GGE RESPONDE ‐ VESTIBULAR – EFOMM (MATEMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA)   MATEMÁTICA

QUESTÃO 01 GABARITO: RESOLUÇÃO: QUESTÃO 02 GABARITO: RESOLUÇÃO: QUESTÃO 03 GABARITO: B RESOLUÇÃO: Seja x ∈ IR e considere a seguinte equação trigonométrica. 2cos x – 2cos x + 1 = cos4x Se x0 ∈ (0,π) é uma de suas soluções e x0 em centímetros. Podemos escrevera equação 2cos x – 2cos x + 1 = cos4x Da seguinte maneira 2 2 2cos x (cos x - 1) = cos4x – 1 Usando as seguintes relações trigonométricas: sen2x + cos2x = 1 e
1 − cos2 4 x 2 sen 2x = 2
2 2 4 2 4 2

Assim
− 1 1 + 2 − 1 1− 2 = 1⋅3 = 3 2 = 4 4 2 4 8 3 3

y=

y=

3 8

QUESTÃO 05 GABARITO: E RESOLUÇÃO:

∀ x ∈ IR ∀ x ∈ IR

I.
2 3

Temos que 2cos x (cos x – 1) = cos4x – 1 pode ser escrita da 2 2 2 seguinte maneira 2cos x (-sen x) = -2sen 2x Portanto, -2sen xcos x = -2sen 2x ⇒ 2 2 2 2sen xcos x = 2sen 2x
2 2 2

II. MÔQ = 120° Então,

sen2 2x 2 2 Mas sen2x = 2senxcosx, logo sen xcos x = , assim. 4 2 2 2 2sen xcos x = sen 2x pode ser escrita como: 2sen2 2x = 2sen2 2x ⇒ 4
sen 2 2x = 4sen 2 2x ⇒ 3sen 2 2x = 0 ⇒

1 2 4 3 ⋅2 π4 − 3 2 16π −4 3 A seg.circular = 3 2 Asombreada = π4 – 4 ⋅ Aseg.circular ⎛ 16 π ⎞ A seg.circular = 16 π − 4⎜ −4 3⎟ ⎜ ⎟ ⎝ 3 ⎠ A seg.circular =

sen 2x = 0 ⇒ sen2x = 0 ⇒ 2x = kπ; k ∈ 2
2

= 16π −

kπ π ; mas x0 ∈ (0, π); deste modo x0 = k∈2 2 2 π Como x0 é a diagonal do cubo, temos que a 3 = , onde a é a 2 π aresta do cubo, logo a = . como a área total do cubo é 2 3
Logo, x
At = 6a ; temos que A T = 6 ⋅
2

64π + 16 3 3 16 = 16 3 − π 3

π π = 12 12
2 2

48 3 − 16π 3 1 = 48 3 − 16π 3 =

(

)

QUESTÃO 04 GABARITO: E RESOLUÇÃO:

⎛ 44π ⎞ ⎛ 33π ⎞ cos⎜ ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎟ − sec 2400º + tg⎜ − 4 ⎟ ⎝ 3 ⎠ ⎝ ⎠ Seja y = 2 cos sec ( −780º )
1 ⎛ 44 π ⎞ cos⎜ ⎜ ⎟ ⎟=−2 ; ⎝ 3 ⎠

Temos que

cos(2400 º ) = −

1 ; 2

QUESTÃO 06 GABARITO: B RESOLUÇÃO: I. é verdadeira, pois como f é estritamente decrescente f é injetora. II. é falsa, pois uma função injetora não pode ser uma função par. III. é verdadeira, pois: Sabemos que x1 < x2 ⇒ y1 > y2, onde y1 = f(x1) e y2 = f(x2). Segue que: -1 -1 y1 > y2 ⇒ f (y) < f (y2) -1 Logo f é estritamente decrescente.

logo sec

(2400º) = -2. ⎛ 33 π ⎞ tg⎜ − ⎟ = −1 ⎜ 4 ⎟ ⎝ ⎠

e

cos sec 2 ( −780º ) =

4 3
www.gge.com.br

mas x0 = 60 e y0 = -144. seja y = ax.br 2  . temos : Como x = A ⋅ B.97344 2 2 2 ϖ α α 2 x0 10 ⎞ − − 3 ⎛ − 4. pelas condições do enunciado. 217 . Sistema de equações 2 ⎧x 0 + ( y 0 + 169 ) 2 = 65 2 ⎪ ⎪ e ⎨ ⎪ y 0 = ax 0 ⎪ ⎩ Resolvendo o sistema.  Circulo de centro (0. temos: ⎛ 30 ⎞ log 30 ⎜ ⎜3⋅5⎟ ⎟ 2 log 30 ⎝ ⎠ 2 = log10 = = 10 ⎛ 30 ⎞ log 30 log 30 ⎜ ⎟ ⎜ 3 ⎟ ⎠ ⎝ = log 30 − log 3 − log 5 30 30 30 log 30 − log 3 30 30 = 1− a − b 1− a QUESTÃO 11 GABARITO: RESOLUÇÃO: D(a. y0) o ponto de tangência.0) 4 + x0 x0 C(0. C) = (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 Mas tg2α + 1 = sec2α ⎡ (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 +1= ⎢ ⎢ − x0 ) a2 + b2 − x0 ⎢ ⎣ +1= ( a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 ( a 2 + b 2 − x 0 )2 x ⋅ 3 x = 13 + 217 − 13 3 x 4 (4 + x 0 ) 2 x⋅3 x = 3 Note que. ⎟ 3 ⎠ A⎜ ⎝ − 2 − x0 3 4 + x0 4 + x0 ( x0. temos: det(A) = 1 ⋅ 2 ⋅ 1 ⋅ 3 = 6 det(B) = 1 ⋅ 1 ⋅ 1 ⋅ 1 = 1 Assim: det(x) = 6 ⋅ 1 = 6 1 16 8 -1 = Logo: det(2x ) = 2 4 ⋅ = 6 6 3 QUESTÃO 08 GABARITO: RESOLUÇÃO: Seja z = x + iy ∈ ⊄ |z +169i| ≤ 65 ⇒ |x + iy + 169i| ≤ 65 ⇒ |x + (y + 169)i| ≤ 65.13y ( y − 13) 2 = 217 − 13 y 2 y – 13y – 48 = 0 y’ = 16 y’’ = -3 Como queremos a raiz positiva. o elemento desse conjunto que possui maior argumento pertence a reta que passa pela origem e que tangencia o círculo.GGE RESPONDE ‐ VESTIBULAR – EFOMM (MATEMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA)   QUESTÃO 07 GABARITO: D RESOLUÇÃO: -1 4 -1 det(2 ⋅ x ) = 2 ⋅ det(x ) = 2 4 ⋅ Assim: 3 x = 13 + 217 − 13 3 x 3 1 det( x ) Fazendo y . com maior argumento a < 0 a equação da reta tangente ao círculo. 4 + x0 ) ϖ a2 = 2 6 ⋅ 3 2 ⋅ 13 2 2 2 ⋅ 5 2 ⋅ 13 2 24 24 ou a = − ⇒a= 10 10 23 ⋅ 3 ⇒a=± 2⋅5 P 4+ x0 a=− 24 12 =− (coeficiente angular ) 10 5 B (-4.com. -169) e raio r = 65 Deste modo. temos: x = 16 ⇒ x = 212 12 Logo x1 = 2 e o número de divisores inteiros positivos de x1 é igual a 13. temos que 2 2 2 2 x0 + y0 + (65) = (169) 169 2 144 2 2 2 x 0 = 24336 ⇒ x 0 = 3600 x 0 = 24336 ⇒ x0 + 25 25 Logo x0 = 60 ou x= -60.0) x0 Mas a Deste modo y0 12 12 =− ⇒ y0 = − x0 x0 5 5 Usando o teorema de Pitágoras. temos: det(x) = det(A ⋅ B) = det(A) ⋅ det(B) Como A e B são matrizes triangulares. Seja (x0.13 = x = y. z = 60 – 144i QUESTÃO 09 GABARITO: D RESOLUÇÃO: 4 ϖ + x0 = a2 + b2 ⇒ ϖ a2 + b2 − x0 tgα = 4 + x0 a2 + b2 − x0 sec α = (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 a2 + b2 − x0 d(D. temos que Δ = 0 Assim Δ = 16900a . 3 ⇒ x 2 + ( y + 169 ) 2 ≤ 65 ⇒ x 2 + ( y + 169 ) 2 ≤ 65 2 . então temos o seguinte.gge. temos que QUESTÃO 10 GABARITO: E RESOLUÇÃO: Mudando da base 10 para a base 30. x ( a2 + b2 ⎤ ⎥ ⎥ ⎥ ⎦ 2 (4 + x 0 ) 2 ( a 2 + b 2 − x 0 )2 www.b) (a +1)x0 + 338ax0 + 24336=0 Como a reta é tangente.

C) + d(A.C) = d(B. x0 ≠ 0 pois 0 2 2 a + b − (a + b ) Então a = 0 Mas: d(A.(4 + x0) C (a + x0) P (a + x0)2 + (b – (4 + x0)2 = (a – x0)2 + (b – 4 – x0)2 a2 + 2ax0 + x02 = a2 – 2ax0 + x02 4ax0 = 0 ⇒ x0 = 0 ou a = 0 4 x = .B) + d(D.br 2 3  . b = 10 www.gge.GGE RESPONDE ‐ VESTIBULAR – EFOMM (MATEMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA)   ( 4 + x 0 ) 2 + ( a 2 + b 2 − x 0 ) 2 = (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 2 2 16 + 8 x 0 + x 0 + a 2 + b 2 − 2x 0 a 2 + b 2 + x 0 2 2 = a 2 − 2ax 0 + x 0 + (b − 4) 2 − 2(b − 4)x 0 + x 0 16 + 8 x 0 + b 2 − 2 x 0 a 2 + b 2 = −2ax 0 + b 2 − 8b + 16 − 2bx 0 + 8 x 0 y 1⎤ ⎡ x ⎢ 10 10 ⎥ x − 20 + 4 y − 5 x = 0 1⎥ = 0 ⇒ ⎢− 4 3 3 ⎢ ⎥ 0 5 1⎥ ⎢ ⎣ ⎦ 10x – 60 + 12y – 15x = 0 12y = 60 + 5x 5x y =5+ 12 − 2x 0 a 2 + b 2 = −2ax 0 − 8b − 2bx 0 x0 a + b 2 2 = −ax 0 + bx 0 + 4b QUESTÃO 12 GABARITO: E RESOLUÇÃO: x 0 a 2 + b 2 − ax 0 − bx 0 = 4b ⎡ ⎤ x 0 ⎢ a 2 + b 2 − (a + b )⎥ = 4 ⎣ ⎦ 4 ⇒ x0 a 2 + b 2 − (a + b ) A y0 = 4 − 4 a 2 + b 2 − (a + b ) 8 C 4 B 8 D Temos: D I. ⎟ ⎜ 3 ⎟ ⎠ ⎝ A equação da reta b 2 I. 2l + b = 36 b l = 18 − 2 II.com. ⎛b⎞ l 2 = (b + 2)2 + ⎜ ⎟ ⎜ ⎟ ⎝2⎠ 2 2 b⎞ ⎛b⎞ ⎛ ⎜18 − ⎟ = (b + 2) 2 + ⎜ ⎟ ⎜2⎟ ⎜ 2⎟ ⎠ ⎝ ⎠ ⎝ 2 b ≠ 22b – 320 = 0 b = 10 ou b = .32 como b > 0.D) 10 10 ⎞ ⎛ + a 2 + b 2 = 4 + (a + 4 ) 2 + ⎜ b − ⎟ ⎜ 3 3 ⎟ ⎝ ⎠ b>0 10 10 ⎞ ⎛ + b 2 = 4 + 16 + ⎜ b ~ ⎟ ⎜ 3 3 ⎟ ⎝ ⎠ 10 12 10 ⎞ ⎛ +b = + 16 + ⎜ b − ⎟ ⎜ 3 3 3 ⎟ ⎝ ⎠ b− 2 10 ⎞ ⎛ = 16 + ⎜ b − ⎟ ⎜ 3 3 ⎟ ⎝ ⎠ 2 2 2 2 (BC) = (BC) + (CD) 64 = (4 3 ) + (CD ) (CD) = 4 1 4⋅4 1 = A ⋅ (BA ) = ⋅ V 3 2 3 2 2 2 2 2 3 ABCD BCD ⋅4 V ABCD = 32 3 3 QUESTÃO 13 GABARITO: RESOLUÇÃO: QUESTÃO 14 GABARITO: C RESOLUÇÃO: l l 4 4 20b 100 b 2 − b + = 16 + b 2 − + 3 9 3 9 4 100 4 20 b − b = 16 + − 3 3 9 9 16 96 b = 16 + 3 9 16 32 b = 16 + 3 3 16 48 + 32 = ⇒ 16b = 80 ⇒ b = 5 3 3 D(0.5) 10 ⎞ ⎛ A ⎜ − 4. B . (a − x 0 ) 2 + (b − 4 − x 0 ) 2 BC = 4 3 II.

⎧x 2 − 4 se x < 1 ⎪ ⎪ f ( x ) = ⎨ − 1 se x = 1 ⎪ 3 − X se x > 1 ⎪ ⎩ Calculando os limites laterais. lim( f ⋅ g)n ( x ) x→a ⎡lim( f ⋅ g)( x )⎤ =⎢ ⎥ = ⎣x → a ⎦ n 2 II. QUESTÃO 19 GABARITO: D RESOLUÇÃO: n(A ∪ B C) = 25 n(A – C) = 13 n(B – A) = 10 n(A ∪ C) = n(C – (A ∪ B)) www.A AB.−4 ) U [-1. temos: lim f(x) = 3 – 1 = 2 + x→1 lim f(x) = 1 – 4 = . Lei dos cossenos: 2 2 2 (6 + a) = (6 – a) + 6 – 2 (6 – a) ⋅ 6 ⋅ cosa a=2 Então: AB = 4. P. AC. x + a ) Dados: ⎧ 15 ˆ ⎪sen A = 1 ⎪ 4 ˆ ⇒ cos A = − ⎨ 4 3 15 ⎪ ˆ ⎪sen B = 16 ⎩ 2PABC = 18 x – a + x + x + a = 18 x=6 P. + ∞) QUESTÃO 16 GABARITO: D RESOLUÇÃO: ˆ B ˆ C I.com.r 2 4 ⋅ 8 3 15 ⋅ = 9r 2 16 15 =r 3 4+6+8 P= 2 P=9 QUESTÃO 18 GABARITO: C RESOLUÇÃO: 2 Sn = 6n + n 2 S1 = a1 = 6 ⋅ 1 + 1 = 7 ⇒ a1 = 7 2 S2 = a1 + a2 = 6 ⋅ 2 + 2 ⇒ a1 + a2 = 16 ⇒ a2 = 9 3 S3 = a1 + a2 + a3 = 6 ⋅ 3 + 3 ⇒ a1 + a2 + a3 = 27 ⇒ a3 = 11 Logo a sequência é uma progressão aritmética de razão 2.GGE RESPONDE ‐ VESTIBULAR – EFOMM (MATEMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA)   16 15 15 ⋅ 15 3 16 R ⋅r = 3 R ⋅r = QUESTÃO 15 GABARITO: RESOLUÇÃO: (a( x )) 5 ⋅ (b( x )) 6 (c( x )) 3 ≥0 (a( x ))3 (b( x ))3 QUESTÃO 17 GABARITO: D RESOLUÇÃO: I. BC ( ) lim f(x) = .1 ≠ f(1) x→1 II. ˆ AB ⋅ BC ⋅ senB A ABC = = P.gge. BC = 8 Logo. Lei dos senos: x = 2R ˆ sen B 6 3 15 16 16 15 =R 15 = 2R n ⎡lim( f ⋅ g)( x ) ⋅ lim g( x )⎤ n ⎢ ⎥ = (L ⋅ M) x→a ⎦ ⎣x → a III. AC = 6. então + -1 x→1 x→1 não existe lim f(x) x→1 III.br 4  .3 x→1 como lim f(x) ≠ lim f(x). x. ⎧ x 2 − 3x + 2 ⎪ f (x) = ⎨ x −1 ⎪ 3 ⎩ se x ≠ 1 se x = 1 (c( x ))3 ⎧x − 2 se x ≠ 1 f (x) = ⎨ se x = 1 ⎩ 3 (a( x ))5 ⋅ (b( x ))6 (c( x ))3 S = (−∞.A (x − a.

II h .0 s .5 V . teremos: De a h1 a 2h 2 = 32 4 h1 = = 40 5 h FÍSI ICA QU UESTÃO 21 GA ABARITO: D RESOLUÇÃO: ssim. Fig. o www. Logo o maior valor possível de n(c) é 12. Con ndição: Np = 5 k kgf Equ uilíbrio de rotaçã ΣM = 0 (M:m ão: momento) M Np + M p B + M p H = 0 c c c (MNc = 0) QU UESTÃO 24 GA ABARITO: B RE ESOLUÇÃO: Pe leitura do pr ela roblema podemo dizer que a corrente que cir os c rcula no circuito será dada por: o U AB = R AB ⋅ i ⇒ 5 ⋅ 6 + 70 ⋅ (x – 6) – 100 ⋅ 1 = 0 100 30 + 70x – 420 – 1 = 0 x 70x = 490 x = 7m QU UESTÃO 22 GA ABARITO: A RESOLUÇÃO: 2.GGE RESPON NDE ‐ VESTIB BULAR – EFO OMM (MATE EMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA A)   A B 13 10 1 1 En nergia dissipada = 60 J = traba a alho da força de atrito As ssim. 2 60 − 60 = 15 ⋅ VB 00 VB = 36 VB = 6m/s UESTÃO 20 QU GA ABARITO: A RESOLUÇÃO: Fig I g.5 = 1 ⋅ i ⇒ 10 i = 0. As informações s s sobre o circuito com a chave aberta nos leva a a am diz que: zer 2 ⋅ ε = 3.25 A . Po fim vamos ca or alcular o valor da resistência interna de cada p pilha através do circuito equivalente. ⇒. o deslocamento da image será dado por: em p As Δx = 26 − 1 = 16 10 Δx = 16 m .60 J (resistente) 0J EMA + τFat = EmB M m ⋅ g ⋅ h A − 60 = 30 ⋅ 10 ⋅ 2 − 60 = 0 mV 2 m B 2 2 30 ⋅ VB 2 C Om maior valor poss sível de n(c) oco orre quando (B – A) ⊂ C.gge.h1 h h QU UESTÃO 23 GA ABARITO: E RE ESOLUÇÃO: Te emos a seguir a configuração d sistema em t = 0.br 5  .co om. do h1 H2 O a a r = 1d dm esfe era a ⋅ (h – h1) = 2 ⋅ Vesfera 4 a 2 ⋅ h − a 2 h1 = 2 ⋅ π13 3 2 40 – a h1 = 8 2 a h1 = 32 2 epois de Δt = 2. ⏐τFat⏐= 60 ou τFat = .0 V ⇒ ε = 1.

0 mA . ou sej o ja.0 × 10−3 A ⇒ i = 5. Bas usarmos a Lei de Farada e em seguid a Lei de Oh Con nfira.5 ⇒ 2r + 10 2r + 10 = 12 ⇒ On nde F é o mó ódulo da força que traciona a corda e μ é a de ensidade linear da corda. QU UESTÃO 28 GA ABARITO: C RE ESOLUÇÃO: Na transformação sofrida pelo gás de 3 para 1 o gás tem uma a o dim minuição do se volume. QU UESTÃO 25 GA ABARITO: C RESOLUÇÃO: E por fim.i ⇒ quilíbrio: E = P + Fe (Vs = Vc)(F = 2) Fe Eq Cágua ⋅ Vs ⋅ g = mc ⋅ g + 2 á Cágua ⋅ Vs ⋅ g = Cmadeira ⋅ Vc ⋅ g + 2 á 3 3 10 ⋅ Vc ⋅ 10 = 0. me externo real eio liza trabalho sob o gás. Re eunindo todos o resultados: os V1 < V2 .B r VA. 0. QU UESTÃO 27 GA ABARITO: A RE ESOLUÇÃO: Sa abemos que a r relação entre a velocidade de uma onda em uma co orda esticada é dada pela cham mada “fórmula de Taylor”: d mos e Tem pela Lei de Ohm-Poiullet: ε − ε′ 2⋅E .8 ⋅ 10 ⋅ Vc ⋅ 10 + 2 0 8 3 3 10 ⋅ 10 ⋅ Vc – 8 ⋅ 10 ⋅ Vc = 2 0 3 -3 3 2 ⋅ 10 Vc = 2 ⇒ Vc = 10 m Final Fe = p Fe = mc ⋅ g Fe = pc ⋅ Vc ⋅ g (pc = pm) c: corpo 3 -3 Fe = 0. um ara r = 1. i= = Σr 2r + R Daí í: v= F μ .4 QU UESTÃO 26 GA ABARITO: A RESOLUÇÃO: sta ay da hm.B 2 r = VA 2 r + VB 2 r r − 2 ⋅ VA ⋅ VB ⋅ Cos60° 2 = 5 2 + 2 2 − 2 ⋅ 5 ⋅ 2 ⋅ 0.3. V2 > V1 ⇒ V1 < V2 .5 = 29 − 10 = 29 − 10 2 2 r VA.5 × 10 −3 Volts . Encontramos no enunciado do pr roblema que na passagem de u segmento pa o outro.B = 19 ≅ 4.GGE RESPON NDE ‐ VESTIB BULAR – EFO OMM (MATE EMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA A)   i = 5.5 × 10 − 3 0 ⇒ ε induzida = 1. or abemos que num refração a única grandeza que ma ú Po outro lado sa se mantém constante é a freqüência. f1 = f2 e λ1 < λ2 .35 58 r VA.3) × 10 −2 4−2 = 1.B r VA. Assim: e f1 = f2 . e V1 < V2 . vem que: f λ1 < λ2 .B r VA. com isso podemos afirmar que ho eu m ouve um ação externa sobre o gás p ma a produzindo a co ontração. ε induzida = ΔΦ Δt ⇒ ε induzida = (0. concluímo os: En μ 2 < μ1 .5 × 10 −3 = 0.6 − 0. ntão. bre QU UESTÃO 29 GA ABARITO: D RE ESOLUÇÃO: E: empuxo p: peso Fe: força elás stica e ⎧Vs : volume submerso ⎨ e ⎩Vc : volume do corpo r V A. como r VA = 5 r VB = 2 r r r VA.co om.25 = 2 ⋅ 1.B = 4.8 ⋅ 10 ⋅ 10 ⋅ 10 Fe = 8N www.B = VA − VB λ= v .gge.br 6  .0 Ω . E p fim: por U = R ⋅i ⇒ 1.

om QU UESTÃO 33 GA ABARITO: E RE ESOLUÇÃO: Ne esse caso temo os: Epot = C eq ⋅ U2 2 .0 m 005 R= v q ⋅B m = 6 × 10 6 1. o raio de luz não sofrerá desvio em sua trajetó inicial. Co omo o ângulo d incidência na face 2 é de θ 1 = 60 º > L .85 + 70 5 F’ = 170 + 70 F’ = 240N ntes de tudo d devemos calcu ular o ângulo limite de Refle exão An Int terna Total a fim de decidirmo como representar o restante da m os e tra ajetória desse ra de luz. R = 5. então que o raio in ca o ncidente emergirá PELO LAD 3 DO 30 co β = 45º > 3 º .0 mm .2 × 1011 ⋅ 10 − 2 0 2 ⇒ 2 β = 45º . veja de fig gura acima. Assim aio m: sen L = nmenor n 1 = ar = nmaior n vidro 2 ⇒ sen L = 2 ⇒ 2 L = 45º .co om. vem: cial C eq = 2 ⋅ C . No omeando C a ca apacitância inic de cada capacitor. Port o o ória tanto após passar pelo lado 1 teremo a situação ab o os baixo. www.br 7  . E o restan da trajetória é representad a nte a da se eguir. QU UESTÃO 32 GA ABARITO: D RESOLUÇÃO: Ao atingir o lado 1 do prisma num incidência no ma ormal. CIA Des modo podemos construir e sse essa figura a seg guir. la Ent tão: n1 ⋅ sen θ1 = n 2 ⋅ sen θ 2 ⇒ ⇒ 1 2 ⋅ sen 30º = 2 ⋅ = sen β 2 R= m⋅v q⋅B ⇒ sen β = = 0. ela descreverá UM A ARCO DE CIR RCUNFERÊNC . To odos os ângulos dessa figura f s foram encontrad mediante o uso dos de geometria bá e ásica e aplicando a Lei da Refração à face 3.gge.85 + 70 Fat = 170 – 100 0 Fat = 70N (atrit estático) to 2º Iminência de su ubir: ° F’ = P ⋅ sen60° + Fat F’ = 200 ⋅ 0. QU UESTÃO 31 GA ABARITO: C RESOLUÇÃO: bemos que se u uma partícula ca arregada penetra numa região de Sab cam mpo magnético uniforme ness o sas condições apresentadas no pro oblema. Fic claro. concluímos que HAVERÁ REF FLEXÃO INTER RNA TO OTAL NA FACE 2. R Co onfira: Ass sim a distância D pedida no p problema nada mais é do que o e raio da circunferên o ncia descrita pel partícula.GGE RESPON NDE ‐ VESTIB BULAR – EFO OMM (MATE EMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA A)   QU UESTÃO 30 GA ABARITO: E RESOLUÇÃO: m = 20kg (p = 200N) 1º Iminência de de escer: F + Fat = P ⋅ S Sen60° (Fat: Forç ça de atrito) 0 100 + Fat = 200 ⋅ 0.

br 8  . www. pot = 6 ⋅ C ⋅ U2 2 ⇒ ⇒ U1 = R1 ⋅ i = 250 ⋅ 0. Ve a eja fig gura abaixo. Ent tão: i= E′ = pot p E′ pot 220 2 U = 0. r da de Ass sim: Pot = U2 R ⇒ R= U2 Po ot ⇒ R1 = R2 = 100 2 = 250 Ω .4 = 100 Vo . L2 e L3 não queimarã mas L1 brilh ão. = R eq 5 550 C eq ⋅ U2 2 6 ⋅ 300 0 = = 900 2 E′ = 900 J . QU UESTÃO 34 GA ABARITO: B RESOLUÇÃO: r antidade de mo ovimento inicial: Q 0 Qua r r r Q 0 = Q1 + Q 2 [ ] r Q1 = 4 r Q0 r Q2 = 2 r Q 0 = 2kg ⋅ m / s Ene ergia cinética inicial: Eco 2 m1 ⋅ v 1 m 2 ⋅ v 2 1 ⋅ 4 2 2 ⋅ 12 2 + + = 2 2 2 2 Eco = 8 + 1 ⇒ Eco = 9J E co = o En ntão fica claro que L1. ot U2 = R 2 ⋅ i = 200 ⋅ 0.co om. 0 Po ( L 2 ) = U2 ⋅ i = 80 ⋅ 0. 3 ⋅ V = 2 ⇒ V’ = 2/ m/s V’ /3 ergia cinética fin Ec nal: Ene Ec = (m1 + m 2 ) ⋅ V' 2 3 ⇒ Ec = 2 2 2 ⎛2⎞ ⋅ ⎜ ⎟ ⇒ Ec = J ⎜ ⎟ 3 ⎝3⎠ 2 25 = J 3 3 2 Ene ergia máxima dissipada = E d = 9 − QU UESTÃO 35 GA ABARITO: E RESOLUÇÃO: Pre ecisamos saber qual o valor d resistência d cada lâmpada. o Po fim o arranjo fica com as seguintes cara or o acterísticas.GGE RESPON NDE ‐ VESTIB BULAR – EFO OMM (MATE EMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA A)   Daí í: Epot = 2 ⋅ C ⋅ U2 = 300 2 2 R3 = ⇒ E também 100 2 0 = 100 Ω . 0 olts Po ( L1) = U1 ⋅ i = 100 ⋅ 0. teremos e s: C eq = C + 5C = 6 ⋅ C .4 A .: máxima: colisão inelástica 1kg r r Q = Q0 2kg V’ QU UESTÃO 36 GA ABARITO: C RE ESOLUÇÃO: Pa artimos da afirm mação feita no exercício de que a potência da o a fonte térmica é a mesma para A e B. hará ma intensament que as outras ais te s. 0 100 C ⋅ U = 300 3 ⇒ R eq = R1 + R 2 + R 3 = 2 + 200 + 10 = 550 Ω . r Qua antidade de mo ovimento final: Q Obs dissipação m s.gge. 40 100 2 = 200 Ω . 0 Pot ( L 3 ) = U3 ⋅ i = 40 ⋅ 0.4 = 80 Volts .4 = 16 W . 250 00 om mos voltagem em ca lâmpada.4 = 40 Volts .4 = 40 W .4 = 32 W . a sua ada Co isso podem calcular a v po otência na ass sociação e tam mbém a corren que circula no nte a cir rcuito. ot U3 = R 3 ⋅ i = 100 ⋅ 0. Qua ando um dos c capacitores for preenchido por um dielétrico tal que K = 5. 50 QU UESTÃO 37 GA ABARITO: B RE ESOLUÇÃO: Na figura abaixo estão disposta todas as for a as rças que atuam na m pe equena esfera.

9h 0.5 m. o ponto material em MCU precisa perco U orrer um ângulo de o 12 que é 1/3 de 360º. Por fim. gr: gravidade n Terra 19 gLo = g T − ⋅ gT ocal 100 gLoc = 0.39 ⋅ 10 km.71 ⋅ 10 ⇒ h = 710 km h= QU UESTÃO 39 GA ABARITO: D RESOLUÇÃO: empo entre o aparecimento da profundida ade O intervalo de te máx xima e a mínim e metade do período do M ma o MHS associado ao movimento do nav Assim: vio. MHS. No que para pe ote ercorrer uma distância de 3A/2 na horizontal.0 m = 8. os horários seguros para o trâns do navio ne sito esse po orto. 20º e En ntão o horário n qual a maré está propícia à entrada do navio no é se erá Δt = QU UESTÃO 38 GA ABARITO: D RESOLUÇÃO: 3 na RT = 6. RT = 0. O tempo que isso leva p para ac contecer é o tem equivalente ao deslocamento de mpo e x= 3 A. 3 Qu uando a maré v voltar a ter essa altura de 9. terão se pass a m sado ma 4h + 4h = 8 h. E serão: 16h ais h30min.co om. mínima de 8 m (v veja a figura). em. antes do po do sol.gge. ⇒ nalisando as distâncias que são exibida na figura que e as An ac companha o tex concluímos que a amplitud desse MHS é de xto de A= 12 − 8 = 2. Ou seja. isso equiva a um tempo de ale Δt = T .2 × 10 −6 ⋅ E 0 3 × 10 − 6 ⋅ 10 E = 42. serão or o: de 8h30min at às 16h30min té n.7 = Fele q⋅E e = m⋅g P ⇒ ⇒ 1. O trem se deslocaria para a direit e o observa m ta ador. 3 Co onfira no esqu uema abaixo que mostra o movimento circ m cular un niforme associad do. temos: r U = E ⋅ d AB = 42.9 RT + h RT = 0.1RT = 0.0 m .9RT + 0.9h RT = 9h RT 6. 2 Pa um móvel re ara ealizando um MHS. www. O que c corresponde a uma profundid dade 2 Com o sistema e mo está em equilíb brio. R2 T (R T + h) 2 = 0.81 = 0. também.81 ⋅ gT cal s G ⋅ M ⎧G : cons tan te G⋅M = 0. às 8h30min.br 9  . podemos f formar uma figura fechada com os ve etores que repre esentam as forç ças. As ssim teremos: fA > f e λA < λ . Ass sim.2 = 8. Fic claro que o o ca observador nesse caso deve perceber um som de m FR REQÜÊNCIA M MAIOR E COM MPRIMENTO DE ONDA MEN D NOR DO QUE O PROD O DUZIDO PELO TREM EM REP POUSO.81 ⋅ ⎨ ssa (R T + h) 2 R 2 ⎩M : mas da Terra T 12 = 4 h antes de 12h30min.81 QU UESTÃO 40 GA ABARITO: C RE ESOLUÇÃO: Ve emos a seguir u uma representa ação típica da situação exposta no s a pr roblema.0 m. com velocidade menor do que a do tre Confira.GGE RESPON NDE ‐ VESTIB BULAR – EFO OMM (MATE EMÁTICA E FÍSICA – PROVA BRANCA A)   T = 18h30 min− 1 h30 min = 6h 12 2 T = 12 h . De esse modo.5 ⋅ 0. lts O GABARITO OFICIAL NÃO CONF FERE.5 m + 0. em 2 . Isso significa que rar m na a maré poderá b baixar 12 – 9 = 3 m. nos referind a essa figura podemos dize que: do a er tan 60 º = 1.5 vol .39 ⋅ 10 3 0 = 9 9 3 h = 0. A menor profundidade segura que o avio pode encar é de 9.5 V / m .