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Apresentação - Dissertação Mestrado_João Sabarigo

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Departamento de Engenharia Civil

Mestrado Integrado em Engenharia Civil - Construção

Contributo para a eficiência energética em obras de reabilitação de edifícios

João Pedro Ventura Orvalho Tirapicos Sabarigo

11 de Maio de 2012

ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO

1

INTRODUÇÃO

2

ESTADO DA ARTE
PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO CONCLUSÕES

3

4

5

1. INTRODUÇÃO

Estado de conservação bastante deficitário

Reduzido peso da reabilitação de edifícios

Inadequação aos actuais padrões de conforto e salubridade

Um dos maiores consumidores de energia

Identificação de medidas de melhoria, que sendo introduzidas em edifícios existentes, possam promover o aumento da sua eficiência energética

2. ESTADO DA ARTE - Parque edificado Português
 Baixo nº de habitantes por habitação (de 2001 para 2011 este valor desceu de 2,05 para 1,8);

 A percentagem de edifícios construídos de 1981 a 2001, no total de edifícios existentes era, em 2001, de
44% em Portugal contra 23% na UE;  Em 2011 cerca de 61% dos edifícios tinham sido construídos apartir da década de 70;

 Em 2001 estimava-se que 40,9% dos edifícios existentes tivessem necessidades de reparação;
60% 50% 54,7 Total de Edifícios 30,9 23,9 20% 10% 0% Pequenas reparações Reparações médias 25,5 18,9 6,6 12,6 10,8 1,8 Grandes reparações 7,2 3,5 0,7

Percentagem (%)

40%

30%

Edifícios construidos até 1970
Edifícios construidos após 1970

Muito degradado

2. ESTADO DA ARTE - Parque edificado Português
As cobertura, estruturas e as paredes e caixilharias têm grandes necessidades de reparação;
70%

60%

59,8 55,0 52,9

Percentagem(%)

50% 40% 30% 20% 10% 0% Nenhuma

48,0 47,0 44,1
30,3 29,3 29,9 16,6 14,5 14,9 9,0 8,1 8,2
Muito grande

Pequena

Média

Grande

Cobertura

Estrutura

Paredes e Caixilharia

 O peso do número de obras de reabilitação de edifícios tem vindo a ganhar relevância relativamente ao
número de obras de construção nova.
50,000 40,000 Nº de edifícios 30,000 20,000 10,000

46.579 43.276 40.710

32.712 34.011 30.122

28.728

26.099 22.031 20.082

8.082 7.852

7.549

6.651
2004

6.715
2005

6.511
2006

6.259
2007

5.589
2008

5.292 5.167
2009 2010

0 2001

2002

2003

Contrução Nova

Reabilitação de edifícios

2. ESTADO DA ESTADOReabilitação Urbana 2. ARTE - DA ARTE
 Estima-se que 40% da população portuguesa viva em cidades

Desertificação e envelhecimento

Degradação dos edifícios

Fraca oferta de arrendamento

Crescimento dos subúrbios

Desadequação ao estilo de vida actual

Princípios

Económicos

Culturais

Sociais

Democráticos

Ambientais

2. ESTADO DA ESTADOReabilitação Urbana 2. ARTE - DA ARTE
Principais objectivos Abordagem de Tipologia arquitectónica intervenção Grau de protecção Avaliação das anomalias Escala de intervenção Lógica de modificação

Vantagens Económicas

Redução de custos com demolições

Reutilização dos materiais de construção

Redução dos custos de estaleiro

Incentivos financeiros

Redução de custos com licenças

1200 1000 800

1025 814 603

981 758

Custo (€/m²)

600 400 200 0

62

102

Reabilitação Reabilitação Reabilitação Reabilitação Reabilitação Reabilitação Substituição ligeira média profunda excepcional excepcional excepcional do edifício estrutura de estrutura estrutura de antigo por madeira mista betão construção nova

2. ESTADO DA ARTE - Principais anomalias do parque edificado 2. ESTADO DA ARTE
Humidade
•Humidade de construção;
•Humidade do terreno; •Humidade de precipitação; •Humidade de condensação;

•Humidade devido a fenómenos de higroscopicidade;
•Humidade devido a causas fortuitas.

Deficiente qualidade do ar

 60% das habitações não se encontravam nos padrões regulamentares

Fendilhação

•Fenómenos estruturais (carregamentos excessivos, assentamentos de apoio);
•Fenómenos de retração.

2. ESTADO DA ARTE - Principais anomalias do parque edificado
Excessivo consumo de água
60% do consumo de água é devido a descargas de autoclismos e actividades de higiene pessoal;

46% do consumo total de água é para fins não potáveis.

Ineficiência energética

O sector doméstico representa 17% do consumo total anual de electricidade em Portugal

Isolamento térmico da envolvente opaca insuficiente;
Envolvente dos edifícios Ausência de protecções solares adequadas; Existência de vãos envidraçados e portas; Constrangimentos urbanísticos e de loteamento; Iluminação Inadequação da forma dos vãos envidraçados; Utilização de equipamentos de iluminação pouco eficientes; Potência desajustada às necessidades; Equipamentos Baixo rendimento energético dos equipamentos;

2. ESTADO DA ARTE - Certificação energética do parque construído
 Em 2008, as importações energéticas em Portugal era de 83%

Eficiência energética
“…forma de fomentar o crescimento inteligente e sustentável da economia, através de um consumo eficiente dos recursos energéticos”

Directiva Europeia 2002/91/CE

•Aquando de uma reabilitação importante de edifícios existentes; •Para obtenção de licença de utilização em edifícios novos; •Aquando da locação ou venda de edifícios de habitação e de serviços existentes; •Em todos os edifícios públicos (de serviços) com mais de 1.000 m², a cada 6 anos.

SCE RCCTE RSECE

Principais vantagens
Conhecimento dos potenciais consumos de energia; Conhecimento do potencial diminuição de consumo energético decorrente da implementação de medidas de melhoria.

2. ESTADO DA ARTE - Certificação energética do parque construído
Se todas as medidas de melhoria propostas nos CE’s fossem implementadas 85% dos imóveis passariam a ter classe igual ou superior a Bˉ
DCR A+ A B B28.4% 21.9% 11.0% 38.7% A+ A B BC D E F G CE - Cenário Real 0.6% 4.5% 20.2% 11.8% 32.2% 14.4% 8.1% 2.6% 5.9% A+ A B BC D E F G CE - Medidas Implementadas

5.4%
31.0% 30.3% 18.4% 9.5% 3.7% 1.1% 0.3% 0.3%

 Substituição da Directiva 2002/91/CE, pela Directiva Europeia EPBD 2010/31 UE até ao final de 2012

Serão abrangidas pela SCE todas as reabilitações de edifícios independentemente da sua dimensão; A obrigatoriedade de, em 2020, todos os novos edifícios apresentarem um balanço energético próximo do zero.

2. ESTADO DA ARTE – Construção sustentável como veículo para a melhoria da situação actual
Desenvolvimento Sustentável
“…desenvolvimento que dê resposta às necessidades do presente, sem comprometer a
possibilidade de as gerações do futuro darem respostas às delas”

 Sistemas de Certificação da Construção Sustentável

2. ESTADO DA ARTE – Soluções construtivas mais comuns nos edifícios construídos

Sistema ETICS vs Parede Dupla de Alvenaria de Tijolo

Pontos Fortes

Pontos Fracos

•Aumento da área habitável; •Redução das cargas sobre a estrutura; •Aumento da inércia térmica; •Melhoria da impermeabilização; •Diminuição do risco de condensações ; •Redução das pontes térmicas, •Diminuição de perturbação dos ocupantes.

•Custo elevado; •Necessidade de mão-de-obra especializada; •Aplicação dificultada; •Reacção ao fogo elevada; •Aplicação condicionada em edifícios classificados ou de relevante interesse arquitectónico.

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO

Levantamento e identificação das anomalias

MAEC MAEC Certificado Energético/ EnergyPlus Listagem de Acções/ Checklist EnergyPlus MARS-SC

Avaliação das anomalias e do estado de conservação do edifício

Avaliação do desempenho energético

Identificação das medidas a implementar

Balanço energético das medidas propostas

Análise custo-benefício das medidas propostas

Tomada de Decisão

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO – MAEC
Nível de anomalia Valor correspondente Muito ligeiras 5 Ligeiras 4 Médias 3 Graves 2 Muito Graves 1

Muito Ligeiras Ausência de anomalias ou anomalias sem significado

Ligeiras

Médias

Graves

Muito Graves

1 ≤ Ponderações (Pdi ) ≤ 6
1 ≤ Pontuação (Pti ) ≤ 5

Anomalias que Anomalias que Anomalias que Anomalia que prejudicam o aspecto e prejudicam o aspecto prejudicam o uso e coloquem em risco a que requerem trabalhos e que requerem conforto e que saúde e /ou a de fácil execução trabalhos de difícil requerem trabalhos de segurança, podendo execução difícil execução motivar acidentes sem gravidade e que requerem trabalhos de difícil execução Anomalias que Anomalia que Anomalia que prejudicam o uso e coloquem em risco a coloquem em risco a conforto e que saúde e/ou a saúde e/ou segurança, requerem trabalhos segurança, podendo podendo motivar de limpeza, motivar acidentes sem acidentes graves ou substituição ou gravidade que muito graves reparação de fácil requerem trabalhos de execução fácil execução Ausência ou inoperabilidade de infra-estrutura básica

Total Ponderações – 100 pontos

Índice de anomalias Estado de conservação

5,00 ≥ IA ≥ 4,50 Excelente

4,50 ≥ IA ≥ 3,50 Bom

3,50 ≥ IA ≥ 2,50 Médio

2,50 ≥ IA ≥ 1,50 Mau

1,50 ≥ IA ≥ 1,00 Péssimo

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO

Levantamento e identificação das anomalias

MAEC MAEC Certificado Energético/ EnergyPlus Listagem de Acções/ Checklist EnergyPlus MARS-SC

Avaliação das anomalias e do estado de conservação do edifício

Avaliação do desempenho energético

Identificação das medidas a implementar

Balanço energético das medidas propostas

Análise custo-benefício das medidas propostas

Tomada de Decisão

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO – EnergyPlus/Certificado energético
Análise Estática (Certificado Energético)
Baseada num conjunto de pressupostos

Análise Dinâmica (EnergyPlus)
Baseada em dados fornecidos pelo utilizador e num ficheiro climático

Principais vantagens análise dinâmica vs análise estática

•A multiplicidade de variáveis que é possível simular; •Simulações por intervalos de tempo inferiores a uma hora; •Os dados meteorológicos são tidos em conta, através do recurso a ficheiros climáticos; •Possibilidade de definir diferentes zonas térmicas dentro do mesmo espaço; •Taxa de infiltração de ar é variável; •Estimativa precisa dos ganhos internos;

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO

Levantamento e identificação das anomalias

MAEC MAEC Certificado Energético/ EnergyPlus Listagem de Acções/ Checklist EnergyPlus MARS-SC

Avaliação das anomalias e do estado de conservação do edifício

Avaliação do desempenho energético

Identificação das medidas a implementar

Balanço energético das medidas propostas

Análise custo-benefício das medidas propostas

Tomada de Decisão

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO – Listagem de Acções/Checklist
Checklist
Fase do Processo de Reabilitação

Listagem de Acções
Medidas

Concepção

Construção

Operação

Reforço do isolamento térmico da envolvente opaca do edifício; Reforço do desempenho térmico dos vãos envidraçados; Redução das infiltrações de ar (ventilação descontrolada) Adopção de técnicas de desenho passivo (direcção e dimensionamento das áreas envidraçadas); Adopção de sistemas de sombreamento (palas de sombreamento ou árvores de folha caduca) Adopção de sistemas de climatização energeticamente eficientes; Aplicação de painéis solares para aquecimento de águas sanitárias e adopção de sistemas de aquecimento de águas sanitárias eficientes; Adopção de sistemas de iluminação exterior e em zonas comuns com temporizadores ou sensores de movimento; Aplicação de sistemas geradores de energia eléctrica através de fontes de energia renovável; Aplicação de soluções que aumentem e/ou controlem a iluminação natural Beneficiação da iluminação natural através da aplicação de revestimentos de cor clara no interior dos compartimentos e/ou através da reorganização espacial; Adopção de sistema de ventilação natural; Construção de Parede de Trombe ventilada ou não ventilada Construção de Parede de Água Utilização de lâmpadas de baixo consumo Utilização de lâmpadas de halogéneo com reflector de IRC e filtro aos raios UV Instalação de quadros com corte térmico Instalação de sensores de presença Instalação de sensores de luz natural Adopção de electrodomésticos energeticamente eficientes; Substituição de lâmpadas incandescentes por outras com maior eficiência energética. Aplicação de intensidade luminosa de acordo com as necessidades das actividades normalmente realizadas em cada compartimento. Accionamento dos sistemas de protecção solar nos períodos de incidência da radiação solar Elaboração de manual de utilização; Elaboração de manual de manutenção; Revisão dos equipamentos de climatização; Reparação de aparelhagem de iluminação; Revisão de sistema de impermeabilização pelo exterior; Revisão de sistemas de protecção solar; Revisão de mástiques e vedantes em envidraçados; Limpeza de colectores e painéis solares

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO – Listagem de Acções/Checklist
Parede de Água – “See Through Wall”

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO

Levantamento e identificação das anomalias

MAEC MAEC Certificado Energético/ EnergyPlus Listagem de Acções/ Checklist EnergyPlus MARS-SC

Avaliação das anomalias e do estado de conservação do edifício

Avaliação do desempenho energético

Identificação das medidas a implementar

Balanço energético das medidas propostas

Análise custo-benefício das medidas propostas

Tomada de Decisão

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO

Levantamento das anomalias

MAEC MAEC Certificado Energético/ EnergyPlus Listagem de Acções/ Checklist EnergyPlus MARS-SC

Avaliação das anomalias e do estado de conservação do edifício

Avaliação do desempenho energético

Identificação das medidas a implementar

Balanço energético das medidas propostas

Análise custo-benefício das medidas propostas

Tomada de Decisão

3. PROPOSTA METODOLÓGICA DE INTERVENÇÃO – MARS-SC
Indicador Parâmetro Ponderação(%) Ponderação

Ambiental

Funcional

Económico

Aproveitamento recursos naturais Redução das emissões de CO2 Temperatura Interior Risco de anomalias Facilidade de Implementação Iluminação natural Investimento inicial Diminuição do consumo Custo de manutenção

30 70 55 15 10 15 35 55 10

0,1

0,4

0,5

1

3

2

4

Valor da NS
<-1 [-1;0[ 0 ]0,1[ [1,2[ [2,3[ 3

Classificação do desempenho Medíocre Insatisfatório De referência Ligeiramente superior Superior Muito superior Excelente

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Descrição do caso de estudo

Fração habitacional em duplex Tipologia T5

Freguesia e Concelho do Barreiro Frentes orientadas a Nordeste, Sudeste e Sudoeste
Paredes exteriores - Sistema de isolamento pelo exterior Ventilação natural

Área útil – 311,08 m²

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Implementação do MAEC
Anomalia ligeira na parede exterior da varanda 3.3.10 – Revestimento de parede com sujidades

Anomalia ligeira na instalação do sistema de ventilação da varanda 3.3.10 – Ausência de grelha de ventilação

Anomalia média na parede interior Sudoeste do quarto 3.3.5 – Aparecimento de efluorescência

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Avaliação do desempenho energético da solução base
Certificado Energético
Classe energética B-; Necessidades anuais globais de energia

primária são de 3 kgep/m2.ano;
1,1 toneladas de CO2 equivalentes por ano; Bom comportamento térmico dos elementos da envolvente;

EnergyPlus
Parâmetros de Simulação; Localização e Clima; Unidades de Ar Forçado; Conexão entre Equipamentos.

Horários;
Materiais e Elementos da Envolvente; Zonas Térmicas e Geometria; Renovação do Ar;

Controlo
Arrefecimento;

de

Aquecimento

e

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Avaliação do desempenho energético da solução base
40 30 20 10 Temperatura (⁰C) 20,000
Ganhos internos (kWh)

17,862

15,000 10,000 5,000 0 323
Equipamentos Piso 3 Piso 4

0

2,343 233
Pessoas

390 25
Iluminação

Temperatura exterior Temperatura interior Zona 4

Temperatura interior Zona 3 Temperatura interior Zona Comum

30,000

27,412

Necessidades Energéticas (kWh)

25,000 20,000 15,000 10,000 5,000 0

Ganhos internos RCCTE - 4W/m² 8391,7kWh EnergyPlus - 27388,8kWh
60

16,957 15,264 9,918 10,455

Necessidades Nominais Energia Útil (kWh/m².ano)

15,801 11,611

54,5 47,4 33,6 Energy Plus RCCTE

50 40 30 20 10 0

22,7

537
Aquecimento

1,693
Arrefecimento Globais

Zona Piso 3

Zona Piso 4

Fracção Autónoma

Aquecimento

Arrefecimento

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Implementação das medidas que permitem aumentar a eficiência energética
Substituição do vão envidraçado da Sala 3.3.2 por uma Parede de Água

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Implementação das medidas que permitem aumentar a eficiência energética
Substituição do vão envidraçado da Sala 3.3.2 por uma Parede de Água
10, 15 e 20 cm
Piso 3, Piso 4 e ambos

Sombreamento integral do vão envidraçado da Sala-3.3.2 com recurso a painéis de sombreamento

Ventilação natural nocturna

Optimização dos vãos envidraçados

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Discussão dos resultados
30,000 25,000 20,000 16,957 17,102 17,163
kWh

27,412 27,221 27,162 27,137

17,226

15,000
10,000 5,000 0 10,455 10,119
9,999 9,912

Necessidades de Aquecimento Necessidades de Arrefecimento
Solução base Parede de Água de 10 cm Parede de Água de 15cm

Necessidades Globais
Parede de Água de 20 cm

30,000 25,000 20,000
16,957 17,226 17,198

27,412 27,137 27,109 27,424

16,968

kWh

15,000
10,000 5,000 0
10,455 9,912 10,141 10,226

Necessidades de Aquecimento Necessidades de Arrefecimento
Solução base Parede de Água de 20 cm Parede de Água de 20 cm Piso 4

Necessidades Globais
Parede de Água de 20 cm Piso 3

4. APLICAÇÃO A CASO DE ESTUDO – Discussão dos resultados

Medida de melhoria Parede de Água 10 cm Parede de Água 15 cm Parede de Água 20 cm Parede de Água 20 cm Piso 3 Parede de Água 20 cm Piso 4 Sombreamento Integral Ventilação nocturna Optimização dos vãos envidraçados

Necessidades energéticas de aquecimento (kWh) 10118,6 9999,1 9911,6 10226,1 10141,1 10455,1 10416,1 10646,3

Necessidades energéticas de arrefecimento (kWh) 17102,5 17163 17225,5 17198,3 16967,6 16954,2 16711,1 15948,4

Necessidades energéticas globais (kWh) 27221,1 27162,1 27137,1 27424,4 27108,7 27409,2 27127,2 26594,7

Potencial de redução de consumo energético 0,70% 0,91% 1,00% -0,04% 1,10% 0,01% 1,04% 2,98%

5. CONCLUSÕES
Conclusões A reabilitação de edifícios é fundamental para a melhoria do estado de conservação e o aumento de conforto do parque habitacional português O actual consumo de recursos energéticos é insustentável A problemática da ineficiência energética nos edifícios impõe que se adoptem os procedimentos

da Construção Sustentável
Em edifícios com nível de classificação energética em termos de certificação igual ou superior a Bé bastante difícil optimizar o seu desempenho energético apenas com recurso a soluções passivas Nestes casos a eficiência energética de uma habitação é bastante satisfatória

5. CONCLUSÕES
Desenvolvimentos Futuros Avaliar o desempenho da implementação, em simultâneo, de algumas das medidas propostas, de modo a que se obtenha um aumento da eficiência superior ao verificado Avaliação dos contributos que as soluções propostas, ao nível do utilizador, podem ter na optimização do desempenho energético deste tipo de edifícios

Interligação da metodologia MARS-SC com os Sistemas de Certificação da Construção Sustentável,
para análise custo-benefício Estudo comparativo da Parede de Água com outras paredes de sistemas solar passivos, como a

Parede de Trombe

OBRIGADO.

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