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MINISTÉRIO DAS CIDADES

SECRETARIA NACIONAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL

SISTEMÁTICA 2009 MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS
PROGRAMA - 8007

RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
Ação: Apoio a Consórcios Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos em Municípios de Médio Porte - Estado do Pará (CFP: 10.512.8007.7N91)

PROGRAMA - 0310

GESTÃO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO URBANO
Ação: Apoio à Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (CFP: 15.451.0310.1D73) – Atendendo à modalidade de Resíduos Sólidos Urbanos.

MINISTÉRIO DAS CIDADES

Ministro:
MÁRCIO FORTES DE ALMEIDA

Secretário Nacional de Saneamento Ambiental:
LEODEGAR DA CUNHA TISCOSKI

Equipe Técnica da SNSA:
Manoel Renato Machado Filho, Hélio José de Freitas, Nádja Limeira Araújo, Yuri Rafael Della Giustina, Joselito Oliveira Alves

Equipe de Supervisão do Trabalho Sócioambiental:
Diôgo Lemes Martins, Eduardo Maksemiv Matos, Gustavo Nogueira Lemos, Jackeline Tatiane Gotardo, Jailma Marinho Bezerra de Oliveira, Jane Fátima Fontenele Fontana, João Carlos Machado, Lauseani Santoni e Mário Marcondes Melo Mendes .

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SUMÁRIO 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. APRESENTAÇÃO........................................................................................................ 4 OBJETIVO.................................................................................................................... 5 DISTRIBUIÇÃO DE COMPETÊNCIAS ........................................................................ 6 DIRETRIZES GERAIS DO PROGRAMA ..................................................................... 6 ORIGEM DOS RECURSOS....................................................................................... 11 QUEM PODE PLEITEAR OS RECURSOS................................................................ 11 PARTICIPANTES E ATRIBUIÇÕES .......................................................................... 11 CONTRAPARTIDA..................................................................................................... 13 PROCESSO DE SELEÇÃO DE PROPOSTAS .......................................................... 13 CALENDÁRIO DE ATIVIDADES ............................................................................ 15 DETALHAMENTO DA ETAPA DE SELEÇÃO........................................................ 15 CRITÉRIOS DE DESEMPATE ............................................................................... 19 DOCUMENTAÇÃO COMPLEMENTAR.................................................................. 19 PLACA DE OBRA E ADMINISTRAÇÃO LOCAL DE OBRAS................................. 21 FINALIDADE........................................................................................................... 22 MODALIDADES DA AÇÃO..................................................................................... 22 COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO ..................................................................... 24 COMPONENTES E DESPESAS NÃO APOIÁVEIS ............................................... 31 TRABALHO SÓCIO-AMBIENTAL........................................................................... 32

ANEXO 1. MODELO DE CONSULTA PRÉVIA ................................................................. 34 ANEXO 2. MODELO DE OFÍCIO PARA ENCAMINHAMENTO DE TERMO DE ADESÃO AO PROGRAMA E DOCUMENTOS ANEXOS A CONSULTA PRÉVIA............................ 41 ANEXO 3. MODELO DE DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO ....................................... 43 ANEXO 4. MODELO DE COMPROMISSO PARA REGULARIZAÇÃO DA CONCESSÃO DOS SERVIÇOS AO PRESTADOR..................................................................................44 ANEXO 5. MODELO DE COMPROMISSO DE REGULARIZAÇÃO DO SERVIÇO DE MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS .............................................................................. 45 ANEXO 6. MODELO DE COMPROMISSO PARA REGULARIZAÇÃO DA CESSÃO DE USO DO TERRENO.......................................................................................................... 46 ANEXO 7. MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO SUPERIOR A 50 MIL HAB. ....................... 47 ANEXO 8. ATENDIMENTO AO SNIS................................................................................ 52 ANEXO 9. DIRETRIZES PARA O TRABALHO SOCIOAMBIENTAL ................................ 53

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APRESENTAÇÃO Este manual tem como objetivo apresentar aos estados. a transferência de recursos se dará por meio de assinatura de Termo de Compromisso.PARTE I – PROGRAMA RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS 1.OGU. Para acessar os recursos inseridos ao Programa/Ação Apoio a Sistemas Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos em Municípios com População Superior a 50. 4 . acrescido das orientações necessárias à apresentação das propostas a serem implementadas com recursos do Orçamento Geral da União . os fundamentos técnicos do Programa RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS. cujas iniciativas apoiadas poderão ser selecionadas a partir da carteira de projetos existente na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental ou por meio de novas seleções oportunamente divulgadas. Distrito Federal e municípios. ou Municípios Integrantes de Regiões Metropolitanas e RIDE. ou integrantes de consórcios públicos com mais de 150. devendo nesse caso seguir as orientações do Manual de Instruções para Contratação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades não inseridos no PAC / Exercício 2009. ou b) inclusão no Programa de Aceleração do Crescimento. os PROPONENTES deverão se habilitar de uma das seguintes formas: a) mediante dotação nominalmente identificada na Lei Orçamentária Anual (LOA)/2009. o presente manual orienta a execução de todas essas ações orçamentárias visto 1 Encontra-se apresentado no anexo 7 a relação de municípios com mais de 50 mil habitantes.000 habitantes independente do porte populacional no âmbito do MCIDADES. cuja transferência de recurso se dará após assinatura de Contrato de Repasse. devendo seguir as orientações do Manual de Instruções para Aprovação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades Inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento / Exercício 2009. Diante das interfaces existentes entre as finalidades dos Programas/Ações que tratam de investimentos em saneamento básico operacionalizados pelo Ministério das Cidades. Nessa situação.000 Habitantes1.

inclusive para as dotações nominalmente identificadas na LOA/2009 (emendas parlamentares). por intermédio de sua inserção em projetos de coleta seletiva (construção de unidades de triagem . devendo as demais seguir essas orientações. a erradicação dos lixões e o trabalho infantil no lixo.que os objetivos almejados não se diferenciam tecnicamente.1D73) Dotações nominalmente Modalidade Resíduos Sólidos Urbanos identificadas na LOA/2009 (emendas parlamentares) Deverá seguir as mesmas orientações da ação 7N91 7N91 Em 2009 poderão ser realizadas seleções de propostas para elaboração de projetos. 5 . Porconseguinte será usada a Ação 7N91 como referência no presente manual.1P95 . contribuindo para promover a inserção social e a emancipação econômica de catadores. para redução de emissões de Gases do Efeito Estufa. procurando incentivar a redução.galpões e outros). O Programa promove ainda a exploração e a utilização do biogás oriundo da decomposição da parcela orgânica dos resíduos de aterros e lixões desativados e com projeto de recuperação ambiental em execução. por meio do Programa/Ação 1136. reutilização e a reciclagem de resíduos sólidos urbanos.0310.451.Apoio à Elaboração de Projetos de Saneamento (consultar manual específico) e para seleção de iniciativas a serem apoiadas no exercício de 2010. conforme representado no quadro abaixo: Programa Ação/Modalidade Apoio à Política Nacional de Atendendo à modalidade de Resíduos Desenvolvimento Urbano (CFP: Sólidos Urbanos 15. OBJETIVO O Programa Resíduos Sólidos Urbanos objetiva ampliar a cobertura e aumentar a eficiência e a eficácia dos serviços de manejo de resíduos sólidos na perspectiva da universalização e da qualidade dos serviços prestados. 2. e implantar soluções adequadas e sustentáveis de tratamento e destino final de resíduos sólidos. inclusive com o aproveitamento para fim energético.

definida pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . 6 . 3.1.2. acima de 150 mil habitantes.IBGE.RIDE. DISTRIBUIÇÃO DE COMPETÊNCIAS Fundação Nacional de Saúde – FUNASA a) Apoio a Municípios com população até 50 mil habitantes. 4.No que se refere aos resíduos de construção e demolição sob responsabilidade pública. É vedada a incorporação dos produtos de iniciativas no âmbito deste Programa ao patrimônio de empresas e sociedades de economia mista. mediante a constituição de consórcios públicos ou convênios de cooperação. destina-se à implantação de redes de pontos de Entrega Voluntária para pequenos volumes (até 1m³/dia) de resíduos de construção e demolição .107/2005. Comprovar a aplicação da cobrança de taxa ou tarifa para a prestação dos serviços de manejo de resíduos sólidos. 3. b) Apoio a Municípios localizados em Regiões Metropolitanas legalmente instituídas ou em Regiões Integradas de Desenvolvimento Econômico . não incluídos na faixa de atuação do Ministério das Cidades. 3.2. mediante a apresentação da legislação específica municipal que instituiu e regulamenta a cobrança pela prestação dos serviços e da que 2 Para efeito da aplicação do limite populacional será considerada a população total estimada do município para 2007.2. 4. Ministério das Cidades – MCidades a) Apoio a Municípios com população superior a 50 mil habitantes e de 2 Regiões Metropolitanas.1.1. independentemente da população. Diretrizes quanto à operação dos sistemas: 4. e c) Apoio a Municípios que optaram e organizaram a gestão dos serviços de forma associada. nos termos da Lei nº 11. DIRETRIZES GERAIS DO PROGRAMA O atendimento de pleitos apresentados ao Ministério das Cidades está condicionado à observância das diretrizes gerais apresentadas a seguir: 4.RCD e resíduos volumosos.

3. conforme a forma de organização dos serviços: a) Órgão da Administração Direta: a1) a2) Lei de constituição do órgão. Comprovar a existência de regulamento da limpeza urbana e sistemática de controle e fiscalização de sua observância. que poderá integrar o código de posturas. Comprovar que a prestação dos serviços está institucionalizada.2. tais como a construção de unidades de triagem. Empresa Municipal. 4. Contrato de consórcio de direito público (contrato de programa). é aceitável o estabelecimento de compromisso de implementá-la em prazo não superior a 12 (doze) meses da assinatura do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso. e Balancete de setembro de 2008 ou de data mais recente.2. Observação: No caso do contrato de consórcio ainda não ter sido celebrado deverá ser apresentado o Protocolo de Intenções. 4. dispensa-se a comprovação de cobrança pelos serviços. Instrumento legal de delegação dos serviços. apresentando os seguintes documentos. e Administração Indireta Municipal e Sociedade de Economia Mista Municipal: No caso de consórcio público: c1) c2) c3) c4) Lei de ratificação do Protocolo de Intenções de cada ente federado Estatuto do consórcio. e b) Autarquia. Para o caso de ações que atendam diretamente os catadores por meio de cessão de uso. d) No caso de convênio de cooperação desenvolvido sob forma de gestão associada: 7 . Balancete de setembro de 2008 ou de data mais recente. com um comprovante de sua aplicação.estabelece os seus valores para o exercício de 2009. consorciado. Observação: Quando não vigir a referida legislação.2. Fundação Municipal ou outro Órgão da b1) b2) b3) c) Lei de criação da entidade ou lei que autoriza a criação. Parte da lei orçamentária anual que trata da dotação orçamentária destinada aos serviços de resíduos sólidos no exercício de 2008.

além daquelas que não possuam instrumento que as formalize ou que possuam cláusula de prorrogação deverão atender ao previsto nos incisos I. observado o prazo de . d3) d4) 4.IBGE. sejam integrantes de regiões metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento . quando o objeto apoiado está compreendido na concessão.4 Não são passíveis de apoio os sistemas ou componentes de sistemas de manejo de resíduos sólidos urbanos com contrato de concessão para operação e/ou prestação dos serviços firmados com empresa em que o poder público não detenha a maioria das ações com direito a voto. 8 . 50 da Lei nº 11.1.2. as que estiverem com prazo vencido e as que estiverem em vigor por prazo indeterminado.3.3. a aprovação da SPA e conseqüentemente a autorização para início de obra ficará condicionada à apresentação do contrato de programa ou contrato de concessão devidamente regularizado nos termos previstos na Lei 11. que mantenham convênio de cooperação desenvolvido sob forma de gestão associada.445/2007. atendendo ao disposto no Art. Convênio de Cooperação. Não sendo cumpridas as exigências dispostas no item 4.445/2009. devem prever atendimento à população urbana dos municípios que: a) b) Possuam população total superior a 50 mil habitantes3.3. e Anuência do operador do sistema objeto de intervenção.445/2009.2.2. consórcio público intermunicipal ou interfederativo.3. definida pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .1. 30 de junho de 2009 lá estabelecido para cumprimento das obrigações.3. 4. 3 Para efeito da aplicação do limite populacional será considerada a população total estimada do município para 2007. inclusive por força de legislação anterior. destinada aos serviços de resíduos sólidos no exercício de 2009 do ente federado proponente. ou Independentemente da população.2. As concessões em caráter precário. II e III do §3° artigo 42 da Lei 11.RIDE. 4.d1) d2) Lei de constituição do órgão operador/responsável do ente federado Parte da lei orçamentária anual que trata da dotação orçamentária proponente. Diretrizes quanto aos projetos a serem selecionados 4. Os projetos a serem selecionados no âmbito do Programa.2. 4. ou.2.

por meio de instrumento legal. Os projetos referentes a centrais de triagem e processamento de materiais recicláveis compondo a infra-estrutura para a coleta seletiva por parte dos catadores deverão prever a cessão de uso do terreno por um prazo mínimo de 10 anos.4. assinado pelo chefe do poder executivo local e pelo representante legal da cooperativa ou associação. 4. e que seja formada por catadores históricos. b) Possuam maior risco de transmissão de dengue. fornecidos pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde SVS/MS. regularizada ou em face de regularização. 4. prorrogável por mais um período igual. referente à média dos anos de 2000 a.3.3. tomando por base a relação oficial fornecida pela Secretaria de Vigilância em Saúde.o mosquito transmissor da dengue. Observação: A comprovação da cessão de uso do terreno poderá ser substituída.4. Neste caso. à cooperativa ou associação de catadores. a título precário e provisório. 9 . modelo no anexo 6. e d) Possuam segmentos populacionais de baixa renda (menos que três salários mínimos por família). residentes em assentamentos urbanos precários e sob risco de transmissão de doenças associadas à carência de saneamento ambiental. a liberação do primeiro desembolso ficará condicionada ao encaminhamento à Caixa Econômica Federal da cópia autenticada do instrumento legal da cessão. Tem prioridade de apoio os projetos apresentados por municípios que: a) Façam parte da região de influência do Projeto de Integração da Bacia do São Francisco. com prazo de validade de 180 dias corridos após a assinatura do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso.3.SVS do Ministério da Saúde. c) Apresentam maior Coeficiente de Mortalidade Infantil. aferido pelos índices de infestação predial por Aedes aegypti .2. Tem prioridade de apoio os projetos que atendam às seguintes diretrizes: a) Contribuam para a redução dos riscos de transmissão de doenças infecciosas e parasitárias associadas à carência e/ou à deficiência dos serviços de saneamento ambiental em áreas urbanas.3. por Compromisso para Regularização da Cessão de Uso do Terreno.

em caso de sistemas operados sob regime de concessão ou delegação. embora demandados.4. 4.2. folder. material utilizado na capacitação. e b) Comprovar. podendo ser beneficiado pelo Programa somente após regularização da pendência. material informativo sobre o projeto/ação.2. está implantando ou apresentar proposta de alguma ação de inclusão social e emancipação econômica de catadores de materiais recicláveis. e e) Tenham avanço da preparação .) que implementou.. apresentando o documento do projeto/ação. O Anexo 8 traz a relação dos municípios que. c) Tenham propostas consorciadas ou que privilegiem alguma forma de associação para o processamento dos resíduos sólidos urbanos. etc. como previsto na Lei Nº 11. o processo licitatório.estejam com os projetos de engenharia da intervenção proposta elaborados e em condições de realizar. Diretrizes quanto aos proponentes a serem selecionados no âmbito do programa 4. no que se refere à construção de alternativas de inclusão social e emancipação econômica dos catadores.4. quando da análise técnica (vide letra “e” do item 14. estejam com o instrumento legal que formaliza a relação com o operador regularizado e em vigor e. f) Dêem prioridade à contratação de cooperativa ou associação de catadores na coleta. não forneceram informações ao SNIS 2007 (13ª edição). 4. Tem prioridade de apoio os proponentes que atendam os seguintes quesitos: a) Desenvolvam ações estaduais e municipais por intermédio de consórcios públicos formados exclusivamente por esses entes. d) Privilegiam a participação do proponente – maior percentual da contrapartida em relação ao valor aportado pela União.4. de pronto.145/07 do Saneamento.1. e 10 . reportagem em jornais/revistas. inclusive quanto à organização de cooperativas e associações e alternativas de geração de emprego e renda. O proponente deverá: a) Estar adimplente junto ao Sistema Nacional de Informações em Saneamento SNIS.1.b) Fortaleçam os espaços institucionais do governo com a sociedade. quando o município/estado houver sido consultado.

d) Divulgação do Programa e do processo de seleção pública de propostas. Este controle social pode ser desempenhado pelos Conselhos de Saneamento. 5. QUEM PODE PLEITEAR OS RECURSOS O Chefe do Poder Executivo dos estados.b) Comprovem a existência de formas de controle social para as iniciativas de resíduos sólidos urbanos.2. PARTICIPANTES E ATRIBUIÇÕES Ministério das Cidades (MCidades): Gestor/Concedente. c) Na modalidade manejo de resíduos de construção e demolição. do Conselho Nacional do Meio Ambiente . comprovem: c1) A implementação legal. c2) A regulamentação. 5. 4 Em caso de gestão associada formalizada por convênio de cooperação. no Município ou Distrito Federal. do Distrito Federal e dos municípios.LOA. 5. 5. se existentes. Saúde. Outras fontes que vierem a ser definidas. do uso preferencial de agregados reciclados em obras e serviços públicos. 5 Recomenda-se que quando firmado Termo de Compromisso/Contrato de Repasse com Governos Estaduais. 4 7.1. 6. Distrito Federal e municípios. a elaboração de projetos e execução de obras sejam acompanhadas pelo prestador de serviço do município beneficiado com o projeto. de 5 de julho de 2002. determinado pela Resolução nº 307. a) Estabelecimento e publicação das normas de operacionalização do Programa. o pleiteante deverá ser o Chefe do Poder Executivo do município beneficiário da intervenção proposta. mediante a institucionalização e o funcionamento de conselho gestor local.3. a critério do município. por decreto do executivo local.CONAMA. b) Supervisão geral da implementação do Programa. 7. ORIGEM DOS RECURSOS Lei Orçamentária Anual . Meio Ambiente ou o Fórum Lixo e Cidadania Local. c) Avaliação do Programa.1. Contrapartida dos estados. do Plano integrado de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil. 11 . ou seu representante legal e o Presidente do consórcio público 5.

b) Encaminhamento à Caixa Econômica Federal da documentação necessária para a formalização de contrato das iniciativas pré-selecionadas para fins de 12 . ou no caso de determinação dos Órgãos de Fiscalização. parcial e final. análise e adoção das providências necessárias à respectiva baixa da prestação de contas.e) Seleção das Propostas. no prazo contratualmente estipulado. d) Recebimento.1. deste Manual deverão ser encaminhados. análise institucional. conforme o caso. parcial ou total. conforme orientações contidas nos subitens 11. e g) Resolução de casos omissos. a) Encaminhamento ao Ministério das Cidades das propostas para fins de seleção. a) Análise da documentação técnica da proposta. f) Demais atribuições constantes no Manual de Instruções para Contratação e Execução do Ministério das Cidades ou Manual de Instruções para Aprovação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades Inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento. Administração pública estadual. via internet. f) Publicação do resultado final da seleção pública das propostas. análise de viabilidade e hierarquização. conforme o caso. e) Instauração de Tomada de Contas Especial no caso de não cumprimento do objeto. Os demais documentos. 7. Caixa Econômica Federal . via postal. constituída das seguintes etapas: recebimento.1. h) Demais atribuições constantes no Manual de Instruções para Contratação e Execução do Ministério das Cidades ou Manual de Instruções para Aprovação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades Inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento. c) Monitoramento e acompanhamento da implementação da iniciativa apoiada. 7. relativa ao Contrato de Repasse/Termo de Compromisso.3. ou na hipótese de não apresentação. enquadramento. do Distrito Federal ou municipal. consórcio público intermunicipal ou interfederativo e ente público partícipe de convênio de cooperação desenvolvido sob forma de gestão associada: Proponentes/Agentes Executores.2.1. e. e 14. direta ou indireta. da documentação necessária à análise da prestação de contas final.CAIXA: Prestadora de serviços. As propostas deverão ser encaminhadas na forma de consulta prévia. b) Formalização do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso.

caso não previstos nominalmente na LOA/2009. desde que solicitado. 7. b) Participação nas etapas de elaboração. a) Responsabilização pelo fornecimento de dados cadastrais e sócio-econômicos. Os documentos técnicos deverão ser encaminhados de acordo com as orientações da Caixa Econômica Federal. PROCESSO DE SELEÇÃO DE PROPOSTAS Conforme exposto no item 1. que poderão ser obtidas acessando na internet o sítio http://www. conforme o caso. técnica. em Agência da Caixa Econômica Federal.gov. 8. CONTRAPARTIDA Observar as orientações e os percentuais estabelecidos no Manual de Instruções para Contratação e Execução do Ministério das Cidades ou Manual de Instruções para Aprovação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades Inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento. e) Prestação de informações ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal a qualquer tempo. inclusive de eventuais rendimentos provenientes das aplicações financeiras legalmente autorizadas. Famílias: Beneficiários. de conta bancária vinculada ao Contrato de Repasse. a escolha dos empreendimentos a serem apoiados. será feita por meio de inclusão no Programa de Aceleração do Crescimento.caixa. observando critérios de qualidade. c) Execução dos trabalhos necessários à consecução do objeto contratado. junto à Caixa Econômica Federal. cujas iniciativas poderão ser selecionadas a partir da carteira de projetos existente na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental ou por 13 .4. d) Abertura. e f) Prestação de contas dos recursos transferidos pela União. prazos e custos.avaliação técnica e de celebração de Contrato de Repasse/Termo de Compromisso. e c) Apropriação correta das obras e serviços colocados à sua disposição. 9. implementação e avaliação das obras e serviços do projeto do qual são beneficiários.br.

na oportunidade. respeitada a hierarquização das iniciativas. Nesse último caso. será implementado em quatro etapas: a) Seleção de propostas.2. deste manual e pelo exame dos projetos de engenharia e demais documentos apresentados. pelo proponente. o processo de seleção pública de propostas. 9.cidades. c) Análise técnica.3.2.1. Observação: É importante salientar ainda que caso os projetos técnicos não sejam apresentados nos prazos devidos ou não sejam aprovados.4. será constituída pela apresentação da documentação técnica relacionada no subitem 14. b) Publicação dos resultados. 9.meio de novas seleções oportunamente divulgadas. b) Enquadramento. Etapa de Publicação dos Resultados A divulgação do resultado final do processo de seleção de propostas será empreendida mediante a publicação da relação hierarquizada das iniciativas selecionadas no Diário Oficial da União DOU e sua disponibilização na internet no sítio http://www. e e) Hierarquização. e do seu exame pela Caixa 14 . Etapa de Análise Técnica Sob a responsabilidade da CAIXA. da documentação institucional e jurídica relacionada nos itens 14.1. 9. Será também disponibilizada uma relação das propostas não selecionadas e estabelecidos prazos.3. Etapa da Celebração do Termo de Compromisso Esta etapa será precedida da apresentação. Etapa de Seleção de propostas Compreende cinco fases: a) Apresentação de propostas.gov. c) Análise institucional.br. 9. d) Análise de viabilidade. as propostas selecionadas correspondentes serão substituídas por outras previamente habilitadas. e 14. para recursos.2. e d) Celebração do Termo de Compromisso.

2. junto com a documentação técnica prevista no subitem 14. Termo de Adesão e documentos anexos à Consulta Prévia. Postagem do Ofício. Fase de Apresentação de Propostas O proponente deverá enviar à SNSA/MCidades: 15 . CALENDÁRIO DE ATIVIDADES O processo de seleção pública de propostas será implementado segundo o calendário de atividades apresentado a seguir. Recebimento de Projetos de Engenharia e documentos complementares à Seleção das Propostas eleitas.1. Publicação do Resultado Preliminar da Seleção Pública. via internet. pela SNSA/MCidades. Observação: Nesta etapa será exigido que o plano de trabalho do Termo de Compromisso firmado no âmbito do Programa preveja. 3 (três) parcelas de desembolso de recursos. Assinatura do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso das Propostas selecionadas para atendimento. 11. cujas datas deverão ser definidas a posteriori pelo MCIDADES: Evento Recebimento da Consulta Prévia. A documentação citada deverá ser apresentada a Caixa Econômica Federal.1. Apresentação de recursos ao resultado preliminar. DETALHAMENTO DA ETAPA DE SELEÇÃO 11. 10.Econômica Federal. no mínimo. Resultado da fase de Análise de viabilidade com divulgação da relação hierarquizada de propostas. salvo em casos em que o objeto restrinja-se exclusivamente à aquisição de equipamentos. *Datas a serem definidas oportunamente Data limite* Observação: É importante que o proponente observe as datas limite para apresentação dos documentos exigidos. Publicação do Resultado Final da Seleção Pública.

ou ao seqüestro e/ou utilização do biogás de aterros e lixões. b) Se a iniciativa tem como objeto. o proponente será notificado e deverá providenciar a resolução da pendência. 11. acompanhado de Termo de Adesão (Anexo 3) e demais documentos anexos relacionados no subitem 14. disposição final e/ou tratamento de resíduos sólidos urbanos e resíduos volumosos. acondicionamento e coleta de resíduos de construção e demolição. inacabadas ou inoperantes. via internet. Fase de Hierarquização A fase de Hierarquização tem a finalidade de organizar as propostas que atenderem as condições relativas às fases de Enquadramento.2. Fase de Análise de Viabilidade Na fase de Análise de Viabilidade serão verificadas as condições de sustentabilidade da iniciativa. especialmente o Ministério das Cidades. ações destinadas ao acondicionamento. de forma a promover a qualificação do gasto público.5. coleta. à erradicação de lixões.4. e b) Ofício de Encaminhamento (Anexo 2). e c) Se o proponente possui pendências com órgãos do Governo Federal.Esses documentos deverão ser encaminhados à SNSA por via postal.a) Consulta prévia (Anexo 1) – A consulta prévia deverá ser enviada.3. em torno de iniciativas apoiadas anteriormente e que se encontram paralisadas. Fase de Análise Institucional Na fase de Análise institucional serão verificadas as condições mínimas para a prestação dos serviços: a) Funcionamento regular da instituição prestadora dos serviços. caso tenha sido pré-selecionada. 11.1. deste Manual . Análise Institucional e de Viabilidade e 16 . Nestes casos. exclusivamente. e b) Regularidade da concessão ao prestador dos serviços. sob pena de ter sua proposta desclassificada. Fase de Enquadramento Na Fase de enquadramento será verificado: a) Se a proposta beneficia municípios elegíveis para o programa. tarifa ou contribuição para a prestação dos serviços. especialmente a aplicação da cobrança de taxa.1. 11. 11.

levará em consideração os critérios de prioridade estabelecidos nas diretrizes gerais do programa: a) A pontuação atribuível a cada critério de hierarquização é a apresentada no Quadro de Indicadores e Critérios de Pontuação para Hierarquização; e b) Os dados não fornecidos ou fornecidos de maneira inconsistente pelo proponente serão classificados com a menor pontuação do item. Observação: A Fase de Hierarquização não será aplicada para as propostas originadas a partir de recursos nominalmente identificados na Lei Orçamentária Anual de 2009 (emendas parlamentares). Quadro de Indicadores e Critérios de Pontuação para a Hierarquização Critério 1 Prestação dos serviços Indicador A prestação dos serviços é organizada sob forma de Consórcio Público? Un. Sim Não Critérios Pon tos 11,0 0,0 10,0 6,6 3,3 0,0 9,0 6,0 3,0 0,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0

Maior que 5,0 Situação da Índice de infestação Entre 2,01 e 5,00 2a % saúde predial por Aedes aegypti Entre 1,01 e 2,00 Menor ou igual a 1,0 Maior ou igual a 25 Coeficiente de Entre 24,99 e 18,00 2b ‰ Mortalidade Infantil Entre 17,99 e 12,01 Menor ou igual a 12 90% ou mais Foco nos Percentual de famílias Entre 60 e 89,9% estratos atendidas pelo projeto 3 populacionais % Entre 40 e 59,9 com renda menor do que mais Entre 10 e 39,9% 03 salários mínimos carentes Menos de 10%

Critério

Indicador

Un. Sim Não Sim Não

Critérios

Pon tos 7,0

4

Planejamento local na Possui Plano de Gestão gestão e Integrada de Resíduos manejo dos Sólidos? resíduos sólidos Avanço da preparação Concessão regularizada?

0,0 6,0 0,0

5a

17

Não há concessão 5b Participação do Proponente SNISResíduos Sólidos Projeto Básico pronto? Percentual de contrapartida em relação ao valor aportado pela União O prestador forneceu dados do município para o Diagnóstico 2005? Sim Não Maior ou igual a 40 Entre 39,9 e 30 % Entre 29,9 e 20 Entre 19,9 e 10,01 Menor ou igual a 10 Sim - Não Não solicitado a fazêlo Sim Não

6,0 5,0 0,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0 3,0 0,0 3,0 2,0

6

7

8a

O empreendimento Fechamento prioriza unidade de de lixões e destinação final inclusão ambientalmente segura sóciocom fechamento de lixão econômica e recuperação ambiental de catadores da área degradada? O empreendimento prioriza a inserção social e a emancipação econômica de catadores de materiais recicléveis?

0,0

Sim Não

1,0 0,0

8b

11.6. Satisfeitas as condições estipuladas, a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental fará publicar no Diário Oficial da União: a) A relação hierarquizada de todas as propostas que atenderam as exigências dessa fase e; b) A relação hierarquizada das propostas classificadas até o limite das disponibilidades orçamentárias do programa. 11.7. Ao final do Processo de Seleção Pública, será publicada a relação de propostas selecionadas, de modo a proporcionar as condições para que os proponentes agilizem a preparação e a apresentação dos projetos de engenharia e demais documentos necessários à formalização dos Contratos de Repasse. Observações: Em caso de prestação de informação comprovadamente inverídica, o proponente ficará sujeito à desclassificação do processo de seleção pública de propostas.

18

12.

CRITÉRIOS DE DESEMPATE

No momento da hierarquização das propostas, serão utilizados os critérios de desempate abaixo relacionados. Os critérios de desempate serão ordenados na seqüência em que são apresentados: a) Prestação dos serviços organizada sob forma de Consórcio público; b) Maior Carência de Saneamento – Definida pelos pontos obtidos na aplicação do Índice de Infestação predial por Aedes aegypti; c) Maior Coeficiente de Mortalidade Infantil; d) Foco nos estratos populacionais mais carentes - Definida pelos pontos obtidos no quesito; e) Avanço na preparação – Definido pelo somatório dos pontos obtidos em função do estágio de elaboração do Projeto Básico e da situação legal da concessão dos serviços; f) Maior participação do proponente (Contrapartida); g) Menor população total no município; e h) Participação dos catadores, conforme Lei Nº 11.445/07 do Saneamento.

13.

DOCUMENTAÇÃO COMPLEMENTAR

Além dos documentos previstos nos manuais gerais, devem ser apresentados os seguintes:

a) Comprovante da aplicação da cobrança de taxa, tarifa ou contribuição para a prestação dos serviços de manejo de resíduos sólidos, conforme estabelecido no subitem 4.2.1. (exceto para a modalidade centrais de triagem e processamento de materiais recicláveis a serem destinados a cooperativas ou associações de catadores); b) Comprovante da existência de regulamento da limpeza urbana e sistemática de controle e fiscalização de sua observância, conforme estabelecido no subitem 4.2.2.;

19

c) Comprovante da institucionalização da prestação dos serviços. quando for o caso. inclusive quanto à organização de cooperativas e associações e alternativas de geração de emprego e renda.113 e 15. c) Termo de responsabilidade pela operação e manutenção do sistema proposto. quando for o caso. e Observação: Todos os resíduos removidos da obra deverão estar acompanhados de Controle de Transporte de Resíduos. estar implantando ou apresentar proposta de alguma ação de inclusão social e emancipação econômica de catadores de materiais recicláveis. em atendimento as normas da ABNT NBR 15.br. contador e etc.Trata-se da relação contendo o nome. e 20 .2. por meio de instrumento legal. e d) Comprovante da cessão de uso do terreno. conforme estabelecido no subitem 4. d) Composição da equipe técnica responsável pelo empreendimento . Observação: Nesta etapa será verificado se houve alimentação do Sistema Nacional de Informações em Saneamento . b) Comprovante de ter implantado. disponível no sitio da Internet www. nos termos da Resolução CONAMA nº 307 de 05 de julho de 2002.112. MMA e CAIXA.cidades. conforme estabelecido no subitem 4.3. Os controles de transportes podem ser preparados de acordo com o modelo constante do anexo do Manual Manejo e Gestão de Resíduos da Construção Civil. quando o proponente foi solicitado a fazê-lo.). editado pelo MCidades.gov. f) Comprovante do equacionamento da correta destinação dos resíduos de construção gerados.1. 15. a função e o telefone de cada componente da equipe técnica responsável pelo empreendimento (técnico social.2. 13.2. todas válidas a partir de 2004. anexado ao Projeto Básico da obra contratada. Na Etapa de Análise Técnica devem ser apresentados os seguintes documentos: a) Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (exceto para a modalidade centrais de triagem e processamento de materiais recicláveis destinados a catadores).SNIS – Resíduos Sólidos. e) Projeto de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil.114. engenheiro.. à cooperativa ou associações de catadores.3.

gov.deverão comprovar a destinação adequada dos resíduos em áreas licenciadas sempre que necessário.br. conforme o caso. que poderão ser obtidas acessando na internet o sítio http://www.gov.cidades. conforme modelo definido pelo Ministério das Cidades e disponibilizado. As despesas decorrentes da Administração Local da obra deverão seguir as orientações constantes no Capítulo 9 do Manual de Instruções para Aprovação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades Inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento / Exercício 2009 ou no Capítulo VI do Manual de Instruções para Contratação e Execução dos Programas e Ações do Ministério das Cidades não inseridos no PAC / Exercício 2009. k) Outros documentos específicos para a modalidade objeto da intervenção. placa indicando a origem e a destinação dos recursos. de acordo com as orientações da CAIXA.br. oportunamente. nos termos do Projeto de Gerenciamento de Resíduos de Construção Civil. 21 . 14. PLACA DE OBRA E ADMINISTRAÇÃO LOCAL DE OBRAS Deverá ser instalada e mantida durante todo o período de realização da obra.caixa. no sítio http://www.

000 HABITANTES6. Desativação de "lixões” existentes. pneus. Os empreendimentos deverão ocorrer complementarmente com ações voltadas para a inclusão sócio-econômica dos catadores (se existirem) e com as relativas à educação ambiental e à participação comunitária. FINALIDADE A ação tem por objetivo proporcionar à população acesso aos Serviços Públicos de Manejo de Resíduos Sólidos. que eventualmente poderão envolver projeto adicional de instalações para coleta e tratamento do biogás de aterros e lixões. entre outros). coleta seletiva. 6 Para efeito da aplicação do limite populacional será considerada a população total estimada do município para 2007.PARTE II – AÇÃO “APOIO A SISTEMAS PÚBLICOS DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO SUPERIOR A 50. associado à implantação ou adequação de aterros sanitários.ASPP. com a implantação de centrais de processamento de reciclaveis – CPR regionais e/ou unidades de acumulação de recicláveis – UAR (unidades isoladas) e galpões de triagem da coleta seletiva. ampliação ou melhoria dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. 15. visando à salubridade ambiental.1. a eliminação de lixões e a inserção sócio-econômica de catadores.Pontos de Entrega Voluntária para pequenas quantidades geradas de resíduos de construção e demolição . eletrodomésticos e outros bens inservíveis. INDEPENDENTE DO PORTE POPULACIONAL”.CONAMA) e resíduos volumosos (móveis. aquisição de equipamentos para acondicionamento. implantação de Redes de PEV . e de aterros sanitários de pequeno porte .RCD (resíduos de responsabilidde pública. implantação de unidades de compostagem . OU MUNICÍPIOS INTEGRANTES DE REGIÕES METROPOLITANAS E RIDE.UCO. disposição final e tratamento e. envolvendo a erradicação de lixões. com a implantação ou adequação de aterros sanitários convencionais.IBGE. conforme Resolução 307/02 do Conselho Nacional do Meio Ambiente . 16. estações de transbordo. a disposição final e/ou tratamento de resíduos sólidos. MODALIDADES DA AÇÃO A ação será implementada por intermédio das seguintes modalidades: 16. definida pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . 22 . sendo implementada por intermédio da implantação.

A modalidade consiste das instalações para o aterro e equipamentos. 16. e d) Pontos de Entrega Voluntária adequados aos municípios de menor portePEV Central.157.5. estocagem e reciclagem de RCD.PEV.896. Implantação ou adequação de sistemas de acondicionamento e coleta de resíduos recicláveis. c) PEV Central simplificado. e d) Aterros de RCD classe “A”. conforme nova NBR em discussão na ABNT.157.3. triagem. coleta. Implantação ou adequação de Unidades de tratamento de resíduos domiciliares – RDO (fração seca) centrais de triagem. A modalidade inclui instalações físicas e equipagem de: a) Centrais de triagem. Implantação ou adequação de projetos de resíduos de construção e demolição e resíduos volumosos – RCD de responsabilidade pública (pequenas gerações de RCD. e c) Aterros de resíduos perigosos conforme NBR 10. manejo ou pré-processamento industrial de materiais recicláveis. conforme Resolução 307/02 do CONAMA).2. 16. incluindo os seguintes itens: a) Aterros sanitários convencionais conforme NBR 13. 23 . Implantação de unidades de transferência intermediária . 16. incluindo instalações físicas e equipagem de sistemas para recepção.112.(estações de transbordo de resíduos sólidos urbanos – RSU) provenientes de várias localidades para serem encaminhados para uma disposição final em aterro sanitário consorciado. triagem. acondicionamento. b) PEV Central. individuais ou em rede compartilhada com a coleta seletiva de resíduos domiciliares conforme NBR 15. compondo a infraestrutura para a coleta seletiva. conforme NBR 10. 16.4. b) Aterros sanitários de pequeno porte – ASPP. Implantação ou adequação de unidades de tratamento de resíduos domiciliares – RDO (fração orgânica) – Unidades de compostagem. b) Galpões de Triagem da coleta seletiva para processamento de recicláveis . manejo ou préprocessamento industrial de materiais recicláveis. c) Pontos de Entrega Voluntária – PEV para materiais recicláveis. que eventualmente poderão envolver projeto adicional de instalações para coleta e tratamento do biogás. 16. a) Áreas de Transbordo e Triagem – ATT e Pontos de Entrega voluntária .6. A Unidade de transferência intermediária poderá ser simplificada ou com sistema de compactação.

espalhamento e compactação de solo de primeira categoria sobre o maciço. preferencialmente no mesmo local. 24 . a) Nos casos de Contratos de Repasse ou Termo de Compromisso para apoiar a realização de obras. k) Impermeabilização. g) Movimentação e conformação da massa de lixo (escavação e transporte do lixo com lâmina do trator. pelos itens a seguir discriminados. escritório. Desativação de “lixões” existentes e implantação preferencialmente no mesmo local. instalação de canteiros). gases e chorume da massa de lixo (construção de canaletas para drenagem de águas pluviais. regularização da superfície e retaludamento das bordas do maciço de resíduos). d) Implantação da infra-estrutura necessária para o encerramento de “lixões” e implantação de aterros sanitários. limitado a 4% (quatro por cento) do valor do investimento. distância média de transporte – DMT. transporte e descarga de material de primeira categoria até 01 (um) km de distância do local da obra. l) Obras civis (fundações e superestrutura) das unidades de apoio . c) Serviços preliminares (locação da área. 17. f) Instalação dos sistemas de drenagem das águas superficiais. de aterros sanitários ou adequação. exclusivamente. h) Tratamento de gases e chorume. COMPOSIÇÃO DO INVESTIMENTO O valor de investimento é representado por todas as parcelas de custos de obras e serviços necessários à execução da proposta apresentada e será composto.7. refeitório. j) Execução de estrada de acesso e de serviço.17. A inclusão ou não de determinado item depende das características específicas do empreendimento. 7 Gastos com projetos acima deste limite serão admitidos como contrapartida adicional do proponente.1. o item “Elaboração de Projeto Executivo” será admitido na condição de contrapartida do proponente e limitado a até 3% do valor total da intervenção apoiada.guarita. indicando as medidas de monitoramento e controle ambiental. banheiro e vestiário e Unidade de Tratamento de Efluentes. fechamento e limpeza da área. b) Elaboração de laudo geológico e hidrogeológico contendo a análise de risco à contaminação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos. A movimentação de terra inclui: raspagem do terreno. i) Montagem eletromecânica. incluindo aquisição de equipamentos para operação da unidade. m) Construção dos poços de monitoramento ambiental. balança. e) Movimentação de terra para preparo de sistemas de drenagem de águas pluviais e líquidos percolados. placa de obra. execução dos drenos de gases. de até 50 (cinqüenta) metros. galpão para manutenção de equipamentos. conforme a modalidade. carga. perfuração de drenos verticais para gases no maciço de resíduos). de gases e da Unidade de Tratamento do Chorume. pátio de recepção de lixo.

por semeadura).1. fechamento da área.1. inclusive para aproveitamento energético do biogás.1. Caso a unidade objeto da intervenção possua características indicativas de viabilidade para exploração e utilização do biogás para reduzir emissões de metano e para aproveitamento energético . vedado o repasse de recursos da União para tal finalidade. fornecimento e plantio de gramíneas.3. e reassentamento habitacional de eventuais famílias de catadores que morem no “Lixão”. e b) Aquisição de equipamentos para operação de aterros. ocorrer preferencialmente no mesmo local. desde que viável. 17.ações de recuperação e urbanização (plantio de árvores e arbustos. c) A altura mínima da massa de resíduos deverá ser de 10 metros. 17. conforme Diretrizes apresentadas no Anexo 9 deste manual. caminhão basculante.1. mínimo de 1. g) Em caso de lixão a unidade deverá ter operado nesta condição ha pelo menos 10 anos ou mais. A desativação de “Lixões” deverá obedecer às seguintes diretrizes: a) Estar condicionada à implantação de um Aterro Sanitário.n) Aquisição de equipamentos de uso exclusivo para a implantação e operação do aterro (trator de esteira. e) A massa de lixo disposta na unidade não deve apresentar resíduos industriais ou de construção depositados conjuntamente com os resíduos domésticos. b) A área ocupada pela massa de resíduos deverá ser de no mínimo 5 (cinco) hectares. o) Serviços especiais (admitidos apenas como contrapartida) . quando necessária. ou estar desativado (sem operação) há pelo menos 5 anos.5% (um e meio por cento) do valor do investimento. A aquisição ou desapropriação de terreno. O estudo deverá indicar que a massa dos resíduos disposta na unidade deverá enquadrar-se dentro dos seguintes parâmetros: a) A área de disposição deverá ter um volume de pelo menos 500 mil toneldas depositadas. será admitida somente como contrapartida. 25 .2. e retroescavadeira). h) Em caso de aterro pouco adequado do ponto de vista ambiental.4. 17. d) O volume diário de resíduos depositados na área. monitoramento ambiental da área necessária à implantação do empreendimento. a unidade deverá estar operando nesta condição ha pelo menos 8 anos.1. f) O percentual de matéria orgânica presente na massa do lixo deve ser igual a superior a 60%. Prever um estudo de viabilidade técnica e econômica na massa de resíduos acumulada que comprove seu potencial para redução de emissões do metano. cuja instalação deverá.4. 17. no cado de um aterro) em operação.Neste caso.1. e p) Projeto social.1. pá-mecânica. A proposta deverá conter somente custos que viabilizem a operação do aterro para no máximo dois anos. Os custos de operação para o restante do tempo de vida útil do aterro serão de responsabilidade do proponente.o projeto complementar do aterro deverá seguir às seguintes diretrizes: 17. deve ser de 200 ton/dia.

sanitários/vestiários. com disponibilidade de equipamento para operar o sistema.1. dos recicláveis triados.2. que. as obras civis deverão prever. Implantação ou adequação de Unidades de Tratamento da fração seca de resíduos domiciliares – RDO compondo a infra-estrutura para a coleta seletiva por parte dos catadores A modalidade inclui instalações físicas e equipagem de: a) Centrais de processamento de recicláveis – CPR (de caráter regional). etc. pesagem. 17. e l) Demais áreas e/ou instalações consideradas necessárias. consiste de Unidade de Acumulação de Recicláveis – UAR. Deverão prever ainda áreas para Infra-estrutura administrativa e de apoio operacional com escritório. i) Área para estacionamento de carrinhos coletores (tração manual). a depender da previsão de equipamentos e/ou dispositivos para sua movimentação). no mínimo. após sua comercialização.2. a uma densidade de 0. 26 .2. copa. refeitório. 17. j) Área para disposição de caçambas estacionárias para acumulação e remoção de rejeitos da triagem. h) Área de apoio administrativo e operacional (escritório. e d) Pontos de Entrega Voluntária adequados aos municípios de menor porte PEV Central 17. no caso de constittuir unidade isolada. em duas ou mais camadas.1. aferição e registro dos resíduos recicláveis recolhidos por cada catador e recuperados nas UAR da região e encaminhados para processamento na CPR. i) Para um aterro sanitário operando de forma sanitária. f) Área de estocagem dos fardos (eventualmente. e) Área de prensagem e acondicionamento. por tipos. c) Pontos de Entrega Voluntária – PEV para materiais recicláveis. d) Área de trituração de papéis que contenham informações sigilosas. neste caso. em silos) dos resíduos recolhidos pelo conjunto dos catadores do município e região do entorno. b) Área de acumulação (a granel. Para Centrais de Processamento de Recicláveis – CPR.1. e espessura de camada de resíduos de pelo menos 6 metros de altura. A composição do investimento. poderá incluir: 17.deve-se prever no projeto a sua recuperação do aterro e o inicio de sua operação em moldes sanitários.2. b) Galpões de Triagem da coleta seletiva. em fardos. ou reservadas.7 ton/m3.). g) Área de expedição dos resíduos recicláveis recuperados. eventualmente sala de reuniões. com cobertura total com argila em toda a superfície do aterro e de seus taludes. por tipos. a unidade deverá contar com uma quantidade mínima acumulada de 15 mil ton de resíduos depositados (21. k) Área para manobra e carga dos veículos transportadores dos fardos de recicláveis comercializados. as seguintes áreas operacionais: a) Área de recepção.2. c) Área de triagem dos resíduos recuperados. vestiário. depósito de ferramentas e embalagens. e.400 m3). podendo ser compartilhada com o refeitório. com recebimento regular de pelo menos 20 ton/dia de resíduos.1. banheiro.

triagem e estocagem. f) Serviços especiais (admitidos apenas como contrapartida) .2. b) Serviços preliminares (placa de obra. d) Retriagem (triagem secundária) de alguns materiais. 27 .9. o item “Elaboração de Projeto Executivo” será admitido na condição de contrapartida do proponente e limitado a até 3% do valor total da intervenção apoiada. g) Estocagem final dos fardos de recicláveis em pilhas.a) Nos casos de Contratos de Repasse ou Termo de Compromisso para apoiar a realização de obras. 17. c) Terraplenagem (movimentação de terra para preparo da infra-estrutura da unidade). trituração.1.2. d) Obras civis (fundações e superestrutura) das unidades básicas para recepção. c) Transporte interno dos materiais triados para a área de acondicionamento. prensagem.2. Deverão prever ainda áreas para Infra-estrutura administrativa e de apoio operacional com escritório. fechamento e limpeza da área e instalação de canteiro). odores e chorume). preparação de baias.8. c) Terraplenagem (movimentação de terra para preparo da infra-estrutura da unidade). administração. locação. d) Obras civis (fundações e superestrutura) da unidade básica para recepção. balança e área para manutenção de equipamentos e para estocagem de resíduos. a) Recebimento e estocagem dos materiais a triar. fechamento e limpeza da área e instalação de canteiro).2. escritório. refeitório. b) Serviços preliminares (placa de obra.2. trituração. etc dos resíduos e das unidades de apoio . 17. triagem e estocagem. mínimo de 1. f) Prensagem e enfardamento dos recicláveis triados.ações de preservação ambiental necessárias à implantação do empreendimento e medidas mitigadoras do empreendimento (controle de vetores. neste caso poderá incluir: a) Nos casos de Contratos de Repasse ou Termo de Compromisso para apoiar a realização de obras. o item “Elaboração de Projeto Executivo” será admitido na condição de contrapartida do proponente e limitado a até 3% do valor total da intervenção apoiada. 8 9 Gastos com projetos acima deste limite serão admitidos como contrapartida adicional do proponente. e) Acondicionamento temporário de materiais triados. as seguintes áreas operacionais. Para galpões de triagem as obras civis deverão prever. eventualmente sala de reuniões. vestiário.5% (um e meio por cento) do valor do investimento. administração. podendo ser compartilhada com o refeitório. Gastos com projetos acima deste limite serão admitidos como contrapartida adicional do proponente. banheiro e refeitório. limitado a 4% (quatro por cento) do valor do investimento. b) Triagem primária dos recicláveis e descarte de rejeitos inaproveitáveis. banheiro e refeitório. no mínimo. banheiro.guarita. e g) Projeto social.2. 17. locação. prensagem. rampa. e h) Transporte interno e carregamento dos fardos para expedição. vestiário. platô e mesa de triagem e das unidades de apoio. conforme Diretrizes apresentadas no Anexo 9 deste manual. e instalação predial para escritório. e) Equipamentos exclusivos para operação da Unidade. A composição do investimento.2. vestiário. limitado a 4% (quatro por cento) do valor do investimento.

4. para o corte do terreno para descarga dos resíduos em veículo tranasportador e para ajuste de topografia). além da regularização da base e a pavimentação. será admitida somente como contrapartida. c) Terraplenagem (movimentação de terra para preparo da infraestrutura da Unidade de Transferência. considerados os resíduos no estado solto (sem compactação).2. mínimo de 1. a estrutura (em concreto armado) do dispositivo de descarga dos resíduos coletados no veículo transportador.RSU) A composição do investimento poderá incluir: a) Nos casos de Contratos de Repasse ou Termo de Compromisso para apoiar a realização de obras.2.17. d) Obras civis (fundações e superestrutura). 17. odores e chorume). limitado a 4% (quatro por cento) do valor do investimento. caminhões basculantes convencionais.3. instalações físicas para abrigar a guarita. e) Portões de acesso e pilares de fixação.3.1.2. quando necessária. Para os Pontos de Entrega Voluntária – PEV para materiais recicláveis. o portão de acesso e pilares de fixação. A Implantação de Unidades de Transferência Intermediária deverá estar condicionada à Implantação de um Aterro Sanitário. 28 . No caso de Unidades de Transferência Intermediária Simplificada as instalações deverão: a) Restringir-se às instalações estritamente necessárias para possibilitar a transferência direta (por gravidade e sem o auxílio de qualquer dispositivo 10 Gastos com projetos acima deste limite serão admitidos como contrapartida adicional do proponente. 17. 17. vedado o repasse de recursos da União para tal finalidade. e m) Projeto social.3. e f) Serviços especiais (admitidos apenas como contrapartida): ações de preservação ambiental necessárias à implantação do empreendimento. g) Serviços especiais (admitidos apenas como contrapartida) . conforme Diretrizes apresentadas no Anexo 9 deste manual. Implantação de Unidades de Transferência Intermediária (Estações de Transbordo de Resíduos Sólidos Urbanos .ações de preservação ambiental necessárias à implantação do empreendimento e medidas mitigadoras do empreendimento (controle de vetores. caminhões com caçamba coletora compactadora específica. fechamento e limpeza da área e instalação de canteiro). Pontos de Entrega Voluntária adequados aos municípios de menor porte e PEV Central. 17.3. as obras civis e a composição dos investimentos seguem o especificado no item 19. b) Serviços preliminares (placa de obra. A aquisição ou desapropriação de terreno. f) Equipamentos exclusivos para operação da Unidade. e) Aquisição de equipamentos para coleta (tratores de pneus com carretas rebocáveis. a contenção em gabiões. etc) e veículo transportador com capacidade (volumétrica e de carga) no mínimo correspondente ao dobro da do maior veículo coletor empregado nos municípios consorciados.5% (um e meio por cento) do valor do investimento. o item “Elaboração de Projeto Executivo” será admitido na condição de contrapartida do proponente e limitado a até 3% do valor total da intervenção apoiada.10.6.

Nos casos de empreendimentos que envolvam. 17. d) Área de peneiramento e armazenamento do composto curado. caso o destino atual do lixo seja um "lixão". e equipamentos. e) Área de apoio administrativo e operacional. f) Laboratório básico para controle do processo de compostagem. o Proponente deverá comprovar que a coleta seletiva está instituída ou em processo de regulamentação. h) Sistema de tratamento de líquidos percolados do pátio de compostagem. carretas rebocáveis.cidades.2. veículos utilitários de pequeno e médio porte. a serem instalados em vias públicas. será admitida somente como contrapartida. Implantação ou adequação dos sistemas de acondicionamento e coleta de resíduos recicláveis O apoio nesta modalidade envolve a aquisição de materiais e equipamentos para acondicionamento e coleta seletiva. veículos coletores especiais. devidamente equipado.1. contêineres comuns plásticos e metálicos. c) Pátio de compostagem. a ser realizada preferencialmente por cooperativas ou associações de catadores de materiais recicláveis. e b) Ser implantadas numa gleba com superfície mínima da ordem de 1.br .“Sugestões para o Projeto dos Galpões e a Organização da Coleta Seletiva” 17. 17. ao equacionamento de solução adequada para a destinação final dos resíduos sólidos. guarita.4.Unidades de Compostagem O investimento incluirá.3. contêineres destinados aos PEV’s.5 Implantação de Unidades de Tratamento dos Resíduos Domiciliares – RDO (fração orgânica) . e outros equipamentos específicos de acondicionamento e coleta seletiva para atender residências não servidas com sistema porta-a-porta. A aquisição ou desapropriação de terreno. e i) Galpão de peneiramento e armazenamento do composto.3. quando necessária. 17. e dotada de portão e guarita para controle do acesso ao interior da instalação. as seguintes áreas operacionais e equipamentos: a) Área de recepção de resíduos orgânicos biodegradáveis (coleta diferenciada).4. g) Almoxarifado / ferramentaria.100m2. A composição do investimento poderá incluir materiais e equipamentos para reciclagem apropriados para os Postos de Entrega Voluntária (PEV’s) e Locais de Entrega Voluntária (LEV’s). no mínimo. dentre outros).gov. aquisição de equipamentos para coleta seletiva e/ou construção de galpões de triagem. cestos coletores de calçadas. A título de orientações recomendamos a referência conceitual básica a ser consultada no sítio do Ministério das Cidades (www. b) Área de trituração de podas. exclusivamente.e/ou equipamento eletromecânico complementar) dos resíduos acumulados nos veículos coletores. A aquisição de veículos coletores para a coleta convencional com ou sem compactação (caminhões basculantes. pátio de compostagem. por parte de veículos e/ou pessoas não credenciados.4. vedado o repasse de recursos da União para tal finalidade. 17. 29 . estão condicionados a existência de um aterro sanitário em funcionamento ou. adequadamente cercada em todo seu perímetro.

fechamento e limpeza da área e instalação de canteiro). PEV Central e PEV Central Simplificado e Aterros de RCD classe A. 17. e) Obras civis (fundações e superestrutura) da unidades básica . b) Serviços preliminares (placa de obra. a) Para resíduos leves: caminhão. giro de 360 graus e capacidade de 450 quilos em extensão máxima.5.2.6.6.1. estocagem e reciclagem de RCD – consistindo de Pontos de Entrega voluntária .5 (três e meio) metros. limitado a 4% (quatro por cento) do valor do investimento.17. A composição do investimento incluirá: 17. vestiário. d) Sistema de tratamento de líquidos percolados. o item “Elaboração de Projeto Executivo” será admitido na condição de contrapartida do proponente e limitado a até 3% do valor total da intervenção apoiada. conforme NBR 15. e f) Unidade de Tratamento para efluentes e do Aterro de Rejeitos. com alcance de 3. placas de concreto ou em alvenaria. Para execução de obras civis a) Nos casos de Contratos de Repasse ou Termo de Compromisso para apoiar a realização de obras. banheiro.PEV. A composição do investimento poderá incluir: a) Nos casos de Contratos de Repasse ou Termo de Compromisso para apoiar a realização de obras. e a. coleta. de compostagem.6.pátio de recepção e triagem do lixo. o item “Elaboração de Projeto Executivo” será admitido na condição de contrapartida do proponente e limitado a até 3% do valor total da intervenção apoiada. d) Portões de acesso e pilares de fixação. alambrado ou muro. onde se possa instalar: a.11. guarita.2. acondicionamento. 11 12 Gastos com projetos acima deste limite serão admitidos como contrapartida adicional do proponente. c) Cercamento leve com arame liso. As Unidades de compostagem deverão prever ainda áreas para Infraestrutura administrativa e de apoio operacional com escritório. Para a aquisição de materiais e equipamentos para recepção. acondicionamento.2) Guindaste hidráulico de 02 t/m (duas toneladas por metro) dotado de garra. c) Sistemas de drenagem.. Implantação ou adequação de projetos de resíduos de construção e demolição e resíduos volumosos – RCD de responsabilidade pública (pequenas gerações de RCD. 17. maturação e de estocagem do composto.112. galpões para manutenção de equipamentos e para estocagem de resíduos. e instalação predial para escritório.12. refeitório. triagem.157. conforme NBR 10. individuais ou em rede compartilhada com a coleta seletiva de resíduos domiciliares. Áreas de Transbordo e Triagem – ATT. 17. banheiro e refeitório.1.1) Carroceria de madeira graneleira com capacidade de 20 m³ (vinte metros cúbicos). vestiário. coleta e remoção de RCD e resíduos volumosos. e) Preparação de baias para resíduos leves de madeira.5. trator ou outro veículo alternativo. 30 . Gastos com projetos acima deste limite serão admitidos como contrapartida adicional do proponente. conforme Resolução 307/02 do CONAMA) O investimento incluirá instalações físicas e equipagem de sistemas para recepção. b) Movimento de terra.

1. juros ou correção monetária. e) Aquisição de material e equipamentos. Estadual ou Municipal. h) Pagamento de dividendos ou recuperação de capital investido. f) Propostas que contemplem acondicionamento. d) Atividades de melhoria da qualidade dos serviços ligados ao desenvolvimento operacional e gerencial das concessionárias. c) Aquisição de materiais e equipamentos e/ou a aquisição ou desapropriação de terrenos para execução de instalações ou serviços futuros. instalado sobre chassis. debêntures ou outros valores mobiliários. assistência técnica ou qualquer espécie de remuneração adicional aos integrantes dos Conselhos Diretores das entidades proponentes. Despesas a) Despesas de capital para Organizações Não Governamentais. com capacidade de 8t (oito toneladas). consultoria. tratamento e disposição de resíduos gerados por fontes industriais e/ou agro-industriais. f) Pagamentos de taxas bancárias. coleta. e g) Propostas que se refiram a serviços de monitoramento ambiental da área onde se situava o “Lixão”. por caracterizarem atividade de custeio. b) Propostas que contemplem coleta. e) Gratificação. k) Financiamento de dívida. 18. bem como ao monitoramento ambiental do Aterro Sanitário propriamente dito. 31 . multas. consultoria. Estes itens não poderão compor o investimento nem mesmo a título de contrapartida. COMPONENTES E DESPESAS NÃO APOIÁVEIS Componentes a) Etapas e partes do sistema que não integrem um Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – PGIRS. j) Despesas gerais de manutenção das instituições proponentes ou executoras do projeto. assistência técnica ou qualquer espécie de remuneração adicional ao pessoal com vínculo empregatício da instituição proponente ou de entidades da Administração Pública Federal. exceto no caso de coleta seletiva. tratamento e disposição de resíduos de construção e demolição de responsabilidade privada (superior a 1m³/dia). na execução do projeto. de natureza eventual. 18. c) Despesas para elaboração da proposta. sendo considerados itens operacionais. gerência ou similar. d) Gratificação. b) Despesas a título de taxa de administração. g) Despesas com pessoal e obrigações patronais.2. 18.b) Para resíduos densos: caçambas metálicas para 4 m³ (quatro metros cúbicos) onde se possa instalar equipamento hidráulico poliguindaste. exceto as decorrentes de serviços prestados por pessoas físicas. inclusive referente a pagamentos ou recolhimentos fora dos prazos. i) Compra de ações. quando solicitados isoladamente.

o) Consultoria especializada (consultores nacionais e estrangeiros). pouco receptivas. que não contenham nomes.l) Aquisição de bens móveis usados. que já tenham sido executados antes da elaboração do convênio/contrato. dos Estados. TRABALHO SÓCIO-AMBIENTAL O trabalho sócio-ambiental será obrigatório nos casos de esgotamento sanitário. mesmo que o consultor não ocupe cargo ou emprego na Administração Pública direta ou indireta da União. servidores ou não. e p) Despesa para a elaboração de estudos e projetos técnicos de engenharia. quando os projetos envolverem as ações descritas no item 2. 19. é facultativo para intervenções em que a lista de beneficiários é difusa e pouco definida. do Distrito Federal e dos Municípios.Diretrizes Para Elaboração e Acompanhamento do Trabalho Sócioambiental. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou pessoas. 32 . m) Aquisição de bens imóveis. Por outro lado. ao trabalho em questão. portanto. a título de ressarcimento. e) do Anexo 9 . ou quando a intervenção beneficia áreas onde residem pessoas de maior nível sócio-econômico. salvo as de caráter educativo. informativo ou de orientação social. das instituições participantes. n) Despesas com publicidade.

Lote 1/6.070-010 .Brasília – DF Telefone: (0XX61) 2108-1414 FAX: (0XX61) 2108-1144 E-mail: residuossolidos@cidades. 11º andar CEP 70092-900 – Brasília/DF Telefones: (061) 3414-9341 E-mail: genoa@caixa.CONTATOS EM CASO DE DÚVIDAS MINISTÉRIO DAS CIDADES Departamento de Desenvolvimento e Cooperação Técnica / SNSA SAUS.br AGÊNCIAS E ESCRITÓRIOS DE NEGÓCIOS DA CAIXA Encontrados em todo o território nacional. Lotes 3/4.cidades.gov.br Internet: http://www. Quadra 04.br Internet: http://www. 33 .PARTE III .br CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Superintendência Nacional de Repasses .SUREP Setor Bancário Sul.gov. Bloco H. 8º andar Edifício Telemundi II CEP: 70.gov. Quadra 01.caixa.gov.

ENTIDADE PROPONENTE Classificação do Proponente: Consórcio Público Governo do Distrito Federal Prefeitura Nome: Endereço (rua. bairro): UF: Cidade: CEP: Telefone: (0xx ) Fax: (0xx ) E-Mail: Nome do Responsável: CI/Órgão Expedidor: Profissão: II .Selecione abaixo ---] Forma de Organização para Prestação do Serviço **: * Opções a serem apresentadas: Região Metropolitana. bairro): UF: Cidade: CEP: Telefone: (0xx ) Fax: (0xx ) E-Mail: Nome do Responsável: CI/Órgão Expedidor: Profissão: III– CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO BENEFICIÁRIO [--. IV – VALORES 1. Valor do Investimento: R$ 100% 2.ANEXOS ANEXO 1.ENTIDADE OPERADORA DO SISTEMA DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Nome: Endereço (rua.Selecione abaixo ---] [--.Selecione abaixo ---] UF: Município(s) . Recursos da União: 3.Selecione abaixo ---] Localização *: [--. nº. Contrapartida: R$ R$ % % 34 . ** Opções a serem apresentadas: Consórcio Público e Convênio de Cooperação. MODELO DE CONSULTA PRÉVIA MINISTÉRIO DAS CIDADES SECRETARIA NACIONAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL CONSULTA PRÉVIA Nº ________ PROGRAMA RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS I .Selecione abaixo ---] [--.PARTE IV . RIDE e Outra. nº.(opção para mais de 01 município): População Total (Estimativa IBGE 2007): [--.

conforme NBR 15. conforme NBR 13. indicar se já existe ou. Desativação de “Lixões” Existentes e Implantação ou Adequação de Aterros Sanitários (Obras Civis) Aterro Sanitário Convencional.157 (Obras Civis) Aquisição de Equipamentos para Operação de Aterros Sanitários Implantação ou Adequação de Instalações para Captação de Gás em Unidades de Disposição Final Implantação ou Adequação de Unidades de Tratamento da Fração Seca dos Resíduos Domiciliares – RDO – Unidade de Acumulação de Recicláveis – UAR Implantação ou Adequação de Unidades de Tratamento da Fração Seca dos Resíduos Domiciliares – RDO – Centrais de Processamento de Recicláveis – CPR (de Caráter Regional) Implantação ou Adequação de Unidades de Tratamento da Fração Seca dos Resíduos Domiciliares – RDO – Pontos de Entrega Voluntária – PEV para Materiais Recicláveis Implantação ou Adequação de Unidades de Tratamento da Fração Seca dos Resíduos Domiciliares – RDO – Pontos de Entrega Voluntária Adequados aos Municípios de Menor Porte – PEV Central Implantação ou Adequação de Unidade de Tratamento da Fração Seca dos Resíduos Domiciliares – RDO – Galpões de Triagem da Coleta Seletiva para Processamento de Recicláveis Implantação ou Adequação de Unidades de Tratamento da Fração Orgânica dos Resíduos Domiciliares – RDO – Unidades de Compostagem Aquisição de Equipamentos para Operação de Unidade de Tratamento Implantação ou Adequação de Unidades de Transferência Intermediária – Estações de Transbordo de Resíduos Sólidos Urbanos . em caso contrário.RSU Aquisição de Materiais e/ou Equipamentos para Acondicionamento e Coleta de Resíduos Recicláveis Implantação ou Adequação de Projetos de Resíduos de Construção e Demolição e Resíduos Volumosos – RCD – Pontos de Entrega Voluntária – PEVs.896 (Obras Civis) Aterro Sanitário de Pequeno Porte – ASPP (Obras Civis) Aterro de Resíduos Perigosos. Caso alguma não esteja programada.157 Aquisição de Materiais e/ou Equipamentos para Coleta.IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO OBJETO . Individuais ou em Rede Compartilhada com a Coleta Seletiva de Resíduos Domiciliares. conforme NBR 10.112 Implantação ou Adequação de Projetos de Resíduos de Construção e Demolição e Resíduos Volumosos – RCD – PEV Central e PEV Central Simplificado Implantação ou Adequação de Projetos de Resíduos de Construção e Demolição e Resíduos Volumosos – RCD – Áreas de Transbordo e Triagem – ATT Implantação ou Adequação de Projetos de Resíduos de Construção e Demolição e Resíduos Volumosos – RCD – Aterros de RCD Classe A.V . Triagem e Acondicionamento de Pequenos Volumes de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Volumosos Aquisição de Veículos para o Manejo de Resíduos de Construção e Demolição e de Resíduos Volumosos 35 . conforme NBR 10. se a mesma deverá ser equacionada com recursos de outras fontes).Intervenções Programadas (assinalar as intervenções a serem implementadas.

VII . o funcionamento das estações de transbordo.1 Há Cobrança pela prestação dos serviços? Sim Não 2. das unidades de triagem e compostagem. as etapas de desativação de lixões e a solução proposta para destinação final. Descrever as soluções de parcerias e as atividades complementares firmadas para a inclusão e emancipação sócio-econômica dos catadores) Prazo previsto para a execução do empreendimento _________ meses. Declarar: a) Receita tarifária anual:R$ b) Tarifa/Taxa Média cobrada por m³ ou tonelada: R$ c) Tarifa/Taxa mínima cobrada por m³ ou tonelada: R$ Observações: 36 .INFORMAÇÕES SOBRE O PRESTADOR DE SERVIÇO/OPERADOR E O SISTEMA 1. Situação da cobrança pela prestação dos serviços: 2.DADOS DO LOCAL OBJETO DA INTERVENÇÃO Nome do bairro ou da localidade urbana: Percentual de Famílias Atendidas pelo Projeto População Residente: ______ hab com renda menor que 3 salários mínimos: ____% VI .SITUAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 1. Existe projeto?: Sim Não Caso afirmativo: Básico Básico e Executivo 2. a infra-estrutura para coleta seletiva por catadores. Em que estágio de Licenciamento Ambiental se encontra o projeto? Não se aplica EIA-RIMA Licença Prévia Instalação Licença de Operação Licença de VIII . Situação institucional do prestador de serviço: Administração Direta Administração Indireta Departamento Empresa Pública Secretaria Municipal Empresa de Economia Mista Outros ______________________ Autarquia Consórcio Público Convênio de Cooperação Outros _______________________ 2.2 Em caso afirmativo indicar a forma de cobrança: Tarifa Taxa ___________ (tipo) Outros ______________________ 3.CONCEPÇÃO DO EMPREENDIMENTO (Descrever o sistema de coleta e transporte. Data da elaboração ou da última revisão do projeto: 3.

2. Máquinas e equipamentos 9.3 Veículos 4.2. Materiais e equipamentos 7. Implantação de Sistemas de Captação de Gás 6. Obras e serviços 7.2.2. Desativação de “Lixões” e Implantação ou Adequação de Unidade de Disposição Final Aterro Sanitário Convencional 2. Obras e serviços 4. Implantação ou Adequação de Pontos de Entrega Voluntária – PEV para Materiais Recicláveis 9. Obras e serviços 2. Equipamentos 3. Máquinas e equipamentos 8.1.2.XI . Máquinas e equipamentos União -X- Contra-partida Total 37 . Obras e serviços 8.QUADRO DE INVESTIMENTOS (R$) Descrição 1.3 Veículos 5. Equipamentos 5. Implantação ou Adequação de Unidades de Acumulação de Recicláveis – UAR 7. Obras e serviços 3.1.2.Aterro Convencional 3. Implantação de Aterro Sanitário de Pequeno Porte 4. Obras e serviços 5.3 Veículos 3.1.1. Equipamentos 4. Implantação ou Adequação de Centrais de Processamento de Recicláveis – CPR (de Caráter Regional) 8.1. Equipamentos 2. Obras e serviços 9. Estudos e Projetos (só como contrapartida) 2.2.1.2.1.3 Veículos 6. Implantação ou Adequação de Unidade de Sanitário Disposição Final . Aterro de Resíduos Perigosos 5. Obras e serviços 6.1.

Implantação ou Adequação de Pontos de Entrega Voluntária Adequados aos Municípios de Menor Porte .10. Máquinas e equipamentos 38 .1.PEV Central 10. Obras e serviços 10.2.

3 Veículos 39 . Aquisição de Materiais e/ou Equipamentos para Acondicionamento e Coleta de Resíduos Recicláveis 15 Implantação ou Adequação de Pontos de Entrega Voluntária – PEVs. Obras e serviços 16.1. Máquinas e equipamentos 17. Central e Central Simplificado. Implantação ou Adequação de Unidades de Transferência Intermediária – Estações de Transbordo de Resíduos Sólidos Urbanos RSU 13. Obras e serviços 13.1. Máquinas e equipamentos 16 Implantação ou Adequação de Pontos de Entrega Voluntária – PEVs. para Resíduos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Volumosos 16.112. Máquinas e equipamentos 12. Individuais ou em Rede Compartilhada com a Coleta Seletiva de Resíduos Domiciliares.2. para Resíduos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Volumosos 15.2.3 Veículos 14.2.2. Máquinas e equipamentos 17 Implantação ou Adequação de Áreas de Transbordo e Triagem – ATT para Resíduos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Volumosos 17.1.XI . Obras e serviços 15.3.1.QUADRO DE INVESTIMENTOS (R$) Continuação 11. Obras e serviços 12. Máquinas e equipamentos 13. Implantação ou Adequação de Galpões de da Coleta Seletiva para Triagem Processamento de Recicláveis 11. Obras e serviços 11.2. Implantação ou Adequação de Unidades de Tratamento da Fração Orgânica dos Resíduos Domiciliares – RDO – Unidades de Compostagem 12. Obras e serviços 17.1. conforme NBR 15. Máquinas e equipamentos 13.1.

XI . Aquisição de Materiais e/ou Equipamentos para Acondicionamento e Coleta de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) e Resíduos Volumosos 20. Serviços Especiais (só como contrapartida) -XTOTAL % do Total % % 100 % 40 .QUADRO DE INVESTIMENTOS (R$) Continuação 18 Implantação ou Adequação de Aterros de RCD Classe A.2. Obras e serviços 18.157 18. conforme NBR 10.1.3 Veículos 19. Projeto Social 21. Máquinas e equipamentos 18.

ANEXO 2. nos termos das normas definidas e divulgadas. Este pleito refere-se a Sistema de Manejo de Resíduos Sólidos no Município de ______________________________ . Atenciosamente. Pelo presente manifestamos nosso interesse em aderir ao Programa Resíduos Sólidos Urbanos e submetemos à consideração de Vossa Excelência proposta para ser analisada no âmbito do Processo de Seleção Pública de iniciativas empreendido pelos Ministérios das Cidades. sendo R$ _________________ (___________________________________________) a cargo da União e R$ ______________ (________________________________________) de contrapartida.___ (UF). no valor estimado de R$ _________________ (___________________________________________). MODELO DE OFÍCIO PARA ENCAMINHAMENTO DE TERMO DE ADESÃO AO PROGRAMA E DOCUMENTOS ANEXOS A CONSULTA PRÉVIA Senhor Ministro. ________________________________ Proponente ___________________________________ Anuente (se necessário) A Sua Excelência o Senhor Ministro MÁRCIO FORTES DE ALMEIDA Ministério das Cidades Brasília – DF 41 . bem como os documentos relacionados no Quadro Documentos Anexos. que é parte integrante deste ofício. Servimo-nos deste expediente para encaminhar o Termo de Adesão referente à Consulta Prévia nº ____________ (preenchimento automático) enviada pela internet.

42 . empresa pública ou de economia mista. quando o sistema não for operado pela administração direta ou através do consórcio público Instrumento legal de cessão de uso do terreno da central de triagem e processamento de materiais recicláveis à cooperativa/associação de catadores Termo de Compromisso para Regularização da Cessão de Uso do Terreno (Anexo 6) Observação: Utilizar papel timbrado do Órgão Proponente. etc) Parte da lei orçamentária do exercício de 2009 que trata da dotação orçamentária destinada aos serviços de resíduos sólidos Modelo de sustentabilidade do sistema Instrumento legal de delegação dos serviços Balancete de setembro de 2008 ou de data mais recente Lei autorizativa da concessão dos serviços Contrato de concessão Termo de Compromisso para Regularização da Concessão (Anexo 4) Contrato social da empresa devidamente registrado na Junta Comercial ou outro órgão equivalente Lei de ratificação do Protocolo de Intenções de cada ente federado consorciado Estatuto do consórcio Contrato de consórcio de direito público (contrato de programa) Convênio de Cooperação Declaração de anuência com a realização do empreendimento. fundação.DOCUMENTOS ANEXOS Declaração de Compromisso (Anexo 3) Legislação municipal que instituiu e regulamenta a cobrança pela prestação dos serviços Legislação municipal que estabelece os valores de cobrança pela prestação dos serviços para o exercício de 2009 Comprovante de aplicação da cobrança pela prestação dos serviços Regulamento da limpeza urbana e sistemática de controle e fiscalização de sua observância Compromisso de Regularização do Serviço de Manejo dos Resíduos Sólidos (Anexo 5) Lei de constituição/criação do órgão operador dos serviços (departamento. consórcio público. autarquia.

(Proponente) Ao propor a intervenção consubstanciada na Consulta Prévia apresentada ao Ministério das Cidades. 5 É responsável pelo cumprimento das normas de preservação ambiental na área objeto da intervenção e em seu entorno. declara que: 1 O empreendimento proposto está de acordo com as diretrizes federais e estaduais da política de desenvolvimento urbano. 6 Tem ciência de que não serão admitidas modificações no empreendimento proposto que implique em modificação do objeto contratado. formalmente. têm ciência que o órgão operador dos serviços deverá corresponsabilizar-se. tanto durante na etapa da seleção pública. pela fiscalização da execução da intervenção e comprometer-se a notificar. 12 Compromete-se a não permitir a incorporação dos produtos das iniciativas deste projeto ao patrimônio de empresas e de sociedades de economia mista. que inexiste qualquer débito em mora.ANEXO 3. MODELO DE DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO O ____________________________________________________________________. objetivando proporcionar melhores condições no SISTEMA DE MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS às famílias alvo. edificações. etc). 10 Será formalizado TERMO DE COMPROMISSO em que o proponente comprometese a colocar em operação imediata os equipamentos e as instalações financiadas. 7 Para fins de prova junto ao Ministério das Cidades. Local e Data Assinatura do representante legal do Proponente 43 . previamente à assinatura do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso. previstas na legislação específica. no Município. bem como responsabilizar-se pela sua operação regular e contínua. oportunamente. ou situação de inadimplência com o Tesouro Nacional ou qualquer órgão ou entidade da Administração Pública Federal. à Caixa Econômica Federal qualquer problemas de execução que possa comprometer o recebimento e a operação imediata dos produtos da intervenção apoiada. quanto à aceitação ou dispensa do Relatório de Impacto no Meio Ambiente . de saneamento e de meio ambiente. 3 O empreendimento proposto levou em consideração os indicadores de saúde pública divulgados pelo Ministério da Saúde e as ações previstas por este setor. 11 Nos casos de sistemas operados sob regime de concessão ou contrato de cooperação desenvolvido sob forma de gestão associada. para os efeitos e sob as penas da lei. na forma desta Consulta Prévia. 4 O Projeto Técnico da intervenção proposta será elaborado de acordo com as normas e padrões internos do operador dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos e submetido à sua aprovação prévia. 9 Têm pleno conhecimento e concorda com todas as diretrizes e regras a serem observadas. que impeça a transferência de recursos oriundos de dotações consignadas no orçamento da União. se exigível.RIMA. de declaração do órgão competente de Meio Ambiente. 8 Compromete-se a colocar em operação imediata os produtos gerados pela intervenção apoiada (equipamentos. quanto na de análise técnica dos projetos e celebração dos Contratos de repasse. bem como pela apresentação. 2 O empreendimento proposto é compatível com o Plano Integrado de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos.

ANEXO 4.DF Obs. de forma a atender integralmente aos termos estabelecidos no Manual do Programa Resíduos Sólidos Urbanos – Sistemática 2009. comprometo-me a encaminhar à Caixa Econômica Federal cópia autenticada do instrumento legal (lei e contrato de concessão) que comprove a regularização das condições de operação no prazo estabelecido no parágrafo anterior.______ (UF). Declaro(amos) ainda ter ciência de que o primeiro desembolso do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso ficará condicionado à regularização das condições de operação do serviço beneficiado e que o Contrato de Repasse/Termo de Compromisso pode ser distratado caso a regularização não ocorra em até 180 dias. Atenciosamente. para os fins que se fizerem necessários. declaro(amos). No que se refere à Consulta Prévia nº _____ do Programa Resíduos Sólidos Urbanos destinada a sistemas de resíduos sólidos urbanos no município de _____________________________________ . Por fim. proposta pelo Governo Municipal/Estadual de ______________________ no valor de R$ _________________.: utilizar papel timbrado do Órgão Proponente. Proponente Anuente (se for o caso) A Sua Excelência o Senhor MÁRCIO FORTES DE ALMEIDA Ministro de Estado das Cidades Brasília . conforme o caso 44 . que assumo(imos) o compromisso de regularizar a Concessão dos referidos serviços. MODELO DE COMPROMISSO PARA REGULARIZAÇÃO DA CONCESSÃO DOS SERVIÇOS AO PRESTADOR Senhor Ministro.

declaro(amos). que assumo(imos) o compromisso de regulamentar o serviço de limpeza urbana. Por fim. Proponente Anuente (se for o caso) A Sua Excelência o Senhor MÁRCIO FORTES DE ALMEIDA Ministro de Estado das Cidades Brasília . inclusive quanto à sistemática de controle e fiscalização de forma a atender integralmente aos termos estabelecidos no Manual do Programa Resíduos Sólidos Urbanos – Sistemática 2009. inclusive quanto à sistemática de controle e fiscalização e que o Contrato de Repasse/Termo de Compromisso pode ser distratado caso a regularização não ocorra em até 12 meses.ANEXO 5. No que se refere à Consulta Prévia nº _____ do Programa Resíduos Sólidos Urbanos destinada a sistemas de resíduos sólidos urbanos no município de _____________________________________ . Atenciosamente. comprometo-me (comprometemo-nos) a encaminhar à Caixa Econômica Federal cópia autenticada do instrumento legal comprovante no prazo estabelecido no parágrafo anterior. Declaro(amos) ainda ter ciência de que o último desembolso do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso ficará condicionado à regularização do serviço de limpeza urbana. MODELO DE COMPROMISSO DE REGULARIZAÇÃO DO SERVIÇO DE MANEJO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Senhor Ministro.DF Obs. para os fins que se fizerem necessários.: utilizar papel timbrado do Órgão Proponente. proposta pelo Governo Municipal/Estadual de ______________________ no valor de R$ _________________. conforme o caso 45 .______ (UF).

ter ciência de que o primeiro desembolso do Contrato de Repasse/Termo de Compromisso ficará condicionado ao encaminhamento à Caixa Econômica Federal.______ (UF). que assumo(imos) o compromisso de regularizar. Declaro(amos). proposta pelo Governo Municipal/Estadual de ______________________ no valor de R$ _________________. no prazo máximo de 180 dias. ainda. Proponente Representante Legal da Cooperativa/Associação A Sua Excelência o Senhor MÁRCIO FORTES DE ALMEIDA Ministro de Estado das Cidades Brasília . Atenciosamente.: utilizar papel timbrado do Órgão Proponente. conforme o caso 46 . da cópia autenticada do instrumento legal da cessão e que o Contrato de Repasse/Termo de Compromisso pode ser distratado caso não ocorra a regularização.ANEXO 6. a cessão de uso do terreno para a implantação da central de triagem e processamento de materiais recicláveis à _______________________________________________ (nome da cooperativa ou associação de catadores). declaro(amos). de forma a atender integralmente aos termos estabelecidos no Manual do Programa Resíduos Sólidos Urbanos – Sistemática 2009. No que se refere à Consulta Prévia nº _____ do Programa Resíduos Sólidos Urbanos destinada a sistemas de resíduos sólidos urbanos no município de _____________________________________ . para os fins que se fizerem necessários.DF Obs. por meio de instrumento legal. MODELO DE COMPROMISSO PARA REGULARIZAÇÃO DA CESSÃO DE USO DO TERRENO Senhor Ministro.

MUNICÍPIOS COM POPULAÇÃO SUPERIOR A 50 MIL HAB. Contagem da População 2007 e Estimativas da População 2007 47 . Fonte: IBGE.ANEXO 7.

F AC AC AL AL AL AL AL AL AL AL AL AM AM AM AM AM AM AP AP BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA BA Município Rio Branco Cruzeiro do Sul Maceió Arapiraca Palmeira dos Índios Rio Largo União dos Palmares Penedo São Miguel dos Campos Coruripe Atalaia Manaus Parintins Itacoatiara Manacapuru Coari Tefé Macapá Santana Salvador * Feira de Santana * Vitória da Conquista * Juazeiro * Camaçari * Ilhéus * Itabuna * Jequié Lauro de Freitas Alagoinhas Barreiras Teixeira de Freitas Porto Seguro Simões Filho Paulo Afonso Eunápolis Valença Santo Antônio de Jesus Candeias Jacobina Guanambi Senhor do Bonfim Serrinha Itamaraju Campo Formoso Itapetinga Casa Nova Irecê Brumado Bom Jesus da Lapa Conceição do Coité BA BA BA BA BA BA BA BA CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE CE DF ES ES ES ES ES ES ES ES ES ES ES GO Ipirá Itaberaba Santo Amaro Euclides da Cunha Cruz das Almas Dias d'Ávila Monte Santo Araci Fortaleza * Caucaia * Juazeiro do Norte * Maracanaú * Sobral * Crato Itapipoca Maranguape Iguatu Quixadá Canindé Crateús Quixeramobim Aquiraz Aracati Pacatuba Tianguá Russas Cascavel Icó Morada Nova Camocim Pacajus Tauá Boa Viagem Limoeiro do Norte Viçosa do Ceará Acaraú Granja Barbalha Brasília * Vila Velha * Serra * Cariacica * Vitória * Cachoeiro de Itapemirim * Linhares Colatina Guarapari São Mateus Aracruz Viana Goiânia * GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO GO MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MA MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG Aparecida de Goiânia * Anápolis * Luziânia * Rio Verde Águas Lindas de Goiás Valparaíso de Goiás Trindade Formosa Itumbiara Novo Gama Jataí Planaltina Catalão Senador Canedo Caldas Novas Santo Antônio do Descoberto Goianésia São Luís Imperatriz Timon Caxias São José de Ribamar Codó Paço do Lumiar Açailândia Bacabal Santa Inês Balsas Barra do Corda Pinheiro Santa Luzia Chapadinha Buriticupu Coroatá Itapecuru Mirim Grajaú Belo Horizonte * Contagem * Uberlândia * Juiz de Fora * Betim * Montes Claros * Ribeirão das Neves * Uberaba * Governador Valadares * Ipatinga * Santa Luzia * Sete Lagoas * Divinópolis * Ibirité Poços de Caldas 48 .U.

MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MG MS MS Patos de Minas Teófilo Otoni Barbacena Sabará Pouso Alegre Varginha Conselheiro Lafaiete Araguari Itabira Passos Coronel Fabriciano Muriaé Ubá Vespasiano Ituiutaba Araxá Lavras Itajubá São João del Rei Itaúna Caratinga Patrocínio Pará de Minas Paracatu Timóteo Unaí Manhuaçu Nova Lima Três Corações João Monlevade Alfenas Curvelo Viçosa Cataguases Ouro Preto Janaúba Januária Formiga São Sebastião do Paraíso Nova Serrana Pedro Leopoldo Ponte Nova Esmeraldas São Francisco Três Pontas Frutal Mariana Pirapora Campo Belo Campo Grande Dourados MS MS MS MT MT MT MT MT MT MT MT PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PA PB PB PB PB PB PB PB PB PE Corumbá Três Lagoas Ponta Porã Cuiabá Várzea Grande Rondonópolis Sinop Cáceres Tangará da Serra Sorriso Barra do Garças Belém * Ananindeua * Santarém * Marabá * Castanhal Parauapebas Abaetetuba Itaituba Cametá Bragança Breves Marituba Altamira Paragominas Tucuruí Barcarena Redenção Tailândia Moju Capanema Monte Alegre Uruará (por decisão judicial)** São Félix do Xingu Oriximiná Igarapé-Miri Viseu Alenquer Santa Isabel do Pará Novo Repartimento Jacundá Capitão Poço João Pessoa Campina Grande Santa Rita Patos Bayeux Sousa Cajazeiras Guarabira Recife * PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PE PI PI PI PI PI PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR Jaboatão dos Guararapes * Olinda * Paulista * Caruaru * Petrolina * Cabo de Santo Agostinho Camaragibe Garanhuns Vitória de Santo Antão São Lourenço da Mata Igarassu Abreu e Lima Serra Talhada Araripina Santa Cruz do Capibaribe Goiana Gravatá Belo Jardim Ipojuca Carpina Arcoverde Ouricuri Pesqueira Escada Palmares Bezerros Limoeiro Surubim Salgueiro Moreno Timbaúba Teresina Parnaíba Picos Piripiri Floriano Curitiba * Londrina * Maringá * Foz do Iguaçu * Ponta Grossa * Cascavel * São José dos Pinhais * Colombo * Guarapuava Paranaguá Apucarana Pinhais Araucária Toledo Campo Largo 49 .

PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR PR RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ RJ Arapongas Umuarama Almirante Tamandaré Cambé Campo Mourão Piraquara Sarandi Paranavaí Fazenda Rio Grande Francisco Beltrão Pato Branco Telêmaco Borba Castro Cianorte Irati Rolândia União da Vitória Rio de Janeiro * São Gonçalo * Duque de Caxias * Nova Iguaçu * Belford Roxo * Niterói * São João de Meriti * Campos dos Goytacazes * Petrópolis * Volta Redonda * Magé * Itaboraí * Mesquita * Nova Friburgo * Barra Mansa * Macaé Cabo Frio Nilópolis Teresópolis Angra dos Reis Queimados Resende Maricá Araruama Barra do Piraí Itaguaí Japeri Itaperuna São Pedro da Aldeia Rio das Ostras Três Rios Seropédica Valença Saquarema RJ RJ RN RN RN RN RN RN RN RN RO RO RO RO RO RO RR RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS Cachoeiras de Macacu Rio Bonito Natal Mossoró Parnamirim São Gonçalo do Amarante Ceará-Mirim Macaíba Caicó Açu Porto Velho Ji-Paraná Ariquemes Cacoal Vilhena Jaru Boa Vista Porto Alegre * Caxias do Sul * Pelotas * Canoas * Santa Maria * Gravataí * Viamão * Novo Hamburgo * São Leopoldo * Alvorada * Rio Grande * Passo Fundo * Uruguaiana Sapucaia do Sul Santa Cruz do Sul Cachoeirinha Bagé Bento Gonçalves Guaíba Erechim Cachoeira do Sul Santana do Livramento Esteio Alegrete Ijuí Sapiranga Santo Ângelo Lajeado Venâncio Aires Santa Rosa Cruz Alta São Borja Camaquã Vacaria RS RS RS RS RS RS RS SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SC SE SE SE SE SE SE SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP Farroupilha Carazinho São Gabriel Montenegro Campo Bom Canguçu Taquara Joinville * Florianópolis * Blumenau * São José * Criciúma * Chapecó Itajaí Lages Jaraguá do Sul Palhoça Brusque Balneário Camboriú Tubarão São Bento do Sul Caçador Concórdia Araranguá Rio do Sul Içara Biguaçu Camboriú Canoinhas Navegantes Gaspar Mafra Laguna Aracaju Nossa Senhora do Socorro Lagarto Itabaiana São Cristóvão Estância São Paulo * Guarulhos * Campinas * São Bernardo do Campo * Osasco * Santo André * São José dos Campos * Sorocaba * Ribeirão Preto * Santos * São José do Rio Preto * Mauá * 50 .

51 .SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP Diadema * Carapicuíba * Mogi das Cruzes * Piracicaba * Bauru * Jundiaí * Itaquaquecetuba * São Vicente * Franca * Guarujá * Limeira * Suzano * Taubaté * Barueri * Embu * Praia Grande * Sumaré * Taboão da Serra * Marília * São Carlos * Jacareí * Presidente Prudente * Americana * Araraquara * Itapevi * Hortolândia * Rio Claro * Santa Bárbara d'Oeste * Araçatuba * Indaiatuba * Cotia * Ferraz de Vasconcelos * Itapecerica da Serra Itu Francisco Morato São Caetano do Sul Itapetininga SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP Bragança Paulista Pindamonhangaba Mogi Guaçu Jaú Franco da Rocha Botucatu Cubatão Atibaia Catanduva Araras Barretos Guaratinguetá Ribeirão Pires Poá Jandira Sertãozinho Birigui Salto Tatuí Várzea Paulista Santana de Parnaíba Votorantim Ourinhos Valinhos Assis Itatiba Caraguatatuba Itapeva Leme Moji Mirim Caieiras Itanhaém Caçapava Avaré São João da Boa Vista Lorena Votuporanga SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP SP TO TO TO Cruzeiro Ubatuba Bebedouro Matão Paulínia Arujá Mairiporã Campo Limpo Paulista Jaboticabal Lins Itapira Pirassununga São Sebastião Mococa São Roque Ibiúna Amparo Tupã Fernandópolis Lençóis Paulista Embu-Guaçu Cajamar Vinhedo Penápolis Andradina Peruíbe Cosmópolis Batatais Registro Taquaritinga Mirassol São José do Rio Pardo Palmas Araguaína Gurupi * Municípios nos quais a determinação da população foi feita a partir de cálculo estimativo.

ATENDIMENTO AO SNIS LISTA DE MUNICÍPIOS/PRESTADORES DE SERVIÇOS COM MAIS DE 50MIL HAB QUE NÃO RESPONDERAM À COLETA DE DADOS DO SNIS/2007 Nº 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Município UF Sigla Nome Itacoatiara Manacapuru Barcarena Parauapebas Coroatá Granja Sousa São José do Rio Pardo Barra do Garças AM AM PA PA MA CE PB SP MT SAAE SAAE PM SAAEP SAAE SAAE DAE EMASA Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Itacoatiara Serviço Autonômo de Água e Esgoto Prefeitura Municipal de Barcarena Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas Serviço Autonomo de Água e Esgoto Serviço Autonomo de Água e Esgoto Prefeitura Municipal de Sousa Departamento de Água e Esgoto Serviço de Água e Esgoto 52 .ANEXO 8.

795. planejadas e desenvolvidas pelo proponente em função das obras contratadas. 2. realizados por intermédio dos programas e ações da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental.OBJETO Este Anexo define diretrizes para a implementação do trabalho socioambiental no âmbito da execução dos empreendimentos em saneamento básico. As atividades a serem desenvolvidas abrangem iniciativas de educação ambiental voltadas para os componentes do saneamento básico. organização comunitária. estas orientações integram o conjunto de normativos que regulamentam a sistemática de repasse de recursos pelo poder público federal para tais investimentos.ANEXO 9. bem como ações de caráter sócio-educativo direcionadas à mobilização social. de 27 de abril de 1999. Nesse sentido.PNEA (instituída pela Lei nº 9. observando abordagem interdisciplinar.281. de 25 de junho de 2002). O planejamento e a execução do trabalho socioambiental integrante dos investimentos/empreendimentos custeados com recursos federais para saneamento básico. 53 . As diretrizes constantes deste anexo buscam subsidiar: 1. Essas diretrizes gerais não excluem a possibilidade de que sejam criadas instruções específicas para o desenvolvimento do trabalho socioambiental. sempre com a perspectiva de busca de sustentabilidade nas relações estabelecidas entre as pessoas e o ambiente onde vivem. e do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA). seja de recursos do Orçamento Geral da União ou de recursos onerosos. Observadas as características do empreendimento e o perfil da população beneficiária. DIRETRIZES PARA O TRABALHO SOCIOAMBIENTAL 1 . O trabalho socioambiental compreende um conjunto de ações educativas e de mobilização social. as atividades desenvolvidas pelo trabalho socioambiental têm a função de incentivar a gestão participativa por meio da criação de mecanismos capazes de viabilizar a participação da população nos processos de decisão e manutenção dos bens/serviços empreendidos para adequá-los à realidade socioeconômica e cultural e às reais prioridades dos grupos sociais atendidos. geração de trabalho e renda. As ações de Educação Ambiental induzidas e apoiadas pelos Programas da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental devem observar as diretrizes e princípios da Política Nacional de Educação Ambiental . A atuação dos agentes financiadores na análise técnica dos pleitos e no monitoramento das ações socioambientais desenvolvidas. e regulamentada pelo Decreto nº 4. assim como qualificar e aperfeiçoar os investimentos em saneamento. tendo como objetivo promover a sustentabilidade sócio-econômica e ambiental do empreendimento.

conforme avaliação do agente financeiro. reciclagem. 2. implantação/ampliação de sistema e/ou instalações de apoio à coleta seletiva. quando ocorrer a implantação ou substituição de redes de distribuição. consideradas de alto impacto social e ambiental: a) Elaboração ou revisão de planos municipais ou regionais de saneamento básico para os empreendimentos de saneamento básico. Em especial. ligação domiciliar e intra-domiciliar e promovam o acesso e/ou mudanças no uso dos serviços. complementarmente. assim como na relação e condições de acesso das pessoas aos serviços de saneamento. h) Outras situações. quando provocarem mudança direta nas relações dos usuários com os serviços prestados. f) Manejo de Resíduos Sólidos13: nos projetos que envolvam erradicação de lixões. b) Desenvolvimento Institucional: quando as ações previstas interferirem ou provocarem mudança direta ou indireta no cotidiano dos usuários. nos projetos de sistemas condominiais. g) Drenagem Urbana Sustentável e Manejo de Águas Pluviais: nos projetos que envolvam a implantação e ampliação de sistemas e intervenções que provoquem interferências diretas nas condições de vida da população.2 – APLICABILIDADE O desenvolvimento do trabalho socioambiental faz-se necessário sempre que um empreendimento de saneamento provocar mudanças nas condições de vida da população. o TSA deve prever iniciativas em parceria com a assistência social. e) Esgotamento Sanitário: na implementação. redes coletoras e demais componentes do sistema. Torna-se imprescindível especialmente nas modalidades de saneamento básico abaixo relacionadas. 13 Quando envolver empreendimentos que contemplem ações junto a catadores de materiais recicláveis. c) Saneamento Integrado: em todas as iniciativas previstas. Necessariamente. 54 . quando provocarem mudança direta nas relações dos usuários com os serviços prestados. cabendo.1 Havendo a necessidade de reassentamento/remanejamento/remoção de famílias para a efetivação dos empreendimentos. de ligações ou instalações domiciliares e intradomiciliares e soluções individuais de esgotamento sanitário em localidades de baixa renda. destinação ou transbordo. substituição e recuperação de soluções de tratamento. ao agente financeiro avaliar a necessidade de sua realização ou ratificar a justificativa para sua inexigibilidade. no acesso e uso dos serviços prestados ou depender do envolvimento da sociedade. prestação de serviços e urbanização do entorno de instalações de tratamento. recomenda-se observar as diretrizes estabelecidas para o desenvolvimento do trabalho socioambiental contidas nos programas e ações da Secretaria Nacional de Habitação. portanto. Modalidade em que. viabilizando inclusão social e emancipação econômica. devem ser apresentadas ações para esse fim no projeto de trabalho socioambiental. d) Abastecimento de Água: nos projetos que envolvam as diversas etapas do sistema. triagem.

3 . social. c) Orientação pelas dimensões da sustentabilidade – Para que o trabalho socioambiental contribua de fato para a sustentabilidade dos empreendimentos. econômicos e culturais fortemente ligados às noções de identidade e pertencimento estão presentes e marcantes. como os instrumentos de planejamento destacando-se: Plano Diretor Municipal. devem utilizar linguagem adequada. As atividades propostas devem buscar a articulação da ação educativa com as políticas públicas correlatas. metodologias e estratégias a serem adotadas no desenvolvimento dos trabalhos socioambientais devem considerar as peculiaridades de cada contexto. o Plano de Recursos Hídricos ou de Bacia hidrográfica e Planos de Desenvolvimento Regional. sejam elas de natureza política. Devem. observando. em seu planejamento. e que podem ser mais apropriadas e eficientes frente à realidade de uma dada localidade. ainda. costumes e valores locais e expressar a diversidade cultural presente na região. econômica.DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO SOCIOAMBIENTAL O trabalho socioambiental deve incorporar as atividades de educação ambiental na implementação das ações de saneamento. Considera-se que a participação comunitária é facilitada nesta escala. o acúmulo e aprendizados de experiências anteriores na condução de processos semelhantes. ambiental. ainda. Para isso. deve estar presente na pauta dos grupos que atuam na implementação dos trabalhos socioambientais. d) Respeito ao regionalismo e às culturas locais – O perfil das atividades educativas desenvolvidas. os materiais didáticos. incluindo a discussão sobre a eficácia da metodologia e infra-estrutura utilizada de forma convencional. conforme estabelecido no Estatuto da Cidade. é fundamental considerar. bem como a constituição e o fortalecimento de foros e espaços de tomadas de decisão local. ética. quando existentes. desde o planejamento ao monitoramento e a avaliação. priorizando os objetivos relacionados à modalidade da intervenção. 55 . o Plano Municipal de Saneamento Básico. respeitar as tradições. bem como os meios e instrumentos de comunicação utilizados. as múltiplas dimensões envolvidas. como forma de garantir sustentabilidade para a ação pública. Nesse sentido. proporcionando uma riqueza de olhares e percepções sobre a realidade que deve ser observada na condução de todo o processo. A identificação e a utilização de alternativas tecnológicas que levem em consideração o conhecimento popular e a aplicação de técnicas simples. onde os laços territoriais. por meio do envolvimento efetivo da comunidade para a qual o serviço será prestado. tecnológica ou cultural. observar as recomendações contidas nas resoluções 25 e 34 do Conselho das Cidades sobre participação social no âmbito das políticas para o desenvolvimento urbano. alguns aspectos considerados relevantes são apresentados como diretrizes orientadoras para o desenvolvimento dos trabalhos socioambientais: a) Incentivo e Valorização do desenvolvimento e da utilização de tecnologias sociais sustentáveis1 em Saneamento Básico – As ações desenvolvidas por meio dos trabalhos socioambientais devem proporcionar a reflexão sobre a forma como a comunidade tem se relacionado com o saneamento. objetivando contribuir permanentemente para o exercício do controle social. b) Ênfase na escala local e gestão comunitária – As ações propostas no desenvolvimento dos trabalhos socioambientais devem observar. a necessidade de construção coletiva de soluções adequadas ao contexto em que está inserido. em seu planejamento. de baixo custo e impacto.

é fundamental estimular os diversos atores sociais envolvidos para interagir de forma articulada e propositiva no desenvolvimento do trabalho socioambiental. fundações e demais entidades ligadas ao desenvolvimento de atividades socioambientais. quando existirem. Mobilização Social e Educomunicação2 – Buscando qualificar a operacionalização dos empreendimentos. conforme definição da Lei 11. Essa diretriz tem como objetivo proporcionar a sustentabilidade econômica e social das intervenções. Secretarias municipais e estaduais de Educação. esporte. • • Aos Núcleos Estaduais e Municipais de Educação em Saúde. tendo em vista a possibilidade de potencializar e internalizar o desenvolvimento das atividades socioambientais nas comunidades beneficiadas. f) Controle social – Para que o controle social dos empreendimentos em saneamento torne-se de fato atitude concreta. Essas ações de educação ambiental e mobilização social devem ser informadas. assim como de planejamento e de avaliação relacionados aos serviços públicos de saneamento básico. saúde. previstas ou realizadas. de meio ambiente. g) Articulação com organizações públicas e da sociedade civil: o trabalho socioambiental deverá promover parcerias com organizações públicas e da sociedade civil para atendimento das necessidades das famílias beneficiadas. Centros de Referência Especializada em Assistência Social (CREAS).e) Incentivo à Participação Comunitária. acompanhamento e avaliação das ações: • Aos conselhos estaduais e municipais das cidades. ou os órgãos estaduais e municipais responsáveis por essas políticas. com o intuito de assegurar à sociedade informações. • Às organizações públicas e da sociedade civil. escolas e universidades públicas e privadas. Deve-se fomentar a construção de canais de comunicação e de diálogo entre a sociedade civil e o poder público local. mesmo após a conclusão do empreendimento. ao reforçar as atividades e estruturas existentes no município. lazer. quando existirem. Os proponentes devem dar ampla publicidade às informações técnico-operacionais e orçamentário-financeiras dos contratos e ações de educação ambiental. Secretarias municipais e estaduais de Assistência Social (ou congêneres). assistência social. na área de abrangência das comunidades beneficiárias. segurança alimentar e segurança pública. utilizando-a de forma educadora nos meios e instrumentos de comunicação mais influentes e adequados ao contexto local. desde o seu planejamento até sua implementação. desde o planejamento. de forma a contribuir para melhorar o acesso das famílias aos serviços de educação. quando existirem. como Centros de Referência da Assistência Social (CRAS). de saúde. • Às Comissões Interinstitucionais de Educação Ambiental nos Estados. Essa diretriz tem o intuito de fortalecer as bases associativas e os processos de construção coletiva da informação. representações técnicas e participação nos processos de formulação de políticas. Cooperativas. cultura. de recursos hídricos e de educação. é fundamental promover e apoiar a estruturação dos mecanismos de controle social existentes. geralmente sediadas nos núcleos de educação ambiental dos órgãos ambientais estaduais.Lei Federal do Saneamento Básico. Aos Comitês de Bacias Hidrográficas. 4 – INVESTIMENTO 56 .445/07 .

QCI e do cronograma físico financeiro do Termo de Compromisso ou Contrato. do Quadro de Composição do Investimento . A instituição ou empresa deve apresentar comprovada experiência e capacidade técnica no desenvolvimento de Trabalhos Sociais junto a comunidades de baixa renda. 5 – EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO DO TRABALHO SOCIOAMBIENTAL A equipe técnica constituída com o desafio de desenvolver o trabalho socioambiental deve ser coordenada por profissionais com formação em Serviço Social ou Ciências Sociais. com proposta metodológica definida para identificar as características da área de abrangência 57 . esse percentual poderá variar conforme a excepcionalidade justificada pelo proponente e comprovada pelo agente financeiro. deve ser elaborado um projeto específico visando desenvolver um conjunto de atividades de caráter informativo. guardada a observância dos trâmites legais vigentes. não ficando dispensada da obrigatoriedade de ter em seu quadro um responsável técnico com formação profissional já mencionada para exercer a coordenação e acompanhamento dos trabalhos. De acordo com o porte do investimento e com o impacto ambiental e social provocado pelo empreendimento na região de abrangência do projeto. Casos de excepcionalização devem ser analisados pelo agente operador e. opção justificada por termo circunstanciado.O trabalho socioambiental deve ser parte integrante do valor do investimento. com capacidade de atuação em diversas áreas do conhecimento. em última instância.5%. e apresentar experiência comprovada em ações de desenvolvimento comunitário. apoiado com recursos de repasse. A ação deve fazer parte do Plano de Trabalho. Nos casos em que o proponente optar por terceirizar os serviços. Diante da diversidade e complexidade de situações a serem enfrentadas na implementação do trabalho socioambiental. esse percentual mínimo é de 2. cabe destacar a necessidade e os benefícios de se compor equipes multidisciplinares. 6 – FASES PREVISTAS Para que os objetivos do trabalho socioambiental sejam alcançados. a empresa deverá ser contratada por meio de um convênio/contrato distinto do utilizado para a contratação das obras. é recomendável a contratação de prestadores de serviços temporários para a execução das atividades e/ou estabelecer parcerias com instituições. educativo e de mobilização social. tendo como parâmetro o percentual mínimo de 1.0 % daquele valor. Nos casos em que o ente proponente não disponha em seu quadro da capacidade técnica instalada necessária para o desenvolvimento das ações demandadas. pelo Ministério das Cidades. A equipe constituída para realizar trabalho socioambiental deve procurar se reunir com a equipe técnica responsável pelos projetos de engenharia com o intuito de sintonizar as ações propostas e otimizar os recursos aplicados. compreendendo: a) Realização de um mapeamento socioambiental de caráter participativo. Para as intervenções na modalidade de saneamento integrado. grupos e pessoas com atuação destacada e reconhecida experiência na temática.

• Perfil sócio-econômico da localidade. redes e segmentos sociais atuantes. estimular a constituição de câmaras técnicas de saneamento. com o intuito de realizar o monitoramento pré e pós-intervenção dos empreendimentos de saneamento e o seu impacto na saúde pública. e das doenças e agravos relacionados à falta de saneamento. b) Planejamento do processo de mobilização e participação da sociedade na condução do trabalho socioambiental por meio do desenvolvimento de ações como: constituição ou fortalecimento dos conselhos existentes. meios de comunicação disponíveis etc. • Levantamento das instituições que atuam com educação ambiental e mobilização social na região. • Características e impactos ambientais identificados. municipais e/ou regionais com o intuito de promover a discussão qualificada acerca da temática. a fim de levantar demandas e potencialidades locais e estabelecer parcerias. e nos casos em que for pertinente. campanhas educativas e outras ações que elevem o nível de conhecimento da população beneficiada sobre a intervenção a ser implementada e estimulem e sensibilizem as lideranças comunitárias e a população em geral. • Fortalecimento das instituições. contendo: • Panorama atual da dotação de infra-estrutura e acesso aos serviços de saneamento. promover a articulação e contribuir com a continuidade das ações implementadas no trabalho socioambiental. palestras. assembléias. incluindo as experiências e programas de educação ambiental e mobilização social em desenvolvimento. podendo incluir pesquisa de opinião da população sobre os serviços prestados. fóruns e colegiados existentes. c) Estabelecimento e a formalização de parcerias envolvendo poder público e sociedade civil para a realização de ações integradas. audiências públicas. que pode incluir informações relativas à capacidade de pagamento da população a ser beneficiada com os serviços. • Os conselhos. acompanhamento e avaliação das intervenções promovidas e incorporem a importância do controle social na resolução dos problemas de saneamento e saúde. para participar do planejamento e implementação do empreendimento. • Outras informações julgadas necessárias pelo agente operador para análise da viabilidade social do empreendimento. 58 . reuniões de planejamento comunitário. d) Elaboração de proposta de intervenção socioambiental (ações práticas de educação ambiental e mobilização social envolvendo a comunidade beneficiada) adequada à realidade local e tendo como referência os seguintes aspectos: • Constituição e fortalecimento de grupos de atuação local que atuem no planejamento. • Identificação dos equipamentos comunitários e serviços públicos disponíveis na localidade destacando o grau de atendimento à demanda.do projeto. • Histórico de ocupação da área em questão. • Nível de conhecimento da população sobre o empreendimento a ser implantado. foros e colegiados. visando fortalecer as potencialidades locais. • Diagnóstico situacional da estrutura de promoção da saúde existente. destacando a densidade populacional.

f) Definição de mecanismos e procedimentos participativos para o exercício do controle social na avaliação das ações de saneamento desenvolvidas. a ser aplicado em momentos distintos. os grupos e instituições locais com atuação convergente e potencial para contribuir na continuidade. assim como os procedimentos a serem adotados no processo. 6. iniciativas/atividades espontâneas desencadeadas a partir do trabalho realizado. e outras demonstrações culturais sintonizadas.1 De forma complementar. um questionário com perguntas objetivas e subjetivas. mobilização e participação social. bem como verificar os efeitos imediatos e de médio prazo provocados na sua qualidade de vida. destacando as parcerias consolidadas. • e) Monitoramento das ações em desenvolvimento com o intuito de verificar o alcance das metas propostas para o processo de mobilização da comunidade e a participação da mesma nas intervenções desencadeadas. antes e depois da intervenção) para comparar a percepção da população em relação aos serviços prestados. • Necessidade de promover processos de formação/capacitação continuada de agentes/educadores ambientais e em saúde. grupos de atuação local constituídos. ao longo de sua implementação. 14 59 . A título de exemplo: instituições parceiras envolvidas. estes e seus familiares devem ser considerados parte integrante do projeto socioambiental. O monitoramento oferece informações para subsidiar a análise dos resultados e impactos positivos das ações desenvolvidas e possível readequação das ações futuras. O intuito deve ser informar de maneira didática as características das obras a serem implantadas. nos diversos meios de comunicação comunitários e de massa existentes. É fundamental verificar a possibilidade de ancoragem dos trabalhos desenvolvidos junto aos órgãos parceiros com capacidade para estabelecer a continuidade necessária. visando verificar a qualidade e a abrangência das ações realizadas e a percepção dos beneficiários em relação às mudanças provocadas. g) Definição de estratégias de continuidade do trabalho socioambiental para além do cronograma de execução do empreendimento. Essa estratégia pode prever o desenvolvimento e aplicação de um instrumento padronizado de coleta de informações (como. contribuir para a permanência dos processos iniciados. atividades realizadas e nº de participantes. envolvendo a produção coletiva e a divulgação dos materiais elaborados. bem como dos impactos das diversas etapas (cronograma) das obras. e ainda. nos casos de empreendimentos para gestão dos resíduos sólidos que envolvam catadores.• Elaboração e confecção de material de apoio pedagógico e definição de estratégias participativas de comunicação com finalidade educadora. a fim de buscar soluções de convivência e tratamento para os problemas temporários conseqüentes da intervenção junto aos moradores afetados. Incentivo ao desenvolvimento de tecnologias sociais sustentáveis2. Para esta fase deve ser previsto um conjunto de indicadores14 relacionados aos processos de educação ambiental. entre outros. índice de satisfação dos participantes em relação às ações propostas. por exemplo. resultantes do compartilhamento dos saberes populares e conhecimentos técnicos. seus objetivos e benefícios para a população. observar a existência de outras políticas públicas em desenvolvimento no município que possam.

As ações de assistência ligadas ao projeto socioambiental podem incluir: a) O Mapeamento Socioambiental (Diagnóstico) deve incluir o levantamento das informações relacionadas à existência e às condições de catadores e familiares no lixão e nas ruas (quantidade de famílias. Também deve constar do projeto socioambiental a proposta para gestão do(s) galpão (ões) de triagem objeto do contrato. a educação socioambiental. Deve-se analisar a possibilidade de incluir crianças e jovens em ações como Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e Projovem adolescente. o mercado dos recicláveis. 60 . segundo definição da Rede de Tecnologia Social (RTS). garantindo escola. etc. técnicas e/ou metodologias reaplicáveis. trabalho infantil. alternativas socioeducativas e de lazer. c) programas de ressocialização de crianças e adolescentes envolvidas na catação de materiais. as relações humanas e a organização para a prestação dos serviços. a higiene. NOTAS: 1 Tecnologia Social entendida como produtos.. creche. e d) mobilização envolvendo os catadores. intermediários dentre outras). etc. escolas. materiais vendidos e onde são vendidos. garantindo participação dos catadores no planejamento e organização da proposta. b) formação e capacitação dos catadores levando em conta o gerenciamento dos resíduos sólidos. o cooperativismo. associações ou cooperativas. 2 Processo no qual a comunicação é trabalhada com o intuito de educar e não apenas transmitir conteúdos e informações..Junto a esse público deve ser priorizado o atendimento nas ações de assistência social desenvolvidas no município de forma a garantir inclusão social e emancipação econômica. ONG´s. desenvolvidas na interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de transformação social. além de outras ações que a realidade local demande para a efetiva participação cidadã dos catadores e conseqüente sustentabilidade do empreendimento.