Resumo Academia SAP-FI Versão 6.

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Preparado por Rafael Paes de Barros Consultor SAP-FI – IBM Brasil

Agosto 2008

APOSTILA 1.............................................................................................................................................3 UNIDADE 1 – CONFIGURAÇÕES BÁSICAS.......................................................................................3 UNIDADE 2 – MASTER DATA (DADOS MESTRES)..........................................................................5 UNIDADE 3 – CONTROLE DE DOCUMENTOS ..............................................................................16 UNIDADE 4 – CONTROLE DE LANÇAMENTOS ..................................................................20 UNIDADE 5 ...........................................................................................................................................27 COMPENSAÇÃO DE PARTIDAS EM ABERTO.................................................................................27 UNIDADE 6 – CAIXA DIÁRIO.............................................................................................................30 UNIDADE 7 – RAZÃO ESPECIAL.......................................................................................................31 UNIDADE 8- PARKING DOCUMENTS..............................................................................................33 APOSTILA 2...........................................................................................................................................34 UNIDADE 2 – PAGAMENTOS AUTOMÁTICOS...............................................................................34 UNIDADE 3 – COBRANÇA AUTOMÁTICA......................................................................................37 UNIDADE 4 – CORRESPONDÊNCIA..................................................................................................40 UNIDADE 5 – CÁLCULO DE JUROS..................................................................................................41 UNIDADE 6 – COUNTRY SPECIFICS................................................................................................42 UNIDADE 7 – RELATÓRIOS PADRÃO NO G/L................................................................................43 UNIDADE 8 – FORMAS DE APRESENTAR RELATÓRIOS.............................................................43 UNIDADE 9 – DRILLDOWN REPORTING.........................................................................................44 UNIDADE 10 – ENCERRAMENTO DE ATIVIDADES......................................................................45 UNIDADE 11 – DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS (BALANÇO PATRIMONIAL)...................47 UNIDADE 12 – RECEBÍVEIS E PAGÁVEIS.................................................................................47 UNIDADE 13 – LUCROS E PERDAS...................................................................................................49 UNIDADE 14 – TECHNICAL, ORGANIZATIONAL AND DOCUMENTARY STEPS....................52 APOSTILA 3 ..........................................................................................................................................53 UNIDADE 1 – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL............................................................................53 UNIDADE 2 – DADOS MESTRES........................................................................................................54 UNIDADE 3 – TRANSAÇÕES DE ATIVOS........................................................................................57 UNIDADE 4 – PROCESSAMENTO PERIÓDICO................................................................................60 UNIDADE 5 – SISTEMA DE INFORMAÇÃO.....................................................................................61 UNIDADE 6 – VALIDAÇÕES / SUBSTITUIÇÕES.............................................................................62 NEW GL INTRODUÇÃO.....................................................................................................................63

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APOSTILA 1 UNIDADE 1 – CONFIGURAÇÕES BÁSICAS
• CLIENT (mandante): é o nível mais alto na hierárquia. Especificações ou datas que são válidas para todas as unidades organizacionais são definidas neste nível. • COMPANY CODE (empresa) : para objetivos externos, representa uma entidade contábil independente. Deve se ter uma company code para cada CNPJ e deve ser definida por país. As demais empresas são representadas como filiais. • COPY COMPANY CODE: as informações abaixo serão copiadas:  Definition, global parameters, customizing tables, general ledger accounts. • BUSINESS AREA : Para objetivos internos, representam áreas de negócios que permitem a visualização de balanços cross-company. Sua principal função é viabilizar um balanço inter-empresarial e sua utilização é opcional. • COUNTRY TEMPLATES: Modelo de configuração de empresa por país Este template também engloba controlling areas, plants, purchasing, organizations, sales organizations, credit control areas, etc. • PRINCÍPIO DA VARIANTE: Válido para todo o sistema e pode ser usado em 3 passos:  1. Definir a variante;  2. Determinar os valores para a variante;  3. Atribuir a variante aos objetos. Vantagem: Facilita a associação e a manutenção de configurações que são comuns a diversos objetos de negócios, podendo atribuir configurações a diversas company codes. Este princípio é usado para: Status de Campo, Períodos contábeis, Exercicios (ano fiscal), etc. • FISCAL YEAR (ano fiscal) : Serve para definir os períodos possíveis para lançamentos contábeis (normais ou extra-ordinários) e pode ser definido:  Independente do ano;  Específico ao ano; • POSTING PERIODS: Períodos normais para lançamento. • SPECIAL PERIODS: Períodos extraordinários ou especiais definidos para o processo de fechamento de ano, mostrando em um outro período os lançamentos que foram realizados por ajustes de balanços. 3

Apenas as taxas de câmbio relevantes sofreram manutenção.  Cotação indireta: Uma unidade da moeda estrangeira US$ custa a quantidade exibida de unidades da moeda interna . Taxa histórica Média (Ptax. ou seja. • CURRENCIES: O sistema já traz as principais moedas. Exemplo: Empresa vendida.Banco Central) tipo padrão mais utilizado.08696 US$. O número máximo de períodos extraordinários são 4.00 yenes. Por causa da inflação a relação entre as moedas pode ser mantida em um período de tempo. Venda (banking salling rate). poderão ter mais de 12 períodos. Taxa em determinadas datas chaves Facilidades para a manutenção de taxas:  Translation Ratios: Serve para diminuir as casa decimais dos valores das moedas.• ANO INDEPENDENTE: O número de períodos e as datas de ínicio e fim deles são os mesmos para todos os anos. para tanto deverão ser informadas 12 períodos normais de janeiro a dezembro e poderão ser informadas até 4 períodos extraordirnários. além de possibilitar o cadastro de novas.  Inversion: Deverá ser marcado para que a taxa possa ser informada 1 única vez: BR. • ANO ESPECÍFICO (dependente) : Os períodos poderão e serão diferenciados por ano e não necessariamente dependerão do calendário fiscal.USD e USD-BR. após o translation 1 real = 133 yenes. 1US$= 0. Ex: 1 real = 133. 1 Euro= 1. 4 .  Worklists for maintaning exange rates: Definido listas de trabalho irá economizar tempo e diminuir erros.  Cotação direta: Uma unidade da moeda estrangeira US$ custa a quantidade exibida de unidades da moeda interna. • EXERCÍCIO REDUZIDO: Necessario para o encerramento antes do exercício normal.92000 Euro.  Currency keys: Chave de moedas. • ANO NÃO CALENDÁRIO: Para estes períodos devem ser informadas a data final para cada período • YEARSHIFT: Se o período não começar em janeiro deve ter a indicação de -1/+1. • ANO CALENDÁRIO (calendar year) : Uma variante fiscal marcada como ano calendário irá depender do ano fiscal. • TIPOS DE TAXAS DE CÂMBIO: Permite o registro dos seguintes tipos:      • Compra (buying rate).

UNIDADE 2 – MASTER DATA (DADOS MESTRES) • PLANO DE CONTAS FI-GL: Vinculado ao Razão Geral ou General Ledger (GL). Segmento company code. estão os razões auxiliares ou sub-ledgers (AP/AR/AA) que servem para demonstrar de maneira análitica as informações do Razão Geral. Definição das propriedades do plano de contas. O Plano de contas é uma variante que contem a estrutura e as informações básicas sobre as contas do razão. esse plano deve estar vinculado na estrutura do plano de contas. • Informações gerais: Idioma de atualização e extensão do nº da conta do razão. é preciso definir os componentes do plano de contas e deve ser atribuida a todas as empresas que queiram criar contas com base na estrutura definida.  Atribuição do plano de contas: 5 . • Grupo do plano de contas: Se houver um plano de contas de grupo para qual os saldos do plano de contas operacional deverão ser replicados. As contas contábeis análiticas são associadas a um grupo de contas (account group) e a cada empresa (company code) na qual será utilizada. Atribuição do plano de contas as empresas.  3 Etapas para criar e usar o plano de contas: • • • Definição do plano de contas. • Controlling Integration: Sempre que forem criadas contas de P&L (perdas e lucros) o sistema pode criar classes de custo primárias automaticamente no CO. • Lenght of GL account number: O tamanho do código das contas contábeis é definido na estrutura do plano de contas. desde que haja um padrão para que estas classes sejam alocadas. • Blocked: Um plano de contas que ainda não estiver finalizado pode ser bloqueado. • Integração do controlling: Criação automática ou manual para elementos de custo. É definido com um identificador de 4 caracteres.  O cadastro mestre de contas contábeis possuem 2 segmentos: • • Segmento Plano de contas.  Definição do plano de contas contem: Chave e Descrição. • Consolidação: Plano de contas do grupo • Status: A marca bloqueada.

Estes contem: • • • • Número da conta. Os campos de consolidação. 3. descrição.  Segmento do plano de contas: O plano de contas contem informações básicas sobre as contas. independente de os usuários terem uma ou várias empresas. deve ser criado um “segmento da empresa”. 6 . textos do razão no plano de contas. dados de consolidação no plano de contas. Os campos de controle. Os dois formam a conta. Cada empresa possui um plano de contas. • Seleção dos layouts para processamento central e processamento para áreas especificas da empresa. • Palavra chave/Conversão: Palavras chaves no plano de contas. Sempre que forem introduzidas informações informações do segmento do plano de contas serão automaticamente acessadas.1. As informações por conta são agrupadas. O segmento da empresa consiste em diversos grupo de contas: • Dados de controle: Controle de contas.  Status de campo plano de contas: As informações entradas neste segmento são exclusivos. conversão. Você pode definir: • O número das tab pages. administração de contas do Razão.  Segmento da empresa (company code segment) Para usar uma das contas do plano de contas atribuído à empresa. • Informações: Informações no plano de contas. 2. • O título das tab pages. Nome da conta. O segmento do plano de contas consiste em diversos grupos de campos: • Tipo/Descrição: Controle no plano de contas. As palavras chaves facilitam a pesquisa de um número de conta. Você pode definir e mudas o layout das tab pages para o processamento individual dos dados mestres das contas do Razão. • Os grupos de contas que você requer e qual a posição. Joint Venture (parceria). Este será adicionado ao segmento de plano de contas. Toda empresa precisa ter um plano de contas atribuido a ela. Um plano de contas pode ser atribuido a várias empresas (principio da variante).

 Um plano de contas. da conta do razão. cálculo de juros. Para tanto o sistema obriga a criação da conta de apuração de resultados antes que o check seja utilizado. • Nas contas de balanço. no segmento plano de contas. informações sobre cálculo de juros. È atribuída uma chave a conta de transporte de saldo. • Informações: Informações/textos. impostos.  Grupo de contas para as contas do Razão: O grupo de contas controla: • • O intervalo de numeração das contas. conforme as necessidades da empresa. os saldos serão carregados para a mesma conta contábil do exercício posterior. Contas de imobilizados. • Contas marcadas como P&L os saldos são carregados para a conta de resultado de apuração. grupo de status de campo. contas de conciliação. e essa chave é introduzida no campo “tipo de conta de demonstração de resultados”. zerando os saldos das contas atuais. O status dos campos do segmento da empresa no registro mestre. no encerramento do exercicio atual. Etc. Esses 2 tipos de contas são tratados de forma diferente no procedimento de encerramento. O segmento da empresa para a mesma conta do Razão pode ser diferente. É preciso definir informações pertinentes a cada empresa: moeda. banco da empresa. exibição de partidas individuais. Contas de materiais. • Contas marcadas como balance sheet. • Nas contas de demonstração de resultados. detalhes bancários/financeiros. chave de ordenação.• Banco/Juros: Criação de documentos. o saldo é transportado para a mesma conta. O grupo de contas reune contas com as mesmas tarefas no Razão. diversas empresas: Toda empresa precisa ter um plano de contas atribuido a ela e criar seu próprio segmento de empresa. 7 .  Contas de balanço e de demonstrativos de resultados (P&L) No segmento do plano de contas é necessário indicar se a conta será de balanço ou de demonstração de resultados. o saldo é transportado para uma conta de lucros liquidos acumulados e a conta de demonstração de resultados é zerada. exemplo: • • • • Contas de fundos liquidos.

Não é possível fazer lançamentos diretamente nas contas de reconciliação. • Contas sem exibição de partidas indiviuais: Apenas a movimentação no período será atualizada quando um documento for lançado para esta conta. • • D  Para clientes. pode se garantir que as contas do mesmo tipo fiquem no mesmo intervalo de numeração. criar. modificar. • Contas com exibição de partidas individuais: Os dados mais importantes das partidas individuais lançadas são armazenadas em uma tabela especial de índices. Desta forma o Razão será sempre atualizado.  Status do campo para Dados Mestre: Os campos exibidos no registro mestre do Razão não são controlados apenas pelo grupo de contas. 4º Entrada facultativa. Entrada obrigatória. Qualquer lançamento nas contas do livro auxiliar atualiza automaticamente os saldos das contas de reconciliação atribuída.  Contas de reconciliação: São contas do Razão atribuídas aos registros mestres do parceiro de negócios para registrar todas as transações no livro auxiliar (clientes/fornecedores). mas também pela transação de dados mestres em uso. Uma conta do Razão é definida como uma conta de reconciliação com a entrada do tipo de conta de reconciliação que está no campo “conta de reconciliação para tipo de conta”. Entrada opcional. K  Para fornecedores. ou seja. As definições dos status do campo do grupo de contas e de transação são combinadas em cada campo. exibir. 8 . As contas de reconciliação comuns são as de “negociações a receber” e “negociações a pagar”. O grupo de contas deve ser introduzido no segmento do plano de contas e controla a aparência do segmento da empresa de uma conta do razão.Com a atruibuição de um intervalo de numeração a um grupo de contas.  Status do Campo: Todos os campos tem uma das seguintes propriedades: • • • • Oculto. 3º Entrada obrigatória. 2º Exibir. Apenas exibir. sendo usada a de maior prioridade: 1º Suprimir.  Exibição de partidas individuais: É um campo de controle no segmento empresa de uma conta.

Uma conta contábil cuja moeda seja igual à local pode receber lançamentos.  Open item management: É um check que indica o controle de partidas em aberto. segmento empresa).O item “exibir partidas” não deve ser ativado para: • • • MM) • Contas de reconciliação (são administradas no razão auxiliar) Contas de receita (são administradas pela aplicação SD) Contas de estoque de material (são administradas pela aplicação Contas de impostos  Administração de partidas em aberto: São indicados como abertos ou liquidados.  Criação de contas por meio de cópia. • As contas de compesação de salários. Deve ser sempre checadas para contas que não possuem sub-ledgers. denominadas moeda local 2 e moeda local 3.  Conta em moeda estrangeira: As contas que tem uma moeda estrangeira como sua moeda da conta só pode receber lançamentos nessa moeda.  Line items display: É um check que possibilita a visualização de partidas individuais nas contas somente contábeis. Deve-se usar a adminstração de partidas em aberto para: • Contas de compensação bancária.  Transferência de dados. utilizado geralmente para controlar a compesação de cheques a compesar emitidos para pagamento ou cheques recebidos de clientes.  Apenas saldo em moeda local: É um check que determina que todos os saldos aparecerão somente em moeda loca. somente serão possíveis lançamentos na moeda indicada na conta. • As contas de compensação para entrada de mercadorias / entrada de fatura. pode ser definidas mais duas moedas paralelas. 9 . Vale lembrar que além da moeda local 1. • MÉTODOS PARA CRIAÇÃO DE CONTAS DO RAZÃO  Manual: 2 etapas (segmento plano de contas . Porém se for definida moeda diferente da moeda local para a conta. As contas com administração de partidas em aberto precisam ter a exibição de partida individual ativada.  Conta em moeda local: A moeda da conta pode ser a moeda interna ou moeda estrangeira.

 Transferência de dados: Para reduzir a entrada de dados.  Pode-se modificar os valores dos campos exibidos. interface batch input para dados mestres do Razão podem ser modificados pela equipe do ABAP.  Plano de contas do grupo de empresas • Este plano de contas deve conter todas as contas do grupo de empresas. Se isto for feito.  Processamento coletivo: Pode-se modificar as seguintes informações:  Plano de contas. Usar o método em uma etapa para criar a conta do Razão em uma empresa indicada. A estrutura do balanço também pode ser copiada. ao mesmo tempo.  Criação de contas por meio de cópia: Pode-se criar uma nova conta relacionada a conta existente. para adaptação ao carregamento das informações do novo plano de contas. inclusive a determinação de contas. É possivel fazer alterações nas contas do Razão exibidas:  Pode-se selecionar os campos que devem ser modificados. O plano de contas inteiro pode ser copiado em um novo plano de contas. • No segmento do plano de contas de todas as contas operacionais deve ser introduzido o número da conta do grupo. Repetir a 2º etapa do método em 2 etapas. Pode-se modificar. criar o segmento de empresa para criar a conta do Razão em outras empresas. conforme necessário. programas como RFBISA00. o segmento do plano de contas é criado de forma separado do segmento da empresa. Isto permite a criação da conta do Razão somente no plano de contas ou em várias empresas.  Descrição. As diferentes contas de um plano de contas operacional podem indicar a mesma conta do grupo. • Deve-se ser usada uma estrutura do balanço para o plano de contas do grupo de empresas. • O plano de contas do grupo de empresas deve ser atribuido a cada plano de contas operacional. o campo “número da conta do grupo” torna-se entrada obrigatória. Criação manual: Com o método em duas etapas. As contas do Razão podem ser de planos de contas diferentes. os dados específicos da empresa ou os nomes de várias contas do Razão. os dados mestres na área do plano de contas. 10 .  Empresa. e mudar o título da conta de maneira correspondente.

Segmento da empresa. É uma alternativa para usar o plano de contas do grupo de empresas. • Segmento com dados específicos da empresa: No nível de empresa. deve primeiro criar um segmento da organização de compras. Qualquer empresa que queira fazer negócios com um cliente ou fornecedor específico deve criar um segmento da empresa para este.  Visão da conta do cliente (SD): Como o departamento de vendas e distribuição também permanece em contato com o cliente e precisa conhecer os dados específicos sobre ele. as empresas que necessitarem de plano de contas diferentes para o sistema externo de informações poderão: • Ter atribuído um plano de contas do país. Deve-se criar primeiro um segmento da área de vendas antes de fazer negócio com o cliente.• Desvantangem: Como as empresas usam plano de contas operacionais diferentes. Qualquer organização que queira fazer negócios com um fornecedor. Cada número de contas do país só pode ser usado uma vez. Se cada empresa usar o mesmo plano de contas operacional. • Ter o número do plano de contas do país ( número alternativo) introduzido em todos os segmentos da empresa. • Desvantagem: Os responsáveis que estão familiarizados com o plano de contas do país terão que se acostumar a usar o plano de contas operacional. é impossível executar qualquer controlling inter-empresarial.  Visão da conta do fornecedor (MM): Deve-se criar um segmento da organização de compra para fornecedores. Com isso é criado uma conta de cliente ou fornecedor. Este segmento contem dados específicos da área. 11 .  Conta total do cliente: É formada por 3 segmentos a seguir: • • • É formado por dados gerais no nível de mandante.  Plano de contas específico do país Contem as contas necessárias do Razão para atender as necessidades legais do país. pode ser criado um segmento da área de vendas para cada cliente. Segmento da área. estes dados podem ser acessados em toda a organização.  Conta de clientes e fornecedores: Possuem 2 segmentos: • Processamento de dados gerais: No nível de mandante.

 Corporate group: Identifica a matriz ou holding do cliente/fornecedor. • Campos importantes:  Search term: abreviação para o nome. Depois de criada. caso contrário existe o risco de criar registros mestres incompletos ou duplicados. por exemplo. O número da conta é atribuído ao cliente ao nível de mandante. correspondência. seguros. operações de pagamento. ou com a ativação da verificação automática de duplicação. texto.Em geral o segmento da área de vendas a ser atribuído a empresa tem que ser criado.  Grupo de contas para clientes/fornecedores: O grupo de contas controla: • • • O intervalo de numeração das contas (ranges). Para corrigir e encontrar essas contas incompletas pode se executar o relatório RFDKG00. de um endereço sequencial para um endereço de entrega. para comparação de dados mestres de clientes ou o RFFFAG00 para a comparação de dados mestres de fornecedor e fazer as correções necessárias. O status dos campos no registro mestre. seu grupo de contas não poderá ser modificado. dados de controle. 12 . • Dados da empresa: Administração de conta. • Dados gerais: Endereço. A criação de contas duplicadas pode ser evitada com o uso de matchcode antes da criação de uma nova conta. texto.  Comparação de dados mestres: É mais fácil criar registros mestres de clientes/fornecedores centralizadamente para garantir sua correta definição.  IBAN: Código internacional de conta corrente bancária para empresas estrangeiras.  Intervalo de numeração para clientes/fornecedores: Existem intervalos de numeração separados para as contas de clientes e fornecedores.  Accounting clerk: Identifica o gerente responsável pela conta. operações de pagamento. O grupo de contas é usado para controlar os campos exibidos no registro mestre na tela de criação inicial. porém é possivel modificar o grupo de contas. Se a conta for de cliente ou fornecedor esporádico (one-time). imposto retido na fonte.  Páginas da conta de cliente/fornecedor: Todos os segmentos de conta consiste em várias páginas com diferentes grupo de campos.

Desta forma todas as telas terão a mesma estrutura. a transação e a empresa são combinadas.  Numeração interna: Significa que o sistema atribui os números em ordem sequencial. Assim ele pode exibir o número atual que informa quantos números ainda existem em um dado intervalo de numeração.  Controle do status do campo: O layout das telas de dados mestre de clientes/fornecedores podem ser afetados por diversos fatores: • Controle do grupo de contas: Em geral o status é controlado apenas pelo grupo de contas. • Controle dependente da transação: Se desejado. enquanto a outra fica responsável pela validação das modificações. Não é necessário atribuir os números em sequencia. Os números externos podem ser alfa-numéricos. A definição de status de campo de grupo de contas.  Conta normal (conta esporádica/one time): Para todos os clientes ou fornecedores com os quais raramente se faz negócios devem ser criados registros mestres especiais de clientes e fornecedores. O status do campo deve ser exibido como “exibir” para a transação “alterar”. Portanto devem ser suprimidos os campos específicos do cliente. embora possa ser campo de entrada em outros. Todos os intervalos de numeração podem ser atribuído a um ou mais grupos de contas. e eles não podem se sobrepor. “alterar”. “exibir”. • Controle dependente da empresa: Os campos não usados em uma empresa podem ser suprimidos. Não são armazenados dados específicos para um único cliente/fornecedor no registro mestre. o status do campo pode depender também das transações de dados mestres “criar”. 13 . portanto o número atual não pode ser exibido. se o campo não puder ser modificado após a criação.  Princípio do duplo controle: Uma pessoa é responsável pelas modificações em um cliente ou fornecedor. sendo usada aquela com maior prioridade. Os dados específicos para clientes/fornecedores esporádicos são introduzidos no documento por ocasião do lançamento.  Numeração externa: Os números são entrados manualmente pelo usuário que cria o registro mestre. em geral de alterações críticas.O conjunto de número de contas possíveis está dividido em intervalos de numeração menores.

usando o programa de pagamento. pode compensar reciprocamente partidas em aberto. ou vice-versa. A entrada no segmento da empresa tem maior prioridade que no nível de cliente. ou pode-se obter uma lista. se deseja compensar um cliente com um fornecedor.Primeiro é preciso definir os campos de príncipio de duplo controle nos registros mestres de clientes e fornecedores no IMG. Contas que devem ser confirmadas pelo usuário. o dinheiro para liquidar as partidas em aberto vencidas da conta será cobrado do pagador alternativo.  Se o pagador/recebedor do pagamento alternativo for um cliente ou fornecedor existente. os números do fornecedor/cliente podem ser entrados no registro mestre como pagador/recebedor do pagamento autorizado.  Pagador/ recebedor alternativo: Nos níveis do cliente e da empresa pode ser introduzido. em separado. A lista pode ser restringida por: • • • • • Cliente/Fornecedor. Durante a entrada da fatura. Contas recusadas. Para-se usar esta compensação as seguintes etapas devem ser realizadas:  O número da conta do fornecedor deve ser introduzido na conta do cliente e vice-versa. o dinheiro que a empresa deve pagar para liquidar as 14 . Se optar pela compensação. caso a entrada seja modificada. é possível entrar informações individuais de pagador/recebedor do pagamento de um cliente/fornecedor que não tenham sido criados no sistema. o campo “compensação com fornecedor” da conta do cliente precisa ser marcado e vice-versa. Empresa. As confirmações podem ser feitas individuais.  Cada empresa pode decidir. o cliente/fornecedor correspondente será bloqueado no pagamento.  Se um recebedor do pagamento alternativo for introduzido.  Se dor introduzido um pagador alternativo. Há várias opções para esta funcionalidade:  Se o campo “especificação individual” for selecionado durante a entrada da fatura. um desses pode ser selecionado com o uso de matchcode.  Compensação cliente/fornecedor: Se um cliente for também um fornecedor. O bloqueio só é removido quando uma 2º pessoa com a autorização verifica a modificação e a confirma ou rejeita. Contas ainda não confirmadas. Se um campo for definido como sensível no registro mestre.

Todos os itens lançados na filial são transferidos para a sede. 15 . • Utilizando a operação criar bancos no menu do registro mestre de contas à receber/ à pagar.  Sede/Filial: Os clientes. Mas se o campo “processamento descentralizado” estiver marcado no registro mestre da sede. • Para os clientes que usam a funcionalidade lockbox.partidas vencidas será enviado ou transferido ao recebdor alternativo.  Bancos: O cadastro de banco é feito a nível de mandante (client). informações bancárias eletrônicas. fazem seus pedidos localmente. Os bancos utilizados pela empresa são definidos como bancos da empresa. Em geral a sede que é cobrada e tem de pagar ou receber o pagamento. Eles podem ser criados de 4 maneiras: • Ao entrar informações bancárias no registro mestre de cliente ou fornecedor ou na configuração do banco da empresa.  Cadastro de Bancos: Todos os bancos usados no sistema precisam ter um registro mestre de banco. Se o cliente/fornecedor tiver mais de um banco. dados de ordens de pagamento postais e grupos de bancos. contas bancárias por banco e contas do Razão por conta bancária.  Registro mestre de banco: São armazenados centralmente no índice de bancos. a conta da filial será usada. • O índice de bancos pode ser importado de um disco ou uma fita contendo o programa RFBVALL_0. Estes bancos são criados na configuração e compõe-se de:  Dados mestre de bancos. em alguns setores industriais. Todos os bancos usados no sistema precisam ter um registro mestre de banco. O campo “tipo de banco” no registro mestre de cliente/fornecedor é usado para fazer distinções de bancos diferentes. transferência de dados bancários específica do país. o usuário pode selecionar os bancos diferentes com o uso de matchcodes no campo banco parceiro. Incluem dados de endereço do banco e dados de controle como o código swift. Isto pode ser refletido no sistema por meio das contas da sede e da filial. pode ser criada uma pasta batch input que atualiza automaticamente as informações bancárias do cliente no registro mestre. São identificados pelo país e pela chave do banco. mas pagam suas faturas de forma centralizada.

 Um documento de FI compõ-se de: • Um cabeçalho do documento (Informações que se aplicam ao documento inteiro.  Contas bancárias: Precisam ser definidas. Empresa.  Conta do Razão que reflete os lançamentos da conta bancária no Razão. Exercício. • ACCOUNT ID: Apelido interno da conta corrente da empresa.  Duas das mais importantes chaves de grupo são: • • O tipo de documento para o cabeçalho. • BANK ACCOUNT NUMBER: Conta corrente da empresa. • HOUSE BANK ID: Apelido interno da agência.  Um documento é identificado pela combinação de: • • • Número de documento.  Moeda.• HOUSE BANK: São as agências que a empresa tem conta. UNIDADE 3 – CONTROLE DE DOCUMENTOS Para qualquer transação é gerada um documento informando quem fez. • 2 a 999 partidas individuais (infomações específicas daquela partida individual). • BANK KEY: Chave que identifica o banco + dígito do código do banco + agência. que é único. As duas devem ter a mesma moeda de conta. quando fez e o que fez. 16 . Deve-se criar uma conta do Razão para cada conta bancária e vice-versa. Os dados da conta bancária contem:  Número da conta no banco. A chave de lançamento para as partidas individuais. As contas podem ser identificadas por um ID de conta.

desde que esse número ainda não tenha sido atribuído. Os principais controles de tipo de documentos são:  O intervalo de numeração dos números de documentos. no cabeçalho do documento de processamento eletrônico de dados.O sistema pode atribuir os número de documento (atribuição interna) ou o usuário pode atribuí-los ao entrar no documento (atribuição externa). modificados ou copiados. Um evento pode acionar mais de um documento dentro do sistema. o sistema atribuiu um novo número para cada documento no componente FI. O sistema ligará os documentos relacionados para fornecer uma visão completa de qualquer transação contábil dentro deles. 17 . Na atribuição de números externos o sistema transfere o número do documento de faturamento para o documento de FI. O sistema standard é fornecido com tipos de documentos que podem ser utilizados.  Se as faturas foram lançadas com o método de valor contábil liquido (net procedures). Para transferência de documentos de fatura o sistema utiliza os documentos:  RV: tipo de documento inicial para documentos de faturamento de SD (fatura de clientes).  RE: tipo de documento inicial para documentos de faturamento de MM (fatura de fornecedores).  Tipos de documento: Controlam o cabeçalho do documento e é usado para diferenciar as transações comerciais a serem lançadas. O programa de pagamento utiliza o tipo de documento ZP para lançamento automáticos. Procedimento para preenchimento de documentos originais:  O tipo de documento controla o preenchimento do documento.  Registrar o número do documento de processamento eletrônico de dados no documento original.  DG: apenas lançamentos no cliente (D) e nas contas do Razão (S).  Os tipo de contas permitidos para lançamentos. Caso o documento o documento original tenha um número externo:  Entrar o número externo no campo número de referência.  Tipos de documentos standard importantes: O tipo AB permite lançamentos em todos os tipo de contas.  O status de campo de cabeçalho “texto” e “número de referência”. É preciso gravar os documentos originais sob o número de documento de processamento eletrônico de dados. Os tipos são definidos no nível de mandante. Quando a atribuição de números internos é utilizada.

Não é reiniciado no limite inferior. • Numeração externa: O usuário entra o número do documento original ou o número é transferido automaticamente de um sistema de faturamento antecipado. o sistema continua a adotar o número seguinte ao número atual. 18 . a numeração do documento começa novamente no inicio inferior. Em uma empresa.  Status do campo de documento: Depende da conta e é personalizado em contas do Razão. Isto evita que o limite superior de intervalo seja atingido. • Para faturas de clientes: 01 É a chave para débito. Se o item é lançado como crédito ou débito. a partir do intervalo de numeração.  Funções das chaves de lançamento: Tem função de controle dentro das partidas individuais. Assim cada documento terá uma numeração única na empresa. • Por exercício: No início de cada exercicio. No processamento de clientes e fornecedores. O status do campo de detalhes adicionais. • Até um exercicio futuro: No início de cada exercicio. 50 É a chave para crédito. o status do campo é personalizado na chave de lançamento. Os números podem ser alfanuméricos. • Numeração interna: O sistema grava o último número de documento usado. Eles não podem ser sobrepostos. e as chaves também indicam: • Se a partida diz respeito ou não a uma operação de pagamento. Essas funções controlam: • • • O tipo de conta em que é possível lançar uma partida individual. • Para faturas de fornecedores: 40 É a chave para débito. no campo “número atual” e adota o número subsequente para o documento seguinte. As chaves de lançamento são definidas no nível de mandante. Essa informação é necessária na análise de histórico de pagamento e na criação de avisos de pagamento. • Para operações do Razão: 40 É a chave de lançamento para débito. 31 É a chave para crédito. 50 É a chave de lançamento para crédito. cada tipo de documento deve estar associado a um intervalo de numeração. quando necessário. Intervalo de numeração de documentos: Define o intervalo permitido em que se deve posicionar um número de documento que não pode ser sobreposto.

ou definir novas chaves de lançamentos. Portanto.Da mesma forma que na definição de status de campo em contas do Razão. é possível tornar o status dependente da transação da conta.  Períodos contábeis: São definidos na variante do exercício. Esta combinação gera erro. No final de cada período ele em geral é encerrado e o período seguinte é aberto. o sistema verifica os períodos que estão alocados para o tipo de conta “+”. Para cada categoria de contas do Razão é necessário determinar o status de cada campo de entrada de documento. Portanto o tipo de conta “+” deve 19 . A chave de lançamento é definida no nível de mandante e ela determina como o item do documento será lançado (débito ou crédito). é aplicado o status do campo com prioridade mais alta. Esta é a primeira verificação.  Variante do perído contábil: Várias empresas podem usar a mesma variante. Para se evitar lançamentos em períodos contabéis errados. no grupo de status de campo. os períodos desejados podem ser fechados. todas as tarefas que façam referência a essas chaves deverão tambem ser atualizadas. apenas 2 chaves de lançamento (40 e 50) são necessárias. e o grupo de status de campo. Nos lançamentos do Razão.  Livro Auxiliar: Uma vez que não tem grupo de status de campo. a diferença é feita principalmente por grupo de status de campos diferentes.  Chaves de lançamento Standard: Se modificá-las.  Grupo de status de Campo: Usado apenas para o Razão Geral. dois intervalos de períodos tem que estar aberto ao mesmo tempo. as diferenças no lançamento do livro auxiliar são efetuadas. Ao influenciar definições de status de campo das chaves de lançamento. o que torna a atualização do período mais fácil. Durante o fechamento financeiro. Há muitas chaves de lançamento para lançamentos no livro auxiliar. Durante o procedimento de fechamento. alguns períodos extraordinários também podem ser abertos para lançamentos de encerramento. Chaves de lançamento para ativos e materiais só podem ser atualizadas se os componentes correspondentes estiverem implementados. principalmente por chaves de lançamento diferentes. A abertura e fechamento de períodos são feitos ao mesmo tempo para todas as empresas atribuídas. É impossível combinar status “suprimir” e “entrada obrigatória”. Portanto dois intervalos de períodos podem ser entrados na tabela de período contábil. Essas regras são agrupadas para cada categoria de contas do Razão.  Verificações de período por tipo de conta: No nível de cabeçalho do documento.

A entrada de determinadas contas de reconciliação atrás de tipos de contas do livro auxiliar. O intervalo de contas sempre tem contas do Razão.ser aberto para todos os períodos que se supõe que estejam aberto para qualquer outro tipo de conta. ele será colocado no grupo de tolerância default. dentro dos grupos de tolerâncias:  Montante total por documento. Para funcionários com limites muito alto ou muito baixo. Geralmente o grupo de tolerância default contem valores que devem ser válidos para o maior grupo de empregados. É razoável utilizar o primeiro intervalo para períodos extraordinários e autorizar somente os contadores envolvidos no encerramento para fazer lançamentos nesses períodos. O tipo de conta “+” representa a entrada mínima na variante do período contábil.  Atribuições de autorizações de lançamento: Se um usuário não for atribuido a nenhum grupo de tolerância especial.  Dois intervalos de período: Devem estar abertos ao mesmo tempo durante o procedimento de encerramento. No nível de partida individual. com o mesmo valor no campo “grupo de autorizações” com na tabela de períodos contábeis. 20 .  Autorização de lançamento: • Montantes máximos: São definidos por empresa em “grupos de tolerância”. Períodos contábeis podem ser tratatos de diferentes modos para vários tipo de conta. Nesta seção são enfocados os “limites superiores para operações de lançamento”. O usuário deve ter autorização para o objeto de F_BKPF_BUP (autorização para períodos contábeis. o sistema verifica o tipo de conta da chave de lançamento para saber se o período está aberto para o tipo de conta atribuído. faz com que as contas do livro auxiliar possam ser tratadas diferentemente das contas com conta de reconciliação diferente. Um grupo de autorização pode ser atribuído ao primeiro intervalo. deve ser criado e atribuido um grupo de tolerância especial para seu ID de acesso de usuário.  Montante por item de cliente/fornecedor. Aqui também é controlado o processamento das diferenças de pagamento.  O percentual de desconto que um usuário pode garantir nesse grupo de tolerância. UNIDADE 4 – CONTROLE DE LANÇAMENTOS  DEFAULT VALUES: • ID DE PARÂMETRO: Definir determinados valores de campo default.

 Definições de chave de lançamento de débito/crédito.• OPÇÕES DE PROCESSAMENTO: Definir máscaras da tela default. será emitido uma mensagem de aviso. Contudo a data de entrada não pode ser mudada.  Modificação de documentos: Modificações em 2 níveis: 21 . princípio de documento.  DEFAULT DE SISTEMA E CONTÁBEIS: • • Default de sistema: Data de lançamento. Como o processo é feito em várias operações contábeis. notação decimal. formatação de data.  Proposta de exercício. nas seguinte áreas:  Entrada de documento: O usuário pode ocultar campos que não sejam relevantes para seus jobs. Uma fatura de fornecedor terá o tipo de documento KR usando a chave de lançamento 31.  Proposta de data efetiva. os tipos de documentos default e as chaves de lançamento são definidos por operação em customazing. Default contábeis:  Tipo de documento e chave de lançamento. ou seja tem a opção de entrar o montante de um pagamento parcial ou o saldo da nova partida em aberto. todos os documentos devem ter equivalência antes de seu lançamento. • REGISTRO MESTRE DE USUÁRIO: Idioma.  Exibição de documento: O usuário pode definir diferentes opções de exibição ao consultar documentos. Se o sistema encontrar uma diferença superior a estabelecida. Os Ids de parâmetro permitem aos usuários definir valores propostos para campos cujo valores não se modificam com frequência. Modificar estrutura da tela. a diferença máxima entre a taxa de câmbio que foi entrada no cabeçalho do documento de uma operação e a da tabela de taxas de câmbio. É preciso definir no nível da empresa. As opções de processamento permitem aos usuários modificar suas telas do sistema.etc.  Desvio máximo na taxa de câmbio. impressoras. Uma fatura de cliente terá o tipo de documento DR e o débito será lançadousando a chave 01. O sistema atende ao “princípio do documento”.  Partidas em aberto: Os usuários selecionam exibições de estrutura linhas e opções de lançamento para processar partidas em aberto. O sistema sempre propõe a data atual como a data de lançamento e de entrada durante o processamento de documento.

 O documento não é uma inscrição ao crédito referente a uma fatura.  Cabeçalho do documento.  Classes de transação: São usadas apenas nas operações do Razão especial para letras de câmbio e adiantamentos.  Os valores novos e antigos. Pode-se modificar determinados campos do cabeçalho de documento e das partidas individuais. Partida individual. • Partidas individuais: O sistema não permite modificações no montante. 2º o reversal´s reason deve estar customizado para lançamentos negativos. • Cabeçalho do documento: Somente o número de referência e os campos de texto podem ser modificados.  A partida individual ainda não está liquidada. na chave de lançamento. alocação. ao estornar o documento original utiliza-se os mesmo posting keys do documento original porém muda o sinal para negativo. contas à pagar e Razão.  Documento Reverso (estorno): Pode ser revertido de 2 maneiras (normal/standard ou lançamento negativo.  A hora e a data da modificação. Se ativados.  O usuário que fez as modificações. A medida que os usuários modificam os documentos. Determinados campos não podem ser modificados: montante. Outros campos podem ser modificados: textos.  Lançamento negativo: Para que seja permitido este tipo de documento são considerados 2 pré-requisitos: 1º a empresa deve permitir lançamentos negativos. 22 .  O documento não é um crédito decorrente de um adiantamento.  Regras de modificação de documentos: Pode-se ter diferentes regras de modificação para cada campo:  Tipo de conta: Permite diferenciar uma regra entre contas à receber. O sistema rastreia todas as modificações de documentos. chave de lançamento. As condições para modificar um campo são pré-definidas e podem ser modificadas da seguinte maneira:  O período contábil ainda está aberto. na conta ou em qualquer outro campo que afete a reconciliação de um lançamento. a regra é aplicada em cada empresa.  Empresa: Se o campo estiver em branco. as seguintes informações são registradas:  O campo que foi modificado.

 • • • Condições de pagamento: São utilizados para definir: Data base para cálculo de vencimentos. As condições de pagamento durante o lançamento de uma fatura dependerão do local de criação desta fatura: • Se uma fatura tiver sido criada em FI. e segmento de compras de um registro mestre de cliente/fornecedor. Ex: documento original 40. segmento da área de vendas. As condições são: • Alocadas no registro mestre de cliente/fornecedor. • Se tiver sido lançado em SD as condições de pagamento da fatura. As condições habilitam o sistema para calcular o vencimento de fatura e desconto. Se a condição de pagamento tiver sido atribuida no registro mestre ela será proposta pelo sistema. • Porcentagem de desconto: Taxa utilizada para calcular o valor do desconto. Porcentagem de desconto. Standard: Reverte o lançamento utilizando a posting key inversa. • Propostas pelo sistema ou entradas pelo usuário. Condições de pagamento são condições estabelecidas entre parceiros de negócios para liquidar o pagamento de faturas. • Usadas em partidas individuais de transação para determinar as condições de pagamento. elas serão copiadas para a fatura em FI (as faturas em FI são criadas automaticamente). e vice-versa. as condições de pagamento do segmento de compras serão prospostas pelo sistema. Validade dos descontos. durante seu lançamento em MM. no entanto o usuário pode entrá-la ou modificá-la durante o processamento da operação. são copiadas para a fatura em FI.  Condições de pagamento em fatura: As condições podem ser entradas no segmento da empresa. As condições definem o vencimento da fatura e o desconto oferecido para a liquidação antecipada desta fatura. Para ser feito o cálculo o sistema necessita de 3 elementos de dados: • Data base: Data que dá origem ao vencimento. 23 . • Se uma fatura de cliente tiver sido criado em SD. as condições de pagamento do segmento da área de vendas serão propostas pelo sistema. • Validade dos descontos: Período em que será permitido o desconto. As condições de pagamento da fatura. a reversão será 50. as condições de pagamento do segmento da empresa serão propostas pelo sistema. • Se uma fatura de fornecedor tiver sido criada em MM.

Ao entrar uma fatura de fornecedor, pode-se tambem definir um montante de desconto fixo ou uma porcentagem de desconto. Ou seja, o desconto é concedido independente do período.  Condições de pagamento relativas a crédito:  Crédito relacionado a faturas: Os créditos podem ser relacionados a fatura original, com a entrada do número no campo da fatura relacionada durante a entrada do documento. Neste caso, as condições de pagamento são copiadas da fatura, de forma que ambas (fatura e crédito) tenham o mesmo dia de vencimento.  Outros créditos: As condições de pagamento em outros créditos não são válidas e são devidass na data do documento. Para ativar as condições de pagamento nessas inscrições ao crédito referentes a fatura, é preciso entrar um “V” no campo de fatura relacionada durante a entrada do documento.  Condições de pagamento: Dados Básicos • Dia limite: Até este dia do calendário, a condição de pagamento pode ser aplicada, isto possibilita que as condições de pagamento sejam dependentes da data. • Descrição: Tem 2 elementos: Uma explicação determinada pelo sistema, que é uma descrição relacionadas a vendas para impressão de faturas, e um explicação definida pelo usuário. • Tipo de conta: Permite a utilização conjunta ou exclusiva de uma condição de pagamento em um livro auxiliar.  Controle de Pagamento: • Uma fatura geralmente é bloqueada com uma chave de bloqueio na partida individual, no entanto é possível definir uma chave de bloqueio em uma condição de pagamento; • Uma forma de pagamento é, em geral, entrada na partida individual, todavia é possível definir uma forma de pagamento e uma condição de pagamento. • O sistema propõe a definição da chave de bloqueio e da forma de pagamento em uma condição de pagamento na partida individual, caso a condição de pagamento seja atribuída no registro mestre do parceiro de negócios.  Data Base: É a data de ínicio que o sistema utiliza para calcular o vencimento da fatura. Os valores propostos, a partir dos quais é possível determinar a data base são os seguintes:  “Sem default”, “Data de lançamento”, “Data do documento” ou “ Data de entrada”. Especificações para o cálculo da data base:  A data afixada é utilizada para substituir o dia de calendário da data base; 24

 A quantidade de mês(s) a ser adicionado ao mês de calendário do mês base.  Desconto: Para-se calcular, entra-se uma porcentagem na condição de pagamento. A quantidade de dias de validade da porcentagem também é entrada na mesma linha. Podem ser acrescentados outros dias ou meses fixos. Os dias e meses definidos na condição de pagamento são usados em conjunto com a data base para calcular o montante de desconto correto para a data de pagamento. Pode-se entrar até 3 validades de desconto.  Dias limite: Os dias limite possibilitam condições de pagamento dependentes da data. Pode-se definir diversas versões de uma chave de condições de pagamento, cada uma delas com diferentes dias limites.  Prestação (installment payments): Um plano de pagamento em prestações possibilita que o pagamento de uma fatura seja feito ao longo de vários meses, ou que uma parte do montante da fatura seja retida para pagamento em data posterior. O sistema cria uma partida individual para cada prestação determinada.  Montante base desconto: A legislação federal do país é que determina se o montante base de desconto será o valor liquido ou o valor bruto (que inclui os impostos). É preciso decidir, por empresa ou por código de jurisdição, como o sistema deve determinar o montante base de desconto.  Lançamento de descontos – Procedimeno Bruto: O montante de desconto é entrado na fatura, manual ou automaticamente pelo sistema, que para isso utiliza as taxas existentes nas condições de pagamento. É possível modificá-lo até mesmo depois que a fatura é lançado. Quando for liquidada uma partida em aberto, de uma conta de cliente ou fornecedor, desconto possível é automaticamente lançado em uma conta de “desconto concedido” ou “desconto não-vencido”. Estas contas são definidas na configuração.  Processo de contabilização liquida para fornecedores: Se for feito o lançamento de uma fatura de fornecedor com um tipo de documento para o processo de contabilização liquida, o montante lançado em despesas ou na conta do balanço é reduzido pelo montante do desconto. O mesmo montante também é lançado em uma conta de liquidação de desconto para compensar o documento. Quando-se utiliza o processo de contabilização liquida, o montante de desconto é automaticamente lançado durante o lançamento da fatura. A conta de liquidação de desconto deve ser administrada com base na partida em aberto.  Impostos (taxes): Há apenas 2 permitidos no sistema R3:

• Taxas por nível de país/federal; • Taxas por nível de estado/jurisdição. Cada país está associado uma “tax procedure for calculation”. É semelhante ao esquema de cálculo de preços em SD, cada “account key” está associada a “tax account”. O tipo de condição difere as regras para o cálculo de impostos. 25

No momento da determinação de conta define-se as regras (débito/crédito e tax code).  Code Tax: É informado no momento de lançar um documento e está associado ao country code, sendo assim determina qual o esquema de cálculo de impostos. Pelo tax code tem-se o percentual de imposto e qual a determinação de contas.  Tax accounts: As contas de impostos dentro do G/L Master Record devem estar com o campo Tax category preenchidos e por garantia o campo post automatically only deve estar flegado.  Processo do cálculo da taxa: Dados requisitados para o automatic determination for tax amounts:    Regras; Chave de lançamento; Contas de taxas;

 Operação inter-empresarial: Envolve duas ou mais empresas em uma transação contábil, exemplos:  Uma empresa compra de outras empresas (suprimento centralizado).  Uma empresa paga para outras empresas (pagamento centralizado).  Uma empresa vende mercadorias para outras empresas. Uma operação inter-empresarial faz lançamentos em contas de várias empresas. Isto não pode ser feito com o lançamento de apenas um documento, porque um documento sempre é atribuído a uma única empresa. Em vez disto, o sistema lança um documento em separado para cada empresa envolvida. Para salvar débitos e créditos nesses documentos, o sistema gera partidas individuais automáticas, que são lançadas em contas transitórias, isto é, conta as pagar ou a receber entre empresas. Os documentos pertencentes a uma operação inter-empresarial são ligados por um número de operação inter-empresarial comum.  Contas transitórias: Devem ser definidas em cada empresa antes da execução de uma operação inter-empresarial. As contas transitórias podem ser contas do Razão, de clientes ou fornecedores. Na configuração, é necessário atribuir contas transitórias para cada possível combinação de 2 empresas, afim de permitir lançamentos inter-empresarias entre essas combinações (ex: 3 empresas precisam de 3x2=6 contas transitórias). Para diminuir a quantidade de contas transitórias, pode-se utilizar apenas uma empresa como Empresa de Compensação . Neste caso, o usuário deve atribuir contas transitórias para cada combinação da empresa de compensação com as outras empresas. (ex: 3 empresas precisam de 2x2=4 contas transitórias). Também é necessário atribuir Chaves de Lançamento as contas transitórias para identificar que tipo de contas elas são. 26

a transação deve ter sido compensada . • LANÇAMENTO COM COMPENSAÇÃO: O usuário entra itens de documento e. Número para operação inter-empresarial: • No lançamento do documento inter-empresarial. os itens serão marcados para compensação. e para qualquer moeda.  Se o saldo for zero.  Contas a compensar devem ser definidas. do número da primeira empresa e do exercício atual. de forma que o saldo resultante das partidas seja zero. para interligar todos os novos documentos. • PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO AUTOMÁTICA:  Funções de compensação:  Agrupar itens por conta. Condições para compesação:  As contas devem ser administradas com base em partida em aberto. O lançamento com compensação pode ser feito simultaneamente para várias contas e tipos de contas. Ele é arquivado no cabeçalho. 27  . • Os documentos inter-empresariais podem ser estornados: o sistema pode estornar cada documento separadamente. Para que uma transação de partidas em aberto seja considerada completa. • O número do documento é uma combinação do número do documento da 1º empresa. O sistema marca as partidas compensadas e cria um documento de compesação. UNIDADE 5 COMPENSAÇÃO DE PARTIDAS EM ABERTO • PARTIDAS EM ABERTO: São transações incompletas. com a utilização do programa de pagamento automático. tais como fatura de fornecedor que não foi paga. Esta transação pode ser realizada manual ou automaticamente. O número e a data de compensação são entrados nas partidas em aberto liquidadas. A data de compensação pode ser a data atual ou uma data definida pelo usuário. marca as partidas em aberto que devem ser compensadas. o sistema gera um número para operação inter-empresarial. Uma transação considerada completa é quando um valor de contrapartida é lançado para um item ou grupo de itens. em seguida. • COMPENSAÇÃO DE CONTAS: Permite selecionar e fazer a correspondência das partidas em aberto existentes a partir de uma conta de saldo zero.

débitos. Itens com entradas de imposto retido na fonte.  Cinco critérios livres definidos no cabeçalho ou item do documento. o sistema faz a compesação automaticamente e cria documento de compesação. na moeda local e dentro de um grupo for zero. geralmente uma fatura. adiantamentos. Todas as contas que exigem compensação automática precisam ser definidas via customazing.  A 1º etapa no processo de partidas em aberto é a ativação das partidas individuais necessárias para alocar um pagamento. Podem ser pagamentos.  Programa de compensação automática: O usuário pode compensar partidas em aberto de contas do Razão. liquida um montante devedor em aberto.  Processo de partidas em aberto: Há uma tela que lista todas as partidas em aberto sem equivalência.  Moeda. 3. ou seja. São marcadas as partidas em aberto que serão compensadas. Lançamentos estatísticos. pela alocação manual de um montante de contrapartida a uma partida em aberto. Itens não compensados:    Partidas memo. • Processo de pagamento manual:  Incoming payment: Recebimento. letras de câmbio. de fornecedores e clientes.  Outgoing payment: Pagamento.  Código do Razão especial. Pagamento manual é uma transação que compensa uma partida em aberto. créditos ou faturas. 2. A transação é gravada. O programa agrupa itens de uma conta que tem os mesmo:  Número de conta de reconciliação. Se o saldo dos itens.  Pagamento a efetuar: Geralmente usados em contas a pagar. liquida um montante de crédito em aberto. número de referência. São preenchidas as informações do cabeçalho do documento. De acordo com a configuração todos os itens podem ser marcados ou desmarcados quando o usuário chegar a esta tela. etc. campo de alocação.  Pagamento manual é processado em 3 etapas: 1. 28 .  Entrada de pagamento: Geralmente usadas em contas a receber.

Não pode exceder os limites definidos no grupo de tolerância. inclusive aquelas geradas automaticamente. o erro pode ser corrigido por uma das seguintes opções: o Modificação. o Marcação de partidas em aberto adicionais. Corrigir erros. eliminação ou entrada de uma partida individual.  Pagamentos diferenciados O grupo de tolerância de empregados é usado para controlar:  Os limites superiores para as operações de lançamento (“autorizações de lançamento”). todas as partidas individuais. é necessário primeiro anular as partidas compensadas.  Há várias maneiras de ativar ou desativar uma partida individual. podem também ser revisadas. O montante entrado é alocado na partida individual apropriada e deve ser proporcional ao montante e ao desconto do item. O grupo de tolerância de contas do Razão Geral é usado para controlar:  Permitir pagamento diferenciado (ex: procedimento de compensação automática).  O desconto pode ser modificado pela sobregravação do valor absoluto de desconto ou pela modificação da porcentagem de desconto.  As diferenças de pagamento permitidas.  Simular: Ao selecionar o documento.  O desconto concedido é determinado pela condição de pagamento da partida individual e é considerado no cálculo do montante atribuído. A última etapa é uma verificação final do documento entrado. Lançamento.  Síntese: As partidas individuais entrada podem ser revisadas antes do lançamento.  Corrigir erros: Se os débitos não forem iguais ao créditos. ou ocorrer um erro durante a entrada. o Processamento das partidas em aberto marcada. 29 . Somente assim o lançamento original pode ocorrer novamente.  O documento pode ser lançado quando o “montante entrado” for igual ao “atribuido”.  Lançamento: Se posteriormente. identifica que o documento contem erros e precisa ser corrigido. para em seguida.       Lançamento do pagamento: Detalhes da síntese. Simular verificação dos itens gerados automaticamente. estornar o documento.

O grupo de tolerância de clientes/fornecedores é usado para fornecer especificações para:     Procedimentos de compensação. Essa flutuação provoca diferenças de câmbio que o sistema lança automaticamente como ganhos ou perdas realizados. O lançamento de receitas de caixa e os pagamentos à vista são possíveis. A diferença realizada é gravada na partida individual liquidada. Diferenças de pagamento permitidas. na configuração. O sistema lança automaticamente nas contas de receita/despesas definidas. fornecedor e do Razão. Na compensação de uma partida em aberto já avaliada.  Reason code: Justificativas que devem ser associadas a pagamentos parciais. e é esse documento que representa somente o saldo em aberto. Essas diferenças são lançadas em outra contas de diferença de câmbio e em uma conta de ajuste de balanço. Com esta ferramenta pode-se:  Ter um caixinha separado para cada moeda.  Selecionar um número aleatório para identificação do caixinha ( uma chave alfanumérica de 4 digitos). que aparece como open nas consultas. • VARIAÇÃO CAMBIAL: Na liquidação de partidas em aberto em moeda estrangeira. • Tipos de documentos padrão do caixinha: 30 . UNIDADE 6 – CAIXA DIÁRIO O caixinha é uma nova ferramenta de administração de caixa no Enjoy. para diferenças de câmbio. residuais e com diferença.  Pagamento parcial: Quando o usuário define fazer este pagamento. o sistema estorna a conta de correção de balanço e lança a diferença de câmbio restante na conta para diferenças de câmbio realizadas.  Executar vários livros caixas em cada empresa. Tolerância para aviso de pagamento.  Fazer lançamentos em conta do cliente. Lançamento de partidas residuais das diferenças de pagamento. Diferenças de câmbio também são lançadas quando partidas em aberto são avaliadas para o balanço. a partida aparece com o valor total em aberto nas consultas. podem ocorrer diferenças realizadas devido a flutuação as taxas de câmbio.  Pagamento residual: Nele o sistema gera um documento novo.

 Moeda em que será executado o caixinha.   Documento conta Razão Geral= AB Pagamentos = KZ DA Recebimentos = KA DZ Para configurar o caixinha é necessário:  Informar a empresa onde quer usar o caixinha. UNIDADE 7 – RAZÃO ESPECIAL • CLASSES DO RAZÃO ESPECIAL:    Relativas a adiantamento.  O nome e a identificação de 4 dígitos do caixinha. o Entrada de pagamento de clientes.  Cash transfer (caixinha p/ banco) (B).  Cash transfer (banco p/ caixa) (C). o Entrada de pagamento de fornecedores.  Contas a pagar (K): recebimento de fornecedor e pagamento ao fornecedor.  Receita (R).  As contas do Razão onde se quer lançar as operações contábeis do caixinha.  Os tipos de documentos para: o Lançamentos em conta do Razão. Outras operações.  Tipos de razão geral especial:    Solicitações de adiantamento. Essas operações podem ser reunidas em 3 categorias básicas 31 . Adiantamentos. o Saídas de pagamento a fornecedores.  Contas a receber (D): recebimento de cliente e pagamento ao cliente. o Saída de pagamento a clientes. Relativas a letra de câmbio.  Tipo de transações:  Despesa (E). • RAZÃO ESPECIAL: As operações do Razão especial podem ser usadas de diversas maneiras. Lançamentos estatísticos (garantia/caução).

 Relativas ao adiantamento: O sistema tem telas e programas especiais préconfigurados que tratam da solicitação. • Partidas Memo (solicitação): Quando uma partida memo é lançada. Os programas de pagamento e cobrança podem ter acesso as partidas memos para processamentos adicionais.  Relativas a letra de câmbio: O processamento é utilizado para tratar das necessidades específicas do país. O sistema tem telas e programas especiais préconfigurados que utilizam funções de operações do Razão especial para atender as necessidades. Também é possível encaminhar partidas individuais de cada documento financeiro para uma conta de reconciliação alternativa por meio do código do Razão especial. São lançamentos com uma contrapartida de livre definição.  Partidas memo: São lançamentos que não são destinados a exibição no Razão. recebimento e aplicação de fornecedores ou clientes e estão contidos no menu standard. • Lançamento estatístico de contrapartida (automático) Sempre se fazem lançamentos na mesma conta de contrapartida. • CLASSES DE OPERAÇÕES DO RAZÃO ESPECIAL: Há 3 maneiras de registrar os lançamentos do Razão especial no sistema:  Lançamentos reais: Fazem parte do balanço. Ex: O lançamento de um adiantamento recebido. pode-se definir o número da conta necessária para o lançamento de contrapartida no sistema. o sistema liquida partidas em aberto relevantes da conta de contrapartida. Para o acesso a esses tipos de operações existe uma opção em processamento de documentos em fornecedores e clientes denominadas “Outros”. Quando o usuário liquida partidas em aberto de uma conta de partidas em aberto.  Outras operações: Os outros vários tipos de operações utilizam as funções de operação do Razão especial. As operações de câmbio estão contidas nos menus standard cliente e fornecedores do sistema e integrada a outras funções da FI. Por isso deve-se sempre ativar a exibição de partidas individuais destas contas. Em geral eles fazem parte do anexo do balanço. ou só no anexo.  Lançamentos automáticos de contrapartida: São operações que são sempre lançadas na mesma conta de contrapartida. Com isso controla-se o tipo de processamento a ser realizado quando a operação é iniciada. Ex: Lançamento de uma fiança. Partidas memo são administradas como uma partida individual na conta de partidas em aberto e na conta do Razão especial. mas apenas para lembrar de pagamentos em aberto vencidos ou a ser efetuados. Para simplificar a operação de lançamento. O processo de adiantamentos também foi integrado aos programas de processamento de cobranças e pagamentos. Ex: Solicitação de adiantamento. Essas operações são chamadas de lançamentos estatísticos pois geralmente não são exibidas no balanço. só há uma partida individual produzida. 32 .

 Os dados pré-editados podem ser analisados em vários relatórios do sistema. As contas contábeis utilizadas para as Specials G/L são contas de reconciliação para os tipos de conta D e K. • PARKING: Ao contrário dos documentos “normais” lançados:  A movimentação no período não é atualizada. Documentos que podem ser pré-editados:  Contas de clientes ( faturas e notas de créditos).  Um usuário pode analisar. Ao transformar uma solicitação em adiantamento. o documento será gravado ou eliminado. É possível visualizar em consultas Park Documents para controle do que está pendente de liberação e contabilização. UNIDADE 8. Os adiantamentos são free offseting entry porque a contrapartida irá variar de acordo com o meio de pagamento ou recebimento. • HOLD DOCUMENTS (memorizados) : São documentos memorizados que podem ser recuperados posteriormente através do botão Three. a partida irá aparecer como Open na FBL1N e quando o adiantamento for associado a fatura de cliente/fornecedor. o status mudará para clear. devem ser checadas como Open Item Management.PARKING DOCUMENTS A pré-edição de documentos é uma forma alternativa de inserir documentos de transações no sistema. 33 . Ao contrário dos documentos memorizados:  A pré-edição de um documento gera um número de documento.  No final. Ao contrário das contas de reconciliação de clientes e fornecedores. e consequentementes como Line Item Display. • Free Offseting entry: A conta contábil partida é definida no IMG e a contrapartida (offseting) é colocada manualmente. finalizados e gravados Usuário define um código qualquer para o documento e ele não é contabilizado.  Contas do Razão ( lançamentos no Razão).• Indicador de Razão Especial: Na sort key das contas contábeis de solicitação de adiantamento recomenda-se colocar o código de fornecedor/cliente para ser possível visualizá-los no campo assigment na FBL1N.  Contas de fornecedor ( faturas e notas de créditos). modificar e depois pré-editar novamente o documento.

tipo de documento. 4. • SAP BUSINESS WORKFLOW: É uma ferramenta de liberação que dá uma autorização no processo de negócios ou entre sistemas. aceleração dos procedimentos de trabalho. baixa as faturas. Post não apaga documentos. princípio do duplo controle. atribuir valores. define-se o que. Quando: Sempre que necessário. Serve tanto para pagamentos como para cobranças. Post autoriza a alteração de índices estatísticos. Roda agenda de pagamento. contas. Os documentos em abertos podem ser compensados no momento em que o sistema gera a proposta. objetos atribuídos a conta e datas específicas. Quando o documento de pagamento é criado. Pode ser adaptado de acordo com as necessidades do cliente. arquivo eletrônico. Como posso lançar: Individualmente ou através do processamento da lista ou relatórios. responsabilidades. Post não altera valores. company code. atribuir objetos contábeis. Parking : Funções adicionais: Display de aprovação de autorização. Não pode: Alterar moeda. Imprime com os tipos de pagamento. ou mediante arquivo retorno do banco (parâmentro). gerando spool de cheque. a alternativa é estonar. número de documento. 2. parking apaga.  Parked: Pode: Especificar datas. já para documentos em park isto é irrelevante. 3. Gera a proposta. gerar uma proposta de pagamento e gerar relatório ou arquivo para comunicação com os bancos. quando e por qual método será pago. número de contas.  O processo de pagamento consistem em 4 etapas: 1. Configura parâmetros. APOSTILA 2 UNIDADE 2 – PAGAMENTOS AUTOMÁTICOS O programa de pagamento automático consiste em coletar partidas em aberto. borderô. Suporta diversas atividades do usuário. 2.  Diferenças entre Posting documents X Parking documents: 1. abrindo documentos e salvando e/ou executando e salvando vários documentos ao mesmo tempo (batch input). em diversos tempos possíveis. parking não. 3. atualiza o G/L e o sub-ledger. 34 .

Para todas as company codes define-se relações de pagamento interempresas. formas de pagamento media (DME).  Contas: Define-se as contas de contra-partida (offset) ao subledger e as contas de compensação para o bill of exchange.  Expense/charges: Define-se o controle de taxas e despesas via conciliação do extrato bancário. indica que ajustes devem ser realizados. moeda estrangeira. tolerância de dias para pagamento. debit balance. otimizações como banco. Para 35 . As principais razões são: fatura bloqueada. Conforme forem ajustadas. • Bloqueio de pagamentos: Um pagamento pode ser bloqueado ou deletado ao editar a proposta. método de pagamento inválido. servindo para todos os pagamentos em aberto (master record). tipos de documentos para lançamento. no próprio documento ou ainda na proposta. o sistema gera 2 reports que podem ser editados: Proposal List e Exception List. aparecerão em verde.  Valores: É definido o valor disponível por house bank. métodos de transferência bancária. formas de pagamento. processo de transação do cliente/fornecedor. 3. sem dinheiro no house bank. Método de pagamento por company code define os valores máximo e mínimos de pagamento. o desconto. Essa informação será considerada no fluxo de caixa. data inválida nos dados mestres. Pagamento entre company codes define-se o valor para pagamento mínimo de entrada/saída. Bloqueios podem ser ativados no cadastro do fornecedor. As partidas podem ser visualizadas e alteradas através de drill-down. Método de pagamento por cada país define as configurações específicas do país. Estrutura de configuração para o programa de pagamento: 1. • Proposal List: O sistema sempre irá mostra uma linha em vermelho. Será possível estipular valores de despesas para recebimentos e pagamentos. • Editando propostas de pagamento: A empresa pode optar por solicitar a cada account clerk que edite a proposta de seus clientes/forcecedores. montante de pagamento inferior ao montante especificado para pagamento. impressão de programas e se marcado payment order only ele não baixa a fatura. moedas. código postal. house bank inválido. 5. clientes/fornecedores estrangeiros. • Exception List: São onde podem ser visualizar os itens que não podem ser pagos.  Value Data: Para cada conta e método de pagamento define-se a data em que a transação passará a ser válido em número de dias. Seleção de banco define-se: Ranking Order. que é a ordem de escolha do banco por método de pagamento. 2. Ao rodar a proposta de pagamento. nome do sap script. métodos de pagamentos elegíveis por company code. 4. Se houver valor.

tais como transferências. deve haver a identificação do analista de pagamento/cobrança no cadastro de cliente/fornecedor e no momento das edições os documentos poderão ser filtrados por account clerk.  DME (data media exchange) : Arquivos txt no formato padrão febraban que podem ter diferenciações de acordo com a house bank. ele joga a nota de crédito na lista de exceção e efetua o pagamento ao fornecedor. TED. Se não tiver sido definido nada. o sistema irá considerar essa definição como prioritária. as partidas em aberto são compensadas e os lançamentos contábeis gerados. Os pagamentos/recebimentos aparecerão no fluxo de caixa de acordo com o que foi definido na value data. Para rodar estes programas o sistema precisa de ao menos uma variante. • Débit Balance check: Quando o sistema verifica que para um determinado pagamento há uma nota de crédito (fornecedor deve para a empresa) e para essa nota de crédito não há um método de pagamento pré-estabelecido. se for definida a quantidade de dias no registro mestre. o sistema irá mantê-las travadas para compensação até que seja registrada a ordem de pagamento. DOC. É possível utilizar o PMW para alguns métodos de pagamento. Só são gerados para métodos de pagamento efetivados pelo banco. Quanto as partidas em aberto não compensadas. documentos de pagamento são criados. Para que isso não ocorra. • Pagamento Médio Workbench (PMW): É uma ferramenta para configurar a geração de arquivos via IMG (customazing) permitindo maior flexibilidade para ajustes em relação aos programas que são desenvolvidos para este fim.  EDI e notas de advertência de pagamento: Arquivos eletrônicos são usados para comunicação com bancos. Na configuração do método de pagamento/país é informado se o arquivo será gerado via programa ou via PMW. Nesse ponto. Os pagamentos/cobranças que entraram nesta rodada serão travados pelo sistema para que não seja possível compensá-los manualmente ou selecionados em uma outra proposta.isso. Valores de descontos podem ser alterados. é possível configurar o sistema para que faça o débit balance check e se o valor a pagar for menor do que o crédito contra 36 . • Variantes para programas de impressão: Para emissão de relatórios ou geração de arquivo EDI é especificado para cada método de pagamento e país onde está configurado. Avisos podem ser enviados aos clientes/fornecedores por e-mail ou EDI messages. Para pagamento em cheques. o sistema irá demonstrar pagamentos/recebimentos na data em que foram lançados. • Executando pagamento: Até este momento nenhum item foi contabilizado. clientes e fornecedores.

notas de crédito (Special GL transactions) e código para textos que poderão também ser utilizados em outro procedimento de cobrança. quantos níveis de cobrança existirão. É possível ter um processo de cobrança inclusive para clientes eventuais. de acordo com o tipo de cliente. solicitações. O procesos de cobrança serve para transações normais (AR) e para transações do Razão Especial. UNIDADE 3 – COBRANÇA AUTOMÁTICA • Configuração do programa de cobrança: É um programa para geração automática de cartas de cobrança para faturas vencidas. indicação de que serão consideradas. Ambiente. Geralmente existem processos de cobranças distintos. • Schedule Manager: É uma transação muito usada para agendar e monitorar as atividades de fechamento. quanto dias após a data de vencimento a empresas irá esperar para cobrar o cliente. O sistema já possui alguns processos de cobranças cadastrados que podem servir de base para novos.  Tarefas: Adiciona notas para a descrição de tarefas.  Define processos de criação (combinação de tarefas). Quando checado Special GL transactions. Textos de cobranças. Valores mínimos.fornecedor. adiantamentos. Níveis de cobrança.  Agenda e executa transações.  Configurações do programa de cobrança estão divididas nas seguintes categorias:       Procedimento de cobranças.  Agenda programas/jobs e executa automaticamente. È possível determinar que o JOB gere as propostas mas não gere os pagamentos. • Procedimento de cobranças: De quantos em quantos dias será gerada a carta de cobrança. Essa funcionalidade agiliza o trabalho diário em empresas onde o programa de pagamento automático demora muito para ser processado. a nota de crédito vai para a lista de exceção e a partida em aberto para as contas bloqueadas. Indicação de despesas. • Processo de pagamento automático: Jobs podem ser agendados através da transação F110S para o programa de pagamento automático. 37 . O programa que visualiza/gera o débit balance é o RFF110SSP. devem-se indicar quais GL transactions deverão ser consideradas. É sempre definido por company codes. mínimo de dias em atraso. quantas faturas devem estar atrasadas para a geração da carta de cobrança.

ao emitir a carta de cobrança o sistema listará além das faturas vencidas. mas poderia ser qualquer outra data. • Ambiente: Para cada company code é possível definir se o procedimento de cobrança será por cliente ou por negócio. Calcula juros? Sempre irá cobrar? Geralmente é checado só para o último período ou para procedimentos de cobrança com apenas um nível. 38 . está o valor mínimo de juros a ser gerado. • Parametros para execução de cobrança: Segue o mesmo procedimento do programa de pagamento automático:  Data de execução: Geralmente é informada a data em que serão geradas as cartas de cobrança. • Textos de cobrança: Os layouts são definidos em Sap script e podem ser distintos para cada nível e tipo de conta.  Mínimo por porcentagem: Se for definido valor absoluto e percentual para cada nível. Se o cliente optar por pagar a taxa. esse lançamento no sistema será manual. todas as demais faturas em aberto. indica o custo total da carta de cobrança a ser pago pelo cliente.  Identificação: Campo livre. • Indicação de despesas: Para cada nível.  Log adicional: Ativado quando é detectado algum erro ao gerar o programa. É possível gravar variantes para ordenação para visualização das notícias de cobranças. Pode ainda travar a fatura para que a mesma não ultrapasse um determinado nível.  Parametros: Indica para qual faixa de company codes/customers serão geradas as cartas. o sistema irá emitir um aviso de erro. Dead line pagamento: Indicam quantos dias o cliente tem para efetivar o pagamento. K= fornecedor. Pode ser definido em valor absoluto ou em percentual. • Valores Mínimos: Para cada nível. Imprime todos os itens? Se checado.• Níveis de cobrança: Número de dias em atraso correspondente a cada nível. • Bloqueio de cobrança: Impede que as faturas sejam cobradas. Os percentuais de juros sempre serão por ano. pedindo para escolher um tipo. • Chave de cobrança: Determina que uma fatura pode ser cobrada com restrições ou listados de forma isolada na Dunning Notice. e quais faturas deverão ser consideradas. indica o valor mínimo que a fatura vencida deve ter para que seja gerada a carta de cobrança para ela. É possível também estipular valor mínimo de fatura para que a taxa seja cobrada. A data real da geração das cartas é informada quando se roda a proposta. D= cliente.  Valor mínimo de juro: Associado ao nível e ao valor mínimo que a fatura deve ter.

 Bloqueio de itens por linha: Se uma fatura precisa ser cobrada e o sistema encontra um bloqueio. Histórico de cobrança. • Método de pagamento nos itens ou contas: Quando há um payment method especificado no cliente ou na fatura o sistema entende que há uma garantia de recebimento. Contas à cobrar: O sistema define quais cobranças devem ser efetivadas e qual o nível de cobrança a ser aplicado. Se não encontrar. A rotina poderá compensar faturas à receber com faturas à pagar. e não gera cartas de cobranças. Sendo assim. Se para uma determinada fatura o sistema apurou nível 1 e outra nível 3. Para isso o mesmo procedimento de cobrança deve constar no cadastro do cliente e do fornecedor. Ao rodar a cobrança. o sistema irá considerar notas de crédito vinculadas e não vinculadas com as faturas. Nessa situação o sistema procura por um payment block. Serão listadas as partidas compensadas. o sistema gera propostas. estará a pior (hightest dunning level). Essas prospostas podem ser editadas por um analista de cobrança. Itens bloqueados. Linha de itens à cobrar: O sistema determina quais faturas (line items) estão vencidas e quais os níveis de cobrança que podem ser aplicados. é melhor sempre associar notas de crédito com as faturas para que o sistema não as identifique como vencidas. caso contrário as cartas são geradas. ele não gera as cartas de cobrança. 2. O sistema sempre sugere que a quantidade de dias do primeiro nível seja igual a quantidade de dias informada no campo “dias de graça”. Listas de cobrança. no cadastro do cliente. • Bloqueio de cobrança nos itens ou contas:  Contas bloqueadas: Se um cliente precisa ser cobrado e o sistema encontra um bloqueio no cadastro. 3. ele remete a lista de partidas bloqueadas. Contas bloqueadas. Seleção de contas: O sistema checa configurações e parametros e define quais clientes devem ser cobrados. • Editando propostas de cobrança: Ao rodar o programa de cobrança. Os seguintes relatórios podem ser extraídos:      Estatísticas de cobrança. ele remete a lista de clientes bloqueados. Ao editar a proposta é possível: 39 . Dunning procedures com apenas 1 nível são consideradas pelo sistema como payment reminders. • Níveis de cobranças por itens: Cada partida cobrada é associada a um nível de cobrança de acordo com a quantidade de dias que se encontra vencida.• Executando a cobrança: São considerados 3 etapas: 1.

 Correspondências individuais:SAP10. Extratos: requerido número do documento. • Imprimindo cartas de cobrança: Após o print out não se pode mudar mais nada na proposta. Dessa forma um cliente do grupo irá receber uma única carta com todas as faturas vencidas. UNIDADE 4 – CORRESPONDÊNCIA • Tipos de correpondência: Correspondências são relatórios para confirmação de saldos e/ou histórico de faturas.  Alterar dados de cobrança e correspondência no cadastro de cliente. É possível agrupar cartas de cobrança por níveis de cobrança quando os textos são diferenciados por nível.  Bloquear o nível de cobrança de uma fatura.  Lista de itens abertos: SAP14. e cada programa está associado a uma variante que contem os parametros necessarios para que seja rodado. Cada tipo de correspondência está associada a um determinado programa. Status bancário: requerido número da conta e data.  Status de conta: SAP06. Documentos internos: requerido número do documento. Bloquear um cliente. Itens necessários para diferentes tipos de correspondências:      Notícias de pagamento: requerido número do documento. Associação do código do relatório com o programa SAP Script que definirá o layout é feita através de uma variante. Geralmente essa fucionalidade é utilizada quando se pretende emitir um relatório após proceder com um pagamento/recebimento parcial ou residual. Um tipo de correspondência pode estar associada a um reason code. ou por chave de grupo quando cartas distintas possuem dados em comum.  Definida pelo usuário.*  Alterar dados do documento. 40 . * Essas alterações valerão para a próxima vez em que a cobrança for rodado. • Tipos de correspondências standard:  Notícia de pagamento: SAP01. É possível rodar uma cobrança por um código interempresas. que leva o mesmo nome do relatório. Letras de câmbio: requerido número da conta. Existem tipos de correspondências pré-definidas associadas a layouts que serão geradas na liguagem informada para a empresa.  Bloquear uma fatura.

Cálculo de jutos sobre atraso: Cálculos sobre partidas em atraso.  Seleção de itens: Geralmente os itens são calculados sobre partidas em aberto e partidas que foram recebidas em atraso. partidas compensadas sem a entrada de dinheiro. atual/360.  Time based terms: Podem ser usadas taxas de juros pré fixadas em índices financeiros.  Factory Calendário ID: É uma base para o calendário que será considerado no cálculo dos dias em atraso.ou seja. cliente/fornecedor).  Termos gerais: São parametros que definem como os valores deverão ser calculados.  Settlement day: Define em qual dia do mês será calculado. ou S = balanço cálculo de juros. as empresas desenvolvem rotina em ABAP. Podem ser definidos valores mínimos e máximos para lançamento de juros.  Tipo de calendário: Define a base do calendário 30/360. basta criar um novo programa e associar uma nova variante. o sistema considera partidas contra notas de crédito ou contra uma fatura a pagar.Se for necessário mudar o layout vinculado a um determinado tipo de correspondência. Para cada indicador de calculo de juros deve ser configurado:  Frequência do cálculo de juros: Define a frequência do cálculo. Conta de balanço: Sobre o saldo de conta contábil (GL. para partidas que foram recebidas em atraso. Para cada índice de referência.  Dias de transferência: Quantidade de dias de tolerência ao atraso no recebimento por conta da transferência do título entre bancos. denominado tipos de cálculos de juros.  Termos de pagamento: Indica qual será a condição de pagamento para a parcela de juros que será gerada. Para adequar aos cálculos.  Existem 2 tipos de cálculos de juros: 1.  Indicador cálculo de juros: São criados no IMG e precisam estar associados ao tipo de juros a ser calculado. as taxas e as datas deverão ser atualizadas periodicamente.  Interest Rates: As taxas de juros informadas são anuais. Na opção abrir e compensar itens. 30/365. Os tipos podem ser P = item cálculo de juros. Na 2º opção abrir itens e compensar com pagamento o sistema considera apenas partidas que foram baixadas contra pagamento em banco. Os juros são calculados e usados para provisões. UNIDADE 5 – CÁLCULO DE JUROS • Configurando cálculo de juros: Os valores de juros cálculados são simples. atual/365. 2. 41 . São gerados documentos que deverão ser baixados manualmente. pois o SAP não calcula juros compostos.

O programa irá criar um documento de compensação. será necessário informar um motivo (reason). irá marcar 42 . os seus dados serão registrados automaticamente no documento de pagamento. No sistema já existem reason codes pré-configurados que poderão ou não estar associadas a um programa de impressão para emissão de relatório. que permite visualizar:     Todos os cheques. Cheques estornados. Fora do sistema online. O sistema permite que seja estornado somente o cheque. Cheques podem ser anulados no sistema antes ou depois de emitidos. utiliza-se uma conta transitória denominada cheques a compensar. 2.• Juros podem ser calculados de 3 maneiras: 1. • Executando o cálculo de juros: Existem 3 opções para a execução: 1. Para obter um relatório de cheques emitidos/compensados no sistema utiliza-se o relatório dinâmico. A baixa dessa partida pode ser feita manualmente ou automaticamente através do programa RFEBCK00. 3. Se o cheque for emitido pelo sistema no momento em que o pagamento for efetuado no sistema. Caso contrário. O cheque pode ser emitido manualmente ou através do programa de pagamento automático. Cheques compensados. UNIDADE 6 – COUNTRY SPECIFICS • Gerenciamento de cheque: O sistema permite a emissão de cheques para pagamento de faturas. o sistema criará uma partida em aberto nesta conta que será baixada somente quando o cheque for compensado no banco. Executando no modo batch input. Para partidas em aberto e compensadas com contabilização dos juros. Para o acompanhamento da compensação de cheques emitidos no sistema. Para partidas compensadas (recebidas após vencimento) com contabilização de juros. 2. o usuário pode informar manualmente esses dados no documento de pagamento. o cheque e o documento de pagamento separadamente. Cheques ainda não compensados. Sempre que um cheque for estornado. que no seu cadastro deve ser checada como gerenciamento de itens abertos. 3. Executando e imprimindo. Para partidas em aberto e compensadas sem contabilização dos juros. ou o cheque e o documento de pagamento ao mesmo tempo. Sendo assim.

filtros .  Search ID: Opções para seleções mais complexas que estão disponíveis em diferentes relatórios. ter alteração restrita ao usuário que a criou. etc. 43 . para cada área. D: Tabela dinâmica. quando for necessário inserir ou excluir algum fornecedor ou cliente da consulta. Generalizado: Sistema\Serviços\Relatórios. UNIDADE 7 – RELATÓRIOS PADRÃO NO G/L • Sistema de informação: Quais são os tipos de relatórios?     No sistema. Fornecedores e clientes podem ser definidos também em variáveis que serão usadas em N variantes. definir que determinada data sempre será a data do dia. disponivel em alguns relatórios do sistema que permite trabalhar os dados mostrados no resultado de uma consulta. Baseado no menu do usuário. UNIDADE 8 – FORMAS DE APRESENTAR RELATÓRIOS • SAP List View Design: É um display genérico criado como standard. Relatório geral. Sendo assim. basta alterar uma variável e não as N variantes previamente criadas. sumário. • Variantes e variáveis para relatórios: Um relatório pode ter diversas variantes com distintos critérios de seleção.o cheque como descontado e irá registrar na fatura e no documento de pagamento da fatura a data de compensação. Nos atributos da variante podem ser definidas variáveis (selection criteria). • Selection Criteria: Existem 2 tipos de tabelas para a seleção de variáveis: T: Tabela de variantes. Contem números para interação de funções como sorteio. • Change Documents:  Detalhes de seleção: Através do ícone eyeglasses é possível visualizar detalhes de um documento selecionado no relatório. porem. e que também pode ser disponibilizada ao usuário em relatórios desenvolvidos em ABAP. Uma variante pode ser usada por diversos usuários.  Seleção dinâmica: Funcionalidade que permite ao usuário usar filtros de seleção que não estão sendo utilizados na transação. por exemplo. É uma funcionalidade denominada ALV. É possivel combinar valores ou excluir valores da seleção.

o sistema irá utilizar o ALV inicial. se checado.  ALV Initial Screen Layout: Se não houver layout como default. Depois de selecionar.  Usuário específico: Ao criar um layout. pode-se usar uma função de alterar dados em massa. os resultados serão mostrados nesse layout. ele irá mostrar esse layout. para os relatórios Writer Reporters e para o plannning layouts. Para poder filtrar documentos por data de vencimento é necessário inserir parâmetro no cadastro de usuários. • Changing the screen Layout:  Salvando o último layout como default: Se checado. Alterar ordenação.  The Assigment field as sort field: Quando se cria um layout é possível definir critérios de ordenação.  Default selection screen: Se informado. • Seleção:  Seleção por data de vencimento: A data de vencimento é calculada pelo sistema considerando a baseline date e o termo de pagamento. Quando o sistema mostra o resultado da consulta. somente o usuário poderá visualizar o layout criado. UNIDADE 9 – DRILLDOWN REPORTING • Arquitetura do relatório Drilldown: A funcionalidade do relatório Painter é a base para os relatórios Drilldown. toda vez que forem acessadas as consultas FBL5N.  Display: Para as consultas com recurso ALV é possível definir se será mostrado o layout clássico ou o Grid Control. Com o ALV é possível:     Inserir e ocultar colunas. 44 . o último layout selecionado será marcado como default para o usuário. Definir e excluir filtros. Totalizar e sub-totalizar valores. Item de seleção: Pode se usar a tecla Ctrl para selecionar diversos itens ao mesmo tempo. Através dela são definidos as formas utilizadas nos relatórios. Esse layout é definido através do gerenciamento de display de variantes. toda vez que a consulta for rodada. o usuário pode definir por visualizar ALV Classic List ou ALV Grid Control. FBL3N e FBL1N.  Configurações Default: Se checado e o sistema não encontrar layout default nos parâmetros do usuário. Não encontrando nenhum layout padrão o sistema irá mostrar o layout SAP1. O campo de atribuição pode ter valores trazidos de até 4 campos. usando até 18 caracteres e pode servir como um campo de ordenação.

AP).  Relatórios Interface e relatórios Atribuição: Relatórios link contem diferentes características na aplicação. • Características e Key Figures: Um relatório Drilldown é formado por Key Figures (quantifica). lançamento de ajustes. Se selecionado o tipo eixo simples sem índice estatístico. UNIDADE 10 – ENCERRAMENTO DE ATIVIDADES • Fechamento Mensal:  Pré-closing: Abertura do novo período. semestral. Recipient objects: São outros tipos de relatórios Drilldown. não quer dizer que nesse relatório valores não poderão ser trabalhados. Debit Equit Ratio.  Relatórios Key figures: São relatórios financeiros os quais faz-se necesário o uso de fórmulas. dependendo da configuração. gráficos. tais como: Equity Ratio. Não são necessariamente as partidas de um documento. O Drilldown List e o Lista Detalhada. Há 2 tipos de listas para exibir informações.Um form pode ser usado em N relatórios Drilldowns. Tipos de Form:    1 eixo sem índice estatístico. Sendo assim.  Form e definição de relatório: Ao criar um form. • Tipos de relatórios Drilldown:  Relatórios Financeiros: Baseados em Financial statement versions. características (qualifica) e form.  Lista detalhada: São informações detalhadas. AR. etc. quadrimestral e mensal). Pode fazer fazer análises baseados na atualidade e plano (anual. apesar de poder chamá-las. 45 . Relatórios link criados em diferentes Aplication Classes contem Recipient Objects. O Drilldown pode ir até saldo (balance display) ou até as partidas de cada documento (line item analysis). Estão disponíveisno relatório um grande número de características em relatórios individuais. fechar sub-ledgers (FI-AA. qualquer alteração no form irá afetar os relatórios nos quais ele estiver associado. fechamento preliminar (balanço preliminar). • A definição se dá no momento da criação do form (report Painter) e depende muito do resultado que se pretende obter. O mais utilizado é o Dual Axis. 2 eixos com indíce estatístico (matriz). 1 eixo com índice estatístico.  Balance Display: São relatórios para análises de clientes e fornecedores. é possível definir fórmulas cujo resultado poderá inclusive ser utilizado em outras form.

 FI/CO.  (FI) Enter acruals/deferrals. close Sub-ledgers (FI).  MM: Realizar a contagem do estoque físico. starting in old month:  (FI) Technical: Abertura de novo período. fechar os sub-ledgers.Reconciliação de lançamentos do CO registrados no FI. registrar lançamentos recorrentes e dívidas incobráveis no AR.  MM: Calcular e contabilizar custos de produtos pelos métodos Lowest Value Determination e LIFO/FIFO Valuation.  FI: Emitir cartas de confirmação de saldos para clientes e fornecedores.Valorização de lançamentos em moeda estrangeiras e ajustes para demonstrativos financeiros. preliminary close of GL(FI)): Fechamento do período correspondente ao mês anterior. bad debit: Lançar provisões e diferimentos.  Encerramento de atividades para resultados externos: 46 .Emissão de relatórios societários e gerenciais. se o procedimento da empresa for anual e não mensal. Technical (Close old Month (MM).  (SD) Contabilizar saída de materiais.  Technical: Fechamento total do período anterior (inclusive GL).  PP/CO: Atualizar custos estimados (padrão) utilizado nas estimativas realizadas durante o mês.  (MM) Maintain GR/IR Clearing Account: Manter o saldo zerado da conta transitória efetuando a entrada de nota fiscal para todas as mercadorias recebidas. até que ao final do mês seja apurado o custo real.  AA: Valorização de ativo e os investimentos que os suportam. Fechamento de atividades para resultados externos:  CO. Atividade pré-closing. Essa atualizaçãos será necessária se o procedimento da empresa for anual e não mensal. contabilizar depreciação e despesas com juros no AA.  (HR) Post Payroll Expenses: Contabilizar despesas de folha de pagamento.  FI. fechar parcialmente o GL. contabilizar valorização de materiais a custo real.   • Fechamento Anual:  Atividades pré-closing  Technical: Abrir o primeiro período contábil do novo ano fiscal.  Technical: Trocar o ano fiscal no AA e transportar saldos das contas patrimoniais em FI.

UNIDADE 12 – RECEBÍVEIS E PAGÁVEIS • Confirmação de balanço: Trata-se do envio de cartas aos clientes e fornecedores para confirmação de saldos. fazer a reclassificação de títulos a receber e a pagar (curto prazo/longo prazo) se necessário à emissão do balanço. FI-GR/IR: Analisar a movimentação da conta GR/IR para verificar se todas as notas fiscais referentes as mercadorias recebidas foram registradas no sistema. e se credor.  Technical (AR/AP/GL): Fechamento total do último período do exercício anterior (inclusive GL). e a totalização de valores (acima e/ou abaixo +/-). inserindo contas contábeis em uma hierárquia pré-definida pelo usuário. analisar e comparar saldos do exercício anterior com o exercício que está sendo fechado e realizar lançamentos de ajuste. Esse recurso é usado quando para uma mesma conta contábil análitica. a sequência e hierarquia para exibição. Geralmente os relatórios são criados a partir de cópia de uma versão standard já disponível no sistema. plano de contas que será utilizado respectivas contas contábeis. UNIDADE 11 – DEMONSTRATIVOS FINANCEIROS (BALANÇO PATRIMONIAL) • Versões de demonstrativos financeiros: É um recurso que permite estruturar balanços e demonstrativos de resultados com flexibilidade. se o saldo for devedor. Os códigos são cadastrados no IMG. empresa). Em uma versão de demonstrativos financeiros são definidos as contas sintéticas (itens financeiros). 47 . Cada hierárquia elaborada na versão de demonstrativo financeiro poderá ter no máximo 20 níveis. mostrado na conta sintética Y. • Not Assigned Accounts: O sistema mostra nesse grupo as contas que não foram associadas a nenhuma conta sintética. No Brasil chamamos de circularização. É possível definir em qual nível o relatório estará (área de negócio. É um procedimento geralmente executado pela auditoria. menu ou transação de cadastro de conta contábil. A estrutura pode ser elaborada a partir do IMG. Uma conta contábil pode ser associada a mais de uma conta sintética. • Notes to financial statement: É um grupo utilizado para contas off-books.  FI/CO: Emissão de relatórios societários e gerenciais. uma vez que o sistema não considera o saldo dessas contas ao gerar o relatório. deverá ser mostrada conta sintética X.

o sistema contabiliza o débito ou crédito na conta banco e a variação cambial apurada na conta de receita por variação cambial. pois se apurada e contabilizada receita por variação cambial mensalmente. Geralmente é a opção mais utilizada. gera lançamentos contábeis em contas transitórias e os estorna no primeiro dia do período sub-sequente. o sistema contabiliza o débito ou crédito na conta banco e a diferença entre o valor que foi contabilizado mensalmente e o valor apurado na efetivação do recebimento ou pagamento na conta receita por variação cambial ou despesa por variação cambial.O sistema emite as cartas para confirmação de saldos e gera a lista de reconciliação e a tabela de resultados. Esse procedimento geralmente é executado ao final do exercício por conta da emissão do balanço. Quando o pagamento ou recebimento em moeda estrangeira é efetivado. • Valores de Ajuste: São write offs (baixas) por valores que não serão recebidos. através do programa SAPF107. • Valuation of open items without update: Calcula a variação cambial. Para que o programa 48 . • Método valuation: Define parâmetros para o cálculo de variação cambial e parâmetros de taxas de câmbio. O método deve ser informado nos cadastros de clientes e fornecedores. • Avaliação de moeda estrangeira: Para calcular a variação cambial é usado o programa SAP100. Sendo assim. a variação é contabilizada mensalmente. O usuário poderá optar por:    Confirmação do balanço. haverá incidência de imposto. Para que o programa possa calcular a variação cambial é necessário definir métodos e contas contábeis para a contabilização das diferenças apuradas (receita por variação cambial / despesa por variação cambial). Existem 3 opções:  Valor de ajuste individual (IVA): Lançamento manual de ajuste através de Special GL Transaction E. ou despesa por variação cambial. As respostas obtidas são comparadas com as informações que constam na lista de reconciliação e os resultados são registrados na tabela de resultados. Os relatórios SAPF130D e SAPF130K utilizado para a emissão das cartas estão associadosa um tipo de correspondência no sistema. Notificação de balanço.  Flat Rate Valor de ajuste individual: Lançamento automático de ajuste com base em taxa única. gera lançamentos contábeis em contas transitórias e não os estorna no primeiro dia do período sub-sequente. Requisição de balanço. • Valuation of open items with update: Calcula a variação cambial. Quando o pagamento ou recebimento em moeda estrangeira é efetivado.

médio e longo prazo.  Faça o encontro de contas caso o cliente seja também fornecedor e para ele existam recebimentos e pagamentos em aberto. Por regra de substituição. No primeiro dia do período sub-sequente. Nesse contexto. e ao gerar partidas em aberto não grava a conta contábil nas partidas (busca sempre no cadastro mestre). na configuração do AR deve ser definida a chave de valor de ajuste com a quantidade de dias em atraso e o percentual a ser aplicado. através das transações FB01/ FB50 (GL Accounts). foi criada a Área Funcional. O sistem saberá para quais clientes deverá efetuar esse procedimento ao identificar a chave de valor de ajuste no cadastro mestre de clientes. uma vez que pode ser associada apenas uma conta de reconciliação nos cadastros mestres.  Agrupe títulos em aberto de clientes ou fornecedores que pertençam a um mesmo grupo de empresas (trading partner). A área funcional bem como a área de negócios são entidades gerenciais utilizadas pelo GL para fins de demonstrativos de resultados. 49 .  Flat Rate Valor de Ajuste (FJA): Lançamento manual de ajuste com base em taxa única. Essa funcionalidade se apica quando faz-se necessário demonstrar no balanço valores a receber ou a pagar divididos em curto. esse recurso serve para consertar lançamentos desbalanceados como este. • Balanço por companias afiliadas: Através deste recurso de regrouping ou reclassify. O programa é usado para reagrupar e ordenar recebimentos e pagamentos. UNIDADE 13 – LUCROS E PERDAS • Conta Custos de venda: Para viabilizar um demonstrativo de resultados por origem de despesa. o lançamento é estornado. Utiliza regras onde constam as contas contábeis. porque o usuário resolveu alterar a conta de reconciliação para clientes. O sistema irá gerar lançamentos a débito na conta de ajuste e a crédito na conta devedores duvidosos. • Regrouping:  Programa SAPF101: Agrupa fatura de clientes e fornecedores para fins de emissão de balanço. A área funcional pode ser usada:   Em lançamentos manuais. • Changed reconciliation account: Considerando que o sistema permite a alteração de contas de reconciliação nos cadastros de clientes e fornecedores. é possível solicitar ao programa que considere  Abatimento de notas de crédito em aberto.consiga efetuar os lançamentos. pode acontecer de ser lançado um débito na conta de clientes e um crédito no momento da compensação na conta de clientes nacionais por exemplo.

e por esse motivo. • Accrual / Deferral Postings (provisão/deferimento) Recurso para administração e geração de lançamentos contábeis por regime de competência. não será disparada regra de substituição e não permitirá alteração manual. outro sistema de RH  Lease accounting : Integração com SD. Balanço Carry Forward. 50 .  Accrual (provisão): São despesas que devem ser lançadas mensalmente.  Provisões for Awards: participações nos resultados. 13º salário).    Encerramento de atividades com o Accrual Engine: Reconciliação: Accrual Engine / General Ledger.  Vínculadas as contas contábeis no cadastro mestre. C = Provisão / D = Despesa D = Provisão / C = Banco  Deferral (diferimento): São despesas pagas antecipadamente mas que valerão por determinado período. D = Diferimento / C = Banco C = Diferimento / D = Despesa • The accrual Engine: É utilizado para outras coisas como:  Provisões manuais na contabilidade financeira. mas serão pagas ao final de um determinado período (férias. esse recurso é desativado automaticamente. Se o sistema identificar área funcional associada a conta contábil ou objeto de custo. devem ser contabilizados proporcionalmente (seguros). Essa volta para o GL gera uma série de lançamentos em contas contábeis distintas. consequentemente a rastreabilidade é perdida. Uma vez que o New GL é ativado. uma vez que as entidades gerenciais do GL possuem limitações. para provisões e deferimentos. • Controlling:  Ledger de reconciliação: É um recurso utilizado para conciliar valores que são trabalhados no CO e d evolvidos ao GL. Vínculadas ao objetos de custo do CO.  Gerenciamento de propriedade intelectual. integração com o HR.

Opening Entry: É lançado o documento de abertura ( C = Despesa / D = Provisão). O mais utilizado é o linear. • Posting Accruals: 1. ou seja. Periodic Posting: O sistema gera lançamentos periódicos ao final de cada período ( C = Provisão / D = Despesa). seguro de automóveis. 51 . Periodic Accrual: O sistema gera lançamentos periódicos ao final de cada período ( C = Provisão / D = Despesa). seguro de imóveis. Lançamentos periódicos automáticos. aluguel. o saldo residual poderá ser jogado diretamente na conta de despesa. • Posting Deferrals: 1. o sistema transfere o valor da conta de provisão para a conta de obrigação. Extensivo sistema de informação. 3. As demais provisões são geradas por integração com outros módulos e sistemas. Simulações. Se o contrato terminar antes do previsto. o pagamento inicial. Post Invoice: É efetuada a entrada da nota fiscal ( C = Forcecedor / D = Despesa).Geralmente usamos apenas provisões manuais. por exemplo. São únicos por company code e recebem numeração de acordo com um range prédefinido.  Accrual Item: Cada Accrual Object tem um ou mais Accrual Items. Manual Accrual:  Accrual Object: Tipo de provisão ou diferimento. Relatórios paralelos de suporte. 2. ou da conta de provisão para a conta banco ( D = Provisão / C = Outras contas a pagar ou D = Provisão/ C= Banco). seguro.       • Vantagens do Accrual Engine: Provisões de cálculos automáticos. USGAAP). O sistema possui diversos métodos pré-definidos. por exemplo.  Accrual Principle: Método de cálculo de contabilização (BRGAAP. Post Invoice: No momento do pagamento.  Accrual Type: É um detalhamento da categoria. 2. etc. Um diferimento pode ou não ter um documento de abertura que represente o lançamento inicial. Os itens descrevem como as provisões/diferimentos serão lançados e qual o método a ser utilizado.

definir as contas contábeis de débito e crédito.  Open item balance trail.  Ledgers paralelos As contas contábeis são definidas através de Derivation Rules que podem ser sequenciais ou paralelas. UNIDADE 14 – TECHNICAL. por Accrual Object Category ou se não serão agrupados. etc. Para cada Accrual Type é necessário definir no IMG quais lançamentos serão gerados automaticamente e. 52 . O detalhe das informações gravadas é similar ao da IN86. utilizarão a configuração Account Determination. Ao gerar o lançamento. se serão agrupados por Accrual Object. a cada 4 meses.  Posting Control é definido por:  Company code.  Account Principle.• Posting Control and Account Determination: Os lançamentos de provisão / diferemento podem ser lançados ao final de cada período.  Accrual Type. ORGANIZATIONAL AND DOCUMENTARY STEPS • Documentary Steps:  Balance Audit Trail (trilha de auditoria): Ferramenta que guarda saldos contábeis quando ao rodar o Archieve são selecionados para deleção. o sistema pede que o usuário defina quão detalhado serão esses lançamentos.  O Accrual Engine suporta:  Contas paralelas. a cada 6 meses. a frequência precisa ser definida. Para isso. O Objetivo da determinação de contabilização é definir o tipo de documento . por consequencia.  Tipos de Balance Audit Trail:  Historical balance audit trail.

O plano de depreciação é sempre Country specific. Como forma de padronização. O sistema possui planos de depreciação pré-definidos para cada país. Se duas empresas no mesmo país precisarem de plano de depreciação distintos. Através de cópia. Cada company code usa um plano de contas e um plano de depreciação.  Tipo de atividade. Esses objetos de custo estarão associados a cada business area ativa para a company code. os consultores de AA sempre elegem a área de depreciação 01 para representar o método segundo legislação vigente (normas legais).APOSTILA 3 UNIDADE 1 – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL • Plano de depreciação: Para que seja possível controlar os ativos de uma determinada company code é necessário associá-las a um plano de depreciação.  Ordem interna. assim como o plano de contas. O plano de depreciação é criado a nível de Client. podem ser criados novos.  Etc. O centro de custo é o mais utilizado. PSM objects. Cada área de depreciação definirá o método de depreciação segundo legislação vigente ou segundo práticas gerenciais. todo cadastro mestre de ativo deverá estar associado a um objeto de custo:  Centro de custo. Maintenance orders. Chave de depreciação Área de depreciação 1 2 3 • Depreciação Legal Depreciação Real Depreciação USGAAP Chave de Depreciação: Método de depreciação :  Linear. Real State Objects. poderemos contar com 2 planos de depreciação e associar cada plano a uma empresa. • Cost account assigment: Se o componente CO estiver ativo para a company code cujos ativos serão controlados via AA. objetos de outros componentes do sistema também poderão ser associados a um ativo: WBS element. e pode estar associado a N company codes. 53 . Além dos objetos de custo do CO.  Exponencial.  Acelerada.  Manual.

As áreas de depreciação estão associadas as classes de ativos. Uma classe de ativos é a principal forma de diferenciar ou categorizar os ativos que são cadastrados. utensilios. UNIDADE 2 – DADOS MESTRES • Funções da classe de ativos Classes de ativos são cadastrados no nível de Client. e por esse motivo. Depreciação no sistema  Depreciação/Amortização/Exaustão  Depreciação sempre periódicas. móveis. Master data Section: Controla os dados e os valores default que serão sugeridos no momento em que o ativo for cadastrado. porém efetuar cálculos e contabilizações distintas. Um novo plano pode ser criado através de cópia e áreas podem ser adicionadas ou excluídas antes de serem vinculadas a um ativo. 54 .  Cada classe tem duas principais funções: 1. É necessário indicar quais áreas de depreciação irão gerar lançamentos contábeis. É possível estabelecer na classe de ativos parâmetros e valores default que serão sugeridos no cadastro do ativo. e quais serão somente gerenciais. É uma forma de diferenciar ativos e um critério de seleção standard nos relatórios do FIAA. ou seja. Para bens de baixo valor e imobilizados em andamento são criadas classes especiais. São classes de ativos: Veículos. se aplicam a todas as company codes. etc. • Áreas de depreciação / Lançamento de valores: As áreas de depreciação estão inseridas no plano de depreciação.• Introdução a classe de ativos: Um plano de depreciação contem uma ou mais áreas de depreciação. O sistema impõe que APC (aquisição e centro de produção) sejam sempre contabilizados on line e realtime para a depreciação da área 01. Versões de Statement Financeiro são associdas as áreas de depreciação para de finir onde valores de aquisição e de depreciação serão mostrados nos relatórios. máquinas. Uma área de depreciação pode receber valores de outras. É possível restingir algumas áreas de depreciação de acordo com a natureza do imobilizado. de acordo com a classe de ativos.

baixa. Durante o projeto ou durante o período de construção. transferência. através deste recurso define as contas contábeis que serão utilizadas na geração de lançamentos contábeis. deve ser definido também o nível de manutenção e se o valor do campo será levado para uma possível cópia.  Determinação de contas contábeis: A classe de ativos. A classe determina contas contábeis. pode-se estabelecer que o intervalo de numeração da company code 1000 irá valer para todas as demais company codes. depreciação. porém. 55 . O indicador de referência determina o conteúdo que será levado se o ativo em questão for usado como referência para a criação de um novo (cópia). o nome de cada page e os campos que estarão disponíveis. Para cada tipo de depreciação são informadas contas de aquisição. O nível de manutenção determina se o campo será mantido no nível classe de ativo.2. Poderá haver controle de investimentos e adiantamentos. Para que estes objetos estejam disponíveis é necessário ativá-los no IMG. ativo principal ou sub-componente do ativo (sub-number). Cada código pode equivaler a um intervalo distinto dependendo da company code em que estiver associado. Para esse tipo de ativo não é calculado valor de depreciação na área de depreciação 01. Para que um ativo possa ser atribuido a um objeto. • Classe especial de ativo : Ativo em construção (AUC) Imobilizados em andamento são associados a uma classe de ativo especial pois devem ser demonstrados no balanço separadamente.  Intervalo de numeração: Os códigos são associados as company codes. O objetivo deste recurso é viabilizar a utilização de uma determinação de contas para N classes de ativos. todos os valores inerentes ao imobilizado são contabilizados em uma conta denominado imobilizados em andamento. Valuation Section: Controla os parâmetros e valores default para os cálculos de depreciação. especial ou não planejada. Através desse recurso é possível definir o número de pages da tela. em outras áreas poderá haver o cálculo. A contabilização da aquisição ou depreciação poderá ser realizada por objeto. etc.  Layout da tela de cadastro de ativos: Os campos que serão visualizados pelo usuário no cadastro do ativo são definidos por grupo de campo lógico (general data) dentro de cada page (general). Se a empresa não desejar ter o mesmo código de ativo em mais de uma company code. intervalo de numeração para os ativos que serão criados (number range) e o layout da tela de cadastro. o mesmo deverá estar disponível na transação. As contas são determinadas de acordo com o tipo de depreciação: normal. Ao definir quais campos serão demonstrados e o status de cada um.

etc 56 . o sistema grava automaticamente a data de capitalização. Para toda alteração realizada o sistema gera um documento de alteração.  Conta de determinação: Chave que irá determinar as contas contábeis para aquisição.  External sub-number: Se checado. uma vez que são utilizadas pelo sistema ao rodar a depreciação. por exemplo. Informações como objetos de custo tem alterações controladas por tempo. os valores são transferidos para a conta do ativo que se formou. Shift control.Ao final do projeto ou período de construção. passarão a valer somente no próximo mês.  Lançamento de informações: Ao ativar um bem. Sendo assim. A sincronização pode fazer ou não uso de Workflow. Ao efetuar a alteração. Normal. O sistema pode jogar valores proporcionais caso mais de um ativo tenha se criado. Um ativo principal pode ter um ou mais componentes (sub-numbers). O sub-number possui movimentações próprias e independentes do ativo principal. É também criado uma classe especial. O processamento periódico de lançamento de depreciação considera o período para lançar em um centro de custo. a classe de ativos deverá estar associada a uma categoria de equipamento e o tipo de sincronização deverá ser definido. baixa e transferências por tipo de depreciação. • Dados mestres do ativo: Um ativo pode ser cadastrado informando a company code e classe do ativo como referência a outro ativo. Os ativos podem ser criados através de lotes para facilitar a digitação e agrupar lançamentos de depreciação.  Número de inventário: Número da plaqueta. Geralmente o código do componente é igual ao código do ativo principal+sequencial.  Dados dependentes do tempo: São informações que podem ser modificadas no decorrer do tempo e para isto. o mês e ano. a data da 1º aquisição. o usuário poderá definir livremente a codificação do componente. ordem. • Classe especial de ativo: Ativos de baixo custo (LVA) Bens de baixo valor podem ser controlados individualmente ou em grupos. Para esse tipo de bem geralmente não se calcula depreciação. considerando que a depreciação é rodada mensalmente. shutdown. é necessário estabelecer um intervalo que indicará a partir de quando ela irá valer. Para isso. registra-se por período. Especial ou Não planejada. Pode-se estabelecer que ao registrar um ativo o sistema crie automaticamente o registro de um equipamento no PM (Plant Maintenance). acelerar a depreciação. São informações como centro de custo.  Número de ativos similares: Número de ativos iguais que serão criados. alterações em centros de custo.

a ser creditada no momento em que a nota fiscal for lançada. Net book value= Valor residual. Transação de ativos lançados com compesação de conta (não integrado): O lançamento é feito em conta transitória denominada imobilizado a classificar que será liquidada no momento em que o bem for ativado. Caso contrário. 2. A entrada do bem e o registro da nota é no MM. A fatura pode ter tido desconto. • Asset Explorer: É uma transação que mostra todo o histórico dos ativos por área de depreciação. ao efetuar a entrada fisíca será debitada a conta GR/IR. o mês e ano. o sistema grava no cadastro mestre a data de capitalização. Worklist servem também para baixar ativos com ou sem receita e para transferências de ativos inter-company. É o mais utilizado. AA = Tipo de documento que capitaliza o ativo no valor bruto. UNIDADE 3 – TRANSAÇÕES DE ATIVOS • Aquisição de ativo: O registro de aquisição de um ativo pode ocorrer de 3 formas: 1. Permite simulações de valores futuros sob diferentes óticas. A data de referência é a data base para a depreciação. uma vez que a nota fiscal não é registrada. se o lançamento for originado no AP será o range do tipo de documento KR. A capitalização do ativo ocorre no momento da entrada física. • Document number: A numeração vai variar de acordo com o tipo de documento. mas o bem continua valendo a mesma coisa. e consequentemente. No momento da capitalização do ativo.  AN= Tipo de documento que capitaliza o ativo no valor liquido (NET). A empresa poderá fazer o uso de todos os procedimentos. a capitalização do ativo irá ocorrer somente quando a nota fiscal for lançada. se a entrada não for avaliada. Não é um procedimento usual. É possível estabelecer que essa data seja igual a posting date. Transação de ativos com integração de contas à pagar: A fatura é lançada no AP e na contra-partida é informada a posting key 70 e a conta de reconciliação do ativo. Alterações em massa: Podem ser realizadas alterações em massa através de Worklist com base em regra de substituição. SAPF181: Estorna o desconto lançado no ativo. 3. se desejar. Nesse caso se a entrada no MM for avaliada. Transação de ativo lançada com MM: É a opção mais utilizada e mais adequada. se for AA será o range dos documentos tipo AN ou AA. os impostos não são considerados. Valor do bem – desconto.   57 .

transferência de ativos representam a substituição de um bem por outro. Tipos de transação podem ser restritas a determinadas áreas de depreciação. um poup up aparecerá para ser informado os dados do ativo a ser baixado. • Cálculo de ganho ou perda: O sistema calcula o ganho ou perda na venda do ativo com base no valor da venda – valor contábil – valor da depreciação a ser rodada no período corrente. São utilizadas as transações ABUMN para transferências intra-company e a ABT1N para transferências inter-company. • Grupos de tipos de transação: Tipos de transação podem ser agrupadas. Para corrigir tal 58 • . • Diferentes tipos de baixa:      • Com ou sem receita. Mudanças de planta ou localização são consideradas alterações de cadastro mestre. baixa ou transferência. Baixa total ou parcial. Se um determinado ativo for associado a uma classe incorreta. Baixas de ativos: São baixas de ativos imobilizados. Baixa em massa. As notas fiscais por venda de ativos geralmente são emitidas através do Relatório Writer.  Débito/Crédito Transaction: Identifica se haverá débito ou crédito na conta do ativo. significa que será depreciado de acordo com os métodos definidos para esta classe.  Capitalização do ativo fixo: Identifica se a movimentação gera ou não capitalização. Nesse processo sempre serão utilizadas tipos de transação de baixa por transferência e aquisição por transferência. Grupos de tipos de transação são fixos e não podem ser alterados. Transferência de ativos intra-company / inter-company Para o sistema. ao informar a conta de receita e selecionar o campo baixa de ativo. Serve como base para o relatório quadro do imobilizado.• Tipo de transação: Toda movimentação de ativo está atrelada a um tipo de transação ou flow type. Baixa manual. para que não seja necessário replicar o cadastro de ativos para o cadastro de materiais. Estes grupos definem características dos tipos de transação e podem ser limitadas a determinadas classes de ativos. por esse motivo. O módulo SD não é integrado ao AA. dentro da mesma empres ou inter-company. que determina o tipo de aquisição. Com ou sem cliente.  Tipo de lançamento: Identifica se permite ou não movimentação inter-company e se o valor a ser contabilizado será liquido ou bruto. Para suprir essa limitação. baixas por venda não são efetuadas diretamente.

Para efetuar uma transferência é necessário definir a variante de transferência. Quando são usados os métodos liquidos e novo valor é preciso informar o valor da receita. por exemplo.  Método novo valor: O valor de capitalização é diferente do valor residual. Outro motivo é o Split de um determinado bem. • Área de depreciação Cross-Company: É possível definir áreas de depreciação cross-company através de recurso de/para. são realizadas transferências. Uma área de depreciação pode ser dependente de outra em alguma característica. • Método de transferência  Método Bruto: São levados todos os valores do bem de origem para o bem de destino. As escolher este método é necessário informar se esses “dados dependentes” serão sobrepostos ou não. • 59 . Pode haver o controle de investimentos para o imobilizado em andamento através do módulo IM (investiment management) ou através da ordem interna ou elemento PEP. o valor residual passa a ser o valor de capitalização.situação. Depreciação não-planejada: É uma depreciação por motivos imprevistos tais como avarias.  Método Liquido: Usados em transferências inter-company. o bem valia X na company code 1000 porém foi transferido por Y para a company code 2000. Os valores calculados pelo sistema são guardados e serão somados ao valor da depreciação quer será rodada no final do período. Se o sistema identificar no cadastro da company code que ela pertence a uma entidade legal distinta a variante irá entender que o valor residual do bem na company code 100 irá representar o valor de capitalização do bem na company code 2000 e será iniciado um novo processo de depreciação. • Ativos em construção: São imobilizados em andamento cadastrados em uma classe de ativo especial. o bem foi transferido pelo mesmo valor. terá o seu saldo liquidado ou transferido para uma ou mais contas de ativos imobilizados. Userful Life. uma vez que a operação se dá entre empresas distintas. Usados em transferência intra-company. Notas fiscais de transferência de ativos são emitidas via Relatório Writer. Essa variante irá definir se a transação é intra-company ou inter-company e quais valores serão levados para o novo bem. ou qualquer outro dado que não possa ser alterado no cadastro mestre. ou seja. ou seja. Na fase de construção. todos os valores gastos são contabilizados em uma conta transitória que ao final. A área de depreciação cross-company irá coletar características das demais áreas de depreciação que constam em distintos planos de depreciação.

 Método controle de período: Controla o ínicio da depreciação por tipo de movimentação (aquisição inicial. Esse método irá considerar a value date do ativo e um determinado critério. peças produzidas. Juros impostos: É possível calcular juros embutidos no capital empregado no ativo a contabilidade de custo. uma vez que a mudança não demandará recalculo. define como a depreciação será calculada e até quando. se a depreciação irá considerar somente dias úteis. etc. O sistema irá contabilizar os juros no mesmo momento que contabilizar a depreciação. por exemplo.  Não planejada: Depreciação imprevista.  Método montante máximo: Método que define até qual nível a depreciação será calculada. km.UNIDADE 4 – PROCESSAMENTO PERIÓDICO Depreciação: Ela é calculada segundo regras definidas na área de depreciação. O sistema determina o ínicio da depreciação usando a value date do ativo e o método de controle por período. transferências). valor base e percentual de depreciação. • Método de depreciação atribuído a uma chave de produção: • Uma chave de depreciação pode usar um determinado método para os primeiros X anos de vida do bem. Esse recurso viabiliza mudança no método utilizado para o cálculo da depreciação durante o exercício fiscal. 1º dia do mês sub-sequente. • Métodos de cálculos de depreciação:  Método base: Método trivial. são criadas áreas de depreciação que não disparam lançamentos na contabilidade. que utiliza fatores para determinar o percentual de depreciação.  Especial: Depreciação acelerada que pode substituir a depreciação normal ou complementá-la. É possível estabelecer se haverá depreciação parcial para bens que não foram adquiridos no primeiro dia do mês. se haverá depreciação negativa. • Depreciação Engine: Recurso que irá considerar o período de validade dos termos independentes do tempo para calcular a depreciação com maior exatidão. e um outro método para os anos sub-sequentes.  Depreciação por unidade de produção: Irá variar de acordo com a utilização do ativo (horas. Para o cálculo gerencial de depreciação. • Tipos de depreciação  Ordinária: Depreciação normal e planejada. aquisição posterior. geralmente por conta de avarias. A utilização de métodos é opcional.  Método multi-level: Método que utiliza período de validade. baixas. 60 • .  Método declinio-balanço: Método de saldos decrescentes. entre outras). inclusive percentual mínimo e máximo.

O fechamento pode ser revertido para fins de ajustes. que podem ser utilizadas como cópia para criação de novas. Programa de alteração do ano: É um procedimento técnico requisitado pelo sistema para a abertura de um novo exercício para os ativos. O principal relatório é o Quadro resumo do imobilizado. Alteração do ano fiscal e encerramento do ano fiscal: O programa de alteração do ano fiscal abre um novo ano para cada ativo. Parâmetros para rodar a depreciação em test run: É possível e recomendável rodar a depreciação em teste e verificar eventuais erros/incosistências. O sistema permite no máximo dois períodos abertos. Para ele podem ser criadas sort versions com diferentes critérios de ordenação. Essa rotina irá consistir valores lançados nos ativos. é possível especificar um índice para calcular o valor que será substituido. Especificar conta do GL para o lançamento da depreciação. Parâmetros para o lançamento de depreciações:       Configurar a área de depreciação. de acordo com as regras vigentes. Atribuir um tipo de documento para o lançamento da depreciação na company code.• Valores reavaliados: Se a área de depreciação contemplar reavaliação. Especificar tipos de atribuições contábeis para objetos contábeis. • • • • • • • Depreciação tipo Planned: Roda a depreciação de acordo com o período vigente. para todas as company codes. Encerramento do ano: É um procedimento de encerramento do exercício fiscal. O objetivo é melhorar a performance do banco de dados (criação de índices).vida útil. O programa deve ser rodado no último período do exercício corrente. O sistema possui versões específicas para cada país. O índice precisa ser associado a uma classe de índices quem contem todos os parâmetros necessários e é year dependent. nesse caso um terceiro período não poderá ser iniciado. UNIDADE 5 – SISTEMA DE INFORMAÇÃO • Seleção de relatórios: Os relatórios utilizam o recurso ALV-ABAP List View. após o registro de todas as movimentações. alterando termos de depreciação como centro de custo. Esse índice é indicado no cadastro do ativo ou classe do ativo. Simulação de valores (depreciados): Simulações podem ser realizadas a partir da transação Asset Explorer. A reavaliação via índice pode ser realizada também para depreciação acumulada e juros impostos. classe. chave 61 • . Depreciação tipo Unplanned: Possibilita rodar a depreciação de um determinado período mesmo identificando que existem períodos anteriores para os quais a depreciação não foi calculada. As versões são denominadas history sheet versions. Definir regras de lançamento e intervalos por área de depreciação. Ativar a atribuição de objetos contábeis.

Caso contrário. A combinação da área de aplicação e da call up point determina a classe booleana para a validação. A = Cancela • Definindo e executando as substituições em FI: Regras de substituição permitem a inclusão de enhancemente (desenvolvimento em ABAP) para certos campos.de depreciação para analisar o resultado. Alocação: A quais unidades organizacionais estará atrelada (company code. Confirmação e Mensagem.)  Ativação: Ativar a regra (inativa. ativa exceto para batch input). etc. Replacement. Ao criar fórmulas pode-se usar operando. • Definindo e executando as validações em FI: Regras de validação podem ser usadas para certos campos . ativa. área de controle. W= Atenção. para tipos de documentos. em parte do ativo. A regra poderá chamar uma mensagem padrão ou uma mensagem criada pelo usuário. UNIDADE 6 – VALIDAÇÕES / SUBSTITUIÇÕES • Validações/Substituições: Regras de validação/substituição podem ser aplicadas a todos os documentos registrados no FI. Podem ser configurados até 999 etapas divididos em 2 partes: Pré Requisito. Se o pré-requisito é atendido a substiuição é concluida. 62 • . caso contrário.     • Fórmula Builder: É um recurso que permite que o usuário crie fórmulas que serão consistidas automaticamente pelo sistema (sintaxe). Podem ser configurados até 999 etapas divididas em 3 partes: Pré requisito. Call up Point: Quando será disparada. Se o pré-requisito é atendido a validação é concluída. Somente uma regra de validação/substituição poderá ser ativada por call up point para uma determinada company code. uma vez que UserExits sempre estão atreladas à uma determinada transação e regras de validação/substituição servem para todas as transações de FI. criados no próprio módulo ou via integração. È possível utilizar regra de substituição nas simulações. ou em todo o portfólio. E =Erro. o conteúdo do campo permanece o mesmo. • Versões de simulação ou variantes de simulação: São utilizadas para simular uma mudança no método de depreciação nos relatórios de depreciação. operadores lógicos (booleanos_ e operadores de comparação. Podem ser simuladas alterações em um único ativo. uma mensagem é mostrada. Para se criar uma regra é necessário definir: Aplicação: Para qual área de aplicação será utilizada e onde. Definição: O que a regra deverá fazer. substituição ou regra. Recomenda-se sempre que possível utilizar este recurso também para desenvolvimentos em ABAP.  Tipo de mensagem: I = Informação.

Para cada campo que terá seu valor substituido um método deve ser associado:    • • • Valor constante: Novo valor para o campo a ser susbstituido. Set: Dados variáveis tais como um agrupamento de fornecedores ou clientes podem ser definidos em um Set. Contabilidades paralelas como USGAAP não precisam mais do componente Razão Especial. O objetivo é agrupar dados para facilitar a manutenção. Set Multidimensional: É um processo que possibilita a combinação de sets. CLASSIC FI: GLT0 LEDGER CUSTOS DE VENDA: GLFUNCT LEDGER DE RECONCILIAÇÃO: COFIT PROFIT CENTER ACCOUNTING: GLPCT Atualmente. o documento será visualizado em todos os ledgers. • Ledger . Geralmente o leading ledger representa o local GAAP. Somente os dados que constam no líder são transferidos para o CO. Não é possível definir mais de um ledger líder.Definição  Ledger líder: É o livro líder que servirá de referência para os demais. NEW GL INTRODUÇÃO O New GL foi desenvolvido para suprir a necessidade de demonstrativos gerenciais por negócio. Atribuição do campo: O nome do campo cujo conteúdo será usado na substituição. Usa a variante fiscal year atribuida a company code. 63 . Com o surgimento do New GL foi possível extrair balanços gerenciais por negócio e cross fiscal year variante. Usa a variante período de lançamentos atribuída a company code. A ativação/desativação do New GL está no nível de client. Se não for indicado nenhum ledger.    Usa a moeda local atribuida a company code. nas instalações do sistema a ativação do New GL é padrão. Ao lançar um documento é possível indicar em qual ledger ele será considerado. A reconciliação entre FI e CO passou a ser realtime. Os dados que estavam armazenados em 4 tabelas passaram a ser concentradas em apenas 1: FAGLFLEXT. Um set pode ser usado em mais de uma regra. Técnicas adicionais na conexão com substituição/validação: Podem ser criadas regras independentes para posterior reutilização em validações e substituições. Exit: O nome da rotina que será chamada (desenvolvimento). criando uma ligação direta entre os componentes FI e CO.

Número contábil. Os cenários indicarão quais campos serão atualizados pela empresa:       • • • Atualização do centro de custo. Área de negócios. Após definir quais serão os objetos de rateio. o sistema irá consistir débito e crédito para garantir que o lançamento continue balanceado. Contabilidade custos de venda. é definido no cadastro mestre do centro de lucro. Campo mandatório: Pode ser considerado uma extensão do status de campo. sendo transparente nos razões auxiliares. Todos são objetos complementares e não excludentes. Centro de lucro. Segmento. ou seja. Visualização do Razão Geral: É a visualização do documento com dados adicionais segundo os cenários definidos para cada livro. centro de lucro e segmento. obrigando que o usuário preencha o campo checado. Segmento: No New GL é o objeto mais adequado para demonstrar resultado por negócio. Ativando um documento Spliting: O método criado é ativado/desativado por company code. os objetos associados às contas de receita ou despesa serão automaticamente associados às partidas de clientes e fornecedores e aos impostos. Centro de custo. Visualização de entrada: É a visualização do documento tal como foi cadastrado no sistema. Os objetos escolhidos devem estar em concordância com os cenários ativos em cada ledger. ao criar um documento. Zero balance: Ao checar. Área funcional. Geralmente um lançamento é rateado por área de negócios. área de négocio. Herança: Se checado. Além do segmento podem ser usados centro de lucro. 64 • • • • • . Elemento de custo. Segmentação. Documento Spliting: Com o New GL é possível splitar documentos onde o rateio é visualizado somente no Razão Geral. e profitability segment (COPA). Área de negócios. O segmento é derivado do Centro de Lucro.• Campos da tabela FLEXT          Fiscal Year. Preparação para consolidação. Atualização do centro de lucro. é necessário criar um método de split e ativá-lo. Company code. Após definir os ledgers (inclusive o líder) é necessário habilitar um ou mais cenários para cada livro.

Manutenção e uso dos vários sub-ledgers. pode-se visualizar e evitar eventuais erros. Business Transaction: São transações que derivam dos processos de negócios estabelecidos no sistema. Isso aumenta consideravelmente o número de registros no banco de dados. porém. quando a partida é uma conta do GL (caixa por exemplo) ele não consegue. Documento Flow: É possível navegar em um documento a partir de CO para FI e vice-versa. Modo Expert: Botão que mostra todos os parâmetros do Split. Atividades que foram reformuladas para agilizar o processo de fechamento:    • Relatórios  Comparação de diferentes ledgers: Geralmente na migração do Classic GL para o New GL. Ajustes de balanço (substituido pelo documento Split). ele representa os itens de um documento. Dessa forma. Rateio individual para ajustes de valores. nos 2 primeiros meses configura-se o sistema para alimentar as 2 tabelas: GLT0 e 65 Transporte de balanços. O sistema consegue Splitar via herança lançamentos em contas do razão auxiliar (AP/AA/AR). • • • Trace LOG: Se necessário o envio de dados CO/FI pode ser acompanhados através de trace. os dados são repassados ao CO imediatamente. Regras Spliting: Define quais categorias de itens poderão ou serão Splitados. Processamento Periódico: Atividades de fechamento que foram eliminadas com o New GL:     Manutenção e uso do ledger de reconciliação. • Integração A integração entre FI/CO e CO/FI é realtime. As variantes são associadas as company codes. Esse rateio tem que ser feito via Regra de Substituição + desenvolvimento ABAP. . É possível transferir lançamentos em secundários elementos de custo do CO para FI desde que sejam definidas as contas contábeis para tal fim. Simulando a visão do GL: É possível simular o resultado de um Split antes dele ser executado pelo sistema. Se uma conta de resultado está associada a um elemento de custo. Variante Business Transaction: É uma versão específica de business transactions que será usada na definição de regras de Split. Método Spliting: Define como e em quais circunstâncias um documento será splitado. A volta de dados para FI seguem regras pré-definidas através de variantes. Ajustes de lucros e perdas. Categoria de Item: Derivado dos tipos de contas. Reclassificação/Sorting para recebíveis e pagáveis.• • • • • • • • Padrão A/C Atribuição: É um recurso que irá substituir o conteúdo das atribuições contábeis (que pode e star em branco) pela constante informada.

Selecionar através de seleções dinãmicas características pré-definidas no IMG.  Balanços e demonstrativos de lucros e perdas: O programa RFBILA00 continua sendo utilizado para a criação de demonstrativos de resultados. fazer o Drilldown a partir de um saldo para os itens de lançamento. Algumas transações foram reformuladas para ter dados da nova tabela FBLxN. recomenda-se a utilização dos relatórios Drilldown. 66 . Se for escolhida a visão do GL. Nela será possível escolher o ledger (líder ou não). usando os recursos atribuição contábil do sub-ledger e atribuição do General Ledger.  Visualização do balanço contábil do GL: A transação FAGLB03 passa a ser utilizada para a visualização de saldos de contas contábeis. Partidas em aberto a pagar e a receber podem ser também visualizados através de Drilldown relatórios. A transação através da qual serão extraidos os relatórios é a FG10. é possível visualizá-lo a partir da visão de entrada. Sendo assim é possível visualizar e comparar saldos sob as 2 óticas. uma vez que proporciona maior flexibilidade na estruturação dos demonstrativos. ou da visão do GL.  Visualização dos itens de linha: Ao efetuar o drilldown até o item.  Novo FI relatório Drilldown: Apesar do programa RFBILA00 estar disponível para o New GL. os itens poderão ser visualizados mesmo sem check de line item display no cadastro da conta contábil.FAGLFLEXT. considerando dados da antiga e nova.