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07/08/2013

RelíquiasdeMinorca

Praias e vilarejos que parecemparados no tempo
Pág. 3 Pág. 4
http://www.estadão.com.br
Imensidãoverde
Podeentrar
Somerset House, a casa do Brasil durante os Jogos
Surpresas naturais. Nas trilhas pelafloresta
amazônica, árvores de raízes gigantescas e
cachoeiras, como a da Pedra Grande
Amapá
Comuma população de apenas 685 mil pessoas e 90%de vegetação nativa,
o Estado começa a despertar para o turismo. Potencial – e belezas – não faltam
A
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A
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E
JB NETO/AE
%HermesFileInfo:V-1:20120501:
V1 TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 Nº 2385 O ESTADO DE S. PAULO
Para se sentir na novela
Se você é noveleiro de carteiri-
nha ou ficou encantado com os
cenários de produções como
Passione (foto), na Toscana, ou
A Casa das Sete Mulheres, na
Serra Gaúcha, saiba que há
pacotes para as locações reais
– nada de cidade cenográfica.
Descubra como ir no blog.
MR. MILES
OHOMEMMAISVIAJADODOMUNDO
facebook.com/viagemestadao
N
osso insaciável viajante es-
creve-nos de Parma, cidade
italiana na região da Emilia
Romagna, aonde foi para
comprar algumas peças do famoso
presunto local e, claro, do verdadei-
ro queijo parmesão. Mr. Miles, que
já comeu ótimos filés à parmegiana
em restaurantes brasileiros lamenta
informar, entretanto, que, apesar do
nome, o prato é desconhecido em
Parma. “Assim como em Cuba não
existemfilés à cubana”, conclui. A se-
guir, a carta da semana:
●Prezado mr. Miles, fiz umcruzeiro
pelo Rio Danúbio numbarco com75%
de passageiros americanos e 25%de
brasileiros. Fiquei decepcionado com
o comportamento de alguns america-
nos. Descorteses, não pediamlicença
para passar, não respondiamcumpri-
mentos. Glutões obesos, trajaram-se
inadequadamente no jantar de gala.
Comprepotência e arrogância refe-
riam-se aos brasileiros como “aquela
gente”. Pergunto, mr. Miles: qual a
razão de os americanos seremtão di-
ferentes dos ingleses? Os ingleses
sempre elegantes, corteses, prestati-
vos e de bomhumor. Mario Hamilton
Casella, por e-mail
“Well, my friend, essa sua mensagem
soa-me como uma espécie de rancor
explícito contra os norte-america-
nos. E, I’m sorry to say, não me pare-
ce muito confiável. A começar pela
composição de passageiros do presu-
mível cruzeiro.
Uma embarcação do Danúbio com
passageiros de apenas duas nacionali-
dades? Só se for uma convenção de
uma empresa americana com filial
no Brasil ou vice-versa. Unfortuna-
tely, seus compatriotas ainda não se
tornaram suficientemente adeptos
dos cruzeiros fluviais a ponto de ocu-
par 25% de uma dessas naves. Tenho
certeza, however, que isso ocorrerá
mais cedo ou mais tarde, porque ja-
mais vi tantos brasileiros perambu-
lando pelo mundo como nesses últi-
mos dois anos. By the way, sinto um
certo orgulho que isso esteja ocor-
rendo, já que, há muito tempo, tudo
o que faço, humildemente, é sugerir
aos meus queridos leitores que am-
pliem seus horizontes.
O poder de compra de vosso real,
of course, vale muito mais do que
meus argumentos. Mas ainda assim
tenho tido o prazer de encontrar al-
guns leitores nos aeroportos e fico
muito feliz ao ser reconhecido.
Voltando à sua missiva, devo lhe di-
zer que ela parece encharcada de fel.
Veja os termos que você utiliza: des-
corteses, glutões obesos, prepoten-
tes e arrogantes. In fact, existemmui-
tas pessoas com essas características
desagradáveis. Não é, contudo, a na-
cionalidade que os faz assim. Conhe-
ço cidadãos mal-educados de etnias
diversas. Don’t you agree?
Se tudo fosse tão simples como su-
gere, bastava que as características
de cada povo viessem estampadas
no passaporte. For instance, america-
no: obeso, mal-educado, prepotente;
francês: bom gourmet, monoglota,
pouco amigo das duchas; italiano:
fanfarrão, apaixonado e mau eleitor;
brasileiro: consumista, generoso,
não vive sem arroz e feijão. Etc, etc.
Umdefeito pior do que os mencio-
nados em seu e-mail é a generaliza-
ção. Tomar o todo pela parte. Decep-
cionar-se com uma pessoa e esten-
der esse sentimento a toda uma na-
cionalidade.
Confesso, my friend, que a sua men-
ção aos ingleses como seres ‘elegan-
tes, corteses, prestativos e de bom
humor’ quase teve o poder de me le-
var à soberba. Unfortunately, nem to-
dos os britânicos são sujeitos de tan-
tas qualidades. Também temos, em
nossas ilhas, nossa porcentagem de
obesos, prepotentes and so on. Ade-
mais, dear Mario, se a humanidade
fosse tão previsível como você faz su-
por, temo que a vida fosse mais bo-
ring (aborrecida).
Por fim, você quer saber por que
os americanos e os ingleses são tão
diferentes. Well, é apenas uma ques-
tão de classe…”

É O HOMEM MAIS VIAJADO DO MUNDO.
ELE ESTEVE EM 183 PAÍSES E
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● No mês passado, o casal de leitores José Ricardo Lobo e Laura Sproesser Lobo tiverama oportunidade de fazer umcruzeiro que con-
templava todo o litoral brasileiro, e se encantaramcomalgumas faixas de areia. Uma delas foi a Praia de Bombinhas, emSanta Catarina,
famosa pelas águas transparentes e pontos de mergulho. “Ali pudemos desfrutar das paisagens mais lindas do passeio.”
A uma ponte aérea de distân-
cia, o Rio é sempre opção nos
meus feriados. Mas, na últi-
ma visita, os altos preços das
diárias me levaram à alugar
umlugar no airbnb.com. Osi-
te faz a ponte entre quembus-
ca e quem tem quarto, casa
ou apê para alugar: há mais de
100 mil imóveis em cidades
de 192 países. Vistas as fotos,
descrições e referências, foi
só enviar e-mail e tratar da re-
serva e pagamento como pró-
prio anfitrião. Chegando lá,
chaves na portaria e um apar-
tamento exatamente como o
esperado. /BRUNA TIUSSU
Conhecida por ser a porta de
entrada para a desejada Praia
dos Carneiros, a pequena Ta-
mandaré tem poucas opções pa-
ra quem quer comer bem. Uma
delas é o restaurante Tapera do
Sabor (81-3676-1509; taperado-
sabor.com.br), despojado sem
descuidar da decoração.
É possível curtir a praia por
ali durante o dia, relaxando na
área com espreguiçadeiras en-
quanto toma os tradicionais cal-
dinhos (camarão, feijão ou pei-
xe) do litoral pernambucano.
À noite, o ambiente fica ain-
da mais interessante. Escolhe-
mos uma mesinha de madeira
na área externa, coberta de
bambus, compé na areia. O car-
dápio, espirituoso, oferece
itens “para deitar na rede”, “pa-
ra forrar o estômago”, “enquan-
to espera” e outros.
Optamos pelo peixe da Tape-
ra (foto), carro-chefe da casa. A
descrição por si só já parecia
tentadora: baião de dois com
peixe assado e camarões. Quan-
do o prato chegou, tivemos cer-
teza de que tínhamos feito a es-
colha certa. A apresentação era
linda: a cumbuca chega dentro
de uma cesta de vime, um to-
que rústico e charmoso. Quan-
do tiramos a tampa, a quantida-
de de camarões era de dar água
na boca.
Mas de nada adianta um pra-
to bonito cujo sabor não corres-
ponda, certo? Não foi o caso do
peixe da Tapera, que superou
nossas expectativas e serviu
bemduas pessoas famintas (ain-
da assim, não foi possível co-
mer tudo) a R$ 62. Para acom-
panhar, caipirosca de acerola
(R$ 7) decorada com flores.
/ADRIANA MOREIRA
nós testamos
nossa dica
Umaquestãodeclasse
JOSÉ RICARDO LOBO/ARQUIVO PESSOAL
Embusca de aventura,
a dupla saiu do Brasil há um
ano e já passou por 25 países
(a meta é chegar aos 50),
coletando fotos e experiências
foto do leitor
Na web
Um site para driblar
diárias caríssimas
Sabor com visual
em Tamandaré (PE)
CARLINHOS MÜLLER/AE
Envie sua dúvida ou foto para
viagem.estado@grupoestado.com.br
ADRIANA MOREIRA/AE
TV GLOBO/DIVULGAÇÃO
%HermesFileInfo:V-2:20120501:
V2 Viagem TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 O ESTADO DE S. PAULO
Ocanto
verdee
amarelo
dosJogos


ANA
GASSTON
D
uranteaOlimpía-
da de 2012, cada
país terá umpon-
to oficial de en-
contro para entreter atletas,
vips, torcedores e promover
atrações. Os brasileiros cria-
rama Casa Brasil, que ficará
instalada na Somerset Hou-
se (somersethouse.org.uk),
um palácio transformado
em centro cultural localiza-
donocentro,àbeiradoTâmi-
sa–melhorlugarimpossível.
Além da programação regu-
lar, serão anunciados even-
tos especiais dedicados aos
brasileiros.
Na entrada próxima da
PonteWaterloo,háumterra-
ço com vista para a London
Eye, onde está instalado o
barTom’sTerrace(tomskit-
chen.co.uk), doconceituado
chefTomAikens. Seotempo
nãoestiverbom,hácomoex-
perimentar as delícias cria-
dasporelenorestauranteou
na deli que também ficam
dentrodoprédio.
No centro da Somerset
House fica o fantástico Ed-
mond J. Safra Fountain
Court, onde jatos d’água
saemdo chão e fazema ale-
gria da criançada. No verão,
rolam ali concorridíssimas
sessões de cinema e shows;
noinverno, oespaçoviraum
rinquedepatinaçãonogelo.
Na entrada principal, em
Strand, estáaCourtauldGal-
lery, que tem uma rica cole-
çãodepinturasimpressionis-
tas e pós-impressionistas de
artistas comoCézanne, Mo-
net e Gauguin. Muitas das
obras foram doadas por Sa-
muelCourtauld,umdosfun-
dadores do espaço, cujo ir-
mão, Sir Stephen, ficou co-
nhecidopelotrabalhoderes-
tauração do Eltham Palace,
quejáfoi temadessacoluna.
Erguidonoséculo16, opa-
láciofoiusadoporrainhaspa-
rafestaseeventosatéosécu-
lo18,quandoentrouemdeca-
dência. O Rei George III re-
solveutrocá-locomogover-
noesemudouparaoPalácio
de Buckingham. O governo
reconstruiuaSomersetHou-
se para abrigar escritórios.
Nofimdoséculo20, iniciou-
se uma campanha para abri-
la ao público e, finalmente,
em2000,oespaçoviroucen-
trocultural.
Às quintas e sábados, visi-
tantestêmaopçãodeacom-
panhar umguia para conhe-
cer a história dopalácioelu-
gares que nãosãoabertos ao
público. Alguns foramcená-
rios de filmes como Sherlock
Holmes, dirigido por Guy
Ritchie.OtouracabanasEm-
bankments Galleries, onde
podemser vistosobjetosen-
contradosemescavaçõesno
local, fotos antigas e um fil-
mequemostratodasasfases
dopalácio, desdeaépocaTu-
dor atéhoje. Em2012, elese-
ráverdeeamarelo.
* Éjornalista, paulistana e
vive emLondres há 10 anos
ANA GASSTON/AE
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O ESTADO DE S. PAULO TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 Viagem V3
● Todos os 700 quilômetros qua-
drados de Minorca, a segunda
maior das Ilhas Baleares, são
reserva da biosfera da Unesco,
uma designação emitida em
1993 para proteger a rica flora e
fauna das florestas de Minorca,
além de seus penhascos e áreas
pantanosas.
Em 2004, a Unesco incluiu na
lista de patrimônios sítios pré-
históricos, impedindo a constru-
ção de condomínios e hotéis de
grandes dimensões. Por isso, os
hotéis rurais são a melhor esco-
lha de hospedagem fora das ci-
dades e das praias. Aliás, a ilha
de 90 mil habitantes conta com
nada menos que 120 faixas de
areia – mais do que as de Maior-
ca e Ibiza (outras Ilhas Balea-
res) juntas – que permanecem,
em grande parte, intocadas.
Mas há também uma dimen-
são cultural no ecossistema de
Minorca. A ilha não é exatamen-
te espanhola, nem simplesmen-
te catalã (embora o menorquin,
dialeto derivado do catalão, seja
a língua mais falada). Este cal-
deirão da antiga cultura mediter-
rânea foi moldado por um con-
junto de colonizadores – roma-
nos, norte-africanos e, por um
breve período, turcos.
Em um espaço de apenas
200 anos, a partir do século 17,
a ilha passou pelas mãos de
espanhóis, britânicos e france-
ses, até que finalmente a Espa-
nha conseguiu se firmar na ilha
para sempre, já no século 19.
Arquitetonicamente, o resulta-
do é um legado que inclui art
nouveau, gótico, barroco e até
mesmo estilos georgianos.
Na cozinha, prepare-se para
encontrar um pouco de tudo.
Desde uma versão modificada
de tortas de carne, ervilha e gim
(à moda inglesa), passando pe-
la tortilla de batata e ovo dos
espanhóis até a boa e velha
maionese. /S.D.
Calmaria
comgostode
antigamente
● Aéreo: o trecho SP-Mahon-
SP, com uma conexão, custa
desde R$ 2.338 na Iberia (ibe-
ria.com.br). Outra opção é ir de
São Paulo a Barcelona (ida e
volta desde R$ 2.173 na Ibe-
ria) e depois encarar o trajeto
restante em uma empresa low
cost. O trecho Barcelona-Ma-
hon custa desde € 23 na Vue-
ling (vueling.com) e € 24 na
Ryanair (ryanair.com). Não es-
queça de checar o valor das
taxas, que podem dobrar o va-
lor da passagem
● Marítimo: é possível fazer
o trecho entre Barcelona e Ma-
hon de ferry. Custa a partir de
€ 84 pela Trasmediterranea
(www.trasmediterranea.es) e
€ 87 na Balearia (balearia.
com). Mas a viagem é longa:
dura nove horas
● Onde ficar: Binigaus Vell
(binigausvell.com) nos arredo-
res de Es Migjorn Gran. Diárias
a partir de € 187 por casal
● Comer e beber: Patisseria
des Centre, em Ciutadella
(Ses Voltes, 8); Bar Sa Mesqui-
da (Calle d’en Fonso, 2)
Sarah Wildman / MINORCA
THE NEWYORK TIMES
Minorca, oprimeirolugar da Es-
panhaaverosol nascer, ficainfla-
mada ao fim do dia. Assim que
cheguei em Ciutadella, a antiga
capital dailha, umbrilhoocreflo-
resceupelos rostos dosmorado-
ressentadosnosterraçosdosba-
res da rua de trás, suas vozes
ecoando como num cânion de
prédios góticos e barrocos.
As poeirentas fachadas de pe-
drarosadaeasestreitasruascru-
zando por elas pouco mudaram
desde1722, oanoemqueoscolo-
nizadores ingleses tiraram de
Ciutadella o título de capital e a
transferirampara a portuária ci-
dade de Mahon. Desde então,
Ciutadella mantém inalterado
seu ar de antiga. O resto da ilha
está impregnada com a mesma
qualidade atemporal.
Apesardeestaraapenas35qui-
lômetros das multidões e da agi-
tação da vizinha de alto padrão,
Maiorca, adiferençanãopoderia
ser mais profunda. Ao contrário
doscomplexoshoteleiros, disco-
tecas e chamativas marinas
cheiasdeiates, estailhaa250qui-
lômetros a leste de Barcelona
oferece algo incomumno Medi-
terrâneo: tranquilidade.
No primeiro dia em Maiorca
com um carro alugado, rapida-
mente descobri a básica e eficaz
proteçãodailhacontraoturismo
desenfreado. Embora a principal
rodoviadeMahonparaCiutadel-
lasejabempavimentadaecômo-
da, muitas das estradas menores
que cruzam os campos mal são
largasosuficienteparaumcarro.
Seguimos em frente, entre al-
deias de pescadores do passado
quemarcamenseadas da ilha co-
mo pérolas – cidades que são
uma profusão de cores, com bu-
ganvílias subindo pelo calcário
branco, casas azuladas debruça-
das sobreomar. Entreas aldeias,
placas de trânsito seduzemindi-
candopraias escondidas.
Ao contrário de Palma de
Maiorca, que no início do verão
jáestárepletadeturistas, Minor-
caaindaestavaacordandodeseu
sono de baixa estação. Às vezes,
nos sentíamos até umpouco in-
trusos. Enquantoas pessoas que
conhecíamos – hoteleiros, do-
nos de restaurantes, comercian-
tes, sapateiros, produtoresdelei-
te–foramamigáveis, houveuma
sensaçãodeproteçãoà ilha, uma
reticênciaqueresultounumaex-
periência de viagemautêntica.
Por toda parte havia placas in-
dicando parques naturais, com
instruçõesminuciosassobreon-
de era permitido estacionar,
acampar e até andar. Demarca-
çõesdepropriedadeentrefazen-
das não eram cercas, mas cama-
das de rochas que formavampa-
redes de pedras baixas, emvigor
desde a antiguidade.
Em Ciutadella, estacionamos
na Praça del Born, umquadrado
marcadopor edifícios doséculo
19, esculpidos em arenito cor-
de-rosa. Carrosnãosãopermiti-
dos no centro
histórico sem
umpasseespe-
cial, por isso
a n d á v a mo s
quatro gran-
des quadras
até o hotel, ad-
mirando o jar-
dim do bispo e
a catedral góti-
cadoséculo13.
Uma noite
nosdeparamos
com uma ban-
da, seguida de
umamultidãofantasiada: mulhe-
rescomcastanholasusavamrou-
pas do século 19 com esvoaçan-
tes camisas compridas esaias ro-
dadas. Éramososúnicosturistas.
Percebemosqueacenaeracomo
uma janela que mostrava comoé
a vida por lá há gerações.
Voltandopara ohotel tropeça-
mos no Ulisses, casa caiada de
frente para o mercado de peixes
doséculo19. Quase inteiramente
iluminadoporvelas,obaréconhe-
cidopor seus gins. Aliás, gimcom
gelo, vestígiodadominaçãoingle-
sa, éa bebida-símboloda ilha.
Instantes antes de sair dos li-
mitesdacidadejáestávamoscer-
cados por terra despovoada, sel-
vagem. Osolominorquinopare-
ce deleitar-se comsua capacida-
dedefazercoi-
sas aromáti-
cas crescerem
– arbustos de
alecrim, tomi-
lho, lavanda e
camomila. Em
toda parte vi-
mos árvores
carregadas de
frutas, alémde
uma espécie
robusta de oli-
veiras chama-
da ullastres.
Ao longo do
caminho, ossinaisapontarampa-
ra os pré-históricos e misterio-
sos locais de oração chamados
talayots e navatas, da Idade do
Bronze–monumentosconstruí-
dos com pedras dispostas em
“T”ouemformadeiglu. Hámais
dessas ruínas em Minorca do
que em qualquer outro lugar do
mundo. Nosso destino era a al-
deia de Es Migjorn Gran para
uma estadia de uma noite no lu-
xuosohotel deagroturismoBini-
gaus Vell, compiscina, umlindo
restaurante, cavaloseapossibili-
dade de uma caminhada de uma
hora até o mar.
Rumo ao fim do mundo. De lá,
quisemos visitar o “farol do fim
domundo”, oqual umamigore-
comendaracomagarantiadeser
algoúnico. Para chegar, atraves-
samos o Parque Natural de S’Al-
bufera des Grau, frequentado
por trekkers, depois por campos
frondosos, até chegar a uma pai-
sagem lunar, de ardósia preta e
cinza de umlado e áreas úmidas
deoutro. Paramosocarroecami-
nhamos até a ponta do Cabo de
Favaritx, ondeencontramosofa-
rol com uma vista para belas
praias rochosas.
Seguimos por uma estrada
quemargeavaomar. Logochega-
mos ao alto de uma colina cuja
visão rendeu um suspiro coleti-
vo. Diantedenósestavaapeque-
naaldeiadeSaMesquida, umpu-
nhadode casas brancas aolongo
de uma estrada que nos levou a
uma grande praia de areia fina e
branca e um caminho que se es-
tende para outras enseadas.
“Os britânicos e franceses se
esconderam nesta baía antes de
atacarem Mahon”, disse o dono
doBar SaMesquidaaopedirmos
uma porção de batata frita, vi-
nhogalegobrancoeumdourado
grelhado e temperado com li-
mãoesal. Tudoissoacompanha-
doporortigasdomarfritas, espé-
cie de anêmona comida apenas
no início do verão.
PassamosaindaporSantLluis,
vilarejo de origem francesa com
ummoinhofotogênico, ondena-
damos em uma praia municipal
povoadaporalgunsturistasemo-
radores antes de seguir rumo a
Mahon, a capital. Assim, nosso
tour pela ilha estaria completo.
Na manhã seguinte, já estáva-
mosadmirandoaarquiteturaart
nouveau da capital e a vista para
o enorme porto que atraiu mer-
cadoresevisitantesaolongodos
séculos. Noúltimodia, nosaven-
turamos pelo interior. Dirigi-
mos para o norte, até o parque
ondeestáEs Grau, umapequena
viladepescadores. Quandoesta-
cionamos, vimos em um dos la-
dos umcaminho que serpentea-
vaatravésdassalinas. Emfrente,
umagrandeenseadadeáguasra-
sas, perfeita pararelaxar. Alguns
quiosques à beira da praia ofere-
ciam sardinhas fritas e cerveja.
Então ficamos olhando a paisa-
gem, varrida peloventoe glorio-
samente selvagem.
●Tranquilidade
Praia de Binigaus, onde
se chega por uma trilha
a pé ou a cavalo
Momentos. Emsentido horário: o porto de Ciutadella e a mesma cidade durante o dia, ruínas pré-históricas emAloir, pescador emEs Grau e o hotel de agroturismo Binigaus Vell
Misturadeestilos
naarquiteturaena
gastronomia
Espanha
Minorca, a segunda maior ilha do arquipélago balear, parece parada no tempo. Uma
ótima notícia para quem quer explorar praias e vilarejos bem longe das multidões
FOTOS: LOURDES SEGADE/NYT
Saiba
mais
0 100 km
ESPANHA
FRANÇA
Maiorca
ILHAS
BALEARES
Ibiza
Minorca
Barcelona
%HermesFileInfo:V-4:20120501:
V4 Viagem TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 O ESTADO DE S. PAULO
%HermesFileInfo:V-5:20120501:
O ESTADO DE S. PAULO TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 Viagem V5
Caldeirão cultural
Bruna Tiussu / MACAPÁ
Primeiro, chegaram
os espanhóis, logo, os
portugueses. France-
ses, ingleseseholande-
ses ficaramde olhona terra, rica
em produtos naturais com os
quais os indígenas lidavam com
tantadestreza. Paraafastaracon-
corrência, emmeadosde1760os
lusos ordenaram a construção
da Fortaleza de São José, e foi aí
queumamultidãodenegrosafri-
canos – mão de obra que ergue-
ria tal monumento – lá desem-
barcou. Masincursõesestrangei-
ras ocorreramassimmesmo, e a
disputaseguiuanosafora. Tanto
que parece que foi ontem, em
1988, que o território foi oficial-
mentedeclaradoEstadodoAma-
pá. Pisar naquela região hoje é
sentirdeimediatoaherançades-
sacolonização: aquilotudopare-
ce terra de ninguém. Ao mesmo
tempo, terra de todos.
Bemsevênadisposiçãoeocu-
pação territorial. O Estado tem
apenas 16municípios – oOiapo-
que, ponto extremo ao norte do
Brasil fica ali –, uma população
total de 685 mil pessoas, com
407 mil concentradas em Maca-
pá. Lá, enquanto se esbarra com
gente vinda de todas as regiões
doPaís, encontrarummacapaen-
se de fato exige esforço.
Se afastando da capital, imen-
sas áreas indígenas seescondem
em meio à floresta amazônica.
Parece mentira que estradinhas
de terra vão alcançá-las em al-
gum momento – vale lembrar
que o Amapá é um dos Estados
comvegetaçãomais preservada:
90%dematanativa. Antigosqui-
lombostambémmarcampresen-
ça, se mantendo como comuni-
dadesnegrasondeaterraédirei-
tode descendentes. Comocres-
cimento de Macapá, alguns vila-
rejosquilombolas colaramnaci-
dade – caso do Curiaú, um dos
mais significantes.
Tal miscelânea está refletida
nasingularculturalocal, umver-
dadeirocaldeirãodeinfluências.
O padroeiro de Macapá, por
exemplo, éSãoJosé, santocatóli-
co. Em19demarço, feriadodedi-
cadoa ele (edata emque a forta-
leza que leva seu nome comple-
tou230anos), ascomemorações
iam das procissões e missas às
apresentaçõesdemarabaixo, on-
de homens tocam tambores en-
quantomeninas comsaias roda-
das e lindas flores nos cabelos
dançamarrastandoos pés –uma
alusãoaosantigosescravosacor-
rentados. Impressionanteverco-
mo a herança negra reúne cores
e classes sociais.
Visitantes que, aos poucos,
aparecemporlá–oEstadocome-
ça a desenvolver seu potencial e
infraestrutura turística – perce-
bema mesma mistura no folclo-
re, música, artesanatos e gastro-
nomia. Umdeseussímbolosculi-
nários é o tacacá, presente em
toda região amazônica, e de ori-
gemindígena (leia na página 8).
Stonehenge brasileiro. Conhe-
cer mais das etnias que lá deixa-
ram seu traço é um projeto em
andamento. Umsítioarqueológi-
colocalizadoemCalçoene, a370
quilômetros da capital, está em
estudodesde2005, comindícios
indígenas de mais de mil anos.
As pedras monolíticas estrategi-
camenteposicionadasemforma-
to circular – o que rendeu ao lo-
cal oapelidode Stonehenge bra-
sileiro–impressionam, eserela-
cionamdiretamentecomoequi-
nócioesolstício, fenômenos na-
turais celebrados pelos índios.
Arqueólogos também encon-
traramenterradosaaté2metros
deprofundidadeobjetosdecerâ-
mica, como vasos, bacias e pra-
tos, que confirmam a hipótese
das festividades ali realizadas. E
ainda há muitoa ser descoberto:
só 13%da área foi explorada.
Tradições europeias, indígenas e africanas se mesclaramdando vida ao perfil excêntrico
doEstado. Da capital Macapá até os vilarejos que se escondememmeio à floresta Amapá
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%HermesFileInfo:V-6:20120501:
V6 Viagem TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 O ESTADO DE S. PAULO
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sementes, folhas
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O básico
Protetor solar e óculos escu-
ros são fundamentais, as-
sim como repelente para as
trilhas. Leve também uma
blusa para se proteger do
vento do fim da tarde
Dinheiro trocado
Se for conhecer o Estado
além da capital, vá prepara-
do: estabelecimentos pelas
estradas e em cidadezinhas
não aceitam cartão
Comércio e lazer no ritmo da maré
● Era apenas umsítio familiar,
para as calorosas reuniões de
fins de semana. Aos poucos, toda
a área de 11 hectares foi se trans-
formando no Ceta Ecotel (ecotel.
com.br), comvasta área de lazer
e chalés que preservaramo acon-
chegante toque domiciliar.
Hoje, depois de 12 anos rece-
bendo hóspedes, conta com69
suítes (diárias a partir de R$ 210
o casal), restaurante, piscinas,
área de jogos, academia, sauna e
campo de futebol. Enfim, a estru-
tura básica que se espera de um
bomhotel. Mas o que leva turis-
tas a passaremnoites ali é o con-
tato imediato, emplena capital,
como que a região temde mais
rico: a mata amazônica.
Acorde, dê poucos passos e
pegue taperebás (aqui, a fruta é
conhecida como cajá) no pé. Ca-
minhe umpouco mais e alcance
o igarapé, umlago natural que
no inverno, época da cheia, fica
encantador. E se surpreenda
como cantarolar dos pássaros e
o vai e vemde quatis, que pare-
cemse multiplicar pelo caminho.
Na companhia de umguia, dá
para encarar as trilhas ecológi-
cas e ainda visitar o viveiro de
animais, onde profissionais cui-
damde espécies como tucanos,
macacos e araras. /B.T.
Circular pelas estradas do Amapá signifi-
ca se deparar com pássaros coloridos (como
o tucano), macacos, búfalos se refrescando
na lama e pacas. Deixe a câmera pronta

Cenário: Bruna Tiussu
Do trapiche, em Macapá, dá para ver o padroeiro
São José na chamada pedra do guindaste, na beira
do Rio Amazonas. Diz a lenda que quando a água
cobrir a imagem a cidade toda será inundada
FOTOS JB NETO/AE
Umdiana
restritaaldeia
dos Wajãpi
MACAPÁ
A disputa era narrada como um
clássico: de um lado, jogadores
do Peixe-boi, do outro, atletas
doMuru-muru, ambos arriscan-
do dribles e passes combinados,
suando a camisa na manhã da-
quelesábado(ensolarado, obvia-
mente) em busca de preciosos
pontosnocampeonatodefutela-
ma da capital. A torcida se aco-
modava na beira do trapiche,
com olhares voltados ao Rio
Amazonas. Porqueorioservepa-
ra navegar, como tãobemfazem
os navios cargueiros granda-
lhões que se vê no horizonte –
mas tambémpara uma boa pela-
da. Aliás, não há “campo” mais
acessível por ali. Basta esperar a
maré baixar, no começo ou fim
do dia, e colocar a bola emjogo.
Como ocorre em boa parte
das cidades da Região Norte, o
rioéaalmadeMacapá, docomér-
cioaolazer. Sãoasmesasdos ba-
res erestaurantes daorlaquere-
cebemos protagonistas do fute-
lamadepoisdojogo, paraamere-
cidacervejinha–nocaso, Kaiser,
aqueatualmenteestáemaltano
Estado. Também é nelas que fa-
mílias inteiras seacomodamaos
domingos, paraumalmoçoespe-
cial, daqueles que contamcomo
peixe mais fresco do cardápio.
O trapiche, que recebe o visi-
tante com uma sorveteria incrí-
vel, é destino para um passeio
sem pressa. O ideal é caminhar
por toda sua extensão de cerca
de 470 metros, aproveitando a
calmaria do rio e a brisa. Que,
mais tarde, pode se transformar
emventania que levanta vestido
edespenteiaomais comportado
dos cabelos. Neste caso, dê um
alônomaquinistaevoltedecaro-
na. Depois de sete anos estacio-
nado, o bondinho do Trapiche
Eliezer Levy está de volta desde
o fim do ano passado, simples-
mente para levar e trazer turis-
tas. Que tal?
Outroângulointeressantepa-
raseadmiraragrandezadoAma-
zonas é do alto da Fortaleza de
São José, uma baita construção
queocupa84mil metrosquadra-
dos, com muralhas que chegam
a 8 metros de altura. A visita é
grátis(deterça-feiraadomingo)
e, lá dentro, dá para conhecer a
antiga casa dos soldados, arma-
zémdepólvora, enfermaria, igre-
jinha, calabouço e um desagua-
douro, que emtempos passados
foi usadoparatorturar escravos.
Alémdo rio. Uma das (poucas)
coisas que um turista chega em
Macapá já sabendo é que a cida-
de é cortada pela imaginária li-
nha do Equador. Pois saiba que
quase tudo que se faz por lá fica
emterras nórdicas. Mas a bendi-
ta foto com um pé em cada he-
misfério é válida, sempre feita
no Marco Zero, monumento
comlatitude zero grau.
Para um pouco de cultura lo-
cal, háduassugestões: aimperdí-
vel é o Museu Sacaca (Avenida
Feliciano Coelho, 1.509, grátis),
reaberto este ano. Olocal, mon-
tadoa céuaberto, reúne réplicas
das moradias mais típicas, como
as indígenas e dos ribeirinhos;
umregatão, antigobarcoquerea-
liza o comércio desde o período
colonial (naquela época, por es-
cambo); alémdeárvoresepássa-
ros da região. Tudo comalguma
possibilidade de interação.
Caso sobre tempo, o Museu
JoaquimCaetano(AvenidaMa-
rio Cruz, 17, grátis) fica no cen-
tro – este sim, mais dedicado a
contar a história da formação
do Estado, seus vários proces-
sos de colonização e as recen-
tes descobertas no campo da
arqueologia. /B.T.
Adois passos
doparaíso
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A diferença entre
uma viagem e
uma boa viagem
são apenas 3 letras.
E
stava lá como convidada, mas a sensa-
ção era a de intrusa. Índios Wajãpi se
reuniamnasededaaldeiaparadiscutir
questões de saúde, único quesito em
que não se considerammais autossustentáveis.
Afinal, a sabedoria de um pajé, por mais sur-
preendente que seja, não dá conta das doenças
de branco que lá chegaram.
Tudo o que era dito emportuguês logo se tra-
duzia em Wajãpi, língua tupi local, para que os
maisvelhoscompreendessem. Estes, nemdirigi-
ramoolhar paramim. Dos mais jovens, nenhum
sinal deboas-vindas. Mulheresecriançasseespa-
lhavampeloambiente, amaioriavestindosóum
pano vermelho na cintura e curiosas pinturas
kusiwa nas partes descobertas. Feita com uma
mistura de jenipapo, óleo de copaíba e um fixa-
dor mantido em segredo, a arte é tão bonita e
característica dali que foi declarada Patrimônio
da Humanidade pela Unesco.
Foi elogiando este lado vaidoso delas que ga-
nhei alguns sorrisos, e umprimeirocontato. Me
explicavam, emportuguêsàsvezestruncado, co-
mo cuidavam das tarefas domésticas e do plan-
tio. Algumas se perdiam na hora de enumerar
quantos filhos tinham–a médiapor ali ultrapas-
sa oito. E arregalavam os olhos quando devol-
viam a pergunta e eu respondia que, aos 27
anos, ainda não tinha filhos, por opção.
Homens Wajãpi podemter duas esposas, co-
mo rege a tradição. Mas não está fácil pra nin-
guém, e hoje não há mulheres suficientes nas
aldeias do Amapá. A solução é buscar futuras
companheirasnosgruposquevivememterritó-
rio vizinho, na Guiana Francesa.
Estima-se que os Wajãpi se instalaram no
centro-oeste doEstadobrasileiro, pertode Pe-
dra Branca do Amapari, há cerca de cem anos.
VieramdacabeceiradoRioXingu, nortedoMa-
toGrosso, local queabandonaramparafugirdo
contatocomos brancos. Hoje, ocupammais de
600mil hectares de terras – praticamente uma
Brasília – demarcadas e homologadas em1996.
Apopulação de aproximadamente mil pessoas
sedivideemmaisde40aldeiasqueseespalham
pela área. Para chegar até a sede naquele dia,
alguns viajaramaté oito dias, a pé ou de barco.
Visitantes por ali (como eu), só mesmo com
autorização.
Queria mesmo era conversar com as crian-
ças. Encantadoras, com seus olhos ao mesmo
tempograndes e puxadinhos, os cabelos lisos e
uma destreza absurda carregando os mais no-
vos nocolo. Mas até certa idade, elas nãofalam
português, ensinado como segundo idioma. Já
osmaiorzinhosfaziamumacaradedesconfian-
ça quando me aproximava. As meninas, algu-
mas saíam correndo; outras dirigiam o olhar
paraa mãe, comoqueaguardandoumaval para
expressar qualquer emoção. Eos meninos con-
tinuavamsimplesmentejogandonosseuscelu-
lares. Que ali só servempara isso.
Futelama. Diversão tradicional tematé campeonato
Norte a sul.
Pedras que
formam o
chamado
Stonehenge
brasileiro e
indiazinha
da etnia
Wajãpi
Imponente.
Muralhas da
Fortaleza de
São José
têmaté 8
metros de
altura
O ESTADO DE S. PAULO TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 Viagem V7
Açaí salgado e outras peculiaridades
Devila industrial a destinoturístico
● O paranaense Serginho Laus
deixou pra trás as ondas do sul
para se tornar campeão de surfe
na pororoca do Rio Amazonas.
Foi no ano 2000, aos 21 anos,
que ele se aventurou pela primei-
ra vez no encontro das águas bar-
rentas do rio comas do mar, e
passou a voltar a cada ano.
O fenômeno ocorre emvários
rios da região (tambémempaí-
ses como França e Indonésia),
sempre emépoca de lua cheia
ou nova, quando a água do mar
encontra coma do rio cominten-
sidade tamanha que é comum
formar ondas de até cinco me-
tros de altura. Elas são tão pode-
rosas que arrastamárvores e
modificamo leito do rio. Segundo
ele, o medo existe, mas é abafa-
do pela adrenalina de experimen-
tar o imprevisível. “É como se
fosse umtsunami, a força da
água é tanta que tudo pode acon-
tecer ali. Me apaixonei pela aven-
tura logo de cara.” Em2009, o
recorde oficial de onda mais lon-
ga surfada no mundo foi dele:
11,8 quilômetros.
Quando não está com prancha
a postos, o surfista organiza expe-
dições que levamturistas até os
melhores pontos para observar a
pororoca. Detalhes dos tours no
surfandonaselva.com.br. /B.T
● Aéreo: São Paulo – Maca-
pá – São Paulo: a partir de
R$ 1.130 na TAM (tam.com.
br) e R$ 1.191 na Gol (voegol.
com.br). Voos com escala
● Melhor época: o ideal é
visitar o Estado durante o ve-
rão, que lá corresponde aos
meses de julho a novembro.
As temperaturas serão mais
altas, mas não há risco de
chuvas constantes
● Vacina: a contra febre
amarela é obrigatória
● Receptivo: saindo da capi-
tal, não é fácil pegar um car-
ro sozinho e desbravar as es-
tradas e cidades do Estado. A
agência Mountain Air é espe-
cializada em tours locais e
leva para Calçoene, Serra do
Navio, para ver a pororoca e
outros pontos, sempre com
guia. Informações em viaje-
mountainair.com.br
● Na internet: confira gale-
ria de fotos do Amapá em
blogs.estadao.com.br/olhar-
sobre-o-mundo
MACAPÁ
A bandeirinha vermelha é sinal
de açaí. Onde existe uma – e,
acredite, elas estãopor todapar-
tedoEstado–, podeentrar quea
iguaria 100% natural é garanti-
da. Mas em toda Região Norte,
nada de misturá-lo com guara-
ná, granola e rodelas de banana.
Lá, açaí é refeição, servido nas
mesas das residências e restau-
rantes compeixe, frango oucar-
ne seca. Escolha seu preferido.
Outro curinga da culinária
amazônica é o tacacá – este, por
mais estranhoque pareça no co-
meço, você não pode deixar de
provar. Opreparo leva camarão,
ofamosotucupi –caldoamarela-
do extraído da raiz da mandioca
–, jambu, uma erva típica da re-
gião, e temperos. É servido nu-
macuia, paravocêse“refrescar”
no fimda tarde.
Direto da terra. Comprar, pro-
var, pegar nas mãos ou simples-
mentever produtos naturais tão
comuns paraos locais eexóticos
aosnossosolhosenriquecequal-
querviagem. EmMacapá, odesti-
no certo para a experiência é a
feira do produtor. Há frutas de
monte: açaí (sempre ele!),
cupuaçu, taperebá, graviola, pu-
punha – alémdopalmito, comer
afrutatambémécomum. Costu-
ma ser cozida e servida quenti-
nha, para acompanhar o café.
Pimentas e farinhas de vários
tipos, alémdos vidros de tucupi
enriquecemalistadosingredien-
tesdeprimeiranecessidade–se-
gundoos moradores de lá, claro.
E castanhas-do-pará in natura e
bombonsfeitos apartir dela têm
espaço reservado.
Outra experiência válida, ca-
paz de fazê-lo apreciar ainda
maisacozinhadoNorte, édegus-
tar tais iguarias em pratos bem
elaborados. NorestauranteEsta-
leiro (Avenida 1.º de Maio, 52),
provei o peixe – um filhote fres-
quinho – ao molho de taperebá.
Oprato custa R$ 55 e serve duas
pessoas. De pedir para repetir!
Sobremesasdodiaadia, como
o creme de cupuaçu ou graviola
são uma delícia. Assim como os
sorvetes, quenaquelecalorãoto-
do são imprescindíveis. Prove o
decupuaçucomcastanha-do-pa-
rá, depois ode tapioca, quemsa-
beodetaperebá, debacuri... /B.T.
Paraver apororoca
aoladode
umespecialista
Com casas iguaizinhas e ruas pouco movimentadas, Serra do Navio, criada para abrigar
mineradores nos anos 1940, começa a aproveitar sua beleza natural para receber visitantes
SERRA DO NAVIO
Ela de fatonãoé uma cidade tra-
dicional. Para começar, Serra do
Navio tem apenas 10 anos. An-
tes, aindanacondiçãodevila, foi
organizada de forma metódica:
as casas são todas coladas e
iguais, formando blocos idênti-
cos. Escolas, mercadoselojasse-
guem a mesma estrutura, nada
com muita cor. À noite, a ilumi-
nação pública é pouca, só não é
menorqueonúmerodeestabele-
cimentos que se vê aberto e de
gente circulando pelas ruas. Até
parece uma prima brasileira da
obscura ilha de Lost.
Toda sua peculiaridade, po-
rém, temexplicação. Localizada
a210quilômetros deMacapá, na
região central do Estado – por-
tanto, área rica em manganês –,
foi pensada e administrada pela
Indústria e Comércio de Miné-
rios S.A. (conhecida como Ico-
mi)duranteosquase50anosem
queaempresaficoupor ali. Com
este modelo de organização,
cumpria muito bem a função de
“cama e mesa” dos trabalhado-
res. Ninguémprecisavasair delá
paranada–atémédicosespecia-
listaseramlevadosemcasosgra-
ves–eumasirenediáriacomfun-
ção de toque de recolher manti-
nha a eficiência laboral.
Agora, quase 15 anos depois
que a companhia deixou o local,
há um esforço para que sua fei-
ção industrial ceda espaço para
outras vertentes, e Serra do Na-
vio começa a despertar para ou-
tras potencialidade. O turismo,
por exemplo.
Para descansar. Famílias intei-
ras da capital já têma cidade co-
mo opção para umfimde sema-
na de descanso ou destino para
feriados prolongados. Pela dis-
tância razoável, infraestrutura
básica – há algumas pousadas,
mas nada que fuja do básico, e
áreasparacamping–, massobre-
tudo por sua beleza natural.
Trilhas pela mata nativa que
contam com poços e quedas
d’água pelo caminho são opção
de passeio no Parque Municipal
do Canção. Outras atrações de-
pendem de sua sorte: pássaros
coloridos e tucanos são comuns
ali. Assim como o beija-flor-bri-
lho-de-fogo, grandeeavermelha-
do, exclusivo da região.
Pedindo informação, é possí-
vel encontrar o parque sozinho.
Porém, umguia é opçãomais re-
comendada, e a instrução para
chegar até um é simples assim:
vánaprefeituraeprocureoJanil-
do Almeida, secretário de turis-
mo. Deixeorestopor contadele.
Noverãoounoinverno, asen-
sação de abafamento ganha alí-
vionascachoeiras. Paraalcançar
a da Pedra Preta é preciso pegar
um barquinho (cobra-se R$ 20
pelo trajeto) e em dez minutos
se chega lá. Árvores centenárias,
com troncos e raízes gigantes,
dão graça à panorâmica. O mes-
mobarco leva até a do Capivara,
que durante o verão (época da
seca)ganhaalturaimpressionan-
te. Adistância, porém, éconside-
rável: são 2 horas navegando.
Com profundidade de até 80
metros, aLagoaAzul convidapa-
raummergulho, antesoudepois
dopiquenique. Suacoloraçãoen-
tre o azul-turquesa e o verde-
água, em meio à sempre barren-
ta água dos rios, é de se admirar.
Ese quiser entender a razão, re-
ceberá centenas de explicações.
Melhor, então, deixar na lista
das peculiaridades da cidade.
/BRUNA TIUSSU
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Suriname
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Resenhasna
internet: separando
ojoiodotrigo
TURISTA
PROFISSIONAL
Nos edifícios guardiões
dos mais raros livros
Viaje na pergunta
●Temos 10 dias para fazer o sul da Es-
panha e Marrocos. Que roteiro indica?
Fazemos de carro ou de avião? (Carlos
Alberto, São Paulo).
Épouco tempo. Dez dias é o mínimo pa-
ra fazer direito ou a Andaluzia ou o bási-
co do Marrocos. Querendo apenas sen-
tir o gostinho do Marrocos, é possível
pegar um ferry de Algeciras a Tânger,
passar umou dois dias e voltar. Dá tam-
bém para voar direto a Marrakesh des-
de Madri ou Barcelona e ficar 3 dias.
●Quero ir a Bali e à Tailândia mas te-
nho medo de desastres naturais. Qual
época indica? (Izabel, Rio de Janeiro).
Tailândia e Bali têm estações chuvosas
complementares. Evite a Tailândia en-
tre maio e outubro, quando chove de-
mais – justo quando está mais seco em
Bali. A ilha indonésia, no entanto, é vi-
sitável o ano inteiro; a chuva não che-
ga a atrapalhar. Quanto a desastres na-
turais em regiões turísticas, o último
foi o tsunami de 2004.
C
adavezmaisviajantesrecor-
rem a resenhas de hotéis
postadas na internet. O
maior site de viagens do
mundo, o TripAdvisor.com, foi o pri-
meiroa acumular resenhas de manei-
ra organizada. Consultar esses sites é
ótimo, desde que você saiba analisar
as resenhas. Procure levar em conta
osdefeitosobjetivos, comosujeira, ba-
rulho, equipamento defeituoso ou
overbooking. Verifique se as queixas
são recorrentes; reclamações pontuais
podem ser apenas preciosismo. Juízos
sobre conforto, espaço e atendimento
sãosubjetivos edependemdaexpectati-
va prévia do resenhador. No TripAdvi-
sor, nunca leia apenas a primeira página
de comentários. Alguns hotéis dão um
jeitinhodepublicarcríticaspositivasem
série para esconder críticas mais pesa-
das. Erepetindo umconselho que já dei
aqui: pesquise comentários antes de fa-
zer a reserva; coma reserva já feita você
nãovai tercabeçafriaparaseparar ascrí-
ticas procedentes das irrelevantes.
* Acompanhe o caminho do colunista em
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literatura
portuguesa
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nacional
Acombinaçãode obras raras em
edifícios únicos é constate nas
bibliotecaspúblicasmaisimpor-
tantes do mundo. Seja para se
deslumbrarcomaorganizadíssi-
ma disposição dos livros e suas
capas históricas, conferir exibi-
ções culturais, ousimplesmente
ter ummomentode leitura, a vi-
sita é sempre válida.
Nova York
nypl.org
No burburinho da 5ª Avenida, dois
leões guardam o prédio da Biblio-
teca Pública, uma das maiores do
mundo. Na verdade, ela é o cora-
ção de uma rede de 90 bibliote-
cas da cidade que trabalham em
conjunto. No acervo, são mais de
50 milhões de itens – cerca de 20
milhões são livros. As salas com
enormes vitrais, paredes em már-
more e tetos cobertos de pinturas
fazem com que o espaço seja es-
colhido para exposições variadas
e eventos. Casamentos e desfiles
de moda já foram realizados ali.
Rio de Janeiro
www.realgabinete.com.br
Coincidência ou não, é na Rua
Luís de Camões, no centro da
cidade, que fica a maior bibliote-
ca de autores lusos fora de Portu-
gal, o Real Gabinete Português
de Leitura. São mais de 350 mil
volumes em um acervo com
obras raras dos séculos 16 a 18
– um exemplar da primeira edi-
ção de Os Lusíadas (1572), de
Camões, está lá. A disposição
das obras, em estantes que ocu-
pam do alto ao pé das paredes, o
estilo gótico-renascentista do edi-
fício e das mobílias é de fazer o
queixo cair. Está aberta ao públi-
co desde 1900.
Buenos Aires
www.bn.gov.ar
O maior espaço de leitura do país
é a Biblioteca Nacional, fundada
em 1810. Foi quando Jorge Luis
Borges era diretor da instituição
(de 1955 a 1973) que se iniciou a
construção de sua nova sede,
inaugurada em 1992, na Recoleta.
A arquitetura é em estilo brutalis-
ta, no qual o concreto fica aparen-
te, sem pintura, e as instalações à
vista. O espaço possui três depósi-
tos subterrâneos – dois só para
livros, com capacidade para 3 mi-
lhões de unidades –, restauran-
tes, salas de leitura, além de abri-
gar a Escola de Bibliotecários.
Paris
bnf.fr
Fundada em 1368, o primeiro lar
da Biblioteca Nacional da França
foi o Museu do Louvre. Mas desde
1996 ela fica à beira do Sena, no
edifício projetado por Henri La-
brouste, que mesclou ali aspectos
clássicos e modernos. A sala de
leitura, principal espaço, exibe
finas colunas com capitéis corín-
tios e cúpulas envidraçadas que,
a nove metros do solo, ajudam na
difusão da luz natural. Com acer-
vo de 10 milhões de volumes e
constantes mostras culturais, o
local está sempre movimentado.
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O ESTADO DE S. PAULO TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 Viagem V9
Toque italiano emmesas do Brasil
ESPETÁCULO
Cirque du Soleil
no Kodak Theatre
Los Angeles ganhou seu pri-
meiro espetáculo fixo do
Cirque du Soleil. Apresenta-
donoKodak Theatre, omes-
mo do Oscar, Iris fala de
cinema – contado, emgran-
de parte, por gigantescas
sombras projetadas que in-
teragemcomos atores no
palco. Ingresso: US$ 43. Es-
treada semana passada, ou-
tra novidade da trupe é o
showMichael Jackson, The
Immortal, que começou a
excursionar pelos EUA.
Mais: cirquedusoleil.com.
CINEMA
Emmeio à batalha
de ‘Transformers’
Uma barulhenta batalha em
3D, entre metal retorcido e
carros que viramrobôs dis-
postos a destruir ou salvar
o mundo. Transformers,
The Ride 3Dé a atração que
o Universal Studios Holly-
wood lança dia 25. Apesar
da brincadeira entre simula-
dores e chacoalhões ter po-
tencial para agradar a um
grande público, quemnão é
fã da série fica meio perdi-
do, sementender porque
está “lutando”. Mais: univer-
salstudioshollywood.com.
MUSEU
Dinossauros em
Los Angeles
Dinossauros são as novas estre-
las do Museu de História Natu-
ral de Los Angeles (nhm.org;
entrada a US$ 12). Comfósseis
incrivelmente bempreservados
e algumas reconstituições, a ala
dedicada a eles será inaugurada
em16 de julho. Tão atraente
quanto os gigantes é o novo e
delicioso jardim– as melhorias
integramas comemorações pe-
los 100 anos do museu, emju-
nho de 2013.
PARQUE
Viagemvirtual com
tartarugas marinhas
Uma viagemem3Dpelomun-
do das tartarugas marinhas é
a novidade do SeaWorld Or-
lando (seaworldparks.com)
para as próximas semanas.
Batizada de Turtle Trek, a
atração mostra os animais
empaisagens em360˚. Em
2013, o parque inaugura An-
tarctica – Império do Pin-
guim, comanimais de verda-
de emumespaço que repro-
duzirá seu hábitat.
Terminal
Breves
deviagem
MERCADO
EUAunido para atrair turistas
Grupos Brasileiros no Mundo
c o m a c o mp a n h a me n t o d e g u i a b r a s i l e i r o
Preços publicados por pessoa em apto./cabine dupla + aéreo desde São Paulo, exceto quando mencionado somente terrestre ou marítimo. *Preços
correspondentes às datas de saídas. Não incluem taxas portuárias e governamentais. Disponibilidade e preços sujeitos a alterações sem aviso prévio. São
os valores mínimos de cada programa convertidos pelo câmbio vigente na data de fechamento do jornal. Preços em reais serão reconvertidos pelo câmbio
turismo na data de pagamento. Taxas e suplementos não estão incluídos e devem ser pagos juntamente com a 1ª parcela. Parcelamento com entrada
de 20% + 7 parcelas iguais no Credi-Cheque. Câmbio: US$ 1,00 = R$ 1,99 ou € 1,00 = R$ 2,62 em 26/04/2012. Imagens meramente ilustrativas.
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1
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NO MELHOR DA EUROPA
Paris, Milão, Veneza, Roma, Assis,
Florença, Pisa, Nice, Barcelona e
Madrid.
Saída 2012: Jul. 10
ESPECIAL TEEN
NO MELHOR DA CALIFÓRNIA
San Francisco, Monterey, Carmel,
Big Sur, Santa Bárbara, Ventura, Los
Angeles, Santa Mônica, Venice Beach,
San Diego e Long Beach.
Saída 2012: Jul. 12
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LESTE AMERICANO E NOVA
INGLATERRA EM GRANDE ESTILO
Washington, Baltimore, Filadélfia,
Boston, Provincetown, Cape Cod,
Hyannis, Martha’s Vineyard, Newport e
Nova York.
Saídas 2012: Jul. 01* e 15; Set. 02
e 16; Out. 07
O MELHOR DA CALIFÓRNIA
E LAS VEGAS
San Francisco, Yosemite National Park,
Monterey, Carmel, Mono Bay, Solvang,
Santa Bárbara, Rota Panorâmica do
Pacífico, Santa Mônica, Los Angeles e
Las Vegas.
Saídas 2012: Jul. 05* e 19; Ago. 02
e 30; Set. 13 e 20; Out. 04.
AMÉRICAS, ÁSIA
GRANDE VIAGEM AO OESTE
AMERICANO
Los Angeles, San Diego, Scottsdale,
Sedona, Grand Canyon, Lake Powell,
Bryce Canyon, Zion National Park e
Las Vegas.
Saída 2012: Set. 06
O MELHOR DO JAPÃO E CHINA
Toronto, Tóquio, Quioto, Pequim, Xian,
Xangai e Hong Kong.
Saídas 2012: Ago. 02* e 30; Set. 13
e Out. 04
CRUZEIROS MARÍTIMOS E FLUVIAIS
UMA SINFONIA PELO DANÚBIO
Budapeste, Bratislava, Viena,
Dürnstein, Vale Wachau, Melk, Linz,
Cesky Krumlov, Passau, Vilshofen,
Karlovy Vary, Praga e Paris.
Saídas 2012: Ago. 27*; Set. 21
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Saídas 2012: Jul. 03*; Ago. 07; Set. 13
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Meteora e Atenas.
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o melhor da vida é viver
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DOS DEUSES
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Saídas 2012: Jul. 12*; Ago. 16;
Set. 20
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INGLATERRA E FRANÇA
Amsterdam, Marken, Volendam,
Alkmaar, Aalsmeer, Haia, Delft,
Rotterdam, Londres, Oxford, Windsor,
Marlow, Paris, Epernay, Reims e Giverny
Saídas 2012: Jul. 06*; Ago. 17 e 31;
Set. 14 e 28
O MELHOR DA TURQUIA
Istambul, Capadócia e Bodrum.
Saídas 2012: Ago. 01*; Out. 10
O MELHOR DA INDIA
Delhi, Agra, Fatehpur Sikri, Jaipur
e Udaipur.
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18 DIAS
a partir de
R$ 14.210* ou
R$ 2.842 +
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(aéreo + terrestre)
15 DIAS
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R$ 13.142* ou
R$ 2.628+
7xR$1.502
(aéreo + terrestre)
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(aéreo + terrestre)
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R$ 12.539* ou
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(aéreo + terrestre)
15 DIAS
a partir de
R$ 13.721* ou
R$ 2.745 +
7xR$1.568
(aéreo + terrestre)
18 DIAS
a partir de
R$ 14.122 ou
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7xR$1.614
(aéreo + terrestre)
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(aéreo + terrestre)
16 DIAS
a partir de
R$ 12.853* ou
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7xR$1.469
(aéreo + terrestre)
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R$ 17.867* ou
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(aéreo + terrestre)
19 DIAS
a partir de
R$ 19.485* ou
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(aéreo + marítimo
+ terrestre)
20 DIAS
a partir de
R$ 18.016* ou
R$ 3.603 +
7xR$2.059
(aéreo + terrestre)
18 DIAS
a partir de
R$ 14.718 ou
R$ 2.944 +
7xR$1.682
(aéreo + terrestre)
18 DIAS
a partir de
R$ 14.428* ou
R$ 2.885 +
7xR$1.649
(aéreo + marítimo
+ terrestre)
20 DIAS
a partir de
R$ 17.816 ou
R$ 3.564 +
7xR$2.036
(aéreo + marítimo
+ terrestre)
18 DIAS
a partir de
R$ 19.582* ou
R$ 3.916 +
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(aéreo + terrestre)
O MELHOR DA FRANÇA
Paris, Rouen, Mt.-St. Michel, Saint-
Maló, Tours, Sarlat, Rocamadour,
Carcassonne, Arles, Saint-Tropez,
Nice, Mônaco,Cannes, Avignon, Lyon,
Beaune, Côte d’Or, Dijon, Epernay
e Reims.
Saídas 2012: Jul. 06*; Ago. 03 e 31;
Set. 07 e 21; Out. 05
O MELHOR DOS PAÍSES BAIXOS
COM ALEMANHA E LONDRES
Londres, Bruxelas, Bruges, Delft, Haia,
Amsterdam, Aachen, Colônia, Cruzeiro
no Rio Reno, Frankfurt, Rothenburg,
Nuremberg e Munique.
Saídas 2012: Jul. 06*, 13 e 29;
Ago. 17 e 31; Set. 09 e 21; Out. 05
NORTE DE PORTUGAL E ESPANHA
Lisboa, Fátima, Coimbra, Porto,
Guimarães, Braga, Santiago de
Compostela, La Coruña, Caminho de
Santiago, Salamanca, Segóvia, Madri,
Zaragoza e Barcelona.
Saídas 2012: Jul. 05* e 12; Ago. 09
e 30; Set. 06 e 20; Out. 04
PARTICULARITÉ
Centro
11 3258.5817
IMM VIAGENS
Santana
11 2959.0699
LHC
Aclimação
11 5573.1161
VIABR TURISMO
Perdizes
11 2124.9898
O MELHOR DO LESTE EUROPEU
Budapeste, Bratislava, Viena, Melk,
Cesky Krumlov, Praga, Karlovy Vary,
Dresden, Potsdam e Berlim.
Saídas 2012: Ago. 10*; Set. 07
MAGIAS DO MUNDO ANTIGO
Tel Aviv, Cesarea, Haifa, Tiberíades,
Nazareth, Jerico, Jerusalém, Amman,
Petra e Mar Morto.
Saídas 2012: Jul. 05*; Set. 06;
Out. 18; Nov. 01
TRIÂNGULO IMPERIAL
COM ALEMANHA
Budapeste, Bratislava, Viena, Cesky
Krumlov, Praga, Dresden, Potsdam
e Berlim.
Saídas 2012: Jul. 02*, 09, 16, 30;
Ago. 06, 13, 20 e 27; Set. 03, 10
O MELHOR DA TURQUIA E GRÉCIA
Capadócia, Konya, Pamukkale, Éfeso,
Kusadasi, Patmos, Rodes, Heraklion,
Santorini, Atenas e Istambul.
Saídas 2012: Jul. 01*, 08, 15 e 29;
Ago. 05, 12 e 26; Set. 02, 09, 16
NORUEGA E ISLANDIA
Bergen, Balestrand, Loen, Alesund,
Kristiansund, Trondheim, Akureyri,
Reykjavik e Amsterdam.
Saídas 2012: Jul. 07*; Ago. 04
Ingredientesemmãos, panelasa
postos emuita, muitacriativida-
de. Esta é a proposta do Brasil
Sabor, eventogastronômicoque
a cada ano lança um tema para
quechefsdetodooBrasil soltem
a imaginação na elaboração de
umprato especial.
Emsua 7.ª edição – que come-
ça quinta-feira e vai até 3 de ju-
nho–ofestival homenageiaaItá-
lia. Com a máxima “quem tem
boca vai a Roma”, 1.500 restau-
rantes e bares de mais de 200ci-
dades aceitaram o desafio e de-
ramvida à sua especialidade.
Detalhe: as criações não po-
demabrirmãodastradiçõesculi-
nárias de cada local. É por isso
queorestauranteThai, deParaty
(RJ), espera fazer bonito com o
curry vermelho de peixe seco
com abóbora e banana da terra
(foto). Já o Empório Santo Antô-
nio, namineiraTiradentes, apos-
ta no pernil à pururuca, com to-
mate cereja, mussarela e alface –
repare que os ingredientes têm
as cores da bandeira italiana.
Ficou com vontade de provar
estas e outras delícias? No site
brasilsabor.com.br há a lista dos
estabelecimentos participantes,
comos respectivos pratos e pre-
ços. Ecasoseencantecomoque
provou, voltelá ecopiea receita,
que tambémestá disponível.
Os Estados Unidos queremdar
novo fôlego ao sonho america-
no, agora do pontode vista turís-
tico. Pela primeira vez emsua
história, o país terá uma estraté-
gia unificada para promover
seus destinos. Recém-criada e
anunciada na semana passada
durante o PowWow, maior fei-
ra de turismo do país, a marca
Brand USArepresenta o esforço
de marketing para atrair visitan-
tes – comsite, discoveramerica.
com, que temversão empor-
tuguês, anúncios multimídia
e canção-tema, Land of
Dreams. Cantada por Rosan-
ne Cash, filha do lendário
Johnny Cash, comparticipa-
çãode Bebel Gilbertoe instru-
mentistas de várias nacionali-
dades, a música apela à emo-
ção. Junto comseu videocli-
pe, gravado ao lado da Ponte
do Brooklyn (foto), chega a
lembrar We Are the World.
DIVULGAÇÃO
B
ADRIANA MOREIRA/AE
%HermesFileInfo:V-10:20120501:
V10 Viagem TERÇA-FEIRA, 1 DEMAIODE2012 O ESTADO DE S. PAULO

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