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Cancro do Pâncreas

Cancro do Pâncreas

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Escola Superior de Enfermagem - Universidade do Minho

Discentes:
Ana Filipa Fernandes n.º 65947
Ana Raquel Neves n.º 65921 Ana Rita Gonçalves n.º 65899

Docente:
Ana João Rodrigues

Maria Daniela Melo n.º 65939 Ticiana Ribeiro n.º 65918

 É a segunda neoplasia maligna mais frequente do tubo digestivo. menos de 20% dos doentes estão vivos. e a quinta mais frequente causa de morte por cancro. Compreende. após o cancro do cólon. e só 3% sobrevivem 5 anos. . 3% de todos os cancros e é responsável por 5% da mortalidade específica por cancro.  Um ano após o diagnóstico da doença. aproximadamente. Doentes com doença inoperável ou com metástases a distância têm uma sobrevivência média de apenas 2-6 meses.

 Hábitos : Alcoolismo.   Outros fatores: exposição a produtos cancerígenos industriais. . tabagismo e dietas ricas em gorduras. Doenças: diabetes mellitus. pancreatite crónica. colelitíase dermatomiosite (doença auto-imune da pele e músculos) .

     Adenocarcinoma (82% dos casos) Tumores de células ductais (5%) Tumores de células acinares (5%) Anaplásico Cistoadenocarcinoma (menos de 1%) .

Cauda do Pâncreas Duodeno Cabeça do Pâncreas .

e utilizado na maioria dos tipos de cancro.  e a presença ou não de metástases à distância – M. é designado por "Sistema de Estadiamento TNM". e considera:   o tamanho do tumor .O sistema de estadiamento do cancro mais comum. o envolvimento dos gânglios linfáticos próximos do tumor primário - N.T . .

.

. Perda de apetite e peso e anorexia. Quando surgem sintomas.  Presença ocasional de esteatorreia quando existe comprometimento funcional do pâncreas (formas avançadas do tumor). significa que a doença está avançada      Dor epigástrica com irradiação para as costas. Diarreia. Vómitos.Os tumores pancreáticos podem permanecer longos períodos sem sintomas. Tonturas.

. Aparecimento de diabetes mellitus. como a apatia ou euforia e aumento da agressividade.   Prurido.  Alterações de comportamentos emocionais. por invasão do arco duodenal.  Tromboflebites. Sangramento digestivo (melena).  Icterícia.

5. de um modo geral significa doença avançada. 2. Resistência abdominal palpável no epigastro. Ascite na invasão peritoneal. . 4. Tumoração abdominal palpável no epigastro. Vesicula biliar distendida e palpável. Hepatomegalia nodular nos casos com metástases hepática. 1. Exame Físico  A presença de sinais ao exame físico. Os sinais mais frequentes são icterícia. secundária à obstrução biliar. de características obstrutivas. 3.

 Exames Complementares  Laboratoriais  Apesar de não haver alterações características aos exames laboratoriais. b. Hemograma: anemia hipocrómica Glicemia: elevada nos casos avançados ou quando o paciente já é diabético c. d. a. Antígenio carcinoembriónico . alguns podem ser úteis principalmente no estadiamento. Proteínas: hipoalbuminemia nos casos de caquexia.

nos casos avançados. – Exame radiológico contrastado de estômago e duodeno: possibilita evidenciar compressão extrínseca da parede posterior gástrica ou alargamento do arco duodenal . com imagens umbilicais ou de alteração do relevo da parede da segunda porção duodenal adjacente ao pâncreas.– Ultra-sonografia abdominal: Alterações na textura pancreática e as massas metastáticas podem ser observadas. – Gastroduodenoscopia: pode ser observada compressão extrínseca do corpo gástrico ou obstrução duodenal. – Tomografia computadorizada abdominal: Permite a caracterização de tumoração pancreática ou de metástases. .

que se mostra afilado. revela o local da obstrução. – Colangiopancreatografia transparieto-hepática: Em casos de icterícia com dilatação das vias biliares. obtida durante o exame endoscópico.– Colangiopancreatografia endoscópica: indica o local da parada da progressão do contraste no canal pancreático principal. geralmente o colédoco intra-pancreático. . com imagens de compressão extrínseca. O exame citológico da secreção pancreática. pode demonstrar presença de células tumorais.

com mutações no gene BRCA2.Mais de 80% das peças operatórias analisadas apresentavam mutações no gene K-ras e com grande frequência inativação de genes supressores como o p16..     .  Cancro coloretal hereditário. Síndrome de Peutz-Jeghers. Síndrome do melanoma atípico familiar (FAMMM). p53 e DPC4. relacionada com mutações no CDKN2A. associada a mutações no gene do tripsinogênio catiônico.  Síndrome mama-ovário hereditária.. Pancreatite hereditária. especialmente o hMLH1 e o hMSH2. A forma familiar desta doença foi associada a síndromas genéticos. Cancro do pâncreas hereditário. com locus de susceptibilidade identificado no cromossoma 4q32-34. relacionada a mutações no gene STK11. associado a mutações em genes de reparo.

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