UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE COMUNICAÇÃO

POR AMOR AOS MEUS IRMÃOS
D. TIMÓTEO, PROFETA DA BAHIA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO PARA A OBTENÇÃO DE GRADUAÇÃO DE BACHAREL EM JORNALISMO, DE AUTORIA DE

EVERALDO DE JESUS E REGINA BANDEIRA
ORIENTADOR:

PROF. DR. EMILIANO JOSÉ

Maio de 2002

MEMÓRIA DESCRITIVA ANALÍTICA, REFERENTE À REPORTAGEM BIOGRÁFICA ENTITULADA “POR AMOR AOS MEUS IRMÃOS – D. TIMÓTEO, PROFETA DA BAHIA”, REDIGIDO POR EVERALDO DE JESUS E REGINA BANDEIRA, SOB A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DOUTOR EMILIANO JOSÉ DA SILVA FILHO, COMO PROJETO EXPERIMENTAL PARA CONCLUSÃO DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, HABILITAÇÃO EM JORNALISMO.

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Sumário Introdução. 13 3 . 4 Tema. 8 Divisão de tarefas. 12 Bibliografia. 7 Produção. 11 Conclusão.

1. e sua altercação com o cardeal D. o livro está dividido em três capítulos: O Pai. compromissos com as causas democráticas e se constituindo em diretor espiritual de um número impreciso de fiéis católicos. é ater-se aos fatos e consubstanciar as informações com circunstâncias históricas. tem que se fazer um levantamento de tudo que a imprensa cobriu que tem relação com o tema. a sua participação na vida artística da Bahia. fazendo a aculturação da liturgia. Permaneceu na Bahia depois da renúncia e continuou a influenciar os destinos do estado. entregando o cargo em 1981. Hélder Câmara. sua formatura em direito. sua passagem pelo Seminário de Mariana. a influência do intelectual e primo Alceu Amoroso Lima. nesse tipo de trabalho. Timóteo na luta contra a ditadura. trata da sua infância. optamos por um livro-reportagem. sua amizade com Jorge Amado. Decidimos abrir o livro com um depoimento inédito do atual abade do mosteiro de S. revelando 4 . trata da eleição de D. Emanoel D’Able do Amaral. Esse projeto experimental relata a vida do abade do Mosteiro de São Sebastião da Bahia. através de testemunhos. nas circunstâncias relatadas no livro. O segundo. uma rápida análise do papel da Igreja e do papel de D. Para isso. Entre 1965 e 1981. Introdução Para retratar o nosso tema. estabelecendo diálogo com as mães de santo. Precisão de datas é fundamental. seu casamento com Jenny Hungria. e na sua abertura religiosa. Timóteo. celebrando a Missa do Morro. e a importância do convívio com D. D. Bento. O primeiro. O Filho e o Espírito Santo. terminando com o episódio da invasão do mosteiro. Timóteo Amoroso Anastácio. O importante. ele esteve à frente do mosteiro. sua tentativa de seguir as diretrizes estabelecidas no Concílio Vaticano II. Timóteo. Eugênio Sales. a decisão de virar monge. O terceiro é o mais longo. falecido em 1994. D. depoimentos. ou a quem ele estendeu a mão amiga nos momentos de adversidade. em 1965. Além do prólogo e do epílogo. O prólogo trata da renúncia. porque utilizamos trechos de depoimentos de várias pessoas que foram tocadas pelo espírito de D. São abordados os seguintes assuntos: homenagens pelos 80 anos de vida. da relação entre abade e monges. a morte da esposa.

em vez de monografia. Bernardo Lucas. Já o livro-reportagem torna a leitura mais interessasse para o público em geral. Referimos o autor da citação no próprio corpo do texto. A memória das pessoas é falha. Enfrentamos inúmeras dificuldades. pois os autores do projeto trabalham e têm filhos para cuidar. Timóteo foi abade. porque o tema é vasto. Para uma melhor agilidade da leitura. As informações dos dois se encontravam. o único a gravar entrevistas sobre o caso. na essência. não acompanhou aqueles acontecimentos. todas as descrições de diálogos foram redigidas como tal. Sem outros meios para confirmar. Basílio Penido e com os monges do mosteiro de Salvador. Emanoel. surpreenderia todos aqueles que conviveram com o mosteiro nos anos em que D. D. excluímos de todo texto as informações passados pelo capelão da Igreja da Graça. nem na parte final. O presente trabalho também pretende servir como fonte de pesquisa para futuros pesquisadores. Isso. Acreditamos que. D. não é garantido que as palavras usadas tenham sido exatamente essas. O livro não contém notas. Bernardo. Esperávamos poder revelar toda essa história que. Ficou sabendo através de conversas com o abade de Olinda. decidimos deixar de fora. Essa escolha foi fundamental para definir o estilo com que iríamos trabalhar as citações e as referências aos livros e aos artigos de outros autores. Timóteo: o de D. Timóteo foi entrevistado quando já tinha mais de 80 anos. Por recomendação do professor doutor Emiliano José. o sentido se mantenha fiel. e sabemos que não conseguimos abarcar tudo. não significou abrir mão da precisão jornalística ou creditar os autores de textos citados. O próprio D. porém. nem no rodapé.pela primeira vez o motivo da renúncia. D. Timóteo. Então. Temos também outro depoimento que atesta a existência de um complô que resultou no afastamento de D. Mas ele era um homem extremamente lúcido. O monge apontado como o cabeça do movimento negou que fosse inimigo de D. inclusive em relação ao nome do líder do movimento. sem nenhuma dúvida. Disse inclusive que era admirador do abade e que foi seu enfermeiro por alguns meses. Optamos pelo formato livro-reportagem. O estilo monografia é mais adequado ao uso acadêmico. até uma certa discrição dos entrevistados 5 . pois este não autorizou o uso de seu nome para sustentar as declarações que nos deu em off. Desde a falta de tempo.

O resultado final nos agradou. Reconhecemos também que. publicadas principalmente no livro A flauta de Deus. Timóteo e textos escritos por ele e publicados em jornais e cadernos litúrgicos da Igreja Católica. A produção intelectual do abade é apenas citada aqui. sem dúvida. embora reconheçamos falhas em nossas pesquisa.para se referirem a temas polêmicos. dispersos nesses textos e acreditamos que este seria uma outra vertente de trabalho a ser escrito sobre o abade. Convergência. 6 . Aceitáveis para dois amadores que até então só tinham escrito reportagens de no máximo cinco laudas. assim como suas reflexões teológicas. serviria para compreendê-lo melhor. Que analisasse sua maneira de refletir e de se referir a Deus e ao cristianismo. Timóteo é vasta e complexa. como A Ordem. Timóteo. O abade também escreveu para diversas revistas. Estamos orgulhosos de termos enfrentado esse desafio. apesar dos esforços. e um projeto experimental de fim de curso é insuficiente para abarcar todos os aspectos de sua vida. e Equipe Litúrgica e traduziu diversos livros. cujo resultado final. a história de D. Não era nosso objetivo fazer uma estudo aprofundado do pensamento de D. uma coletânea de homilias de D.

Consciente de que um semestre é um tempo muito pequeno para uma pesquisa tão extensa. Timóteo aprendeu a amar a Bahia. objetivando o projeto de fim de curso. Em reconhecimento a isso.2 . Tema Assim como Paloma Váron e Francisco Cláudio. que tinha como leitura obrigatória o livro A sangue frio. da democracia. ministrada pelo professor Emiliano José. a morte da esposa nos primeiros anos do casamento. Já tínhamos trabalhado anteriormente nas disciplinas Oficina de Telejornalismo II e Assessoria de Comunicação. Everaldo. As oficinas de jornalismo impresso nos ensinaram a tratar o fato jornalístico e de enriquecê-lo com citações de outras publicações e dos personagens envolvidos. também começou a trabalhar como assistente do professor Emiliano José. e o jeito alegre e sincero do baiano. no livro As asas invisíveis do Padre Renzo. D. autores do projeto experimental Rumo à terra prometida – a trajetória do Grupo Moisés. Timóteo é considerado por todos um defensor dos direitos humanos. da liberdade de expressão. por sua vez. teve a primeira experiência de escrever uma grande reportagem na disciplina Jornalismo e Sociedade. Essa experiência só é adquirida ao se fazer o livro e as teorias acabam servindo pouco. apresentado em janeiro de 2001. por iniciativa de Lídice da Mata. recebeu o título de Cidadão de Salvador. a prática na faculdade é insuficiente para dar a verdadeira dimensão do que é escrever um livro. No entanto. a partir de setembro de 2000. com a professora Rosângela Vieira. a invasão do mosteiro pelos militares. Timóteo Amoroso Anastácio. para usar em seu livro. 7 . Sua vida é marcada por episódios fortes. e sua renúncia. Foi o próprio Emiliano quem sugeriu a Everaldo continuar as pesquisas sobre o abade. Everaldo. de Truman Capote. como a participação na Revolução de 30. Mineiro de nascimento. Everaldo convidou Regina Bandeira para fazerem juntos essa tarefa. O interesse por escrever sobre o abade nasceu depois de Emiliano lhe pedir uma matéria sobre D. Regina foi apresentada ao livro-reportagem na disciplina Teorias do Jornalismo. D.

e José Milton. Emanoel D’Able do Amaral. procuramos outras pessoas que conviveram com o abade. por causa da história contada por Emiliano em Galeria F – Lembranças do mar cinzento. Algumas entrevistas-chave. usado na campanha para o governo do estado. Entrevistar Delia Bonisegna foi sugestão de Emiliano. em Dom Timóteo – presença história. Pela relevância do livro D. D. em 1990. Timóteo se envolveu nos conflitos por causa dessa proibição e ofereceu o mosteiro aos estudantes. Timóteo salvou a vida de Haroldo. Produção Estabelecemos algumas personagens para iniciarmos as entrevistas. Foram selecionados. pela candidata Lídice da Mata. por escrito.3. e a do capelão da Igreja da Graça. escrito a partir de três depoimentos dados no seminário organizado pela Faculdade de Filosofia e Ciências 8 . Timóteo. As entrevistas com Isa Moniz. Chegamos a conclusão de que. como Isa Moniz e Hilda Hendricx. Bernardo Lucas. do Grupo Moisés. em agosto de 2001. Sarno foi também o publicitário que gravou o depoimento de D. da AP. a princípio. ou que participaram das lutas contra a ditadura. alguns integrantes do Grupo Moisés. sobre a peça proibida de ser encenada no Colégio Central. em S. em 1966. por sua atuação destacada na militância católica dos anos 60 e pelo episódio relatado por Lídice da Mata. Solange Lima foi iniciativa de Everaldo. presença histórica. de que D. foram deixadas para o final. para nos cercarmos do maior número de informações possíveis e estarmos mais preparados para esses encontros. Em seguida. Entrevistar Haroldo Lima era indispensável. as pessoas tendem a ser muito econômicas. nos ajudaram a traçar um panorama interessante da ação dos grupos católicos na época da ditadura. D. e José Comblin e Frei Betto através de e-mail. O contato com Cláudio Perani foi através de carta. Timóteo sobre o cemitério clandestino de Perus. Paulo. pois muitos deles moram fora da Bahia. Carlos Sarno foi entrevistado. como a do atual abade do mosteiro. para apresentarem lá as “Venturas e desventuras de um estudante”. Enfrentamos a dificuldade de comunicação. a quem conhece pessoalmente. D.

Ele tem hoje 89 anos. Zélia Gattai ficou de fora por problema de agenda e. Basílio. e só saiu do retiro faltando um mês para fecharmos este trabalho. Conversamos com Joviniano Neto e com Jean Bauzin. Por problemas de agenda da deputada estadual Lídice da Mata. ambos muito amigos do abade. nos anos 70. esposa de Jorge Amado. Para nos falar do Trabalho Conjunto. Timóteo anunciou a renúncia ao cargo de abade. além dos artigos em jornais. O professor José Antônio Saja. tivemos dificuldade de contato por telefone. Com José Crisóstomo. sua relação com o movimento popular. pela distância (mora em Olinda-PE) e por dificuldades de contato por telefone. que lhe deu a notícia de sua eleição. D. porque acreditamos que as informações contidas em seu livro A casa do Rio Vermelho e nos três livros de Jorge Amado. O tempo apertado foi o responsável por não entrevistarmos algumas pessoas que. e horário disponível dos autores (ambos trabalham à tarde). que trabalhou com D. Fizemos algumas tentativas em meados de janeiro. Basílio Penido. abade de Olinda e seu amigo pessoal. em 1965 e dirigiu o Capítulo em que D. Henrique Peregrino da Trindade reforçou a idéia de santidade de D. Timóteo na Escola 1º de Maio. Ficamos sabendo que enfrenta uma grave crise de saúde. D. Na verdade. todos citados nas referências bibliográficas. Diversas razões dificultaram a realização dessas entrevistas. uma situação sui generis. entrevistamos o professor de arquitetura Manoel José de Carvalho. por conta de rituais do Candomblé. José Crisóstomo é sem dúvida fonte indispensável. em 1996. depois desistimos. fossem o suficiente para cobrir esse aspecto. Para esclarecer uma das facetas de D. procuramos os palestrantes desse evento. falou da santidade do abade. sua “guia” nos templos de Candomblé e nos mistérios das religiões afro-brasileiras. Mãe Olga. José Crisóstomo. ficou mais de dois meses sem receber visitas. ocorrido em 1993. 9 . consideramos erroneamente que seu depoimento não era fundamental. em 1981. e Mãe Olga de Alaketu. Zélia Gattai. Timóteo e contou um episódio desconhecido. quando uma intervenção do abade evitou que ele corresse risco de vida. com certeza. sobre o a abade. também. organizador do livro A flauta de Deus.Humanas da UFBA. para que estes desenvolvessem os tópicos mencionados em suas falas. têm informações e testemunhos importantes. Timóteo. não foi possível entrevistá-la. Optamos por ficar sem sua entrevista.

seria útil para descobrir aspectos inéditos de sua vida. e escrevia artigos para revistas e jornais. Timóteo capaz de se arriscar por jovens em perigo e por religiosos perseguidos pelo regime militar. tínhamos bem mais informações sobre o D. a cada depoimento atestando a santidade desse homem. e do depoimento de Saja. antes de vir para Salvador. irmão Adriano Carvalho. seria imprescindível visitar o mosteiro do Rio de Janeiro e o de Belo Horizonte. Timóteo político. Apesar de não ser teólogo. lendo diversos livros. ficasse claro que tudo que ele fez foi pela sua fé no Cristo Libertador. Porém. É importante esclarecer que D. principalmente da época da renúncia. até José Comblin. e o Dietário dos monges. que dominava várias línguas. e da cerimônia do concessão do título de Doutor Honoris Causa. Por tratar-se de um personagem muito rico. por onde ele passou. que mora no Rio. tivemos conhecimento do lado espiritual do abade. e elas serviram de base para boa parte do trabalho. para ver as fotos e os artigos de jornais. que só no mosteiro teríamos acesso. Visitar sua cidade natal. mas não obtivemos resposta. Através desses escritos. Barbacena. fomos nos envolvendo por nosso personagem. continham informações e datas vitais a nossa pesquisa. antes de ser abade. então. desde Thomas Merton. Carlos Sarno. Livros como o Catálogo dos abades. Timóteo era um intelectual. e Gustavo Falcón. foi essa vertente que decidimos explorar. onde viveu até a adolescência. e a do livro O milagre de Dom Amoroso. tivemos problemas em delimitar o tema. Timóteo. É verdade que. e Rio Pomba. além do lado político. das entrevistas que ele deu. Passamos muitas horas na biblioteca do mosteiro. 10 . de Eduardo Diogo Tavares. e de suas crenças religiosas. Um D. sua bondade e respeito pelo ser humano.Para uma pesquisa mais completa. Contamos com a colaboração do arquivista. D. José Henrique Barreiro. Timóteo deu várias entrevistas. Isso fez com que. Tentamos ainda contato por carta com um irmão de D. As principais são a da Revista da Bahia. concedida a Sahada Mendes.

Apesar da orientação de Emiliano de tentarmos escrever a quatro mãos. Regina. as entrevistas de Jean Bauzin e de D. Entre janeiro e fevereiro. precisamos nos dividir. 11 . Bernardo Lucas. A cada capítulo escrito. decidimos que a homogeneização e a redação final ficaria a cargo de Everaldo. As visitas aos arquivos da Biblioteca Central dos Barris e aos da biblioteca do Mosteiro de São Bento foram quase todas feitas por ambos.4. Regina fez pelo menos dez visitas a esses locais. por questão de horário. síntese de tópicos. Haroldo Lima e Eduardo Hoornaert. Everaldo fez sozinho as entrevistas de Solange Lima. decidimos que todas as etapas do trabalho seriam executadas por nós dois. acrescentando ou cortando partes desnecessárias. elaboração de textos adicionais a partir das entrevistas e dos recortes de jornais. discutíamos as idéias abordadas. Foi assim com a maioria das entrevistas. embora o maior tempo despendido nessa tarefa tenha sido de Regina. resumos de livros. Algumas vezes. e a revisão final. A Regina coube a maioria das transcrições das entrevistas. O depoimento de Frei Betto veio através de e-mail para Everaldo e Cláudio Perani por carta para Regina. Divisão de tarefas Desde o princípio. conseguindo grande parte dos recortes de jornais.

serviu para dar uma dimensão nova na compreensão da tarefa de desenvolver um texto longo. o trabalho foi um preparo indispensável para podermos dar curso à profissão de jornalista.5. Apesar de tudo. 12 . com todas as dificuldades aqui abordadas e com as limitações dos autores para desenvolver um tema tão complexo. cuja experiência nesta área dispensa comentários. Conclusão A realização desse projeto experimental. Timóteo Amoroso Anastácio. para reduzir o choque dos alunos na hora de elaborar monografias ou livros reportagens para a conclusão do curso. é impossível adquirir essa vivência. Cobrir pautas diárias em jornais ou elaborar releases não têm nenhum paralelo com fazer um livro. Emiliano José. Agradecemos a todos os que nos receberam com simpatia e alegria e sem jamais questionar nossa capacidade para retratar com competência a vida de D. No dia-a-dia da faculdade. Ou talvez seja o caso de propor que uma experiência parecida seja incluída no decorrer da graduação. Agradecemos ao nosso orientador.

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Haroldo Lima. Hilda Hendricx. Dom Bernardo Lucas. José Milton de Almeida. Isa Moniz. 19/02/2002. Manoel José Pereira de Carvalho.. assessora pastoral. Jean Bauzin. 22/01/2002. 18/01/2002. 31/01/2002. padre italiano. artista plástica. presidente da APUB. Carlos Sarno. 21/12/2001. 31/08/2001. Solange Lima. 29/01/2002. Joviniano Neto. professor de história. Renzo Rossi. 11/03/2002.Entrevistas feitas para este livro: Antônio Francisco Saja. abadessa do Mosteiro de Coutos. Dom Emanuel D’Able do Amaral OSB. 23/01/2002. engenheiro elétrico. professora. publicitário. 28/08/2001. 01/09/2001. monge do Mosteiro de São Bento da Bahia. 24/08/2001. deputado federal. Delia Bonisegna. capelão da Igreja da Graça. abade do mosteiro de São Bento da Bahia. professor de arquitetura da UFBA. Dom Ivan Andrade OSB. 21/12/2001. 27/08/2001 e 28/02/2002. 05/09/2001. 06/04/2002. 10/09/2001. Eduardo Hoornaert. prioresa do Mosteiro de Coutos. professor de Filosofia da UFBA. Madre Joana. professor de teologia da Ucsal. Madre Vera Lúcia. diretora do ISPAC. 28 . 14/09/2001.

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