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indicadores

de

desenvolvimento sustentável
brasil 2010

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Paulo Bernardo Silva

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE
Presidente Eduardo Pereira Nunes Diretor-Executivo Sérgio da Costa Côrtes ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES Diretoria de Pesquisas Wasmália Socorro Barata Bivar Diretoria de Geociências Luiz Paulo Souto Fortes Diretoria de Informática Paulo César Moraes Simões Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai Escola Nacional de Ciências Estatísticas Sérgio da Costa Côrtes (interino)

UNIDADE RESPONSÁVEL Diretoria de Geociências Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais Celso José Monteiro Filho Coordenação de Geografia Maria Luisa Gomes Castello Branco

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Geociências Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais Coordenação de Geografia

Estudos e Pesquisas Informação Geográfica número 7

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável
Brasil 2010

Rio de Janeiro 2010

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Av. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil ISSN 1517-1450 Estudos e pesquisas Divulga estudos descritivos e análises de resultados de tabulações especiais de uma ou mais pesquisas de autoria institucional. A série Estudos e pesquisas está subdividida em: Informação Demográfica e Socioeconômica, Informação Econômica, Informação Geográfica e Documentação e Disseminação de Informação.

ISBN 978-85-240-4134-1 (CD-ROM) ISBN 978-85-240-4133-4 (meio impresso) © IBGE. 2010
Elaboração do arquivo PDF Roberto Cavararo Produção de multimídia Marisa Sigolo Mendonça Márcia do Rosário Brauns Capa
Renato J. Aguiar/Marcos Balster Fiore - Coordenação de Marketing/Centro de Documentação e Disseminação de Informações-CDDI

Sumário
Apresentação Introdução Dimensão ambiental
Atmosfera 1 Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 2 Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio 3 Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas Terra 4 Uso de fertilizantes 5 Uso de agrotóxicos 6 Terras em uso agrossilvipastoril 7 Queimadas e incêndios florestais 8 Desflorestamento da Amazônia Legal 9 Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 Área remanescente e desmatamento no Cerrado Água doce 11 Qualidade de águas interiores Oceanos, mares e áreas costeiras 12 Balneabilidade 13 Produção de pescado marítima e continental

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010
Sumário

14 População residente em áreas costeiras Biodiversidade 15 Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 Áreas protegidas 17 Espécies invasoras Saneamento 18 Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 Acesso a sistema de abastecimento de água 20 Acesso a esgotamento sanitário

Dimensão social
População 21 Taxa de crescimento da população 22 Taxa de fecundidade 23 População e terras indígenas Trabalho e rendimento 24 Índice de Gini da distribuição do rendimento 25 Taxa de desocupação 26 Rendimento familiar per capita 27 Rendimento médio mensal Saúde 28 Esperança de vida ao nascer 29 Taxa de mortalidade infantil 30 Prevalência de desnutrição total 31 Imunização contra doenças infecciosas infantis 32 Oferta de serviços básicos de saúde 33 Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado Educação 34 Taxa de escolarização 35 Taxa de alfabetização 36 Escolaridade Habitação 37 Adequação de moradia Segurança 38 Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte

Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010________________________________________
Sumário

Dimensão econômica
Quadro econômico 40 Produto Interno Bruto per capita 41 Taxa de investimento 42 Balança comercial 43 Grau de endividamento Padrões de produção e consumo 44 Consumo de energia per capita 45 Intensidade energética 46 Participação de fontes renováveis na oferta de energia 47 Consumo mineral per capita 48 Vida útil das reservas de petróleo e gás natural 49 Reciclagem 50 Rejeitos radioativos: geração e armazenamento

Dimensão institucional
Quadro institucional 51 Ratificação de acordos globais 52 Existência de conselhos municipais de meio ambiente Capacidade institucional 53 Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento - P&D 54 Acesso aos serviços de telefonia 55 Acesso à Internet

Referências Apêndices
1 Matriz de relacionamento 2 Resumo gráfico

Glossário
Convenções .. ... x Dado numérico igual a zero não resultante de arredondamento; Não se aplica dado numérico; Dado numérico não disponível; Dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da informação; Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente positivo; e

0; 0,0; 0,00

-0; -0,0; -0,00 Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de um dado numérico originalmente negativo.

Apresentação
om a divulgação dos Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2010, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE dá continuidade à série iniciada em 2002, mais uma vez colocando à disposição da sociedade um conjunto de informações sobre a realidade brasileira, em suas dimensões ambiental, social, econômica e institucional. Ao apresentar, periodicamente, um panorama abrangente dos principais temas relacionados ao padrão de desenvolvimento brasileiro, esta publicação consolida o esforço de reunir, em um único volume, informações provenientes de diversas fontes, visando fornecer aos tomadores de decisão, aos estudiosos do tema e ao público em geral uma contribuição importante para a avaliação de como nossa sociedade se desenvolve sob a ótica da sustentabilidade. Os indicadores apresentados se destacam por seu caráter abrangente e sua importância maior reside na análise do cenário delineado pelo conjunto das informações e não simplesmente pelo exame individual de cada indicador, sendo esta a principal qualidade da publicação Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil. Mais uma vez, o IBGE reafirma o compromisso contido em sua missão institucional de retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania. Luiz Paulo Souto Fortes
Diretor de Geociências

C

algumas alterações foram introduzidas. Porém. ao trá- A . reafirmando. A publicação relativa a 2002 constituiu um ponto de partida. O cerne. A presente edição dá continuidade à série. Foi o caso dos indicadores relativos à desertificação e arenização.disponibilizar um sistema de informações para o acompanhamento da sustentabilidade do padrão de desenvolvimento do País. Lançou para amplo debate um trabalho pioneiro de elaboração dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável para o Brasil e provocou o intercâmbio de ideias. os objetivos inicialmente estabelecidos. os referenciais e a vinculação histórica da série permanecem os mesmos. como decorrência de mudanças na produção das informações básicas que são a matéria-prima para a produção dos indicadores. assim. periodicamente. optou-se. bem como sua estruturação e sedimentaram-se como uma contribuição aos tomadores de decisões ao apresentar. buscando alcançar especial comunicação com o público não especializado. pela supressão dos indicadores para os quais não existe atualização disponível desde a última versão publicada em 2008. Desta maneira. de forma pragmática. um panorama abrangente dos principais temas relacionados ao desenvolvimento sustentável no Brasil. As edições de 2004 e 2008 ampliaram e aprimoraram o rol de indicadores. com a atualização dos indicadores já publicados. de maneira a adequar o rol de indicadores publicados com a realidade atual da gama de estatísticas oferecidas para sua construção pelas diversas fontes consultadas.Introdução publicação Indicadores de desenvolvimento sustentável: Brasil 2010 dá continuidade à série iniciada em 2002 e mantém o objetivo geral das edições anteriores .

. optou-se por não republicá-los. ambiental e institucional. Indicadores são ferramentas constituídas por uma ou mais variáveis que. na edição de 2010. tais como indicadores de desenvolvimento..Brasil 2010 Introdução fico e criação de animais silvestres e aos gastos públicos com a proteção ao meio ambiente.. conhecida como Comissão Brundtland. são eles a existência de conselhos municipais. Um dos desafios da construção do desenvolvimento sustentável é o de criar instrumentos de mensuração. têm sido progressivamente incorporadas às agendas de numerosos países. que produziu um relatório considerado básico para a definição desta noção e dos princípios que lhe dão fundamento (WORLD. O Relatório obteve rápida e ampla repercussão internacional. Como novidade.. apoiando-se em novos paradigmas. 46). Para outros três indicadores .. todos revistos e atualizados em relação a edições anteriores. coleta seletiva do lixo e tratamento de esgoto . e desde então. as- . No entanto.. o leitor encontra 55 indicadores que em sua maior parte correspondem aos indicadores apresentados na edição de 2008. a direção dos investimentos.no momento de fechamento desta edição.destinação final do lixo.] é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades. Os princípios do desenvolvimento sustentável estão na base da Agenda 21.] desenvolvimento sustentável é um processo de transformação no qual a exploração dos recursos._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . os últimos dados disponíveis referiam-se ao ano de 2000. 1980). O termo desenvolvimento sustentável surgiu em 1980 e foi consagrado em 1987 pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento. quando disponíveis. extrapola o domínio da economia através da sua integração com as dimensões social. As ideias ali contidas foram assimiladas pelas organizações do sistema das Nações Unidas e diversas organizações internacionais. Com estas alterações. realizada no Rio de Janeiro em 1992. portanto. a orientação do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional se harmonizam e reforça o potencial presente e futuro. que nesta edição restringem-se aos conselhos municipais de meio ambiente e a vida útil das reservas minerais. dois indicadores foram modificados. Assim. a fim de atender às necessidades e aspirações futuras [. cujo escopo passou a restringir-se somente à vida útil das reservas de petróleo e gás natural.. Nesta nova ótica. p.. Também devido à falta de atualização das informações básicas para sua atualização. documento aprovado por mais de 180 países durante a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.. por muito tempo identificado ao progresso econômico. foi introduzido o indicador relativo ao desmatamento a área remanescente do Cerrado. De acordo com o Relatório Brundtland: [. Trata-se de um novo paradigma para abordar um velho desafio: o desenvolvimento.. 1988. estas informações deverão ser novamente introduzidas nas próximas atualizações dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável. (NOSSO. a noção de desenvolvimento. uma nova edição da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico encontra-se em fase de apuração. dado que as informações sobre este bioma também passaram a ser disponibilizadas.

realizado no Canadá (INDICATORS. deflagrado a partir de 1992. instituições acadêmicas. desenvolvimento sustentável e informações para a tomada de decisões.htm.Brasil 2010________________________________________ Introdução sociadas através de diversas formas. são capazes de facilitar o entendimento ao crescente público envolvido com o tema. das Nações Unidas (Commission on Sustainable Development .un. O trabalho de construção de Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do Brasil é inspirado no movimento internacional liderado pela Comissão para o Desenvolvimento Sustentável . estabelecer comparações entre países e entre regiões dentro do Brasil. disponível em: http://www. médio e longo prazos. toma feições concretas em cada país: nasce de suas peculiaridades e responde aos problemas e oportunidades de cada nação. Viabilizam o acesso integrado à informação já disponível sobre temas relevantes para o desenvolvimento. pôs em marcha um programa de trabalho composto por diversos estudos e intercâmbios de informações. revelam significados mais amplos sobre os fenômenos a que se referem. Servem para identificar variações. por sua capacidade de síntese. e indicadores integrados por informações apenas recentemente associadas ao tema do desenvolvimento. a CDS publicou o documento Indicators of sustainable development: framework and methodologies. processos e tendências. portadores de novos conteúdos. A escolha dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável reflete as situações e especificidades de cada país.Making and Participation. Indicadores de Desenvolvimento Sustentável são instrumentos essenciais para guiar a ação e subsidiar o acompanhamento e a avaliação do progresso alcançado rumo ao desenvolvimento sustentável. está consolidada como The CSD theme framework from 2001. atualmente uma aspiração de abrangência global. teriormente reduzidos em uma lista de 57 indicadores apresentada no ano de 2000 e consolidada como recomendação da CDS.CSD). organizações do sistema das Nações Unidas e especialistas de todo o mundo. Este movimento. 2002).org/esa/sustdev/natlinfo/indicators/isdms2001/table_4. ilustradores de novos desafios. apontando ao mesmo tempo para a necessidade de produção regular de estatísticas sobre os temas abordados. em 2001. Os indicadores aqui apresentados cumprem muitas funções. organizações não governamentais.. os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável congregam estatísticas e indicadores já consagrados e amplamente utilizados. comportamentos. conhecido como “Livro Azul” Este documento apresentou um conjunto de 134 indicadores. O projeto do IBGE toma como referência as recomendações de 2001.. Por tratar velhos problemas através de uma nova abordagem. assim como apontam a necessidade de geração de novas informações. Devem ser vistos como um meio para se atingir o desenvolvimento sustentável e não como um fim em si mesmos. e enfim. indicar necessidades e prioridades para a formulação. Em 1996. para concretizar as disposições dos capítulos 8 e 40 da Agenda 21 que tratam da relação entre meio ambiente. . e reportamse a fenômenos de curto. A conquista do desenvolvimento sustentável. com a divulgação das fichas metodológicas e diretrizes para sua utilização1. consagrada no International Expert Meeting on Information for Decision .CDS. Valem mais pelo que apontam do que pelo seu valor absoluto e são mais úteis quando analisados em seu conjunto do que o exame individual de cada indicador. adaptando seu conteúdo 1 A lista de 57 Indicadores de Desenvolvimento Sustentável.. monitoramento e avaliação de políticas. que reuniu ao longo da década passada governos nacionais. pos. de 2000.Indicadores de desenvolvimento sustentável .

O IBGE dispõe de numerosas informações estatísticas. acresce-se a exigência de expressar a diversidade característica do País. que possuem uma base estatística sólida.PNAD da década atual com os das anteriores deve levar em conta que a classificação das áreas urbana e rural é feita de acordo com a legislação vigente por ocasião dos Censos Demográficos. alguns cuidados adicionais devem ser levados em conta pelos analistas.Geográfico produzido pela Coordenação de Cartografia da Diretoria de Geociências do IBGE. além de gráficos. Como regra geral. são apresentados dados que expressam a evolução recente do indicador para o País como um todo. Portanto. elas contêm a definição do indicador. tanto a partir da ampla base de dados oferecida pelo IBGE aos seus usuários como pelas bases de informações das instituições parceiras. a identificação de novos parceiros na produção de informações e a construção de novas abordagens que subsidiem a conquista do desenvolvimento sustentável. na maioria dos casos a partir do ano de 1992. as capitais das Unidades da Federação e as capitais dos países. representando os principais rios. Quase a totalidade dos cartogramas que compõem a publicação utiliza como base cartográfica o Mapa da Série Brasil . especialmente no que diz respeito às questões econômica e social. O conjunto de indicadores selecionados representa uma mostra de informações disponibilizadas pelo IBGE e por outras instituições. Como padrão geral. na escala de 1: 25 000 000. a classificação vigente por ocasião do Censo Demográfico 2000 permanecerá para . É importante enfatizar que esta escolha não exclui a possibilidade de construção da mesma informação em agregações territoriais mais detalhadas para muitos dos indicadores apresentados. mapas ilustrativos e lista de indicadores relacionados. e cuja reunião está dirigida a subsidiar o debate sobre o desenvolvimento e as características da sustentabilidade em nosso País. com seleção de feições. Longe de pretender exaurir o tema.Brasil 2010 Introdução às particularidades brasileiras. também. No caso brasileiro. a concepção norteadora do trabalho é a de limitar-se a um conjunto de indicadores capazes de expressar as diferentes facetas da abordagem de sustentabilidade da forma mais concisa possível. situado em zona rural ou urbana e. a definição estabelecida por ocasião do Censo Demográfico 1991 foi mantida para as pesquisas da PNAD realizadas de 1992 a 1999 e. ainda que a legislação tenha alterado a classificação de determinadas áreas no período intercensitário. privilegiando a agregação territorial das Unidades da Federação. Entretanto. tabelas. ao desafio de construir indicadores capazes de caracterizar e subsidiar o processo de desenvolvimento sustentável em nível nacional. A comparação dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . na projeção policônica (Latitude origem 0º e Longitude origem 54ºWGr). que permitiriam a construção de muitos indicadores relevantes e ampliariam as possibilidades de avaliação do desenvolvimento sustentável. neste caso. são desagregados segundo a situação ou localização do domicílio. por sua natureza. Alguns indicadores. Os indicadores estão organizados em fichas. a descrição de sua construção e as fontes utilizadas. segundo a informação mais recente. eventuais comentários metodológicos ou auxiliares à interpretação das informações prestadas._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . deseja estimular a emergência de novas demandas. justificativa e vínculo com desenvolvimento sustentável. e sua diferenciação noTerritório Nacional.

8 1999 100. aos objetivos ligados à satisfação das necessidades humanas. das Nações Unidas. Os temas ambientais são mais recentes e não contam com uma larga tradição de produção de estatísticas.Distribuição dos domicílios particulares permanentes.3 Fonte: IBGE. A dimensão social dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável corresponde.2 1993 100. A apresentação dos indicadores segue o marco ordenador proposto pela Comissão de Desenvolvimento Sustentável.1 18.0 81. econômica e institucional. Coordenação de Trabalho e Rendimento. Por esta razão. Estas questões aparecem organizadas nos temas atmosfera. considerados fundamentais ao benefício das gerações futuras. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. visualiza-se a variação brusca ocorrida de 1999 a 2001.0 81. oceanos. de biodiversidade e saneamento.8 1997 100. O efeito dessa limitação da classificação urbana/rural da PNAD se faz sentir de forma mais evidente em alguns indicadores. O tema saneamento é um bom exemplo da interpenetração das dimensões quando se toma como paradigma o Desenvolvimento Sustentável.0 80. Consequentemente.2 18. Diretoria de Pesquisas.0 85. Isto resulta numa menor disponibilidade de informações para a construção dos indicadores requeridos para uma abordagem mais completa. que os organiza em quatro dimensões: Ambiental.2 1996 100. trabalho e rendimento. Tabela 1 .8 20. coleta e destino de lixo.0 79.0 81. Econômica e Institucional.Brasil 2010________________________________________ Introdução as pesquisas da PNAD desta década.6 14. esgotamento sanitário. sendo que as diferenças se intensificam à medida que os resultados obtidos se afastam do ano de realização do Censo Demográfico que serviu de marco para a classificação da situação do domicílio.4 18. Os indicadores incluídos nesta dimensão abrangem os temas população.0 81.8 19. os quais igualmente expressam pressões sobre os recursos naturais e envolvem questões pertinentes à política ambiental. além de terem forte influência na saúde e na qualidade de vida da população.2 14.8 2002 100. a erosão e a perda de solo. melhoria da qualidade de vida e justiça social. A dimensão ambiental dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável diz respeito ao uso dos recursos naturais e à degradação ambiental. especialmente.4 2003 100. permanecem algumas lacunas importantes entre as quais destacam-se o uso da água. decorrente da atualização da base geográfica. Na tabela a seguir.6 1995 100.0 80.4 19. as estatísticas por situação urbana e rural não captam integralmente a sua evolução. segundo a situação do domicílio .1992/2003 Brasil Situação do domicílio Total Urbana Rural Distribuição dos domicílios particulares permanentes (%) 1992 100. considerando a situação urbana/rural vigente por ocasião do Censo Demográfico 2000. água doce. cabendo seu enquadramento e análise também nas dimensões social. terra. e está relacionada aos objetivos de preservação e conservação do meio ambiente.6 2001 100. mares e áreas costeiras.0 85. Social. especialmente quando resulta em mudança de sentido na evolução ao se comparar os resultados da última pesquisa de uma década com o primeiro da década seguinte.9 1998 100.7 14. O tema saneamento foi adicionado à lista original da CDS e reúne os indicadores relacionados ao abastecimento de água.0 85.Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 18. .

A dimensão econômica dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável trata do desempenho macroeconômico e financeiro do País e dos impactos no consumo de recursos materiais. Espera-se. Não há dúvida que é possível encontrar nexos de relacionamento associando quase todos os indicadores apresentados. na produção e gerenciamento de resíduos e uso de energia. análises ou elaboração políticas que integrem os diferentes aspectos e dimensões do desenvolvimento sustentável. Esta dimensão é desdobrada nos temas Quadro Institucional e Capacidade Institucional e apresenta cinco indicadores. Os diferentes aspectos da dimensão econômica do desenvolvimento sustentável são organizados nos temas quadro econômico e padrões de produção e consumo. se restringem às relações mais diretas.Brasil 2010 Introdução saúde. segue sendo contemplada em indicadores de vários temas que. favorece uma leitura e reflexão mais sistêmicas. as questões ligadas à equidade e às condições de vida da população. derivadas apenas de uma apreciação qualitativa. assim como sugerir estudos._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . chave na busca de alternativas que conduzam ao desenvolvimento sustentável. O Resumo gráfico. . A dimensão institucional diz respeito à orientação política. apontando o sentido de sua evolução recente. Muitas já são bastante estabelecidas e têm referência em estudos específicos. educação. outra importante componente na busca de um desenvolvimento mais equânime. e procuram retratar o nível educacional. Temas como a organização da sociedade civil e sua participação na formulação e implementação de políticas ainda não foram adequadamente equacionados. Ressalte-se que é neste último tema que figura o indicador que sintetiza o investimento em ciência e novas tecnologias de processos e produtos. Os relacionamentos apontados. habitação e segurança. Deve-se mencionar que esta dimensão aborda temas de difícil conceituação e mensuração. outras são indicações de caráter teórico. constitui outro recurso que objetiva facilitar uma visão de conjunto dos indicadores. a presente publicação inclui uma matriz de relacionamentos que ilustra as ligações existentes entre os diferentes indicadores e pode ser utilizada como um guia de leitura. a exemplo das últimas edições. com a finalidade de explicitar as desigualdades. são retratadas na maioria dos cartogramas apresentados. Neste sentido. são desagregados segundo o sexo e a cor ou raça. ao final da publicação. É a dimensão que se ocupa da eficiência dos processos produtivos e com as alterações nas estruturas de consumo orientadas a uma reprodução econômica sustentável a longo prazo. a distribuição da renda. carecendo de mais estudos para o seu aprimoramento. As desigualdades regionais. na atual edição. A inovação de uma publicação como esta é a apresentação conjunta dos indicadores. possibilitando sua análise conjunta. Reúne os gráficos que melhor sintetizam cada indicador e os justapõem na mesma seqüência de sua apresentação. entretanto. A questão da equidade. com essa informação. capacidade e esforço despendido por governos e pela sociedade na implementação das mudanças requeridas para uma efetiva execução do desenvolvimento sustentável.

A. . registre-se que para a produção dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável foi fundamental a colaboração direta.CEMPRE Coordenação de Proteção da Camada de Ozônio do Ministério do Meio Ambiente Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Rio de Janeiro Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde . ou indireta.ELETRONUCLEAR Embrapa Solos do Nordeste Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária .CNEN Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .FATMA Fundação Nacional do Índio . Mata Atlântica Instituto Ambiental do Paraná .ABAL Associação Nacional para Difusão de Adubos . das seguintes instituições: Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .FIOCRUZ Fundação S.CPTEC/INPE Centro de Recursos Ambientais .FUNAI Fundação Nacional de Saúde .ABIVIDRO Banco Central do Brasil . com a disponibilização de dados.IBAMA Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN .EMBRAPA Empresa de Pesquisa Energética .FUNASA Fundação Oswaldo Cruz .O.DNPM Eletrobrás Termonuclear S.IAP Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis .CETESB (SP) Companhia Siderúrgica Nacional .FEPAM (RS) Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina .ANATEL Associação Brasileira da Indústria do PET . com o envio de informações. (BA) Empresa Tetra Pak Fundação Biodiversitas Fundação Estadual do Meio Ambiente .Brasil 2010________________________________________ Introdução Finalmente.A.EPE (RJ) Empresa de Proteção Ambiental .FEAM (MG) Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler .Indicadores de desenvolvimento sustentável .IMA .CETREL S.BACEN Centro Nacional de Epidemiologia Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Nordeste .ANDA AssociaçãoTécnica Brasileira de Indústrias Automáticas de Vidro .S.DATASUS Departamento Nacional de Produção Mineral .CPRH (PE) Agência Nacional de Telecomunicações .BRACELPA Associação Brasileira do Alumínio .IDEMA Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas .CSN Compromisso Empresarial para Reciclagem .ABEAÇO Associação Brasileira de Papel e Celulose .CEPENE Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos .ABIPET Associação Brasileira de Embalagem de Aço .CRA (BA) Centro de Sensoriamento Remoto CSR/IBAMA Comissão Nacional de Energia Nuclear .

Pecuária e Abastecimento .MAPA Ministério da Ciência e Tecnologia .MME Ministério das Relações Exteriores . ES) Secretaria de Vigilância em Saúde .MMA Ministério de Minas e Energia .UFRS World Wildlife Fund .INEP Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais .SUDERHSA Universidade Federal do Rio de Janeiro .IGAM Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais AnísioTeixeira .SECEX (Sistema Alice WEB) Secretaria da Coordenação e Planejamento do Rio Grande do Sul Secretaria de Estado de Meio Ambiente e de Recursos Hídricos .SINDAG Sistema de Meteorologia do Estado do Rio de Janeiro .IBRAM Instituto Estadual do Ambiente .MS Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres .MEC Ministério do Meio Ambiente .SEMA Secretaria Municipal de Meio Ambiente .Brasil 2010 Introdução Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal .SIMERJ Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental .WWF .SEMMAM (Vitória.SVS Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola . Indústria e Comércio Exterior .RENCTAS Secretaria de Comércio Exterior .Brasília Ambiental .IEMA (ES) Instituto Mineiro de Gestão das Águas .UFRJ Universidade Federal do Rio Grande do Sul .INPE Ministério da Agricultura.INEA (RJ) Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .MCT Ministério do Desenvolvimento.MRE Ministério da Saúde .SEAMA (ES) Secretaria Estadual do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul .MDIC Ministério da Educação ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

perfluorcarbonos (PFC . óxido nitroso (N2O). produzidas por atividades humanas. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são as quantidades líquidas estimadas dos gases responsáveis pelo efeito estufa. o inventário das emissões de gases de efeito estufa não controlados pelo Protocolo de Montreal (ver indicador Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio). Os países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. hexafluoreto de enxofre (SF6).IPCC). periodicamente.CF4 e C2F6). em 1988.Dimensão ambiental Atmosfera 1 Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa Apresenta a estimativa das emissões de origem antrópica líquidas (emissões menos remoções) dos principais gases causadores do efeito estufa. como o Brasil. por setor de atividade responsável pela emissão. monóxido de carbono (CO) e outros compostos orgânicos voláteis não metânicos (NMVOCs). óxidos de nitrogênio (NOx). e abrangeu os seguintes gases: dióxido de carbono (CO2). . A metodologia usada para o cálculo das estimativas foi baseada na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Intergovernmental Panel on Climate Change . se propõem a realizar. criada em New York. hidrofluorcarbonos (HFC). adotado em 1987. metano (CH4).

etc. Para os anos de 2000 e 2005. subida do nível do mar (alagamento de áreas costeiras). processos industriais. a expansão da fome e o aumento da mortalidade. que atualiza os dados de 1990 e 1994. além de acrescentarem à atmosfera outros gases de efeito estufa antes inexistentes (CFC. e encontram-se disponíveis na publicação Comunicação nacional inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério da Ciência eTecnologia – MCT. são chamados de gases de efeito estufa porque são capazes de reter na atmosfera. A unidade de medida utilizada é o gigagrama (1 Gg = 1 000 toneladas). 2000 e 2005. divulgada em 2004. fortes sinais de que as atividades humanas estão aumentando rapidamente a concentração de alguns dos gases de efeito estufa “naturais” (CO2. A temperatura média da Terra é de 15°C.radiação infravermelha) se dissiparia mais rapidamente da atmosfera para o espaço. Com isto. Estas mudanças trarão sérios prejuízos material (econômico) e humano. etc. etc.).gov. etc.br/index. com o deslocamento forçado de milhões de pessoas. por algum tempo. para os anos de 1990. PFC. febre amarela e dengue).Brasil 2010 Dimensão ambiental . as emissões e remoções da atmosfera oriundas dos seguintes setores de atividade: produção de energia. um fenômeno natural. a radiação de comprimento de onda longo (calor . apresenta também uma tabela de emissão e remoção de gases de efeito estufa em equivalente de CO2. Informações gerais e valores preliminares no endereço: http:// www. em peso. furacões. Com eles. e tratamento de resíduos. Sem esses gases. agropecuária. o calor irradiado pela superfície do planeta._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . parte do calor irradiado pela superfície terrestre fica “preso” na atmosfera. os dados foram obtidos no relatório Segundo Inventário Brasileiro das Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa. mudança no uso da terra e florestas. H2O.mct. As últimas décadas do Século XX tiveram as mais altas temperaturas médias do último milênio. entretanto. enchentes. havendo indícios de intensificação das variações climáticas e da ocorrência de eventos extremos (secas. SF6. Há. Justificativa Alguns dos gases presentes naturalmente na atmosfera. perdas agrícolas (aumento da fome). sem o efeito estufa seria de -15°C. enchentes. O efeito estufa é. uso de solventes e outros produtos. que causarão extinção de espécies (perda de biodiversidade).). furacões e inundações. O relatório com os dados preliminares de 2000 e 2005. de outros gases de efeito estufa. malária.Atmosfera Para cada um dos gases. . portanto. entre eles o vapor d’água. a Terra está ficando mais quente muito rapidamente.html. com intensificação de secas. Uma tonelada equivalente de CO2 é a quantidade. sendo fundamental à manutenção do clima e da vida na Terra. difusão de doenças (entre as quais cólera. em média. CH4. o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4). foram estimadas. e nosso planeta seria. 1994.php/content/view/310922.). cerca de 30°C mais frio. mantendo a temperatura em níveis ótimos para a existência da maior parte da vida no planeta. A rápida elevação das temperaturas no planeta pode levar a sérios transtornos climático e ambiental. que tem o mesmo impacto de aquecimento da atmosfera que uma tonelada de CO2.

embora no total as emissões associadas à “mudança no uso da terra e florestas” continuem prevalecendo amplamente (mais de 50%). O CH4 tem potencial mais de 20 vezes superior ao do CO2 na intensificação do efeito estufa. o potencial de elevação da temperatura na atmosfera varia bastante. existe. Comparado ao período 1990-1994. englobadas na atividade “mudança no uso da terra e florestas” Esta atividade responde por mais de 75% das emissões brasileiras de . No Brasil. Apesar da gravidade das consequências que a elevação da temperatura da Terra pode acarretar. Para permitir comparações entre a participação de diferentes gases e dos vários setores da atividade humana na intensificação do efeito estufa. não há consenso entre os países do mundo sobre como dividir o ônus da redução na emissão de gases de efeito estufa entre países desenvolvidos (ricos). perdas de matéria orgânica do solo. não ratificaram o . sendo a responsável por colocar o Brasil entre os dez maiores emissores de gases de efeito estufa para a atmosfera. (Tabela 2 e Gráfico 3). em termos históricos. atualmente. uma grande preocupação mundial com o monitoramento dos gases de efeito estufa e a quantificação de sua emissão para a atmosfera. maiores emissores de gases de efeito estufa. com destaque para o desmatamento na Amazônia e as queimadas no cerrado. petróleo e gás natural) para geração de energia. Nesse sentido. Comentários A maior parte dos especialistas considera a elevação dos teores de CO2 na atmosfera como a grande responsável pela intensificação do efeito estufa ou. especialmente das florestas. o período 2000-2005 apresentou um crescimento mais lento da emissão de gases de efeito estufa no Brasil. Além da geração de energia e do desmatamento. pelo menos. para atender às peculiaridades do País. Por conta disso. e o N2O mais de 300 vezes. principalmente à queima de combustíveis fósseis (carvão. os Estados Unidos. a principal fonte de emissão de CO2 é a destruição da vegetação natural. emissão de metano em cultivos de arroz inundado) e tratamento de resíduos (emissões de metano e N2O). usa-se o CO2 equivalente. Com uma matriz energética com forte participação de geração hidráulica (hidrelétricas) e com uso de biomassa (lenha. o setor de produção de energia no Brasil contribui pouco para as emissões de gases de efeito estufa do País . Entre os gases de efeito estufa. biocombustíveis). e secundariamente à destruição da vegetação natural. outras atividades humanas também são importantes na emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera: processos industriais. com o HFC-23 sendo mais de 10 000 vezes mais potente que o CO2. e não à sua capacidade absoluta de reter calor na atmosfera. CO2. Desde o início da Revolução Industrial (meados do Século XVIII) até os dias de hoje. agricultura (uso de fertilizantes nitrogenados e de calcário. emergentes e pobres.o oposto do que ocorre no resto do mundo. os teores de CO2 na atmosfera aumentaram de 280 ppm (partes por milhão) para 370 ppm. O caráter mais crítico do CO2 neste processo deve-se às quantidades envolvidas deste gás.Atmosfera Por tudo isto.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . por disparar este processo. especialmente nos países mais industrializados. Esta elevação é atribuída. o IPCC desenvolveu uma metodologia de estimativa destas emissões com base em fatores de emissão. houve necessidade de adequações na metodologia. No caso do Brasil.

Uso de fertilizantes 06 . Inventário brasileiro das emissões e remoções antrópicas de gases de efeito estufa.gov.gov. por setor de emissão Brasil .br/upd_blob/0207/207624.Consumo de energia per capita 45 . Disponível em: <http://www.Ratificação de acordos globais 53 . 2004.Terras em uso agrossilvipastoril 07 .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento .Intensidade energética 46 . Disponível em: <http://www.Desflorestamento na Amazônia Legal 09 .1990/2005 Gg 1 600 000 1 400 000 1 200 000 1 000 000 800 000 600 000 400 000 200 000 0 1990 Mudança no uso da terra e florestas 1994 Energia 2000 2005 Processos industriais Fontes: Brasil.Estimativas das emissões de origem antrópica de gás carbônico (CO²).mct.pdf>._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio 04 . Acesso em: maio 2010. DF. Ministério da Ciência e Tecnologia. Em nova conferência internacional sobre mudanças climáticas. estabelecido em 1997.mct. Acesso em: maio 2010. sobre como repartir os ônus do controle destas emissões.Queimadas e incêndios florestais 08 .Atmosfera Protocolo de Kioto.Rejeitos radioativos: geração e armazenamento 51 . Brasília.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 44 .Brasil 2010 Dimensão ambiental .P&D Gráfico 1 .Reciclagem 50 . o desacordo entre Estados Unidos e China. os dois maiores emissores de gases de efeito estufa. realizada em 2009 na cidade de Copenhagen (15a Conferência das Partes da ConvençãoQuadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima – COP 15). impediu a assinatura de compromissos globais para o controle das emissões destes gases.População residente em áreas costeiras 15 .pdf>. que propõe a redução compulsória das emissões de gases de efeito estufa para os países industrializados e incentivos a esta redução para países emergentes e pobres. Brasília.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 49 .Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 . 2009.br/upd_blob/0005/5586. Comunicação nacional inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.Taxa de crescimento da população 33 .Área remanescente e desmatamento no Cerrado 14 .Espécies extintas e ameaçadas de extinção 21 . Indicadores relacionados 02 . Coordenação Geral de Mudanças Globais do Clima. . Informações gerais e valores preliminares. DF.

6 2. Brasília.mct.gov. Inventário brasileiro das emissões e remoções antrópicas de gases de efeito estufa. Coordenação Geral de Mudanças Globais do Clima.1990/2005 1990 CH4 1994 CH4 2000 CH4 2005 CH4 1990 NOX 1994 NOX 1990 CO 1994 1990 1994 1990 CO NMVOC NMVOC N2O 1994 N2O 2000 N2O 2005 N2O Gg 2.gov. 2009.br/upd_blob/0207/207624.6 1.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Acesso em: maio 2010. Comunicação nacional inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.6 0.1 0.Atmosfera Gg 35 000 30 000 25 000 20 000 15 000 10 000 5 000 Gráfico 2 .gov. DF.1990/2005 2005 2000 1994 1990 0 500 000 1 000 000 1 500 000 2 000 000 2 500 000 Mudança no uso da Energia Processos industriais Agricultura Tratamento de resíduos terra e florestas Fonte: Brasil.pdf>. DF. Acesso em: maio 2010.Estimativas das emissões líquidas de gases de efeito estufa de origem antrópica. . Brasília. Disponível em: <http://www. 2009. Informações gerais e valores preliminares. Disponível em: <http://www.Estimativas das emissões de gases de efeito estufa de origem antrópica.pdf>. Coordenação Geral de Mudanças Globais do Clima. Nota: 1 Gg de CO2 equivalente = quantidade em massa de qualquer gás de efeito estufa com impacto com aquecimento da atmosfera equivalente a 1 Gg de CO2. Gráfico 3 . Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Ciência e Tecnologia.1 1.Indicadores de desenvolvimento sustentável . por setor de atividade (Gg CO2 eq) Brasil . Acesso em: maio 2010. Disponível em: <http://www. por tipo de gás e setores de emissão Brasil . DF. 2004.br/upd_blob/0005/5586.1 0 1990 HFC-23 1990 HFC-134a 1994 HFC-134a 2000 HFC-134a 2005 HFC-134a 1994 HFC-23 1990 CF4 1994 CF4 2000 CF4 2005 CF4 1990 C2F6 1994 C2F6 2000 C2F6 2005 C2F6 1990 SF6 1994 SF6 2000 SF6 2005 SF6 Mudança no uso da terra e florestas Uso de solventes e outros produtos Energia Agropecuária Processos Industriais Tratamento de resíduos Fontes: Brasil.mct.br/upd_blob/0207/207624.pdf>. Informações gerais e valores preliminares. Inventário brasileiro das emissões e remoções antrópicas de gases de efeito estufa.mct. Brasília.

157 - 0.103 1990 Uso de solventes e outros produtos 1994 2000 2005 - - - - - - 1990 Agropecuária 1994 2000 2005 - 9 651 10 337 10 894 13 158 450 505 540 660 - - - 1990 Mudança no uso da terra e florestas 1994 2000 2005 709 073 747 785 1 183 081 1 202 134 1 615 1 805 2 762 2 843 11 12 19 19 - - - 1990 Tratamento de resíduos 1994 2000 2005 - 1 146 1 333 1 739 2 113 12 12 14 15 - - - .531 0.120 0.168 0.157 HFC-134a 0.487 2.297 0.125 0._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .309 0.487 2.103 Estimativas das emissões líquidas de gases de efeito estufa de origem antrópica (Gg = 1 000t) Tipo de gás 1990 Energia 1994 2000 2005 203 217 245 672 316 451 346 990 425 379 416 546 9 9 9 11 - - - 1990 Processos industriais 1994 2000 2005 19 456 19 038 26 235 25 438 3 3 4 4 10 16 20 23 0. segundo os setores de emissão Brasil .Brasil 2010 Dimensão ambiental . por tipo de gás.297 0.531 CF4 0.125 0.Atmosfera Tabela 1 .168 0.120 0.309 0.Estimativas das emissões líquidas de gases de efeito estufa de origem antrópica.1990/2005 (continua) Gases Setores de emissão Ano CO2 1990 Total 1994 2000 2005 931 746 1 012 496 1 525 767 1 574 562 CH4 12 840 13 857 15 815 18 664 N2O 492 554 601 729 HFC-23 0.

DF. Brasília.008 SF6 0. Comunicação nacional inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Acesso em: maio 2010.017 0. undo Inventário brasileiro da antrópicas de gases de efeito estufa.pdf>.022 8 11 - 367 510 - 347 358 - 1990 Uso de solventes e outros produtos 1994 2000 2005 - - - - 357 521 - 1990 Agropecuária 1994 2000 2005 - - 219 239 - 2 542 2 787 - - 1990 Mudança no uso da terra e florestas 1994 2000 2005 - - 401 449 - 14 132 15 797 - - 1990 Tratamento de resíduos 1994 2000 2005 - - - - - Fontes: Brasil.gov. DF. segundo os setores de emissão Brasil . onível em: <www.018 0. 2010 . Disponível nacional inicial do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.br/upd_blob/0005/5586.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Inventário brasileiro das emissões e remoções nível em: <htt ://www. Comunicação Fontes: Brasil.008 0.018 0. ov. Disponível em: emissões e remo ões antró icas de ões <http://www. Ministério da Ciência Tecnologia.mct. Ministério da Ciência ee Tecnologia.Estimativas das emissões líquidas de gases de efeito estufa de origem antrópica. Dispoem: <http://www. Coordenação Geral de Mudanças Globais do Clima.013 0.br/upd_blob/0207/207624.022 NOX 2 076 2 300 CO 30 921 31 360 NMVOC 2 595 2 474 - 1990 Energia 1994 2000 2005 - - 1 448 1 601 - 13 880 12 266 - 1 892 1 596 - 1990 Processos industriais 1994 2000 2005 0.013 0.pdf>. Brasília.017 0.026 0.mct. 2004.mct.br/index. 2009. Acesso em: maio 2010. Informações gerais e valores preliminares.Indicadores de desenvolvimento sustentável . h an.027 0.mct. 2004. por tipo de gás.Atmosfera Tabela 1 .1990/2005 (conclusão) Gases Setores de emissão Estimativas das emissões líquidas de gases de efeito estufa de origem antrópica (Gg = 1 000t) Tipo de gás Ano C2F6 1990 Total 1994 2000 2005 0. Coordenação Geral de Mudanças Globais do Clima.gov.026 0. Brasília.017 0. DF.027 0.017 0.

br/upd_blob/0207/207624.gov. DF. Ministério da Ciência e Tecnologia. Inventário brasileiro das emissões e remoções antrópicas de gases de efeito estufa. Coordenação Geral de Mudanças Globais do Clima. Brasília. Nota: 1 Gg de CO2 equivalente = quantidade em massa de qualquer gás de efeito estufa com impacto com aquecimento da atmosfera equivalente a 1 Gg de CO2.Estimativas das emissões líquidas de gases de efeito estufa de origem antrópica.1990/2005 Setor 1990 Total Energia Processos industriais Agricultura Mudança no uso da terra e florestas Tratamento de resíduos Estimativas das emissões líquidas de gases de efeito estufa de origem antrópica (Gg CO 2 eq) (1) 1994 1 479 994 256 389 28 776 373 491 789 534 31 804 2000 2 046 605 328 089 34 657 396 171 1 246 968 40 720 2005 2 196 908 362 032 37 097 480 945 1 267 889 48 945 1 357 770 214 922 26 686 342 073 746 429 27 661 Fonte: Brasil. 2009._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .pdf>. Disponível em: <http://www. .Brasil 2010 Dimensão ambiental . Informações gerais e valores preliminares.Atmosfera Tabela 2 . (1) Emissões brutas menos remoções.mct. Acesso em: maio 2010. segundo os setores de atividade Brasil .

Atmosfera 2 Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio Expressa o consumo industrial anual de substâncias destruidoras da camada de ozônio (SDO). estão a produção de agentes de processo. o uso permitido para o Brometo de Metila é apenas para tratamentos quarentenários e de pré-embarque pois o consumo para uso agrícola está proibido. Com menor participação no consumo de SDO. O potencial de destruição da camada de O3 de cada substância é calculado a partir de modelos matemáticos que levam em conta vários fatores. entre outros). que coordena as ações para a proteção da camada de ozônio no Brasil.HCFCs. por mais de 2/3 do consumo total. além dos efeitos citados anteriormente. pela Coordenação de Proteção da Camada de Ozônio. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são as quantidades das substâncias destruidoras da camada de ozônio (O3). catarata e diminuição da resistência imunológica. Usa-se como referência o fator de conversão 1 para o CFC-11 e o CFC-12 (1t PDO = 1t de CFC-11 ou de CFC-12).IBAMA e disponibilizadas pelo Ministério do Meio Ambiente . A partir de janeiro de 2007. .CTC. pois absorve a maior parte da radiação ultravioleta B (UV-B) que chega ao planeta. Os setores industriais que tradicionalmente mais consomem SDO são a produção de espumas e a refrigeração. em conjunto. C e E do Protocolo de Montreal. constantes nos anexos do Protocolo de Montreal (1987). a radiação UV-B pode causar. brometo de metila. A unidade de medida utilizada é a tonelada de potencial de destruição do ozônio (PDO). B. Para o Protocolo de Montreal. discriminadas segundo os tipos de compostos químicos atuantes (clorofluorcabonos . Justificativa A camada de O3 é fundamental à manutenção da vida na Terra. O consumo envolve a produção nacional. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis . a morte dos organismos. de aerossóis. podendo causar mutações. e o efeito da luz ultravioleta e de outras radiações nas moléculas. e portanto. HALONs. a quantidade de átomos com capacidade para destruir o ozônio por molécula. tais como: a estabilidade do produto. o ritmo de difusão na atmosfera.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Para o homem. degradação dos ecossistemas oceânicos (destruição do fitoplâncton) alteração dos processos de fotossíntese e redução dos estoques pesqueiros. tetracloreto de carbono . não são acrescentados no somatório total. ácido tricloroacético -TCA. hidroclorofluorocarbonos . descritas nos Anexos A. cânceres e.MMA.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .CFCs. em doses mais altas. redução das colheitas. estes usos não são considerados consumo. acrescida das importações e deduzida das exportações das substâncias em questão. respondendo. Os raios UV-B são altamente nocivos aos seres vivos. também. de solventes e de extintores de incêndio.

não corrosivos. sem cloro. e pela intensificação do EE. considerado o principal “responsável” pelo aquecimento global. que por seu baixo potencial de dano à camada de O3 vêm sendo usados como substitutos dos CFCs. por mais de 85% do consumo industrial de SDO no País. este indicador. Até o momento. Em setembro de 2007. Nos compostos substitutos ideais. riscos futuros à saúde e à qualidade de vida humana. os HFCs . as metas estabelecidas para o País no Protocolo de Montreal. cujo consumo vem aumentando com o tempo. ao acompanhar a evolução do consumo das substâncias destruidoras da camada de O3. Os HCFCs são utilizados nos setores de refrigeração e ar condicionado. uma forte redução no consumo de HALONs. Desde a entrada em vigor do Protocolo de Montreal. Comentários O Protocolo de Montreal propõe a redução do consumo de substâncias destruidoras da camada de O3 de origem “artificial” (criadas pelo homem). o uso crescente dos HCFCs minimiza a destruição da camada de O3. de amplo uso industrial. são extremamente potentes na indução do aquecimento da Terra. há um crescimento do consumo dos compostos alternativos menos danosos (HCFCs e outros) à esta camada. Entre as SDO as principais eram os CFCs. Por conta disto._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . inofensivos aos seres vivos. Os HCFCs (e seus subprodutos. estáveis. Alguns destes compostos têm potencial mais de 10 000 vezes maior que o CO2. especialmente do HCFC-22 e do HCFC-141 B. não inflamáveis. o chamado efeito estufa (EE). solventes e extinção de incêndio. até sua eliminação ou sua substituição por compostos não danosos à referida camada. também. espuma. respondendo.Atmosfera Portanto. apresentando fatores de conversão para PDO muito baixos. superando. o fator de conversão será igual a zero. CFCs e brometo de metila. são substitutos usuais dos CFCs. houve um aumento no consumo de SDO no Brasil nos anos de 2007 e 2008.hidrofluorcarbonos). as Partes do Protocolo de Montreal decidiram antecipar os prazos de eliminação da produção e consumo dos HCFCs. A partir de 2006. e de baixo custo. inclusive. além do potencial de destruição da camada de ozônio. Os HCFCs. O crescimento. mas agrava o aquecimento do planeta. em 2008. Assim. Entre os compostos mais promissores para substituir os CFCs estão alguns compostos fluorados e hidrocarbonetos. A eliminação do consumo das substâncias destruidoras da camada de ozônio e sua substituição por outras não agressivas ao meio ambiente poderá conduzir à reconstituição da camada de ozônio.Brasil 2010 Dimensão ambiental . ao mesmo tempo. se acentuou bastante a partir de 2007. não foram encontrados compostos substitutos dos CFCs completamente inócuos à camada de O3 e que sejam. após vários anos de declínio. considerando que essas substâncias. CTC. possuem alto potencial . especialmente a partir do final dos anos de 1990. Paralelamente a esta redução. tem havido avanços nas metas acordadas entre os países signatários. não há soluções fáceis. compostos com maior potencial de dano à camada de O3. os HCFCs se tornaram as principais SDO em uso no Brasil. O Brasil vem reduzindo aceleradamente o consumo de substâncias destruidoras da camada de O3. sem cheiro. Como se pode ver. Observa-se. com valor mínimo em 2006. avalia.

embora os resultados experimentais ainda não sejam totalmente conclusivos. Um terço das emissões anuais desse gás é produzido a partir do uso de fertilizantes na agricultura. havendo uma expectativa que esta situação se mantenha durante todo o Século XXI. Finalizando. mas. O óxido nitroso também é um gás de efeito estufa. melhorar o estado de degradação da camada de ozônio e reduzir a pressão sobre o sistema climático. Atualmente. ou pelo menos se estabilizando. Estes resultados mostram a efetividade da cooperação internacional na resolução dos problemas ambientais do planeta.Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . a camada de O3 esteja completamente recuperada. Por conta disto. usuários destas substâncias. o óxido nitroso. o óxido nitroso está presente no ciclo do nitrogênio na natureza.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . boa parte dos cientistas acredita que o chamado buraco na camada de O3 esteja se reduzindo. é interessante destacar que as gravíssimas consequências associadas à destruição da camada de O3 levaram a comunidade internacional ao consenso e à mobilização sobre a necessidade de ações imediatas para deter este processo. Quanto aos setores da economia.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 04 – Uso de Fertilizantes 06 – Terras em Uso Agrossilvipastoril 51 . tem sido considerado pelos cientistas a mais importante substância destruidora da camada de ozônio. O controle e a redução da emissão do óxido nitroso poderá. O consumo de SDO vem sendo reduzido não apenas no Brasil. Indicadores relacionados 01 .Ratificação de acordos globais 53 . em 2008. o IBAMA. porém. de forma geral. que são substâncias criadas pelo homem. por volta do final do Século XXI. adotou a Instrução Normativa nº 207 que estabelece limites para as importações anuais de HCFCs. a emissão do óxido nitroso não é regulada pelo Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio. do esterco de gado e de certos processos industriais. ao mesmo tempo. Diferentemente dos CFCs e de outros gases degradadores da camada de ozônio. do tratamento de esgoto. sendo esperado que.P&D . da utilização de combustíveis fósseis. Por conta disto. Atento a essa decisão.Atmosfera de aquecimento global.Indicadores de desenvolvimento sustentável . em todo o mundo. poderoso agente do efeito estufa. em todos eles têm havido redução no consumo de SDO. com intensidades diferentes.

Fatores de conversão para tonelada PDO. segundo as substâncias destruidoras da camada de ozônio Substância destruidoras da camada de ozônio Fatores de conversão para tonelada PDO 10.110 0. CTC. HALON._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Tabela 3 .600 HALON-1301 HALON-1211 CT C CFC-11 CFC-12 CFC-114 CFC-211 CFC-113 CFC-115 Brometo de metila HCFC-141B TCA HCFC-225 HCFC-142B HCFC-22 HCFC-21 HCFC-124 HCFC-123 Fonte: Brasil. HCFC.055 0.065 0.040 0.Brasil 2010 Dimensão ambiental .100 0.000 1.Brasil .Consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio .600 0. Coordenação de Proteção da Camada de Ozônio.070 0. (1) TCA. Ministério do Meio Ambiente.000 1.1992-2008 Toneladas PDO 12 000 10 000 8 000 6 000 4 000 2 000 0 2007 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2008 Fatores de conversão para tonelada PDO 0.800 0.000 0. Coordenação de Proteção da Camada de Ozônio. Nota: Tonelada PDO = tonelada de Potencial de Destruição da Camada de Ozônio (1t PDO = 1t de CFC-11 ou CFC-12).Atmosfera Gráfico 4 .100 1. Brometo de Metila e outros.020 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 CFC Outras substâncias (1) Fonte: Brasil. 2001 Substância destruidoras da camada de ozônio . Nota: Tonelada PDO = tonelada de potencial de destruição da camada de ozônio (1t PDO = 1t de CFC-11 ou CFC-12).000 1.000 3.000 1. Ministério do Meio Ambiente.022 0.

Indicadores de desenvolvimento sustentável .123 HCFC . Para o Protocolo de Montreal.142B HCFC .141B HCFC .115 CFC . o uso permitido para o Brometo de Metila é apenas para tratamentos quarentenários e de pré-embarque.21 HCFC .1211 HALON .123 HCFC . Coordenação de Proteção da Camada de Ozônio.65 427 0. Os números negativos representam exportação ou destruição de estoques remanescentes. Ministério do Meio Ambiente. (1) Observação: A partir de janeiro de 2007.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . segundo o tipo de substância .211 TCA HALON HALON .225 Brometo de Metila (1) Outros 7 413 6 230 2 749 3 450 12 19 5 2 3 163 757 350 1 1 405 258 - Consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio (toneladas PDO) 2002 3 976 3 000 67 2 895 8 30 20 20 716 405 1 1 309 239 1 2003 4 515 3 224 (-) 57 3250 12 19 1 1. .142B HCFC . Notas: 1.06 260 2006 1 431 478 35 418 0 24 0 0 2 0 2 0 874 427 0 0 447 0 0 77 2007 1 914 318 108 171 0 39 0 0 0 2 2 0 50 1 544 831 1 14 697 2 0.01 100 2008 2 089 290 77 153 0 60 o 0 0 0 0 0 (-) 11 1 810 0 1183 0 7 619 1 0.141B HCFC .12 CFC .Consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio.114 CFC .11 CFC .11 CFC .07 131 - Fonte: Brasil.13 250 2004 3 214 1 870 43 1822 5 9 9 222 858 429 0.25 353 0.22 HCFC .211 TCA HALON HALON .02 3 3 0 846 433 413 0.1211 HALON . pois o consumo para uso agrícola está proibido.21 HCFC . 2.1992-2008 Tipo de substância 1992 Total CFC CFC .Atmosfera Tabela 4 .49 1.113 CFC .1301 CT C HCFC HCFC .22 HCFC .225 Brometo de Metila (1) Outros 11 198 9 360 3 472 5 617 256 10 5 750 62 12 50 223 223 803 - Consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio (toneladas PDO) 1993 11 654 9 818 3 633 5 999 170 11 5 764 36 6 30 235 235 801 1994 11 852 10 751 4 169 6 405 161 11 5 623 20 20 186 186 272 1995 12 114 10 880 4 631 6 125 94 20 10 297 20 20 250 250 667 1996 12 176 10 872 4 587 6 190 60 25 10 144 22 2 20 297 297 841 1997 12 031 9 812 4 056 5 715 22 9 10 85 22 2 20 958 397 316 81 757 1998 11 292 9 5 46 3 591 5 901 37 13 1 3 15 15 656 484 336 1 2 144 1 588 3 1999 13 279 11 618 3 519 8 052 33 9 5 97 10 10 662 469 326 5 2 136 420 3 2000 11 099 9 278 3 561 5 668 29 17 3 767 623 373 1 249 431 - Tipo de substância 2001 Total CFC CFC .86 0.20 274 766 410 1.1301 CT C HCFC HCFC .13 255 2005 2 072 963 (-) 16 978 1.113 CFC .12 CFC .01 0.Brasil . estes usos não são considerados consumo e portanto não são acrescentados na somatória total.124 HCFC .124 HCFC . Tonelada PDO = tonelada de Potencial de Destruição da Camada de Ozônio (1t PDO = 1t de CFC-11 ou CFC-12).115 CFC .114 CFC .

aos materiais e ao meio ambiente em geral.Padrões nacionais primários de qualidade do ar para concentrações diárias e médias anuais Partículas totais em suspensão (PTS) Partículas inaláveis (PM10) Dióxido de enxofre (SO2) Dióxido de nitrogênio (NO2) Monóxido de carbono (CO) (1) Poluente Ozônio (O3) (1) Tempo de amostragem / Médias utilizadas Padrão primário µg/m3 24 h (2) MGA 24 h (3) MAA 24 h (3) MAA 1h (3) MAA 8h 1h 240 80 150 50 365 80 320 100 10 000 160 Fonte: Conselho Nacional de Meio Ambiente (Brasil). DF 22 ago. e monóxido de carbono (CO).Brasil 2010 Dimensão ambiental . de 28 de junho de 1990. Brasília. constituindo-se em metas de controle da qualidade do ar de curto e médio prazos. partículas inaláveis (PM10)._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Foram selecionados para apresentação os seguintes poluentes: partículas totais em suspensão – (PTS). no período de um ano.CONAMA em um determinado local. conforme o Quadro 1. portanto. concentram os problemas de poluição do ar. ultrapassadas. Quadro 1 .mma. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. aqueles usualmente mensurados pelos órgãos ambientais. Padrões primários de qualidade do ar são as concentrações de poluentes que. São valores de referência definidos pela legislação pertinente que levam em consideração as emissões. poderão afetar a saúde. Dispõe que são padrões de qualidade do ar as concentrações de poluentes atmosféricos que. (1)Não são calculadas médias anuais (2) Média geométrica anual (3) Média aritmética anual. São apresentados os dados relativos a algumas regiões metropolitanas que. Os poluentes escolhidos são os que mais afetam a saúde da população. Acesso em: maio 2010. . Disponível em: <http://www. . dióxido de nitrogênio (NO2). ozônio (O3). a segurança e o bem-estar da população. medidos em micrograma por metro cúbico (µg/m³). 1990. sendo. as concentrações média e máxima permitidas.html>.Atmosfera 3 Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas Expressa a qualidade do ar e fornece uma medida da exposição da população à poluição atmosférica nas áreas urbanas. podem afetar direta e imediatamente a saúde da população. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são as concentrações média e máxima observadas de poluentes e o número de violações dos padrões primários do Conselho Nacional do Meio Ambiente . por constituírem as maiores aglomerações urbanas do País. bem como ocasionar danos à flora e à fauna. gov. Resolução nº 003. as condições e os limites de saturação de cada poluente atmosférico. dióxido de enxofre (SO2).br/port/conama/res/res90/res0390. Podem ser entendidos como níveis máximos toleráveis de concentração de poluentes atmosféricos. ultrapassadas.

Recife: Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – CPRH. a concentração média geral por cidade apresentada para o PTS é a média aritmética de médias geométricas.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .FEPAM.Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar . o valor médio de cada estação de medição é a média geométrica anual. controle e gestão da qualidade do ar. as médias anuais mostram o estado comum. evidenciando o que podemos chamar de “poluição crônica” Por conta disto. tais como: clima. Curitiba: Instituto Ambiental do Paraná . condições de emissão. Rio de Janeiro: Instituto Estadual do Ambiente .RAMQAr/IEMA e SEMMAM. geografia. como a asma e a insuficiência respiratória. Salvador (Camaçari): Empresa de Proteção Ambiental . Porto Alegre: Ar do Sul. A concentração de poluentes no ar é o resultado das emissões provenientes de fontes estacionárias (indústrias. enquanto os valores máximos anuais destacam eventos e momentos críticos de poluição (“poluição aguda”).INEA. O monitoramento do ar nas áreas urbanas fornece informações sistemáticas sobre a qualidade do ambiente.CETESB. tais como a melhoria dos transportes públicos e a introdução de tecnologias menos poluentes. normal da atmosfera. enquanto para o PM10. frequentemente as concentrações máximas dos diferentes poluentes são observadas em diferentes estações de monitoramento. Justificativa A poluição do ar nos grandes centros urbanos é um dos grandes problemas ambientais da atualidade. Assim. o SO2 e o NO2 é a média aritmética de médias aritméticas. com implicações graves na saúde da população. Sob este aspecto. enquanto para os outros poluentes (PM10. trações médias anuais são bem menores que aqueles para os valores diários. Secretarias Municipais de Meio Ambiente e instituições privadas. subsidiando ações de fiscalização.) e móveis (veículos automotores) conjugadas a outros fatores. para cada ano. especialmente em crianças. e dispersão local dos poluentes. São Paulo: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . . Para o PTS. e Vitória: Rede Automática de Monitoramento de Qualidade do Ar da Região da Grande Vitória . Assim.Atmosfera A máxima concentração anual observada de cada poluente corresponde ao maior dos valores máximos para este poluente obtido entre as estações de monitoramento presentes em cada região metropolitana. Do mesmo modo. distribuição e tipologia das fontes. uso do solo. assim discriminados: Belo Horizonte: Fundação Estadual do Meio Ambiente .Indicadores de desenvolvimento sustentável .CETREL. os valores críticos do padrão CONAMA para as concen. incineradores.FEAM.IAP. a concentração máxima anual observada não necessariamente virá sempre de uma mesma estação de monitoramento. idosos e nos portadores de doenças do aparelho respiratório. As concentrações médias de poluentes apresentadas foram calculadas como a média aritmética dos valores médios anuais obtidos nas estações de medição presentes em cada cidade ou região metropolitana. SO2 e NO2) é a média aritmética anual. para um dado poluente. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelos Órgãos Estaduais. etc. Distrito Federal: Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental – IBRAM.

o O3 (produzido fotoquimicamente pela ação da radiação solar sobre os óxidos de nitrogênio e os compostos orgânicos voláteis liberados na combustão da gasolina. Para a análise das tabelas de dados. consequentemente. As concentrações máximas de CO nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte. os elevados valores de PTS refletem. Apesar disto. provocando irritação das mucosas e das vias respiratórias. as condições climáticas locais e a ocorrência de queimadas no entorno de Brasília durante a estação seca. por reações fotoquímicas entre óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis. Entre eles. O aumento da frota de veículos automotores nas grandes cidades brasileiras dificulta o controle das concentrações do O3. de programas como o Programa Nacional de Controle de Qualidade do Ar PRONAR e o Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores . O CO é um composto altamente tóxico. os valores de concentração anual média de PTS e PM10 são ainda muito elevados para algumas cidades e regiões metropolitanas (Curitiba. para a corrente sanguínea.PROCONVE. das mudanças tecnológicas nos motores e da melhoria na qualidade dos combustíveis. as concentrações anuais médias de PTS e PM10 em algumas regiões metropolitanas estão acima do padrão primário do CONAMA. A mais evidente exceção à tendência de queda nas concentrações máximas é mostrada pelo ozônio. enquanto o O3 é um forte oxidante. sendo gerado. Porto Alegre e São Paulo foram originalmente fornecidas em ppm . é importante observar que o monitoramento da qualidade do ar em cada região metropolitana é diferenciado. a comparação entre os valores apresentados pelas diferentes cidades deve ser feita com cuidado.Atmosfera Comentários O controle da poluição do ar é realizado através do monitoramento dos poluentes mais relevantes. provoca e agrava doenças respiratórias. diesel e outros combustíveis). estão o NO2 e o SO2 (resultantes da queima de combustíveis fósseis). tanto pelas metodologias usadas. a maioria dos poluentes apresenta tendência estacionária ou de declínio das concentrações máxima e média observadas com o tempo. o CO. levando-se em consideração estas ressalvas. provavelmente. especialmente aquele mais fino (PM10). além de servir como agente transportador de gases tóxicos (adsorvidos à superfície das partículas) para o pulmão e. Desta forma. provavelmente reflexo do controle das emissões veiculares. Para a maior parte das regiões metropolitanas. O NO2 e o SO2 são gases causadores de chuva ácida. Este poluente é de difícil controle. No caso do Distrito Federal. equipamentos e número de estações quanto pelas condições geográficas e meteorológicas locais. Distrito Federal e Vitória). o PM10 e o PTS (poluentes que resultam da queima incompleta de combustíveis em veículos e fontes estacionárias). na baixa atmosfera. Este resultado decorre. O declínio de concentrações é mais acentuado e evidente para os particulados (PTS e PM10). voltados à redução das concentrações de poluentes na atmosfera nos grandes centros urbanos. O material particulado._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Ao contrário do observado para SO2 e NO2. ao menos em parte. ambos oriundos da queima de combustíveis fósseis.Brasil 2010 Dimensão ambiental .

Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar FEPAM).P&D Gráfico 5 . Recife e Vitória . Recife (Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos .RAMQAr / Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .FEAM).Máxima concentração anual observada de alguns poluentes nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte. Rio de Janeiro.A.Atmosfera (partes por milhão).População residente em áreas costeiras 40 .0133 x 105 Pa). São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental-CETESB).Participação de fontes renováveis na oferta de energia 51 . A conversão de ppm para µg/m³ foi feita aplicando-se a seguinte equação: C [mg / m3] = onde: C[µg/m³] C[ppm] M[g/mol] T[K] P[Pa] C[ppm] x P [Pa] x M [g / mol] 8.Ratificação de acordos globais 53 .IAP).Produto Interno Bruto per capita 44 .RMS (Empresa de Proteção Ambiental .CETREL S.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .SEMMAM).INEA). Concentração em ppm. Curitiba.CPRH). Porto Alegre. Distrito Federal (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental – IBRAM).Indicadores de desenvolvimento sustentável .Intensidade energética 46 .Consumo de energia per capita 45 . .Queimadas e incêndios florestais 14 . Porto Alegre (Ar do Sul . (1) A concentração de CO é muito maior que a dos outros poluentes. Temperatura da amostra de ar em Kelvin (T = 298 K ).IEMA e Secretaria Municipal de Meio Ambiente . Valor da massa molecular da substância (MCO = 28 g/mol).1995-2008 μg/m³ 4 000 μg/m³ 80 000 3 000 55 000 2 000 30 000 1 000 5 000 0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 PTS PM10 SO2 NO2 Ozônio -20 000 CO (1) (2) Fontes: Belo Horizonte (Fundação Estadual do Meio Ambiente . esta tem como referência o eixo da direita. Curitiba (Instituto Ambiental do Paraná .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . e Pressão em Pascal (P = 1 atm = 1. Por conta disto. Região Metropolitana de Salvador . São Paulo. Indicadores relacionados 07 .1314 x T [K] Concentração em µg/m³. Distrito Federal. (2) Para os dados de CO não foram considerados os dados de Camaçari (Região Metropolitana de Salvador). Salvador. Vitória (Rede Automática de Monitoramento de Qualidade do Ar da Região da Grande Vitória .).

Atmosfera Gráfico 6 .SEMMAM). mesmo que a conversão para μg/m³ tenha produzido um valor (10.61 ppm) não ultrapassou o padrão primário (9 ppm).081 μg/m³) acima do padrão.1995-2008 1600 1400 1200 1000 800 600 200 400 200 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 0 100 0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2007 2007 2008 2008 2008 μg/m³ PTS 700 600 500 400 300 μg/m³ PM10 Curitiba Porto Alegre São Paulo Recife (1) Distrito Federal Rio de Janeiro Vitória Padrão CONAMA Belo Horizonte Porto Alegre Salvador (Camaçari) (2) Vitória Curitiba Rio de Janeiro São Paulo Padrão CONAMA μg/m³ 1500 1250 1000 750 500 250 1995 1996 1997 1998 1999 2000 SO2 800 700 600 500 400 300 200 100 μg/m³ NO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2005 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Belo Horizonte Distrito Federal Rio de Janeiro São Paulo Recife (1) Curitiba Porto Alegre Salvador (Camaçari) (2) Vitória Padrão CONAMA 2008 Belo Horizonte Porto Alegre Salvador (Camaçari) (2) Vitória Padrão CONAMA Curitiba Rio de Janeiro São Paulo Recife (1) μg/m³ 2 500 2 000 1 500 1 000 500 1995 1996 1997 1998 1999 Ozônio (O)3 80 000 70 000 60 000 50 000 40 000 30 000 20 000 10 000 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 0 μg/m³ CO 0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 Belo Horizonte Porto Alegre Salvador (Camaçari) (2) Vitória Padrão CONAMA Curitiba Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Porto Alegre (3) Salvador (Camaçari) (2) Padrão CONAMA Curitiba Rio de Janeiro São Paulo Fontes: Belo Horizonte (Fundação Estadual do Meio Ambiente .Brasil 2010 Dimensão ambiental .IEMA e Secretaria Municipal de Meio Ambiente .Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar .INEA). Região Metropolitana de Salvador . Recife e Vitória . Rio de Janeiro.Brasília Ambiental . Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente . Distrito Federal (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal .).Máxima concentração anual._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Porto Alegre (Ar do Sul . Salvador.FEPAM).IAP). (1) Período de medição das concentrações na cidade do Recife foi de janeiro a março para o ano de 2005.RAMQAr / Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . 2006 2006 0 . por isso. Curitiba.A. por tipo de substância nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte. não foi considerado violação do limite de 10 000 μg/m³.CPRH). Recife (Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos .IBRAM). Distrito Federal. Curitiba (Instituto Ambiental do Paraná . (3) Para o ano de 2002. (2) Houve monitoramento somente nos municípios vizinhos ao Polo Industrial de Camaçari. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental-CETESB). Vitória (Rede Automática de Monitoramento de Qualidade do Ar da Região da Grande Vitória . a máxima registrada inicialmente em ppm (8.CETREL S. São Paulo.FEAM). de agosto a dezembro para o ano de 2006 e de fevereiro a junho para o ano de 2007. Porto Alegre.RMS (Empresa de Proteção Ambiental .

Vitória (Rede Automática de Monitoramento de Qualidade do Ar da Região da Grande Vitória . 2008 0 2008 0 . Recife e Vitória . Distrito Federal (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental – IBRAM). Recife (Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos .).Concentração média anual.A.CPRH). (1) As estações de monitoramento de qualidade do ar no Distrito Federal funcionaram de junho a dezembro de 2005.Atmosfera Gráfico 7 . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental-CETESB). Porto Alegre (Ar do Sul .RMS (Empresa de Proteção Ambiental .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . São Paulo.IAP).Indicadores de desenvolvimento sustentável . Região Metropolitana de Salvador . Distrito Federal.CETREL S.RAMQAr / Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . Salvador.FEAM).FEPAM). por tipo de substância nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte.Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar . Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente . (2) período de medição das concentrações na cidade do Recife foi de janeiro a março para o ano de 2005. Rio de Janeiro.INEA). Curitiba (Instituto Ambiental do Paraná . (3) Houve monitoramento somente nos municípios vizinhos ao Pólo Industrial de Camaçari.1995-2008 PTS 300 250 200 90 150 60 100 50 30 150 PM10 120 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2007 Curitiba Rio de Janeiro Vitória Padrão CONAMA Distrito Federal (1) São Paulo Recife (2) Belo Horizonte Porto Alegre São Paulo Padrão CONAMA Curitiba Rio de Janeiro Vitória SO2 90 80 70 60 50 40 30 20 10 2000 2001 1995 1996 1997 1998 1999 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 NO2 120 100 80 60 40 20 0 2000 2001 1995 1996 1997 1998 1999 2002 2003 2004 2005 2006 Belo Horizonte Curitiba Distrito Federal (1) Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) (3) São Paulo Vitória Recife (2) Padrão CONAMA Belo Horizonte Porto Alegre Salvador (Camaçari) (3) Vitória Padrão CONAMA Curitiba Rio de Janeiro São Paulo Recife (2) Fontes: Fontes: Belo Horizonte (Fundação Estadual do Meio Ambiente . de agosto a dezembro para o ano de 2006 e de fevereiro a junho para o ano de 2007.IEMA e Secretaria Municipal de Meio Ambiente SEMMAM). Porto Alegre. Curitiba.

.... . ........ 7 7 7 7 8 8 8 8 .... 3 6 6 5 6 .... .. . .. 2 2 2 4 4 5 7 7 6 .... Recife e Vitória ... . . . 9 9 9 9 9 9 9 9 9 8 7 8 8 8 ..... .. . . . . Rio de Janeiro.. 18 20 14 18 16 17 16 . . ............... ...... . . ... . .. .. 7 5 5 1 2 6 5 5 ... .1995-2008 (continua) Número de estações de monitoramento Ano Belo Horizonte Distrito Federal Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) (1) São Paulo Recife (2) Curitiba Vitória PTS 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 .... .... ...Brasil 2010 Dimensão ambiental . . por poluente.......... . ... 6 6 6 6 7 5 5 6 10 7 7 7 10 12 9 9 6 6 3 3 4 . . ... 5 5 2 5 4 5 5 ......... .. . . .. . ... . . 7 2 . . . . .... ..... ...... 7 8 10 12 12 12 12 11 10 .. . ... 3 3 3 4 4 4 4 3 3 3 .. . ...... ... .. . ... .. Curitiba.. ..... .. nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte... ... ........ .... . ..... . . . ... . .... ...... .. .. . . . . 6 6 4 6 7 7 7 7 5 5 5 5 5 5 5 5 2 . .. . ....Número de estações de monitoramento....._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável ....... ..... .. .......... .. ... .... . . ....... ... . 9 9 10 10 10 10 10 10 10 23 18 17 15 16 16 15 15 16 6 7 7 5 4 .. .. .. ..... 22 22 23 23 20 20 22 22 22 20 22 21 ...... . ... . .... 5 5 5 5 4 5 4 .. . 5 5 6 8 6 2 2 SO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 ...... 77 .. . . . .. máxima concentração anual observada e número de violações do padrão primário nacional de qualidade do ar.... .... ..... .. ... 2 3 5 5 5 5 .. Distrito Federal.. . .. . Porto Alegre...... ............ .. ... .... ........... . .. . .......... . ....... .Atmosfera Tabela 5 .... ... .. .. ..... São Paulo.... . 18 13 19 27 23 16 16 14 14 13 .. .. . 1 3 5 4 5 6 5 ..... . .. .... . .. ..... . . . ... ..... PM10 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 3 3 2 3 3 3 3 3 6 6 9 9 8 8 ....... .. .... . Salvador (Camaçari).. 3 . . 3 ... .. ... ... ....... . .... . ..

.. ......... ...... . ... ...... .. ... 3 3 3 4 6 4 4 3 3 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 4 4 4 4 4 5 10 8 10 10 10 11 11 11 11 12 11 14 13 . .. Porto Alegre........ ... Salvador (Camaçari)... .. ...Número de estações de monitoramento. .. .... . 2 3 3 4 4 4 4 2 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 7 7 7 7 7 .. . .... .. . .... . .. . .... . . ..... .. .......... . . ......... . . 9 9 9 10 9 10 8 9 9 10 10 10 9 ... .. Rio de Janeiro..... ... . .... . . ... .... . .... .... . ....... .... Recife e Vitória ... ...... por poluente. . 3 4 6 7 8 8 8 7 6 . .... . 3 1 6 7 6 6 8 7 6 . .. . .. ....... ...Atmosfera Tabela 5 . 3 . . . ..... . CO 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 ... . ..... . . 3 3 3 4 4 4 4 3 3 3 2 2 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 9 9 9 12 11 11 12 12 13 12 12 14 14 .. ...... .. 2 2 2 . 4 4 4 4 5 5 5 5 .. .. .. . .... ..... nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte.... . . .. .... .... .. 5 5 5 5 6 6 5 6 3 4 4 4 3 4 5 5 0 0 0 . .... 1 2 2 5 5 5 4 . . 1 1 1 1 2 2 6 5 6 6 .. .... ........... .... . .. ... ...... .. ... 1 3 5 5 4 5 5 2 . .. . 4 4 4 4 4 4 4 4 . . . .. Curitiba.. .... ............. ...... . 6 6 6 8 8 8 8 . .... .. ... .... .. ...... .... 5 5 2 3 3 3 2 . máxima concentração anual observada e número de violações do padrão primário nacional de qualidade do ar... ...... . .. ..Indicadores de desenvolvimento sustentável . .. .. ... .... . ..... . ..1995-2008 (continuação) Número de estações de monitoramento Ano Belo Horizonte Distrito Federal Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) (1) São Paulo Recife (2) Curitiba Vitória NO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 . ..... . .... . . ... ........... .....Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental ... . . . .. 1 1 1 1 2 3 6 6 6 6 . . ... O3 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 ... Distrito Federal..... .... .. .... ... São Paulo... . .. ..... .... ..... .

por poluente... . . . Porto Alegre.......... . . .. 685 446 362 313 416 391 323 302 377 283 384 267 545 277 .. ... . .. ....... . . . ......... .. ... .... PM10 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 229 276 186 211 252 195 149 133 153 137 192 163 118 194 . . ........... ...Atmosfera Tabela 5 . .Brasil 2010 Dimensão ambiental ....... ..... .. .. .. ... nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte... 79 210 231 158 203 355 420 ... máxima concentração anual observada e número de violações do padrão primário nacional de qualidade do ar... . ... 38 . 129 98 68 141 170 97 35 87 96 39 . .. .. 182 172 183 187 252 155 178 SO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 ... .... Rio de Janeiro.... .. .. 41 83 43 29 58 355 289 98 ...... .. . . .. ........ .. ......... . ... .. 613 233 225 525 263 289 117 154 78 179 125 129 111 105 79 98 79 62 48 42 67 50 24 . 33 91 58 81 78 . .. .... ... ..... ....... . ..... 243 228 237 228 452 440 684 816 589 ... ... .. .. ... 878 861 ... .. 260 177 270 223 229 231 187 173 160 157 223 161 .. .... ...Número de estações de monitoramento. . ...... . . 36 48 . ... ... ......._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .. . ... . 831 ..... .. ... Salvador (Camaçari). .... . ... .. . .. .. ....... . . 1 379 1 209 .. . São Paulo.. Distrito Federal........... 105 187 97 68 126 90 .......... ....... .... . 86 93 121 491 1395 945 357 326 334 ............ ....... .... . . ... . . . ...... . .... ... 74 65 38 32 41 21 16 .. . .. . .... . ...... . . ... .. . . . .... ... 788 790 698 563 345 410 316 459 364 395 ..... .... .. . ... . ...... ... 310 294 434 288 281 261 151 251 195 157 .. . . ... ...... ..1995-2008 (continuação) Máxima concentração (mg/m³ ) Ano Belo Horizonte Distrito Federal Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) (1) São Paulo Recife (2) Curitiba Vitória PTS 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 ... . . . . ... .. ... . 191 152 ..... .. .. ... .. ... ..... . . .... Curitiba.... 91 106 100 114 124 275 314 669 . ..... 134 203 133 292 192 132 36 64 25 ....... . 165 194 154 206 187 512 369 717 160 370 133 318 100 89 201 139 159 101 89 122 89 .. .... . .. .. . Recife e Vitória ..... 64 26 . . . ... ........... ... ..

..... 141 86 202 120 149 111 213 ... .. Porto Alegre.... .. .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . . ....... . 10 081 10 116 9 355 4 789 6 393 8 840 3 864 . . 132 132 141 148 148 139 138 125 . ... ... ... 210 227 460 338 439 357 351 234 277 328 121 52 247 513 138 410 260 186 151 109 102 118 86 82 . .. ... . São Paulo. ..... .. ...... . . . . 362 198 281 322 716 383 516 472 413 ... Rio de Janeiro.... ... . 400 391 244 O3 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 ... . ....... Curitiba..... . . . .. Distrito Federal.. . . 9 037 8 649 8 269 6 470 8 150 3 895 6 009 5 917 .. ... . .... . ... . . ....... . máxima concentração anual observada e número de violações do padrão primário nacional de qualidade do ar... ......... ..... .... ... ... .....Atmosfera Tabela 5 .. ... ... (3) 16 145 ....... ....... ... .. . .Indicadores de desenvolvimento sustentável . .... .. . ... 383 347 252 192 205 208 188 195 188 .. ... ...... . ......... . ..... . ..... .. .... 3 543 6 443 12 196 10 321 10 350 8 961 7 973 4 929 ..... . . (3) 3 321 ........... 136 100 112 94 160 130 199 129 225 324 234 348 231 201 246 495 . .. ... .... . . ..... . ...... ... . .. . (3) 6 183 ... .... .... . .. . ....... ... ...... . ... 152 142 123 140 200 194 223 162 179 300 .Número de estações de monitoramento.. ..... . ..... .. nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte... por poluente.... .. 226 ... . ..1995-2008 (continuação) Máxima concentração (mg/m³ ) Ano Belo Horizonte Distrito Federal Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) (1) São Paulo Recife (2) Curitiba Vitória NO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 .... 492 492 399 464 342 355 339 391 291 318 354 332 312 .. (3) 9 962 75 650 (3) 9 046 28 301 (3) 7 672 13 481 (3) 8 931 12 030 (3) 21 641 6 917 (3) 9 618 10 589 (3) 10 775 9 039 (3) 3 859 10 720 (3) 6 790 7 186 (3) 8 130 9 502 (3) 3 790 22 013 25 994 21 193 16 744 16 158 16 041 15 807 13 817 16 861 11 943 10 655 12 880 12 411 9 601 .. . 164 146 133 163 168 195 220 CO 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 ... 125 115 152 264 177 147 300 345 604 233 299 107 244 240 1 067 402 1 960 272 1 081 97 125 111 111 140 763 374 403 381 335 314 350 334 314 280 390 280 361 279 .......... Salvador (Camaçari). .. ... . . . 8 079 5 620 8 430 4 684 4 801 3 557 14 700 5 200 4 286 6 571 .... . . .. . ...... .. .... ....... . ... Recife e Vitória .. ..

...... .. ... . .... 0 0 .. . ...Atmosfera Tabela 5 .. . ..... 1 2 0 4 ..................... ....1995-2008 (continuação) Número de violações (padrão primário) Ano Belo Horizonte Distrito Federal Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) (1) São Paulo Recife (2) Curitiba Vitória PTS 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 . 0 0 ..... .... por poluente. 3 0 0 2 0 0 0 0 0 ..... ... ..... . .. .. 1 2 3 4 3 2 0 0 0 .. ... ..... . .. 59 64 33 43 19 11 1 15 11 2 ... . . 0 0 0 . .. ...... . 2 0 0 0 3 3 45 28 41 ........ ... .. .. ... . ............. . .. . ...... . ... . .. . ..... 43 32 . .. ............. . ... . . ... .... .... .. . .. . . . . .. . ... ... 1 1 0 0 0 0 0 . . . .. 0 0 0 ..... .. ... . . ... .. ... .. .. .... .Número de estações de monitoramento..... . . . .. .. . . .. . ... ..... ... . 0 0 .... ... ...........Brasil 2010 Dimensão ambiental ... ..... ................. . ... ..... . .. .. . ... .... 162 26 61 38 42 23 28 7 1 2 4 2 ......... .. . ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .. .. 1 2 0 1 1 2 1 1 2 0 0 0 0 . . .. . nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte. 1 2 3 4 4 1 2 SO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 .. Rio de Janeiro. ........ ....... ......... .. . . . . .. . ....... .. Distrito Federal. 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ... 38 .. . .. Porto Alegre... ..... ... ... ..... .. . . . . ... ...... . .. São Paulo. máxima concentração anual observada e número de violações do padrão primário nacional de qualidade do ar. .. ...... . ..... .... .. ...... ... .... .. . ......... . . . . 1 0 0 0 0 ... .... . .. ...... . .. 78 214 205 241 146 8 11 24 4 12 . Salvador (Camaçari). . .... . 0 6 11 4 9 19 24 . Recife e Vitória . . ..... PM10 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 7 10 11 7 10 4 0 0 1 .. .... .......... . ... .. ... ....... ... ........ . . . ........ . . .... ..... .... . Curitiba.. ... ..... 0 0 0 1 4 13 0 0 0 .. 1 1 2 1 ..... . ... .. .. 24 25 27 11 11 18 6 5 9 3 5 3 10 4 . ......

. .. ...A.. . .. .. ...Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental ... ... .. 0 0 . .. ... Região Metropolitana de Salvador ...Indicadores de desenvolvimento sustentável . .. 0 0 0 ... .. (3) Os dados de CO de Salvador (Camaçari) referem-se às máximas de 1 hora... ....... .. ... .... . Rio de Janeiro. ... .. .. .. . .... .. ...... . ... Salvador (Camaçari). .....Atmosfera Tabela 5 ... ....... .. por poluente.. Fontes: Belo Horizonte (Fundação Estadual do Meio Ambiente .. .)... . . .. . . 2 2 9 15 25 26 6 0 0 0 0 0 . ... 24 11 6 2 0 2 0 0 0 0 .... 0 0 0 0 0 . . ... .. . .. .. 2 0 0 1 85 2 21 1 9 .... ... Vitória (Rede Automática de Monitoramento de Qualidade do Ar da Região da Grande Vitória . ... . . ... ........ Distrito Federal (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental – BRAM)... .. . .. . ....... .... .. . ... ... 20 19 4 0 ......... . nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte. .. .... . .. .. ... ....IAP). 524 129 16 9 18 11 2 6 4 ... ..IEMA e Secretaria Municipal de Meio Ambiente . ... ... ...SEMMAM) (1) Na Região Metropolitana de Salvador.. .. Porto Alegre (Ar do Sul . 0 0 2 3 13 2 1 0 0 3 . 1 ... ........... 0 0 0 18 6 0 4 15 21 9 .. . ... ....... . 15 1 19 2 5 18 ....... . ........ ....... .. ... . ... . ... .. 24 22 5 12 2 6 2 3 0 0 3 2 0 17 135 201 121 294 253 285 335 284 220 158 168 294 146 114 79 65 36 18 12 13 16 22 5 1 7 4 0 . ....... . (2) O período de medição das concentrações na cidade do Recife foi de janeiro a março para o ano de 2005..1995-2008 (conclusão) Número de violações (padrão primário) Ano Belo Horizonte Distrito Federal Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) (1) São Paulo Recife (2) Curitiba Vitória 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 .. . .. 4 0 0 0 .. ........ .. .. ...... . 1 0 0 1 5 8 6 CO .. . . ....... . ....... ... .... . .. ... . . . . 1 ..... .......... . Porto Alegre.. . .. .... .......FEPAM )... ... ......... houve monitoramento somente nos municípios vizinhos ao Polo Industrial de Camaçari.... . .... máxima concentração anual observada e número de violações do padrão primário nacional de qualidade do ar. .. . ... 0 0 .. ..... ... ... . .. .. . ...... .. . .. . . .. 3 3 3 4 3 4 5 10 . NO2 . .. ..... . . ... .. . .... . ..... Curitiba (Instituto Ambiental do Paraná ... 0 ... . .. . .INEA)... 5 2 0 O3 .. ....... ..... . .. .. ..FEAM).Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar .. . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental-CETESB). Distrito Federal. . .... 0 0 0 0 0 2 . ... ...... .. .... . .........CPRH)..RAMQAr / Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos ..... .... Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente ... ............ Recife (Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos .... .... de agosto a dezembro para o ano de 2006 e de fevereiro a junho para o ano de 2007.. . ... .... ..RMS (Empresa de Proteção Ambiental CETREL S.... .. . .. Curitiba... São Paulo.... Recife e Vitória ... ... ...Número de estações de monitoramento... ... . 0 0 .. 0 0 5 1 1 1 0 0 .. .. .. .. ... .. ... .. .. ...

Salvador. Distrito Federal.Concentração média anual.1995-2008 (continua) Concentração média anual (mg/m³ ) Ano Belo Horizonte Distrito Federal (1) Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) São Paulo (2) Curitiba Vitória Recife (3) PTS 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 86 45 73 73 46 44 47 49 48 244 213 228 317 328 PM10 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 25 57 35 36 31 30 17 22 30 29 30 28 30 32 38 33 28 30 30 32 101 82 74 75 72 63 57 54 64 61 50 20 21 16 16 17 81 62 53 48 52 51 50 46 40 37 37 41 39 26 27 29 28 27 29 29 33 124 144 139 121 122 115 106 110 95 85 85 94 88 90 88 97 92 81 83 88 79 73 76 73 71 72 79 66 35 41 40 36 36 41 38 44 53 52 56 52 58 58 62 65 67 54 (3) 60 (4) 52 (5) 39 - . por tipo de substância nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte. Recife e Vitória . Porto Alegre.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Rio de Janeiro._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . São Paulo.Atmosfera Tabela 6 . Curitiba.

Porto Alegre (Ar do Sul .Atmosfera Tabela 6 . . Distrito Federal (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental – BRAM).SEMMAM) (1) As estações de monitoramento de qualidade do ar funcionaram de junho a dezembro de 2005. Recife (Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos .RAMQAr / Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . Região Metropolitana de Salvador . (3) O período de medição das concentrações na cidade do Recife foi de janeiro a março para o ano de 2005. (2) Houve monitoramento somente nos municípios vizinhos ao Polo Industrial de Camaçari. Porto Alegre.CPRH). por tipo de substância nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte.).Indicadores de desenvolvimento sustentável . Curitiba. Rio de Janeiro.RMS (Empresa de Proteção Ambiental CETREL S.Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar .INEA).Concentração média anual.IAP). São Paulo.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Curitiba (Instituto Ambiental do Paraná .1995-2008 (conclusão) Concentração média anual (mg/m³ ) Ano Belo Horizonte Distrito Federal (1) Porto Alegre Rio de Janeiro Salvador (Camaçari) São Paulo (2) Curitiba Vitória Recife (3) SO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 1 7 7 3 1 0 6 4 6 5 10 17 18 17 18 21 15 13 11 9 7 1 9 7 14 7 5 NO2 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 56 33 39 32 47 24 20 22 27 31 22 32 29 29 62 36 44 42 46 58 39 37 40 24 65 6 11 7 8 15 20 12 8 8 8 8 7 65 57 51 47 53 60 53 47 32 44 58 43 20 18 21 22 24 26 24 24 61 51 15 79 53 52 64 83 37 4 13 7 9 8 13 6 8 6 5 7 10 9 8 7 10 8 9 5 5 6 3 5 5 31 35 27 18 20 17 14 13 11 11 8 8 11 7 15 12 10 10 10 13 10 11 37 8 27 60 33 29 8 10 25 - Fontes: Belo Horizonte (Fundação Estadual do Meio Ambiente . Salvador. Distrito Federal.IEMA e Secretaria Municipal de Meio Ambiente .FEAM). Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente . de agosto a dezembro para o ano de 2006 e de fevereiro a junho para o ano de 2007.FEPAM ). Recife e Vitória . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental-CETESB).A. Vitória (Rede Automática de Monitoramento de Qualidade do Ar da Região da Grande Vitória .

IEMA e Secretaria Municipal de Meio Ambiente .RAMQAr / Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .SEMMAM).Atmosfera Mapa 1 .RMS (Empresa de Proteção Ambiental .CETREL S.). Distrito Federal (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental – IBRAM). Região Metropolitana de Salvador . Vitória (Rede Automática de Monitoramento de Qualidade do Ar da Região da Grande Vitória .Brasil 2010 Dimensão ambiental .Rede de Monitoramento da Qualidade do Ar .INEA).FEPAM). São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental-CETESB). Curitiba (Instituto Ambiental do Paraná .2008 Fontes: Belo Horizonte (Fundação Estadual do Meio Ambiente .IAP). Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .A. Porto Alegre (Ar do Sul .FEAM). .Concentração máxima anual de poluentes no ar em algumas regiões metropolitanas .

e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . A construção do indicador se adaptou às informações disponíveis sobre vendas de fertilizantes e área plantada. P2O5 e K2O. expressas em toneladas de N. associada a não discriminação das culturas onde são . expressa em hectares (ha). sendo medido em kg/ha/ano. Descrição As variáveis utilizadas na construção deste indicador são a área plantada das principais culturas. oriundas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola . não é considerada no indicador. discriminadas segundo os nutrientes (nitrogênio.Terra Terra 4 Uso de fertilizantes Expressa a intensidade de uso de fertilizantes na produção agrícola de um território. lagos e aquíferos subterrâneos. à contaminação de aquíferos e reservatórios de água. A agregação territorial da informação de vendas (segundo as Unidades da Federação). Justificativa A agricultura moderna tem gerado impactos ambientais que comprometem a sustentabilidade dos ecossistemas agrícolas a médio e longo prazos. O indicador é a razão entre a quantidade de fertilizantes utilizada anualmente e a área cultivada.Indicadores de desenvolvimento sustentável . em um determinado período. à geração de gases associados ao efeito estufa e à destruição da camada de ozônio .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . podendo contribuir também para a superestimação dos valores de fertilizantes empregados por área cultivada. e as quantidades de fertilizantes vendidos e entregues ao consumidor final. O procedimento seguido subestima os valores da área plantada. fósforo e potássio). a área destinada a pastagens. Comentários O acompanhamento deste indicador permite avaliar tanto a evolução da produtividade agrícola do País quanto os riscos à qualidade da água de rios. Os fertilizantes são largamente utilizados para o aumento da produtividade agrícola. que pode receber fertilizantes. embora esteja elevando a produtividade e atingindo níveis de produção que atendem as demandas do mercado. pois somente as culturas de maior importância econômica são acompanhadas pelo LSPA. à acidificação dos solos. disponíveis no Anuário estatístico do setor de fertilizantes. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela Associação Nacional para Difusão de Adubos – ANDA.IBGE. respectivamente. estando associados à eutrofização dos rios e lagos. Além disso.LSPA.

o uso intensivo de nitratos tende a contaminar o lençol freático. algodão herbáceo e arroz foram as que mais consumiram esses insumos. a queda da quantidade de fertilizantes comercializada por área plantada pode ser explicada pela crise na agricultura. cana-de-açúcar. Segundo alguns pesquisadores. traz ganhos econômicos e de produtividade. As lavouras de soja. houve um declínio nas vendas provocado pela crise econômica.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Cabe ressaltar que o setor de fertilizantes apresenta uma grande dependência externa. café. sendo que o consumo de todos os nutrientes cresceu cerca de duas vezes no período. retomando os patamares de 2006. Entre os fertilizantes.Terra utilizados os fertilizantes. destacando-se entre esses as dificuldades cambiais. tendo contribuído para isso o setor canavieiro com grande demanda. mas. tendo como consequência a descapitalização do agricultor. além de maior adoção de tecnologias. há algumas oscilações no período que podem ser explicadas por diversos fatores. e as crises econômicas (períodos de recessão). . Quanto ao ano de 2008. acarretando a economia de recursos naturais. cuja composição tem uma participação expressiva da cultura da soja. o que refletiu na quantidade comercializada de fertilizantes por área plantada. tem implicações ambientais (eutrofização e contaminação de aquíferos) que não foram ainda completamente avaliadas. com a redução na produção de CFCs e de outras substâncias destruidoras do O3. os tipos de cultivo e as técnicas de manejo das culturas. tendo como consequência o aumento do uso de insumos. a antecipação de compras pelos produtores. variando segundo os agroecossistemas. as mudanças na política de crédito rural (variações no valor das taxas de juros e nas exigências de aporte de recursos próprios dos produtores). oriundos das reações químicas dos fertilizantes nitrogenados no solo. O potássio e o fósforo apresentam consumo similar e mais alto que o nitrogênio. pode mascarar a real carga de utilização destes insumos. Do contrário. que se aproveita da fixação biológica deste nutriente. Embora a quantidade de fertilizantes comercializada por área tenha crescido muito entre 1992 e 2008. O emprego de fertilizantes não se distribui de maneira homogênea por todo o território. também. Em relação ao período entre 2003 e 2005. O processo de modernização do campo. milho. entre esses os fertilizantes. aquisições feitas em uma determinada região podem servir para consumo em outra. O menor consumo de nitrogênio está associado a seu baixo uso na cultura de soja. podem alcançar as camadas mais altas da atmosfera. Esta é uma das vantagens ambientais da agricultura brasileira._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . contribuindo para a destruição da camada de O3. que implicam em diferentes intensidades de uso de fertilizantes. o potássio apresentou o maior crescimento relativo entre 1992-2008. os produtores de grãos e algodão. o que constitui uma séria ameaça à saúde da população e ao uso futuro dos aquíferos subterrâneos. Além disso. Já o ano de 2007 registra a maior quantidade de fertilizantes comercializados por área desde 1992. Cada cultura apresenta necessidades nutricionais e racionalidades econômicas diferenciadas. Além disso. é crescente a importância dos óxidos de N neste processo. sendo necessária a importação da maioria dos produtos para atender à demanda nacional. os óxidos de N.

Rio de Janeiro: IBGE.Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio 05 .SIDRA.asp>. Rio de Janeiro.00 2000 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Nitrogênio (N) Fósforo (P2O5) Potássio (K2O) Fontes: Anuário estatístico do setor de fertilizantes 1992-2008.Uso de agrotóxicos 06 . Acesso em: maio 2010. In: IBGE.00 60.00 0.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 02 .Terras em uso agrossilvipastoril 07 .P&D Gráfico 8 .Produto Interno Bruto per capita 42 . 4-11. v.ibge.gov.00 140. 2009.00 80.00 40.00 100.gov.00 120.sidra. 1993 . Produção agrícola municipal 2008.br/bda/pesquisas/pam/default.00 160. Disponível em:<ftp://ftp.Quantidade comercializada de fertilizantes po área plantada Brasil . São Paulo: Associação Nacional para Difusão de Adubos.Balança comercial 53 . 1992-2000. v. Disponível em: <http://www. Rio de Janeiro: IBGE.Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento .1992-2008 kg/ha 180. 2001-2008.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_Producao_ Agricola_%5Bmensal%5D/Fasciculo>.ibge. .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 1992-1999.Desflorestamento na Amazônia Legal 10 . 12-19.00 20.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Acesso em: maio 2010.2009.Terra Indicadores relacionados 01 .Queimadas e incêndios florestais 08 . Sistema IBGE de Recuperação Automática . Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 2000-2007.Qualidade de águas interiores 40 .Área remanescente e desmatamento no Cerrado 11 .

8 28.3 48.6 33.7 33. Rio de Janeiro: IBGE.7 45. Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 1992-1999.br/ bda/pesquisas/pam/default. v. In: IBGE.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_ Producao_Agricola_%5Bmensal%5D/Fasciculo>.Terra Tabela 7 .8 32.4 58.4 20. 12-19.5 26. Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 2000-2007.7 22.9 Fósforo (P2O5) 26.6 30.4 1999 109.9 53.1992-2008 Quantidade comercializada de fertilizantes por área plantada (kg/ha) Ano Total Nitrogênio (N) 1992 69.8 2004 152.2 Potássio (K2O) 26.9 50. 1993 .1 2006 141.8 1994 90.2 34.2 32.2 22. 2001-2008.5 54.0 66.7 38.7 1997 109.9 56.9 53.1 38.7 61. Rio de Janeiro.9 34.Brasil .7 47.ibge.5 50.9 52.5 Fontes: Anuário estatístico do setor de fertilizantes 1992-2008. v.9 1996 105.9 2007 167. Rio de Janeiro: IBGE.4 57._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Disponível em: <http://www.0 2000 128.1 44.1 39.2 2008 143. Sistema IBGE de Recuperação Automática . .3 48.2009.4 16.2 29.gov.ibge.0 38.gov.9 31.5 44.5 2002 143. Acesso em: maio 2010.Quantidade comercializada de fertilizantes por área plantada.sidra.9 43.4 36.8 1995 84.7 1998 122.6 58.7 42. São Paulo: Associação Nacional para Difusão de Adubos. 1992-2000.9 65.0 54.3 2001 134.asp>.7 32. 2009.3 23.Brasil 2010 Dimensão ambiental .1 2003 163.SIDRA. 4-11. por tipo de nutriente . Disponível em: <ftp://ftp.0 35.5 34. Produção agrícola municipal 2008. Acesso em: maio 2010.8 2005 132.3 30.0 38.7 44.7 Tipo de nutriente 1993 85.

por tipo de nutriente.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Área plantada das principais culturas.2008 (continua) Grandes Regiões e Unidades da Federação Área plantada das principais culturas (ha) 65 338 804 2 793 420 622 051 113 055 181 694 53 643 1 148 344 21 079 653 554 13 281 366 1 667 117 1 200 622 2 013 268 484 982 661 212 1 309 192 675 646 409 269 4 860 058 13 273 224 4 740 522 733 297 222 319 7 577 086 19 662 177 9 810 281 1 759 961 8 091 935 16 328 617 3 243 122 8 726 914 4 225 916 132 665 Quantidade de fertilizantes entregues ao consumidor final (t) Tipo de nutriente Total Nitrogênio (N) 2 502 245 31 206 2 883 574 740 2 263 11 998 601 12 147 226 438 15 838 7 943 6 730 6 993 6 017 27 203 25 624 9 802 120 288 978 494 408 921 45 059 4 983 519 531 764 316 355 566 106 945 301 805 501 791 91 064 213 467 192 951 4 309 Fósforo (P2O5) 3 195 934 61 414 10 560 489 555 2 981 18 188 1 018 27 623 292 836 48 561 27 389 2 338 5 041 2 078 9 197 10 406 6 106 181 720 654 215 321 876 17 820 4 215 310 304 1 014 194 516 141 94 236 403 817 1 173 275 180 955 645 556 340 846 5 918 Potássio (K2O) 3 688 611 67 479 7 072 375 1 028 2 894 28 612 1 279 26 219 473 828 56 452 35 642 4 325 8 235 7 319 32 474 30 373 8 548 290 460 1 013 297 416 385 43 294 6 683 546 935 973 651 493 123 85 427 395 101 1 160 356 180 691 648 049 325 976 5 640 Brasil Norte Rondonia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 9 386 790 160 099 20 515 1 438 2 323 8 138 58 798 2 898 65 989 993 102 120 851 70 974 13 393 20 269 15 414 68 874 66 403 24 456 592 468 2 646 006 1 147 182 106 173 15 881 1 376 770 2 752 161 1 364 830 286 608 1 100 723 2 835 422 452 710 1 507 072 859 773 15 867 . segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação . quantidade de fertilizantes entregues ao consumidor final e utilização de fertilizantes por unidade de área.Terra Tabela 8 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .

0 144.0 17.4 68.8 23.3 77. Rio de Janeiro.0 41.6 38.3 33.Terra Tabela 8 .8 74.4 22.gov._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Acesso em: maio 2010.3 3.2 49.6 17.7 44.1 35.3 87.8 71.8 151.8 37.Brasil 2010 Dimensão ambiental .5 101.3 11.1 6.3 52.7 86.9 37.0 20.3 42. In: IBGE.8 76.7 51.6 15.0 12.1 55.7 12.9 24.1 4.6 139.1 17.5 59. 2009.5 119.0 24.4 9.4 14.5 50. por tipo de nutriente.8 37.1 20.3 67.0 15.3 59.4 28.3 61.0 30.9 22. quantidade de fertilizantes entregues ao consumidor final e utilização de fertilizantes por unidade de área.S Disponível em: <http://www.3 5.5 6.7 57.0 9.3 14.sidra.9 71.5 48.7 2.5 49. São Paulo: Associação Nacional para Difusão de Adubos.1 42.6 98.0 74.2 10.9 59.1 24.8 136.5 Fósforo (P2O5) 48.asp>. Sistema IBGE de Recuperação Automática .7 53.6 3.Área plantada das principais culturas.8 59.5 18.2 11.9 24.0 139.7 41.9 199. 2009. .0 80.5 45.1 55.6 172.7 203.1 162.6 Potássio (K2O) 56.8 71.6 38.9 55.6 53.3 242.2 60.7 140.4 49. IDRA. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .5 Brasil Norte Rondonia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fontes: Anuário estatístico setor de fertilizantes 2008.3 22.0 51.3 19.4 3.0 29. Produção agrícola municipal 2008.8 1.9 24.8 73.6 52.3 48.7 74.0 11.7 33.7 28.8 72.2 10.0 173.9 60.2 137.6 5.1 42.8 121.0 4.8 45.1 22.4 181.8 48.2008 (conclusão) Grandes Regiões e Unidades da Federação Utilização de fertilizantes por unidade de área (kg/ha) Tipo de nutriente Total Nitrogênio (N) 143.4 3.br/bda/pesquisas/pam/default.3 30.9 29.1 72.2 4.9 36.5 24.ibge.7 32.1 7.7 40.1 24.

ibge. . 2009. Sistema IBGE de Recuperação Automática . In: IBGE. Acesso em: maio 2010. Produção agrícola municipal 2008. 2009.Terra Mapa 2 . Rio de Janeiro.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . São Paulo: Associação Nacional para Difusão de Adubos.Indicadores de desenvolvimento sustentável .br/bda/pesquisas/pam/default.Venda de fertilizantes .2008 Fontes: Anuário estatístico setor de fertilizantes 2008. gov.asp>.sidra. Disponível em: <http://www.SIDRA.

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Dimensão ambiental - Terra

5 Uso de agrotóxicos
Expressa a intensidade de uso de agrotóxicos nas áreas cultivadas de um território, em determinado período.

Descrição
As variáveis utilizadas na construção deste indicador são a área plantada das principais culturas, expressa em hectares (ha), e as quantidades de agrotóxicos consumidos, discriminados segundo as principais classes de uso (herbicidas, fungicidas, inseticidas, acaricidas e outros, que reúne os bactericidas, moluscicidas, reguladores de crescimento, óleo mineral, enxofre, adjuvantes e espalhantes adesivos), expressas em toneladas por ano (t/ano). O indicador é composto pela razão entre a quantidade de agrotóxico utilizada anualmente e a área cultivada, apresentado em kg/ha/ano. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA (Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, oriundas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola – LSPA. Em função da mudança da fonte de informação sobre consumo de agrotóxicos, que até o ano de 2000 era o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola – SINDAG, houve uma interrupção da série histórica anterior, que poderá ser consultada na edição Indicadores de Desenvolvimento Sustentável: Brasil 2002. Cabe ressaltar que há uma diferença na descrição da informação. Enquanto o SINDAG utiliza a denominação “vendas” , o IBAMA utiliza a denominação “consumo” Entretanto, ambas se referem à . quantidade de agrotóxicos entregue ao comércio e não diretamente aos produtores.

Justificativa
O aumento da produção de alimentos de maneira sustentável continua sendo o grande desafio do setor agrícola. Os agrotóxicos - produtos utilizados para o controle de pragas, doenças e ervas daninhas - estão entre os principais instrumentos do atual modelo de desenvolvimento da agricultura brasileira, centrado em ganhos de produtividade. Os agrotóxicos podem ser persistentes, móveis e tóxicos no solo, na água e no ar. Tendem a acumular-se no solo e na biota e seus resíduos podem chegar às águas superficiais por escoamento e às subterrâneas por lixiviação. As exposições humana e ambiental a esses produtos crescem em importância com o aumento das vendas. O uso intensivo dos agrotóxicos está associado a agravos à saúde da população, tanto dos consumidores dos alimentos quanto dos trabalhadores que lidam diretamente com os produtos, à contaminação de alimentos e à degradação do meio ambiente.

Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010________________________________________
Dimensão ambiental - Terra

Comentários
O elenco de culturas acompanhado pelo LSPA é composto por aquelas de maior importância econômica. A agregação territorial da informação de consumo por Unidade da Federação pode mascarar aquisições feitas em uma determinada região para consumo em outra. O indicador, embora permita que se conheça a distribuição espacial genérica do consumo de agrotóxicos por área, apresenta algumas limitações. O consumo por cultura, por exemplo, não pode ser inferido. Caso essa distinção fosse possível, poderia se diferenciar o consumo das áreas com olericultura, onde tradicionalmente há uma grande utilização de insumos, entre esses os agrotóxicos, das áreas com cultura de grãos, que apresentam índices bem mais baixos de consumo. O cultivo de tomate pode consumir mais de 20kg/ha/ano, enquanto a soja consome no Estado do Paraná cerca de 2kg/ha/ ano. Como o cultivo de grãos usa áreas muito maiores do que a olericultura, o consumo médio anual de agrotóxicos por ha (3,23 kg/ha em 2005) reflete mais o consumo das culturas de grãos do que daquelas onde o consumo é mais alto. Outra limitação é que os agrotóxicos comprados em um ano não necessariamente são utilizados no mesmo ano. Os agrotóxicos mais intensamente aplicados são os herbicidas (mais de 50% do total), usados no controle de ervas daninhas, seguidos pelos inseticidas, fungicidas e acaricidas. O amplo uso de herbicidas está associado às práticas de cultivo mínimo e de plantio direto no Brasil, técnicas agrícolas que usam mais intensamente o controle químico de ervas daninhas. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, o Brasil se destaca no cenário mundial como o maior consumidor de agrotóxicos, respondendo, na América Latina, por 86% dos produtos. Em 2008, o mercado de agrotóxicos movimentou R$ 7 bilhões no País, mais do dobro em relação ao ano de 2003. A ANVISA é o órgão federal responsável pela avaliação toxicológica, para fins de registro, dos agrotóxicos e pela reavaliação de produtos já registrados. Dentre os ingredientes ativos que estão sendo reavaliados pela ANVISA, alguns estão entre os mais consumidos. No ano de 2006, cinco ingredientes ativos foram responsáveis por 66,2% do total de ingredientes ativos consumidos. Dentre esses destaca-se um herbicida, o glifosato, com 41,2% do total de ingredientes ativos consumidos no País. O glifosato está em processo de reavaliação pela ANVISA, tendo como justificativa as seguintes considerações: larga utilização, casos de intoxicação, solicitação de revisão da Ingesta Diária Aceitável -IDA por parte de empresa registrante, necessidade de controle de limite máximo de impurezas presentes no produto técnico e possíveis efeitos tóxicológicos adversos. Constam ainda da lista de produtos em processo de reavaliação, os três inseticidas mais consumidos no ano de 2005: metamidofós, endosulfan e parationa metílica, correspondendo a 34%, 17% e 9% dos inseticidas, respectivamente. O metamidofós, desde 2003, está entre os cinco ingredientes ativos mais consumidos, com 4,9% do total. Sua reavaliação pela ANVISA se justifica por estar na lista de substâncias perigosas da Convenção de Roterdã e apresentar alta toxicidade aguda e neurotoxicidade. A lista de produtos em reavalição aumenta de importância quando se analisa as condições de uso dos agrotóxicos. De acordo com o Censo Agropecuário 2006 é baixo o nível de escolaridade dos que os utilizam, 77 ,6% dos responsáveis

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Dimensão ambiental - Terra

pelos estabelecimentos agropecuários tinham apenas o ensino fundamental incompleto. Também se destacou a baixa adoção de práticas alternativas de controle de pragas e doenças (rotação de culturas, controle biológico, uso de repelentes, caldas, iscas, etc.), o elevado número de estabelecimentos que não utilizaram nenhum equipamento de proteção individual durante a aplicação (21,3%) e o expressivo número de estabelecimentos (70,7%) que utilizaram o pulverizador costal, equipamento que apresenta o maior potencial de exposição aos agrotóxicos. Foi constatado, ainda, que entre os estabelecimentos que utilizaram agrotóxicos é bastante limitado (21,1%) o número dos que receberam, regularmente, orientação técnica. A redução do consumo de agrotóxicos, bem como a proibição do uso de produtos que comprovadamente ameaçam as seguranças alimentar e ocupacional, e a redução da toxicidade dos produtos usados, implicam em melhorias na saúde da população e na qualidade do meio ambiente, sendo, portanto, metas do desenvolvimento sustentável. O grande desafio é conseguir isto mantendo ou aumentando a produtividade atual da agropecuária, muito dependente destes insumos.

Indicadores relacionados
04 - Uso de fertilizantes 06 - Terras em uso agrossilvipastoril 07 - Queimadas e incêndios florestais 08 - Desflorestamento na Amazônia Legal 10 - Área remanescente e desmatamento no Cerrado 11 - Qualidade de águas interiores 15 - Espécies extintas e ameaçadas de extinção 40 - Produto Interno Bruto per capita 42 - Balança comercial 53 - Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento
Gráfico 9 - Consumo nacional de agrotóxicos e afins, por área plantada Brasil - 2000-2005
Kg/ha de ingrediente ativo 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Fontes: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil 2000-2005. Brasília, DF 2002-2006; , Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 2000-2005. Rio de Janeiro: IBGE, v. 12-17, 2000-2006. Disponível em: <ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_Producao_Agricola_ %5Bmensal% 5D/Fasciculo>. Acesso em: maio 2010.

Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010________________________________________
Dimensão ambiental - Terra

Gráfico 10 - Distribuição percentual dos ingredientes ativos de agrotóxicos, por classes de uso - Brasil - 2005
Herbicida
12,9% 2,1% 3,5% 5,2% 12,4% 64,0%

Glifosato Diurom

2,4-D ácido MSMA

Atrazina Outros herbicidas

Inseticida

33,7%

34,5%

5,6% 9,0% 17,1%

Metamidofós Clorpirifós

Endosulfan Outros inseticidas

Parationa metilica

Fungicida

36,8%

25,2%

11,1% 6,4% 9,8% 10,6%

Mancozebe Tebuconazol

Oxicloreto de cobre Tiofanato-metilico

Carbendazim Outros fungicidas

Fonte: IBAMA. Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil 2005. Brasília, DF 2006. ,

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010
Dimensão ambiental - Terra

Gráfico 11 - Consumo dos principais ingredientes ativos de agrotóxicos Brasil - 2005
toneladas 250 000

200 000

150 000

100 000

50 000

0 Outros (1) Oxicloreto de cobre Tiofanato-metilico Parationa-metilica Metamidofós Carbendazim Tebuconazol 2,4-D ácido Endosulfan Total Glifosato Mancozebe Clorpirifós 2006 Atrazina Diurom MSMA 2005

Fonte: IBAMA. Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil 2005. Brasília, DF 2006. , (1) Conjunto dos princípios ativos utilizados e não representados no gráfico.

Gráfico 12 - Consumo dos principais ingredientes ativos de agrotóxicos Brasil - 2000-2006
90 000 80 000 70 000 60 000 50 000 40 000 30 000 20 000 10 000 0 2000 2001 2002 2003
toneladas

2004

Glifosato Atrazina

Enxofre 2,4-D Óleo mineral Oxicloreto de cobre Metamidofós

Fonte: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

Tabela 9 - Consumo nacional de agrotóxicos e afins por área plantada Brasil - 2000 - 2005

Ano

Cosumo nacional de agrotóxicos e afins por área plantada (kg/ha de ingrediente ativo) 3,2 3,1 2,7

Ano

Cosumo nacional de agrotóxicos e afins por área plantada (kg/ha de ingrediente ativo) 2,9 3,4 3,2

2000 2001 2002

2003 2004 2005

Fontes: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil 2000-2005. Brasília, DF, 2002-2006; Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 2000-2005. Rio de Janeiro: IBGE, v. 12-17, 2000-2006. Disponível em: <ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_ da_Producao_Agricola_%5Bmensal%5D/Fasciculo>. Acesso em: maio 2010.

Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010________________________________________
Dimensão ambiental - Terra

Tabela 10 - Área plantada das principais culturas, consumo e utilização de agrotóxicos e afins, por tipo de produto, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2005

(continua) Área plantada das principais culturas (ha) 64 499 565 2 871 360 592 505 128 635 163 080 52 395 1 240 594 16 004 678 147 12 378 013 1 634 757 1 152 736 1 719 762 440 546 566 087 1 149 762 644 692 354 946 4 714 725 13 345 778 5 042 212 839 420 255 200 7 208 946 19 312 167 9 422 506 1 800 721 8 088 940 16 592 247 3 095 704 9 007 531 4 370 723 118 289 Consumo de agrotóxicos e afins (t de ingrediente ativo) Tipo de produto Total Herbicidas (1) 109 121,8 2 153,3 793,5 33,6 20,3 38,6 580,6 0,3 686,4 9 812,9 1 492,9 367,4 167,1 84,1 232,0 969,1 996,6 98,6 5 405,3 31 084,4 8 299,1 1 337,5 196,0 21 251,7 34 632,5 15 655,3 2 864,6 16 112,7 31 438,7 7 076,5 16 029,5 8 132,0 200,8 Fungicidas Inseticidas Outros (2)

Grandes Regiões e Unidades da Federação

Acaricidas

Brasil Norte Rondônia Acr e Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal

206 591,8 2 934,0 959,3 40,4 31,6 164,3 749,8 4,6 984,0 16 820,4 2 211,6 641,3 448,2 278,1 313,8 1 733,3 1 064,4 155,0 9 974,8 73 373,1 15 704,7 2 201,7 549,9 54 916,8 55 278,5 25 810,0 6 337,9 23 130,6 58 185,7 10 767,5 32 112,5 14 807,6 498,1

22 823,4 182,3 39,9 0,0 3,3 60,4 31,1 0,0 47,6 1 518,5 113,1 56,3 76,6 50,3 35,1 284,3 11,8 10,9 880,3 9 487,5 2 626,8 348,6 234,4 6 277,7 6 770,1 2 209,3 1 100,5 3 460,3 4 865,1 452,1 2 868,4 1 485,2 59,5

38 933,7 346,4 66,6 0,4 6,5 37,0 90,7 4,2 141,0 3 770,9 422,7 163,6 137,2 72,2 31,0 205,1 34,6 24,0 2 680,6 10 675,8 2 827,1 203,8 70,8 7 574,1 8 021,0 5 157,1 589,0 2 274,9 16 119,6 2 508,5 10 076,9 3 409,1 125,0

1 118,4 0,2 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,1 5,2 0,1 0,0 0,4 0,6 0,0 1,4 0,0 0,0 2,7 1 059,3 43,4 3,7 0,4 1 011,9 50,4 38,7 4,7 6,9 3,3 0,0 0,1 3,2 0,1

34 594,6 251,9 59,4 6,4 1,4 28,3 47,4 0,1 108,9 1 712,8 182,9 54,0 67,0 71,0 15,7 273,5 21,3 21,5 1 006,0 21 066,1 1 908,3 308,1 48,3 18 801,5 5 804,6 2 749,7 1 779,1 1 275,8 5 759,1 730,4 3 137,8 1 778,2 112,8

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010
Dimensão ambiental - Terra

Tabela 10 - Área plantada das principais culturas, consumo e utilização de agrotóxicos e afins, por tipo de produto, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2005

(conclusão) Utilização de agrotóxicos e afins (kg/ha) Grandes Regiões e Unidades da Federação Tipo de produto Total Herbicidas 3,2 1,0 1,6 0,3 0,2 3,1 0,6 0,3 1,5 1,4 1,4 0,6 0,3 0,6 0,6 1,5 1,7 0,4 2,1 5,5 3,1 2,6 2,2 7,6 2,9 2,7 3,5 2,9 3,5 3,5 3,6 3,4 4,2 1,7 0,7 1,3 0,3 0,1 0,7 0,5 0,0 1,0 0,8 0,9 0,3 0,1 0,2 0,4 0,8 1,6 0,3 1,2 2,3 1,7 1,6 0,8 3,0 1,8 1,7 1,6 2,0 1,9 2,3 1,8 1,9 1,7 Fungicidas 0,4 0,1 0,1 0,0 0,0 1,2 0,0 0,0 0,1 0,1 0,1 0,1 0,0 0,1 0,1 0,3 0,0 0,0 0,2 0,7 0,5 0,4 0,9 0,9 0,4 0,2 0,6 0,4 0,3 0,2 0,3 0,3 0,5 Inseticidas 0,6 0,1 0,1 0,0 0,0 0,7 0,1 0,3 0,2 0,3 0,3 0,1 0,1 0,2 0,1 0,2 0,1 0,1 0,6 0,8 0,6 0,2 0,3 1,1 0,4 0,6 0,3 0,3 1,0 0,8 1,1 0,8 1,1 Outros (2) 0,5 0,1 0,1 0,1 0,0 0,5 0,0 0,0 0,2 0,1 0,1 0,1 0,0 0,2 0,0 0,2 0,0 0,1 0,2 1,6 0,4 0,4 0,2 2,6 0,3 0,3 1,0 0,2 0,3 0,2 0,4 0,4 1,0

Acaricidas

Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal

0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0

Fontes: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil 2005. Brasília, DF, 2006; Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 2005. Rio de Janeiro: IBGE, v.17, 2005-2006. Disponível em: <ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_Producao_Agricola_ %5Bmensal%5D/Fasciculo/>. Acesso em: maio 2010. (1) Houve correção do consumo de herbicidas no Estado do Espírito Santo por parte do IBAMA, em relação ao que foi informado no IDS 2006, o que refletiu no consumo de herbicidas na Região Sudeste e no Brasil, bem como no total de agrotóxicos consumidos no Brasil e na Região Sudeste. (2) Somatório das classes de uso: reguladores de crescimento, bactericidas, feromônio, inseticida biológico, moluscicidas, óleo mineral, óleo vegetal, espalhantes adesivos, enxofre e adjuvantes.

Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010________________________________________
Dimensão ambiental - Terra

Tabela 11 - Consumo dos principais ingredientes ativos de agrotóxicos e respectiva participação percentual em relação ao total das classes de uso - Brasil - 2005

Classes de uso e principais ingredientes ativos Herbicida 2,4-D ácido Glifosato(1) Inseticida Parationa metílica Endosulfan Metamidofós Fungicida Oxicloreto de cobre Mancozebe

Consumo (t)

Participação percentual em relação ao total das classes de uso (%)

13 753,8 69 177,0

12,4 63,3

3 505,3 6 664,9 13 449,2

9,0 17,1 34,5

2 538,7 5 761,1

11,1 25,2

Fonte: IBAMA. Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil 2005. Brasília, DF, 2006. (1) houve uma correção da quantidade do herbicida glifosato por parte do IBAMA, em relação ao que foi informado no IDS 2006.

Tabela 12 - Agrotóxicos em linha de comercialização e respectiva distribuição percentual em relação ao número total de produtos por classes toxicológicas - Brasil - 1992/2003

Agrotóxicos em linha de comercialização Ano Total I 1992 1995 1997 1999 2000 2002 2003 486 468 531 556 623 714 600 20,8 19,4 20,0 17,6 18,1 16,9 19,0 Distribuição percentual em relação ao número total de produtos comercializados, por classes toxicológicas (%)(1) II 36,0 33,6 29,9 29,7 27,9 27,5 25,8 III 29,4 28,4 28,2 29,3 29,1 30,0 32,0 IV 13,8 18,6 21,9 23,4 24,9 25,6 23,2

Fonte: Defensivos agrícolas em linhas de comercialização por classes toxicológicas 1992-2003. São Paulo: Sindicato Nacional de Indústria de Produtos para Defesa Agrícola, 2003. Disponível em: <http://www.sindag.com.br/upload/ classes-toxicologicas.xls>. Acesso em: abr. 2004. (1) A toxicidade dos produtos diminui da classe I para a classe IV .

Relatório de consumo de ingredientes ativos de agrotóxicos e afins no Brasil 2005.Consumo nacional de agrotóxicos e afins . . DF 2006. .17._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Levantamento sistemático da produção agrícola: pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil 2005.2005 Fontes: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.br/Producao_Agricola/Levantamento_ Sistematico_da_Producao_Agricola_%5Bmensal%5D/ Fasciculo/>.Brasil 2010 Dimensão ambiental . 2005-2006. Rio de Janeiro: IBGE. v. Disponível em: <ftp://ftp.Terra Mapa 3 . Brasília.ibge. Acesso em: maio 2010.gov.

O acompanhamento deste indicador ao longo do tempo mostra as variações da pressão sobre o recurso solo. em um determinado território. foram utilizadas as informações da pesquisa Produção Agrícola Municipal . das pressões ambientalistas e da pressão que outros usos exercem sobre as terras disponíveis para a agropecuária e a silvicultura. oriundas dos Censos Agropecuários. de mais de 60 produtos de lavouras temporária e permanente. por exemplo. as terras degradadas (erodidas. entre outras.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . estão os principais cultivos comerciais e de subsistência. permite avaliar a evolução do uso agrícola das terras no Brasil.IBGE. A PAM computa a área plantada. A pesquisa. pecuária e silvicultura. Comentários Quando se compara a área total dos estabelecimentos nos Censos Agropecuários 1995-1996 e 2006. em função do crescimento da população. do aumento dos padrões de consumo. em cada município. as áreas de lavouras temporárias e pastagens plantadas.Indicadores de desenvolvimento sustentável .). as áreas ocupadas pelas florestas plantadas com essências florestais. etc. verifica-se uma redução de 19. incluindo cereais. recursos energéticos (combustíveis) e matérias primas de origem animal e vegetal. No Censo Agropecuário 2006. cujos dados podem ser usados como uma aproximação da área plantada com culturas temporária e permanente no País. entre o total de terras em uso agrossilvipastoril e as áreas totais dos estabelecimentos agropecuários e dos territórios considerados. Para os anos entre censos. O indicador é composto pelas razões.6%) em 2006. sendo que algumas variáveis foram agregadas para compor. da pecuária e da silvicultura em satisfazer a crescente demanda por alimentos. as áreas de pastagens naturais e plantadas. desertificadas.9 milhões de hectares (-5. embora nem todas as culturas sejam abrangidas.PAM. expressas em termos percentuais. Entre elas. leguminosas e oleaginosas. Descrição As informações utilizadas neste indicador são as áreas de lavoura temporária e permanentes. as informações censitárias anteriores foram ampliadas.Terra 6 Terras em uso agrossilvipastoril Apresenta a proporção de terras imediatamente disponíveis para a produção agrícola. . e as crescentes disputas entre os diferentes tipos de uso deste recurso. que inclui. salinizadas. bem como a classe Outros. As informações que compõem este indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . realizada anualmente. Justificativa É incerta a capacidade da agricultura. ressaltando-se que as áreas transformadas em unidades de conservação ou em terras indígenas no período intercensitário estão incluídas nessa análise.

2 milhões de hectares. que registrou uma redução de 20. registra-se perdas de áreas de pastagens plantadas. com deslocamento de áreas de pastagens para o Norte do País.9 milhões de hectares.4 milhões de hectares. 15%). com a Região Sudeste liderando essa perda (6.4 milhões de hectares (-26%).76%). com destaque para a Região Sudeste (3. a agregação de áreas corresponde a que foi informada na Tabela 14. para viabilizar a comparação entre os censos. Sudeste e Centro-Oeste. com exceção da Região Nordeste.5 milhões de hectares.7 milhões de hectares (2. sendo que o maior aumento ocorreu na Região Centro-Oeste (5. considerando-se os Censos Agropecuários 1995-1996 e 2006. Assim. nas Regiões Sul.8 milhão de hectares. observa-se. 55. onde houve um aumento de 2. A análise por Grandes Regiões e por Unidade da Federação revela um aumento de 6. Entre os estados. Entre os estados que apresentaram as maiores reduções nas demais regiões. estão: Tocantins (2.4%). -34. houve acentuada migração entre algumas modalidades de uso.3 milhões de hactares._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . ocorrendo uma grande movimentação entre os estados. 12.4%) e Goiás (1.6%). -21. com destaque para os Estados de Rondônia (1. -28. com registros tanto de perdas quanto de aumento de áreas.4 milhões de hectares (20. no Censo Agropecuário 1996 as lavouras temporárias foram agregadas às áreas com lavouras temporárias em descanso. Mato Grosso (1. Além da incorporação de áreas ao processo produtivo. destacam-se Mato Grosso (2. Em relação às áreas com lavouras temporária e permanente.06%) e Pará (3. seguido das Regiões Sul (1. principalmente no Estado de Minas Gerais (6.43%). como ocorrido em grande parte das Regiões Centro-Oeste. 58 %). -17. -38.7 milhão de hectares.9 milhão de hectares. A redução das pastagens naturais e o incremento nas pastagens plantadas indicam uma intensificação da pecuária brasileira.Terra Em relação às terras utilizadas.5%).4 milhões de hectares (20. Assim.84%). 77. na Região Norte.2%).9 milhão de hectares. No Censo Agropecuário 2006. -42.7%).6%) e Sudeste (1. Bahia (2. como no caso das Regiões Sul e Sudeste. com o Estado de São Paulo concentrando essa perda (2.09 milhões de hectares.04%). para a área de pastagens plantadas observa-se um aumento. Nordeste e Norte e da intensificação de áreas consolidadas. -36.9 milhões de hectares. 68. o período intercensitário (meados das décadas de 1990 e 2000) revela uma dinâmica socioeconômica onde convivem complexos sistemas agroindustriais e cadeias produtivas altamente articulados à produção de commodities para o mercado . em relação ao total Brasil.76%).4%). Nas demais regiões. distribuídos por todas as regiões do País.5%). -51.98 milhões de hectares. especialmente nas Regiões Sudeste e Sul. Goiás (1. observou-se um aumento nas lavouras de 10. Rio Grande do Sul (2. observa-se que na ocupação das áreas dos estabelecimentos agropecuários.7 milhão de hectares.7 milhões de hectares.49%). A maior perda de área absoluta ocorreu na modalidade de uso pastagens naturais. Em relação à movimentação entres as áreas de lavouras e outras modalidades de uso.Brasil 2010 Dimensão ambiental . -36. 86.3 milhão de hectares.1 milhões de hectares (41.9%).3 milhões de hectares.69%). que o aumento verificado nas lavouras foi decorrente da redução da área de pastagens. de 2.

tanto pela demanda da indústria de automóveis quanto pelo intuito de diminuir a emissão de gases causadores do efeito estufa. com discreta inserção no comércio local. estes mostram um contínuo crescimento da área plantada das principais culturas nos últimos 17 anos. pela cultura da soja. muitas vezes. A redução da área total em uso entre os Censos Agropecuários 1995-1996 e 2006 explica as variações negativas de algumas modalidades de utilização das áreas dos estabelecimentos agropecuários. embora se observe uma crescente pressão por expansão da fronteira agrícola sobre os cerrados e florestas do centro e norte do País. importante geradora de emprego e renda. incentivada. seguido do Município de São Desidério. Estes resultados têm importantes implicações sobre a sustentabilidade da atividade agropastoril.Terra mundial. quando comparados aos anteriores. em Mato Grosso. Isto reflete principalmente a perda de áreas de pastagens para as lavouras. leguminosas e oleaginosas.Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio 04 . Além disso. principal produto agrícola nacional. posicionando-se logo após a soja. É importante notar que a intensificação da atividade agrícola também significa a redução da variedade de cultivares em uso. principalmente a forte redução das áreas de pastagens naturais. registrou a maior área plantada (847 886 hectares). o que reduz a pressão sobre o recurso solo. mostram uma clara intensificação da atividade agropecuária no Brasil. Se por um lado a intensificação representa aumento de produção por unidade de área.Indicadores de desenvolvimento sustentável . e é o maior produtor de algodão herbáceo. o que representa séria ameaça a diversidade de espécies e variedades vegetal e animal em uso agrossilvipastoril. por outro também significa o aumento no uso de fertilizantes e agrotóxicos. Cabe ressaltar o crescimento das áreas de lavouras e pastagens plantadas sobre as áreas de pastagens naturais. com sistemas agrícolas rudimentares.5% da produção nacional de cereais. principalmente. Exemplos destas mudanças no uso da terra são apresentados naTabela 17 e Gráfico 15 para os estados que compõem a Amazônia Legal. notadamente a partir do ano de 2000 com a ocupação dessas áreas. Quanto aos resultados da PAM. que também se destaca nos cultivos de milho e soja. não podendo ainda deixar de se observar que o aumento das áreas de lavouras foi o mais expressivo dentre as modalidades de uso. que é o maior produtor nacional de milho e soja.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . O Município de Sorriso. Indicadores relacionados 01 . Cabe ressaltar que entre as culturas que mais se expandiram nos últimos tempos está a cana-de-açúcar. na Bahia (476 422 hectares).Uso de agrotóxicos . Os resultados do Censo Agropecuário 2006. No ano de 2008. a expansão da lavoura intensiva gera pressões sobre a agricultura familiar.Uso de fertilizantes 05 . o milho (em grão) representou 40. e cada avanço em um determinado aspecto da sustentabilidade traz novos desafios para outros aspectos da mesma. e dos riscos de contaminação ambiental.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 02 . Não há soluções fáceis.

Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . somente foi pesquisada a área colhida dos produtos com mais de 50 pés em 31.1970/2006 % 30 25 20 15 10 5 0 Total Pastagens naturais 1970 1975 1980 1985 1996 2006 Lavouras permanentes (1) Pastagens plantadas (3) Lavouras temporárias (2) Matas plantadas Fonte: IBGE._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Participação de fontes renováveis na oferta de energia 53 .2006. degradadas por manejo inadequado ou por falta de conservação.asp?o=22&i=P>. Sistema IBGE de Recuperação Automática SIDRA. .sidra. Rio de Janeiro. Acesso em: maio 2010. (1) Nas lavouras permanentes.Taxa de crescimento da população 23 . viveiros de mudas. e em boas condições. por tipo de lavoura -1992-2008 % 8. inclusive hidroponia e plasticultura. (3) Pastagens plantadas. Gráfico 14 .0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Lavouras temporárias Lavouras permanentes Fonte: Produção agrícola municipal 1992-2008. Disponível em: <http://www.Desflorestamento na Amazônia Legal 10 . segundo o tipo de utilização das terras Brasil .br/bda/pesquisas/pam/ default.gov.0 2. [1992-2009].Brasil 2010 Dimensão ambiental .0 1.0 4. In: IBGE.0 5.Queimadas e incêndios florestais 08 .P&D Gráfico 13 .População e terras indígenas 46 .Proporção das terras em uso agrossilvipastoril dos estabelecimentos agropecuários no total da área territorial.Proporção das terras em uso com lavouras em relação à superfície territorial do Brasil.0 3. (2) Lavouras temporárias e cultivo de flores.0 0.Áreas protegidas 17 . estufas de plantas e casas de vegetação e forrageiras para corte.ibge.Espécies invasoras 21 . incluindo aquelas em processo de recuperação.12.0 7. Censo Agropecuário 2006.Terra 07 .Área remanescente e desmatamento no cerrado 15 .Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 .0 6.

.1 14. inclusive hidroponia e plasticultura.4 0.7 0. e em boas condições.4 7.3 0.9 3.2006.5 0.7 6.4 5. (2) Lavouras temporárias e cultivo de flores.2 4. Área de pastagens naturais Área de pastagens plantadas Tabela 13 . incluindo aquelas em processo de recuperação.6 2006 26.2 11.5 13.Proporção das terras em uso agrossilvipastoril dos estabelecimentos agropecuários em relação ao total da área territorial. viveiros de mudas.2 24. degradadas por manejo inadequado ou por falta de conservação. Censo Agropecuário 1970/2006.5 1.0 3.6 3. por utilização das áreas período 1995/2006 4 000 000 3 000 000 2 000 000 1 000 000 0 ha -1 000 000 -2 000 000 -3 000 000 -4 000 000 Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Mato Grosso Área de lavouras Fonte: IBGE.8 4.9 1.0 9. somente foi pesquisada a área colhida dos produtos com mais de 50 pés em 31.7 0.1 0. estufas de plantas e casas de vegetação e forrageiras para corte.2 5.3 1980 26.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Indicadores de desenvolvimento sustentável .7 1996 26.0 12.8 1.Terra Gráfico 15 .6 Total Lavoura permanente (1) Lavoura temporária (2) Pastagens naturais Pastagens plantadas (3) Matas plantadas Fonte: IBGE.8 12.9 4.6 1985 27. (3) Pastagens plantadas.Variação absoluta da área dos estabelecimentos agropecuários na Amazônia Legal.5 1.7 14.0 0. Censo Agropecuário 1995/2006.1970/2006 Tipo de utilização das terras Proporção das terras em uso agrossilvipastoril dos estabelecimentos agropecuários em relação ao total da área territorial (%) 1970 1975 22.7 0.Brasil . (1) Nas lavouras permanentes.3 8.12. segundo o tipo de utilização das terras .

6 7.9 24.4 2.6 63.7 2.2 0.1 68.8 15.6 3.3 84.7 37.9 61.9 6.3 58.7 56. dos estabelecimentos agropecuários e das terras em uso.7 77.4 49.6 57.2 3.6 64.1 56.8 3.2 Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul 57 640 956 19 931 485 9 534 618 28 174 853 41 781 003 15 391 782 6 062 506 20 326 715 32 898 389 11 865 028 4 052 445 16 980 916 57.6 61.2 80.3 3.5 42.6 75.1 3.6 42.6 2.5 60.8 1.4 15.3 41.7 34.5 67._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .4 3.7 32.1 3.4 85.6 1.7 0.7 5.8 13.3 62.0 2.8 35.2 31.Terra Tabela 14 .5 37.7 Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia 155 425 696 33 198 329 25 152 918 14 882 560 5 279 679 5 643 983 9 831 161 2 776 766 2 191 034 56 469 266 76 074 411 13 033 568 9 506 597 7 948 067 3 187 928 3 787 404 5 434 076 2 112 574 1 482 437 29 581 760 46 439 361 8 280 867 4 074 647 4 553 299 1 887 672 2 352 047 3 693 438 1 781 487 1 264 398 18 551 506 29.0 63.4 3.8 10.8 57.7 Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 160 637 148 105 351 087 35 712 496 90 335 790 34 008 669 580 193 30 274 975 48 688 711 26 136 081 251 320 71 846 444 23 400 080 28 559 105 19 706 956 180 303 44. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .3 5.4 13.5 4.3 7.3 59.5 14.9 4.1 22.4 11.Áreas da superfície territorial.7 65.0 7.7 11.4 71.2006 (continua) Distribuição percentual do uso das terras em relação à área dos estabelecimentos agropeucários (%) Área (ha) Grandes Regiões e Unidades da Federação Superfície territorial (1) Estabelecimentos agropecuários Terras em uso Participação das terras em uso na superfície territorial (%) Terras em uso Culturas permanentes (2) Culturas temporárias (3) Brasil 851 487 659 333 680 037 225 368 857 26.2 77.3 38.0 1.1 68.4 3.0 4.9 24.4 3. participação das terras em uso na superfície territorial e distribuição percentual do uso das terras em relação à área dos estabelecimentos agropecuários.6 16.3 16.0 2.0 0.0 10.2 30.9 57.6 7.3 80.9 74.8 49.6 6.8 9.5 3.2 19.1 66.1 1.2 57.2 3.6 8.3 78.1 59.9 3.8 32.6 35.5 32.2 12.9 31.2 27.5 31.9 15.3 3.8 77.8 10.9 14.4 .6 13.8 3.0 84.7 46.Brasil 2010 Dimensão ambiental .9 16.7 0.9 83.5 36.9 48.7 4.1 17.7 Norte Rondônia Acr e Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins 385 332 720 23 757 616 15 258 138 157 074 568 22 429 898 124 768 951 14 281 458 27 762 091 55 535 764 8 433 868 3 528 543 3 668 753 1 717 532 22 925 331 873 789 14 387 949 31 386 618 5 368 154 1 223 373 1 705 004 843 411 13 024 381 425 517 8 796 779 8.5 5.2 62.5 11.0 31.9 Sudeste Minas Gerais Espirito Santo Rio de Janeiro São Paulo 92 451 127 58 652 829 4 607 751 4 369 605 24 820 942 54 937 773 33 083 509 2 839 854 2 059 462 16 954 949 42 798 044 24 529 542 2 279 774 1 654 079 14 334 649 46.7 4.8 41.

areais. incluindo aquelas em processo de recuperação.2006 (conclusão) Distribuição percentual do uso das terras em relação à área dos estabelecimentos agropeucários (%) Grandes Regiões e Unidades da Federação Plantadas (4) Pastagens Matas plantadas Naturais Outros (5) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espirito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fonte: IBGE.9 35. pedreiras.6 22.0 0.3 53.2 7.8 4. etc.2 16. salinizadas.7 40. degradadas por manejo inadequado ou por falta de conservação. viveiros de mudas.2002.1 20.6 17.1 13.5 12.3 11.0 36.4 4.4 57. Censo Agropecuário 2006.8 19.7 37.2 0.9 24.2 24.1 25.10.1 25.7 37.6 54.1 0.8 42.5 8.8 37. benfeitorias ou caminhos.3 16.Terra Tabela 14 .0 36.9 8.2 0.0 2.1 30.2 0.9 32.3 4.1 43.8 0.5 26.6 20.1 25.3 0. e em boas condições.3 0.0 18.9 49.2 31.0 38. Construções.2 0.1 51. somente foi pesquisada a área colhida dos produtos com mais de 50 pés em 31.7 24.9 17.1 1.6 0.1 1.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Indicadores de desenvolvimento sustentável .Áreas da superfície territorial.1 16.3 22.3 19.2 42.6 14. dos estabelecimentos agropecuários e das terras em uso.5 0.). estufas de plantas e casas de vegetação e forrageiras para corte.8 22.0 12.1 25.3 23.2 4. (3) Lavouras temporárias e cultivo de flores. etc.5 19.2 0. lagos.3 Nota: No Censo Agropecuário de 2006.0 6.3 17.9 22.5 31.3 48. (5) Tanques.5 6.2 31.2 5.3 0.2 32.4 38. 30.7 19.6 28.7 33.4 0. Terras inaproveitáveis para agricultura ou pecuária (pântanos.4 0.7 2.6 4.0 4.4 36. participação das terras em uso na superfície territorial e distribuição percentual do uso das terras em relação à área dos estabelecimentos agropecuários.7 41. matas e florestas naturais.8 3.4 21.2 0.3 0.8 0.4 43.2 21.7 15. (2) Nas lavouras permanentes.0 30.1 13. açudes e/ou área de águas públicas para exploração da aquicultura.0 6.12.8 21.5 0.0 11.2 0.8 40.3 3. (1) O IDS a partir dessa edição (2010) passa a adotar a superfície territorial do Brasil de acordo com a resolução nº 5 de 10.9 43.3 1. . Terras degradadas (erodidas.7 37.7 19. inclusive hidroponia e plasticultura.8 39.7 28.6 40. desertificadas.2006.6 9.7 26.0 15.5 0.8 3. as áreas com lavouras temporárias em descanso foram agregadas às áreas com as lavouras temporárias.4 24.7 13.6 50.) e.3 22.0 36.8 5. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .3 65.0 10.3 10.5 18.9 33. (4) Pastagens plantadas.6 2.

0 0.7 2005 7.6 0.1 5. .1992-2008 Proporção das terras em uso com lavouras em relação à superfície territorial do Brasil (%) Ano Total Temporárias 1992 6.7 2000 6.4 6.6 0.8 Tipo de lavoura 1993 5.7 2006 7.Terra Tabela 15 .0 5.Brasil 2010 Dimensão ambiental .5 0.8 5.3 0.7 1994 6.0 0.5 0.7 2001 6.8 0.7 1995 6.0 0.S IDRA. In: IBGE. por tipo de lavoura . Sistema IBGE de Recuperação Automática .3 6. 2009._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .8 0.sidra.3 6.1 5.8 6.9 0. Disponível em: <http://www.7 1997 5.4 0.4 5.gov.2 0.2 5.8 Fonte: Produção agrícola municipal 2008.8 2008 7.7 2003 6.7 2004 7.9 5.8 2007 7.7 1999 5.5 0.7 1998 5.5 4.7 2002 6.3 0.Proporção das terras em uso com lavouras em relação à superfície territorial do Brasil.7 1996 5.br/bda/pesquisas/pam/default.1 0.1 5.ibge.5 6.3 Permanentes 0.7 5.7 5.7 6.asp>. Rio de Janeiro. Acesso em: maio 2010.

7 8.3 18.6 12.1 0.br/bda/pesquisas/pam/default.9 4.9 5.1 2. .3 17.9 Distribuição percentual em relação ao total da superfície territorial (%) 0.ibge.6 0.7 0.7 3.sidra.5 28.7 12.6 1.8 13.6 14.1 0.0 1.1 9.9 26.1 3.1 0.9 1.3 10.9 0.2002.0 12.6 0. de acordo com a resolução n 5 º de 10. por tipo de lavoura.2 18.2008 Terras em uso com lavouras Tipo de lavoura Total Permanentes Total da superfície territorial (1) Distribuição percentual em relação ao total da superfície territorial (%) 7.2 0.9 0.0 11. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .0 0.4 8.7 13.2 0.2 6.8 0.1 0.6 0.Terra Tabela 16 .7 0.3 6.4 6.4 22.5 5.7 10.0 0. (1) O IDS a partir desta edição (2010) passa a adotar a superfície territorial do Brasil.8 1.1 10.9 0.0 4.5 34.9 4.8 6.2 3. Sistema IBGE de Recuperação Automática .0 10.1 0.1 49.asp>.Área total e distribuição percentual das terras em uso com lavouras em relação ao total da superfície territorial.3 23.6 3.1 30.7 0.1 0. Acesso em: maio 2010.7 0.5 9.4 Temporárias Distribuição percentual em relação ao total da superfície territorial (%) 6.10.7 12.1 0.3 22.1 9.gov.2 11.4 Grandes Regiões e Unidades da Federação Área plantada total (ha) Área plantada (ha) Área plantada (ha) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espirito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal (1 85 1487 659 385 332 720 23 757 616 15 258 138 157 074 568 22 429 898 124 768 951 14 281 458 27 762 091 155 425 696 33 198 329 25 152 918 14 882 560 5 279 679 5 643 983 9 831 161 2 776 766 2 191 034 56 469 266 92 451 127 58 652 829 4 607 751 4 369 605 24 820 942 57 640 956 19 931 485 9 534 618 28 174 853 160 637 148 35 712 496 90 335 790 34 008 669 580 193 65 338 804 2 793 420 622 051 113 055 181 694 53 643 1 148 344 21 079 653 554 13 281 366 1 667 117 1 200 622 2 013 268 484 982 661 212 1 309 192 675 646 409 269 4 860 058 13 273 224 4 740 522 733 297 222 319 7 577 086 19 662 177 9 810 281 1 759 961 8 091 935 16 328 617 3 243 122 8 726 914 4 225 916 132 665 6 495 563 540 954 213 112 14 630 42 672 7 510 253 418 2 616 6 996 2 609 002 37 932 184 766 497 234 152 033 58 485 100 108 24 746 107 504 1 446 194 2 766 669 1 165 951 573 607 52 384 974 727 447 150 189 886 79 954 177 310 131 788 5 340 85 364 38 596 2 488 58 843 241 2 252 466 408 939 98 425 139 022 46 133 894 926 18 463 646 558 10 672 364 1 629 185 1 015 856 1 516 034 332 949 602 727 1 209 084 650 900 301 765 3 413 864 10 506 555 3 574 571 159 690 169 935 6 602 359 19 215 027 9 620 395 1 680 007 7 914 625 16 196 829 3 237 782 8 641 550 4 187 320 130 177 Fonte: Produção agrícola municipal 2008.6 28.0 0.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .1 9.4 13.2 0.S IDRA.6 33.7 2.1 2.Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 0.5 3.0 1.3 24.0 0.9 4.1 15.3 2.9 0.9 2.7 0.8 0.2 9. Disponível em: <http://www.1 0.4 1.0 2. Rio de Janeiro. 2009.0 0.4 8.3 48. In: IBGE.

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010 Dimensão ambiental .Área das lavouras.Terra Tabela 17 . de pastagens naturais e de pastagens plantadas. total das áreas utilizadas nos estabelecimentos agropecuários e variação da área. Censo Agropecuário 1995/2006. Uso total (ha) 2006 67 831 192 5 349 210 1 215 589 1 687 043 840 454 12 957 141 329 199 8 751 928 8 211 238 28 489 391 Variação da área do Censo Agropecuário (ha) 1995-1996/2006 8 333 274 1 925 614 480 438 853 797 (-) 875 684 4 185 427 63 575 (-) 2 952 391 1 061 333 3 591 167 59 497 918 3 423 596 735 150 833 245 1 716 138 8 771 714 265 624 11 704 320 7 149 905 24 898 224 . segundo as Unidades da Federação .período 1995-1996 e 2006 Unidades da Federação Área de lavouras (ha) 1995-1996 2006 13 121 195 504 025 164 269 866 340 116 278 1 886 037 62 136 638 809 2 456 567 6 426 732 Área de pastagens naturais (ha) 1995-1996 18 217 080 343 369 62 020 320 616 1 246 541 1 630 809 219 458 5 800 950 2 403 743 6 189 573 2006 12 119 557 279 350 159 586 232 322 404 385 1 862 911 223 159 2 840 193 1 713 367 4 404 283 Área de pastagens plantadas (ha) 1995-1996 32 932 155 2 578 700 552 193 208 297 296 024 5 824 919 25 520 5 277 206 2 906 809 15 262 488 2006 42 590 440 4 565 835 891 733 588 380 319 790 9 208 193 43 905 5 272 926 4 041 303 17 658 375 Total Rondônia Acr e Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Mato Grosso 8 348 682 501 528 120 937 304 332 173 572 1 315 987 20 646 626 164 1 839 353 3 446 163 Unidades da Federação 1996-1996 Total Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Mato Grosso Fonte: IBGE.

Terras inaproveitáveis para agricultura ou pecuária (pântanos.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . açudes e/ou área de águas públicas para exploração da aquicultura. Terras degradadas (erodidas.Terra Mapa 4 . benfeitorias ou caminhos.2006. (3). (4) Pastagens plantadas. etc.12.Indicadores de desenvolvimento sustentável .) e. desertificadas. Nota: (1) O IDS dessa edição (2010) passa a adotar a superfície territorial do Brasil. lagos. Lavouras temporárias e cultivo de flores. Nas lavouras permanentes. Censo Agropecuário 2006. (2). Tanques. areias. inclusive hidroponia e plasticultura. Construções. viveiros de mudas. pedreiras. de 10/10/2002. somente foi pesquisada a área colhida dos produtos com mais de 50 pés em 31.Distribuição do uso da terra – 2006 Fonte: IBGE. estufas de plantas e casas de vegetação e forrageiras para corte. degradadas por manejo inadequado ou por falta de conservação. . etc.). de acordo com a resolução no 5. matas e florestas naturais. e em boas condições incluindo aquelas em processo de recuperação. salinizadas.(5).

2008 Fonte: Produção agrícola municipal 2008. Disponível em: <http://www.gov.ibge.sidra.SIDRA.asp>. 2009. Rio de Janeiro.br/bda/pesquisas/ pam/default.Terra Mapa 5 . Sistema IBGE de Recuperação Automática . .Distribuição do uso da terra com lavouras permanentes e temporárias . In: IBGE. Acesso em: maio 2010.Brasil 2010 Dimensão ambiental ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

maio-setembro no Centro-Sul e janeiro-março no extremo Norte do Brasil. Neste portal. Comentários Nem todos os focos de calor representam o avanço de atividades agropastoris sobre áreas de vegetação nativa. Descrição As variáveis utilizadas são as ocorrências de focos de calor e o território onde eles acontecem. As queimadas e os incêndios florestais são detectados por satélites como focos de calor sobre a superfície terrestre. durante a estação seca. grandes áreas de vegetação nativa no Brasil. e em boa parte dos países tropicais. sendo uma das principais ameaças aos ecossistemas brasileiros. falhas na obtenção das imagens em certos dias não permitem a contabilização de alguns focos de calor.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . em um determinado território. são apresentados dados de ocorrência e localização de focos de fogo no Brasil. As queimadas são ações autorizadas pelos órgãos ambientais. implicando controle e manejo do fogo para a renovação e a abertura de pastos e áreas agrícolas. Ocorrem. o uso do fogo é prática tradicional na renovação de pastagens e preparo de novas áreas para as atividades agropecuárias. Elas têm sido a forma mais usada para a conversão das florestas da Amazônia e dos cerrados do Brasil Central em áreas agropastoris.Terra 7 Queimadas e incêndios florestais Expressa a ocorrência de incêndios florestais e queimadas. . em determinado ano. Tanto as queimadas quanto os incêndios florestais destroem.inpe. O número e a localização dos focos de calor são obtidos a partir de informações coletadas por satélite (NOAA-15).INPE. A frequência de ocorrência de focos de calor em um território pode ser utilizada como indicador do avanço das atividades agropecuárias e das áreas antropizadas sobre as áreas com vegetação nativa.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Justificativa No Brasil. o uso do fogo durante a colheita em canaviais e a queima dos resíduos da colheita em plantios de algodão. por sua vez. desde que associada a outros indicadores. O indicador expressa a frequência de focos de calor em um território. Os incêndios florestais.br/queimadas/. anualmente.Têm origem em queimadas descontroladas e no uso não autorizado do fogo para fins agropastoris. Por conta disso. O número de focos de calor em cada estado é fornecido diariamente.cptec. estando acessível via Internet no portal: http://sigma. pastagens e cultivos. correspondem a situações de fogo descontrolado que consomem grandes áreas com vegetação nativa. como exemplos tem-se a prática de queimadas em pastagens extensivas. no período de 1998 a 2010. majoritariamente. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais .

quanto na redução das emissões brasileiras de gases de efeito estufa para a atmosfera. predominantemente. próximas a frentes de expansão agropastoril. principalmente. embora para as UCs e TIs isso não seja tão marcante.5%).Brasil 2010 Dimensão ambiental . A partir do ano de 2005. Por conta disso.IBGE.1%) e veiculares (26. O fogo em TIs e UCs quase sempre se origina em propriedades rurais fora de seus limites. com a desativação do NOAA-12. entre si.UCs também sofrem com o problema das queimadas. as queimadas estão associadas ao desflorestamento. há também a geração e a transferência para a atmosfera de grandes quantidades de gases de efeito estufa. o INPE realizou um trabalho de harmonização (compatibilização) das informações produzidas pelos mesmos. segundo os administradores locais. geralmente. durante o período das queimadas.TIs e Unidades de Conservação . cidades de médio e pequeno portes. um sério problema de saúde pública. entre os municípios que indicaram a ocorrência de poluição do ar. em seu Suplemento de Meio Ambiente relativo a 2002. as bordas destas áreas. Além dos danos à biodiversidade. A mais extensa e recorrente corresponde ao chamado “Arco do Desflorestamento e das Queimadas”que abrange o sul e o leste da Amazônia Legal. a causa apontada com maior frequência foram as queimadas (63. as queimadas são a principal causa de poluição do ar no Brasil. na percepção dos gestores municipais. Ou seja. Como a capacidade de detecção de focos de calor dos dois satélites é diferente. a regiões canavieiras ou a áreas de pecuária extensiva. não há monitoramento da qualidade do ar. e sérios danos à saúde humana. No Brasil. A mesma tendência de queda tem . também.Terra Diferenças na metodologia de obtenção do número de focos de calor e no período abrangido para a sua contabilização inviabilizam a comparação dos anos de 1998 e 1999. o trabalho de harmonização possibilita a comparação direta dos dados obtidos pelos dois satélites. por comprometerem severamente a qualidade do ar durante a estação seca em boa parte do Norte e Centro-Oeste do País. da exposição do solo à ação das intempéries (intensificando processos erosivos) e do comprometimento dos recursos hídricos. e com o restante da série (período 2000 a 2009). A espacialização dos focos de calor evidencia a sua concentração em algumas regiões do País. a quantificação dos focos de calor foi realizada tendo como satélite de referência o NOAA 12. permitindo a continuidade da série temporal. atingindo. onde. realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Nesta região. àqueles que ocorrem no entorno destas áreas. Estimase que a destruição da vegetação nativa e as queimadas sejam responsáveis por 75% das emissões brasileiras de CO2 para a atmosfera. suplantando amplamente as emissões industriais (38. especialmente CO2. Mesmo Terras Indígenas . As queimadas constituem. Esta queda é importante tanto em termos de melhoria da saúde das populações do interior do País. há uma tendência de queda no número de queimadas no Brasil como um todo. no cálculo dos focos de calor em UCs eTIs foram incluídos. constatou que. Segundo o INPE. especialmente de crianças e idosos._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .1%). A Pesquisa de Informações Básicas Municipais. . também. embora em menor intensidade que as áreas de seu entorno. as queimadas usualmente não são vistas como causa de poluição do ar por atingirem. sendo corresponsáveis pela destruição de grandes áreas florestais. a quantificação dos focos passou a ter como satélite de referência o NOAA 15. De 1998 a agosto de 2007. com reflexos no número de internações por problemas respiratórios. A partir de agosto de 2007.

Número de focos de calor no Brasil. Notas: 1. Cachoeira Paulista: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.Indicadores de desenvolvimento sustentável .P&D Gráfico 16 . Brasília. Acesso em: maio 2010. Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos.Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 . O controle de queimadas e incêndios florestais representam um importante passo na melhoria das condições ambientais do Brasil.dpi. 2. Devido a diferenças na metodologia de obtenção das informações.cptec.Áreas protegidas 17 . (2) A metodologia difere da utilizada a partir do ano de 2000. parques e terras indígenas Fonte: Dados de focos de calor. Como dito anteriormente.Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 . Programa de Prevenção e Controle de Queimadas e Incêndios Florestais na Amazônia Legal – PROARCO.Área remanescente e desmatamento no Cerrado 15 .inpe.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Uso de fertilizantes 05 . [2000-]. os dados de focos de calor para o Brasil no ano de 1998 e no período 1999-2009 não são comparáveis.Terras em uso agrossilvipastoril 08 . (1) Os dados correspondem ao período de junho a dezembro.php?LANGUAGE=PT>. Disponivel em: <http://www.inpe. Para o período de 1998 a agosto de 2007.Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 04 . A partir de agosto de 2007 os dados de focos de calor foram obtidos pelo satélite NOAA 15. DF.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 03 . Disponível em: <http://sigma.Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . In: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. boa parte das queimadas ocorre em áreas recém-desmatadas da Amazônia Legal.Uso de agrotóxicos 06 .Desflorestamento na Amazônia Legal 09 .Espécies invasoras 40 .Produto Interno Bruto per capita 51 . [2007?]. Acesso em: maio 2010.br/queimadas/>.Ratificação de acordos globais 53 .Terra sido observada nas taxas de desflorestamento da Amazônia Legal. na Amazônia Legal e em unidades de conservação e terras indígenas 1998/2009 300 000 Número de focos 200 000 100 000 0 1998 (1) 1999 (2) 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Brasil Amazônia Legal Unidades de conservação. .br/proarco/ bdqueimadas/ bduc. Indicadores relacionados 01. os dados de focos de calor foram obtidos pelo satélite NOAA 12. Queimadas: monitoramento de focos.

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Terra Tabela 18 .Brasil 2010 Dimensão ambiental .1998-2009 (continua) Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Número de focos de calor 1998 (1) 107 007 36 170 4 792 260 668 21 19 404 275 10 750 20 413 11 278 3 595 845 69 160 294 45 13 4 114 6 761 3 339 158 92 3 172 1 381 472 53 856 42 282 1 913 33 312 6 969 88 1999 (2) 111 177 29 985 3 322 68 729 123 18 974 93 6 676 18 619 8 380 3 328 1 792 264 152 432 174 117 3 980 11 535 6 142 252 480 4 661 5 433 2 773 335 2 325 45 605 8 128 32 778 4 653 46 2000 104 122 32 278 5 548 454 867 366 18 233 254 6 556 24 645 9 015 4 776 2 447 148 265 692 133 20 7 149 9 865 4 886 179 171 4 629 3 972 2 858 317 797 33 362 3 283 26 168 3 840 71 2001 145 708 48 577 5 059 828 1 203 2 465 28 593 1 302 9 127 45 124 18 741 9 639 6 345 301 814 1 081 86 26 8 091 7 146 3 748 131 313 2 954 1 724 1 283 200 241 43 137 6 082 33 053 3 935 67 2002 232 543 77 988 10 714 1 254 1 845 2 050 47 687 1 145 13 293 59 455 23 691 10 426 9 996 193 1 503 1 442 207 97 11 900 12 494 8 321 281 365 3 527 2 655 2 084 218 353 79 951 12 903 58 650 8 273 125 2003 212 989 58 133 9 424 1 253 2 306 4 790 29 452 907 10 001 68 344 25 010 10 893 14 376 548 2 654 2 111 369 288 12 095 15 802 11 031 745 324 3 702 5 211 3 862 995 354 65 499 4 253 55 524 5 630 92 . segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .Número de focos de calor.

1998-2009 (conclusão) Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Número de focos de calor 2004 236 014 75 361 14 950 904 1 840 1 617 41 475 1 319 13 256 60 493 22 377 11 274 11 720 319 2 053 1 656 328 106 10 660 9 525 5 955 156 158 3 256 3 529 2 605 448 476 87 106 5 318 75 548 6 147 93 2005 226 347 87 678 18 150 4 752 4 942 934 45 335 556 13 009 65 257 30 119 11 684 8 114 313 1 359 1 254 312 162 11 940 10 279 6 263 130 154 3 732 1 933 1 318 209 406 61 200 8 041 49 423 3 676 60 2006 117 453 47 366 9 644 666 2 663 903 27 685 291 5 514 29 884 12 823 4 015 5 516 122 1 363 987 265 159 4 634 7 539 3 036 151 323 4 029 2 755 2 092 389 274 29 909 2 603 25 175 2 095 36 2007 (3) 188 656 61 197 8 142 702 2 010 2 563 34 705 240 12 835 58 911 27 876 10 283 5 515 169 642 976 241 94 13 115 12 169 8 490 321 292 3 066 2 260 1 836 196 228 54 119 5 233 42 931 5 816 139 2008 (3) 127 151 39 908 4 720 425 1 908 706 22 763 546 8 840 52 830 19 971 7 821 8 810 278 1 402 1 590 428 211 12 319 7 432 5 402 201 95 1 734 2 192 1 552 200 440 24 789 2 632 18 660 3 435 62 2009 (3) 69 702 23 007 1 285 49 914 373 16 030 299 4 057 28 394 10 132 3 952 5 875 169 1 005 1 171 340 208 5 542 3 978 2 378 135 75 1 390 1 465 1 090 171 204 12 858 2 995 8 220 1 601 42 Fonte: Queimadas: monitoramento de focos. (2) A metodologia difere da utilizada a partir do ano 2000. Acesso em: maio 2010. Disponível em: <http://sigma. nem com os do período 2000-2009. Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos.Número de focos de calor. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação . A partir de agosto de 2007. Nota: Devido a diferenças na metodologia de obtenção das informações. [2007?]. os dados de focos de calor foram obtidos pelo satélite NOAA 12.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Cachoeira Paulista: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. (1) Os dados correspondem ao período de junho a dezembro. .inpe.cptec. os dados de 1998 e 1999 não são comparáveis entre si.br/queimadas/>. (3) Para o perído de 1998 a agosto de 2007.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Terra Tabela 18 . os dados de focos de calor foram obtidos pelo satétite NOAA 15.

Número de focos de calor em unidades de conservação. parques e terras indígenas. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .2005-2009 (continua) Número de focos de calor Grandes Regiões e Unidades da Federação Total Parques e terras indígenas 2005 2006 2007 (1) 2008 (1) 2009 (1) 2005 2006 2007 (1) 2008 (1) 2009 (1) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 19 189 9 346 2 462 46 170 175 3 347 123 3 023 4 839 3 848 413 222 2 9 12 57 4 272 549 375 6 19 149 98 88 3 7 4 357 633 3 418 254 52 12 497 6 906 1 677 24 180 179 3 369 33 1 444 2 512 2 094 118 109 9 11 32 8 131 437 223 17 21 176 215 172 19 24 2 427 324 1 907 165 31 21 538 9 847 1 781 32 308 430 4 410 82 2 804 5 630 3 695 733 381 12 7 29 6 767 841 598 33 55 155 117 99 11 7 5 103 527 3 864 616 96 16 583 8 937 1 132 55 685 176 4 868 194 1 827 4 547 2 400 1 259 173 2 18 20 41 9 625 479 314 35 7 123 100 62 13 25 2 520 349 1 864 237 70 6 783 3 347 229 13 145 109 1 945 93 813 2 043 1 248 70 246 1 9 309 30 10 120 266 162 16 15 73 48 22 11 15 1 079 96 843 89 51 6 947 3 508 519 7 56 159 1 818 17 932 932 891 16 4 14 7 27 26 1 10 3 2 5 2 470 494 1 974 2 - 4 104 2 336 244 1 81 149 1 289 7 565 262 244 13 2 2 1 6 4 2 12 9 3 1 488 183 1 295 10 - 7 490 2 909 210 2 40 290 1 465 15 887 1 451 1 430 4 1 1 8 7 31 28 1 2 5 2 3 3 094 395 2 681 18 - 5 189 2 964 164 17 187 105 1 744 30 717 482 445 15 6 4 12 23 12 3 8 7 1 1 5 1 713 257 1 451 5 - 1 768 854 29 3 28 85 458 21 230 230 213 1 6 6 4 10 8 1 1 8 1 1 6 666 13 651 2 - .Terra Tabela 19 .Brasil 2010 Dimensão ambiental ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .0 0.7 4.Terra Tabela 19 .2 0. A partir de agosto de 2007.1 0.Número de focos de calor em unidades de conservação. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .5 0.0 0.2 2.9 1.8 0. [2007?]. Acesso em: maio 2010.inpe.0 0.Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 0.1 Unidades de conservação Grandes Regiões e Unidades da Federação Federal Estadual 2005 2006 2007 (1) 2008 (1) 2009 (1) 2005 2006 2007 (1) 2008 (1) 2009 (1) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 6 136 3 868 1 345 32 85 16 1 217 106 1 067 1 504 582 413 206 2 9 8 24 4 256 336 288 6 19 23 35 32 1 2 393 78 229 75 11 4 961 3 428 1 005 3 58 30 1 955 25 352 787 402 118 96 9 9 16 8 129 289 202 17 21 49 139 100 18 21 318 73 202 37 6 8 358 4 090 1 050 27 257 140 1 878 63 675 2 647 749 733 377 11 6 11 6 754 573 460 33 49 31 77 64 9 4 971 105 449 356 61 6 870 3 525 633 35 483 71 1 695 150 458 2 629 538 1 259 158 2 18 14 22 9 609 276 218 32 7 19 56 24 12 20 384 89 101 125 69 3 049 1 627 100 9 81 24 1 064 64 285 1 028 261 70 245 1 9 303 15 10 114 117 83 15 14 5 29 10 10 9 248 79 79 39 51 6 106 1 970 598 7 29 312 1 024 2 403 2 375 19 9 186 61 125 53 53 1 494 61 1 215 177 41 3 432 1 142 428 20 41 125 1 527 1 463 1 448 14 1 142 17 125 64 63 1 621 68 410 118 25 5 690 2 848 521 3 11 1 067 4 1 242 1 532 1 516 10 6 237 110 5 122 35 35 1 038 27 734 242 35 4 524 2 448 335 3 15 1 429 14 652 1 436 1 417 15 4 180 84 96 37 37 423 3 312 107 1 1 966 866 100 1 36 423 8 298 785 774 9 2 139 71 1 67 11 11 165 4 113 48 - Fonte: Queimadas: monitoramento de focos.br/queimadas/>.0 0.4 0.0 0.4 0.2 2.8 0. (1) Para o perído de 1998 a agosto de 2007.3 0. os dados de focos de calor foram obtidos pelo satélite NOAA 12.0 0. .2 0.cptec.1 1. Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos. os dados de focos de calor foram obtidos pelo satétite NOAA 15.1 1.1 0.1 0.2 0.2005-2009 (conclusão) Número de focos de calor Proporção de focos de calor em parques e terras indígenas e em unidades de conservação em relação ao total de focos em 2009 (%) 9. Disponível em: <http://sigma.0 0.0 1. parques e terras indígenas.8 0. Cachoeira Paulista: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.0 0.1 0.0 0.4 0.

Terra Mapa 6 .inpe. . Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos. Cachoeira Paulista: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. [2007?].br/queimadas/>. Disponível em: <http://sigma.cptec._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010 Dimensão ambiental .Densidade de focos de calor .2009 Fonte: Queimadas: monitoramento de focos. Acesso em: maio 2010.

Terra Mapa 7 . Cachoeira Paulista: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos.cptec.inpe. Acesso em: maio 2010. .2009 Fonte: Queimadas: monitoramento de focos.Densidade de focos de calor em terras indígenas e unidades de conservação federais e estaduais .br/queimadas/>. Disponível em: <http://sigma.Indicadores de desenvolvimento sustentável . [2007?].Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .

para a formação de pastos e áreas agrícolas. chamada de desflorestamento bruto acumulado. O indicador é composto por dois valores distintos. que devem ser considerados de forma associada. também. oriundas do Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES. A mudança na forma de cálculo da taxa de desflorestamento bruto anual se fez necessária devido à interrupção na divulgação da taxa anterior. expresso em km². em percentual. as florestas estacionais. computada no mês de agosto de cada ano. por exemplo. . e as relações entre o desmatamento e as áreas dos estados que fazem parte da Amazônia Legal.floresta de Mato Grosso. Descrição As variáveis utilizadas são a área total desflorestada. nas áreas recobertas por florestas no Norte do Brasil. O segundo valor é a taxa de desflorestamento bruto anual percentual. muitas delas endêmicas._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Cerca de 4 milhões de km² da Amazônia brasileira eram originalmente recobertos por florestas. e de cada estado. O processo de desflorestamento acentuou-se nas últimas quatro décadas. e as áreas dos estados que fazem parte da Amazônia Legal.Terra 8 Desflorestamento da Amazônia Legal Expressa a perda estimada de cobertura florestal no território abrangido pela Amazônia Legal. Com um patrimônio mineral ainda em grande parte desconhecido. concentrado nas bordas sul e leste da Amazônia Legal (Arco do Desflorestamento). Roraima. A área total desflorestada na Amazônia é da ordem de 15% da área total. Tocantins. é a maior floresta tropical existente. o maior banco genético do mundo e 1/5 da disponibilidade mundial de água potável. O desflorestamento é realizado. Este indicador é útil para a avaliação do avanço das atividades agrossilvipastoris. Pará. Amapá. Algumas formações vegetais características desta região já estão sob risco de desaparecimento. as florestas do leste do Pará e oeste do Maranhão. da extração predatória de madeira. como. compreendida na categoria desflorestamento bruto. Amazonas. majoritariamente. Acre. constituída pela razão. estima-se que a floresta Amazônica detém a mais elevada biodiversidade. Em termos mundiais. decorrendo. pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE. abrangendo 1/3 das florestas tropicais úmidas do planeta. Justificativa A Floresta Amazônica é o mais extenso dos biomas predominantemente florestais do território brasileiro. O primeiro valor é a área total desflorestada acumulada. e as formas de transição cerrado . e da ocupação antrópica em geral. da Amazônia Legal (Rondônia. Maranhão e Mato Grosso). entre a área desflorestada anualmente (km²/ano) e a área total do conjunto.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Abriga grande número de espécies vegetal e animal.

aos solos e aos recursos hídricos. são os que apresentam. portanto. pois considera a derrubada de florestas primária e secundária.Terra Comentários As áreas desflorestadas foram obtidas a partir da análise comparativa de imagens de satélite (LANDSAT-TM) tomadas em dois períodos consecutivos.Queimadas e incêndios florestais 10 . Esta metodologia de análise detecta as áreas que foram completamente desflorestadas.Terras em uso agrossilvipastoril 07 . As florestas secundárias são o resultado da recomposição natural de uma área anteriormente desflorestada. além dos danos à biodiversidade (fragmentação de florestas. Os dados apresentados mostram que as taxas de desflorestamento na Amazônia têm valores elevados e oscilantes ao longo do tempo. por sua vez. pois a velocidade com que o processo de desmatamento ocorre ainda é muito alta.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .). especialmente quando associado a queimadas. Indicadores relacionados 01 . colocando o País entre os dez maiores emissores mundiais de gases de efeito estufa. se aproxima dos 20% da área florestal original da Amazônia. tanto no cômputo da área total desflorestada quanto no cálculo das taxas de desflorestamento. com processamento digital. O projeto utiliza imagens LANDSAT em composição colorida na escala 1:250 000. A área total desflorestada. A utilização da categoria de desflorestamento bruto traz implicações. A destruição de florestas e de outras formas de vegetação nativa é responsável por mais de 75% das emissões líquidas de CO2 para a atmosfera do Brasil.Área remanescente e desmatamento no Cerrado 15 . no mínimo.Espécies invasoras . nos valores apresentados pelo indicador. O desflorestamento. etc.Indicadores de desenvolvimento sustentável . não incluindo aquelas submetidas à extração seletiva de madeira – que não estão computadas.Áreas protegidas 17 . uma segunda derrubada da floresta na mesma área. Entre os estados que compõem a Amazônia. Após um período de crescimento quase contínuo da taxa de desflorestamento entre 1997 e 2004. extinção de espécies.Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 . também contribui para o efeito estufa. parte do Arco do Desflorestamento e das Queimadas.25 ha. o valor tem se reduzido nos últimos cinco anos.Uso de fertilizantes 05 . um dado preocupante. Seu desflorestamento representa. historicamente. Embora a tendência de queda seja observada para todos os estados da Amazônia Legal.Uso de agrotóxicos 06 .Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 04 . esta é mais acentuada em alguns deles. Estimativas preliminares para o ano de 2009 indicam uma área desflorestada total de menos de 1/3 da área observada para o ano de 2004. quando atingiu um pico. as maiores taxas de desflorestamento bruto anual. o que permite a identificação de desflorestamentos maiores que 6. aqueles do sul e do leste da região.

.obt. 214 imagens LANDSAT cobrem a Amazônia Legal.P&D Gráfico 17 .Ratificação de acordos globais 53 . o incremento anual da área desflorestada foi calculado como a média simples do desflorestamento total do período. em 01.Produto Interno Bruto per capita 46 .obt.html>. em 01. São José dos Campos. Gráfico 18 .Brasil 2010 Dimensão ambiental .html>. .08 .br/prodes/index. baseada em 92 imagens LANDSAT.Terra 33 .Desflorestamento bruto anual na Amazônia Legal.br/prodes/index. Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES. Acesso em: maio 2010.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 51 . Nota: Para os anos de 1992 a 1994. No total.inpe. as estimativas preliminares.Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . Acesso em: maio 2010.1991/2009 km² 30 000 20 000 10 000 0 1994 (1) 2009 (2) 2009 (1) 2008 2007 2006 2007 1991 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2008 Fontes: Monitoramento da floresta Amazônica brasileira por satélite.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 40 . o incremento anual da área desflorestada foi calculado de forma estimada. SP [200-]. In: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.Desflorestamento bruto acumulado na Amazônia Legal.08 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . . (1) Dados referentes ao período entre agosto de 1992 a agosto de 1994 (taxa para 2 anos). São José dos Campos. indicam uma área desflorestada bruta de 7 008 km². In: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. (2) Para o ano de 2009. Disponível em: <http://www. baseadas em 92 imagens do satélite LANDSAT.inpe. Disponível em: <http://www. Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES. No total.1991/2009 800 000 700 000 600 000 500 000 400 000 300 000 200 000 100 000 0 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 km² Fonte: Monitoramento da floresta amazônica brasileira por satélite. 211 imagens LANDSAT cobrem a Amazônia Legal. (1) Para o ano de 2009. SP [200-].

html>.00 % 2007 2008 Amapá 2000 2002 2003 2004 2005 Amazônia Legal Pará Rondônia Amapá Acre Tocantins Amazonas Maranhão 2006 Roraima Mato Grosso Fontes: Monitoramento da floresta amazônica brasileira por satélite. Gráfico 20 .0 5.08. In: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.0 20.br/prodes/index.inpe.08. 2009 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 . SP.60 0. [200-].08 nas Unidades da Federação da Amazônia Legal 1991/2009 40.50 1. Área territorial oficial por unidades da federação. 2. SP .gov. São José dos Campos. [2002].ibge.90 0.obt. Dados correspondes às taxas médias para o período entre 1992 e 1994.Indicadores de desenvolvimento sustentável .br/ home/geociencias/areaterritorial/principal.65 1.80 1. São José dos Campos.Taxas estimadas de desflorestamento bruto anual em relação à área total das Unidades da Federação que formam a Amazônia Legal.0 Amazônia Legal Rondônia Maranhão (1) Pará Tocantins Mato Grosso Acre Amazonas Roraima % Acumulado em 01. Para o ano de 2009 as estimativas preliminares baseadas na análise de 92 das 214 imagens LANDSAT que cobrem a Amazônia Legal.1992/2009 2.25 2. Notas: 1. Acesso em: maio 2010. Entretanto.Terra Gráfico 19 . Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES. como denominador da taxa de desflorestamento foi usada a área total do Estado.0 25.html>. segundo as Unidades da Federação .75 0. Rio de Janeiro: IBGE.0 10.45 0.br/home/geociencias/areaterritorial/principal.gov.0 15.2009 Fontes: Monitoramento da floresta amazônica brasileira por satélite.20 1. Rio de Janeiro: IBGE.ibge.15 0.obt.05 0.1991 Acumulado em 01.0 30. Disponível em: <http://www. [200-]. Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www.shtm>.0 35. (1) As áreas desflorestadas no Maranhão são referentes apenas a porção que faz parte da Amazônia Legal (oeste do Estado).inpe. In: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .br/prodes/index.35 1. Acesso em: maio 2010.10 1. Área territorial oficial por unidades da federação. Acesso em: maio 2010.95 1. Acesso em: maio 2010. Disponível em:<http://www.shtm>. Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES. [2002].Taxa de desflorestamento bruto acumulado em 01.0 0.30 0.40 2.

214 imagens LANDSAT cobrem a Amazônia Legal. São José dos Campos. em 01.obt.Desflorestamento bruto anual na Amazônia Legal. Acesso em: maio 2010. (3) As áreas desflorestadas no Estado do Maranhão são referentes apenas à porção que faz parte da Amazônia Legal (oeste do estado) . as estimativas preliminares.08.br/prodes/index. [200-]. SP.Brasil 2010 Dimensão ambiental . baseadas em 92 imagens do satélite LANDSAT. em 01._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . indicam uma área desflorestada bruta de 7 008 km².html>.08 (km²) 1991 11 030 1 110 380 980 420 3 780 410 440 670 2 840 1992 13 786 2 265 400 799 281 3 787 36 409 1 135 4 674 1994 (1) 29 792 5 190 964 740 480 8 568 0 666 744 12 440 1995 29 059 4 730 1 208 2 114 220 7 845 9 797 1 745 10 391 1996 18 161 2 432 433 1 023 214 6 135 0 320 1 061 6 543 1997 13 227 1 986 358 589 184 4 139 18 273 409 5 271 1998 17 383 2 041 536 670 223 5 829 30 576 1 012 6 466 1999 17 259 2 358 441 720 220 5 111 0 216 1 230 6 963 2000 18 226 2 465 547 612 253 6 671 0 244 1 065 6 369 Desflorestamento bruto anual na Amazônia Legal.Terra Tabela 20 .08 (km²) 2001 18 165 2 673 419 634 345 5 237 7 189 958 7 703 2002 21 394 3 099 883 885 84 7 324 0 212 1 014 7 892 2003 25 247 3 597 1 078 1 558 439 6 996 25 156 993 10 405 2004 27 423 3 858 728 1 232 311 8 521 46 158 755 11 814 2005 18 846 3 244 592 775 133 5 731 33 271 922 7 145 2006 14 109 2 049 398 788 231 5 505 30 124 651 4 333 2007 11 532 1 611 184 610 309 5 425 39 63 613 2 678 2008 12 911 1 136 254 604 574 5 606 100 107 1 272 3 258 2009 (2) 7 008 505 211 406 116 3 687 0 56 980 1 047 Fonte: Monitoramento da floresta amazônica brasileira por satélite. Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES.1991/2009 Unidades da Federação Total Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão (3) Mato Grosso Unidades da Federação Total Rondônia Acr e Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão (3) Mato Grosso Desflorestamento bruto anual na Amazônia Legal. Disponível em: <http://www. (1) Dados referentes ao período entre agosto de 1992 a agosto de 1994 (taxa para 2 anos).inpe. em 01. No total. (2) Para o ano de 2009. segundo as Unidades da Federação . In: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

08 (km²) 2001 601 458 60 740 16 006 31 101 6 620 201 322 1 800 27 090 103 459 153 320 2002 622 852 63 839 16 889 31 986 6 704 208 646 1 800 27 302 104 473 161 212 2003 648 099 67 436 17 967 33 544 7 143 215 642 1 825 27 458 105 466 171 617 2004 675 522 71 294 18 695 34 776 7 454 224 163 1 871 27 616 106 221 183 431 2005 694 368 74 538 19 287 35 551 7 587 229 894 1 904 27 887 107 143 190 576 2006 708 477 76 587 19 685 36 339 7 818 235 399 1 934 28 011 107 794 194 909 2007 720 009 78 198 19 869 36 949 8 127 240 824 1 973 28 074 108 407 197 587 2008 732 920 79 334 20 123 37 553 8 701 246 430 2 073 28 181 109 679 200 845 2009 (2) 739 928 79 839 20 334 37 959 8 817 250 117 2 073 28 237 110 659 201 892 Fonte: Monitoramento da floresta amazônica brasileira por satélite. (2) Para o ano de 2009. Acesso em: maio 2010. baseadas em 92 imagens do satélite LANDSAT. em 01.obt.inpe. São José dos Campos. No total.08 (km²) 1991 426 400 34 600 10 700 23 200 4 200 148 000 1 700 23 400 94 100 86 500 1992 440 186 36 865 11 100 23 999 4 481 151 787 1 736 23 809 95 235 91 174 1994 (1) 469 978 42 055 12 064 24 739 4 961 160 355 1 736 24 475 95 979 103 614 1995 499 037 46 785 13 272 26 853 5 181 168 200 1 745 25 272 97 724 114 005 1996 517 198 49 217 13 705 27 876 5 395 174 335 1 745 25 592 98 785 120 548 1997 530 425 51 203 14 063 28 465 5 579 178 474 1 763 25 865 99 194 125 819 1998 547 808 53 244 14 599 29 135 5 802 184 303 1 793 26 441 100 206 132 285 1999 565 067 55 602 15 040 29 855 6 022 189 414 1 793 26 657 101 436 139 248 2000 583 293 58 067 15 587 30 467 6 275 196 085 1 793 26 901 102 501 145 617 Desflorestamento bruto acumulado na Amazônia Legal. (3) As áreas desflorestadas no Estado do Ma ranhão são referentes apenas à porção que faz parte da Amazônia Legal (oeste do estado) .08. 214 imagens LANDSAT cobrem a Amazônia Legal. as estimativas preliminares.Indicadores de desenvolvimento sustentável . (1) Dados referentes ao período entre agosto de 1992 a agosto de 1994 (taxa para 2 anos). em 01. [200-].1991/2009 Unidades da Federação Total Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão (3) Mato Grosso Unidades da Federação Total Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão (3) Mato Grosso Desflorestamento bruto acumulado na Amazônia Legal. In: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES. segundo as Unidades da Federação . Disponível em: <http://www.Desflorestamento bruto acumulado na Amazônia Legal. indicam uma área desflorestada bruta de 7 008 km². SP. em 01.br/prodes/index. Nota: Os dados foram gerados somando-se a área desflorestada bruta acumulada até o anode 1991 (fornecida pelo INPE) com os valores atualizados das áreas desflorestadas anualmente.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .html>.Terra Tabela 21 .

15 1995/ 1996 0.37 1. In: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.58 0.99 0. (3) As áreas desflorestadas no Estado do Maranhão são referentes apenas à porção que faz parte da Amazônia Legal (oeste do estado).04 0.36 2008/ 2009 (2) 0.30 0.02 0.1991/2009 Taxas (%) Unidades da Federação De desflorestamento bruto total Até 1991 Até 2009 Total Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão (3) Mato Grosso 8.30 0.12 Fontes: Monitoramento da floresta amazônica brasileira por satélite.30 0.34 0.Taxas estimadas de desflorestamento bruto anual em relação à área total das Unidades da Federação que formam a Amazônia Legal.10 0.08 0.52 1992/ 1994 (1) 0. Acesso em: maio 2010.28 0.34 0.14 0.33 2.01 1.33 0. Nota: Algumas das taxas foram alteradas devido ao reprocessamento das imagens pelo INPE.br/prodes/index.08 0.03 0. Rio de Janeiro: IBGE.10 0.37 0.06 0.11 0.29 0.41 0.23 1.10 0.28 0.49 0.19 8.54 1.05 0.10 0.12 0. Disponível em: <http://www.45 10.00 0. Disponível em: <http://www. Acesso em: maio 2010.53 1.10 0.18 0.37 0.35 0.24 0.10 0.72 1998/ 1999 0.31 2004/ 2005 0.02 0.36 1.00 0.02 0._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .02 0.36 1.30 1.34 0.27 0.04 0.13 0.85 2001/ 2002 0.05 0.Brasil 2010 Dimensão ambiental .12 0.30 2007/ 2008 0.31 0.10 0.69 0.48 2006/ 2007 0. SP.10 0.gov.59 0.51 0.08 0.20 0.03 0.ibge.79 0.18 0.23 0. [200-].87 11.br/home/geociencias/areaterritorial/principal.54 33.61 13.50 1.57 1.21 0.05 0.47 0.12 0. Programa de Estimativa do Desflorestamento na Amazônia – PRODES.26 0.06 0.13 0.09 0.63 0. Área territorial oficial por unidades da federação.86 0.30 0.30 0.43 0.93 20.32 0. [2002].45 0.06 0.17 0.29 0.04 0.13 0.25 0.95 0.28 0.71 Estimadas de desflorestamento bruto anual em relação à área total das Unidades da Federação que formam a Amazônia Legal 2000/ 2001 0.05 0.21 0.99 0.26 0.42 1.02 0.04 0.04 0. segundo as Unidades da Federação .38 1994/ 1995 0.29 0.21 0.05 0.04 0. São José dos Campos.26 0.03 0. Entretanto.62 0.84 0.58 14.79 2005/ 2006 0.26 0.36 1.34 9.86 1.23 0. (1) Taxa referente ao período entre agosto de 1992 a agosto de 1994 (taxa para 2 anos).14 0.17 33.08 0.shtm>.48 0.44 0.00 0.36 0.48 1.07 0.15 2003/ 2004 0.inpe.05 1.68 0.56 7. .00 0.01 0.00 0.04 0.71 0.42 0.05 0.02 0.77 Taxas (%) Unidades da Federação 1999/ 2000 Total Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão (3) Mato Grosso 0.04 0.63 0.38 14.00 0.56 0.01 0.22 1.obt.04 0. como denominador da taxa de desflorestamento foi usada a àrea total do estado.59 2.48 0.15 0.14 0.20 0.68 0.03 0.38 0.43 28.46 0.15 0.86 0.html>.32 0.06 0.04 0.39 0.35 Estimadas de desflorestamento bruto anual em relação à área total das Unidades da Federação que formam a Amazônia Legal 1991/ 1992 0.27 0.00 0.58 1997/ 1998 0.07 0.87 2002/ 2003 0.33 22.02 0.07 0.Terra Tabela 22 .72 1996/ 1997 0.53 0.42 3.14 0. (2) Baseado em estimativas preliminares de desflorestamento para o ano de 2009.

restam hoje menos de 10% recobertos com florestas nativas.Terra 9 Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas Expressa a área florestal remanescente e a perda de cobertura florestal em parte da área originalmente recoberta pela Mata Atlântica.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . a chamada taxa de desflorestamento. Descrição As variáveis utilizadas são a área total ocupada por florestas nativas (primárias e secundárias) em dois momentos consecutivos e a área desflorestada neste período. O segundo é a área total desflorestada no período considerado (2005/2008). que devem ser considerados de forma associada.Indicadores de desenvolvimento sustentável . a evolução do desmatamento nas formações vegetais litorâneas (restingas e manguezais). pastoril e urbana. e as relações entre o desmatamento e as áreas florestais remanescentes. obtida como a diferença entre as áreas florestadas. em percentual. Originalmente. O primeiro valor é a área ocupada por florestas nativas. possuindo elevada biodiversidade. e para Alagoas. constituída pela razão. O terceiro valor é a taxa de desflorestamento quinquenal percentual. entre a área desflorestada no período considerado e a área florestal remanescente no início do período. adentrando pelo interior no Centro-sul do País. Assim como a Mata Atlântica. a Mata Atlântica apresenta grandes variabilidades fisionômica e florística . boa parte delas de formação secundária. Justificativa A Mata Atlântica corresponde ao segundo maior conjunto de florestas tropicais úmidas do Brasil. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela SOS Mata Atlântica. A Mata Atlântica foi quase totalmente derrubada e substituída por áreas agrícola. É apresentada. menor apenas que a Floresta Amazônica. Sergipe e Pernambuco (apenas o ano de 2005). São apresentados resultados tanto para as florestas da Mata Atlântica quanto para as formações litorâneas (restingas e manguezais) dos estados do Sul. expressa em km² ou ha pelo período considerado. as formações vegetais costeiras (restingas e manguezais) foram muito alteradas desde a chegada . de pequena extensão e restritas aos locais de relevo mais íngreme. este bioma se estendia do litoral nordestino ao Rio Grande Sul. também. O indicador é composto por três valores distintos. organização não governamental que obtém as imagens de satélite usadas no cômputo das áreas florestadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais . De sua área original (mais de 1 milhão de km²).INPE. a Mata Atlântica é considerada um dos biomas mais ameaçados de desaparecimento no mundo. Ao longo de sua área de ocorrência. por sua localização. Por conta disto. computada de tempos em tempos. Sudeste brasileiro e Bahia. com grande número de espécies endêmicas (em torno de 40%).

inclusive com o estabelecimento de corredores biológicos interligando os fragmentos e áreas remanescentes deste bioma. Além de abrigarem muitas espécies exclusivas. Indicadores relacionados 01 . restinga e manguezal foram obtidas pela interpretação de imagens de satélite LANDSAT-TM. apresentando vários estágios de desenvolvimento. As florestas secundárias (capoeiras) são o resultado da recomposição natural de uma área anteriormente desmatada. ajudam a fixar os solos das áreas costeiras e fornecem abrigo e alimentação para a fauna estuarina e a marinha (manguezais).Brasil 2010 Dimensão ambiental .Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 .Produção de pescado marítima e continental 14 .Queimadas e incêndios florestais 11 . O limite sul da ocorrência de manguezais na costa brasileira é o Estado de Santa Catarina.População residente em áreas costeiras 15 . Como foram obtidos por critérios diferentes.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 07 . Este indicador é útil na avaliação do avanço da ocupação antrópica na região costeira. são computadas tanto as áreas com vegetação primária quanto secundária._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Entre as espécies mais ameaçadas estão algumas que são endêmicas da Mata Atlântica e outras de grande valor econômico. boa parte deles é constituída por pequenas áreas em início de regeneração florestal. A Mata Atlântica sofre com o alto grau de degradação dos seus remanescentes florestais. Na metodologia utilizada.Terra dos colonizadores portugueses ao Brasil.Qualidade de águas interiores 12 . Um grande esforço tem sido feito nos últimos anos para preservar e ampliar as áreas remanescentes de Mata Atlântica. desde capoeiras muito jovens até capoeirões bem desenvolvidos. aquela que mais alterações ambientais tem sofrido desde a descoberta do Brasil.Balneabilidade 13 . A grande fragmentação florestal e o estágio sucessional inicial de boa parte dos remanescentes deste bioma favorecem a extinção de espécies. especialmente daquelas associadas a florestas mais maduras (espécies climácicas) e daquelas que necessitam de grandes áreas conservadas para sobreviver. As áreas desflorestadas foram obtidas a partir da análise comparativa destas imagens tomadas em dois períodos consecutivos.Espécies invasoras . Comentários As áreas remanescentes de Mata Atlântica. os resultados oriundos da primeira metodologia não são totalmente comparáveis com os da segunda. Os resultados apresentados foram obtidos por duas metodologias diferentes: a primeira aplicada ao ano de 2000 e a segunda aos anos de 2005 e 2008.Áreas protegidas 17 .

Minas Gerais.Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. (2) Abrange os Estados da Bahia. sosma. São José dos Campos. Acesso em: maio 2010.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . São José dos Campos. Rio de Janeiro.2 0.0 Mata Atlântica (1) Restinga (2) Manguezais (3) Fontes: Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2000-2005.1 0. SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Mato Grosso do Sul e Goiás. Rio de Janeiro.5 0.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 51 . São Paulo. Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Disponível em: <http://mapas.6 0. Rio Grande do Sul.9 0. (1) Abrange os Estados da Bahia. 2009.Proporção da área desflorestada. 2008. Acesso em: maio 2010.O.P&D Gráfico 21 .pdf>.br/site_media/ ATLAS%20MATA%20ATLANTICA%20%20RELATORIO2000-2005.4 0.8 0.org.pdf>. Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2005-2008.7 0. Santa Catarina.Ratificação de acordos globais 53 . São Paulo: Fundação S. São Paulo. São Paulo.O.S. Rio de Janeiro. segundo a formação vegetal período 2005/2008 % 0. Paraná e Santa Catarina. . Disponível em: <http://mapas.Indicadores de desenvolvimento sustentável .3 0. São Paulo: Fundação S.Terra 46 . Mata Atlântica. Paraná. Mata Atlântica. Nota: Abrangência geográfica varia conforme a formação vegetal. Paraná. Espírito Santo. Espírito Santo.br/site_media/ download/atlas%20 mata%20atlantica-relatorio 2005-2008.sosma.org. Espírito Santo. (3) Abrange os Estados da Bahia.S.

Disponível em: <http://mapas.. São José dos Campos.. Mata Atlântica. Alagoas e Sergipe.. sosma.sosma.. segundo as Unidades da Federação abrangidas nos inventários . (2) Para o ano de 2005.. Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2005-2008.50 Alagoas .10 São Paulo 24 917 23 080 23 056 24 0. 1 486 .br/site_media/ATLAS%20MATA%20ATLANTICA%20-%20RELATORIO2000-2005. SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.50 Santa Catarina 22 354 21 777 21 517 260 1..O. a área total remanescente de Mata Atlântica sobe para 138 647 km².Áreas remanescente e desflorestada da Mata Atlântica. Acesso em: maio 2010.pdf>.. 2008. Acesso em: maio 2010 (1) Devido a diferenças na metodologia de quantificação das áreas remanescentes de Mata Atlântica.. 901 ..10 Fontes: Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2000-2005. .80 2008 133 010 1 028 Bahia 16 206 16 061 15 820 241 1. .S.._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . ..30 Mato Grosso do Sul 3 558 3 624 3 602 22 0.10 Paraná 19 626 19 476 19 377 99 0... 2 222 ..2000/2008 Unidades da Federação abrangidas nos inventários Total Área remanescente de Mata Atlântica (km²) 2000 (1) 138 207 2005 (2) 134 038 Área desflorestada no período 2005/2008 Total absoluto (km²) Relativo (%) 0. Sergipe . o valor total de área remanescente de Mata Atlântica não inclui os remanescentes dos Estados de Pernambuco. . os resultados para o ano de 2000 não são diretamente comparáveis com aqueles para o período 2005/2008. .Terra Tabela 23 . Com a inclusão destes. São Paulo: Fundação S....pdf>. São José dos Campos. Disponível em: <http://mapas..S.10 Rio de Janeiro 8 162 8 088 8 078 10 0. SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais..org.. Minas Gerais 28 252 26 699 26 372 327 1.O..60 Goiás 484 384 376 8 2.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Mata Atlântica.20 Rio Grande do Sul 9 873 10 087 10 056 31 0. .org br/site_media/download/atlas%20mata%20 atlantica-relatorio2005-2008.. São Paulo: Fundação S.. Pernambuco . ..20 Espírito Santo 4 775 4 762 4 756 6 0. 2009.

O.org br/site_media/download/atlas%20mata%20 atlantica-relatorio2005-2008. São José dos Campos..S. São Paulo: Fundação S.sosma. 2009. Bahia 21 635 22 398 22 285 113 0.. .. Mata Atlântica.Indicadores de desenvolvimento sustentável .48 Total Alagoas .. São José dos Campos.. Disponível em: <http://mapas. .br/site_media/ATLAS%20MATA%20ATLANTICA%20-%20RELATORIO2000-2005. Mata Atlântica. 2 786 . Disponível em: <http://mapas.94 São Paulo 206 962 206 365 206 279 86 0.93 Rio Grande do Sul 2 627 2 546 2 519 27 1.org.50 Espírito Santo 25 759 25 695 25 677 18 0. os resultados para o ano de 2000 não são totalmente comparáveis com aqueles para o período 2005/2008. (2) Para o ano de 2005. SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.11 Santa Catarina 83 121 81 264 79 695 1 569 1. . sosma.. Com a inclusão destes. Acesso em: maio 2010..... SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.Áreas remanescente e desflorestada de restinga.O.07 Rio de Janeiro 43 808 43 230 42 822 408 0. Sergipe . 1 807 . .06 Fontes: Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2000-2005. .pdf>.04 Paraná 100 797 100 624 100 514 110 0..2000/2008 Unidades da Federação abrangidas nos inventários Área remanescente de restinga (ha) 2000 (1) 484 709 2005 (2) 482 122 2008 479 791 Área desflorestada no período 2005/2008 Total absoluto (ha) 2 331 Relativo (%) 0. São Paulo: Fundação S. Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2005-2008..pdf>.. a área total remanescente de Restinga sobe para 486 715 ha.. 2008.S..Terra Tabela 24 . segundo as Unidades da Federação abrangidas nos inventários .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .. o valor total de área remanescente de Restinga não inclui os remanescentes dos Estados de Alagoas e Sergipe. Acesso em: maio 2010 (1) Devido a diferenças na metodologia de quantificação das áreas remanescentes de Restinga.

SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. SP: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.pdf>.03 Espírito Santo 6 631 7 048 7 048 0 0.00 Rio de Janeiro 10 941 10 833 10 809 24 0.org. Alagoas . São Paulo: Fundação S. segundo as Unidades da Federação abrangidas nos inventários .org br/site_media/download/atlas%20mata%20 atlantica-relatorio2005-2008. São Paulo: Fundação S.00 Paraná 35 510 33 507 33 507 0 0. .. os resultados para o ano de 2000 não são totalmente comparáveis com aqueles para o período 2005/2008. o valor total de área remanescente de Manguezal não inclui os remanescentes dos Estados de Pernambuco.O...... Mata Atlântica.. 12 920 .Áreas remanescente e desflorestada de manguezal..2000/2008 Unidades da Federação abrangidas nos inventários Área remanescente de manguezal (ha) 2000 (1) 141 014 2005 (2) 144 229 2008 144 190 Área desflorestada no período 2005/2008 Total absoluto (ha) 39 Relativo (%) 0. São José dos Campos. Sergipe . a área total remanescente de Manguezal sobe para 183 058 ha . 22 254 .Terra Tabela 25 .S.sosma.03 Total Pernambuco . ..O.. . São José dos Campos. Bahia 51 915 56 918 56 903 15 0.br/site_media/ATLAS%20MATA%20ATLANTICA%20-%20RELATORIO2000-2005.Brasil 2010 Dimensão ambiental .. Disponível em: <http://mapas sosma.. 3 655 . Alagoas e Sergipe... Com a inclusão destes.00 Santa Catarina 11 987 11 931 11 931 0 0.. . 2009.22 São Paulo 24 030 23 992 23 992 0 0. Acesso em: maio 2010.. Disponível em: <http://mapas. ...00 Fontes: Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2000-2005. . Mata Atlântica...pdf>.S.. 2008.._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável ... Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica período de 2005-2008. Acesso em: maio 2010 (1) Devido a diferenças na metodologia de quantificação das áreas remanescentes de Mangue. (2) Para o ano de 2005.

em recursos hídricos. PI. Justificativa O Cerrado é o segundo maior Bioma brasileiro. O primeiro valor é a área ocupada pelo Bioma Cerrado originalmente.Terra 10 Área remanescente e desmatamento no Cerrado Expressa a área remanescente e a perda de cobertura vegetal em área originalmente recoberta por Cerrado. O Cerrado abrange as savanas que ocorrem no centro do Brasil. possuindo uma biodiversidade bastante rica e variada. estão as nascentes das principais bacias hidrográficas do País: do Amazonas. Descrição As variáveis utilizadas são a área total ocupada pelo Bioma Cerrado em dois momentos consecutivos e a área desmatada neste período. O terceiro é constituído pela razão. A expansão agropastoril no Cerrado trouxe também um grande passivo ambiental: introdução de espécies exóticas invasoras (destaque para . esses recursos são armazenados e regulados. 2002 a 2008: dados revisados . Em suas chapadas. do Prata e do São Francisco. GO. Em suas veredas (terras baixas do Cerrado). com novas técnicas de correção de solo. Ocupava uma área total original de 2 038 953 km². As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Centro de Sensoriamento Remoto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . em quantidade e qualidade.MMA. inclusive com presença de inúmeras espécies endêmicas. O Cerrado tornou-se a principal área de produção de grãos no País. PR e DF . O segundo é a área total desmatada até 2002 e no período 2002/2008.CSR/IBAMA em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente . menor apenas que o Bioma Amazônia. MT. em percentual.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . MA. com o qual faz limite ao norte. o que trouxe ganhos econômicos e tornou o Brasil um dos maiores exportadores de grãos. o Cerrado também é extremamente rico. São apresentados resultados para as Unidades da Federação que abrangem o Bioma Cerrado: RO. É um Bioma que possui características únicas no mundo. MG. entre a área desmatada nos períodos considerados e a área original do Bioma Cerrado. presentes no Relatório técnico de monitoramento do desmatamento no bioma cerrado. obtida como a diferença entre as áreas remanescentes. A modernização no campo. a sudeste com a Mata Atlântica e a sudoeste com o Pantanal. BA.Indicadores de desenvolvimento sustentável . tornou o Cerrado apto para a expansão da agropecuária a partir dos anos de 1970. TO. e as relações entre o desmatamento e as áreas remanescentes. Além da biodiversidade exuberante. . Há também importantes pontos de recarga para o Aquífero Guarani (maior depósito de águas subterrâneas do mundo) e para o lençol freático. que devem ser considerados de forma associada. O indicador é composto por três valores distintos.novembro de 2009. SP MS. sendo considerado um hotspot em biodiversidade. Limita-se a nordeste com a Caatinga.

com taxas mais altas que as apresentadas para a floresta Amazônica. Os incêndios naturais fazem parte da dinâmica do Cerrado. Mato Grosso do Sul e Paraná. São Paulo. No período 2002/2008. como para o período 2002/2008. Mato Grosso do Sul e Goiás) até 2002. com área mínima de detecção do desmatamento de 2 ha. Para o período 2002/2008. e para o estabelecimento de corredores ecológicos.12%) e Mato Grosso (4. Maranhão (14 825 km²) e Tocantins (12 198 km²) e. Considerando-se que grande parte de sua área original já foi desmatada (48. e indo para o norte e nordeste do Cerrado (Bahia. A identificação dos polígonos de desmatamento usou a escala de 1:50 000. com área desmatada de 901 173 km² (44. Maranhão (6. nota-se uma tendência de aumento das áreas desmatadas vindas do sul e sudeste (Minas Gerais.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Os resultados mostram que. Assim.37%). Minas Gerais (16. ano base de 2002. é bastante alto. e em termos relativos: São Paulo. escala 1:250 000. tanto até 2002.60%). aliado à extração de madeira e carvão vegetal. que serviu como “mapa de tempo zero” para o monitoramento do cerrado realizado pelo Centro de Sensoriamento Remoto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . em termos absoluto e relativo. a conservação do Bioma Cerrado reveste-se de importância e urgência. Pode-se. em termos absolutos. no período 2002/2008. a área desmatada foi de 85 074 km² (4. Unidades da Federação._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . e de 986 247 km² (48. fragmentação de hábitats. em termos absolutos. O desmatamento do Cerrado.Terra gramíneas da África que competem com espécies nativas). com maior área desmatada até 2002 foram: Goiás.99%). assim. Porém. Comentários As áreas remanescentes de Cerrado foram obtidas pela interpretação de imagens de satélite CBERS2B e LANDSAT-TM 5. As Unidades da Federação que possuem maior área de Cerrado original são: Mato Grosso (17. Especial atenção e medidas urgentes de proteção e controle se fazem necessárias. constituem causas determinantes do desmatamento no Cerrado. Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Bahia (6. . as Unidades da Federação que apresentaram. A análise e detecção dos desmatamentos usaram como área de trabalho o Mapa de Cobertura Vegetal dos Biomas brasileiros.CSR/IBAMA e Ministério do Meio Ambiente-MMA.Tocantins e Maranhão). direcionar políticas para a seleção de áreas prioritárias para a criação de Unidades de Conservação. Aliar o crescimento econômico com a preservação ambiental é mais uma vez o desafio a ser enfrentado.20%) até 2002.16%). em termos absolutos. Mato Grosso.37%) até 2008.18%). além da emissão de gases de efeito estufa. o levantamento dos remanescentes torna-se importante instrumento de controle e preservação do Cerrado. maior área desmatada foram: Mato Grosso (17 598 km²). em termos relativos. Analisando-se o desmatamento ao longo do tempo. uso de agroquímicos que contaminam o solo e os recursos hídricos. cuja vegetação possui adaptações para conviver com eles. o Cerrado teve sua cobertura vegetal original e a secundária reduzida de 2 038 953 km² para 1 052 708 km². o uso indiscriminado do fogo na expansão de áreas agrícola e pastoril.37%) e Goiás (16.90%).

Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 . será fundamental para proteger a biodiversidade daquela que é considerada a savana mais biodiversa do mundo.0 Cerrado total Rondônia Tocantins Piauí Bahia Goiás Maranhão Minas Gerais São Paulo Mato Grosso do Sul Mato Grosso Distrito Federal Paraná 0.P&D Gráfico 22 .Uso de agrotóxicos 06 .Produto Interno Bruto per capita 46 . Disponível em: <http://www. Brasília.Espécies invasoras 40 .mma.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 04 . Aumentar o número.Proporção de área desmatada até o ano de 2002.0 70.0 60.0 80.Indicadores de desenvolvimento sustentável .pdf>. e a distribuição.Uso de fertilizantes 05 .gov.0 90. ser simplesmente extinto. em pouco tempo. 2002 a 2008: dados revisados.0 10. 2009.br/estruturas/sbf_chm_rbbio/_arquivos/relatorio_tecnico_ monitoramento_ desmate_bioma_cerrado_csr_rev_72. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Nas Unidades com taxas mais elevadas. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.Áreas protegidas 17 .Ratificação de acordos globais 53 . .0 % Desmatamento entre 2002 e 2008 Desmatamento até 2002 Fonte: Relatório técnico de monitoramento do desmatamento no bioma Cerrado.0 50. Acesso em: maio 2010.Terra No desmatamento acumulado até 2002.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 51 . das Unidades de Conservação no Bioma Cerrado.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . segundo as Unidades da Federação 100. Indicadores relacionados 01 .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . em relação a área original do Bioma Cerrado.0 40.0 20. especialmente nas áreas de fronteira agrícola. Para o período 2002/2008.Terras em uso agrossilvipastoril 07 .Queimadas e incêndios florestais 08 – Desflorestamento na Amazônia Legal 15 . e entre 2002 e 2008. vemos que temos Unidades da Federação com taxas bastante elevadas.0 30. DF: Ministério do Meio Ambiente. com áreas desmatadas em ritmo acelerado no chamado Arco do Fogo e do Desflorestamento. o desmatamento no Cerrado confirma a tendência já verificada para a floresta Amazônica. sob pena do Bioma. serão necessárias medidas preventivas.

32 9 266 6.11 8 1.88 Tocantins 252 799 12. 2009.pdf>.31 163 897 75.84 São Paulo 81 137 3.42 105 452 96 186 45 896 30.2002/2008 Área do Bioma Cerrado Original (km²) Remanescente (km²) Desmatada até 2002 Desmatada no período 2002/2008 Total absoluto (km²) 85 074 Relativo (%) Desmatada total 2008 Unidades da Federação Total absoluto (km²) Total Relativo (%) 2002 2008 Total absoluto (km²) Relativo (%) 44.45 4 098 70.20 Total absoluto (km²) Relativo (%) 48.90 153 707 42. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Disponível em: <http://www.68 189 673 56.56 7 153 3.18 84 1.85 Piauí 93 424 4. remanescente e desmatada do Bioma Cerrado.12 55 162 36.99 Fonte: Relatório técnico de monitoramento do desmatamento no bioma Cerrado.28 1 788 1 704 4 014 69.45 Minas Gerais 333 710 16.03 2 619 69.20 Mato Grosso do Sul 216 015 10.58 83 529 79 316 9 895 10.10 Bahia 151 348 7.40 Maranhão 212 092 10.98 8 855 7 952 72 282 89. segundo as Unidades da Federação .96 1 0.00 1 137 780 1 052 706 901 173 4.br/estruturas/sbf_chm_rbbio/_ arquivos/relatorio_tecnico_monitoramento_desmate_bioma_cerrado_csr_rev_72. DF: Ministério do Meio Ambiente.83 Goiás 329 595 16. Acesso em: maio 2010 .mma.16 8 927 2.02 447 439 5 1.11 73 185 90.77 13 2. 2002 a 2008: dados revisados._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Áreas original total.17 986 247 Rondônia 452 0.Terra Tabela 26 .gov.59 59 271 52 118 156 744 72.63 Paraná 3 742 0.09 903 1.40 198 269 186 071 54 530 21.60 222 728 205 130 136 109 37.37 2 038 953 100.40 178 447 163 622 33 645 15.86 14 825 6.83 66 728 26. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.00 214 587 65.57 12 198 4.59 4 213 4. Brasília.11 Distrito Federal 5 802 0.16 124 906 115 008 204 689 62.99 48 470 22.37 152 964 144 037 180 746 54.Brasil 2010 Dimensão ambiental .51 14 108 15.93 17 598 4.10 9 898 3.87 Mato Grosso 358 837 17.18 1 124 1 123 2 618 69.

As informações são obtidas na Internet e em relatórios anuais de qualidade das águas.SUDERHSA.IGAM.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . melhor a qualidade da água. Quanto maior o valor do IQA. o pH. fósforo e resíduo totais dissolvidos e a turbidez. . a quantidade de coliformes fecais (NMP/100 ml).FEPAM. o oxigênio dissolvido. a temperatura (ºC). a demanda bioquímica de oxigênio. sim. o resíduo total (mg/l) e a turbidez.Indicadores de desenvolvimento sustentável . como o alto curso do Tietê.IQA.DBO e pelo Índice de Qualidade da Água . uma amostra daqueles em situação de maior risco e degradação ambiental. rios largamente usados no abastecimento de água. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são a demanda bioquímica de oxigênio (mg/l). o nitrogênio. A partir destas variáveis são obtidos dois indicadores de qualidade de águas interiores: a Demanda Bioquímica de Oxigênio . De forma geral. A escolha dos rios apresentados neste indicador seguiu os seguintes critérios: rios que atravessam grandes áreas urbanas. todos medidos na água. a quantidade de coliformes fecais. pior é a qualidade da água. os rios e trechos escolhidos para apresentação neste indicador são aqueles em situação mais crítica em termos de poluição hídrica. Rio de Janeiro: Instituto Estadual do Ambiente INEA. Quanto maior a DBO. o pH. Portanto. e rios que banham cidades industriais. mas. assim discriminados: Minas Gerais: Instituto Mineiro de Gestão das Águas . o oxigênio dissolvido (%). A DBO mede a quantidade de oxigênio necessária para degradar bioquimicamente a matéria orgânica presente na água. expressa pela Demanda Bioquímica de Oxigênio .DBO e o Índice de Qualidade das Águas . o nitrogênio/nitrato total (mg/l).CETESB. Rio Grande do Sul: Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler . Nem todos os órgãos e agências ambientais fazem uso do IQA. Todos estes parâmetros são medidos na água dos rios e represas. São Paulo: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .CPRH. A seleção dos rios procurou abranger o maior número possível de estados e regiões do País. Paraná: Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental . o fósforo/ fosfato total (mg/l).Água doce Água doce 11 Qualidade de águas interiores Apresenta a qualidade da água em alguns corpos d’água interiores (trechos de rios e represas). como o médio Paraíba do Sul. O IQA é um indicador de qualidade da água obtido a partir de uma fórmula matemática que usa como variáveis (parâmetros) a temperatura. os resultados aqui apresentados não representam a situação mais comum dos rios do País.IQA. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas por Órgãos Estaduais e Municipais de Meio Ambiente. Pernambuco: Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . como o Ipojuca.

cada uma com valores de qualidade de água apropriados ao uso predominante recomendado para a mesma (abastecimento humano. a DBO média anual da Billings mostra valores mais altos. O rio Paraíba do Sul. revelador do processo de eutrofização das águas. Já o rio Ipojuca vem apresentando valor de DBO relativamente baixo nos . A DBO no rio das Velhas tem apresentado tendência declinante nos últimos anos. Observa-se que a DBO apresenta valores médios anuais altos e oscilantes ao longo do tempo para a maioria dos rios. excedendo o limite CONAMA em alguns anos. no trecho usado para o abastecimento da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Estão entre os indicadores mais usados mundialmente na aferição da poluição hídrica. após tratamento convencional.). Comentários As comparações entre os resultados de DBO e IQA em diferentes rios devem ser feitas levando-se em conta que tanto a intensidade temporal e espacial das amostragens quanto os métodos de análise dos parâmetros mensurados variam entre os órgãos ambientais. enquanto a Guarapiranga apresenta valores dentro dos padrões. Para as águas das represas que abastecem a Grande São Paulo. formadores do Lago Guaíba. navegação._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . indicando que as medidas de controle e redução da poluição hídrica ainda não surtiram efeito. na Região Metropolitana de Porto Alegre. com destaque para a indústria coureiro-calçadista. etc. o IQA é um indicador mais genérico. Mensurações periódicas nas águas dos rios permitem aferir se a qualidade das mesmas é apropriada aos usos que lhes são dados. atravessam zonas industrializadas. Iguaçu. Velhas (que corta Belo Horizonte). Associados a outras informações ambiental e socioeconômica são bons indicadores de desenvolvimento sustentável. Enquanto a DBO evidencia o lançamento de esgotos domésticos na água. Gravataí e Sinos. A falta de saneamento básico é um dos maiores problemas ambiental e social do País. Velhas. que podem ser usadas no abastecimento público. sendo importantes também no controle e gerenciamento dos recursos hídricos. O CONAMA estabelece o valor de 5 mg/l como limite máximo para a DBO de águas de classe 2. As situações mais críticas são observadas nos riosTietê (zona metropolitana de São Paulo). O rio dos Sinos é considerado o mais poluído da região de Porto Alegre. apresentam valores médios anuais de DBO relativamente baixos. ou passam por muitas cidades de médio e grande portes (Tietê. Capibaribe e Ipojuca).CONAMA estabelece cinco classes de água doce. A DBO e o IQA são instrumentos fundamentais para o diagnóstico da qualidade ambiental de águas interiores. Iguaçu (Zona metropolitana de Curitiba) e Ipojuca (que atravessa cidades industriais de Pernambuco).Água doce Justificativa O Conselho Nacional do Meio Ambiente .Brasil 2010 Dimensão ambiental . O baixo percentual de tratamento dos esgotos coletados e lançados em corpos d’água se reflete no alto valor de DBO e baixo IQA observado nos trechos dos rios que cortam grandes áreas urbanas. e os rios Caí. recreação. pois possui grande parque industrial. abaixo do limite CONAMA para águas de classe 2. irrigação.

Balneabilidade 13 . e a proteção de nascentes. Mudanças na metodologia de coleta das amostras de água pela CPRH podem ter contribuído para este resultado.Áreas protegidas 18 .Uso de fertilizantes 05 . várzeas e áreas no entorno dos rios. Indicadores relacionados 04 .Água doce últimos anos de registro.Uso de agrotóxicos 09 .Produção de pescado marítima e continental 15 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Acesso a sistema de abastecimento de água 20 .Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 .Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado . mananciais.Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 . especialmente da coleta e tratamento de esgotos.Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 12 .Indicadores de desenvolvimento sustentável . É interessante notar que nenhum dos corpos d’água para os quais o IQA médio anual foi calculado atingiu nível considerado ótimo (IQA acima de 80).Taxa de mortalidade infantil 33 . A contaminação de rios por efluentes doméstico e industrial e resíduos sólidos encarece o tratamento de água para abastecimento público e começa a gerar situações de escassez de disponibilidade de água de qualidade em áreas com abundantes recursos hídricos. são ações urgentes e necessárias para a conservação dos recursos hídricos das regiões mais densamente povoadas do Brasil.Acesso a esgotamento sanitário 29 . A expansão do saneamento básico. Os valores de IQA acompanham as tendências observadas para a DBO.

0 8. Rio de Janeiro.4 6. Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler .1992-2009 mg/l 9. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .IGAM).SUDERHSA).2 3. Gráfico 24 .2 7.IGAM). São Paulo e Rio Grande do Sul . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .CETESB).0 1. em corpos d'água selecionados.0 36. nas Unidades da Federação de Minas Gerais.Água doce Gráfico 23 . Minas Gerais. nas Unidades da Federação de Pernambuco.FEPAM).0 6.8 1._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente . (1) Limite CONAMA (5 mg/l) para água de classe 2.0 4.CETESB). Paraná (Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental . São Paulo e Paraná . (1) Limite CONAMA (5 mg/l) para água de classe 2.6 1.DBO.0 21.4 2.1992-2009 mg/l 46.0 26. Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .Zona Metropolitana Rio das Velhas Limite CONAMA (5 mg/l) (1) Rio Capibaribe Rio Iguaçu Rio Ipojuca Rio Tibagi Fontes: Minas Gerais (Instituto Mineiro de Gestão das Águas .CPRH).0 11.INEA).0 16.Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio .0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Tietê . .Brasil 2010 Dimensão ambiental .Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio .0 2002 2003 2004 2005 2006 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2007 2008 2000 2009 2001 Guarapiranga Rio dos Sinos Paraíba do Sul Rio Caí Rio Doce Limite CONAMA (5 mg/l) Rio Gravataí Fontes: Minas Gerais (Instituto Mineiro de Gestão das Águas .DBO.0 31.8 5.0 41.6 5. em corpos d'água selecionados.

Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler .1992-2009 IQA 72 68 64 60 56 52 48 44 40 2007 2008 2008 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2009 2009 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Billings Rio Caí Guarapiranga Rio Gravataí Rio dos Sinos Rio Paraíba do Sul Fontes: Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente . . São Paulo e Rio Grande do Sul .IQA.Média anual do Índice de Qualidade das Águas . em corpos d´água selecionados. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . São Paulo e Paraná . Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .CETESB). Para o restante dos órgãos ambientais o IQA médio anual é a média aritmética dos valores obtidos ao longo do ano. Nota: Para o IGAM (Minas Gerais) o IQA médio anual é obtido como a média ponderada (pela área da bacia drenada) dos pontos de amostragem. Paraná ( Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental . Gráfico 26 . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . nas Unidades da Federação de Pernambuco. nas Unidades da Federação do Rio de Janeiro.1992-2009 IQA 80 70 60 50 40 30 20 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2007 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Zona Metropolitana/Alto Tietê Rio Capibaribe Rio Tibagi Rio das Velhas Rio Ipojuca Rio Doce Rio Iguaçu Fontes: Minas Gerais (Instituto Mineiro de Gestão das Águas .CETESB).FEPAM).Água doce Gráfico 25 .Média anual do Índice de Qualidade das Águas .IQA.CPRH).Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . em corpos d´água selecionados.IGAM).INEA).SUDERHSA). Minas Gerais.

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .CPRH).Água doce Quadro 2 .IGAM ). para IQA de 2005 até 2009. Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .Caracterização dos rios e da forma de obtenção das informações usadas neste indicador Amostragem no último ano Número total de Indicadores Órgão coletas apresentados Número ambiental realizade das nos pontos pontos de amostragem Estados/Rios Trecho Ano Pernambuco Capibaribe Ipojuca Minas Gerais das Velhas Do ce Rio de Janeiro (1) Paraíba do Sul São Paulo Tietê Tietê Tietê Paraná Iguaçu Tibagi Rio Grande do Sul Caí Gravataí dos Sinos Toda a bacia 1992-2009 Toda a bacia 1992-2009 Toda a bacia 1992-2009 DBO / IQA DBO / IQA DBO / IQA 6 7 11 12 31 66 FEPAM FEPAM FEPAM Zona Metropolitana 1993-2006 subsistema 2 Toda a bacia 1993-2006 DBO / IQA DBO / IQA 3 16 4 75 SUDERHSA SUDERHSA Alto Tietê .SUDERHSA).represa Billings 1992-2008 Alto Tietê . Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler .Zona Metropolitana 1992-2008 DBO / IQA DBO / IQA DBO / IQA 9 5 17 54 30 102 CETESB CETESB CETESB Barragem de Funil/Elevatória de Santa 1992-2009 Cecília DBO/IQA 8 49 INEA Toda a bacia 1997-2009 Toda a bacia em Minas Gerais 1997-2009 DBO / IQA DBO / IQA 35 64 295 251 IGAM IGAM Toda a bacia 1992-2008 Toda a bacia 1992-2008 DBO / IQA DBO / IQA 10 14 57 43 CPRH CPRH Fontes: Minas Gerais (Instituto Mineiro de Gestão das Águas .INEA). .Brasil 2010 Dimensão ambiental . dados de DBO de 1992 até o ano de 2009.represa Guarapiranga 1992-2008 Alto Tietê .FEPAM). Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . Paraná (Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental .CETESB). São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . (1) Para o Estado do Rio de Janeiro.

.0 21.4 4. .6 1.9 São Paulo Represa Billings/Alto Tietê 7.6 6. nas Unidades da Federação de Pernambuco.2 31..0 Zona Metropolitana/Alto Tietê 39..3 2.Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio . .0 4.5 4.2 Rio de Janeiro Rio Paraíba do Sul 2.9 8.9 2.0 2.0 10.9 10.8 7.2 3.7 3. ..1 4.0 1.4 43.5 4.0 2.3 6.7 12.1 21.5 4.0 12.7 3.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .8 3...9 10..2 3.0 8.7 Rio Ipojuca 12..8 1.4 3.8 5.4 3..Indicadores de desenvolvimento sustentável .Água doce Tabela 27 .8 2..5 2.5 6. São Paulo.6 2.7 2.8 2.DBO. .9 4..4 2.9 18.4 Represa Guarapiranga/Alto Tietê 2..0 Paraná Rio Iguaçu /Zona Metropolitana (1) .5 1.0 2. Paraná e Rio Grande do Sul . Rio de Janeiro.0 5.8 .0 1..5 3.8 Rio Doce .8 3...9 7.9 Rio dos Sinos 2.2 2.1 34.5 4.2 1. Minas Gerais.4 2.1 4.5 8.4 3.0 Rio Grande do Sul Rio Caí 1.5 2.0 Minas Gerais Rio das Velhas .6 15.8 11..3 2.4 35.2 44..6 Rio Tibagi 4. . 12.5 32.9 2.3 3..4 11.8 24.2 4. 7.3 1.4 7..8 3. em corpos d'água selecionados.0 2.8 45.2 3. .0 1.1 2..8 4.1 44. .1992-2009 (continua) Unidades da Federação e corpos d´água selecionados Pernambuco Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio .DBO (mg/l) 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 Rio Capibaribe 9.3 2. ..0 2.2 2.1 2.8 13.6 1.8 3.0 2. 4.9 15.6 8..9 1.9 19.1 Rio Gravataí 3.

0 4.5 3.9 3.8 5.0 2. Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler . .1 5. Paraná (Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental .. A DBO média anual é a média aritmética simples dos valores obtidos ao longo do ano...1 2.7 7..2 3.0 5..3 3. . . Notas : 1.6 3. .2 40.2 36.1 São Paulo Represa Billings/Alto Tietê Represa Guarapiranga/Alto Tietê Zona Metropolitana/Alto Tietê 4.6 6.4 4.1 7.7 1.4 35.3 2.INEA).DBO (mg/l) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Minas Gerais Rio das Velhas Rio Doce 12.CETESB).4 10.2 2.Brasil 2010 Dimensão ambiental .1 2. São Paulo.5 1.CPRH).7 1.9 4.5 7. Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .2 . segundo o IAP. 2.2 4..3 1.1992-2009 (conclusão) Unidades da Federação e corpos d´água selecionados Pernambuco Rio Capibaribe Rio Ipojuca 4.0 5.6 1.4 2.9 44.5 1. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . em corpos d'água selecionados. .3 3.8 2.1 4... Paraná e Rio Grande do Sul .2 1.2 2.Água doce Tabela 27 .9 2.Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio ..FEPAM). Rio de Janeiro.5 2..7 4..9 .DBO.7 . (1) Refere-se ao subsistema 2 da região metropolitana. Fontes: Minas Gerais (Instituto Mineiro de Gestão das Águas ..1 1.0 37.IGAM ). após tratamento convencional: 5 mg/l.3 2.1 4.0 12.0 2.8 5.5 5. .0 1.4 2.7 9.4 .2 4.1 2. Rio Grande do Sul Rio Caí Rio Gravataí Rio dos Sinos 1.1 15.8 3.. nas Unidades da Federação de Pernambuco.8 35.5 13.. Minas Gerais.7 33.1 4.0 12..8 3.0 9. .1 3.3 3.5 4... Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio .6 2.8 1.9 9. ..8 11.2 5. Limite CONAMA da DBO para águas destinadas ao abastecimento público.2 4.... Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .6 4.0 3.1 3.6 5.4 2.0 1.3 2..9 5.3 Rio de Janeiro Rio Paraíba do Sul 2..3 2. .4 3.0 1.2 8..3 5.9 1.SUDERHSA).5 1.5 3..9 2..9 4.0 2.2 2.8 40.. Paraná Rio Iguaçu /Zona Metropolitana (1) Rio Tibagi 8.8 3.2 2._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .6 8. . ..

0 50.6 63... São Paulo Represa Billings/Alto Tietê 57. ....Indicadores de desenvolvimento sustentável ...... ..... .8 49.6 52...3 67. ..8 56..0 Rio Grande do Sul Rio Caí .4 45.6 31.9 70. .4 62. .. .0 40..3 73.0 41.9 60..9 Paraná Rio Iguaçu/Zona Metropolitana (1) . em corpos d´água selecionados.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .1 Represa Guarapiranga/Alto Tietê 65.4 70.... ..0 Rio dos Sinos 46.0 74.0 Rio Tibagi 60.0 42.1 67.0 78.6 72.6 58.. . ...0 74.4 30... ...6 63.. .0 47.4 65. ..4 31. ...0 46.2 31... .7 70.. . ..8 62.0 73. 49. 58.. São Paulo..9 R io Do c e . 63.3 52. .3 70.1 43..9 48.3 69.1 47.8 .7 73.Média anual do Índice de Qualidade das Águas . ...0 47..2 Rio de Janeiro Rio Paraíba do Sul .0 72..0 71. Minas Gerais....8 32..2 64......7 54.. ..2 55. . nas Unidadaes da Federação de Pernambuco..8 33.IQA 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 Rio Capibaribe ..8 43.Água doce Tabela 28 .1 57...0 39.0 45.. ......4 49. .0 68. . . Paraná e Rio Grande do Sul .. ..0 74.. . .8 54.1992-2009 (continua) Unidades da Federação e corpos d´água selecionados Pernambuco Média anual do Índice de Qualidade das Águas .0 70.5 46. 64.... Rio Ipojuca .6 Rio Gravataí 51.. Rio de Janeiro.1 72.0 50..9 60. .6 64.1 Zona Metropolitana/Alto Tietê 30.4 32. Minas Gerais Rio das Velhas . . .. ..8 31.3 55..3 56.8 67. ..IQA.1 72.

3 53..8 59.0 21.9 27. . Paraná Rio Iguaçu/Zona Metropolitana (1) Rio Tibagi 41.1 51.6 45.FEPAM)..IQA 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Minas Gerais Rio das Velhas Rio Doce 58..0 51.0 56.6 70... 2. . .9 44. Paraná e Rio Grande do Sul .4 Fontes: Minas Gerais (Instituto Mineiro de Gestão das Águas . segundo o IAP.6 51. (1) Refere-se ao subsistema 2 da região metropolitana. ...0 .. .0 ..7 71.7 68.2 70.4 28. ..2 57...8 66. Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler .0 69..4 61..1 63. Para o restante dos órgãos ambientais o IQA médio anual é a média aritmética dos valores obtidos ao longo do ano.2 60.0 74. 46.Água doce Tabela 28 .5 29.9 49.0 60..4 53. Paraná (Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental .6 67.0 71.4 44.1 62.4 54.0 64.0 67. ..0 71..0 64.0 29. . Rio de Janeiro.0 40. Para o IGAM (MG) o IQA médio anual é obtido como a média ponderada (pela área da bacia drenada) dos pontos de amostragem..0 48.8 60.0 53. ..2 69.3 48. Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .3 51. Notas: 1.. . 66..0 69.4 49. .IQA..0 66.6 58.6 58..0 51.. ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .9 59.8 50. .6 61.CPRH).7 61.IGAM )...7 55.0 45.6 53.2 46....0 30..3 41.0 27. São Paulo..0 71..INEA)...2 49.0 48. Minas Gerais.6 65.2 61.2 71.0 61..5 51.2 64.8 49.2 52.7 Rio de Janeiro Rio Paraíba do Sul .4 67.0 39.8 61.8 69..7 55. Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .8 São Paulo Represa Billings/Alto Tietê Zona Metropolitana/Alto Tietê Represa Guarapiranga/Alto Tietê 67.0 31.... .1992-2009 (conclusão) Unidades da Federação e corpos d´água selecionados Pernambuco Rio Capibaribe Rio Ipojuca .Média anual do Índice de Qualidade das Águas .5 61...2 63. nas Unidadaes da Federação de Pernambuco.. Média anual do Índice de Qualidade das Águas . ..0 30.Brasil 2010 Dimensão ambiental . . .SUDERHSA). em corpos d´água selecionados.CETESB).0 ..8 63.0 73..5 69. Rio Grande do Sul Rio Caí Rio Gravataí Rio dos Sinos 64.. . . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneament o Ambiental .0 73.6 52.8 48.0 50.4 59.

Paraná e Rio Grande do Sul para o último ano de registro .Água doce Mapa 8 . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . Paraná (Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental . Rio de Janeiro. Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler .DBO .Qualidade da água em corpos d’água nas Unidades da Federação de Pernambuco.SUDERHSA).CETESB).FEPAM). São Paulo. .CPRH).2005/2009 Fontes: Minas Gerais (Instituto Mineiro de Gestão das Águas IGAM).Indicadores de desenvolvimento sustentável .INEA). Minas Gerais.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .

São consideradas como próprias para o banho as praias onde 80% ou mais do conjunto das amostras coletadas num mesmo local. em cada uma das cinco semanas anteriores. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas por Órgãos Estaduais de Meio Ambiente. A quantidade de bactérias na água é usada para construir três indicadores de balneabilidade: o percentual de amostras durante o ano em que a água da praia apresentou valores de bactérias dentro dos padrões estabelecidos pela Resolução nº 274 do CONAMA como próprios para o banho.Oceanos. em um determinado período de tempo. Pernambuco: Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – CPRH. . Descrição A variável utilizada neste indicador é a quantidade de bactérias presentes na água das praias. mensurada como o número mais provável de coliformes fecais (termotolerantes) em 100 ml de água (NMP/100 ml).CETESB. Rio de Janeiro: Instituto Estadual do Ambiente – INEA. as águas serão consideradas impróprias para o banho. Santa Catarina: Fundação do Meio Ambiente – FATMA. Rio Grande do Norte: Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – IDEMA. A escolha das praias buscou refletir o espectro da poluição marinha nos estados selecionados. Rio Grande do Sul: Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler – FEPAM. apresentar no máximo 1 000 coliformes fecais (termotolerantes) ou 800 Escherichia coli ou 100 Enterococos por 100 ml.CRA. Quando as praias não atenderem aos critérios estabelecidos acima ou quando o valor obtido na última amostragem for superior a 2 500 coliformes fecais (termotolerantes) ou 200 Escherichia coli ou 400 Enterococos por 100 ml. assim discriminados: Alagoas: Instituto do Meio Ambiente – IMA. Foram escolhidas três praias de alguns estados do litoral brasileiro. ou como o número de unidades formadoras de colônias de Escherichia coli ou de Enterococos em 100 ml de água (UFC/100ml). A condição de própria ou imprópria para o banho das praias é condicionada pelo número de bactérias encontrado nas amostras analisadas.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Paraná: Instituto Ambiental do Paraná – IAP. mares e áreas costeiras Oceanos. mares e áreas costeiras 12 Balneabilidade Apresenta o estado da qualidade da água para fins de recreação de contato primário em algumas praias do litoral brasileiro. indo desde praias pouco poluídas até aquelas muito poluídas. São Paulo: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. valor abaixo do qual se encontram 80% do conjunto das amostras coletadas ao longo do ano. Outros critérios de seleção foram a proximidade de grandes centros urbanos e o afluxo da população. Bahia: Centro de Recursos Ambientais ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . a concentração média anual de bactérias na água (em NMP/100 ml ou UFC/100 ml) e o percentil 80.

em parte por consequência das metodologias usadas. o acompanhamento deste indicador tem implicações sobre a saúde da população.Produção de pescado marítima e continental 14 . Enquanto a coleta de esgotos sanitários tem se expandido bastante no País. além de haver variações nos métodos de análise microbiológica usados. apresentam melhor qualidade de água.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Acesso a esgotamento sanitário 33 . Além disso. Balneário de Camboriú. especialmente aquelas de locais mais abrigados e com menor renovação de água (estuários. afetando também a atividade pesqueira. Embora os valores oscilem muito ao longo do tempo. a poluição de águas costeiras atinge os ambientes estuarinos. observa-se que as praias mais próximas de portos e centros urbanos. interior de baías). o tratamento destes ainda é incipiente. sustentando a atividade turística no litoral. O contato com águas contaminadas por esgoto pode disseminar doenças entre a população.População residente em áreas costeiras 16 .). resultado da ampliação de sistemas de coleta e tratamento de esgotos locais.Áreas protegidas 18 .Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 20 .Qualidade de águas interiores 13 . em geral. Capão da Canoa. apresentam pior qualidade da água (valores médios anuais de bactérias na água mais altos e menor percentual do tempo em condições próprias para o banho). percebe-se uma tendência de melhoria da qualidade da água em algumas praias (Porto da Barra. como os manguezais. Comentários As comparações entre os resultados de balneabilidade têm de ser efetuadas levando-se em conta que cada órgão ambiental adota intensidades de amostragem (espacial e temporal) diferenciadas. Portanto.Oceanos. De forma geral. mares e áreas costeiras Justificativa O banho de mar é uma das formas mais difundidas de lazer entre a população brasileira. a atividade turística e a pesca marítima. as praias de mar aberto são aquelas que. etc. Esta situação reflete o baixo percentual de tratamento dos esgotos coletados e lançados em corpos d’água.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado .Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 11 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Indicadores relacionados 09 . decorrência da maior renovação das águas. Nas áreas urbanas.

Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente . Prainha e da Cal.INEA).0 30.0 90. nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.0 40. Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .0 90.FATMA). para praias selecionadas.Percentual de amostras com valores abaixo de 1000 coliformes fecais/100 ml. Gráfico 28 .CRA). Santa Catarina e Rio Grande do Sul 1992-2008 100. São Paulo.FEPAM). Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . Rio Grande do Norte (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .1992-2008 % 100.0 70.CPRH).0 80.0 40.0 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2008 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Grumari Porto da Barra Porto de Galinhas Jatiúca/Maceió Copacabana Farol da Barra Boa Viagem Praia do Francês/Maceió Flamengo Stella Maris Tamandaré Barra de São Miguel Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente .0 50.IAP)._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 60.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler . nas Unidades da Federação de Pernambuco.0 30.IMA).Percentual de amostras com valores abaixo de 1000 coliformes fecais/100 ml.0 10. Paraná. Alagoas. 2006 2008 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 .Oceanos.0 70.0 2007 2007 % 2000 2002 2003 2004 2005 Canasvieira/Florianópolis Balneário de Camboriú Enseada/Guarujá Torres (1) Pipa Itapema Ponta da Pita/Antonina Toninhas/Ubatuba Capão da Canoa Ponta Negra/Natal Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Gonzaga/Santos Balneário do Cassino Redinha/Natal Fontes: Paraná (Instituto Ambiental do Paraná . Bahia e Rio de Janeiro .0 20. mares e áreas costeiras Gráfico 27 .IDEMA).CETESB).0 80.0 60. Bahia (Centro de Recursos Ambientais . (1) Foram usados os resultados das praias Grande. para praias selecionadas.0 50.

0 60.0 50. mares e áreas costeiras Gráfico 29 . na Unidade da Federação de São Paulo .0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 % Canasvieira /Florianópolis Balneário de Camboriú Enseada/Guarujá Itapema Ponta da Pita/Antonina Toninhas/Ubatuba Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Gonzaga/Santos Fontes: Paraná (Instituto Ambiental do Paraná .2004-2008 100.Oceanos. para praias selecionadas.0 20.CETESB).0 30. Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente FATMA).0 20.2001-2008 100.Percentual de amostras com valores abaixo de 800 Escherichia coli/100 ml.0 80.0 40.0 30.0 80.0 70. Nota: UFC/100 ml média anual obtido como a média simples dos valores dos pontos de amostragem em cada praia ao longo do ano.0 10.0 60.Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 50. Paraná e Santa Catarina .0 2004 Enseada/Guarujá 2005 2006 Toninhas/Ubatuba 2007 2008 Gonzaga/Santos % Fonte: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB. para praias selecionadas de São Paulo. .0 90.0 90.0 10.Percentual de amostras com valores abaixo de 100 Enterococos/100 ml. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .0 40.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Gráfico 30 .0 70.0 0.0 0.IAP).

Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente. Nota : NMP/100 ml médio anual obtido como a média simples dos valores dos pontos de amostragem em cada praia ao longo do ano. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul 1992-2008 NMP/100ml 2 000 1 000 0 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2007 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Boa Viagem Stella Maris Capão da Canoa Barra de São Miguel Pipa Tamandaré Porto da Barra Balneário do Cassino Grumari Ponta Negra/Natal Farol da Barra Torres (1) Francês Copacabana Redinha Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente . Paraná e Santa Catarina ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Valores médios anuais de coliformes fecais nas águas de praias selecionadas. Bahia. São Paulo. Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente FATMA). Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler . nas Unidades da Federação de Alagoas.CPRH).CETESB). Paraná (Instituto Ambiental do Paraná . Rio de Janeiro(Instituto Estadual do Ambiente.IAP). nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Nota: NMP/100 ml médio anual obtido como a média simples dos valores dos pontos de amostragem em cada praia ao longo do ano. mares e áreas costeiras Gráfico 31 . 2008 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 0 .IDEMA). Rio de Janeiro.FEPAM). Alagoas. Gráfico 32 . Pernambuco.IMA). Rio Grande do Norte ( Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte .1992-2008 40 000 NMP/100ml 30 000 20 000 10 000 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2000 Ponta da Pita/Antonina Balneário de Camboriú Enseada/Guarujá Jatiúca/Maceió Encantadas/Ilha do Mel Itapema Toninhas/Ubatuba Flamengo 2002 Guaratuba Canasvieira/Florianópolis Gonzaga/Santos Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente .Oceanos. (1) Foram usados os resultados das praias Grande.INEA).CRA). Bahia (Centro de Recursos Ambientais . Prainha e da Cal. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .INEA).Valores anuais médios de coliformes fecais nas águas de praias selecionadas.IMA). Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .

CETESB).Valores anuais médios de Enterococos nas águas de praias selecionadas. Nota: NMP/100 ml médio anual obtido como a média simples dos valores dos pontos de amostragem em cada praia ao longo do ano.IAP). nas Unidades da Federação de São Paulo.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Paraná e Santa Catarina .2004-2008 UFC/100ml 400 350 300 250 200 150 100 50 0 2004 Enseada/Guarujá 2005 2006 Toninhas/Ubatuba 2007 2008 Gonzaga/Santos Fonte: Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB. Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente FATMA). São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . Gráfico 34 . na Unidade da Federação de São Paulo .2001-2008 30 000 NMP/100ml 20 000 10 000 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Ponta da Pita/Antonina Balneário de Camboriú Enseada/Guarujá Encantadas/Ilha do Mel Itapema Toninhas/Ubatuba Guaratuba Canasvieira/Florianópolis Gonzaga/Santos Fontes: Paraná (Instituto Ambiental do Paraná .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Valores médios anuais de Escherichia coli nas águas de praias selecionadas. Nota: UFC/100 ml média anual obtido como a média simples dos valores dos pontos de amostragem em cada praia ao longo do ano. .Oceanos. mares e áreas costeiras Gráfico 33 .

IDEMA).INEA). Rio Grande do Norte (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente . .Caracterização das praias e da forma de obtenção das informações usadas neste indicador Amostragem no último ano Estados/Praias Trecho da praia Ano Número de pontos Número total de coletas realizadas nos pontos Órgão ambiental Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul Ponta Negra/ Natal Redinha/Natal Pernambuco Porto de Galinhas Boa Viagem Tamandaré Alagoas Barra de São Miguel/Barra de São Miguel Francês Jatiúca/Maceió Bahia Porto da Barra Farol da Barra Stella Maris Rio de Janeiro Grumari Copacabana Flamengo São Paulo Enseada/Guarujá Toninhas/Ubatuba Gonzaga/Santos Paraná Ponta da Pita/Antonina Guaratuba/Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Santa Catarina Balneário de Camboriú Canasvieira Itapema Rio Grande do Sul Torres (1) Capão da Canoa Balneário do Cassino Toda a praia Toda a praia Toda a praia 1993-2008 1993-2008 1998-2008 3 3 6 43 42 62 FEPAM FEPAM FEPAM Toda a praia Toda a praia Toda a praia 1994-2008 1994-2008 1994-2008 10 6 8 510 162 224 FATMA FATMA FATMA Toda a praia Toda a praia Toda a praia 1992-2005 1992-2006 1997-2006 1 3 4 16 48 64 IAP IAP IAP Estrada Pernambuco Toda a praia Toda a praia 1992-2008 1992-2008 1992-2008 1 1 1 53 53 53 CETESB CETESB CETESB Toda a praia Toda a praia Toda a praia 1992-2008 1992-2008 1992-2008 1 1 1 96 96 96 INEA INEA INEA Toda a praia Toda a praia Toda a praia 1994-2006 1994-2006 1994-2006 1 2 1 36 72 36 CRA CRA CRA Toda a praia Toda a praia Toda a praia 2007-2008 2007-2008 2007-2008 1 2 1 47 94 47 IDEMA IDEMA IDEMA Toda a praia Toda a praia Toda a praia 1992-2008 1992-2008 1992-2008 1 4 2 47 188 94 CPRH CPRH CPRH Toda a praia Toda a praia Toda a praia 2007-2008 2007-2008 2007-2008 1 4 2 11 172 144 IMA IMA IMA Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente . Bahia (Centro de Recursos Ambientais . Paraná (Instituto Ambiental do Paraná . Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler FEPAM).Oceanos. (1) Foram usados os resultados das praias Grande._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010 Dimensão ambiental . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .FATMA). Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente . Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .CETESB).CPRH).CRA). mares e áreas costeiras Quadro 3 .IMA). Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .IAP). Prainha e da Cal.

0 96.1 89.. 76.1 89. São Paulo..6 73. ..Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 61....4 90.. 1998 .. ...1 29. .0 69.....5 100.5 80... ... 78...4 81.1 17. 85.3 42.5 100.5 87....7 100. .4 84. 79. ..0 77. . .....6 68. ........0 79. .3 92.. 1996 ....3 72.0 73. . ..2 97.. Santa Catarina e Rio Grande do Sul ..0 .0 75... 55.0 .0 52.. .8 70. 47. ..4 100.5 93.5 100. Alagoas.8 .0 94.0 97. ...0 40..4 87.5 78.6 .5 34. 73.. .0 95.3 100..0 96..5 .0 100.3 26.7 38...0 85..6 73. 1995 .. . . 100.. .0 94.....5 100.9 98.0 72.4 93..0 97. ..Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental ..6 ..0 93. .8 .2 81..1 80.0 99. .... mares e áreas costeiras Tabela 29 . . .3 87.6 78. .. .7 90.5 . .0 .6 100.0 70.9 100. .6 92.0 71.0 100. 100.9 71.0 93.5 97.0 92..9 63.3 56.3 ..0 56.5 75. .2 83..3 100. .0 94. ..6 84. 1999 . ...9 83..0 78.0 51..... Pernambuco. .2 96.0 98. nas águas de praias selecionadas....0 . 1994 ..0 90.5 57. 53.......0 97.6 73. 33.. 2000 ...4 98.3 66.9 73.8 96.5 86..5 97..0 89... ..1 100..8 68.. .8 95..9 96. ... 1993 . 55.1992-2008 (continua) Percentual de amostras com valores até 1 000 coliformes fecais/100 ml ou até 800 Escherichia coli /100 ml ou até 100 Enterococos/100 ml (%) Estados/Praias 1992 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul Ponta Negra/Natal Redinha/Natal Pernambuco Porto de Galinhas Boa Viagem Tamandaré Alagoas Barra de São Miguel/Barra de São Miguel Francês Jatiúca/Maceió Bahia Porto da Barra Farol da Barra Stella Maris Rio de Janeiro Grumari Copacabana Flamengo São Paulo Enseada/Guarujá Toninhas/Ubatuba Gonzaga/Santos Paraná Ponta da Pita/Antonina Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Santa Catarina Balneário de Camboriú Canasvieira/Florianópolis Itapema Rio Grande do Sul Torres (1) Capão da Canoa Balneário do Cassino . .0 41.. Bahia. .2 92. 82.3 74.9 99..1 69. ..7 81.0 86. nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.. . .1 59. Paraná. ..0 91.4 95..4 67..9 83.7 67. .0 90...0 62.7 69... ..9 .0 71..3 . 90.5 77.5 85.0 100.0 78. ...2 44.9 78.Percentual de amostras com valores até 1 000 coliformes fecais/100 ml ou até 800 Escherichia coli /100 ml ou até 100 Enterococos/100 ml.3 .0 97.. .8 26..5 82. .. 77. .2 100...0 51.0 86...7 66.1 73... . ...2 79...0 97.8 95.7 .1 36. . 1997 .6 75..0 65.0 98.3 53.0 71.... Rio de Janeiro.2 79..7 69. . ..3 42...8 86.Oceanos.0 89....0 86..0 94.0 84.. ...6 36.7 69..8 65.0 59. ...3 98. .......8 70...

.0 97.3 96. ...7 100. Prainha e da Cal.2 . ..0 95.7 71.7 83.. são os limites máximos..4 98..0 74.6 34.4 95.4 ... .9 100.6 66.. Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente . nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.7 93..3 88.0 100.0 100. Pernambuco.5 92.. 100.8 89.1 98. 86.0 76...9 93...8 ..5 83.2 100.CRA).7 90.. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . . 2005 .CETESB).7 52..5 91.0 88.Brasil 2010 Dimensão ambiental .0 76.0 77.1 82..7 . ...4 96. ...0 98.9 92.0 .0 84.. 2007 100.5 87. ..3 92. 1 000 coliformes fecais/100 ml..8 71. . Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler FEPAM).3 90.0 42.3 82. ..1 47.8 94..1 89.1 80.6 95.9 93..0 .CPRH).0 33.7 52. segundo diferentes metodologias. Alagoas.9 60.5 57..2 100..8 100. Qualidade da água avaliada por número de Escherechia coli /100 ml.. (1) Foram usados os resultados das praias Grande. .. Qualidade da água avaliada por número de Enterococos/100 ml.9 20..1 90..0 91.7 90.7 98..... . Rio de Janeiro.3 73.0 99.. .0 91..0 100. .5 88.5 89..0 97.1 37....4 96..0 95.5 91.3 70.2 79..8 92..8 91..0 71... 97.9 2008 100. .6 84.9 6.6 80.7 .0 100.6 81.7 92. .0 91.Oceanos. 96.7 43. .. .. 2. 2003 . 2006 .. . Para as células não coloridas.7 92. Bahia.. Paraná.IMA)..7 77. 2002 .3 89.0 96.2 93. ..7 76..9 98.3 69. 2004 ..0 34. e 100 Enterococos/100 ml.7 69.Percentual de amostras com valores até 1 000 coliformes fecais/100 ml ou até 800 Escherichia coli /100 ml ou até 100 Enterococos/100 ml.0 57..9 88. . . ..FATMA)..0 97..2 93.1 Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente . 91.1 96.0 100.8 89. .4 80. nas águas de praias selecionadas.2 63.0 84.1 100... 99..4 96.0 .0 100.._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável ..3 84.4 97.1 80. .9 89. ...7 96. Paraná (Instituto Ambiental do Paraná ..IAP)..0 93.0 73.3 84. . 91..3 95.2 94.9 92.INEA)..2 96.1 78..0 99.3 100.9 98.3 ....8 0.1 92. Notas: 1. 97. Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos ..0 97..6 100..6 88.. .0 96.. 95.9 82. .5 . para águas consideradas próprias para banho... Rio Grande do Norte (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente .7 70.5 100.5 100. Bahia (Centro de Recursos Ambientais ..IDEMA)..6 75. .2 97. . A periodicidade das amostragens variou entre as praias.. São Paulo.0 93.0 88.0 98.4 98..0 0.1 95.. 100..3 93.6 97.3 98.0 41. .8 71. .0 97....8 64..1992-2008 (conclusão) Percentual de amostras com valores até 1 000 coliformes fecais/100 ml ou até 800 Escherichia coli/ 100 ml ou até 100 Enterococos/100 ml (%) Estados/Praias 2001 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul Ponta Negra/Natal Redinha/Natal Pernambuco Porto de Galinhas Boa Viagem Tamandaré Alagoas Barra de São Miguel/Barra de São Miguel Francês Jatiúca/Maceió Bahia Porto da Barra Farol da Barra Stella Maris Rio de Janeiro Grumari Copacabana Flamengo São Paulo Enseada/Guarujá Toninhas/Ubatuba Gonzaga/Santos Paraná Ponta da Pita/Antonina Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Santa Catarina Balneário de Camboriú Canasvieira/Florianópolis Itapema Rio Grande do Sul Torres (1) Capão da Canoa Balneário do Cassino .2 97.0 91.5 97.8 33. . 3. mares e áreas costeiras Tabela 29 .2 78.8 44.4 86. 800 Escherechia coli /100 ml. a qualidade da água foi avaliada pelo número de coliformes fecais/100ml.9 100. Santa Catarina e Rio Grande do Sul .7 88.8 95. Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente .0 93.

.1992-2008 (continua) Unidades da Federação e praias selecionadas Média anual de coliformes fecais ou de Escherichia coli ou de Enterococos (NMP/100 ml ou UFC/100 ml) 1992 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul Ponta Negra/Natal Redinha / Natal Pernambuco Porto de Galinhas Boa Viagem Tamandaré Alagoas Barra de São Miguel/Barra de São Miguel Francês/Maceió Jatiúca/maceió Bahia Porto da Barra Farol da Barra Stella Maris Rio de Janeiro Grumari Copacabana Flamengo São Paulo Enseada/Guarujá Toninhas/Ubatuba Gonzaga/Santos Paraná Ponta da Pita/Antonina Guaratuba/Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Santa Catarina Balneário de Camboriú Canasvieira Itapema Rio Grande so Sul Torres (1) Capão da Canoa Balneário do Cassino . . ........ Santa Catarina e Rio Grande do Sul ... .. 33 1 100 1 769 2 691 1 516 3 611 161 1 959 8 755 106 1 301 31 927 104 1 286 26 197 52 2 307 17 033 855 2 087 29 087 368 1 783 27 580 7 568 7 946 746 4 345 918 4 499 3 314 1 072 6 559 3 203 1 069 2 224 2 694 190 1 169 1 247 172 1 101 1 662 473 1 347 1 440 206 3 276 1 943 2 454 .. . Rio de Janeiro. .... ...... .... 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 ....... .. ..... . 2 764 4 918 4 414 115 676 2 974 ... ....... .. ........ .. ... .. ... 2 203 16 686 949 14 425 9 605 10 413 9 141 14 496 81 39 627 103 036 9 957 ..... . 3 635 448 2 905 5 430 3 289 1 148 2 562 2 168 1 265 4 168 1 665 2 381 2 968 1 984 3 410 2 886 645 2 117 2 124 1 241 2 830 667 1 767 . .. .. 606 1 913 .......... ...... . Alagoas. . 438 435 392 ..... 151 167 97 832 281 319 159 212 266 683 457 289 182 348 529 98 126 284 145 310 77 575 366 783 ... 2 278 5 195 . ..... 14 417 26 192 .. . ....... .. . .. . 450 1 279 ..... .. ... ... ..... . .. .Indicadores de desenvolvimento sustentável .. .. ... Bahia... . . .... .. .... . .. .... . . 533 1 254 4 126 199 183 272 277 54 175 ... .. ... .... .. .Média anual de coliformes fecais ou de Escherichia coli ou de Enterococos nas águas de praias selecionadas nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.. . . ..... São Paulo. .............. . Pernambuco.. .. . . .. . .... ... . . . 1 096 1 115 ... ... . 298 1 323 ..Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .. ....... ... 975 493 . ... .Oceanos........ mares e áreas costeiras Tabela 30 . . ... ... .... .... .. . 1 580 3 201 .. .... .. Paraná.

. 238 249 121 .. 617 588 2 127 115 240 135 162 58 201 392 433 1 045 404 33 4 260 .... . 588 338 8 267 583 8 442 86 103 421 2 091 3 938 7 715 1 176 424 1 244 249 129 421 .. Paraná (Instituto Ambiental do Paraná .FATMA)............ e 100 Enterococos/100 ml... . .. Para as células não coloridas. Santa Catarina e Rio Grande do Sul ..Oceanos.. . 39 27 8 223 337 3 000 66 13 386 25 319 375 4 335 913 910 1 493 48 51 75 ... (1) Foram usados os resultados das praias Grande.. 515 582 588 ....... Bahia (Centro de Recursos Ambientais . Pernambuco.......IAP).. .. Notas: 1.. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .CETESB).. . Rio de Janeiro. 186 223 2 160 411 8 859 35 19 212 38 400 3 035 10 954 1 238 624 1 652 68 130 474 .. Qualidade da água avaliada por número de Enterococos/100 ml. ....... 197 385 157 .... . segundo diferentes metodologias..CRA).1992-2008 (conclusão) Unidades da Federação e praias selecionadas Média anual de coliformes fecais ou de Escherichia coli ou de Enterococos (NMP/100 ml ou UFC/100 ml) 2001 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul Ponta Negra/Natal Redinha / Natal Pernambuco Porto de Galinhas Boa Viagem Tamandaré Alagoas Barra de São Miguel/Barra de São Miguel Francês/Maceió Jatiúca/maceió Bahia Porto da Barra Farol da Barra Stella Maris Rio de Janeiro Grumari Copacabana Flamengo São Paulo Enseada/Guarujá Toninhas/Ubatuba Gonzaga/Santos Paraná Ponta da Pita/Antonina Guaratuba/Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Santa Catarina Balneário de Camboriú Canasvieira Itapema Rio Grande so Sul Torres (1) Capão da Canoa Balneário do Cassino 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 .INEA)..Brasil 2010 Dimensão ambiental . . . . Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .. .. . 648 109 398 .. 625 1 034 2 666 223 101 172 Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente . .._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . . . . 1 000 coliformes fecais/100 ml. .. Alagoas. . . 1 316 6 144 500 325 1 741 191 223 199 13 310 999 654 223 688 88 73 3 748 .. . .IMA). Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente .IDEMA).... Qualidade da água avaliada por número de Escherechia col i/100 ml.. ... .. ... 100 551 9 112 497 50 1 278 29 320 26 738 10 641 1 238 339 2 779 252 148 296 . .. 147 407 2 737 65 17 257 .... 800 Escherichia coli/ 100 ml... São Paulo. .... 2. 128 1 054 6 021 22 18 109 .. .. são os limites máximos... Paraná. .. ..... Bahia..Média anual de coliformes fecais ou de Escherichia coli ou de Enterococos nas águas de praias selecionadas nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.. . Prainha e da Cal. A periodicidade das amostragens variou entre as praias.... Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos . para águas consideradas próprias para banho... . ... mares e áreas costeiras Tabela 30 .CPRH).... 142 168 16 158 603 9 788 55 17 228 .. Rio Grande do Norte (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente . Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler FEPAM).. . .. .. . 3.... 653 286 334 . .... 205 633 716 . a qualidade da água foi avaliada pelo número de coliformes fecais/100ml. 353 455 9 070 28 72 264 608 5 493 21 012 1 080 984 2 276 147 97 708 . ...

.... 3 000 1 100 . ......... ... Bahia.. .. Percentil 80 anual da qualidade da água para recreação de contato primário. .... 800 1 300 1 600 . .. . Alagoas. ... Pernambuco.. .. . . nas águas de praias selecionadas.. .. .......... . 236 800 5 000 33 300 2 640 50 800 5 000 300 2 400 13 000 220 1 300 23 800 50 1 300 23 000 80 1 300 24 400 500 3 000 23 000 230 2 300 7 600 2 300 1 700 1 300 800 1 400 500 2 300 800 2 300 3 000 1 300 1 700 2 400 1 300 2 300 1 600 170 800 1 600 130 1 600 2 200 230 800 1 600 130 1 100 1 600 1 700 ........ .. 4 600 230 750 11 000 230 930 2 400 750 930 4 600 430 1 500 4 600 430 2 400 4 600 230 930 930 430 2 400 500 3 000 . ..... .. . .. .. São Paulo. .............. . ........ .. . 1 300 300 . . . ... nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.Oceanos... Rio de Janeiro.. por vários métodos 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 .. .. com base na Resolução n º 274/2000 do C ONAMA... ....... ...... .. ... .... . ..... ....... .. ....... 800 900 7 300 240 50 330 500 11 1 700 ... .. 500 1 500 . . .......Percentil 80 anual da qualidade de água para recreação de contato primário.. . . . ..Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . .. .. mares e áreas costeiras Tabela 31 ..... . 2 200 1 400 .. 5 000 7 000 500 22 000 1 100 1 300 2 100 8 000 140 70 000 30 000 1 300 .. 3 000 3 000 . ... . ... .. .Indicadores de desenvolvimento sustentável ... .. .. .. ...... Santa Catarina e Rio Grande do Sul 1992-2008 (continua) Unidades da Federação e praias selecionadas 1992 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul Ponta Negra/Natal Redinha/Natal Pernambuco Porto de Galinhas Boa Viagem/Recife Tamandaré Alagoas Barra de São Miguel/Barra de São Miguel Francês/Maceió Jatiúca/maceió Bahia Porto da Barra/Salvador Farol da Barra/Salvador Stella Maris/Salvador Rio de Janeiro Grumari/Rio de Janeiro Copacabana/Rio de Janeiro Flamengo/Rio de Janeiro São Paulo Enseada/Guarujá Toninhas/Ubatuba Gonzaga/Santos Paraná Ponta da Pita/ Antonina Guaratuba/Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Santa Catarina Balneário de Camboriú Canasvieira/Florianópolis Itapema Rio Grande do Sul Torres (1) Capão da Canoa Balneário do Cassino . ... . . . .. .. por vários métodos. .. Paraná. . 80 220 230 60 130 110 130 230 130 40 130 230 170 210 230 80 220 220 80 130 130 40 130 80 300 300 500 .. .... .. ..... .. 300 500 .... . . . ..... .... . .. .... .. . .. ..... ... ..... . ... ...........

240 49 64 Farol da Barra/Salvador . .... Redinha/Natal . . 50 300 3 500 (3) 63 (3) 11 (3) 180 . Valores calculados com base nos critérios definidos pela Resolução n 274 do CONAMA. (1) Foram usados os resultados das praias Grande.... .... Ponta Negra/Natal . . ... ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável ......CRA).CPRH).Brasil 2010 Dimensão ambiental ... Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler FEPAM)... 50 300 8 000 (3) 41 (3) 14 (3) 96 .. . são os limites máximos.. Bahia (Centro de Recursos Ambientais . . Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente .. Jatiúca/maceió ..IMA). 61 17 3 50 500 9 000 (3) 79 (3) 14 (3) 144 .. Bahia.Oceanos.. (3) Qualidade das águas avaliada pelo número de 100 Enterococos/100 ml Praia própria Praia imprópria ..... e 100 Enterococos/100 ml.. . .. mares e áreas costeiras Tabela 31 . com base na Resolução n º 274/2000 do C ONAMA.. ... Paraná.. .... Pernambuco..... .. Bahia Porto da Barra/Salvador . (2) Qualidade das águas avaliada pelo número de Escherichia coli /100 ml.. nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.... 2.. (2) 300 (2) 230 (2) 2 400 90 240 172 80 49 252 300 300 1 300 110 20 9 000 . . São Paulo.. 800 Escherichia coli /100 ml. Alagoas... . São Paulo (Companhia de Tecnologia de Sanea mento Ambiental . ... de 29 de setembro de 2000. .. . ...... .. A periodicidade das amostragens variou entre as praias. ..FATMA). º 4.... . segundo diferentes metodologias.. Pernambuco Porto de Galinhas 500 170 40 80 220 Boa Viagem/Recife 80 130 220 500 500 Tamandaré 230 110 80 500 300 Alagoas Barra de São Miguel/Barra de .... Prainha e da Cal.... Rio Grande do Norte (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente . .. ... Santa Catarina e Rio Grande do Sul 1992-2008 (conclusão) Unidades da Federação e praias selecionadas 2001 Percentil 80 anual da qualidade da água para recreação de contato primário.... .. .IDEMA). 230 230 90 . nas águas de praias selecionadas.Percentil 80 anual da qualidade de água para recreação de contato primário... (2) 500 (2) 600 (2) 3 000 300 130 150 (2) 300 (2) 170 (2) 1 100 80 300 185 Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente . 3. Notas: 1. Rio de Janeiro. . por vários métodos.. ... Francês/Maceió . .. O percentil 80 anual de cada praia é o valor abaixo do qual se encontram 80% das amostras coletadas no período de um ano... .....IAP). Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .. ... 13 4 3 Rio de Janeiro Grumari/Rio de Janeiro 50 230 70 80 50 Copacabana/Rio de Janeiro 500 300 300 230 300 Flamengo/Rio de Janeiro 12 200 8 000 5 000 3 000 7 000 São Paulo Enseada/Guarujá 860 (2) 18 (2) 84 (3) 96 (3) 37 Toninhas/Ubatuba 70 (2) 36 (2) 58 (3) 21 (3) 30 Gonzaga/Santos 1 560 (2) 199 (2) 860 (3) 192 (3) 96 Paraná Ponta da Pita/ Antonina (2) 23 000 (2) 400 (2) 2 800 (2) 5 000 (2) 80 000 Guaratuba/Guaratuba (2) 3 000 (2) 1 700 (2) 1 700 (2) 500 (2) 1 300 (2) 5 176 Encantadas/Ilha do Mel (2) 3 000 (2) 22 000 (2) 3 000 (2) 2 300 Santa Catarina Balneário de Camboriú 1 300 900 (2) 700 (2) 700 (2) 700 Canasvieira/Florianópolis 300 500 (2) 230 (2) 300 (2) 130 Itapema 3 000 1 700 (2) 800 (2) 1 300 (2) 1 300 Rio Grande do Sul Torres (1) 300 240 240 70 130 Capão da Canoa 240 80 130 22 70 Balneário do Cassino 170 800 300 80 170 .INEA)... Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .. .. .. (2) 1 300 (2) 5 000 14 170 540 300 230 300 80 110 3 000 . . 1 000 coliformes fecais/100 ml. .. . para águas consideradas próprias para banho.. ... 120 12 40 Stella Maris/Salvador .CETESB). Paraná (Instituto Ambiental do Paraná . .... por vários métodos 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul .... São Miguel ..

Santa Catarina (Fundação do Meio Ambiente . Santa Catarina e Rio Grande do Sul para o último ano de registro . Paraná (Instituto Ambiental do Paraná IAP). Paraná. Alagoas. São Paulo (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . mares e áreas costeiras Mapa 9 . Pernambuco. Pernambuco (Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .CETESB).IMA).IDEMA). Rio de Janeiro.CPRH). Rio de Janeiro (Instituto Estadual do Ambiente .Indicadores de desenvolvimento sustentável .CRA). Rio Grande do Sul (Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler .FATMA).Oceanos.2006/2008 Fontes: Alagoas (Instituto do Meio Ambiente . Bahia (Centro de Recursos Ambientais .INEA). .FEPAM).Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Rio Grande do Norte (Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente . São Paulo.Média anual do número mais provável ou de unidades formadoras de colônias de coliformes fecais ou de Escherichia coli ou de Enterococos em praias nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte. Bahia.

etc. o estado de conservação de ambientes terrestre e aquático importantes para a produção pesqueira (matas ciliares. manguezais. por meio da publicação Estatísticas da pesca. As informações são divulgadas pelo IBAMA. a intensidade das várias formas de poluição aquática (de origens doméstica. entre eles o esforço de pesca. O sistema de consolidação dessas estatísticas vem sendo aprimorado. do pescado ser inteiro ou eviscerado. o emprego de métodos predatórios de pesca. o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e o Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Nordeste . em um determinado território e período de tempo. havendo carência também quanto às informações sobre os estoques pesqueiros. etc.Oceanos. Comentários A divulgação das estatísticas sobre recursos pesqueiros sofreu uma descontinuidade no período 1990-1994. industrial e decorrente do uso de insumos agrícolas). quando do desembarque. o tamanho da frota. mares e áreas costeiras 13 Produção de pescado marítima e continental Apresenta o volume de produção de pescado por modalidade. a existência de políticas de subsídios e incentivos. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério do Meio Ambiente . etc. A dificuldade de levantamento quantitativo por espécie é atribuída à grande dimensão territorial do País e à variedade de espécies capturadas. destacando-se a sua importância socioeconômica (gerador de trabalho e renda). A sustentabilidade dos recursos pesqueiros depende de vários fatores.MMA. estuários. estão a não identificação. várzeas.CEPENE.). . a degradação dos hábitats. outros fatores apontam a necessidade do uso e manejo sustentáveis dos recursos pesqueiros._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . ambiental e cultural. as oscilações climática e oceânica. o desmatamento e a degradação dos recursos hídricos. a desativação das estatísticas de pesca extrativa marinha em alguns estados. a carência de levantamentos sobre a pesca artesanal. procurando suprir as lacunas existentes. Entre elas. Além da participação na nutrição humana. caracterizada segundo as modalidades de pesca extrativa e aquicultura.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Descrição A variável utilizada é a produção anual estimada de pescado em toneladas. indiretamente. o retorno econômico. Este indicador permite avaliar o estado dos recursos pesqueiros e. rios. a pesca está incluída entre as quatro maiores fontes de proteína animal para o consumo humano. Justificativa No cenário nacional. tendo sido retomada a partir de 1995. ambas subdivididas em marinha e continental.

Isto já ocorre na pesca de água doce. A produção de pescado é uma atividade tanto extrativista quanto de criação e cultivo. a sobrepesca. esta atividade também gera impactos ambientais. mares e áreas costeiras Em relação à produção de pescado por modalidade. Estas são áreas de reprodução e crescimento de organismos aquáticos. apresenta uma pequena tendência à retomada do crescimento da produção nos últimos anos. Há também a criação de ostras e mariscos em baías.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Para fazer frente às ameaças aos estoques pesqueiros marinhos. Em relação às espécies de água doce. Para outras espécies de peixes e crustáceos. a aquicultura deve superar a pesca extrativa. está sendo limitado o número de embarcações que poderão pescar esta espécie. que vão desde a destruição de mangues e de outras formas de vegetação nativa (para a instalação dos tanques de criação de peixes e camarões) até a poluição orgânica de rios e estuários (descarte de efluentes dos criatórios). Para o pargo (Lutjanus purpureus). onde a aquicultura supera a produção extrativa nas Regiões Sul. mas todo o conjunto dos ecossistemas aquáticos continentais. tambaqui. a pesca extrativista de água doce é muito expressiva na Região Norte. a erosão acelerada dos solos e a poluição dos rios (doméstica. enquanto a pesca extrativa. Em relação à pesca extrativista continental. a aquicultura está em franca expansão. sendo dominada pela aquicultura continental (de água doce). Entretanto.Oceanos. estuários e mar aberto. A médio e longo prazos. especialmente dos marinhos. A aquicultura marinha é dominada pela carcinicultura.Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 11 . principalmente a sobrepesca. a introdução de espécies exóticas. a construção de represas. após um período de estagnação. são estabelecidas épocas de defeso. carpa. onde as espécies mais criadas são: tilápia. com o cultivo de espécies exóticas de camarão em tanques e piscinas.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . passando a dominar a produção de pescado no País. a drenagem de várzeas. A destruição destes ambientes juntamente com a sobrepesca ameaçam o futuro da pesca extrativa marinha. A estagnação verificada na pesca extrativista marinha pode ser um sinal de esgotamento dos recursos pesqueiros. Indicadores relacionados 09 . a proibição da pesca durante a piracema visa garantir a sobrevivência das espécies mais pescadas. após um declínio da produção. algumas medidas estão sendo tomadas. a destruição de florestas. industrial e por insumos agrícolas) podem ameaçar não apenas os estoques pesqueiros. ocasionada principalmente pela sobrepesca.Qualidade de águas interiores . Outro fator a ser considerado na análise dos estoques pesqueiros é a destruição de manguezais e lagunas e a crescente poluição de estuários. que também revela estagnação da produção. tambacu e curimatã. durante o qual é proibida a pesca. Sudeste e Centro-Oeste. Embora a aquicultura alivie a pressão sobre os estoques pesqueiros marinho e continental. especialmente das matas ciliares. onde supera tanto a pesca extrativa marinha quanto a aquicultura.

grandes regiões e unidades da federação. Disponível em:<http://www._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . mares e áreas costeiras 12 .Áreas protegidas 17 . Brasília.População residente em áreas costeiras 15 . DF: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.gov.ibama. PE: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.Produção estimada de pescado. Estatística da pesca 2003-2007: Brasil.br/ recursos-pesqueiros/documentos/estatistica-pesqueira/>.Balneabilidade 14 . grandes regiões e unidades da federação.Oceanos. . 2004-2009.P&D Gráfico 35 . 1996-2004.1994-2007 1 000 t 1 200 1 000 800 600 400 200 0 2006 2000 2002 2003 2004 2005 2007 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Total Pesca marinha Pesca continental Cultivo marinho Cultivo continental Fonte: Estatística da pesca 1994-2002: Brasil. por modalidade Brasil .Brasil 2010 Dimensão ambiental .Espécies invasoras 53 . Tamandaré. Acesso em: maio 2010.

2 1997 732.2 38. PE: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.2 239.4 78.0 177. grandes regiões e unidades da federação.Oceanos.gov. .9 413. mares e áreas costeiras Tabela 32 .2 422.5 52.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . por modalidade Brasil .1994-2007 Produção estimada de pescado.1 246.7 2006 1050.6 227.5 1998 710. por modalidade (1 000 t) Ano Total Marinha 1994 701.5 191. Disponível em: <http://www.3 88. grandes regiões e unidades da federação.2 Marinha 3.4 71.3 8. Tamandaré.7 432.3 465.6 Fonte: Estatística da pesca 1994-2002: Brasil.7 193.0 243.5 114. Brasília. 1996-2004.0 5.7 199.4 Pesca extrativa Aquicultura 1995 652.ibama. Estatística da pesca 2003-2007: Brasil.3 494.Indicadores de desenvolvimento sustentável .8 156.6 101.8 243.5 2002 1006.1 88.3 Continental 203.2 78.9 500.7 509.9 251. Acesso em: maio 2010.7 2005 1009.1 507.3 484.7 178.2 540.4 Continental 0. DF: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.4 52.2 80.4 138.1 180. 2004-2009.5 185.2 2003 990.9 180.0 179.2 2001 939.6 418.5 26.6 1999 744.2 15.8 1996 693.9 516.2 77.9 10.4 210.Produção estimada de pescado.1 2004 1015.6 174.2 210.8 527.br/recursos-pesqueiros/documentos/estatistica-pesqueira/>.2 2007 1072.4 467.1 2000 843.4 40.9 220.

5 16 874.0 ..0 255 080. . Continental 210 644.0 1 947.0 40 209.. .0 23 490..5 3 882.. .0 3 912. por modalidade.0 4 458. .0 1 554.5 64 272.0 14 755.5 582.0 4 859.0 21 376.0 1 141.0 1 046.0 1 667.0 Aquicultura Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fonte: Estatística da pesca 2007: Brasil.0 238 345.0 735.0 6 125.5 1 930.5 22 414.0 10 454. .5 7 054.0 85 482.5 17 787.0 196 528.0 12 082.0 .0 10 331.0 5 014.0 11 905. .5 1 969. 2009. Brasília.0 184 493.0 816.0 13 866..0 35 823.5 757.0 9 699.0 30.5 6 000. mares e áreas costeiras Tabela 33 .0 .0 Marinha 78 405.5 300..0 2 322.0 17 887..0 8 927. DF: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis..0 43 985.. .5 1 068..5 48 173..0 1 878.5 18 987.0 17 920.0 50 663. ...5 72 036.0 25 729..0 264.gov. 63 500.0 331 608.5 3 952.0 137. 671...._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 1 123..0 1 080. ..0 82 528.0 27 077.5 26 143.br/recursos pesqueiros/documentos/estatistica-pesqueira/>.0 44 932. 21 759.0 506..5 41 839.0 678.5 1 914..0 22 201..0 129 981.2007 Grandes Regiões e Unidades da Federação Produção estimada de pescado.0 62 287. .0 11 877..5 23 594.0 .0 4 238. .0 60 306..0 137 666.0 568.5 13 088.5 33 378.0 3 000.0 2 092.5 4 079. 65 460..ibama.0 27 000.. por modalidade (t) Pesca extrativa Total Marinha 1072 226.0 76 444.0 1 569.. ..0 68 497.5 2 207. .0 69 233.0 18 157.0 11 295.0 2 220.5 20. Acesso em: maio 2010 .0 2 191..5 6 543.5 174 638. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .0 744.5 11 273.Oceanos.0 10 089.0 3 876.5 76 010.0 1 200. Continental 243 210..0 539 966..0 149 130.5 7 941.0 7 874.0 5 485.Brasil 2010 Dimensão ambiental .0 13 632.0 22 746..5 23 779.0 1 200. .0 19 515..0 2 587.5 51 326. grandes regiões e unidades da federação. .0 4 208..0 838.. Disponível em : <http://www.0 2 034.0 200..0 21 500.5 11 777.0 2 411.0 11 452. 200.5 6 576.0 19 800.0 .Produção estimada de pescado.0 780...0 5 563..5 64 483.0 300.0 3 000..0 2 507... 155 625.0 22 917...5 .5 67 095.0 ..0 .0 139 966.0 3 089..

grandes regiões e unidades da federação.br/recursos-pesqueiros/ documentos/estatistica-pesqueira/>.Oceanos. Acesso em: maio 2010. Disponível em : <http:// www. 2009. mares e áreas costeiras Mapa 10 . Brasília.2007 Fonte: Estatística da pesca 2007: Brasil.gov.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Indicadores de desenvolvimento sustentável .ibama. . DF: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recur sos Naturais Renováveis.Produção estimada de pescado .

e a brasileira. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são a população residente e a superfície dos municípios da zona costeira. e são aqueles que sofrem influência direta dos fenômenos ocorrentes no litoral. são especialmente verificados nesta região. de intensa urbanização.IBGE. lagunas e restingas. Os municípios integrantes da zona costeira são definidos em lei pelo Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. entre outros fatores. com submersão de parte do litoral. mares e áreas costeiras 14 População residente em áreas costeiras Apresenta a proporção da população residente na zona costeira em relação ao total da população de um determinado território e a densidade populacional da zona costeira. Nas últimas décadas. as densidades populacionais na escala municipal. tem havido um movimento . a população residente na área costeira está entre as que mais serão afetadas pelas mudanças ambientais associadas ao efeito estufa. da pressão populacional e da especulação imobiliária. industrialização e exploração turística de larga escala. entre as quais está a elevação do nível do mar. ocorrendo múltiplos conflitos pelo uso do solo que demandam ações específicas para seu equacionamento. apresentam uma grande diversidade de situações. Vários problemas ambientais são encontrados nesta região. As informações utilizadas para elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério do Meio Ambiente. Comentários Desde os tempos coloniais. O indicador é a razão. Assim. e a densidade populacional nestes municípios. Impactos sobre o ambiente decorrentes da poluição das águas. são apresentadas a proporção de habitantes na zona costeira de cada estado e. entre a população residente nos municípios da zona costeira e a população total de cada estado e do Brasil. expressa em percentual. em geral.Oceanos. da contaminação do solo. coexistindo áreas densamente povoadas. a partir de informações oriundas dos Censos Demográficos 1991 e 2000 e das Contagens da População 1996 e 2007._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . através do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro – GERCO e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . também. Justificativa As zonas costeiras. manguezais. e a população total dos estados litorâneos e do Brasil. com espaços de baixa densidade populacional e ocorrência de ecossistemas naturais de grande significado ambiental.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Acompanhar o crescimento da ocupação destas áreas é fundamental para avaliar se o desenvolvimento caminha na direção da sustentabilidade. a população brasileira se concentra nas proximidades da costa. em particular. como áreas estuarinas. Além disso.

Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 03 .Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 .Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 . As zonas costeiras mais densamente ocupadas são aquelas das Regiões Sudeste e Nordeste. ocorrem grandes variações de densidade.Balneabilidade 13 .Acesso a esgotamento sanitário 21 . causam grandes impactos sobre o meio ambiente. e tenham se mantido estáveis desde os anos de 1990. intensificada tanto pela especulação imobiliária como pela expansão da atividade turística.Áreas protegidas 18 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . associados à carência de saneamento ambiental. principalmente. tem causado a redução das áreas de restinga e manguezal.Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 12 . O grande contingente de população na zona costeira e sua concentração em alguns pontos da costa. A costa menos densamente povoada é a da Região Norte. Razões históricas e econômicas explicam a concentração da população nestas regiões e trechos da costa. entre 20% e 25% do total da população. Um maior controle do uso e ocupação do solo na zona litorânea também reduziria a pressão ambiental nessas áreas. A ocupação desordenada do litoral. especialmente o trecho entre Vitória (Espírito Santo) e Santos (São Paulo) e a costa oriental do Nordeste. entre Salvador (Bahia) e Natal (Rio Grande do Norte). o aumento do percentual de esgotos tratados são as medidas mais importantes para reduzir o impacto da ocupação humana sobre a zona costeira. afetando a pesca e a atividade turística. A ampliação da rede de coleta de esgoto e.Acesso a sistema de abastecimento de água 20 . com implicações sobre a qualidade da água no litoral.Oceanos.Taxa de crescimento da população . Esta é muito grande no entorno das capitais e dos maiores portos do País. mares e áreas costeiras de interiorizarão. especialmente de coleta e tratamento de esgotos doméstico e industrial.Produção de pescado marítima e continental 15 .Indicadores de desenvolvimento sustentável . sendo mais rarefeita no restante do litoral. embora os percentuais na zona costeira ainda sejam altos. Indicadores relacionados 01 .Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 09 . Dentro da zona litorânea.

Contagem da população 1996. 2007.asp?e=v&p=CD&z=&o=>.1991/2007 % 25 20 15 10 5 0 1991 1996 2000 2007 Fontes: Censo demográfico 1991-2000. Rio de Janeiro: IBGE. mares e áreas costeiras Gráfico 36 . 2007.br/bda/acervo/acervo2. Rio de Janeiro.br/bda/acervo/acervo2.1 23. Contagem da população 2007.ibge. 2: Resultados relativos à população e aos domicílios. v. Contagem da população 2007. Sistema IBGE de Recuperação Automática – S IDRA. Acesso em: maio 2010. Acesso em: maio 2010. Rio de Janeiro.Brasil .Oceanos. Contagem da população 1996.404 Proporção da população residente em área costeira(%) 23.641. In: IBGE.sidra.1991/2007 População residente Ano Total 1991 1996 2000 2007 146 825 475 157 070 163 169 799 170 187.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Tabela 34 . v. Rio de Janeiro: IBGE. 2: Resultados relativos à população e aos domicílios. Disponível em: <http://www.Proporção da população residente em área costeira . .asp?e=v&p=CD&z=&o=>.005._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .714 Em área costeira 34 315 455 36 204 278 39 781 036 45.0 Fontes: Censo demográfico 1991-2000.4 23. 1997.População residente total e em área costeira e proporção da população residente em área costeira .ibge. [1994].gov. Sistema IBGE de Recuperação Automática – SIDRA. In: IBGE. [1994]. Rio de Janeiro: IBGE.gov.sidra. Disponível em: <http://www.Brasil .4 24. Rio de Janeiro: IBGE. 1997.

9 29. . Rio de Janeiro: IBGE...2 45. 68.. ..0 12.. 38. 2007..Indicadores de desenvolvimento sustentável ..8 33.2 88..... Fonte: Contagem da população 2007.4 82. .. . . Poporção da população residente em área costeira (%) 24..3 13.. 45. .3 6. .6 50.... 19 968 423 1 765 580 205 539 4 246 073 1 532 491 1 083 146 3 956 568 1 311 316 1 023 767 4 843 943 17 482 216 ...7 42. .. .População residente total e em área costeira e proporção da população residente em área costeira.... mares e áreas costeiras Tabela 35 ..0 28.... ... 3 258 556 530 036 .. ...4 37...0 25.3 51. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação . .7 22.4 .Oceanos...9 49.1 .7 5.8 2. .. 2 338 089 13 000 142 2 143 985 3 766 173 250 729 2 214 369 1 301 075 .... .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .5 ....0 . .2007 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal População residente Total 187 641 714 14 913 771 1 482 632 668 402 3 285 933 403 586 7 205 913 598 976 1 268 329 52 558 006 6 240 531 3 092 652 8 347 871 3 073 606 3 713 715 8 653 921 3 097 429 1 977 949 14 360 332 79 419 849 19 656 322 3 418 242 15 726 656 40 618 629 27 264 592 10 488 777 5 982 774 10 793 041 13 485 496 2 310 269 2 911 340 5 759 204 2 504 683 Em área costeira 45 005 404 3 788 592 ..

Oceanos.Brasil 2010 Dimensão ambiental . mares e áreas costeiras Mapa 11 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . . 2007 . .População residente em área costeira .2007 Fonte: Contagem da população 2007 Rio de Janeiro: IBGE.

Sudeste e Sul . Nordeste. . mares e áreas costeiras Mapa 12 .Oceanos.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . 2007. nas Regiões Norte. .2007 Fonte: Contagem da população 2007 Rio de Janeiro: IBGE.Densidade da população residente nos municípios da zona costeira.Indicadores de desenvolvimento sustentável .

ambiente. Tecnologia e Meio Ambiente – SECTAM.php. em http:// www.gov.Brasil 2010 Dimensão ambiental . e Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SEMA. disponíveis na Internet.pdf.br.uerj._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . em http://www. Paraná: Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SEMA e Instituto Ambiental do Paraná – IAP em Livro Vermelho da .MMA.gov. Rio Grande do Sul: Fundação Zoobotânica – FZB. br. em http:// www.es.asp. O indicador é constituído pelo número de espécies extinta e ameaçada. São Paulo: Secretaria de Meio Ambiente – SEMA. com adaptações. em Livro Vermelho das Espécies da Fauna Silvestre Ameaçadas de Extinção no Rio Grande do Sul. as informações estão disponíveis em: Pará: Secretaria Executiva de Ciência. em http:// www2.br/downloads/fauna_ameacada. em Livro Vermelho das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna e da Flora de Minas Gerais.br. como os ecossistemas e os hábitats.rs.gov.Biodiversidade Biodiversidade 15 Espécies extintas e ameaçadas de extinção Apresenta o estado e as variações da biodiversidade.ibama.gov.rs. em Lista Vermelha das Espécies da Flora Ameaçadas de Extinção no Rio Grande do Sul.MMA. Espírito Santo: Instituto Estadual de Meio Ambiente – IEMA. em http://www. As espécies extinta e ameaçada são relacionadas em lista elaborada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e pelo Ministério do Meio Ambiente . As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e o Ministério do Meio Ambiente .br e http://www. as espécies e as comunidades. Justificativa A conservação da diversidade biológica compreende a proteção da variabilidade em vários níveis.br/default. apresentadas em conjunto com o número total de espécies de cada grupo taxonômico.gov. nos endereços http://www. nos principais biomas brasileiros.sectam. A Convenção sobre Diversidade .pa. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são o número de espécies ameaçadas de extinção.sema.fzb.meioambiente. os genomas e os genes.br. Fauna e Plantas Silvestres Ameaçadas de Extinção no Estado do Paraná. expressos pelo número estimado de espécies nativas e número de espécies ameaçadas de extinção. respectivamente.sp.gov. Minas Gerais: Conselho Estadual de Política Ambiental – COPAM. Rio de Janeiro: Secretaria Estadual de Meio Ambiente – SEMA. em http://www. subdivididas segundo as categorias de risco.mma. e o número estimado de espécies nativas em alguns grupos taxonômicos.br/fauna. Para os estados.gov. A classificação das espécies segundo o grau de ameaça é baseada nos critérios usados pela União Mundial para a Natureza (The World Conservation Union – UICN).

ratificada pelo Brasil em 1994.Indicadores de desenvolvimento sustentável . reflexo do aumento da destruição de áreas naturais e do maior conhecimento da flora brasileira. Comentários A lista das espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. O Brasil está incluído entre os países dotados da chamada megadiversidade. Com grande número de espécies. A sobrexplotação de algumas espécies já traz prejuízo para a atividade pesqueira. grupo de 12 nações que abrigam 70% da biodiversidade total do planeta. A crescente destruição de áreas naturais aumenta o número de espécies ameaçadas. entre as quais a identificação e o monitoramento de ecossistemas e hábitats. répteis e anfíbios). conta com um total de 627 espécies. objeto de intenso extrativismo (na maioria das vezes predatório) e alvo de biopirataria. sobre a crescente destruição do . O principal objetivo das listas de espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção é mostrar o estado de preservação das espécies e dos ecossistemas e biomas onde ocorrem. alertando os tomadores de decisão. Os grupos que apresentam maior número de espécies ameaçadas são as aves. com muitas delas figurando na lista de espécies ameaçadas. A nova lista oficial da flora ameaçada de extinção é bem maior que a anterior. se faz necessário para que melhor se possa avaliar a biodiversidade e as ameaças a mesma no Brasil. com 160. Além da destruição de hábitats. a pesca se constitui em fator de pressão sobre as populações de peixes e invertebrados aquáticos. As espécies medicinais e as produtoras de látex. determina várias responsabilidades. os peixes de água doce e os insetos. À importância de âmbito global da conservação da biodiversidade no Brasil. A construção de represas. O crescimento relativamente lento de boa parte das espécies arbóreas dificulta a recuperação natural das espécies mais exploradas pela atividade madeireira. a flora e os invertebrados apresentam menor grau de conhecimento que os vertebrados terrestres (mamíferos. a destruição de matas ciliares. especialmente para a flora. incluindo vertebrados e invertebrados terrestres e aquáticos. espécies e comunidades que estejam ameaçadas. As espécies arbóreas estão entre as mais ameaçadas. respectivamente.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . de manguezais e a poluição de rios e áreas costeiras estão entre as maiores ameaças à fauna aquática. associado a outros indicadores. pois além do desmatamento e das queimadas. genomas e genes de importância social e econômica. aves. sofrem também com a exploração seletiva de madeiras. Um grande esforço de pesquisa. os profissionais da área de meio ambiente e a sociedade em geral. informa sobre a eficácia das medidas conservacionistas. soma-se a sua relevância para a economia do País. 142 e 96 espécies. óleos e resinas também sofrem com o extrativismo predatório. Este indicador é um dos mais adequados para o monitoramento e avaliação da proteção da biodiversidade na escala de espécies e biomas e. os invertebrados e os peixes de águas interiores. Entre as espécies vegetais de maior importância econômica destacam-se aquelas de uso medicinal.Biodiversidade Biológica. tanto marinhos quanto de águas interiores.

Produção de pescado marítima e continental 14 . não somente no Brasil. a chegada de espécies invasoras. a Mata Atlântica destaca-se por apresentar o maior número de espécies ameaçadas de extinção.Brasil 2010 Dimensão ambiental .Biodiversidade patrimônio natural. mas em todo o planeta.Ratificação de acordos globais . resultado de mais de 500 anos de ocupação desordenada de sua área de ocorrência.Uso de agrotóxicos 06 . a perspectiva de rápidas e acentuadas mudanças climáticas também se constitui em uma potencial ameaça à biodiversidade no Brasil e no mundo._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Terras em uso agrossilvipastoril 07 .Espécies invasoras 21 .Áreas protegidas 17 . Algumas Unidades da Federação possuem suas próprias listas de espécies ameaçadas de extinção.Desflorestamento na Amazônia Legal 09 .Qualidade de águas interiores 13 . tanto das espécies da flora quanto da fauna brasileiras. Indicadores relacionados 01 .Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 . às estratégias de conservação de hábitats e à definição de ações que visem a reverter o quadro de ameaça a estas espécies e aos biomas. Dentre os biomas. O número de espécies ameaçadas nos estados do Centro-sul do País é bem maior que no Pará (Região Norte). O grande número de espécies endêmicas da Mata Atlântica acentua a importância deste bioma. As principais ameaças às espécies e aos biomas brasileiros são a destruição de hábitats (desmatamento e queimadas). a fragmentação dos ecossistemas. Além de tudo isto. como mecanismo para nortear ações de combate ao tráfico e ao comércio ilegal. A relação das espécies que estão em risco de extinção pode orientar políticas pública e privada quanto à ocupação e uso do solo. Isto é decorrência tanto do maior grau de destruição dos ambientes naturais no Centro-sul quanto de um maior conhecimento da realidade ambiental desta parte do País.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 51 . também. o tráfico e o comércio de animais e plantas silvestres. As listas servem.População residente em áreas costeiras 16 . e a introdução de doenças.Queimadas e incêndios florestais 08 .Taxa de crescimento da população 46 .Área remanescente e desmatamento no Cerrado 11 .Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 05 .

de 19 de setembro de 2008.Biodiversidade Gráfico 37 . Reconhecida pela Instrução Normativa nº 5 do Ministério do Meio Ambiente.7% 69.php?id_arq=397>. Acesso em: maio 2010. 2008. DF 2005.mma. segundo as categorias de risco Brasil .br/estruturas/179/_arquivos/in_mma_005_04_179.pdf>. Brasília. Instrução Normativa nº 52.Brasil . Ministério do Meio Ambiente.mma. Brasília.Número de espécies vegetais ameaçadas de extinção. Reconhecida pela Instrução Normativa nº 6.br/ estruturas/179/_arquivos/ 179_05122008034002. Acesso em: maio 2010.Indicadores de desenvolvimento sustentável .pdf>. DF: Ministério do Meio Ambiente.1% 0.2008 0. Acesso em: maio 2010.pdf>. gov. Disponível em: <http://www.2006 Número de espécies 650 600 550 500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 Total Extinta Extinta na natureza Criticamente em perigo Em perigo Vulnerável Categorias de risco Total Répteis Insetos Mamíferos terrestres Anfíbios Outros invertebrados terrestres Mamíferos aquáticos Peixes marinhos Invertebrados aquáticos marinhos Aves Peixes de água doce Invertebrados aquáticos água doce Fontes: Lista nacional das espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. Brasília. 2004. de 21 de maio de 2004.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .6% Presumivelmente extinta na natureza Ameaçada de extinção Presumivelmente extinta Deficiência de dados Fonte: Lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçada de extinção. de 8 de novembro de 2005.ibama. Brasil. de 26 de maio de 2003.gov. DF: Ministério do Meio Ambiente. Gráfico 38 . Disponível em: <http://www. Disponível em: <http://www. . Acesso em: maio 2010.Lista nacional das espécies de invertebrados aquáticos e peixes ameaçados de extinção e Anexo II .Número de espécies animais terrestres e aquáticas ameaçadas de extinção. segundo as categorias de risco . DF: Ministério do Meio Ambiente. 2003. <http://www. Alteração do Anexo I .Lista nacional das espécies de invertebrados aquáticos e peixes sobreexplotadas ou ameaçadas de sobreexplotação. por grupos taxonômicos. Dispõe sobre recomendações de alteração da Instrução Normativa nº 5 do Ministério do Meio Ambiente.5% 29.gov.br/cepsul/legislacao.br/estruturas/179/_arquivos/179_05122008033615. Brasília.mma. de 21 de maio de 2004. Disponível em: . Lista nacional das espécies de invertebrados aquáticos e peixes ameaçados de extinção.gov. Reconhecida pela Instrução Normativa nº 3.

8 9.Número de espécies viventes e ameaçadas de extinção no Brasil e no mundo. é o somatório das espécies terrestres e aquáticas (marinhas e de água doce). 782 7 122 323 200 16 0 10 6 2 6 37 139 4 691 1 141 1 222 423 1 905 (1) 1 275 .. .. - 59 300 199 350 980 . Switzerland: International Union for Conservation of Nature and Natural Resources. .1 . Acesso em: maio 2010. Avaliação do estado do conhecimento da biodiversidade brasileira.1 0. 2 014 7 (3) 773 .9 14 12 14. segundo os grupos taxonômicos selecionados . (Biodiversidade 15).. et al.500 5 600 . 2006.6 500 .Brasil 2010 Dimensão ambiental .109 250 400 . ..6 4.. (Org.2 12. (3) Abrange espécies que habitam os ambientes terrestres. .15 000 80 000 . no mundo.(2) 1 218 500 . (2) 2 496 626 15 18 50 . T...16 116 359 64 36 1 125 1 964 1 200 .. 432 1 026 2 10 7 74 69 160 20 16 12 142 96 4 15 15 33 45 - Relativo (%) 4.0 . marinhos e de água doce.1..2 .1. jul._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .7 0. no mundo. 3 962 6 076 3 040 80 6 000 12 784 12 838 5 488 9 900 8 734 6 347 (1) 30 700 . [2007]. Brasília. DF: Ministério do Meio Ambiente. Nota: Boa parte dos dados de abundância das espécies representa valores estimados. 2 v.. (2) O total do número de espécies de invertebrados viventes e ameaçados de extinção.. Disponível em: <http://www conservacao.org. 2005. Listas nacionais e instrução normativa sobre espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção. n. Biodiversidade e conservação das plantas no Brasil. Summary statistics for globally threatened species.0 0.).1 400 541 1 696 633 775 1 298 2 122 96 660 .8 . é o somatório das espécies marinhas e de água doce.>.. v..93 000 . Giulietti..3 6. The IUCN red list of threatened species.3 . Disponível em: <http://www..Biodiversidade Tabela 36 . e três espécies pertencem à ordens exclusivamente de água doce. ... 950 000 11 000 .12.129 840 80 750 . Belo Horizonte: Conservação Internacional do Brasil. .1 0.. (1) O total do número de espécies de peixes viventes e ameaçadas de extinção. Ver Referências... Table 3a and table 4b.1 0.. A. Gland..iucnreadlist.5.. . Do total 1 275 espécies.9 0.2009 Número de espécies viventes Grupos taxônomicos selecionados Total No Brasil Ameaçadas de extinção No Mundo Total Ameaçadas de extinção .0. Acesso em: maio 2010.1 2..pdf >.org/publicacoes/files/09_ Giulietti_et_al. Megadiversidade. 143 pertencem a ordens exçlusivamente marinhas. M.0.1 289 600 Fontes: Lewinsohn.9 6.5 3. 8 427 8 227 Absoluto Flora Vegetais superiores Angiospermas Monocotiledôneas Dicotiledôneas Gymnospermas Vegetais inferiores Macroalgas marinhas Clorophytas Rodophytas Faeophytas Antoceros Hepáticas Briófitas Pteridófitas Fauna Mamíferos Aves Répteis Anfíbios Peixes Marinhos Água doce Invertebrados Insetos Miriápodos Aracnídeos Outros invertebrados terrestre Invertebrados aquáticos Marinhos Água doce Outros invertebrados 9 236 20 972 14 .....

2004.Brasil .gov.Número de espécies vegetais ameaçadas de extinção.pdf>. 2005. Ministério do Meio Ambiente.pdf>. por grupos taxonômicos Categorias de risco Total Terrestres Total Extinta Extinta na natureza Criticamente em perigo Em perigo Vulnerável 627 7 2 122 166 330 60 16 8 36 Mamíferos Aves Aquáticos 9 2 3 4 160 2 2 24 47 85 20 6 5 9 16 1 9 3 3 Répteis Anfíbios Número de espécies animais terrestre e aquática ameaçadas de extinção. Brasília. por grupos taxonômicos Categorias de risco Peixes Insetos Marinhos Total Extinta Extinta na natureza Criticamente em perigo Em perigo Vulnerável 12 2 5 5 Água doce 142 96 2 24 22 48 Outros invertebrados terrestres 34 2 3 11 18 Invertebrados aquáticos Marinhos 33 2 7 24 Água doce 45 4 19 22 30 36 76 Fontes: Lista nacional das espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. Acesso em: maio 2010. por grupos taxonômicos. Acesso em: maio 2010. DF: Ministério do Meio Ambiente.br/estruturas/179/_arquivos/179_05122008033615. segundo as categorias de risco . Alteração do Anexo I .pdf>. Disponível em: <http://www. DF. 2008. DF: Ministério do Meio Ambiente.mma. Brasília. Tabela 38 . Dispõe sobre recomendações de alteração da Instrução Normativa nº 5 do Ministério do Meio Ambiente.php?id_arq=397>.Biodiversidade Tabela 37 . Reconhecida pela Instrução Normativa nº 6.mma.2008 Número de espécies vegetais ameaçadas de extinção Categorias de risco Total Pteridófita Briófita Hepática Gymnosperma Angiosperma Dicotiledônea 1 027 5 284 738 Monocotiledônea 434 2 1 146 285 Total Presumivelmente extinta na natureza Presumivelmente extinta Ameaçada de extinção Deficiência de dados 1 550 2 8 461 1 079 74 2 17 55 7 7 10 9 1 2 2 - - Fonte: Lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçada de extinção. de 8 de novembro de 2005.gov.2007 Número de espécies animais terrestre e aquática ameaçadas de extinção. gov. Disponível em: <http://www.br/estruturas/179/_arquivos/179_05122008034002. DF: Ministério do Meio Ambiente. Instrução Normativa nº 52. Lista nacional das espécies de invertebrados aquáticos e peixes ameaçados de extinção. segundo as categorias de risco . Acesso em: maio 2010. de 26 de maio de 2003. Disponível em: <http://www.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Brasil . . de 19 de setembro de 2008.mma gov. Reconhecida pela Instrução Normativa nº 3. Acesso em: maio 2010. 2003. Brasil.Número de espécies animais terrestre e aquática ameaçadas de extinção.br/estruturas/179/_arquivos/in_mma_005_04_179. por grupos taxonômicos.ibama. Brasília. de 21 de maio de 2004.br/cepsul/legislacao.Lista nacional das espécies de invertebrados aquáticos e peixes ameaçados de extinção e Anexo II Lista nacional das espécies de invertebrados aquáticos e peixes sobreexplotadas ou ameaçadas de sobreexplotação. Brasília. Disponível em: <http://www. de 21 de maio de 2004.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Reconhecida pela Instrução Normativa nº 5 do Ministério do Meio Ambiente.

Notas: 1.gov. Menezes..es. 20 000 . N... (Biodiversidade. . 311 148 195 132 250 102 (3) 42 Aves 1300 510 837 463 1020 476 . São Paulo: Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. ocorrem em mais de um bioma. Brasília.Brasil . DF: Ministério do Meio Ambiente.. Tabela 40 . Répteis 550 107 150-180 113 197 110 111 Anfíbios 163-250 49 150 41 340 . 2003. por grupos taxonômicos.cerca (valores estimados). da flora e da fauna.. Disponível em: http://www. ..Número de espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção.2007 Número de espécies viventes brasileiras Biomas Flora (1) Mamíferos Amazônia Caatinga Cerrado Pantanal Mata Atlântica Campos Sulinos Áreas Costeiras ca. T. Brasília. 2006. Nota: ca. . 2007. (Org.gov. (2) O número de espécies da flora do Bioma Caatinga corresponde às espécies vegetais já registradas e catalogadas cientificamente. (Biodiversidade. Lewinsohn.. 15).. Brasília. Brasília.. Avaliação do estado do conhecimento da biodiversidade brasileira.).. 2 v. Mapas por bioma. por grupos taxonômicos. 2006. Fontes: Biodiversidade brasileira: avaliação e identificação de áreas e ações prioritárias para a conservação e utilização sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade brasileira nos biomas brasileiros. segundo os biomas ....1 800 185 ca... A. Não inclui a categoria de espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção com deficiência de dados. DF: Ministério do Meio Ambiente.1 000 263 259 150 . .meioambiente. 21 000 (2) 932 3 000 a 7 000 . DF: Ministério do Meio Ambiente.Brasil 2010 Dimensão ambiental .2009 Biomas Número de espécies da flora ameaçadas de extinção 24 131 46 275 2 17 . T. .Biodiversidade Tabela 39 . 2. Algumas das espécies ameaçadas de extinção. Peixes de água doce da Mata Atlântica: lista preliminar das espécies e comentários sobre conservação de peixes de água doce neotropicais.._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .camara. Número de espécies da fauna terrestre ameaçadas de extinção Grupos taxonômicos Total Mamíferos 85 16 10 38 14 5 8 Aves 20 48 25 112 23 20 16 Répteis 6 15 1 3 15 17 6 Anfíbios 3 1 12 2 2 Peixes água doce 2 2 Invertebrados 5 15 6 103 1 - Amazônia Cerrado Caatinga Mata Atlântica Pantanal Pampas Áreas Costeiras 118 99 42 269 55 44 30 Fontes: Lista nacional das espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. ca. (3) Mamíferos aquáticos (cetáceos e sirênios).). 14 425 . 2 v. DF: Ministério do Meio Ambiente... Fauna.br/internet/comissao/index/perm/capr/livro.Número de espécies viventes da flora e da fauna brasileiras. et al. segundo os biomas . Invertebrados (1) 13 320 ...Brasil . Acesso em: maio 2010. Acesso em: maio 2010. Lewinsohn.. 15).pdf>... . Disponível em: <http://www.. (Org.br/download/ NovaListaFaunaAmeacaMMA2003. 2002.. .. (1) Valores aproximados. por grupos taxonômicos Peixes de água doce ca. Avaliação do estado do conhecimento da biodiversidade brasileira.pdf>.

por categorias de risco Unidades da Federação que possuem lista de espécies ameaçadas PresumidaExtinta CriticaEm Vulne.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .137 274 9 366 107 287 85 475 81 0 0 1 0 0 753 197 171 66 222 36 360 95 53 128 2 11 10 33 41 84 - Fontes: Listas estaduais de espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção.2008 Número de espécies da flora e da fauna brasileiras ameaçadas de extinção. não foi reportada nenhuma espécie de alga.01. publicada em 2007. no critério de ameaça "menor preocupação". 45 espécies estão incluídas na categoria de ameaça sobrexplotado (SE). de 31. segundo as Unidades da Federação que possuem lista de espécies ameaçadas .Brasil . quase ameaçada e ameaçada de extinção.Biodiversidade Tabela 41 .preocumente cientes pação extinta Pará Flora Fauna Espírito Santo Flora Fauna Minas Gerais Flora Fauna Rio de Janeiro Flora (3) Fauna São Paulo Flora (4) Fauna (5) Paraná Flora Fauna Rio Grande do Sul Flora Fauna 607 283 23 9 95 46 261 77 228 149 2 592 344 42 236 44 106 75 43 250 2 138 1. estas espécies ainda não constam oficialmente do Livro das espécies ameaçadas de extinção. 50 espécies estão incluídas na categoria de ameaçadas de sobrexplotação (AS).2008 inclui 122 novas espécies arbóreas na listagem da flora ameaçadas de extinção.mente mente na Extinta perigo rável ameaem natu(1) çada perigo reza (2) Total Rara RegioDados Menor nalinsufi. no Estado de São Paulo. (2) Reúne as categorias presumivelmente ameaçadas. (1 ) Reúne as categorias provavelmente e presumivelmente extintas. e 16 espécies estão incluídas na categoria de ameaças colapsadas. (4) A Resolução SMA-8.Indicadores de desenvolvimento sustentável . (3) Não foram consideradas as 128 espécies da flora ameaçada de extinção no Estado do Rio de Janeiro. Porém. por categorias de risco.087 740 407 24 101 184 65 472 152 242 9 171 399 228 4 37 40 16 111 39 88 136 28 2 126 1. Nota: Entre as espécies da flora ameaçadas de extinção. .Número de espécies da flora e da fauna brasileiras ameaçadas de extinção. (5) Das 118 espécies de peixes marinhos. Ver Referências.

publicada em 2007. Porém. de 31. Ver Referências. . por grupos taxonômicos.Terresticos tres 4 4 6 14 3 2 11 45 25 36 104 53 31 Aves Répteis Anfíbios Peixes Água doce 11 49 11 39 90 27 26 Invertebrados Aquáticos 11 19 6 38 Unidades da Federação Ano de publicação da fonte Mari. Ver Referências.Número de espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção. Tabela 43 . estas espécies aindam não constam do livro das espécies ameaçadas de extinção.01.Biodiversidade Tabela 42 . Nota: Entre as espécies da flora ameaçadas de extinção. embora estas espécies são oficialmente consideradas ameaçadas de extinção no estado. com indicação do ano de publicação da fonte.1995/2008 Unidades da Federação que possuem lista de espécies ameaçadas Ano de publicação da fonte 2006 2008 2005 2008 2004 1995 2003 Número das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção. 2004 128 274 197 228 740 344 283 31 113 81 82 251 167 128 13 6 10 9 53 13 17 3 10 10 4 64 25 10 Fontes: Listas estaduais de espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção. por grupos taxonômicos Mamíferos Total Aquá. segundo as Unidades da Federação que possuem lista de espécies ameaçadas .Terresnhos tres 18 14 9 118 23 10 26 51 23 43 40 33 21 Pará Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Rio Grande do Sul 2006 2008 2005 1998 2008 2004 2002. por grupos taxonômicos Total 53 1 137 753 527 1 086 592 607 Briófitas Hepáticas Antóceros 20 28 5 8 2 Pteridófitas 118 31 88 22 Gymnospermas 1 1 1 1 3 Angiospermas 53 998 685 527 997 591 575 Pará Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo (1) Paraná Rio Grande do Sul Fontes: Listas estaduais de espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção. por grupos taxonômicos.Brasil 2010 Dimensão ambiental .1998/2008 Número de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. (1) A Resolução SMA-8. com indicação do ano de publicação da fonte._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . segundo as Unidades da Federação que possuem lista de espécies ameaçadas .2008. no Estado de São Paulo. inclui 122 novas espécies arbóreas na listagem da flora ameaçada de extinção.Número de espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção. não foi reportada nenhuma espécie de alga.

2008 Fontes: Listas estaduais de espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção. Ver Referências.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . .Biodiversidade Mapa 13 .Indicadores de desenvolvimento sustentável .Espécies da flora e da fauna ameaçadas de extinção para algumas Unidades da Federação .

Reserva de Desenvolvimento Sustentável .ARIE. e nelas as atividades econômicas são restritas àquelas de baixo impacto ambiental (ecoturismo.APA. essencialmente extrativistas. Floresta Nacional – FLONA. e Refúgio de Vida Silvestre . é apresentada a área total. Reserva Biológica .).UCs federal. Monumento Natural .EE.RESEX.RVS) e as Unidades de Uso Sustentável (federais: Área de Proteção Ambiental . municipais: Estação Ecológica . entre a superfície abrangida pelas Unidades de Conservação federais e a superfície total dos biomas. é apresentada a distribuição por biomas brasileiros. Parque Natural Municipal . Reserva Biológica .RB. e vedadas as atividades econômicas. os tipos e a superfície das Unidades de Conservação . Reserva Extrativista . estaduais e municipais.REBIO. é permitida a permanência das populações tradicionais. Mata Atlântica. etc. O indicador é composto pela superfície das UCs federais.DAP Secretaria de Biodiver. . Floresta Municipal .ARIE. Os biomas considerados são: Amazônia. Para ambas as superfícies. por seus proprietários. Estas áreas são reconhecidas pelo Estado.APA. sendo proibida a presença de populações permanentes. e Reserva Extrativista . municipais: Área de Proteção Ambiental . Parque Estadual . As UCs marinhas federais e estaduais também são enumeradas. à preservação do ambiente natural. Reserva Ecológica ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . estaduais e municipais.PE.PNM. estaduais: Estação Ecológica . estaduais: Área de Proteção Ambiental . Cerrado.RB. Para as UCs federais. Refúgio de Vida Silvestre .PARNA. subdividida em unidades de proteção integral e uso sustentável. e Pantanal. e Reserva de Desenvolvimento Sustentável . As RPPNs são áreas de propriedade privada destinadas.REX . Caatinga. Pampas.MN.FE. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Departamento de Áreas Protegidas .RDS). Estes espaços são destinados à proteção do meio ambiente. estadual e municipal.RPPNs federais.FM. onde a exploração dos recursos naturais é proibida ou controlada por legislação específica. As Unidades de Conservação são classificadas em dois tipos: Unidades de Proteção Integral (federais: Parque Nacional .EE.MN e Reserva Biológica . Floresta Estadual .EE. expressa em percentual. e Área de Relevante Interesse Ecológico . Nas unidades de uso sustentável. e incentivadas. as atividades econômicas de baixo impacto ambiental.RE. educação ambiental. Descrição As variáveis são o número. Para as UCs. Área de Relevante Interesse Ecológico . As unidades de proteção integral são dedicadas.Brasil 2010 Dimensão ambiental .ARIE.Biodiversidade 16 Áreas protegidas Expressa a dimensão e a distribuição dos espaços territoriais que estão sob estatuto especial de proteção. Área de Relevante Interesse Ecológico .RVS. sendo mantidas. é utilizada a unidade de medida km². à preservação ambiental. Monumento Natural .RVS e Estação Ecológica . exclusivamente. e pela razão.APA.RDS. e das Reservas Particulares do Patrimônio Natural . Refúgio de Vida Silvestre .

As informações estão disponíveis. As UCs federais. legalmente. estadual e municipal. À medida que o SNUC está sendo implantado. Sempre que possível. ainda há pouca integração e coordenação entre as esferas federal. Outro ponto a destacar é que as APAs podem. estaduais e municipais. Entretanto.SBF Ministério do Meio Ambiente . ainda. Para alcançar estas metas. Justificativa O desenvolvimento sustentável abrange a preservação do meio ambiente. . o País destina uma área de mais de 750 000 km² a UCs federais. a área das APAs é apresentada separadamente do restante das UCs de uso sustentável. as UCs estadual e municipal abrangem.ICMBIO.mma. O Brasil detém em seu território a maior biodiversidade do planeta. estaduais e municipais fazem parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservação . indefinições e sobreposições de área entre UCs federais. conservar os recursos hídricos. Secretarias Estaduais de Meio Ambiente. ser computada como a soma das áreas totais das UCs federal. e no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade . no Ministério do Meio Ambiente . respectivamente. nos endereços: http://www. Para proteger este inestimável patrimônio. Comentários A área apresentada de cada bioma corresponde à sua superfície total original. Nos últimos anos. tem-se verificado um grande esforço de criação de áreas protegidas. as florestas (e as outras formas de vegetação nativa) e a biodiversidade. um Parque Estadual e uma Floresta Nacional.MMA. se sobrepor a outras UCs. além de superposições entre UCs e Terras Indígenas.SNUC. pois nas APAs não há a desapropriação das terras pelo Estado. A criação do SNUC procura cobrir esta lacuna. sob demanda. exclusive as APAs. aproximadamente 9% do Território Nacional. Isto significa.Indicadores de desenvolvimento sustentável . havendo. estadual e municipal no manejo destas áreas. e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .IBGE. Por conta dos pontos destacados anteriormente. mas apenas a regulamentação dos usos possíveis. O SNUC encontra-se em implantação. ainda. icmbio. Mendes de Conservação da Biodiversidade . o que implica na conservação dos biomas brasileiros. Assim.php?ie=yes .gov.MMA.br e http://www.br/index.ICMBIO. os solos. Instituto Chico . Por sua vez.gov. divulgada pelo IBGE. O SNUC procura criar sinergias entre as esferas federal. independentemente da extensão da ocupação antrópica atual ou da intensidade da degradação. respectivamente.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . estadual e municipal no trato da implantação e manejo de unidades de conservação. e na publicação Perfil dos municípios brasileiros: meio ambiente 2002. disponíveis na Internet.Biodiversidade sidade e Florestas . estas imprecisões estão sendo resolvidas. a delimitação de áreas protegidas é fundamental. entre outras questões. a área total protegida em UCs no Brasil não pode. áreas de 422 000 km² e 35 000 km². podem estar contidos dentro de uma APA municipal. por exemplo.

Desta forma. a área protegida está abaixo da média mundial.9% naquelas de proteção integral. funcionando como corredores biológicos. e os Pampas são os que possuem menos unidades de conservação. Portanto. A Caatinga. De forma geral. As maiores ameaças a este bioma vêm do turismo não controlado. A degradação dos ambientes costeiros. A Caatinga. que embora tenham tamanho unitário relativamente pequeno. a Mata Atlântica e o Pantanal apresentam áreas protegidas em unidades de proteção integral federais em torno ou abaixo de 1%. Para a preservação dos ambientes naturais não basta a criação de áreas protegidas. como também possui as maiores UCs em extensão do País. Além disso. as maiores ameaças são a pesca predatória.Biodiversidade Dentre os biomas brasileiros. um grande esforço para aumentar o tamanho e o número de áreas protegidas nos biomas extraamazônicos ainda precisa ser feito pelo Brasil. afeta o ambiente marinho. para todos os biomas. as RPPNs são a materialização da crescente preocupação . interligando algumas delas. a abertura de rodovias e a expansão de portos e cidades. formam zonas tampão no entorno das mesmas. a maior ameaça a este bioma vem da expansão da fronteira agrícola. pois. concentrando as maiores cidades e polos industriais. está entre as maiores ameaças à conservação da biodiversidade dos mesmos. Este dado reflete a ocupação humana menos densa observada neste bioma. das quais 7.2%. os Pampas. o único bioma exclusivamente brasileiro. Parte desta função é desempenhada pelas RPPNs. O bioma Pantanal pode ser entendido como uma extensão do bioma Cerrado em área sujeita à inundação periódica. este percentual é de 2. o tamanho e o número de UCs na Amazônia distorce a realidade brasileira. a atividade turística descontrolada. com quase 17% de sua área total em UCs federais. Com exceção da Amazônia. A fragmentação de hábitats. é fundamental o manejo adequado. Em relação aos ambientes marinho e costeiro. Para o Cerrado. Para lidar com a questão do reduzido tamanho de muitas unidades de conservação e do isolamento a que algumas estão submetidas (fragmentação do hábitat). Os territórios dos biomas Mata Atlântica e Campos Sulinos apresentam alta densidade populacional. refletida na extensão reduzida de boa parte das unidades de conservação destes biomas. é essencial a proteção das áreas de cabeceira dos rios que drenam para o rio Paraguai. para a maior parte dos biomas. comprometendo a pesca em especial. Para o bioma Pantanal. da ocupação agrícola das cabeceiras dos afluentes do rio Paraguai e das obras de regularização e barragens na bacia deste rio. especialmente em seu entorno. da captura de animais silvestres._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . a especulação imobiliária. nas áreas fora das unidades de conservação.Brasil 2010 Dimensão ambiental . a área protegida é relativamente pequena e fragmentada. estão sendo criados e implementados corredores biológicos como estratégia para a proteção e conservação da biodiversidade na Mata Atlântica. com o controle da ocupação e das atividades permitidas. especialmente de estuários e manguezais. de 5%. A Amazônia não apenas tem a maior área percentual protegida. a Amazônia detém a maior área protegida. quando comparadas às unidades de conservação. O Cerrado foi durante muito tempo encarado apenas como uma área a ser ocupada pela agropecuária.

Terras em uso agrossilvipastoril 07 .Taxa de crescimento da população 23 . uma série de interessantes experiências de uso sustentável dos recursos naturais. Este resultado revela dois aspectos importantes: reflete tanto o esforço que o País tem feito para proteger seus recursos naturais quanto uma mudança significativa na concepção e na implantação de áreas protegidas. o turismo. O aumento mais vigoroso do número e da área das unidades de uso sustentável.Produção de pescado marítima e continental 14 . é importante destacar que no ano 2002 havia mais de 3 milhões de hectares de UCs municipais de proteção integral (além de mais de 7 milhões de hectares de unidades de uso sustentável) disponíveis para cumprir estas funções.População residente em áreas costeiras 15 . especialmente de proprietários rurais.Biodiversidade da sociedade civil. estão em curso em UCs de uso sustentável.Espécies invasoras 21 .População e terras indígenas 51 . Indicadores relacionados 06 .Queimadas e incêndios florestais 08 . Do sucesso destas experiências depende a sorte de grandes áreas naturais no Brasil.Qualidade de águas interiores 12 . também se caracterizam por ter área unitária relativamente pequena. No momento. o que as habilita a formar áreas tampão no entorno de UCs de maior porte (geralmente federais ou estaduais) e corredores biológicos interligando estas UCs de maior superfície.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . e não um obstáculo à conservação dos recursos naturais. a pesca e o pagamento por serviços ambientais estão sendo implantados ou estudados. com a preservação do meio ambiente.Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 .Área remanescente e desmatamento no Cerrado 11 . No Brasil. Sob este aspecto.Espécies extintas e ameaçadas de extinção 17 . com participação ativa das populações tradicionais. de borracha. Atualmente está claro que sem a participação e o envolvimento das populações locais não há como deter a degradação dos ambientes e dos recursos naturais. tem havido um forte crescimento do número e da área das Unidades de Conservação federais. óleos e resinas.Ratificação de acordos globais . que hoje superam as de proteção integral. representam o reconhecimento. como as RPPNs. a extração de madeira (manejo florestal). Entre outras atividades econômicas. na Amazônia brasileira. de que as populações tradicionais são aliadas naturais.Indicadores de desenvolvimento sustentável . especialmente daquelas de uso sustentável. nos últimos anos.Balneabilidade 13 .Desflorestamento na Amazônia Legal 09 . As UCs municipais. pelo Estado.

Mensagem recebida por <ivieira@ibge. Secretaria de Biodiversidade de Florestas. .Número de unidades de conservação federais.Brasil . 2010. Secretaria de Biodiversidade de Florestas. Mensagem recebida por <ivieira@ibge.Biodiversidade Gráfico 39 .Brasil 2010 Dimensão ambiental . Gráfico 40 . Brasília.1935/2009 350 300 250 200 150 100 50 0 2008 2007 2000 2003 2004 2005 2006 2007 2009 2008 2009 1935 1940 1945 1950 1955 1960 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 Total Proteção integral Uso sustentável Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009.br> em jan.Brasil . Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal].gov. 2010.br> em jan. DF: Ministério do Meio Ambiente. Brasília.Área das unidades de conservação de proteção integral federais .gov. DF: Ministério do Meio Ambiente. por tipo de uso .1992-2009 km² 450 000 400 000 350 000 300 000 250 000 200 000 150 000 100 000 50 000 0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009. Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal]._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

Brasil .br> em jan.6% 0.9% 12. As Unidades de Conservação de Uso Sustentável perfazem 53% do total da área protegida. DF: Ministério do Meio Ambiente.0% 0.2% 8. Nota: As Unidades de Conservação de Proteção Integral perfazem 47% do total da área protegida.4% 82. Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal].Indicadores de desenvolvimento sustentável .4% 2. .2% 1.2009 0. DF: Ministério do Meio Ambiente.Brasil . 2010. por biomas .1% 25. Secretaria de Biodiversidade de Florestas.0% 32. Mensagem recebida por <ivieira@ibge.Distribuição percentual da área das unidades de conservação de proteção integral terrestres federais.0% 0.gov. Gráfico 42 . Brasília.4% 0.br> em jan.9% 5. Mensagem recebida por <ivieira@ibge.1% 16.7% Amazônia Mata Atlântica Caatinga Pampas Cerrado Pantanal Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009.1% Reserva Extrativista APA Estação Ecológica Monumento Natural Floresta Nacional RDS Refúgio de Vida Silvestre ARIE Reserva Biológica Parque Nacional Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009. Brasília.2009 0. Secretaria de Biodiversidade de Florestas.Biodiversidade Gráfico 41 .gov.1% 12. Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal]. por categoria .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . 2010.Distribuição percentual da área das unidades de conservação federais.

2010. por biomas Brasil .Biodiversidade Gráfico 43 .0% 4. Gráfico 44 .2009 6.Distribuição percentual da área das unidades de conservação de uso sustentável federais. Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal]. Secretaria de Biodiversidade de Florestas. Nota: Para o bioma Pantanal não há Unidades de Conservação de uso sustentável.Brasil 2010 Dimensão ambiental .9% Amazônia Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pampas Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009.8% 81.Quantidade e área das Reservas Particulares do Patrimônio Natural federais .8% 6.br> em jan._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Brasília. Mensagem recebida por <ivieira@ibge. Área .6% 0.Brasil .1990-2009 Quantidade 600 500 400 300 200 100 km² 6 000 5 000 4 000 3 000 2 000 1 000 0 2007 2008 2002 2003 2004 2005 2000 2006 2009 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Quantidade Fonte: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. DF: Ministério do Meio Ambiente.gov.

As unidades de conservação de proteção integral municipais perfazem 94.5% do total da área protegida.Distribuição percentual da área das unidades de conservação estaduais.0% 13.gov.0% 0.2% 0.5% do total da área protegida. As unidades de conservação de uso sustentável municipais perfazem 5.2002 0. Acima do título: Pesquisa de Informações Básicas Municipais.2009 7.br> em jan. por categoria . Gráfico 46 . As APAs estaduais não foram incluídas no gráfico acima.0% 0. As unidades de conservação de proteção integral estaduais perfazem 37.5% 0. 2005.6% 2. Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal].Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . 2010.7% Estação Ecológica Refúgio de Vida Silvestre Monumento Natural Área de Relevante Interesse Ecológico Reserva de Desenvolvimento Sustentável Parque Estadual Reserva Ecológica Reserva B io ló gica Floresta Estadual Resera Extrativista Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009. As APAs municipais não foram incluídas no gráfico acima.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Notas: 1. As unidades de conservação de uso sustentável estaduais perfazem 62.7% 23.Distribuição percentual das unidades de conservação municipais.1% 0.Brasil .7% 77. Secretaria de Biodiversidade de Florestas.5% Parque Natural Municipal Área de Relevante Interesse Ecológico Estação Ecológica Reserva Biológica Floresta Municipal Reserva de Desenvolvimento Sustentável Refúgio de Vida Silvestre Monumento Natural Fonte: Perfil dos municípios brasileiros: meio ambiente 2002. .9% 2. Rio de Janeiro: IBGE. DF: Ministério do Meio Ambiente. Mensagem recebida por <ivieira@ibge.9% 10. Brasília. 2.6% 0.6% do total da área protegida.5% 5. 2.Brasil .4% do total da área protegida.0% 0.1% 29.0% 25. por categoria . Notas: 1.Biodiversidade Gráfico 45 .

Biodiversidade Tabela 44 . 8 1 784 .91 1. quantidade e área das unidades de conservação federais.2009 Unidades de conservação federais.9 3. DF: Ministério do Meio Ambiente.gov..7 3. com indicação da participação relativa no bioma.9 0._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .688 960 736 831 171 377 1 967 761 1 106 266 136 845 304 (2) (3) 755 361 117 24 4 47 88 2 621 390 31 279 4 678 62 444 34 071 1 499 131 (2) (3) 354 230 32 7 2 19 38 2 292 849 4 847 1 480 43 388 10 167 1 499 173 (2) (3) 401 131 66 8 1 23 35 .6 1. Mensagem recebida por <ivieira@ibge.2 2. 328 541 26 432 3 198 19 056 23 904 ....9 0.9 16.2 .1 1.Brasil 2010 Dimensão ambiental . 22 13 126 . (1) Unidades de conservação que abarcam limites entre biomas foram contabilizadas no bioma predominante.Brasil . Biomas Quantidade Área (km2) Área (km2) Área (km2) Total Amazônia Caatinga Pampas Cerrado Mata Atlântica Pantanal Unidades de Conservação Marinhas 8 532 306 3.2 3. Brasília.1 Participação Quanrelati.Área total dos biomas. .. por tipo de uso (1) Total Área total dos biomas (km²) Proteção integral Participação Quanrelati. por tipo de uso.tidade va no bioma (%) 4. Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009.. segundo os biomas . Secretaria de Biodiversidade de Florestas.br> em jan. (3) As áreas de sobreposição entre as unidades de conservação foram consideradas na categoria de maior restrição. Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal].86 2. 14 11 342 .2 0.2 7.1 Uso sustentável Participação relativa no bioma (%) 4. (2) Exclusive as áreas das UCs marinhas. 2010.tidade va no bioma (%) 8. ..65 0.8 4.8 8.96 2.

5 0.7 0.9 0.5 28.9 328.0 837.1 0.3 21.7 2 892.6 1.4 58.br/rppn>.2 0.0 10.4 37.1 8.6 1.8 323.6 4.8 6.2 430.2 0.2009 Reservas Particulares do Patrimônio Natural federais Grandes Regiões e Unidades da Federação Partiicpação em relação à área total (%) 4 878.4 37.1 0.9 108.Biodiversidade Tabela 45 . 2010 .6 224.1 0.0 0.1 4.6 2.6 0.4 6.7 66.8 320.6 1 047.4 336. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .icmbio.1 0.6 5. Disponível em: <http://www.5 188.1 1.3 17.3 6.8 6.0 3.8 15.3 59.6 0.1 27.4 101. [Brasília. DF]: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.7 8.4 100.0 79.9 2. com indicação da participação em relação à área total.8 6.5 34.2 35.7 0.6 0.1 1.0 Quantidade Área (km²) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 539 39 5 1 13 3 6 5 6 148 11 6 15 4 8 11 6 3 84 186 82 8 62 34 82 13 42 27 84 17 15 48 4 Fonte: Relatório de unidade de conservação da biodiversidade 2010.4 0.gov.7 1 729. Acesso em: fev.2 0.5 6.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .8 424.1 29.Indicadores de desenvolvimento sustentável . [2010].1 14.Quantidade e área das Reservas Particulares do Patrimônio Natural federais.

por tipo de uso e categorias (km²) Grandes Regiões e Unidades da Federação Unidades de proteção integral Estação ecológica Parque estadual Refúgio de vida silvestre 1 277 124 124 26 26 1 127 1 127 Monumento natural 626 292 292 318 288 21 8 9 1 9 2 2 5 2 3 Reserva biológica Marinhas Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 47 968 44 009 1 974 42 036 94 1 10 83 1 306 130 82 1 094 175 67 47 60 2 385 89 986 53 143 6 943 6 940 36 240 319 2 701 6 190 5 534 10 21 19 607 12 819 4 665 72 1 475 6 607 2 300 655 1 052 593 15 535 1 910 13 580 12 979 862 383 11 733 1 301 145 31 92 33 289 140 150 11 11 665 3 3 542 502 37 2 121 18 103 - 2 244 141 12 478 1 148 - .Área das unidades de conservação estaduais._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .2009 (continua) Área das unidades de conservação estaduais.Biodiversidade Tabela 46 . segundo as Unidades da Federação Brasil .Brasil 2010 Dimensão ambiental . por tipo de uso e categorias.

APA. Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal]. 2010. Refúgio de Vida Silvestre . segundo as Unidades da Federação Brasil . Monumento Natural . Secretaria de Biodiversidade de Florestas.PE.EE.FE. Parque Estadual .Biodiversidade Tabela 46 . Reserva de Desenvolvimento Sustentável . .ARIE. por tipo de uso e categorias (km²) Grandes Regiões e Unidades da Federação Unidades de uso sustentável (1) Área de relevante interesse ecológico 366 123 1 122 Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 194 6 188 4 4 45 45 Floresta estadual Reserva de desenvolvimento sustentável 109 110 108 236 98 984 516 8 736 129 129 745 588 10 148 Reserva extrativista 20 592 18 843 10 198 8 645 28 28 1 721 1 721 APAs Marinhas Terrestre Marinha Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia 138 946 138 487 5 722 5 415 25 771 78 213 23 366 222 44 177 14 14 223 223 - 39 39 39 - 212 530 119 021 70 352 17 015 12 177 68 639 220 20 547 122 063 63 341 1 138 597 568 390 496 1 723 908 52 903 39 617 15 826 222 2 102 21 468 12 392 10 502 1 891 19 437 273 7 434 10 866 863 19 778 8 345 1 362 6 983 11 433 125 105 11 202 - Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009. Mensagem recebida por <ivieira@ibge. DF: Ministério do Meio Ambiente. Brasília. Floresta Estadual . por tipo de uso e categorias.MN.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . (1) Exclusive as APAs .RB.br> em jan.REX e Área de Proteção Ambiental .2009 (conclusão) Área das unidades de conservação estaduais. Área de Relevante Interesse Ecológico . Reserva Biológica .RDS.RVS. Reserva Extrativista .Indicadores de desenvolvimento sustentável . as categorias de manejo das unidades de conservação são: Estação Ecológica . Nota: Segundo o SNUC.gov.Área das unidades de conservação estaduais.

MN. Reserva de Desenvolvimento Sustentável .volvitre dual mento tratisus. .vista tentável 47 26 9 4 8 4 1 15 2 13 5 5 1 1 27 18 15 2 1 1 1 8 1 1 6 28 25 21 4 2 2 1 1 2 2 2 179 28 1 2 5 1 8 2 9 68 7 3 13 3 1 2 5 4 30 55 15 6 11 23 11 9 2 17 2 4 8 3 8 3 1 2 5 1 1 3 - Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 58 4 3 1 4 1 1 2 36 10 2 24 7 5 1 1 7 5 2 191 20 5 1 8 3 3 15 2 1 3 6 3 78 33 8 10 27 44 27 6 11 34 6 18 10 - 6 3 3 1 1 2 2 - 13 1 1 6 2 1 1 2 2 1 1 1 1 3 2 1 - 28 5 2 1 1 1 11 4 1 3 3 9 3 6 3 3 8 1 1 3 1 1 1 4 1 3 - Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009.EE.ARIE. Secretaria de Biodiversidade de Florestas. por tipo de uso e categorias. 2010. Floresta Estadual .va Maribio.FE. Parque Estadual .APA.RVS.Número de unidades de conservação estaduais. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .sermen. Área de Relevante Interesse Ecológico .RB.gov. (1) Exclusive as APAs .2009 Número de unidades de conservação estaduais Unidades de proteção integral Unidades de uso sustentável (1) Área de relevante interesse ecológico 24 3 1 2 4 1 3 4 4 13 1 12 APAs Grandes Regiões e Unidades da Federação Estação ecológica Parque estadual Reserva de vida silvestre Mo. Reserva Extrativista . Brasília. Reserva Biológica . Refúgio de Vida Silvestre .REX e Área de Proteção Ambiental . Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal].Renu.RDS.PE.nhas esta.br> em jan. Nota: Segundo o SNUC.nhas to natu.lógica ral Reserva de ReserdeFloTerMariMariva resta senresnha ex.Brasil 2010 Dimensão ambiental .Biodiversidade Tabela 47 . DF: Ministério do Meio Ambiente. Mensagem recebida por <ivieira@ibge. as categorias de manejo das unidades de conservação são: Estação Ecológica . Monumento Natural .

Parque Natural Municipal . Área de Relevante Interesse Ecológico .RDS. segundo o tipo de uso . Refúgio de Vida Silvestre .FM.ARIE. Reserva de Desenvolvimento Sustentável . Monumento Natural .2002 Tipo de uso e categoria de manejo Total de unidades de conservação municipais Número de municípios com unidades de conservação Área (km²) 233 17 27 119 5 3 248 11 10 3 224 33 111 210 1 006 27 156 3 739 1 0 00 72 290 156 15 1 740 70 378 Número de unidades de conservação municipais com área declarada Total 296 17 30 239 6 4 311 13 9 3 286 Área média (km²) 12 34 114 623 250 12 2 580 246 Total Proteção Integral Estação ecológica Reserva biológica Parque natural municipal Monumento natural Refúgio de vida silvestre Uso sustentável Área de relevante interesse ecológico Floresta municipal Reserva de desenvolvimento sustentável Área de proteção ambiental (1) 314 18 36 250 6 4 341 13 10 3 315 Fonte: Perfil dos municípios brasileiros: meio ambiente 2002. . Brasília.Brasil .Biodiversidade Tabela 48 .APA. Secretaria de Biodiversidade de Florestas. Reserva Extrativista . Mensagem recebida por <ivieira@ibge. suas áreas podem estar sobrepostas as de outras UCs.Brasil .Indicadores de desenvolvimento sustentável . as categorias de manejo das unidades de conservação são: Estação Ecológica . 2005. Tabela 49 . Departamento de Áreas Protegidas [mensagem pessoal]. Além disso.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .RVS.PNM. Reserva Biológica .2009 Unidades de conservação estaduais Tipo de uso Número Unidades de Proteção Integral Terrestres Marinhas Unidades de Uso Sustentável Terrestres (1) Marinhas (1) Áreas de Proteção Ambiental Terrestres (2) Marinhas (2) 179 8 312 530 19 778 126 2 269 014 39 296 8 153 439 665 Área (km²) Fonte: Informações sobre unidades de conservação federais e estaduais 2009.Número e área total das unidades de conservação estaduais. segundo o tipo de uso e categoria de manejo .RB.Número e área das unidades de conservação municipais. (2) As APAs são unidades de conservação de uso sustentável. (1) São unidades de conservação de uso sustentável nas quais a posse das terras não pertence necessariamente ao poder público. Acima do título: Pesquisa de Informações Básicas Municipais. Rio de Janeiro: IBGE.MN. Floresta Municipal . Nota: Segundo o SNUC. 2010.gov.REX e Área de Proteção Ambiental . (1) Exclusive as APAs.EE. DF: Ministério do Meio Ambiente.br> em jan.

Departamento de Áreas Protegidas. por tipo de uso . Secretaria de Biodiversidade e Florestas.Unidades de conservação federais.Biodiversidade Mapa 14 .2009 Fonte: Ministério do Meio Ambiente. .Brasil 2010 Dimensão ambiental ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

2009 Fonte: Ministério do Meio Ambiente.Indicadores de desenvolvimento sustentável . . Departamento de Áreas Protegidas. por tipo de uso . Secretaria de Biodiversidade e Florestas.Unidades de conservação estaduais.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .Biodiversidade Mapa 15 .

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010
Dimensão ambiental - Biodiversidade

Mapa 16 - Distribuição das unidades de conservação municipais - 2002

Fonte: Perfil dos municípios brasileiros: meio ambiente 2002. Rio de Janeiro: IBGE, 2005. Acima do título: Pesquisa de Informações Básicas Municipais.

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17 Espécies invasoras
Apresenta o número de espécies invasoras no Brasil, informando os locais de origem e as principais formas e consequências da invasão.

Descrição
Espécies exóticas invasoras são aquelas que, não sendo originárias de um determinado local ou território, se estabeleceram após serem introduzidas pela ação humana ou por fatores naturais, passando a se reproduzir e dispersar neste novo ambiente sem a ajuda direta do homem. Indiretamente, ao modificar os ambientes naturais, como, por exemplo, ocupando e/ou desmatando uma região, o homem pode facilitar a dispersão das espécies exóticas invasoras. As espécies invasoras abrangem também aquelas nativas do Brasil que passaram a viver fora de sua área de ocorrência original no País. Embora seja um fenômeno natural, a chegada de espécies invasoras a um território é muito intensificada pela ação do homem. As variáveis utilizadas neste indicador são os números de espécies invasoras de microrganismos, vegetais e animais, terrestres e aquáticas (marinhas e de água doce), de alguns grupos taxonômicos. São apresentados os locais de origem das espécies invasoras, as formas e as consequências das invasões. O indicador é composto pelo número de espécies exóticas invasoras com alguma ocorrência registrada no Brasil até 31.12.2009 ou com ocorrência fora de sua área original, no caso de espécies provenientes do próprio Brasil. A lista das espécies invasoras ainda está em construção. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, organizadas na Base de Dados Nacionais sobre Espécies Invasoras, disponível no portal do Instituto Hórus, no endereço http://www.institutohorus.org.br. O Ministério de Meio Ambiente - MMA coordena o esforço de identificação e registro de espécies invasoras no Brasil, do qual o Instituto Hórus participa com a compilação das espécies invasoras que causam danos aos ambientes naturais (330 espécies). Os dados do Instituto Hórus são, portanto, um subconjunto das informações do MMA, para as quais há informações mais detalhadas. Segundo o MMA, há um total de 543 espécies invasoras no Brasil.

Justificativa
O Brasil é um dos 12 países dotados da chamada megadiversidade. Em conjunto estes países abrigam 70% de toda a biodiversidade do planeta. Este é um patrimônio de inestimável valor biológico e de grande potencial econômico. Atualmente, a introdução e a dispersão de espécies exóticas invasoras é uma das três principais causas de extinção de espécies no mundo. As outras duas são a destruição e fragmentação de hábitats (desmatamento, queimadas, drenagem de áreas alagadas, expansão urbana, plantio de monoculturas, poluição de corpos hídricos, etc.) e a extração (caça, captura e coleta) de espécimes da natureza. As espécies exóticas invasoras competem com as espécies nativas, podendo causar a extinção de algumas delas.

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Além da perda de biodiversidade e do potencial econômico que ela representa, danos econômicos mais diretos e imediatos estão associados à chegada de espécies invasoras ao Brasil. Por exemplo, o mexilhão dourado (Limnoperma fortunei), molusco fluvial originário da China, foi registrado pela primeira vez no Brasil em 1999, e tem causado danos ao funcionamento de hidrelétricas e o entupimento de tubulações de esgotos e de águas pluviais nas bacias hidrográficas onde já se instalou. Outras espécies são pragas agrícolas ou vetores de doenças. A chegada de espécies exóticas invasoras também tem implicações sobre a saúde da população. Algumas das endemias presentes no Brasil, entre elas a esquistossomose e a filariose, são originárias de outros continentes. A dengue, doença originária da Ásia, tem como principal inseto transmissor no Brasil o mosquito Aedes aegypti, originário da África. A adoção de medidas de prevenção à chegada de novas espécies invasoras ao Brasil, assim como de ações de acompanhamento, controle e erradicação daquelas já instaladas, se revestem, portanto, de importância ambiental, social e econômica.

Comentários
Entre as espécies invasoras, há aquelas que, embora nativas do Brasil ou da América do Sul, são invasoras no bioma, ecossistema ou ambiente para onde foram transplantadas pela ação humana voluntária ou de forma acidental. Por exemplo, o sagui-estrela (Callithrix penicilata), originário do Nordeste do Brasil, é espécie invasora nas matas do Centro-sul do País, para onde foi levado como animal de estimação, competindo com as espécies de micos locais. No caso da Amazônia, onde os grandes rios representam importantes barreiras geográficas, à dispersão das espécies animais, a ação antrópica pode provocar a ocorrência de invasões biológicas, levando à reorganização da distribuição da fauna e da flora da região, com implicações sobre a biodiversidade amazônica. O Brasil também é fonte de espécies invasoras para outras partes do mundo. Por exemplo, o aguapé (Eichornia crassipes), planta aquática originária do Brasil, se transformou em praga ao ser introduzida na África e na América do Norte (Flórida). Recentemente, foi aprovada a Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras que estabelece diretrizes para o tratamento do assunto no País. Elaborada pelo Ministério do Meio Ambiente e revisada pela Câmara Técnica Permanente sobre Espécies Exóticas Invasoras, a estratégia nacional foi publicada como a Resolução da Comissão Nacional de Biodiversidade - CONABIO 5, no final de 2009. A Ásia e a África são os locais de origem de mais de 40% das espécies invasoras, animais e vegetais, terrestres e aquáticas, que afetam os ambientes naturais, entre elas muitas árvores frutíferas (Ásia) e plantas forrageiras (África), todas trazidas intencionalmente para o País. As ligações histórica e comercial do Brasil com estas partes do mundo ajudam a explicar esta constatação. O Brasil e a AméricaTropical também aparecem como importantes áreas fonte de espécies invasoras. Num país de dimensões continentais, com grande diversidade de biomas, este resultado alerta para a necessidade de barreiras

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de controle internas, e não apenas externas, à movimentação de espécies que possam invadir e ocupar novas áreas. Como exemplo deste tipo de risco, tem se a vassoura-de-bruxa, doença fúngica que afetou duramente as plantações de cacau do sul da Bahia, que tem sua origem, provavelmente, na Amazônia, onde ocorre naturalmente. O tucunaré (Cichla ocellaris), peixe originário da Amazônia, foi levado para outras bacias hidrográficas do País, onde se tornou invasor e predador de espécies aquáticas locais. As espécies invasoras se encontram dispersas por todo o País, com 60% dos municípios com registro da ocorrência de pelo menos uma delas. Para alguns estados, concentrados na Região Nordeste, o percentual de municípios atingidos chega a 100%. Para os grupos taxonômicos analisados, os principais impactos causados pelas espécies invasoras são a competição (por espaço e recursos) e a predação das espécies nativas, e as alterações no ambiente (de hábitat, físico-químicas e de fisionomia). No conjunto das espécies invasoras para as quais foi possível avaliar a forma de introdução, observa-se que mais da metade foi introduzida de forma intencional. Este resultado alerta para a ação direta e voluntária do homem neste processo e para a necessidade de um maior controle e análise de risco, incluindo o histórico de invasão em outros locais, quando da introdução no País de espécies exóticas ou quando do transplante de espécies nativas do Brasil de uma região para outra. Além dos danos ambientais (extinção de espécies locais, perda de biodiversidade, modificações na paisagem e nos processos naturais, etc.), a chegada de espécies invasoras também causa prejuízos econômicos (dispersão de pragas, competição com espécies de interesse econômico, perda da capacidade produtiva dos ecossistemas e do valor da paisagem, etc.) e sociais (introdução de parasitas e vetores de doenças do homem).

Indicadores relacionados
06 - Terras em uso agrossilvipastoril 07 - Queimadas e incêndios florestais 08 - Desflorestamento na Amazônia Legal 09 - Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 - Área remanescente e desmatamento no Cerrado. 13 - Produção de pescado marítima e continental 15 - Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 - Áreas protegidas

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Gráfico 47 - Número de espécies invasoras, terrestres e aquáticas, segundo os grupos taxonômicos Brasil - 2009
350

300

250

200

150

100

50

0 Total Moneras Protistas Animais Vegetais

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Disponível em: <http://www.institutohorus.org.br>. Acesso em: mar. 2010.

Gráfico 48 - Número de espécies invasoras de Moneras, Protistas e animais, terrestres e aquáticos por danos causados ao ambiente e/ou ao homem Brasil - 2009
120 100 80 60 40 20 0 Extinção de espécies nativas Mudanças de fisionomia do ambiente Alteração do regime hídrico de rios Outros Predação de espécies nativas Perda de produtividade econômica Redução de habitat Sem informação quanto ao dano Competição com espécies nativas Ocorrência de doenças e alergias Alterações físico-químicas no ambiente

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Disponível em: <http://www.institutohorus.org.br>. Acesso em: mar. 2010. Nota: Algumas espécies causam mais de um tipo de dano ao meio ambiente e/ou ao homem.

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Gráfico 49 - Número de espécies vegetais invasoras, terrestres e aquáticas, por danos causados ao ambiente e/ou ao homem Brasil - 2009
100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Competição com espécies nativas Ocorrência de doenças e alergias Redução de habitat Sem informação quanto ao dano Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Disponível em: <http://www.institutohorus.org.br>. Acesso em: mar. 2010. Nota: Algumas espécies causam mais de um tipo de dano ao meio ambiente e/ou ao homem. Mudanças de fisionomia do ambiente Alteração do regime hídrico de rios Alterações físico-químicas no ambiente Perda de produtividade econômica Alteração do regime de incêndios naturais Outros

Gráfico 50 - Distribuição percentual das espécies invasoras, segundo o local de origem Brasil - 2009
1,2% 5,8% 6,7% 6,1% 18,5%

7,0% 15,5%

13,3%

26,1%

Brasil, América do Sul e América Tropical Ásia Europa e Mediterrâneo Velho Mundo (1) Não determinado

África Américas do Norte e Central Oceania e adjacências Hemisfério Norte (2)

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Disponível em: <http://www.institutohorus.org.br>. Acesso em: mar. 2010. Nota: Refere-se as espécies vegetal e animal, terrestre e aquática. (1) Europa e/ou Ásia e/ou África. (2) Europa, Ásia e América do Norte.

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Gráfico 51 - Distribuição percentual das espécies invasoras, segundo a forma de introdução Brasil - 2009

39,7%

38,2%

22,1%

Voluntária

Acidental

Desconhecida

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Disponível em: <http://www.institutohorus.org.br>. Acesso em: mar. 2010.

Tabela 50 - Número de espécies invasoras, terrestres e aquáticas, segundo alguns grupos taxonômicos, hábito ou forma de vida - Brasil - 2009

Grupos taxonômicos, hábito ou forma de vida Total Moneras Protistas Animais total Invertebrados marinhos Invertebrados de água doce Invertebrados terrestres Peixes Anfíbios Répteis Aves Mamiferos Vegetais total Algas/aquáticas Ervas e gramíneas Samambaias Trepadeiras Arbustos Palmeiras Árvores Outros vegetais

Número de espécies invasoras 330 1 3 180 42 10 38 60 2 5 5 18 146 5 47 5 9 16 3 58 3

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Disponível em: <http://www.institutohorus. org.br>. Acesso em: mar. 2010.

Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010________________________________________
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Tabela 51 - Número de espécies invasoras de Moneras, Protistas e animais, terrestres e aquáticas, por danos causados ao meio ambiente e/ou ao homem, segundo alguns grupos taxonômicos - Brasil - 2009.

Número de espécies invasoras de Moneras, Protistas e animais, terrestres e aquáticas, por danos causados ao meio ambiente e/ou ao homem (1) Alguns grupos taxonômicos

Extinção de espécies nativas

Predação de espécies nativas

Ocorrência Perda de Mudanças Competição com espé- de fisionomia produtividade de doenças e alergias cies nativas do ambiente econômica

Total Moneras Protistas Animais Invertebrados marinhos Invertebrados de água doce Invertebrados terrestres Peixes Anfíbios Répteis Aves Mamiferos

2 ... ...

45 ... ...

100 ... 2

26 1 1

36 1 3

25 1 ...

... ... ... ... ... ... ... 2

4 1 3 21 3 1 1 11

26 4 19 26 3 1 4 15

10 2 1 5 1 ... ... 5

10 3 8 1 ... ... 2 8

4 1 8 2 .. .. 1 8

Número de espécies invasoras de Moneras, Protistas e animais, terrestres e aquáticas, por danos causados ao meio ambiente e/ou ao homem (1) Alguns grupos taxonômicos Alteração do regime hídrico de rios 3 ... ... Alterações físicoquímicas no ambiente 39 ... 1 14 ... 2

Redução de habitat

Outros danos

Sem informação quanto ao dano

Total Moneras Protistas Animais Invertebrados marinhos Invertebrados de água doce Invertebrados terrestres Peixes Anfíbios Répteis Aves Mamiferos

20 ... 2

70 ... ...

... ... ... ... ... ... ... 3

13 3 1 5 ... 2 1 13

6 2 ... 1 1 ... ... 2

2 2 2 4 ... 2 ... 6

15 3 14 33 1 3 ... 1

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Disponível em: <http://www.institutohorus.org.br>. Acesso em: mar. 2010. (1) Algumas espécies invasoras causam mais de um tipo de dano ao meio ambiente e/ou ao homem.

Número de espécies vegetais invasoras.. Número de espécies vegetais invasoras... org.. 1 . Redução de habitat Alterações físico-químicas no ambiente Outros danos Sem informação quanto ao dano Total Algas/aquáticas Ervas e gramíneas Samambaias Trepadeiras Arbustos Palmeiras Árvores Outros 63 1 23 1 3 5 2 26 2 23 1 6 . 18 .. 3 .. 3 1 1 5 .. terrestres e aquáticas.. 6 . segundo o hábito ou forma de vida . ....institutohorus.Biodiversidade Tabela 52 . terrestres e aquáticas...Brasil . 48 3 13 3 4 7 ..2009 Número de espécies vegetais invasoras... . . 15 1 12 1 4 . 2 2 .. por danos causados ao meio ambiente e/ou ao homem. . ... 2010.... 11 1 7 ....... 7 .. . . 22 . (1) Algumas espécies invasoras causam mais de um tipo de dano ao meio ambiente e/ou ao homem. 18 . ... ... Disponível em: <http://www...br>.... ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável ..... Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental.. ... . Acesso em: mar.Brasil 2010 Dimensão ambiental . ... .. 5 .... . por danos causados ao meio ambiente e/ou ao homem (1) Hábito ou forma de vida Competição com espécies nativas Mudanças de fisionomia do ambiente Perda de produtividade econômica Ocorrência de doenças e alergias Alteração do regime hídrico de rios Total Algas/aquáticas Ervas e gramíneas Samambaias Trepadeiras Arbustos Palmeiras Árvores Outros 93 2 34 2 5 8 2 38 2 42 1 18 1 1 4 2 13 2 27 .... por danos causados ao meio ambiente e/ou ao homem (1) Hábito ou forma de vida Alteração do regime de incêndios naturais 3 ...... terrestres e aquáticas.

8 1. org.2009 Número de espécies invasoras Local de origem Absoluto Total Brasil. (1) Europa e/ou Ásia e/ou África.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .5 15. Ásia e América do Norte. 2010.Número de espécies invasoras.br>.2 6.Biodiversidade Tabela 53 .1 Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental.0 6.7 5.Indicadores de desenvolvimento sustentável . segundo o local de origem . Acesso em: mar. Disponível em: <http://www.0 18.3 7.5 26.1 13. . (2) Europa. América do Sul e América Tropical África Ásia Américas do Norte e Central Europa e Mediterrâneo Oceania e Adjacências Velho Mundo (1) Hemisfério Norte (2) Não determinado 330 61 51 86 44 23 22 19 4 20 Relativo (%) 100.institutohorus.

br> em abr.0 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondonia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 5 564 449 52 22 62 15 143 16 139 1 793 217 223 184 167 223 185 102 75 417 1 668 853 78 92 645 1 188 399 293 496 466 78 141 246 1 Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental.9 85.5 73.2 100. 2010.0 45.7 14.0 33. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .3 99. R.7 100. total e com alguma ocorrência registrada de espécies invasoras e proporção em relação ao número total de municípios da Unidade da Federação.6 55.0 100.2009 Número de municípios com alguma ocorrência registrada de espécies invasoras Número total de municípios Total Proporção em relação ao total de municípios (%) 3 339 149 35 22 28 10 20 16 18 1 515 57 222 184 167 223 68 102 75 417 761 111 30 68 552 662 399 133 130 252 77 139 35 1 60.0 100.9 84.Brasil 2010 Dimensão ambiental .6 13.Número de municípios._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .1 98. Nota: Não inclui as espécies marinhas. . Levantamento nacional de espécies exóticas invasoras [mensagem pessoal].2 66.5 26.8 100.0 100.0 45.6 14.3 100.6 100. Ziller.7 98.0 36. Mensagem recebida por <jose.gov.0 38.0 100.mendes@ibge. S.0 100.Biodiversidade Tabela 54 .0 12.4 26.2 54.0 45.2 67.

2010. S.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . Ziller.Indicadores de desenvolvimento sustentável .mendes@ibge.2009 Fontes: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental. Levantamento nacional de espécies exóticas invasoras [mensagem pessoal].gov. R. .br> em abr. Mensagem recebida por <jose.Biodiversidade Mapa 17 .Municípios com registro de ocorrência de pelo menos uma espécie exótica invasora e percentual deste por Unidades da Federação .

por sua vez. pois resíduos não coletados ou dispostos em locais inadequados favorecem a proliferação de vetores de doenças e podem contaminar o solo e os corpos d’água. a curto prazo. mantidas as taxas atuais de incremento. fornecendo um indicador que pode ser associado tanto à saúde da população quanto à proteção do ambiente. Comentários O acesso à coleta de lixo domiciliar constitui-se num indicador adequado de infraestrutura. nos últimos anos pode-se perceber um grande incremento dos domicílios atendidos com coleta. As formas de descarte consideradas menos adequadas (lançamento em terrenos baldios e corpos hídricos) sofreram drástica redução nos últimos anos. Na zona rural. principalmente para as áreas urbanas. . os percentuais de atendimento são elevados. pelo menos no curto prazo. Descrição As variáveis utilizadas são a população residente em domicílios particulares permanentes e a população atendida pelas distintas formas de coleta e destinação final do lixo. nas áreas urbanas. sendo por muitas vezes adequado queimar ou enterrar o lixo na propriedade. nas zonas urbana e rural.Brasil 2010 Dimensão ambiental . tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. O indicador se constitui na razão._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . não se espera a universalização do serviço. em um determinado território e tempo. devido principalmente à maior dispersão das unidades de moradia. A decomposição da matéria orgânica presente no lixo. do acesso a esse tipo de serviço. origina gases de efeito estufa. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . em percentual. com perspectiva.Saneamento Saneamento 18 Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico Apresenta a parcela da população atendida pelos serviços de coleta de lixo doméstico. Mesmo com essa ressalva. de universalização.PNAD. Justificativa Informações sobre a relação entre a quantidade de lixo produzido e a quantidade de lixo coletado são de extrema relevância. entre as populações urbana e rural atendidas pelos serviços de coleta de lixo e os totais das populações urbana e rural. O exame dos dados em anos recentes revela que. A discriminação das informações segundo as áreas urbana e rural permite a análise de suas diferenças quanto à abrangência e às formas de coleta e destinação final do lixo.

Por conta disso. enquanto nas demais regiões do País a pesquisa era.Indicadores de desenvolvimento sustentável . com maior abrangência no atendimento.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . 2005. até o ano de 2003. os dados apresentados no Gráfico 52 e na Tabela 55 de acesso e de destino do lixo para áreas rurais do Brasil para os anos de 2004. apesar do grande incremento na taxa de atendimento nos últimos anos.Balneabilidade 14 .0 2007 2002 2003 2004 2005 2006 2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Urbana Rural Fonte: IBGE. Indicadores relacionados 11 .Saneamento Em termos regionais.Adequação de moradia 40 . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. . Acre.0 80. Amazonas.Percentual de moradores em domicílios particulares permanentes com acesso à coleta de lixo. 2007 e 2008 não são diretamente comparáveis com aqueles dos anos anteriores. aplicada tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 37 .0 0. No Norte e Nordeste. e o Nordeste e Norte que apresentam os menores percentuais. dado obtido por interpolação linear. Não houve pesquisa em 1994 e 2000. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. As Regiões Sul e Sudeste têm situação próxima da universalização do atendimento.Rendimento familiar per capita 27 . Exclusive a população rural de Rondônia.População residente em áreas costeiras 26 .Qualidade de águas interiores 12 .Taxa de mortalidade infantil 33 .0 20. 2006.Existência de conselhos municipais de meio ambiente Gráfico 52 . aproximadamente 5% dos domicílios urbanos ainda carecem desse serviço.Produto Interno Bruto per capita 52 . Notas: 1.0 60. existem diferenças entre os percentuais do Sul e Sudeste.1992/2008 % 100. 2.0 40. a PNAD era realizada somente nas áreas urbanas (exceto no Tocantins). e continua sendo. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e. constituindo-se numa nova série. Roraima. por situação do domicílio Brasil .Rendimento médio mensal 29 . É importante observar que na Região Norte.

1992/2008 Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.0 7.1 59.6 41.4 28.1 89.4 4.0 0.1 0.1 1.3 8.2 85.2 1.0 0.7 0.5 1.2 0._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .7 7.3 0.7 19.1 1.6 97.1 1.3 0.1 0. . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e.3 20.8 9.3 0.4 0.6 1. Acre.0 0.1 0.8 0.1 0.2 6.0 5.2 0.1 0.2 60.2 58.Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.1 2.3 15.1 7.2 4.6 1.2 0.2 36.1 0.0 3. constituindo-se numa nova série.2 60. por tipo de destino do lixo e situação do domicílio Brasil .1 86.2 0.0 2.6 14.3 47.1 0.8 11.8 48.9 2.1 22.0 Rural 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 6.2 1.2 0.7 0. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.6 46.7 7.3 0.8 0.0 11.6 0.3 2.5 Fonte: IBGE.0 0.1 4.Brasil 2010 Dimensão ambiental .1 0.5 3. 2. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Teritório Nacional.1 8.2 2.3 1.4 91.6 0.6 2.8 17.3 23.8 7.8 0. por tipo de destino do lixo (%) Ano Coletado Queimado ou enterrado na propriedade Jogado em terreno baldio ou logradouro Jogado em rio.9 94.5 3.1 97. lago ou mar Outro destino Urbana 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 79.Saneamento Tabela 55 .1 0.9 4.1 0. Roraima.8 18.7 96.1 60.3 59.2 0.0 0.6 59.0 95.8 11.4 9. Amazonas.7 39.9 0.7 83.3 0.1 20.8 42.6 97. Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.0 0.5 34.7 0.8 14.9 0.4 19.1 46.2 0.2 1.0 0.7 3. Notas: 1.0 0.3 96.0 14.8 3.6 26.6 47.3 95.1 16.1 1.8 1.0 1.9 2.7 24.0 3. Exclusive população rural de Rondônia.8 32.1 0.6 2.6 0.0 0.5 49.7 0.8 28.4 39.4 58.2 21.3 0.6 2.1 0.8 10.5 1.4 92.

1 . .4 1..2 0.0 0.2 0.1 99.7 0... 0.....0 0.5 3...0 .... ..3 99. 0.6 0....7 0.0 .7 99.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental ..1 0.1 .8 0..5 0.5 1.0 0.1 4.5 0..1 0..0 12.3 98. 0.9 98.7 0.9 0. .0 0...4 0.1 ..0 .4 3. 0.2 97.1 0.9 90.7 99. 0.0 ...7 1.7 1.0 .1 0. . ..3 0.3 0.9 94.4 94.3 0. por tipo de destino do lixo (%) Grandes Regiões e Unidades da Federação Queimado ou enterrado na propriedade Urbana Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 97..8 97.1 0.5 0.4 0.8 1.6 1.1 0.2 0.5 97.8 1.5 0.5 0..1 .0 .5 94. . 0.9 2...Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes. 0..2 .2 0..8 94.7 99..1 93...Saneamento Tabela 56 .8 98.1 0.1 7. 0.5 98.6 1..6 0...0 .1 .1 0.4 99.1 ..6 4. 0. .2 .7 99.0 .1 0.1 0.. 0..7 3.4 0.. 0. .0 0..5 1.0 0.. 0.0 0. 0.0 83. .0 1..8 0..0 1.2 1... .8 95..0 1.9 99. 0.4 96.1 98.1 0.0 . 0.0 .6 97. .5 1. 0.7 0.0 .0 0..7 0. lago ou mar Outro destino Coletado ...1 0....1 1...8 98..1 .9 5.9 3...5 4.0 3.3 96.2 3.6 1.0 1.0 0.2 0.. 0.7 99. 0.8 97.Indicadores de desenvolvimento sustentável . .9 1. 0.5 0..7 92. Jogado em terreno baldio ou logradouro Jogado em rio. 0. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação ..2008 (continua) Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes...4 97.. por tipo de destino do lixo e situação do domicílio.0 .

1.1 51.1 .6 4.1 49.2 0.2 7..0 .0 5. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.7 22.3 .2 18.0 21.8 16.3 1...8 4.1 56.2 66.2 2..3 59.7 1.5 11.6 53.1 73.0 0.9 66.1 11.6 5.9 29. . 0.1 8.2 67..0 .1 0. por tipo de destino do lixo e situação do domicílio.5 0. .1 7.4 77. 0.1 .6 . 0.9 21.7 4.8 8.9 32.4 3.9 65..9 45.0 29..0 .3 .2 35.1 8.1 47. 0.3 4..7 68.. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação .7 2..6 1.4 . 9.9 63..3 28..9 12.1 1. .9 6.5 .3 67.8 24. .5 ..3 0.4 0.0 18.. 0. Jogado em terreno baldio ou logradouro Jogado em rio..3 22.1 0..4 7. .6 0...3 76.9 0.4 0..0 1.8 28.3 66.5 43.5 28. .... .4 4.9 59.6 61.2008 (conclusão) Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes. 0.9 23.0 0....1 .0 29.1 7..0 0.9 62.4 28... 0.1 15.5 73. .2 24.2 86..7 19.3 20.0 0..Saneamento Tabela 56 . 0.. por tipo de destino do lixo (%) Grandes Regiões e Unidades da Federação Queimado ou enterrado na propriedade Rural Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 28.2 0.2 63.9 12.6 46.7 11.6 17. 1.3 0...5 24. 0. 0.3 63.0 21..5 0.5 67._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável ..1 22.1 51.0 0.6 46.6 15.8 .6 0.6 69...6 72.1 0. 0..9 1..7 4..0 51.3 83.1 .. .Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.1 21. lago ou mar Outro destino Coletado Fonte: IBGE.7 1.7 0.3 70. 1....9 44.1 0..9 0.9 1. ..0 .0 0..Brasil 2010 Dimensão ambiental .5 0.2 20.1 81.1 1..8 66..4 .

Indicadores de desenvolvimento sustentável .2008 Fonte: IBGE.Destino do lixo da zona urbana .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . .Saneamento Mapa 18 . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.

.Brasil 2010 Dimensão ambiental .Destino do lixo da zona rural .2008 Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Saneamento Mapa 19 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

especialmente nas zonas rurais. poços. Descrição As variáveis utilizadas são a população residente em domicílios particulares permanentes que estão ligados à rede geral de abastecimento de água e o conjunto de moradores em domicílios particulares permanentes. A discriminação das áreas urbanas e rurais permite a análise de suas diferenças. etc. foi considerado como acesso adequado à água apenas aquele realizado por rede de abastecimento geral.Saneamento 19 Acesso a sistema de abastecimento de água Expressa a parcela da população com acesso a abastecimento de água por rede geral. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . incluindo outros serviços de saneamento. discriminada pela situação do domicílio. onde o risco de contaminação de nascentes. rios e lençóis freáticos é muito grande. água da chuva. tem crescido con- . neste indicador é considerada como adequadamente abastecida por água apenas a população dos domicílios atendidos por rede geral de abastecimento. Por conta da legislação brasileira. segmentadas em urbana e rural. Por conta disso. Comentários Neste indicador.IBGE. O indicador se constitui na razão. possibilitando o acompanhamento das políticas públicas de saneamentos básico e ambiental. especialmente em áreas urbanas. Justificativa O acesso à água tratada é fundamental para a melhoria das condições de saúde e higiene. nascente. urbana ou rural. entre a população com acesso à água por rede geral e o total da população em domicílios particulares permanentes. As outras formas de abastecimento domiciliar de água (poço. Em todo o País. Centro-Oeste e Norte do País. onde a água de nascentes e poços tem qualidade satisfatória em boa parte dos casos.PNAD. Esta abordagem provoca a subestimação da população adequadamente abastecida. em percentual. cacimba.Indicadores de desenvolvimento sustentável . saúde. os percentuais de população abastecida por rede geral de água são mais elevados no Sudeste e Sul do que no Nordeste. Trata-se de um indicador importante para a caracterização básica da qualidade de vida da população. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . Associado a outras informações ambiental e socioeconômica.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental . toda água fornecida à população por rede de abastecimento geral tem de ser tratada e apresentar boa qualidade. Tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais. carro-pipa. educação e renda. é um indicador universal de desenvolvimento sustentável.) nem sempre apresentam água de qualidade satisfatória.

0 0.Saneamento tinuamente ao longo do tempo o percentual da população com abastecimento de água considerado adequado. Notas: 1. e.0 40.Acesso a esgotamento sanitário 26 . Amazonas. Acre. 2. Roraima.Brasil 2010 Dimensão ambiental . em relação à população total.Rendimento médio mensal 28 .Existência de conselhos municipais de meio ambiente Gráfico 53 .Esperança de vida ao nascer 29 . Para os estados da Região Norte.Adequação de moradia 52 . a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. Não houve pesquisa em 1994 e 2000.Qualidade de águas interiores 14 .0 20.População residente em áreas costeiras 20 . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003.0 60. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. iniciando uma nova série temporal para os valores médios de zona rural do Brasil. . por situação do domicílio .0 % 80.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 37 . com exceção do Tocantins.Brasil .0 2007 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2008 Urbana Rural Fonte: IBGE.1992/2008 100.Percentual de moradores em domicílios particulares permanentes com abastecimento de água por rede geral. a zona rural só foi incluída na PNAD a partir do ano de 2004. dado obtido por interpolação linear.Taxa de mortalidade infantil 33 . Indicadores relacionados 11 .Rendimento familiar per capita 27 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Exclusive a população rural de Rondônia. constituindo-se numa nova série.

6 92.0 3.5 1. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. Notas: 1.3 89.8 6.3 58.7 2.7 7.7 1.0 57.3 6.0 92.7 25.5 92.5 6. constituindo-se numa nova série.9 61.6 19.9 Rural 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 12.2 16.9 55.6 20.8 13.5 3. Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.6 1.1 1. 2.3 4.4 7.2 21.5 63.Indicadores de desenvolvimento sustentável . por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio . Amazonas.2 55. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e.1 16.6 22.4 6.8 23.0 91. Roraima.7 25.8 90.6 61.0 20.4 91. Exclusive população rural de Rondônia.9 7.7 Fonte: IBGE.4 55.9 19.3 0.9 91.3 54. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Teritório Nacional.8 13.7 24.6 92.0 6.4 27.7 18.1 2.9 31.Brasil .8 19. por tipo de abastecimento de água (%) Rede geral Urbana Poço ou nascente Outro tipo 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 88.0 92.9 6.6 91.8 16.9 2.Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.6 90. Acre.7 6.2 58.1992/2008 Ano Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.4 6.0 89.4 19.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .2 25.Saneamento Tabela 57 .2 26.7 19.0 20.8 58.8 7.3 60.4 57.1 2.2 6. .3 1.9 22.0 13.1 7.3 6.7 27.0 58.0 58.6 61.2 1.9 22.3 14.3 91.

2 1.9 5.5 7.9 2.4 97.8 65.4 2.4 96.4 3.7 92._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .3 11.2 0.2 0.8 0.8 5.9 91.6 2.5 2.9 9.9 2.8 6.7 91.6 0.Brasil 2010 Dimensão ambiental .3 28.5 86.7 98.2 89.8 3.3 12.0 13.2 88.5 3.3 0.2 2.2 0.0 3.8 93.3 97. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação .Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.0 0.6 0.5 2.9 0.8 5.0 33.1 13.5 98.3 53.2 38.2 0.4 92.1 93.8 4.0 94.4 96.2008 (continua) Grandes Regiões e Unidades da Federação Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.2 2.2 95.6 3. por tipo de abastecimento de água (%) Rede geral Urbana Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 92.2 0.2 0.2 0.4 3.5 5.1 0.0 94.6 10.3 0.8 2.1 0.8 69.1 0.8 90.2 82.1 92.Saneamento Tabela 58 .1 87.3 86.7 23.1 76.2 59.6 46.7 7.7 5.6 0.1 0.0 1. por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio.9 4.3 1.0 Poço ou nascente Outra forma .0 2.6 99.6 95.4 1.0 1.0 3.0 92.3 0.5 3.7 2.3 7.0 96.

4 65.6 16.1 39.1 43.0 11.2 22.9 13.3 5.8 34.4 13.5 11.8 78.4 3.2 1.Indicadores de desenvolvimento sustentável .6 Poço ou nascente Outra forma Fonte: IBGE.6 68.8 38.8 72.7 5.6 .4 93.6 52.1 63.Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .1 23.0 3.4 45.4 10.9 46.1 26.3 65.5 27.7 39.4 0.0 89.8 1.9 4.0 8.6 91.0 30.6 65..1 39.Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.6 1.2 85.8 73.2 58.9 20.5 54.Saneamento Tabela 58 .1 1.6 1.4 42.3 29.4 20.9 24. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação .5 22.2 19.5 52.0 35.0 61.6 25.7 23.9 9.8 31.2 30.1 52.0 38.0 1.6 68.5 31.5 1.2 21.3 38.0 60.6 0.4 74.5 18.4 20.9 71.3 31. .5 52. por tipo de abastecimento de água e situação do domicílio.5 71.3 0. 5.6 40.1 28.5 80.1 19 27. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.7 59.4 1.2 1..6 12.3 27.8 52.2 0.1 69.7 15.8 17.0 31.3 27.2008 (conclusão) Grandes Regiões e Unidades da Federação Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes. por tipo de abastecimento de água (%) Rede geral Rural Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 31.

Brasil 2010 Dimensão ambiental .2008 Fonte: IBGE.Saneamento Mapa 20 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . .Abastecimento de água na zona urbana . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Indicadores de desenvolvimento sustentável . .Saneamento Mapa 21 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .2008 Fonte: IBGE.Abastecimento de água na zona rural .

subdividida nos segmentos urbano e rural.1992/2008 . tanto para a caracterização básica da qualidade de vida da população residente em um território quanto para o acompanhamento das políticas públicas de saneamentos básico e ambiental. Trata-se de indicador muito importante. mais de 80% dos moradores em áreas urbanas eram providos de rede geral de esgotamento sanitário ou de fossa séptica. Há. saúde. No último ano da série. a predominância entre os dois tipos de esgotamento sanitário considerados adequados é da fossa séptica.Brasil 2010 Dimensão ambiental . Descrição As variáveis utilizadas são a população total residente em domicílios particulares permanentes e a população dos domicílios com algum tipo de esgotamento sanitário: rede coletora.embora ainda exista uma grande diferença entre as zonas urbana e a rural. que tem crescido ao longo do tempo. expressa em percentual. podem ser considerados como adequados à saúde humana e ao meio ambiente o acesso dos domicílios à rede geral e os servidos por fossa séptica. incluindo o acesso a outros serviços de saneamento. fossa séptica e outros tipos. educação e renda. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .PNAD. A rede coletora tem apresentado valores baixos e oscilantes. Essas duas modalidades. Na zona rural. Ao separar as áreas urbanas das rurais. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . entre a população com acesso a esgotamento sanitário e o total da população. com tendência de queda. é um bom indicador de desenvolvimento sustentável. . Associado a outras informações ambiental e socioeconômica. o percentual dos atendidos por fossa séptica tem se mantido estável._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .IBGE.Saneamento 20 Acesso a esgotamento sanitário Expressa a relação entre a população atendida por sistema de esgotamento sanitário e o conjunto da população residente em domicílios particulares permanentes de um território. pois o acesso ao saneamento básico é essencial para o controle e a redução de doenças. este indicador permite a análise de suas diferenças. vêm experimentando um aumento no período estudado . O indicador é a razão. em conjunto. Comentários Dos tipos de esgotamento sanitário apresentados neste indicador. Justificativa A existência de esgotamento sanitário é fundamental na avaliação das condições de saúde da população. Enquanto o percentual de domicílios atendidos por rede coletora tem aumentado continuamente.

Qualidade de águas interiores 12 .Balneabilidade 14 .Percentual de moradores em domicílios particulares permanentes atendidos por sistema de esgotamento sanitário adequado.População residente em áreas costeiras 19 . Norte e Nordeste do País.Produto Interno Bruto per capita 52 . É importante observar que as zonas rurais de Rondônia. constituindo-se numa nova série.0 40. Acre. Indicadores relacionados 11 . Não houve pesquisa em 1994 e 2000. . a ausência de instalações sanitárias nos domicílios de mais de 1/5 dos habitantes da zona rural. Roraima. por tipo de esgotamento sanitário e situação do domicílio .Adequação de moradia 40 .0 20. Roraima. dado obtido por interpolação linear. em relação à população total. Acre.0 10.Acesso a sistema de abastecimento de água 26 . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e.0 60.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Notas: 1. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.Saneamento ainda.Rendimento médio mensal 28 . iniciando uma nova série temporal para os valores médios brasileiros para a zona rural.Brasil 1992/2008 70.0 30. a situação dos estados do Sul e Sudeste é melhor que a daqueles do Centro-Oeste. Pará e Amapá foram incorporadas à PNAD em 2004.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 37 .0 50.Rendimento familiar per capita 27 . Amazonas.Existência de conselhos municipais de meio ambiente Gráfico 54 . Tanto para áreas urbanas quanto rurais. Exclusive população rural de Rondônia. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. 2.0 2007 2008 2002 2003 2004 2005 2006 2009 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 % Rede coletora (urbana) Fossa séptica (rural) Fossa séptica (urbana) Rede coletora (rural) Fonte: IBGE. Amazonas.0 0.Esperança de vida ao nascer 29 .Taxa de mortalidade infantil 33 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .

9 10.2 4.1 17.1 17.9 23.2 2.4 2.8 Fonte: IBGE. Acre.7 0.8 4.Brasil 2010 Dimensão ambiental .7 42.3 32.0 23.0 3.1 0.2 5.6 2.7 34.0 3.3 2.3 24.3 16.9 0.6 1.1 23.1 35.4 22.5 1.2 Rural 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 3.1 54.2 2.4 54.5 2.4 23.7 1.4 0.1 0.6 0.9 1.1 6.2 10.4 54. .2 32.1 0.4 4.5 0.9 3.1 35.6 1.0 16. Notas: 1.8 1.1 0.9 3. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e.8 18.1 3.7 4.1 0.6 18.3 2.2 2. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Teritório Nacional.2 3.4 25.6 50.1 0.5 14. por tipo Ano Rede coletora Fossa séptica Fossa rudimentar Vala Direto para rio.9 22.1 4.9 1.9 22.1992/2008 Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes em relação à população total (%) Atendidos por sistema de esgotamento sanitário.3 34.5 2.0 1.5 57.5 49.6 22.3 1.1 0.9 41.7 3.6 1.0 39.2 0.9 29.3 0.1 20.0 3.7 3.4 3.3 11.3 4.5 0.2 40. constituindo-se numa nova série.3 8.3 42.6 12.4 24.2 4.7 45.1 19.3 50.3 22.7 1.9 20.Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes atendidos por sistema de esgotamento sanitário em relação à população total.4 1.0 23.5 39.5 2.5 4. Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.0 46.8 51.0 39.0 2.1 38.0 23.5 1.4 4.1 3.2 5.0 3. 2. Roraima.4 14.1 9.2 3. lago ou mar Outro tipo Não tinham Urbana 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 45.9 13.6 5.3 3.4 46._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .1 3.5 3.7 3.5 0.8 0. por tipo de esgotamento e situação do domicílio . Amazonas. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.4 2.5 2.0 1.9 5.4 3.3 22.2 23.5 0.6 4.4 1.5 3.5 0.6 49.3 22.6 27.0 2.7 36.4 19.9 3.7 3.8 7.6 4.6 4.5 4.3 13.6 1.Brasil .3 46.9 2.4 2.2 14.9 3.0 3.3 5.8 1.9 2.3 3.4 2.9 47.1 4.0 0.9 26.1 3.7 3.8 10.8 0.5 0.7 36.7 21. Exclusive população rural de Rondônia.2 58.7 46.7 0.1 18.2 18.Saneamento Tabela 59 .1 0.4 20.7 0.6 53.5 40.2 3.4 1.5 1.9 21.1 0.4 46.5 45.7 5.9 45.1 4.9 4.3 5.2 1.7 18.0 46.7 14.6 0.6 4.6 1.1 0.1 19.

3 0.0 0.9 46...1 62..8 13.2 69.0 3.4 45.2 4. .1 15.0 3.5 32.9 19.0 2.1 .4 0.2 85.2 3.5 0.2 0.7 22.4 0.2 72.5 22.6 0.9 2.8 2.1 31.9 51.0 0. .7 2.2 0.7 19.4 0.8 90.5 10.1 .1 0.5 2.8 39. 1.5 8.3 75.0 0.1 0.8 1.2 6.6 33.7 3.6 0.0 20.1 2.7 1.3 6.8 2.8 1.9 28.Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes.3 1.9 11.2 3.7 1.2 0.5 3.6 21.9 0.2 .4 0.9 4..9 18.8 22.3 0.9 0.1 1.7 20.5 32.7 14.8 9.4 77.5 2.2 41.Saneamento Tabela 60 .8 4.0 2. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .1 0.2 3.4 0.1 4.0 0. Outro tipo lago ou mar Não tinham Rede coletora Fossa séptica Fossa rudimentar Vala Urbana Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 58.9 7..1 0.6 1.0 0.1 88.3 1.3 0.4 1.3 0.0 14.5 38..8 4.6 40..2 21.9 6.0 1.1 41.2 0.2 16.1 0.8 19.5 1.1 0.7 12.6 54.2 0..1 0. .2 3. 0.6 0.4 0.3 1.5 2...1 37.2 0.8 27.6 1.4 11.1 0.4 0.9 12.9 11..1 56..6 0.1 0. 0.1 .3 0.9 0.0 2.7 12.8 0.2 0.4 68.8 2.6 66.1 0.1 0.0 1.Indicadores de desenvolvimento sustentável .4 1.2 0.8 31.5 1.7 4.4 . 1.4 1.. 0.9 41.9 51.8 50.1 .1 .4 38.1 9.8 33.0 25.5 2.2 0.2008 (continua) Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes (%) Grandes Regiões e Unidades da Federação Tipo de esgotamento sanitário Direto para rio.1 21.9 6.6 1.5 20.0 41. por tipo de esgotamento sanitário e situação do domicílio.7 21.2 1.1 2.6 19.3 3.4 9.5 1.3 0.9 65.2 7.1 2.0 0..4 16.1 0.4 61.9 45.6 1.4 6.8 2.7 0.7 38.9 3.4 0.5 28.1 59.6 5.0 0.7 77.0 0.9 25.1 4.9 24.9 44..9 1...2 0..1 0.6 3.0 0.2 88.9 62.7 10.1 20.5 13. .4 2. 0.5 1.8 0.2 5..6 54.1 0.1 0.0 1.0 1..Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .1 6.4 15.7 0.

6 4.Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes. 0. 3.5 8.. 0.2 0.4 77..4 0. .2 30.5 13.0 5.5 44.4 . .7 60.4 4.7 4...5 .3 19.0 70.6 0..2 10.4 44.4 3.1 28.4 0. 0.4 .0 5..2 6..1 12.8 17.8 1.4 15..3 2.2 0.6 1.. 0. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .9 3.0 .3 .2 0..4 .6 Fonte: IBGE... .7 6.0 1.5 36..6 .2 0.4 .6 3.4 14.4 31. .6 13.4 .9 9.1 52.2 0.1 10.2 0.7 49.2 4.2 .0 32.3 43.1 4..0 46. por tipo de esgotamento sanitário e situação do domicílio.6 12.4 .2 1.4 4.9 0.3 2.0 1.9 34.5 22.3 50.. ..1 0.8 50.6 21. 0..9 5.....5 0.2 0..3 2._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .6 43.2008 (conclusão) Distribuição percentual de moradores em domicílios particulares permanentes (%) Grandes Regiões e Unidades da Federação Tipo de esgotamento sanitário Rede coletora Fossa séptica Fossa rudimentar Direto para rio.7 43.1 8. . 0..4 4..3 4.4 2.3 48.9 1..4 1.Saneamento Tabela 60 .7 ..7 38..7 15.9 67.2 21.4 63.9 .1 .3 4.0 . 3.5 20.7 6.2 9. Outro tipo lago ou mar Não tinham Vala Rural Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 5..7 5.4 11..7 21.4 0.4 .9 60.8 2.3 1.1 3. 20.7 18.6 44.0 3.2 1. 0..7 46.1 38.7 10.3 6.4 0.6 3.9 6.2 0.8 73.5 30.9 3.1 34.0 9.4 20.0 16.7 12.0 3.4 12.9 59..8 21.2 24. 0.. 0.1 ..4 4.1 55.1 48..9 5..2 53. 1....4 0...7 11.1 58.0 89...1 . 1.. 7.8 0.5 0.3 17..7 9.7 6.0 0..4 0.4 40..3 95..6 57... .0 0..3 19.6 2.8 27. 1....9 7..4 0.4 4.0 2.. 0.2 32. .9 1..Brasil 2010 Dimensão ambiental .7 15. ...6 8.2 58.9 12.6 2.0 0.3 30. .7 5.7 .8 0.4 7.3 40.9 13. 0.2 0.. ..7 8.6 26.7 3.3 0.0 1.0 0.7 3. 20.0 2.9 3.0 16.6 37.. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008..2 30...9 0.1 28.6 34.2 .4 41.. .6 9. .. .4 50. 0.

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Esgotamento sanitário na zona urbana . .Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010________________________________________ Dimensão ambiental .2008 Fonte: IBGE.Saneamento Mapa 22 .

Brasil 2010 Dimensão ambiental . .Esgotamento sanitário na zona rural .2008 Fonte: IBGE._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Saneamento Mapa 23 . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.

Dimensão social População 21 Taxa de crescimento da população Expressa o ritmo de crescimento populacional. A taxa i é o resultado desta equação. . expressa em percentual. medido em ano e fração de ano. e n é o intervalo de tempo entre essas datas. É calculada através da expressão: na qual P(t+n) e P(t) são as populações correspondentes a duas datas sucessivas (t e t+n).IBGE. oriundas do Censo Demográfico. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Descrição A taxa média geométrica de crescimento anual da população utiliza as variáveis referentes à população residente em dois distintos marcos temporais.

A população como um todo continua. naturalmente. A taxa média geométrica de crescimento anual da população brasileira. principalmente devido ao tamanho da população das coortes em idade reprodutiva. a apresentar significativo crescimento.Áreas protegidas . a taxa de crescimento anual sofreu uma ligeira redução. econômica e ambiental. entre outras.64% ao ano entre 1991 e 2000. Indicadores relacionados 01 . bastante elevada nos anos anteriores a 1940. a taxa média de crescimento anual da população brasileira diminui consideravelmente. uma vez que a dinâmica do crescimento demográfico permite o dimensionamento de demandas. Das 27 Unidades da Federação.Brasil 2010 Dimensão social .Terras em uso agrossilvipastoril 14 .00%. tais como: o acesso aos serviços e equipamentos básicos de saúde e de saneamento. É bastante considerável a variação das taxas médias de crescimento anual segundo as Unidades da Federação. portanto o crescimento da população como um todo pode ser imputado à diferença entre a natalidade e a mortalidade. sofreu considerável incremento no período 1940-1950. verifica-se que as taxas são mais elevadas (acima da média nacional) nas Regiões Norte e Centro-Oeste e mais baixas nas Regiões Nordeste. Estas diferenças se devem principalmente à intensa migração interestadual. embora com taxas específicas de fecundidade menores que as observadas no passado e ao aumento da longevidade.89% ao ano (1960-1970). Os Estados do Acre. e com percentuais reveladores de perda de população por emigração. devido principalmente à redução da mortalidade.99% ao ano no decênio 1950-1960 para 2. É fundamental para subsidiar a formulação de políticas públicas de natureza social. a mortalidade continuou descendente e a natalidade começou a apresentar um discreto declínio. passando de 2. A partir de 1970.58%. Comentários No Brasil.População Justificativa A variação da taxa de crescimento populacional é essencialmente um fenômeno de médio e longo prazo.82% ao ano) e a mais elevada no Amapá (5. No mesmo período de 1991 a 2000. chegando a 1. 41% apresentaram um ritmo de crescimento anual entre 0. abaixo da média nacional. educação.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 06 . a migração internacional é bem pouco significativa. emprego. Amazonas.82% e 1.Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 . Com isso.População residente em áreas costeiras 15 . Sul e Sudeste. Entre os anos de 1950 e 1960. superior a 3._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . infraestrutura social. em virtude da introdução e da difusão dos métodos anticonceptivos orais no Brasil. com a continuação da queda da mortalidade associada a uma queda acentuada das taxas de fecundidade. Roraima e Amapá apresentaram um ritmo de crescimento anual elevado.77% ao ano). ocorrendo a menor na Paraíba (0.

07.Consumo mineral per capita Gráfico 55 . 2001.1940 01.0 1.População residente e taxa média geométrica de crescimento anual Brasil .1991 01. Sinopse preliminar do censo demográfico 2000.48 119 002 706 > 1.5 3.1980 01.08. 7.5 1.0 2.População 22 . 1950-1997.5 0. Características da população e dos domicílios: resultados do universo. Características da população e dos domicílios: resultados do universo. 1950-1997.Rendimento familiar per capita 27 . Rio de Janeiro: IBGE.Consumo de energia per capita 47 .64 169 799 170 Fontes: Censo demográfico 1940-1991. 2001.09. 7.1940/2000 % 3.5 2.99 70 070 457 > 2.93 146 825 475 > 1.Taxa de escolarização 35 .População e terras indígenas 26 . Censo demográfico 2000. 2001. Rio de Janeiro: IBGE. Rio de Janeiro: IBGE.39 51 941 767 > 2.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Rio de Janeiro: IBGE.Taxa de alfabetização 36 .Produto Interno Bruto per capita 44 .Taxa de fecundidade 23 .Taxa média geométrica de crescimento anual da população Brasil .1940/2000 Data População residente Taxa média geométrica de crescimento anual (%) 01.0 0. Rio de Janeiro: IBGE. v. Tabela 61 . 2001.09.09. Censo demográfico 2000. v.09.1950 01.89 93 139 037 > 2.1970 01. Sinopse preliminar do censo demográfico 2000.2000 41 165 289 > 2.09. Rio de Janeiro: IBGE.Rendimento médio mensal 34 .1960 01.0 1940/ 1950 1950/ 1960 1960/ 1970 1970/ 1980 1980/ 1991 1991/ 2000 Fontes: Censo demográfico 1940-1991. .Escolaridade 40 .

1991/2000 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal População residente Em 01.39 1.49 2.23 2._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .09. [200-].2000 169 799 170 12 900 704 1 379 787 557 526 2 812 557 324 397 6 192 307 477 032 1 157 098 47 741 711 5 651 475 2 843 278 7 430 661 2 776 782 3 443 825 7 918 344 2 822 621 1 784 475 13 070 250 72 412 411 17 891 494 3 097 232 14 391 282 37 032 403 25 107 616 9 563 458 5 356 360 10 187 798 11 636 728 2 078 001 2 504 353 5 003 228 2 051 146 Taxa média geométrica de crescimento anual 1991/2000 (%) 1.Brasil 2010 Dimensão social .86 2.03 1. Sistema IBGE de Recuperação Automática – S neiro.75 2. Disponível em: <http://www.43 1.asp?e=v&p=CD&z=&o=>.29 3. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação . Acesso em: maio 2010.62 1.31 4.80 1.População residente e taxa média geométrica de crescimento anual.09 1.98 1.54 5.77 2.44 1.87 1.08.1991 146 825 475 10 030 556 1 132 692 417 718 2 103 243 217 583 4 950 060 289 397 919 863 42 497 540 4 930 253 2 582 137 6 366 647 2 415 567 3 201 114 7 127 855 2 514 100 1 491 876 11 867 991 62 740 401 15 743 152 2 600 618 12 807 706 31 588 925 22 129 377 8 448 713 4 541 994 9 138 670 9 427 601 1 780 373 2 027 231 4 018 903 1 601 094 Em 01.31 2.População Tabela 62 .24 3.31 1.ibge.58 2.32 1.gov.40 1. .82 IDRA.09 1.40 2.54 1. Rio de JaFonte: Censo demográfico 1991-2000.58 0.64 2.61 1.75 1.19 1.br/bda/acervo/acervo2.82 1.sidra. In: IBGE.

Acesso em: maio 2010. In: IBGE.1991/2000 Fonte: Censo demográfico 1991-2000.gov. [200-].Taxa média geométrica de crescimento anual da população .asp?e=v&p=CD&z=&o=>. Disponível em: <http://www.Indicadores de desenvolvimento sustentável .br/bda/acervo/acervo2. Rio de Janeiro.ibge.População Mapa 24 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Sistema IBGE de Recuperação Automática – SIDRA. .sidra.

em função do não registro e do registro tardio de nascimentos que ocorrem com maior ou menor intensidade em algumas Unidades da Federação. trabalho e previdência social. contudo. O quociente entre os filhos tidos nascidos vivos nos últimos 12 meses provenientes de mulheres neste (s) grupo (s) e os respectivos totais de mulheres fornecem a intensidade com que estas mulheres tiveram seus filhos. educação.IBGE. As informações utilizadas para sua obtenção são os filhos tidos nascidos vivos nos 12 meses anteriores à data de referência da pesquisa e o total de mulheres segundo os grupos quinquenais de idade dentro do período fértil (15 a 49 anos). utiliza-se o procedimento citado anteriormente. A queda do número médio de filhos por mulher vem contribuindo para a redução da taxa de crescimento da população. resultado da ampliação do uso de métodos contraceptivos. Como o nível da fecundidade no Brasil é diferencial segundo diversas variáveis.Brasil 2010 Dimensão social . realizar comparações entre urbano e rural. que expressa o nível de fecundidade de uma população.64% ao ano no período 1991-2000. Descrição A taxa de fecundidade total representa o número médio de filhos nascidos vivos que uma mulher teria ao fim do seu período reprodutivo. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .PNAD. e para a redução do tamanho das famílias.População 22 Taxa de fecundidade Apresenta a taxa de fecundidade total. Auxilia no planejamento de políticas públicas nas áreas de saúde. Comentários Observa-se um declínio contínuo das taxas de fecundidade total no período analisado. à urbana e à que reside em áreas rurais. que atingiu 1. No caso de grupos quinquenais. A redução da taxa de fecundidade em . da melhoria no nível de escolaridade da mulher. A fonte natural desta informação seria os registros de nascimentos ocorridos durante um determinado ano civil. oriundas do Censo Demográfico e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . entre outros fatores. uma delas a situação do domicílio. e fornecer subsídios para a elaboração de projeções e estimativas populacionais._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . estando sujeita a uma determinada lei de fecundidade. Justificativa O indicador permite avaliar tendências de uma das componentes da dinâmica demográfica. da maior participação das mulheres no mercado de trabalho. as taxas apresentadas referemse à população total. a taxa de fecundidade total é o produto da amplitude do intervalo (quinquenal) e a soma destas intensidades dentro do período reprodutivo.

0 3. . A partir de 2006. sendo que os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo apresentam as mais baixas taxas. Por outro lado.Taxa de crescimento da população 26 . Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica. A maioria das Unidades da Federação destas regiões apresenta taxas acima de 2. Diretoria de Pesquisas. valores insuficientes para assegurar a reposição populacional.Rendimento médio mensal 32 .0 filhos por mulher.0 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Urbana Rural Fonte: IBGE.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Oferta de serviços básicos de saúde 35 . por situação do domicílio Brasil .54 e 1.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .57. Ao desagregar a informação por situação do domicílio. Entre as regiões.5 2. embora as diferenças venham se reduzindo nos últimos anos.Rendimento familiar per capita 27 . a fecundidade no Brasil passou a apresentar valores abaixo do nível de reposição da população (2.0 filhos por mulher).Escolaridade Gráfico 56 .0 filhos por mulher.Taxa de fecundidade total. Nota: Não houve pesquisa em 1994 e 2000.1992/2008 4. Indicadores Relacionados 21 .0 2.5 1. respectivamente. nas demais regiões as taxas são inferiores a 2.População conjunto com o aumento na expectativa de vida colaboram para o processo de envelhecimento da população brasileira.0 1.5 4. 1. que entraram no processo de transição demográfica mais tardiamente. Coordenação de População e Indicadores Sociais.63). As taxas são mais elevadas (acima da média brasileira) nas Regiões Norte e Nordeste. a Sudeste possui a mais baixa taxa de fecundidade do País (1.Taxa de alfabetização 36 .5 3. nota-se que as taxas são mais elevadas na zona rural em todos os anos do período analisado.

77 1995 2.25 2003 2.26 3.Taxa de fecundidade total.01 3._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .06 1.18 3.02 2006 1.76 1998 2.86 2.1992-2008 Taxa de fecundidade total.31 Rural 4.75 2.48 2.11 3. .43 2.02 1993 2.99 1. Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica.72 1996 2.58 2.18 3.42 2002 2.30 3.33 2.Brasil 2010 Dimensão social .14 2.74 2008 1.40 Fonte: IBGE.26 2.38 2.51 1999 2.96 3.93 3.54 2.52 2.34 3.29 3.86 2007 1.13 1. por situação do domicílio Ano Total 1992 2.22 3.60 Urbana 2.89 1.95 1.36 1997 2.33 2.14 2005 2.19 3.03 2004 2.06 2000 2. Diretoria de Pesquisas.81 2.População Tabela 63 .49 2001 2. por situação do domicílio Brasil . Coordenação de População e Indicadores Sociais.

89 2.44 1. por situação do domicílio.14 1.40 2.56 1.84 1.00 1.51 2.99 1.49 2.36 2.73 2.85 1.68 1.Indicadores de desenvolvimento sustentável .57 2.88 1.91 2.82 2. Coordenação de População e Indicadores Sociais.13 1.80 Fonte: IBGE.39 1.45 3.48 2.16 2.80 1.67 2.42 2.População Tabela 64 .56 2.66 2.63 2.28 1.98 1. por situação do domicílio Total 1.29 2.53 2.25 2.81 1. Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Taxa de fecundidade total.57 1.41 Rural 2.12 2.23 1.03 3.23 3.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .69 2.Taxa de fecundidade total. Diretoria de Pesquisas.95 1.86 1.47 2.92 2.54 1.72 1.32 2.07 2.92 2.20 2.54 1.65 2.63 1.70 2.91 2.52 4.75 2.46 3.15 2.88 1. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .86 1.73 1.91 2.33 2.56 2.65 2.13 1.48 2.69 2.42 1.89 3.61 1.33 2.78 1.32 2.73 2. .68 1.99 1.79 4.19 2.69 1.89 2.69 1.37 1.00 2.21 2.19 2.77 Urbana 1.01 2.49 1.85 3.84 1.52 1.15 2.61 2.40 3.

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica. .População Mapa 25 . Coordenação de População e Indicadores Sociais.Taxa de fecundidade . Diretoria de Pesquisas.Brasil 2010 Dimensão social .2008 Fonte: IBGE.

no sentido de ela ser capaz de reconhecer o direito de existência de culturas diferenciadas. Este é o princípio que norteia a demarcação das suas terras. de 170 línguas. como Darcy Ribeiro e historiadores. segundo antropólogos. como coletividades específicas diferenciadas. . além de base de sustento. distribuídos em cerca de 220 povos e falantes. expressa em percentual. a defesa das terras indígenas contribui para a preservação da biodiversidade e do conhecimento que os povos indígenas detêm ao seu respeito. em 1500. restam pouco mais de 700 000 indivíduos remanescentes destes grupos. reduzindo significativamente o contingente populacional original. Comentários A população indígena considerada refere-se às pessoas que se autodeclararam indígenas. Segundo a visão de mundo dos povos indígenas. viviam no território. o número e a área dos parques e terras indígenas homologados e registrados. e os dados de parques e terras indígenas são provenientes da Fundação Nacional do Índio .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . a razão. oriundas de trabalhos no projeto Cadastro de Unidades de Conservação eTerras Indígenas e do Censo Demográfico. Justificativa Estima-se que na chegada dos portugueses. o lugar territorial onde jazem os ancestrais. O acesso à terra para os índios representa. e que falavam mais de 1000 idiomas. mais de 5 milhões de pessoas. denominados indígenas pelos europeus.FUNAI. a terra se constitui. onde se reproduz a cultura.Indicadores de desenvolvimento sustentável . pertencendo a diversos grupos. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. com valores. A preservação deste grupo como povo com identidade cultural e condições de reprodução física e social é um importante indicador do amadurecimento da sociedade brasileira. Descrição Os dados utilizados são a população indígena residente. tradições e costumes próprios. aproximadamente. Ao longo de 500 anos ocorreram grandes conflitos envolvendo os povos indígenas e o restante da população brasileira. as áreas das Unidades da Federação. assim. o número e a área de parques e terras indígenas homologados e registrados no Brasil. Quinhentos anos depois. O indicador é constituído pela população indígena residente. uma condição de base que permite sua existência e reprodução enquanto povos. sendo contabilizadas a partir do Censo Demográfico 1991. a identidade e a organização social própria. que hoje é o Brasil.População 23 População e terras indígenas Este indicador expressa o tamanho da população indígena e a quantidade de parques e terras indígenas com processo de reconhecimento oficial finalizado. Além das justificativas relativas aos direitos humanos. ou seja. Os índios são os primeiros e naturais senhores da terra. entre a área dos parques e terras homologados e registrados. e a área total das respectivas Unidades da Federação.

correspondendo a 12% do território brasileiro. Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. entre eles podem ser mencionados: Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas. segundo seus usos. A demarcação das terras indígenas deverá ocorrer sempre que uma comunidade indígena possuir direitos sobre uma determinada área. a terra é “declarada de ocupação tradicional do grupo indígena a que se refere” de acordo com a FUNAI.0 milhões de hectares. que concentra a maior quantidade de índios.CRI. onde a terra está situada e o registro na Secretaria de Patrimônio da União . nos moldes previstos na Constituição Federal (Parágrafo 1º do artigo 231). Pacto Internacional de Direitos Econômicos. Convenção para a Eliminação da Discriminação Racial. São cerca de 140 que se encontram em estudo pela FUNAI. perfazendo uma superfície de 3. foram homologadas ou registradas. a tarefa de identificá-la. Observa-se que existe uma relação entre os maiores contingentes populacionais e a área e extensão das terras. as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias à sua reprodução física e cultural. a exemplo da Região Norte.775/96. de um conjunto de 428 terras indígenas com reconhecimento legal. cujo resumo é publicado no Diário Oficial da União e no diário oficial da Unidade da Federação de localização da área. no ano de 2008. através da FUNAI. . Sociais e Culturais. Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos. considerando apenas as terras delimitadas e declaradas. O conceito de terras tradicionalmente ocupadas pelos índios é definido pela Constituição Federal (Parágrafo 1º do artigo 231) como as terras “por eles habitadas em caráter permanente. 22 estão delimitadas e 46 foram declaradas. Vale ressaltar que existe ainda um conjunto de terras indígenas em processo de reconhecimento e demarcação. O início do processo ocorre através da identificação de um grupo indígena e delimitação da área ocupada. através de portaria declaratória publicada no Diário Oficial da União. tendo em vista que entre 1992 e 2008 um total de 256 terras. se integrar ao universo de terras com reconhecimento oficial finalizado. Com base nestes estudos. tro da Justiça. O processo de regularização das terras indígenas está definido na Lei nº 6. cabendo ao Estado.SPU do Ministério da Fazenda. A confirmação dos limites demarcados corresponde à homologação.Brasil 2010 Dimensão social .001/73 (Estatuto do Índio) e no Decreto nº 1. ou seja.População abrangendo tanto aquelas que residem nos parques e terras indígenas quanto as que vivem em outras áreas urbana e rural do Brasil._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . as utilizadas para suas atividades produtivas. A regularização das terras indígenas no Brasil tem avançado no período analisado. Diversos instrumentos internacionais tratam sobre assuntos indígenas. A demarcação física ocorre após a Declaração. As últimas fases deste processo administrativo de regularização são: o registro no Cartório de Registro de Imóveis . com cerca de 60 milhões de hectares. por ato do Minis. costumes e tradições”Elas constituem Patrimônio da União e são inalienáveis e indisponíveis. nos próximos anos. publicado no Diário Oficial da União. delimitá-la e realizar a demarcação física dos seus limites. que deverão. que se dá através de um decreto expedido pelo Presidente da República.5 a 4. Segundo a FUNAI. Convenção 169 . os povos indígenas dispunham. Um grupo de técnicos realiza estudos em campo e em instituições com o objetivo de elaborar um relatório. assim como a maior extensão de terras registrada e homologada. foram homologadas ou registradas.

0 90. Nota: O aumento da população indígena entre os Censos 1991 e 2000 não ocorreu exclusivamente por crescimento vegetativo ou migração. se consideraram indígenas. Indicadores relacionados 06 .Áreas protegidas 21 .0 100. Censo Demográfico 1991/2000.0 Fonte: Fundação Nacional do Índio.1992 .2008 440 420 400 380 360 340 70. Além destes.0 60. da Organização Internacional doTrabalho .0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2006 2007 2008 Número Área (milhões de hectares) 30.População indígena residente Brasil .0 220 200 180 160 20. outros fatores relacionados a maior conscientização étnica e organização dos grupos indígenas provavelmente contribuíram para o aumento do número de indivíduos que. dos quais o Brasil é signatário.0 Número 320 300 280 260 240 40.População sobre Povos Indígenas eTribais. por autodeclaração. Área (milhões de hectares) 80. Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança e a Convenção da Diversidade Biológica.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .0 .0 50. Nota: Os valores são cumulativos. 1991 20 0 0 Gráfico 58 .1991/2000 800 000 700 000 600 000 500 000 400 000 300 000 200 000 100 000 0 Fonte: IBGE.Número e área dos parques e terras indígenas homologados e registrados .Terras em uso agrossilvipastoril 16 . os tratados gerais sobre direitos humanos também se aplicam aos povos indígenas.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil .OIT.Taxa de crescimento da população Gráfico 57 .

Os números e as áreas dos parques e terras indígenas estão em constante revisão. se consideraram indígenas.Brasil 1991/2000 Ano 1991 2000 Fonte: IBGE. 2. (1) Dado retificado. Os valores são cumulativos. 172 186 189 196 233 253 301 301 309 319 405 424 428 Área (1 000 ha) 39 854 46 453 46 474 46 624 53 357 60 773 86 946 86 946 87 177 87 730 89 950 93 844 98 963 . Censo Demográfico 1991/2000. porque o processo administrativo de sua demarcação passa por diferentes fases.Brasil 2010 Dimensão social .1992/2008 Parques e terras indígenas homologados e registrados Ano Número 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2006 2007 2008 Fonte: Fundação Nacional do Índio.Número e área de parques e terras indígenas homologados e registrados Brasil .População Tabela 65 . outros fatores relacionados a maior conscientização étnica e organização dos grupos indígenas provavelmente contribuíram para o aumento do número de indivíduos que.População indígena residente . por autodeclaração. População indígena residente 294 131 (1) 734 127 Nota: O aumento da população indígena entre os Censos de 1991 e 2000 não ocorreu exclusivamente por crescimento vegetativo ou migração. Tabela 66 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Notas: 1.

31 8. Notas: 1. Fundação Nacional do Índio.Participação dos parques e terras indígenas homologados e registrados.36 0. Censo Demográfico 2000.10 0. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .62 21.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .51 25.74 0.55 1.Indicadores de desenvolvimento sustentável .61 19.38 5.06 0.74 13.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Área total da Unidade da Federação (ha ) 851 487 660 385 332 723 23 757 617 15 258 139 157 074 568 22 429 898 124 768 952 14 281 459 27 762 091 155 425 700 33 198 329 25 152 919 14 882 560 5 279 679 5 643 984 9 831 162 2 776 766 2 191 035 56 469 267 92 451 129 58 652 829 4 607 752 4 369 605 24 820 943 57 640 957 19 931 485 9 534 618 28 174 854 160 637 151 35 712 496 90 335 791 34 008 670 580 194 Parques e terras indígenas homologados e registrados Área total (ha) Participação na Unidade da Federação (%) 11.19 0.31 8.17 0.11 0.42 0.15 0.06 0.92 1.01 - População indígena residente (1) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 98 963 293 83 816 353 4 846 710 2 061 013 39 466 812 9 781 958 24 098 838 1 186 586 2 374 436 2 152 054 1 905 747 3 612 26 271 116 909 9 892 4 317 85 306 90 765 66 958 7 617 2 420 13 770 185 499 83 586 37 969 63 944 12 718 622 622 417 12 093 742 2 463 - 734 127 213 443 10 683 8 009 113 391 28 128 37 681 4 972 10 581 170 389 27 571 2 664 12 198 3 168 10 088 34 669 9 074 6 717 64 240 161 189 48 720 12 746 35 934 63 789 84 747 31 488 14 542 38 718 104 360 53 900 29 196 14 110 7 154 Fontes: IBGE.40 13.75 20.23 7.47 1.32 0.39 0. Os dados de parques e terras indígenas referem-se a 2008.População Tabela 67 .40 0. .13 43. Os dados de população indígena referem-se a 2000. no total das áreas das unidades territoriais e população indígena residente. 2.02 0.20 0.

Censo Demográfico 2000.População indígena._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Diretoria de Assuntos Fundiários. Fundação Nacional do Índio.Brasil 2010 Dimensão social .2000/2008 Fontes: IBGE. parques e terras indígenas homologados e registrados.População Mapa 26 . .

IBGE.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais.Parques e terras indígenas .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .2008 Fontes: Fundação Nacional do Índio.População Mapa 27 . Diretoria de Geociências. .

mas também como se dá a repartição das riquezas pela população e se este crescimento se traduz em melhoria da qualidade de vida e contribui para o bem-estar comum.Trabalho e rendimento Trabalho e rendimento 24 Índice de Gini da distribuição do rendimento Expressa o grau de concentração na distribuição do rendimento da população. Comentários O grau de desigualdade na distribuição da renda tende a redução no período observado. O índice de Gini é um dos indicadores mais utilizados com a finalidade de avaliar o grau da distribuição de rendimentos. embora acompanhada de inflação. que conduziram a elevação das remunerações._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Justificativa É importante avaliar não somente o crescimento econômico de um país. para saber se uma sociedade é equitativa nesse sentido.PNAD. por exemplo. embora ainda seja considerado elevado (0. o PIB per capita aumentou 11.558) e menor nas Regiões Norte e Sul (0.531 em 2008). relativas à população de 10 anos ou mais de idade e seus rendimentos mensais de todas as fontes. sendo de 0. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. Este aumento está associado à recuperação econômica.498) no ano de . um dos principais desafios do desenvolvimento sustentável.1%.5 é considerado um valor representativo de fortes desigualdades.PIB. situação de perfeita igualdade a 1 (um). apesar do crescimento do PIB. Um índice em torno de 0. Entre 1992 e 1993. embora as variações econômicas afetem o ritmo de declínio. As diferenças regionais também são evidentes neste indicador. O combate à desigualdade é fundamental para assegurar a redução da pobreza. inferior ao incremento médio anual do PIB per capita. maior no Centro-Oeste (0.97% ao ano em média. situação de desigualdade máxima. Entre 1996 e 2006. que ocorreram mais intensamente nas faixas salariais mais altas. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . o índice de Gini cresceu 4.9%. Descrição O índice de Gini é expresso por um valor que varia de 0 (zero). Observa-se que entre 1995 e 2008 a queda tem ocorrido em ritmo lento. é muito difícil que o índice atinja estes valores extremos. A partir de 1995.2% . Em situações concretas. e uma política salarial mais favorável. o decréscimo do índice de Gini pode ser explicado pela estabilização econômica e pela queda da inflação. enquanto o índice de Gini reduziu em apenas 7. medido pelo Produto Interno Bruto .Brasil 2010 Dimensão social .

0.484.0 0. e a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. Exclusive população rural de Rondônia. respectivamente). constituindo-se numa nova série.7 0. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. 42.5 0.579. . Indicadores relacionados 25 – Taxa de desocupação 26 – Rendimento familiar per capita 27 – Rendimento médio mensal 34 – Taxa de escolarização 35 – Taxa de alfabetização 36 – Escolaridade 38 – Coeficiente de mortalidade por homicídios 40 – Produto Interno Bruto per capita Gráfico 59 .4 0. Amazonas. com rendimento Brasil . que estão entre os estados com os maiores índices de Gini do País e com proporções elevadas de famílias com rendimento mensal familiar per capita inferior a ½ salário mínimo (44. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003. Acre. 2. sendo que o Distrito Federal e Piauí foram as Unidades da Federação com os maiores valores (0.Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 0. Os estados com as menores desigualdades em 2008 foram o Amapá.Índice de Gini da distribuição do rendimento mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade. os dois encontram-se juntos. Paraíba e Alagoas. como no Piauí.442.2% e 47.618 e 0.6%.475 e 0. indicando as maiores desigualdades na distribuição dos rendimentos no País. Notas: 1.8 0.Trabalho e rendimento 2008. Santa Catarina e Rondônia (0.3 0. respectivamente). Roraima.6 0.1992/2008 1.9 0. A desigualdade na distribuição de renda e a pobreza estão entre os problemas mais graves do País.1%.1 0 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: IBGE.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Em alguns caso. respectivamente). Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.

603 0.539 0.533 0.566 0.590 0.1992/2008 Ano 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 Índice de Gini 0. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. com rendimento._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .442 0.618 Fonte: IBGE.544 Nordeste Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 0.552 0.506 0. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e.522 0.493 0.530 0.501 0.543 0.507 0. Nota: Exclusive as informações das pessoas sem declaração de rendimento. Notas: 1.495 0. Amazonas.584 0. Não houve pesquisa em 1994 e em 2000.575 0.531 0.520 0.570 0. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.538 0.507 0.475 0. Roraima.576 0. com rendimento.573 0.498 0. Brasil .531 Fonte: IBGE.522 0.540 0. Exclusive população rural de Rondônia.511 0.507 0.498 0.534 0.543 0.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Índice de Gini Grandes Regiões e Unidades da Federação Índice de Gini Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas 0.Índice de Gini da distribuição do rendimento mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade.579 0.548 0. constituindo-se numa nova série. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.572 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Ano Índice de Gini 0.525 0.Trabalho e rendimento Tabela 68 .484 0.588 0.Brasil 2010 Dimensão social . Acre.539 0.535 0.512 0.489 0.559 0. . 2. Tabela 69 .567 0. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação .Índice de Gini da distribuição do rendimento mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade.592 0.

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Índice de Gini da distribuição do rendimento mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade.2008 Fonte: IBGE. .Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .Trabalho e rendimento Mapa 28 . com rendimento .

gov. a série histórica aqui apresentada refere-se apenas ao período 2003-2009.pdf.Trabalho e rendimento 25 Taxa de desocupação Expressa a proporção da população de 10 anos ou mais de idade que não estava trabalhando. O detalhamento da metodologia da PME está disponível na Internet.Brasil 2010 Dimensão social . impedindo a satisfação pessoal e o bem-estar.Rendimento médio mensal .gov._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . e estão disponíveis para as Regiões Metropolitanas de Recife. a PME passou por um processo de revisão metodológica objetivando atualizar sua cobertura temática e se adequar às recomendações internacionais mais recentes. São Paulo e Porto Alegre. Indicadores relacionados 24 . Em virtude dessas alterações. no endereço: http://www. Ele resulta em perda de recursos humanos. também na Internet.ibge. e é um fator preponderante na determinação dos níveis de pobreza. Salvador.ibge.br. A série histórica anterior a 2003 encontra-se disponível no Sistema IBGE de Recuperação Automática . A taxa de desocupação é um dos indicadores de análise sobre o mercado de trabalho e reflete a incapacidade do sistema econômico em prover ocupação produtiva a todos que a desejam. É pertinente utilizá-la como indicador de sustentabilidade. oriundas da Pesquisa Mensal de Emprego .SIDRA. Belo Horizonte. Descrição A taxa de desocupação é a percentagem das pessoas desocupadas na semana de referência em relação às pessoas economicamente ativas nessa semana. Rio de Janeiro. instrumentos de coleta e expansão da amostra e adequação de conceitos às recomendações da Organização Internacional do Trabalho OIT. ao limite inferior da população em idade ativa. Comentários A partir de outubro de 2001.Índice de Gini da distribuição de rendimento 26 . Justificativa O desemprego é um dos principais problemas que afetam tanto os países desenvolvidos quanto os países em desenvolvimento.sidra. As principais alterações metodológicas referem-se à abrangência geográfica. mas procurou trabalho no período de referência.br/home/estatistica/ indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/srmpme_2ed.PME. no endereço: http://www.Rendimento familiar per capita 27 . na medida em que o estudo de sua variação ao longo do tempo possibilita o acompanhamento de tendências e das variações do nível de ocupação e subsidia a formulação de estratégias e políticas de geração de emprego e renda. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE.

3 11.Trabalho e rendimento 30 .0 12. .2009 16.0 2.Taxa de escolarização 35 .Taxa média de desocupação na semana de referência.Escolaridade 37 .Indicadores de desenvolvimento sustentável .5 9.Prevalência de desnutrição total 34 .9 3. Tabela 70 . Nota: Média das taxas observadas nas regiões metropolitanas. São Paulo e Porto Alegre .2003-2009 Ano 2003 2004 2005 2006 Taxa média de desocupação (%) 12.Produto Interno Bruto per capita Gráfico 60 .2003 .0 4.5 Fonte: IBGE. Rio de Janeiro. Salvador.0 2007 2008 2009 Ano Taxa média de desocupação (%) 9. das Regiões Metropolitanas de Recife.Coeficiente de mortalidade por homicídios 40 . Pesquisa Mensal de Emprego 2003-2009.0 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 % Fonte: IBGE.3 7.Adequação de moradia 38 .Taxa de alfabetização 36 . Rio de Janeiro. São Paulo e Porto Alegre . Belo Horizonte.0 14. Pesquisa Mensal de Emprego 2003-2009. no mês de setembro.8 10.Taxa média anual de desocupação das Regiões Metropolitanas de Recife. Belo Horizonte.0 0.0 10.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .0 6. Salvador. Nota: Média das taxas observadas nas regiões metropolitanas.0 8.

2009 Taxa de desocupação na semana de referência.4 7.5 9.5 9.9 6.4 5.4 6.1 11._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 6.2 11.Taxa de desocupação na semana de referência.1 6.3 Fonte: IBGE.2 11.5 12.4 Outubro 7.0 5.5 5.2 8.6 10. das pessoas de 10 anos ou mais de idade.8 6.3 9.5 10.6 12.9 10.4 10.8 10.1 5.6 5. Pesquisa Mensal de Emprego 2009.1 10. das pessoas de 10 anos ou mais de idade (%) Meses da pesquisa Regiões Metropolitanas Total (1) Recife 8.7 10.Trabalho e rendimento Tabela 71 .2 6.8 10.7 5.6 Salvador 11.5 10.1 5.6 8.Brasil 2010 Dimensão social .2 Maio 8.9 10.9 6.5 6.5 4.6 São Paulo 9. Nota: Período de referência de 30 dias para procura de trabalho.5 11.3 8.2 Belo Horizonte 6.5 8.7 5.5 8.1 5.4 Porto Alegre 5.9 11.4 Rio de Janeiro 6.6 Janeiro Fevereiro 8.8 8.0 6.0 Março 9.1 5.0 10.9 5.6 Julho 8.4 9.9 6.2 6.7 6.4 6. .1 Novembro 7.1 5.1 Junho 8.9 5.4 6. (1) Média das taxas observadas nas regiões metropolitanas.6 6. segundo os meses da pesquisa .4 10.0 6.8 Agosto 8.6 9.4 11.4 Abril 8.1 10.4 Setembro 7.0 10.1 6.3 Dezembro 6. por regiões metropolitanas.8 6.4 7.

somente 5. respectivamente).5% e 32.8%.PNAD. em 2008. em termos de apropriação de salários mínimos (s. a quantificação da população cuja renda se situa abaixo de um determinado patamar.5% ganhavam mais de 5 salários mínimos. Nas Regiões Norte e Nordeste.6%. A proporção de famílias com rendimento familiar per capita de até ½ salário mínimo apresentou uma queda nos últimos anos.4% das famílias residentes em domicílios particulares recebiam um rendimento mensal familiar per capita de mais de ½ a 1 salário mínimo em 2008.Trabalho e rendimento 26 Rendimento familiar per capita O indicador apresenta a distribuição percentual de famílias por classes de rendimento médio mensal per capita. unidade de reprodução. Descrição As variáveis utilizadas são o número total de famílias residentes em domicílios particulares e o rendimento mensal familiar per capita discriminado por classes de rendimento em salário mínimo. agregação e socialização. na medida em que a erradicação da pobreza e a redução das desigualdades são objetivos nacional e universal. considerou-se a soma dos rendimentos mensais de todas as fontes dos componentes da família. enquanto as regiões do Centro-sul do País possuíam menores proporções. exclusive os das pessoas cuja condição na família fosse pensionista. Justificativa Nas análises acerca dos rendimentos da sociedade.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . respectivamente. para 22. também. estas diferenças chamam mais a atenção: apenas 2. Enquanto 26.4%.m). As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. empregado doméstico ou parente do empregado doméstico. No cálculo do rendimento mensal familiar per capita. daquelas com rendimento de mais de ½ a 1 salário mínimo. Portanto. é importante levar em conta a família.6% de famílias com rendimento acima de 5 salários mínimos. O indicador é a proporção de famílias por classes de rendimento médio mensal per capita. dividido pelo número de componentes da família. é um aspecto essencial para o desenvolvimento sustentável. da desigualdade e das diferenças regionais. Entre as Unidades da Federação. em 2004.Indicadores de desenvolvimento sustentável . passando de 31. Alagoas e Maranhão possuíam as maiores proporções . oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . é.4% e 2. A distribuição do número de famílias segundo as classes de rendimento familiar per capita é um indicador importante para subsidiar políticas voltadas à redução da pobreza. As Regiões Nordeste e Norte apresentavam em 2008 os maiores percentuais (41. e 29.6%.5% e 29. pois além de ser considerada unidade de produção e consumo. Comentários A desigualdade na distribuição da renda também pode ser visualizada neste indicador.

Amazonas.0 0.0 20.0 % 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: IBGE.Taxa de mortalidade infantil 30 .Esperança de vida ao nascer 29 .Prevalência de desnutrição total 33 . o maior número de famílias com rendimento inferior a ½ salário mínimo encontra-se na Bahia. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. Notas: 1. Não houve pesquisa nos anos 1994 e 2000.Índice de Gini da distribuição de rendimento 25 .Taxa de fecundidade 24 .0 10._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .6%) e Rio de Janeiro (13. vem São Paulo e Minas Gerais.Taxa de desocupação 27 . em termos absolutos. respectivamente).Taxa de crescimento da população 22 . quando mais de 50% de suas famílias se encontravam nesta faixa de rendimentos.6% e 45. São Paulo (10.0 40.Brasil 2010 Dimensão social .Taxa de alfabetização 36 . Em seguida.Acesso a serviços de telefonia 55 . Acre. .Brasil . Deflacionado pelo INPC com base em setembro de cada ano da pesquisa. Exclusive o rendimento das pessoas cuja condição na família era pensionista. Vale ressaltar que.Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 . a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. As menores proporções couberam a Santa Catarina (9.Acesso a esgotamento sanitário 21 .Escolaridade 37 .Consumo mineral per capita 54 .Rendimento médio mensal 28 .4%).Acesso à Internet Gráfico 61 . Indicadores relacionados 18 . Pará e Amapá entre os anos de 2003 e.Acesso a sistema de abastecimento de água 20 . empregado doméstico ou parente do empregado doméstico.Trabalho e rendimento (47.1992/2008 50.Adequação de moradia 38 . embora menores do que em 2006. Exclusive população rural de Rondônia.Proporção de famílias residentes em familiar per capita de até 1/2 salário mínimo .Consumo de energia per capita 45 .8%. 3. 2.Taxa de escolarização 35 . Roraima.Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte 40 . constituindo-se numa nova série.Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 .Intensidade energética 47 .Produto Interno Bruto per capita 44 .6%).0 30.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 34 .

Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000 (1) Exclusive o rendimento das pessoas cuja condição na família era pensionista.3 7.2 32.3 18.9 2003 100.6 22.3 2.2 2005 100.2 2.6 18.6 2.4 5.3 2.0 2.0 25. Acre.5 32.0 2.7 24.2 33.7 4. Amazonas.7 29.7 6.8 26.6 5.5 6.1 5.8 5.8 18. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.5 25.9 1998 100.1 5.7 1.1 14.0 5.3 2.0 5.0 2.5 27.2 24.0 Mais de 1/2 até 1 Mais de 1a2 Mais de 2a3 Mais de 3a5 Mais de 5 Sem declaração Até 1/2 1992 100.6 1993 100.6 8.7 5.5 2. Exclusive população rural de Rondônia.8 4.8 6.6 5.8 32.0 5. Roraima.4 5.2 22.9 3.8 1.1 4.9 1. (2) Deflacionado pelo INPC com base em setembro de cada ano da pesquisa.3 18.5 21.6 27.2 25.9 6.1 26.3 1997 100. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.2 2001 100.3 33.5 18.Distribuição das famílias residentes em domicílios particulares. constituindo-se numa nova série 2.4 5.0 43. por classes de rendimento mensal familiar per capita Brasil .0 1996 100.0 3.1992/2008 Distribuição das famílias residentes em domicílios particulares (%) Classes de rendimento mensal familiar per capita (salário mínimo real de setembro de 2008) (1) (2) Ano Total Sem rendimento (3) 3.7 19.1 2002 100.2 6.3 4.1 8.2 2.0 6.8 25.8 Fonte: IBGE.7 1995 100.0 2.4 5.9 31.3 6.5 26.9 42.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .8 2.8 3.0 3.1 27. Notas: 1.0 2004 100.2 2.2 4.0 3.0 3.5 26.0 2007 100.7 19.5 25.7 15.6 2006 100.9 27.0 3.7 7.6 33.9 6.7 3.7 24. empregado doméstico ou parente do empregado doméstico. . (3) Inclusive as famílias cujos componentes receberam somente em benefícios.0 3.9 8.1 4.1 2.5 2.5 33.5 5.Trabalho e rendimento Tabela 72 .Indicadores de desenvolvimento sustentável .5 2008 100.9 26.0 18.7 4.7 5.6 32.2 2.1 4.1 4.8 18.0 3. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e.0 2.0 5.7 25.5 6.0 2.3 7.8 26.0 4.0 3.4 1999 100.7 2.

9 3.Distribuição das famílias residentes em domicílios particulares.9 32. (2) Inclusive as famílias cujos componentes receberam somente em benefícios.4 1.6 3.1 3.9 13.7 28.4 2.2 6.9 30.0 6.6 14.2 11.5 4.1 32.6 13.2 2.2 4.3 12.0 1.7 26.5 2.9 1.8 2.1 30.5 2.2 1.2 1.2 29.0 7.6 3.8 2.0 14.1 41.6 26.7 9.6 0.5 10.5 15.5 6.6 4.6 35.5 31.2 41. empregado doméstico ou parente do empregado doméstico.0 1.3 28.0 14.2 1.6 3.9 3.6 31.1 1.6 1.4 30.8 4.7 24.1 16.8 25.2 1.2 5.0 39.3 20.2 1.8 0.4 42.0 30.7 1.0 29.5 7.3 3.3 24.4 2.9 2.0 2.3 7.4 4.0 3.6 1.0 34.Trabalho e rendimento Tabela 73 .6 2.9 1.4 2.1 2.7 2.5 26.9 26.9 1.3 2.6 1.7 6.0 2.9 23.7 28. (1) Exclusive o rendimento das pessoas cuja condição na família era pensionista.7 30.7 18.8 2.9 4.2 3.1 22.3 20.9 1.1 3.9 20.9 47.2 15.9 3.0 6.1 8.9 1.2 3.1 2.9 1.6 22.5 1.0 Mais de Mais de 1/2 até 1 1a2 Mais de 2a3 Mais de 3a5 Mais de 5 Sem declaração 2.7 6.2 3.5 4.2 29.9 0.1 8.2 6.4 2.4 34.4 2.5 11.4 10.4 3.8 44.1 2.6 28.0 29.1 2.8 1.8 32.7 4.2 7.7 5.7 1.1 5._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .4 29.6 27.3 10.9 2.6 4.Brasil 2010 Dimensão social .5 45.4 7.9 7.6 8.3 13.6 30.6 22.4 19.9 9.7 Fonte: IBGE.5 29.9 2.0 3.7 22.8 8.7 29.6 4.8 2.0 3.3 4.6 20.0 5.6 5.6 13.8 1.3 1.0 8.5 3.0 5.2 12.0 1.6 19.7 9.7 24.6 1. .3 4.8 15.2 6.7 0.6 4.7 26.3 27.4 3.3 2.3 8.7 6.0 1.7 7.8 41.5 4.6 40.0 2.3 1.0 14.1 4.6 6.5 2.9 6.7 27.1 19.3 19.1 11.4 19.2 13.8 26.0 Até 1/2 Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande o Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 60 934 455 4 393 637 461 954 203 423 885 928 123 490 2 149 004 171 360 398 478 16 155 045 1 777 647 950 037 2 539 801 982 582 1 152 175 2 653 469 931 229 611 851 4 556 254 26 551 223 6 454 594 1 105 134 5 474 961 13 516 534 9 344 573 3 488 425 2 040 217 3 815 931 4 489 977 779 288 965 090 1 946 385 799 214 22.4 7.8 28. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação .4 28.8 28.0 31.8 32.6 6.7 28.1 28.7 6. por classes de rendimento mensal familiar per capita .3 2.7 8.2 6.4 30.3 11.8 2.6 9.4 4.7 2.4 8. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.3 3.7 6.5 2.5 18.2 21.7 27.9 3.4 2.5 2.0 3.6 9.5 31.7 12.2 2.2 3.6 25.1 3.3 9.0 7.1 1.9 26.1 24.6 18.9 20.6 17.9 2.7 19.2008 Distribuição das famílias residentes em domicílios particulares (%) Valores relativos (%) Grandes Regiões e Unidades da Federação Classes de rendimento mensal familiar per capita (salário mínimo) (1) Valores absolutos Sem rendimento (2) 2.1 4.4 1.5 4.6 2.2 35.2 30.

Trabalho e rendimento Mapa 29 .Famílias residentes em domicílios particulares permanentes com rendimento mensal familiar per capita de até ½ salário mínimo . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . .2008 Fonte: IBGE.

na semana de referência.Brasil 2010 Dimensão social . A apropriação da renda. Os valores da série histórica foram inflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor . utiliza cinco categorias no seu sistema de classificação da cor/raça da população . capital e transferências). e também a proximidade dos resultados em relação a população que se autodeclara parda. parda. e os indicadores de rendimento podem auxiliar nesse sentido. O indicador expressa os rendimentos médios mensais. enquanto em 1992 equivalia a R$ 773. desagregados por sexo e cor ou raça da população de 10 anos ou mais de idade. proveniente de todas as fontes (rendimento de trabalho. preta. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . Justificativa A maneira como se dá a apropriação das riquezas produzidas por um país é reveladora do grau de equidade atingido. com rendimento. com o respectivo rendimento médio mensal. Descrição As variáveis utilizadas são a população de 10 anos ou mais de idade. e é essencial na formulação de políticas públicas que objetivem o desenvolvimento sustentável.00. preta e parda. expresso em Reais de setembro de 2006. contudo. amarela e indígena. por sexo e cor ou raça.00. é usual agrupar as informações relativas às pessoas pretas e pardas. Os números mostram que a população de cor preta e parda tem rendimentos 44% menores que os brancos. tais . em suas pesquisas domiciliares. assegurando às mulheres e aos pretos e pardos a condição de participar de forma plena no processo de desenvolvimento do País é um dos desafios a alcançar para melhorar a qualidade de vida. Reduzir as disparidades de oportunidades entre o homem e a mulher e entre a população de cor ou raça branca. Comentários Os pretos e pardos foram tratados conjuntamente neste indicador. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. No ano de 2008. Devido ao percentual de apenas 6% de autodeclaração de pessoas de cor preta. é importante avaliar se uma sociedade tem equidade de gênero e racial.PNAD.INPC com base em setembro de 2008. um incremento de 32%._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .branca. por meio de uma pergunta em que o informante se autodeclara em relação à sua cor. O IBGE. é bastante desigual em relação à composição por cor ou raça da população. com rendimento.Trabalho e rendimento 27 Rendimento médio mensal Reflete o nível médio do rendimento da população. Indicadores desagregados por sexo e por cor ou raça subsidiam esta avaliação. Da mesma forma. As consequências deste distanciamento são refletidas nos demais indicadores. o rendimento médio mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade alcançou R$ 1 019.

Consumo de energia per capita 45 .Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 .Taxa de desocupação 26 .Escolaridade 37 .Esperança de vida ao nascer 29 . que é inferior em dois anos de estudo para os pretos e pardos em relação aos brancos.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 34 .Adequação de moradia 38 .Prevalência de desnutrição total 33 . proporção que não se altera desde 2005.00 em Goiás. apesar de terem alcançado melhores indicadores educacionais. As desigualdades também ocorrem entre as Unidades da Federação.Acesso aos serviços de telefonia 55 .Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 .00. o mais elevado do País (R$ 2 177.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .Taxa de escolarização 35 . e a escolaridade (média de anos de estudo) das pessoas de 25 anos ou mais de idade.Intensidade energética 47 .00 em São Paulo. com diferenças absolutas desde R$ 247.00). uma vez que a média é influenciada pelo rendimento do Distrito Federal.Consumo mineral per capita 54 . A inequidade de gênero (mulheres com rendimentos inferiores aos dos homens) varia entre R$ 143.Acesso a sistema de abastecimento de água 20 .Acesso a esgotamento sanitário 21 .00 no Acre a R$ 688. Indicadores relacionados 18 .Trabalho e rendimento como: a taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade.00 no Amazonas e R$ 499. Os rendimentos mais elevados são auferidos pelos habitantes do Centro-Oeste.Taxa de alfabetização 36 . que é de 86.Taxa de mortalidade infantil 30 . Estas desigualdades relativas à apropriação da renda também são verificadas na questão de gênero. A inequidade racial (pretos e pardos com rendimentos inferiores) é maior do que a inequidade de gênero.Taxa de crescimento da população 22 .Indicadores de desenvolvimento sustentável .Acesso à Internet .Produto Interno Bruto per capita 44 .Rendimento familiar per capita 28 . As mulheres.Taxa de fecundidade 24 . ainda recebem rendimentos em média de 33% inferiores aos dos homens.Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte 40 . Nos estados da Região Nordeste os valores são inferiores a R$ 800.8% para brancos.Índice de Gini da distribuição de rendimento 25.4% para pretos e pardos e de 93.

Acre. Amazonas. . constituindo-se numa nova série. 4. Notas: 1.Rendimento médio mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade.Trabalho e rendimento Gráfico 62 . a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. 2. com rendimento. Valores inflacionados pelo INPC com base em setembro de 2008. Roraima. 2. Roraima. constituindo-se numa nova série. Acre. 3.Rendimento médio mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Inclusive o rendimento das pessoas de cor ou raça amarela. Exclusive as informações das pessoas sem declaração de rendimento. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.Brasil . 3.Brasil 2010 Dimensão social . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e. com rendimento. Exclusive população rural de Rondônia. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e. Valores inflacionados pelo INPC com base em setembro de 2008. indígena ou sem declaração.1992/2008 1 600 1 400 1 200 1 000 800 600 400 200 0 1992 1993 1995 1996 1997 Total 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 R$ Branca Preta e parda Fonte: IBGE. Amazonas. por cor ou raça Brasil . Exclusive as informações das pessoas sem declaração de rendimento. Notas: 1. Exclusive população rural de Rondônia. por sexo .1992/2008 R$ 1 400 1 200 1 000 800 600 400 200 0 1992 1993 1995 1996 1997 Total 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Homens Mulheres Fonte: IBGE. Gráfico 63 . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.

a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. Amazonas. indígena ou sem declaração. . (1) Valores inflacionados pelo INPC com base em setembro de 2008. com rendimento. com rendimento (R$) (1) Ano Total (2) 1992 773 Homens 919 Sexo Mulheres 551 Branca 974 Cor ou raça Preta e parda 494 1993 829 1 000 574 1 052 514 1995 1 066 1 274 769 1 353 662 1996 1 084 1 282 805 1 369 666 1997 1 074 1 265 802 1 367 661 1998 1 078 1 269 812 1 370 663 1999 1 009 1 180 779 1 281 631 2001 990 1 158 7 74 1 25 6 626 2002 957 1 128 749 1 222 615 2003 878 1 038 685 1 135 562 2004 876 1 048 677 1 117 586 2005 921 1 087 727 1 179 622 2006 977 1 161 77 3 1 259 664 2007 1 003 1 18 7 795 1 286 698 2008 1 019 1 204 814 1 302 726 Fonte: IBGE.Brasil . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.1992-2008 Rendimento médio mensal real das pessoas de 10 anos ou mais de idade.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e. Notas: 1. (2) Inclusive o rendimento das pessoas de cor ou raça amarela. Exclusive as informações das pessoas sem declaração de rendimento.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Rendimento médio mensal real das pessoas de 10 anos ou mais de idade. 2. Roraima. constituindo-se numa nova série. Exclusive população rural de Rondônia. por sexo e cor ou raça . Acre.Trabalho e rendimento Tabela 74 .

2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Rendimento médio mensal nominal das pessoas de 10 anos ou mais de idade. por sexo e cor ou raça.Trabalho e rendimento Tabela 75 .Rendimento médio mensal nominal das pessoas de 10 anos ou mais de idade. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação . com rendimento (R$) Total (1) 1 019 795 873 902 826 870 744 824 818 665 588 637 625 744 713 679 647 733 684 1 182 951 993 1 285 1 273 1 162 1 144 1 216 1 149 1 248 1 045 1 130 1 007 2 177 Sexo Homens 1 204 918 990 968 950 996 874 931 935 779 698 706 735 888 849 791 739 861 802 1 394 1 132 1 183 1 451 1 519 1 375 1 354 1 437 1 358 1 474 1 258 1 339 1 200 2 601 Mulheres 814 642 710 825 671 728 580 688 680 548 468 562 517 593 576 567 549 600 559 943 747 770 1 107 992 922 902 962 918 979 790 840 777 1 745 Branca 1 302 1 070 1 030 1 271 1 143 1 388 978 1 173 1 183 909 828 860 815 986 924 900 884 909 1 027 1 426 1 202 1 283 1 595 1 461 1 256 1 280 1 257 1 235 1 586 1 302 1 534 1 225 2 857 Cor ou raça Preta e parda 726 710 783 778 733 733 677 749 710 565 510 573 534 613 590 544 540 651 592 827 729 757 907 872 784 769 889 767 985 776 852 850 1 649 Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fonte: IBGE. (1) Inclusive o rendimento das pessoas de cor ou raça amarela. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008. . com rendimento. Nota: Exclusive as informações das pessoas sem declaração do rendimento.Brasil 2010 Dimensão social ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . indígena ou sem declaração.

com rendimento. por sexo e cor ou raça .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .2008 Fonte: IBGE.Trabalho e rendimento Mapa 30 . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Rendimento médio mensal nominal das pessoas de 10 anos ou mais de idade.Indicadores de desenvolvimento sustentável . .

Vale lembrar também que. no Sul era de 75. em particular no âmbito da saúde pública e na atenção às questões ambientais. A verificação de aumento na longevidade de um determinado grupo significa melhoria destas condições. . em razão da melhoria nas condições gerais de vida e de saúde da população. alcançando apenas 67. no ano considerado. Este aumento só não é maior. superior em dois ou três anos. As informações utilizadas para elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. expressando influências sociais. Persistem as desigualdades regionais. a expectativa de vida do brasileiro era de 45. chegando a 75. O Distrito Federal era a Unidade da Federação com a maior expectativa de vida ao nascer em 2008 (75. refletindo os diferentes níveis de qualidade de vida da população. Parte 1: níveis e padrões da mortalidade no Brasil à luz dos resultados do Censo Demográfico 2000.5 anos de idade. A fonte dos dados para Grandes Regiões e Unidades da Federação é o Projeto IBGE/Fundo de População das Nações Unidas . Este aumento. devido às mortes prematuras de jovens por violência. pois enquanto na Região Nordeste a expectativa de vida ao nascer era de 70. Comentários A esperança média de vida ao nascer no Brasil alcançou 73 anos de idade em 2008. Sistema Integrado de Projeções e Estimativas Populacionais e Indicadores Sociodemográficos. saudável e satisfatória.6 anos). Houve um incremento de seis anos na vida média ao nascer do brasileiro entre 1992 e 2008.Saúde Saúde 28 Esperança de vida ao nascer Indica a longevidade média esperada para um recém-nascido de determinado grupo populacional em um determinado período de tempo. A esperança de vida ao nascer é um indicador que está estreitamente relacionado às condições de vida e de saúde da população.UNFPA/BRASIL (BRA/98/PO8). se estivesse sujeito a uma lei de mortalidade observada em dada população. Em países desenvolvidos ela é superior a 80 anos.0 anos.2 anos em Alagoas._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .1 anos em 2008. Justificativa Um dos objetivos universais do desenvolvimento sustentável é proporcionar às pessoas uma vida longa. conduz a um aumento na proporção de idosos do País. segundo pesquisas do IBGE. através do estudo Projeção da População do Brasil. A fonte dos dados para Brasil também é o IBGE. em conjunto com a queda da taxa de fecundidade total.5 anos em Santa Catarina. Descrição Representa o número médio de anos que um recém-nascido esperaria viver.Brasil 2010 Dimensão social . em 1940. econômicas e ambientais.

Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte 84.3 71. Tabela 76 .5 73.7 71.Rendimento médio mensal 29 .0 Fonte: IBGE.0 Anos Gráfico 64 .0 71.7 68.0 68.2 69.0 72.9 69.Revisão 2008.População e Desenvolvimento.4 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Ano Esperança de vida ao nascer (anos de idade) 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 70. por método demográfico.0 76. Diretoria de Pesquisas.6 71.1992-2008 Ano Esperança de vida ao nascer (anos de idade) 67.3 67.0 60.Oferta de serviços básicos de saúde 37 . Diretoria de Pesquisas. Projeto UNFPA/BRASIL (BRA/02/P02) .0 64. Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 .Saúde Indicadores relacionados 19 .1992-2008 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: IBGE.Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 .6 70. Coordenação de População e Indicadores Sociais.1 68.Rendimento familiar per capita 27 .Indicadores de desenvolvimento sustentável . Coordenação de População e Indicadores Sociais.9 72.Adequação de moradia 38 .Acesso a esgotamento sanitário 26 .2 72.Revisão 2008.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .Esperança de vida ao nascer Brasil . das Grandes Regiões e Unidades da Federação para o período 1991-2030.Acesso a sistema de abastecimento de água 20 . Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 .5 68. Sistematização das medidas e indicadores sociodemográficos oriundos da projeção da população por sexo e idade.0 70.Esperança de vida ao nascer Brasil .Taxa de mortalidade infantil 30 .Imunização contra doenças infecciosas infantis 32 . .0 80.Prevalência de desnutrição total 31 .

9 70.6 75. Projeto UNFPA/BRASIL (BRA/02/P02) .Brasil 2010 Dimensão social .3 74.3 72.3 74._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Sistematização das medidas e indicadores sociodemográficos oriundos da projeção da população por sexo e idade.0 74.3 72.4 73.2 70.0 73.6 70.6 70.7 71.4 75.5 75.6 Fonte: IBGE.8 69.População e Desen volvimento. Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 .1 68.Esperança de vida ao nascer.2 Grandes Regiões e Unidades da Federação Nordeste Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Esperança de vida ao nascer (anos de idade) 71.0 69.4 68.4 74. das Grandes Regiões e Unidades da Federação para o período 1991-2030 .5 75.5 71.Saúde Tabela 77 .9 74.0 71.9 71.7 67.0 74.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Esperança de vida ao nascer (anos de idade) 73. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .7 71. Coordenação de População e Indicadores Sociais.0 73. Diretoria de Pesquisas.3 70. por método demográfico.Revisão 2008.3 74.

População e Desenvolvimento.2008 Fontes: IBGE.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Sistematização das medidas e indicadores sociodemográficos oriundos da projeção da população por sexo e idade. .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Projeto UNFPA/BRASIL (BRA/02/P02) . Coordenação de População e Indicadores Sociais. Diretoria de Pesquisas.Esperança de vida ao nascer . por método demográfico. das Grandes Regiões e Unidades da Federação para o período 1991-2030.Saúde Mapa 31 .

e no portal do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento http://www. Descrição Este indicador utiliza informações sobre o número de óbitos de crianças menores de um ano de idade.OMS em altas (50 por 1 000 ou mais). no endereço http://www. entre outros. ao nível de fecundidade. das empresas e da sociedade civil. médias (20-49 por 1 000) e baixas (menores que 20 por 1 000).Saúde 29 Taxa de mortalidade infantil Indica o risco de morte infantil através da frequência de óbitos de menores de um ano de idade na população de nascidos vivos. relativos ao mesmo período. com suas estatísticas vitais de nascimentos e óbitos.developmentgoals.br.Brasil 2010 Dimensão social . A fonte natural destas informações seria o Registro Civil.6 óbitos por 1 000 nascidos vivos em 2015 (em 1990 era 47‰). e o conjunto de nascidos vivos. A mortalidade infantil é formada pela razão entre as duas informações. Está estreitamente relacionada ao rendimento familiar. como a atenção ao pré-natal e ao parto. A redução da mortalidade infantil é um dos importantes e universais objetivos do desenvolvimento sustentável.pnud.com. a cobertura vacinal contra doenças infecciosas infantis. a implantação da Terapia de Reidratação Oral . utilizando-se correntemente a base de 1 000 nascidos vivos para expressá-lo. Pode também contribuir para uma avaliação da disponibilidade e do acesso aos serviços e recursos relacionados à saúde. Em relação à mortalidade de crianças menores de 1 ano de idade. . O cumprimento desta meta constitui uma responsabilidade de todos. Comentários As taxas de mortalidade infantil são classificadas pela Organização Mundial de Saúde . adotada por unanimidade pelos países membros da ONU em 2000. Justificativa A taxa de mortalidade infantil é um indicador importante das condições ambientais e socioeconômicas de uma população. contudo. A Assembleia Geral das Nações Unidas estabeleceu as Metas do Milênio para implementar a Declaração do Milênio. Para a mortalidade de crianças menores de 5 anos de idade os países se comprometeram em reduzir suas taxas em 2/3 até 2015. um esforço de governos em seus diversos níveis. à nutrição e ao saneamento ambiental. uma redução de 2/3 significaria atingir 15._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . em um determinado ano civil.TRO. a disponibilidade de saneamento básico. à escolaridade das mães. sobretudo de saúde.org. adotando 1990 como ano de referência. em função do sub-registro destes eventos. Maiores informações sobre as Metas do Milênio poderão ser obtidas no portal do Banco Mundial. pode-se utilizar informações provenientes dos Censos Demográficos e pesquisas por amostragem. Altas taxas de mortalidade infantil em geral estão relacionadas a baixos níveis de condições de vida.

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O Brasil vem experimentando um declínio acelerado nas taxas de mortalidade infantil, passando de 47 ,0‰ para 23,3‰ entre 1990 e 2008, correspondendo a uma queda de 50,0% neste período, que ocorreu principalmente devido à melhoria geral das condições de vida da população. Porém, ainda não pode ser considerada uma taxa baixa, segundo os padrões da OMS, sendo maior, inclusive, que outros países da América do Sul, como Colômbia (17,4‰), Argentina (11,4‰), Uruguai (11,3‰) e Chile (7,7‰). Cabe lembrar ainda que as taxas de países desenvolvidos são geralmente inferiores a 10‰, tais como: Canadá (5,0‰); Suíça (4,2‰); França (3,3‰); Japão (2, 8‰); entre outros. A melhoria do nível educacional feminino, a ampliação da vacinação contra doenças infecciosas infantis e do acesso à moradia adequada, principalmente ao saneamento básico adequado e o incentivo ao aleitamento materno são alguns dos fatores que contribuíram para a redução dos óbitos de menores de 1 ano de idade. Cada ano a mais na escolaridade média das mulheres reduz em 15% a taxa de mortalidade infantil, segundo o IBGE. A taxa de alfabetização de mulheres de 15 anos ou mais de idade chegou a 90,2% em 2008, um aumento de 8% em relação a 1992. As mulheres com 25 anos ou mais de idade tinham em média 4,9 anos de estudo em 1992, tendo atingido 7,1 anos em 2008. A imunização contra doenças infecciosas infantis atingiu 100% para algumas vacinas (BCG, Poliomielite e Tríplice Viral) e 98% para Tetravalente. Em 2008 a proporção de moradias adequadas alcançou 57%, enquanto em 1992 era de 36,8%. Ocorreu uma melhora geral do acesso aos serviços de saneamento básico, demonstrado através dos indicadores de saneamento apresentados na dimensão ambiental. Os domicílios com esgotamento sanitário adequado (rede geral ou fossa séptica) representavam 56,7% do total dos domicílios particulares permanentes em 1992, passando a 73,2% em 2008. A redução da mortalidade infantil também contribui, entre outros fatores, para o aumento da esperança de vida ao nascer, que passou de 67,3 anos; em 1992, para 73 anos, em 2008. Os contrastes regionais e interestaduais permanecem. No que se refere a este indicador, podemos afirmar que temos dois Brasis: um representado pelas Regiões Nordeste e Norte, que em 2008 apresentavam taxas mais elevadas do que a média nacional, 34,4‰ e 24,2‰, respectivamente; um outro Brasil, que abrange as Regiões do Centro-sul do País, com baixas taxas, inferiores a 20‰, embora ainda com necessidade de redução. O Rio Grande do Sul apresentou a menor taxa do País (13,1‰) e a maior taxa coube a Alagoas (48,2‰), apesar do decréscimo relativo a 2005 (53,7‰). Em 2008, pela primeira vez o Brasil não possuía nenhuma Unidade da Federação com altas taxas, segundo os padrões recomendados pela OMS. Em geral, os estados com as maiores taxas de mortalidade infantil apresentam as menores expectativas de vida ao nascer (Alagoas, Maranhão e Pernambuco, por exemplo), os menores percentuais de moradias adequadas (Alagoas, Rio Grande do Norte e Maranhão), taxas de alfabetização das mulheres mais baixas (Alagoas, Paraíba e Piauí), as maiores proporções de rendimento familiar per capta inferior a ½ salário mínimo (Alagoas, Maranhão e Paraíba) e, em alguns casos, taxas de fecundidade mais elevadas (Paraíba, Maranhão e Alagoas).

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Indicadores relacionados
11 - Qualidade de águas interiores 18 - Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 - Acesso a sistema de abastecimento de água 20 - Acesso a esgotamento sanitário 26 - Rendimento familiar per capita 27 - Rendimento médio mensal 28 - Esperança de vida ao nascer 30 - Prevalência de desnutrição total 31 - Imunização contra doenças infecciosas infantis 32 - Oferta de serviços básicos de saúde 33 - Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 34 - Taxa de escolarização 35 - Taxa de alfabetização 36 - Escolaridade 37 - Adequação de moradia

%o 50,0 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0

Grafico 65 - Taxa de mortalidade infantil Brasil - 1990-2008

1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 - Revisão 2008.

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Tabela 78 - Taxa de mortalidade infantil Brasil - 1990-2008

Ano 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999

Taxa de mortalidade infantil (por 1 000 nascidos vivos) 47,0 45,1 43,3 41,4 39,5 37,9 36,4 34,8 33,2 31,7

Ano

Taxa de mortalidade infantil (por 1 000 nascidos vivos)

2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

30,1 29,2 28,4 27,5 26,6 25,8 25,0 24,1 23,3

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 - Revisão 2008.

Tabela 79 - Taxa de mortalidade infantil, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2008

Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas

Taxa de mortalidade infantil (por 1 000 nascidos vivos)

Grandes Regiões e Unidades da Federação Nordeste Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal

Taxa de mortalidade infantil (por 1 000 nascidos vivos)

23,3 24,2 23,0 29,8 25,1 18,6 23,7 23,2 26,4 34,4 37,9 27,2 28,6 33,5 36,5 37,1 48,2

32,6 32,4 17,1 19,7 18,3 18,9 15,0 15,6 17,9 15,5 13,1 18,3 17,4 19,8 18,9 16,3

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 - Revisão 2008; Projeto UNFPA/BRASIL (BRA/02/P02) - População e Desenvolvimento, Sistematização das medidas e indicadores sociodemográficos oriundos da projeção da população por sexo e idade, por método demográfico, das Grandes Regiões e Unidades da Federação para o período 1991-2030.

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Mapa 32 - Taxa de mortalidade infantil - 2008

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de População e Indicadores Sociais, Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 - Revisão 2008; Projeto UNFPA/BRASIL (BRA/02/P02) - População e Desenvolvimento, Sistematização das medidas e indicadores sociodemográficos oriundos da projeção da população por sexo e idade, por método demográfico, das Grandes Regiões e Unidades da Federação para o período 1991-2030.

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30 Prevalência de desnutrição total
Representa a proporção de crianças menores de 5 anos de idade com desnutrição total.

Descrição
As variáveis utilizadas são as principais medidas antropométricas para avaliar o crescimento, peso e idade, e o contingente populacional infantil até 5 anos de idade. O cálculo se baseia na pesagem e determinação da relação entre a massa corporal e a idade para as crianças menores de 5 anos de idade. Esta relação é conhecida como índice P/I, peso para a idade. Considera-se como desnutrição total o valor de peso corporal abaixo de menos dois desvios-padrão da mediana do peso para a idade, comparado ao valor de referência. O indicador expressa, em percentual, a proporção de crianças desnutridas em relação ao total de crianças sujeitas à pesagem. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE, oriundas da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição PNSN (convênio com o Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição - INAN, em colaboração com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA, em 1989), do Estudo Nacional da Despesa Familiar - ENDEF 1975, e da Pesquisa de Orçamentos familiares - POF 2003. Outra fonte de informação é a Sociedade Civil Bem-Estar Familiar no Brasil - BEMFAM, através da Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde - PNDS.

Justificativa
A desnutrição geralmente está associada às precárias condições de vida e de assistência à mulher e às crianças, sendo que, na faixa etária até os 5 anos, há maior vulnerabilidade biológica à desnutrição, à morbidade e à mortalidade. O direito à alimentação e à nutrição adequadas é um direito humano básico e sua promoção deve estar entre as prioridades de um país que pretende se desenvolver de maneira sustentável.

Comentários
A avaliação antropométrica do estado nutricional de crianças significa identificar as manifestações de desnutrição aguda, crônica, ou total, através dos índices peso-para-altura (P/A), altura-para-idade (A/I) e peso-para-idade (P/I), respectivamente. Dentre os indicadores antropométricos, o índice P/I é considerado um indicador-resumo, por sintetizar tanto a presença de desnutrição aguda quanto a crônica, sendo muito útil no monitoramento do estado nutricional de populações infantis e no subsídio a uma política de segurança alimentar e nutricional, bem como a implementação de programas de suplementação alimentar, orientação e educação, entre outros.

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Uma das Metas do Milênio, estabelecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2000, é reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população que passa fome, incluindo as crianças com menos de 5 anos de idade desnutridas. A desnutrição infantil vem se reduzindo no País, tendo passado de 18,4%, em 1975, para 4,6%, em 2003, correspondendo a uma queda de aproximadamente 75%, que pode ser explicada pelas políticas de saúde e distribuição de alimentos implementadas no Brasil neste período, pela atuação da Pastoral da Criança, e pela melhoria das condições de saúde e de alimentação das crianças, embora esta não tenha sido homogênea para todas. Entretanto, é preciso ressaltar que, apesar desta queda verificada nos últimos anos, existem ainda no País aproximadamente 1 milhão de crianças com déficit de peso para sua idade.

Indicadores relacionados
25 - Taxa de desocupação 26 - Rendimento familiar per capita 27 - Rendimento médio mensal 28 - Esperança de vida ao nascer 29 - Taxa de mortalidade infantil 32 - Oferta de serviços básicos de saúde 34 - Taxa de escolarização 35 - Taxa de alfabetização 36 - Escolaridade

Gráfico 66 - Prevalência de desnutrição total em crianças menores de 5 anos de idade - Brasil - 1974-1975, 1989, 1996 e 2002-2003
20,0 18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 1974-1975(1) 1989(2) 1996(3) 2002-2003(4)
Fontes: Pesquisa sobre padrões de vida 1996–1997: primeira infância. Rio de Janeiro: IBGE, 2000. IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003. (1) Dados do Estudo Nacional da Despesa Familiar - ENDEF, pesquisa domiciliar pioneira, concebida com objetivos múltiplos. Foi realizada pelo IBGE, com a assessoria da FAO, de agosto de 1974 a agosto de 1975. (2) Dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição - PNSN, pesquisa domiciliar desenvolvida de junho a setembro de 1989, pelo IBGE, em convênio com o INAN, em colaboração com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA. (3) Dados de Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde - PNDS, realizada como parte mundial de Pesquisas de Demografia e Saúde - DHS, com o objetivo de levantar informações atualizadas sobre esses temas, tendo a antropometria como parte das informações levantadas. (4) Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF, realizada pelo IBGE.

%

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Tabela 80 - Prevalência de desnutrição total em crianças menores de 5 anos de idade Brasil - períodos 1974-1975, 1989, 1996 e 2002-2003

Períodos 1974-1975 (1) 1989 (2) 1996 (3) 2002-2003 (4)

Prevalência de desnutrição total em crianças menores de 5 anos de idade (%) 18,4 7,1 5,7 4,6

Fontes: Pesquisa sobre padrões de vida 1996–1997: primeira infância. Rio de Janeiro: IBGE, 2000. IBGE, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2002-2003. (1) Dados do Estudo Nacional da Despesa Familiar - ENDEF, pesquisa domiciliar pioneira, concebida com objetivos múltiplos, realizada pelo IBGE, com a assessoria da FAO, de agosto de 1974 a agosto de 1975. (2) Dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição - PNSN, pesquisa domiciliar desenvolvida de junho a setembro, Pesquisa Nacional sobre Saúde de 1989, pelo IBGE, em convênio com o INAN, em colaboração com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA. (3) Dados de Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde - PNDS, realizada como parte mundial de Pesquisas de Demografia e Saúde - DHS, com o objetivo de levantar informações atualizadas sobre esses temas, t endo a antropometria como parte das informações levantadas. (4) Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF, realizada pelo IBGE.

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31 Imunização contra doenças infecciosas infantis
Expressa a parcela da população beneficiada pelas políticas de vacinação infantil.

Descrição
Os dados utilizados para a construção do indicador são a população total de menores de 1 ano de idade, em determinada data, e o número de crianças menores de 1 ano de idade com esquema vacinal específico completo, que abrange vacinas contra tuberculose (BCG), sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral), poliomielite ou ‘paralisia infantil’, difteria, coqueluche e tétano (tetravalente – DTP/Hib). O indicador expressa, em percentual, a relação entre as crianças com cobertura vacinal completa e o total de crianças consideradas. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério da Saúde, através da Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica, Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunização.

Justificativa
A atenção dada à saúde é imprescindível para alcançar o desenvolvimento sustentável, porque a saúde é a principal dimensão da qualidade de vida. Nesse sentido, é fundamental a realização de programas preventivos contra doenças infecto-contagiosas e imunopreveníveis, essenciais para reduzir a morbidade e mortalidade derivadas das enfermidades infantis. Dessa maneira, a imunização contra essas doenças é indicador básico das condições de saúde infantil e do grau de importância conferido pelo Poder Público aos serviços de medicina preventiva.

Comentários
Em 1988, a Organização Mundial de Saúde - OMS, juntamente com o Rotary Internacional, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (United Nations Children’s Fund - UNICEF) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD iniciaram o Programa Global de Erradicação da Pólio, uma estratégia para a erradicação mundial da pólio até 2005, considerada a maior campanha de saúde pública da história da humanidade. Maiores informações poderão ser obtidas na Internet, no endereço http://www.polioeradication. org. No Brasil não há casos notificados desde junho de 1989 e em 1994, o País recebeu da OMS o Certificado de Erradicação da Poliomielite. A cobertura vacinal, realizada aos 2, 4 e 6 meses de idade, atingiu 100% em 2006 e vem mantendo este percentual. Em 1992, foi implementado o Plano Nacional de Eliminação do Sarampo e a partir de 2001 houve uma interrupção da transmissão autóctone. Desde 1995 a cobertura vacinal contra a tuberculose vem alcançando 100%.

que substituiu a Tríplice. Notas: 1. Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunização. prevenindo infecções que causam a diarreia diretamente. como o sarampo. a vacina contra sarampo em menores de 1 ano foi retirada do calendário vacinal.sarampo/caxumba/rubéola) para aplicação nas crianças de 1 ano de idade na rotina e menores de 5 anos em campanhas de seguimento.Taxa de alfabetização 36 . a imunização também auxilia a redução da mortalidade por diarreia. 2. Programa Nacional de Imunizações. Em 2003. 3.0 75. e prevenindo infecções que provocam a diarreia como uma complicação da doença.Saúde No ano de 2002.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Dados finais de 2006 a 2008 sujeitos à revisão quando da atualização dos dados disponíveis de nascidos vivos . por tipo de vacina .0 80. Indicadores relacionados 28 .0 70.0 65. A partir de 2003 foi suspensa a vacinação em menores de 1 ano com sarampo monovalente e introduzida a vacinação com Tríplice Viral.Vacinação em menores de 1 ano de idade. segundo o Ministério da Saúde.Escolaridade Gráfico 67 . . que é a faixa etária indicada para a aplicação da vacina. sendo substituída pela tríplice viral (SCR .1992-2008 100. Secretaria de Vigilância em Saúde. foi implantada a vacina tetravalente para substituir a tríplice na faixa etária de menores de 1 ano de idade.0 85.0 95. como o rotavírus.Taxa de mortalidade infantil 32 . Segundo o UNICEF e a OMS. para as crianças de 1 ano. No ano de 2002 foi implantada a Tetravalente.Brasil .0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 % Tríplice Sarampo BCG Poliomielite Tríplice Viral Tetravalente Fonte: Ministério da Saúde.0 90.Banco SINASC.0 60.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .Oferta de serviços básicos de saúde 35 .Esperança de vida ao nascer 29 .

a necessidade de leitos hospitalares totais é de 2. No Brasil. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE.OMS e a Organização Pan-Americana de Saúde . postos de trabalho médico._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . cabendo ao governo de cada país decidir sobre a cobertura de assistência médica e a disponibilidade de leitos e profissionais de saúde. O acesso universal aos serviços de saúde é condição para a conquista e manutenção da qualidade de vida da população que.Brasil 2010 Dimensão social . Este indicador é relevante por expressar a oferta de infraestrutura básica de serviços de saúde e. e a razão entre o número de leitos hospitalares e a população residente. consequentemente. leitos hospitalares (públicos e privados) e o total da população residente. Descrição As variáveis utilizadas são os números de estabelecimentos de saúde.Saúde 32 Oferta de serviços básicos de saúde Expressa a disponibilidade de recursos humanos (empregos médicos) e equipamentos físicos (estabelecimentos de saúde e leitos hospitalares) na área de saúde. expressos pela redução das taxas de mortalidade e aumento da esperança de vida. é um dos pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável. há um imenso desafio a ser enfrentado na área de saúde. Justificativa Apesar dos avanços nas condições de saúde em muitos países. entre outros. oriundas da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária . deve ser considerada a flexibilidade destes valores de acordo com especificidades regionais e o tipo de enfoque . a razão entre o número de postos de trabalho médico e a população residente. por sua vez. culturais e epidemiológicos. que se diferenciam segundo cada região e país. de acordo com a Portaria nº 1101/GM de 2002 do Ministério da Saúde. Entretanto. tornando impossível e pouco válido o estabelecimento de um valor ideal a ser aplicado de forma generalizada. que devem ser consideradas em conjunto: a razão entre o número de estabelecimentos de saúde e a população residente. O indicador é constituído por três razões.OPAS não recomendam nem estabelecem taxas ideais de número de leitos e médicos por habitante a serem seguidas e cumpridas por seus países membros. por exemplo. Comentários A Organização Mundial de Saúde . de fatores regionais. socioeconômicos. que dispõe sobre o estabelecimento de parâmetros de cobertura assistencial. segundo as suas necessidades. o potencial de acesso aos mesmos por parte da população. A definição do número de leitos e de médicos por habitante depende.5 a 3 para cada 1 000 habitantes. para a população residente.AMS e de estimativas populacionais.

Em princípio. em 2002. mas ao de postos de trabalho de profissionais médicos das diversas especialidades. são superiores ao parâmetro indicado pela Portaria do Ministério da Saúde (1/1000 hab. em regime ambulatorial ou de internação. vale ressaltar que estes não se referem ao número de médicos em si. Amazonas.0/1000 hab.). Neste indicador. O número de estabelecimentos de saúde passou de 65 343. segundo a mencionada Portaria .3% no período. Ocorreram reduções em todas as Unidades da Federação. o avanço na saúde preventiva e no acesso a serviços básicos de saúde tendem a diminuir a necessidade de leitos hospitalares.0/1000 hab. tendo em vista que um mesmo profissional pode atuar em mais de um estabelecimento com vínculos e jornadas de trabalho diferenciados.5 ou mais leitos por 1 000 habitantes em 2005: Rio de Janeiro. A quantidade de postos médicos por 1 000 habitantes passou de 2. contudo. em 2005.7) e ao parâmetro indicado pelo Ministério da Saúde (2.6. um aumento de 17.Esperança de vida ao nascer 29 . são considerados todos os estabelecimentos de saúde. em 2005. respectivamente). Paraná (2. As Regiões Norte e Nordeste apresentam os menores valores (1.Taxa de fecundidade 28 . este dado não pode ser utilizado para a construção do indicador clássico de ‘médicos por 1 000 habitantes’ (o qual estaria baseado no número de inscritos nos conselhos profissionais. sendo que a relação estabelecimentos por 1 000 habitantes alcançou 0.Taxa de mortalidade infantil 30 .).8). para 2.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .42 em 2005.Indicadores de desenvolvimento sustentável .1 e 1.Prevalência de desnutrição total 31 . Quanto aos postos médicos.5 a 3. em 2002. na medida em que algumas doenças podem ser tratadas sem demandar o uso de leitos hospitalares. Indicadores relacionados 22 . e Paraíba e Pernambuco (2.Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte . Sergipe e Pará estão entre os que possuem a menor relação leito por 1 000 habitantes.8%.0. públicos ou privados. respectivamente). incluídos os que não estão no exercício de atividades assistenciais de saúde). Santa Catarina e Mato Grosso do Sul (2. O número de leitos. em 2005.4 em 2005. com ou sem fins lucrativos. para 77 004. Rio Grande do Sul e Goiás (2. uma redução de 27 961 leitos em relação a 2002. foi de 443 210.8.5).Saúde de política de saúde adotado. A relação leito por 1 000 habitantes foi de 2.9). mas permite produzir uma aproximação que é o indicador de ‘empregos médicos por 1 000 habitantes’.7). inferior a 2.). inferior a 2002 (2. O Distrito Federal. sendo que Pará e Maranhão são os estados com os menores números de postos médicos por 1 000 habitantes (1.2.Imunização contra doenças infecciosas infantis 33 . Apenas oito estados apresentavam 2. o Rio de Janeiro e São Paulo são as Unidades da Federação com os maiores números de postos médicos por 1 000 habitantes (4. Roraima.7. a necessidade seria de 1 para cada grupo de 1 000 habitantes. Portanto. o que equivale a um decréscimo de 6. por exemplo.1 e 3. Os Estados do Amapá.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 39 .9. 4. Quanto aos médicos por habitante.5 e 2. se preventivo ou curativo.

33 0. 2002. Rio de Janeiro: IBGE. Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2005.9 3.5 1. Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2002.1992/2005 Ano Estabelecimentos de saúde (por 1 000 hab. .) Leitos para internação (por 1 000 hab.5 2. Fontes: Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 1999.Estabelecimentos de saúde. Tabela 82 .9 2.5 3. Rio de Janeiro: IBGE. por 1 000 hab. 2006. Leitos para internação. Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2005. por 1 000 hab. postos de trabalho médico e leitos para internação por 1 000 habitantes. 2000.Estabelecimentos de saúde.0 3.42 2. postos de trabalho médico e leitos para internação por 1 000 habitantes ‰ Brasil . 2006. Brasil ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Rio de Janeiro: IBGE. Rio de Janeiro: IBGE.Brasil 2010 Dimensão social . Rio de Janeiro: IBGE.6 2.0 1992 1999 2002 2005 Estabelecimentos de saúde. Postos de trabalho médico.5 2. 2000.6 2.0 0.5 0.0 2. Rio de Janeiro: IBGE. por 1 000 hab.33 0.4 Fontes: Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 1999.7 2. Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2002.) 1992 1999 2002 2005 0.37 0.) Postos de trabalho médico (por 1 000 hab.1992/2005 4.0 1.Saúde Gráfico 68 . 2002.0 2.

por tipo de serviço.2 2.43 0.7 2.4 2.Saúde Tabela 83 .59 0.4 1. 2. Rio de Janeiro: IBGE. Nota: Estimativas para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AiBi. . segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .5 4.39 0.4 2.4 2.9 2.0 1.1 2.5 2.8 2.45 0.11 0.6 2.43 0.44 0.2 3.48 0.2 4.4 2.4 2.8 2.7 3.3 2.8 2.6 2.9 2. por tipo Grandes Regiões e Unidades da Federação Estabelecimentos de saúde Total 77 004 5 528 624 337 982 426 2 281 270 608 22 834 2 152 1 680 3 206 1 639 2 158 3 509 1 304 902 6 284 28 371 10 592 1 755 5 085 10 939 13 113 4 780 3 732 4 601 7 158 1 107 1 811 2 519 1 721 Por 1 000 hab. 0. IBGE.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .2005 Oferta de serviços básicos de saúde.9 3.52 0.36 0. Coordenação de População e Indicadores Sociais.55 0.7 1. Diretoria de Pesquisas.9 1.6 2.7 1.38 0.55 0.8 2.9 1.45 0.5 2.47 0.1 Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fontes: Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2005.9 2.3 2.0 3.31 1.8 1.9 2.47 0.9 2.5 2.6 2.72 Postos de trabalho médico Total 527 625 21 412 2 494 1 001 6 719 647 7 614 875 2 062 105 279 7 268 5 514 14 871 7 712 8 935 20 609 6 483 5 117 28 770 282 771 60 787 11 538 63 606 146 840 81 022 28 413 15 891 36 718 37 141 7 790 5 456 12 376 11 519 Por 1 000 hab.6 3.7 2.2 1.6 1.1 1.1 2.3 2.7 2.7 3. 2006.5 1.8 2.49 0.42 0. 2. Estimativas populacionais com data de referência em 1º de julho de 2005.Indicadores de desenvolvimento sustentável .33 0.53 0.49 0.4 2.5 1.55 0.4 1.5 1.0 1.41 0.3 2.Oferta de serviços básicos de saúde.0 2.35 0.49 0.43 0.64 0.1 3.1 2.3 2.4 2.55 0.28 0.6 1. controlada pela projeção Brasil Revisão 2008 (método das Componentes Demográficas).64 0.1 2.33 0.1 1.8 Leitos para internação Total 443 210 27 163 3 079 1 561 5 042 600 13 367 742 2 772 115 857 13 837 7 425 17 343 7 189 9 040 21 293 5 953 3 564 30 213 191 453 46 276 7 644 45 055 92 478 74 558 28 340 15 618 30 600 34 179 6 194 6 706 16 310 4 969 Por 1 000 hab.

Estimativas populacionais com data de referência em 1º de julho de 2005. IBGE. Coordenação de População e Indicadores Sociais. .Oferta de serviços básicos de saúde . Rio de Janeiro: IBGE.Brasil 2010 Dimensão social . 2006. Diretoria de Pesquisas.Saúde Mapa 33 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .2005 Fontes: Estatísticas da saúde: assistência médico-sanitária 2005.

Vibrio cholerae. 119. Isospora belli. (3) Diarréias: Balantidium coli. revisão 1996. Relatório de pesquisa. em 1985. 003.0 A71 H10 120 100 B65 A27 61 60 85 125 84 86 A90. et al. 006-009 2 70 A00.Indicadores de desenvolvimento sustentável . O quadro. Salmonella não tifóide. teníase. divulgada pela OMS. enterobíase. Shigella disenteriae. equinoccocose.DRSAI.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado . (1) Código da Classificação Internacional de Doenças. revisão 1975. (2) Código da Classificação Internacional de Doenças. Entamoeba histolytica. Estas doenças podem estar associadas ao abastecimento de água deficiente. Norwalk. B71. Descrição As variáveis utilizadas são o número de internações hospitalares por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado . M. Quadro 4 . tricuríase. B76-B83 B67 110.DRSAI Categoria e doenças Doenças de transmissão feco-oral Diarreias (3) Febres entéricas Hepatite A Doenças transmitidas por inseto vetor Dengue Febre Amarela Leishmanioses (Leishmanioses tegumentar e Leishmanioses visceral) Filariose linfática Malária Doença de Chagas Doenças transmitidas através do contato com a água Esquistossomose Leptospirose Doenças relacionadas com a higiene Doenças dos olhos Tracoma Conjuntivites Doenças da pele Micoses superficiais Geo-helmintos e teníases Helmintíases (4) Teníases 122. . Giárdia lamblia. A06-A09 A01 B15 CID-9 (1) CID-10 (2) Fonte: Costa. cisticercose. total e por categorias de doenças. 2002. 126-129 123 B68. (4) Helmintíases: ancilostomíase. A91 A95 B55 B74 B50-B54 B57 001. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. por Unidade da Federação de residência e a população total residente.B36 76 372. B69. Rotavírus. de acordo com a sua forma de transmissão. ao esgotamento sanitário inadequado. Adenovírus. a seguir.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . A. Impactos na Saúde e no Sistema Único de Saúde decorrentes de agravos relacionados a um saneamento ambiental inadequado – relatório final. 004. Escherichia coli. Campylobacter jejuni. Yersinia enterocolítica. Cryptosporidium sp. em 1997.9 B35.Saúde 33 Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado Representa as internações por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado. astrovírus. apresenta estas doenças classificadas em categorias. ascaridíase. divulgada pela Organização Mundial de Saúde – OMS. Calicivírus. A02-A04. estrongiloidíase. a contaminação por resíduos sólidos ou às condições precárias de moradia.

Podem ocorrer problemas de notificação em alguns locais. A qualidade dos dados de morbidade depende das condições do sistema de vigilância epidemiológica para detectar. investigar e realizar testes específicos para a confirmação diagnóstica da doença. O indicador permite conhecer. e pelo IBGE.Brasil 2010 Dimensão social . propõe três metas associadas ao saneamento ambiental. o tratamento e a disposição dos esgotos e dos resíduos sólidos e gasosos. drenagem urbana. constituem-se em risco para a saúde da população. inciso XX. que. englobando o abastecimento de água potável. uma melhoria significativa da qualidade de vida das pessoas que residem em habitações precárias. ou seja. os demais serviços de limpeza urbana. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério da Saúde. Ampliar o acesso ao saneamento é fundamental para melhorar a qualidade de vida e reduzir a pobreza.PNSA. Comentários Segundo a Fundação Nacional de Saúde. saneamento ambiental é um conceito mais abrangente do que saneamento básico. inclusive porque investimentos em saneamento podem reduzir os gastos com saúde. A Declaração do Milênio. . esgotamento sanitário. Também podem ocorrer casos de DRSAI que não chegam a demandar internações. até 2020. o controle ambiental de vetores de doenças. subsidiando ações._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Além disso. casos de pessoas que utilizam remédios caseiros ou automedicação e não procuram os postos de saúde ou hospitais. Departamento de Informática do SUSDATASUS. monitorar e avaliar a situação de saúde relacionada às condições de saneamento ambiental. Justificativa A precariedade nos sistemas de abastecimento de água. O Anteprojeto de Lei da PNSA se fundamenta no artigo 21. a coleta. expressa por 100 mil habitantes. firmada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2000. sobretudo para as pessoas mais pobres dos países em desenvolvimento. porque são tratados em tempo. coleta e destino final dos resíduos sólidos.Saúde O indicador é a razão entre o número de internações hospitalares por DRSAI e a população residente. oriundas dos registros de Autorização de Internação Hospitalar – AIH. utilizando 1990 como ano de referência: reduzir pela metade a proporção da população sem acesso à água potável até 2015. objetivos essenciais do desenvolvimento sustentável. vivendo em condições insalubres. a drenagem urbana. ficam com a sua dignidade afetada. a universalização do acesso aos serviços de saneamento está entre as ações prioritárias da Agenda 21 brasileira e da Política Nacional de Saneamento Ambiental . da Constituição Federal. provavelmente existem casos de DRSAI que não são registrados. bem como a higiene inadequada. e dificuldades de acesso aos serviços de saúde para certos grupos populacionais. conter e começar a inverter a incidência da malária. a disciplina da ocupação e uso da terra e obras especializadas para proteção e melhoria das condições de vida. atingir.

seguindo . em geral. permite identificar melhor os problemas e definir as principais estratégias para o controle epidemiológico. com aumento e queda em anos consecutivos. Uma breve análise do indicador evidencia a queda acentuada do número de internações por DRSAI por 100 mil habitantes entre 1993 e 1998. tanto nos valores totais quanto por categorias de doenças. correspondendo a mais de 80% do total das internações por DRSAI. Nordeste e Centro-Oeste. as micoses e outras. Maranhão e Ceará) e com valores elevados de DRSAI (mais de 400 internações/100 mil habitantes. a febre amarela. São exemplos alguns estados das Regiões Norte. com proporções menores de moradores residentes em domicílios com rede geral de água (Rondônia. A tendência de queda no período 1993-1998 é observada em quase todas as categorias de doenças. no Sudeste chegou a 126 internações para cada 100 mil habitantes. o acesso aos serviços de saneamento é menor e vice-versa.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Ao analisarmos este indicador com os indicadores de saneamento da dimensão ambiental. conforme atestam os indicadores do tema saneamento. Rondônia e Paraíba). apesar da queda do número de internações por DRSAI. a leptospirose.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Em outros estados. Cabe ressaltar que o indicador inclui somente as internações ocorridas no âmbito do Sistema Único de Saúde . De qualquer modo. que apresentam padrão bastante oscilante (aumento e queda consecutivos). nas Unidades da Federação com os maiores números de internações. que possuem diferentes modos de transmissão. sobretudo em alguns estados do País. apesar da redução do número de internações. Tocantins e Alagoas) e coleta de lixo (Piauí. direcionando as políticas públicas. as Regiões Norte e Nordeste apresentaram o maior número de internações por doenças de transmissão feco-oral e por inseto vetor. com exceção daquelas transmitidas por inseto vetor.SUS. com redução de aproximadamente 50%. A partir de 1999. elas ainda são elevadas. o acesso aos serviços de saneamento básico vem se ampliando no País. da dimensão ambiental. enquanto na Região Norte 654 pessoas para cada 100 habitantes foram internadas. A desagregação dos dados por categorias de doenças. concluímos que. como as diarreias. A análise da distribuição espacial das doenças mostra as desigualdades regional e intraregional. algumas alcançaram valores em torno de 900 internações por 100 mil habitantes (Piauí e Pará). na maioria dos anos do período analisado. acesso a esgotamento sanitário adequado (rede geral ou fossa séptica) (Goiás. segundo as suas formas de transmissão.Saúde As denominadas “doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado” abrangem diversas patologias. as de transmissão feco-oral lideram. É importante ressaltar que. Em 2008. Em 2008. os valores alcançaram cerca de 600 (Maranhão. observam-se pequenas oscilações. ou seja. o que pode ser explicado tanto pela melhoria nos serviços de saneamento e ampliação do acesso ao mesmo quanto pela melhoria no registro das internações. Em relação às Unidades da Federação. enquanto em São Paulo não chegou a 80. uma diferença em relação à média em nível de Brasil de aproximadamente 600 internações a mais por 100 mil habitantes. e todas são doenças evitáveis através do investimento em saneamento e ações preventivas. acima da média brasileira). Quanto aos grupos de doenças. Pará e Acre).

podendo ser usadas como indicador complementar ou substituto.Rendimento familiar per capita 27 . inclusive.Adequação de moradia 52 . tendo sido responsáveis pela maioria (acima de 80%) das internações por DRSAI em todos os anos do período analisado. por exemplo) e a desnutrição.Saúde o mesmo padrão do ano de 2005.Existência de conselhos municipais de meio ambiente .Balneabilidade 18 . prejudicando as condições de saúde e de vida da população. Segundo o Ministério da Saúde.Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 . devido sobretudo à elevada incidência de dengue em 2008. e se tornam um problema ainda maior quando conjugadas com uma saúde mais débil (pacientes com Aids. embora tenham reduzido em alguns estados em relação a este ano (Rondônia.Taxa de alfabetização 36 . O fluxo migratório desta região para outros estados brasileiros. 99. a ocorrência de malária e de febre amarela. Bahia e Rio de Janeiro. as diarreias ocupam o primeiro lugar. tem.5% dos casos de malária no Brasil ocorrem na Amazônia Legal.Acesso a esgotamento sanitário 26 .Taxa de mortalidade infantil 32 . em grande parte. portanto. Amazonas. O maior número de internações por inseto vetor na Região Norte se deve. Indicadores relacionados 01 . O desmatamento e as condições sanitárias inadequadas de parte da população.Brasil 2010 Dimensão social .Taxa de escolarização 35 . sendo uma das causas da mortalidade infantil. como Ceará.Acesso a sistema de abastecimento de água 20 . As doenças de transmissão feco-oral. especialmente as diarreias. Acre.Qualidade de águas interiores 12 . Como informação complementar. estão entre os fatores que favorecem a transmissão destas doenças.Desflorestamento na Amazônia Legal 11 . levado a surtos de malária nestes estados._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . aliados ao alto índice pluviométrico e à extensão da rede de drenagem.Oferta de serviços básicos de saúde 34 . entre as doenças de transmissão feco-oral. Ocorreu um aumento em relação a 2005 no número de internações por doenças transmitidas por inseto vetor na maior parte do País. de acordo com o Ministério.Escolaridade 37 . podem servir como uma aproximação do conjunto das DRSAI. Amapá e Maranhão).Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 08 . As diarreias atingem principalmente locais menos desenvolvidos.Rendimento médio mensal 29 .

Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . . controlada pela projeção Brasil Revisão 2008 (método das Componentes Demográficas). DATASUS.Internações hospitalares por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado por 100 000 habitantes.Saúde Gráfico 69 . [2008].Indicadores de desenvolvimento sustentável . Nota: Estimativas de população para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AiBi. Estimativas populacionais com data de referência em 1º de julho 2008.1993-2008 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Doenças de transmissão feco-oral Doenças transmitidas por inseto vetor internações/100 000 habitantes internações/100 000 habitantes 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Doenças transmitidas através do contato com a água Doenças relacionadas com a higiene Geohelmintos e teníases Fontes: Sistema de informações sobre internação hospitalar. Coordenação de População e Indicadores Sociais. total e por categorias de doenças Brasil . Brasília. IBGE. DF: Ministério da Saúde. Diretoria de Pesquisas.

5 672.7 1.9 1998 348.4 3.2 25.3 2.1 8.1 2000 330.Brasil 2010 Dimensão social .3 2.3 1996 455.3 2. total e por categorias de doenças .2 28.4 3.5 423.5 30. Estimativas populacionais com data de refe rência em 1º de julho 2008.3 1999 351.6 2003 369.8 0.Brasil .4 488.1 2.6 Fontes: Sistema de informações sobre internação hospitalar.9 390.7 1.8 260.1 1.8 2.Saúde Tabela 84 .7 2005 328.7 325. DATASUS . [2008].4 0.7 0. controlada pela projeção Brasil Revisão 2008 (Método das Componentes Demográficas). Diretoria de Pesquisas.6 21. IBGE.6 0.6 3.2 1993 732.6 15.8 315. Brasília.8 0.9 290.8 1997 417. .6 0.2 302.6 2007 287.6 1.8 681.0 2.Internações hospitalares por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado por 100 mil habitantes.8 2.7 Doenças relacionadas com a higiene Geohelmintos e teníases 3.4 38.4 19.9 0.9 6.6 0.0 35. Nota: Estimativas de população para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AiBi.9 0.9 2002 371.0 327.2 46.6 0.5 2.1 0.3 2.8 1.1993-2008 Ano Total Doenças de transmissão feco-oral Doenças transmitidas por inseto vetor 36.2 1995 531.6 0.9 6.2 303. DF: Ministério da Saúde.7 297.6 2.6 2008 308._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 0.5 0.8 1.4 1994 725.9 2.4 Doenças transmitidas através do contato com a água 3.3 0.3 40.9 41.8 2004 315.3 249.0 0.2 325.7 2006 331.0 21.9 2001 345.7 0.5 22.9 0.8 25. Coordenação de População e Indicadores Sociais.6 3.3 5.9 0.3 0.7 17.9 7.1 325.

2 660.1 0.5 0.6 497. Nota: Estimativas de população para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AiBi.8 1.7 Doenças Geo-helmintos elacionadas e com a teníases higiene Grandes Regiões e Unidades da Federação Total Doenças de transmissão feco-oral Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 308.8 95.2 1.4 295.9 0 1.0 485.6 478.1 107.0 2.1 1.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .1 0.8 166.2 0.2 68.7 528.3 0.6 342.7 654.9 521.4 0.4 0.3 30.6 0.6 781.7 341.0 0.2 0.2 0 1. Coordenação de População e Indicadores Sociais.7 46.3 190.2 0. controlada pela projeção Brasil Revisão 2008 (método das Componentes Demográficas).2 284.2 1.3 53.5 0.9 1.Internações hospitalares por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado por 100 mil habitantes.2008 Doenças transmitidas por inseto vetor Doenças transmitidas através do contato com a água 1.6 343.0 6. [2008].5 0.3 4.5 0.2 0.9 0.1 23.9 1.4 0.4 0.0 53.7 0 0.6 0.6 1.1 200.3 2.5 111.9 3.8 0.3 0.7 410.Saúde Tabela 85 .7 66.2 74.2 69.3 0.7 273.8 603.4 173.2 134.7 484.6 0. DATASUS .9 1.1 194.6 0.6 34.6 0.8 447.1 569.4 0.2 0.4 0.1 126.6 1.2 0.1 120.5 0.2 17.4 138.1 71. DF: Ministério da Saúde.4 0.5 448.5 170.3 1. Diretoria de Pesquisas.1 0.2 0.2 0.9 1.8 Fontes: Sistema de informações sobre internação hospitalar.1 0.1 1.2 166.1 1.4 0.0 1.5 0.5 549.2 0.3 0. .7 271.8 5.0 3.7 1.3 35.4 225.1 375.8 0.7 94.3 0.2 530.9 224.1 55.5 0.4 0.4 341.5 495.2 447.5 231.0 2.3 0.0 153.5 0.0 280. 3 0.7 297.Indicadores de desenvolvimento sustentável .7 0.7 0.2 0.3 305.8 0.8 4.2 203.5 1. IBGE.6 332.4 170.1 0. Estimativas populacionais com data de referência em 1º de julho 2008.0 0. Brasília.2 914.5 140.6 0.6 225.3 0.7 94.9 922.4 0.3 1.8 0.0 0.0 159.1 0 1.7 0.1 107.0 16. total e por categorias de doenças. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .6 159.8 199.9 1.4 254.2 0.0 51.4 123.8 47.2 0.3 3.1 585.1 438.2 0.1 0.4 55.2 0.8 159.6 293.5 59.7 260.1 639.1 271.4 218.5 2.4 622.8 1.1 0 2.1 131.2 854.

2008 Fontes: Sistema de informações sobre internação hospitalar. [2008].Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado.Saúde Mapa 34 . Coordenação de População e Indicadores Sociais. DATASUS.Brasil 2010 Dimensão social . . Diretoria de Pesquisas. Brasília. Estimativas populacionais com data de referência em 1º de julho 2008. total e por categorias de doenças . Nota: Estimativas de população para as Unidades da Federação obtidas pela metodologia AIBI. controlada pela projeção Brasil Revisão 2008 (método das Componentes Demográficas). IBGE. DF: Ministério da Saúde._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. Além disso. A título de exemplo. a aquisição de valores. facilitando. para a continuidade de aquisição de conhecimentos. promovendo as mudanças necessárias ao desenvolvimento sustentável.PNAD. assim. a sociabilidade no âmbito escolar. é importante ressaltar que no Brasil a distorção idade-série é elevada. de 7 a 14. um determinado percentual de jovens pode declarar estar frequentando a escola.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . ao ensino médio (15 a 17 anos).Educação Educação 34 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que frequenta a escola. entre 18 e 19 e de 20 a 24 anos de idade) e a população total da mesma faixa etária. em percentual. A taxa de escolarização representa a relação. A garantia de frequência à escola permite aos indivíduos. superior incompleto (18 e 19 anos) e superior completo (20 a 24 anos). capacita os indivíduos para sua inserção no mercado de trabalho. entre os que frequentam a escola e o total da população considerada. ao ensino fundamental (7 a 14 anos). . Comentários As faixas etárias utilizadas neste indicador correspondem àquelas adequadas a educação infantil (5 e 6 anos). O grupo de 7 a 14 anos de idade foi desagregado segundo o sexo e a cor ou raça. adota práticas sociais e ambientais saudáveis. Ela é fundamental para promover o desenvolvimento sustentável. oriundos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . habilidades e conhecimentos consistentes com a temática e necessários à implementação de estratégicas local e nacional. no sentido de promover uma sociedade mais justa e sustentável em seus diferentes níveis. a noção de crescimento individual e coletivo e a valorização do conhecimento formal (escolar). Isto começa a partir da garantia do acesso universal à educação. abrangendo desde o pré-escolar até o curso superior. Nesse sentido. enfim. A taxa de escolarização mostra o acesso à escola. promove a melhoria intelectual da população que. mais consciente do seu papel no mundo. contudo. Entretanto. para o seu desenvolvimento pessoal e profissional.Indicadores de desenvolvimento sustentável . por faixa etária (entre 5 e 6. a partir da infância. Descrição As variáveis utilizadas são o número de pessoas que frequentam a escola. capacitando os cidadãos para lidar com as questões que o envolvem no dia a dia. de 15 a 17. econômica e politicamente. Justificativa A educação é uma das prioridades para um país. atributos necessários para a formação de cidadãos capazes de atuar social. segundo o IBGE. não estar no nível de ensino adequado à sua idade.

1%. Devido ao percentual de apenas 6% de autodeclaração de pessoas de cor preta.7% dos jovens frequentavam a escola. em 2008 o percentual subiu para 84. . Em 2008. A esse respeito existe o indicador ‘taxa de frequência líquida’. 97. Em 1992. tendo passado de 8.12.7. As diferenças na taxa de escolarização de brancos e pretos/pardos vêm se reduzindo ao longo do tempo. Todavia.Educação somente 50. esse alto percentual de acesso à escola não garante a qualidade do ensino.Todavia. em 2008.3 pontos percentuais. em 1992. o que pode ser resultado da maior oferta de cursos noturnos e pela exigência do mercado de trabalho. independentemente da cor. Esta. por meio de uma pergunta em que o informante se autodeclara em relação à sua cor. para 0. O acesso da população à escola vem aumentando gradativamente no Brasil nos últimos anos em todos os grupos de idade. que é a escolaridade mínima obrigatória estabelecida na Constituição Federal de 1988 (Artigo 60 e seu § 6º) e regulamentada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O grupo de 7 a 14 anos foi desagregado por sexo e por cor ou raça porque esta faixa etária corresponde. Ainda em 1992. também calculado pelo IBGE.6 % dos adolescentes de 15 a 17 anos frequentavam o ensino médio em 2008. só pode ser verificada quando confrontadas as taxas de frequência escolar bruta e líquida. na faixa etária de 15 a 17 anos de idade. A presença de meninas e meninos de 7 a 14 anos de idade na escola varia pouco. utiliza cinco categorias no seu sistema de classificação da cor/raça da população . as taxas de escolarização de brancos (64. Porém. observando-se que a população de cor ou raça branca e as mulheres geralmente apresentam maiores proporções. de 20._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . ao ensino fundamental. parda. sendo que a taxa de escolarização para essa faixa etária alcançava 84.1%. que considera a adequação idade-série do sistema educacional brasileiro. Os pretos e pardos foram tratados conjuntamente neste indicador.8 pontos percentuais. o que sugere que a universalização do ensino fundamental está em vias de ser alcançada. e também a proximidade dos resultados em relação a população que se autodeclara parda. persistem alguns problemas educacionais. o aumento na taxa foi bastante expressivo. em suas pesquisas domiciliares.1996. A Constituição também determinou a universalização do acesso a este nível de ensino.3% do total dos adolescentes que frequentam a escola. Na faixa de 15 a 17 anos de idade.branca. no atual sistema educacional brasileiro. essa diferença caiu para 4.Brasil 2010 Dimensão social . amarela e indígena. preta. tais como a elevada taxa de analfabetismo e a baixa escolaridade (média de anos de estudo) da população.9% das crianças entre 7 e 14 anos de idade frequentavam a escola. apresentando brancos como 86.6% e pretos/pardos como 82. A queda no percentual de alunos na escola a partir dos 15 anos reflete a elevada evasão escolar ainda presente no País. O IBGE.8%) e pretos/pardos (54. Em 2008.5%) demonstravam uma diferença de 10. é usual agrupar as informações relativas às pessoas pretas e pardas. cujo resultado demonstra a adequação idade-série dos estudantes.3 pontos percentuais. estando próxima da média brasileira. como também não torna evidente a defasagem escolar. somente 59. para o ensino médio a universalização ainda se encontra distante.

resultantes do acesso limitado dessas gerações à educação formal no passado. por grupos de idade . Acre.0 60.0 40.0 20. De modo geral.Escolaridade 38 . devido. Amazonas.Acesso à Internet Gráfico 70 .0 0.Taxa de alfabetização 36 . cursos de alfabetização de adultos). constituindo-se numa nova série. independentemente do sexo e da sua cor ou raça.Prevalência de desnutrição total 33 . Indicadores relacionados 21 . fazendo com que muitas pessoas retornem aos estudos nestas faixas de idade (ex. à obrigatoriedade legal de oferta do ensino fundamental na rede pública municipal.Taxa de mortalidade infantil 30 . 2.1992/2008 100. .Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Roraima.Educação A taxa de escolarização das crianças de 7 a 14 anos de idade não apresenta grandes diferenciações regionais. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.0 10.0 30.0 % 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 5 e 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos 18 e 19 anos 20 a 24 anos Fonte: IBGE.0 50. a partir de 2004 a amostra inclui todo o território nacional. Não houve pesquisa em 1994 e 2000.0 70.0 80. Exclusive população rural de Rondônia.Taxa de desocupação 26 .Índice de Gini da distribuição do rendimento 25 .Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte 55 . podemos observar que as maiores taxas de escolarização das faixas etárias 7 a 14 anos e 15 a 17 anos estão presentes no Centro-sul do País. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003. Os valores mais altos observados nas taxas dos grupos de 18 e 19 anos e 20 a 24 anos de idade nas Regiões Nordeste e Norte podem ser explicados possivelmente pelo elevado analfabetismo e o baixo nível de escolaridade. Notas: 1.Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 .0 90.Brasil . sobretudo.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .Rendimento médio mensal 29 .Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 35 .Taxa de crescimento da população 24 .Rendimento familiar per capita 27 .

Acre.Taxa de escolarização das pessoas de 7 a 14 anos de idade. Roraima.1992/2008 1992 1993 1995 1996 1997 Total 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Branca Preta e parda Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.0 40.Brasil .0 % Gráfico 72 . a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.0 10. 2.0 30. Amazonas. Exclusive população rural de Rondônia.0 90. 100.0 60. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003.0 90.0 30. Não houve pesquisa em 1994 e 2000.0 0. 2.Brasil 2010 Dimensão social .Taxa de escolarização das pessoas de 7 a 14 anos de idade. constituindo-se numa nova série.0 20. constituindo-se numa nova série.0 70.0 10. por sexo .0 80.0 50. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.0 80.0 60. Exclusive população rural de Rondônia.Educação 100. Notas: 1.0 % Gráfico 71 . a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. Amazonas. .0 40. Acre. Não houve pesquisa em 1994 e 2000.0 70.0 20._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003.0 50.0 0. Notas: 1.Brasil . Roraima. por cor ou raça .1992/2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Homens Mulheres Fonte: IBGE.

0 2008 87.Indicadores de desenvolvimento sustentável .1 91.6 15 a 17 anos 59.7 47. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.9 39. 2 .7 78. Roraima.2 47. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003. constituindo-se numa nova série.8 97.2 24.0 2006 84. Amazonas.4 26.1 81.4 2005 81.9 81.9 1998 69.2 96.8 2004 81.6 41. .1 45.5 97.Exclusive população rural de Rondônia.9 1993 57.1 97.1 46.9 84.7 88.7 76.6 61.8 21.5 81.0 24.6 25.7 2003 78.9 25.1 26.8 90.2 1999 71.5 49.Brasil .2 2002 77.9 20. por grupos de idade .2 96. Notas: 1 .6 82.1992/2008 Ano 5 e 6 anos 1992 54.2 66.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .3 1997 66.3 81.2 Fonte: IBGE.0 95.Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.7 18 e 19 anos 36.1 20 a 24 anos 16.8 21.5 2001 76.3 45.8 18. por grupos de idade 7 a 14 anos 86.6 97.0 Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.7 97.3 1995 63. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.0 25.6 1996 64.5 25.Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.Educação Tabela 86 .0 73.7 26.3 69.5 51.0 25.5 2007 86.1 51.6 93.6 82.5 51.1 94.4 51.5 43. Acre.9 48.0 97.2 82.

9 97. por sexo e por cor ou raça .7 89.6 Branca 91.2 97. Exclusive população rural de Rondônia.5 95. constituindo-se numa nova série 2.6 98.2 2003 97.1 1996 91.2 89.5 97.4 2004 97.6 97.6 97.0 96.3 96.0 94.5 93. .1 97. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003.Taxa de escolarização das pessoas de 7 a 14 anos de idade.5 90.3 1997 93.7 91. Amazonas.0 92.7 94.6 97.5 92.1 2007 97.3 96.4 2001 96.4 93.7 97.3 87.4 97.6 95.Brasil 2010 Dimensão social .7 Fonte: IBGE.7 95.4 2002 96. Roraima.2 96.Brasil . Acre.9 97.3 97.8 2006 97.3 91.1 88.4 95.1 1999 95.6 87.2 Sexo Cor ou raça 1993 88.1 85.5 98.1 1995 90.1 96. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.4 97.1 96.4 97.8 98.2 93.7 98.8 97._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 2005 97.3 97.Educação Tabela 87 .1 97.3 90.8 98.6 Mulheres 87.9 96.0 96. Notas: 1. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.6 85.1 2008 97.1 98.1 96.0 Preta e parda 82. Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.1992/2008 Taxa de escolarização das pessoas de 7 a 14 anos de idade Ano Total Homens 1992 86.7 96.6 1998 94.8 94.5 96.4 98.

6 88.5 90.7 21.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .9 24.0 91.3 26.0 56.1 25.1 82.9 90.9 98.5 54.2 86.5 30.2 97.Educação Tabela 88 .8 7 a 14 anos 97.0 27.8 24.8 96.1 41.1 39.7 97.7 98.4 82.5 92.6 36.4 86.2 57.4 19.4 41.5 98.1 86.8 81.3 44.6 94.5 52.Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 22.9 20.6 Fonte: IBGE.8 23.4 81.3 20 a 24 anos 24.7 93.2 88.5 82.0 82.3 41.6 91.9 79.4 24.0 47.0 73.9 90.3 97.6 81.8 95.8 40.2 25.4 44.3 97.0 87.2 50.4 18 e 19 anos 46.0 96.3 23.6 98.0 47. .3 82.2 81.2 56.9 98.Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.4 98.9 89.9 83.5 96.3 22.7 24.8 52.2 80.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade. por grupos de idade 5 e 6 anos 87.2 53.5 80.0 82.3 26.3 97.1 98.8 83.7 28. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.1 81. por grupos de idade.1 34.3 22.5 98.2 84.1 97.0 51.0 82.8 81.9 83.1 33.6 87.9 96.3 28.4 83.2 50.5 97.1 67.8 84.2 58.6 83.7 97.5 98. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .1 91.6 49.9 97.4 80.9 42.8 76.2 98.3 90.2 15 a 17 anos 84.8 90.4 93.8 84.6 49.7 84.3 82.5 85.9 88.2 72.7 47.0 79.0 79.2 26.2 26.5 83.4 41.2 47.7 25.0 51.0 74.7 80.0 42.6 97.4 98.2 84.2 85.0 23.8 41.6 19.8 98.8 50.9 90.0 88.4 98.2 19.7 42.1 97.4 93.1 26.7 23.6 19.9 97.2 96.5 97.8 75.0 23.

7 98.7 97.2 98.7 96.6 98.7 97.6 97. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio 2008.5 98.7 96.2 98.2 97.0 98.7 97.7 98.0 98.4 98.2 97.0 98.5 97.4 98.6 97.6 98.1 96.0 98.1 98.9 98.0 98.8 96.4 98.4 97.3 98.5 98.9 98.5 97.5 96.5 98.0 98.4 98.6 97.2 99.2 97.4 98.6 98. por sexo e cor ou raça.8 98.4 96.4 98.7 96.4 97.5 98.1 98.9 96.4 97.1 95.2 99.6 97.3 97.5 97.1 98.0 97.4 98.7 97.1 97.4 97.7 98.3 98.4 96.9 98.0 99.7 98.9 97.9 96.8 98.3 94.5 96.5 97.0 98.2 96.9 98.4 97.1 96.0 97.4 97.3 96.5 98.9 98.9 97.1 97.3 97.6 98.0 98.7 97.5 97. .7 97.1 97.8 98.6 98.6 98.1 98.5 98.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Taxa de escolarização das pessoas de 7 a 14 anos de idade Sexo Total Homens 97.7 98.9 98.3 97.9 98.6 98.7 Preta e parda 97.3 95.4 96.9 98.0 Cor ou raça Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fonte: IBGE.0 97.8 96.0 97.8 98.3 97.1 98.7 97.1 98._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .8 95.4 97.9 97.6 98.8 97.3 96.8 95.3 Branca 98.2 98.5 98.4 97.3 98.5 97.9 96.8 96.9 96.7 97.3 98.5 98.9 98.Educação Tabela 89 .2 98.Taxa de escolarização das pessoas de 7 a 14 anos de idade.6 97.4 99.2 98.5 98.5 97.4 98.9 98. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .5 96.6 98.3 97.1 98.0 96.4 96.4 99.2 97.2 98.2 98.1 Mulheres 98.1 97.6 96.6 98.9 98.3 98.2 98.Brasil 2010 Dimensão social .0 97.2 97.7 97.

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Educação Mapa 35 . . total. por sexo e cor ou raça .Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .2008 Fonte: IBGE.Taxa de escolarização das pessoas de 7 a 14 anos de idade.Indicadores de desenvolvimento sustentável .

Justificativa Para se desenvolver de modo sustentável. Conjunto da população nesta faixa de idade: total. A taxa de alfabetização representa a proporção da população adulta que é alfabetizada. As informações utilizadas para elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. . diminuem o número de filhos e estes são mais saudáveis. portanto. dessa forma. aspecto que representa perda de potencial humano. É importante também para os gestores da área de saúde. sobretudo.PNAD. total. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . Elas também têm maiores possibilidades de inserção no mercado de trabalho e de incentivar seus filhos à escolaridade. Descrição Para a construção deste indicador são utilizadas as seguintes variáveis: População adulta alfabetizada. A taxa de alfabetização.Educação 35 Taxa de alfabetização Mede o grau de alfabetização da população de 15 anos ou mais de idade. Comentários A taxa de alfabetização foi calculada para a população de 15 anos ou mais de idade seguindo as determinações da United Nations Educational. Este indicador pode ser utilizado como proxy das condições socioeconômicas da população._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . de um desenvolvimento sustentável. desagregada por sexo e por cor ou raça. que. iniciada com a alfabetização. . à crescente ampliação do acesso à escola. por sexo e por cor ou raça: corresponde às pessoas de 15 anos e mais de idade que sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples no idioma que conhecem. por sexo e por cor ou raça. na identificação de desigualdades cuja superação é um dos caminhos para a mitigação da pobreza. é um indicador que evidencia desigualdades educacionais de gênero e de cor ou raça. Scientific and Cultural Organization – UNESCO. uma nação precisa tornar acessível a toda a população a educação básica. visto que pessoas não alfabetizadas necessitam de tratamento especial de abordagem das ações de promoção e recuperação da saúde. a gestão e a avaliação de políticas públicas na área de educação. principalmente das mulheres. bem como auxiliar o planejamento. Auxilia. A atenção dispensada à saúde infantil e às famílias como um todo relacionase à alfabetização. quando têm acesso à educação.Brasil 2010 Dimensão social . prejudicando a busca de equidade entre a população e. que considera que as crianças com até 14 anos de idade que ainda não adquiriram este nível de escolaridade têm maiores possibilidades do que as demais de se alfabetizarem devido. .

o percentual de alfabetizados atingiu 90% da população. enquanto em outros estados encontram-se acima de 95%. fóruns estadual e regional de Educação de Jovens e Adultos .7%) e da Paraíba (76.4%. a diferença era de 15 pontos percentuais. Os brancos apresentam taxas mais elevadas do que os pretos e pardos em todas as Unidades da Federação. Em 1998 e 1999. é devido ao esforço empreendido pelos governos e sociedade civil para a universalização do ensino fundamental. amarela e indígena. por meio de uma pergunta em que o informante se autodeclara em relação à sua cor. O IBGE. em suas pesquisas domiciliares. a exemplo do rendimento médio mensal. do Piauí (75. Devido ao percentual de apenas 6% de autodeclaração de pessoas de cor preta. os homens são mais alfabetizados do que as mulheres. A ampliação da alfabetização a partir da década de 1990. Entretanto. No período entre 1992 e 2006.2 milhões de pessoas. os homens apresentavam taxas de alfabetização mais elevadas que as mulheres. profissional e político. preta. entretanto.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Os pretos e pardos foram tratados conjuntamente neste indicador.branca. Ainda assim. essa taxa corresponde a 96% da população de 15 anos ou mais de idade.3%).4 pontos percentuais em 2008. utiliza cinco categorias no seu sistema de classificação da cor/raça da população .5%). A disparidade entre as taxas de alfabetização das Unidades da Federação é significativa. entre outras iniciativas. Programa Brasil Alfabetizado. respectivamente.0% da população de 15 anos ou mais de idade ainda é formada por analfabetos. .Educação Cabe lembrar que na Constituição Federal de 1988 (artigo 60 e seu § 6º) consta a necessidade de erradicar o analfabetismo. houve igualdade de gênero. esta conquista feminina não foi acompanhada por melhorias em outros indicadores. No período entre 1992 e 1997. ao passo que nos estados das demais regiões a situação é predominantemente contrária. tendo alcançado 89. correspondendo aproximadamente a 14. em 2006. mantendo essa taxa em 2008.8% e 86. Alfabetização de Jovens e Adultos nas Áreas de Reforma Agrária. Os brancos de 15 anos ou mais de idade são mais alfabetizados do que os pretos e pardos.Indicadores de desenvolvimento sustentável . No Distrito Federal. sobretudo na faixa de 15 a 24 anos de idade. o que significa dizer que 10. As taxas mais baixas foram verificadas na Região Nordeste.6% em 2006. em Santa Catarina e em São Paulo. No ano de 2007. Entretanto. como no Rio de Janeiro.EJA. 93. Isto se deve ao fato de ocorrer ingresso mais acentuado de homens no mercado de trabalho nessa faixa etária. houve aumento na taxa de alfabetização. Na maioria dos estados das Regiões Sudeste e Sul. e a partir de 2001 inverteu-se esse quadro. menor para as mulheres. parda. Estudos apontam que esta posição vantajosa das mulheres na educação não se reflete nas relações de gênero nos âmbitos social. nos Estados de Alagoas (74. de 8 pontos percentuais e de 7. é usual agrupar as informações relativas às pessoas pretas e pardas. as taxas de homens alfabetizados continuaram a elevar-se anualmente. as diferenças vêm se reduzindo ao longo do tempo: em 1992. destacando-se os Programas Alfabetização Solidária. e também a proximidade dos resultados em relação a população que se autodeclara parda. Programa de Apoio a Estados e Municípios para a Educação Fundamental de Jovens e Adultos. mesmo que em ritmo inferior àquelas referentes às mulheres.

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.Escolaridade 38 .0 20.Imunização contra doenças infecciosas infantis 33 .Taxa de mortalidade infantil 30 . constituindo-se numa nova série. Exclusive população rural de Rondônia. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.Rendimento familiar per capita 27 .0 90.Rendimento médio mensal 29 .Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte 55 . Não houve pesquisa em 1994 e 2000.Taxa de crescimento da população 22 .Prevalência de desnutrição total 31 .0 0.1992/2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Homem Mulher Fonte: IBGE.Acesso à Internet 100.0 80.Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 34 . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003.0 30.Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade. 2. Amazonas. Roraima._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 40.Educação Indicadores relacionados 21 .Taxa de fecundidade 24 . Acre. Notas: 1.Taxa de desocupação 26 .0 60.Índice de Gini da distribuição do rendimento 25 . por sexo .Brasil 2010 Dimensão social .0 10.Brasil .0 70.Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 . .Taxa de escolarização 36 .0 % Gráfico 73 .0 50.

8 93. por cor ou raça .Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade total.0 80.3 77. Exclusive população rural de Rondônia.0 90. Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.7 88.4 83.8 83.7 87.Brasil . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. constituindo-se numa nova série.0 93.0 20. Notas: 1.6 90.4 85.2 80.3 75.4 86.5 93. Tabela 90 .8 89. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.2 Branca 89.3 88.3 88.9 86.0 % Gráfico 74 .8 83. Notas: 1.2 86.9 90.7 89.2 83. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003.9 92.0 70.4 85.3 86.3 92. Amazonas. Não houve pesquisa em 1994 e 2000.2 86. Amazonas.3 76.1992/2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Branca Preta e parda Fonte: IBGE.8 Preta e parda 74.0 91.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .8 82.5 88.3 84.6 85.9 84.0 0.2 81.6 84.6 88.8 79.7 87.9 89.6 88.Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 83.2 90.5 85.7 92.4 89.2 89. 2.6 85.0 90. Roraima.8 89.4 89.Educação 100.6 91.Taxa de alfabetização de pessoas de 15 anos ou mais de idade. Acre. por sexo e cor ou raça .5 88.2 88.6 78.6 85.2 86. .7 87.0 40.0 83.5 92.7 91.Brasil .9 93.0 10.2 86.8 84. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.4 85.6 88.0 50.0 30.4 Sexo Cor ou raça Fonte: IBGE. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.8 Mulheres 82.5 90. constituindo-se numa nova série 2. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e. Acre. Roraima.9 90. Exclusive população rural de Rondônia.2 85.0 88.1992/2008 Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade Ano Total Homens 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 82.4 88.0 60.

1 77.1 82.8 90.7 85.3 86.0 89.1 82.4 72.4 89.8 84.5 89.1 81.9 84.6 95.0 89.Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade.7 94.9 85.9 88.0 91.2 91.7 90.3 94.2 93.5 93.6 95.9 80.9 81.5 71.4 95.1 82.0 79.8 82.2 93.2 Cor ou raça Fonte: IBGE.0 89.0 81.7 80.8 96.8 95.9 93.0 94.2 83.8 Branca 93.2 95.8 91.Educação Tabela 91 .9 95.3 96.7 90.0 95.0 91.5 92.4 88._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .8 91.1 93.8 91.3 89.8 91.4 88.9 80.9 92.5 95.6 73.7 94.8 91.3 97.6 80.1 79.9 90.9 78.2 82.9 78.3 77.2 79.5 93.0 94.1 71.5 96.2 94.0 90.4 90.0 76.0 79.7 85.5 94.2 Preta e parda 86.7 92.5 94.1 74.9 79.6 87.8 92.4 97.4 95.5 75.9 91.4 91.1 92.4 90.0 89.2 74.7 88.7 95.9 90.9 95.2 96.Brasil 2010 Dimensão social .1 92.8 92.5 84.2 88.9 90.8 91.0 95.5 94.0 94.2 91.5 97.2 95.1 95.5 84.5 78.5 88.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade Sexo Total Homens 90.4 83.8 91.8 82. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .8 88.1 88.4 95.4 84.2 82.9 82.3 91.2 91.5 86.0 89.8 86.1 90.5 82.2 89.2 86.8 75.0 96.2 94.9 96. por sexo e por cor ou raça.6 80.0 90.6 93.3 94.7 90.3 82.1 Mulheres 90.3 83.7 85. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.1 72.7 91.4 91.8 92. .7 81.6 95.2 95.3 90.2 83.7 96.5 85.6 84.9 92.

Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade.Indicadores de desenvolvimento sustentável . total. por sexo e cor ou raça . .Educação Mapa 36 .2008 Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .

objetivos tradicionais de ensino._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . por meio de uma pergunta em que o informante se autodeclara em relação à sua cor. amarela e indígena. por sexo e por cor ou raça) e os anos de estudo dessa população. utiliza cinco categorias no seu sistema de classificação da cor/raça da população . Devido ao percentual de apenas 6% de autodeclaração de pessoas de cor preta. Descrição As variáveis utilizadas para a produção deste indicador são a população com 25 anos ou mais de idade (total. A . As informações utilizadas para elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. desenvolve a consciência crítica. constituem condições indispensáveis para que as pessoas tenham capacidade para processar informações. parte indispensável do processo para tornar as sociedades mais prósperas. Permite o discernimento. Além disso. A inserção em um mercado de trabalho altamente competitivo e exigente de habilidades intelectuais e progressiva qualificação profissional. sendo agentes atuantes na organização e dinâmica do mesmo. justas e igualitárias. preta. ela é. permite a geração de novas ideias e confere a capacidade para a continuação do aprendizado. de seus direitos e deveres para com a sociedade e o espaço que ocupam e no qual interagem. A educação estimula uma maior participação na vida política. que corresponde ao ensino médio completo. e continuar aprendendo. a justiça social e o fim das discriminações sociais. e também a proximidade dos resultados em relação a população que se autodeclara parda. o conhecimento. selecionando o que é relevante. O indicador expressa a quantidade média de anos de estudo para este grupo de idade. Idealmente as pessoas de 25 anos ou mais de idade deveriam ter no mínimo 11 anos de estudo. a informação e uma visão mais ampla dos valores são componentes básicos para o exercício da cidadania e o desenvolvimento sustentável. Justificativa A aquisição de conhecimentos básicos e a formação de habilidades cognitivas. em suas pesquisas domiciliares. sem dúvida. oriundos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . O IBGE. é usual agrupar as informações relativas às pessoas pretas e pardas.Brasil 2010 Dimensão social . por parte dos cidadãos. Comentários Os pretos e pardos foram tratados conjuntamente neste indicador.Educação 36 Escolaridade Este indicador apresenta a média de anos de estudo da população de 25 anos ou mais de idade. Ainda que por si só a educação não assegure a produção e distribuição de riquezas. requer um maior nível de escolaridade e um ensino de qualidade.PNAD. parda.branca.

na medida que somente o Distrito Federal. provavelmente a escolaridade permanecerá baixa nos próximos anos.0 em Alagoas e 6. a maioria dos estados (17) possui escolaridade inferior a 8 anos de estudo (ensino fundamental).00 em 2008. possui escolaridade média . o Brasil levará cerca de 30 anos para alcançar o indicador esperado. Vale ressaltar que. o Amapá e São Paulo possuem médias que correspondem à conclusão do ensino fundamental. mesmo entre a população branca. Em 1992. com diferenças de dois anos de estudo.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . e a evolução tem sido lenta. e esta diferença se alterou muito pouco no período da série histórica trabalhada. ou seja. Entre os pretos e pardos. que apresenta médias mais elevadas. em todas as Unidades da Federação o rendimento feminino é inferior ao masculino. do sistema educacional ou das altas taxas de reprovação e evasão escolar. passando de 0. ainda assim.4 ano. e naquelas em que isto não ocorre. Ao relacionar a escolaridade com outros indicadores nestes últimos 10 anos. Em quase todas as Unidades da Federação. os pretos e pardos de 25 anos ou mais de idade tinham 2. no período de 1992 a 2008.584. As médias de anos de estudo mais baixas ocorrem na Região Nordeste.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Se continuar neste ritmo. pretos e pardos. Da mesma forma. em 2008. enquanto o masculino era de R$ 1 204. em média. sendo que em todos os estados são inferiores à média nacional. proporção que não se alterou em relação a 1998. Isto reflete um passado de exclusão de grande parte da população. revelando ainda um grau elevado de desigualdade na distribuição de rendimentos.0 anos de estudo. somente 24. chegamos a algumas conclusões: o índice de Gini reduziu lentamente. Em 2008. ou seja. no período de 1992 a 2008. pois os pretos e pardos têm um ‘rendimento médio mensal’ que corresponde praticamente à metade daqueles da população de cor ou raça branca.00).1% dos jovens de 20 a 24 anos de idade frequentavam a escola em 2008. a escolaridade média do brasileiro alcançou apenas 7. Vale destacar que a baixa escolaridade se reflete nos rendimentos.3 em Sergipe. revela médias inferiores a 8 anos de estudo. para 0. Os pretos e pardos também apresentam escolaridade inferior à dos brancos em todas as Unidades da Federação. escolaridade obrigatória estabelecida pela Constituição Federal de 1988. as mulheres possuem maior escolaridade que os homens. em 1998. essa diferença era de dois anos. evidencia que a partir de 2001 as mulheres passaram a deter maiores médias de anos de estudo.Educação análise da escolaridade no Brasil.00 no Distrito Federal. Uma análise geral da escolaridade por sexo. porém. iguais ou superiores a 8 anos de estudo. Em 2008. O Distrito Federal. Esta conquista. fruto de um processo de conquistas e superação de barreiras nas últimas décadas. variando entre 5.3 anos de estudo a menos do que os brancos da mesma faixa etária. pois em 10 anos (1998-2008) ocorreu um incremento de apenas 1. a situação é ainda pior. o Rio de Janeiro. pouco significativo em termos populacionais. as diferenças são muito pequenas. apesar de alguns avanços nos anos intermediários.531. há desigualdade entre brancos. mostra sequer a conclusão do ensino fundamental. chegando a alcançar uma diferença absoluta de R$ 856. não significou ainda equidade no que se refere ao ‘rendimento médio mensal’ menor para as mulheres (R$ 814. Quanto à escolaridade por cor ou raça.

2 5. com 4. Amazonas.3 anos de estudo.1992/2008 Média de anos de estudo 7. Na Região Nordeste. uma média de apenas 5. embora tenha aumentado em relação a 2006 (4. Acre.6 1992 1993 1995 1996 1997 Total 1998 1999 2001 Homens 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Mulheres Fonte: IBGE.Educação correspondente ao ensino fundamental completo. Exclusive a população rural de Rondônia. .Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade. 2.4 anos de estudo em média. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. Não houve pesquisa em 1994 e 2000.0 4. alcançando.Brasil 2010 Dimensão social . Roraima.8 7. A situação é ainda mais grave em Alagoas.6).4 7.6 6. por sexo . Notas: 1.4 5.0 6. Indicadores relacionados 21 – Taxa de crescimento da população 22 – Taxa de fecundidade 24 – Índice de Gini da distribuição de rendimento 25 – Taxa de desocupação 26 – Rendimento familiar per capita 27 – Rendimento médio mensal 29 – Taxa de mortalidade infantil 30 – Prevalência de desnutrição total 31 – Imunização contra doenças infecciosas infantis 33 – Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 34 – Taxa de escolarização 35 – Taxa de alfabetização 38 – Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 – Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte 40 – Produto Interno Bruto per capita 55 – Acesso à Internet Gráfico 75 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .8 5. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. constituindo-se numa nova série. em 2008.Brasil . Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003. a população de cor ou raça preta e parda é mais afetada pela baixa escolaridade.

0 3. Tabela 92 .0 5.5 5.0 5.3 6. constituindo-se numa nova série.4 6.0 6. Exclusive população rural de Rondônia.4 4.0 Sexo Cor ou raça Fonte: IBGE.5 4.7 5.Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.1 5.9 Mulheres 4.6 6.5 6.7 6.0 6.8 8. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 e.5 5.6 6.1992/2008 Média de anos de estudo da população de 25 anos ou mais de idade Ano Total (1) Homens 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 5.4 5.9 7.7 6. 2. Roraima.3 5. por cor ou raça .6 6. por sexo e cor ou raça .5 5. Roraima. Amazonas.3 6.9 5.5 7.1 4.0 7.8 3.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Amazonas.Educação Gráfico 76 .2 6.3 7.0 7.0 5.0 7.7 7.7 6.3 6.1 6. Exclusive a população rural de Rondônia. Não houve pesquisa em 1994 e 2000.3 5.4 5.6 5. indígena ou sem declaração.4 7. indígena ou sem declaração.9 6.9 5.0 5. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003.8 7.2 6. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.6 5.1 5.2 5. .9 6. 2.6 5. Notas: 1.1 5.4 6.Brasil .4 5.Indicadores de desenvolvimento sustentável .9 7. Acre.5 6.6 5. constituindo-se numa nova série.7 4.0 6.Brasil .2 6. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.1 6.2 7.8 6.5 6.2 5. Acre.5 1992 1993 1995 1996 1997 Total (1) 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Branca Preta e parda Fonte: IBGE.3 6.0 6.1992/2008 Média de anos de estudo 8.6 6.9 4.1 Branca 5. (1) Inclusive as pessoas de cor ou raça amarela.Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade.0 4.7 6.1 4.3 4. (1) Inclusive as informações das pessoas de cor ou raça amarela.0 5.6 3.5 5.4 5. Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.4 6.0 Preta e parda 3. Notas: 1.

2 6.0 7.1 5.5 7.4 7.3 6.8 6.7 6.0 6.7 7.8 8.2 7.7 6.5 7.4 5.2 7.7 5.4 5. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.5 7.2 7.4 4.6 8.7 5.0 7.6 6.0 6.0 5.9 4.2 5.4 8.7 6.5 5.5 5.1 6.3 Branca 8.9 6.8 6.3 5.7 5.5 7.4 6.2 6.Educação Tabela 93 .7 6.0 7.2 8.6 9.4 6.3 9.3 8.3 5.3 Cor ou raça Preta e parda 6.5 4.7 6.5 7.6 6.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade Total (1) 7.1 6.4 7.2 8.8 6.1 7.9 7.2 7.7 6.0 5.6 8.1 5.8 4.4 7.0 8.8 7.7 6.8 7.1 6.3 4.2 5.0 7.0 8.6 Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Fonte: IBGE.8 8.1 9.8 6.5 6.0 6.0 6.5 6.0 6.0 5.1 5.8 6.6 6.2 7.4 7.9 8.2 7.1 5.6 6.3 5.6 7.9 9.0 5.9 9.3 6.1 7.7 7.5 7.7 6.0 4.9 7.9 7.9 7.7 6.1 6.6 6.4 8.0 7.0 6.4 7. indígena ou sem declaração.0 6.7 8.Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade.1 5.4 7.3 5.6 7.1 5.6 5.3 5.6 7.9 6.0 6. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .7 8.9 6. por sexo e cor ou raça.4 8. (1) Inclusive as informações das pessoas de cor ou raça amarela.3 7.4 8.3 5.6 7.1 7.3 6.5 6.6 7.1 6.2 6.3 Sexo Homens 6._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .3 6.0 6.4 6.6 10.4 6.8 7.3 7.7 8.0 8. .8 5.4 5.8 6.8 7.5 6.0 6.9 6.2 7.5 7.Brasil 2010 Dimensão social .6 6.1 6.4 Mulheres 7.9 6.

Média de anos de estudo da população de 25 anos ou mais de idade.Indicadores de desenvolvimento sustentável . total. por sexo e cor ou raça . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .2008 Fonte: IBGE.Educação Mapa 37 . .

necessidade básica do ser humano. a coleta do lixo. O Ministério das Cidades decidiu adotar como diretriz para a área de habitação as Metas de Desenvolvimento do Milênio: reduzir pela metade a . esgotamento sanitário por rede coletora ou fossa séptica. A densidade de moradores por dormitório é um dos indicadores que expressa a qualidade de vida na moradia e em conjunto com as características constitutivas e a disponibilidade de serviços básicos de infraestrutura têm influência marcante na saúde e no bem estar da população. Foram selecionados os indicadores de acesso a alguns serviços básicos e outras características do domicílio. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . coleta de lixo direta ou indireta por serviço de limpeza. Justificativa Dentre os itens essenciais a serem tratados no desenvolvimento sustentável. e esgotamento sanitário por rede coletora ou fossa séptica. destaca-se a habitação. Comentários Considera-se como adequado o domicílio particular permanente com abastecimento de água por rede geral. Um domicílio pode ser considerado satisfatório quando apresenta um padrão mínimo de aceitabilidade dos serviços de infraestrutura básica. coleta de lixo direta ou indireta e com até dois moradores por dormitório. A classificação adotada neste indicador foi a mesma do Censo Demográfico 2000 e pode ser consultada no volume temático Censo Demográfico 2000: famílias e Domicílios: resultados da amostra.PNAD. além de espaço físico suficiente para seus moradores. a densidade de moradores por dormitório. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . A moradia adequada é uma das condições determinantes para a qualidade de vida da população.Brasil 2010 Dimensão social . abastecimento de água por rede geral.Habitação Habitação 37 Adequação de moradia Este indicador expressa as condições de moradia através da proporção de domicílios com condições mínimas de habitabilidade. o abastecimento de água e o esgotamento sanitário. O indicador expressa a proporção de domicílios que contemplem os quatro critérios citados sobre o total de domicílios particulares permanentes. Descrição As variáveis utilizadas são o número total de domicílios particulares permanentes. Foram considerados adequados os domicílios que atendessem simultaneamente os seguintes critérios: densidade de até dois moradores por dormitório.

Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . Quanto a coleta de lixo no domicílio. conforme informação divulgada pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento – PNUD Brasil.org.6%.9% e 83. adotada por unanimidade pelos países membros da Organização das Nações Unidas . No que se refere ao abastecimento de água por rede geral. no Distrito Federal esse percentual alcança 96. e atingir. as menores proporções ocorrem no Nordeste.br. 21. a coleta de lixo e a rede geral de água estão presentes em um número maior de domicílios (87. Os contrastes regionais e interestaduais são marcantes.2%) e Maranhão (66.2% dos domicílios. A título de exemplo. respectivamente) do que o esgotamento sanitário adequado (rede geral de esgoto ou fossa séptica).1%) e Acre (56. pois enquanto no Mato Grosso do Sul apenas 24% dos domicílios possuem esgotamento sanitário adequado. o maior do País. podemos afirmar que temos dois Brasis: um representado pelas Regiões Norte.ONU em 2000.6%).com.3%.8%. que abrange as regiões do Centro-sul do País. no Centro-Oeste as desigualdades são enormes. 77. No Distrito Federal. observa-se que o número de domicílios com densidade de até dois moradores por dormitório vem aumentando e o acesso aos serviços de saneamento básico vem se ampliando. Pará (49. O número de domicílios adequados para moradia vem crescendo no Brasil nos últimos anos. tendo alcançado 57% dos domicílios particulares permanentes em 2008. Enquanto no Sudeste 72. entretanto. o acesso aos serviços de saneamento básico no domicílio é menor.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Entre os indicadores de saneamento. na Região Norte. Centro-Oeste (com exceção do Distrito Federal) e Nordeste. com destaque para os Estados do Piauí (56. ou seja. porém. a Região Norte apresenta os menores percentuais do País.6%). com melhoria em relação ao ano de 2006 (70.6% e em São Paulo. Entre as Unidades da Federação. com médias inferiores à nacional.1% e 22.3%). . Mato Grosso do Sul e Amapá apresentam os menores percentuais de domicílios adequados. um outro Brasil.pnud. Nas Regiões Norte. pois significa que o País possuía neste ano aproximadamente 25 milhões de domicílios inadequados. com valores superiores à média nacional. Em Rondônia.8%). as condições gerais de moradia do brasileiro melhoraram nos últimos anos. Quando os critérios de adequação são analisados separadamente. segundo estes quesitos.Habitação proporção da população sem acesso à água potável até 2015. este percentual alcança 78. Este. Maiores informações poderão ser obtidas no portal http://www. até 2020. mantendo o mesmo padrão de contraste com as Regiões Sudeste e Sul que aquele apresentado em 2006. disponível na Internet no endereço http://www.5%. respectivamente. No que se refere a este indicador. as desigualdades também são marcantes. sobretudo nos Estados de Rondônia (42. Esta situação pode ser explicada pela maior proporção de domicílios com poço ou nascente.developmentgoals.9%. Nordeste e Centro-Oeste. não é um percentual satisfatório. o menor do País em 2008. presente em 73. esta proporção cai para 28. uma melhoria significativa da qualidade de vida das pessoas que residem em habitações precárias.5% dos domicílios são adequados. segundo os critérios de adequação definidos neste indicador. As Metas do Milênio foram estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas para implementar a Declaração do Milênio.

0 40.8% dos domicílios possuem esta forma de abastecimento de água.2% e 11%. . Acre.Habitação por exemplo.0 70. e no Pará alcança 47. respectivamente.0 50. Não houve pesquisa em 1994 e 2000. Exclusive a população rural de Rondônia. estados com proporções elevadas de abastecimento por rede geral.Taxa de mortalidade infantil 33 .Rendimento familiar per capita 27 . Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008. Por fim.Brasil 2010 Dimensão social .Percentual de domicílios particulares permanentes em condição de moradia adequada e critérios de adequação Brasil .Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 52 .0 90.0 30.6%). Até 2 moradores por dormitório Rede geral de esgoto ou fossa séptica Notas: 1.Taxa de desocupação 26 .5%) e Minas Gerais (87.Acesso a esgotamento sanitário 25 .Rendimento médio mensal 28 . possuem uma proporção menor de domicílios com abastecimento por poço ou nascente. cabe ressaltar que nos estados com os menores percentuais de domicílios com saneamento adequado. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003. Indicadores relacionados 18 . A título de exemplo.Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 .DRSAI é maior. a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.Esperança de vida ao nascer 29 .6%. Amazonas.1992/2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Moradias adequadas Rede geral de água Coleta de lixo direta ou indireta Fonte: IBGE. 3. o número de internações por Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado .0 60._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Existência de conselhos municipais de meio ambiente % 100.0 Gráfico 77 . tais como: São Paulo (96. constituindo-se numa nova série.0 80. 2.Acesso a sistema de abastecimento de água 20 . Roraima. 38.

Não houve pesquisa nos anos de 1994 e 2000.4 77.5 76.Domicílios particulares permanentes.3 1999 43 859 738 20 630 006 47.6 56. 2.0 84.8 79.3 81.Brasil .3 83.8 69.3 1998 41 839 703 19 191 847 45. Amazonas.9 70.0 74.7 83.7 78. Roraima.9 Fonte: IBGE.4 78.8 66.9 1995 38 870 743 15 904 858 40.2 79.3 1997 40 644 623 17 835 536 43.0 77.2 69.9 78.5 81.8 75.5 2007 55 769 895 31 519 128 56.Habitação Tabela 94 .7 75.7 73.8 66.9 72. .8 64.9 73.4 73.1992/2008 Domicílios particulares permanentes Adequados para moradia Critérios de adequação Ano Total Absoluto Relativo (%) Até 2 moradores por dormitório (%) Rede geral de esgoto ou fossa séptica (%) Coleta de lixo direta ou indireta (%) Rede geral de água (%) 1992 35 902 683 13 219 014 36.6 82.0 72. total e adequados para moradia e proporção de domicílios particulares permanentes.Indicadores de desenvolvimento sustentável . por critérios de adequação .1 68.1 76.1 71.4 86.2 2002 48 047 058 24 251 073 50.2 2008 57 557 140 32 816 271 57.7 82.7 77.3 87.5 76.7 1993 36 819 172 14 290 108 38.6 2004 51 616 165 26 673 088 51. Pará e Amapá entre os anos de 1992 e 2003 a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 1992/2008.7 73. Exclusive população rural de Rondônia.8 63.7 62.8 2003 49 674 614 25 674 500 51.3 60.7 2006 54 214 031 29 169 546 53.6 67.1 1996 39 681 870 17 119 566 43.4 85.0 81.0 2001 46 930 563 22 886 117 48. constituindo-se numa nova série.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .9 68.0 66.7 83.1 70. Acre. Notas: 1.7 77.2 83.9 73.7 2005 52 867 662 27 697 904 52.7 82.4 87.7 80.7 63.0 82.4 68.0 58.8 85.7 84.

8 80.5 68.6 83.4 21.7 87.0 Rede geral de esgoto ou fossa séptica (%) 73._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .8 48.Brasil 2010 Dimensão social .0 84.1 86.9 51.0 77.6 55. total e adequados para moradia e proporção de domicílios particulares permanentes por critérios de adequação.5 68.2 66.4 80.5 84.8 81.9 81.3 88.Habitação Tabela 95 .8 89.9 92.7 87.7 77.8 95.1 55.4 79.3 83.9 86.4 79.1 98.5 90.5 88.8 72.5 36.8 77.1 72.9 78.8 73.7 89.0 84.3 62.7 94.7 49.0 40.2 85.6 30.3 56.1 83.5 28.1 38.2 76.2 76.9 83.9 80.8 87.0 69.4 81.2008 Domicílios particulares permanentes Adequados para moradia Grandes Regiões e Unidades da Federação Critérios de adequação Total Absoluto Relativo (%) Até 2 moradores por dormitório (%) 82.0 53.5 69.2 96.7 40.7 89.4 79.0 61.3 79.3 70.5 44.0 26.2 82.0 77.8 37.4 85.5 75.0 28.3 35.1 89.3 Fonte: IBGE.2 80.2 89.4 72.4 81.0 84.1 75.0 67.6 56.5 84.1 84.1 62.9 69.5 51.1 37.3 77.2 59.5 22.5 63.8 57.1 57.4 78.2 70.5 69.3 87.1 96.1 98.7 85.6 78.9 81.1 56.7 57.6 91.4 75.5 79.1 83.3 80. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .4 80.9 91.0 44.4 69.2 62. .8 88.5 24.2 36.3 83.8 86.8 Coleta de lixo direta ou indireta (%) 87.3 Rede geral de água (%) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 57 557 140 4 009 982 451 794 186 748 773 191 116 779 1 938 899 164 745 377 826 14 993 711 1 616 920 875 390 2 372 870 888 293 1 086 361 2 480 718 883 014 567 087 4 223 058 25 309 928 6 116 721 1 055 551 5 247 630 12 890 026 8 993 253 3 384 741 1 956 405 3 652 107 4 250 266 725 422 922 224 1 856 707 745 913 32 816 271 1 147 274 135 456 49 029 276 900 59 785 494 660 37 042 94 402 6 034 718 595 463 328 213 869 935 320 149 486 120 1 005 057 247 817 320 226 1 861 738 18 353 144 4 206 241 607 383 3 570 793 9 968 727 5 606 599 2 080 172 1 234 866 2 291 561 1 674 536 153 184 353 742 581 130 586 480 57.1 48.1 86.8 74.2 98.2 25.8 36.2 60.9 58.1 79.0 90.5 32.2 85.3 78.7 39.1 73.4 66.7 36.3 42.2 63.Domicílios particulares permanentes.4 31. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.4 36.5 90.1 62.0 98.3 95.4 75.8 51.0 78.1 72.1 77.5 25.5 79.4 75.7 77.6 88.8 87.6 82.0 79.0 73.3 61.

Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2010________________________________________
Dimensão social - Habitação

Mapa 38 - Adequação de moradia - 2008

Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008. Nota: São consideradas moradias adequadas os domicílios que cumprem,simultaneamente, os seguintes critérios: densidade de moradores por dormitório até 2 (dois), rede geral de abastecimento de água, esgotamento por rede geral ou fossa séptica e coleta de lixo direta ou indireta.

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Dimensão social - Segurança

Segurança
38 Coeficiente de mortalidade por homicídios
Este indicador representa as mortes por causas violentas

Descrição
As variáveis utilizadas são o número de óbitos por homicídios (total, masculino e feminino) e a população residente (total, masculina e feminina). O indicador é a relação entre a mortalidade por homicídios e a população, expressa em homicídios anuais por 100 000 habitantes. Os registros primários de homicídios utilizados para elaboração deste indicador foram obtidos junto às Secretarias Estaduais de Saúde, por meio das declarações de óbito, e processados pelo Ministério da Saúde, através da Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, disponíveis no Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM.

Justificativa
Os especialistas apontam a mortalidade por causas violentas como as que mais vêm tomando vulto no conjunto da mortalidade no Brasil, principalmente entre os jovens e os homens. A criminalidade ocasiona grandes custos sociais e econômicos. Além das vidas perdidas, muitas vezes prematuras, gera sequelas emocionais nas famílias das vítimas, elevados custos hospitalares e para o controle da violência, e insegurança na população, interferindo negativamente na sua qualidade de vida. Estudos mostram que a prevenção é menos onerosa. Estratégias de combate à exclusão social e à pobreza, tais como geração de emprego e renda e inserção no sistema educacional, entre outras iniciativas, poderão contribuir para a redução das taxas de homicídios. O planejamento e a implementação de uma política nacional de segurança pública, com medidas de curto, médio e longo prazo precisa integrar diferentes setores governamentais e da sociedade.

Comentários
Observa-se um incremento em termos absolutos de 6,2 óbitos por homicídios por 100 mil habitantes entre 1992 e 2007, sendo mais acentuado para o sexo masculino. Entre 1992 e 2003, ocorreu um aumento no coeficiente e a partir de 2004 observa-se uma tendência de queda. Os homens apresentam valores consideravelmente superiores às mulheres (10 vezes maiores em média). As mortes por homicídios afetam a esperança de vida, que não é superior devido às mortes prematuras, sobretudo de jovens do sexo masculino. As Regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte apresentaram em 2007 os maiores coeficientes, mais elevados que a média do País (25,4 por 100 mil habitantes). A Região Sul continua exibindo o menor valor do País (21,4 por 100 mil habitantes), embora tenha aumentado ligeiramente em relação a 2004 (20,4 por 100 mil

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Dimensão social - Segurança

habitantes). Vale ressaltar que em 2004 a Região Sudeste apresentava 32,3 óbitos por homicídios por 100 mil habitantes, e em 2007 esse número decresce para 23,5. Entre as Unidades da Federação, os maiores coeficientes em 2007 couberam a Alagoas (59,5), Espírito Santo (53,3) e Pernambuco (53,0). O Estado do Rio de Janeiro ocupa o quarto lugar, tendo conseguido reduzir de 50,8, em 2004, para 41,5 óbitos por homicídios por 100 mil habitantes. Além destes exemplos, apresentam valores superiores à média brasileira todos os estados da Região Centro-Oeste (26,0 a 30,5), o Distrito Federal (29,2) e os Estados do Pará (30,3), Paraná (29,5), Roraima (29,9), Rondônia (27,2), Amapá (27,0), Bahia (26,0) e Sergipe (25,7). As menores taxas foram registradas nos Estados de Santa Catarina (10,4), Piauí (12,4) e São Paulo, que passou de 28,5, em 2004, para 15,4 óbitos por homicídios por 100 mil habitantes em 2007. Ao analisar as variações espaciais dos coeficientes de mortalidade, devese considerar a subenumeração de óbitos provocada pela cobertura insatisfatória da base de dados em muitos municípios, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, além de possíveis imprecisões nas declarações de óbito.

Indicadores relacionados
24 - Índice de Gini da distribuição de rendimento 25 - Taxa de desocupação 26 - Rendimento familiar per capita 27 - Rendimento médio mensal 28 - Esperança de vida ao nascer 34 - Taxa de escolarização 35 - Taxa de alfabetização 36 - Escolaridade
Gráfico 78 - Coeficiente de mortalidade por homicídio, por sexo Brasil - 1992-2007

55,0 50,0 45,0 40,0 35,0 30,0 25,0 20,0 15,0 10,0 5,0 0,0

Por 100 000 hab.

1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Total Homens Mulheres Fonte: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM.

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Dimensão social - Segurança

Tabela 96 - Coeficiente de mortalidade por homicídios, por sexo Brasil - 1992-2007

Coeficiente de mortalidade por homicídios (por 100 000 hab.) Ano Total Homens 1992 19,2 35,6 Mulheres 3,2 Sexo

1993

20,2

37,3

3,4

1994

21,2

39,2

3,7

1995

23,8

43,9

4,2

1996

24,8

45,5

4,6

1997

25,4

...

...

1998

25,9

48,1

4,3

1999

26,2

48,7

4,3

2000

26,8

49,8

4,3

2001

27,8

52,0

4,4

2002

28,2

52,9

4,3

2003

28,8

54,0

4,3

2004

26,9

50,5

4,2

2005

26,1

48,9

4,2

2006

26,6

49,7

4,2

2007

25,4

47,7

3,9

Fonte: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM.

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Dimensão social - Segurança

Tabela 97 - Coeficiente de mortalidade por homicídios, total e por sexo, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2007

Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal

Coeficiente de mortalidade por homicídios (por 100 000 hab.) Sexo Total Homens 25,4 26,0 27,2 19,5 21,1 27,9 30,3 27,0 16,5 29,6 18,0 12,4 23,2 19,1 23,6 53,0 59,5 25,7 26,0 23,5 20,9 53,3 41,5 15,4 21,4 29,5 10,4 19,8 28,3 30,4 30,5 26,0 29,2 47,7 47,5 49,8 33,7 39,0 44,6 55,9 50,2 28,5 56,4 34,1 22,9 44,4 36,2 44,6 102,5 114,6 49,0 48,9 44,2 38,2 97,2 81,3 28,7 39,8 55,1 18,6 36,9 51,8 55,2 53,5 47,8 56,4 Mulheres 3,9 4,0 3,6 5,1 3,1 9,6 4,0 3,8 4,2 3,8 2,0 2,3 3,0 2,7 3,7 6,5 6,9 3,3 3,5 3,9 4,0 10,4 5,1 2,8 3,6 4,5 2,3 3,4 5,2 5,7 6,7 4,7 4,3

Fonte: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM.

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Mapa 39 - Coeficiente de mortalidade por homicídios - 2007

Fonte: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM.

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39 Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte
Este indicador representa os óbitos por acidentes de transporte.

Descrição
As variáveis utilizadas são o número de óbitos por acidentes de transporte e a população (total e por sexo). O indicador é a relação entre mortalidade por acidentes de transporte e a população considerada (total, homens e mulheres), expressa em óbitos por 100 000 habitantes. Os registros primários de mortes por acidentes de transporte, utilizados para elaboração deste indicador, foram obtidos junto às Secretarias Estaduais de Saúde, por meio das declarações de óbito e processados pelo Ministério da Saúde, através da Secretaria de Vigilância em Saúde, Divisão de Análise em Situação de Saúde, disponíveis no Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM. O indicador abrange os acidentes de transporte terrestres, aquaviários, aéreos e pessoas traumatizadas em acidentes de transporte (pedestres, ciclistas, motociclistas e os ocupantes de veículos).

Justificativa
Os acidentes de transporte, por serem um dos fatores que ameaçam a segurança física dos cidadãos, refletem na qualidade de vida da população, que é um dos aspectos essenciais na busca do desenvolvimento sustentável. A mortalidade por acidentes de transporte é considerada um problema possível de se prevenir e evitar e, sob a ótica do desenvolvimento sustentável, associado aos aspectos de educação e de cidadania. Assim, nos processos de planejamento e gestão, é importante buscar estratégias que visem desde a mudança de comportamento de motoristas e pedestres até aquelas voltadas às questões de infraestrutura, tais como: programas de prevenção com campanhas de informação e conscientização; cumprimento do Código Nacional de Trânsito (veículos mais seguros, uso de cinto de segurança, crianças no banco traseiro, uso de capacetes e outros); desenvolvimento de planos estratégicos de tráfego; conservação de vias; sinalização adequada; investimento em pesquisas científicas que possam envolver toda a complexidade dos fenômenos (tecnológicos, psicológicos, sociológicos e físicos); e aplicação de metodologias apropriadas às especificidades local (inclusive as do espaço intra-urbano), regional e nacional.

Comentários
Segundo o Mistério da Saúde “acidente de transporte é todo acidente que envolve um veículo destinado, ou usado no momento do acidente, principalmente para o transporte de pessoas ou de mercadorias de um lugar para o outro” Inclui os acidentes de trânsito (acidentes com veículo ocorrido na via .

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Dimensão social - Segurança

pública) e os de não de trânsito (acidentes de veículo que ocorrem em sua totalidade em qualquer lugar que não seja uma via pública). A Organização Mundial da Saúde - OMS considera os acidentes de transporte como um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, consequência da acelerada urbanização e motorização, não acompanhada na mesma proporção de infraestrutura adequada. Além das mortes, há casos de deficiências permanentes. Esse problema, que cresce mundialmente a cada ano, afeta todos os grupos socioeconômicos, com maior frequência os mais pobres, e implica em custos elevados para o sistema de saúde, através de assistência médico-hospitalar e reabilitação, dentre outros. No ano de 2004, a segurança no trânsito foi o tema do Dia Mundial da Saúde, determinado pela OMS, para alertar sobre a relevância do assunto e sobre a necessidade de políticas públicas integradas entre os diversos setores público e privado e da sociedade civil organizada no combate ao problema. No Brasil, os maiores valores do coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte são observados nas Regiões Centro-Oeste (44,8 por 100 mil habitantes) e Sul (43,2 por 100 mil habitantes), que apresentavam em 2007 valores superiores à média brasileira (20,3 por 100 mil habitantes), especialmente para os homens, mantendo o mesmo padrão do ano de 2004. Em 2007, Roraima, Santa Catarina e Tocantins foram os estados com as maiores mortalidades por acidentes de transporte por 100 mil habitantes, afetando sobretudo os homens. As taxas femininas são maiores nos Estados de Santa Catarina,Tocantins, Mato Grosso e Roraima, inferiores, entretanto, às taxas masculinas. Alguns marcos referenciais são importantes para o enfrentamento dos acidentes de transporte, como o Código de Trânsito Brasileiro (Lei, nº 9.503/1998). Em 2008, entrou em vigor a “Lei Seca” (nº 11.705 de 19 de junho de 2008), com a finalidade de estabelecer alcoolemia zero (presença de álcool no sangue) e de impor penalidades mais severas para o condutor que dirigir sob a influência do álcool. De abrangência nacional, sua aplicabilidade de forma efetiva pode mitigar as ocorrências para os acidentes de trânsito, que são responsáveis pelo maior número de registros para esse indicador. Ao analisar as variações espaciais dos coeficientes de mortalidade, devese considerar a subenumeração de óbitos provocada pela cobertura insatisfatória da base de dados em muitos municípios, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, além de possíveis imprecisões nas declarações de óbito.

Indicadores relacionados
26 - Rendimento familiar per capita 27 - Rendimento médio mensal 28 - Esperança de vida ao nascer 32 - Oferta de serviços básicos de saúde 34 - Taxa de escolarização 35 - Taxa de alfabetização 36 - Escolaridade 53 - Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento

40 35 30 25 20 15 10 5 0 Gráfico 79 .9 30.5 9.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Sistema de Informações sobre Mortalidade .Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte.2 6.3 18.9 29.9 19. por sexo Brasil .6 32.1992-2007 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Total Homens Mulheres Fonte: Ministério da Saúde.0 7.2 21.2 7.3 7.6 8.4 19.2 7.7 8.Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte.5 6.1 9.0 18.1 18.4 17.7 36.8 32.8 19.SIM. Sistema de Informações sobre Mortalidade .0 32.2 33. Divisão de Análise em Situação de Saúde.6 19.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social . .) Ano Total Homens 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 18.4 18. por sexo Brasil .9 20.8 Mulheres 7.7 7.0 36.9 33.4 19.3 29.Segurança Por 100.3 31.2 Sexo Fonte: Ministério da Saúde.6 6.1 33.3 22.9 7.000 hab. Secretaria de Vigilância em Saúde.9 18. Tabela 98 .2 30.9 7.1 28. Secretaria de Vigilância em Saúde.SIM.1992-2007 Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte (por 100 000 hab.0 8.6 22. Divisão de Análise em Situação de Saúde.6 29.8 28.

5 24.4 53.1 5.6 51.2 5.9 17.3 7.8 17.3 17.7 49.6 33. Divisão de Análise em Situação de Saúde.8 17.7 15.3 28.) Sexo Total Homens 20.7 10.8 22.3 29.3 Mulheres 7. .0 23.6 6.0 7. total e por sexo.6 30.9 14.8 6.6 38.8 6.8 5.6 29.7 19.2 30._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 52.3 16.8 48.0 20. Secretaria de Vigilância em Saúde.7 5.2 19.5 9.0 11.7 15. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .2 18.8 23.9 14.8 28.4 20.8 6.6 26.2 50.2 36.5 5.8 17.9 6.6 36.Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte.1 6.1 7.7 43.4 32.5 30.5 54.Brasil 2010 Dimensão social .3 31.SIM.5 30.7 18.2 6.0 27.1 32.1 26.2 40. Sistema de Informações sobre Mortalidade .7 23.6 11.2 19.3 43.6 32.7 11.8 5.2 4.4 10.2 10.3 33.0 32.3 25.0 9.1 38.3 10.8 9.8 12.5 Fonte: Ministério da Saúde.6 9.5 44.4 29.2007 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte (por 100 000 hab.8 26.5 11.7 27.Segurança Tabela 99 .2 30.1 5.4 21.7 4.0 36.2 17.3 6.2 33.

Sistema de Informações sobre Mortalidade . Secretaria de Vigilância em Saúde. Divisão de Análise em Situação de Saúde.2007 Fonte: Ministério da Saúde.Brasil 2010________________________________________ Dimensão social .Indicadores de desenvolvimento sustentável .SIM.Segurança Mapa 40 . .Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte .

em muitos aspectos .Dimensão econômica Quadro econômico 40 Produto Interno Bruto per capita O Produto Interno Bruto per capita indica o nível médio de renda da população em um país ou território.PIB. Na qualidade de um indicador sintético. e a população residente estimada para 1º de julho. Descrição As variáveis utilizadas para a construção deste indicador são o Produto Interno Bruto . É comumente utilizado como um indicador-síntese do nível de . o PIB per capita resulta útil para sinalizar o estado do desenvolvimento econômico. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE.assim como o estudo de sua variação informa sobre o comportamento da economia ao longo do tempo. Justificativa O crescimento da produção líquida de bens e serviços é um indicador básico do comportamento de uma economia. a preços constantes de 1995. O indicador expressa a razão entre o PIB e a população residente.

estimando-se uma nova série de Tabelas de Recursos e Usos na classificação do sistema anteriormente divulgado.ainda que insuficiente para expressar. no passado.Brasil 2010 Dimensão econômica . alternando taxas de crescimento baixas com situações de queda em alguns anos. o Produto Interno Bruto per capita do Brasil. que inclui o cálculo do PIB. em todos os sentidos. o IBGE concluiu o processo de revisão metodológica do Sistema de Contas Nacionais. É entre as Regiões Norte. cujo padrão de vida e riqueza são os maiores responsáveis pelos problemas ambientais globais.Quadro econômico desenvolvimento de um país ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . muito embora. Entre os países mais pobres ou em desenvolvimento é.7%). diminuição do desemprego e para minorar outros problemas sociais. além da declaração do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas. Na perspectiva do desenvolvimento sustentável. Centro-Oeste e Sul que tem se concentrado a ocorrência de taxas de crescimento do PIB estadual superiores à média nacional. especialmente em circunstâncias de desigualdade na distribuição de renda. tomado a preços de 1995. segundo as disponibilidades de informações. também é no Norte e Centro-Oeste que têm sido registrados os maiores incrementos populacionais. . também pode ser condição para a satisfação das necessidades humanas correntes. Nos últimos 14 anos. entre outros aprimoramentos. em consumo de recursos não renováveis e contaminação. Os dados aqui apresentados referem-se a esta nova série.00 para R$ 5 405. as informações provêm do Sistema de Contas Regionais. com exceção do ano de 2009. o grau de bem-estar da população. Para o período anterior a 2000. Por outro lado. no qual os efeitos da crise internacional também foram verificados na economia brasileira. se permitiram os chamados países centrais. passando a adotar o ano de 2000 como referência e incorporando dados das pesquisas anuais econômicas e domiciliares. mas revelam a crescente interiorização da atividade econômica do País. costuma ser tratado como uma informação associada à pressão que a produção exerce sobre o meio ambiente. Esses movimentos vêm determinando alterações discretas na posição relativa das Unidades da Federação em relação ao indicador de PIB per capita.00 (incremento de 21. porém. O Produto Interno Bruto per capita é normalmente utilizado como um indicador do ritmo de crescimento da economia. eles próprios já não possam se descuidar da proteção ao meio ambiente como. O crescimento do produto. por si só. na atualidade. encadeada com a nova série no ano de 2000. Comentários Em 2007. Para as Unidades da Federação. realizou-se a retropolação dos dados até 1995. passou de R$ 4 441. com maiores crescimentos verificados nos anos finais da série. Seu crescimento é visto como sinal de um alerta nas condições dos países ricos. mais desejável que estejam presentes taxas elevadas de crescimento econômico. para o combate da pobreza.

Produto Interno Bruto per capita Brasil . (1) Resultado das Contas Nacionais Trimestrais.Rendimento familiar per capita 27 .Indicadores de desenvolvimento sustentável .Intensidade energética 46 .Quadro econômico Indicadores relacionados 03 .Acesso a esgotamento sanitário 21 .Participação de fontes renováveis na oferta de energia 47 .Consumo mineral per capita 48 .Taxa de investimento 42 .Reciclagem R$ 5 600 5 400 5 200 5 000 4 800 4 600 4 400 4 200 4 000 Gráfico 80 .Índice de Gini da distribuição de rendimento 25 .Uso de fertilizantes 05 .1995-2009 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 (1) Fontes: IBGE. Nota: Valores a preços de 1995. Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 .Desflorestamento na Amazônia Legal 10 .Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 04 .Área remanescente e desmatamento no Cerrado 18 .Taxa de desocupação 26 .Balança comercial 43 .Uso de agrotóxicos 07 .Taxa de crescimento da população 24 .Queimadas e incêndios florestais 08 .Consumo de energia per capita 45 .Revisão 2008.Vida útil das reservas de petróleo e gás 49 . . Diretoria de Pesquisas.Rendimento médio mensal 41 .Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . Coordenação de Contas Nacionais.Grau de endividamento 44 .Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 20 . e Coordenação de População e Indicadores Sociais.

Revisão 2008. (1) Resultado das Contas Nacionais Trimestrais.População residente. Coordenação de Contas Nacionais.Brasil 2010 Dimensão econômica . Produto Interno Bruto. 158 875 Produto Interno Bruto Total (1 000 000 R$) 705 641 Per capita (R$) 4 441 1995 1996 161 323 720 816 4 468 1997 163 780 745 145 4 550 1998 166 252 745 409 4 484 1999 168 754 747 303 4 428 2000 171 280 779 483 4 551 2001 173 808 789 718 4 544 2002 176 304 810 710 4 598 2003 178 741 820 006 4 588 2004 181 106 866 847 4 786 2005 183 383 894 237 4 876 2006 185 564 929 747 5 010 2007 187 642 986 252 5 256 2008 189 613 1036 906 5 469 2009 (1) 191 481 1034 979 5 405 Fonte: IBGE. e Coordenação de População e Indicadores Sociais. Projeção da População do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Nota: Valores a preços de 1995. Diretoria de Pesquisas. .1995-2009 Ano População residente 1 000 hab. Brasil .Quadro econômico Tabela 100 . total e per capita .

pdf>.População residente. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .Quadro econômico Tabela 101 . Produto Interno Bruto.gov. total e per capita .Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .br/home/estatistica/economia/contasregionais/2003_2007/contas_regionais_2003_2007. . Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: <http://www. Acesso em: maio 2010. 28). n.2007 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Produto Interno Bruto População residente Total (1 000 000 R$) 2 661 345 133 578 15 003 5 761 42 023 4 169 49 507 6 022 11 094 347 797 31 606 14 136 50 331 22 926 22 202 62 256 17 793 16 896 109 652 1 501 185 241 293 60 340 296 768 902 784 442 820 161 582 104 623 176 615 235 964 28 121 42 687 65 210 99 946 Per capita (R$) 14 465 9 135 10 320 8 789 13 043 10 534 7 007 10 254 8 921 6 749 5 165 4 662 6 149 7 607 6 097 7 337 5 858 8 712 7 787 19 277 12 519 18 003 19 245 22 667 16 564 15 711 17 834 16 689 17 844 12 411 14 954 11 548 40 696 183 988 500 14 623 317 1 453 756 655 385 3 221 940 395 725 7 065 573 587 311 1 243 627 51 534 571 6 118 995 3 032 435 8 185 250 3 013 740 3 641 397 8 485 427 3 037 231 1 939 426 14 080 670 77 873 342 19 273 533 3 351 669 15 420 450 39 827 690 26 733 877 10 284 503 5 866 487 10 582 887 13 223 393 2 265 813 2 854 642 5 647 035 2 455 903 Fonte: Contas regionais do Brasil 2003-2007. 2009.ibge. (Contas nacionais.Indicadores de desenvolvimento sustentável .

gov.Brasil 2010 Dimensão econômica .2007 Fonte: Contas regionais do Brasil 2003-2007.br/home/estatistica/economia/contasregio nais/2003_2007/contas_regionais_2003_2007. 28).Produto Interno Bruto per capita . 2009. Rio de Janeiro: IBGE. Acesso em: maio 2010.pdf>.ibge. n. Disponível em: <http:// www. .Quadro econômico Mapa 41 . (Contas nacionais._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

Indicadores de desenvolvimento sustentável . Justificativa A taxa de investimento mede o estímulo ao desenvolvimento econômico. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. ao refletir o aporte de bens de capital destinado a ampliar a capacidade de produção do País. O aumento do investimento é um fator para os países em desenvolvimento ampliarem seu espaço na economia mundial.Balança comercial 43 . Tais patamares da taxa de investimento sinalizam debilidade na expansão ou recomposição do parque produtivo para o futuro.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .Grau de endividamento . com uma recuperação nos anos subsequentes.Produto Interno Bruto per capita 42 . calculada a preços de mercado. mostraram uma tendência de declínio no período compreendido entre 1995 e 2003. os economistas preconizam taxas de investimento bem mais altas que as que têm sido observadas no Brasil. a relação entre a formação bruta de capital fixo e o PIB.Quadro econômico 41 Taxa de investimento Mede o incremento da capacidade produtiva da economia em determinado período como participação do PIB. além disso. Descrição As informações utilizadas são a formação bruta de capital fixo e o Produto Interno Bruto . Comentários Para países em desenvolvimento.PIB. Indicadores relacionados 40 . mas o crescimento verificado nos três últimos anos da série indica bons sinais com relação ao crescimento no nível de atividade corrente. elas têm flutuado em torno de valores inferiores a 20% e. em percentual. Em nosso País. O indicador expressa. A participação dos investimentos no PIB revela um importante componente da aceleração do ritmo de crescimento e desenvolvimento econômico. posto que o investimento é considerado um componente decisivo de sustentação da demanda agregada.

0 10.1995-2008 % 20.0 13.0 16. Diretoria de Pesquisas.0 15.0 12.0 16.Taxa de investimento .0 4.Brasil .0 14.0 10.Quadro econômico Gráfico 81 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 17.0 2.0 0.Brasil . segundo os setores institucionais .Composição da taxa de investimento. Coordenação de Contas Nacionais. Coordenação de Contas Nacionais.0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: IBGE. Gráfico 82 .0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Administração pública Empresas financeiras Empresas não financeiras Famílias (1) Fonte: IBGE.0 6.0 18.0 12.0 11.0 8.0 19. Diretoria de Pesquisas.0 18.Brasil 2010 Dimensão econômica .0 14. (1) Até 1999 o setor institucional Instituições privadas sem fins de lucros ao serviço das famílias fazia parte do setor famílias até 1999 e e alguns estabelecimentos estão em setores diferentes daqueles em foram classificados para a série.1995/2006 % do PIB 20. .

.9 16. .. por setor institucional Brasil . ..Formação bruta de capital fixo.4 17. Diretoria de Pesquisas.8 17.1 15.4 15.0 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Ano Taxa de investimento (%) 16.Taxa de investimento .3 16. .1995-2008 Ano 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 Taxa de investimento (%) 18.7 Fonte: IBGE.. Coordenação de Contas Nacionais.4 18.3 16.0 15..... Coordenação de Contas Nacionais.Brasil . 2 467 3 907 3 002 2 604 2 908 4 072 4 520 Empresas não financeiras Empresas financeiras Famílias 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 132 753 150 050 172 939 179 484 181 813 198 151 221 772 242 162 259 714 312 516 342 237 389 328 16 382 17 973 17 207 22 309 18 639 21 293 25 935 30 468 25 604 33 405 37 490 48 245 77 606 87 512 104 046 101 116 108 948 120 671 137 480 146 418 158 986 193 552 212 981 235 361 1 526 1 933 1 912 2 026 1 949 2 303 1 169 1 130 677 2 552 3 301 3 184 37 239 42 633 49 774 54 033 52 277 51 417 53 281 61 144 71 843 80 099 84 393 98 018 Fonte: IBGE.. Diretoria de Pesquisas.4 17.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .1995-2006 Formação bruta de capital fixo (1 000 000 R$) Setor institucional Ano Total Administração pública Instituições privadas sem fins de lucro ao serviço das famílias . .Quadro econômico Tabela 102 ... Tabela 103 .Indicadores de desenvolvimento sustentável .9 17.7 16. Nota: Até 1999 o setor institucional Instituições privadas sem fins de lucros ao serviço das famílias fazia parte do setor famílias até 1999 e alguns estabelecimentos estão em setores diferentes daqueles em foram classificados para a série.

em geral. O indicador é constituído pela diferença entre exportação e importação. o dado de comércio exterior tampouco dá conta dos fluxos internos de bens e serviços que. através da Secretaria de Comércio Exterior. cumprem papel equivalente ao do comércio internacional em termos de melhor alocação de recursos. situação que demandou mais financiamento externo e situação que compromete a capacidade de obter divisas. . em tese. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério do Desenvolvimento. Indústria e Comércio Exterior. em um determinado período. a abertura econômica e apreciação do câmbio resultaram em saldos negativos para parte do período retratado. Descrição As variáveis utilizadas para a construção deste indicador são as exportações e as importações do País. uma maior liberação comercial pode resultar em um uso mais intensivo e não sustentável de recursos quando os preços de mercado não internalizam integralmente os custos ambientais. O indicador mostra a franca recuperação do saldo comercial a partir da bem-sucedida desvalorização cambial operada em 1998. Os componentes do indicador refletem as mudanças nos termos de troca e competitividade internacional. Por outro lado. ou seja. Unidades da Federação.Quadro econômico 42 Balança comercial Mostra a relação de uma economia com outras economias no mundo._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . pode ocultar determinados movimentos como a importação de bens por uma região diferente daquela de consumo final. pelo saldo comercial.Brasil 2010 Dimensão econômica . Justificativa A balança comercial é um importante indicador para análise das relações entre a economia de um país e o resto do mundo. Em relação a cada Unidade da Federação. apresentando efeitos positivos para o desenvolvimento sustentável. expressas em dólares americanos (valor FOB). o comércio internacional promove uma alocação mais eficiente dos recursos em nível nacional e mundial. Comentários A agregação territorial adotada. em um dado período. num quadro de manutenção do baixo dinamismo do mercado interno. também. a qual foi ampliada pelo esforço exportador que se seguiu e por circunstâncias favoráveis no mercado internacional. A partir de meados da década de 1990. capazes de mostrar dependência econômica e vulnerabilidade frente ao mercado financeiro internacional. através do saldo das importações e exportações do País. A Agenda 21 reconhece expressamente que. sendo. e estimula a transferência de inovações tecnológicas.

Uso de fertilizantes 05 . Indicadores relacionados 04 . Balança Comercial por Unidade da Federação. BR-BC20101. o comportamento do saldo comercial decorreu do aumento da corrente de comércio.Vida útil das reservas de petróleo e gás Gráfico 83 .Grau de endividamento 48 .gov.Indicadores de desenvolvimento sustentável .php?area=5& menu=1078&refr=1076>. Indústria e Comércio Exterior.1992-2009 1 000 000 US$ FOB 250 000 200 000 150 000 100 000 50 000 0 -50 000 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Exportação Importação Saldo comercial Fonte: Brasil. 2010. de maneira que alterou e ampliou a relação do Brasil com e resto do mundo.desenvolvimento.Taxa de investimento 43 .br/sitio/interna/interna.Exportação. importação e saldo comercial Brasil .Uso de agrotóxicos 40 . Ministério do Desenvolvimento. Disponível em: <http://www. .Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . Acesso em: mar.Produto Interno Bruto per capita 41 .Quadro econômico Nos últimos anos da série histórica retratada.

Ministério do Desenvolvimento.desenvolvimento. 2010.Brasil 2010 Dimensão econômica .1992-2009 Exportação Ano Importação 1 000 000 US$ FOB Saldo comercial 1992 35 793 20 554 15 239 1993 38 597 25 480 13 116 1994 43 545 33 079 10 466 1995 46 506 49 972 (-) 3 466 1996 47 747 53 301 (-) 5 554 1997 52 990 61 438 (-) 8 448 1998 51 140 57 763 (-) 6 624 1999 48 013 49 302 (-) 1 289 2000 55 119 55 851 (-) 732 2001 58 287 55 602 2 685 2002 60 439 47 243 13 196 2003 73 203 48 326 24 878 2004 96 677 62 836 33 842 2005 118 529 73 600 44 929 2006 137 807 91 351 46 457 2007 160 649 120 617 40 032 2008 197 942 172 985 24 958 2009 152 995 127 672 25 322 Fonte: Brasil._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .br/sitio/interna/interna. Disponível em: <http://www.php?area=5&menu= 1078&refr=1076>. Balança Comercial por Unidade da Federação. . Indústria e Comércio Exterior. BR-BC20101.Valor das exportações. importações e saldo comercial Brasil .gov. Acesso em: mar.Quadro econômico Tabela 104 .

Quadro econômico Tabela 105 .br/sitio/interna/interna. Acesso em: mar. Balança Comercial por Unidade da Federação.2009 Grandes Regiões e Unidades da Federação Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Exportação Importação 1 000 US$ FOB Saldo comercial 10 111 821 391 236 15 720 883 866 12 686 8 345 255 182 839 280 218 11 616 306 1 232 814 167 466 1 080 166 258 104 158 201 823 972 824 053 60 730 7 010 800 82 011 961 19 518 566 6 510 241 13 519 419 42 463 735 32 886 555 11 222 828 6 427 614 15 236 113 14 025 578 1 785 385 8 495 148 3 614 964 130 080 8 080 300 166 354 1 393 6 940 419 10 069 794 334 40 156 127 574 10 758 147 1 993 436 68 477 1 230 384 149 907 433 726 1 980 524 112 432 153 310 4 635 952 74 958 645 7 350 522 5 484 386 11 640 931 50 482 805 26 375 938 9 620 703 7 283 798 9 471 437 7 425 219 2 688 714 792 395 2 852 730 1 091 379 2 031 521 224 882 14 327 (-) 6 056 553 2 617 7 550 921 142 683 152 644 858 159 (-) 760 622 98 989 (-) 150 218 108 197 (-) 275 525 (-) 1 156 552 711 621 (-) 92 580 2 374 848 7 053 316 12 168 044 1 025 855 1 878 488 (-) 8 019 070 6 510 617 1 602 125 (-) 856 184 5 764 676 6 600 359 (-) 903 329 7 702 753 762 234 (-) 961 299 Fonte: Brasil. Nota: A soma das Unidades da Federação não corresponde ao total para o Brasil.gov. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação . Disponível em: <http://www. importações e saldo comercial. cujo valor inclui documentos de exportação ou importação em que não consta a declaração da Unidade da Federação. Ministério do Desenvolvimento.desenvolvimento.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .Valor das exportações.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Indústria e Comércio Exterior. 2010.php?area=5&menu= 1078&refr=1076>. BR-BC20101. .

Quadro econômico Mapa 42 . Balança Comercial por Unidade da Federação. 2010. Indústria e Comércio Exterior. br/sitio/interna/interna. Disponível em: <http://www. importações e saldo comercial . Acesso em: mar. .php?area=5&menu=1078&refr=1076>.desenvolvimento.2009 Fonte: Brasil._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil 2010 Dimensão econômica . BR-BC20101. Ministério do Desenvolvimento.gov.Valor das exportações.

cujo valor. em parte. de maneira que a queda observada entre 2000 e 2001 deve ser.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . A outra alteração visou contemplar certas situações de pagamento.Quadro econômico 43 Grau de endividamento Expressa a situação do País em relação à dívida. excluindo os valores relativos a parcelas do principal das operações de crédito externo vencidas há mais de 120 dias. Comentários Em setembro de 2001. Quanto mais alto seu valor. Em determinadas condições. equivalente a quase 7% do endividamento total. o Banco Central do Brasil introduziu duas mudanças metodológicas com o objetivo de aperfeiçoar as estatísticas sobre dívida externa brasileira. O indicador expressa. em toda série apresentada. Descrição As variáveis utilizadas são a dívida total líquida e o Produto Interno Bruto . Na Agenda 21. o recurso externo pode servir para estimular o investimento e o crescimento. maior a parcela do produto que é destinada para o serviço da dívida. O mesmo não acontece com os empréstimos intercompanhia de maneira que eles não estão considerados no estoque da dívida. Não é possível recompor a série anterior a 2001 com este mesmo critério. neste indicador. O novo enquadramento dos empréstimos intercompanhia atende ao que sugere a 5ª edição do Manual de Balança de Pagamentos do Fundo Monetário Internacional. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Banco Central do Brasil. . e procedeu uma revisão na posição de endividamento.Indicadores de desenvolvimento sustentável . renovação ou refinanciamento. O valor retirado relativo às parcelas vencidas montava a cerca de US$ 16 bilhões. para que a comunidade internacional possa adotar novas medidas com base em dados precisos e confiáveis. os quais passaram a ser classificados como investimento direto no País.PIB. em percentual. é obtido pela divisão do PIB a preços correntes pela taxa de câmbio média de dólares americanos. atribuída a esta mudança metodológica. cuja baixa depende da iniciativa do devedor e é impossível efetuar-se através dos sistemas informatizados mantido pelo Banco Central. Justificativa O coeficiente mostra a relação entre as obrigações externas e a produção corrente do País. faz-se um apelo para que se monitore a provisão de recursos financeiros. incrementar o consumo e aumentar as reservas. em particular nos países em desenvolvimento. de 1993. Decidiu retirar do valor da dívida os montantes relacionados com empréstimos intercompanhia. a razão entre a dívida externa total líquida e o PIB.

0 150 000 25.Brasil . Deste modo. o Brasil experimentou um ritmo de endividamento muito vigoroso.Produto Interno Bruto per capita 41 . [200-]. apoiada na sobrevaloração da moeda nacional. é bastante sensível a mudanças na taxa de câmbio.bcb.0 10.Taxa de investimento 42 .0 20. Acesso em: maio 2010. .0 0 0. Séries temporais.0 -50 000 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Percentual do PIB (%) Dívida externa total Fonte: Economia e finanças.0 -25 000 125 000 100 000 75 000 50 000 25 000 % do PIB 1 000 000 US$ 225 000 200 000 175 000 -5. Disponível em: <http://www4.SGS.Dívida externa líquida .0 30.0 5. e após a desvalorização cambial e melhoria da balança comercial. Durante o período analisado. contudo ele não esteve associado a taxas de crescimento significativas. Nos anos mais recentes. nos quais o País mudou da situação de devedor para credor.Balança comercial Gráfico 84 . Brasília. a tendência de crescimento da dívida externa inverteu-se. resultado da estratégia dirigida ao combate da inflação.0 15. Sistema Gerador de Séries Temporais .br/?SERIESTEMP>. que tem como denominador o PIB expresso em dólares.Brasil 2010 Dimensão econômica . em parte.1992-2008 40.gov. parte das variações verificadas está relacionada às alterações de política cambial observadas no período. DF. principalmente. Indicadores relacionados 40 . In: Banco Central do Brasil. com queda acentuada até a situação verificada nos dois últimos anos da série.Quadro econômico O indicador de grau de endividamento.0 35._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Este ritmo foi.

DF.4 2005 101 082 11. [200-]. In: Banco Central do Brasil.7 1993 98 645 21.1992-2008 Dívida externa líquida Ano Total (1 000 000 US$) 1992 99 626 Percentual do PIB (%) 25.4 2002 164 999 32.SGS.9 2007 (-) 11 948 (-) 0. Brasília.bcb.2 1996 100 562 11. Sistema Gerador de Séries Temporais .br/?SERIESTEMP>.gov.5 1999 190 319 29.Quadro econômico Tabela 106 .7 Fonte: Economia e finanças.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .1 1998 182 267 19. Acesso em: maio 2010.2 1994 88 204 15.9 2008 (-) 27 683 (-) 1.3 1995 92 347 11.7 2000 190 317 26.3 2004 135 702 20.2 1997 130 855 14.7 2003 150 993 27.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Séries temporais.5 2001 162 704 29. Disponível em: <http://www4.Dívida externa líquida total e como percentual do PIB Brasil . .5 2006 74 821 6.

o consumo e os subprodutos resultantes da oferta de energia exercem pressões sobre o meio ambiente e os recursos naturais. etc.BEN2009. comércio. disponíveis na publicação Balanço energético nacional. Os valores de consumo per capita apresentaram crescimento contínuo até o ano de 1997 De 1997 a 2002. Para um desenvolvimento sustentável. pois contemplaria as perdas decorrentes dos diferentes graus de eficiência dos equipamentos eletroeletrônicos e de outros equipamentos em geral. Entretanto. diretamente utilizada em processos produtivos (indústria. agropecuária. o consumo per capita se . é crescente ao longo do tempo. por habitante.).GJ.tep.87 GJ) As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela Empresa de Pesquisa Energética . em valores absolutos. a produção. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são o consumo final de energia e o total da população residente no Brasil. Os dados estão originalmente disponíveis em toneladas equivalentes de petróleo . deve-se atender às demandas energéticas com o aumento da eficiência energética e do uso de fontes renováveis. Nesses países. usando-se os fatores de conversão publicados no balanço energético nacional . O consumo final de energia engloba a quantidade de energia. transporte.EPE. O consumo final de energia no Brasil. uso residencial.Padrões de produção e consumo Padrões de produção e consumo 44 Consumo de energia per capita Mostra o consumo final anual de energia. O consumo final de energia por habitante é uma aproximação do consumo de energia útil por habitante que. o consumo per capita situa-se na faixa da sexta parte daquele verificado nos mais industrializados. Comentários Os conceitos usados no trato do poder calorífico das diferentes fontes de energia seguem critérios internacionais.IBGE. . no ano estudado.) e na manutenção do bem-estar da população (iluminação pública. (1 tep= 41. tendo sido convertidos para gigajoules . Limitar o uso de energia nos países em desenvolvimento representa um grande risco. etc. Justificativa O consumo de energia per capita costuma ser associado ao grau de desenvolvimento de um país. permitindo maior harmonização nas comparações de oferta de energia entre países com distintas estruturas de geração hidráulica e térmica. e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .Brasil 2010 Dimensão econômica . primária e secundária. compatibilizando a oferta de energia com a proteção ambiental. em última instância. seria o indicador ideal._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . em um determinado território.

Essa estabilização decorreu do consumo per capita estar diretamente associado à oferta interna de energia.Padrões de produção e consumo estabiliza.0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009(1) Fonte: Balanço energético nacional 2009.epe. A partir de 2006.gov. A busca por maior eficiência energética e por novas fontes renováveis de energia (eólica.. resultado do baixo crescimento da oferta interna de energia.) é a melhor maneira de atender às demandas.Taxa de crescimento da população 26 . oscilando ao redor de 45 GJ/hab. resíduos de biomassa. houve uma retomada no crescimento do consumo de energia per capita.aspx>. Ano-base 2008. desde 1997 mas que. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética. que mantinha um crescimento médio de 2% ao ano.Rejeitos radioativos: geração e armazenamento Gráfico 85 .0 30. etc. tou crescimento em torno de 0. 2009. Disponível em: <https://ben.Brasil .0 50.1992-2009 GJ/hab.Rendimento médio mensal 40 . minimizando os impactos à população e ao ambiente.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . deslocamentos populacionais.Produto Interno Bruto per capita 45 . 60. o consumo per capita não apresentou o aumento médio observado nos anos anteriores.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Como o crescimento anual da população se manteve estável neste período (em torno de 1.Consumo final de energia per capita . . a construção de hidrelétricas e linhas de transmissão causa impactos à população e ao meio ambiente (inundação de florestas e terras agrícolas.Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 21 .4% desde 1995). o crescimento do consumo de energia per capita se acelera. concentradas na Amazônia. A partir de 2002. Embora a geração hidráulica seja considerada como energia renovável e de baixa emissão de carbono (“limpa”). o Brasil voltou a investir em grandes hidrelétricas. Nos últimos anos. (1) Resultados preliminares.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 03 .).br/BENRelatorioFinal2009.Rendimento familiar per capita 27 . resultado do aumento do investimento em geração de energia. especialmente na geração térmica a gás.0 40. Nota: Conversão de energia elétrica segundo o equivalente térmico teórico . Indicadores relacionados 01 . solar.65%.0 10.primeiro princípio da termodinâmica (1KWh = 860Kcal). apresen.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 50 . Acesso em: maio 2010.Intensidade energética 46 . O aumento da participação do gás na matriz energética brasileira eleva as emissões de gases de efeito estufa.0 0. mudanças no regime hidrológico. etc.0 20. no período de 1999 a 2001.

3 45.5 42.0 48.3 Fontes: IBGE. Nota: Conversão de energia elétrica segundo o equivalente t érmico teórico .1 42._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .1 50.9 43.População e consumo final de energia.Rio de Janeiro: EPE 2009. Acesso em: jan.Padrões de produção e consumo Tabela 107 . Coordenação de População e Indicadores Sociais. (3) Dado correspondente a uma contagem. Ano-base 2008.4 36. Empresa de Pesquisa Energética .Brasil 2010 Dimensão econômica . (5) População corrigida com base nas informações do Censo 2000 e da contagem 2007. (4) Dado correspondente ao Censo Demográfico .4 41.8 38.gov. br/BENRelatorioFinal2009.4 42.1992-2009 Consumo final de energia Ano População (hab. º (1) Projeções baseadas em censo e contagem.5 42.) 36. (2) As populações são referenciadas a 1 julho de cada ano.8 48.epe.aspx.2 38.1 42.1 44.7 45. total e per capita Brasil . Disponível em: https://ben. Balanço energético nacional 2009. 2010. Diretoria de Pesquisas.primeiro princípio da termodinâmica (1KWh = 860Kcal).) (1) (2) (5) Total 10 tep 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 151 546 843 153 985 576 156 430 949 158 874 963 (3) 161 323 169 163 779 827 166 252 088 168 753 552 (4) 171 279 882 173 821 934 176 391 015 178 985 306 181 586 030 (5) 183 383 216 (5) 185 564 212 (5) 187 641 714 189 612 814 191 480 630 131 843 135 474 142 688 147 698 155 361 164 775 168 436 170 482 171 949 172 186 177 394 182 114 191 197 195 909 202 898 215 565 226 393 (6) 220 945 3 Total (GJ) 5 520 283 036 5 672 300 819 5 974 349 908 6 184 128 499 6 504 965 070 6 899 129 250 7 052 415 320 7 138 081 340 7 199 504 630 7 209 427 820 7 427 486 780 7 625 113 180 8 005 418 390 8 202 709 830 8 495 339 260 9 025 706 550 9 479 074 910 (6) 9 250 967 150 Per capita (GJ/hab. (6) Resultados preliminares do Balanço Energético Nacional 2010 .6 44.

com o aumento da consciência ecológica. diminuição ou.IBGE. Tal procedimento se justifica pelas características da matriz energética brasileira. menores impactos e custos ambientais decorrentes do processo produtivo. disponíveis na publicação Balanço energético nacional. . em que a energia elétrica é quase totalmente de origem hidrelétrica. Buscar a eficiência energética faz parte do planejamento para melhor aproveitar os recursos energéticos e reduzir os impactos ambientais gerados pelas atividades econômicas. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela Empresa de Pesquisa Energética. quanto menor o valor maior a eficiência no uso da energia. O consumo final de energia é expresso em toneladas equivalentes de petróleo . em um determinado ano. que têm participação relativamente pequena na geração de energia elétrica no Brasil. Descrição As variáveis utilizadas são o consumo final de energia e o Produto Interno Bruto . e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . por construção do indicador. Entretanto. tradicionalmente usado no âmbito internacional. em alguns casos.Padrões de produção e consumo 45 Intensidade energética Expressa a eficiência no consumo final de energia em um determinado território. tais como: redução do peso da conta de energia nos custos totais de produção.tep e o PIB em reais. também. Justificativa Até a década de 1980. a energia elétrica foi convertida de kwh (quilowatt-hora) para toneladas equivalentes de petróleo. Quanto maior a eficiência energética de um país. Comentários Para a totalização do consumo final de energia no Brasil. conduziria a importantes distorções. O fator de conversão de eletricidade para tep. ao reduzir o consumo de combustíveis fósseis. pois considera na conversão de kWh para tep o rendimento médio de termelétricas.Indicadores de desenvolvimento sustentável . O indicador é constituído pela razão entre o consumo final de energia e o PIB do Brasil. adiamento dos investimentos para a expansão da oferta de energia. a sustentabilidade energética passou a ser um fator de preocupação constante. maiores são os benefícios. a emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera. o crescimento econômico estava atrelado à expansão da oferta de energia. segundo o primeiro princípio da termodinâmica.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . usando-se como fator de conversão o equivalente calórico (1 kWh = 860 kcal). O aumento da eficiência energética reduz.PIB brasileiros. dos preços da energia e dos problemas ambientais gerados pela queima de combustíveis fósseis. No caso da Intensidade Energética.

Iniciativas como o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica . A eficiência no uso da energia na economia brasileira tem se mantido estável no período analisado (1995-2009). No Brasil. com o incentivo a indústrias menos intensivas no uso de energia. o que permite maior harmonização nas comparações de Oferta de Energia entre países com distintas estruturas de geração hidráulica e térmica.Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 26 .Padrões de produção e consumo Os conceitos usados no trato do poder calorífico das diferentes fontes de energia são compatíveis com critérios internacionais.. o uso de máquinas e equipamentos eletroeletrônicos de menor consumo relativo de energia. o uso de sistemas de co-geração. os mecanismos (políticas) de melhoria na eficiência de uso da energia ainda são incipientes.Rejeitos radioativos: geração e armazenamento 53 . devido ao crescimento quase em paralelo do consumo de energia e do PIB do País neste período. Para que haja um aumento consistente na eficiência energética. o incentivo ao uso do transporte de massa nos centros urbanos.P&D .PROCEL. podem levar ao aumento da eficiência energética no Brasil a médio e longo prazos.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 49 . também aumentaria a geração de riquezas (PIB) por energia consumida.Produto Interno Bruto per capita 44 .Consumo de energia per capita 46 .Rendimento familiar per capita 27 . Indicadores relacionados 01 . A mudança no perfil industrial brasileiro. a geração descentralizada de energia elétrica. etc.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 03 .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento .Reciclagem 50 . faz-se necessário a implementação de programas de economia e de utilização mais eficiente da energia no País. o aumento da participação das ferrovias e hidrovias no transporte de cargas.Brasil 2010 Dimensão econômica .Rendimento médio mensal 40 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

Balanço energético nacional 2009. 2009.220 0.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Diretoria de Pesquisas.epe.1995-2009 tep / 1. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética.aspx>.gov.Intensidade energética .230 0.Brasil .Brasil .205 0.215 0. (1) Resultados preliminares. 2009. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética. (2) Valores encadeados a preços de 1995. Ano-base 2008. Disponível em: <https://ben. Coordenação de População e Indicadores Sociais.epe. . Acesso em: maio 2010.00 R$ 0. Coordenação de População e Indicadores Sociais.aspx>.br/BENRelatorio Final2009. Ano-base 2008.primeiro princípio da termodinâmica (1KWh = 860Kcal).Padrões de produção e consumo Gráfico 86 . Balanço energético nacional 2009. Acesso em: maio 2010. (1) Resultados preliminares.Consumo final de energia e PIB . Gráfico 87 .000.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . Nota: Conversão de energia elétrica segundo o equivalente térmico teórico .200 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009(1) Fontes: IBGE.00 R$) 1 100 000 220 000 1 000 000 200 000 900 000 180 000 800 000 160 000 700 000 140 000 600 000 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009(1) Consumo de energia PIB (2) Fontes: IBGE. Diretoria de Pesquisas.primeiro princípio da termodinâmica (1KWh = 860Kcal).gov. Nota: Conversão de energia elétrica segundo o equivalente térmico teórico . Disponível em: <https://ben.br/BENRelatorio Final2009.1995-2009 Energia (1 000 tep) 240 000 PIB (1 000 000.210 0.225 0.

2.primeiro princípio da termodinâmica (1KWh = 860Kcal). Diretoria de Pesquisas.gov. Notas: 1._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .221 2005 195 909 894 237 0.213 Fontes: IBGE.br/ BENRelatorioFinal2009.218 2007 215 499 986 252 0.228 2000 171 949 779 483 0.218 2009 (2) 220 945 1034 979 0. Coordenação de População e Indicadores Sociais.Brasil 2010 Dimensão econômica .221 1998 168 436 745 409 0.epe. Balanço energético nacional 2009.aspx>.219 2006 202 898 929 747 0. Ano-base 2008.Padrões de produção e consumo Tabela 108 . Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética. (1) Valores encadeados a preços de 1995. (2) Resultados preliminares do Balanço energético nacional 2010. Conversão de energia elétrica.00 R$) (1) Intensidade energética (tep/1 000 R$) 1995 705 641 0. segundo o equivalente térmico teórico .219 2008 226 393 1036 906 0. Produto Interno Bruto e intensidade energética Brasil . Acesso em: maio 2010.221 2001 172 186 789 718 0. Disponível em: <https://ben.216 1997 164 775 745 145 0.222 2004 191 197 866 847 0.1995-2009 Ano Consumo final de energia (1 000 tep) 147 698 PIB (1 000 000.219 2003 182 114 820 006 0.209 1996 155 361 720 816 0. 2009.218 2002 177 394 810 710 0. Mudanças no cálculo do PIB levaram às diferenças da intensidade energética observadas entre a série histórica apresentada nesta edição e na anterior.226 1999 170 482 747 303 0. .Consumo final de energia.

É importante destacar que a utilização de fontes renováveis de energia também implica em impactos ao meio ambiente. O Protocolo de Kioto. espera-se que haja fortes pressões externa e interna. derrubada de vegetação nativa (lenha e carvão vegetal). A edição do Balanço energético nacional 2009 (ano base-2008) usa os seguintes fatores de conversão: (i) 1 kWh = 860 kcal. . lenha e carvão vegetal. Ainda que se descubram novas reservas de combustível fóssil. A dependência de fontes de energia não renováveis pode ser considerada insustentável a longo prazo. A queima de combustíveis fósseis libera CO2. (ii) para as demais fontes de energia. gás associado ao efeito estufa. inclusive de CO2. e (iii) considera o petróleo como tendo PCI de 10 000 kcal/kg (valor de referência usado internacionalmente). As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela Empresa de Pesquisa Energética. Comentários Os dados. tais como: a inundação de áreas (hidrelétricas). são calculados a partir dos fatores de conversão adotados como referência para cada fonte separadamente. Após um período de redução quase contínua da participação das fontes renováveis na oferta de energia no Brasil. carvão mineral e derivados. Por outro lado. do qual o Brasil é signatário. os recursos renováveis podem fornecer energia continuamente. em termos de proteção ao meio ambiente e à qualidade de vida das populações. e ampliação de áreas agrícolas (cana-de-açúcar).Padrões de produção e consumo 46 Participação de fontes renováveis na oferta de energia Mostra a participação das fontes renováveis na oferta total interna de energia. obtidos de tabelas-padrão internacionais.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . derivados da canade-açúcar e outras fontes primárias renováveis) e não renováveis (petróleo e derivados. para que seja reduzida a utilização de combustíveis fósseis na geração de energia. a partir do ano de 2002. Assim. propõe a redução das emissões de gases de efeito estufa. foram considerados os seus próprios poderes caloríficos inferiores (PCI). Descrição As variáveis utilizadas são a oferta das principais fontes de energia renováveis (hidráulica e eletricidade. disponíveis na publicação Balanço energético nacional. se adotadas estratégias de gestão sustentável. Justificativa A energia é um aspecto-chave do consumo e da produção. observa-se. sendo tão ou mais importantes que a utilização de fontes renováveis de energia.Indicadores de desenvolvimento sustentável . sua utilização pode não ser aconselhável por motivos econômicos e/ou ambientais. Portanto. urânio e derivados e gás natural). para a atmosfera. originalmente em tonelada equivalente de petróleo-tep. uma retomada na participação relativa destas fontes na matriz energética brasileira. o aumento da eficiência no uso e a mudança nos padrões do consumo de energia são fundamentais.

com graves danos ambientais. A retomada verificada nos últimos anos se deve. biomassa.Terras em uso agrossilvipastoril 08 .Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento .). Goiás eTocantins) e florestas (Amazônia). A lenha e o carvão vegetal. em termos relativos. Indicadores relacionados 01 . 2009.2009 % 50. Mato Grosso. a partir de florestas plantadas para tal (plantios florestais). etc. eólica. novas usinas térmicas (principalmente a gás natural). principalmente. Ao mesmo tempo.Ratificação de acordos globais 53 . nem sempre são produzidos de forma sustentável.Consumo de energia per capita 45 .Espécies extintas e ameaçadas de extinção 40 .epe. e do aumento da participação do gás natural da matriz energética brasileira. Ano-base 2008.0 45.Área remanescente e desmatamento no Cerrado 15 .br/BENRelatorioFinal2009.0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 (1) Fonte: Balanço energético nacional 2009. (1) Resultados preliminares. foi resultado da queda do investimento em construção de hidrelétricas (esgotamento do potencial hidráulico das bacias próximas aos grandes centros populacionais) e. boa parte da lenha e do carvão vegetal. inclusive aquele destinado a grandes siderúrgicas. da redução.Produto Interno Bruto per capita 44 . principalmente cerrados (Minas Gerais. Bahia.0 20. ou seja.0 35.gov.1992 .Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 03 . no consumo de lenha e carvão vegetal. e termonucleares também estão planejadas para o futuro próximo.Padrões de produção e consumo A redução na participação das fontes renováveis na oferta total de energia no Brasil. embora considerados como fontes renováveis.Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 06 .0 40. ainda são oriundos da derrubada e queima de vegetação nativa. Disponível em: <https://ben. em grande parte. entre 1992 e 2001.0 30.aspx>. Para os próximos anos estão programadas para entrar em operação algumas grandes hidrelétricas na Amazônia.Desflorestamento na Amazônia Legal 09 . No Brasil.Brasil 2010 Dimensão econômica .Rejeitos radioativos: geração e armazenamento 51 . . biogás. Acesso em: maio 2010.Participação de energia renovável no total de energia ofertada Brasil . Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética.P&D Gráfico 88 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 25. ao aumento relativo das fontes ditas alternativas (solar.Intensidade energética 50 .

gov. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética.0 0.aspx>. 2009. Acesso em: maio 2010.0 6. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .0 18.0 30.0 20.0 12.0 2.0 0.1992-2009 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Hidráulica (1) Derivados da cana-de-açúcar Lenha e carvão vegetal (2) Outras fontes Fonte: Balanço energético nacional 2009.epe. Valores preliminares para o ano de 2009. Ano-base 2008. Ano-base 2008.br/BENRelatorioFinal2009.epe.0 14.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Acesso em: maio 2010. Disponível em: <https://ben. 20.Participação das fontes renováveis no total de energia ofertada Brasil .0 1992 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 (1) Petróleo e derivados Carvão mineral e derivados Gás natural Urânio (U3O8) e derivados Fonte: Balanço energético nacional 2009. Disponível em: <https://ben.primeiro princípio da termodinâmica (1KWh = 860Kcal).1992-2009 % 50.gov.br/BENRelatorioFinal2009.0 16. (1) Resultados preliminares.0 % Gráfico 90 . (2) Fontes consideradas renováveis embora nem toda a produção de lenha e carvão vegetal se dê de modo sustentável.Padrões de produção e consumo Gráfico 89 .0 10.Participação das fontes não renováveis no total de energia ofertada Brasil .aspx>. 2009.0 8.0 10. .0 40.0 4. (1) Conversão de energia elétrica segundo o equivalente térmico teórico .

br/BENRelatorioFinal2009. Disponível em: <https://ben.Padrões de produção e consumo Tabela 109 . Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética. segundo as fontes de energia Brasil .epe. 2009.Oferta interna de energia.primeiro princípio da termodinâmica (1 KWh = 860Kcal). (3) Fontes consideradas renováveis embora nem toda a produção de lenha e carvão vegetal se dê de modo sustentável._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .gov.1992-2009 Oferta interna de energia (TJ) Fontes de Energia 1992 Total Energia não renovável Petróleo e derivados Gás natural Carvão mineral e derivados Urânio e derivados Energia renovável Hidráulica e eletricidade (2) Lenha e carvão vegetal (3) Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primarias renováveis 6 598 896 3 458 793 2 752 476 207 769 482 839 15 708 3 140 103 961 567 1 134 544 919 848 124 145 1993 6 769 420 3 579 280 2 850 747 222 743 499 250 6 539 3 190 141 1 020 880 1 121 143 913 159 134 959 1994 7 119 512 3 762 968 3 015 810 231 867 513 367 1 924 3 356 544 1 066 973 1 123 916 1 029 800 135 855 1995 7 369 737 4 029 341 3 200 959 245 254 541 933 41 195 3 340 395 1 124 447 1 052 087 1 031 665 132 196 1996 7 767 505 4 378 423 3 509 278 268 864 564 855 35 427 3 389 081 1 175 255 993 754 1 080 434 139 638 1997 8 170 490 4 652 816 3 733 393 293 724 573 071 52 629 3 517 674 1 241 787 979 810 1 147 599 148 478 Oferta interna de energia (TJ) Fontes de Energia 1998 Total Energia não renovável Petróleo e derivados Gás natural Carvão mineral e derivados Urânio e derivados Energia renovável Hidráulica e eletricidade (2) Lenha e carvão vegetal (3) Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primarias renováveis 8 391 844 4 844 714 3 904 545 308 094 563 234 68 841 3 547 129 1 286 224 961 601 1 143 336 155 968 1999 8 557 105 4 941 403 3 953 019 350 936 574 533 62 915 3 615 702 1 294 341 1 000 739 1 141 120 179 503 2000 8 619 611 5 081 642 3 922 531 463 755 613 685 81 671 3 537 969 1 355 683 1 042 765 938 808 200 713 2001 8 769 378 5 320 368 3 978 239 567 432 603 633 171 064 3 449 011 1 188 461 1 014 873 1 036 274 209 404 2002 8 951 122 5 282 955 3 856 564 670 993 588 104 167 294 3 668 166 1 249 854 1 064 696 1 129 574 224 042 2003 9 131 471 5 142 776 3 665 928 701 432 611 669 163 747 3 988 695 1 332 970 1 174 491 1 225 160 256 073 Oferta interna de energia (TJ) Fontes de Energia 2004 Total Energia não renovável Petróleo e derivados Gás natural Carvão mineral e derivados Urânio e derivados Energia renovável Hidráulica e eletricidade (2) Lenha e carvão vegetal (3) Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primarias renováveis 9 665 519 5 431 045 3 782 545 861 924 643 233 143 342 4 234 475 1 392 941 1 275 337 1 301 189 265 008 2005 9 887 953 5 487 425 3 823 488 928 190 620 464 115 282 4 400 528 1 464 173 1 287 339 1 363 238 285 777 2006 10 223 623 5 616 620 3 856 679 982 002 612 123 165 816 4 607 003 1 516 559 1 292 817 1 492 221 305 406 2007 10 785 974 5 838 001 4 035 367 1 003 838 649 171 149 626 4 947 972 1 605 536 1 294 558 1 711 441 336 437 2008 11 422 346 6 177 730 4 178 780 1 172 735 658 494 167 721 5 244 616 1 601 331 1 321 645 1 938 401 383 240 2009 (1) 10 212 009 5 389 758 3 863 052 893 045 490 130 143 530 4 822 252 1 559 867 1 030 421 1 841 066 390 898 Fonte: Balanço energético nacional 2009. . segundo o equivalente térmico teórico . (2) Conversão de energia elétrica.aspx>. Acesso em: maio 2010 (1) Valores preliminares. Ano-base 2008.Brasil 2010 Dimensão econômica .

8 Distribuição percentual da oferta interna de energia (%) Fontes de energia 2004 Total Energia não renovável Petróleo e derivados Gás natural Carvão mineral e derivados Urânio (U3O8) e derivados Energia renovável Hidráulica e eletricidade (2) Lenha e carvão vegetal (3) Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primárias renováveis 100.2 13.0 43.4 0.4 41.4 2009 (1) 100.1 7.0 39.7 3.9 41.8 Fonte: Balanço energético nacional 2009.primeiro princípio da termodinâmica (1 KWh = 860Kcal).9 1995 100.9 2006 100.6 6.1 15.4 6.0 45.9 2.6 11.6 45.0 54.0 60.4 3.9 3.6 45.5 6.aspx>.1 10.3 2.Indicadores de desenvolvimento sustentável .2 0.0 59.9 14.8 43.Brasil .0 47.6 15.9 42.7 9.6 14.2 3.1 6. Acesso em: maio 2010 (1) Valores preliminares.0 14.7 6.0 54.6 14.7 46.8 42.6 10.7 43.7 0.8 37.3 7.6 17.5 45.5 43.7 0.3 10.9 37.3 13.3 14.0 0.2 15.9 12.Distribuição percentual da oferta interna de energia.9 1993 100. segundo o equivalente térmico teórico .3 7.5 2.0 56.6 7.1 15.9 14.0 15.2 44.9 6.1 11.Padrões de produção e consumo Tabela 110 .4 7.5 38.1992-2009 Distribuição percentual da oferta interna de energia (%) Fontes de energia 1992 Total Energia não renovável Petróleo e derivados Gás natural Carvão mineral e derivados Urânio (U3O8) e derivados Energia renovável Hidráulica e eletricidade (2) Lenha e carvão vegetal (3) Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primárias renováveis 100.3 6.2 39.1 0.3 1.0 1.7 2005 100. .gov.7 13.4 45.7 4.1 12.0 57.7 6.1 15.0 56.0 56.8 14.5 5.3 15.4 2. 2009.0 3.6 13.2 12.8 13.0 11.6 43.4 2002 100.3 15.0 1.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .9 12.1 47.0 13.0 55.5 7.9 1999 100.8 2.0 57.5 13.3 7.1 8.0 3.6 11.3 14.5 2003 100.8 13.5 2.6 2.6 1. segundo as fontes de energia .6 12.9 1.0 59.1 16.7 42.3 11. embora nem toda a produção de lenha e carvão vegetal se dê de modo sustentável. Disponível em: <https://ben.1 14.8 2.5 1.0 2007 100.7 9.2 4.5 3.0 1.8 12.6 17.4 0.1 18.5 14.9 13.8 14.6 1.0 1.4 6.0 54.7 12.0 14.9 41.3 15.4 47.8 Distribuição percentual da oferta interna de energia (%) Fontes de energia 1998 Total Energia não renovável Petróleo e derivados Gás natural Carvão mineral e derivados Urânio (U3O8) e derivados Energia renovável Hidráulica e eletricidade (2) Lenha e carvão vegetal (3) Derivados da cana-de-açúcar Outras fontes primárias renováveis 100.4 13.3 5.8 1997 100.7 14.2 47.0 56. Rio de Janeiro: Empresa de Pesquisa Energética.3 0.9 1. (2) Conversão de energia elétrica.5 6.9 42.1 37.4 3.3 2001 100.0 52.0 52.3 0.epe. (3) Fontes consideradas renováveis.9 2.6 3.2 13.1 2000 100.7 3.7 46.8 1. Ano-base 2008.0 11.5 43.1 7.1 2008 100.7 1.7 45.1 36.1 7.3 40.7 1.0 15.4 9.1 3.br/BENRelatorioFinal2009.0 52.8 1.8 1996 100.8 8.9 45.0 15.0 54.4 45.0 52.0 1994 100.

O indicador é definido pela razão entre o consumo aparente (produção + importação . sendo analisadas ao todo nove substâncias metálicas. As diversas fases que envolvem o uso de substâncias minerais.DNPM. no ano estudado.exportação) e a população residente. foi utilizada a classificação dos minérios em metálicos. e é expresso em quilogramas por habitante. publicação do Departamento Nacional de Produção Mineral . sendo._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Entretanto. As fontes das variáveis utilizadas neste indicador foram produzidas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral . De acordo com a natureza da substância mineral. 12 substâncias não metálicas e uma energética.da Organização das Nações Unidas . Comentários As recomendações da Comissão de Desenvolvimento Sustentável . foi realizada uma revisão em relação aos dados publicados em anos anteriores. não metálicos e energéticos. Justificativa O consumo de bens minerais é reflexo da atividade econômica de um país como um todo.DNPM. na maior parte das vezes. O indicador proposto é pertinente para o desenvolvimento sustentável na medida em que documenta as tendências do consumo total de minerais. optou-se por privilegiar o consumo per capita em função da maior facilidade de interpretação e comparação com outros indicadores relacionados à economia do País. utilização até a geração e disposição de subprodutos.Padrões de produção e consumo 47 Consumo mineral per capita Mostra o consumo de minerais primário e secundário por habitante. os volumes importado e exportado de mercadorias a elas associadas e o total da população residente em um território. desde sua extração. adotando-se como única fonte de informações o Sumário Mineral Brasileiro. de metálicos não ferrosos foi de 107 kg/hab. assim como a evolução das modalidades de consumo. o consumo de substâncias minerais do grupo metálico ferroso foi de 725 kg/hab. disponíveis nas publicações Sumário Mineral Brasileiro e Balanço Mineral Brasileiro. de . associado ao grau de desenvolvimento das forças produtivas..CDS . No ano de 2007.ONU destacam o Indicador de Intensidade de Utilização de Materiais onde o denominador é o PIB.IBGE. Descrição As variáveis utilizadas neste indicador abrangem a produção beneficiada (primária e secundária) das principais substâncias minerais. geram impactos ambientais de variada magnitude e abrangência. Para análise do consumo aparente.Brasil 2010 Dimensão econômica .. e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .

utilizado como base para as comparações. Neste sentido. O mesmo critério foi seguido para a fluorita de grau metalúrgico e de grau ácido. etc. atingiu mais de 200% em relação ao ano de 1996. algumas agregações e generalizações foram feitas. No caso da bauxita. por exemplo. por serem ambos produtos minerais basicamente destinados ao consumo em processos siderúrgicos. Uma vez que tanto o concentrado fosfático como o ácido fosfórico e os demais compostos químicos fosfatados constituem matéria-prima para fertilizantes.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . que também são estimados através de coeficientes técnicos de produção das indústrias consumidoras. gemas. Nos outros grupos de substâncias. não cabe interpretar como negativa a tendência crescente do consumo da grande maioria das substâncias analisadas. Finalmente. refratários e outros. na qual quase a totalidade do minério processado destina-se à produção do aço. muito embora o País seja um importante produtor e exportador de bens minerais. Em todas as substâncias analisadas houve incremento no consumo que. o consumo per capita de substâncias minerais no Brasil ainda é baixo. ouro. mais de 70% provenientes de lavras rudimentares. constituem o principal objeto da lavra. os quais. foram agregados num único item. os dados de produção de feldspato no Brasil são bastante imprecisos. no caso dos minerais não ferrosos.Indicadores de desenvolvimento sustentável . berilo. com relação ao grupo de cerâmica.. Foram tratados de maneira agregada o manganês beneficiado e as ferroligas à base de manganês. O carvão metalúrgico e o carvão energético. Segundo o Sumário Mineral 2008. obtido a partir dos seus respectivos concentrados. de maneira geral. estimada a partir de índices de consumo. O mesmo critério foi seguido em relação à cadeia do ferro. que é basicamente utilizada para a construção civil. deve-se destacar o caso do feldspato. que não constituem produtos sequenciais de uma mesma cadeia produtiva. Essa produção não é registrada nas estatísticas. optou-se por restringir o indicador de consumo per capita aos dados relativos ao consumo aparente de alumínio. é estimado com base no mercado consumidor e não com base em dados de consumo aparente. eles foram considerados conjuntamente. A produção de feldspato é. Optou-se por separar os dados relativos ao consumo aparente de ferrocromo daqueles referentes aos seus compostos químicos.Padrões de produção e consumo não metálicos fertilizantes foi de 143 kg/hab. Os pegmatitos são lavrados para diversos minerais como quartzo. por isso. muitas vezes. Em que pese o aumento do consumo de substâncias minerais na última década. e de energéticos foi de 95 kg/ hab.. . Sempre que isso ocorre o feldspato é obtido por catação no rejeito do beneficiamento. Com o intuito de representar sinteticamente as principais cadeias de produção mineral. sendo maior parte da substância destinada à produção de alumínio e a alumina um bem intermediário de sua cadeia de produção. se comparado aos países mais desenvolvidos (na maioria dos casos em torno de 1/5). O consumo total de areia. daí sua série ser interrompida em 2000. os aumentos foram mais modestos. Nos casos do cobre e zinco também foi considerado apenas o produto metálico.

Consumo aparente (produção+importação-exportação) sobre população residente._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .asp?IDSecao=68&IDPagina=64> Acesso em: maio 2010.br/conteudo.Brasil 2010 Dimensão econômica .Produto Interno Bruto per capita Gráfico 91 . 2.0 110.Índice de consumo mineral per capita .Rendimento médio mensal 40 . DF: Departamento Nacional de Produção Mineral. [2008].Taxa de crescimento da população 26 . Brasília. Notas: 1. Disponível em: <http://www.dnpm.gov.Padrões de produção e consumo Indicadores relacionados 21 .Rendimento familiar per capita 27 .0 80.0 230.Brasil .0 140. Base 1996=100 .1996-2007 260.0 170.0 1996 1997 Ferroso 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Não ferroso Fertilizante Carvão mineral Fonte: Sumário Mineral Brasileiro 1997-2008.0 200.0 50.

gov. Nota: Consumo aparente (produção+importação-exportação) sobre população residente.0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 40.dnpm.asp?IDSecao=68&IDPagina=64> Acesso em: maio 2010.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .0 0.40 0.0 60.0 500.0 1.10 0.Brasil 1996-2005 800.5 2000 2000 1996 1997 1998 1999 1996 1997 1998 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 1999 2001 2002 2003 2004 2004 2005 2005 0.0 0.0 kg per capita Ferro Carvão Alumínio (bauxita) kg per capita Fósforo Potássio 25.30 0.35 1.0 400.0 5.0 kg per capita 4.0 80.20 0.0 20.0 Enxofre Manganês Gipsita Caulim Talco e Pirofilita Amianto kg per capita Feldspato Magnesita Chumbo 2. [2008].0 3.0 3.5 20.5 0.15 5.0 200.0 0.0 2.0 0.0 100.0 0.0 120.0 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2006 2006 2000 2007 2007 2007 kg per capita 140.0 300.0 10.Indicadores de desenvolvimento sustentável .5 kg per capita 0.0 0. Brasília.Consumo mineral per capita .0 0.0 15.05 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 0. .0 600.50 0.0 0.Padrões de produção e consumo Gráfico 92 .00 Amianto Chumbo Fluorita Cromo Zirconita Estanho Fonte: Sumário Mineral Brasileiro 1997-2008.5 2. Disponível em: <http://www.br/conteudo. DF: Departamento Nacional de Produção Mineral.0 100.45 2.0 700.25 1.5 1.

6 163.7 126.Brasil .5 110.Índice do consumo mineral per capita.8 129.0 106. 2003 2004 2005 2006 2007 Fonte: Sumário Mineral Brasileiro 1997-2008. Nota: Consumo aparente (produção+importação-exportação) sobre população residente.2 100.8 108.2 1997 1998 1999 2000 2001 Índice do consumo mineral per capita (base: 1996 =100) Substâncias selecionadas 2002 Metálicos Ferrosos Não ferrosos Não metálicos Fertilizante Energético (carvão mineral) 74.1996-2007 Índice do consumo mineral per capita (base: 1996 =100) Substâncias selecionadas 1996 Metálicos Ferrosos Não ferrosos Não metálicos Fertilizante Energético (carvão mineral) 100..0 101..4 91.Brasil 2010 Dimensão econômica .9 94.0 115. segundo as substâncias selecionadas .1 107.9 109..1 138. Brasília. [2008].9 .8 150.7 105.asp?IDSecao=68&IDPagina=64> Acesso em: maio 2010.5 153..dnpm..gov.5 148.5 183.1 160.8 103.0 100.2 109.br/conteudo.3 101. DF: Departamento Nacional de Produção Mineral.1 117.0 83.8 234.5 98. ..4 89.8 195.4 106.5 110. .4 85.9 104.7 133.0 109._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .5 112.0 100.7 111.2 107. Disponível em: <http://www. 112.7 .Padrões de produção e consumo Tabela 111 .5 126.1 106.

110 0.799 .050 1.447 511.268 60..255 96.497 0.278 100.568 0.608 1.040 10.497 0.690 2.000 8.760 81.584 1. 9.669 0.295 0.411 0.530 0.993 2. refratários e outros Amianto Caulim Feldspato Magnesita Talco e Pirofilita Energético Combustível Carvão (metalúrgico e energético) 91.Consumo mineral per capita .554 3.043 1.481 0.127 2.459 10.151 0.488 0.064 0.210 0.127 2.126 77.228 2.220 3.196 34.454 486.241 485.633 0.555 0.150 0.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .650 0.590 2.830 0.466 0.645 0.828 95.1996-2007 (continua) Consumo mineral per capita (Kg) Substâncias selecionadas 1996 Metálico Ferroso Cromo (compostos químicos) Ferro Manganês (beneficiado e ferroligas) Não ferroso Alumínio (bauxita) Chumbo Cobre (metálico) Estanho Zinco (metálico) Zirconita 38.Padrões de produção e consumo Tabela 112 .225 14.318 11.034 2.210 98.910 10.041 1.233 10. ácido fosfórico e compostos) Potássio (K2O contido) Material de Construção Areia Gipsita Material para Indústria Química Barita Enxofre Fluorita (graus metalúrgico e ácido) Cerâmica.208 2.141 53.473 27.063 0.532 0.040 1.704 35..718 2.520 1.971 1.291 11.717 0.430 1.319 13.710 2.426 2.561 0.032 .498 0.718 8.505 0.230 785.362 0.840 2.090 10.075 1.139 0.164 41.811 0.285 42.259 0.261 454.935 0.439 0.616 1.768 10.242 1.000 0.045 1.068 2.173 12.180 1.580 80.792 9.510 93.040 2.155 55.015 100.363 11.528 12.249 560.406 28.238 0.065 2.530 933.326 8.423 1.709 0.038 1.258 523.971 99.128 45.164 1.257 3.870 2.167 0.643 3.426 0.670 0.139 1997 1998 1999 2000 2001 Não metálico Fertilizante Fósforo (concentrado fosfático.Indicadores de desenvolvimento sustentável .840 2.089 0.685 2.050 83.523 29.593 617. segundo as substâncias selecionadas Brasil .370 771.390 761.

942 .830 .545 0.985 0.519 0.135 0.341 1.931 0.296 0.483 2. 2..asp?IDSecao=68&IDPagina=64> Acesso em: maio 2010.891 0. 9...695 0.224 0.072 0..035 2.543 0.755 0.201 545.133 95.851 103.248 8.228 .Consumo mineral per capita..414 24.238 72.337 .402 0.Brasil 2010 Dimensão econômica .081 14.035 1.035 1. 0.706 1.306 12. Disponível em: <http://www.660 10.777 0..246 49.640 1. ácido fosfórico e compostos) Potássio (K2O contido) Material de Construção Areia Gipsita Material para Indústria Química Barita Enxofre Fluorita (graus metalúrgico e ácido) Cerâmica. Nota: Consumo aparente (produção+importação-exportação) sobre população residente.820 2.494 3.356 11.692 0.060 1..408 3.249 569.1996-2007 (conclusão) Consumo mineral per capita (Kg) Substâncias selecionadas 2002 Metálico Ferroso Cromo (compostos químicos) Ferro Manganês (beneficiado e ferroligas) Não ferroso Alumínio (bauxita) Chumbo Cobre (metálico) Estanho Zinco (metálico) Zirconita 54.868 6.457 3.. refratários e outros Amianto Caulim Feldspato Magnesita Talco e Pirofilita Energético Combustível Carvão (metalúrgico e energético) 97.423 1. 9.160 0.107 1. 8. DF: Departamento Nacional de Produção Mineral..377 0. 100.Padrões de produção e consumo Tabela 112 .084 34.._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . .409 14.325 0.934 0.954 . 9.485 0. 8..151 30..165 0.033 1. Brasília..210 .020 .112 0.922 0..353 2...090 Fonte: Sumário Mineral Brasileiro 1997-2008.216 469.748 0.629 0.260 651..856 1..934 3.220 0.152 19.172 2.dnpm.888 42.945 0.293 11.237 57.871 7.872 0.744 0.036 1.106 .319 0. segundo as substâncias selecionadas Brasil ..064 2.br/conteudo...733 0.874 6. .902 0.626 0.648 62....270 557.235 34. 1..227 1.. .060 .882 0. 2. 2..824 0.572 0.698 1.520 0.489 ..286 720.gov.469 0.954 0. .625 119.973 19. 98..169 ...381 2.029 1. [2008].306 57..853 2003 2004 2005 2006 2007 Não metálico Fertilizante Fósforo (concentrado fosfático.500 0.236 103.435 101.467 0. 10.976 .591 .253 0.301 73.

podendo ser acessadas na Internet. quando entre 10 e 25 anos. em 1997. em número de anos. O indicador reflete a dotação destes recursos naturais do País e. na ordem de grandeza de 19 anos para o petróleo e 17 anos para o gás natural. A Petrobras disponibiliza uma definição de reservas provas de petróleo e gás natural como sendo o volume de petróleo de acumulações conhecidas que.Padrões de produção e consumo 48 Vida útil das reservas de petróleo e gás natural Indica o número de anos para exaustão das reservas de petróleo e gás natural. As reservas são classificadas como abundantes. e os padrões de consumo predominantes. é a seguinte: Reservas Provadas: parte das reservas medidas demonstradas serem lavráveis por estudo de viabilidade econômica baseado em projeto básico de lavra ou de relatórios de minas em operação.Indicadores de desenvolvimento sustentável . regulamentos e com métodos de operação vigentes na época da avaliação. no endereço http://www. Natural e Biocombustíveis. Comentários A recomendação para o cálculo do balanço das reservas de acordo com a definição adotada na classificação United Nations international framework classification for reserves/resources.gov. publicada pela Organização das Nações Unidas. de acordo com sua disponibilidade de atender ao nível de produção atual em determinado horizonte de tempo. Descrição O indicador foi construído com base nas informações das reservas provadas e da produção anual das principais substâncias minerais exploradas no País. quando apresentam vida útil acima de 25 anos. e se define pela razão entre reservas provadas de petróleo e gás natural e a respectiva produção anual do mineral em bruto. em 2008.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .anp. pela análise dos dados de geologia e engenharia. estando.br/?id=661 Justificativa A vida útil das reservas de petróleo e gás natural constitui um indicador para o desenvolvimento sustentável na medida em que documenta as tendências de esgotamento das reservas do País. Na atualidade. pode ser estimado com razoável certeza de ser comercialmente recuperável. quando menores que 10 anos. . As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela Agência Nacional de Petróleo. sob condições econômicas. As reservas foram classificadas como abundantes. o Brasil possui reservas suficientes de petróleo e gás natural. e insuficientes. considerando a relação entre o volume das reservas provadas e o volume de extração anual. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP disponíveis na publicação Anuário Estatístico Brasileiro do Petróleo. suficientes e carentes. Gás . suficientes. acima de tudo. a estrutura produtiva. que constituem recursos não renováveis.

_________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Brasil. Gás Natural e Biocombustíveis.P&D Anos 35 30 Gráfico 93 .asp>. Gás Natural e Biocombustíveis.1993-2008 Abundante 25 20 Suficiente 15 10 Carente 5 0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Petróleo Gás natural Fonte: Anuário Estatístico Brasileiro do Petróleo e do Gás Natural 2003/2009.anp. [2003/2009]. O relativo declínio na vida útil do petróleo e do gás natural observado na série apresentada está relacionado ao grande incremento da produção dessas duas substâncias. Acesso em: maio 2010.br/?pg=15537&m=&t1=&t2=&t3=&t4=&ar=&ps=&cachebust=1272566930679>. Brasília. computadas no indicador. .Reciclagem 53 . não sendo.gov. DF: Agência Nacional do Petróleo. Petróleo e derivados.Produto Interno Bruto per capita 42 .Brasil 2010 Dimensão econômica . uma vez que grande parte do volume das reservas existentes e conhecidas desde a década de 1980 passou a ser explorado economicamente. Agência Nacional do Petróleo.Padrões de produção e consumo Vale ressaltar que o indicador pode apresentar oscilações bruscas tanto em função da descoberta de novas jazidas como em função de variações nos níveis de produção. Indicadores relacionados 40 .br/petro/reservas. DF. [2008]. Disponível em: <http://www.anp. Acesso em: maio 2010. Brasília. Disponível em: <http://www.Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . portanto.gov.Balança comercial 49 . Desenvolvimento e produção: reservas.Vida útil das reservas provadas de petróleo e gás natural Brasil . As recém-anunciadas descobertas de petróleo na chamada camada Pré-sal ainda não são consideradas reservas provadas.

anp. Agência Nacional do Petróleo.br/?pg=15537&m=&t1=&t2=&t3=&t4= &ar=&ps=&cachebust=1272566930679>.gov.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Brasília. Disponível em: <http://www.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . produção e vida útil Substância 2001 Petróleo Reservas totais (1 000 000 barris) Reservas provadas (1 000 000 barris) Produção (1 000 000 barris/ano) Vida útil das reservas totais (anos) Vida útil das reservas provadas (anos) 12 993 8 496 472 28 18 13 084 9 813 531 25 18 12 133 10 602 567 21 19 14 768 11 243 541 27 21 16 132 11 773 596 27 20 18 175 12 182 629 29 19 20 380 12 624 638 32 20 20 855 12 802 663 31 19 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Gás natural Reservas totais (1 000 m3) Reservas provadas (1 000 m3) Produção (1 000 m /ano) Vida útil das reservas totais (anos) Vida útil das reservas provadas (anos) 3 335 262 331 941 351 616 498 158 454 454 588 617 222 731 236 592 245 340 326 084 306 395 347 903 13 999 24 16 15 525 21 15 15 792 22 16 16 971 29 19 17 699 25 17 17 706 33 20 584 472 364 991 18 152 32 20 589 207 364 236 21 593 27 17 Fonte: Anuário Estatístico Brasileiro do Petróleo e do Gás Natural 2003/2009. Acesso em: maio 2010. produção e vida útil das reservas de petróleo e gás natural Brasil . DF: Agência Nacional do Petróleo. Disponível em: <http://www.gov. Brasil.asp>. Petróleo e derivados.br/petro/reservas. DF. [2008]. Gás Natural e Biocombustíveis.1993-2005 Reserva. Gás Natural e Biocombustíveis. Brasília.Resevas. . [2003/2009]. produção e vida útil Substância 1993 Petróleo Reservas totais (1 000 000 barris) Reservas provadas (1 000 000 barris) Produção (1 000 000 barris/ano) Vida útil das reservas totais (anos) Vida útil das reservas provadas (anos) 7 037 4 982 234 30 21 8 621 5 374 243 36 22 9 193 6 223 252 37 25 11 593 6 681 286 41 23 14 218 7 106 306 46 23 14 441 7 357 355 41 21 13 651 8 153 401 34 20 12 961 8 465 451 29 19 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 Gás natural Reservas totais (1 000 m3) Reservas provadas (1 000 m3) Produção (1 000 m /ano) Vida útil das reservas totais (anos) Vida útil das reservas provadas (anos) 3 284 771 323 790 343 131 398 373 435 459 409 811 191 071 198 761 207 964 223 562 227 650 225 944 7 355 39 26 7 712 42 26 8 066 43 26 9 167 43 24 9 825 44 23 10 788 38 21 403 870 231 233 11 855 34 20 360 782 220 999 13 283 27 17 Reserva. Acesso em: maio 2010. Desenvolvimento e produção: reservas.Padrões de produção e consumo Tabela 113 .anp.

expressa em percentagem. em determinado período. Os materiais acompanhados são as latas de alumínio. promovendo o aumento da eficiência energética de vários setores industriais. Associação Brasileira de Embalagem de Aço .br. Ao lado da reutilização e da redução da geração de resíduos. é uma das atividades-chave para o enfrentamento do desafio representado pelo destino final dos resíduos sólidos. É a importância econômica da reciclagem que explica o contínuo aumento no consumo de quase todos os materiais reciclados acompanhados neste indicador. Comentários As atividades de reciclagem apresentam importantes implicações econômicas. Este é um valor muito elevado.org. atividade geradora de emprego e renda. Os dados foram compilados pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem . Dentre os materiais reciclados. destaca-se o alumínio. Isto se deve ao alto valor de mercado . empresas e sociedade. e é uma atividade que sintetiza vários princípios do desenvolvimento sustentável.CEMPRE e encontram-se disponíveis na Internet.Brasil 2010 Dimensão econômica . Associação Brasileira de Papel e Celulose . Justificativa A reciclagem de materiais é um dos pontos mais importantes no gerenciamento sustentável de resíduos.ABAL. o papel. e subsidia estratégias de conscientização da população para o tema ambiental e a promoção do uso eficiente dos recursos. reutilizar.cempre. Além dos benefícios ambientais. em toneladas/ dia.ABLV (embalagens longa vida). As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela Associação Brasileira do Alumínio ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . a reciclagem de materiais é uma oportunidade de negócios. O indicador é a razão. as latas de aço e as embalagens longa vida. com índice de reciclagem acima de 90%. de alguns tipos de materiais. no endereço http://www.BRACELPA. entre a quantidade de material reciclado e a quantidade total de cada matéria-prima consumida pelas indústrias.ABEAÇO (latas de aço).Padrões de produção e consumo 49 Reciclagem Apresenta o desempenho das atividades de reciclagem. de matéria-prima total e de material reciclado consumidos por alguns tipos de indústrias. Associação Brasileira da Indústria do PET ABIPET. Associação Técnica Brasileira de Indústrias Automáticas de Vidro . e Associação Brasileira da Longa Vida . Descrição As variáveis utilizadas neste indicador são as quantidades.ABIVIDRO. o vidro. reciclar). as embalagens de resina de polietileno tereftalato (PET). reduzindo tanto o uso de materiais quanto de energia. por indústrias em um território. A reciclagem de materiais catalisa interesses do poder público. mesmo quando comparado aos valores internacionais. compondo a mundialmente conhecida estratégia dos três R (reduzir.

os altos níveis de reciclagem estão mais associados ao valor das matérias-primas e aos altos níveis de pobreza e desemprego do que à educação e à conscientização ambiental.Produto Interno Bruto per capita 45 . É por conta disto que o papel. os índices de reciclagem variam em torno de 45% . como também trazer melhorias na qualidade de vida de catadores e de outros trabalhadores que lidam com resíduos. associado a legislações municipal.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 40 .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . sendo esta atividade insalubre. e as embalagens cartonadas. A coleta seletiva de lixo e a conscientização da população para separar os resíduos. as latas de aço. cuja reciclagem é mais recente. ocupando trabalhadores de baixa qualificação profissional. de preços mínimos para os materiais recicláveis. A reciclagem. também. embora também crescentes. Com o tempo. de baixa remuneração. autônomos ou associados em cooperativas. A maior parte da reciclagem é feita por catadores. o vidro. pois a refrigeração é o setor industrial que mais consome substâncias que destroem esta camada. apresentam índices de reciclagem bem menores que as latas de alumínio. à exceção das embalagens longa vida (cartonadas ou tetra pak). a necessidade de separar os materiais componentes (papel. reduz. é outro fator que dificulta a reciclagem.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica . pelo governo federal. Para o restante dos materiais. Para as embalagens longa vida. muitos deles menores de idade. e que cresce nos períodos de crise econômica e de aumento do desemprego. podem aumentar não apenas a eficiência da reciclagem. O estabelecimento. O aumento nos preços das matérias-primas e da energia. estadual e federal cada vez mais exigentes em termos ambientais. todos com tendência crescente ou estável. realizada muitas vezes em lixões e aterros. Apenas uma pequena parte do lixo produzido no País é seletivamente coletado. No caso do Brasil.P&D . As embalagens longa vida.Intensidade energética 48 . alumínio e plástico). por dispensarem refrigeração. os valores são mais baixos (cerca de 25%).Indicadores de desenvolvimento sustentável . deve elevar a proporção de materiais reciclados no Brasil. também contribuem para o combate à destruição da camada de ozônio. associado ao elevado gasto de energia necessário para a produção de alumínio metálico.55%. devem fazer com que os índices de reciclagem de todos os materiais mantenham a tendência de crescimento no longo prazo. a resina PET. Para as embalagens tetra pak. de mais baixo valor de mercado.Vida útil das reservas de petróleo e gás 53 . A queda no preço de algumas matérias-primas e a recuperação do nível de emprego ajudam a explicar a estabilização nos índices de reciclagem de alguns materiais nos últimos anos. a emissão de gases de efeito estufa associados à geração de energia pela queima de combustíveis fósseis. os percentuais de reciclagem destas embalagens devem se aproximar daqueles dos outros materiais. quase sempre à margem dos direitos trabalhistas. antes de descartá-los.Padrões de produção e consumo da sucata de alumínio. Indicadores relacionados 01 . que retiram do lixo os materiais de mais alto valor. ao reduzir o consumo de energia e a extração de matériasprimas.

0 65.0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Latas de alumínio Embalagens PET Papel Latas de aço Vidro Embalgem longa vida Fontes: Associação Brasileira do Alumínio . . Associação Técnica Brasileira de Indústrias Automáticas de Vidro . .5 . Associação Brasileira do Leite Longa Vida . 0 45.8 25.. Tabela 114 .ABIVIDRO.0 47. Associação Brasileira da Indústria do PET .0 20.ABIPET.5 38.9 35.ABLV.0 50.1 36.0 44.0 40. . Associação Brasileira da Indústria do PET . AssociaçãoTécnica Brasileira de Indústrias Automáticas de Vidro ..1993-2006 % 100.5 34.ABIVIDRO.0 47.0 23.7 43. Associação Brasileira de Papel e Celulose .0 44. Associação Brasileira do Leite Longa Vida .0 42.5 47.BRACELPA. 10. .0 46.BRACELPA.6 37.0 95.1993-2008 Proporção de material reciclado em atividades industriais selecionadas (%) Ano Latas de alumínio Embalagens PET Latas de aço Embalagem longa vida Papel Vidro 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 50.6 Fontes: Associação Brasileira do Alumínio .0 45.2 85.7 45.5 53.0 45..0 41.2 17.6 37.4 96.0 40..3 36.0 47.0 49.0 45.0 39.0 80.3 41.8 37.0 34.8 61.4 26. Associação Brasileira de Embalagem de Aço .4 43.CEMPRE.Proporção de material reciclado em atividades industriais selecionadas Brasil .ABIPET.0 15.0 45.ABAL. Associação Brasileira de Papel e Celulose .ABAL.8 20.0 46.3 32.0 87..0 0.3 64.9 20. .0 24...0 30.9 45.0 .0 89..0 90.0 40.0 40.0 35.0 70. Associação Brasileira de Embalagem de Aço ..5 91.ABEAÇO..0 16..0 43.4 21.8 46.0 20.9 78.0 15.ABEAÇO..0 32.0 33. Compromisso Empresarial para Reciclagem .Padrões de produção e consumo Gráfico 94 .0 37.ABLV. . 18.0 62. Compromisso Empresarial para Reciclagem .2 72.0 60.Brasil 2010 Dimensão econômica .4 43.5 26.0 33.0 51.0 22.CEMPRE.0 47.0 15.5 54.9 44.2 25.2 94._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 25..7 25.0 37.0 23.7 96.0 49.0 56.0 10.9 38..Proporção de material reciclado em atividades industriais selecionadas Brasil .0 49.

a geração termonuclear de energia não produz gases de efeito estufa.ELETRONUCLEAR e a Comissão Nacional de Energia Nuclear . expresso em m3. Justificativa Os rejeitos radioativos são oriundos de duas fontes. As maiores geradoras de rejeitos de alto nível de radiação são as usinas termonucleares. e a atividade radioativa nas unidades armazenadoras. A radiação proveniente dos rejeitos radioativos (produzida pelo decaimento dos radionuclídeos) pode causar severos danos à saúde humana e aos seres vivos de forma geral (mutações. portanto. nas Usinas de Angra I e II. após o uso. cânceres. sendo imprescindíveis alguns deles. médio e alto níveis.Padrões de produção e consumo 50 Rejeitos radioativos: geração e armazenamento Informa a quantidade de rejeitos radioativos de baixo e médio níveis de atividade produzidos e armazenados em um determinado território. É considerado como rejeito radioativo de baixo e médio níveis de atividade todo e qualquer material que.).CNEN. indústrias. expresso em toneladas (t) de urânio. etc.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .CNEN. medicina. As informações utilizadas para elaboração deste indicador foram produzidas pela Eletrobras Termonuclear . Além disso. os materiais radioativos encontram amplo uso na indústria. universidades. centros de pesquisa. que estão licenciadas para a operação com radiações ionizantes. um dos mais preocupantes potenciais contaminantes do meio ambiente. etc. o volume de rejeitos radioativos produzidos e armazenados. e a segunda engloba os rejeitos das outras instalações que trabalham com radionuclídeos (hospitais. contenha radionuclídeos em quantidades superiores aos limites estabelecidos pela Comissão Nacional de Energia Nuclear . os rejeitos são classificados em baixo. os rejeitos nucleares precisam ser cuidados e convenientemente dispostos. É apresentado também o número de instalações radioativas. e mesmo a algumas das renováveis (hidrelétricas). Descrição As variáveis utilizadas são o número de fontes radioativas. e as quantidades de combustível nuclear. Para não causar danos ao homem e ao ambiente. Por outro lado. e a produção e o estoque de combustível nuclear (já utilizado e em uso). um dos maiores problemas associados às outras fontes de energia não renovável (combustíveis fósseis). Dependendo do tipo e da quantidade de radionuclídeos do rejeito. Quanto ao nível de radiação. A primeira delas abrange o ciclo do combustível nuclear (da mineração à utilização nas usinas termonucleares). expressa em 1012 Bq. agricultura e outros setores da atividade humana. por Unidade da Federação.Indicadores de desenvolvimento sustentável . em uso e já utilizado. Os rejeitos radioativos são. Alguns cientistas e ambientalistas defendem a expansão do uso da energia nuclear como forma de reduzir a emissão de gases de efeito .). o tempo de permanência no ambiente pode ser muito longo. sendo ainda especificados os locais e a forma de armazenamento.

Participação de fontes renováveis na oferta de energia 51 . Os combustíveis nucleares já utilizados nas Usinas de Angra I e II não são considerados pela CNEN como rejeitos radioativos. Indicadores relacionados 01 . Para os rejeitos das Usinas de Angra I e II ainda se estuda o local ideal para a construção do depósito definitivo. estabelece normas de controle e gerenciamento dos rejeitos radioativos. constituindo sério constrangimento ao uso da energia nuclear. em Poços de Caldas (Minas Gerais).IPEN (São Paulo). após utilização. no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares . se encontram armazenados nas proximidades da mina. em 1987.Intensidade energética 46 . as fitas para para-raios e os detetores de fumaça. Entre as fontes radioativas armazenadas nos depósitos da CNEN destacam-se.Consumo de energia per capita 45 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . de sua origem até o armazenamento final. Os rejeitos da mina de urânio desativada de Osama Utsumi. Com exceção do depósito de Abadia de Goiás. apresentados em tabela separada. O combustível nuclear em uso dentro do reator de cada usina é apresentado em tabela separada. ocorrido em Goiânia. por seu grande número e pequena atividade radioativa. não existem ainda depósitos finais de rejeitos radioativos no Brasil.Brasil 2010 Dimensão econômica . institutos ligados à CNEN.Ratificação de acordos globais 53 . ficam armazenados em piscinas nas próprias usinas. Comentários No Brasil. que contém os rejeitos do acidente com césio (Cs) 137. os para-raios. e de minimizar os impactos ambientais causados por grandes hidrelétricas.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 44 . Os rejeitos do processamento do tório (Th) encontram-se em depósitos provisórios no Estado de São Paulo.Gastos com pesquisa e desenvolvimento . Entretanto.CDTN (Minas Gerais). Entre outras atividades. o órgão federal responsável pelo licenciamento e fiscalização das instalações nucleares e radioativas é a CNEN.Padrões de produção e consumo estufa para a atmosfera. temporariamente.IEN (Rio de Janeiro) e no Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear . Assim. os riscos e as consequências de acidentes em usinas nucleares e a disposição final dos rejeitos de alto nível de radiação são questões ainda não equacionadas. Os rejeitos radioativos produzidos no País são armazenados. pois ainda são passíveis de reprocessamento para a extração do urânio remanescente e produção de novas pastilhas combustíveis. no Instituto de Energia Nuclear .

Angra II .1992-2009 m³ 300 250 200 150 100 50 0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Angra I Fonte: Eletrobrás Termonuclear .Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .Eletronuclear. Nota: Em 31 de dezembro de 2005 o núcleo de Angra II estava descarregado (todos os elementos combustíveis na piscina).Indicadores de desenvolvimento sustentável .1992-2009 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Angra I Angra II Fonte: Eletrobrás Termonuclear .Padrões de produção e consumo m³ 500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 Gráfico 95 .Eletronuclear.Estoque de combustível nuclear já utilizado das usinas de Angra I e II Brasil . Gráfico 96 .Produção de rejeitos radioativos de baixo e médio níveis de atividade das Usinas de Angra I e II Brasil .

Padrões de produção e consumo Tabela 115 .IPEN-SP Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear .IEN-RJ 10 356 923 901 10 928 1 508 930 11 580 12 197 12 643 12 827 13 107 13 344 13 699 1 576 .Brasil . 1 023 257 49 1 032 257 49 1 032 257 49 1 197 311 53 1 349 311 262 1 365 312 262 Fonte: Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN. agrícola.. Não constam nesta tabela o número de pára-raios e detetores de fumaça radioativos..CDTN-MG Instituto de Energia Nuclear .2001-2009 Depósitos intermediários dos institutos da Comissão Nacional de Energia Nuclear Pára-raios.Número e atividade total dos rejeitos radioativos de fontes diversas armazenados nos depósitos intermediários dos institutos da Comissão Nacional de Energia Nuclear .(2) Grande parte das fontes recolhidas apresenta pequeno tamanho (filamentos de lâmpadas. fitas e detetores radioativos armazenados nos depósitos intermediários dos institutos da Comissão Nacional de Energia Nuclear . etc. fitas e detetores radioativos armazenados (1) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Pára-raios Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares .CNEN . não existindo mais este material radioativo para novos páraraios. (1) Grande parte das fontes recolhidas apresenta pequeno tamanho (filamentos de lâmpadas.Brasil ..CNEN .Pára-raios. etc.IPEN-SP 115 340 9 150 9 560 10 449 10 515 10 636 10 691 10 937 11 005 Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear . industrial..CDTN-MG Instituto de Energia Nuclear . etc. foram todas recolhidas pela CNEN.IEN-RJ 515 154 5 850 220 8 880 250 .CDTN-MG Instituto de Energia Nuclear . na década de 1990. 2. respectivamente 0.IEN-RJ 6 800 1 660 .IPEN-SP Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear .).IPEN-SP Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear .21 GBq e 185 kBq. Notas: 1.IPEN-SP Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear . Tabela 116 .._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . 2 150 540 2 180 560 2 180 560 2 205 574 2 573 591 2 573 592 Fitas para Pára-raios (2) Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares .).Brasil 2010 Dimensão econômica .. (2) As fitas (Am-241) utilizadas na montagem de pára-raios. 1 334 1 996 1 334 2 558 1 351 3 882 1 535 6 537 1 535 6 733 599 33 - Fonte: Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN. 1 892 1 929 1 990 2 058 2 119 2 300 Atividade total (10¹²Bq) Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares .. o que explica os elevados números apresentados. A diminuição nos números decorre de uma reavaliação dos depósitos. agulhas de rádio. Nota: Pára-raios e detetores radioativos têm pequena atividade radioativa..CDTN-MG 2 600 950 1 240 1 371 1 385 1 422 1 572 1 622 1 741 Instituto de Energia Nuclear .2001-2009 Depósitos intermediários dos institutos da Comissão Nacional de Energia Nuclear Rejeitos radioativos de fontes diversas armazenados (1) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Número de rejeitos radioativos (2) Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares .CDTN-MG Instituto de Energia Nuclear . (1) Uso medicinal.IEN-RJ 599 33 599 33 Detetores Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares .IEN-RJ 6 677 1 237 6 798 14 340 1 238 8 216 17 555 19 163 20 053 20 757 22 980 25 241 26 246 1 238 . o que explica os elevados números apresentados. . agulhas de rádio. da ordem de.

4 2005 88 1.6 2004 76 11.8 Fonte: Eletrobrás Termonuclear .8 2009 253 19.Padrões de produção e consumo Tabela 117 .1992-2009 Produção de rejeitos radioativos de baixo e médio níveis de atividade das usinas (m³) Ano Angra I Total (1) 2 917 Angra II 88.6 2003 144 11.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .Indicadores de desenvolvimento sustentável .8 1992 120 - 1993 212 - 1994 109 - 1995 43 - 1996 166 - 1997 208 - 1998 73 - 1999 123 - 2000 98 - 2001 80 - 2002 131 7.0 2007 96 18. (1) Inclusive 403 m3 de rejeitos radioativos produzidos até 1992 em Angra I.Brasil . .Produção de rejeitos radioativos de baixo e médio níveis de atividade das usinas de Angra I e II .0 2008 86 12.6 2006 409 6.

segundo o tipo de depósito . de origens diversas.USIN-SP (2) 5 5 5 5 5 5 5 5 5 Botuxim (SP) (3) Depósito definitivo 32 32 32 32 32 32 32 32 32 Abadia de Goiás (GO) (4) 34 34 34 34 34 34 34 34 34 Fonte: Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN. (3) Armazenamento em silos de concreto. Nota: Estes depósitos iniciais e definitivo estão fechados e não recebem mais rejeitos radioativos.CICP-MG (1) 119 119 119 119 119 119 119 119 119 Usina Santo Amaro .Volume e atividade de subprodutos industriais e rejeitos radioativos.CICP-MG (1) 7 250 7 250 7 250 7 250 7 250 7 250 7 250 7 250 7 250 Usina Santo Amaro . (4) Materiais contaminados oriundos do acidente com Césio 137. silos e trincheiras.Padrões de produção e consumo Tabela 118 .Brasil 2010 Dimensão econômica . de origens diversas.Brasil . (1) Armazenamento em galpões. armazenados em depósitos temporários e definitivos 2002 2003 3 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Volume (m ) Total Depósitos iniciais 13 775 13 775 13 775 13 775 13 775 13 775 13 775 13 775 13 775 Complexo Industrial de Poços de Caldas . (2) Armazenamento em galpão. armazenados em depósitos temporários e definitivos.2001-2009 Tipo de depósito 2001 Subprodutos industriais e rejeitos radioativos.USIN-SP (2) 325 325 325 325 325 325 325 325 325 Botuxim (SP) (3) Depósito definitivo 2 700 2 700 2 700 2 700 2 700 2 700 2 700 2 700 2 700 Abadia de Goiás (GO) (4) 3 500 3 500 3 500 3 500 3 500 3 500 3 500 3 500 3 500 Atividade (10¹²Bq) Total Depósitos iniciais 190 190 190 190 190 190 190 190 190 Complexo Industrial de Poços de Caldas . em Goiânia (1987) ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

Quantidade de combustível nuclear dentro do reator. em 31. em 31.12 (t de U) Ano Angra I 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Fonte: Notas: 1. nas usinas de Angra I e Angra II . que havia sido retirado para a manutenção do reator no ano anterior.Produção e armazenamento de combustível nuclear já utilizado. 2.Padrões de produção e consumo Tabela 119 . em 31.Indicadores de desenvolvimento sustentável . (1) A produção negativa observada resulta do retorno ao reator de combustível ainda passível de utilização.Brasil .12 (t de U) Angra I Angra II 2003 2004 2005 2006 Fonte: 50 50 50 104 104 105 Nota: A parada de Angra II teve início em 26 de novembro de 2005 e término em 30 de janeiro de 2006.2003-2009 Ano Quantidade de combustível nuclear dentro do reator. (1) O núcleo encontrava-se descarregado (todos os elementos combustíveis na piscina). .1992-2009 Combustível nuclear já utilizado. em 31. em 31.12. Parte do combustível retirado do núcleo de Angra II em 2005 (aproximadamente 2/3) voltou ao núcleo após a manutenção do mesmo.Brasil 2010________________________________________ Dimensão econômica .12. das usinas de Angra I e II . (2) O núcleo de Angra II encontrava-se descarre gado (todos os elementos combustíveis na piscina) e haviam 24 elementos combustíveis no Depósito de Combus tível Novo. O combustível nuclear utilizado é passível de reprocessamento.Brasil .12 (t de U) Angra I Angra II 49 49 49 50 104 104 (1) 0 104 2007 2008 2009 Ano Quantidade de combustível nuclear dentro do reator. 46 (1) (-)32 31 15 46 8 16 16 15 0 16 11 15 0 16 Produção Angra II 32 26 28 13 30 28 30 30 Angra I 49 95 64 64 95 110 157 157 165 181 197 212 212 228 237 252 252 267 Armazenamento Angra II 32 58 86 (2) 186 114 140 169 198 Tabela 120 . Angra II só começou a produzir combustível a ser reutilizado a partir de 2002 3.

As instalações estão licenciadas para operações com radiações ionizantes oriundas de fontes radioativas (ra dioisótopos) e/ou de aparelhos geradores de radiações ionizantes .Número de instalações radioativas.tera. segundo as Unidades da Federação .BetaRaclear saio tera.dução Pesde diadodiode dor quisa grafia dores poços res nuclede Radiode indusindusares san.Brasil 2010 Dimensão econômica .Tele. 2.isótotriais petrótrial pos gue leo 15 1 1 1 1 2 5 1 1 1 1 2 1 1 330 2 1 2 2 1 6 1 2 5 1 13 23 3 44 162 14 6 29 2 2 9 66 2 8 14 32 3 3 4 485 6 8 6 1 4 3 5 9 3 5 31 64 9 44 177 35 22 30 3 5 12 3 15 1 1 9 1 2 1 16 1 2 2 2 1 8 - Técnicas analíticas Total Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 117 3 3 1 1 1 5 19 15 51 2 2 6 2 4 2 Fonte: Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN. Dados referentes a 4 de março de 2010.Radiocina imunu. por área de atividade Medicina Unidades da Federação Radioterapia Medi.diocipia rurgia pia 327 2 6 2 3 2 6 4 2 10 6 2 13 34 11 42 98 22 11 30 4 3 6 8 42 2 1 1 1 3 4 14 8 7 1 198 1 1 3 1 1 2 1 4 1 2 7 2 1 8 24 3 24 55 15 9 20 3 3 3 4 7 1 2 2 1 1 1 1 Indústria PerfiProIrraIrra.noen.2010 Número de instalações radioativas._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Notas: 1.Padrões de produção e consumo Tabela 121 . por área de atividade.lagem RaMedidia.

disponíveis na Internet.Dimensão institucional Quadro institucional 51 Ratificação de acordos globais Expressa o envolvimento do País com a implementação de acordos firmados pela comunidade internacional. no endereço http://www2. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério das Relações Exteriores. que merecem interferência e atuação específica dos países no sentido de pautar a sustentabilidade necessária e o alcance do .gov. Descrição Este indicador é expresso pelo número de acordos internacionais. relativos à proteção do meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável.br/ dai/meamb. através dos órgãos de governança global. Justificativa A ratificação de acordos multilaterais guarda estreita relação com as intenções dos governos em implementar efetivamente o desenvolvimento sustentável.htm. que foram ratificados pelo governo brasileiro.mre. Os acordos representam um consenso mundial cuja intenção é dar uma resposta a problemas ambientais na escala global.

o número de acordos internacionais sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável se situa em aproximadamente uma centena.gov. o País firmou uma série de acordos bilaterais sobre meio ambiente que podem ser consultados na página do Ministério das Relações Exteriores na Internet.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 02 . Comentários Os acordos mundiais ratificados são indicadores que apresentam algumas limitações.Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 – Área remanescente e desmatamento no Cerrado 15 .Rejeitos radioativos: geração e armazenamento 53 .Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 . pois a ratificação não significa de todo a sua aplicação. no endereço http://www.Áreas protegidas 46 .Quadro institucional desenvolvimento. Por outro lado. Além dos acordos multilaterais apresentados neste indicador. Indicadores relacionados 01 . Atualmente.Brasil 2008 Dimensão institucional .Desflorestamento na Amazônia Legal 09 .Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento .br.Participação de fontes renováveis na oferta de energia 50 .Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio 03 .P&D .mre. há acordos que não foram ratificados pela inexistência do problema ou da prioridade em tratá-lo em determinado país.Queimadas e incêndios florestais 08 .Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 07 ._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável .

1983 92.08. (MARPOL PROT-78 ou MARPOL 73. Particularmente como Hábitats das Aves Aquáticas 03.623 17.06.1998 .1982 Convenção para o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção 03.1998 Protocolo de 1978 Relativo à Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição Causada por Navios.1973 76.446 07.03.1940/2006 (continua) Data de assinatura Promulgação Decreto número Data Título Convenção para a Proteção da Flora. 1973.03.1996 Convenção sobre Prevenção da Poluição Marinha por Alijamento de Resíduos e outros Materiais. Particularmente como Hábitats das Aves Aquáticas.905 16.05.1990 2.566 16.281 06.11.1986 Protocolo Adicional à Convenção Internacional para Conservação do Atum e Afins do Atlântico .04.1991 Protocolo de Emendas à Convenção Relativa às Zonas Úmidas de Importância Internacional.CICAA 10.03.054 23.280 06.699 30. 1973 (MARPOL) 02.1990 Protocolo sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio 16.12.Indicadores de desenvolvimento sustentável .508 04.612 04.1966 65.06.1966 Convenção Internacional para a Conservação do Atum do Atlântico 14.05.03.1979 133 24.1990 Convenção da Basiléia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito 22.Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional .1978 2.Quadro institucional Quadro 5 .06.1993 Ajuste ao Protocolo de Montreal sobre Substâncias que destroem a Camada de Ozônio 20.Atos multilaterais promulgados pelo Brasil no campo do meio ambiente .1996 Emenda ao Artigo XXI da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagens em Extinção 20.1987 99.02.03.508 04.1972 87.1985 99.1971 1.1969 Convenção Relativa às Zonas Úmidas de Importância Internacional.1984 97.05.07.12.05.1990 181 24.09.02.78) 17.1998 Emenda ao Artigo XI da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção 22.10.06.026 20.09.11. 02.06.1989 Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio 22.1991 Emenda ao Protocolo de Montreal sobre Substâncias que destroem a Camada de Ozônio 29.1975 Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição Causada por Navios.1982 1. da Fauna e das Belezas Cênicas Naturais dos Países da América 12.07.1940 58. (LONDON CONVENTION) (LC-72) 29.05.1973 2.04.07.905 16.1989 875 19.03.07.

07.472 16.208 5.11.2004 Fonte: Brasil._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável .1992 2.Quadro institucional Quadro 5 .1998 01.1992 25.1990 09.1940/2006 (conclusão) Título Data de assinatura Promulgação Decreto número Data Convenção Internacional para Prevenção.06.06.2000 22.1992 652 15.gov.07.2001 22.02. Disponível em: <http://www2.10.01.1998 5.1998 16.12.2005 29.05.544 2.280 22.581 27.Atos multilaterais promulgados pelo Brasil no campo do meio ambiente . por Ocasião da Décima Primeira Reunião das Partes. Divisão de Atos Internacionais.06.12.2003 10.e. em Pequim.htm>.09.2006 17.03.1992 2.05.360 31.679 17.870 2. ao Términa da Nona reunião das Partes. Acesso em: abr.em 17 de setembro de 1997.04.705 5.2005 Emendas ao Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio.652 10. 2010. 5. . Atos multilaterais assinados pelo Brasil no campo do meio ambiente.09.05.01.445 12.1999 de 1999.02.1994 2.br/dai/meamb.1998 27.2001 11.1997 5.09.1998 01.05.mre.2004 20.2005 27.1998 15. Ministério das Relações Exteriores.06. aprovadas em Montreal.842 13.06.1998 13.1992 05.08.em 3 de Dezembro 17.12.Brasil 2008 Dimensão institucional .01.1996 3.2001 5.1997 e 03.741 20. Resposta e Cooperação em Caso de Poluição por Óleo (OPRC-90) Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima Acordo Constitutivo do Instituto Interamericano para Pesquisa em Mudanças Globais (Ata de Montevidéu) Convenção sobre Diversidade Biológica (Rio-92) Acordo de Alcance Parcial de Cooperação e Intercâmbio de Bens Utilizados na Defesa e Proteção do Meio Ambiente Emendas ao Protocolo de Montreal sobre Substâncias que destroem a Camada de Ozônio Convenção Internacional de Combate à Desertificação nos Países Afetados por Seca e/ou Desertificação Principalmente na África Convenção Interamericana para a Proteção e Conservação das Tartarugas Marinhas Protocolo de Quioto à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança Climática Emenda ao Anexo I e Adoção dos Anexos VIII e IX à Convenção de Basiléia sobre o Controle do Movimento Transfronteiriço de Resíduos Perigosos e seu Depósito Convenção de Roterdã sobre o Procedimento de Consentimento Prévio Informado para o Comércio Internacional de Certas Substâncias Químicas e Agrotóxicos Perigosos (PIC) Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança da Convenção sobre Diversidade Biológica Acordo-Quadro sobre Meio Ambiente do Mercosul Convenção de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes 30.519 13.11.1998 4.12.11.1992 2.09.

MUNIC. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. novos temas na agenda oficial de cooperação multilateral: temas como a descentralização. Todos tendem a pôr em evidência a diversidade e a particularidade dos contextos locais. respostas particulares diferentes em termos de políticas públicas e projetos de desenvolvimento local. é desafiada a imposição de realidades tão diversas (principalmente dos países desenvolvidos) de normas e técnicas uniformes e universalizantes definidas sobretudo nos grandes centros do primeiro mundo. as implicações ambientais decorrentes do processo de desenvolvimento é um dos pilares do conceito de desenvolvimento sustentável. particularmente na municipal. sendo sua institucionalização uma forma de capacitação para a gestão local. Foram considerados ativos os conselhos que realizaram reunião pelo menos uma vez em 2001. A existência de conselhos municipais ativos revela o nível de organização municipal no que se refere à democratização da gestão de políticas públicas. Justificativa A partir dos anos de 1990. assim. os órgãos colegiados que ensejam a participação popular na gestão de políticas públicas – os conselhos – têm conhecido uma expansão numérica desde a década de 1990 em todas as esferas de governo. Comentários No Brasil. fracassando também os esforços teóricos de legitimar o desenvolvimento econômico independentemente de suas dimensões social e cultural. reconhecendo a evidência de que cada contexto tem a sua necessidade própria e demanda.Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional . Descrição O indicador foi construído com base na proporção dos municípios que possuem conselhos municipais de meio ambiente ativos em relação ao número total de municípios da Unidade da Federação. a participação. o conhecimento sobre o desenvolvimento e as práticas de projetos de desenvolvimento local passam por profunda transformação: o universalismo do desenvolvimento é seriamente questionado. constituindo-se em importante mecanismo de consulta e exercício da participação popular.Indicadores de desenvolvimento sustentável . . nesse contexto.Quadro institucional 52 Existência de conselhos municipais de meio ambiente Este indicador expressa a existência de conselhos municipais de meio ambiente ativos. Particularmente. O desenvolvimento da participação comunitária na gestão pública na forma de conselhos é expressão dessa nova forma de articulação da sociedade civil. e a emergência da sociedade civil. oriundas da Pesquisa de Informações Básicas Municipais . Surgem. a governança local.

2001/2008 % 40. Indicadores relacionados 18 .0 15. .Quadro institucional Os conselhos da Dimensão Ambiental apresentam maiores valores proporcionais dos conselhos nas Unidades da Federação da Região Norte.2001/2008 Anos 2001 2002 2004 2008 Municípios 1 237 1 450 1 515 1 880 Proporção (%) 22.Acesso a sistema de abastecimento de água 20 . Tabela 122 .0 0.1 27.0 25.Proporção de municípios com conselho municipal de meio ambiente ativo Brasil . enquanto no Nordeste os estados exibem. Perfil dos Municípios Brasileiros 2001/2008. porém.Acesso a esgotamento sanitário 33 . no entanto.8 Fonte: IBGE.0 20.0 30. Perfil dos Municípios Brasileiros 2001/2008.0 10. menores percentuais. A existência de um conselho ativo.Brasil .Brasil 2008 Dimensão institucional .3 26. Cabe ressaltar que o indicador utiliza o conceito de conselho ativo como aquele que se reuniu pelo menos uma vez nos últimos 12 meses.0 35. mostra se existe alguma forma de participação comunitária. em geral.Adequação de moradia Gráfico 97 .0 5.Número e proporção de municípios com conselho municipal de meio ambiente ativo .Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado 37 .0 2001 2002 2004 2008 Fonte: IBGE._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável .Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 . é importante ressaltar que o fato de o conselho ter se reunido durante o ano da pesquisa não significa que sua participação seja efetiva na gestão municipal.2 33.

6 24.7 39.4 33.1 35.Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional . segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .0 12.5 33.5 12.3 37.9 34.4 21.Quadro institucional Tabela 123 .1 32.6 48.4 57.9 69.8 40.9 29.8 24.8 5.5 30.7 44. por condição de atividade do conselho.1 100.3 31.6 48.3 41.6 58.8 62.1 27.9 19.0 33.8 100.3 11.0 43.0 29.7 30.Municípios e proporção de municípios que possuem conselho de meio ambiente. .9 37.8 36.6 60.0 80.4 8.7 61.5 27.1 43.3 19.1 52.9 3.8 17.3 35.1 33.6 38.3 21. Perfil dos Municípios Brasileiros 2008.5 34.9 17.4 48.1 12.0 Fonte: IBGE.2 50.1 40.Indicadores de desenvolvimento sustentável .6 54.9 61.8 28.5 23.3 44.2008 Municípios Com conselho de meio ambiente Grandes Regiões e Unidades da Federação Total Total Proporção (%) Existe conselho de meio ambiente Conselho ativo (realizou reunião nos últimos 12 meses) Existe conselho de meio ambiente Conselho ativo (realizou reunião nos últimos 12 meses) Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal 5 564 449 52 22 62 15 143 16 139 1 793 217 223 184 167 223 185 102 75 417 1 668 853 78 92 645 1 188 399 293 496 466 78 141 246 1 2 650 173 16 9 23 5 63 7 50 536 43 13 115 56 27 60 22 18 182 979 526 35 64 354 726 161 167 398 236 47 58 130 1 1 880 128 12 6 12 5 53 2 38 376 28 8 90 29 19 45 12 13 132 665 382 19 45 219 545 117 105 323 166 38 43 84 1 47.8 65.9 44.0 45.5 24.

_________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável .Quadro institucional Mapa 43 .Conselhos Municipais de Meio Ambiente Brasil .2008 Fonte: IBGE. .Brasil 2008 Dimensão institucional . Perfil dos Municípios Brasileiros 2008.

. para os dispêndios empresariais. O próprio surgimento e a adoção de inovações tecnoprodutivas. a produção sistemática de conhecimentos científicos sobre questões. Os valores do PIB são de responsabilidade do IBGE. Não estão computadas as despesas com juros e amortização de dívidas (interna e externa). Além disso. através da Coordenação de Estatísticas e Indicadores. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. realizada pelo IBGE. e degradação do meio ambiente. cumprimento de sentenças judiciais e despesas previdenciárias com inativos e pensionistas. logo. e ao desenvolvimento experimental. que usa como fontes para os dispêndios federais o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal . Estão computados os recursos do Tesouro e de outras fontes dos orçamentos fiscal e de seguridade social e inclui estimativas dos dispêndios das instituições federais com cursos de pós-graduação reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior .CAPES. a Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica PINTEC 2000. e levantamento realizado pelas empresas estatais federais.P&D realizados pelo setor empresarial e pelos governos estadual e federal. Comentários Para estimativa dos dispêndios federais. é necessário que uma parte adequada do esforço nacional esteja destinado à pesquisa científica – básica e aplicada. 2003 e 2005. Para assegurar um processo de desenvolvimento sustentável. tais como: mudanças no clima. orientadas ao desenvolvimento sustentável. Extração especial é realizada pelo Serviço Federal de Processamento de Dados .Capacidade institucional Capacidade institucional 53 Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento . Justificativa Os gastos relacionados com Pesquisa e Desenvolvimento expressam o grau de preocupação do País com o progresso científico e tecnológico. à formulação de estratégias de desenvolvimento a longo prazo e políticas públicas na perspectiva do desenvolvimento sustentável. foram utilizados os valores de empenhos liquidados.P&D Apresenta o esforço nacional voltado à Pesquisa e Desenvolvimento. esgotamento dos recursos naturais.SIAFI.Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional . medido pelos investimentos público e privado. os Balanços Gerais dos Estados. do Ministério da Educação . dependem do investimento em P&D.MEC.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Descrição As informações utilizadas para a construção deste indicador são o Produto Interno Bruto .SERPRO: para os dispêndios estaduais. crescimento demográfico.PIB e os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento . é essencial à avaliação das condições atuais e perspectivas futuras e.

cumprimento de sentenças judiciais e despesas previdenciárias com inativos e pensionistas. foram utilizados os valores empenhados.7 %).Capacidade institucional Para os dispêndios estaduais. os valores estão estimados pela média do crescimento absoluto entre 2000 e 2003. a PINTEC levantou os valores do setor de Serviços apenas para o ano de 2005. foram subtraídos os valores dos institutos de P&D já incluídos nos levantamentos dos dispêndios públicos (Embrapa.Queimadas e incêndios florestais 08 .Rejeitos radioativos: geração e armazenamento 51 .Ratificação de acordos globais . os valores das indústrias referentes aos anos de 2000. foram calculados de acordo com o percentual médio de crescimento entre 2000 e 2005. excluindo-se. em 2001.Intensidade energética 46 .Área remanescente e desmatamento no Cerrado 13 .Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte 45 .Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio 03 .Participação de fontes renováveis na oferta de energia 48 . FIOCRUZ. No tocante aos dispêndios empresariais.).Vida útil das reservas de petróleo e gás natural 49 ._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável . etc.Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas 04 . os valores referentes aos períodos de 2000 a 2004 e de 2006 a 2007.Uso de fertilizantes 05 .Brasil 2008 Dimensão institucional .Uso de agrotóxicos 06 . Também são consideradas as estimativas dos dispêndios das instituições com cursos de pós-graduação stricto sensu reconhecidos pela CAPES/MEC como aproximação dos dispêndios em pesquisa e desenvolvimento das instituições de ensino superior.Produção de pescado marítima e continental 39 . 2003 e 2005 tomam por base os números efetivamente apurados pela PINTEC.Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas 10 . Também estão computados os recursos do Tesouro e de outras fontes dos orçamentos fiscal e de seguridade social e inclui estimativas dos dispêndios das instituições estaduais com cursos de pós-graduação reconhecidos pela CAPES. foram estimados considerando a participação percentual do setor de serviços no total de 2005 (17.Reciclagem 50 .Desflorestamento na Amazônia Legal 09 . as despesas com juros e amortização de dívidas. em 2005. em 2006 e 2007.Emissões de origem antrópica dos gases associados ao efeito estufa 02 . 2002 e 2004. Indicadores relacionados 01 .Terras em uso agrossilvipastoril 07 . quando o balanço permite.

por setor.Indicadores de desenvolvimento sustentável .html>. . Brasília.00 0.75 0. em relação ao total de P&D e ao produto interno bruto 2000-2008. 2008.50 0.Capacidade institucional Gráfico 98 .br/index. Acesso em: maio 2010.25 0.Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional .php/content/view/29144. Disponível em: <http://www.gov.mct.25 1.00 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 % Fonte: Brasil: Dispêndio nacional em pesquisa e desenvolvimento (P&D). DF: Ministério da Ciência e Tecnologia.Investimentos nacionais em Pesquisa e Desenvolvimento como porcentagem do PIB Brasil 2000-2008 1.

53 0.01 0.20 1 067.40 1 849.10 8 128.21 0.00 6 052. e percentual em relação ao PIB.80 187.98 0.01 0.P&D Setores de aplicação 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Investimentos (1 000 000 R$ correntes) Total 12 010.12 0.45 0.30 2 001.13 0.02 0.gov.40 0.35 0.40 11 738.14 0.12 Investimentos empresariais Empresas privada e estatal Outras empresas estatais federais Pós-graduação 0.46 0. Brasília.09 Investimentos públicos Investimentos federais Orçamento executado Pós-graduação Investimentos estaduais Orçamento executado Pós-graduação 0.05 0.70 708.50 0.70 1 965.90 2 616.30 1 544.01 0.13 0.30 7 085.40 5 312.Brasil .59 0.13 0.46 0.23 0.40 6 446.49 0.01 0.02 0.00 1 523.70 73.60 226.10 15 184.13 0.80 1 125.90 3 643.30 6 132.80 17 680.20 0.50 220.34 0.12 0.40 6 418.11 0.23 0.90 321.52 0.60 14 158.70 9 803.23 0.33 0.00 3 286.06 0.70 4 007.01 0.70 2 011.60 143.20 3 875.40 16 284.30 5 802.90 7 035.34 0.50 0.21 0.10 2 484.21 0.00 1.20 0.20 8 483.30 28 607.30 10 371.40 4 469.47 0.60 Investimentos empresariais Empresas privada e estatal Outras empresas estatais federais Pós-graduação 5 516.19 0.10 20 856. em relação ao total de P&D e ao produto interno bruto 2000-2008.44 0.Investimentos nacionais em Pesquisa e Desenvolvimento .90 5 033.70 32 768.90 4 740.80 7 760.50 0.55 0.php/content/view/29144.07 0.60 413.14 0.90 8 826.17 0.18 0.40 3 600.20 3 022.22 0.57 0.40 2 932.02 1.33 0.06 0.39 0.80 12 069.44 0.70 4 563.10 13 580.47 0.21 0.60 3 023.97 1.15 0.10 0.07 0.08 0.41 0.00 5 164. segundo os setores de aplicação .80 122.80 7 447.60 941.90 0.01 0.20 11 911.00 359.50 7 458.01 0.90 7 014._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável .48 0.09 0.00 11 081. 2008.10 3 319.45 0.50 10 444.18 0.10 5 611.12 0.03 0.01 0.30 925.01 0.00 14 552.47 0.40 2 159. mct.01 0.00 5 879.08 0.17 0.60 467.html>.02 0.30 2 542. por setor.02 0.40 4 828.20 6 791.30 2 098.P&D.13 0.40 1 758.20 13 422.30 1 320.36 0. .40 1 590.80 1 426.60 670.10 3 427.13 0.20 Investimentos públicos Investimentos federais Orçamento executado Pós-graduação Investimentos estaduais Orçamento executado Pós-graduação 6 493.47 0.57 0.60 23 649.00 12 525.50 102.Brasil 2008 Dimensão institucional .60 2 917.14 0.60 179.05 0.br/index.33 0.30 Percentual em relação ao PIB (%) Total 1.09 0.01 0.50 0.15 0.30 7 581.04 0.40 1 861.02 Fonte: Brasil: Dispêndio nacional em pesquisa e desenvolvimento (P&D).90 4 391.07 1.50 2 486.80 10 485.00 2 966.10 1 717.20 0.42 0. Disponível em: <http://www.06 0.39 0.Capacidade institucional Tabela 124 .90 1 971.60 60.40 961.70 189.02 0.50 268.2000-2008 Investimentos nacionais em Pesquisa e Desenvolvimento .00 9 335.30 2 973.47 0.10 17 464.30 241.20 2 884.22 0.80 15 087. Acesso em: maio 2010.96 0.48 0. DF: Ministério da Ciência e Tecnologia.

357 e 465 por 1 000 habitantes. expressa por 1 000 habitantes. a verificada nas . em 2004. a cobertura desses serviços. favorecem a ampliação do acesso à Internet. e pelo IBGE (as estimativas da população). o forte e constante aumento do Serviço Móvel PessoalSMP cuja densidade por 1 000 habitantes suplantou. o que ocasiona efeitos favoráveis ao meio ambiente. o número de acessos (linhas) ao serviço móvel celular e a população total. Justificativa Esse indicador é o mais usual na determinação do nível de desenvolvimento em que se encontra o setor de telecomunicações no País. na série histórica apresentada. correspondendo a 259%. que permite a formação de redes digitais ou virtuais de troca de conhecimento. especialmente no Distrito Federal.Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional . as menores densidades ocorrem . mais de 150 milhões de acessos móveis e densidade de 794 acessos por mil habitantes. Comentários Os dados existentes possibilitam a constatação do esforço empreendido pelo País no fornecimento dos serviços telefônicos para a população. Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul apresentam as maiores densidades do móvel celular. Descrição As informações utilizadas são o número de acessos (linhas) ao serviço telefônico fixo comutado instalado. Quanto ao telefone fixo. Os serviços de telefonia proporcionam o contato. em 2008. Mato Grosso do Sul e Goiás. para a população. A densidade telefônica móvel celular é maior do que a densidade do fixo comutado em todas as Unidades da Federação. As informações utilizadas para a elaboração deste indicador foram produzidas pela Agência Nacional de Telecomunicações . significando que há pessoas que possuem mais de 1 telefone celular. onde as variações de densidade estão diretamente relacionadas com a procura por esses serviços. alcançando uma diferença de 488 acessos por 1 000 habitantes em 2008. notadamente em áreas urbanas densamente povoadas. verifica-se uma redução das necessidades de transporte. Maranhão e Piauí são os estados com as menores densidades telefônicas do móvel celular. O Brasil possuía. sendo que no Distrito Federal ela já suplantou 1 000. fixo comutado e móvel celular. e a população total. O indicador é a razão entre o número de linhas. Com uma abrangência nacional. respectivamente. À medida que crescem os serviços relacionados a este setor.ANATEL (acessos). através das operadoras do sistema.Capacidade institucional 54 Acesso aos serviços de telefonia Apresenta o acesso aos serviços telefônicos.Indicadores de desenvolvimento sustentável . O Distrito Federal. atende a todas as Unidades da Federação. áreas urbana e rural. Verifica-se. Da mesma forma. linhas fixas. a troca de informações e a obtenção de serviços entre a população. empresas. fixas e móveis. regiões desenvolvidas e em atraso.

ANATEL.) Fixo comutado Móvel celular 4.33 28.91 9.Acessos aos serviços telefônicos fixo comutado e móvel celular Brasil . Cabe ressaltar que o Brasil ainda é um território em processo de integração e historicamente a expansão das comunicações tem a função de incorporar.Capacidade institucional também no Maranhão e Piauí e as maiores densidades são verificadas no Rio de Janeiro. Indicadores relacionados 26 ._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável .) Fixo comutado Móvel celular 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 86 94 104 117 136 168 231 282 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 287 282 279 273 273 277 306 203 262 366 466 532 636 794 Fontes: Agência Nacional de Telecomunicações . principalmente considerando a dimensão continental do País. Projeto IBGE/Fundo de População das Nações Unidas UNFPA/BRASIL (BRA/98/P08). 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 Fixo comutado 2001 2002 2003 Móvel celular 2004 2005 2006 2007 2008 Fontes: Agência Nacional de Telecomunicações .19 90.gov.br. Informações sobre as metas de universalização dos serviços podem ser obtidas no portal da ANATEL.ANATEL.1994-2008 por 1 000 hab. continuamente.Acessos aos serviços telefônicos fixo comutado e móvel celular Brasil . Projeto IBGE/Fundo de População das Nações Unidas UNFPA /BRASIL (BRA/98/P08). Distrito Federal e São Paulo. . porções indistintas da população.anatel. disponíveis no endereço http://www.Rendimento familiar per capita 27 .9 140 170 Ano Acessos aos serviços telefônicos (por 1 000 hab.Acesso à Internet Gráfico 99 . Sistema Integrado de Projeções e Estimativas Populacionais e Indicadores Sociodemográficos. Sistema Integrado de Projeções e Estimativas Populacionais e Indicadores Sociodemográficos.31 45. Tabela 125 .1994-2008 Ano Acessos aos serviços telefônicos (por 1 000 hab.Rendimento médio mensal 55 .07 17.Brasil 2008 Dimensão institucional .

Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional .Indicadores de desenvolvimento sustentável . Sistema Integrado de Projeções e Estimativas Populacionais e Indicadores Sociode gráficos. .ANATEL. número de acessos aos serviços telefônicos fixo comutado e móvel celular e densidade telefônica. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .07 189 612 814 15 142 688 1 493 566 680 073 3 341 098 412 783 7 321 495 613 164 1 280 509 53 088 497 6 305 538 3 119 697 8 450 527 3 106 430 3 742 606 8 734 194 3 127 557 1 999 375 14 502 573 80 187 712 19 850 070 3 453 647 15 872 361 41 011 634 27 497 967 10 590 169 6 052 586 10 855 212 13 695 950 2 336 059 2 957 733 5 844 998 2 557 160 Número de acessos telefônicos Fixo comutado 57 981 662 2 584 136 293 571 124 002 700 854 98 911 1 026 954 149 150 190 694 9 052 960 755 204 425 508 1 406 032 561 150 596 266 1 764 821 457 882 349 059 2 737 038 32 719 854 5 615 241 1 003 336 7 968 782 18 132 495 9 560 521 3 992 979 2 074 162 3 493 380 4 064 191 587 343 699 537 1 539 325 1 237 986 Móvel celular 150 646 667 9 238 245 1 141 212 464 650 2 143 741 255 108 3 971 964 426 250 835 320 32 514 274 2 253 630 1 451 727 5 376 558 2 271 759 1 983 658 6 633 059 2 196 822 1 554 906 8 792 155 72 397 975 16 123 204 2 966 342 15 381 334 37 927 095 23 239 921 8 402 082 5 084 072 9 753 767 13 256 252 2 257 858 2 476 426 5 075 015 3 446 953 Densidade telefônica (por 1 000 hab.População estimada em 01.Capacidade institucional Tabela 126 .07.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal População estimada em 01. Projeto IBGE/Fundo de População das Nações Unidas UNFPA/BRASIL (BRA/98/P08).) Fixo comutado 306 171 197 182 210 240 140 243 149 171 120 136 166 181 159 202 146 175 189 408 283 291 502 442 348 377 343 322 297 251 237 263 484 Móvel celular 794 610 76 4 683 642 618 543 695 652 612 357 465 636 731 530 759 702 778 606 903 812 859 969 925 845 793 840 899 968 967 837 868 1 348 Fontes: Agência Nacional de Telecomunicações .

Estimativas Populacionais com data de referência em 1º de julho de 2008.Capacidade institucional Mapa 44 .Brasil 2008 Dimensão institucional .ANATEL._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável . .2008 Fontes: Agência Nacional de Telecomunicações .Telefonia móvel celular . IBGE.

ANATEL.Telefonia fixa .Indicadores de desenvolvimento sustentável . .Capacidade institucional Mapa 45 .2008 Fontes: Agência Nacional de Telecomunicações .Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional . Estimativas Populacionais com data de referência em 1º de julho de 2008. IBGE.

em 2008. Como informação complementar. sem acesso à Internet. a Internet abre novas oportunidades de geração e/ou ampliação de conhecimento para seus usuários. Piauí (7.9%. o que pode ser explicado pelo custo elevado do acesso à rede.1%). no período de referência dos últimos três meses. Os números refletem a desigualdade de acesso à informação a partir da Internet. em 2008. não sendo cobertas outra formas de acesso (pelo celular. em 2001.5%). e as menores proporções ocorrem no Maranhão (7. tendo passado de 8. o Distrito Federal e São Paulo possuíam .1%) e Santa Catarina (33. mas também na escola. Entre as Unidades da Federação. a única forma de acesso investigada é aquela feita através de microcomputador.PNAD.4%). pelo menos uma vez.8%. maiores as possibilidades para que a população seja melhor informada.8%). as maiores proporções cabem ao Distrito Federal (45. oriundas da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios . Comentários O acesso à Internet pode se dar não somente no domicílio. a Região Norte possuía somente 10.8% desta população. o que não é coberto pelo indicador proposto. porém. A Região Sudeste também apareceu com o maior percentual (40. quanto mais amplo for o acesso.2%).9%) e Pará (8. revelou que 56 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade acessaram a Internet. São Paulo (35. sendo que em 2005 a participação era de 20. As informações utilizadas para elaboração deste indicador foram produzidas pelo IBGE. pois enquanto na Região Sudeste a proporção de domicílios conectados era de 31.5% em 2008.6%.6% dos domicílios nesta condição._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável . realizada pelo IBGE em 2008. Note-se também que.Capacidade institucional 55 Acesso à Internet Expressa a proporção de domicílios com acesso à Internet. inclusive no que se refere às questões abordadas no desenvolvimento sustentável. por meio de um microcomputador. Verificou-se nos últimos anos um crescimento contínuo do número de domicílios com acesso à Internet. Vale ressaltar que. Descrição As variáveis utilizadas são o número total de domicílios particulares permanentes e o número de domicílios com microcomputador utilizado para acessar a Internet. para 23. Justificativa Como um sistema de disseminação de informações. a pesquisa suplementar da PNAD sobre acesso à Internet.3%) e o Nordeste com a menor participação (25. Em relação às Unidades da Federação. no domicílio. o Brasil possuía 4 229 285 domicílios com microcomputador. facilitando seu apoio e sua maior participação nas tomadas de decisão. Em geral. Este número representou 34. por exemplo).Brasil 2008 Dimensão institucional . no trabalho ou em estabelecimentos próprios para este fim.

5 12. constituindo-se numa nova série.Indicadores de desenvolvimento sustentável .6 10.Acesso aos serviços de telefonia Grafico 100 . Roraima. Acre.7 16. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2001-2008. Tabela 127 .Brasil .Proporção de domicílios particulares permanentes com acesso à Internet .Taxa de escolarização 35 .0 10.8 Com acesso à Internet Fonte: IBGE.Capacidade institucional as maiores proporções de pessoas que acessaram a Internet (56. Alagoas apresentou o menor percentual de acessos (17.Taxa de alfabetização 36 . a partir de 2004 a amostra inclui todo o Território Nacional.2001-2008 Domicílios particulares permanentes Ano Total Total 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 46 507 196 47 558 659 49 712 307 51 752 528 53 052 621 54 214 031 55 769 895 57 557 140 3 977 565 4 912 732 5 692 841 6 324 420 7 244 685 9 079 041 11 173 064 13 716 193 Percentual (%) 8.Domicílios particulares permanentes com acesso à Internet Brasil .0 5.Rendimento familiar per capita 27 .0 % 20. Indicadores relacionados 26 . Amazonas.3 11. respectivamente). Pará e Amapá entre os anos de 2001 e 2003.Escolaridade 54 . .2001-2008 25.2 13. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2001-2008.Rendimento médio mensal 34 .0 0.7 20.Brasil 2008 _______________________________________ Dimensão institucional .0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: IBGE. Nota: Exclusive população rural de Rondônia.8%).0 23.1% e 43.0 15.9%.

. segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação .Capacidade institucional Tabela 128 .5 20.4 11.5 13.6 7.Domicílios particulares permanentes com acesso à Internet.8 10.0 20.4 35.9 9.6 17.6 12._________________________________________Indicadores de desenvolvimento sustentável .5 33.4 13.2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piaui Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Su l Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Domicílios particulares permanentes (1 000 domicílios) Com microcomputador ligado à Internet Total Total 57 557 4 01 0 452 187 773 117 1 939 165 378 14 994 1 617 875 2 373 888 1 086 2 481 883 567 4 223 25 310 6 117 1 056 5 248 12 890 8 993 3 385 1 956 3 652 4 250 725 922 1 857 746 13 716 427 67 31 96 16 159 15 43 1 7 44 126 69 260 119 132 296 83 88 571 7 978 1 423 280 1 752 4 523 2 569 1 010 655 904 999 145 190 324 339 Percentual (%) 23.4 Fonte: IBGE.5 24.3 26.4 15.7 8.2 9.1 11.8 33.2 11.4 12.8 7. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008.4 45.Brasil 2008 Dimensão institucional .1 28.0 13.6 29.6 14.5 31.8 23.9 11.5 23.8 16.

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Apêndices 1 Matriz de relacionamento (encarte) 2 Resumo gráfico .

1 MATRIZ DE RELACIONAMENTO Dimensões e Indicadores 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Ambiental 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 Social 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 Econômica 44 45 46 47 48 49 50 51 Institucional 52 53 54 55 Emissões de origem antrópica dos gases associados ao Efeito Estufa Consumo industrial de substâncias destruidoras da camada de ozônio Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas Uso de fertilizantes Uso de agrotóxicos Terras em uso agrossilvipastoril Queimadas e incêndios florestais Desflorestamento na Amazônia Legal Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas Área remanescente e desmatamento no Cerrado Qualidade de águas interiores Balneabilidade Produção de pescado marítima e continental População residente em áreas costeiras Espécies extintas e ameaçadas de extinção Áreas protegidas Espécies invasoras Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico Acesso a sistema de abastecimento de água Acesso a esgotamento sanitário Taxa de crescimento da população Taxa de fecundidade População e terras indígenas Índice de Gini da distribuição de rendimento Taxa de desocupação Rendimento familiar per capita Rendimento médio mensal Esperança de vida ao nascer Taxa de mortalidade infantil Prevalência de desnutrição total Imunização contra doenças infecciosas infantis Oferta de serviços básicos de saúde Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado Taxa de escolarização Taxa de alfabetização Escolaridade Adequação de moradia Coeficiente de mortalidade por homicídios Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte Produto Interno Bruto per capita Taxa de investimento Balança comercial Grau de endividamento Consumo de energia per capita Intensidade energética Participação de fontes renováveis na oferta de energia Consumo mineral per capita Vida útil das reservas de patróleo e gás Reciclagem Rejeitos radioativos: geração e armazenamento Ratificação de acordos globais Existência de conselhos municipais de meio ambiente Gastos com pesquisa e desenvolvimento Acesso a serviços de telefonia Acesso à Internet 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 13 26 26 26 27 27 27 28 29 30 31 32 33 34 34 35 35 36 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 54 55 01 01 01 02 03 07 08 09 10 15 16 18 19 20 33 37 39 45 46 48 49 50 51 55 01 01 01 03 03 03 06 08 09 10 15 21 26 27 21 26 26 27 27 04 05 03 04 05 07 08 10 18 20 21 24 25 18 19 20 24 01 08 11 12 18 19 20 21 21 21 22 22 24 24 24 25 25 25 25 25 22 26 26 26 26 26 26 26 26 26 27 27 27 27 27 27 27 27 27 40 40 40 40 40 40 40 40 40 44 42 45 45 46 46 50 48 51 49 53 53 53 53 44 44 45 41 41 42 45 46 46 49 50 50 50 51 53 53 28 28 28 32 11 18 18 18 19 19 19 19 20 20 20 20 25 21 21 22 22 24 24 24 25 25 26 26 26 26 27 27 27 28 28 28 28 29 29 29 29 29 29 29 29 30 30 30 31 31 30 31 32 33 33 33 33 34 34 35 35 36 36 41 42 42 43 43 43 48 44 45 46 47 48 49 53 34 34 35 06 16 01 06 01 01 03 05 06 06 06 07 07 07 08 08 08 01 01 01 01 01 04 04 05 05 06 02 03 01 02 04 04 04 04 05 05 05 06 06 07 07 07 08 09 09 09 09 09 09 09 10 10 10 11 11 11 12 12 11 11 12 11 11 12 12 13 13 13 13 14 14 14 14 15 16 21 21 25 26 26 27 27 27 28 28 29 29 29 30 30 30 30 30 31 31 32 32 32 32 32 32 33 34 35 35 36 36 36 37 38 38 38 39 39 39 40 52 33 34 34 35 35 35 36 36 36 39 52 55 55 55 33 33 34 34 34 34 35 35 35 35 36 36 36 36 37 37 37 37 37 38 38 38 38 38 39 39 39 40 40 40 40 44 44 45 45 47 47 54 54 55 55 19 22 23 20 14 14 15 15 16 26 26 26 26 26 27 27 27 27 27 32 28 28 29 29 29 33 33 33 34 35 35 36 36 37 37 37 40 40 44 47 40 52 52 52 12 13 13 14 14 15 15 05 06 06 01 01 02 02 03 04 04 04 05 06 06 06 07 07 07 07 08 08 08 08 09 10 10 10 10 10 11 12 13 14 11 11 15 15 15 15 15 15 15 16 16 16 16 16 16 16 16 16 16 17 17 17 18 19 20 21 21 21 23 46 51 51 17 17 17 17 17 18 18 19 20 20 29 33 33 53 40 33 21 23 40 40 46 46 46 14 40 40 40 42 42 46 51 51 51 51 44 45 46 07 07 08 08 09 09 10 10 11 12 13 14 14 15 15 16 17 18 19 20 21 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 44 45 45 46 46 47 48 49 49 50 50 51 51 51 51 52 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 53 54 55 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 .

Porto Alegre. por área plantada Brasil .00 20. Curitiba.1992-2008 kg/ha 180. São Paulo. Recife e Vitória .1995-2008 μg/m³ 4 000 μg/m³ 80 000 3 000 55 000 2 000 30 000 1 000 5 000 0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 PTS PM10 SO2 NO2 Ozônio -20 000 CO (1) (2) Terra 04 Uso de fertilizantes 05 Uso de agrotóxicos Gráfico 8 . Salvador.Consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio .0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Total Nitrogênio (N) Fósforo (P2O5) Potássio (K2O) .Quantidade comercializada de fertilizantes po área plantada Brasil .00 120.Estimativas das emissões de origem antrópica de gás carbônico (CO²). Distrito Federal.0 1.Máxima concentração anual observada de alguns poluentes nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte.5 2.00 140.Indicadores de desenvolvimento sustentável .00 100.00 80.Brasil .0 40.00 Gráfico 9 . por setor de emissão Brasil .00 160.5 1.00 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 0.1990/2005 Gg 1 600 000 1 400 000 1 200 000 1 000 000 800 000 600 000 400 000 200 000 0 1990 Mudança no uso da terra e florestas 12 000 10 000 8 000 6 000 4 000 2 000 0 2007 2000 2002 2003 2004 2005 2006 2008 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2001 1994 Energia 2000 2005 Processos industriais CFC Outras substâncias (1) 03 Concentração de poluentes no ar em áreas urbanas Gráfico 5 . Rio de Janeiro.5 0.Consumo nacional de agrotóxicos e afins.Brasil 2010________________________________________ Apêndices 2 Resumo gráfico Dimensão Ambiental Atmosfera 01 Emissões de origem antrópica dos gases associados ao Efeito Estufa 02 Consumo industrial de substâncias destruídoras da camada de ozônio Gráfico 4 .5 3.00 60.2000-2005 Kg/ha de ingrediente ativo 3.0 2.00 0.1992-2008 Toneladas PDO Gráfico 1 .

Brasil 2010 Apêndices 06 Terras em uso agrossilvipastoril 07 Queimadas e incêndios florestais Gráfico 13 .1970/2006 % 30 25 Gráfico 16 .8 0.0 80.3 0.2 10 000 0.Número de focos de calor no Brasil.Proporção das terras em uso agrossilvipastoril dos estabelecimentos agropecuários no total da área territorial.0 % Desmatamento entre 2002 e 2008 Desmatamento até 2002 .0 20.0 10.0 70.6 20 000 0.0 60.0 40._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Proporção de área desmatada até o ano de 2002.0 90.Proporção da área desflorestada. em relação a área original do Bioma Cerrado. segundo o tipo de utilização das terras Brasil .1991/2009 km² 30 000 Gráfico 21 .5 0.9 0. e entre 2002 e 2008.0 Mata Atlântica (1) Restinga (2) Manguezais (3) 0 1994 (1) 2009 (2) Paraná 2007 1991 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2008 Distrito Federal 10 Área remanescente e desmatamento no Cerrado Gráfico 22 .08 . segundo a formação vegetal período 2005/2008 % 0. segundo as Unidades da Federação 100.7 0.0 30. na Amazônia Legal e em unidades de conservação e terras indígenas 1998/2009 300 000 Número de focos 200 000 20 15 10 5 0 Total Pastagens naturais 0 1970 1975 1980 1985 1996 2006 1998 (1) 1999 (2) 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Lavouras permanentes (1) Pastagens plantadas (3) Lavouras temporárias (2) Matas plantadas Brasil 100 000 Amazônia Legal Unidades de conservação. em 01.4 0.1 0.Desflorestamento bruto anual na Amazônia Legal. parques e terras indígenas 08 Desflorestamento da Amazônia Legal 09 Área remanescente e desflorestamento na Mata Atlântica e nas formações vegetais litorâneas Gráfico 17 .0 Tocantins Rondônia Maranhão Piauí Mato Grosso do Sul Minas Gerais Mato Grosso São Paulo Cerrado total Goiás Bahia 0.0 50.

Bahia... ... 236 800 5 000 33 300 2 640 50 800 5 000 300 2 400 13 000 220 1 300 23 800 50 1 300 23 000 80 1 300 24 400 500 3 000 23 000 230 2 300 7 600 2 300 1 700 1 300 800 1 400 500 2 300 800 2 300 3 000 1 300 1 700 2 400 1 300 2 300 1 600 170 800 1 600 130 1 600 2 200 230 800 1 600 130 1 100 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul . . ... . 3 000 1 100 . ..... por vários métodos 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 . nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.. São Miguel .. .... ....... ... ...0 6.8 5. . ... ..Percentil 80 anual da qualidade de água para recreação de contato primário... .. .. Qualidade de águas interiores Gráfico 23 . 80 220 230 60 130 110 130 230 130 40 130 230 170 210 230 80 220 220 80 130 130 40 130 80 300 300 500 .DBO.. 230 230 90 . . ... nas Unidades da Federação de Minas Gerais. ... 800 1 300 1 600 ..... . Santa Catarina e Rio Grande do Sul 1992-2008 (conclusão) Unidades da Federação e praias selecionadas Percentil 80 anual da qualidade da água para recreação de contato primário.0 41... (2) 1 300 (2) 5 000 14 170 540 300 230 300 80 110 3 000 . .Percentil 80 anual da qualidade de água para recreação de contato primário.6 1....2 7... ... . ... .... ..... 5 000 7 000 500 22 000 1 100 1 300 2 100 8 000 140 70 000 30 000 1 300 2009 2006 2001 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 . .0 11.. .1992-2009 mg/l 46..0 21. Bahia Porto da Barra/Salvador . (2) 300 (2) 230 (2) 2 400 90 240 172 (2) 300 (2) 170 (2) 1 100 80 300 185 1 600 1 700 .. ... .. Pernambuco.... ......... por vários métodos Percentil 80 anual da qualidade da água para recreação de contato primário.. .0 2007 2008 2008 80 49 252 300 300 1 300 110 20 9 000 . Alagoas.. . .. Rio de Janeiro. . . .. .. .. .. São Paulo.... . Redinha/Natal . .... .. ... ..... 50 300 3 500 (3) 63 (3) 11 (3) 180 . Jatiúca/maceió ....... . . ... ..... 500 1 500 .. ..... São Paulo e Rio Grande do Sul ..2 3.6 5... .. em corpos d'água selecionados... .. . . . ........ ... nas Unidades da Federação de Pernambuco.. em corpos d'água selecionados.. .. ... Tabela 31 ..... .... ....Brasil 2010________________________________________ Apêndices Água doce 11 a.... . ... ..0 8............ ... ... mares e áreas costeiras 12 Balneabilidade (continua) 12 Balneabilidade (conclusão) Tabela 31 ..0 1.. .... .. ... . Pernambuco Porto de Galinhas 500 170 40 80 220 Boa Viagem/Recife 80 130 220 500 500 Tamandaré 230 110 80 500 300 Alagoas Barra de São Miguel/Barra de .. com base na Resolução n º 274/2000 do C ONAMA..Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio . ...4 6... . . . 120 12 40 Stella Maris/Salvador .DBO.. ... São Paulo e Paraná .. .... nas Unidades da Federação do Rio Grande do Norte.. 2 200 1 400 .....8 1.. . . Pernambuco. (2) 500 (2) 600 (2) 3 000 300 130 150 2002 2003 2004 Tietê . Paraná. Qualidade de águas interiores 11 b.. ....Média anual da Demanda Bioquímica de Oxigênio ... ... Santa Catarina e Rio Grande do Sul 1992-2008 (continua) Unidades da Federação e praias selecionadas 1992 Rio Grande do Norte Pipa/Tibau do Sul Ponta Negra/Natal Redinha/Natal Pernambuco Porto de Galinhas Boa Viagem/Recife Tamandaré Alagoas Barra de São Miguel/Barra de São Miguel Francês/Maceió Jatiúca/maceió Bahia Porto da Barra/Salvador Farol da Barra/Salvador Stella Maris/Salvador Rio de Janeiro Grumari/Rio de Janeiro Copacabana/Rio de Janeiro Flamengo/Rio de Janeiro São Paulo Enseada/Guarujá Toninhas/Ubatuba Gonzaga/Santos Paraná Ponta da Pita/ Antonina Guaratuba/Guaratuba Encantadas/Ilha do Mel Santa Catarina Balneário de Camboriú Canasvieira/Florianópolis Itapema Rio Grande do Sul Torres (1) Capão da Canoa Balneário do Cassino . .. . ... . ..1992-2009 mg/l 9. ..0 31....... . por vários métodos..... . .Zona Metropolitana Rio das Velhas Limite CONAMA (5 mg/l) (1) Rio Capibaribe Rio Iguaçu Rio Ipojuca Rio Tibagi Guarapiranga Rio dos Sinos Paraíba do Sul Rio Caí 2000 Rio Doce Limite CONAMA (5 mg/l) 2005 Rio Gravataí Oceanos.. . . ... .. ..... nas águas de praias selecionadas.... por vários métodos... ......... . . Rio de Janeiro. 240 49 64 Farol da Barra/Salvador .0 16. .. 61 17 3 50 500 9 000 (3) 79 (3) 14 (3) 144 .. com base na Resolução n º 274/2000 do C ONAMA.. São Paulo... . . .... .. Alagoas. . .. ...Indicadores de desenvolvimento sustentável .. ...... Paraná...4 2. 3 000 3 000 .0 26... . .. Ponta Negra/Natal ......... Francês/Maceió .. 1 300 300 ... Bahia. . . .0 36. Rio de Janeiro..... Minas Gerais. .. .. ........ 50 300 8 000 (3) 41 (3) 14 (3) 96 .. .... ... ... . 4 600 230 750 11 000 230 930 2 400 750 930 4 600 430 1 500 4 600 430 2 400 4 600 230 930 930 430 2 400 500 3 000 .. ... ...0 4... . . .. nas águas de praias selecionadas. .... 800 900 7 300 240 50 330 500 11 1 700 ... 300 500 . . . 13 4 3 Rio de Janeiro Grumari/Rio de Janeiro 50 230 70 80 50 Copacabana/Rio de Janeiro 500 300 300 230 300 Flamengo/Rio de Janeiro 12 200 8 000 5 000 3 000 7 000 São Paulo Enseada/Guarujá 860 (2) 18 (2) 84 (3) 96 (3) 37 Toninhas/Ubatuba 70 (2) 36 (2) 58 (3) 21 (3) 30 Gonzaga/Santos 1 560 (2) 199 (2) 860 (3) 192 (3) 96 Paraná Ponta da Pita/ Antonina (2) 23 000 (2) 400 (2) 2 800 (2) 5 000 (2) 80 000 Guaratuba/Guaratuba (2) 3 000 (2) 1 700 (2) 1 700 (2) 500 (2) 1 300 (2) 5 176 Encantadas/Ilha do Mel (2) 3 000 (2) 22 000 (2) 3 000 (2) 2 300 Santa Catarina Balneário de Camboriú 1 300 900 (2) 700 (2) 700 (2) 700 Canasvieira/Florianópolis 300 500 (2) 230 (2) 300 (2) 130 Itapema 3 000 1 700 (2) 800 (2) 1 300 (2) 1 300 Rio Grande do Sul Torres (1) 300 240 240 70 130 Capão da Canoa 240 80 130 22 70 Balneário do Cassino 170 800 300 80 170 .....0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Gráfico 24 . ...

1% Gráfico 39 . segundo os grupos taxonômicos Brasil .1991/2007 % Gráfico 35 . por tipo de uso .1935/2009 0.Proporção da população residente em área costeira .Brasil . por modalidade Brasil . segundo as categorias de risco Brasil .1994-2007 1 000 t 1 200 25 1 000 20 800 15 600 10 400 5 200 0 1991 0 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 1996 2000 2007 Total Pesca marinha Pesca continental Cultivo marinho Cultivo continental Biodiversidade 15 Espécies extintas e ameaçadas de extinção 16 Áreas protegidas Gráfico 37 .5% 300 29.Número de espécies vegetais ameaçadas de extinção.Brasil 2010 Apêndices 13 Produção de pescado marítima e continental 14 População residente em áreas costeiras Gráfico 36 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Número de espécies invasoras.6% 150 100 Presumivelmente extinta na natureza Ameaçada de extinção Presumivelmente extinta Deficiência de dados 50 0 2008 2000 2009 1935 1940 1945 1950 1955 1960 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2003 2004 2005 2006 2007 Total Proteção integral Uso sustentável 17 Espécies invasoras Gráfico 47 .2009 350 300 250 200 150 100 50 0 Total Moneras Protistas Animais Vegetais . terrestres e aquáticas.2008 350 0.7% 250 200 69.Brasil .Número de unidades de conservação federais.Produção estimada de pescado.

Percentual de moradores em domicílios particulares permanentes com acesso à coleta de lixo.0 2007 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2008 Urbana Rural 20 Acesso a esgotamento sanitário Gráfico 54 .0 50. por situação do domicílio .0 20. por tipo de esgotamento sanitário e situação do domicílio .0 40.0 % 80.0 0.Percentual de moradores em domicílios particulares permanentes com abastecimento de água por rede geral.0 10.1992/2008 % 100.0 60.0 60.0 80.Brasil 2010________________________________________ Apêndices Saneamento 18 Acesso a serviço de coleta de lixo doméstico 19 Acesso a sistema de abastecimento de água Gráfico 52 .0 Urbana Rural 20.Brasil .0 Gráfico 53 . por situação do domicílio Brasil .0 2007 2002 2003 2004 2005 2006 2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 40.0 0. em relação à população total.0 20.0 30.Percentual de moradores em domicílios particulares permanentes atendidos por sistema de esgotamento sanitário adequado.0 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 % Rede coletora (urbana) Fossa séptica (rural) Fossa séptica (urbana) Rede coletora (rural) .1992/2008 100.0 40.Brasil 1992/2008 70.0 60. em relação à população total.0 0.Indicadores de desenvolvimento sustentável .

0 Gráfico 56 .0 1940/ 1950 1950/ 1960 1960/ 1970 1970/ 1980 1980/ 1991 1991/ 2000 1.População indígena residente Brasil .5 4.5 2.0 2.0 1.0 2.5 3.5 0.5 1.5 1.5 3.0 3. por situação do domicílio Brasil .5 Taxa de crescimento da população 22 Taxa de fecundidade Gráfico 55 .1940/2000 4.Brasil 2010 Apêndices Dimensão Social População 21 % 3.1992/2008 2.Taxa de fecundidade total.0 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Urbana Rural 23 População e terras indígenas Gráfico 57 ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 0.Taxa média geométrica de crescimento anual da população Brasil .1991/2000 800 000 700 000 600 000 500 000 400 000 300 000 200 000 100 000 0 1991 20 0 0 .

0 % 11.0 25.5 10.5 6. São Paulo Porto Alegre --2003 . por sexo .8 0.0 10. Belo de setembro.Brasil .Esperança de vida ao nascer Brasil .0 20.6 0.0 12.2 0.0 5.Indicadores de desenvolvimento sustentável .1992/2008 1.0 % 12.0 2003 2003 2004 2004 2005 2006 2005 2007 2006 2008 2009 26 Rendimento familiar per capita 27 Rendimento médio mensal 50.0 4.Brasil 2010________________________________________ Apêndices Trabalho e rendimento 24 Índice de Gini da distribuição do rendimento 25 Taxa de desocupação Gráfico 59 .Rendimento médio mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade.0 13.0 11.0 76.0 0.4 0.0 Grafico 65 .0 10.5 0. Salvador. mês das Regiões Metropolitanas de Recife.0 0.0 8.0 % Gráfico 61 .9 0.Brasil .09.Taxa média de desocupação na na semanareferência. Belo Horizonte.0 64. Gráfico 65 Taxa média de desocupação semana de de referência. Horizonte.0 68.1992/2008 Gráfico 62 .5 12.0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 15.1992/2008 R$ 1 400 1 200 1 000 800 600 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 400 200 0 1992 1993 1995 1996 1997 Total 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Homens Mulheres Saúde 28 Anos Esperança de vida ao nascer 29 Taxa de mortalidade infantil Gráfico 64 . de Recife.0 40.0 72.0 60.0 20.0 30.0 2.09. com rendimento Brasil .Proporção de famílias residentes em familiar per capita de até 1/2 salário mínimo .5 0.0 35. com rendimento.1 0 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Gráfico 60 -.0 10. Rio de Janeiro.7 0. Rio de Janeiro.0 30.0 0. das Regiões Metropolitanas Salvador.1990-2008 84. no no mês de setembro.Taxa de mortalidade infantil Brasil .0 40.0 80.3 0.Índice de Gini da distribuição do rendimento mensal das pessoas de 10 anos ou mais de idade.0 10.1992-2008 %o 50.0 45.2009 São Paulo e e Porto Alegre 2003-2006 16.0 14.0 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 .

0 1992 1993 80.5 Gráfico 69 .Brasil 2010 Apêndices 30 Prevalência de desnutrição total 31 Imunização contra doenças infecciosas infantis Gráfico 67 .0 85.0 1974-1975(1) 1989(2) 1996(3) 2002-2003(4) 60.0 4. 1996 e 2002-2003 20.0 16. 1989.0 0.Prevalência de desnutrição total em crianças menores de 5 anos de idade .0 2. postos de trabalho médico e leitos para internação por 1 000 habitantes ‰ Brasil . total e por categorias de doenças Brasil .5 2.1992/2005 4.0 10.0 1.1992-2008 Gráfico 66 .Brasil .0 0.0 14.0 18.0 3.0 90.0 70.0 % 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Tríplice Sarampo BCG Poliomielite Tríplice Viral Tetravalente 32 Oferta de serviços básicos de saúde 33 Doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado Gráfico 68 .0 1992 1999 2002 2005 250 200 150 100 50 0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Total Doenças de transmissão feco-oral Doenças transmitidas por inseto vetor internações/100 000 habitantes 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Doenças transmitidas através do contato com a água Doenças relacionadas com a higiene Geohelmintos e teníases .0 75.5 3.Estabelecimentos de saúde.0 2._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 65.5 1.1993-2008 750 700 650 600 550 500 450 400 350 300 internações/100 000 habitantes 0.Vacinação em menores de 1 ano de idade.1974-1975.Internações hospitalares por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado por 100 000 habitantes.0 8.0 6.0 % 100.0 95.0 12. por tipo de vacina .Brasil .

1992/2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 0.0 50.Brasil .0 70.0 70.0 30.0 60.0 Gráfico 73 .0 40.0 20.0 10.Brasil .0 % Gráfico 70 . por grupos de idade .Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.0 0.1992/2008 100.0 20.0 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 5 e 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos 18 e 19 anos 20 a 24 anos Total Homem Mulher .0 10.0 90.0 80.0 90.Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 60.0 80.0 30.Brasil 2010________________________________________ Apêndices Educação 34 Taxa de escolarização 35 % Taxa de alfabetização 100.0 50.0 40.Taxa de alfabetização das pessoas de 15 anos ou mais de idade. por sexo .

Média de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais de idade.0 60.8 5.Percentual de domicílios particulares permanentes em condição de moradia adequada e critérios de adequação Brasil .Coeficiente de mortalidade por homicídio.0 30.0 6.0 35.0 25.6 6.0 10.0 30.1992-2007 40 35 30 25 20 15 55.0 50.6 1992 1993 1995 1996 1997 Total 1998 1999 2001 Homens 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Mulheres Habitação 37 Adequação de moradia % 100. Coeficiente de mortalidade por homicídios 39 Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte Gráfico 78 .0 15.4 5.1992/2008 Média de anos de estudo 7.0 Por 100.Brasil .0 Gráfico 77 .1992-2007 10 5 0 0.0 40.0 50.0 5.2 5.0 45.0 20. por sexo Brasil .0 40.0 4. por sexo Brasil .0 80.4 7. por sexo .000 hab.Brasil 2010 Apêndices 36 Escolaridade Gráfico 75 .8 7.0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Total Homens Mulheres . Gráfico 79 .0 90._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .Coeficiente de mortalidade por acidentes de transporte.0 70.1992/2008 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Moradias adequadas Rede geral de água Coleta de lixo direta ou indireta Até 2 moradores por dormitório Rede geral de esgoto ou fossa séptica Segurança 41 Por 100 000 hab.

0 20.Indicadores de desenvolvimento sustentável .Brasil .215 0. 60.Brasil .0 5.0 -50 000 0 -25 000 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Exportação Importação Saldo comercial -5.1992-2009 1 000 000 US$ FOB 250 000 40.0 14.Brasil 2010________________________________________ Apêndices Dimensão econômica Quadro econômico 40 Produto Interno Bruto per capita 41 % 20.0 18.0 12.Intensidade energética .0 10.0 0.0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: IBGE.Dívida externa líquida .0 40.Taxa de investimento .1992-2009 Gráfico 86 .Exportação.220 20.1992-2008 1 000 000 US$ 225 000 200 000 175 000 150 000 150 000 25.0 0.0 10. importação e saldo comercial Brasil .0 Taxa de investimento R$ 5 600 5 400 5 200 5 000 4 800 4 600 4 400 4 200 4 000 Gráfico 80 .0 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009(1) 0.0 0. 42 Balança comercial 43 Grau de endividamento Gráfico 83 .200 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009(1) .0 17.0 19.0 30. Coordenação de Contas Nacionais.0 10.1995-2008 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 (1) 11.230 50.210 0.225 Consumo de energia per capita 45 Intensidade energética Gráfico 85 .Produto Interno Bruto per capita Brasil .0 35.Brasil .0 -50 000 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Percentual do PIB (%) Dívida externa total Padrões de produção e consumo 44 GJ/hab. Diretoria de Pesquisas.0 15.1995-2009 Gráfico 81 .0 13.0 16.Consumo final de energia per capita .0 % do PIB Gráfico 84 .1995-2009 tep / 1 000 00 R$ 0.0 200 000 30.205 0.0 50 000 0 0.0 125 000 100 000 75 000 50 000 25 000 100 000 15.Brasil .

0 80.1992-2009 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Angra I Angra II .0 10.0 40.0 80.0 90.1992 .0 25.Brasil ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Petróleo Gás natural 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 50 Rejeitos radioativos: geração e armazenamento m³ 500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 Gráfico 95 .Índice de consumo mineral per capita .2009 260.Proporção de material reciclado em atividades industriais selecionadas Brasil .0 40.0 70.0 30.0 Gráfico 91 .1993-2008 Gráfico 94 .0 35.0 20 Suficiente 15 10 Carente 5 0 60.0 1996 1997 Ferroso 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Não ferroso Fertilizante Carvão mineral 48 Anos 35 30 Abundante 25 Vida útil das reservas de petróleo e gás natural 49 Reciclagem Gráfico 93 .0 200.0 50.0 30.1996-2007 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 (1) 50.0 Participação de fontes renováveis na oferta de energia 47 Consumo mineral per capita Gráfico 88 .1993-2006 % 100.0 0.0 110.0 45.Participação de energia renovável no total de energia ofertada Brasil .0 140.0 20.Produção de rejeitos radioativos de baixo e médio níveis de atividade das Usinas de Angra I e II Brasil .0 170.0 230.Vida útil das reservas provadas de petróleo e gás natural Brasil .0 20.Brasil 2010 Apêndices 46 % 50.

1994-2008 por 1 000 hab.00 % Gráfico 99 .0 2001 2002 2004 2008 Capacidade institucional 53 Gastos com pesquisa e desenvolvimento .Investimentos nacionais em Pesquisa e Desenvolvimento como porcentagem do PIB Brasil 2000-2008 1.0 5.2001-2008 25.25 0.0 0.00 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 200 100 0 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 Fixo comutado 2001 2002 2003 Móvel celular 2004 2005 2006 2007 2008 55 Acesso à Internet Grafico 100 .75 0.Indicadores de desenvolvimento sustentável .0 0.0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 .0 % 20.0 30.2001/2008 % 40.50 500 400 300 0.0 15.Brasil .0 10.Proporção de municípios com conselho municipal de meio ambiente ativo Brasil .0 35.0 25.0 20.Brasil 2010________________________________________ Apêndices Dimensão institucional Quadro institucional 52 Existência de conselhos municipais de meio ambiente Gráfico 97 . 900 800 700 600 0.P&D 54 Acesso aos serviços de telefonia Gráfico 98 .Acessos aos serviços telefônicos fixo comutado e móvel celular Brasil .0 10.Proporção de domicílios particulares permanentes com acesso à Internet .0 5.25 1.0 15.

nascente ou bica localizados fora da propriedade. elevando sua acidez. (Censo Demográfico 2000) Abastecimento através de rede geral. exercida pelo homem sobre o meio ambiente. .). com ou sem canalização interna.Glossário abastecimento de água 1. É um fenômeno natural que pode ser acentuado. Ver também forma de abastecimento de água. ou sem canalização interna para pelo menos um cômodo do domicílio particular permanente. etc. na formulação de um agrotóxico. 2. acaricida Qualquer substância que. chuva etc. decorrente de rede geral de distribuição canalizada para o terreno ou propriedade em que se localiza o domicílio. reservatório abastecido por carro. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Abastecimento com canalização interna para pelo menos um cômodo do domicílio particular permanente. ou outra proveniência (poço. entre outros fatores. chuva. ou de reservatório abastecido por carro-pipa. acidificação dos solos Processo de redução do pH dos solos. poço.pipa. nascente. ou outra proveniência. decorrente de rede geral de distribuição.). poço ou nascente ou outra forma (água proveniente de fonte pública. Ver também formas de abastecimento de água. exerce ação letal sobre ácaros. ação antrópica Atividade social. pela adição de alguns tipos de fertilizantes ao solo. econômica e cultural.

Tocantins. químicos ou biológicos. águas de recreação de contato primário Águas próprias para a prática de esportes aquáticos (esqui aquático. animais silvestres Animais nativos de determinado país ou região. administrações públicas Unidades institucionais que. Roraima. instituída com o objetivo de definir a delimitação geográfica da região política captadora de incentivos fiscais com o propósito de promoção do seu desenvolvimento regional. natação e mergulho) e para banhos._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . cuja finalidade seja alterar a composição da flora. anos de estudo (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Classificação estabelecida em função da série e do grau mais elevado alcançado pela . água. nas pastagens. Amazonas. agregação Qualquer procedimento estatístico cujo objetivo é obter somente uma variável como resultado da união de variáveis que compõem um fenômeno maior. hídricos e industriais. Forma de classificação e sistematização das atividades agropastoris segundo os princípios da ecologia. Rondônia e oeste do Maranhão. nativas ou implantadas. destinados ao uso nos setores de produção. Na abordagem agroecossistêmica as atividades agrícolas são divididas de acordo com a forma como a matéria e energia são utilizadas na produção agropecuária. agrossilvipastoril Modo de uso da terra que abrange a agricultura. da fauna ou da microbiota. e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos. São ainda substâncias e produtos empregados como desfolhantes. 2. que vivem junto à natureza. na proteção de florestas. dessecantes. não dependendo do homem para sobreviver.Brasil 2010 Glossário adjuvantes Substâncias usadas para introduzir características físicas ou químicas desejadas nas formulações dos agrotóxicos. contido na propriedade rural. alfabetização Ver pessoa alfabetizada Amazônia Legal Região do território brasileiro compreendida pelos Estados do Acre. Amapá. Conjunto compreendido pelo ecossistema natural e ambientes modificados pelo ser humano. agrotóxicos Produtos e agentes de processos físicos. agroecossistemas 1. a silvicultura e a pecuária. reservas minerais). no qual ocorrem complexas relações entre os seres vivos e os elementos naturais (rochas. produzem bens e serviços não mercantis e redistribuem renda e riqueza. no armazenamento e beneficiamento de produtos agrícolas. Mato Grosso. estimuladores e inibidores de crescimento. ar. a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos. além de cumprirem suas responsabilidades políticas e seu papel de reguladores da economia. solos. Pará.

área rural Ver em situação do domicílio área urbana Ver em situação do domicílio . com características naturais extraordinárias ou que abriga exemplares raros da biota regional. As pessoas que não declararam a série e o grau. que tem como objetivo manter os ecossistemas naturais de importância regional ou local e regular o uso admissível dessas áreas. aquífero Grande coleção de águas interiores (não marinhas) que pode ser superficial (rios. Cada série concluída com aprovação corresponde a 1 ano de estudo. estéticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas. associado e intercalado. que tem como objetivos básicos proteger a diversidade biológica. dotada de atributos abióticos. considerando a última série concluída com aprovação. com pouca ou nenhuma ocupação humana.Indicadores de desenvolvimento sustentável . (Produção Agrícola Municipal) Total da área plantada de cada cultura temporária ou permanente em cada município. disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade dos recursos naturais. bióticas (pragas e doenças). em 9 anos de estudo. no ano de referência da pesquisa. em 12 anos de estudo. passível de ser colhida (no todo ou em parte) no ano de referência da pesquisa. entre outras causas. açudes. de modo a compatibilizá-los com os objetivos de conservação da natureza. ter sido completamente perdida devido a adversidades climáticas.Brasil 2010________________________________________ Glossário pessoa. com a finalidade de exploração comercial e produção de alimentos. ou ainda. a partir da 1a série concluída com aprovação de curso de médio 1º ciclo. aquicultura Criação em ambiente confinado de seres vivos (animais ou plantas) que têm na água seu principal e mais frequente ambiente de vida. a partir da 1a série concluída com aprovação de curso superior. (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola) Área plantada de cada produto agrícola. com certo grau de ocupação humana. área costeira Ver zona costeira Área de Proteção Ambiental (APA) Área em geral extensa. água contida nos interstícios das rochas e em cavernas). etc) ou subterrânea (lençol freático. a partir da 1a série concluída com aprovação de curso de 2º grau ou de médio 2º ciclo. a partir da 1a série concluída com aprovação de curso de 1º grau ou do elementar. A contagem dos anos de estudo tem início em 1 ano. ou com informações incompletas ou que não permitem a sua classificação são reunidas no grupo de anos de estudo não determinados ou sem declaração. bióticos. em 5 anos de estudo. considerandose os diferentes tipos de cultivo existentes: simples. Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE) Área em geral de pequena extensão. área plantada 1. lagos. 2.

colhidas no mesmo local. A mensuração da balneabilidade é feita por análises microbiológicas. bacia hidrográfica Área cujo escoamento das águas superficiais contribui para um único exutório (eixo de drenagem). 250 coliformes fecais ou 200 Escherichia coli ou 25 enterococos por 100 ml.Brasil 2010 Glossário arenização Processo de formação de areais._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . no sudoeste do Rio Grande do Sul. e conduz a dificuldades de fixação e manutenção da vegetação devido a mobilidade da areia. minimizando os impactos ambientais. e satisfatória – quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras . aterro sanitário (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Local utilizado para disposição final do lixo. na água. em bruto. Divide-se em três categorias de transações balança comercial. houver. do ponto de vista do controle da poluição ambiental e proteção à saúde pública. A categoria própria pode ser subdividida em classes: excelente – quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores. no máximo. balanço de pagamentos Registro contábil de todas as transações de um país com outros países do mundo. após a jornada de trabalho. Área total drenada por um rio e seus afluentes. A partir dos resultados das análises de coliformes fecais. no máximo. aterro controlado (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Local utilizado para despejo do lixo coletado. balança de serviços e balança de capitais. com o cuidado de. monetários e físicos. colhidas no mesmo local. cobrir esses resíduos com uma camada de terra diariamente. sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança. pela contagem de coliformes fecais (Escherichia coli). houver. em valor FOB (free on board). bactérias encontradas nas fezes de animais de sangue quente. onde são aplicados critérios de engenharia e normas operacionais específicas para confinar os resíduos com segurança. bactericida Qualquer substância que exerce ação letal sobre bactérias. são emitidos resultados da qualidade das águas quanto à balneabilidade. balança comercial Categoria de transações do balanço de pagamentos. A arenização corresponde ao retrabalhamento de depósitos areníticos pouco consolidados ou arenosos não consolidados. que pode ser enquadrada nas categorias própria ou imprópria para recreação de contato primário. muito boa – quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores. 500 coliformes fecais ou 400 Escherichia coli ou 50 enterococos por 100 ml. balneabilidade Medida das condições sanitárias de águas destinadas à recreação de contato primário. também denominados desertos. que registra todas as exportações de mercadorias brasileiras e todas as importações de mercadorias do resto do mundo.

bioma Unidade biótica de maior extensão geográfica.Indicadores de desenvolvimento sustentável . a estratosfera. caracterizados por tipos fisionômicos semelhantes de vegetação. . vinculados às faixas de latitude. Inclui a diversidade de espécies e a diversidade entre indivíduos de uma mesma espécie. 2.). os fungos e os microrganismos. reduzindo a intensidade da radiação ultravioleta emitida pelo Sol que chega à superfície terrestre. Ver também ozônio. carcinicultura Cultivo de crustáceos. a diversidade de ecossistemas. Compreende também a diversidade de ecossistemas terrestres e aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte. A biopirataria envolve desde a extração e contrabando de substâncias produzidas por organismos até a clonagem e o patenteamento de gens. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Cômodo destinado a banho e que também dispõe de vaso sanitário ou buraco para dejeções. na segunda camada da atmosfera. camada de ozônio Concentração de ozônio (O3) que ocorre entre 25 e 30 km de altitude. Pode ser entendido como um conjunto de ecossistemas terrestres. especialmente camarões. de sucessão vegetal. etc. banheiro 1. os vegetais. entre outros. biopirataria Prática ilegal de exploração dos recursos bióticos. houver. Ver também sanitário. capoeirões Capoeiras em avançado estágio de recomposição. A categoria imprópria corresponde ao não atendimento aos critérios estabelecidos para as águas próprias ou quando o valor obtido na última amostragem for superior a 2500 coliformes fecais ou 2000 Escherichia coli ou 400 enterococos por 100 ml. no máximo. biota Conjunto dos seres vivos naturais de uma região ou ambiente.Brasil 2010________________________________________ Glossário obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores. de formas de vida e de gens de uma população. A camada de ozônio atua como um filtro. bequerel (Bq) Unidade de medida de radioatividade equivalente à desintegração de um núcleo por segundo. Ver também sanitário. porém denominada de acordo com o tipo de vegetação dominante (mata tropical. campo. compreendendo várias comunidades em diferentes estágios de evolução. (Censo Demográfico 2000) Cômodo que dispõe de chuveiro ou banheira e aparelho sanitário. A biota inclui os animais. colhidas no mesmo local. biodiversidade Diversidade de seres vivos. possibilitando o desenvolvimento da vida na Terra. 1000 coliformes fecais ou 800 Escherichia coli ou 100 enterococos por 100 ml. Abrange. capoeiras Denominação popular usada para designar florestas secundárias.

metais etc. classe toxicológica Classificação dos agrotóxicos. legumes etc. Consideram-se as seguintes categorias: Área de Proteção Ambiental – APA. ou colocados nas calçadas ou logradouros e destinados a vazadouro. Estação Ecológica. cascas de frutas. coleta de esgoto sanitário (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Classificação dos tipos de coletores para transporte de esgoto sanitário em: rede unitária ou mista . Ver também ozônio e camada de ozônio.). industriais._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . acondicionado em sacos plásticos e/ ou recipientes. rede condominial . o termo coliforme fecal é substituído por coliforme termotolerante. Reserva Biológica – REBIO e Reserva Extrativista – RESEX. Parque Nacional . geralmente da família das poáceas (gramíneas). coleta de lixo (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Retirada de material sólido resultante de atividades domiciliares. cereais (Produção Agrícola Municipal) Grupo de lavouras de grande importância alimentar constituído por plantas anuais (temporárias). Área de Relevante Interesse Ecológico . chorume Líquido de cor escura. coliforme termotolerante Bactérias do grupo coliforme que fermentam a lactose a 44. Floresta Nacional – FLONA.. não inflamáveis e de custo relativamente baixo. o tipo de uso e as restrições desses espaços territoriais.2º C. a titularidade das terras. coleta seletiva de lixo (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Separação e acondicionamento de materiais recicláveis em sacos ou nos locais onde o lixo é produzido.rede pública para coleta e transporte. gerado a partir da decomposição da matéria orgânica existente no lixo. públicas. principalmente. Esta prática facilita a reciclagem porque os materiais. . separadamente. Os CFCs reduzem a formação do O3 na alta atmosfera (estratosfera) e assim diminuem a capacidade da atmosfera de filtrar os raios ultravioleta que chegam à superfície do planeta.ARIE. inicialmente. estando mais limpos. Ultimamente vêm sendo substituídos por outras substâncias devido aos danos (prováveis) que causam à camada de ozônio (O3). comerciais. no setor de refrigeração industrial. como por exemplo arroz e milho. separar os resíduos orgânicos (restos de alimentos.5+. São compostos não tóxicos. segundo o potencial de agravos à saúde humana.rede pública para coleta de águas de chuva ou galerias pluviais.rede interna que traz todas as contribuições do prédio até o andar térreo e liga-se à rede da rua em um único ponto. Com a publicação da Portaria Federal nº 518/04. CFCs Clorofluorcarbonos. rede separadora . aterro etc. de águas de chuva e esgoto sanitário.Brasil 2010 Glossário categorias de unidades de conservação Sistema de classificação das unidades de conservação que define o objetivo. vidros. têm maior potencial de reaproveitamento e comercialização. de unidades de saúde etc.) dos resíduos inorgânicos (papéis.PARNA. família de substâncias usadas. objetivando. que apresenta alto potencial poluidor da água e do solo. plásticos.

cuja composição e aspecto são determinados pelas propriedades do ambiente e pelas relações de uns organismos com os outros. consumo final de energia Quantidade de energia consumida pelos diversos setores da economia para atender as necessidades de diferentes usos. cafuza. públicas ou particular. mameluca ou mestiça de preto com pessoa de outra cor ou raça) ou indígena (pessoa indígena ou índia). eletricidade etc. Conjunto de organismos em um ecossistema. chinesa. lagoas. A população de coliformes fecais é constituída na sua maior parte pela bactéria patogênica Escherichia coli. etc. Denominação mais utilizada para águas doces abrangendo rios. O grupo coliforme é formado por um número de bactérias que incluem os gêneros Klebsiella. gás natural. como calor.). parda (mulata. incluindo o homem. carvão mineral. os carvões minerais. possibilitando . revelando o potencial destes de disseminar doenças. cabocla. Cada pessoa excreta cerca de dois bilhões dessas bactérias por dia. preta. tais como febre tifóide. que tem como habitat exclusivo o trato intestinal do homem e de outros animais. cor ou raça (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Característica declarada pelas pessoas com base nas seguintes opções: branca. lagos.) consumidas diretamente nos diversos setores da economia. outros mamíferos e as aves. responsáveis pela transmissão de doenças de veiculação hídrica. entre os quais destacam-se o petróleo. febre paratifóide.Indicadores de desenvolvimento sustentável . força motriz. corredores biológicos Extensões de ecossistemas naturais que interligam um conjunto de unidades de conservações. excluindo a energia que é utilizada como matéria-prima para outra forma de energia. Abrange as parcelas de energia primária (fontes providas pela natureza na sua forma direta como petróleo. esse grupo é utilizado como indicador da contaminação fecal da água e dos alimentos. O componente biológico de um ecossistema. amarela (pessoa de origem japonesa. lenha etc. visto que habitam o intestino de animais mamíferos inclusive o homem. combustíveis fósseis Denominação genérica dada a materiais combustíveis de origem orgânica fóssil. energia hidráulica. As bactérias do grupo coliforme são consideradas os principais indicadores de contaminação fecal. coliformes totais Grupo de bactérias que não causam doenças. Escherichia. corpo d’água Qualquer coleção de águas interiores.Brasil 2010________________________________________ Glossário coliformes fecais Subgrupo de bactérias do grupo dos coliforme totais que normalmente habitam o trato digestivo de animais de sangue quente. o gás natural e o xisto betuminoso. Erwenia e Enterobactéria. coreana etc. represas.) e de energia secundária (óleo diesel. desinteria e cólera. A determinação da concentração dos coliformes assume importância como parâmetro indicador da possibilidade da existência de microrganismos patogênicos. coque de carvão mineral. gasolina. Por isso. igarapés. Serratia. comunidade biótica O mesmo que biocenose. iluminação etc. açudes.

pior é a qualidade da água. sem necessidade de novo plantio. culturas temporárias (Produção Agrícola Municipal) Culturas de curta ou média duração. alcooleira. detectada a partir de dados orbitais. Quanto maior a DBO. etc. desertificação Processo de degradação ambiental do solo ou da terra. culturas permanentes (Produção Agrícola Municipal) Culturas de longo ciclo vegetativo. podendo ser implementados em qualquer bioma ou ecossistema. defeso Época do ano em que é proibido caçar ou pescar. a fim de proteger os ciclos de reprodução das espécies animais._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . deflúvio Quantidade total de água que alcança os cursos fluviais. pela infiltração. demanda bioquímica de oxigênio (DBO) Medida da quantidade de oxigênio necessária para degradar bioquimicamente. que após a colheita necessitam de novo plantio para produzir. criadouros Locais onde animais são criados em condições adequadas. com a intervenção de seres vivos (microrganismos). semi-árido e subúmido seco. a matéria orgânica presente na água. provocando a morte de peixes e de outras formas de vida aquática. de acordo com o destino dado aos animais criados. geralmente com ciclo vegetativo inferior a um ano. Altos teores de matéria orgânica na água reduzem os níveis de oxigênio dissolvido. alimentos. resultante tanto de variações climáticas quanto de atividades antrópicas. não sendo detectadas as áreas que sofreram extração seletiva de madeira. visando a reprodução e conservação das espécies. Ver também índice de aridez. Aumentos nos valores de DBO de um corpo d’água são provocados por despejos de origem orgânica.). São identificadas apenas as áreas que sofreram corte raso. O des- . ou seja. Os criadouros podem ser conservacionistas. corrente de comércio Soma dos valores das transações comerciais (importações e exportações) de mercadorias e serviços de um país. densidade de moradores por dormitório (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Resultado da divisão do número de moradores pelo número de dormitórios do domicílio particular permanente. incluindo o escoamento pluvial que é imediato e a quantidade de água que. vai se juntar a ele de modo lento. comerciais e/ou científicos. como esgotos domésticos e de algumas indústrias (celulose.Brasil 2010 Glossário a manutenção da biodiversidade e de seus processos evolutivos. que permitem colheitas sucessivas. desflorestamento bruto Conversão de áreas de fisionomia florestal para o desenvolvimento de atividades agrícola e pastoril. a proliferação de microrganismos tóxicos e/ou patogênicos e a produção de compostos tóxicos. que ocorre em regiões de clima árido.

podem ser governos. (Censo Demográfico 2000) Local estruturalmente separado e independente que se destina a servir de habitação a uma ou mais pessoas. . rio. estadual e municipal. tanque ou depósito de serviço ou empresa de limpeza. para coleta posterior. jogado em terreno baldio. fora do domicílio. (Censo Demográfico 2000) Destino dado ao lixo do domicílio particular permanente: coletado por serviço de limpeza . enterrado (na propriedade) . jogado em rio. por empresas estatais ou empresas privadas. logradouro. bancos e empresas privadas. pública ou privada. para depois ser coletado por serviço de empresa pública ou privada. destino do lixo 1.quando o lixo é coletado diretamente por serviço ou empresa de limpeza. Pode ser originada pelo próprio governo. outro destino . coletado indiretamente quando o lixo é depositado em caçamba. 2. lago ou mar . dívida externa total líquida Valor da dívida externa de um país.quando o lixo é queimado no terreno ou na propriedade em que se localiza o domicílio. despesa pública Despesa orçamentária realizada em cada exercício financeiro e registrada nas peças contábeis dos governos federal.quando o lixo é jogado nas águas de rio lago ou mar. desflorestamento líquido Resultado líquido da diferença entre as áreas desflorestadas e as áreas de rebrota (ou sucessão secundária). diversidade biológica Ver biodiversidade dívida externa Valor da soma dos débitos de um país garantidos por seu governo. dispersão Processo de espalhamento de um ser vivo por um local ou região. Os residentes no exterior.quando o lixo é coletado diretamente por serviço de empresa pública ou privada. etc. jogado em terreno baldio ou logradouro . queimado (na propriedade) .quando o lixo tem destino distinto dos descritos anteriormente.Brasil 2010________________________________________ Glossário florestamento bruto abrange tanto a derrubada de florestas primárias quanto das secundárias. Resulta de empréstimos e financiamentos contraídos com residente no exterior. tanque ou depósito. como o Fundo Monetário Internacional ou Banco Mundial. que atende ao logradouro em que se situa o domicílio.quando o lixo é jogado em terreno baldio ou logradouro público. outro – quando o lixo é queimado ou enterrado na propriedade. que fornecem os empréstimos e financiamentos. colocado em caçamba de serviço de limpeza – quando o lixo é depositado em uma caçamba. O débito originado por empresas privadas ocorre com o aval do governo para o fornecimento das divisas que servirão às amortizações e ao pagamento de juros. domicílio 1.quando o lixo é enterrado no terreno ou na propriedade em que se localiza o domicílio.Indicadores de desenvolvimento sustentável . entidades financeiras. lago ou mar. pública ou privada. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Destino dado ao lixo do domicílio particular permanente: coletado diretamente . uma vez deduzidas as reservas internacionais e os haveres dos seus bancos comerciais.

. muros ou cercas. etc. gruta. que interagem como uma comunidade funcional.Transição entre duas ou mais comunidades diferentes. aquela que maior importância tem para as atividades agropastoris. permitindo a seus moradores entrar e sair sem necessidade de passar por locais de moradia de outras pessoas. que esteja servindo de moradia). A separação caracteriza-se quando o local de moradia é limitado por paredes. carroça. que nele habitam. 2. sala comercial. de dimensões variáveis. edáfico Relativo às camadas superficiais do solo. total ou parcialmente. tenda. permitindo que os moradores se isolem. com suas despesas de alimentação ou moradia. ecossistema Complexo dinâmico de comunidades vegetais. A separação caracteriza-se quando o local de moradia é limitado por paredes. sendo utilizado para esta finalidade por morador do domicílio particular permanente. domicílio particular (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Moradia de uma pessoa ou de um grupo de pessoas._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . em caráter permanente. inclusive aos seres vivos que nelas habitam. barraca. embarcação. Áreas de transição e contato entre dois ou mais biomas ou formações vegetais. arcando. prédio em construção. A independência caracteriza-se quando o local de moradia tem acesso direto. constituído por um ou mais cômodos. com a finalidade de dormir. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Local de moradia estruturalmente separado e independente.. domicílio particular permanente Ver em domicílio particular dormitório (Censo Demográfico 2000) Cômodo que está. porém mais estreita que as áreas das próprias comunidades adjacentes. muros. ecótono 1. permitindo que os moradores possam entrar e sair sem passar pelo local de moradia de outras pessoas. Compreende a camada arável do solo. arcando com parte ou todas as suas despesas de alimentação ou moradia. 2. além dos organismos característicos de cada uma delas. cercas etc.Brasil 2010 Glossário ou que esteja sendo utilizado como tal. É uma zona de união ou um cinturão de tensão que poderá ter extensão linear considerável. e improvisado . preparar e/ou consumir seus alimentos e proteger-se do meio ambiente. coberto por um teto. isolar-se das demais. em um determinado espaço. permitindo a uma ou mais pessoas. dependência doméstica ou normas de convivência. O domicílio particular é classificado em permanente – localizado em unidade que se destina a servir de moradia (casa. . animais e de microorganismos e seu meio inorgânico. A independência caracteriza-se quando o local de moradia tem acesso direto. A comunidade do ecótono pode conter organismos de cada uma das comunidades que se entrecortam. apartamento ou cômodo). onde o relacionamento é ditado por laços de parentesco. coberto por um teto. vagão.localizado em unidade que não tem dependência destinada exclusivamente à moradia (loja.

no ensino de cada disciplina. para continuar aprendendo. O ensino fundamental é presencial. fecalis e S. principalmente. (2) a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando. possibilitando o prosseguimento de estudos. bovis. enterococos Bactérias do gênero Streptococus que constituem o maior e mais variado grupo dentre as bactérias ácido-láticas. incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura. e (4) a compreensão dos fundamentos científicotecnológicos dos processos produtivos. enxofre Produto que tem ação acaricida e fungicida.Brasil 2010________________________________________ Glossário efluente Qualquer líquido descartado após seu uso. da escrita. Ex. de modo a ser capaz de adaptar-se com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores. a construção de estradas e outras ações . Os enterococcus (Estreptococos fecais) são habitantes característicos do trato intestinal do homem e de outros mamíferos. Tem por objetivo a formação básica do cidadão. tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores. e do cálculo. da tecnologia. (3) o aprimoramento do educando como pessoa humana. do sistema político. relacionando a teoria com a prática. sendo o ensino à distância utilizado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais. mas não está enquadrado como agrotóxico. Denominação usualmente utilizada para águas servidas ou esgoto. podendo ser organizado em séries. (3) o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem. É um processo natural que leva ao rebaixamento das áreas mais elevadas e ao entulhamento das depressões do terreno. (4) o fortalecimento dos vínculos de família. empresas financeiras Unidades institucionais que se dedicam. empresas não financeiras Unidades institucionais cujo objetivo é a produção de bens e serviços mercantis não financeiros. O desmatamento. mediante: (1) o desenvolvimento da capacidade de aprender. ensino fundamental (INEP/EDUDATABRASIL – Sistema de Estatísticas Educacionais) Nível de ensino obrigatório (e gratuito na escola pública). o uso inadequado dos solos. ciclos ou disciplinas. dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. Trata-se da etapa final da educação básica. à intermediação financeira ou a atividades financeiras auxiliares. Tem por finalidades: (1) a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental. das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade.Indicadores de desenvolvimento sustentável . S. com duração mínima de oito anos. o sobrepastoreiro. ensino médio (INEP/EDUDATABRASIL – Sistema de Estatísticas Educacionais) Nível de ensino com duração mínima de três anos. erosão Processo de carreamento das partículas do solo pela água e pelo vento. (2) a compreensão do ambiente natural e social.

fazendo parte da flora intestinal normal. levando a formação de grandes áreas degradadas. mesmo que o sistema não disponha de estação de tratamento da matéria esgotada. escolaridade Ver anos de estudo escore-z Valor numérico do afastamento de uma observação de uma variável quantitativa com respeito à sua média amostral. em unidades de desvio padrão. Também é chamado de ”escore padronizado. onde passam . esforço de pesca Quantidade de recursos humanos. região ou município. vala – quando o banheiro ou sanitário está ligado diretamente a uma vala a céu aberto. tecnológicos e financeiros empregados na captura de pescado.qualquer outra situação. (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Conjunto de obras e instalações destinadas à coleta. classificado quanto ao tipo em: rede coletora . quase sem vegetação. a parte líquida conduzida em seguida para um desaguadouro geral da área. rio. ” Indica. lago ou mar. poço. erosão acelerada Ver em erosão Escherichia coli Microrganismo presente no trato gastrointestinal dos animais de sangue quente. tratamento e disposição final das águas residuárias da comunidade.Brasil 2010 Glossário antrópicas podem intensificar os processos erosivos._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . Ver também coleta de esgoto sanitário. expresso em unidades de desvio padrão da amostra. (Censo Demográfico 2000) Escoadouro do banheiro ou sanitário de uso dos moradores do domicílio particular permanente.). de uma forma adequada do ponto de vista sanitário. A esta intensificação do processo erosivo dá-se o nome de erosão acelerada. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Escoadouro do banheiro ou sanitário de uso dos moradores do domicílio particular permanente. fossa rudimentar – quando o banheiro ou sanitário está ligado a uma fossa rústica (fossa negra. fossa séptica – quando as águas servidas e os dejetos são esgotados para uma fossa. Algumas linhagens especiais desse microorganismo podem ser patogênicas e causar doenças no homem e também em animais. com aparência desértica. região ou município. mesmo que o sistema não disponha de estação de tratamento da matéria esgotada. afastamento. classificado quanto ao tipo em: rede geral de esgoto ou pluvial . lago ou mar .quando a canalização das águas servidas e dos dejetos está ligada a um sistema de coleta que os conduz a um desaguadouro geral da área. inclusive o homem.quando a canalização do banheiro ou sanitário está ligada a uma fossa séptica. fossa séptica .quando a canalização das águas servidas e dos dejetos provenientes do banheiro ou sanitário está ligada a um sistema de coleta que os conduz a um desaguadouro geral da área. buraco etc. e outro . o sentido e o grau com que um escore bruto se afasta da média da distribuição à qual pertence. transporte. região ou município.quando o banheiro ou sanitário está ligado diretamente a um rio. ou não. 2. energéticos. ou seja. 3. esgotamento sanitário 1. onde passa por um processo de tratamento ou decantação sendo. a matéria é esgotada para uma fossa próxima.

espécies climácicas Espécies típicas de florestas maduras. 2.quando é conhecido por sobreviver apenas em cativeiro. criação. espécies ameaçadas de sobreexplotação Espécies cujo nível de explotação encontra-se próximo da sobreexplotação. em 1994: extinto (EX) . poço.IUCN). lago ou mar.). vulnerável (VU) . em perigo (PE) . criticamente em perigo (CR) . extinto na natureza (EW) .quando. outro .quando os dejetos são esgotados para uma fossa rudimentar (fossa negra. As espécies se organizam em populações. segundo os critérios anteriormente definidos. ou como uma população naturalizada fora de sua área original de ocorrência. caracterizam as florestas primárias. Dentro das e entre as populações há sempre variabilidade genética. Espécies cuja área de distribuição é restrita a uma região geográfica limitada e usualmente bem definida. mas corre um risco muito alto de extinção na natureza em futuro próximo.quando não se enquadra nas categorias criticamente em perigo ou em perigo.quando corre um risco extremamente alto de extinção na natureza em futuro imediato. mas corre um risco alto de extinção . Espécies endêmicas são aquelas que ocorrem somente em um determinado ambiente ou local. tendo por base critérios selecionados (população em declínio. espécies exóticas Espécies que não são originárias do local ou ambiente onde se encontram. diretamente para uma vala. ou outro escoadouro que não se enquadra nos tipos descritos anteriormente. espécie Conjunto de organismos que se cruzam naturalmente gerando indivíduos férteis e viáveis. esgoto coletado Ver coleta de esgoto sanitário espalhantes adesivos Substâncias usadas nas formulações de agrotóxicos para fixar e espalhar o princípio ativo que vai exercer a ação letal sobre o organismo alvo. populações muito pequenas ou restritas e análise quantitativa). rio. região ou município. após exaustivos levantamentos realizados por um período apropriado ao ciclo de vida e forma do táxon. em sua área original de ocorrência e em habitats conhecidos e/ou esperados. provavelmente extinto . população restrita e declínio ou flutuação.quando não há dúvidas de que o último indivíduo morreu.quando não está criticamente em perigo.Indicadores de desenvolvimento sustentável . tamanho populacional reduzido e/ou em declínio. sendo a parte líquida absorvida no próprio terreno ou canalizada para um desaguadouro geral da área.Brasil 2010________________________________________ Glossário por um tratamento ou decantação. não é encontrado nenhum indivíduo. de acordo com critérios definidos pela União Mundial para a Natureza (World Conservation Union . buraco etc. espécies extintas e ameaçadas de extinção Classificação de um táxon em categorias de risco. espécies endêmicas 1.

Brasil 2010 Glossário na natureza em médio prazo. mas é dependente de conservação. estabelecimento agropecuário (Censo Agropecuário 1995-1996) Terreno de área contínua. criação de pequenos animais. subordinado a um único produtor.quando a informação disponível sobre o táxon é inadequada para se fazer uma avaliação direta ou indireta do seu risco de extinção. após a sua introdução passam a se reproduzir e dispersar sem a ajuda do homem. centro de saúde. Conjunto das espécies originárias de um determinado local ou região. segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. . mas estão em risco (essas taxas são usualmente localizados em áreas ou habitats restritos ou estão muito dispersos sobre grandes extensões). esperança de vida ao nascer Número médio de anos que um recém-nascido esperaria viver se estivesse sujeito a uma lei de mortalidade observada em dada população durante um dado período.quando apresenta pequenas populações no mundo que não estão em perigo ou vulneráveis. Muitas vezes competem com espécies presentes no local onde se instalaram._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . e extração de produtos vegetais. onde se processa uma exploração agropecuária. baixo risco . clínica de reabilitação. criação. clínica ou posto de assistência médica.quando não se enquadra em nenhuma das três subcategorias de espécies ameaçadas (criticamente em perigo. clínica radiológica. recriação ou engorda de animais de grande e médio porte. ambulatório de sindicato e clínica odontológica. Espécies originárias do local ou ambiente onde se encontram. inclusive hortaliças e flores. independente do tamanho ou situação (urbana ou rural). podendo causar a extinção das espécies nativas. formado de uma ou mais parcelas. espécies nativas 1. e raro (categorização utilizada para espécies vegetais) . unidade mista. em perigo ou vulnerável). ou quando inspira cuidados menores. para o atendimento rotineiro à população. não sendo naturais de uma região ou ambiente. indeterminado (informações insuficientes) . segundo os critérios anteriormente definidos. silvicultura ou reflorestamento. espécies forrageiras Vegetais usados na alimentação do gado. não avaliado – quando ainda não foi avaliado segundo os critérios definidos. 2. como: cultivo do solo com culturas permanentes e temporárias. hospital (inclusive de corporações militares). estabelecimento de saúde (Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária) Estabelecimento que presta serviços de saúde com um mínimo de técnica apropriada. espécimes Conjunto de indivíduos de uma determinada espécie. como posto de saúde. unidade de complementação diagnóstica e terapêutica. estação de compostagem (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Instalação especializada onde se processa a transformação de resíduos orgânicos presentes no lixo em compostos para uso agrícola. estando em situação próxima à de ameaça. espécies invasoras Espécies que.

duas pessoas cada uma. residente na mesma unidade domiciliar.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Adição em excesso de um ou mais compostos orgânicos ou inorgânicos nutrientes aos ecossistemas naturais. São considerados como “berçários” para muitas espécies marinhas. baías. produzindo uma abundante proliferação de algas. extrativismo Extração ou coleta de produtos diretamente da natureza. Consideram-se como famílias conviventes as constituídas de. no mínimo. causando uma elevação anormal nas suas concentrações. enquanto empresários. sem estarem ligadas por laços de parentesco ou dependência doméstica. família 1. estuários Ambientes que representam a transição entre os ecossistemas terrestres e marinhos. como manguezais. dependência doméstica ou normas de convivência. que tem como objetivo a preservação da natureza e a realização de pesquisas científicas. quase sempre com alta produtividade biológica e grande diversidade de espécies. é prensado. geralmente. Estação Ecológica (EE) Área de posse e domínio públicos. (Sistema de Contas Nacionais) Conjunto das pessoas físicas da economia sendo suas principais funções a oferta de mão-de-obra e o consumo e. O lixo recebido. fauna Conjunto das espécies animais que habita um determinado local ou região. eutroficação Ver eutrofização eutrofização 1. formando-se blocos que facilitam seu transporte por meio de carretas até o destino final. foz de rios. e por normas de convivência as regras estabelecidas para o convívio de pessoas que moram juntas. estação de triagem para reciclagem (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Instalação apropriada para separação e recuperação de materiais usados e descartados presentes no lixo.Brasil 2010________________________________________ Glossário estação de transbordo (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Edificação apropriada para receber grandes quantidades de lixo trazido por caminhões coletores. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Conjunto de pessoas ligadas por laços de parentesco. ou pessoa que mora só em uma unidade domiciliar. Entende-se por dependência doméstica a relação estabelecida entre a pessoa de referência e os empregados domésticos e agregados da família. produzir bens e serviços mercantis. 2. 2. que residam numa mesma unidade domiciliar (domicílio particular ou unidade de habitação em domicílio coletivo). Enriquecimento da água com nutrientes através de meios criados pelo homem. sistemas lagunares etc. e que podem ser transformados e reutilizados. extinção Desaparecimento de uma espécie ou outro táxon de uma região ou biota. fauna endêmica Ver espécies endêmicas .

acelerando o processo de digestão da matéria orgânica. formação bruta de capital fixo (Sistema de Contas Nacionais) Acréscimos ao estoque de bens duráveis destinados ao uso das unidades produtivas. floresta primária Floresta que nunca foi derrubada em grandes extensões pela ação do homem. detectados por satélite. formas de abastecimento de água 1. realizados em cada ano. (Censo Demográfico 2000) Classificação da proveniência da água utilizada no domicílio particular permanente em: rede geral . floresta secundária Floresta resultante da recomposição natural de grandes áreas originalmente florestadas que foram desmatadas pela ação do homem. filtro biológico Sistema no qual o esgoto sanitário passa por um leito de material de enchimento recoberto com microorganismos e ar. ou o terreno ou a propriedade em . com ênfase em métodos para exploração sustentável de florestas nativas. fauna exótica Ver espécies exóticas fauna nativa Ver espécies nativas fertilizante Substância natural ou artificial que contém elementos químicos e propriedades físicas que aumentam o crescimento e a produtividade das plantas. flora endêmica Ver espécies endêmicas flora exótica Ver espécies exóticas flora nativa Ver espécies nativas Floresta Nacional (FLONA) Área com cobertura vegetal de espécies predominantemente nativas.quando o domicílio._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . que tem como objetivo básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica. FOB Ver valor FOB focos de calor Pontos aquecidos da superfície terrestre. flora Conjunto das espécies vegetais originárias de um determinado local ou região. melhorando a natural fertilidade do solo ou devolvendo os elementos retirados do solo pela erosão ou por culturas anteriores. visando ao aumento da capacidade produtiva do País. a queimadas e a incêndios florestais. ambos resultados da ação humana. na maior parte dos casos.Brasil 2010 Glossário fauna estuarina Fauna que vive nos estuários. correspondendo.

reservatório abastecido por carro-pipa. . herbicida Composto químico destinado a destruir ou impedir o crescimento de ervas daninhas ou invasoras. abastecido com águas das chuvas. coleta de chuva ou outra procedência. O conjunto dos cromossomos de uma célula forma o genoma da célula. fungicida Qualquer substância química aplicada às plantas cultivadas para matar fungos parasitos ou prevenir o desenvolvimento de doenças fúngicas. enterrado. Alguns hálons são destruidores de ozônio muito potentes – até 10 vezes mais poderosos que os CFCs mais destrutivos. equivalente a 109 J. localizados fora do terreno da propriedade onde está construído. hábito (habitus) Aspecto geral ou porte de uma planta. poço ou nascente (na propriedade) . destinado a receber o esgoto sanitário para separação e sedimentação do material orgânico e mineral. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Classificação da proveniência da água utilizada no domicílio particular permanente em: rede geral . genes Elementos responsáveis pelo patrimônio genético das espécies. fossa séptica e sumidouro Dispositivo tipo câmara. para o terreno ou propriedade em que se situa. pelo menos. canalizada para o domicílio ou. outra . Os genes codificam as proteínas das células e se organizam em cromossomos. 2.quando o domicílio é servido de água de reservatório (ou caixa). genoma Conjunto dos genes de uma determinada espécie. horticultura Parte da agricultura que trata da exploração racional das plantas e se divide nos ramos da olericultura. cujo principal uso tem sido em extintores de incêndios.quando o domicílio é servido por água de poço ou nascente localizado no terreno ou na propriedade onde está construído. grupo taxonômico Ver táxon habitat Local físico ou lugar onde um organismo vive e onde obtém alimento.Indicadores de desenvolvimento sustentável . hálons Compostos destruidores da camada de ozônio que contêm bromo.quando o domicílio é servido por água proveniente de poço ou nascente. está ligado à rede geral de abastecimento de água. São bromofluorcarbonos (BFCs).Brasil 2010________________________________________ Glossário que está localizado. prejudiciais à lavoura. transformando-o em material inerte. por poço ou nascente. por carro-pipa ou ainda. fruticultura e paisagismo. outra .quando o domicílio é servido por água proveniente de uma rede geral de distribuição. floricultura. abrigo e condições de reprodução. gigajoule Múltiplo do joule (J).

etc.50. seguida pela maioria dos estados que usam o índice de qualidade da água. incineração (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Processo de queima do lixo. fósforo e resíduos totais dissolvidos e a turbidez. Por convenção. o que resulta em produção de fumaça e gases tóxicos. Substância._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . podendo ser de origem natural (queda de raios. o nome desertificação é de uso restrito ao processo de degradação de terras (danos generalizados ao solo) que ocorre em áreas de clima árido. e péssima – índice de 0 a 19. a demanda bioquímica de oxigênio. subúmido e úmido – índice maior que 0. mesmo que o processo seja similar. ruim – índice de 20 a 36.20. 1 O índice de qualidade da água (IQA) foi criado pelo National Sanitation Fundation.índice de 0. ingrediente ativo 1. Para a elaboração dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável foi utilizada a adaptação elaborada pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental – CETESB. Quanto maior o valor do IQA. o pH. A área total passível de sofrer desertificação é definida como aquela em que o índice de aridez é menor que 0. com a finalidade de transformá-lo em matéria estável e inofensiva à saúde pública. árido . empregados para conferir eficiência aos agrotóxicos e afins. produto ou agente resultante de processos de natureza química. índice de aridez Razão entre a precipitação e a evapotranspiração potencial de um local. em todo o mundo. dos Estados Unidos.21 a 0. índice de qualidade de água (IQA)1 Indicador de qualidade de águas doces obtido a partir de uma fórmula matemática que usa como variáveis parâmetros a temperatura. Ver também desertificação. Parte tóxica da formulação dos agrotóxicos que atua sobre as pragas. Na queima a céu aberto há a combustão do lixo sem nenhum tipo de equipamento. como um indicador síntese da qualidade de águas interiores por alguns órgãos estaduais de meio ambiente.65. aceitável – índice de 37 a 51.51 a 0. adotam o IQA. melhor a qualidade da água. semi-árido – índice de 0. entre 800 ºC e 1200 ºC. O incinerador é uma instalação especializada onde se processa a combustão controlada do lixo. Nem todos os estados. semi-árido e subúmido seco.Brasil 2010 Glossário incêndio florestal Ocorrência de fogo em área de florestas. em causas e consequências. a quantidade de coliformes fecais.65. o nitrogênio. índice de Gini Medida do grau de concentração de uma distribuição.03 a 0. segundo as faixas de índice de aridez é a seguinte: hiperárido – índice menor que 0. física ou biológica. boa – índice de 52 a 79. para a definição de zonas áridas. com adaptações. subúmido seco – índice de 0. cujo valor varia de zero (a perfeita igualdade) até um (a desigualdade máxima).) ou antrópica (expansão do fogo ateado em áreas agrícolas ou pastoris). ervas ou fungos. através de incinerador ou queima a céu aberto. o oxigênio dissolvido. reduzindo seu peso e volume. .03. 2.65. A classificação do clima. períodos de seca e calor prolongados. Quanto mais árida é a região menor é o valor do índice de aridez e maior é o risco climático de desertificação. A classificação da qualidade das águas segundo as faixas de IQA é a seguinte: ótima – índice de 80 a 100. No Brasil é adotado. àquele que ocorre em áreas mais úmidas. todos medidos na água. servindo como parâmetro. porém. órgão de controle ambiental do Estado de São Paulo.

geralmente com ciclo vegetativo inferior a um ano. que após a colheita necessitam de novo plantio para produzir. cujo ponto de aplicação se desloca de 1 metro na direção e sentido da força. ricos em proteína. que permitem colheitas sucessivas. não existindo oxigênio dissolvido. lavouras temporárias (Censo Agropecuário 1995-1996) Culturas de curta ou média duração. IQA Ver índice de qualidade da água (IQA) joule (J) Unidade de trabalho. sem necessidade de novo plantio. imediatamente abaixo da superfície. com o objetivo de reduzir o tamanho do sistema.12. simultaneamente.Indicadores de desenvolvimento sustentável . sendo a superior aeróbia e inferior anaeróbia. lagoa anaeróbia (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Sistema de tratamento biológico em que a estabilização da matéria orgânica é realizada predominantemente por processos de fermentação anaeróbia.1995 encontravam-se em descanso por prazo não superior a quatro anos em relação ao último ano de sua utilização. lagoa aeróbia (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Sistema de tratamento biológico em que a estabilização da matéria orgânica ocorre quando existe equilíbrio entre a oxidação e a fotossíntese. pecuária e silvicultura para o aumento da produção e produtividade.Brasil 2010________________________________________ Glossário inseticida Qualquer substância que. como por exemplo feijão e lentilha. são de grande importância para alimentação humana. exerce ação letal sobre insetos. insumos Produtos utilizados na agricultura. para garantir condições aeróbias em todo o meio. na formulação de um agrotóxico. lavouras temporárias em utilização Ver lavouras temporárias leguminosas (Produção Agrícola Municipal) Grupo de lavouras de grande importância alimentar constituído por plantas anuais da ordem Fabales. cujos grãos. O joule é o trabalho produzido por uma força de 1 N (Newton). lagoa facultativa (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Sistema de tratamento biológico em que a estabilização da matéria orgânica ocorre em duas camadas. que em 31. dispostos em uma determinada ordem. energia e de quantidade de calor. lagoa mista (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Conjunto de lagoas anaeróbicas e aeróbias. lavouras permanentes (Censo Agropecuário 1995-1996) Culturas de longo ciclo vegetativo. . lavouras temporárias em descanso (Censo Agropecuário 1995-1996) Terras habitualmente utilizadas para o plantio de lavouras temporárias.

Diz-se que uma região apresenta megadiversidade quando a biodiversidade local é muito . e onde existe uma floresta de árvores adaptadas ao ambiente salino. lixo Ver em destino do lixo locais não fixos (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Locais diversos e não apropriados para destinação do lixo. fornecendo alimento para os peixes. lodo ativado (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Sistema no qual os flocos de lodo recirculam com alta concentração de bactérias.Brasil 2010 Glossário leito para internação (Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária) Leito instalado para uso regular dos pacientes internados durante seu período de hospitalização. com exceção dos leitos com incubadoras localizadas em UTI neonatal e/ou infantil e/ou intermediária. lixão Ver vazadouro a céu aberto lixiviação Processo pelo qual a matéria orgânica e os sais minerais são removidos do solo. As relações peso-estatura-idade indicam deficiências que refletem os efeitos cumulativos da desnutrição e infecções desde o nascimento ou até mesmo antes dele. acelerando o processo de digestão da matéria orgânica. material particulado Partículas de pequeno diâmetro que se encontram em suspensão no ar. mata ciliar Florestas que margeiam o curso dos rios. de forma dissolvida. Desempenham importante papel na proteção dos cursos de água. pela percolação da água da chuva. o leito para infectado. média de anos de estudo Total de anos de estudo das pessoas de uma determinada idade dividido pelo número total de pessoas na mesma idade. que normalmente é argilosa._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . manguezais Formações vegetais típicas de litorais tropicais periodicamente invadidos pelas águas do mar. medidas antropométricas Medidas do peso. o berço aquecido e a incubadora. manejo Procedimento que visa assegurar a conservação da diversidade biológica e seus ecossistemas. estatura e idade. reduzindo a insolação sobre o rio. utilizadas para avaliar o estado nutricional infantil. lençol freático Lençol de água subterrânea situado em geral sobre uma camada impermeável. e sendo uma barreira física e química à chegada de materiais carreados pelas enxurradas aos rios. Inclui o leito comum. megadiversidade Elevado grau de diversidade biológica.

o conteúdo dos questionários. nascido vivo (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Filho que após a expulsão ou extração completa do corpo materno.Brasil 2010________________________________________ Glossário grande. rubi. fertilizantes (NPK . Acompanham o arquivo de microdados a documentação que fornece nomes e respectivos códigos das variáveis e suas categorias. magnésio e titânio) e preciosos (ouro. cimento (calcário). água-marinha. retratando. moluscicida Qualquer substância que. cobalto e vanádio. Os minérios não ferrosos podem ser divididos em básicos (cobre. chumbo. Classe abrangente de substâncias que inclui materiais de construção (areia. consequência da dimensão continental e da localização na região tropical do globo terrestre. como o óleo e o gás natural do petróleo (moléculas compostas por carbono e hidrogênio). como a série turfa-linhito-carvão mineral-antracito. feldspatos e sílica). gemas (diamante. nitidamente. Os microdados possibilitam aos usuários com conhecimentos de linguagens de programação ou softwares de cálculos. microdados Menor nível de desagregação de uma pesquisa.minerais e rochas industriais. refratários (cromita e magnesita).nitrato. utilizados para fabricação de ferroligas. criarem suas próprias tabelas de dados numéricos. líquidos e gasosos. cromo. esmeralda. minerais não metálicos Também conhecidos como MRI . fluorita e pirita). entre outros. onde a vida encontra melhores condições para se diversificar. níquel.Indicadores de desenvolvimento sustentável . na formulação de um agrotóxico. abrasivos (córindon. preservando o sigilo das informações. independentemente do . safira e turmalina) e águas minerais. que estão. cerâmica (argilas. brita e rochas ornamentais). Os combustíveis fósseis são divididos em sólidos. expostas ao risco da concepção. materiais para indústria química (enxofre. fundentes (carbonato e fluorita). leves (alumínio. quando necessário. diamante e alumina). platina e paládio). microrganismos patogênicos Microrganismos causadores de doenças. dos elementos para o cálculo dos erros amostrais. na forma de códigos numéricos. adicionada. prata. Os materiais nucleares são minerais que contêm elementos radioativos como urânio e tório. fosfato e potássio). minerais metálicos Fontes de elementos metálicos. manganês. exerce ação letal sobre moluscos. zinco e estanho). minerais energéticos Substâncias que podem ser usadas como fonte de energia e englobam os materiais nucleares e os combustíveis fósseis. morador Ver população residente mulheres unidas Mulheres casadas ou em união consensual. isolantes (amianto e mica). O Brasil é um país que apresenta megadiversidade. podendo ser divididos em ferrosos e não ferrosos. No grupo dos minérios ferrosos estão elementos como ferro. cascalho. pigmentos (titânio e ocre).

de 15. a geologia. A Resolução CONAMA n. ultrapassadas. utilizados para a alimentação humana ou para finalidades industriais como por exemplo soja e amendoim. Ver também Programa Nacional de Qualidade do Ar .PRONAR. não enquadrado como agrotóxico. Os padrões nacionais são estabelecidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . estabeleceu os novos padrões nacionais de qualidade do ar. de 28.). movimentos de músculos de contração voluntária. ainda que tenha falecido em seguida. dióxido de nitrogênio e ozônio troposférico). choro.º 005. o relevo. dióxido de enxofre. a geomorfologia. aos materiais e meio ambiente em geral. constituindo-se em meta de longo prazo. físicos ou biológicos utilizados na defesa sanitária. Os CFCs interferem na formação do O3 na alta atmosfera. foi introduzida na legislação a figura dos padrões secundários de qualidade do ar.06. ozônio (O3) Gás presente na alta atmosfera (estratosfera) formado por três átomos de oxigênio. podendo ser entendidos como níveis desejados de concentração de poluentes.06. A Resolução CONAMA n. mais restritivos que os primários. padrões de qualidade do ar Limites máximos estabelecidos por norma legal para a concentração de um poluente na atmosfera que garanta a proteção da saúde e o bem-estar das pessoas. A paisagem pode se reportar tanto ao conjunto de todos os atributos . incluindo a vegetação (cobertura vegetal). manifestou algum sinal de vida (respiração.º 003. as atividades econômicas. podendo ser entendidos como níveis máximos toleráveis de concentração de poluentes atmosféricos. paisagem Conjunto dos atributos naturais e antrópicos de um local. oleaginosas (Produção Agrícola Municipal) Grupo de lavouras constituído por plantas de cujos grãos são extraídos principalmente óleos. a hidrografia. podem afetar a saúde da população. considera duas categorias de padrão de qualidade do ar: padrões primários . ocupação antrópica Ocupação de uma área por atividades humanas. monóxido de carbono.1989. os solos.CONAMA. que absorve parte da radiação ultravioleta que chega à Terra. fumaça.concentrações de poluentes que. etc. Além de estender o número de parâmetros regulamentados de quatro para sete (partículas totais.concentrações de poluentes atmosféricos abaixo das quais se prevê o mínimo efeito adverso sobre o bem estar da população. partículas inaláveis. constituindo-se seu atendimento em meta de longo prazo. batimento cardíaco etc. que tem a mesma finalidade dos agrotóxicos e outros produtos químicos. constituindo-se em metas de curto e médio prazo. domissanitária e ambiental. óleo mineral Produto ou agente de processo físico e biológico. a ocupação humana.1990.Brasil 2010 Glossário tempo de duração da gestação. padrões secundários ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . assim como o mínimo dano à fauna e flora.IBAMA e aprovados pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente . Ver também CFCs e camada de ozônio.

Se um produto tem um potencial de destruição equivalente à metade daquele apresentado pela mesma massa de CFC-11 ou CFC-12. sua massa deverá ser multiplicada por 0. pessoa ocupada (Pesquisa Mensal de Emprego) Pessoa com trabalho durante toda ou parte do período de referência da pesquisa. para o cálculo de seu peso equivalente em PDO.). uma rocha sedimentar. etc. pastagens plantadas (Censo Agropecuário 1995-1996) Áreas destinadas ao pastoreio do gado e formadas mediante plantio. usada para designar estabelecimento de venda de animais de estimação. Ou seja.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Usa-se como referência o fator de conversão 1 para o CFC-11 e o CFC-12 (1t PDO = 1t de CFC-11 ou CFC-12). que pode ser o solo.Brasil 2010________________________________________ Glossário quanto apenas a um (ou alguns) deles (exemplos: paisagem humana. greve etc. possibilitando a realização de pesquisas científicas e atividades de educação e interpretação ambiental.5. Parque Nacional (PARNA) Área de posse e domínio públicos. falta. PDO Tonelada de potencial de destruição do ozônio. pet shop Palavra de origem inglesa. ainda que afastada por motivo de férias. licença. pescado eviscerado Pescado do qual foram retiradas as vísceras. pessoa desocupada (Pesquisa Mensal de Emprego) Pessoa sem trabalho. seu fator de conversão será 0. paisagem vegetal. PIB Ver produto interno bruto piracema Migração de peixes em direção a cabeceira dos rios para reprodução e desova. pessoa alfabetizada (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Pessoa capaz de ler e escrever pelo menos um bilhete simples no idioma que conhece. que tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica. etc.5. PEA Ver população economicamente ativa percolação Infiltração e passagem de água (ou outro líquido) por meio poroso. mas que havia tomado alguma providência para conseguir trabalho no período de referência da pesquisa. materiais sintéticos (resinas). pH Medida relacionada à concentração de íons H+ em soluções aquosas. de recreação em contato com a natureza e turismo ecológico. . É um parâmetro importante na definição do comportamento da maioria das espécies químicas dissolvidas em água.

como: contato estabelecido com empregadores. amigo.PNMA. colega ou através de anúncio. Produto Interno Bruto (Sistema de Contas Nacionais) Total de bens e serviços produzidos no país. de forma a contribuir para elevar a qualidade de vida de sua população e a proteção de seu patrimônio natural._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . . consulta a agência de emprego.CONAMA. primatas Ordem dos mamíferos a que pertencem o homem. solicitação de trabalho a parente. esta unidade é usada na determinação da concentração de materiais e substâncias no ar e na água. inscrição em concurso.CIRM.Brasil 2010 Glossário Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro . (Censo Demográfico 2000. Embora não faça parte do Sistema Internacional de Unidades.PNGC Parte integrante da Política Nacional para os Recursos do Mar . descontadas as despesas com os insumos utilizados no processo de produção durante o ano. os macacos e os pró-símios (lêmures). tomada de medida para iniciar negócio etc. por período não superior a 12 meses em relação àquela data. É a medida do total do valor adicionado bruto produzido por todas as atividades econômicas. prestação de concurso. poluição atmosférica Lançamento na atmosfera de qualquer substância (em forma de particulado. nos animais. ppm Partes por milhão. Contagem da População1996) Pessoas que têm a unidade domiciliar (domicílio particular ou unidade de habitação em domicílio coletivo) como local de residência habitual e estão presentes na data de referência da pesquisa ou ausentes.1990. gases. ou ausentes. étnico e cultural. de 21. 2.PNRM e da Política Nacional do Meio Ambiente . que resulte em concentrações ou níveis de energia suficientes para produzir efeitos nocivos mensuráveis no homem. gotículas ou qualquer de suas combinações) ou forma de energia. população economicamente ativa (Pesquisa Mensal de Emprego) Pessoas ocupadas e desocupadas no período de referência da pesquisa. Seu objetivo é orientar a utilização racional dos recursos na zona costeira. resposta a anúncio de emprego. por período não superior a 12 meses em relação àquela data. temporariamente. O PNGC foi aprovado pela Resolução nº 01. da Comissão Interministerial dos Recursos do Mar . população residente 1. Ver também zona costeira. nas plantas. em audiência no Conselho Nacional de Meio Ambiente . (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Pessoas que têm a unidade domiciliar (domicílio particular ou unidade de habitação em domicílio coletivo) como local de residência habitual e estão presentes na data da entrevista. sindicato ou órgão similar. temporariamente. procura de trabalho (Pesquisa Mensal de Emprego) Tomada de alguma providência efetiva para conseguir trabalho. ou em qualquer equipamento ou material.11.

Brasil 2010________________________________________ Glossário Programa Nacional de Qualidade do Ar . radiação ultravioleta Radiação de ondas eletromagnéticas não perceptíveis pelo olho humano que se situa entre as radiações luminosas de cor violeta e os raios X. que conduz o esgoto sanitário até o ponto de tratamento ou de lançamento final. são coletadas. rede coletora de esgoto (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Conjunto de tubulações ligadas as unidades habitacionais ou a prédios. Ver também padrões de qualidade do ar e Programa Nacional de Qualidade do Ar .PRONAR. à fauna e ao ambiente em geral. bem como ocasionar danos à flora. estando os comprimentos de onda entre 10 e 4 000 Å. os elementos da biosfera. separadas e submetidas a processo de transformação para serem utilizadas como matérias-primas na manufatura de bens. recurso ambiental Atmosfera. por tipologia de fontes e poluentes prioritários. A estratégia básica do PRONAR é estabelecer limites nacionais para as emissões. de 15. reciclagem Conjunto de atividades através das quais matérias consideradas como resíduos. o solo.PRONAR Programa criado através da resolução CONAMA n. como o estabelecimento de padrões nacionais de qualidade do ar e de emissão na fonte. a fauna e a flora. reator anaeróbio (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Sistema fechado onde se processa a digestão do esgoto sanitário. sem a presença de oxigênio. proteção integral Manutenção dos ecossistemas livres de alterações causadas por interferência humana. visando promover a orientação e o controle da poluição atmosférica no país.º 005. a saúde e o bem-estar da população. o mar territorial. queima a céu aberto Ver em incineração queimadas Prática tradicional da agricultura e da pecuária que consiste em atear fogo a pastagens e a vegetação nativa tendo como objetivo o preparo do terreno para a atividade agrícola e a renovação de pastagens. admitido apenas o uso indireto de seus recursos naturais. as águas interiores. Têm ação cancerígena. qualidade do ar Características e juízos de valor aplicados ao estado ou condição da atmosfera. reservando o uso dos padrões de qualidade do ar como ação complementar de controle. superficiais e subterrâneas. Envolve estratégias de cunho normativo. ou que estão no lixo. sendo altamente nociva aos seres vivos. em relação à presença de agentes que possam ofender a segurança.1989. . os estuários.06. a implementação de uma política de prevenção de deterioração da qualidade do ar. o subsolo.Indicadores de desenvolvimento sustentável . a implementação da rede nacional de monitoramento do ar e o desenvolvimento de inventários de fontes e poluentes atmosféricos prioritários.

normalmente recebido de aposentadoria paga por instituto de previdência ou pelo governo federal. Para empregados .remuneração bruta mensal a que normalmente têm direito ou. rendimento mensal (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Soma do rendimento mensal de trabalho com o rendimento mensal de outras fontes. rendimento mensal de todos os trabalhos Ver rendimento mensal de trabalho rendimento mensal de trabalho (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Rendimento mensal em dinheiro. proveniente do trabalho principal ou de outros trabalhos. exceto a produção para consumo próprio. contém radionuclídeos em quantidades superiores aos limites estabelecidos pela Comissão Nacional de Energia Nuclear . aluguel.) ou. rendimento de todos os trabalhos Ver rendimento mensal de trabalho rendimento médio mensal Ver rendimento mensal rendimento médio mensal familiar per capita (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Soma dos rendimentos mensais dos componentes das famílias. remanescentes Fragmentos de cobertura vegetal original de uma região que ainda permanecem em meio a áreas com vegetação alterada pela ação humana. . rendimento mensal de outras fontes (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Rendimento mensal._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . e rendimento médio mensal. etc. complementação de aposentadoria paga por entidade seguradora ou decorrente de participação em fundo de pensão. proveniente de aplicação financeira. após o seu uso. energia elétrica. caixa de assistência social. exclusive os das pessoas cuja condição na família fosse pensionista. pensão paga por instituto de previdência. relativo ao mês de referência da pesquisa. etc. empregado doméstico ou parente do empregado doméstico.CNEN.Brasil 2010 Glossário rede geral de abastecimento de água Ver formas de abastecimento de água reguladores de crescimento Substâncias que atuam no controle do crescimento dos vegetais. abono de permanência. dividida pelo número de componentes das famílias. doação ou mesada recebida de pessoa não moradora na unidade domiciliar. entidade seguradora ou fundo de pensão alimentícia. telefone. sendo sua utilização imprópria. matéria-prima. tais como pagamento de empregados. produtos ou mercadorias. relativo ao mês de referência da pesquisa. Para empregadores e trabalhadores por conta própria retirada mensal (rendimento bruto menos as despesas com o empreendimento. remuneração média mensal relativa ao mês de referência da pesquisa. governo federal. quando o rendimento é variável. rejeito radioativo Material resultante de atividades humanas que. parceria.

da flora e dos recursos naturais em geral. os quais não devem apresentar variação superior ou inferior a 20% (vinte por cento) da quantidade verdadeira. reserva medida Tonelagem de minério computada pelas dimensões reveladas em afloramentos.Brasil 2010________________________________________ Glossário quando o rendimento é variável.DNPM em Relatórios de Pesquisa e Relatórios Anuais (ou reavaliação de jazidas). Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Áreas particulares destinadas. e parcialmente por extrapolação até distância razoável. empregado doméstico ou parente do empregado doméstico. Reserva Extrativista (RESEX) Área destinada á exploração auto-sustentável e conservação dos recursos naturais renováveis pelas populações tradicionais. As reservas computadas são apenas aquelas aprovadas pelo Departamento Nacional da Produção Mineral . excluindo os das pessoas cuja condição na família fosse pensionista. . que tem como objetivo a preservação integral da biota e demais atributos naturais existentes. com base em evidências geológicas. reserva estimada Tonelagem e teor do minério estimados com base no conhecimento da geologia do depósito mineral. à proteção da fauna.Indicadores de desenvolvimento sustentável . havendo pouco ou nenhum trabalho de pesquisa. galerias. havendo pouco ou nenhum trabalho de pesquisa. trincheiras. sendo permitida a pesquisa ambiental em áreas delimitadas. por solicitação e vontade dos proprietários. ou de dados da produção. rendimento mensal familiar (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Soma dos rendimentos mensais dos componentes da família. sem interferência humana direta ou modificações ambientais. retirada média mensal relativa ao mês de referência da pesquisa. sendo o teor determinado pelos resultados de amostragem pormenorizada devendo os pontos de inspeção. trabalhos subterrâneos e sondagens. amostragem e medida estarem tão proximamente espaçados e o caráter geológico tão bem definido que as dimensões. com restrições de uso similares as verificadas em unidades de conservação de proteção integral. reserva inferida Estimativa feita com base no conhecimento da geologia do depósito mineral. A tonelagem e o teor computados devem ser rigorosamente determinados dentro dos limites estabelecidos. Reserva Biológica (REBIO) Área de posse e domínio públicos. e a visitação pública com o objetivo educacional. reserva indicada Tonelagem e teor do minério computados parcialmente de medidas e amostras específicas. a forma e o teor da substância mineral possam ser perfeitamente estabelecidos. equilibrando interesses ecológicos de conservação ambiental com interesses sociais de melhoria de vida das populações que ali habitam.

interconectado à rede pública de telecomunicações. considera-se o valor do salário mínimo em vigor no mês de referência da pesquisa. que se utiliza de um sistema de radiocomunicações. serviço telefônico fixo comutado Serviço de telecomunicações que. metabólitos. coleta e disposição sanitária de resíduos sólidos. promoção da disciplina sanitária de uso do solo. por meio da transmissão de voz e de outros sinais. Para o cálculo dos valores em salários mínimos. prevenir ou impedir a ocorrência de endemias veiculadas pelo meio ambiente.Brasil 2010 Glossário resíduo de agrotóxico Substância ou mistura de substâncias remanescentes ou existentes em alimentos ou no meio ambiente. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Cômodo ou local limitado por paredes de qualquer material. comunica-se com estações rádiobase interligadas entre si por meio de Centrais de Comutação e Controle e que se interconectam à rede pública de telecomunicações. destina-se à comunicação entre pontos fixos determinados. produtos de reação e impurezas. Ver também banheiro. coberto. ou não.que. fixada por lei. De acordo com . Neste serviço a comunicação se dá por meio de uma estação móvel – telefone celular . com a finalidade de proteger e melhorar as condições de vida urbana e rural. iniciando na praia e terminando junto as formações vegetais continentais. sanitário (Censo Demográfico 2000. saneamento ambiental (Fundação Nacional de Saúde) Conjunto de ações socioeconômicas que têm por objetivo alcançar níveis de salubridade ambiental. utilizando processos de telefonia. forma a rede de comunicação celular que dá o nome ao serviço. com técnica celular. salário mínimo Remuneração mínima do trabalhador. transportáveis ou veiculares. serviço móvel celular Serviço de telecomunicações móvel terrestre. por um teto e que dispõe de vaso sanitário ou buraco para dejeções. O conjunto dessas células. aberto à correspondência pública. inclusive qualquer derivado específico. controle de doenças transmissíveis e demais serviços e obras especializadas. como no tocante ao seu potencial de promover o aperfeiçoamento de condições mesológicas favoráveis ao pleno gozo de saúde e bem-estar. de uso individual. decorrente do uso de agrotóxicos e afins._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . drenagem urbana. dispostas geograficamente. líquidos e gasosos. tanto no que se refere a sua capacidade de inibir. restinga Tipo de vegetação que inclui todas as comunidades de plantas do litoral arenoso do Brasil. tais como produtos de conversão e de degradação. utilizando ondas de rádio. e acessado por meio de terminais portáteis. por meio de abastecimento de água potável. salubridade ambiental (Fundação Nacional de Saúde) Estado de saúde em que vive a população urbana e rural. A área de cobertura de cada estação é denominada célula. considerados toxicológica e ambientalmente importante.

de modo permanente ou semipermanente.).) ou coletivos (telefones de uso público. classificado conforme seu comportamento econômico principal. etc. definidas por lei municipal vigente por ocasião do Censo Demográfico. sobreexploração dos recursos naturais Utilização excessiva. favorecendo os processos erosivos. vilas (sedes distritais) ou às áreas urbanas isoladas. sobreexplotação Utilização excessiva de um recurso biótico além da capacidade de reposição natural do mesmo.irrestrito ou seja. além da capacidade de reposição natural. etc. empresariais. 7 KHz – áudio. pela redução da produção do pescado. a situação rural abrange toda a área situada fora desses limites. Pode levar a extinção de uma espécie ou a redução drástica de sua população. É causado pela colocação de um número de animais no pasto superior a capacidade do mesmo de produzir forragem para alimentá-los. sobrepastoreio Pastoreio excessivo de uma área. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Localização do domicílio em áreas urbanas ou rurais. no curto prazo. no médio e longo prazos.Brasil 2010________________________________________ Glossário essa definição. Além disto. setor institucional Conjunto de unidades institucionais que são caracterizadas por autonomia de decisões e unidade patrimonial. solo. levando-as a níveis inferiores aos observados no momento presente.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Por conta disto. A situação urbana abrange as áreas correspondentes às cidades (sedes municipais). (Censo Demográfico 2000) Localização do domicílio em áreas urbanas ou rurais. pode ser caracterizado quanto ao modo de transferência em: 3. O Serviço telefônico fixo comutado representa a forma mais usual de telecomunicações utilizada para comunicação interpessoal por meio de acessos individuais (residenciais. dos recursos naturais renováveis (recursos vegetais e animais. há o raleamento da cobertura vegetal e a exposição do solo a ação erosiva da chuva e do vento.voz . . definidas por lei municipal vigente na data de referência da pesquisa. o potencial de desova e as capturas no futuro. podendo ocasionar. a extinção das espécies pescadas. vilas (sedes distritais) ou às áreas urbanas isoladas. sistema de abastecimento de água Ver abastecimento de água e formas de abastecimento de água situação do domicílio 1.4 KHz .). ou 64 Kbits . a captura de uma ou de todas as classes de idade de uma população de peixes é elevada o bastante para reduzir a biomassa. 2. etc. A situação urbana abrange as áreas correspondentes às cidades (sedes municipais). telefones comunitários. sobrepesca Exploração de pescado acima da capacidade de reposição dos estoques naturais. a situação rural abrange toda a área situada fora desses limites. Na condição de sobreexplotação. o pisoteio dos animais provoca compactação do solo. Na atividade pesqueira a sobreexplotação (sobrepesca) é responsável. água. a comunicação se estabelece sob demanda.

táxon 1.Brasil 2010 Glossário taxa de alfabetização Percentagem das pessoas de 15 anos ou mais de idade capazes de ler e escrever pelo menos um bilhete simples no idioma que conhecem em relação ao total da população da mesma faixa etária. medido em anos e/ou fração de ano. taxa de escolarização Proporção de pessoas de uma determinada faixa etária que frequenta escola em relação ao total da população da mesma faixa etária. Grupo de organismos em qualquer nível.). taxa de desflorestamento bruto anual Percentagem da área desflorestada anualmente em relação à área de floresta remanescente. terras produtivas não utilizadas (Censo Agropecuário 1995-1996) Áreas que se prestam à formação de culturas. taxa de mortalidade infantil Frequência com que ocorrem os óbitos infantis (menores de um ano) em uma população em relação ao número de nascidos vivos em determinado ano civil. Os fatores de conversão são calculados com base no poder calorífico superior de cada energético em relação ao do petróleo. taxa média geométrica de crescimento anual da população Taxa de crescimento da população. taxa de analfabetismo funcional Percentagem das pessoas de uma determinada faixa etária com escolaridade até três anos de estudo em relação ao total de pessoas da mesma faixa etária. inclusive as terras não utilizadas por período superior a quatro anos. Unidade nomenclatural de um sistema de classificação de seres vivos. dada pela expressão: sendo P(t+n) e P(t) populações correspondentes a duas datas sucessivas._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . taxa de desemprego aberto (Pesquisa Mensal de Emprego) Percentagem das pessoas desocupadas em relação às pessoas economicamente ativas. taxa de câmbio Proporção através da qual a moeda (ou divisa) de um país qualquer pode ser convertida em moeda de outro país (reais por dólar. aplicando-se a qualquer categoria deste sistema. . e n o intervalo de tempo entre essas datas. pastos ou matas e não utilizadas para tais finalidades. de 10 800 kcal/kg. reais por marco etc. TEP (tonelada equivalente de petróleo) Unidade de medida para a qual são convertidas diferentes formas de energia. 2. com alguma identidade formal.

legalmente instituído pelo Poder Público. como moradia. destinados à própria alimentação de pelo menos um membro da unidade domiciliar. etc. em ajuda a instituição religiosa beneficente ou de cooperativismo. lagoa anaeróbia. com objetivos de conservação e limites definidos. alimentação. d) ocupação exercida durante pelo menos uma hora na semana na produção de bens do ramo que compreende as atividades da agricultura. lagoa de maturação. caça. como: filtro biológico. visando a conservação da biodiversidade e dos recursos genéticos. remoção de nutrientes . silvicultura pecuária. pesca e piscicultura). tratamento do esgoto sanitário (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Combinação de processos físicos. como moradia. silvicultura. Ver também categorias de unidades de conservação.Brasil 2010________________________________________ Glossário trabalho (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Exercício de: a) ocupação remunerada em dinheiro. extração vegetal. para o próprio uso de pelo menos um membro da unidade domiciliar. lodo ativado. b) ocupação remunerada em dinheiro ou benefícios. proteger as es- . sob regime especial de administração.processo destinado a retirar os nutrientes. roupas. roupas. lagoa aeróbia. unidade de conservação Espaço territorial e seus recursos ambientais. pesca e piscicultura.processo destinado a destruir vírus e bactérias que podem provocar contaminação. lagoa aerada. químicos e biológicos com o objetivo de reduzir a carga orgânica existente no esgoto sanitário antes de seu lançamento em corpos d’água. mercadorias ou benefícios. represas. ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. nitrogênio e potássio da parcela líquida do esgoto sanitário tratado. lagoa mista. ou como aprendiz ou estagiário. lagoa facultativa.Indicadores de desenvolvimento sustentável . poços e outras benfeitorias. fósforo. conta própria ou empregador. incluindo as águas jurisdicionais. alimentação. exceto as obras destinadas unicamente à reforma. maior a quantidade de sólidos em suspensão (sedimentos) transportados pela água. extração vegetal ou mineral. estradas privativas. fossa séptica de sistema condominial. Quanto maior a turbidez. na produção de bens e serviços. açudes e outros corpos hídricos superficiais. pecuária. exercida durante pelo menos uma hora na semana em ajuda a membro da unidade domiciliar que tem trabalho como empregado na produção de bens primários (atividades da agricultura. no serviço doméstico. valo de oxidação. ou na construção de edificações. reator anaeróbio. Unidade de Conservação de Proteção Integral Área que pertence obrigatoriamente ao Poder Público e tem como objetivos preservar a natureza. produtos. como cloração e aplicação de raios ultravioleta ou ozônio. tratamento complementar do esgoto sanitário (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Classificação dos tipos de tratamento complementar do esgoto sanitário em: desinfecção . c) ocupação sem remuneração na produção de bens e serviços.. turbidez Medida da transparência da água de rios. Ver também tratamento do esgoto sanitário. etc. lagos. com características naturais relevantes..

Nessa área é proibida a exploração ou o aproveitamento dos recursos naturais. Ver também categorias de unidades de conservação. clima e relevo). as áreas de Proteção Ambiental – APAs. contabilizadas pelo seu valor de mercado no local do embarque. preferencialmente por populações tradicionais. havendo apenas restrições quanto às atividades que podem ser nelas praticadas. isto é. Parte das Unidades de Conservação de Uso Sustentável é formada por áreas que não pertencem ao Poder Público. e que podem ser transformados e reutilizados. Caracteriza-se pela falta de medidas de proteção ao meio ambiente ou à saúde pública. . usina de reciclagem (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Instalação apropriada para a separação e a recuperação de materiais. livres de despesas de qualquer natureza decorrentes de seu transporte para o país de destino. Ver também categorias de unidades de conservação. variabilidade genética Variação na composição genética dos indivíduos ou de populações de uma mesma espécie. mas também por empresas ou por outros agentes econômicos. solo. sendo somente permitido o uso indireto de seus recursos. Unidade de Conservação de Uso Sustentável Área que tem como objetivo disciplinar o processo de ocupação das terras e promover a proteção dos recursos bióticos (fauna e flora) e abióticos (água. de forma planejada._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . sobre o terreno sem qualquer cuidado ou técnica especial. em bruto. em bruto. unidade familiar Ver família usina de incineração (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Instalação especializada onde se processa a combustão controlada do lixo. assegurado a qualidade de vida das populações locais e o uso sustentável dos recursos naturais. valor FOB (Sistema de Contas Nacionais) Valor das mercadorias exportadas ou importadas. entre 800 ºC e 1200 ºC. free on board. que pode ser utilizado para qualquer variante do processo de lodos ativados ou comporte um reator em mistura completa. vazadouro a céu aberto (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Local utilizado para disposição do lixo. reduzindo seu peso e volume. vazadouro em áreas alagadas (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Local (corpos d’água) utilizado para lançamento do lixo. com a finalidade de transformá-lo em matéria estável e inofensiva à saúde pública.Brasil 2010 Glossário pécies ameaçadas de extinção e preservar e/ou restaurar a diversidade dos ecossistemas. regulamentada e racional. usados e descartados presentes no lixo. valo de oxidação (Pesquisa Nacional de Saneamento Básico) Reator biológico aeróbio de formato característico.

que inclui nesta categoria os municípios defrontantes com o mar. dada a relevância destes ambientes para a dinâmica marítimo-litorânea. os municípios não defrontantes com o mar que se localizem nas regiões metropolitanas litorâneas. que aloquem.Indicadores de desenvolvimento sustentável . vegetação secundária Vegetação alterada pela ação do homem. . assim considerados em listagem desta classe estabelecida pelo IBGE. atividades ou infraestruturas de grande impacto ambiental sobre a zona costeira.PNGC. zona costeira Área definida pelo Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro . mesmo não defrontantes com o mar. os municípios contíguos às grandes cidades e às capitais estaduais litorâneas. Ver também floresta secundária.Brasil 2010________________________________________ Glossário vegetação primária Vegetação original de um determinado local. mesmo que não diretamente defrontantes com o mar. não alterada pela ação do homem. que apresentem processo de conurbação. ou ecossistemas costeiros de alta relevância. os municípios estuarinos-lagunares. em seu território. e os municípios que. Ver também floresta primária. tenham todos os seus limites estabelecidos com os municípios referidos nas alíneas anteriores. os municípios próximos ao litoral. até 50 km da linha de costa.

Indicadores Sociais e Institucionais Judicael Clevelario Junior .Equipe técnica Diretoria de Geociências Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais Celso José Monteiro Filho Coordenação de Geografia Maria Luiza Gomes Castello Branco Coordenação técnica e planejamento geral da publicação Wadih João Scandar Neto Coordenações temáticas Denise Maria Penna Kronemberger .Indicadores Ambientais e Econômicos Wadih João Scandar Neto .Indicadores Institucionais e Econômicos Produção dos indicadores Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais Elpídio Antônio Venturini de Freitas Ione Vieira Rabelo da Cunha José Aldo Gonçalves Coutinho José Guilherme Cardoso Mendes José Luiz Sor Judicael Clevelario Junior Lucy Teixeira Guimarães Maria Lúcia Santiago Bello Nadir Vieira Costa Paixão Pedro Luis Amendola Regina Célia Larangeira Rocha Rosa Luzia Saisse Brum Rosane de Andrade Memoria Morena Sueli Sirena Caldeiron Valdir Neves .

IBGE Antônio Roberto Pereira Garcez Antônio Carlos Simões Florido Celso Simões Cimar Azeredo Pereira Cláudia Dionísio Estermínio Eduardo Leandro da Rosa Macedo Elisa Lustosa Caillaux Eloisa Domingues Fernando Roberto P Carvalho Albuquerque . Helena Pereira Rocha Herberto da Costa Araújo Jorge Calian José Carlos Louzada Morelli José Eduardo Bezerra da Silva José Enilcio Collares Naira Regina Camarinha Salgado dos Reis Newton Rocha Nilza de Oliveira Martins Pereira Odicea Arantes Matos Patrícia Stella Portella Ferreira Ricardo Montes de Moraes Sônia Maria Moreira C. de Oliveira Therezinha Virgínia Pires Peixoto Órgãos externos Agência Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos .ABEAÇO (SP) Luciana Ciliano Shoji Thais Fagury Centro de Recursos Ambientais .CPRH (PE) Berenice de Andrade Lima Joana Teresa Aureliano Jussara Moscoso de Araújo Maria do Carmo Tavares Associação Brasileira de Embalagem de Aço .Brasil 2010 Equipe técnica Coordenação de Geografia Denise Maria Penna Kronemberger Ethel Guedes Vieites Jorge Kleber Teixeira Silva José Antônio Sena do Nascimento Roberto Castro Nóbrega Barrucho Assistente da Diretoria de Geociências Wadih João Scandar Neto Colaboradores Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística .CRA (BA) Ana Cláudia Oliveira Bento Gomes José Antônio Almeida de Lacerda ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .

.FEPAM ( RS) Marcelo Christoff Fundação Estadual do Meio Ambiente .CNEN Marco Aurelio Leal Nerbe Ruperti Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental .DATASUS Cláudia Risso Jacques Levin Eletrobrás Termonuclear S. Rogério S. Diniz .CETESB (SP) Carlos Ibsen Vianna Lacava Cláudia Condé Lamparelli Débora Orgler de Moura Eduardo Masolenis Nelson Menegon Júnior Uladyr Ormindo Nayme Compromisso Empresarial para a Reciclagem .EPE Daniel Vasconcellos de Souza Stilpen Empresa de Proteção Ambiental . de Assunção Empresa Tetra Pak Edy Merendino Fundação Biodiversitas Rafael Thiago do Carmo Fundação do Meio Ambiente . A.CETREL S.ELETRONUCLEAR Raimundo Moreira Lima Filho EMBRAPA Solos do Nordeste Luciano Accioly Empresa de Pesquisa Energética .FEAM (MG) Edwan Fernandes Fioravante Fundação Nacional do Índio Marco Antônio Guimaro T.Indicadores de desenvolvimento sustentável .CEMPRE (SP) Luciana Viglio Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Rio de Janeiro Marco Aurélio Castro Departamento de Informática do SUS .FATMA (SC) Thaís Cordeiro Segalla Pizzolatti Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Henrique Roessler .Brasil 2010________________________________________ Equipe técnica Comissão Nacional de Energia Nuclear .A.

FIOCRUZ André Monteiro Costa Fundação SOS Mata Atlântica Márcia Makiko Hirota Instituto Ambiental do Paraná . Ziller Instituto Mineiro de Gestão das Águas .INEA (RJ) Fátima de Freitas Lopes Soares Leonardo Fidalgo Maria Isabel de Carvalho Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos .IBAMA Adriana Risuenho Leão Heibel Cecília Cronemberger de Faria Cláudia Maria Correia de Mello Daniel Moraes de Freitas Fernanda Vasconcelos d’Almeida Fernando Roberto de Oliveira Carvalho Francisco Luiz Câmara Tavares Hermes Jannuzzi João Raposo Leonardo Vianna Mohr Lídio Coradin Lígia Araújo Maria Iolita Bampi Onildo João Marini Filho Tereza Lemes Instituto de Defesa do Meio Ambiente .Brasil 2010 Equipe técnica Fundação Oswaldo Cruz .IDEMA (RN) Celso de Macedo Veiga Sérgio Luiz Macedo Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas .IEMA Alexsander Barros Silveira Iris Bortolotti Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental Sílvia R.IAP (PR) Leda Neiva Dias Edson Luís Gomes Guimarães Edson Sadau Imoto Maria Lucia Biscaia de Medeiros Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis .IGAM Zenilde das Graças Guimarães Viola .IMA (AL) Regina Lúcia Pinheiro de Carvalho Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental ._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável .IBRAM Leilane Lara Moreira Instituto Estadual do Ambiente .

Guasseli Roberto Verdun – UFRS World Wildlife Fund .SIMERJ Valdo da Silva Marques Secretaria de Vigilância em Saúde Luiza de Marilac Meireles Barbosa Maria Celina Modesto Coelho Correia Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental .WWF Carlos Alberto Scaramuza . Indústria e Comércio Exterior Marcelo Landau Ministério do Meio Ambiente Branca Bastos Americano Cláudia Schafhauser Oliveira Fábio França Silva Araújo Helen Gurgel Magna Leite Luduvice Mauro Oliveira Pires Ruy de Góes Leite de Barros Ministério da Saúde Cláudia Risso Jacques Levin Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres .INPE Alberto Setzer Fabiano Morelli Flávio Jorge Ponzoni Luis Eduardo Maurano Valdete Duarte Ministério do Desenvolvimento.UFRS Clovis de O.SUDERHSA Nilson Antônio de Morais Universidade Federal do Rio de Janeiro . Andrade Filho Dirce M.SEMMAM (Vitória – ES) Alessandro Modenesi Carminati Rosemay Bebber Grigato Sistema de Meteorologia do Estado do Rio de Janeiro .RENCTAS Cecília Fernandes Secretaria Municipal de Meio Ambiente .Brasil 2010________________________________________ Equipe técnica Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais . A.Indicadores de desenvolvimento sustentável . Suertegaray Laurindo A.UFRJ Paulo Buckup Universidade Federal do Rio Grande do Sul .

tabular e de gráficos Beth Fontoura Julia Felipe Katia Vaz Cavalcanti Marisa Siglo Diagramação tabular e de gráficos Beth Fontoura Luiz Carlos Chagas Teixeira Maria da Graça Fernandes de Lima Mônica Pimentel Cinelli Ribeiro Solange Maria Mello de Oliveira Copidesque e revisão Anna Maria dos Santos Cristina R._________________________________________ Indicadores de desenvolvimento sustentável . C.Brasil 2010 Equipe técnica Projeto Editorial Centro de Documentação e Disseminação de Informações Coordenação de Produção Marise Maria Ferreira Gerência de Editoração Estruturação textual. de Carvalho Kátia Domingos Vieira Diagramação textual Luiz Carlos Chagas Teixeira Programação visual da publicação Luiz Carlos Chagas Teixeira Tratamento de arquivos Evilmerodac Domingos da Silva Produção de multimídia Márcia do Rosário Brauns Marisa Sigolo Mendonça Mônica Pimentel Cinelli Ribeiro Roberto Cavararo Gerência de Documentação Pesquisa e normalização bibliográfica Aline Oliveira de]a Rocha (Estagiária) Ana Raquel Gomes da Silva Bruno Klein Catia Vasconcellos Marques Solange de Oliveira Santos Elaboração de quartas-capas e padronização de glossários Ana Raquel Gomes da Silva .

Brasil 2010________________________________________ Equipe técnica Gerência de Gráfica Impressão e acabamento Maria Alice da Silva Neves Nabuco Gráfica Digital Impressão Ednalva Maia do Monte .Indicadores de desenvolvimento sustentável .

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