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Amado' na Tipografia-França Comnosto e impresso """ ' -;" Ferreira Borges' to3' - coimbra'

-=-iÍ .r..gi .. 1.' rt INTRODUÇÁO .L i.

pgs. ao sr. ìem intuitos de arte nem de crítica. mais eruditos e mais elegantes. Aqui e por agora duas palavras sómente. notavel escritor. l- { k lü resperto escreveram Herculano. A sua pena operosíssima ensaiou-se em quase tòdos (r) Sobre a vida e obras de D.O 'iiabaÌho mais compÌeto que hoie possuímos prestãge o. mas apenas pelo vivo empenho que tínhamos de tornar conhecida uma das comédias do mais fiqo gôsto. r9r4. que foi D.\. Esboçõ biografiio. Francisco Manuel vid.r Coimbra. que conta a história da literatura do nosso país (r). D. 354. o de Mello. Francisco Manuel de Melo.ry lr { il í{ tl t! fl I {' J I I ï t1 tI t' I i. r ':. pìàhiisïã-Manuel {evq-_sg. Inocencio e Camilo Castelo Branco. Francisco Manuel de Melo. a nossa Literatura Portuguêsa. que hoje publicamos. É r9r4.Coimbra." €d. é dos escritores mais fecundos. apesar do que a seu O muito qlle poderia dizer-se sobre Não é uma biografia o que vai lêr_se.. não viria de molde na edição popular do auto. despretenciosamente.-Edgar ü* . que possue o teatro português. 4. ..

. Iisboa. rápidas tambem... sei dançàr. M.rsegredo do seu maravilhoso talento. onrãlaJì". Iiberais. - .r. e ( grandes cortesãos. que por mais desencacier_ < nado de.ro. bibt. pg. vida.ot 1 I J 6r4 oe rot5.-iì. esgrimir.w!r!. e aos mais destes n não ignorantes por ser esta riossa vida ( um largo côrro.e -desprezivel de figura."to. 4 csboço destintíssimo. que arrastou com coragem não vulgar.ryzr.A sr.aqui. admiravam. conscienciosamente organi'3 Çe zatlas.rt". que cria: a qual se a -da umiudo a não desf_ìzem daquele humor.e. que adquirin no mundo. T?t. páginasr. Senáo vêde_me rt a mirrr._uiúiiòg. onde todo o mancebo < de arte folga de fazér sua sorte a esse < bravo touro do mundo. ::911i. escrevendo ltn8oa porlugnc. toco Aos vinte e cinco anos era já uma celebridade que homens. haveis de saber.ta e como prosador.... ( que está produzindo.rtacts " ddnce ío married Men .poltos duvidosos . A sua car_ reira militar foi das mais brilhantes. cheias 'de 'dados 'li..otiná-tvt. moíalista."._q alguns. advertidos. clíssico em dua"s linfiuãrl" õ"ri. em vez de se ( poupar se corrompe ."g" j á a n te s r i n tra p u b I i ca ao . "M.unta a . Manchester. 55.r"iro _Coimbìa cie o1 su. . cortada de incidentes des_ os géneros. mas não foi mcnos destinto crítico. F."É. e roubada á tranquilidade indis_ pensavel aos trabalhos liteúrios p É .r_ sante-s artrgos publicados.no Bol.Jotdado rnterlocutor da visita das Fontes pondera: ( todos os soldados bem nasci_ n dos vereis limpos. Lisboar.. I um lrrstorrador ... Como harmonizon toda essa fecundidade com a slla vida. integral aí.ãfi.traje. frzeram'dele o prestimoso conselheiror ^e se revela na Aula política e militar...:il::ss . .rl Introdução i { Introdução graçados. a Que esteja.o"'ã"fïu.ãrl"qlu" _ri. ( gue o nosso entendimento é como a ( teta mulher. que se intitula a Ifí$oria ãos moyímenns à . (r). QUeo historiador sensato e reflectido que escreveu essa obra prima da lingoa ìspanhola. ìa Untiy.. A experiencia adquirida nos campos de batalhá ._ 1:!-Y.ur-i.o ^i. . (í) Escrìptorio Ayarento etc.f.sar Quer a espanhola.-já"Ëi. inexperien-te e d"spiotegido... amigo. quç.o*-iií ú|. mas d1..uiÌhoso escriror.ii..9. lgo5 I e Cartas de D. . ê1" próprio podia aplicar-se o que o ^ l. tazem ansiar por uma ed.f . vrsto -que o pae lhe falecera dèixanão_o na edade de dezasete anos. de julho Oe . Conseglliu ser grande como poe. de Mello escritas a Antonio Lúis ie'Alïueao. que não podia afazer-se ao ócio. C. r9r r. epistológrafo e autôr dramátíco. como êle próprio confessa na dedicatória duma das suas obras: ( .upo_ ração da Catalunha.. só. da Bibt. l). ã"-ïuïJon. Nascido e creado na côrte alvoreceu-lhe a mocidade na inquietação das armas e entrou nas lutas da.n'ïF1.ï7 in_ Apotogos Dialogaes. como o'ilustre Quevedo..

A sua lingoagem é cheia de viveza e de movimenton o seLl estilo. se des_ (r). r43.na. E um clássico. ï talento dcvia de ser inferior ao seu infor_ lúrnig. à'ilustre Í93t8o teve para revelár nàs salóes de Llsboa estas qualidades de mancebo ga_ < minha guitarra. É lêr ou seus Apologos Díalogaes. c' LvIÍ. - a do As obras de D. < qualqr:er e para a leio e escrevo como Manuel tem duas celebridades talentoeadadesgraça. sem rÌrn certo ptazer e contentamentíJ de espírito o sima mas o seu talento fundiu a lição deles o"\|r\f. D.. como escreveu Camilo Castelo Bra-nco.. ductil e duma pasmosa flexibilidade.l1o "i r rnha razão o notavel escritor.fórma temperada de humorismo e de filosofia. clue a história da nossa literatura conta. O estr:dioso não A imputação de assassino que em r 644 sobre êle recaiu trouxe_lhe a' prisão e a seg^uir a deportação para o l3raiil. Francisco Mannel só vinha procurui o doce abrigo Ilusões haviam-se-lhe ^dissipado por completo longe das honrarias a qúe o seu n1T" e jerarquia davam. como infelizmente aconteceu entre nós. ."pios de bisantinismo sediço. diz êle numa ( suas cartas. (z). trrancisco lt) L:5. E' por isso que. e mais qspecialmente na . minha trovazinha ( me acobardo. qLlc recomendava e clogiava."m or. pg. Nela. qr_re lhe fôra berç"o. Não foi muito o rempo q. O Àú _qlÌe ( oe rtr e de chorar.raís onde as manlÌseará sem proveito.lí Introdução Introdução Iante. u Ha rempo da morte na terrã_. ples curioso. mas dêste primeiro dãs ainda tradição iristórica e litenária se náo tivesse quebriiclo qlìiìse por completo. Francisco Manuel de Melo mereciarn ser mais conhecidas do que na realidade o sam. Frar-rcisco Manuel de Melo seria um clos escritores mais lidos e mais apreciados. Conhecia os bons nrestres.jus. PB' 27tt na ed. porqlte a todos que não nas_ ( cemos ao redor de Lisboa nos não faz < medo nem a graça nem a ( como os filhos de Athenas travessllra que ( mamavam com a philosophia . D. cit. a obra de crítica literária mais viva e colorida. Quando voltou a portugaÌ ìl).o""t' centuria 3'*. me chegasse o dia. coÌhida com uma vigorosa originalidade e deu-nos essa maravilhosa.. Num outro . que é a verdadeira característica da sua maneira de escrever. . .

. ^11 qlìe empregámos..ì'::"111.*ì.^Bi..:.à..i[i"?{Ë'iiïï"ï...:'+:::iï': suiìs preclosas " aqui reitero l. segundo Inocencio ..'ï':... r665.'ff X'o{iï 3^"1.. l.. I | 1"s. r." nâ..1 .1' " oon" a '"..*:-.^ti de r7.].9. Devido u Fï :ïPf "x ìïï.ï ï.::n.u".ff "" que dô ru.f::f?"u' du' J*no.i o:'1uto escrito' ctnforme ton fi em t6a6 "aã .: .üi.A edição das Obras -L[etricas feita em oru"..-quando -.: 1:...sï:".j:ï""Y?.i.+.. *^[íIâ.rã.lli.ó..t:.i':.Introducão Introdução r3 ..J)Í".:t e tambem Barbosa ifr: bfr2:...edição com esta rarectrnentos gue f l.-j.. ""iÍf".i:'iii:jï.r'"J.tlr I eite de úa 3.""'.?.{"#ì.ïï1..ã.d" .3.rio. ptim"ìru. it{.terão . .." íi[ï:.:ffi i. :1 ï.2.Y: ..ì:T^ïra. g" .i.o 62a.ï i:ïi aglomeràção' ï "'i:ïï. ïï: íJ:ïl ï'ïï.#:.ul n Ficrargo "r.io.l-^ïioi 1"1Ë*1".'r. o cim n ros il"iYÌï_-^"]onio .r..ï"iï: r". .u..:"_ftu textual.. Bernaicro o ap auto do res en ra m rez_se aeràÀ. muito áüili. "X: "Tï 1ï! e'1.-' r "-ï r.'ru'. Àóï.' tr:{^:' {'r:Ï.. .: srgno os meus aeradecinr"n.ï.ïï:. J:i'"ïï " ". 'iui..l"u á.Jl: parre em que saíu junru-i^lLrt-or' (r. .ica ás personagens qrÌc a : com gra...pïï::q'ü"ã:'..!:. maté_ q"..{1.) à-'ã jnte com as obras'-tr[etriL'as em t665 (z). ".1:11ï'.'ï##.5s.2'Ê:u'Ê"i.il1ï ' f i.it indicações."J'.ï .'u aÌ i'i u.:'. " descrcve ."il. Iï.:"|.'.!.. ã n í dê I lVloniz.1..''cl." a 9uem oÌ.. .ïïïï'.iÏil'l:": po.ïL'l.ì."'ii. i..rg poucoadianra em ra de correccões...il..:"" ff::i.. a o _àì--eiËri. apesar do. .J:.. ì/asconceìos.ït-":.j:jjxïl$-:ü[ï:.nà'iïJÏ ï :ï.r.i. "nid. . t\aclonaì ïã r-.:" t:.rJ lo.1o^ t?i[ï : catátogo a e separação das ..."nçu. i::#. . .* oï.r. ti.iìI.. e e neces_ sltava. Cotejada a nï c"lr'i íJJ. attera e deturpa. "xfo.oà . de."i.. am Visita das Fon e aos factos e"t!'^.. Hi:1. P't r'r Á.""..."":ãïr?::'.i: Lisboa.gúà'Ëi..:n:í::: x.. .r. t"1l1rll1.{.: ..io"..ï]i'raria dos herdei.. qlre.....Xï.1 .if''ï"j.4':i".i. como na scena da prí_ nìzado pelã h ot orgaN. .....T.."':. rr*k a" fi "rgu.so.?. iï.ioir. ceìos..Fj-. á velha uÀ#ua" de Fernando __ yan-Zeller pudg__conseguir que sell pai gentllmente me f "à- ^.H.

Mas antes isso Deus ! do que apanhar daquelas rijas vergastadas.r4 Introdução Introdução r5 meíra Jornada entre Dom Gil e o Mestre de Dança: enestas. das Obras Metricas. ( Ed' de r7r8' ) MBNors Dos REMEDros. 6' espinhas. nada Ea ortografia. me fez ser reservado bom em muitos pontos. nouas mudancas : (Ed. he uma de gente bem escusada no mundo . Francisco na primeira ecilçao. que me serviu de guia. Plaga K sao como os caens das boas lettras. e qlle o autôr tivesse ou náo razões para as admitir em vez de outras. etc. (Ed.J Nem um cesto. revisáo ripográfica.. I Com esta novas moveancas. que cuidei prin_ o texto.ç. T. o que. Manuel' (<( clpalmente de uniformizar. das Obras Metricas. ( Ed. ) Nem hum sestro ? Hum sestro agouro. o que se poderia chamar .m de vêr qlre não aÌterei em Grammaticos. por ventura. de r7r8. encontram É b.:Tu aque se sam as mesmas as qlvtsoes...Apenas uma. pouco me importando que as fórmas fárJ"m tu nao obsoletas. não . > K até 'q as poem nà espínha Não quís incorrer nestas censuras. ( seruem senão de roer osso. De certos críticos nimiamente escrupuliza_ dores do seu tempo escrevia D. r etc.

O FTDALGO APRENDiZ [t .

ì I I h h {. Hr:u Mrstne DE EscnIMA. BnrrBz. Huue CoulonP. \ . Hulr Poure.Ì i FIGURAS QUE FALAM Dorra GII Cocotrltxno. BsLrnÁo. Horu Moço DE cavAr. HuM Mosrns DE DÁNçAR.l-os. ArroNso MsNonz. Huln Hot'lptu QUE PÁssÂ' Hula Houstvt Das ÁLMAs.i1 !l l'. IsesBL.

ilI l.ij: ' SCENA t'" (Sahe Affonso MendeT. lá áe riba hum Escudeiro. Já nïnca mu. oue de andar Posto em ser Conde sie não Conde. Sem dinheiro quis ter briq fiquei perpetuo rascão. virá por vossas merces .. vi el-Rev D. Com dous mil e cento a seco me tomou Para seu aio. . Sebastião..' gorra. fui temidot passei sois. os Estaus ãa Inquisição. Sei o açougue no Rocìo. iá fui mancebo. naci no Lagar do Sebo faz hoie setenta e tres. veslido á p. ' /iiio. Hbie s'irvô não sei donde.ortuguesa antíga' "iìiút". .lei vestidot e inda fato mudei menos. ï 'l i itú [] i'l IF.L ' PRIMEIRA JORNADA t: . Fui prczado. mâl gue lhes pest Sou velho. passel serenost iompi bons vintadozenos. t. pellote'. r 1 ì. espada em talabarte' ) cousa que.ll. enfronhado em Cavalleiro. _ i.'he Condandeiro.

Pesarcs ? Peúunto vos dondc estãc ? Em"casa do incuìcador.O Fidalgo Aprendiz Primeira Jornacla Sou seu page e seu lacaio. . Beú podeis quando quiserdcs. Entra'na dança comigo hum chapado velltacão.por ser namorado. iá que os não lendes.. a velha está como cera. Ar'.. Que Iíanda vossa mercô Grr-. contrabaxo e trovacort cavalleiro e dançador. fidalgo acabado. . valentão e caçador. que. balandráa' ' e chincllas. ! ! ha tal clorrnir Aio ! ? Senhor. c hum apito ao Pescaço . ouc nisso não sou cu só' Os criados donde são ? Todos são dos seus logares. Grr. . Ar'. Para qua[ìclo os ttverqes? ionta' dr:lles vos darei. Basta quc tomou tciro de queier mais do qure he seu ? Aio I não seias sandr. ? .. Que dizeìs. que he testudo I presume de liornern sisudo.! Ar'. fìt. Só por isso cu os tcrei. tìr . e anda enxovalhando tttdo. inculquei lho por amigo. Ar. e vetllta ctss/J' yiando ).rr Ar. que eu cïismei em Dom Beltrão. Que rnandais A senhoria Grl. Gn. Oire tenhais mais cortcsia. O' pcsar do nreu Pai torto' ( descreio dos CastelÌtanos) pois á fé. _ e o nègocio ande em fciçãot porquõo tal Beltrão pretende a mcnlna tal qual era. de nada sabe migalha. gualteira.hc de bons Panost e resurgir pode hurn llìortot mas cue seÍa de cen'l annos. SCENA 2. Affonso Mcndez ? Qu" "t tcrrhois. fi Ar. e então pedimos. . Gu.:u. Mas huma comadre minha. que." íSahe Dom Gil como de por casa. Gn. mas faz que nada eniende só pelo ganho que espera. quc desta iá são lancados. Grr. senhor. &[iranda ! Maìovento! a essoutra banda. enfim. molher para muita aquellat anda armando-lhe a csParrella c'uma filha bonitinhat que eu fico que caia nella. Morto. Eis meu amo. AlmeicÌa Costa Secretario Estrit:e iro I Olá ! i criados I Grr-. F-oÌgais de me. e inda nrii-a]e ser se u Pacheco ! Conforme a tudo me ensaio ! Se numa sandice encalha dou-o ó derrlo.dar. náo sei Para quando he. ? Se charnára'o confcssor tinha seito de não vir.

Guarde Deos a Vossancê. hum mão-dobre. espadã muito comprida. Nem ha caniì. nem ha fuso. I I Não. mesquinlro de mim ! quem me ha a mim de dar arnezes _ Gn. Faz'me mal. ensinar-lh''emos. Tenho â casa sem adorno I vim ha pouco. tf ] i Grr. . . que bate como huma dama. ? ? ? ? dc tal dito.porta ser ginete e sêr sendeiro I (Chega á porta e torna logo). I enoe mao II Gn. Venha. digo-vos que sabeis pouco ! . Se disto para que valho quer saber. fr 'l . que lição tomem. Grl..ï ! ( Entra o Meslre da Esgrinta corn grandes gucdcllns. nem por toquee ou por remoquet ferro nenhum me não toqu_e. Mrsr.. Gll. I ô Enquanto não ha porteiro. Ar. Isso sim ! he o que ìm. Pois se vós. . Mssr." não me dais alguma treta. Mrsr. Posto me Íaça amouco. MBsr. O Mestre de Esgrima chama. ?! .Ì ll i : I 1ï O Fidalgo Aprendiz (Batem á porta). Sou quieto. Gn. bem que secreta. tres tretas de unhas abaxo. Que ?!. Grr. Menos que tudo. hum altabaxo. dous talhos sacudidos. Vcrn-me ellc ensinar a rnin: ? Pois ensinai-o tambem. Grl. Não riais Ar'. O' Aio ! andai sem tardança e lravei-me da vezinhança corn que possa dar lição. pois isto he o que eu vos disse inda agora ? Ar. que tem ltomem outros mil. qlìatro pânos. O' Aio. vede quem bate a cssa Porta. Gn. que vos vem a dar lição. calct( dc anta. Mrsr. que ninguem me emPeca em mal que. Ensinai-o a falar fóra. SCENA 3.. 'Ha cana de esfolinhar ? Mrs:r. # Ora sus ! aprenderemost iá que tomastes trabalho. Vou-rne loqo. Pois Ëu. ) * il À{rs'r. ' despachemos. Grr. Mangoal Mssr. Pois se ele termo não tem. Que me haveis vós de cnsinar ? lVlesr. não sei al ! Mssr. Ha cspadas ? Mssr. ÁÌ. que irnporta quc falle assirn ? Grr-. mas como quem são. seis serzidos. Sabeis mais ? que eu como assaCo do forno. ( com que os espetos escuso ) porque-he 'mais tcnro ao trinchar. Grl. Nem adaga ? - Gll. Primeira Jornada Glr-. Ha montante Não Gn. Ha esPeto N{asr. c'-cnúuçada camo valente. Glr-. Quanto mais. Sc lição ha de tomar.

.c'urnrch. (Esgrima só). Gn. Aio. Ar'. Em Polvorosa. Já sou frio como a neve I " ' . Gn.l ll . ã [i ( B'iì fi sp antufo s. não haia engano. Ora buscai. que desta arte se vos dê. Ai"T.. haveis de tomar. O' Deos. . nem arrufos ! Mrsr. Mestre t eu sou morgado Não tenho írmão nem irmã ! Tenho hum casal na Louzã."o Ar. Ora sus ! clescansareis ! Aqui trago dous. e não me quero arriscado em perfias. Da sancta Misericordia. . ï rl t' . Logo os péd Ìrav'reis de Pôr. Grr.. Grr. ! Gir. Onde ? Masr. que me vasareis um olho.ïËï. .. . Já sei. ResPondei lá ! Grr. '. ão que dá mão.'não seiais assim ! Poiá eu sei quem.. . que em vos chegando a Puxar áo ponto.aPim faz fataxas como hum Uide' Ouvi semPre a minha tia <t tonlAr o que o temPo dá' . Seia a primeira lição. . Despois dessa entendei logo. Ta!talescusai a Ptosa' Grr. .Pantufos' f 'iì { ti. An'.I]. riruito mais. ? i I[r '. l. Eu 'sei iá o que quereis ! SCENA 4'" ( (Ponha-se cada hum com seu ' chapim na nráo em Postura de esgrimir ). Já ôei ! . Afonso MendeT cont dotts chapins velhos na mdo ). Escolhei. ás-de villa Diogo ! Mnsr. Grl. .. Gu-. Já vou ! Visita será . que andeis ligeiro do Pé.Grr. ' ìf ll rl 'ï Gu. Batem ? Sim. il iii rl' IO O Fidalgo Aprendiz Primeira Jornada (Faz que lhe toma o Peso). Dai dous talhos ao giolho como quern faz remoihho. ' (Sai A'f' Mendez)' Vistes vós cousa mais leve ? Brigarei com elle um anno. ï tï ï Ap. ChaPins trazels ? ora lde. Mnsr. Tome vossa Senhoria ! (uutem á Porta)' ' (Toma Dom Gil os Pantufos? ' e cottvitÌa o Mestre com qualquer delles)' ïj Grl.ï fl Ar. que mil vezes acha homem ãs cousas Per'hi.he grão siP Dâi-os cá ! Ete Mesr..il Entra. Masr. Mestre'! fogai de mansinho.ii Olhai. Ar'. Ar'. que eu sei que sois de Primor. que grão desconcordia Glr.

Oh ! se fostes a Castella.ante de Dom Gilr'pega-lhe nas maos PdrQ lhcts berJdr. Ora tiro o balandráo-' que o aprendqr sempre é virtude. Estive já em Madrid.. Grr. ! Tira o MEsr. E o rei David mais antigo na cidade ! Gn..'. por'São tãI. . Eu anclei co'a alma nos dentes ? ? ? MBsr. Gn. Qual quereis que ente prirneiro Gn' o da Dançu'"nrru.. . .. . Para mudanças e danças." Mssr. sabereis cem mil mudancas I Mesr. ? . Simt. Gu.l ii ri i O Fidalgo Aprendiz ( Primeira Jornada t3 ". Gn. Haroa ' De'couro!. sois o Mestre ? Mssr. se o tendes' hum meio vintenr selado. Ti'i" T ï $'% i... Ar. muito polido. Gu-. porque diz que os namorados . todos sabemos mais que ella. f. Hnm sestro aCourò ! Mrsr. Basbaques ! Ar. quc he por que vos lembre. ? ! ? ! ? Não m'as comais. ( Gn. Âxopra ! ]r i SCENA (Torna Afonso 5. Mestre Jaques. põe-se de. Nem hurn sestro Ap. Quatro Nlestrcs iuntos vêm' Gn. Todavia nenhum tarda. .. Mssr. ? Ae. ide enrbora I . Gn. Ha em casa alsum laúde est'outrôs dias passados.:i: SCENA 6. Tereis grãnde habilidade ? Mrsr.. Falta algum Sim.:. que não são mãos de carneiro. Vôs tendes lição tornado. Eu me lembrarei de vós sem mais talhos . achareis na botica ! Mesr. Ar'. Elles tem mui boa andança' Vern o da Solfa E o da Dança Ar. São finissimos. Gn. Gu. Nem'sequer dous cascavcis ? " Grr. que vos desmembre! Mrsr. farendo mesuras. Não ha mais qüe hum birinrbáo. e não mais. ( Entra o Mestre da Dança. Ar'. vou-me andatldo' Affonso Mendez ! Grl. Dai-me as mãos MendeT ) An'. Prometo de me lembrar. dai-lhe ora ahi. Callai. Vai-se o Mestre de Esgrima). E para \'ós Mestre Albarda. S{ssr. Oh ! enfreado elìe o fora se nos topáramos sós ! .. ( capore ). Mesr. Violas Ar.). Grr.joelhos de. . E o das Trovas Vem tambem Ar. . I ì que isso he cortar..

Mandai que venha a panella. Ap. .eg não sou homem que aprenda por bicos de roxinois. faz delle gato caparo. . que bem sabeis vós.. Masr.. he tudo bem empregado ! . Esperal . Não hã ella a clcstampada.. Eu vos tangerei co'a mão. Andai ! " Mrsr. Hontem deu c'os tampãos dentro.. u dar-mè o ar D estando em brasa ! Mrsr' Fazei mesututt ' a"n" oog . Eu quisera-me encatnpar.O Fidalgo A. Quem mándais {ue entre ? tjrl. Ar. . Grl. Mrsr. que isto que fique entre nós. Glr-. Mas. .. Despedi toda a capella. Ar'. Mesr. sou-desgraçado! Ar'. Grr. Andai di sem mais contenda.. quê mais sabeis ? Gn. sem primeiro andar en-ì contos. senão cousas de botica. . Galharda.. Quebrou-se ? L. Pois. Mestre. Não fallais como quem sois. Huma Alta. Podeis entrar num saráo. Vou-me que he preciso ! . Tomai-vos co mentecato mais fallido que cenreo. qlÌe eu não dou lição assiú sem tom e sem som ! Mssr. Ar.. que vós sois o destampado !. não ! Pois sois Mestre mui minguado...'.. (Faz Dom Gil tutlo quanto o Mestre lhe manda). Grr.. e calÌaste-lo ? !.'está bom ! Mesr. Tangei. que em desafinando estroie. que o tempo vai de escarninhos. Grr-. Poìs asastais-vos de nada ? GIr-. costumando-se homens tontos. Passeai por essa casa. Gn. O Terolcio ? O vittao O Mochachim ? (Vai-se o Mestre da Dança).prendiz Primeira Jornada r5 I nunca podem ser contentes. Grr. . que o scu viver he matar..aÀ setrr feicão ). que por vida de meu pai !que estou cansado de siso ! Mas por saber cousas novas. Sabeis o Capateado ? ? Senhor. -são Tende I que isso não danças. Melhor he lancar"me soltas.. Mrsr.G! muitas mesu. Isso é quêrer-me aleiiar. j I Mestre. por vida dos Coutinhos !. Pavana rica.. . Masr. I l-r . quc vos quero ( dar o ar I Grr. Este pé. Aos pares!. de sorte que quanto he hoje fareis som numa panella. e nesta novas mudancas. Senhor ! das portas a dentro todos passão della e della. _ segundo o bem que aprendeis. sempre ! Não ! ninguem lhe ganha em moslrar os calcanhat'es ! . Grr. por lhe náo dar outro meio.esse acompanha Mssr. hum Pe de xibáo. Mesr. que ..

? ? em dipluvios fragranies candidize. e enfim são estas as obras. pede-me hum more. ou não falais claro. quc en-ì tal cousa nunca achci pés'ncnr cabeça. não frllcis Ìatim. sculror. < Cabeca de moles ).. . .. .nãolanço-lho tambem !. E os remendo. mosrra hum hábito-de-Chrisfo. o grão valoi. . Fazeis motes Poer.. ncm rima. Ante vossa presença hum culto Professor do estudo critico. Grl.. .dcstes nem prosa. Enlra nudto detagar JeTendo cortesias ). Venho ã ver do gue gostais.. que inda que ha quebras. SCENA 7. quc rnaii ousa . a gcntilcza' a tìdalguia. O claro humor de PYrene Grr-. u Nora. Querei.. . Outro. As vezcs sou de obra prima. que eu nunca fui estudtrntc. . Porrr. e lho faço. E o declaro. Fz estatlco Chamai logo o meu fisico. Crêdè que he meÌhor conselho.. Ar.. que este me ha'de deixar etico ! . Vedes. Ponr.lo saber de mim ? Dir-vo-lo-hei .. Ah_1 po1 isso eu sempre ouvia : u elÌes bebenr e homem sua ). . Grr-.. Mcu scnhor I nunca se csPantet que estes tais Palrío assim I Gu. pede rnais de um tacão . . >. Aio ! este homcrn venr Perene I Poar. . que anda á roda e não tcm'fim Lìomo se fazem ? Manso!. em mi cada qual se fia ! . Chega hunr FidaÌgo corrês . namoraõ na rua Quantos qlle. . que engasgado vem com dous ver. Grl. . g_ue tem seus geitos no paço . aromatlze. . e Irgo. h4estre!. Vcrn de noite. Gll. . .-scrn ser visto. . Grr-. _ . coÍYto mandais' bom portugues velho e relho' Gr. Porr. Como ora digamos ? " Grr-. que diz que he Mestre de Trovas ! Este oficio me contenta. Foer. como por momo. ha sobras. . . de vossa Senhoria I . senhor Mestrc ? . LergLÌntarrdo o Grl. retoque. esmalte. Faìlarei. como vos viii. Sois Poéta PoEr. Poer. Ora de hum enguirimanso cìramrrdo. Gn. Remendão sois ? ou entendo eu mal. o litcrario estudo. ... todavia bem disse eu que era.. A graça.' (Vai Affonso MendeT ci porla e traV consigo um Estu' ' dantã-o muito çuio'e níuito mtl vestido. sesudo ! .. . Âio ! ouvis que vem asmatico que ôutros querem chamar humor frenetico ? ! .sos sem feicão. que não gastão ferramenta ! Venha o'Trovador solene ! .r6 O Fidalgo Aprendiz Primeira Jornada r7 Entre esse Licenciado.. borde. -dio ?. Porl. . Glr-. Dizei ora!. ComeÇa __ Cllliri. calçado velho or-itra vez. Porr.. Poer. .

Eu sei Grr. ? Geitosos. vireis cá todos os dias. Grl.. Estão bem feitos. r minha mana Grimanesa' r não sei eu Por que rezão e quereis. Vós estais no vosso estrado. . Ouvi-lhe agora o negocio: !. na chuminé c como um negro buiamé ! ' a Ar. . Porr. Grl. r Todo o mundo Por Yós chama. Mas ora sus !. Não a fez tal frei Sicrocio Gn. Oh ! se os'fazeis Por medidas sereis poeta alfaiate !. Decimas ? r que... Ora vamos adeante !'. Os versos têm seu quilate e medidas iá sabidas. ou assim trovas em saco ? Poar. Mestre ! não falta nenhum... c Sendo todos de hum terrão. Grr-.ha chamar de muitos modos.. Podeis dizer. triste. ( e eu sela maclracelrao. Homem. mas hum falta ! ? Gu. ( Vai-se o Poëta ). Ficamos neste concerto : mandar-vos-hei o morzelo. huma-trova com feição. iazendo. Grr.. Pois he toda em consoante Porr. Tercetos ? São vagarosos ! Porr.. e vou-me muito singelo. Grr.' ! Ora embora !.. . Ha mais Grr. Todos. Eillá vai!. que não falta. . Romances ? Podem-se lêr. Traz coche ? Em que vem Não. mas falta para dez hum. Dou tais mestres ao pecado ! Ora eis chega Dom Beltrão ! Vem por mim.. ' t t Poer.. . Como he perto ir-nos-hemos passeando. Em dobro as senhorias . ? Porr. Grt. r do Mocambo intés Alfama ! . . Ae.semPre ser Princesa. Pour. Náo ! Forr. Grl. Gn. Gn. ( Chega Affonso Mendez porta e torna logo ). se tem nove nenhum para dez lhe falta. ? São eles todos perfeitos Ponr.) Posr.como um Prelado. não vês. que de cada cousa dez levão huma para el-Rei ? Poìs eu não sou dos de Malta pago como paga o prove. Porr. . Ar'. Eu tambem me vou andando.t8 O Fidalgo APrendiz Primeira Jornada r9 Fazeis Sonetos Poar. Ar. Pois fazei-los por receita. I . Dai vós ó demo o-famaco ! . . e a mim apupão-me todos. escutalt bem que não tive-Ìição. r e eu. Posr. Grr. No seu calcado. de sorte que. . Quantas quiser. Como elle os homens estreita ! Grr-.

!")Y'o" Entrão-se ambos.e qr:ando os haveis misier. Ar.e por mais mudas que pânha. { r { 14 t [' i I I I 'e I { r f' I t. Dorn Belnão não quer subir ? Diz que antes quer passear .' l: [.ï' tJ.sìiâà'i. E agora este Dom Beltrão he homem de mão direita ? Nada aos amigos negai.. Grr.:bÍ/!. tocão-se as violas e se acaba a Pri...{ O FidaÌgo Aprendiz ui Grl.. ( SEGUNDA JORNADA SCENA r. Contra huma firme vontade não. Britez ! não sejas crianca. Melhor me fôra trovisco. Ar. Tudo é vender esperança.:. 1f*= q*. dões fulanos. malovento ! Grandes crenchas penteadas. . ( Sahe de verha e Isar. Gn. . e o solimãï ? eue he da arruda ? r t(' Wr lì í - Íi fr # _ lslt. Grr.t. me mudara IJnn.. que se mude. I { Ir E ai! ai! ai! que essa muda... Eritez filha.í. qu... Adullo o teu malvaisco.. Aio ! dizei-me : he estreita essa Rua ? Senhor não.. r il. Ar.riq. se as molheres honradas o carãó-. Isabel e Britez ' o. todos' dõ. "que. Não que hum fidalgo na rua ha de saber como vai. il lfii1r' r$1 .ha erva nem peçonha com virtude: nem amor ha com verdade.$. . que essa regra he cousa crua... . fi-dalguinbos dé coÍher''-' sao tormento. Agora o leva a cortar ! Ora sus ! vou-me vestir. meira Jornada ).

mãe. Isee. Bnn. Beltrão.. ! Isae. Britez.. Que a mim em m'enchendo o olho. . Vós iois o mais abelhudo. . Olhai lá para hum Dom Gil mais cansado que hum maltês. guar-te!. Ises. . Isee. I Tambem nisso entra o galante que tu conheces e quer ser teu culo. tenhâm arte !. Ai o bargante ! E vós... Gil de estrae muito enfeitado ). Ai ! elles são Sus ao estrado e depressa. Brlr. Qu" he ver hum mancebo brando fallar de noite a huma porta donde trata ! Pois vêr-de-lo ir andando.. saibam fallar português. . . Aquiloaquemoentender põe ferrete ! Yoz: Ou lá! Isas. qual vem homem de côrte. Bnrr. . E deçer qìanâo lhe importe. a-lho soffrei? Hui !. . ( Digam f<ira batendo : ) I . ( Entra D. . SCENA 2. e elle mata ? Pois se acaso fôr á feira. . lhe pedem quatro tostões. .. Ai ! mate-me Deus co'a gente de Lisboa ! Isns... Meu espelho ! eu não te tolho. Sou primeiro. que tenhas lá para ti passatempo ! # Dom Beltrão e Dom Gil. Hum ditinho de repente. ? oembusteiro?!. Britez. sendo seu criado. Mas esse Dóm GiÌ. tãmbem ( má hora ! ) era assim no meu tempo. Beltrão vestido nha fgura de cortesão e D..i I Hum fallar com tanto geito ? .{l i1 l O Fidalgo Aprendiz Segunda Jornada z3 I li I Bnn. Vê quem lRnrr. . minha condessa ! Homens de bem. . o ar parece que corta.. .. he muito rico e abastado e he noviço ! Inculcou-mo Affonso Mendez que o traz. Em servir-vos diligente. passará sem vos trazer ramaÌhete ? ( Sem que nada de vós queira ). o çujo ! ( Batem á porta). perdoai ! Mas que não tenham ceitil. que afeiçôa ! Hum tei em tudo respeito !. que ei-los vém ! . Barr. chama. . que offendes. . Qual ? Isan. não é para rir vêr.. ( Chegue Brirez á porta ). . a teu servlço. Yoz: Quem he ? Yoz: rlandais que possam subir Bnrr. .

. Grr. ìrf Sou contrario. 9!e eu . Se estou namorado trato disso.az aquelle que. .. não me gabo eu ora de anjo. He ditosa Coitadinho Ella.. . Eu não digo só fallar. ... Cantais se ã dOi vor provoca ? Se me toma. Bnrr. Appetlo ! $ if Grr. Grl Cogominho ! Santiaeo!. . Preso€stou!. . Bnrr. ? iìi falle-nos vossa mercê.d I I O Fidalgo Aprendiz Isas.mundo. minha estrella.. Isso. e se amor cozer me quer sou.. Se vós flôr Bur. tanto de firme amador haverá nelle ! Bnrr.. mas a propria senhoriar' sa mandais. Que. s : I Grr. se. Bnrr. . Taneeis vai a Roma r.me tem. Hui ! p-or'elle como'pega . Grr. eaporfia!. mas servir ! Gn. Bnlr.. O' O'senhora!. . serei.semfastio! Grr.. Bnrr. Sêde embora ! Guarde Deus tanto veludo ! Tomaste-nos de repente I . I I I Segunda Jornada 25 Bnrr. haveìs de ser antcs sêde. Bnrr. Bnrr. . .. Dama deste dia.de aporfias. Eila não. *gïta tambem ? Bnrr.vos vira a vós a cega e elÌe a guia.. Até'Gil Na'bo. Bnrr.. . quanro em vós ha de bella. Por vós desejo correr todo o. como hum galg9. . A vossos. Assim ser roje. . Grr. E não só deixar o Dom.. Que voz ? : Qualquer coisa tanio.. Sêde antes Gil CocuõeÌo ou Caramago. Tendes'Dama Grr-.. Bnrr. Sois delgado ? Gn. Bnrr.. senhora ante quem he sem sal o salgado'mar se vos. u quem tem boca - ? . Oue obrais ? Gn. Grr.. ij liï uli Bnrr. mas canto ! . ? Não o nego. Bnrr. Bnlr. Grr. malmeqneres ! . Sois poeta de sobrado ? -isso. Gtr. vlr. Grr. Grl. Tal que quebro. Bnrr. trás de haveres ! poisgostais!.aq. Sois poeïa !. 'if. Çoqo h_e. . ! Gn. Isas. como voz? '" ' Não digo :. Não trabalho em loie. Gn. . Deveis ser de bom comer."u e-o cachorrinho...... Bnrr.nhor. Estranhais ? Sou de grão raça I . . t I là . vossa graça ? D. Tanto amor em porÌcos dias ? . Bnrr. O' meu anjo e meu requebro ? ti Q*-"-. Grande ? Grl.pés. Gu-. ó dama de grão primor.. se he bom. cotio. meu fidalgo.

Glr. " Chegue Grl.: Alt_e t1ão posso at fa1er . gauìão branco. Tendes cousaï de menino. . e viver nella desejo. Gil e Britez. minha rosa ! ( ( Dá-lhe huma viola. ranse como que quer cantar). e tendes dado recado.... ( u Passeaya-se Siluana Canta D. Anrr.. Isas. e quando o sino correr tende tudò aparelhado ! As redes lhe vou armar.u1ão. .. Bnrr. . isso não ! Fallar ninguem vô-lo nega. . bom he levá-lo esfaimado. Ora l í q^por um cor-redor um dia. +t qug canra e não escárrà ! Ora ei-lo vai ! ( D. Tenho mui má vizinhança. . Brlr.P:. Gn.a. . que elle caia ! E eu que vós tenhais a saia ! Britez haveis de ensinar. q yal fertdo e yai poando Já me estanco ! Is. e diga Isabel a D.. Bmr. . Beltrãó ).. Ai.. meus peccados ! :os cjlrdg. senhor ! eu não queria . . Uanrarei algaravia pois que quereis ? Bnrr. Conto se estaran durmiendo.. rrr. Gn. segredo a fallar como em Isae. I i4 Bnrr.r.. ]. Ura dizei ! a Ga. que sei desta casa e vejo a honra e muita virtude.. t Gn. . > senão letra castelhanà ! . sus ! pois hade ser. ^ trIL.n. quatquer cousa.26 I O Fidaìgo Aprendiz senão se a baxo ou a tenor se entremette ? Dos altos era eu amigo. lJnrr.t Vai-se Isabel onde está D.. . Senhora f)ona. . IsEs.. Sem guitarra ? Pois he famosa: Andorinha sloriosa . l {l I I ï ï Bnrr. ( 'ir t. Bnrr. Git e Britez ). Entoai por meu prazer Segunda Jornada 27 Grr. . Segredinhos ? !. Vêde vós como se achega ? ! Dão lhe o pé e roma a úao. ? Sei. l. não cude de mimr -que sou malfazejo. .Ìto Ío.. Grr.e. Gil o melhor que pode o que se segue ). Bnrr... (Jra estai ! que enündo ! iá Vfgrers romances trovados ? u Mis amorosos cuidados ya cl Caballero I acinte o fazeis ? . . . mat Gn.se _mandaisl uma lettra nova quero. A' minha conta deixai-a.a.u me desespero. Gn.que esrais zombando l s. mas hoje só tem valor o falsete ! . Ei-la ! Tomai! Grr..t I Canta. eu vos fico. Nesta ao menos não serán antes ando nessa andança. D.. . I-or rsso.. Hui ! pelo passaro manco ! Sabeid algüma < ao divino r Grr. Bnrr. n Dizei. t Mas fallar-de cortesão .. .. Sou todo amor. Grr. ca3.

não honra a gente. meu amor ? ! {l i { I Venho. ! Bntr. Terei as cousas dispostas . btt-. Grr. Brirez he muito'nlnchacha. Brrr. . Venderei huma vasquinha..l f ì. . . Gracas á necessidade I ü . Cahio IsAe. bem sei com quem r'ìesabafú . venhais. Ir-nos-lremos sem porfia . O que agora impo'rt.. Grr. qlle v_enco nas obras pias.i i. .tis. Í-. Isas. Tal dita não teve iguaÌ a colher-me em outro estado. Senhora ! a tudo me ponho" . Mão? Tentação!. ( Deìxai que assim vô lo diga ) na-cte ser mur vossa amiga.re.a. . Is. Mas por não rer dèz mil'reis. Adeos. Vindes Envidai vós vosso resto. em dando as nove.pors nos fazeis mercê . . .u" eu co-mpncurtos não cafo. Adeos GrI-.atos vos quisera eu ricos que vos vades e tragais. Isrrn. . Disso duvidais Berr. . I j iit rl.() . Que sou ile humor liberal. Gn. Quanto mais que não" he tacha estranhar se he rapariga. rrr-se o Íarto do faminto. perfumados.. Lá fôra todo o morgado ! .harias ! Ai de mim ! ( Elle entrou no labirinto ! ) Bofé ! senhor ! Isso sinto !' _ 9rr. Ë..dou a Deos muitos Ìouvores ! _ que em nós.zeis-l Dez mil reis sãò nìnharias ! _ Ises. se me envergonho.ne. . Is. cruzados não aclrareis. querels. Vou buscá ìos.á feira.O que vós. aÌém de estar namorado ! . . . trllas por-isso eu sempre vi Glr.como nas melhores.. lsAB. pois. co'a Grl. . Nin. Ora. ide andando ! . porém achareis primoies. . . genhor. S. venbo asinha. de dia. será razão Bnrr. mas que a vá queimar. IJom he chegar a bom bafo ! Porque. ? ? tendes nrÍo cont|a cstcs ti. Vou-me enfim.trrl-. . que entio ganhareis a mão. Ide.ï . . . enfi-m. queimados rrão. .s. que este andar co fato ás costas. t. com termo honesto vosso $ou. vereis -. . Não tomeis tanta canseira. E esmechou-se Na metade Isrre.. De verdacle ? ? Em dando.. a noite a todos conÊa. aíóra assi ourros bicos" que-homem vive c'os honrados. _ ls. Bplr. Não irei senão voando.. O' senhora ! eue A.1 itÍ il ti 28 O Fidalgo Aprendiz e outra casa tenho iá lá no bairro da Espãranca. Gu-. do coração. Madalena. t Segunda Jornada 29 il iri ìI rl ii' iì i _ me não mudei estes dias..esses reals. i i rl Não que eu devo dez cruzados. clar-rne a mão. filho. A's nove Isa.e. de que e. . que amanhã he terça feira. .

Tomemos falla primeiro ! AE. Ora sus ! isto está feito. .á .qs. . isto ha-deiser. Britez filha. de Alcaide. 5e.o pellão. Isae. ( Vai-se Isabel e Britez e se acaba a Segunda Jornada ). BeLr. ' caraptfra. Vivam bons. que. . e chuça de Bettieiint: e D. e o Beltrão como pintado. .creado e o amigo. . úe hei-de vingar de sobeio ! Inda temo que se escaPa. não se jais tolla ! .. . e elles não tardaião muro.. donde está.fiz ao framengo ? I. Ar. não me diz nem sim. .lhos quarenta vezes. espada nua. rodella e linterna de {urla' Íogo). . Is.cada qual der aiuda á farça.{J O Fidalgo Aprendiz ( Vai-se D. ' TERCEIRA JORNADA Bnrr. vai correndo por tres meses.. Ilsta não foi a primeira Ises. Pedi. Esse " Íte la antigo. Pois se quem mais o persegue he o. saltimbarca. . I t I t.' tenho senhores!. Ises. Ey cuido que gente escuro. Em bem lhe sei as maneiras. SCENA ( Sahe Affonso MendeT com urn pano atado na cabeça. Ì(ecolhamo.lhe. gue se elle vemrnão me contento co'a capa ! . mas que seia o que fôr. Ora eu chamaréi : . r:ròç achaqúe he jà anttgo.. { 'f t . . Deve-me iá de reção Brlr. Belr.nos que he tarde. Beltrão ) I I I I i i'ì t i r tudo tenho conceitado I meu_compadre he para um feito. barbas mudadas.. . Tu serás figura muda. Eritez ! nãó sejas'cobarõe ! O feito esta rdsoluú. Em vós o vendo agarrado. . 'hi o perrto ? amtgo S!: attiaque e o.J Âr'. Callai-vos. Nella não me hei-de merrer. nem não ! Tomei-lhe tamanho enteio de zombar do meu suor.. I\ao vos quisera mais dores ! L)e outros perigos maiores sahl . . . . carapuçã de r"ebuço.. Partiremos ! Mal peccado ! Ap. . . :. .tas olhai qüe o mundo"he bolla.ha-de ir pelladó . nem elle-o triste mostrengo_ ìhe ha-de valer o seu senso. .Comadre ! Ì ..i ! 'l Bnrr.. hã-de ser de vêr ! Bnrr.creado enrregue. Gil e D. Beltrão com vara. espuìgai-lh-e as algibeiras I . Não te lembra na Ribeira" 3-que..

:.. .... . .. Ar.r'i .. (Ladrem cães dentro). Isan. . Mas com medo de defunios já não sei por donde vou ! . .. que elle no fato bulir.. Quanto de homens como eu sou.. escondem_se Afonso MendeT -e D. E mais senr falta he que morro ! . I san.Isabel. . á janella sairei. Compadre ! ìsro vai por graça .... Ai que ellas Ì . em dobrando essa esquina.ïã ï: 1-udo só õ sem candeas I . como dà ianella. ao amigo ! Is.... . . . . Não tendes senão subir !. trde-vos indo e em vós os gritos ouvindo. Ar'.te Affonso á porta e sahe em cima. Ai mãi ! que grande 'lïlll. Que horas são ? Grl.. e más as passadas. a-fantãsÍna arremette !. que elle ha medo de uma rnosca!.. . Pois mettci-vos. Isabel Terceira Jornada 33 . huma coura e muito iíat embuçadô ). Sus ! quem chama ! ? São horas He seu Compadre Vindes lampeiro ! ! fa7 que cerrct a ianela. sou perdido!. Ar.52 O Fidalgo Aprendiz (Ba. Oh ! que menino !. nao vos vela . Outro sino venho eu todo I Isae.. porque nunca andei de nouté.-rsíà'i'u" *uito ^u. com huma coifa branóa.. 2..' Beltrão e íahe por oitro porto D. se vêm ! quem re merre Dom Gil em ser ru6ão ? Já não dou por pé nem mão ! . alarido Lï f. .'#: ál ri".. chamarei : . .. .. . Ora a gente ha de tomar em moço as cousas. . Bom está ! E estais em modo ? Ar.e.. -são As Côrtes arriscadas. Tendes destas como'sal i' Vou fazê-lo sabedor...-''. que inda he cedo .l i brulhada em hum cobórtor. Tudo'farei pontual. e na mão huma candeia).< Aqui d'el-Rei ! > . ('i Grr. Isae. Ei-la !. Gil com huma rodeila [iàiai. e-á fél que não deixo de estranhar ! . . . (Tornem a soar como que vêm chegando). mas que venham quatro iuntos ! . AE. e vivem nellas as gentes.. dla I ále ! mãõs a labor ! Isaa. E Beltrão ? Ar'. He sem faÌta o Conde Andeiro. . | !.= .. Por Deos ! òue famosa traca ! Isae. Já corre o sino.. . não sendo as cousas presentes boas.. Mais de trinta mil cadeas vém sobre mim !. e em entrando. em_ SCENA ( Recolhe-se_.s.lo comprido. ! .

. hu^a mantilhà branca e outro ent hunta gaPd ne' gia. Muito ha agora . I I 'l lil ï ì l Moco. Não he este' .'APrendiz Vós vedes quanto cachorro l. com lrunt pcdaço de murrão acceso Gu.ortâ'.rt fazer de valente' \ ãnn*' oor dissimular' me--tmP.""'#:. à"ilo 1ú mdo )' cr. IJ a. corrida ! . Foi 'e dc.. Demo â'fe que outra me não tome' Jesus ter amores çom de dia ? "Pois eu iuro se não Pasmas.un. ' .oatife !''' ó viÌÌãoztnho t" " Èoil a hum fidalgo embuçloo Í vindes vós conr tal recaqo focinho .ãuut"it Pelo a resposta ' ' ' diga o í Faz que the dá 'e t -Àoçó : chorando ) Bxrxi.oxaìá da mula de antes " ' o villão "' ( O moço sai fugindo )' i .t ! como huma he comprida ! E aquella que traz na mão ? ' ' ' Rquillo lte iauça ou ticão ? Estura dc rninha vida ! ..tbertos. scENA 3'" ( sahe corr-end2h'!'^:i::çr?t:i.91t1""' Grr.!. .. Ìazãndo terreiro ? Sc donde escaPar tlvera ã*r.. urlr ii.."".'. vou-me aqui Pelo Chiado. Caminharei mais sem Pe1o. que'outra vez náo te afoite !' ' ' 'Eu'digo que toda a noite ! não Poderá home Moco.ì.3:"":Hiïïj. mais Povoado ! ' " Qrre he bairro SCENA 4" ' huma nrão e ltum caor Grr.t Condes dos demonlos' eu dera a cem Sant'Antontos ãï.". Ora quero-me aPrestart que o slno -quer iá correr. .Terceira Jornada 34 O FidaÌgo'. ..* um mandil etn ' Pois á fé que em minha vidame hei visdo em tal agastura ! . fôra I .t Pois' se errei' o ginete d'el-rei ! " ' i!"" mula do Prior i " ' í devenï cle correr fantasmas ! " ' Ài D..os e de cêra I como ' Olhai lá vai de elle atura.. Ai rnãi! que he aquilïo que eu veio ? ' ' ' Ai I qtrc iá alma se me arranca ! " ' Ora ô medo não tem regra ' ' ' Lá vem hi." '-t"' (Ai'quécomo estou contente ! " ' I ' i"..'. : i. . Gn. me^a-qul a tnula r ( Saltam pela otttra parlc anus vullos.) 'o-'. Senhoi t vistes ^Írvyv' ão Prior de São 9i{o" ì í cue lhe vìm dar de beoer de uns tlsaes ' '-' teve medo f*i.. ...trna cousa negra ìúnto de huma cousa brauca ' ' ' esta Porfia. ï'.iot-. Gil. í"draram-lhe os cães' ' ' laãcou Por'hi a correr''' r não é cousa *. vède-lo..de saber quem me a mlm fizer turvar ! ... I . ltuln cmbrulltado ' -ììr.. .

Não Posso. eu te requeiro... .*. ' V.Digo. .. Se não quiser_ esPerar' vá-se embora ! ( Póe-se-lhes diante D. mas ao cabo levo cruz contra o Diabo.! ' ' ' Oh t que grande escuridão ! " ' Oue e'tquiïas tão carregadas ! Ìudo sâo encruzilhadas DroDrias de demo ou ladrão ! "-' ï. . V. Nsc.me deixa de enfadar ! . Nrc. se levais esPoras. . . V.quem são! boto a Christo!" ' G. V..Ì.. Padeirat esr diz de que áe oue qe parto qlz que está.. Aí triste de mim ! que he tsto. .. se ouço eu bem Eu nãó diviso ninguem... S'é d. Todavia hei-de Passar o Postiso da Trindade se hei-de fallar verdade e . ou" uãi tal que he para vêr !. sn. sn. . Cousa má...' V.. Não sou seguro !" Gn. quanto he destes Perigos bem nos vamos nós saindo.. . Este pobre he o rnarido. sn.. ' V. Gll. sn. que o medo me tem cortado . ora eu certo no que entendot quando vos vi vir lá trás.. Senhor ! não sou cousa má.. e contra os homens esPada. Senhor!vamosindo!.. '..':: Ai de mim. . -. . mas olhai que nunca.'Nao sei por donde me vim !" ' ( Toquem dentro huma camPatnha a comPâsso como ãos homens' que encommendam as Almas )' ? Hui! que he isto.' comPaclle !' " V. . Padre nosso!. Grr. vem lá ? ... . Jesus!. .JO O Fidalgo APrendiz Terceira Jornada 37 Destes não escaPo elr ora. . Fallai vôs ! . Q... Fallai. . que sou Perdlda ! " ' ' Eu morro Primeiro ! Nec.... Grr-. andar!. Abuião ! .. São maiores que gigantes ! ' " Todavia bom será fazer gesto. V. lí li I que te vás Para outra vlda ! '. . medo!. Anìbos sois gentes de dôres a comadre e-o comPadre . V. sn.Nnc. en. V. Senhor ! V. V. Não ! . " V. Jesuï ! Senhora comadre ? ! "' . " Andar!. tive-vos por cousas másre agora não me arrePendo. comPadre ! . Nrc. ver tâl a n:ólher Grl. mals' meu amlgo? conslntals' em ter fiIho fóra d'horas ! . ' eu te esconiuro... Ide-vos comvoscor amigos. upc.comadre" ' n'ao vi eu cousas Peores ! . v:. Dizei vós1.. Gil com a esPada nua ). í Cheeai o tição. . Tenho V.. . que me dlgas quem €s: . tem rezão de estar sentido. oue enfim marido e. sn... Sou Guimar López Parteira ! para Vou oara casa da oadeira.. não Mas a conta he iá sommada: virão medos. r'a'ítai compadre esta vez ! .Nrc. Sois hum coitado I . Picai.

.e sua casa e não '' arua'eacasaJ' ì l { LI 1i 1{.sao Ïallals Gtr-' Se vós... " voz muito Escutat!. e rogo " 5uò futt" demonio he' ( Dentro ' Yoz z Gt".' e dos que estão . Eis a cousa malfazei:.i. Glr-.l O' sem ventura D' miÌ l ' ' ' trinta " ' '... . .." 1. mas eu zomba' . Em chrtstaos F'ieis christãos!"' Íurará de os acabar' ' õffi.l ' ' ' Gil.h.-:fffiãdu-. qu..orgun*io lhe entendi ! .t F-ará tremer Deus que m-e nao vellr Queira ! Ai iá me "t.-. Yoz'...' A*'il... Ëtit iÀa" me sobresalta "zombando' Não I.r^ t ãnh-.e vos recolnals ' ' ' Yurl9.ï'i"ïi". sem falta. qo'-. iNi g'àtlot' "' ro. *h$ü .! :i: ïn"I"l. .."'f"i. ' aÌ--vozi G*. ! Amigos a" l"to cr-tristo ' '. ! que me robrigou o alfange " ' ' ( Tange . tange ? ! Huì I má hora ! ainda. t Boa vai a minha vtcl.. ( Digam dentro em sentida ).* donde hei-de entrar. em peccado mortal ' ' ' Ora esperai lá isto a89Tg'-' ' elÌe vem co a maldlçao ' ' ' Ì.lt r"io eu esta ditoso' ii.. ..a ' ' ' õ-úo ttu-u voz mui sentida vez ! Nã.ã. virá começando' ( Dentro ).. elle ' ! . ii-me-hei costumanoo " "l '' '' Esperai!''' que he sua derrota"' aquella " '' esta.d. "i Triste de ml I''' Qúe far"i i''' ' SCENA 6.dentro outra campalnna )' vez a G*' que Lembrai-vos das almas estáo no togo ' ' o 8'iJ r:n: '. i"-' Santo Antão ' " de acoLìtes I ' " Contentára-me Vulro... Gil se se acabara esta testat com a parteira ser esta medroso " !''' que costumdm ( Sahe hum ttulto legto de modo dos o camlainha)' ' encommettdo' o' o"ní"7ã'oi'ido ïo'tËu'iornPadre í Tange outra vez a camPai' nhã mais Perto )' Tomai Ìá ! .-r"!. " ' mas sei $o"' tão horas 'ài irmão.Fidalgò APrendiz oiço...' hoie levo que contar''' ' . . . " hum D.-f*. Já não tenho pes nem maos ? Gu..|l-a- Terceira Jotnada 38 39 O. talim''' talim "' õr. fantasma' a deshoras-1não vos nei medo " . do Purgatorio....'ne fezt' " ' Mas i I I lá ? ' ' ' Se dirá que vem de tcl' que chega iá i:'-^. ú"... Deus lhe dô mui boas noutes' r irmãol "' Que horas. Qr-re será isto !.

. e vinde embora !' ' ' Sois vós ?.40 O Fidalgo Aprendiz Terceira Jornada 4r esta he sim. . lume ? Não tendes Grr-.s. .indo que está-ás escurasl estarão nã casa duas ou tres ( Vem Isabel ouíra Yel como ' quando )' tallou a Afonso Isnn. ' Afonso MendeT ). Pois quem senão eu ? Já S. Gn. IsÂs. Porque hei medo. minha senhora ? . Elle vem. Isas. Grr. Está liado ! Is.. Que he della ? .ts. Vêde-lo bem Berr. . estais ferrolhadas pera fiÌhos e netos ( " ' ti 1' lr ll MendeT da ianella Desferrolha a Porta e faz que entrar e por outra sâhe lsa- bel e o toma Pela maot troxas de fato )' SCENA 7.. .. . ' Orã tudo-faz amor ! Até carretão serei !. . D' Beltrão e Isls. que são Poucas me faz dôr. ( Sahem da outra pírrte. como a espreitar.r. eual lume Não he esse bom costume" ' ?I I l Ar. GiÌ que desferroÌha á com trabalhb )' Ouvis-me. . . ? ? Ises.. Fallai mansinho ! Isas. Á. Só vem ! e se ha de ir mais só !" Grr. Bem ! Ar. PoreiarouPaarecado tudo o mais bem se fará.. Andai quedo.e. O' casa que assim lhe custas . Vêde'me ora se só vem Brr.. Isle. " SCENA 8. " . r t rl a hum amor tão liberal ? Ora faço-lhe o signa. que nos esPreite o vizinho.stai! . Gr". nineueÀt parece na rua !. estai quedo !' E Isen. Subi manio . . . por aqul sos" ' porque estamos ' è tra mil homens inquietos contra casas tão honradas ! ' ' ' (Faz D. A burra iaz iâ no Pó. E Britez ? Grr-.'. que na ianella tem hum craveiro e huma rota. Âbris ou não Abri vós ' ' ' Is.' fing.l por qué me pague das custas ! . A' fé que hui !. Gn. Grr.. Roque as nove deu. que em mandei-me ferrolhar escaPar' ' for fóra. . .. (Tira-com huma Pedrinha janella ). . ' ' Grr. . . . ? Pois adullos mariolas ? Não somos cá nós tão tolas" ' Tudo em troxas tenho iá. . Oue he do fato ? Grr. Cada qual levará a sua'.

urÍra troxa ás 'ï Grl. costsa).^.c" grlta: .n. ? r I ã'*ï". I \ " ( il r''àï:ii* w'o :í . i:l:: e Aff on so estais gs11.3.'l J#ï*"'Ë"lil Grr' li ï"ï:'Ï'Jl. i:.ora "t'ï.1:.' nïi{:ïí. 8""r. 'eo"'fizcstes ? Eo qo" fi.^^ rá t| ! boa Iç dai-vos preso l' ' ' ( Anonso Yi^*'Í"" gam tambem u' Jì'8t'itl'' Grr."'ff'Ï."ï""lliil.s+"B Ella Pesa' Falìai manso I IsabeÌ \Fazql: :\. i.."5+**.* iïr $Íi.FidaÌgo :APrendiz { 4s ì r fl ü Is. Bom descanso ! i il.:.ï!. Da Pêrte del-rei em .. .: ::'$âi'í:' ï-*ï*iHlfilifi..: ïï? Ë?iï:ï:#ï. e á ianella iï r \ "ï il { il Si'frh'".. I I. i"l ï! ïiüE li: .o\s."'u" SCENA 9.ü:ou''' L] .Terceira Jornada O.r. Tende'....

Ar. Beleguim. Berr. . . e meu aiõ Affonso Mendez ! Amigo nem amo tendes !. Grr. D. õil iornou-se carvão !. Vinde-! sereis testemunha. Berr. . ' . . . Ar. Mãu amieo Dom Beltrão. Fallai bem D.. . ... . a Isabel fez presa" ' Varnos !. . Gil desta sorte ! BeLr.. . Enfim. . . . Levá-lo-hemos diante do doutor X'rancisco Brabo.. bargante ?. .deshonra me Pesa Brrr.. Fãnados quatro tostões.. Ar. Grr. Bnlr.Entre tantos empuxões não pesquei mais düm cruzado !' ' ' Bnr. Ii/ l . Gn. ' Vamos a chacona !. Vamos !. como em bigorna. Só da. Grl. vêde bem no que se torna NOTAS I ìì qualquer t Fiã. Oue dirão de mim na Côrte ? pìeso D. ì isto foi o diabo!'. Português he. que vos enxeris na Côrte. Homens. e á rua chegando cada qual se vá safando.. . ... todos e se acaba FIIí. não latim. Eu vinte l-. Quairto ihe tendes chuPado ? Ar.. Seeui-nos senhora Dona !. Grr.44 O Fidalgo Aprendiz Saberá que eu lho direi quando fbrdes a enforcar !.algo aPrendí4! ( t ' Entram-se a farça ).. Ar'. Tambem fidalgos tém unha !. ." Inda resmungais.

latiirì-a/iud. 75. com esta designação. pors. ivrr. demonstr. .to Monte CairiËl. 63. 30.. que não teme . Aó : outras Terolero.nrigos portugueses DaÍDas grancles e este costume rrrevaleceu até o lgmpo 99 D. ibïd.Âlta Citam-se no text'o diver-sas espécies de danças. de ortogr.ã". t?àioio-. oue é for_ Al 1r 'ii . de_ad { a/o.i iI ir 'i.-íC". _ 'uiãvam ". em replica áó Mes-trei eram ' ainda hqie emde cunho popular. .sma. Asìopra'co arganás | . a morte. o mesmo. . Duarte. s. A Galharda'e a payana esrâvam em motla na côrte de França..pg. o_Assopra aquelÌas irão.Homem Bluteat io Vocabultiriò.radas por D. Comedias. Faz uso déia Srmao fttachado : <Ass. p'g. Villão e Mo'chachim pL. oe.luto. outra cousa. lg "ftül . Comedias. ôil.o..Os ã. .....À-lho. Assim o Çaiateado. ibid . e.vide Malvaisco. A.. Luis'.prat-Interjeição popular admirativa. e o Pe de ribcior. _ pelo menlÀ-. as ( has ) de sofrê-lo. em cuio reinãdo só as usâvam . med.' Batloas cabelos e . -Altabaxo Talho.oprâ t que máo bocado ! .dulLo*-adulo. Á. do cousa. que ad ! ella. env_ meradas pelo Mestre de Música. *l:11" -j1n1a-."-_. -i. Th.omo é ligeira ".A'oaga'. pg. uso entre oì . . Assim Ârruda . v. .. Machado enconlra-se adella. " pg. ( Sr.'pg.as dancas enume. c. giurr. ibii. Braga. o meimo. . que onde o.Pron.. Este rermo a/o derivou de mação similar.lfama . .apazes campi:zínos. rermo que ayejão. Em Simão l\{achado enconrra-se adella. u mesmo.Espada curta de trazer á cinta.Vide Mocambo. de adlella. escreve Fr. 3+SÌ.F/isr.e ' dos saìóis nobres. eram as da córtej. Ás . Amouco -Yide que despreza a vida. Axo.Ja os mrlltares e as pessoasr"que andavam de. no-sec."... do theatro portug. . r56. 9p utot)+ to. Esta.+r . pg-.a Galharda'e a pavana.654 ) era um baile muito gràve e'serio. < Assoprar.

mas não levava em paclencla que ""lao ã*i"n"ãit.. Citando'c peÌa forma p(...t I ll o *cimc.n qrìc â emprcga.é.I 48 O Fidalgo APrendtz Nos fins do século xv e princípios do xvl torna Gas:. i.disapaceram e Fr. õ..i".rÌcittio Jirossol clc muiÌas sõlas.já ii paile cõrnr.t""tando o Fidalgo uestído deantiga portuÒarbds' guesa) como diz. conlem esta verso solto. 'é i.-tiaiândo ai Dâ*"t dé vóscabeça oe quem responilem I isto he em summa Consoanto -. F'ernando á t1{a No tempo t'pïi-ãii" t"i portugues que fez passa como ã.-afitttst. -ais pergoàteó a huma Dama.-ã q"e deu motivo a atribuir-s. de Oil Vicenle.ì lrìrertura tendoclentro uma bola dura queo .. Ì^ì:ì Ì4 i'lr. ' (]uarrdn aiuetern experirnc rltir rtrtl ìtttl'tr'cttt. .. p* .r'gil. '.ì. a Santintrudo na Comedìas.e-genteatlas Por á it* ìpt. sob úo.'r vÌr' ent cliriitt-t. aproprìa11a á intenção irónica da ncrsotìiìgr'.'. de. voto. que com sua lic-ença recebe . : Domingos Vieira:. 359. Pot isso üdeânte na X'erceìra Jornada. em que a trata pena ou dèsengano á "una"ào. rìti\.de rnotes i. Vocab.Dici.pal.:. p'ór e"'. ) Usavàm-se nos ireitorais das bcstas.que se se deduz dã primeira.. a de totÌo o t rttrtt. que obrigar Condc .t.!i.o -. s.. tosos trazenoo as oarbas crescidas.r que o taz bem se ïô q.i*a- ( costumamos dar ãülï*e --óir-stiti""... sendo permlrroo' .r o rtso r'ul6. voÌ. corrÌD escusada cousa no muntl().ro se 1ê am Sirnão N{achado.cDtcs íìcr)rtarao D. F ed.. nas Apalogas Dialooaes. ' 1rs37 Éitnci. Carta de Guia". pg.lã. o moc{l arrestando ft correüte da mula.r. o laz vtr i.r"lvois .o qu. " filho . é.'.nrÌctro '.rria.od:lIc ijilriÌ mostrar oue arcâva colrì i 1i lirlin'Ìt::. João I ãndavam oï portugueses ade cabelo I' Ëãtãao. tinÌ-ia t')rnado como o dhm rjuenck: cu fantaôn'ra ira boca da gente do povo.rJé-oi n"tip"s. em certaDama. -. l.èo Mãnbiil moteia nos Apologos ).'ïìi. Nos. pena.'Ë'"1'. Callt. oua for'em tudo diversa.n"rOitto. Chapiin -.te iogttr das Apologos fliuiogctes.gÌoÌroztrrhos de metal ôco com uma pe(Ìuc rì. "àã ãue seião.i e ibid.F-rrzilr I'clios í'l. luro oue ' ' ' Boto nome iI.A ílirr tìlr l'tlc ..) ll I despreso com que Fontes Dialogaes na nnlsslma critica da Visita da-i Ãpoio exolica .ìrÌï.á'ãúá.ì.. til..' D. dos que bailam nas festes I BÌuteat.(-ã-ãèpoit .. oue llru luqir.( 1838 )' cclcl'rrtì1. :ir:) rilm engcnlto. ccrto cì abírne cl.oiogárt dos que querem fazer-se graves e Íespel.eça .. s" v.ï#il.nnre : [lalvvci. li rcrrno cìássico.r'rr:..+z . de Chumir. ainda .'.e iefete qual respo'taáse fâz da .'. que dizia set.a .. h. '. rica a PedraJve-s pg. D' Francisco Manuei jmpregou o mesmo ".:'r-..os chamorrosr que que^r dizer tosquta- Notas 49 "d".ialgo si." clama que logo nomea. qoe cltc*nihè" tr'orma artificial.a '. . OriS'cm e artograplda. por vlâ oa ë.-. não sê admitem nesta cab.o pg. . s. ctc Vide tr)uarte l{unes d+ i.-d.rr. .. que escievia por r6oo' ãi'nã-ãti do ieu tempo tivéssem mudado pâra as sendo Ëì*ãi. n Vocô . qo.ler.tà"-.como oiorta n contprimentos.. {)orde AnJtiro.lc."ãu. formação idên. Aliubarrota tanto se o rivesse vencido outra qualquer do mundo.ï-iãu"Ëitãi.'.. . Io8. e ca!:cã1)íli.ttt!'s c:itriilirÌltl{:.à.grandes pessoas: envia-se. seg. protìrrz sous agradlveis (Fr...'t.l o..c hurn a do". o oìrro. este de ás orettnnas u.. e a prâtâì e nos dcixam e ü'l seu Ìogar bclriÍra\eÍ\'..'àü ïúãiàã--ã'.. .[)ro])riìlrtrsntc c:.e seia : ('..rl (t)ú!. "."...' que lamenta óat B".* o ilome tlisie íì. 6o < 'iurìa a moeda de ouro motes. ns.tvra tì'e íatlÌasia.."ï'lãt a oá-...jao galantes declaiados.. s..t íìoqde dos. dr:rnonios >.'ü.. Carâ.'...-fot-. c (ìttc Ì)ol!üls P. nas pernas dôs faÌcõ./polo6"os "t'll.s.ificio poetico b-em digno do o autor b t'uta'. e ie assina' I' Logo se seguem os mals ã. v.lr:s."7"P".cor. zt8 i .A. E cada um com diferentes palavrast 3ã se estende a dous versosr ou tres: perguntâ tâmoutra taì ques.'ê: que eaÌantes. Vide a minha ed' rÌirs í)/. e ÏotÌos perguntão.-t.1 n 'iìles nos trozem cdscazeis nas orelitas: . r li negra al'rrj i'. na scena 2.he huma ípã:'íts i seis regras' ou sete em fèi'gunta qué não pãssa decabeça liuma questão ou .ar. I I . o.lo r()stoì e por extensão-. formada.ì Jfìgura :i AÍonso Mentlez u uma ãmpapeÌa'.rociibulo com muita propriedrrcie. ' frtaneyra explique o à.. pol'isso lardou D *'Carta de Gttì. 3.r:o1ìr piìia que completeosversose ccruo istú sciR o mesmo. )..t cl:apitrtde Vaienc.. Condandoiro. t a áqueles.'. lhe não responda: asslgna-se este tanrbem.cllcs nos Ìev.è intencão irónica.t. irll' r r3..i"to " ã" f'eta e"-"lato '' A palavra é africana. 40 .. e uma outra vêz na Caria de (.. tiilì':Lll. Compricurtos .. bg' 243 e rt. ciam-lhe conso. < o por mâyor Ravnha' .l..e D' Joãode a" que não chotaria.... Domingos Vicira '. &4'rr tamhcm tlevia de havê-los {ìnc.es e nas. Ad' Coelho or#.......a perda ã.a rúbrica.

popuú. _ Verdadeir'o Mèthodo.s ( ( jrrtrrrlrr. leltaí passanì ael/á JÌÍ{t.preende bem.ladeiro em_ Methodo.nã. d.. . .ssim sempre passam dalla com dèila. desconhece__r" " ãri. pe.têóiica a efluvios. pg. No I'. pg l6f. ) lr'rrnrrroo.ga_Se r) nt(.o'ro3. a valiol Assim s-e compreende claramente toda a ironia Pluma na gorra um pouco declinada... a que se juntou depois a preposição de: d'.obo escrcve na ()ôrte na Aldêa: n hipocri_ sias de que andam mais inçadas u. C.le Cil Vi. do'Iat. rv."pg. t..ilúvios.sttLt. Coura-Gibão ou colete de couro com grandes abas.lc caruprrca. Írrrrttrrto.ou_ o empregou-nos Apologos Dialogaes. João rn se começaraÍìl a dcixar clc usrrr. Carolina M.o abcirreclmento ou aversão.. que.rl liirç. VitÍ. que se com.. Vernèy.. Gorra ..Orthogr. zt ( Jâ namorâdos I Isso foi um1 só couú fiz'iíeles : /o encerrada nas palavras do tcxto ! Donde . Este último termo ïoi no Yer.o (f. manteos de festo Í rrnlìr. EspPÌgai-lho.-qve as puìhas o hão de defender e ibid.rrvcl.J7o) é do poeta Sá-de Miranda.uuuu cÌiz que a I J I tl qì .empregar com empenho.Cobertura da cabeçá... sem abas. c(rnfí)rnr. maldizr:r ou amalcìiÇoar. e. r77 cm lermo cquivalcntc pg Cont acuaDt tDrd. e o eIc.. r.. i. n.ìe ci.ã. Dões .o pãóït"ì. .. pela Sr. ío. pg. D.. lionl..' Dipluvios _d.SIttltIl. :rl--Srt' -ËinceÌnpa. Obìâs.is. .oì.. . frrrmacão i. Na Feira de Anexins. dias. Ferreira de Vásconcelos na L-tisìppo. rr. João Ribeiro. rt'iàì. . parece ser muito antigo. dõ.'.Trancas de cabelo.rrrlr. de Vasconcelos. das poesías. pg. não se importar-com essa fazãr troça ou zombaria dela.enrre outras signifiòâções.ãvou_se.l. oSe lhe__nom nrp. J-(r . qïe dì >.ã-.odem. Coil"mesmo D.na mesúa significação que onde..'rrl.trtrj. o qìrè têm. . pro/!uvio. toma o r/ozl quem o quer Vid. mo_ outros {ismos populares. aumentar de esforcos.r escapar. < EÌes bebem e homem su& ) . D. toma quem armas não tem e dá o dotrt á molher. -Vieira. .pv.:rvurits.rs. tirar-lhe todo o dinheiro que ele rrouxesse. 5z derúa àsi" uocãúuto ao Ita..O Fidalgo Aprendiz um homem a.espócie . e que no tempo de D.l. fórma da gorra daqueì. F. lren.. Fráses feitìi. t.ro Cmprt. das_0úras Cotr1. _-.l.. I i Enguirrmanso-Coúsa"confusa e enredada.e èn { rjo (do -ËìneJo . . .tl.rr}ìo.. Ntrrr rrr't. o. pg. Como Ìantosfessoa. rr7.i 1 i i.om-edias.. Formou_se pnmerro .. iá se sabe que saem composlcoes lndlgnas de se verem D.. t"-po.nÍc. Giolho é â fórma arcaica de ioelho. bO. Francisco Manoei .senrião..trr. EnconMach ado.ri vai espiolhaí dì Anbrins.ar.cta. o que se coze facilmente.. deixou dito: Manuel ì lì I . Tambem e.oD. 53 escrevé' o Fie-se na Notas JI ..'r iz.qrre rambcm essoutras ed.nrodernamente expÌica-se pelo etrmo iarino crirtit'ula de mirr. Ro_ de grande desrincão.E a.:ttr():tr. Como se sabe.. Origent e .. l16 n Traz iaia de maìha ou fia-se na "coura I í Crenchas . Manueì Bernardes ( Nora Floresta.sntí. D.irn'".Este verso citado gmbeq p?19 Y. Dela e dela.aêrìã. que.Era título honorifico concedeu-o a Vasco da Gama e não foi das menores mercês.ir.tJt'tì t. $ it e as armas nobres tambem.f . . courd.que dìga.rrrist:r. fugir. lrr. D.rcoìu.sabei. somente em rctratos. Faria e Sousa no Comentario a este passo Gualteira . _ " . Já Garcia de Rezcìde na Miscelànea qrygado por Verney -por vesuutos.//)/. pg.jir-.". zz6.pl. vt:r lro : .n. pg. redonda. Francisco Manoel na iócira sjss_ipa ed. 6o.. pg. Cfr. de envidarr... Depois vulgarizou-se..4 pg..i. Camões 9g Gato çapato Fazer gdto çapdto de alguem é não fazer caso.-"'-f.3a7. . Termo ae u. r6g. tJz e 21). Tragam os pasto_ res as suas gualteiras.onde dc unde. ficar preso ou comprometido. car.\r/.r!^ç!po:g t. rHUcs VolÍa peqrrcna cm rc(ìor rlo pescoço. cómo .ig. a minha Envidai latim tedium \. ir. inviíare.t. Ootio . Dr... . ocasiõcs tlc tìirr Descreio Não-irêr. pg. pg. tra-se -em Simão p9.emprega este termò hos lus. dde ou d6i.. l. de dont.227. . .rr r7. mas .. Nunes de Lião.!ttas . pag.lm. fitzcr cstrontlo. Esmechou-se . t. lhe f9z ou_julgou fazer. descreo do teu avô torro D í e ibid.g6 J.".. " .simão ú.despropósitos.

ï fio" Passeava.:.1.com seus numeros e parágra1:ìr. I'ishoa Antiga.tcrmo espiìnìlol' lapa.'. coniranondo a este ìocr. t-'á t"t-tìi'io r-i-e grarrde entàdo' sentido ente I rvr"í ï Jã#l ï 3 ï'i"íl -ii eã ãe uso. vol.)I1lì[iâm"'D do Ìat..s-c' J"""r.ais I que faz' carretos' õor:ìììao...?.nomens que fnzia.f tllc latim.']l"ll. ainia subsistente... u .rn C...rvl valia ro reis. aniigo instrumerÍo de cordas' t'u da *^ lYlalovento ! . Estuda ttst.:'ïJËíi'í{".'isc.. 8o. deve entender-se o'.... 38 < Por I.[ïiïT .ïiiÈ.: il por toda a Parte ur mado corroslvO. :r"ïii iï.ãlJ.Citam-se aqui vária. -. bantante crrlrr-cglrÌo pclo povo.:il::.:ir lììits (lrl('. i:.6'ìça " lloie Jiz-setnais 'd' Mão-dobre btìà'i^'i:"irptc11s ae Gil Vicenre.W. ti l)íalogtcs. em Lisboa MeÀtre d..Havia Santos-o-VelÌro assim dencminada.ttiâï-'ãrt"í.-se silvana.ï.a iam..í::.iji n:'ïl.IÌtjis ltrl. pg. áiu" uút gu'."ï'Tï!":"*Ìff '. nos Apologos oe.'ws'.Jo pelos folró:s em Lisboa e no seu .1.t". . 1í'J'.14 â:y"x." I :.o"r:'"rm:'Ï. 'Q ï."S'J""'.. .:. -'lt-h']l:t "i. v.'"-.i"tix'. João. em certo tempor se chegaram a contar catorze escolas púlrÌicas.ltlìits t'(ì('i'rì:ÌlìleS COmO Opa de CôrÍes. ryroio-ïintóin-Moetla do tempo de D.ì. 348 )' E' a esse logar que ouis" aìudir I I Franciscó Manoel ? E' natural. c cxlrosìçõcns .0íj. "t.a . iìr)í)ut:Ìn. _ ."":li:: trm Jors. Iìr'ancisco ManoeÌ a cantos populares. rtttrclttt:hila. .lülrtt com os narizes em uma esquina. Julic de CastiÌho.uttc.irr.ìï ".XË. pg. muitos no'ores. j: .'seg-unlda. e na Carta-de Guia. Àcontecia o mesmo com o ensino da dança àè ôue.: uo'cár'tuÌo r.ii.ï.. 1l rnals que homem { ." i. Selado o Ínesmo quê co.-: -ïJ i* 3 ïïf H :.novo Noviço no exercício. espada antiga dê grandes dinrensóes' Montnnte Ulucrltacha ---.ïÌri. li Fórma Intés ill. a à' r'u a I].ï! t)4 e t47.s que.ntramarcado' Contrâmarcava-se o dinhetro para lndlcar que varlâvâ de valor.i ryf u"áo ---Ph!::tJ.o fu.e F:r19jra-$1 Vasconãõ.cl cìtisÌosamente : ' falle COntiatlO."ãf o.ìí) :ts qtralidctdis ciõ iurisconsulto br'. tbid l Talho.. pelo menos nalSumas terras lronlcìlt lçlls.riga nova.jrn.De "i.Pano g:osso próprio para esfregar "ïiffiO. que tambem se chamavam Freiras do Allocanbo ( Pinho I-eal.Expressãã iep"tiA' adiante na.i I -õ. r.'.7t ). desenrole . lì{) \clìll(l') llqurrdo . quc ttíto tctrl cotthecimento do mundo.ï'"f.#tli'i.í:riff tambem a/y's. textost glttsrts. í Sr.de esgrima ocupando-se gentishomens em. novttius.:.. rrr. í"lits.. outro meio í vintem 'Esgrima ) .34. llste da Silvanfulta diÍun' ãiu.- Mocambo -Vide em Lisboa uma rua na freguezia de . de Foi tambem usarlo por Gil Vi.*k ""'#Lï.rrôqu 10 vuÌgarcle ( por norsa u".rr (-tgo7 )pÍi' Jo-I' ""*:-. pg' 383' Malvaísco.tto* '> ii lÌ L I."uó l). lCrtÌr:r .ii'iíiii"^ï. d ti.ir pletas..ï.q"urstas hÍo de ir atrás . ïãïÏ:: Íi'::ll"g"tïï. to7.i-:. Isto na sc.l:ï:ïi'#"uïili'i'rÍ manait .Ì o de Alfaman o batrro bem corihecido tla l-ìsÌroa antiga. como os derningitivos muchacÌttirlta.'''ao pó' att à srra ]ição cotn chapins I náo no Máriolas .! o. niro ctl(cttiìcrettt .Havia antigamente varias escolas_púbìicas...r M.i. ttgutdo tìlúriau''im pandeiro termo' u'sa. ed.::ï.. ã: ?'?ï. v.ììsp. trtns quc .. "ntiui"tit"üas "uo que perdess:m o Digestos.lum equiïõ.ï:.. Nâ.'H : .-r i! L 5z O Fidalgo APrerrdiz Notas JI IIarna cle couro . ..:'."... dá Prinrcira Jortnda' Um pouco arÌeante na sc. r 5r.'quo tlos ocrrtíti sc nio 'o donde ïtÁ'"lìítï.ïïi'T.*rr.rs lì. Os cquivt.. Nessa rua existia um convento de freiras trinas. ensll'Ìa-r pessoas áÌêm disto..r.. u r. tltyslppà.ente -Obras Com' Coimbra. e exen-rTrÌos'irlenticos na mesma Carta p1s.fi ? ï ï.i:(lZ -m aÌv a b' av a. .Nos Apologos Dialogaes " ns..' PoPülal o!0".o1.Sr'' D" Car ütu.acârretjj' o que E qlantos folittq"tntis'simó' o lvla.?lïir'"i"'Jr1-Ë.n. .* Íi::t-lt:. i.Fï.s erïas ou lngre*'àïfi - fii'ï %. .ffin?i' ï:: l"n:n 'llu:r J:::àtil 1- I .i'$:.. vI o verso " por llrc não dar btttro nzeio u..llnï ï .ï*n:i.' lir rrrt.o. Noslit llltorcssilnte passagem da sua obra .j ll. ï. Fortugal antigo c ntodcrno.' . pg. ..ìos em Meslre Giraldo'"" ' P8" 2o4' ' ãã o trrgo' ins tru mi:ttt o I r o I ii-o l' i]. o^que. é.'e o'troxsc4 rï:orïï. '' '!"ïüï'á.. pg.aludia D..fitl --"Ë. bisonho.ï.. lìttlìclÌ t.0Ë.1.

. Relho Pes'ur oo' meí pai torto . rrr.' " 'lìorloÌt l. etc. ibid'. do latim sistrum. J-d' lq lo4 pêsr.. ll tl lr ú 1 Prove . moYlmentos.Nome _de pura invenção ? Talvê2.l9" . Solimão Viic Mrrivaisco. Nõs Apologol. Quererá diz€r trovâs apertadas. etc. apesar da idade. r8z.. nos tcrrnós Ãr. Pes .. E Simão ìllachado. rrr.-na Farça da Inês Pereira oue te pes(. tl. i a impiecação se havia tornado \.-se ou . pg' z3o: o .. significa sinistro. Sabl. Lang.. tlrs Ohras Oontplcia.Imprecação.foii:o.o mesmo que pese. Rellto st'-rá fiirnra sincoprrda rìe rcvelho Usado exclusivamente e ? r.que de suà santa fé. Èrengo espslro.. Porque é do seu rascão. sem gostor sem insfriracão ? Jdco clesrgnav. de peles. .tj. Poloto. o faz galante. 3o: o Pesar dinha dona a torta > ìbid. nas Comedias. iã.o mesmo que pobre. pg 45: c . no monte Fleìicon. . .ti. Que inda. de vos amar nom vos pes en. pg tgg e bË.-."o. l-lalle..espécie-de Aparece no pelas ilhargas. Co^p ae Orthographia..'. de pesar . de Vasconcelos . eÌc. c()nÍ iu.."âifno Si"^qu]gl i i I ed. Esta fórma foi determinada talvez por causa da rima com o termo tlot'e. gt.( iJrroo l. [ira usada pelos rústicòs.qïe lhe pes u I na Carta de Guia.-^*pr.. como a harpa de couro. donde lhe l'eio o nome.'v.. Ássim uPcsar de titinh" 'mãe torta ne.'..rà' y.' que a namora"' Autos. trnório. com sua ponrìnha ae'iiaicutã.Vestidura de. .è. uma espécie de pândelro e certo instrumento de latão.em que lhe pes t.rrso tla prrrícrrÌa'tìc r.r r. Ro-c_ado (_4 Affonso ao modo militar vestido' Dì fina giã-com ouro guarnecido O pellote de rocas roçagante.sò f. Sostro.sentir.ir1íi. sr )."As Ordenações.io é !^tll:. ) acauteÌacla. . pg. 2'7. oit' 65t de Sá de l\Ieneses : Até o mais triste rascão " ?ï "t?t# O fidalgo maçar nelle ti iir iqr io' ed' de coimbra' E António Prestes Ha-me de dar d'almocar.ros. não é muito clara esta cxpressão.lizcr_sc.rg.a tambem um antigo hábito'penitenclailo.rl 5+ irl O Fidalgo Aprendiz Notas )5 lli ij' i : I I i dio-se extraordinariamente lendo numerosas versõis' Vide S. . õ-sì'nti.s9 o Hrân(l. coÍno adi..)^. étc. vadio" manãrrão.Pagem. e em sentido pciorativo Rascão .abas grandes que se trazla Por debaixo da capa talvez forrada. -. cit." qualquer identificação que podesse Iazer-s e. r ..tiïõ. como outrâs equivalerites. Já ém D. Strabão )traDao ás musas.íìnca . Íunesto Siõlocio ( Frei. li r. iunto dõ monte Acrocoriniho. dìtado ^ dlá o sengo sabichoso >. de H. r/. r. Escreve CiI Viccnte : Na igreia bradão com ele Porcru'ássoviou a hurn cão E lolo excommunhão na Peile.r ctÌ. ter dôr' E' apócope fèqú'ente.e . como se deduz desta passagem da Malaca Conquistada. Luis do MontaCarmelri.de uso freoúente. l.t ttiir. àe moúo a não permirir certos senão sem unr cei_til.. Soltas -Nome dum lacr.1. verb.tu Pes D . estatuiam-qúe o qualou ôüei que arrenegarr descrer o\pesdr -de Deos.t ibid o Mal que te Pes as tarás D . Denis " úal õ. 9o_l:l:r" em qrÌe sestro. mas havia-as finas. caoos destc nomc em Gil Vicentc Obras Compietas.r-sc:r nrirrÌr. pg. Estro. Simão Machado. pg..musast que e Probo f"ii" n"rce. Liv. r63-165r. e :l-ì segLlr.lst'rrlorctlortdo. r8o4.ì q\ .ç tìc Gii tt. ( Puxar pesar de meu pay ". pg .Estudos sobre o Romanceiro Peninsular.1.:Ìta <vellto relho n.ì. Comedias.1. rone-Fonte Fyrole-FonG consagrada ás.--Veiam_se outros signifi_ i. Aludlila o autor a ele ? ferpela aberra Ê1lLib. r alvez tâm[ìcm aungisse aÌguma personagem da época. Fr. criado. grossclrrst portanto.l)cs Liederbuch. vol.' D. . 593. Cfr. ( e em ull o Antes casa em Xiïì.^ó-. i. 2'o. ld. I I I : ( paresta que lnda . Carolina M. inicial. ed. vel.üzcr trovas em saco D. . te .r ou peia formatÌa Dor uma que se dispõe 99r!a.Era.: <. xlI' pg..rrrr. Vicente. pague 20 cÍuzadosDr o demonstra como vuìgar.

um poüco ironicamente. pancada .Certâ quaìidade de . PR viliâ'níoâó'iro**t'.golp.à. o por Je superioiidade' Este I I {: '\ $.' Veia-se Dr. Frases FeiIas. questão. Tacha [. o vinletto. .'i \. nome já e-mp1egáJo p"t GiÌ-Vicente' Obras Complelcs.enb.Celcstína' r7. o mcsmo que violetast mas tambêm instrumento' cmpregado em geraÌ para acompanhamento çlo cantor o que expllca o trocaoilno. aidil ou golpe especial no jogo de pegar de razões' entrar cm contcnda ou rlxa' Vide Malvaisco. porqgg dele se suspendia a espacrta. ro2 Telró Tomar teiró u equivale a tre'ta". li . é tambem empregado em Sá de Meneses (Jm altabaíxo horrendo o pagão : tira' '' Malaca Canquistada. .ilrot' de Villa'Die go iâ aparece nat. rx. ). que úÌtimo.-de ctma AÌtabaxo ao taltm. Mão-dobre.' Subinìenrier-se ha n calças u ì Tomar ..l i.aï e de sign. quâse equlvâlente Talho. teima. defeito. esÍ. ou mais geralmenÌe.vesticlo antigo de molher.eii-". dtr as de VillaDiogo drz'se. era fabiicado na Covilhã' Vioias -'tdrmo de botânica.manha.. 56 I ) I O Fidalgo Aprendiz ìr . o de4ocheno.u-ãlroíeno e 'ordem 'uintado. Àltabaxo.lo tÍm claro' 7-omar as de iíllo-Diogo.'\ì I tf tf baixo. Íããooittrt" . fãiuúu"tà . Vinta'clozenos . as cio)-Ainda 11 Trovisco ( r9o7 -quem ioie"á ptet.1 . significando vários passes o -ou .. de nìnguem.Da' raiz hebraica . nódoa' .mancha. eu saiUá.:t. Tãlãl u . ed' cit'.sâm termos de -. qu'e cra o meÌhor. '{ ' \ I] i) ('t'' 'f. o vtnlcq. pòJc explicar a orijcm tlesta frase de uso iom uuìg. o esgrima.es' ( alto a baixo ).t.pano' Havia o doTeno.'' . \ ..ifica. João Ribèiro.suspender.

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