fonte de tens˜o e regule-a para 20 V. pontas de prova. fonte de tens˜o. e a e Nesta unidade vocˆ trabalhar´ com resistores de potˆncias diferentes e e a e precisa estar atento para que os mesmos n˜o sejam danificados. resistores de cerˆmica. a resistˆncia equivalente e as potˆncias nominais. n˜o depende do valor ˆhmico do resistor e ´ determie a o e nado apenas pelo seu tamanho ( quanto maior a sua ´rea.Fa¸a a leitura das quedas de tens˜o.Associa¸ao em paralelo: c˜ 01 . e e e 04 .Objetivos • Dimensionar um circuito. • Estudar as caracter´ ısticas de circuitos em s´rie e paralelo. ´ claro. Anote na Tabela(4) os e valores das resistˆncias. 02 . a II .Parte experimental II. de forma c a que. 24 . no que se e refere ` tens˜o.Material utilizado Mult´ ımetro. 05 .Fa¸a o dimensionamento para uma tens˜o na fonte de 20 V. corrente e potˆncia.Este valor. mais facilmente a ele transfere seu calor ao meio ambiente) e pelos materiais de que ´ feito.Monte o circuito da Fig(14). 03 .3 . a 06 . Complete a tabela.1. a a jacar´s e placas de bornes.2.Procedimento a . aproximadamente. c a 07 . Anote na Tabela (4). a a e II.Me¸a o valor dos resistores fornecidos e anote as potˆncias nominais c e correspondentes. e II. Pnominal > Pdissipada . e Fabricam-se resistores com dissipa¸˜o desde a ordem de.Com o amper´ ımetro me¸a a corrente total e a corrente em cada c resistor.

Complete a tabela. o amper´ ımetro ( em s´rie !.Escolha trˆs dos resistores fornecidos para associar em s´rie. = Potˆncia ( W ) e Nominal Dissipada Tens˜o a V ( volts ) Corrente i ( mA ) 08 .Associa¸ao em s´rie: c˜ e 09 . b .Zere a fonte e desligue.Ligue a fonte de tens˜o e regule-a para 20 V. fa¸a a leitura das quedas c de tens˜o e anote os valores na Tabela(5). Anote na Tabela(5) os valores das resistˆncias e a e e potˆncia nominal fornecida pelo fabricante.i 6 R1 R2 R3 Figura 14: Associa¸˜o em paralelo de resistores ca Tabela 4: Associa¸˜o em paralelo.. na faixa mais adequada.Introduza. associe-os em s´rie e me¸a a ree c sistˆncia equivalente. fa¸a o dimensionamento. para e medir a corrente. supondo que vocˆ ir´ utilizar e e a uma tens˜o de 20 V. ) no circuito.Uma vez escolhidos os resistores. agora. a 13 . a 10 . ca Resistˆncia e experimental ( Ω) R1 = R2 = R3 = Req. 25 .Monte o circuito abaixo da Fig(15). exe e clu´ ındo os que usou na associa¸˜o paralelo e. Calca c cule a potˆncia dissipada em cada resistor. a 14 .Com o volt´ ımetro. e 11 . 12 ..

Para a associa¸˜o em s´rie obtenha o valor te´rico da corrente. no que se refere ` resistˆncia equivalente. 06 . idem para a associa¸˜o em s´rie. 26 . em rela¸˜o ca ca a ` corrente total. a b) A intensidade da corrente em cada resistor. a ca e 03 .Nos circuitos utilizados. R3 = 30 Ω . tens˜o a e a e corrente. quais as caracter´ a ısticas de uma associa¸˜o ca em paralelo de resistores. III . 04 .Pela an´lise da Tabela(4). comca e o pare com o valor medido e ache o desvio percentual.Para a associa¸˜o em paralelo. 02 . ca e Tabela 5: Associa¸˜o em s´rie.Quest˜es o 01 .Pela an´lise da Tabela(5). R4 = 40 Ω.i - R1 R2 R3 Figura 15: Associa¸˜o em s´rie de resistores. Calcule : a) A tens˜o em cada resistor. ca e Resistˆncia e experimental ( Ω) R1 = R2 = R3 = Req. = Potˆncia ( W ) e Nominal Dissipada Tens˜o a V ( volts ) Corrente i ( mA ) 15 . R2 = 20 Ω. 05 .Zere a fonte e desligue.Considere a associa¸˜o de resistores: ca R1 = 10 Ω. V = 100 volts. em s´rie e paralelo. proceda da mesma forma. verifique a conserva¸˜o e ca da energia. R5 = 50 Ω.

ca c) A potˆncia total. e 27 .i R1 R2 R3 R4 R5 Figura 16: Associa¸˜o mista de resistores.

ou i2 + i3 = i1 + i4 .29]. e a oe Aplicando este princ´ ıpio ao n´ A da Fig.23]: a • Princ´ ıpio das correntes.Parte VI Princ´ ıpios de Kirchhoff I . • Princ´ ıpio das tens˜es.(17). Nos circuitos em rede. c˜ e O princ´ ıpio das correntes estabelece o seguinte: A soma alg´brica das correntes instantˆneas em um n´ ´ nula.[14.Introdu¸˜o ca Usualmente os circuitos el´tricos apresentam o aspecto de verdadeiras e redes Fig. os e princ´ ıpios da conserva¸ao da energia e da carga el´trica. Verifique quantas malhas.(17). que s˜o dois[12]. cada ramo ´ percorrido por uma corrente. Para e determinarmos estas correntes usamos os princ´ ıpios ou Leis de Kirchhoff. e Cap. podemos escrever: o i2 + i3 − i1 − i4 = 0. O trecho do circuito compreendido entre dois o c˜ n´s consecutivos constitui um ramo. n´s e ramos o o temos no circuito da Fig. Cada circuito poligonal fechado ´ chamado de malha[7. (17) 28 . Cada ponto de interse¸˜o dos lados das malhas de uma rede recebe ca o nome de n´ ou jun¸ao.(17). o Estes princ´ ıpios traduzem para a linguagem dos circuitos el´tricos. e • ←− ↑i1 • ←− A R •B ↑ε ◦ i4 R i2 R C D ←− i3 Figura 17: Esquema com trˆs malhas. Cap.

m. A f. de uma fonte. atravessamos uma fonte no sentido da for¸a eletromotriz ( do polo negativo para o polo positivo ) h´ uma c a eleva¸˜o de potencial ( ε > 0 ). V = ε.m de um gerador ou fonte de energia el´trica.e. a ca • Determinar experimentalmente a f.d.m. ( V ) entre os terminais de uma fonte s˜o duas a grandezas homogˆneas.m.) da fonte.e. 29 . Em sentido a contr´rio ` corrente h´ uma eleva¸˜o de potencial ( iR> 0 ). Quantitativamente ´ definida por e ε= dW . e o a e Aplicando este princ´ ıpio ` malha A B C D A da Fig. Quando a fonte ´ de boa qualidade. ao percorrer a malha. Em circuito aberto ( i = 0 ).e. Objetivos • Aplicar as leis de Kirchhoff ` resolu¸˜o de circuitos em rede. e e e r ´ desprez´ e ıvel. a a a ca II – Parte experimental II.(18) usamos as seguintes conven¸˜es. atravessamos um resistor no mesmo sentido da corrente h´ uma queda de potencial ( iR< 0 ). podemos a escrever: i2 R − ε − i3 (2R) = 0. relacionadas atrav´s da equa¸˜o e e ca V = ε − ri. ( ε ) e a d. Em sentido contr´rio h´ uma diminui¸˜o de ca a a ca potencial ( ε < 0 ). (20) onde ( r ) ´ a resistˆncia interna da fonte. est´ ligada ` capae a a cidade que ele tem de levar cargas positivas do polo negativo para o polo positivo. e c A f.(17). Ao estabelecer a Eq.O princ´ ıpio das tens˜es enuncia-se assim: o A soma alg´brica das tens˜es instantˆneas em uma malha ´ nula. 2a – Quando. (18) onde ε ´ a for¸a eletromotriz ( f.1. ao percorrer a malha.e.p. dq (19) onde ( dW ) ´ o trabalho realizado sobre uma carga ( dq ) que atravessa o e gerador. baseadas na co conserva¸˜o da energia: ca 1a – Quando. e podemos considerar ε ≃ V .

jacar´s e e placas de bornes.m. resistores. II.e. sendo εB a f. cabos. 30 .II. considerando εA > εB . mult´ a ımetro.2. pontas de prova. Anote e os valores na Tabela(6). 2. Figura 19: Montagem do sistema na placa de bornes. Monte o circuito abaixo. Material utilizado Fontes de tens˜o. desconhecida.3. Procedimento 1. ◦−→ εB A ↓ E • ↑ ◦ ←− i1 εA −→ B R2 ←− i3 R3 i2 • D R1 F R4 C Figura 18: Circuito de duas malhas. Entre os resistores fornecidos selecione 4 de maior resistˆncia.

a 7. 2. a Tabela 6: Sistema com duas malhas Resistˆncia e experimental. 6. 4. 6. Usando os valores das correntes. Com o volt´ ımetro. ( Ω) R1 = R2 = R3 = R4 = Corrente ( mA ) Tens˜o a (V) Potˆncia dise sipada ( W ) 5. encontre o valor desconhecido ( εB ) para a fonte. Aplique o princ´ ıpio das tens˜es ( lei das malhas ) ` malha ABCDA e. Para o circuito da Fig. atrav´s da tabela. ε1 = 3.VD . Ligue a outra fonte (εB ). 0 V ε2 = 1. a 4. 0 Ω R2 = 2. 0 Ω R3 = 4. no m´ximo. fa¸a tamb´m a leitura das c e quedas de tens˜o em cada resistor. Zere a fonte e desligue-a. at´ D. 3. Obtenha VB .3. III – Quest˜es o 1. 0 Ω 31 . encontre os valores das correntes em cada ramo. Compare com o valor obtido. Compare com os valores medidos e ache o desvio percentual. e 7. 0 V R1 = 5. Anote na Tabela (6).(20). partindo de B e somando algebricamente as varia¸˜es de potencial. Ligue a fonte de tens˜o (εA ) e regule-a para 20 V. co e 5. e calcule o desvio e percentual. Usando as leis de Kirchhoff e os valores de εA e εB . Calcule a potˆncia dissipada em cada resistor . na faixa mais adequada. Com o amper´ ımetro me¸a as correntes em cada ramo e anote na c Tabela(6).Tabela(6). item 2. o a usando os valores medidos.

b) Calcule a potˆncia dissipada. por efeito Joule. e 32 . em cada resistor.A R1 E • R2 R3 B ↑ ε2 ◦ ↑ ε1 ◦ D • F C Figura 20: Associa¸˜o de duas malhas. ca a) Arbitre um sentido para corrente em cada ramo e calcule os seus valores.

no e ´ c˜ valor da resistˆncia ? e ´ E isto que vamos investigar. e o • Surge ent˜o uma quest˜o: a a Qual a influˆncia do comprimento e da area da se¸ao reta do fio. mult´ ımetro. Vamos considerar. A (21) 33 . jacar´s. ou seja. de mesmo material. Objetivos • Analisar a dependˆncia da resistˆncia de um fio condutor.Parte VII Resistividade de um fio de n´ ıquel–cromo e Ponte de fio de n´ ıquel–cromo 1a Parte: Resistividade I. Procedimento L . de acordo com a equa¸˜o: ca ca R = ρ onde ρ ´ a resistividade do fio. agora. a resistˆncia tem um ca eo e valor constante. Introdu¸˜o ca Vimos que a resistˆncia de um condutor pode ser obtida atrav´s da e e equa¸˜o ( R = V / i ) e que. e II. se o condutor ´ ˆhmico. II. verificaremos que a resistˆncia[3. a ca • Calcular a resistividade de um fio de n´ ıquel-cromo. e II. 7] de um fio condutor varia com o comprimento ( L ) e a ´rea e a ( A ) de sua se¸˜o reta. nesta unidade.3. o por´m com dimens˜es diferentes. cabos. fios condutores ˆhmicos. Parte experimental II. com o come e primento e ´rea da se¸˜o reta.2.1. Material utilizado Fios de n´ ıquel-cromo.

Anote. e ´ c˜ 3. a cada ca e c 10 ou 20 cm. 2a Parte : Ponte de Wheatstone I. aparecer´ a a uma tens˜o entre os outros pontos C e D. Quest˜es o 1.d. me¸a a resistˆncia correspondente a um comprimento fixo do fio. e Isto ocorre se 34 . e se aplicarmos uma tens˜o entre os pontos A e B. e ca A propriedade mais importante que um circuito em ponte apresenta ´ que. Com o mult´ ımetro. sendo que um dos mais interessantes ´ o circuito em Ponte. Com base. o que vocˆ pode concluir ? a e 3. ρnominal = . j´ previamente calculado. nestes gr´ficos. na fun¸˜o resistˆncia e menor escala. empregando um processo de compara¸˜o. e b) Resistˆncia x area da se¸ao reta. a corrente entre C e D seja nula tamb´m. consequentemente. por exemplo. me¸a. O que representam ? e a 4. 2.p. A = . a resistˆncia do fio. 11] Fig. Pegue cada um dos outros 05 fios distribu´ ıdos e. entre C e e a D seja nula e. obtidas ılio atrav´s dos gr´ficos ( R x L) e ( R x 1/A). a Para que a ponte esteja em equil´ ıbrio ´ necess´rio que a d. Anote a ´rea da se¸˜o reta e o valor te´rico da resistividade do fio de a ca o n´ ıquel-cromo fornecido.a) Resistˆncia x comprimento[14] e 1. Lance os dados numa tabela. III. para cada um deles. a 2. Com aux´ da Eq. Compare os valores obtidos em ( 3 ) com o ρnominal e ache os respectivos desvios percentuais. Construa os gr´ficos R x L e R x 1/A.(21) determine as resistividades dos fios. a e A ponte de Wheatstone[3. c e tamb´m o valor da ´rea. Construa uma tabela e a a ( R x A ). Introdu¸˜o ca Os mais complexos aparelhos eletrˆnicos s˜o constitu´ o a ıdos por circuitos b´sicos.(21) ´ um instrumento destinado a e medir valores de resistˆncias.

R1 (23) Na pr´tica da Ponte de Wheatstone.(22). e e Rp • • D Rx • G X A • ? L–X 6 C B • Suporte de madeira com o fio de n´ ıquel–cromo.R3 C • R4 A • G • B R1 • D R2 Figura 21: Ponte de Wheatstone R1 R3 = . ou seja: e e R4 = R3 ( R2 ). onde os resistores R1 e R2 s˜o substitu´ a ıdos pelo fio de n´ ıquel-cromo. Figura 22: Determina¸˜o de resistores com a Ponte de Wheatstone ca 35 . R2 R4 (22) Supondo que R4 ´ desconhecida. conhee e cendo o valor das outras trˆs resistˆncias. vocˆ pode achar o seu valor. vocˆ utilizar´ uma variante. a Ponte a e a de Fio conforme Fig. que vocˆ utilizou na experiˆncia anterior.

Parte experimental II. tomando o resistor padr˜o ( Rp ) e um c a dos outros resistores como ( Rx ). Anote os valores na Tabela(7). Com o mult´ ımetro me¸a o valor dos resistores. como e e o um cursor. mult´ a e ımetro. jacar´s. II. e RCA . 2. Mantenha o bot˜o tens˜o de sa´ no a a ıda m´ ınimo ( ≃ zero ). Procedimento 1. fio de n´ a o ıquelcromo.(21). agora. vagarosamente.3. Observe a tendˆncia c e do ponteiro do galvanˆmetro. e estacione o cursor na posi¸˜o onde aquele o ca indicar zero. Escolha um deles c como resistor padr˜o ( de preferˆncia um valor intermedi´rio. ao fio de comprimento ( L ). Fa¸a o cursor deslizar. o valor do resistor desconhecido ( Rx ). L−x . Ao corrermos o cursor sobre o fio haver´ um a ponto em que se obt´m a condi¸˜o de equil´ e ca ıbrio da ponte.1.Para ler a corrente entre C e D coloca-se um galvanˆmetro. a Eq.2. Uma das pontas ´ fixa em D e a outra C ´ m´vel. galvanˆmetro de zero central. atrav´s da ponte de fio.(22). em fun¸˜o do resistor a ca padr˜o ( Rp ) ser´: a a RCB . e e ca e II. e Usando. Ent˜o. x (25) 36 .resistˆncia do fio entre C e A . resistores . Fa¸a a montagem da Fig. Material utilizado • Fonte de tens˜o. devemos ter: Rx = Rp Rx = Rp II.resistˆncia do fio entre C e B . entre o maior a e a e o menor). 3. (24) RCA onde RCB . cabos de conex˜o. ´rea de se¸˜o a ca transversal ( A ) e resistividade ( ρ ). Objetivos • Medir resistˆncias pelo m´todo da compara¸˜o. ao longo do fio. entre A e B. de zero o central. entre eles.

Quest˜es o 1. Compare com os valores experimentais e ache o desvio percentual. Anote na Tabela(7). 3. Me¸a ( x ) e anote na Tabela(7). Calcule Rx . c 5. para todos os resistores utilizados. III.(25). Demonstre as Eq. Substitua Rx por cada um dos resistores a serem utilizados e repita os procedimentos ( 3 ) e ( 4 ).(22) e Eq. 2.Tabela 7: Determina¸˜o do valor de resistores com a Ponte de Wheatstone ca R (Valor experimental) ( Ω ) X ( cm ) L–X ( cm ) Rx ( Valor calculado ) ( Ω ) Rp = L= 4. 37 .

Parte VIII Circuito RC I . da Fig. durante a a e carga e descarga do capacitor. o capacitor est´ completamente care a 38 R • • b C . gerar ou sintonizar oscila¸˜es co eletromagn´ticas. 14]. produzir campos el´tricos intensos.. c at´ atingir valor zero. se quisermos acompanhar o processo de carga e descarga de um capacitor.. em s´rie com um resistor e ( circuito RC )[7. ` medida a que o capacitor come¸a a se carregar. s˜o utilizados para reduzir flutua¸˜es de a co voltagem. inicialmente.(23). tem valor i = i0 = ε / R. em um circuito. a • s ↑ ε ◦ • Figura 23: Circuito RC onde ( ε ) ´ a f. se estabelece uma corrente que.m. A maneira mais pr´tica de carregar um capacitor e a ´ ligar suas placas aos polos de uma fonte. e a No circuito RC a corrente ( i ) no resistor n˜o ´ constante. A Fig. ( R ) ´ a resistˆncia do resistor e (C = q/V ) e e e ´ a capacitˆncia do capacitor. onde. a corrente no resistor vai diminuindo. Processo de carga do capacitor Ligando a chave ( s ) ao terminal ( a ). Neste instante. transmitir sinais por meio de pulsos. Ele se carrega instantaneamente.(23) nos mostra o esquema simples de um circuito RC. june ca o tamente com outros dispositivos.Introdu¸˜o ca Os capacitores s˜o dispositivos capazes de armazenar grandes quantia dades de carga el´trica e. etc. No entanto. da fonte. portanto. e No entanto. no e e espa¸o entre suas placas.e. c Os capacitores tˆm larga aplica¸˜o em circuitos eletrˆnicos. podemos introduzi-lo.

Aplicando a lei das malhas. quando o capacitor estiver completamente a descarregado a corrente vai a zero.d. a corrente no resistor.p. C ( Por quˆ ? ) e (29) Substituindo i = dq / dt e resolvendo a equa¸˜o diferencial. ao circuito esquematizado.(26) e resolvendo a equa¸˜o diferencial.Parte experimental II. i = − i0 e− RC . t t (27) (28) onde i0 = ε R ( Corrente inicial. nos terminais do resistor ) ( d.Objetivos • Estudar a corrente ( i ). passa a diminuir.1 . o capacitor come¸a a c se descarregar e.p. em circuito RC. Durante o processo de descarga devemos ter: 0 = iR + q . tens˜o ( VR e VC ) durante a carga e descarga a de um capacitor. possuindo sentido contr´rio. i = i0 e− RC . agora a chave ( s ) ao terminal ( b ). II . no circuito ) ( carga total. C (26) na Eq. 39 t t (30) (31) . q0 = C ε VR = i R VC = q C Processo de descarga do capacitor Ligando.d. nos terminais do capacitor ).regado. no capacitor ) ( d. ca q = q0 ( 1 − e− RC ). obtemos: ε = iR + Substituindo (i = obtemos: dq dt ) q . No instante final. obtemos: ca q = q0 e− RC .

cronˆmetro. Para isto. ajuste a a a escala adequada do amper´ ımetro. 2 .(24). Para esta tens˜o.Anote o valor do capacitor bem como o do resistor. na carga e descarga do a capacitor. a cor40 . 3 .3 . VC x t. 0 1• 2• R • A • 1 • 2 • • 0 • ← ε ◦ C • • Figura 24: Esquema para a montagem experimental do circuito RC Observa¸˜o ca Consulte o professor para a vistoria do circuito Quando vocˆ precisar: e Carregar. mult´ a ımetros ( amper´ ımetro e volt´ ımetro). II. posicione S1 em 0 e S2 em 2. posicione S1 em 0 e S2 em 1.• Analisar os gr´ficos i x t.Material utilizado Fonte de tens˜o. Descarregar. o capacitor. Deixe as chaves S1 e S2 na posi¸˜o 0 ( cenca tral ). II. observando com cuidado a polaridade do capacitor e do amper´ ımetro. chaves unipolares de duas posi¸˜es. resistor . calcule. jacar´s e co o e placa de bornes. capacitor. instantaneamente.2 . teoricamente.Ligue a fonte de tens˜o e regule-a para 20 V.Procedimento 1 .Montar o esquema da Fig. cabos. VR x t. instantaneamente. o capacitor.

VR = . VR = . na carga e descarga do capacitor. VC = . o capacitor. 8 .An´lise da d. as chaves S1 em 1 e S2 em 1. a 1a Parte: – An´lise da corrente. em intervalos de 0. antes. Anote: i0 = . . feche. 2a Parte .A partir da corrente inicial.Leve a chave S1 para a posi¸˜o ( 0 ). vocˆ dever´ registrar o tempo para os e a valores da corrente no circuito. as duas chaves ca e a na posi¸˜o ( 0 ). Deixe o volt´ ımetro ligado aos terminais do resistor.rente inicial.Se achar necess´rio. ap´s ligar simultaneamente o cronˆmetro e a chave S2 na posi¸˜o o o ca ( 0 ). nos terminais do resistor e do capacitor a ( VR e VC ). Assim. 5 . S1 e S2 em 2. Mantenha o mult´ ca ımetro ligado aos terminais do resistor. 4 .i= . durante o processo de descarga do capacitor. ap´s ligar simultao neamente o cronˆmetro e a chave S2 em 0. Deixe o cronˆmetro ligado at´ o capacitor se carregar e anote: o e tcarga = VR = Observa¸˜o: ca . VC = . Deixe o cronˆmetro ligado at´ o o o e capacitor se descarregar e anote: tdescarga = VC = . a 41 . 6 . n˜o esquea co a cendo de descarregar.2 mA ( monte uma tabela ). i = . A seguir. VR = . vocˆ deve registrar o tempo e e a corrente. sucessivamente. sucessivamente. Anote: i0 = .Da mesma forma que anteriormente. repita as opera¸˜es anteriores ( 4 e 5 ). vocˆ ter´.Certifique-se de que o capacitor est´ descarregado. VC = .d. na carga e descarga do capacitor.Ligue. 7 .p.

e procedimentos semelhantes aos anteriores.(30) e Eq(31). VR + VC = 0. o tempo capacitivo RC. ılio atrav´s do gr´fico VC x t.Quantas vezes maior que a constante RC ´ o tempo que devemos e esperar. VR x t e VC x t.Quest˜es o 01 . Vocˆ obter´ assim 4 tabelas ( VR x t e e a VC x t ). as tens˜es no resistor e no capacitor. para que a carga do capacitor atinja o 99 % do valor de equil´ ıbrio ? 04 .Com o esquema montado. 42 . na carga e descarga do a capacitor ? 05 . 07 . VR + VC = ε.(28). na carga do capacitor.Qual o valor e a respectiva unidade da constante capacitiva RC ? 03 . na carga e descarga do capacitor. III . 06 . mostre que. ap´s ter ligado um circuito RC. mostre que.Qual o desvio percentual da corrente inicial ? 02 .Utilizando as Eq.No processo de carga do capacitor e.(27) obtenha. na descarga do capacitor.(27) e Eq.9 .Utilizando as Eq. com aux´ da Eq. registre a cada 5 ou 10 s. durante o a carga e descarga do capacitor. Compare com o valor e a calculado em (2).Construa os gr´ficos i x t.

a ca No caso particular de um fio finito.(33). Fig. a uma distˆncia ( r ) do fio. ´ a permeabilidade magn´tica do v´cuo. ´ dado a e ↑ ↑ i r B ↑ Figura 25: Campo magn´tico a uma distˆncia r de um fio. e cria um campo magn´tico ` sua volta.10−7 wb/A. em decorrˆncia de uma corrente el´trica afetar a agulha e e e imantada de uma b´ssola.m.Parte IX Campo magn´tico e I .Introdu¸˜o ca A eletricidade e o magnetismo desenvolveram-se de forma bastante independente at´ 1820. num ponto sobre a mediatriz do fio.(25).(25). e lados ( a ) e ( b ). em cada e e ponto. com o polegar apontando e a no sentido da corrente. ao percorrer um fio condutor. a uma distˆncia ( r ) do e a mesmo ´: e µ0 i L B = . Usando a lei de Biot-Savart podemos e a mostrar que o campo magn´tico de um fio de comprimento infinito[3]. Fig. `s linhas de indu¸˜o Fig. podemos demonstrar tamb´m que o campo magn´tico e e no centro de uma bobina de N espiras. 2πr (32) onde µ0 = 4 π. quando Oersted(1777-1851) observou uma conex˜o entre e a estas ciˆncias[7].(26). pere corrido por uma corrente ( i ). de comprimento ( L). e a por: B = µ0 i . e o seu sentido ´ dado pela regra da m˜o direita. e e a As linhas de indu¸˜o deste campo s˜o circunferˆncias concˆntricas com o ca a e e fio. O vetor campo magn´tico (B) ´ tangente. o campo mag´tico. u Oersted verificou que uma corrente el´trica. per- 43 . (33) 2 π r (4 r2 + L2 )1/2 Usando a Eq.

e BB – Campo magn´tico da bobina. O campo magn´tico de uma bobina de N e espiras. O valor aproximado[5] da ılio componente horizontal do campo magn´tico terrestre. a agulha magn´tica se u e alinha naturalmente na dire¸˜o do campo magn´tico terrestre. (37) π (a2 + 4 x2 )(b2 + 4 x2 ) a2 + b2 + 4 x2 44 . ca B = 2 N µ0 i (a2 + b2 )1/2 . BT (36) Nesta unidade determinaremos experimentalmente o campo magn´tico e terrestre. varia com a distˆncia ( x ) ao longo do eixo. para a regi˜o de Mae a ring´ ´ 1. Da Fig. 13]. de acordo com a a equa¸˜o: ca 2 N µ0 (a b)(a2 + b2 + 8 x2 ) i √ B = .95x10−5 Tesla. a Investigaremos tamb´m como varia o campo magn´tico de uma bobina e e para pontos sobre o seu eixo.corrida por uma corrente ( i ). a agulha passa a se alinhar na dire¸˜o do campo ca magn´tico resultante (BR ). πab (34) Colocando uma b´ssola no centro desta bobina.(34) e Eq.(36). onde: (35) BT – Campo magn´tico terrestre.(27) temos que: e tan θ = BB . ´ perpendicular ao plano da bobina ( dire¸˜o e ca do eixo ) e tem valor: Norte b ↑i Eixo da bobina → Oeste ↑ BT i↓ Sul Leste BB a ↓ Figura 26: Orienta¸˜o da bobina. conforme a Fig.(27). com o aux´ das Eq. O valor desta componente varia de regi˜o para a e a regi˜o conforme pode ser visto[5. Ao se esca e tabelecer uma corrente. ou seja: e BR = BT + BB .

Monte o circuito com um fio formando uma unica espira no cavalete. amper´ ımetro ( escala 10 A).2 .Material utilizado Fonte de tens˜o. Fig.Parte experimental II.BT ↑ ր BR θ → BB Figura 27: Orienta¸˜o do campo magn´tico resultante. u a • Determinar experimentalmente o valor da componente horizontal do campo magn´tico terrestre.3 . e a a • Determinar o campo magn´tico de uma bobina. b´ssola. 45 .Objetivos • Verificar que o campo magn´tico de uma bobina ´ proporcional ao e e n´mero de espiras e ` corrente.( 37 ) se reduz a: B = 4 N µ0 a2 i √ . dois resistores (≃ 25 Watts e 4 Ω). fio conduu tor. cabos e jacar´s. o resistor. amper´ a ımetro.: Coloque a fonte e o amper´ ımetro em uma das extremidades da mesa e o cavalete na outra. a e Quando a = b.1. e • Verificar a dependˆncia do campo magn´tico de uma bobina com a e e distˆncia ( x ). π (a2 + 4 x2 ) 2 a2 + 4 x2 (38) II .( 28). no eixo da mesma. e e II. ca e onde ( a ) e ( b ) s˜o os lados da bobina e ( i ) ´ a corrente. e a II. r´gua ou trena. cavalete de madeira. a Eq. na regi˜o de Maring´. a • Determinar a permeabilidade magn´tica do v´cuo. ´ a fonte. Obs.Procedimento Parte A 1 .

no m´ximo. na Tabela(8).2 A at´. trocando a posi¸˜o dos terminais na ca fonte. com a dire¸˜o u ca Norte–Sul paralela ao plano da bobina. para 10. afaste a b´ssola. 46 . a e a 5 . 2 .Ligue a fonte de tens˜o.0 cm. Em cada posi¸˜o verifique o respectivo ca desvio da agulha e anote os resultados na Tabela(9). 6 .lados da bobina.0 A.L R A Figura 28: Circuito RL. Observe e.0 A. e a em 2. 9 . o desvio.Acerte novamente a posi¸˜o da b´ssola no centro da bobina. 10 . depois. Verifique a o que acontece com a agulha da b´ssola.Mantendo a corrente constante.Sobre o cavalete posicione a b´ssola no centro da espira. na Tabela(8) os valores de e N. at´ no m´ximo 10 V. Ligue ca u a fonte e estabele¸a uma corrente de 1. Verifique o que acontece.Aumente a tens˜o.Alinhe novamente a b´ssola no centro da bobina e abra totalmente u o limitador de corrente na fonte. Anote tamb´m. e observe.Responda ` quest˜o 1.Ligue a fonte. ao longo do eixo u da bobina. c 12 . o 7 . varie a corrente a intervalos de 0.Mantendo a corrente constante aumente o n´mero de espiras. Parte C 11 . e a intervalos de 5. 3 . fazendo passar corrente pela espira. a e b . logo ap´s desligue a fonte. Anote os desvios angulares (θ) correspondentes.Inverta o sentido da corrente. agora.Zere a fonte e desligue. a a Parte B 8 . primeiu ramente para 5 e. u 4 .

utilizando o valor de BT encontrado no item 4 e a Eq.Quest˜es o 1 .Com base nos itens 3 a 6 do procedimento. ´ 6 .95x10−5 Tesla) e o e a resultado do item 3. o valor aproximado da comılio ponente horizontal do campo magn´tico de Maring´(1.Com o resultado do item 3 e. a ca nesta experiˆncia.Complete a Tabela(9).(34) e Eq. o aux´ das Eq.Cite algumas prov´veis fontes de erro na determina¸˜o de BT e µ0 .(38) para a ultima linha da tabela.Tabela 8: Varia¸˜o do campo magn´tico em fun¸˜o da corrente el´trica.(36). O que vocˆ conclui ? e 7 .Complete a Tabela(8).Trace o gr´fico [tan(θ) x i] e determine o coeficiente angular da reta.Com o aux´ das Eq.(34) e Eq.Trace no mesmo sistema de eixos os gr´ficos ( tan(θ)BT × x) e a (BB (x) × x ).(38) III .(36). a 4 . e 47 . 8 . deılio termine o valor do campo magn´tico terrestre (componente horizontal ) na e regi˜o de Maring´. calcule o valor do µ0 . o que vocˆ conclui sobre e o campo magn´tico criado por uma bobina ? e 2 . 3 . a a 5 . ca e ca e i(A) θ(o ) tan θ N= a= (m) b= (m) Tabela 9: Varia¸˜o do campo magn´tico ao longo do eixo do solen´ide ca e o x(m) θ(o ) tan θ BB =tan(θ)BT BB (x)=Eq.

a auto–indutˆncia. Faraday verificou que.dS. no sistema SI ´ o Henry ( 1H = V. para o capacitor.(39). fundamental na produ¸˜o de uma corrente inca duzida. em seu campo magn´tico. (39) dt onde φB = B. e A descoberta da indu¸˜o eletromagn´tica pode ser considerada como o ca e in´ de uma nova era. da mesma forma que os capacitores e e armazenam energia el´trica.Parte X Indu¸˜o eletromagn´tica ca e Introdu¸˜o ca Baseando-se nos trabalhos de Oersted. e a a A presen¸a de um campo magn´tico ´ a caracter´ c e e ıstica fundamental de uma bobina. era a varia¸˜o do fluxo de indu¸ao magn´tica ( φB ). a e 48 . pois estabeleceu definitivamente a correla¸˜o entre ıcio ca Eletricidade e Magnetismo[3.) da Eq. a ca A grandeza relevante numa bobina ou indutor. d´ origem a uma corrente el´trica a e a e no circuito. A indutˆncia ( L ) para e e a a bobina ´ o an´logo da capacitˆncia ( C ). se dispˆs a o investigar o fenˆmeno inverso[7]. em seu campo el´trico. A lei de ca c˜ e Faraday–Henry nos diz que : A for¸a eletromotriz ( ε ) induzida num circuito. (40) O sinal ( . com o sinal trocado. A esta corrente foi dado o nome a de corrente induzida e. ou mais precisamente. isto ´: o e Campos magn´ticos poderiam criar correntes el´tricas ? e e Ele realizou v´rias experiˆncias e verificou que um campo magn´tico a e e vari´vel no tempo. ´ igual a taxa de vac e ` ria¸ao com o tempo do fluxo de indu¸ao magn´tica. de indu¸ao eletroo c˜ magn´tica. ao qual est´ ligada a bobina. atrav´s de uma bobina. em 1830. ou c˜ c˜ e seja : dφB ε = − . A unidade de e a a indutˆncia.s/A ). As bobinas s˜o dispositivos capazes de armazenar energia a magn´tica. representados simbolicamente por ´ a indutˆncia ( L ). 14]. ao fenˆmeno a ela associado. significa que a corrente induzida tende sempre a se opor ` varia¸˜o da grandeza que a produziu. Faraday.

Monte um circuito com uma bobina e o galvanˆmetro. e 3 . bobinas. ım˜ 5 . a 49 . e observe o que acontece. e ca e II . ım˜ 4 .Deixe o ´ a em repouso. L G Figura 29: Circuito contendo um indutor e um galvanˆmetro.Parte experimental II.1 .Monte outro circuito ligando.2 . experimentalmente. agora. galvanˆmetro de zero central.Tentaremos. dentro da bobina.Procedimento Experiˆncia 01 e 1 . com um movimento ım˜ e de vaiv´m. o Experiˆncia 2 e 6 . o ım˜ jacar´s. e observe. estudar a lei da indu¸˜o eletromagn´tica.(29).Responda as quest˜es ( 1 ) e ( 2 ). o 2 .Objetivos • Verificar. ´ a. e II. invertendo agora a polaridade do ´ a. o fenˆmeno da indu¸˜o eletromagn´tica.Repita os procedimentos 2 e 3. ca e atrav´s da realiza¸˜o das experiˆncias de Faraday. o ca e II.Material utilizado Fonte CC ( 12V ).3 . nesta unidade. a outra bobina ` fonte CC.Introduza o ´ a rapidamente atrav´s da bobina. conforme o esquema da Fig. cabos.

a a III . 10 .(30).Aproxime as duas bobinas . Ligue e desligue a fonte e verifique o que acontece. com os eixos alinhados Fig.Mantenha a fonte ligada e observe o galvanˆmetro. o 9 . como vocˆ exa a e plica a passagem de corrente ? 2 . G • • L1 L2 Figura 30: Bobinas alinhadas.Explique as observa¸˜es verificadas nos itens 7 a 9.Quest˜es o 1 . 8 .O que vocˆ observa ao introduzir o ´ a rapidamente na bobina ? e ım˜ Se n˜o existe nenhuma fonte de f.Responda ` quest˜o ( 3 ). 3 .Explique tamb´m o que acontece nos procedimentos.e. co 4 .7 .m.A energia el´trica que chega at´ nossas residˆncias ´ produzida gra¸as e e e e c ao princ´ ıpio de Faraday–Henry ( fenˆmeno de indu¸˜o eletromagn´tica ).Qual a grandeza relevante na produ¸˜o de uma corrente induzida ? ca 5 .Desligue a fonte e observe. ligada ` bobina. relativos aos e itens 3 e 4. 50 . o ca e Procure se informar como isto acontece.

1 e 4. 1. VII. Livros T´cnicos e Cient´ e ıficos Editora S.A. 1980.P. e a Vol. 1975. J. [9] PURCELL. 3. e [12] SEARS e ZEMANSKY. S˜o Paulo.U. Livros T´cnicos e Cient´ tismo. S˜o Paulo. L. 3a ed. USA. [8] Laborat´rio de F´ o ısica 3 .RJ. Vol.Eletromagnea ed. 51 . 3... Edgard Winston. 3. [11] SEARS. R. a [2] ARNOLD.3.. c˜ S˜o Paulo/SP.Thomas Y. Editora Edgard Bl¨cher Ltda.htm. Editora Globo. [6] HALLIDAY. Fundamentos de Eletrot´cnica. F´ ısica III .. E. Curso de F´ ısica de Berkeley .. Editora McGraw-Hill do Brasil. Vol. R.(444 a 450). Porto Alegre. Editora Guanabara Koogan S.Geometria Anal´ a ıtica Plana. Fundamentos de F´ ısica . E... An introduction to Physical Geology. S˜o a Paulo. F. [13] SPENCER. 1991. C´lculo Diferencial e Integral . 3. e outros.Eletricidade e Magnetismo. Crowell Company. Rio de Janeiro/RJ.Referˆncias e [1] ALBUQUERQUE.texto base.S. a [4] Enciclop´dia Record de Eletricidade e Eletrˆnica.. S˜o Paulo. 1995. [14] TIPLER. FISICA...Eletromagnetismo. R. Rio de Janeiro/RJ. RESNICK. Tomo V .. Rio de Janeiro/RJ.. Vol. ´ [3] EISBERG. A. Fundamentos e Aplica¸oes. Pearson Education do Brasil Ltda .A. Rio de Janeiro . 2004. F´ ısica . LERNER. [5] http : //geomag. P. 1994.usgs. W. S˜o Paulo/SP.. [7] HALLIDAY. D. Cap. Vol.. 2. 1951. Vol... M. Vol. Manual de Laborat´rio de F´ o ısica. e o 1980. 10a ed. Fundamentos de F´ ısica 3. 1972.Magnetismo-Eletricidade. Vol. Ao Livro T´cnico. a u [10] QUINET.Eletricidade e Magnetismo. The Dynamics of the Earth. Instituto de F´ a ısica da USP. D. W. Ed. 1969. p. Editora McGraw-Hill do Brasil Ltda. 1970.. Inc. 1983.Addison Wesley.M...Eletromagnetismo. Vol.A. RESNICK. 4a ed. R. V.gov/f rames/mag charts. 1986. Vol. Rio de Janeiro. F´ ısica .. 5. 2. 3 e ıficos Editora S.

12 e campo magn´tico. 38 co e permeabilidade magn´tica do v´cuo. 4. 48 indu¸˜o eletromagn´tica. 22 ca associa¸˜o de malhas. 43 u bobina. 48 e energia magn´tica. 43 e campo magn´tico da bobina. 48 a instrumentos digitais. 49 c´lula foto resistiva LDR. 40 circuito RC. 39 lei de Biot-Savart. 47 descarga do capacitor. 15 a associa¸˜o de resistores. 48 ca e indu¸˜o eletromagn´tica. 39 desvio padr˜o do valor m´dio. 7 anel met´lico. 43 bobinas. 49 o Henry. 16 menor divis˜o. 32 el´trons livres. 18 lei das malhas. 48 ohm´ ımetro. 23. 43 Faraday. 7 n´ ou jun¸˜o. 18 e campo el´trico. 17 o elemento resistivo n˜o linear.´ Indice Remissivo algarismos significativos. 3 a e desvio avaliado. 43 ca linhas equipotenciais. 17 a elementos resistivos lineares. 26 ca auto–indutˆncia. 3 amper´ ımetro. 18 e elemento resistivo ˆhmico. 44 e capacitores. 48 e energia t´rmica. 43 lei de Faraday–Henry. 23 e erros relativos. 45 chaves unipolares. 44 e campo magn´tico terrestre. e a 45 52 . 38 carbeto de sil´ ıcio. 16 c diferenciais logar´ ıtmicas. 3 isolante. 33 o fluxo de indu¸˜o magn´tica. 15 magnetismo. 3 desvio ou incerteza. 28 e circuitos em rede. 48 lei de Ohm. 48 ca e galvanˆmetro. 23 leis de Kirchhoff. 31 ca associa¸˜o em paralelo. 4 efeito Joule. 29 linhas de indu¸˜o. 4 diferen¸a de potencial. 36. 38 cavalete. 48 a b´ssola. 3 a mult´ ımetros anal´gicos. 5 espiras. 43. 43 medida indireta. 38 circuitos el´tricos. 16 energia el´trica. 7 oscila¸˜es eletromagn´ticas. 4 desvio relativo percentual. 17 carga de um capacitor. 7 o mult´ ımetros digitais. 3 desvio percentual. 29 componente horizontal do campo. 33 fios condutores ˆhmicos. 22 ca associa¸˜o em s´rie. 28 o ca Oersted. 48 fio de n´ ıquel-cromo. 48 ca e indutˆncia. 22 ca e associa¸˜o mista de resistores.

10 e resistˆncia vari´vel. 17 retificador. 4 vetor campo el´trico. 12 e volt´ ımetro. 32 e potˆncia nominal. 10 e resistˆncia experimental. 17 e a resistividade. 7 53 . 33 resistores em s´rie. 34 potˆncia dissipada. 33 e resistˆncia aparente. 17 v´lvulas. 17 transistores. 12 ıcie teoria dos erros. 14 ponte de fio. 3 termistores. 29 o processo de compara¸˜o. 34 ponte de Wheatstone. 34 ca propaga¸˜o de erros. 17 sulfeto de c´dmio. 28 regra da m˜o direita. 10 e resistˆncia nominal. 3 e valor te´rico. 10 e resistores PTC e NTC. 28 princ´ ıpio das tens˜es. 17 e resistˆncia equivalente. 38 ramo. 18 a superf´ equipotencial. 12 princ´ ıpio de Faraday–Henry. 50 princ´ ıpio das correntes. 4 o valor verdadeiro.placas paralelas. 8 retificadores de cristal. 4 valor m´dio. 17 resistores VDR. 23. 4 ca pulsos. 24 e potencial. 17 a valor experimental. 43 a resistˆncia.

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