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Süssekind - Curso de análise estrutural III

Süssekind - Curso de análise estrutural III

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CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume III Método das deformqõer. Processo de Croa.

CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
Volume I I I
Método das deformações. Processo de Cross.

7." Edicão

Copyright O 1973 by José Carlos Sussekind A primeira edição desta obra foi realizada em convênio com a Universidade de São Paulo.

Dados de Catalogação na Publicação (CIP) Internacional (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) S963c v.1-3 Sussekind, José Carlos, 1947Curso de análise estrutural / José Carlos Sussekind. - Rio de Janeiro : Globo, 1987. Conteúdo: v. 1. Estruturas isostáticas. 9. ed. v. 2. Deformações em estruturas. Metodo das forças. 8. ed. -v. 3. Método das deformações. Processo de Cross. 7. ed. ISBN 85-250-0226-7
1. Deformações (Mecânica) 2. Estruturas - Análise (Engenharia) 3. Forças e tensões I. Titulo.

1. 2. 3. 4.

indices para catálogo sistemático: Análise estrutural : Engenharia 624.171 Deformações : Engenharia de estruturas 624.176 Estruturas : Análise : Engenharia 624.171 Forças : Análise estrutural : Engenharia 624.176

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta edição pode ser utilizada ou reproduzida - em qualquer meio ou forma, seja mecânico ou eletrõnico, fotocópia, gravação etc. - nem apropriada ou estocada em sistema de banco de dados, sem a expressa autorização da editora.

Editora Globo S.A. Rua Itapiru, 1209, CEP 20251, Rio de Janeiro. Tel.: (021)273-5522, telex: (021)23365, RI. Rua do Curtume, 665, CEP 05065, São Paulo. Tel.: (011)262-3.100, telex: (011)54071, SP.

Apresentacão
A idéia de escrever este Curso de Análise Estrutural nasceu da necessidade encontrada de um texto que nos servisse de suporte para o ensino da Isostática e da Hiperestática aos futuros engenheiros civis, idéia esta que cresceu com o estímulo recebido da parte de diversos colegas de magistério, que sevêm deparando com o mesmo problema, e cuja concretização se tornou possível a partir do interesse demonstrado pela Editora Globo em editá-lo.

O Curso de Análise Estrutural será dividido em três volumes, no primeiro dos quais estudaremos os esforços nas estruturas isostáticas, ficando o estudo dos esforços nas estruturas hiperestáticas e das deformações em estruturas em geral para ser feito nos segundo e terceiro volumes. Nestes últimos, incluiremos também o estudo de alguns tópicos especiais, cujo conhecimento julgamos indispensável ao engenheiro civil.
Na apresentação deste Curso, é dever de gratidro mencionar o nome do extraordinário professor que é o Dr. Domicio Falcáo Moreira e Silva, a quem devemos nossos conhecimentos de Mecinica Racional e de Mecànica das Estruturas, e por iniciativa de quem fomos lançados no magistério superior, na Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Agradecemos antecipadamente aos nossos leitores e colegas quaisquer comentários, sugestões ou críticas que nos venham a enviar através da Editora Globo, pois, a partir deles, estaremos em condições de tentar sempre melhorar este trabalho, no sentido de torná-lo cada vez mais útil ao nosso estudante - objetivo final de nossos esforços. Rio de Janeiro, 10 de abril. de 1974 José Carlos Sussekind

3 .2 .1.2 .1 .óes 24 4.2.2 .2 .Caro rm que o cixo d e simetria intercepta um nó da estrutiira 7 3 7.Derlocabilidade externa 6 2.Aplicapies $ estruturas sem deslocabilidades a t a n a s 27 5.Caso em que o eixo dc simeuin intercepta completamcntr uma barra da estriitiira 75 7.2.2 .Caso em que o cixo de simetria intercepta completamente uma barra da grelha 108 7.2 .Sumário CAPÍTULO O METODO DAS DEFORMAÇÕES I I 2 - A idéia d o método .Roteiro para o metodo das deformações 26 5 .1.1 .Simplifica~ãopara o casa d e estruturas elástica e geometricamente simétricas 73 7.1 .2.Rigidez d c uma barra II 3.Caso em que o cixo de simetria intercepta tima única s e ~ ã o uma barra 76 de 7.Incógnitas I - Númem de incógnitas .2.3 .2 .Atuacão de carregamento externo 27 5.2 .3 .Estruturas planas 73 7.0bservai.R7c.Grrlliar 106 7.Varia~áodc trmperstura 48 6 .Atuaiiio de var?aç2o de temperatura ou recalques de apoios 4 4 5.Número total de deslocabilidades 8 3 .1 .Deslocabilidade interna e externa 5 2.Caso em quc o eixo de simctria intercepta uma barra da grelha n u m a Única secão 109 .1 .Grandezas fundamentais 10 3.Aplicação às estruturas com deslocabilidades externas 5 7 7 .1 .ilqur de apoio 44 5.1 .mo minto^ devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos 4 - 15 O mecanismo d o método das deformações 20 4.1.1 .Dcrlocabilidade interna 5 2.2.Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da grclha 106 7.

Roteiro 234 6.2 .PROCESSO DE CROSS 181 .1 .3 - com carregamento distribuido segundo o vão 268 Relação entre efeitos no cabo e esiorqos na vtga dc substitui~Zo 268 Caso de carga uniformcmcntc distribuída 271 Aplicaqões 275 .Problemas pmpostos 261 CAPíTULO ííi .INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS CABOS I .Aplicacões 218 6 .Aplicações 238 7 .Inércia da barra varia aleatoriamente 160 9 - U>nsideração dos efeitos do e f p namal 160 sa 9.Roteiro d o pmcesso de Cross para estruturas indeslocáveis 195 4 .2 2.Roteiro do proccsso de Cross para estruturas desloçáveis 216 5.1 .Cabos 2.Aplicação d o p~ocesíode Cross $s estruturas externamente deslocáveis 215 5.Problemas propostos 171 CAPíTULO I n .Consideraçóea preliminares 267 2 .2 .Aplicações 253 8 .1 .1 .Quadros para os quais dcscjamos levar em conta as deformações por ertor~o iiornial 166 10 .Caso de barras com inércia variável 120 8.A idéia do processo 184 3 .Introdução 2 .1 .lntroduçáa 215 5.3 .8 .3 .2 .Apresentação 248 7.Aplicação às estruturas planas indeslodveis 197 5 .2 .Inéroia da barra variando "em misula" 125 8.Inércia da barra varia "em saltos" 120 8.1 2.Quadros com tirantes (au escoras) 160 9.2 .Aplica* d o pmcesso de Cross Ps grelhas 248 7.Aplicação do pmcesso de Cross ao t r a p d o de linhas de influência 234 6.

Aplicaç6er 290 4 .Efeitos secundários nos cabos 279 2.2 .4.Exercidos propostos 292 .4 .Caso particular: pontos de suspensjo no mesmo nível 289 3.1 .Caso geral: pontos de suspcnsio em níveis diferentes 285 3.4.2 .Alongamento clástico de um trccho de cabo com carga uniformemente distribuída 279 2.Cabos m m ean-ento uniímemente distribuido segundo seu mmprimento 285 3.A ~ ã a vento 283 3 .1 .3 .4.Variacão de temperatura 281 do 2.2.3 .

introduzido na Análise Estrutural pelo professor Hardy Cross e que consiste numa distribuição simples de momentos em torno dos nós de estrutuia. que é o método das deformações. colaboraram para tornar possível a sua publicação. diminuindo (e as vezes eliminando. queremos.cujos conceitos fomos apresentando. para o cálculo da mesma. caso seja possível e conveniente. Na oportunidade. pelo menos nesta primeira fase. no caso de estruturas indeslocáveis) em muito a ordem do sistema de equações de compatibilidade em cuja resolução recairá a solução da estrutura estudada. mais uma vez. apresentar nossos agradecimentos ao amigo José de Moura Villas Boas pelo trabalho de revisão de todos os volumes deste Curso e a todos aqueles que. com excelente aproximação. abordando-se um processo particular pertencente a este método geral. visando uma boa sedimentação . o f i a l do mesmo. Rio de Janeiro. a resolução da grande maioria dos problemas da prática. apresentado inicialmente sob sua formulação mais geral (e que é.Introducão ao terceiro volume O terceiro volume de nosso Curso abrange o estudo do segundo grande método da Hiperestática. poderá se lançar mão de determinados programas de computadores. Encerrando a introdução a este terceiro volume de nosso Curso e que marca. a seguir. tendo em vista a possibilidade de automatização do cálculo estrutural através de computadores) e. mas estes jamais poderão substituir o engenheiro na fase de projeto. que permite. Completa o terceiro volume uma Introdução ao Estudo da Estática dos Cabos. de uma forma ou de outra. onde se define a qualidade em nossa profissão. processo este muito rápido e comodo. a mais importante.possibilitará ao engenheiro projetar uma estrutura. 16 de Abril de 1975 José Carlos Susselcind . escalonadamente. modernamente. onde apresentamos a teoria de primeira ordem sobre o assunto. gostaríamos de alertar o leitoí para um ponto muito importante: somente o conhecimento da Hiperestática Clássica .

a partir desses valores. vigas. esforas. empregando-se o teoreina de Pasternak. normalmente. os ângulos de rotaçào e os deslocamentos lineares sofridos pelos nós das diveisas barras. estudado no 20 volume de nosso Curso. abordada de maneira inversa. isto é. Em seu cálculo. entretanto. as deformaçóes das barras que compõem a estrutura devidas a esforços normais (e tamMm as devidas a esforços cortantes). trataremos apenas das estruturas para as quais estas últimas deformaçúes podem ser desprezadas (quadros planos. peças protendidas em geral. tirantes. foi usual desprezar estas deformaçúes (a não ser no caso de peças trabalhando basicamente ao esforço normal. a partir dos quais. arcos. etc. podiam ser calculados as rotações e deslocamentos dos nós da mesma. obtei os diagramas de esforços solicitantes da estrutura. estruturas para as quais podemos desprezar. então. determinados.CAPITULO I O MÉTODO DAS DEFORMACÕES No método das forças. . será denominado método das deformaçóes. grelhas). quais sejam. A resolução do mesmo problema hiperestático poderia ser. Por ora. obter deformações. a partir deles. permitiam o conhecimento imediato dos diagramas de esforços solicitantes para a estrutura em estudo. barras de treliças. para todos os fins práticos. as incógnitas do problema hiperestático eram esforços simples (ou reações de apoio) que. por esta razão. pilarcs esbeltos.) quando do cálculo dos 8 . isto é. não se constituindo este fato em nenhum erro especial peculiar ao método pois. serão desprezadas. Este será o caminho adotado no método que exporemos neste capitulo e que. Assim o método das forças inicia a resolução da estrutura pela determinação dos seus esforços para. determinando-se inicialmeiite as deformações sofridas pelos nós das diversas barras da estrutura para. tambdm no estudo do método das forças. As incógnitas deste m6todo serão.

representando uma barra genérica de uma estrutura: devido aos esforços que solicitam a barra. então. a barra AB indicada na Fig.I 2 Curso de an8lise estrutural a diferença entre o comprimento inicial de uma barra AB e o comprimento final da corda AB.1.1. . I . como o mktodo pode ser igualmente aplicado (ver item 9 deste capitulo). Mostraremos depois. Seja. Começaremos iiosso estudo estabelecendo que deformações de uma barra devem ser conhecidas a fim de que possamos determinar os esforços nela atuaiites. ela se deformará assumindo a posição A 8: A passagem da posição AB para a posiçao A E' pode ser encarada como resultante das seguintes deformações. para as estruturas sensíveis às deformaçóes axiais. 1-1 'Já que estarnos no regime linear e é válido a princípio da superposiçio de efeitos. independentes umas das outras:' Fig.

está tabelada na Tabela I (para vigas de inércia constante). basta conhecer os valores de p ~ q~ e PBA para obtermos o diagrama de momentos fletores e. - 30) Rotação da extremidade A da bana de valor pA.4.1. Rotação da extremidade B da barra de valor pB: surge o diagrama de momentos fletores indicado na Fig. Concluindo. serão.3. aparecendo então um diagrama de momentos fletores com o aspecto indicado na figura.O metodo das deformações 3 10) Translação da barra de hA (Fig. h incúgnitas. devido ao funcionamento da barra como uma viga biengastada em que um dos engastes sofreu um recalque pB. já que a translação 6 A da barra não introduz qualquer esforço na mesma. I . para cada barra da estrutura.6 e que pode ser determinado sem maiores dificuldades. indica a figura.1. a partir dele. os demais diagramas solicitantes para uma barra de uma estrutura. como uma viga biengastada em que um dos engastes sofreu um recalque angular de valor p ~ aparecendo um diagrama de momentos fletores conforme . 4P) 5?) . a seguir . Conforme indica a Fig. I .5.1. aparecendo o diagrama de momentos fletores indicado na Fig. de modo que não é despertado qualquer esforço simples nesta fase. por tratar-se de resolução de uma viga biengastada para um dado carregamento. sofreu um recalque vertical igual a p B ~ (este tipo de problema foi resolvido no volume 11 de nosso Curso). Deformação da barra. sem rotação das extremidades da barra. para determinarmos o valor do deslocamento ortogonal recíproco 'ver observafão 2. sem deslocamentos lineares nem rotações de suas extremidades. 20) Deslocamento linear de uma das extremidades da barra (por exemplo. Conforme mostra a Fig. eiitão as rotações e os deslocamentos lineares de suas extremidades2 (já que. problema este resolvido pelo mhtodo das forças e cuja soluçâo. para os carregamentos mais correntes da prática. a barra se comporta. para esta deformação.1. I . i10 método das defomaçGes. devido ao carregamento externo atuante. a barra funciona como uma viga biengastada submetida ao carregamento externo. para este deslocamento p ~ como se fosse uma viga biengastada AB. a barra se mantém reta e paralela à sua posição primitiva.2): durante esta translação. de valor ~ B A (este deslocamento 6 denominado deslocamento ortogonai recíproco do nó B em relação ao nó A ) . Nesta fase. a barra se comporta. I . B ) ao longo de uma direção perpendicular a seu eixo. cujo engaste B . I 1.

Para as grelhas (supostas situadas no plano xy e carregadas na direção z). conforme mostra o esquema da Fig. Observaçães: 1) No caso de estruturas espaciais. 6. num total de 6 incógnitas por nó da estrutura espacial. o número de incógnitas do problema. 1-2 . 2) Nu caqo de uma barra AB possuir uma das extremidades rotuladas. precisaremos conhecer as rotaçóes px e py e o deslocamento linear S. pr) e o deslocamento linear por suas componentes (. \pe e p a ~ para a barra da Fig. necessitaremos conhecer os deslocamentos iineares de suas extremidades). (A por exemplo) sua rotapio nesta extremidade rotulada não será incógnita do problema. v. a rotação e o deslocamento linear de todas as extremidades de barras nele concorrentes serão os mesmos. num total de 3 incógnitas por nó. . S. supostos aplicados numa viga apoiada e engastada AB. 11 - I-15 Fig. 1-2. precisaremos conhecer a rota@o e o deslocamento linear resultantes de cada extremidade das barras que compõem a estrutura. 1-2. As incógnitas serão. nos casos gerais.). Esta rotação será dada por suas componentes (vx. É claro que. nos nós rígidos (não rotulados) de uma estrutura. pois que o diagrama de rnoinentos fietores final na barra AB será igual à soma daquele provocado pelo deslocamento ortogonal reciproco PEA.4 Curso de análise estrutural de uma das extremidades da barra em relação à outra. nos casos mais gerais. 8... apenas. com o da rotação <pg e com o do carregamento externo. o que diminui sensivelmente..

Sabemos que as incógnitas do problema são as rotações e deslocamentos lineares dos nós B e C. respectivamente. etc. . o número de deslocabiidades internas. número de nós internos rígidos (não rotulados) da estrutura.5. Concluihdo. o número de incógnitas do problema é igual a 2. + 9. pois suas cornponentes vertical e horizontal serão impedidas. o nó C não apresenta deslocamentos lineares.). tis nós internos rotulados).1-3 l Também o nó B não apresentará deslocamentos lineares. entretanto. a partir dos quais formularemas o método das deformações. já que os engastes A e D não sofrem deformações. No caso. pelos engastes A e D.. .Deslocabiiidade interna Seja a estrutura da Fig.O método das deiormaçks 5 Note o leitor que a rotação da extremidade rotulada não será incógnita. pBA. 2 . também no nó B. pois o apoio do 10 género impede a componente vertical e o engaste D a componente horizontal (já que desprezamos as deformaçóes axiais das barras) de deslocamento. deslocamento ortogonal reciproco ~ B A rotação ipg e .di de uma estruhua é igual ao número de 116s internos rígidos que ela possui3 (não incluindo os nós extremos apoiados ou engastados e.9. 1. a única incógnita do nó C será sua rotação. será a rotação. Em outras palavras.NÚMERO DE INCÓGNITAS . que é aquele que fornece os diagramas para vigas biengastadas (ou engastadas e rotuladas) devidos a 9A. evidentemente. pois é exclusivamente efeito das causas indicadas nas Figs. Assim.3 a 1-2. Dizemos que o número de deslocabilidades internas de uma estrutura é igual ao número de rotações de nós que precisamos conhecer para poder resolv6-Ia.DESLOCABILIDADE INTERNA E EXTERNA 2. de modo que a únicaincógnita. 1-2. suposta rotulada em A e engastada em B (no caso. temos: p~ = 9. A F .3. ara cstriitilras planas. 3) Notemos que o método das deformações só pode existir devido à existência do m6todo das forças. carregamento externo na barra AB. quais sejam.1 .

Para caracterizar esta incógnita. 1-4. indicaremos um apoio . não precisamos conhecer as rotações das barras nestes nós (em outras palavras.1. o número de deslocabilidades internas é igual ao triplo do número de nós internos rigidos que a estrutura possui. grelhas. em uma primeira incógnita do problema.6 Curso de análise estrutural Observações: a) Para o caso de estruturas espaciais. 2. o número de deslocabilidades internas é igual b) Para o caso ao dobro do número de nós internos rígidos que ela possui (pois. também. não há deslocabilidades internas a considerar). Como todos os seus nós internos são rotulados. que se constituirá.2 . indicaremos um apoio do l ? gênero em D (ver Fig. para cada um deles. Iniciando esta análise pelo nó D. pois. pois que. supondo a grelha situada no plano xy. 1-4. nada impede. Resta-nos analisar o problema dos deslocamentos lineares dos mesmos para conhecemos o número de incógnitas do problema. precisamos conhecer suas componentes de rotação em torno de cada um dos eixos coordenados. vemos que ele não terá componente vertical de deslocamento. a estrutura da Fig. mostrando que seria necessária a existência de mais um vinculo na estrutura para que o nó D não possuísse deslocabilidades lineares. para o nó G. para caracterizar esta nova incógnita. seu deslocamento na direção horizontal. que pode se deslocar na direçáo horizontal (o deslocamento vertical estando impedido pelo engaste C). no entanto.Deslocabilidade externa Seja agora. não haverá componente de rotação em torno do eixo 02). estamos desprezando as deformações axiais das barras).2). + Tudo que foi feito para o nó D vale. devido i presença do engaste A (como sempre.

e aquelas que náo as possuem (mesmo tendo deslocabilidades internas) de estruturas indeslocáveis.O nó E. . ) também o será.1. portanto. onde não é tão simples reconhecer o número de deslocamentos lineares independentes. à primeira vista. principalmente em casos de estruturas mais complexas. e o deslocamento horizontal de F. possui então. indeslocável.O nó F. por esta razão. sendo. também.) 2) É usual chamar-se às estriituras que possueiii deslocabilidades externas de estruturas deslocáveis. F. por estar ligado a dois nós indeslocáveis (no caso. que nbmero de deslocabiidades externas de de uma estrutura é igual ao número de apoios do I? gênero que a ela precisamos acrescentar para que todos os seus nós fiquem sem deslocamentos lineares. as incógnitas do problema). E e G .O m6todo das deformações 7 do l gênero em G. 1-4. senão vejamos: . será igual ao de D. conforme mostra o exemplo da Fig. por análise direta da estrutura dada. A estrutura da Fig. por estar ligado a D por uma barra horizontd. Definiremos. que ela possui dlias deslocabilidades lineares ou externas (esta última denominação sendo mais usual). por força do apoio do I? gênero 1 . por força do engaste B. mas apenas os deslocamentos dos nós D e G são incógnitas independentes (pois o deslocamento horizontal de E. ObservaçGes: 1) No caso da estrutura da Fig. então. não terá com onente vertical de deslocamento e. foi lícito definir o número de deslocabilidades externas da estrutura a partir dos apoios adicionais do I ? gênero necessários. G terão deslocamentos horizontais (que seriam. então. dos deslocamentos de D e C). E. por estar ligado a E e C. 1-4. Este número de incógnitas independentes é traduzido. os nós D e G seriam indeslocáveis linearmente. os nós D. não terá componente horizontal de deslocamento. portanto. e dizemos. Assim. em última análise. o que acarretaria. será função dos deslocamentos destes dois pontos e. dois deslocamentos lineares (deslocamentos horizontais dos nós D e C) que.2. se impedidos pelos apoios do 10 gsnero 1 e 2. com menor trabalho de raciocínio. a indeslocabiiidade linear dos nós E e F. o número de incógnitas independentes do problema (que é o número de deslocabiidades externas da estrutura) é apenas 2. a tornariam sem deslocabiiidades lineares. d . ao valor de de. (Preferimos esta forma de defmição por ela conduzir.1. Assim. mostrando que seria necessária a existência de mais este ! ' vínculo na estrutura oara que o nó C não possuísse deslocabilidades lineares. caso existissem os apoios adicionais do 10 gênero @ e @ indicados na Fig. 1-4. 1-4. pelo número de apoios do I? gênero que precisamos acrescentar à estrutura para tomá-la sem deslocabilidades lineares e.

1 . a partir da expressão (I-]).1 Lstando os apoios do l? gênero adicionais para tornar as estruturas externamente indeslocáveis indicados nas Figs. dizemos que o número total de deslocabiidades d de uma estrutura. . (1.é dado pela soma de seu número de deslocabiiidades interna (di) externa (d.8 Curso de análise estrutural 2.Obter o número total de deslocabiiidades para as estruturas planas das Figs.1 a 1-12. obtemos.Número total de deslocabilidades Como as incógnitas do problema são as rotaçóes dos nós internos rígidos da estrutura (traduzidas pelo valor d i ) e os deslocamentos lineares independentes de seus nós (traduzidos por de). indicado ao lado destas últimas figuras: .2. s u número total de deslocabiidades. e Podemos então escrever: d = di + d. 1. 1-52 a 1-12.1) A exemplificaçáo a seguir esclarecera: Ex.3 .).igual ao número total de incógnitas de sua resoluqão pelo método das deformações . 1-5.

conforme indica a Fig. . pois o balanço pode ser retirado. 1-8 n q' "i A A 1-11.) Fig.) 1-10. 1-12.2.l1-12 = 2 = +l Observaçüo: O caso da estrutura da Flg.1 serve para chamar a atenção do leitor para o fato de qiie não precisamos incluir trechos em balanço (no raso. Fig 1-10 2 Ad 1-11. 1-12. 1-11 dFig. a partir da qual obtivemos o número de deslocabilidades da estruturadada.O metodo das deformações d=4+3=7 Fig. DEFJ para a análise do número de deslocabilidades da estrutura. I+ d = 1 + O = L (A estruhira não tem deslocabilidade externa. e substituída sua ação sobre o resto da estrutura pela de um momento e de uma força.2 d = 3 + O = 3 (A estrutura nào apresenta deslocabilidade externa.1 1-12...

os diagramas de momentos fletores atuantes numa barra de uma estrutura.1 a 1-15. Partido de (1-1) e levando em conta que cada nó interno rígido de uma grelha tem duas componentes de rotação e uma componente de deslocamento linear (perpendicular ao plano da grelha).) Fig.GRANDEZAS FUNDAMENTAIS d=2X4+0=8 (A grelha não apresenta deslaiabilidades lineares.10 Curso de analise estrutural Ex.Obter o número total de deslocabilidades para as grelhas (estmturas planas que serão solicitadas perpendicularmente a seu plano) das Figs. indicado ao lado de cada estrutura.2 e 1-14. 1-15 Conforme vimos no início deste capítulo. M 3 . para a determinação <'.2 estão representados os apoios adicionais do 10 gênero necessários para tornar as greihas indeslocáveis. 1-13. Nas Figs. 1-2 . al6m do diagrama de momentos fletores qiie ter'ia esta barra . precisamos conhecer. obtemos seu número total de deslocabilidades.1. 1-13.

então.1. F? pensando nestes últimos diagramas que vamos agora estabelecer alguns conceitos. 1-1. cuja rigi'dez no nóA desejamos determinar.5 ou 1-2.O método das deformações 11 se fosse. terminar o momento MA que deve ser aplicado em A para produzir a rotação = 1 indicadana Fig. que introduziremos no item 4 deste capítulo.4.2. respectivamente. provoca uma rotação unitária do mesmo. que serão de importáncia prática fundamental para o mecanismo operatório do metodo das deformações. 1-1. Fig. 1-16.que é de imediata determinação pelo m6todo das forças e facilmente tabelável para os carregamentos usuais da prática (V. Trata-se.3 ou 1-2.1 A 1-16. 3. Examinemos separadamente os casos de uma barra biengastada e de uma barra engastada e rotulada.3) e que podem ser tratados como recalques angulares e lineares. trata-se de de. Tabela I) . da resolução da viga biengastada AB para o recalque angular 9 = 1 indicado em 1-163. Seja a barra biengastada AB da Fig. 1-1.6) ou engastada e rotulada (V.1 .4) e aquele devido ao deslocamento ortogonal gciproco de uma extremidade da barra em relação à outra (Fig. Fig. suposto livre para girar. 1-16. 1-16. a obtenção do diagrama de momentos fletores pode ser feita pelo processo de .também aqueles devidos às rotações existentes nos nós externos não-articulados da barra (Fig. Conforme a definieão. de uma viga biengastada ou engastada e rotulada conforme o caso. aplicado neste nó. A B . conforme o caso.2 $0 = 1 \I Supondo a barra com inkrcia constante J e mbdulo de elasticidade E. a) Barra biengastada L I L 7 .5) para o carregamento externo atuante .Rigidez de uma barra Denominamos rigidez de uma barra num nó ao valor do momento que. 1-1. biengastada (V. 1-2.

s (1.' Coeficiente de transmissão de momentos para nó engastado: t = + 0.17. de in6rcia constante.1 Mohr. para uma barra biengastada.sendo odia- A 4 EJ I erama final o indicado em 11-17. carregada com MIEJ a indicada em 1-17. para uma barra biengastada. como conseqüência da aparição do momento 4EJ igual a 7 bordo que sofreu a rotação unitária.Assim. temos: 2 EJ - 4EJ Daí temos: MA = 7 = ?.3 de inércia constante J . não se obtém uma expressão tão simples para rigidez e coeficiente de transmissão como a do caso de inércia constante.17. Dizemos então que o coeficiente da transmissão t de momentos de um nó para outro nó engastado. 1-1 7 C a s o de J constante.2.3 (viga biengastada submetida a . impondo a esta última as condições estáticas de eauilibrio. Sendo o aspecto do diagrama de momentos fletores o indicado em 1-17.3) Obsen>açóes: a) Para o caso de barras que não possuam inkrcia constante. temos 4EJ (1. 1 .3 .Curso de análise estrutural h A Y 1 .2) Rigidez em um nó: K = I '.1. tratar-se-á da resolução do problema indicado em 1-16. De qualquer forma. K = -4 E J I interessante notar que. numa barra de in6rcia constante. apareceu um momento no igual à metade de seu valor na outra extremidade da barrae de mesmo sentido vetorial que o da rotaçáo 9 = 1 e do momento que a provocou. é dado por Resumindo. sua rigidez num nó é dada por: Fig. e a viga conjugada.

1-18 .e que consiste em chamar de positivos aos momentos e rotaçòes 110s extremos das barras quando os mesmos tiverem o sentido trigonométrico ou anti-horário.2.4 EJ em A e de momentc M. 1-17. Por ora. com detalhes. 1-18. conforme indica a Fig.Conven~ão dc sinais para rotação de nós cxtrcmidades da barra.3. conforme veremos no item 4 deste capítulo. 2y As vantagens de uso desta convenção de sinais ficarão patentes com o correr do desenvolwnento do método. uma convenção de sinais que será adotada 110 metodo das deformações . agora. Este problema terá que ser resolvido previamente para tais barras da estrutura. a imposição da rotação ip = + 1 em A acarretou o aparecimento de um momento MA = +. usando esta convenção. se a lei de variação da indrcia for em misula reta ou parabblica (simktnca ou assimetrica). b) Barra engastada e rotulada Analogamente ao caso da barra biengastada. para o caso da Fig.1 será igual ao momento fletor que aparecerá nesta seção para a resolução da viga AB para um recalque angular de apoio em A igual a ip = + 1.O metodo das deformações 13 recalque angular unitário de um de seus engastes) para a lei de variação de in6rcia que tiver a barra. b) Estabeleceremos. no item 8 deste capitulo. Em particular. as Tabelas IV a VI1 nos fornecerão. . = + -em B. os valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão para a barra. 1-19. a rigidez em A da barra AB da Fig. de imediato.particularmente útil no desenvolvimento do mesmo . . . por exemplo. porque. conforme indica a Fig. o conhecimento da rigidez e do coeficiente de transmissão e indispensável ao mecanismo operatório d o m6todo das deformaç3s. estudaremos o caso de barras com iudrcia constante e deixaremos as barras com in6rcia variável para serem estudadas. Assim. sendo negativos eni caso contrário. i momentos atuantes nas Notar bem que não existe nenhuma relação entre esta convenção de sinais e a convenção às vezes adotada na estática de chamar positivos aos momentos fletores que tracionam suas fibras inferiores e negativos em caso contrário. 1-19.

3.4) I Para o caso de inércia variável.K =-J (1. para um nó engastado de uma viga engastada e apoiada. num nó engastado de uma barra biengastada de inercia constante J.Curso de análise estrutural Para barra com inércia constante J . obtendo-se o diagrama de momentos fletores indicado em 1-19. sua rigidez K' é dada por: K ' = . Assim.5) 4E I Para um n ó engastado de uma barra engastada e rotulada de inércia constante J . Observações: Defiiiiremos rigidez relativa ( k ) de uma barra num nó como o quociente de sua rigidez absoluta pelo quádruplo do módulo de elasticidade longitudinal do seu material. 1 do Vol. temos: k =. a partir do qual podemos dizer que. virá: A razão da introdução deste conceito (que visa apenas simplificar o trabalho numérico de resolução das estruturas) se fará sentir ao longo das aplicaçOes subsequentes à apresentação do mecanismo operatório do método das deformações. o problema foi resolvido n o Exemplo 1-26 do Cap. I1 do nosso Curso. . vaiem as mesmas observações feitas para o caso da viga biengastada.3 EJ (1.

I.1 I-20. 1-20. pelo qual vemos ser possível enca1a. 1-20. o diagrama de inoinentos fletores despertado por uin deslocameiito ortogonal reciproco ( + P ) ~ uma cxtreinidade ern relação de a outra e que se comporta.' interpretação.2. .1) como superposição dos efeitos de uma rotação ipA = P +T e de uma rotação ipg = +P ..Momentos devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos a) Barra biengastada -1- Seja obter.2 MA % B 1-20.3 Fig. cujos valores extremos MA e M B S ~ dados. 1-20. para a viga bieiigastada AB de váo 1 da Fig. 'para barra com inércia constante. Esta convenqão é inteiramente compatível com a convenqão de sinais de momentos e rotações da Fig 1-18 (conforme verificará o leitor da Fig. temos o diagrama de momentos fletores indicado na Fig.O metodo das deformações 15 3. vol. iiiesrno. empregando o princípio O da superposição de efeitos (efeitos de i p e de +oB). como se fosse uin recalque vertical de apoio p da viga bierigastada AR.A &@E =+ (KA + f ~ .2).3. o diadiretamente obtido método das forças emprego do proces- A -.2 . T Partindo dai. "T+. I .r os efeitos do recaique vertical p (Fig. por: ~ MA = KAPA + t ~ .na aplicaqão 1-27 do Cdp. 1-20 Uma outra solução mais elegante paia o problema. 1-20. pelo so de hlohr. conforine sabemos.. 1-20. na qual aproveitaremos os conceitos de rigidez (K) de um nó e de coeficiente de transmissão (r) de momentos de um nó para outro (instituídos no tópico anterior deste item) pode ser obtida a partir do esquema da Fig. este problema foi resolvido empregandowe o priicr7so d i Mohr. I1 dc nossa Curso. Partindo desta grama pode ser empregando-se o ou.7) 4~onsideraremogpositivo um deslocamento ortogonal ~ecfpraco quando a extremidade da direita da barra descer em relaçio à extremidade esquerda.AK B~ (1. ----+1-20.

se tivermos numa barra de inércia constante J . virá: - 1 A P MA 6 EJp 6EJp 111 F ~ . o diagrama de momentos fletores da Fig.5.7) e (1. = K . 1-23. P conforme indica a Fig.. se a barra tiver inérB cia constante J.3 e defmido pelo valor MÁ = K i p A = K i -jP (1. b) Barra engastada e rotulada Analogamente ao caso da viga biengastada. virá nfA MA F i i 1-23 .16 Cuno de analise estrutural As expressões (1.--. valendo para qualquer 1pi de variação de inércia da barra biengastada. obtemos o diagrama de momentos íietores desejado. no caso. 6EJp -4EJ e t = 0.2. I-22. Os casos de inércia variável serão estudados em detalhes no item 8 deste capítulo.4).1 *A. 1-21. ~ 3 ~ i g 1-22 Em particular. o indicado na Fig. de valor pA = +-. 1-22.+- @ Partindo da defmição de rigidez K' de um nó engastado de uma barra engastada e rotulada. pode ser encarada como sendo a resoluç%oda mesma viga para uma rotaçáo imposta em A.9) 1-22. para este 1 ' caso. dependendo apenas da rigidez da mesma em seus nós A e B e dos coeficientes de transmissão de um nó para O outro.2 expressáo esta inteiramente geral (para qualquer lei de variação de inércia).1). I A j .= . Em particular. a resoluçáo de uma viga engastada e rotulada para um deslocamento ortogonal recíproco ( t p ) de uma de suas extremidades em relação à outra (que é a resolução da viga para um recalque de apoio p. 3EJp - .4 &-----. C a s a de inércia constante. 1-21 grama de momentos fletores.Caso de 3 constante.1' . obtendo-se. conforme indica a Fig. levando em conta a expressão (I. = . >. 1-22.8) sáo inteiramente gerais. 1 . como Ka. representado na Fig. 1-22.

é mais rápido empregar-se a làbela I1 . 1-18.O m6todo das deformaç3es TABELA 1 .Momentos de engastamento perfeito (Vigas com inércia constante) (Observação: Sinais obedecendo à convenção da Fig.) c*) Para este caso.

18 Cuno de análise estrutural TABELA I1 .Momentos de engastamento perfeito para uma arga wnentrada (Viga com inércia constante) .

O ni6todo das deformaçóes 19 TABELA 111 . .Grandezas auxiliares para barras com inércia constante J Barra biengartada A I Barra engastada e ratiilada B k B 4 liJ V A B L A I Y r A3 E1= I 3 k ~ = X -J A B A B kA:- J I 4 1 A ---. 7-k .=. '-Q 6 EJP B A 4 --__ B -.3 2 X- 1 1 (Observação: Sinais obedecendo à convenção da Fig.. 6 EJ k.3 EIP l2 A B J 1 K " .. 1-18. M A = M ~ = + 7p=-1 M A = + . = .) .X2- 2 EJ L n A E q=+i p=+1 - liazi. -. .

). 1-25. Adotando um sistema principal que impeça todas estas deslocabilidades e que consiste na coloca~ãode chapas rígidas que impeçam a rotação dos nós B e C (chapas 1 e 2). Fig.) e haverá um deslocamento horizorital de barra BC (ao qual chamemos A. Sabemos que a diferença entre o sistema principal da Fie. iguais a PIO = ! w B ~ .1. e A3 ao fm do problema. respectivamenie.. neste sistema principal todas as barras esmo funcionando como biengastadas (barras AB e BC) o11 engastadas e rotuladas (barra CD). Notemos que: a) Na Fig. A 1711 d L l z +*3 17 O Fig. arbitramos um valor. sendo 2 internas (rotação dos nós B e C) e 1 externa (deslocamento horizontal da barra BC).MB@ -wp . empregando o princípio da superposição de efeitos.. 1-24 seria igual à soina dos quatro casos indicados nas Figs. A.20 Curso de análise estrutural 4 . conforme indica a Fig. 1-25 - Sistema principal. A. Como desconhecemos os valores A. 1-24 é que existirá rotação dos nós B e C (às quais chamemos A. e A. 1-25 e a estrutura dada da Fig. por exemplo.1 a 1-26. devendo os efeitos assim obtidos ser multiplicados pelos valores corretos que serão encontrados para A I . cujos momentos de engastamento perfeito em B e em C.O MECANISMO DO MÉTODO DAS DEFORMAÇÕES Seja resolver o quadro ABCD da Fig. e de um apoio do I? gênero (3) na barra BC. indicados na Fig. que possui 3 deslocabilidades. 1-26. . 1-24.. 1-24 -Estrutura dada.4. e A. representando a resolução da estrutura do sistema principal para os efeitos isolados do carregamento externo e de cada uma das deslocabilidades. representam a ação das chapas 1 e 2 sobre a estrutura do sistema principal para que os nós B e C não girem. impedindo seu deslocamento horizontal. Assim. dando momentos resultantes em B e C. poderiamos dizer que a resolução da estrutura da Fig. temos a resolução de duas vigas biengastadas Ai? e BC para o carregamento externo. 1-26. 1-27. unitário para estas deformações.

I-20.2 - Fig.[. \A. bii O.O método das deformações . +A.& - ' f - 3 03.=+. 1-27 .

momentos iguais à sua rigidez (ver item 3. Devido ao carregamento externo e aos momentos de engastamento perfeito que existem nas barras. 1-28.F@ e F ~ @ irêo para os apoios que a estrutura possui.3. indo para os outros nbs da barra momentos iguais ao produto desta rigidez pelo coeficiente de transmissão. b) Nas Figs. Assim. é a forca exercida pelo apoio 3 sobre a estrutura do sistema principal para que a barra BC não sofra deslocamento liorizontal quando atuar o carregamento externo. para que o mesnio não gire quando da atuação do carregamento externo (índice O).22 Curso de análise estrutural Nos valores dos momentos resultantes da ação das chapas 1 e 2 sobre os nós B e C. onde OS dois índices têm o significado análogo ao do P ou seja. conforme sabemos. estamos colocando dois índices (analogamente ao que fizemos no método das forças) . a partir do qual obtemos: . caso dos momentos PIO e . as reações h . para o caso da Fig.rjQ. Iizo significa o momento exercido pela chapa 2 sobre o nó C da estrutura no sistema principal.2. temos a resolução do sistema principal (estru- tura toda fixada) para rotação unitária de um de seus nós. . 1-26. 1-26. indo a reação F B para o apoio ~ do I ? gênero @ indicado no sistema principal.? e 1-26. Aparecerão nestes nós. Assim. por exemplo. teríamos: = -F. temos o esquema detalhado indicado na Fig. então.o primeiro se referindo ao local e o segundo à causa do momento. No caso. aparecerá0 as reações de apoio y4 e FB@ na barra e FB@ e F=@ na barra @ .1 deste capítulo).

4. obtendo-se lii2 = li22 [CB 4 = = KcO t ~ $ 3 Ki. tem que ser tais que não . veiiios que. A. 1-26..9): Voltaiido. sendo problema. I Z I e ~ P a o s momeiitos que aparecerão devido a este M deslocaiiiento ortogoiid recíproco. e A.@/li c) Na Fig. . de rcsoluçáo conhecida.3. estes valores de A .O m6todo das deformacões 23 Para o caso da Fig.7) a (1. temos a resoluçáo de uma viga biengastada AU e de uma viga engastada e rotulada CD para um deslocainerito ortogonal recíproco unitário de uma extremidade em rclaçáo à outra. teiiios. o raciocíiiio seria inteirarilente anáiogo. agora. A. 1-29 e levando em conta as expressões ( 1. a partir do csqueiiid detaiiiado da Fig. como não existem na estrutura dada as chapas 1 e 2 e o apoio do l'? gênero 3 colocados iio sisteina principal. 1-26. resoluçCies estas cstudadas no itein 3. e A. que resolve a estrutura a partir do conheciiiiento dos valores de A . pois. Chamando MA. ao csquema da Fig. 1-26. .2 deste capítulo.

C 1110 + PliAi + Pi2Aa + Pi3A3 = 0 + 1121~3. pelos deslocamentos com os valores arbitrados ( n o caso da Fig. E = E. n o sistema principal.. 1-26 obtemos. Assirn. mais unia vez. o seguinte sistema de equações dc compatibilidade estática do sisteina principal adotado coiii a estrutura dada: Carga momento atuante eniB =O . pois. A exemplificação que se segue n o item 5 esclarecerá o assun?o. então. o mesmo reproduzirá. Cargamomento atuante em C = O. .. o raciocínio seria o mesmo. A * .. o efeito provocado n o sistema principal pelo agente solieitante externo (no caso.10) Resolvido o sistema (I. o carregamento) e Ei o efeito provocado. fielmente o comportamento estático e elástico da estrutura dada.24 Curso de análise estrutural existam aç6es estáticas f i a i s das cliapas e do apoio adicional do I ? género sobre a estrutura do sisteina principal. que resolve o problema. 1-26. de tal forma a serem satisfeitas as equaqões de conipatibiiidade estática do sistema principal com a estrutura dada... analogamentc a um carrcgamento externo.+ 022A1 + 1 1 2 3 a 3 = 0 + /133A3 = 0 030 + & I A . 4. recalque de apoio ou para modificações de comprinieiito impostas durante a montagem..será dado pela expressão (1. isto 6 . pois. A3. bem como deve ser nula a força exercida pelo apoio suplementar do l ? gênero sobre a barra BC (isto é. Força horizontal atuante em C = O . a estrutura está resolvida.1 1 ) a) Assim como no caso do método das forças. b) caso de querermos resolver uma estrutura para variaçáo de temperatura. devemos ter que o moinetito fmal exercido pelas chapas sobre os respectivos nós deve ser nulo.sendo I<(.1 . pelo emprego do principio de superposição de efeitos. empregando-se o principio da superposição de efeitos indicado na Fig. para o fato de que os valores que arbitramos para a s incógnitas no sistema principal podem ser quaisquer.. valores estes unitários) . pois os valores finais que acharemos para as mesmas são os fatores-escala tais que corrigem os valores arbitrados.1 I). bastando tratar cstes efeitos como agentes externos.. Partindo do esquema da Fig. 10 4 ' . assim. 1120 (1.. temos que qualquer efeito final E .. 1-26. não existem cargasinomento aplicadas eni B e C c não existe carga horizontal aplicada à estrutura dada em C).Observições: + P EiAi 11.lV) e conhecidos os valores de A . queremos cliamar a atenção.

NZo l~iavcránenhum problema especial.apenas. sendo f~inçáo. quadrada e simétrica6. temos: ou. {A} = -[ol-' {8o) (1. basta substituir os 01. A matriz [Pl. chainamos matriz de rigidez (pois transforiiia deslocainentos ein forças ou rotações em inomcntos. obtemos a expressão (1. por força do teoreina de Betti. mais simplificadamente: {fio) + r81 {AI =o (i. o sistema de equações de compatibilidade estática do método das deformações pode ser escrito diretamente. d) Observe o leitor como. toda a teoria continua válida. e t 3 . que será de grande utilidade no estudo das barras biengastadas. conforme o caso). se arbitrnino* valores desiguais para os Ai. conforme ilustra o exemplo d a Fig 1-26.10) sob forma matricial. desde que os 4 tenham sido arbitrados com valores iguais). deixando. recalque. a maliir [li] dc <?r rimétrica.13). sendo n o número total de deslocabilidades da estrutura dada. mnemonicamente. podenios tirar uma expressão geral. 6~ iiiente . Resolvendo a equação (1. fiz.12) Ao vetor onde a ação d o agente solicitante externo se faz sentir. pois tem o aspecto indicial idêntico ao do sistema de equações de compatibilidade elástica do método das forças. que resolve o probleina e iiiostra que o trabalho de resolução de uma estrutura pelo método das deformaçiies é dado pelo trabalho de inversão de sua niatriz de rigidez. chamainos vetor dos termos de carga (no caso de variação de temperatura. conforme pode observar o leitor p e h análise do cxcmplo da Fig. do sistema principal adotado (independeiido completamente do agente solicitante externo). pelos Pir.}. etc. {o. relacionando a rigidez da barra em suas extremidades coni os matriz só será simétrica caso arbitrem09 os Ai iguai* riitrr si (não nrccsrariaunitários). e) Escrevendo o sistema de equações (1.12). 1-26...13) f ) Por força do teorema de Betti (que acarreta a simetria da matriz de rigidez de uma estrutura hiperestática. no entanto. de inércia variável.O método das deformações 25 c) O trabaiho de resolução de uma estrutura pelo método das deformações. apenas. é o trabalho de resolução de um sistema n X n de equação lineares.

chegamos a K g l g c = K c t c .é válida para qualquer lei de variação de inércia que possua a bana biengastada e mostra que são idênticos os momentos despertados num engaste. etc.14) . abordando. Oi2 a 02. conforme perceberá posteriormente o leitor. do teorema de Betti. ações térmicas e de recalques de apoios. considerando inicialmente a Fig. quando damos uma rotação unitária ao engaste oposto. qualquer dos dois que ele seja.2 A expressão (1.2 . 'por aplicação direta. 1-30. 1-30 1-30.).Roteiro para o método das deformações A partir do que vimos nos itens anteriores deste capítulo. .): Krtro t C ~ Kr 1-30. ao caso. 1-30. Igualando os dois valores. os demais casos (estruturas com deslocabilidades externas.1 Fig. iniciaremos nossas aplicações para estruturas externamente indeslocáveis submetidas a carregamento externo. podemos enunciar o seguinte roteiro para o emprego do método das deformações: i?) Escolha do sistema principal (obtido bloqueando-se as deslocabilidades internas com chapas rígidas e as desloizbilidades externas com apoios adicionais do 10 gênero). fornecendo-nos a expressão (obtida igualando.26 Curso de análise estrutural coeficientes de transmissão. já que os das forças internas são iguais entre si). e depois. poderíamos escrever esta expressão. por exemplo. pois.( o s trabalhos virtuais igualados foram os das forças externas. g) Por motivos didáticos. 4.tornamos a frisar .1 como estado de carregamento e a Fig. apás. obteríamos o trabalho virtual ( K c t c ~X 1. escreverimos que o trabalho virtual realizado seria ( K g t g c ) X I .2 coma estado de deformação. invertendo os estados de carregamento e de ) deformação.

APLICAÇOES AS ESTRWURAS SEM DESLOCABILIDADES EXTERNAS 5. obtemos o sistema principal da Fig. 1-3 1. cujo material tem t = 7 X 1 0"/m2 ' e cujas barras possuem inércia constante e igual a 0.Obter o diagrama de inomentos fletores e as reaçóes de apoio para o quadro da Fig. . com o valor arbitrado inicialmente. = = 30) Cálculo das deformações (incógnitas) Ai (pela expressão {A. 40) Obtenção dos efeitos finais (E = E.se ao rotciro indicado em 4. t Z EiAi). temos: 1.O metodo das deformações 27 20) Resoluçáo do sistema principal para o agente solicitante externo. colocando chapas rígidas nos nós B e C. Sistema principal Tendo a estrutura dada apenas duas deslocabilidades internas (rotaçóes dos nós B e C). obtendo-se o vetor { o 0 ) e para cada uma das deforinaçoes incógnitas A. s . obtendo-se a matriz 181. 1-31 0bedecendo.1 .2. 1-32.] -[81-' {Oo}).024 ni4. 1. Fig.3 .A t u a p o de carregamento externo Ex..

= 3 1 8 A2 para o problema. para trabaharmos com números mais simple~. conforme vimos na exposição do método. não somos obrigados a dar rotações unitárias.=+6 p. 1-34 .=+1. 1-33. teremos: 1 74 Para a b a r a 1: k = A = L .M . trabaiharemos com a rigidez relativa das barras (isto é. obtemos: Ozo = t6 = +18 - 6 = t12 b) Rotaçáo A.4 I h J 24. o esquema da Fig. ronio arbitramov iIm. n o caso: Para barra 2: P. 1-33 I .5 A +2 Fig.iu: . Assim. 103 103 PB= ..= 8 Para barra 3: Temos. Como.0=+12 I ? O +6 n -6 O A I -6 int Fig. Para a barra 2: k = . a partir d o qual. girando o rió 1. dividiremos a rigidez real por 4E) e multiplicaremos a inércia por I @ . 4F tcrcmas que as rotaçõcs carrcfas de B o C ~er. então.i i o3 rad para as nós B c C Ipois dividimos a rigidez por 4F c rotaqào igual a (-) 80biidos os vaiarcs finais de A i c 4E muitiplicamos a inércia por 10".= . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Com o auxilio da Tabela I.~ r' ry-\ Oii= 17 02. obtemos os momentos de engastamento perfeito e que sáo.Mo Mc = Pl -.Curso de análise estrutural 2.4KI A e V C = -A2.

obtemos: - a] { ) = Li: i6 ]$ ' @I : ) = .~ O~~. 1-35 . conforme indica a Fig. a partir do qual podemos escrever: 8ii 021 = +7 = +1. temos. 1-35: 012 = +li5 pz2 = t10 3. Cálculo das incógnitas A. portalito. e A2 Sabemos que: $:I : 6 = Daí. obtemos o esquema da Fig.M i Para a barra 4: Vem..=+. então. 1-34.+IO A A Para a barra 3: Fig.5 c) Rotação A2 Adotando os mesmos fatores-escala que os escolhidos para a rotação A i . girando o no 2: Para a barra 2: " p. o coeficiente de transmissão vale +0.O metodo das deformações 29 Levando em conta que as barras tem intrcia coiistante e que.5..

8r Pig. obtemos as reações de apoios e o diagrama de momentos fletores pedidos. 6 2 M 1 . Efeitos finais Seráo dados por E = E.30 Curso de análise estrutural 4. .11M2. .83 = 17.97 + 13.I.0.62E.0 .031 t3. a partir dos quais.1. 1-38. confomie indica em detalhe a Fig. pois não existe carga-momento aplicada à estrutura (geralmente existirá Fig. representados na Fig. 1-37 - Situagão final dar barras 14. Notar que a sonia dos momentos em torno de cada nó deve dar zero. obtendo-se os momentos finais nas extremidades das barras indicados na Fig. A Fig.1 1E.67 mt t2. 1-38 - DMF ieiii m t l c reqhcr de apoio . 1-36. 1-37.. 1-36 - Momentos finais nas esfremidadcs das b r a ars M = M o .

A Fig. o sistema principal é o dn Fig. 1-40 A O O / B . 1-39. 1-40. Ohseri~acão: As rotaçóes vcrdadeùas (ver nota dc rodnpé 8) dos nós B e C são dadas por: qB=-A. em presença dos demais valorcs. Sistema principal T a cstrtu d a desoaii dades intcrnas (rotações dos nós D e R e nenhuma deslocabilidade externa.78 X IO-%ad Os sinais negativos indicam que as rotações cometas sào no sentido liorário. representando o erro numérico cometido quando do arredoiidmento feito na soluçSo do sistema de equações de coiiipatibilidade cstática.O método das deformacões 31 um valor residual náo-tiulo iicsta soma. 1.4 . 6 tlrn 1. Ex. 4E 103 = - 4X2X10 = -0.C .Obter o diagrama dc momcntos fletores e as reações dc apoio para a estrutura de inércia constante da Fig. Desde que este resíduo seja suficienteineiite pequeno. não terá maior expressão).

M o A partir do esquema da Fig.= 1 3 -=11. 1-42 . 1-43 (levando em conta que. . 60 para todas as barras.= 15): 4 3 = -= @ :k 60 A~ .25 = 20 A partir do esquema da Fig. para uma rotação do nó 1: Barrasa e Barra Barra @: k = -J = -60 = 1 5 60 4 12 +10 Fig. = -4 2 = t 8 m t 6 X- +8 Para a barra @: t 8 mt MD = -MF = A Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Pela Tabela I .M~ J 3 @: k ' = -3X . no nó F. temos. vem: >ol1 = 55.X 4 4 1 J 60 O :k = . temos: Para a barra Curso de analise estrutural @: 12 M* = -iw. Trabaihando com rigidez relativa e I = arbitrando . 1-42. 1-41. para a barra I 2 e para 3 60 a barra @ : k' = . 1-4 1 .X .25 Pzi = 6 c) Rotação A2 Agindo analogamente ao caso da rotação A . obtemos da Fig.32 2.= . vem: b) Rotação A. vem.

Efeitos finais A partir da expressáo E = E... 1-44-M =Mo-O. os momentos atuantes nas extremidades das barras e o carregamento externo.033E. por ter todas as barras perpendiculares entre si. a partir dos quais obtemos o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig.. neste caso. com isto obtém-se uma estrutura hipostática com um carregamento auto-equilibrado e. Cálculo das incógnitas i I E.297E2. indicados na Fig. . nos permitiu obter as reações de apoio por uma simples soma de esforços cortantes.I = - -' {-i} {-. Senão vejamos: . 1-45.} ['a5. 1-44. não é tão simples quanto à do exemplo anterior. como cargas. + 0. Fig.} = 1 1 4.i O método das deformações 3.0. 1-45 - Diagrama de mamcntoi fletorcs (em mt). 1-47. conforine está feito na Fig. No caso deste exemplo.297M2 Fig..033M1t 0. A obtenção das reações de apoio. obtemos os momentos finais atuantes nas extremidades das barras. que.. o procedimento mais fácil será rotular todos os nós da estrutura e aplicar. desta forma. torna-se possível obter as reações de apoio empregando as equações da Estática.

ser t11.34 Por Z X = O ..6t 6 tim Cuno de analise estrutural POI CiClc = O .V q .6 X 8 X4= = O : VB = 26. 1-48 - Ileuqõcr dc apoio. O procedimento empregado neste caso. as indicadas na Fig. 1-49 .8% tQ.liA = 0.i % = = ti^ 0.7. 1 I . Ex. para ohtenção das reações dc apoio.35 .35X3+4V~-7. é inteiramente geral.4=0 . 1-48.7 9. 1. então. 1-47 !vc As reações de apoio são.4 7. ~ o d e n d o adotado em qualquer outro.8 ..6 X 8 + 4V8 t + 0.....5 . V c = 6 X 8 ..8t Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para a viga de iiiércia constante da Fig. 1-49.8 A 0.3St ~or~~@=O.6t t 26. VA = 11.hi 1% Fig.-.Xt P o r X Y = O .8-6X4X2+8. 0% o c I I I Fig.0..

I I 1 +12 v - - a 1 -12 .+I8 i 1 -4 balanço I I - O -8 i Fii. 1-50 1. Sistema principal 2. devido à carga uniformemente distribuída: Para barra @: @: Mq = -Ms = . retirandwse seu balanço. 1-52 . temos. ser encarada de forma indicada na Fig. 1-50. Efeitos no sistema principal: a) Carregamento externo Conforme a Tabela I. 1-49 pode.Mo .+12 mt 12 Para barra carga distr. momento do .O m4todo das deformações 35 A estrutura da Fig. a partir da qual obtemos: Fig.62 .

a partir dos momentos finais indicados 7 na Fig.s= = -4 mt.Mornrntor nas cxlremidade. . a partir do qual vem: Pio = 14 .12 = 2. 1-54. temos n o nó B: Para barra Para barra 0: @: ! i = 24 -=4 6 = 3 24 k = -X 4 6 3 Obtemos. então: O.M . de (-8 mt). obtemos o esquema da Fig. o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig.= . 1-55. = . b) Rotação A . temos um momento em C...36 Curso de análise estrutural Devido à influência do balanço. temos.L M i 7 . Como M = Fig. que transmitirá i extremidade B da barra @ um momento de (-8) X 0. Efeitos finais 2 Mo. Cálculo da incógnita: -Pio -2 Temos: A . dar batias: iM := Mo .Pll 7 4. Arbitranco d = 24 e trabalhando com rigidez relativa. = 7 3. Com isto. 1-54 . 1-52.

1-57 .Mesnio exercício anterior se.O m6todo das deformações Fig. Ex. haverá a deslocabilidade interna adicional do nó A e teremos. 1-55 - DMF (em mt) Obsmvaç50: Note o leitor como a presença de um balanço não introduz nenhuma incógnita adicional no problema. 1.6 X 104 tm2. tivermos um engaste elástico de constante K = 104 mt/rad. transferindo suas açóes estáticas para o apoio que Ihe é adjacente (no caso da Fig. então: 1.6 . Sistema principal Fig. 1-49. ao invés do engaste em A . 1-56. 1-56 Neste caso. A viga tem EJ = 0. o apoio 0. Fig. pois podemos rompê-lo. conforme indica a Fig.

Curso de análise estrutural 2. então: Rotação A2 PII = = C) Dando. aliás. I A partir dai. devido à presença do engaste elástico. - A -8 Fig. conforme a Fig. 1-53 - Mo b ) Rotação A. NO caso. temos no nó A : Engaste I0 mt. Barra @ : M= 4EJ X 10-3 =4mt. temos: Pil pzz = = +2 t14 + 10 +4 - v - - a - +2 Fig. uma rotação A2 = elástico: iC1 = 104 X = rad. = Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os efeitos serão idznticos aos do exemolo anterior e temos. pois. 1-59 . caso coiitrario. 1-60 M. tainb8m. Dando uma rota$ãu rad. temos iiii n 6 B : A. levando cm conta a Fig. precisariainos t a n ~ b i mdetiiir rigidez relativa do engaste elástico l o que.M i Para a barra Para a barra @: -44 = 4EJ X 10-3 . trabalharemos com a rigidez verdadeira das barras. 1-58: pio = t? rl .6 X 10 [ 6 3EJ X 10-3 = 4mt @: M = I +7 t2 = 3 mt Temos. . iião seria difícil.4 X 0. 1-60. pois bastaria dividir sua constante do engastamento por 4E).

87 C i13. implica.5 -13. 1-63.%Io . indicados na Fig. suposto livre para girar por torção. Para ter1110sp~ I .0425bJl . temos que a rotação por torção da barra AB em A será dada por -1A B . Observe o leitor como a presença de um engastamento elástico em nada modifica o roteiro do método das deformações. o valor do momento de torção que. KT deverá valer: = x 5 Fig. 13. Aplicando um momento K T em A .87 -8 4 4 Fig. Exemplificaremos. 1-62. A B t8.DMF (cm mt) Observação: Até o presente instante.O método das deformaçóes 3. 1-61 . resolvemos apenas estruturas planas. num nó de uma barra biengastada a torção.0. Definimos t o m o rigidez à torção. 1-62 .87 Flg.85M2). para cuja resolução precisamos introduzir o conceito de rigidez à torção de uma barra. Cálculo das incógnitas Temos: 4.Momentos finais (em mil. 1-61 (M =. provoque uma rotação unitária do mesmo.0. 1-63 . a seguir. uma incógnita a mais (deslocabilidade interna) para o problema. apenas. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.. Efeitos finais A partir dos iiiomentos finais nos nós. Seja deterrniiiar a rigidez à torça0 eiii A da barra A B da Fig. o caso de uma grelha. aplicado neste nó.

EJ = 5 X 104 tm? e GJ. 1-65. o mesmo que o sentido positivo da rotaçáo por flexáo das barras que chegam ao referido nb. constante. 1-64 . a grelha da Fig. inteiramente geral.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. No caso particular da barra ter inércia J . obtido colocando-se chapas para impedir todas as componentes possíveis de rotação dos nós internos da greiha.15) se transformará em: Analogamente ao que fuemos no caso de flexão. considerando positivo o sentido de P indicado na Fig. 1. 1-64 possui quatio deslocabilidades e vem.L5. O Exemplo 1-7 esclarecerá: Ex. a expressão (1. a rigidez à torção de uma barra biengastada à torção (qualquer que seja sua lei de variação da inércia). biengastada à t o r e o . Fig.40 Curso de análise estrutural A expressão (1.7 . número de o deslocabilidades é igual ao dobro de nós internos (no caso B e C).de momentos torçores de um nó para outro de uma barra reta. 1-64. evidentemente. i5. é igual a (-1). define.r e y (supondo a grelha no plano xy). Assim. cujas barras têm. Em se tratando de uma grelha externamente indeslocá\~el. = = 4 X 10q tm2. 1-63. pois cada nó possui componentes de rotação em toriio dos eixos . temos: o que nos perniite dizer que o coeficiente de transmissão.15). Assim sendo. todas. então: 1. O sentido yi @ pala rotaçáo por torção do nó em estudo deve ser. então. convencionaremos um sentido positivo para a rotação por torção e os momentos torçores que ela provoca. qualquer que seja sua lei de variação de inércia. Sislema principal Na Fig. indicamos o sistema principal.

1-66 . = Para a barra 3: rad à chapa 1. 1-67 61.E . Fig. Dando uma rotação A . = -5. 1-67. obtemos os momentos de engastamento perfeito.4 X 5 X 10 = +40 1 5 .5. 1-65 2. tenios no nó C: M = . a partir dos quais temos: Fig. indicados vetorialinente na Fig. confonne indica a Fig. = 0 .4EJAi . 020 = +2. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Empregando a Tabela I. Fig. indicamos também os sentidos que consideraremos positivos para rotações e inomentos em torno dos eixos x e y. 1-66.O mhtodo das deformações 41 Na mesma figura. lBw = + 5 . b) Kotação A.

-4 x 10 = +4 10 Obtendo-se. pll = -4.A. 1o Fig.r{ 4EJA = 2 = 4 X 5 X 10 = 2o 1 1O Fii. 1-70 . M 8 : pil = 44.Cuno de analise estrutural Para a barra 2: T=.E . a partir do esquema da Fig.E . a partir do esquema da Fig. . = 10-3 rad. Fig. = 10-3 rad a chapa 2.. no nó E : Para a barra 1: Para a barra 2: T = . 1-69 . temos no nó C: Para a barra 2: n/ .GJ. = o. 1-68 .EI c) Rotação A2 D Dando uma rotação A. 1-69: d) RotaçZo A 3 Para A. temos. obtendo-se.GJtAl I . p. -1 4 X 10 = 4. 041 = o.

f l y ~= 10. 1144 = 28. flz3 =O.0.O rnbtodo das deforrnaçoes Para a barra 3: G Jr T = . 1-71: P14 Fg 1-71 i. ficando. temos: i~. 1-72 - E = E.0. obtemos. obtendo-se. 3.A 3 _ 4 X 10 1 5 - 8. Analogamente ao caso da rotação A3.0572E1 + 0. a partir da Fig.0052E1 . obtemos os momentos fletores e torçores atuantes nas extremidades das barras. 1-70: f l i 3 =O.11).277E3 . 1-72. representados na Fig. flS3 = 28. a partir do esquema da Fig. Momentos Fminais nas extremidades das barras . Cálculo das incógnitas A partir da expressão (L13). Efeitos finais Pelo emprego da expressão (1. f143 = 1Q e) Rotação A. - E4 = O. então.7 r4 4 -4 O 01 / 01 ~-o.0.oo~~I 4. Fig. 024 = O. resolvido o problema a partir desses valores.277E4 (em mt) .

provocados pelo agente solicitante externo (no caso o recalque p). os momentos nas cxtrcrnidadcs da barra são função.2. Em se tratando de uma estrutura com duas deslocabilidades internas. 1-75. os momentos de engastamento perfeito que irão surgi! iras extremidades das barras serão função. iprnds. estão representados. 1-74 . 1-73 e 1-74. Fig.1 Recalqije de apoio Seja resolver a estrutura da Fig. em mt. Para obtenção dos efeitos no sisteme principal. 1-75. temos que resolvê-lo para um deslocamento vertical p do engaste E. Usando as r o t a ( & ~ desta figura. obtidos da Fig. Devido a este deslocamento.44 Curso de análise estrutural Os diagramas de momentos fletores e torçorcs. 1-72.2. nas Figs.T i e m m t ) 5. como nãu existem LPA. entretanto. que estzo impedidas de girar. L g ncm P carregamento externo. . 1-1. o sistema principal se deformará. o sistema principal é o da Fig. di: PBA. 1-73 - M tcrn mt) Fig.2 - Atuação de variação de temperatura ou recalqoes de apoios - 5. assim. não aparecendo. traçado da -- 'ver Pie.1 para o recalque do apoio B indicado. dos deslocamentos ortogonais recíprocos de uma extremidade em relação à outra9 e podem ser comodamente obtidos por um williot. rotações nas extremidades de suas barras. apenas.

1-76. no item 3 do Cap.. obter o deslocamento ortogonal reciproco para a barra 3. respectivamente. então. finalmente. obtemos e . em deslocamentos relativos de uma extremidade da barra em relação à outra (e que são os deslocamentos ortogonais recíprocos) e que podem ser lidos diretamente no williot. interessados em deslocamentos absolutos. obtemos d e. já que estes engastes não sofreram recalques).ein relação a D será dado por Oe .. I. O. senão.O método das deformaçães 45 mesma maneira e com as mesmas notações como foi apresentado para o cálculo de deformações em treliças isostáticas. D + pDs = bd Dr? + D E + PEC = ce -- ___--__-E P E D = de 0 Fig. um segmento igual a p . vejamos: Seja. o deslocamento ortogooal reciproco da extremidade . sim. da extremidade E em relação a D. chamando de O á origem do wiüliot (que se confundirá com a e c. Como 02 e 0Zsáo os deslocamentos absolutos de D e E. Os desb d locamentos absolutos dos pontos A . para uma barra genérica IJ de uma estrutura.Ou = d e . mas. . 1~ + Não estamos. marcando na vertical para baixo. 1-77 c . D. C. em relação i extremidade I será i -f dado pelo vetor ij do williot correspondente. Assim. conforme indica a Fig. Vol. respectivainente. no entanto. por exeniplo. I1 de nosso Curso. 0 g d o wiliiot.. tirando por d e c perpendiculares as barras 3 e 4. Tirando por n e h perpendiculares às barras 1 e 2. ficando completo o williot. então. Ob. dizer que.E se+rão dados. obtemos h . Podemos. a partir de a . o deslocamento * + + relativo de E. 1-76 vetores~n. pelos Fig.

provocados pelo recalque de apoio. obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos.. = I ef l = O Para a barra 4: PED = I l = O + Para a barra 5: ~ D B / bd I = 3. A estrutura tem rigidez constante.s cm Para a barra 2: p. 1. de cima para baixo. associado a um recalque vertical. Os exemplos seguintes esclarecem Ex. a partir do williot da Fig.5 cm do engaste A . Sendo o sistema principal o da Fig.46 Curso de análise estrutural Assim. Conhecidos os deslocamentos ortogonais recíprocos.9) ficando. os efeitos no sistema principal. os deslocamentos ortogonais recíprocos provocados pelo recalque p indicado. são imediatamente obtidos pelo emprego das expressóes (1.~ = ldfl = O + Para a barra 3 : PFE. de 1. que são: + Para a barra 1: PDA = I nd l = 2. 1-77.estão indicados na Fig.7) a (1. 1. com isto. 1-40. do mesmo engaste. de 2 cm.O cm Os momentos de engastamento perfeito provocados por esses deslocamentos ortogonais recíprocos são: .}.4) para um recalque horizontal. obtidos do wiUiot da Fig.8 . voltando ao exemplo da Fig. da direita para a esquerda. 1-78. 1-75. igual a 103tm2. 1-39 (Ex..O cm = Para a barra 6: PEC = Ice I = 3. a partir do qual o problema fica resolvido pelo emprego da expressáo {Ai]= -[61-' {Si"}.Resolver a estrutura da Fig. conhecido o vetar {Si. 1-76.

( e . 1-79 Assim. temos.? 5' ú x 10) x . a matriz [b]) já são conhecidos do Exemplo 1. consequentemente. çonformc a co~ivcriçáoal~rcseiitadaciii 3.5 X [ O .4. então: Fig.a.2. obtendo-se.-I 9 (Os sinais foram obtidos do esquema da 12ig.) 3 EJp Fig. 1-79.. para o recalque . 1-80.M. os efeitos dos recalques de apoio no sistema principal são os da Fig. e M. que inostra serem negativos todos os valores dc p . 3 ~ 10-? = -6int = -2O111t = AB = A = I 6FJp I' 9 Para a barra 6: MC = 3X10"3~10~~ = .O mktodo das deformações 47 - Para a barra 1: Para a barra 5: MR = 6 EMB = 2I p I - 6 X 10' X 2. Como os momentos M . 1-80 .

(igital S variaç4. 1-82. Os efeitos finais seráo dados.uma apen.f.107E2 obtendo-se. 1-42 e 1-43 do Exemplo 1.1. . das fibras externas e numa variação ti das fibras internas em relação ao dia de sua execução.481 E.1 para a solicitação térmica nela indicada. 1-81.DMF dcvidu aos recalqucs (em mt). que consiste numa variação de temperatura i. A partir do esquema da Fig. Fig.2 . a partir dos momentos finais nas extremidades das barras indicados (em mt) na Fig.2 - Variação de temperatura Seja resolver a estrutura da Fig. 1-81 5.2. sem variação de temperatura no centro de gravidade. que mostra a decomposição da variação as de temperatura que ocorre em duas parcelas .1 1-81. 1-81. o diagrama dos momentos fletores provocados pelos recalques. .48 Curso de análise estrutural 10 .0. 1-82 será a soma dos casos dzib Figs. 1-82.2 e 1-82.i de tempzrztili-s atuante no centro de gravidade da seç%&) longo de toda a selão .4 deste capitiilo. 1-81. do interior em relação ao exterior.1.3: "0s efeitos E l c E2 rslão indicados nas Figs.podemos ao dizer que a solução do caso da Fig. 1-83. representados na Fig. então.com uiii gradiente térmico A: = i. . por E =Er + 0. e a outra apenas com omn variação unifome de temperatura t.

1-84). 1-82. do interior em relação ao exterior). submetidas apenas a um gradiente térmico A i = ti . 1-83 a) Efeitos de. bastará que conheçamos os momentos de engastamento perfeito emvigas retas biengastadas ou engastadas e apoiadas.I. para conhecermos os efeitos provocados por esta parcela de solicitaçáo no sistema principal (indicado na Fig.O metodo das deformaç6es Fig. como não há variação de temperatura no centro de gravidade.2. Estes casos podem ser tabelados com simplicidade para barras com inércia constante (trata-se de resolução de vigas hiperestáticas bastante simples para uma variação de temperatura At = ri .Af (com tp = 0) No caso da Fig. 1-84 . não haverá variação no comprimento das barras da estrutura e. C 1 9 Fig. obtendo-se as expressões dos momentos de engastamento perfeito seguintes.t . 1-82 Fig..

sendo C obtidos os pontos 1 e 2. 1-85 (barra bieiigastada). do nosso Curso. as mesmas terão variações de comprimento iguais a Al. b maçio de cada barra tem duas componentes: uma a i a 1 (que é a variação de comprimento provocada pela vaFig. 1-86 (barra engastada e rotulada): Os sinais destes momentos obedecem à convenção de sinais da Fig. Para a obtenção do williot que está traçado na Fig. 1-85 e 1-86 estão indicados supondo-se Ar > O (caso contrário serão.t e ) h Fig. no caso. que não introduzirá esforços no sistema principal da Fig. MA = -Mo = Me EJLY(ti . com os apoios A e B). evidentemente. 1-86 (pois a extremidade C das barras n%o está impedida de se deslocar. 1-87 (supondo tg > 0) marcamos.3. das barras 1 e 2. com isto. 1-82. 11. apenas está impedida de g k r . = otgl. podendo ser obtida por um williot traçado da mesma maneira como definimos no item 3 do Cap. obtemos c. 1-18 e os sentidos indicados nas Figs. a partir da origem o (que coincide. A análise do wiüiot nos mostra que a deforO. as variações de comprimento Al. pelo emprego da expresszo {A4 b) Efeitos de tg (com At = = -[O]-' { b t ~ r l 0) No caso da Fig. Fig.50 Cursa de análise estrutural Para 11 caso da Fig. e AI. Vol. :@C>1: .. a. 1-87 riaçáo de temperatura). a posição do n o C niudará. o problema está resolvido. respectivamente às barras 1 e 2. 1-86 Coihecidos os efeitos { l i i A t } do agente solicitante externo no sistema principal. e a Al. I. tirando-se por 1 e 2 perpendiculares. como há variação de temperatura n o centro de gravidade das barras. AI. ficando completo o williot. 1-85 Para o caso da Fig. = atgl. inversos).

9. a partir do qual o problema é resolvido pela expressão {oii] {oi. 1-88 para a variação de temperatura nela indicada. tcnios ~ C = ! e o.Podeinos resolver diretamente o problema conjunto da variação de temperatura (Ar t te) bastaiido somar os efeitos das 2 parcelas no sistema principal. dados pelas expressões 11.Resolver a estrutura da Fig. Ex. 1.9 .1.= ? c ) .7 a 11.-. em relação a do dia da execução. 142. A : A Conhecidos os deslocamentos ortogonais rcciprocos. coiiformc o caso (iio exemplo da Fig. I I Os exemplos seguintes esclarecem. para todas n as barras. obtemos o vctor {oirs}.s r de altura e que tem EJa = 10-' tm2/'C. pois faremos as operações matriciais de uma única vez. C I Fig. o que nos conduzirá ao vrtor = t {oirg}. 1-89 . portanto. ficando resolvido o problema pela expressão I I {Ai} = -[Pl-' {flirxl Observapio . Sabe-se quc possui seção retangular de 0.I I O m6todo das deformações 51 devido à presença da cliapa I ) e outra perpendicular i barra. evidentemente.t] {Ai} = -[O]-' foi!} Este procedimento será. sendo. mais vantajoso. um deslocamento ortogonal recíproco e que provocará o aparecimento de momentos dc cngastamenlo perfeito.

1-91 . = O Temos. 1-89. = t180a AIl = atgl.te = -40°C. Efeitos no sistema principal a) Variação de temperatura a. do wiüiot daortogonais recíprocos: A -4bh -4 I B I Fig.s Para a barra 2 : Mc = -MB = -8 mt r a.1.r. as barras sofrerão alongamentos iguais a Ai. e os seguintes deslocamentos Fig. = t 3 0 0 a .M r E .10-' (-40) = . com At = O Devido a rg = +30°C. 1-92 . temos: 1.t .52 Curso de análise estrutural Sendo a decoinposiçáo da variação de temperatura a indicada na Fig. os seguintes momentos de engastamento perfeito: Para a barra 1: MA = -MC = EJa(ri h . . conforme a expressão (1.8 m t 0. com t. Sistema principal 2. 1-93.) _ - -8 Fii. At = ti .2. Temos então.17). = atgl. = +3O0C.M.

) = -[P]-' {&I. então.a). 1-95. chegando-se aos valores indicados na Fig. 10 A partir do esquema da Fig. 1-91 e 1-92. a. 1-94. Para a barra 2: PCB = 2. = 16 Fig. = 0. conforme a convenção apresentada em 3. obtemos O. entáo: {&j= {-4).= -= 6 1. b) Rotação . ela subiu em relação à esquerda. Cálculo de A. a. entáo: 6EJp Para a barra 1: MA Para a barra 2: MB = = MC = - IZ - 6EJ(-240a) l2 = -4mt MC = 0. Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 60. o que torna negativo o valor do deslocamento ortogonal reciproco. c 240 ru 1 AI. b Fig.3. 1-95 . O. Temos. no caso: . Obtemos.A. = 180ru "00~ 2. temos: Para a barra I: k .2. o esquema da Fig.. obtendo. 1-92. Temos: {A.O método das deformações Para a barra 1: p c . Efeitos totais da variação de temperatura Serão obtidos somando-se os efeitos das Figs.Mi 3. 1-93 Os momentos de engastamento perfeito serão.= 1. = -240a (considerando-se C a extremidade direita. = Para a barra 2: k2 = J 60 -= -= 10 11 6 J 60 .

._. + 0. 1-99 I I . Fig._.. 1-98 - D M T (em mt). 1-99.10 . 1-100. Temos: 1. 1. a partir dos monicntos finais indicados na Fig.25E1.Obter o diagrama de nioincntos fletores para a estrutura da Fig. se a mesma for submetida a um aumento uniforme de temperatura de 20°C.54 Curso de análise estrutural 4. o diagrama de momentos fletores._ .I -_ -. ~-"i I I ._ . . 1-97. da Fig. Efeitos finais Sendo os efcitos finais dados por E = E. ein mt. E dado: EJa = 10-' tm2/"C.. 1-98. Fig. Fig. Ex. para todas as barras. o sistema principal é o da Fig.. Sistema principal Em se tratando de uma estrutura com duas deslocabilidades internas Irotaçóes dos nós D e E ) e externamente indeslocável. 1-100 .. temos.

= Al. A/. f: d. + Para a barra 2: PDE = 7d = 0 Para a barra 3: ~ F E 3 4 : t 2 1 3 a = Para a barra 4: PDB = 4 d = O . Efeitos no sistema principal a) Variação de temperatura Sendo as variaçóes de comprimento das barras Ali = atgli = t 20aIj.) Note o leitor que. obtemos os seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos: Para a barra 1: p n =~ Ia = -120a (a extremidade da esquerda desceu em relação à da direita) + Fip. pois o wiiiiot partiu de e para d e não de d para c. = t 1 6 0 a . o deslocainento+ortogonal recíproco da barra L. pois 2: e o desloca4 mento axial da barra e.. é dado + por 7 d e não por 2 e . riiirica pr>deria ser coiifundido com o deslocamento ortogunal recíproco 70. 1-101. no qual os pontos foram obtidos na d.1 0 1 Wüiiot. 1 . temos: AI. ordem e . = AI. caso coiiietido. + Para a barra 5 : PEB = 5 e = O + Para a barra 6: p ~ = 65 = t1600i c Para a barra 7: PJ-C = 7 f = + 267 a (Os sinais dos deslocamentos ortogonais recíprocos são dados obedecendo-se i convenção de se considerar positiva uma descida da extremidade da direita da barra em relaçào à extremidade da esquerda. conio o williot foi traçado na ordeni e. por exeniplo. deve ser respeitada a ordern do t r a p d o do wii:iot. . A partir do wiiliot da Fig. na leitiira dos desIorainci%rúsortogonai recíprocos. (Aliês. como A é um apoio vertical do I ? gênero. = AI. Al. s6 podendo se deslocar portanto. a (notar que. (barra DE).= A16 = t 1 2 0 a .O metodo das deformaçóes 2. a. na horizontal.) Assim. = tZOOa. um de seus lugares geométricos será uma reta horizontal partindo da origem o). não seria difícil verificar o engano.

5 Fig. temos: c . = 8 = 3 Para a barra 4: k . então: 24 =6= 4 Oil = +9. = + 10.33 mt 36 Para a barra 7: MC = MF = 0. Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 24.-.25 ^m iy +2 Para a barra 2: k .1 2 0 4 = P 64 ~ E J P.56 +2.33 = = -0. temos: para a barra 1: k ..= 3 6-4 6 24 Para a barra 5: k -.+ 3 X 2133 = Para a barra 3: ME = - P - 64 Para a barra 6: ME =-- 3EJp P = + 3 X 16 = +. 5 6 Blo Bzo O +1.5 p. 24 ~ +3 ++1. 1-102 - Mt b) Rotaçáo A. 1-103 - M..3EJ ( .66 Curso de analise estrutural Os momentos de engastamento perfeito são..25 Paraa barra3: k ' .+ 1. . = 3 3 24 2.. c) Rotação A.: Temos: Para a barra 2: k .= '-4 8 3 24 Pata a barra6: k' . pois a barra 6 bi-rotulada A partir do esquema da Fig.4 5..X .25 PZI .5 $= 2. 1-102.33 Fig.65 Fig.. então: 3EJp Para a barra I: Mo = -.10 Vem: 012= + 1. 1-104 - M.X .2. Vem.

1-107 devido a cada um dAs seguintes agentes: a) carregamento indicado b) recalque de apoio D de 1 cm. 1-106 6. EJ = 2 X 1 0 4 b 2(para todo o quadro) . + - Fig. Os exemplos seguintes esclarecerão. qualquer conceito teórico a adicionar. impor um deslocamento a um apoio do I ? gênero adicionado B estrutura. náo havendo. de cima para baixo associado a um recalque horizontal de mesmo valor da esquerda para a direita. 1-105. em mt. s + 0.65J 12. então. quando impomos as deformações A i no sistema principal.Obter os diagramas de momentos fletores para o quadro da Fig. 1-106. Este problema será resolvido pelo traçado de um williot.O mhtodo das deformqões 3.098M1 0. nem todas seráo rotações. Cálculo das incógnitas A partu de A = - i i0. da Fig. 1-11 . Ex. APLICAÇÁO AS ESTRUTURAS COM DESLOCABILIDADES EXTERNAS A única diferença das estruturas externamente' deslocáveis para as extemamente indeslocáveis está no fato de que. a partir da qual foi obtido o diagrama de momentos fletores. Efeitos finais 0 momentos finais nas extremidades das barras são dados por: M = M . para torná-la externamente indeslocável. 6 exatamente dar à estrutura do sistema principal um recalque de apoio). para as primeiras. 1 105 - Fig. nos moldes do que foi feito para o estudo de recalques de apoio em estmturas indeslocáveis (pois.33J“ ootemos 4.233M2 e estão indicados (em mt) na Fig. pois algumas serão deslocamentos lineares para os quais precisamos conhecer que deslocamentos ortogonais recíprocos aparecerão neste sistema principal.

Curso de análise estrutural Fig.) 2. teremos o funcionamento da barra BC como engastada e apoiada.51 I '8 Fig. Sistema principal O qiiadro possui uma deslocabilidade iiiterna.+9 int. 1-108. ~1u9~ 17. 1-1 09 . por hf8 = + +LX h' . que é a rotaçao do nó B e uma deslocabilidade exteriia. aparecendo em B um momento dado pela Tabela 1. 1-107 a) Kesoluçio para o carregamento externo I . Efeitos no sistema principal a) Carregamento exteriio Aplicando o carregamento esterno no sistema principal. que é o deslocamento horizontal da barra BC' (Já que 4 iiecessátio colocar um apoio horizontal em B ou C para tornar estes 116s linearmente indeslocáveis). (Nesta figura. Assim sendo. o sistema principal é o da Fig.t " ' . indicamos o sentido que consideraremos positivo para forças e deslocamentos lineares horizontais do nó E.

1-1 11.1. foram obtidas a partir dos esqtiemas da Fig. para que. 1-108). Prla incsma rarza. Temos. Nenhuma reação horizontal 6 despertada nesta fase.i 6 ao ~6dilii p5giiiaI. co~ifoime rabcilios. coni isto. Quando formos resolvcr a entriiiiira da sistrnia priticipal para a deslocameiifo &.57 h) Rotaçáo A . " = 6 trn2 tenios o apareciiiients dos segiiiiites nis!nentos nas ? barras.O mbtodo das deformações 59 Devido a este funcioiiamento. Temos. n qicc i: pcrfcip tiimcntr licito. daremos tamhéni ii!n desl<ic~rneritoA2 tal q ~ e MA2 = EJA. eiitáo: a2. tal que EJA.c. a matriz 1191 rija sriiiltrica Ivlr na Obs. então: PIO = +9 Pzo = O ( I it/rn ? (não existe r e a ~ á o horizontai n o apoio 2) 7. ein torno do nó L: Para a barra 1: Para a harra 2: t0. "lsto conespotide 3 tcrmas arbitrado um valor r i o i~nitirio u a Ai. 2 ciiapa 1. .5 L t Fig. Dando uliia rotaçáo A. aparecerio reações verticais em B e C que se traiisniitiráo dirctainente aos apoios A e D.51 As reaçòes de apoio. que serão despertadas c que estâo indicadas na Fig. 1-1 10. a iiui. 1-1 10 f4. 1-1 12. = + i (sir~alpositivo Pll = +7 confc~r~iie conveiição da Fie. trabiilharcmas sempre no caro de cslruturas drslocáveis com "gidez absoluta das barras. 4.conforme iridica a Fig.

+ I mt (o sinal é positivo = P 6= porque a extremidade da direita da barra se deslocou de cima para baixo). 1-1 14 -M2 Fig. a partir de um williot. 2'TT----P t Fig. 3.60 Cuno de analise estrutural c) Deslocamento A. 1-1 13 Teremos os seguintes momentos de engastamento perfeito devido a estes deslocamentos ortogonais recíprocos: 6EJA 6 x 6 Para a barra I: MA = MB . a partir dos quais podemos escrever: Pi2 = + l P22 = +I13 Fig. Estes valores poderiam ser obtidos. 1-1 13. 1-114 (as reaçóes de apoio obtidas do esquema da Fig. teremos o aparecimento de deslocamentos ortogonais recíprocos de igual valor para as barras 12. Temos. apenas não o fizemos devido igrande simplicidade geomitrica da estrutura. evidentemente. ao apoio 2. permanecendo o esquema a barra e conforme indica horizontal da Fig. pois a barra B bi-rotulada. 1-1 15 3. Para a barra 3: Mc = MD = 0. a elástica nesta fase. entào. diretamente. Cálculo das incógnitas . Dando um deslocamento A. os momentos e reações de apoio indicados na Fig. tal que EJA2 = 6 tm3. que nos possibilitou esboçar. 1-115).

. que leva em conta mos os valores encontrados pelo fator corretivo2ao inves de 1. 1-109. Os recalques dc apoio acarretam o aparecimento.b 1 crn d Fig. 1-117. lcrnmtl.25 M. 1-1 18: Para a barra 1: p 8 = ab = O ~ f Para a barra 2: p c = bc = + I cm ~ Para a barra 3 : pco = d? = . indicados ria Fig.2. Efeitos finais Da expressão M = M o . 1-1 17. por procedimento análogo ao adutado no Exemplo 1-3 deste capitiilo. 1-116. + 6.M. - Fig. 1-11 1 e 1-1 14) oir a partir do diagrama final da Fig.. o fato de termos arbitrado A . Assim. E.. a partir dos quais temos o diagrama de momentos fletores da Fig. basta inultiplicar6 .I.25E. Fig. já que a matriz [li] está conhecida do item anterior.75E2 (estando E. b) Resolução para os recalques de apoio Bastará determinarmos os efeitos dos recalques de apoio no sistema principal.. dos seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos obtidos do williot da Fig. .obtemos os momentos finais (em mt) nas extremidades das barras.2. da expressão E = E. iguais a 2 X 104' temos: A I = -0.I cm C f 0.675 X 10-' rad (o sentido correto é o horário) a B 2 x 1o4 h A2 = 2. Observaç5es: a) Caso desejemos conhecer os valores reais corretos da rotação do i18 B e do deslocamento liorizontal da barra BC. 1-1 I8 . n o sistema principal.. e A.O método das deformações 61 4.a. rcp:eseritados nas Figs. 1-117 -D.025 mm (da esquerda para a direita) Abarci BC = b) As reaçõès de apoio finais podem ser obtidas oii pelo emprego do princípio da superposiçào de efeitos. 1 1 16 -M«mcntos finais. E.75 M. + 6.

. obtendo-se: fll. 1-1 20 Fig. por ser bi-rotulada. já que a barra 1 teni pm = O e que. 1-1 19 - iM.estão indicados na Fig. 1-120. Temos. = + 16. entáo. os da Fig. então. para o recalque: Os momentos finais. o diagrama de momentos fletores 6 o da Fig. obtidos a partir da expressão A l = M. não surgem momentos de engastamento perfeito.17 M l t 12. 1-12 . + Fig. para a barra 3. 1-121 Ex. Temos. 1-1 19. .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. para a barra 2: Os efeitos do recalque de apoio no sistema principal são.67 &r = 0 Fig. 1-122.4. 1-121.62 Curso de análise estrutural Surgirá momento de engastamento perfeito apenas na barra 2.5M2.

a única deslncabilidade iriterna será a rotação do nó C Exterriameiite. Sistema principal Tendo a barra AB inircia iiirii!ita. ele será diretamente absorvido neste apoio. a estrutura tem iiriia deslocabilidade. 1-1 24 . 1-123 - Fig.O metodo das deformações Fig. desta forma. arbitrando como positivas reações do apoio 2 da esquerda para a direita: Pio = 0 020 = -3 f? . não aparecendo qualquer momento de engastamento perfeito lias barras. o sistema principal é o da Fig. ticani impedidas as rotações dos nós 4 e E. Temos então. 1-1 22 I. Assim sriiilo.M o apoio 2 do sistema principal. 1-123 2. que 6 o deslocarnerito Iiorizontal da barra AO. localizada na linha de ação d o Fig. Efeitos n o sistema principal a) Carregamento externo Devido ao fato do carregamento exteriio ser constituído por uma única foro ça.

6 61 6 .. = +12. surgem. Assim. = 6 tm'. função dos momentos atuantes nas barras 1 e 2 valerá: ') = 213 t. 1-125.1 mt. 3 e 4 momentos iguais a tt -I4 conforme indica a Fig. apenas as barras 1 e 2 terão deslocamentes ortogonais recíprocos iguais a (+A. ao apoio 2 tal que W A 2= 6 tm3. para as barras 1.) c) Deslocamento A. já que serão desprovidas de significado maior para nós. . . 1-125 não representamos as outras reaçóes de apoio. 1 .64 Curso de analise estrutural 2 +2 b) Rotação A . conforme indica a Fig.nz . que 6 a reação horizontal despertada no apoio 2 pela rotação A . tal . Com isto. obtendo-se. IZ - Fig. Dando-se um deslocamento horizontal A. em torno do nó C. que ela dependerá apenas dos momentos existentes na barra 1. temos o. imposta à estrutura. a partir doesquema da Fig. da esquerda para a 6 direita. é fácil ver. 1-125 - Ml Para a obtenção de P. teremos: + 213t . x = MD = p: 4mr C Fig. no caso.. 1-1 26: A lt 821 = + 1 d (Na Fig. 1-126 1 . à chapa 1 . 1-127 2 +l A reação no apoio 2. 1-127.. no sistema principal. ' h Fig. Dando uma rotacão A . surgindo em suas extremidades momentos iguais a MA = MC = Mg = 6EJa.. que EJA.).

s X I O ~ I m . Assim sendo. devido à presença da mola.O metodo das deiormapaes 3. Sistema principal A viga possui uma deslocabilidade interna. 1-13 . Fig. que tem rigidez constante igual a 103tm2. o sistema principal é o indicado na Fig. a partir da qual obteve-se o diagrama final da Fig. 1-130. que 6 o deslocamento vertical do mesmo nó (já que.Obter os diagramas solicitantes e as reaçóes de apoio para a viga da Fig. 1-132. 1-130 . Cálculo das incógnitas 4. t. Efeitos finais 3 36 Os momentos finais. 1-129. estão indicados 7 7 na Fig. (em mt) Ex. este nó se deslocará).M.M.1-129 i Fig.M .D. 1-131. F .F. dados por M = M o . .. e uma deslocabilidade externa. 1-131 1. A mola tem constante k = 0. que 6 a rotação do nó E.

obtemos os momentos de engastamento Mo e as reaçóes de apoio indicadas na Fig. 1-133. 1-1 32 2. a partir das quais temos: 813 = -1 f120 = -1 1. conforme indicam as Figs.2.Cuno de analise estrutural Fig. Efeitos no sistcma principal a) Carregamento externo Superpondo os efeitos do carregamento atuante nas barras& e BC coma do carregamento atuante no balanço.3. 1-133.25 (arbitramos como positivo o sentido de cima para baixo). .1 e 1-133.

1-135. 4+2 3 = iiii = &.75 4 7' -i 3 r . . tal que L I A 2 = 514. I -. conrornir vercrnos no iteni ?. 4 Para a barra 2: 3 X 4 K' . = sureirâo do nó LI.-y 1.947 2 7 *-- -- . = -A2 ( a esquerda desceu ein relac.ibailiar ram rigidez absoliita a fiin de evitar possíveis rrror devidos à amisrào da fator (4L') ris culisiders$ia ila influéncia <Ia niola. bcni como para garantir a simetria da matriz 12 101. os monieiitos: Para a barra 1: 4 . = t 4 .mt Para a barra 2: hfB = 1: 42 Valor arbitrado .4 X 4 . 1-1 35 .. a*. - 0.ipen.3 mt . Tcnios 1-131: 3 partir do esqiienii u '2. = +7 t0. I Dando ao apoio 7 um deslocaii.5 1: 42 3EJ'J(-Ad --3. eiitZo.nlt . : +i2 extiemidadc da dircit~i ia dcsccu em relaçã» i da esquerda) e a barra 2 iiin dcslocameiito ortogonal reciprocci p. 1-1 36 Fig.-..is para auxiliar os dlciilos... No caso. obtenios a elástica da Fiip.to 4.il ia! q u c i::ii.+ ] .O metodo das deformações 67 Daiido uriia rotação AI i cliapa I do sisieiiia prinrip. temos os seguintes momentos de engastamerito perfeito: Para a barra 1 : MA = M8 = 6EJ(+A2) . .19t Fig.iii. 2.iri à direita). .7% I 0. Assim. que inos mostra ter a l>arra 1 sofrido uiii deslucaineiitti urtogoiiil rccipruço p .c tirite cxcniplo.6X4..3 W A ' .M..iiiisrlhávrl tr.L 2 4 1 2 da Fig. i: ai.

estão indicadas na Fig. EJ A reação final no apoio 2 valerá.7Si.94t (para baixo) v. no sentido do deslocamento imposto (isto é. 1-138 Fig. também.1 +9. a partir da Fig. .31 i ffl. 1..94 t 2 = 2. = (I9' + 4 o 75 0. 1-138.1 Fig.19t vc = L= (para cima) 4 '2') + Ao valor da reação de apoio VB.90E2. obtemos os momentos finais nos nós (em mt) indicados na Fig.75 t (para cima) 4 = 0. obtidas da mesma expressão.27E. 1-1 39 . (Poderiam.s = = 0. Cálculo das incógnitas 4. . 1-139. F para baixo. t 3. Devido aos momentos de engastamento perfeito aparecerá0 as reaçóes 1. estando o diagrama de momentos fletores correspondente desenhado em 1-139. As reaçóes de apoio. então.75 P22 = 2 9 4 3.68 Curso de análise estrutural v . ter sido obtidas empregando-se o mesmo tipo de procedimento do Exemplo 1-3:) 9 3 rnt . = +0. =-= Temos. temos que somar a força despertada na 4 mola por lhe termos imposto um deslocamento A.94t.136: P.0. ==e que vale F = kA2 = -~ 4k 2t. pois: V = I V* I + I I = 0.5 + 1. para baixo).7E -6& 93 m . Efeitos finai A partir da expressão E = E .

5 X lo3 X X 15. para rotagóes e momentos em torno dos eixos r e y . que 6 o deslocamento vertical dii nó E.o metodo das deformações 69 Observações: a) O deslocamento vertical da mola será dado por y s = 4 4 =-A X 3 9 = 1 5. surgindo em A e em .6 X 10-3 = 7. 1-141 2. Fe = kya = 0. 1-139. 1-14 GJt = . que sáo as componentes da rotação do nó B em tomo de dois eixos ortogonais pertencentes ao plano da grelha. Sistema principal A grelha possui três deslocabilidades: duas internas. I-140.6 mm (para baixo) EJ b) A reação na mola 6 vale. = 1O4tma e 1. Assim sendo. O 3 Pig.8t. confirmando o valor da Fig. o sistema principal é indicado na Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Nesta fase. 1-141. A. indicamos os sentidos que arbitramos como positivos.Resolver a greiha da Fig. O A. bem corno para os deslocamentos verticais e reaçôes verticais do apoio 3. e uma externa. Na mesma figura. a3 Ex. a barra AB funcionará como biengastada.5 X l@trnz. evidentemente.cujasbarras têm EJ 1.

5 X 104 X 4 X 10-3 = +15ilit 4 GJtA. i-143. para a barra 1. V . no sistema principal Para a barra 1: M =--Para a barra 2: T =--1. aparccerá 4 x 3 uma reaçao de apoio igual a ..70 Curso de análise estrutural 3 X 42 12 e cujos sentidos sc encontram indicados na Fig.T o Dando à chapa I do sistema principal uma rotaçáo A. . 13vdslor escolhido arbitrariamentç.= 6 t. a partir do qual vêm: o.3 rad 1 3 . então: - B momentos de engastamento perfeito. para a barra 2. 1-142 .. de módulo igual a . .Mo. a obtemos o esquema da Fig. tsc = -1. t ~ = +I12 e.. _ Levando em conta que." = 40mt 4 1. = 40 + 15 = t 5 5 $21 O. T . Temos. = O = +I5 15t 15t Fig. 1-143 . vi-anil" apenas a trabulhwinos com niimcros dc mcrma urdiin de grandeza ein todo o pr<iblciiia.= 4 mt - 2 Bio = -6 Fig. No apoio 3. 12 - + 4 X 1 0 4 X 4 X 1 0 . 1-142. = 4 X 1 0 . temns o aparecimento dos seguintes momentos no nó B.

nas extremidades das harras 1 e 2.= 40 t 15 = 55 = -15 Impondo ao apoio 3 do sistema principai um deslocaiiiento A. a partir do qual podeiiios escrever: piz = 0 p2. então: pi3 = t 1 5 Fig.6 X 10" X 4 X 10-3 = 15 mt =4 IZ 42 e cujos sentidos estão indicados na Fig. = X 10-'m. T3 . surgirao. 1-143. 1-145 - M3. momeiitos de engastamento perfeito de módulos 6EJA3 . 1-144. por analogia com o caso da Fig. de uma extremidade em relação à outra. 1-145 Obtemos. devido ao deslocamento ortogonal recíproco A.O m6todo das deformações 71 Impondo à chapa 2 do sistema priiicipal uma rotação A? = 4 X 10-3rad. o esquema da Fig. teinos.

1-147 .64E. Cálculo das incógnitas -15 4. Efeitos finais Da expressão E = E.07E. + 0. 1-146 Fig. 1-146.0. .72 Curso de análise estrutural 3. que nos conduzem aos diagramas de momentos fletores e torçores da Fig. obtemos os momentos finais atuantes nas extremidades das barras. itidicados na Fig. 1-147.9 rnt 0.9 rnt Fig. 0.18E2 + 0..

I1 de nosso Curso. Assim.'~ grelhas.3.2. 11. apenas seu deslocamento vertical. SIMPLIFICACÃO PARA O CASO DE ESTRUTURAS ELÁSTICA E GEOMETRICAMENTE SIMETRICAS As id6ias básicas para estas simplificaç6es já foram apresentadas e discutidas em detalhe no item correspondente do Cap. Vol. 7.2e 1-148. 1-148. Empregando o artifício do arranjo de cargas.1. de uma estrutura com duas deslocabi14caso. sugerimos o a leitura do i e 2. Vai. 1-148. submetida ao carregamento indicado.2. de nosso Curso. 1-148. os casos de estruturas planas e o a~sunto. então.2 Fig. exceto o deslocamento vertical. elástica e geometricamente simétrica. em que o vínculo existente em C impede todas as componentes de deformação.1 . em algum ponto da exposi~áo. a resolução da parcela sim6trica do carregamento recairá na resolução da estrutura da Fig. existindo. 11. não voltando a apresentar Abordaremos.1 1-148.Estruturas planas 7.1 . tm . 1-148 Analisemos cada um dos dois casos: a) Carregamento simétrico Para o caso da Fig. o carregamento pode ser decomposto nas parcelas simktrica e anti-simétrica dasFigs.O método das deformaçaes 73 7. de modo que tiraremos partido destas conclusões. sabemos que o nó C (interceptado pelo eixo de simetria) náo terá deslocamento horizontal nem rotaçãõ. separadamente. 1-148.se. leitor sinta alguma dificuldade. 1-149.Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da estrutura Seja a estrutura da Fig.1.5 do Cap. ll. Trata.

o sistema principal para resolução pelo método das deformaçóes é o da Fig. 1-150.E$trutura simétricd com carregamctiro s i mgtrica. b) Carregamento anti-simétrico Para o caso da Fig.2: que possui duas deslocabilidades . 1-149. serido indeslocável tambkm). 1-149 Observuçãu: Note o leitor que. seria indiferente resolver a estrutura simplificada da Fig.1-149. dado pela Fig.uma interna (rotação do nó B ) e uma externa (deslocamento horizontal de C. que é a rotação do nó 6 e uma externa. 1-150 Sistema principal para o mitodo da? deformações.2 1-150. sabemos que no rió C só não possuirá deslocamento vertical. mento. pois que ela é duas vezes hiperestatica e tem duas deslocabilid.3 o seu sistema principal para resolução pelo método das deformações. 1-1 50. então ela ficará indeslocável).1 -. "'1 A 1 . para o m6todo das defoi- myi<. 1-149. n o sistema principal.3. simetria. acrescentarido um apoio vertical do I? gsnero em C. pois os pontos A e C serào engastes e o ponto B estará ligado por duas barras a estes dois pontos indeslocáveis.3 S~stemaprincipal vida à simeiria.3 Estruturasiinitrica coin car. .f-* 1-149.óss.ddes. o n ó C funciona como engastado). que é o deslocamento vertical de C (basta ver que. a resolução da parcela ariti-simétrica do carregamento recairá na resolução da estrutura da Fig.uma interna.2 -S~mplifica<ãodr. Assim sendo.Simplificaqão devida 2 antircgainonlo anti-simétrico.2 pelo método das forças ou das deformações. n o caso da parcela simétrica do carrega.1 1-150.74 Curso de analise estrutural lidades . 1-149. 1-148. a estriitura ficaré indeslocável. adicioiiando-se-llie um apoio horizontal do 10 género. assim.3 (notar que. Fig. Fig. em qiidlquer dos dois irrétodos teríamos duas incógnitas a determinar. isto é. sendo portanto. 1-150. já que.

da Fig.1. a resolução da parcela anti-simétrica seria mais vantajosa se feita pelo método das forças pois a estmtura da Fig. ertamos desprcrando a deformação da barra central devida ao esfarfo normal. 1-150. conforme vimos no Vol. . I I 7.5. esta simplifica~ãopara o carregamento simétrico. podem ser resolvidas a partir dos esquemas das Figs.2 - Caso em que o eixo de simetria intercepta completamente uma barra da estrutura Seja a estmtura. I I Empregando o artifício do arranjo de cargas.1. 1-1 51.2 é uma só vez hiperestática (uma incógnita. 1-151.3 e 1-151. elástica e geometricamente simétrica. o carregamento pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétricas das Figs. ao passo que tem duas deslocabilidades (duas incógnitas pelo inétodo das deformações).2 e 1-151.4 que.O metodo das deformações 75 Observapo: No caso. 1-1 51. I1 do nosso Curso. submetida ao carregamento indicado. pelo método das forças). No caso de querermos Icvá-Ia cin conta. agiríamos conforme indicado no item 9 deste capitulo.

1-152. teremos a resolver os casos das Figs. teremos uma única incógnita pelo método das deformações (rotação do nó E ) e que. naresolução da parcela anti-simétrica. seria indiferente o emprego de qualquer um dos dois métodos hiperestátikos. Decompondo o carregamento atuante em suas parcelas simétrica e antisimétrica. pois a estrutura possui duas deslocabilidades internas e uma externa (rotações dos nós B e C e deslocamento horizontal de B 16).1. para a resoluçáo da parte simétrica do carregamento. 1-1 52. 1-152 a) Carregamento simétrico F . na resolução da parcela simétrica do carregamento. teremos três incógnitas.Caso em que o eixo dc simetria intercepta uma única seçáo de uma barra Seja resolver o quadro elástico e geometricamente simétrico tia Fig. 7.1. o emprego do método das deformações é de todo vantajoso (pois a mesma é três vezes hiperestática). para a parcela anti-simétrica. 1-151. no caso. pois a estrutura da Fig.5 e também três vezes hiperestática.76 Curso de analise estmtural Observação: Notar que.3 . Assim.3. que analisaremos separadamente: Fig.2 e 1-152. ao passo que.1-193 i .

) a determinar. sabemos que a barra AB não possuirá deslocamento horizontal (de modo que a deslocabilidade externa não se manifestará) e sabenios.6. de uma bana biengastada. que as rotações dos nós A e B serão simétricas. 1-153. uma viga biengastada submetida a recalques angulares unitários simétricos. Desta forma.) Como demos rotaçaes unitárias simétricas às extremidades da barra AB. Assim. 1-1 5 3. (Os sentidos dos momentos MA e MB são.1-153 i Empregando o princípio 'da superposição de efeitos. unitária ao sistema principal. denominaremos aos momentos MA e ME de rigidez de simetria da barra AB (por analogia com as condições de definição de rigidez de uma barra num nó). obtemos. em suas extremidades. F . devido à simetria existente. . definiremos rigidez de simetria k.~ A B K A KA(I .2. de modo que se constituirão numa mesma incógnita.1.3. 1-153. elasticamente simétrica. conforine indicado nas Figs. havendo então uma única incógnita ( A . Como a barra é elasticamente simétrica (KA = KB e tAB = ~ B A podemos escrever que: IMAI = I B = KA MI . a partir dos conceitos de rigidez e coeficiente de transmissão: ). ou seja. indicada na Fig.~ B A K B KB . no caso. Dentro da sistemática do método das deformações quando formos impor a rotação A. aos momentos (simétricos) que devemos aplicar em suas extremidades para que as mesmas tenham rotações unitárias (simétricas).f ) = = = KB(l-t). 1-153. entretanto.3 a 1-153. evidentemente. impostas. os mesmos das rotações A. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig.O método das deformacoes 77 ! I I I Para a parcela simétrica do carregamento. também. teremos a resolver o caso indicado na Fig. temos a resolver uma estrutura com duas deslocabüidades internas (rotaçaes dos nós A e B) e uma deslocabilidade externa (deslocamento horizontal da barra Ai?).

2 . provocados pelo carregamento externo carr.1 .2 - Mi (Fig. 1-154. + 1-154. = 1 (1. a resolução do caso da Fig.2) e (1. qualquer que reja a lei de variação (simétrica) de inércia da barra. teremos uma só equação).1 será imediata e poderemos trabalhar com apenas metade da estrutura no estudo dos efeitos no sistema principal. os momentos simétricos terão sinais opostos). 1-153. 1.t ) " (1. 1-154. eng. O Exemplo 1. i7~xpressão válida. .Mo Fig. A Fig. 1-154 indica os efeitos.supusemos positivo o sentido da rotação unitária imposta ao nó A ) .1) e pelas rotações simétricas A. ext. peri. = 1 (Fig. que será dada pela relação: No caso particular da barra possuir inércia J constante.. a partir dos quais torna-se imediata a formulaçáo das equaçóes de compatibilidade estática que resolvem o problema (no caso.78 Curso de análise estrutural Assim: K. ficaremos com Com a introdução do conceito de rigidez de simetria dé uma barra.. = K (1 . levando em conta (1. no caso de simetria. já que sabemos que os valores dos momentos atuantes serão simétricos em relação ao eixo de simetria da estrutura (pela convenção de sinais que adotamos para momentos de engastamento perfeito. temos. definiremos aqui o conceito de rigidez relativa da simetria k.16 esclarecerá.20) Analogamente ao que Fiemos anteriormente.19) No caso particular da barra possuir inércia constante J.3): 2 EJ K. no sistema principal.154 1-154.

1 1-156. uma viga biengastada submetida a recalques angulares unitários. desta forma.1. que as rotações dos nós A e B serão anti-simétricas.1 1-155. havendo. 1-1 55 No caso da parcela anti-simétrica do carregamento.2. 1-156 Empregando o princípio da superposição de efeitos. unitária ao sistema principal. conforme indicado na Fig. como a deslocabiiidade linear da barra AB irá se manifestar e levando em conta. em suas extremidades.) Dentro da sistemática do método das deformações. antf-simétricos. seja também explorada a anti-simetria existente. 1-1 56.4 Fig. 1-156. 1-155.2 Fig. um em cada extremidade da barra. ou seja. ainda.3 1-156. a fim de que A2 também seja anti-simétrico e que. teremos a resolver o problema da Fig. obtemos o sistema principal da Fig. preferimos subdividi-lo em dois apoios.O método das deformações b) Carregamento anti-simétrico 1-155. (No caso do apoio horizontal que seria necessário adicionar à estrutura para impedir a deslocabilidade linear da barra AB. quando formos impor a rotação A. duas incógnitas a determinar. vem: = = MA=MB=KA(l+t)=K~(l+t) . 1-156 e levando em conta que devido i simetria elástica da harrn temos: KA = KB e t * ~ t g ~ t .2 1-156. então. no caso.

= K (1 + t) l8 (1. 1-155. obtendo No caso particular da barra possuir inércia constante J. aos momentos (anti-simétricus) que devemos aplicar em suas extremidades para que as mesmas tenham rotações unitárias (anti-simétricas). 1-157 indica os efeitos no sistema principal. Assim: K .1 . ' 9 ~ f e i t o s z obtidos levando crn conta as cxprcssões (I. provocados pelo carregamento externo e pelas deformações antisimétricas unitárias A I e A2. ficaremos com Com a introdução do conceito da rigidez de anti-simetria de uma barra. (1. definkemos rigidez de anti-simetria K .8) e (1. elasticamente simétrica.7). levando em conta (1.Mo I8 1-157.23) No caso particular da barra possuir inércia constante J .3 - M2 19 Expressáo vilida para qualqucr lei de variação (simétrica] de inércia da barra. 1-157. temos. sendo possível (analogamente ao caso do carregamento simétrico) trabaihar com apenas metade da estrutura para o estudo dos efeitos no sistema principal (já que sabemos que os mesmos são anti-simétricos). M .2 Ml Fig.14). a partir dos quais podemos facilmente formular as equações de compatibilidade estática que resolverão o problema. a resolução do caso da Fig. 1-157 - 1-157.2) e (1.80 Curso de analise estrutural Analogamente ao que fizemos no caso de simetria. A Fig.3): Também aqui definiremos rigidez relativa de anti-simetria k a . de uma barra biengastada.1 será imediata. o que faremos da mesma forma utilizada para os outros casos.

pelo método das deformações.2. 1-158.Hipcrcstáticos para czrregamento simétTiio. no caso.Obter o diagrama de momentos fletores. da Fig. no sentido de minimizar o trabalho de resoluçáo da estrutura.2 .1 . no caso da estrutura da Fig. pelo outro (dizemos. conduz à resolução de uma parcela do carregamento por um método hiperestático e. da outra parcela.1-158. 1-158 carrcgarnçnfoiuiti-sirn6trico. a resolução da parcela simétrica do carregamento apresenta uma única incógnita e a da parcela anti-simétrica do carregamento apresenta duas incógnitas. caso fôssemos resolver o mesmo problema empregando o método das forças. As parcelas simétrica e pnti-simétrica do carregamento teriam os sistemas principais e hiperestáticos indicados nas Figs.O mdtodo das deformações 81 O Exemplo 1. respectivamente.21 esclarecerá Observaçrío: Notar que. as reaçóes de apoio e o diagrama de esforços normais para o quadro simétrico. 1-159. Este tipo de análise deve ser sempre feito. quando tal ocorre. Ex. solicitado simetricamente. mais vantajoso resolver a parte simétrica do carregamento pelo método das deformaçóes e a parte anti-simétrica pelo método das forças. 1-152. muitas vezes. 1.15 . que estamos resolvendo a estrutura pelo método misto).1 el-158. 1-159 . Comparemos com o número de incógnitas. Fig.1. e que mostram ser.Hiperestátiços para 1-158. & S m - ~ B m & S r n ~ S m ~ Fig.

a presença da barra vertical LHC impede o deslocamento vertical dos nós L e H (desprezado o trabalho desta barra ao esforço normal). a estrutura a resolver é a da Fig. ainda.1.82 Curso de análise estrutural I.Mo ilao = f 6 'O~atar que.2 .= +61nt. feito valem: Na barra FG: M~=+---- 8 62 = tgrnt . 2 X 6' 12 obtendo-se.2 prlo método da. o que o tornaria contra-indicado. as deslocabilidades lineares das duas barras horizontais não se manifestam e como. Na barra KL: MK = -M/. no caso. 1-161: ilio = +9. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os momentos de engastamento per.Sistcma principal 2.2. 1-1 h0 1-160. o . 20 I-lb0. cujo sisteina principal está indicado em 1-160. 1. Sistenia principal Como. a partir da Fig. 1-160.161 .l - Lstrtitiirc ii rrsolver. 1-160. Fig. for~as. Fig. = t . inúrncro de incógnitas seria 6 . se fõsscmos resolver a estrutura da Fig. devido i simetria existente.

que nos conduz aos diagramas de momentos fletores. 1-163 nos fornece: I 812 Fig. temos. os seguintes momentos em torno deste nó: +6 + .I I O rnéiodo das deforrnaees 1 b) Rotação A . 1-162. de esforços normais e i s reações de apoio dados nas Figs. indicados na Fig. A partir da Fig.M . Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J . . 1-164.48E2 obtemos os momentos finais (em mt) nas extremidades das barras. . Cálculo das incógnitas 4. devido à rotaçáo A l imposta ao n6 F. 1-166 e 1-167. temos os seguintes momentos em torno do nó K: Na barra KG: w I A Fig. 1-165. a partir dos quais podemos montar o esquema da Fig.3 X (2 X 24) 4 6 Na barra AF: = 6 mt = k = 24 4 6 mt Fig.6 I I I I I I Na barra FG: k'=.75E. 1-163 .0. obtemos c) Rotação A2 Devido à rotação A*. Efeitos finais Da expressão E = E.0.S 3. = 24.M2 = 0 flZ2 = t12. 1-162 . .

Fig. 1-166 - DMF (em mt) e reações de apoio.A n á l i ~ rdo comportamento de cada barra da estrutura Fig. 2 tim Fig. 1-165 . . 1-164 - Momentos fuiais.

para a barra AB.0 b e r o diagrama de momentos fletores para o quadro simétrico da Fig. 1-169 . D F Fig. 1. a mesma inércia. 1-168. todas.16 . Fig. 1-169. deveiido ser usado o conceito de rigide~de simetria definido neste item. Sistema principal Levando em conta a simetria do carregamento.DEN (em t ) Ex. o sistema principal é o da Fig. 1-167 . cujas barras tém. sabemos que as deslocabilidades Lineares das barras horizontais não se irão manifestar e que podemos trabalhar com metadc da estrutura. 1-168 1.I O mhtodo das deformações I Fig. tendo o n o D o comportamento de um engaste e. Assim seiido.

temos o aparecimento nas barras CA. CF e CD de momentos em torno do nó C . p2.M I A partir da Fig. 1-1 70: Pio = +6. 1-1 72 - Ma . Fig. temos: Pll L321 = = 12 +2 c) Rotação A. teremos.. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Os momentos de engastamento perfeito valem: Para a barra AB: Para a barra CD: Fig. 1-170 . devidos à rotação A I com valor: . 1-1 7 1 . Ainda trabalhando com rigidez relativa. = +12 b) Rotação A.Curso de análise estrutural 2. 1-171. devido à rotação A. Arbitrando J = 24 e trabalhando com rigidez relativa. os seguintes momentos em torno do nó A : Na barra AB: Fig.Mo Temos. a partir do esquema da Fig.

O metodo das deformaçõss Na barra AC: Temos: 5 . 1-174. 1-174 - DMI.Momentos finair (em mtl. 1-173 .17 . Fig.2. Cálculo das incógnitas 4. Fig. 1.0.36M2) indicados na Fig. 1-173 (em mt). Fig. 1-1 75 . = +2 1 3. (eni mil.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro fechado de inércia constante da Fig. 1-175. Efeitos finais A partir dos momentos finais nas extremidades das barras (M = Mo . submetido ao carregamento auto-eqiiilibrado indicado. Ex.107M1 . obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig.

. do caso estudado no item 7.67 h) Rotaçáo A. Sistema principal Explorando a dupla simetria existente (na qual cada eixo de simetria intercepta as barras numa seção. 2.A R : L 2 lnt Fig. portanto.1.3 deste capitulo). temos: pio = +1.4' 12 - 12 42 = -1. 1-176. = -. 1-177. temos os seguintes momentos em torno do nó A .M . então. 1 'i k .Mo 2 nf. trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J = 24 Na barra . em se tratando. 1-1 7 7 .88 Curso de análise estrutural 1. =-X 2 6 . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Temos os seguintes momentos de engastamento perfeito: Barra AB: Barra AD: Fig. sendo o sistema principal. podemos resolver apenas 114 da estrutura. 1-1 78 .33 int A partir do esquema da Fig. o da Fig. I)evido à rotação A I .

Cálculo da incógnita Temos: 1. A.DMF (em mt). 1-181.67 + 5A. 1-180 . 1-479 .=+3mt 4 Temos. 1-179 indica os momentos finais atuantes. Fig. 1-180. 1-181 .18 . a partir dos quais obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 1.O m6todo das deformações Na barra AD: ks=-X 2 1 24 .0. Fig. = -0.33M1 Fig. Efeitos finais A Fig.33 4. submetido ao carregamento indicado.Obter o diagrama de momentos fletores e as reaçks de apoio para o quadro elasticamente simétrico da Fig.M = Mo . Ex. então: !ill= + 5 3. = O .

2) não contribuirá para o trabalho 2 flexão da estrutura. 1-182. pois. simétrico Fig. o caso da Fig. na resolução da estrutura da Fig. ainda.3 Carr.182.3 (estrutura simétrica com carregamento anti-simétrico. notamos que a parcela simétrica (Fig.2 Carr. 1-182 1. 1-182.1. 2'Dcsprr~andose a dcforma~ãoda estrutura devida a este esforfo normal .é simétrica.1. o carregamento atuante em suas parcelas simétrica e anti-simétrica. 1-182. 1-183. a estrutura da Fig. anti-simétrim Como. 1-183.2 deste capítulo.3 (em que temos a resolver um quadro simétrico com carregamento anti-simétrico). decompondo seu carregamento nas parcelas simétrica e anti-simétrica obtemos os casos das Figs. conforme indica a Fig. pois provocará apenas o aparecimento de um esforço normal de compressáo igual a P na barra DEF.1 . em que o eixo de simetria se confunde com uma das barras) que recairá.2 (onde aparecerão apenas esforços normais na barra DE) e 1-183. conforme abordamos no item 7." Resta-nos resolver. 1-183. 1-182.90 CUFJO analise estrutural de Decompondo.

2 Da Fig. lembrando que na seçáo média da barra DE só existirá esforço cortante. se simplificará para a resolução da estrutura da Fig. 1-184. 1-184.3. . que é isostática. 1-184.1 Fig.2. o caso da Fig.O método das deformações Fig.2. indicados na Fig. 1-185. podemos obter imediatamente o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio pedidas. 1-1 84 1-184. 1-183. 1-1 83 Finalmente.

então.Curso de anãlise estrutural Fig. cujo sistema principal está indicado em 1-188. . Fig. Isto acarreta. desta forma.19 . com o que podemos afirmar que os nós D.Obter o diagrama de momentosfletores para o quadro simétrico da Fig. Sistema principal Devido à simetria existente. 1-185 Ex. não se manifestará a deslocabilidade horizontal da barra DEF. cujas barras têm as inércias indicadas na figurá (em m4). 1. 1-187. E e F são indeslocáveis linearmente. 1-186 1. a estrutura a resolver se simplifica para a da Fig. 1-186. a indeslocabilidade Linear do nó G (por estar ligado a dois pontos indeslocáveis D e F) e.

J 1 = - 24 = 2 m t 12 Da Fig.M o Temos. então. : Na barra DG: Fig. Fig. vem = +5 .Estrutura a resolver.O mbtodo das deformações Fig. os seguintes momentos devidos à rotação A. 1-190. temos em torno do nó D. Efeito no sistema principal a) Carregamento externo Devido ao carregamento externo temos. no sistema principal: M D = -Mc.Siatcrna principal.hf1 Na barra AD: Na barra DE: k=. 1-190 . 1-1 88 . da Fig. = 1 X 12= 12 = 12 mt Fig.a fim de facilitar os cálculos. 2. 1-189 . 1-187 . 1-189: oi0 = +12 b) Rotação A Trabalhando com rigidez relativa e multiplicando as inércias por 103.

Cálculo da incógnita Temos: 12 + SAI = O : AI = -2. Fig. da Fig. 1-192. em mt. a partir do qual obtivemos o diagrama final.2. 1-191 .4M1 estáo indicados na Fig. ntS. 1-191 (em mt).3. Efeitos finais Os momentos fuiais M = Mo .4 4.

devemos ter em mente este Ultimo resultado. cujo material tem E = = 2 X 106t/m2 provocados por: a) aumento uniforme de 30 "C b) recalque do apoio B de 1 cm. 2. 4. 1-20 .2 mm Barra 2: A1. 1-193 1. = d t 1 2 = 10-' X 30 X 10 = 3 mm Barra BE: A l m = ~ A . 1-195. 1-193. Efeitos no sistema principal a) Aumento de temperatura Devido ao aumento de temperatura. 1-194. a estrutura a resolver é a da Fig.Obter os diagramas de momentos fletores para o quadro da Fig. 1-196. que o ponto E subirá 3 mm. ou seja. = aArli = 10" X 3 0 X 4 = 1. cujo sistema principal é o da Fig. do qual obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos das extremidades das barras 1 e 2. fica determinado o williot 2. É dado o coeficiente de dilatação linear a do material: a = 10-~/Oc a) Aumcnto de 30°C O X +8-+-sm+ Fig. dados por: Fig. 1.196 . de cima para baixo.I O m6todo das deformações 95 I Ex. Sistema principal I Devido à simetria existente. as barras aumentarão seus comprimentos dos valores seguintes: Barra 1: Al.d da Fig.l. B ? 10-' X 30 X 10 = 3 mm = Para o traçado do williot. Desta forma.Williot -Escala 1:O. 0 .

25 mt 1 4 J 20 ParaabarraZ:k=-=-=2mt 1 10 Da Fig.M. = --. temos Pir = -9 b) Rotação A. 1-200. Caculo da incógnita temos: A. 3.-= .9.62& 11 - 3925 2. 1-198. 1-198 Mi 4.25 Fig. 1-199. Fig.oo Pii +0. obtemos os momentos finais nas extremidades das barras (em mt) dados na Fig..r. Efeitos finais devidos à temperatura Da expressão M = Mt + 2. os seguintes momentos: J Para a barra 1 : k =-=-=5 1. 1-200 - (DMF)t. = 3. devido à rotação A i . .. .ra. 1-197 . a partir dos quais temos o diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig.ti.mp.Os momentos de engastamento perfeito provocados são: = -9 mt Para a barra 2:MD =ME = O A partir do esquema da Fig.76 M. 1-197.?I. vemp. Trabalhando com rigidez relativa e multiplicando as in6rcias por 10" temos em tomo do nó D.76 Fig. 1-199 Fig.

25X 1 0 . . neste caso. estão indicados na Fig. Para tal. AI = --= r O.0. traçamos o williot da Fig.585M. 02 deslocamentos ortogonais recíprocos. Obtemos. e basta então estudarmos os efeitos do recalque de apoio no sistema principal.2 = + 3 0 m t 1o2 oir Da Vig..1 Fig. 1-204. .585 3.9 28. Efeitos no sistema principal Como continuamos a ter. Efeitos finais Os momentos finais. 1-203. obtido lembrando-se que o nó E teri um deslocamento vertical igual ao recalque vertical de B (1 cm de cima para baixo). obtidos da expressão M = M. 1-201. dados por: PD* = ad = -0. uma situação de simetria o sistema principal ainda 6 o da Fig. 2. deste wiliiot. 1-201 . 325 _ ..75 cm * p D = ed = + 1.Williot (Esc: I : 1) Os momentos de engastamento perfeito provocados são: Para a barra 2: Mg =ME= 6 X 2X 1 0 6 x 20X 10-3X 1.0. será.25 cm ~ I I Fig. 1-202 . então. I-202.l 1 I I i O método das deformafles b) Recalque vertical de apoio em B 1. Clculo da incógnita l O novo valor da incógnita A.M. vcin: = + l . 1-195.-sirnùolizando os efeitos do recaique de apoio iio sistema principal. da qual se obtem o diagrama de momentos fletores (em int) da Fig.

1-21 . pedem-se: a) Decompor o carregamento em suas parcelas simétrica e anti-simétrica.Curso de análise estrutural Fig. empregando em cada caso o método hiperestático. 1-206. 1-20) Fig.(DMF)reialqiie Ex. . respectivamente. 1-204 . 1-205 a) A decomposição do carregamento em suas parcelas simétrica e anti-simétrica é imediata e está indicada na Fig. b) Mostrar como ficam. 1-205. c) Resolver a estrutura para as parcelas simetrica e anti-simétrica do' carregamento. respectivamente. considerando os carregamentos parciais do item a e supondo que se vá resolver a estrutura pelo metodo das forças e das deformaçóes.22 Fig. enunciado deste problema nada mais é da que o roteiro que se deve empregar na resolução de uma estrutura elástica e geomeiricamente simétrica. que requerer a determinação de um menor número de incógnitas.Para a estrutura elástica e geometricamente simétrica da Fig. d) Desenhar o diagrama de momentos fletores final. as matrizes de flexibilidade e de rigidez da estrutura.

2 . 1-206 b) Supondo que fôssemos resolver a estrutura pelo método das forças.1 / O metodo das deformaçóes 1-206. simbolizado pelo hiperestático X.1 e 1-208. os Iiiperestáticos para as parcelas simétrica e anti-simktrica do carregamento seriam.1 -1-207. conduzindo a uma matriz de rigidez [P] da forma: i . os indicados nas Figs. respectivamente. coiiduzindo a uma matriz de flexibilidade [SI da forma: 1-207. respectivamente.1 e 1-207. 1-207. os sistemas principais e incógnitas para as parcelas simétrica e anti-simétrica do carregamento são O s indicados nas Figs.2. da Fig.Parcela simétrica.2 Fig.) Para a resoluçáo pelo método das deformaçóes. 1-207. por estar descarregada. 1-208.1.2. trabalhará exclusivamente ao esforço normal. Fig. 1-207 L (Observação: Notar que a barra bi-rotulada AB.

Resolverido pelo iiiétodo das deformaçóes. teremos apenas uma incógnita a determinar. c) ResoluçZo da estrutura para as parcelas simgtrica e anti-simetrica do carregamento: c.2).1) Parcela simétrica do carregamento (Fig. temos: 1 .3) pelo método das forças.1 2.A f C = I2 A partir da Fig. 1-206.2) pelo método das deformaçòes e a parcela anti-simetrica (Fig. Efeitos no sistema principal 2. 1-206. em cada caso.lc =- 8 4 =-xi2-+ílmt = - = + 3 mt .Carregamento externo ' [ São os seguintes os momentos de engastarnento perfeito: 1 X 6' Barra AC: Mc = +---= 8 +4. pois.1 .5 Barra CD: h.1O0 Curso de anAlise estrutural Da análise feita neste item b. 1-206. 1-209 do 8 1 X 6' Barra CE:Mg = . 1-208. 1-209.5 nit Fig. temos: Pio= +7. concluimos da conveniêricia de resolver a parcela simétrica do carregamento (Fig. Sistema principal Dado ria Fig.

67Ml indicados na Fig. Cálculo da incógnita Pii 1-210 .5 =tlmt Na barra CE: k =c -= 2 mt = I' 1 6 Do esquema da Fig.1. 1-21 1 . 1-212. 1-211.2 . obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 1-210. Efeitos fmais A partir dos mòmentos finais atuantes nos nós M& = Mg .O mlitodo das deformaç6es 2.5 3.Rotação AI Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J . = 12.Ml 4. temos os seguintes momentos em tomo do nó C devidos à rotação A1: +1. obtemos: P l l =+4. Fig.

= . = +6 5. Equação de compatibilidade e hiperestático Temos: -36 X 42 + 36 X 7 X. . Diagrama de momentos fletores Da expressão Mmt = M: + 6M4. 2. 1-206.6. 1-213 . temos: 1. 1-207.2) Parcela anti-simétrica do carregamento (Fig.3).102 Curso de análise estrutural c. Resolveiido pelo método das forças. obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.2.6..1 M o Fig. Sistema principal 'e hiperestático Dados na Fig. 1-215.M: Fig.36 X 42 EJ. Diagramas no sistema principal 2.M4 3. Cáiculo dos EJc6 Temos: EJ. = O : X. = 36 X 7 4. 1-214 .

1-216 - Mfi.2. Sistema principal Indicado na Fig. Figs. Observação: Apenas a título de ilustração. 1-208. 1-216.2 Fig. 1-217 - Mo.[(rrn mt). caso desejássemos resolver a parcela anti-simktrica do carregamento também pelo método das deformações. Fig. .. 2. 1-212 (Mh) e 1-215 ( . temos: 1. mostraremos como se chegaria às equaçóes de compatibilidade estática. Empregando-se o roteiro do m6tod0. Efeitos no sistema principal 1-217.R. ] obtendo-se aquele representado na Fig.O metodo das deformacões d) Diagrama final O diagrama de momentos fletores final M será a soma dos diagramas das M.

104 Curso de análise estrutural - 2.2 Deslocamento A.A.1 Carregamento externo Levando em conta que.) - Impondo ao sistema principal um deslocamento A. 1-21 7.1 . = .3 . = Para a barra Para a barra = ao sistema principal um deslocamento A . e analisando o comportamento de cada barra no sistema principal (o que está feito na Fig. 2.2). temos os momentos de engastamento perfeito da Fig. Impondo &A. tal que EJ. obtemos: filo -2. . t1. = obtendo: Do esquema da Fig.1. O .5 (Supusemos positivos os deslocamentoslineares da esquerda para a direita. = . . obtemos k 2 =+ I . tal que EJ. 1-217. = 72.M2.A.Deslocamento A . 1-218.25 Om = -6. = 72. =+6 Fig. 1-218 . para a parcela anti-simétrica do carregamento. temos os deslocamentos ortogonais recíprocos seguintes: AC: pca = -A3 CE: p c ~ + A . p .75 L 640. = 2. temos um deslocamento ortogonal reciproco p ~ c + A 2 para a barra AC. R .

i I O mbtodo das deformacões 1 1 Obtemos. vem: = t 6 . 0 4 4 = + 156 .12~X 7 2 = +72 mt CD 12 Para a barra CE..oa3 = t 6 I I 1 Fig. R3 2. tal que EJ.c A q . os momentos: = Para a barra AC: 3 U. = EJcA.A. = EJcA2 = 7 2 . em torno do nó C. então: 3EJ A Para a barra AC: MC = . Do esquema da Fig.4 .3 X 7 2 Mc = . Impondo ao sistema principal uma rotação A.--.. _ I D2.1 .3. 1-220. 0% = + 6 .+ 3 6 m t AC 6 Para a barra CD: ) A Mc = t ~ E ( ~ J c .= -6 mt Ac2 6EJ A = t 1 2 mt Para a barra CE: MC = ME = + CE2 Do esquema da Fig.Rotação A. obtemos. vem: . 1-219 - M3. p 3 3 = 5. 1-219.

no caso). evidentemente. 7. seria o da Fig.Curso de análise estrutural Fig..] [-i -a I. 1-221. l .Caso em que o eixo de simetria intercepta um nó da greiha Seja a grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig. respectivamente.3. 1-215. 1-220 . 1-221 . que pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simetnca das Figs. {r.Grelhas 7.1 . situada num plano horizontalxy e submetida ao carregamento indicado. seguiríamos a marcha habitual do método das deformações.} {!) .2 e 1-221. ate a obtenção do diagrama de momentos fletores (que.M4.R4 O sistema de equações de compatibilidade estática será então: + = Resolvido o sistema. Analisemos cada caso em separado.2 .2.

O método das deformações 107 I a) Carregamento sim6trico Devido à simetria existente.Cmrpaiin<a Ymitnca 1-222.x (devido i anti-simetria existente.1 . Fig. só terá rotação em torno d o eixo x .3.y). 1-223. não existirá desloc.S I S I E ~ I~"Eipal. o nó S (situado na seção de simetria).y e seu deslocamento vertical (perpendicular ao plano da grelha).3 .3. se anularão) permanecenklo existentes sua rotação em tomo do eixo y . náo terá rotação em tomo do eixo x . comportando-se o nó S neste sistema principal como um engaste. 1-222.2 .x e os deslocamentos verticais dos nós B e S. como engaste) e as incógnitas são as rotações do nó B em tomo dos eixos x . no sistema principal. Assim. Assim. 1-222. As incógnitas serão as rotaçóes dos nós B e S em tomo do eixo y -y. conforme indica a Fig.x .amento vertical nem rotaçáo em tomo do eixo y . a seção S. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig.x (pois as tendências de rotaçáo. 1-223. . c"-.2. 1-221. o deslocamento vertical deste nó B e a rotação do nó S em tomo do eixo x . 1-222. agora. o sistema principal para resolução da estrutura pelo método das deformações é o indicado na Fig.DlCocmn+~ d l E ( o ~ b smC.3 (o n ó s comporta-se. provocadas-pelos carregamentos atuantes à esquerda e à direita. a rotaçáo do nó B em tomo do eixo x . & e L221. conforme indica a Fig. 1-222 b) Carregamento anti-sim6trico Para o carregamento anti-sim6trico da Fig.2.y .x e y .

x. inipedindo siia rotaçáo em torno do eixo x .1.-v X --v . o úiiico víriculo que precisamos acrescentar à seçáo S para toriiá-lu um engaste no caso da aiiti-simetria. 1-224. na seção SI. que subdividiu o traballio de resolução da grelha 9 vezes deslocável da Fig. 1-224. situada num plano horizontal . 1-225 . ---.2 - Sistema principal Fig. Para o caso da simetria (Fig.3 1-221. b) Notar. 1-221. foram a chapa 1 e apoio do I'? g6iiero 2 (impedindo as duas coniponentes de deformação da seção S neste caso.1 lia resolução das grelhas 5 e 4 vezes deslocáveis. 1-225.3. 1-227. para toriiar à seçao S um engaste. perpendicular ao plano .2. 1-221.Curso de análise estrutural Obseriiac8rs: a) Notar bem que. 7.--v L-224. v-. n o sistema principal (Fig. -..1 I' r-22L2 Seja resolver a grelha elástica e geometricamente simétrica da Fig.2 e 1-211.' -. que são a rotaçáo eni torno do eixo . a vantagem do emprego do artifício do arranjo de cargas. v e submetida ao carregamento indicado.v e o deslocamento linear na direção v z). foi a chapa I . neste caso. ~ y que pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétrica das Figs. 3 X.2 e 1-224.Caso em que o eixo de simetria intercepta completamente uma barra da grelha Y-. ainda. respectivamente.3). Analisemos cada um destes dois últimos casos em separado: a) Carregamento simgtrico 1-225. L-223.2 . .3.1 . das Figs.3) os vínculos acresceiitados.Carregamento simétrico.x (úiiica comporiente de deformação existente.

uina com 5 dnlocabilidades (Fig. iio caso. Fig.2 (iiotar bem que a barra SE deve ser tomada com a metade de sua in6rcia):nele se comportando a seção S como um eiigasle.2 e 1-227. As incógnitas serão b) Carregamento anti-simétrico 1-226. 1-227. Icv:rndii em conta que @ ' s nitas serão I.I 1 O método das deformações 109 Conforme já comentamos para o caso do item anterior (Fig. 1-224. é o da Fig.2. As incbg- . 1-226 1-226.-I.3. 1-225.2 Sistrni~ principal Pelas mesmas raz6es já apontadas no caso da Fig. *-" .v-y q8 . a seção S de simetria não terá rotação em tonio do eixo x . cliamamos a atenção do leitor para a conveiiiência d o emprego do artifício do arranjo de cargas às grellias simétricas.x permanecendo existentes sua rotaçáo em t o m o do eixo y .2. - e X-X I I I ObservapTo: Mais uma vez. 1-226. . cujo carregamento pode sér decomposto nas parcelas simétrica e anti-sim8trica das Figs. a resoliiçáo da grelha 9 vezes deslocável da Fig.2). 1-224. o sistema principal para resolução da parcela simétrica do carregamento é o da Fig.y e seu deslocamento vertical (direção 2): Assim.7) e outra com 4 (Fig.1 Carrepamento anti-siml'trico. respectivamente.FU = z~ = 0.Caso em que o eixo de simetria intercepta uma barra da grellia iiuma Única seção 1 I c o caso. 7. 1-227.3).1. 1-223. por exemplo da grelha da Fig.3 . . o sistema princi- I I I pal. 1-224. 1-222.1 recaiu na resolução de duas grelhas .

2. determinar são v.2. as deformações da grelha serão simktricas em relação ao eixo de simetria. pois estamos empregando o artifício do grupo de incógnitas.1 (pois trata-se. neste .. quando formos estudar a influfncia de 9 = 1. Fig. Com isto. a ) Carregamento simétrico 1-228. 1-228. 1-228. na fase de obteiiç~odos ereitos rio sistema principal. Observações: I) Notar que.1 - Carregamento simétrico. . cujas incógnitas a e LI. 1-227 O problema poderia ser abordado de maneira idsntica à adotada n o item 7. 1-228 Como sabemos que. aparecerão nas extremidades da barra BC mopentos fletores iguais à sua rigidez de simetria. 1-228.Curso de análise estrutural Fig.2 . do mesmo problema: em ambos os casos temos uma grelha simétrica interceptada pelo eixo de simetria numa única seção S). o emprego do artifício do grupo de incógnitas introduzirá menos incógnitas a determinar. por exemplo. podemos adotar o sistema principal da Fig. Entretanto. deveremos impor uma rotaçáo = I aos nós B e Csimultaneamente. na realidade.Sistema principal. sistema principal. senão vejamos.. para o carregamento simétrico da Fig.1.

Analogamente. As barras são perpendiculares entre si e medem: A E = EB = CE = ED = 6 in.Sistema pri!icip:il. pois a rotaçáo relativa por torção de uina extrciiiidade em relação à outra valerá 2 $2 = 2. surgirão. em módulo.2. lia barra BC. que quando fizermos = I .1 mbtodo das deformações 111 2) Notar. 1-229. sua rigide?. na barra BC. ao dobro da rigidez à torção da barra BC. para a barra BC. em B e em C momentos fletores iguais à sua p = 1. 1-229. de anti-simetria à flexão e o dobro de sua rigidez à torpio. situada rium plano horizontal ABCD e submetida ao carregamento vertical indicado. Tudo se passará. 1-229. Ex. c? = I . nào aparecerào momentos torçores na barra BC. ao sistema principal. Fig. 1-229 1-229. em B e em C momentos torçores iguais.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores e as reações de apoio para a greiha simétrica da Fig. pois as rotaç6es de B e C s i o no mesmo sentido. no caso. sua rigidez de simetria i flexão e rigidez nula i torção.1 é o indicado na Fig. ainda. que quando impusermos.2 . portanto. 1-230. como se interceptássemos a barra BC no sistema principal e nele trabalbásseinos com metade da grelha usando. qi b) Carregamento anti-simgtrico Por raciocínio inteiramente anáiogo ao empregado para o carregamento simétrico. não surgindo nenhuma reação devido a elas.1 - rarrcgmxnto anti-sim6trico. portanto. quando for imposto $2 rão. usando para a barra RC. o sistema principal para resolução do carregamento anti-simétrico da Fig. 1-22 . As aplicaçóes seguintes esclarecem. . coino se interceptassemos a barra BC n o sistema pruicipal e nele trabalhásseinos com metade da grelha. Tudo se passará. aparecerigidez de anti-simetria. Convém notar.

ap:~rccerão. impediiido as rotações que sabemos serem iiulas neste nó. 1-231 Fig. com o que obtemos o sistema principal da Fig. então..x = pt. seu deslocameiito vertical. 1-23 1 (neste sistema principal. moI X 6' mentos fielores de niódulo -= I? = 3mt e reações verticais iguais 3 I -. x Y podemos afirmar que p~ .Curso de anãlise estrutural I . A única deslocabilidade do n ó E será. faz com que o nó E tenha.3 1.y ) . Fig. 1-33?. = -2 X 3 = -6 .M o . Efeitos no sistema principal A?/ C XD Fig.0s selitidos corretos estào I indicados lia Fig. Este bloco. o comportamento de um eiigaste). no sistema principal.. Sistema priiicipal Devido à dupla simetria existente (em relação aos eixos Y . V. colocanios um bloco rígido n o nó E. associado ao apoio do I ? gènero adicional 1. 1-230 a) Carregamelito externo Aplicaiido o carregamento externo ao sistema principal.Y = O..lias extreniidades das barras 1 e 2. 2.x e ii . 1-232 . da qual obiemos: p.

de cima para baixo. da qual obtemos. ao nó E. 1-233. I 3. 3 e 4 teráo deslocamentos ortogonais reciproci>s iguais a A .. surgindo em suas extremidades. ).5 E . 5 = iiii I 1 4. I'. = 18. Cálculo da incógnita Temos: A .= T= i 3 mt. + I . temos os diagramas soiicitantes (em mt) da Fig. = I -h+ 1 . as barras 1. feitos finais A partir dos momentos finais nas extremidades das barras (em mt) e rcaqóes de apoio (em t) indicados n a Fig. com os sentidos indicados na Fig.iI O m é t o d o das deformações b) Deslocamento A. 6 = +4 X 1 = 4 Fig. 1-233 M i . . 1-234 (obtidos da expressão E = = E. . i 6 2X 3 e reações de apoio verticais iguais a= 11. 1-235. 113 Inipondo um deslocamento vertical A .. 1-233. momentos fletores 6EJA 6 X 18 de módulos . . conforme indica a Fig. 2. tal qiic EJA. então: o.

DMF DMT Fig.5 E .Curso de análise estrutural Fig. 1-235 . 1-236. + 1. Ex.DMT.Obter os diagramas de rnuiiientos fletores e torçores para a grelha da Fig. 1-23 . têm: -= 2 GJ.DMF. . e cujas barras. 1-234 - E = E. situada num plano horizontal. perpendiEJ culares entre si.

1-238.1-237 i a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal e levando em conta que. Sistema principal Levando em conta a dupla simetria existente e a conclusão tirada. 2. Assinalamas. trabaihar para as barras interrompidas com sua rigidez de simetria à flexão e sem rigidez à torçáo. 1-237. neste. os sentidos que consideraremos positivos para momentos e rotações. neste sistema principal. obtemos os efeitos da Fig.O método das deforma* Fig. para as barras KL e lJ os momentos de engastamento perfeito e as reaçóes de apoio têm os valores indicados na Fig. Efeitos no sistema principal + 'I ' 0 91ao F .3a deste tópico. a partir da qual podemos escrever: . reaçóes e deslocamentos verticais do nó L. o sistema principai 6 o da Fig.2. 1-239. no item 7. 1-236 1. devendo-se.

= 16 + 4 + 2 = 22 P2i = 0 1031 = +8 =ver item 7. obtemos os seguintes momentos em torno do nó L: Na barra KL: K'~ = O 23 2EJA 2 X 12 .EJAZ 1 2 lX2 3 .4.) . = 12.mt Na barra LJ: K. do qual obtemos: p. ao nó L no sistema principal tal que EJA.16 mt 3 GI. 1-238 D G Fig.O .3. Impondo uma rotaçáo A.a.. =L= LJ 6 4EJAl 4 X 12 Na barra GL: K = -= . G tA 1 _L--Na barra LD: KT = .116 Curso de analise estrutural -- PIO = +4.5 Pzo = -3. b) Rotação A.5mt L t3f L L Fig. (Como K e L terào a mesma rotação Ai r iião haverá rotação relativa dr torçàa entre as mesmas.2. 1-239 . 1-240.E.2 m t LD 2I Com isto temos o esquema da Fig. não será despertado qualquer momento dc tor~ão.

= 2mt l2 GL 2 X Z 2X 3 4EJA 4x12 Na barra LD: K =L=-. = .~ O método das deforma~õer Fig. Na barra GL: KT = 3= . = . Impondo uma rotação A.16mt 3 LD = Na barra LJ: K$ A partir do esquema da Fig.X 12 2 Na barra KI.= --.Ei c) Rotação A.: K. = 12.4 int KL 6 O GJ A EJA. 1-240 . 1-241. vem: u . ao nó L no sistema principal tal que EJA.. obtemos os seguintes momentos em torno do nó L: 2EJA.

= f8 -8 Fig. + 0.785ó'. surgindo em suas extremidades momentos fletores de módulos ? h l 2 . 1-244 (em mt).715 E . Cálculo das incógnitas Temos: [ ' % -8 3213 -i]' 4. (em mt) a partir da qual podemos traçar os diagramas de momentos fletores e torçores da Fig.590E3.8 m t e com os sentidos indicados na iguais a IifiJA = @! GL 1 m 2 .32 Fig. obtemos os momentos atuantes nas extremidades das barras indicados na Fig. Efeitos finais Da expressáo E = . + 1. = 12. .0. 1-242. as barras ÇL e LD terão deslocamentos ortogonats recíprocos ~guaisa A.. 1-242 - E. da qual obtemos: 4 013 = B. 3.118 Curso de análise estrutural d) Deslocamento A3 Dando-se um deslocamento vertical A .. ao n ó L no sistema principal tal que EJA. 1-243.

43 / / Y / I 1-244.x e y . . o diagrama dc momentos torforesd anti-simétrico.y ) Pig.1 - DMT (simétrico rm relaçáa a o s e i x o s x . 1-244 240btivemos o DMT completo lembrando que.i O método das deformações F . para as grellias simelricas com carregamento simétrico.64 / 1.1-243 i 7.

(1.1 . pois os mesmos sáo.91. cuja uiércia é variável. de estruturas que possuem barras com inercia variável. 1-246 devido ao carregamento atuante.8) e (1. abordados a seguir: 8.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. o que será feito pela aplicação do método das forças. de inercia variável para um recalque angular unitário de seu engaste ou para a atuação do carregamento externo. 1-245 Ex. imediatamente. no caso dc estruturas deslocáveis.Inercia da barra varia "em saltos" I? o caso. Dividiremos nosso estudo em três casos.CASO DE BARRAS COM INERCIA VARIÁVEL A resolução. . a resolução de uma viga biengastada (ou engastada e rotulada). mas mantendo-se constante em cada um dos subtrechos delimitados pelas descontiiiuidades nas suas dimensòes. doi coeficientes de transniissão de momentos e dos momcntos de engastamento perfeito destas barras para o carregamento externo atuaiitc. evidentemente. da bana Ai3 da Fig.120 Curso de análise estmtural 8 . 2s~ão citamos a necessidade de obtenção dos momentos de engastamento perfeito Provocados por recalques verticais dos engastes devidos a deslocamentos ortogonais recíprocos. A obtençáo de rigidez nas extremidades da barra.15 A determinação de todos estes valores significará. J2 Fig. conlorine esclarece o Exemplo 1-24. coeficientes de transmissão de momentos e moinentos de engastainento perfeito (pelo método das forças) não apresentará maiores problemas. recai na determina~ãoda rigidez dessas barras eni suas extremidades. pelo método das deformaçóes. por exemplo.7). 1-245. obtidos a partir dos valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão de momentos peta emprego das expressóes (I. 1-24 .

S.= t . 1-248. 1-249 . M.5 . 1-247 2.. 1-246 Em se tratando de um quadro com. inicialmente resolver a viga biengastada da Fig.m 1 1.ó X 1. apenas.5X 1 2 X 1 = + 9 2 1 . 1-249 e dos diagramas M o . precisamos. = -7. 1-248 i.X EJc620= 141 vi. para a qual.= 3m I. 1-250.= ~.O metodo das deformações Fig. temos: Fig. uma deslocabilidade interna..5 X 12 (2 X 1 +OS)= x1 t Fig. Efeitos no'sistema principal a) Carregamento externo Para a obtenção dos efeitos do carregamento externo no sistema principal.Sistema principal para resoluqão de viga biengastada ABpclo método das f o r p ~ . e M 2 no sistema priiicipal da Fig. obtemos: EJ. a partir do sistema principal e hiperestáticos da Fig.

s As reações de apoio para a viga biengastada da Fig. a partir da qual temos: 0..) + Fig. a partir das quais ficamos em condiçóes de conhecer os efeitos do carregamento externo do quadro n o sistema principal da Fig. p. 1-247.5 . 1-251. 1-250 Diagr~rnas no sistema prin cipal para a viga AB." +2. 1-248 são.54 - .Curso de analise estrutural Daí vem: L. as indicadas na Fig. representados na Fig.875 X2 = 10. 1-252. então.1.

Para a obtenção dos efeitos da rotação A. b) Rotação A.73 EJ. já em EJc termos de T . = Os efeitos finais para a viga biengastada da Fig.O método das deformações 123 Fie 1-252 Fig. . respectivamente. a X. sendo I. Empregando o mesmo sistema pkicipal da Fig. qa = -EJ. 1-254. 1-251 - Salu~ão viga AB. estão indicados na Fig.. 1-254. = 0. bem como o coeficiente de transmissão de momentos do nó A para o nó B.3.22 EJ. 1-253 Chegando-se.) E. 1-253 para o recalque angular unitário assinalado do engaste A.22 EJ. a fm de conhecermos sua rigidez neste nó. = 1. imposta ao sistema principal. + (1. 1-247. igual a 6 m). . precisamos resolver a viga biengastada AB da Fig. da mcnto externo no sistema principal da - - Momentos "MO" do carrega- Pig. dados por 1-250. então.) E.1 (ou na Fig. temos: e Fig. sendo E.S. 1-253 obtidos de E = (0.. no caso. = -EJ.2.2 e 1-250. 1-248 e levando em conta que: ipA = +I ‘CT I I E& 6 EJ. e E.

arbitrando EJ. = -0.22EJ. 1-254 A rigidez da barra AB em A vale.38 X 12 .49 EJ. I 7. _ Assim sendo.4.94 =---MA 4.O. Efeitos finais = 0 .143 Os momentos finais atuantes nas extremidades das barras. 12 t 1-254.124 Curso de analise estrutural 6 X 0. 1-257. -- 4. obtidos de M = Mo . . .38 .1 1-254. (Mo estando na Fig. 1-247 pela rotação A .32 EJ. obtendo-se.38EJc 2.73EJc 0.143 M . estão assinalados na Fig. 1-252 e M. 4 . 1-247. K = = 8.A. 1-256.76 m t I 6 Na barra AC: +9 I I 1 Da Fig. = 12.94EJC I 1.0. temos: Fig. . Cálculo da incógnita Da equação 2. 3 8 E J c A . 1-255.54 + 17. 3. estamos em condições de conhecer os efeitos provocados no sistema principal da Fig. 1-255).76A. da qual obtemos o diagrama de momentos fletores pedido na Fig.b7. na Fig.73EJC 0. 1-255 tação .Monicntos pll = 17. obtemos: A .76 Ai no sistema principal da M l devidos à roFie. então K A = 4. os seguintes momentos em torno do nó A: Na barra AB: 4 .2 Fig.38 EJc I e o coeficiente de transmissão de momentos (ta _ B ) d o nó A para o nó B é dado por Mg 2. .

de modo que passaremos ao estudo do caso seguinte. conforme mostra a Fig. ao que vimos para o método das forças. com a introdução de um novo nó (Djà estrutura. por Guldsn.Inércia da barra variando "em mísula" Este caso. analogamente. . Observação: a) Uma outra forma de se resolver o exemplo da Fig. 1-258. 8. será resolvido com o auxilio de tabelasz6 (Tabelas IV a XV). *'~prercntadas. pela primeira vez.julgamos ser o mesmo suficientemente esclarecedor para este primeiro tipo de lei de variação de inércia da barra. havendo. que nos fornecem. 6 suas componentes de deformações passam a ser novas incógnitas pelo m6todo das deformações. O Único inconveniente desta forma de r$s~lução que. 1-258.O mbtodo das deforrnaqães Fig. ao inv6s de uma única (no caso de tratarmos AB como uma Única barra). os valores de rigidez. para vigas biengastadas. passando o sistema principal. 6 admitir a barra AB subdividida em duas barras AD e DE. coeficientes de transmissão e momentos de engastamento perfeito para carregamento unifomemente distribuído e para cargas concentradas.2. cuja lei de variaçáo de in6rcia das barras seja uma variaçáo "em saltos").1. portanto ires incógnitas a determinar.2 . dentro deste raciocínio. b) Embora tenhamos feito apenas um exemplo de aplicação.cada uma delas de inércia constante. 1-246 (e que se constitui numa outra forma geral de resolução de estruturas. 1-256 - Momentos finais. a ser o da Fig.

126 TABELA IV .a 2 .Coeticientes ai. 0 Curso de análise estrutural .

O metodo das deformações .

Cuno de analise estrutural &I.128 TABELA V .Coeficientes Q. 0 .

" I 1 L A=: n =- Jmin J máx .O m6todo dar deformações Voute parabiilica de um r6 lado 129 0 Jmáx 7pm.

.

0 Voute parabólica de ambos os lados h=a Jmáx I n=- .I A B P L A VI1 - Curticiciila\ LL... Jmáx ... . - u 2 .... J .

I :i: I Jmin Jmãx .k2 Voute reta de um r6 lado O Jmgx Jmin 4.132 TABELA VI11 Curso de anãlise estrutural - Coeficientes k i .

O método das deformações .

Curso de analise estrutural TABELA IX .Coeficientes k i .k2 VmtepambÓlicade um r6 lado J ap . 1 @ Jmin h=? n=- I Jmin .

O méiodo das deformações .

= k . = . = k2 = k Voute reta de ambos os lados H : Jmáx Jmáx M n =.TABELA X - Coeficientes k.I Jmin =a Jmáx a! 1 L I B O 1 M .M .q12 12 7 I f L .

.

M2 = - O ~ m i n4 I p1 E X = I0 Jmin Jmáx 1 . . .. A I -12 n-- .Curso de análise estrutural TABELA X I I - Corlicientes VI. . f72 Voute reta de um só lado MI = tQIPI -7hPI O Jmáx ' p a ' h1 2 .. . ..

O método das deformações .

Coeficientes q. 172 (continuação) .Cursa de analise estrutural TABELA XII ..

Cocíicicntei 71. Voute parab6lica de um só lado u2 O Jmáx Mt=+niPi M z = -QPi i S I h =a I : 1p I E '4 a 7 ! I " =- Jmín Jmáx Y .O rnbtodo das deforrnacões TABELA XIII .

Coeficientes q i .Curso de analise estrutural TABELA XIII . q 2 (continiiação) .

q2 íconriniiaqJu) .Cocficicniçs v i .O método das deformações TABELA X111 .

Curso de analise estrutural TABELA XIV . qz Jmáx M. = +ViPI M~ = -QPI r a & + I @ ?min @ 2 k ' I I Jmin n =- Jmáx .Coeficientes Voute reta de ambos os lados vi.

q 2 (continiia~ão) .O método das deformações 145 TABELA XIV .C'oeficientcs 7 1 .

Coeficientes 771..12 . .Coeficientes vi. . . Voute parabólica de ambos os lados 72 I =+qlvl M2 = -72PI MI Jmáx o1 I % n Jmáx -- Jmin Jmáx z . . . . qz (continiia@o) TABELA XV .. . .Cuno de analise estrutural TABELA XIV . .

Coeficientes q l . q l (continiia~ão) 0.50 1.00 073 005 070 007 124 021 116 023 156 046 141 047 165 076 148 074 151 108 142 101 136 136 125 125 108 157 L01 142 076 165 074 148 046 156 047 141 021 124 023 116 005 073 007 070 .O m6mdo dar deformacões TABELA XV .

Coeticierftes v i . q2 (continuação) .Curso de análsie estrutural TABELA XV .

da . 20 grau Jmin 1-259. e 0. 1-259 Como no caso do método das forças. seiido a extremidade da barra com maior inércia.O método das deformações 149 Os tipos de mísulas estudadas são aquelas cujas leis de variação de altura são as iiidicadas na Fig. com os tipos de misula da 1:ig. 1-259. O Jmáx L * Jmáx c*$mB.Misiila ~ e t a assirn6trica. O Jmáx kmJmin Jmdx O ! par. .1 . 1-259. os valores da rigidez nas extremidades I e Z da barra e o coeficiente de transmissão de momentos ti-2 da extremidade I para a extremidade 2. peta cada par ( h .2 . façamos uma descrição sucinta das mesmas: a) Tabelas 1V a VI1 Fornecem.Jrn. 20 grau 1-259. trés coeficientes a . Fig. para as vigas biengastadas.Misiila parab5lica asnirniuica.Misilla reta siinçtrica. Estáo tabelados.4 . reservando-se o algarismo 2 para a outra. n). a.Misitla purabólica simetria. os argumentos de entrada nas tabelas contiiiuam seiido os parârnetros adimensionais h = -ae I . 1-259. sempre representada pelo algarismo I.3 . Antes de entramos na aplicação propriamente dita destas tabelas. par. 1-259. - Jmin .dos quais obtemos:27 27~or definipio da cm~tnição tabela.

.(3. A partir destes valores podemos. 1-260 Conforme indica o esquema da Fig. de momentos do nó 2 para o nó 1 pode ser obtido. a partir dos valores de K . senão vejamos.0') K'2 -*(oIa2 .1: 1-260. e r.) (1-32) ffll Desta forma. .Curso de analise estrutural O coeficiente de transmissão r 2 _ . no entanto. f f 2 . para o caso de estruturas extremamente deslocáveis devido ao deslocamento . = K I .K I f i . da misula da Fig.2 Fig. as Tabelas IV a VI1 nos fornecem. K .z t z . cheeando-se a: Observafóes: a) Conforme frisamos no início. 1-260. caso 2 fosse a extremidade engastada e 1 a apoiada.. pela expressão (1-141. obter.. teriamos fflff2 K . diretarnente. podemos afirmar que as Tabelas IV a VI1 nos fornecem os valores da rigidez e dos coeficientes de transmissão para misulas com quaisquer condições extremas de apoio. b) Os momentos de engastamento perfeito que precisarão ser calculados. os valores da rigidez para misulas biengastadas. podemos escrever que (1-31) ff2l Por raciocínio inteiramente análogo.~ = K 1 (--I=-l P2 EJmin ( a . os valores de rigidez para mísulas engastadas e apoiadas. comodamente. 1-260. Seja determinar a rigidez K .

= IM2 l . 1-262 Por raciocínio inteiramente análogo. caso a extremidade engastada fosse 2 e I a apoiada. conforme exemplifica a Fig. 1-262.O método das deformações 151 ortogonal reciproco das extremidades da barra o serio a partir do cnnliecimento das expressóes (1-271 a (1-311 pelo cniprego das fónnulas gerais (1-7) a (1-9) deduzidas no iiiicio deste capitiilo. se o lado engastada estiver à erqorrda. pois. 1-262.I i.1. + B IMi I (1-34) I I As aplicações seguintes esclarecerão: ' ' ~ c t a . 1-26 1 Caso a misula seja engastada e apoiada._.I = IM21 + IM. b) Tabelas VI11 a XI e XII a XV As Tabelas VI11 a X1 e XII a XV nos I«riiecein os momentos de engastamento perfeito M . I I .2 1-262. teríamos: IM.1 1-262.3 Fig. o momento de engastamento perfeito será positivo. rendo negativo em caso contrário (lado engastado à direita). para niisulas bieiigastadas carregadas com carregamento uniformemente distribuído ou com cargas conceiitradas conforme indica a Fig. a obtençáo do momento de engastamento perfeito pode ser feita a partir da decomposição da Fig. e M. obtendo-se: 1-262. que preferimos escrever uma expressão válida em rnbdulo. 1-261 Fig. para carreeamento de cima para baixo.

Sistema principal Em se tratando de um quadro com apenas uma deslocabilidade interna..2 que são. Sabe-se que as barras Iiorizontais são misulas retas assimktricas com J. 3 Jc ambas. 2.Resolver o quadro da Fig. rnísulas retas assimétricas com h = . o sistema principal k o da Fie.I..20.1 e 1-265. iiiicialmente.1. 1-263 para o carregamento indicado.& = 5. 1-25 . =. Efeitos no sistema principal a) Cai-regamento externo Para conliecerrnos os efeitos do carregamento externo n o sistema principal. I '4 I I 9 rn ' L 1 1 I 3m L I L 9 rn 3m Fig. precisamos. e . 1-264. 12 5Jc . obter os momentos de engastamento perfeito para as vigas engastadas e apoiadas das Figs. 1-265.= 0.25 e n == 0..I.152 Cuno de análise estrutural Ex. 1-263 1. e a barra vertical tem inkrcia que pode ser considerada constante e igual a J.

406 + -X 0.fl . 1-265.1 j 1-265. e n t e : M . = .2)m:p 1 X 1 2 (1. que nos conduz a o.i. que nos fornece.2. s .20: a. 8 1111 (I.I+-nr2 a2 2 9 = ~ ~ ( +-112) q ii i @ a2 Fig. obtendo-se. 1-265.190 t Para o caso da Fig.8.1.= -4i2. h 12 12 4.4 X 12 (0.12 Obtemos. pois o lado c n p n s t ~ d uf o d1 crquird.I = IM.025 Daí vem. pela expressão (1-33): 3. 4.406. o sinal será iicgativo. = 4.O método das deforrnacües 153 1-265. eiitão. pois o I:ido c!igaslado i o da direita.48 = 3. k2 = 0. 1-265 Para o caso da Fig. obtemos.822.025) = - 10.190 e q2 = 0. o 300i n d t: positivo.48 02 Os efeitos do carregamento externo n o sistema priiicipal sZo. a tabela V111 nos fornece: k . . = 6.. = 0.2 Fig. 1-266 A obtenção dos coeficientes B e a2se fará da tabela IV. conforme a expressão (1-33): P IM. os da Fig. = t13. para h = 0. + . 1-266 q .25 e q = 0. da tabela XII.0 mt 2 9 ~ caro.822) = t 2 3 . de acordo com o esquema da Fig. 1-367.65 a.48 X 0. = 1.12 ~ M .

Dando-se uma rotação A .(a1012 . ao nó C. então. 1-267 .12') = 2.. Efeitos finais Da expressão h! = M o . = . Cálculo da incógnita Temos: A. obtemos os momentos finais indicados na Fig. os indicados na Fig.44 Pii 4. 13.635 M .M l 3. 1-268 .48 .A.65 X 012 1 X 4. Para as barras AB e BC: M . .8 =h -= -1.22mt Os efeitos da rotaçáo A . no sistema principal são. 1-268. 1-270 (em mt). = 6 tm2.3.. = 8.44 mt .4 X 6 Para a barra RD: A l = -. temos o aparecimeiito dos seguintes momentos em tomo deste 116: 4EJcAl . .635 =8.mt 1 6 6 LJcA. obtendo-se P. Pig.M o b) Rotaçào A .b2) = 4.Curso de analise estrutural Pig. que conduzem ao diagrama de momentos fletores da Fig. tal que EJ.1.48 12 (6. 1-269 (em mt).

Assim sendo. 1-270 -DMI Ex. Fig. . todas. 1-272. Fig...) . 1-27].1. parabólicas com J. devido à presença da mola).M = Mo. 1-271 1. cujas misulas são. Sistema principal A viga possui duas deslocabiidades: uma interna (rotação do nó B ) e outra externa (deslocamento vertical de B. 1-26 .O mbtodo das deformações Fig. o sistema principal é o da Fig.5 J c . 1-269 .. A mola tem k = 103t/m e a viga tem EJc = 104tm2. para fins de determinaçáo dos b. (Assinalamos na figura os sentidos positivos de A . e J.635 M . = J . e A.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga de inircia variável da Fig.

. Dando-se uma rotaçào A .25 e 12 Jc q = .173 q2 = 0.A. obtendo-se: Fig. 12 ii l. Da tabela Vil.173 i Os efeitos do carregamento externo no sistema principal são.. 1-274 -Mo. .173 3 I I I I I I I I I I I I I +3m+6m43rn+ Fig. os da Fig.43.156 Curso de analise estrutural 2.a 1 = E X 6.25 e 71 = 0.) = 5 x 12(0. para a qual a tabela jJc XV fornece: No ponto 3: q . 0 = 3. ao nd B tal que K.20). 1-274. obtemos os seguintes efeitos no sistema priricipal: b. vem: M . b) Rotaçáo A . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Basta estudar a viga biengastada da Fig.43 mt .95. V . = -M2 = P I ( q : + q:) = PI(q: = 12.I. = 0. então.43 = 6. confornie a Fig. Vem. = 12.20.041 Nu ponto 9: q l = 0. 1-273.84mt + q. temos: a. então. 1-273 + 0. que é uma mísula parabólica simktnca com h = -= 0.A.= 0. = 6. 1-275: EJ. = a .1) Para a barra AB ímisula parabólica simétrica com h = 0.041) Daí.041 q2 = 0.

43 + 3. para a barra AB. o da Fig.77. 1-775 e 1-276.34.98 = 10.41 P21 = + 0. indicados na Fig. 1-275 . temos: a.O mbtodo das deformações Fig. A partir das Figs.20) Da tabela V. b. 1-276. Pig. a2 1 (ala2 -oZ)= 4. 2 (5. 1-277 - Mi. nesta fase. a2 = 4. Vem.75.2.25 e 7 = 0. eiitáo. eiitão.Efeitos de A. 0 = 2. 1-276 . = 5.Efeitos de Ai para a barraBC.2) Para a barra BC (mísula parabólica assimétrica coin X = 0. Vi . M . obtemos os efeitos da rotação A.98 mt EJcA.75 X 4.34 l 2 . no sistema principal. 1-277 e que fornecem: pii = 6.= = 3.53 Fig.77') = .34 . O funcionamento da barra BC será.

33 lmt c.158 Curso de analise estrutural c) Deslocamento A2 Dando-se um deslocamento vertical A . A. ) = _ 4.A 2 . ao nó B. 1-280 -Efeitos de F = 1.A .( . : =EJcb 12 + 0)= 7 + 3. X -( .j K B ) = 0.21 A 2 na mola. Fig.2) Para a barra BC Teremos um deslocamento ortogona1 reciproco pgc = . por: MA = Mg = PBA ( K A + tg.95) (6. dadas por: 12 103 F=kA2=kX-=-X 12= l ?t. por: PBC . tal que EJcA2 obtemos os seguintes efeitos n o sistema principal: c.-EJc .86 mt = 12. 1-278 - A2 . obtemos os efeitos d o deslocametito TIO sistema principal. A partir das Figs.1) Para a barra AB Teremos um deslocamento ortogonal recíproco p ~ a + A 2 . indicados na Fig.Fig.34.77') = . 3- D t Fig.Flriiui iIc A2 para a barra BC.)= a.EJc MB=KbX--1 a21 ( a l e 2 0 2 ) X l2 (5. que provo= cará o aparecimento de monientos M a e MB dados pelas expressões (1-7) e (1-8). no apoio 2 e na base D da mola. que provocará o aparecimento de um momento MB. dado pela expressão (1-9).34 X I 22 I< . .a EJc 1 I I 0 a t . 1-278 a 1-280.7. 1-279 ..3) Para a mola Teremos o aparecimento de forças F. E J ~ 104 scndo os sentidos os indicados na Fig.43 12 c. 1-280. .75 X 4. 1-281 e que fornecem: . = .0. 1 Efeitos de & para a barra AB.

DMF e reaçòes de apoio. Cálculo das incógnitas 4. a partir da qual teiii-se o diagrama de momentos fietores da Fig. Pig. 1-283.. . 1-283 . 1-282.230E2.O metodo das deformações 3.069Ei + 3. obteinos os iiioinentos e reações de apoio finais da Fig. Efeitos finais Da expressão E = E. + 1. 1-282 .Efeitos finais Fig.

~I-27. válidos todos os coiiceitos fundamentais e a sistemática do método das deftirniaçòes.4. Ex.Quadros com tirantes (ou escoras) No caso de quadros com tirantes (ou escoras). bastando que se siga a metodologia usual do método das deformações.Resolver o quadro atirantado da Fig. estaríamos admitindo serem peças indeformáveis.3 .Inercia da barra varia aleatoriamente Neste caso. 1-284 . sabendo que (EJlquadro X 103tm' = 2 ~ E S = )103t ~ ~ ~ ~ ~ ~ ~ * 4m + + 4m Fig. continuará rccaindo na resoluçio de uma viga Iiiperestática (pelo método das forças). e bij para resoluçao desta viga pelo 1n6todo das (orças devido à variaçào aleatória de inércia.2. n o entanto.CONSIDERAÇÃO DOS EFEITOS DO ESFORÇO NORMAL 9. 1-284. conforme esclarece o exemplo a seguir. sciido o uriico problema a obteiiçáo dos Si. O emprego da regra de Sirnpson. 9 . Nenhum problema maior irá surgir. a determinaçáo da rigidez lios iiós. o que sabemos não ser verdadeiro.Curso d e análise estrutural 8. caso o f~éssemos.1 . coiifonnc exposto no itcm 1. dos coeficieiites de transiiiissão c dos mnmeiitos de eiigastamento perfeito para a barra. permanecendo. n o mais.3 do capítulo l Volunie I1 de nosso Curso resolverá o problema. não podemos deixar de levar em conta as deformaçóes destes tirantes (ou escoras) devidas ao esforço normal que iráo receber. pois. devido a isto.

Fig. no caso.5t 1-286. 1-286 .Solução da viga da Fig. para a qual. o sistema principal o indicado na Fig. concluímos que o nó C não possuirá deslocamento horizontal. Sistema principal Levando ein conta a simetria existente.O método das deforma~ões 1 . 1-286. 1 4 2 . 1-286. a rotação e o deslocamento horizontal d o nó i. 1-286. então.3 . 1 . Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal.2 e notando-se que o diagramaMo provocado pelo carrcgaiiiento externo no sistema principal é nulo (Fig.1 -Viga a resolver. 1-286.2 - Sistema principal adatado.3) 11. ? 2.Efeitos do carregamento externo no sistema principal. deveremos resolver a viga engastada e apoiada da Fig. 1-286. adotando-se o sistcina principal da Fig. As incógnitas do problema serão.4 .1. sendo. 1-285. 1-286.

entáo. 1-288 .ao:Notar que. os da Fig. obtendo-se: Fig. R. o esqueina da Fig. inipediu o trabalho do tirante. os efeitas do carreganiento externo no sistema principal são os indicados na Fig. os seguintes momentos: . é qiie i? tirante será posto em carga: é o que sucederá a seguir: . em torlio do nó B. 1-288. Obteinos. = O). então.M I . R . = +15. 1-286. Obseri~or. Os efeitos finais serio. pois a presença do apoio adicional 7 iio sistema principal.t151nt = A 3 3 3 E f A .. . 1-287 - Mo. a partir do qual tem-se: = t24 = -2 I'ig.3 X 15 +9 int Na barra B C M ' = 5 *--_ i. tal que E f A . b) Rotaçáo Dandc-se ao nó B uma rotação A. 1-787. ate aqui.3 x 15 Na barra AB: ht' = . fiz. surgirão. o tirante não traballioii.162 Curso de análise estrutural concluiinos que o iiiornento de engastainetito perfeito erii B é nulo (pois 6 . Assim. impedilido o desloçameiito do nó B.'. Apenas quatido impusemlos ao apoio 7 um deslocamento A .4..

= + 15. 1-290. Surgirão. conforme indica a Fig 1-291 Coili isto.. temos.3 x 15 = -5 mt A B ~ E J P C B 3 X 25 .= + 3 mt FC 5' Os efeitos do deslocamento A. significa alongar o tirante de 2A. uma força I&- \. . Devido à simplificação de simetria empregada.Williot. F . 1-289 - M. dar um deslocamento A. estará sendo despertada. em tomo do nó $.. a 'tr 103x 2 X - 15 Ft.Na barra BC: MB = . os seguintes momentos devidos a estes deslocamentos ortogonais reciprocas: ~EJPBA = Na barra AB: ME = . = 8 'O3= 1.O metodo das deformações C) Deslocamento A2 Impondo-se ao apoio 2 um deslocamento A2 tal que W A . R 2 Fig. agora. verifiquenios.. igual no caso. no tirante. qual é o comportamento do tirante.1-291 i de traçáo.2 1 2 /' F. os seguintes deslocamentos ortogonais recíprocos: 15 pBA = -A2= -EJ 25 PCB=+EJ 4. ao nó B.55 IID Az = 15 3 Pig.88 t. sobre o quadro estão estudados. 1-290 .. a partir do williot da Fig. = ( 2 A 2 ) .

. reações de apoio finais indicados na Fig.456 E. não existam reações horizontais em A e E. é fácil verificar-se que. tornando-as iiideslociveis. 1-289: fli2= 3 - 3. Observu(. então. quando tivermos a presença de um tirante (ou escora) iiuni quadro.üo: Por este exemplo. 0 3 8 6 . 1-292 Fig. Formularemos o problema em termos de calcular qual deve ser o encurtamento 8' a dar ao tirante durante a montagem para que a reação de apoio Iiorizontal em A seja 0. + 0. 1-293 - DMI. dai por diante. basta inipedir o deslocainento de suas extremidades no sistema priiicipal. obtemos os momentos e . Fig. quando atuar a carga de 3 t em C. 1-28 . agindo-se. da direita para a esquerda. Cálculo das iiicógiii!as 4.57 t. 1-29?. para que. 110 sistema principal estâo. a partir do esquema da Fig. Ex. da mesma forma que a empregada neste exemplo. a partir dos quais fica definido o diagrama de niomentos fletores da Fig. Efeitos finais Da expressão E = E.164 Curso de análise estrutural Os efeitos do deslocainento A. complctaineiite deterniiiiados e temos. 1-293.Calcular que encurtamento deveremos dar ao tirante do Exemplo 1-27 durante a montagem. + 0 .

- 1256' Temos. da Fig. obtemos: 6' = 0. evidentemente.O método das deformações 165 Seguindo o roteiro do metodo das deformações. e deslocamento A2 .57t. A. F . entáo: Eliminando. da direita para a esquerda) para determinar as três incógnitas do problema (6'.). sucessivamente. o. P12 = f121 = -2. 1-294: S I =O Szenc=+1256' b) Rotação A. ou seja. os das Figs.016m.1-294 i Os efeitos serão.. ele estará tracionado) igual / AI Ft. adotando o mesmo sistema principal do exercício anterior. A.. como. seu comprimento foi diminuído.. Temos. = 24.6 cm ao tirante para que a reaçáo horizontal fmal. = 4.. deve ser dado um encurtamento de 1. equaçóes de compatibilidade estática e uma equação dizendo que a reação horizontal'em~deve valer 0. 1. 1-288 e 1-289. e A. tendo-se: D.. Cáiculo do encurtamento 6' Para obtermos o encurtamento 6'. nele surgirá uma força de traçáo (pois suas extremidades estão fixas e. Efeitos finais Com a atuaçáo conjunta do carregamedto de 3f do encurtamento de ..55 2. Efeitos no sistema principal a) Encurtamento 6' no tirante Impondo ao tirante um encurtamento S'. A. temos. respectivamente. do sistema anterior. quando atuar o carregamento de 3 t em C. 3. seja nula. dispomos de três equações (dua.

1-295 O b s c r i ~ a ~ a rOs Exemplos 1-27 e 1-28 equivalem ao Exemplo 11-9 do ~: voiunie 11 de nosso Curso.2 . também. 3 o11 mais barras concorrendo em cada nó. tio caso. esfor~osnormais coinprcssivos iio quadro e de traçáo (110 tiraiite).166 Curso de análise estrutural l . no seu cálculo pelo metodo das deformaçóes. 9. devido a estas deformações os nós B e C terão deslocamentos lineares nas direções das barras neles concorrentes. não temos condiçoes de obter os williots da maneira indicada nos tópicos carrcspondent~sdeste capitialo). 1-294. O eshrço normal no tiraiite pode ser deterininado por çonsiderações puramente estáticas. para as quais o trabalho elástico ao esfòrço normal pude trr gande infliiência. por termos. É. . isto é.1-296 i mento das barras era invariável. S u g e ~ i o a o leitor confrontar os processos de s resolução. não existir20 iiioiiieiitos fletores. N. irá traballiar.51 = +2t tl. pois. o da Fig. devemos escoiher tirn s i s t e m prirtcipol q u e irnpeça todos as d e f o r m ç á e s dos nós B e C. O funciiinamento estático será. coiiio a reayão horizoiital fiiial é nula. i10 caso. excliisiva~ iiielite ao esforçci iiormal. o casa de resoli~ção assini chamadas cslriitiiras siiper-rígidas das '&e para variações do temperatura P recalqt~~s apoio (para as estrilttiras siiper-rígidas. a influência das deformações por esforço normal.Quadros para os quais desejamos levar em conta as deformações por esforço normd3' Seja o quadro da Fig.(i iniposto ao tirante. imporido-se a condição de momento fletor niilo na rótula C. 1" -2.5t t Fig. para o qual desejamos levar em conta. em geral. 1-295 que mostra só existireni. 1-296. coisa "caso de barras esbeltas siibmetidm a esforqos normais elevados: caso de barras protendidas. Como. eiitáo... independentemente de quaisquer considerações de deslocabilidade extema (pois que o conceito de deslocabilidade extema surgiu da hipótese fundamental feita de que o compriF .% 1. o quadro cm da Fig.

O exemplo 1-29 esclarece: Obter o diagrama de momentos fletores e as rcaçoes de apoio J para o quadro da Fig. cujas barras tEm = 0. todas as suas comporirntes possíveis de dcloriiiaI2ig. STRUDL. devemos escollier uni sistciiia principal onde estejaiii iiiipedidas para cada iió. 3 Assim sendo. [nesta figura. (Indicamos. etc. 1. 1-299 321ndependenternente de qiiaisqiier considerações sobre deslocabiüdade externa. o sistema principal a adotar. cornpiitador. 32 No mais. será seguirmos o roteiro usual d o método das deformações. Impeditido todas as suas componeiites de deformação. i t 1l Fig. é o da Fig. obtemos o sistema principal da Fig. 1-299.29 - S I . 1-198. e A 3 ) Aii+i ~ . que. generalizaiido. Este é. para resolver um quadro plano A D levando ein conta as deforiiiações axiais de suas barras. aliás. 1-298.5 iii2. o procedimento adotado na programação para resolii~ão. 1-297 ção. . par de estnit~iras pelo método das deformações e conduzili aos já fmosos programas STRESS. Podemos afirmar. o unico nó de quadro que pode se deformar é o nó E . 110 caso.O metodo das deformações que não ocorre se levarmos em conta suas deformaçóes por esforço normal). o s sentidos que consideraremos positivos para A. Sistema principal No caso da Fig. 1-297. Ex.

1 e 1-302. 1-301.2. uma rotação A. no sistema principal." Impondo. 1-301 El - c) Deslocamento A2 Impondo. tal que EJA. . as barras AB e BC terão o comportamento esquematizado nas Figs.25 Fig.6 m t 4 X 6 - 4EJA hf = - A T 4 4EJA. obtemos o esquema da Fig. da qual obtemos: Blo = 0 Bzo = . As reaçóes de apoio serão. temos os seguintes momentos em torno do no B: Na barra AB: Na barra BC: 1b1 = 2= . então. no sistema principal. 1-300. como as cargas de 6 t e 10t estão diretamente aplicadas sobre os apoios 2 e 3. as da Fig. 1-300 - 1. 2 0 Fig.25 +4 - +2 -2. 4 X 6 = -= 4 int BC 6 A partir desses momentos. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo no sistema principal.168 Curso de análise estrutural 2. = 6.6 = -10 b) Rotação A. u m deslocamento Az tal que EJAz = 6. = t2. 1-302. neles serão absorvidas. que nos fornece: Pil = 6 t 4 = 10 821 = -1 t l B3.

isto despertará em suas ESA = ES X 6 extremidades f o r ~ a s e FA dadas por FA = FB = 4 FB AB EJ X 4 6 = 3t. 1-302.2 O caso da Fig. --= ? X 1 6 1/31.O método das deformações 169 1-302. (Os sentidos corretos de momentos e reações estão indicados A Fig. 1-301. com o que surgirão reaç0es verticais em B e C de mádulos VB = P(.1. = -. 0.1 nos mostra uma barra de comprimento AB i qual Foi imposta uma diminuição de comprimento A.2 é u i n caso clássico de deslocamento ortogonal reciproco ( p = . ) .A . I Fig.6 ) Bl? 6. 1-303 do qual obtemos: Fig.Ez .. 1-302 nos conduz ao esquema da Fig.6 i . com os sentidos indicados em 1-302. obtendo-se MB = MC == 6EJA2 . 1-303 .5 X 4 O caso da Fig. 1-302 1-302.

1) Obtemos então. Fig. 1-302 e podemos escrever.25 2 .6EJA. 1-305: 12. ..125t (sentidos indicados em 1-304..2 Fig.2) 6 X 6 = M A = Mfl =. 1-304. imediatamente. 1-304 Ffl = Fc = A = BC EJ X 6 = 2 t (sentidos indicados em 1-304. tal que EJA3 = 6. 1-305 .25 . = flB = ' 4 2'25 = 1.1 1-304.+2. 1-304. 3.25 nit AB 4l H. Cálculo das incógnitas 2. Trata-se de um caso inteiramente anáiogo ao da Fig. da Fig. as barras AB e BC terão o comportamento indicado na Fig.E .Cursa de análise estrutural d ) Deslocamento A3 Para o deslocamento A.

67E. . 1-307. obtemos os momentos fmais nas extremidades das barras (em mt) e as reações de apoio (em t) indicadas na Fig.60E. 1-307 10 .O método das deformaç5es 4. da qual chegamos ao diagrama de momentos fletores (em mt) da Fig. 1306. + 1..Calcular o número de deslocabilidades para as estruturas planas da Fig.1 .0. Fip. + 3. 1-306 Fig. Efeitos fhais Da expressão E = E . 1-308.68E. .PROBLEMAS PROPOSTOS 10.

1-308 10.5 .. 10. igual a p . 1-3 10 nos .3 . 1-310. calcular a rigidez da barra AB da Fig.2 .172 Curso de análise estrutural 1-308.4 .Partindo da definição de rigidez.8 Fig.Obter os diagramas de momentos fletores e as reagões de apoio para o quadro da Fig. .3.~ Fig. 1-309.nós A e B . verificar a identidade K A ta -8 = = KBI~. de cima para baixo.Partindo dos resultados do Exemplo 10. para as greliias da Fig. A seguir.7 1-308.Idem. 10. no caso do apoio B sofrer um recalque vertical. 1-310 10. 1-31 1. obter os diagramas de momentos fletores e de esforços cortantes para a barra AB da Fig.

São dados: EJ. cujas barras têm.7 . 1-313 devidos a cada um dos agentes seguintes: a ) diminuição uiiiforme de 20" C b) recalque horizontal.Obter o diagrama dc momentos fletores e as reações dc apoio p a n o quadro da Fig.O método das deformaçóes Fig. 10. 1-312.6 . = 2 X 104 tm2 a = 104/"C . da esquerda para a direita dc 2 cm do engaste E.Obter os diagramas de momentos fietores para o quadro da Fig. EJ = 104 tm2 e cujo engaste elástico tem K = 10' tmlrad. 1-3 1 1 10. todas.

Obter os di. 1-3 15 = 10. do engastc D.10 -Para o quadro da Fig.s X x 1o3 tln2. cujas barrns. = 0. .1 = 10' tin2 e G J . pcrpcridic~ilaresentre si. Fig.) " ~ e s u b i d o o item o.Obter os diaçrainas de iiioiiicritos fletorcs para o quadro da Fig.8 .9 . 1-316.174 Curso de análise estrutural 10. 1-315 devidos. obtido eii?. isoladamente./. o deslocamento vertical de C será. 1-314. 11. pedem-se: (Obsen~ação: Tirar partido na resolução do fato da rotaçáo do nó E ser nula. que tem E. I 1 de nosso Ciirso. rvidrntcmentc.igniiiias dc moinelitos flctorcs L' torçorçs e ns reafões de apoio para 3 grellia da Fig. 10. a cada uiii dos agciiics seguintes: a) carregamento extcrno indicado h) aiiniento uniiorine de teniperatura de 20°C C ) recalquc vertical de I cm. já que a barra DE tem inércia infinita. São dados: EJ.vegando-se o tcorerna de Pasternak. tEm F. a) obter o diagrama de momentos fletores b) calcular o deslocamento vertical de C. Val.33 10"m2. estudado no item 6 do Cap. de cima para baixo. = 103 tm2 ru = 10-51°C.

1-3 17 10. 1-320 . 10. resolver o quadro de inércia constante da Fig.14 . 1-3 10. 1-317.1 1 . Fig. rrjl L 4 m A 4 m A Fig.Obter o diagrama de moiiientos fletores para o quadro de inércia constante da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.Calcular o deslocamento liorirontal da barra AB para o quadro da Fig. 1-318. 1-320.13 Empregalido o artifici« do arranjo de cargas. que tem EJ.O método das deformações 10.12 . = 104 tmZ 5t I I L 4 m 4 175 Fig. cujas barras possuem inércia constante. 1-318 10.

15 . cujas barras têm EJ = ]O4 tm2 C cujo erigaste elástico tem K = 0. 1-321. 3m f I . 3m +4m+4m4- Fig. 1-323.Tirando partido da antisiiiietria existerite ( e escolhendo o iiiétodo liiperestático que acarretar nienor número de iricógnitas). I 41 10. .176 Curso de analise estrutural 10.16 . 1-323 .Obter o diagrama de iiiomentos flctores e as reações de apoio para o quadro simétrico da Fig.s X 104 mt/rad.Obter o diagrama de inoiiicillos fletores para o quadro da Fig. 1-32?. 1-32 1 10. 4tim Fig. calcular O dcslocaineiito Iiorizontal da barra A R . <Illc tetil EJ = )o4 til12 4. para o quadro da Fig.17 -.

19 . para o quadro da Fig.O mhtodo das deformações 10. Fig. 1-326. 1-324. 1-325. %rna 1 t/m + i 3 rn 1 t!m 4 Fig. tirando partido da diipla simetria existente.Ideiii. 1-325 10. o diagrama de moiiientos fletores para o quadro auto-equilibrado da Fig.18 - 177 Obter o diagrama de momentos fletores e calcular as reaqões de apoio para o quadro da Fig.Obter. . 1-324 10. que tem inércia coiistaiite.20 .

178 Curso de anhlise estrutural 10. que tem EJ = ZGI.Resolver a grellia simétrica da Fig. que tem = 7 . (Empregar as simplificações devidas à antisimetria existente. .22 (r . 1-329.) P= lcm. sendo - 10.21 . 1-327.Kesolver o quadro. E1 1-328. se os engastes A e U sofrerem os recalques indicados. da Fig.23 . de inércia constante. Fig._.+4. perpeiidiculares ao plano da greilia. # I EJ = ]O4 tm2. f I'ig 1-328 10. &4. 1-327 Resolver a grelha da Fig.

Fig.. 1-330 10. se for imposto um encurtameiito dc 2 cin ao tirante.Obter o diagrama de moiiieiitos fletores que será despertado iio quadro da Fig.24 . 1-332.4 e o coeficiente de transmissão a barra curva da Fig. 1-330."a.26 - para COS par.O método das deformações 179 10. quc tc1ii ES = I o3 1.inrc = 6tlm + v riranre i 2 niZ Calcular a rigidez K. que t e m J = -.-. cujas barras têin W = !O4 t. 2Pgrau .25 . 1-331. I A .Resolver o quadro atirantado da Fig. Sabc-se que: ( ~J)~.- / .Jm 10.-.li" (ES)tir.

obter o diagrama de momentosfletores e calcular as reações de apoio para o quadro da Fig. 1-334 for subinetido a um aumento uniforme de temperatura de 20°C. 1-332 provocado por: a) açáo dc uin carregamento uniformeineiite distribuído q de cima para baixo. 10.180 Curso de análise estrutural 10. = Jc e Jm& = 5Je.21 . . k = 103 t/m e a = 10-5/"C. São dados: EJ.27 .% As barras AB e CD têm J 25.Empregando o método das deformaçóes e tirando partido dos resultados dos problemas 10.. 1-334 J311m 10. I-333.28 . = 104 tm2. = COS q J~ - I I i 6 .30 .. i 1-335 .a empregar naresolução pelo método das deformações. n . b) recalques horizontais simétricos.~ Fig. dos engastes A e 8 .27. = 45.26 e 10.~ s t a deve ser a metado1ogia. cujas misulas são todas retas = J. I Fig.. B ... de valor p . = 2 X 104 tm2. SZo com J dados EJ. (ES)tirantc = = 104 t.Calcular o esforço normal atuante no tirante do quadro da Fig.. 1-335. 1-333 10.sendo JM J. e a barra curva BC tem a inércia variando segundo alei J = .. e J. com Jmi. A ~ 4 m 1 4 m - C F.Obter o diagrama de momentos fletores para a barra curva da Fig.Calcular o deslocamento vertical de C se o quadro da Fig. de quadros com barras curvas. Todas as misulas são retas.

de módulos iguais (conforme a definição de rigidez de uma barra n u m nó.M. os momentos indicados na Fig. 2. que &o o método das forças e o método das deformqbs. o nó irá girar. no entanto. num algontmo iterativo de grande simplicidade e rapidez para resoluçáo de estruturas. 11-1. .1) 'Chamado por muitos de método de Cross. aparecendo então. = ~ $ e M. na extremidade das barras 1. = K Z ~ . submetido à ação d e uma carga momento M. conforme se verá neste capitulo. chamar de processo de Cross para não haver coniüsãa com a denomina~iio dos dois grandes métodos da hiperestática. = K Y ~ .1. consistindo. dada n o item 3. 3 e 4.2. O processo de Cross pertence ao método das deformações.1 d o capítulo I) a: M. 11-1. Devido à atuação deste momento M. de u m ângulo p . Preferimos.CAPITULO II PROCESSO DE CROSS' Seja o n ó A da estrutura representada na Fig.M. = K& 9 (11.

então. então: o que nos permite reescrever a expressa0 (1. podemos tirar a seguinte c o n ~ l u s ã o : ~ Uma carga-momeiito aplicada num nó de uma estrutura totalmente indeslocável irá se distribuir' entre as diversas barras concorrentes neste nó. podemos escrever: Levando em conta as expressócs (11. esta (11. 11-1.5) . neste nú. podemos determinar. segundo parcelas proporcionais à rigidez. por compatibilidade estática do esquema da Fig. podemos dizer que uma barra genérica r irá receber uma fíaçáo (-) KI Zh'. A relação K.1 com o da Fig. em que parcelas o momento M irá se subdividir entre as diversas barras concorrentes n o nó A . do momento M aplicado no nó.3) na forma Mi = diM Z~onclusão que é geral.2).+M4=M Identificando o termo entre parêntesis como a soma dos valores da rigidez em A de todas as barras concorrentes neste nó. 11-1. denominaremos coeficiente de distribuição de momentos di para a barra i.+M. ou seja: Da expressão (11.1) e (11. + (simbolizando a fraçáo do momento atuante n o nó que irá para a barra i). e à qual chamaremos siniplificadamente.Curso de análise estrutural Evidentemente. escrevendo-se. devemos ter.+M. obtendo-se: De ui 13 maneira geral.3). Z K i .2: M. de cada uma destas barras.

. 3 e 4 sobre o iió A . 2 . em tudo. fixar uma convenção de sinais de momentos que será fundamental para o processo de Cross e que é. no caso. escrever: c) Precisamos. exercidos pelas barras 1. b) Analisando o segundo membro da expressão (II. o que está feito na Fig. os inorneiitos M . através dos momentos M I . se trabalharmos com a rigidez relativa k de cada barra ao invés de sua rigidez absoluta K. mostramos o equilíbrio do nó A . 3 e 4 em seçóes infinitamente próximas ao nó A .) Na iiiesiiia figura. evidenteineiite. . A sobre as barras 1. coerente com a convenção apresentada no capitulo I (Fig. Para tal. 1-18). tio sentido anti-horário. hl. no sentido horário. a soma dos coeficientes de distribuição de momentos di em tomo de um nó é igual a 1. agora. é fácil se concluir que ela não se alterará se dividirmos numerador e denominador por ( 4 0 . 3 e 4. É lícito. 11-2 onde interceptamos as barras 1. 1-18) deste volume. eiii cada uiiia das barras intcrceptadas.. a uma análise da atuação de momentos em torno do nó A da estrutura da Fig. 2. M. e M. No método das deformações trabalhamos com os momentos exercidos pelos nós sobre as barras.. então. ( A carga-iiioiiiento aplicada foi.. 11-1. 2.M . procederemos. que se obtém. M e Ma no sentido anti-horário exercidos pelo nó . isto é. Na figura. Estes iiioiiieiitos tkiii.4). no qual está aplicada a carga-momento M. inicialmente. estão indicados. o seiitido oposto ao daqueles exercidos pelas barras sobre o nó A .Processa de Cross 183 a) Evidentemente. para os quais estabelecemos sinal positivo caso fossem no sentido anti-liorário (convenção da Fig.

ao nos referir a um momento dc cngastamento perfeito. podemos dizer que o nó A da estrutura da Fig. 11-3) opostos a o do iiiomeiito atuante n o nú. pelas barras sobre os nós.5). têm sinais (dados pela convenção d a Fig. Desta forma. sendo seus módulos dados pela expressáo 111.1. trabalharemos scrnprr çani os momentos cxcrcidos. consideraremos positivos os momentos exercidos pelas barras sobre os nús se forem no sentido horário (o que equivale a dizer que continuamos considerando positivos momentos aiiti-horários exercidos pelos nós sobre as extreiiiidades das barras). rquc sáa r i s momintus cx~rcidos pelos nós sobrç 2)s barras. neste capitulo. para sermos coerentes com o que fizeinos no método das defonnaçóes. ) . nu o sistema principal. conforme se verá iio tópico seguinte deste capitulo. ( t M . entáo a da Fig. em múdulo e sinal. ( t M . I deste volume.2. Assiin. que possui uma deslocabilidade interna (rotação d o nó A ) e para o qual os momentos de engastamento perfeito3 no sistema principal são os indicados na Fig. podemos.Convenção de sinais para moiiiciitus cxcriidos pchs barraasobre os nós. 3 ~ processo de Cross.184 C u n a de análise estrutural Para o processo de Cross. 11-4. todas as tabelas apresentadas n o Cap. d) Tendo em vista a convenção dc sinais apresentada na observaçáo anterior. que tem !mesmo valor c sintido oposta ao dos inonicntoi de cngastaiiiento pcrfcito (ver obscrvaçzio r do item 1 destc capítulo). simbolizar o momento que a barra está exercendo sobre o nó no sistema principal. de modo que. ) e (+Me) exercidos. e é assim que deverá ser interpretado sempre este tipo de menqão. (+A&). adotamos c?nvenq&c~ de sinais para estes dois tipos de momentos que conduzcni ao niesmo sinal para ambos. 2. 3 e 4 sobre o nó A .1 está equilibrada por momentos submetido à atuação de uma carga-momento (-M). os momentos equilibrantes em torno do iió A . poderemos usar. 2 - A IDEIA DO PROCESSO Seja resolver o quadro de inércia constante da Fig. trabalharemos com os momentos exercidos pelas barras sobre os 116s. 11-4. pelas barras 1. respectivamente. 11-3 . Fig. 11-1. entretanto. il-3. no sistema principal. . Como. isto 6 . deveremos inverter a convenção dc sinais do niétodo das deformaçóes e adotareinos.

iguais 2 42 12 a +-e respectivamente. o que está indicado na Fig. após liberarmos a rotação da chapa 1: Fig. . conforme vimos no item 1 deste capitulo.funcionará. 11-5 . no sistema principal da Fig. das barras I . 11-6. nós A e B. da barra 1 siibmetidos 41: aos momentos de engastamento perfeito t -e . será o indicado na Fig.- ( a ç k da barra 1 sobre o nó A ) que será equilibrada. 2 e 3. açóes da barra AB sobze os nós A e B .Momentos de engastamento perfeito no sistema principal.1 l2 Ir .qj: respectivamente 12 12 (isto é.Equilíbrio do nó A . Fig. o funcionamento dos nós do quadro. isto é. 114 Digamos que. h. 11-4. a partir do instante em que liberamos a rotação da chapa I . nós liberemos a rotação da chapa 1: o nó A . 11-6 la fase: Rotação do nó A impedida.) 12 12 -. como que tendo uma carga-momento aplicada de M = t% I' .2. Assim. n o sistema principal. então.Processo de Cron m q C D ri 185 C D '+ I' 7/L ll-4. 11-5. que mostra os momentos que surgem nos nós em cada uma das fases de funcionamento da estrutura quais sejam: Fig. por momentos proporcionais a rigidez em A .

a t0. pois tratam-se de barras biengastadas com inércia constante). o momento nele atuante q12 na fase anterior. a estrutura indeslocável da Fig. A estrutura está. niomentos iguais ao produto de seus valores pelos respectivos coeficieiites de transmissão (todos eles iguais. sendo os momentos finais atuantes em torno de cada i16 os indicados na Fig. ao diagrama final de momentos fletores da Fig.1 foi resolvida sem ter sido necessário escrever nem resolver qualquer equação de compatibilidade estática. então resolvida. -M(l M i l -d.M) e (-d. Levando em conta a convenção de sinais da Fig.Momentos finais nos nós. 11-8 . Devido ao apareciniento destes momentos equilibrantes.5.M). seráo transmitidos. 2 e 3. D e C. sendo equilibrado pelos momentos ( .d . para os engastes B. 11-9 - DMP Observação: Conforme é fácil verificar.'786 Cirso de análise estrutural 2? fase: Libcranios a rotaçáo do no A . 11-9. respectivamente. igual a M = + . 11-4.l +L I 2 d -M& -- Fig. (-d. que nos conduzem i m e d i a t k n : te. os momentos atuantes em torno de cada nó tèm os sentidos indicados n' Fig 11-8. Com isto. 11-7 (obtidos pela soma dos momentos que aluam na primeira e segunda fases).(trazido pela barra 1 ) passa a atuar 12 como carga-momento. no caso. . respectivamente. Fig. 11-7 Fig.M) atuantes em 1. 11-3.

resolver o quadro de inércia constante da Fig. que reproduzem os passos da análise feita para o quadro da Fig. +9.5m Fig.Processo de C i o s 187 Este é o objetivo e a grande vantagem do processo de Cross que. 11-4.38 Fig. 2 e 3 indicados na Fig. em torno deste nó. 11-10 (e que foram determinados arbitrando-se . conforme veremos mais adiante. 11-12 MA = -MB = 2 X 7.no sistema principal da Fig. 1). Temos.1: A fim de f i a r e mecanizar a idéia usada na resoluçáo do caso da Fig. I?) Marcamos. 11-10 cuja Unica deslocabilidade (interna) é a rotação do nó A . então. 11-10 A partir desses valores. os valores dos coeficientes de distribuição em torno do nó interno A e os momentos de engastamento perfeito para a barra carregada. os seguintes coeficientes de distribuição de rnoinentos. pois sua esséncia P o equilíbrio. dados numéricos.s2 = +9.1. 4m + + & 7. temos a se- Fig. mZt 3n r ~ ~ /C 1 D . obtidos a partir dos valores de rigidez relativa k para as barras 1. agora. refaremos o exemplo colocando. 11-1 I guinte sequência de operações. i = = 30).38 mt (obtidos da Tabela I do Cap. 12 . nos moldes do que se fez para o caso da Fig. que valem: /" i . dos momentos atuantes em torno de cada nó. resolve estruturas indeslocáveis (externamente) sem ser necessário escrever qualquer equação. 11-4. Seja. 11-12. 11-4. um a um.

38). então. 11-3') os sentidos corretos dos momentos atuantes nos nós representados na Fig. serão transmitidos para os engastes 5. 11-15. 11-16. em cada uma das barras concorrcntes em A c de módulos iguais ao produto de seii valor pelos coeficientes de distribuição dc momentos para cada barra. 11-14 - - Sentidos corretos dos mo- Morncntos finais nos nós. que nos conduzem ao diagrama de momentos fletores da Fig. os momentos finais atuantes cni todos os nós do quadro sáo os indicados na Fig. 11-13 nostra. 11-13. da qual obtemos.C e D niomeiitos iguais ao produto de seus valores pelos coeficientes de transmissão. assim. 11-15 Fig. uma carga-momento aplicada de (t9. Esta carga-momento será equilibrada por momentos de sinais contrários. Fig. Devido a estes momentos equilibrantes.188 Curso de análise estrutural 20) Liberamos. O esquema de momentos da Fig. . a rotação do nóA que terá entào. todos os nós da estrutura em equilíbrio e. mentos nos nós. 11-14. indicados lia Fig. iio sistema principal. pela convenção de sinais adotada (Fig.

-- 8 *' . 11-1 7 Em se tratando de uma estrutura com duas dcsloçabilidades internas rotaçáo dos nós LI e C . então.-24irit +c) qBC2 Para a barra 2: M B = . Fig. agora. 11-18. no qual hloqueamos as rotações existentes nestes nós coni as chapas I e 2 surgindo nele. i.Processo de Cross Discutiremos.8 - . um último caso.1 ! 4 ~ = 12 = 3 X h2 -= 12 nit q a 2 . apbs o qual nos será imediato enunciar um roteiro para resolução de qualquer estrutura externaineiiic indeslocável pelo processo de Cross.= +16 iiit Para a bana 3: Mc = -iCIIl = 12 12 . os momentos de engastamelito perfeito indicados na Fig. 11-1 7.u a i sa: ~ qAB2 Para a barra 1 : MB = .o sistema priiicipal f o da Fig.. dcvido ao carregamento indicado... ll-IR. Seja resolver a viga de inércia constante da Fig.3 X 8' ..

no sistema principal d o n ó B. o mesmo ficará submetido a uma carga-momento de (-24) + 9 = -15 mt. em se adotar um procedimento análogo ao do exemplo estudado anteriormente. a partir dos quais determinamos os coeficientes de distribuição de momentos em torno dos n ó s B e C. 11-18 Pensando. calculemos os coeficientes de distribuição de moiiientos em torno dos nós B e C. com a figura 11-20. = 4'5 . 11-19 L' ! Em tomo do nó B: d.. d. Temos. 6 iiit. = 8 .6 = 0. temos: 1'1 Liberando a rotação.5 + 8 Em torno do nó C . 11-19.36 = t 5 . agora. 4 1111.0. agora. no nó B da barra .4B + I 5 X 0. dados por: Fig. equilibrada por momentos iguais a t 1 5 X 0. Sempre raciocinando.C u n o de análise estrutural Fig. n o nó B da barra BC . 11-20.57 8 + Na Fig.36 4. trabalhando com rigidez relativa e arbitrando-se J = 48. os valores de rigidez indicados na Fig. representamos os momentos de engastamento perfeito no sistema principal e os coeficientes de distribuição de momentos em torno de cada nó interno da estrutura.64 = t 9 .

-2.02 -0. 11-20. não é c transmitido qualquer momento.08 t1. voltamos a colocar a chapa 1 impedindo novas rotações do mesmo. entretanto.79 Momentos finais Devido ao aparecimento destes momentos equilibrantes. pois não liberamos a rotação da chapa 2) um iiiomento igual a r ~ (+9. 10) Estalido equilibrado o nó E . então. 11-21). com os morilentos de 5. (Fig. n6 6 I'?E ~" 6 C . -6.61 1 -0.I ? cqiiilibrio do nó B . pois o nó C não está em equilíbrio.8 mt. n6 6 Z? ~ q"6 C . por se tratar de um n ó rotulado. 2? Eq. (Para o n ó A . O esquema atual será. Fig.27 -10. C 4? Eq.Processo de Cross +9 +9. será transmitido ao nó C (que está engastado.54 -0. equilibrada.42 -18.46 ~ 0 . n6 B 30 E ~ .6 mt está equilibrado e colocaremos então.8 1 I +16 + -1 6 Meng. .01 - + + + -9 +4.6 = 4.36 +2. perf.02 +0.05 1 -0 04 + I I i ? Eq.4 rnt e 9.15 -0. urn traço abaixo dos mesmos para caracterizar o equill'brio.) /-- O iió 5.42 / t10. o da Fig. n6 B I 1727 i +17.19 -0.07 I I - . 0 9I + + c -0.72 1 -5.s X 9. 11-21 . 11-21. a estrutura do sistema principal não está ainda.23 -0. que transcreveremos para a Fig. 3? Eq.6 3.6) = 0.30 +0.

Esta será equilibrada por momentos iguais a: . no nó B da barra AB +3. 3?) Tendo ficado equilibrado. ficando o nó submetido a uma carga-moniento de (-3.8 .36 X 0.1 1 3 X 0. 11-22 nos mostra. com o esquema da Fig. impedindo novas rotações d o mesmo. então. equilibrado. que n nó B ficou desequilibrado.43 = -5.192 Curso de análise estrutural Para conseguirmos. agora.5. a + 0. apenas.21 int. a rotação da chapa 2). 11-23.72.9) = = +11. 11-22). nelas aparecerão inomentos iguais ao produto dos momentos equilibrantes pelos coeficientes de transmissão (iguais no caso. o nó CíFig. mais uma vez.O7 nit e ficamos. voltamos a colocar a chapa2. estamos liberando. 11-20.08. - .5) +].15 nit.36 mt). nesta fase. no qual o nó B foi.15 X 0. no n ó C da barra CD Como nas extremidades B e D esta0 impedidas as rotações (pois. por terem as barras inércia constante). 11-22. ficando o mesmo submetido a uma carga-momento de (16 + 4.36 X 0.57 = -6. o nó C está em equilíbrio e ficamos com o esquema da Fig.36 = +1. entretalito.8 mt. agora. Assim sendo. que é equilibrada por momentos iguais a t3. no nó C da barra BC -1 1. liberamos a rotação da cliapa 2. liberamos. mais uma vez a rotação da cliapa 1. o equilíbrio do nó C. será transmitido um momento igual a (t2.60 = +2. transcrito na Fig. Para equilibrá-lo. no nó B da barra BC Para u iió C da borra BC.8 X 0. O esquema da Fig.

ão do nó B . a situaçso de niomentos atuantes nos nós após o 30 equilibiio de momentos em torno do nó R.43) = -0. que será resolvida da iiiesina mancira. uma situação idêntica à do item 20 deste exeinplo.07 X 0. 11-24. Temos. 11-23 nos mostra o nó B equilibrado e o nó C desequilibrado. mais uma vez.i c o n ó R. 11-24 - Z? equilíbrio do iió C..571 = -0. O esquema da Fig. respectivamente. sem necessidade de maiores comentários.641 = = t0. isto é: voltando a colocar a chapa 1 no nó B (em equilíbrio) e liberando a rotaçáo do nó C .36: = f l . conforme indica a Fig. e que provocam a traiismissáo de momentos iguais à metade (r = +OS) de seus valores para os nós B e D. 50) Estando o nó C equilib::id. 11-25 nos niostra.61 mt e a (-1.09 iiit ao nó C. desequilibrado.07 itit) que passa a atuar neste último é equilibrada por momentos iguais a (-1. surgirào momentos equilibrantes de (+0.30 X 0. a carga-momento de ( t 1. entáo.30 X 0.07 X 0.46 iiit nas barras BC e CD. este último transniitindo um momento de t0. .Processo de Cross 193 40) A Fig. agora. Fig. com a liberação da ii!a.19 iiit na harra BC. voltamos à situação do item 3? e. l l nit na harra AR e de (+0.

com a chapa I e liberando a rotação do n ó C. após este 40 equilíbrio do n ó 8. surgirão momentos equilibrantes.ll .-3. então. a chapa 1 .01 +0.05 -0.02 t 0 0 . Os valores destes momentos já são tão baixos. voltamos a prendè-lo com a chapa Z e liberamos. então a situação de momcnros atuantes nos nós após o 30 equilíbrio d o n ó C A 0.4 + +4.4 +S.04 + 3? equilíbrio do nó C.02 X 0.-t +O. a viga da Fig.+ +1.36) = +0.57 -9 0.36 0. respectivamente. 11-17 como equilibrada. já equilibrado.02 -3.36 0.46 .54 -0.+ +O@ a c 1 6 -2.04 nit no n ó C da barra CD.8 -6.+ +1. a carga-momento de (+0.19 -0.15 0. mais uma vez.64 0.02 m t ) que nele ficará atuando. agora.8 -0.043) = -0.36 t -6.23 -0. . 11-20.30 t -0.72 +1.09 X 0.09 m t ) a quc ele ficará submetido será equilibrada por momentos de (.30 c +o. ficando o esquema final de niomentos o indicado na Fig.72 5.54 -0.6 -r .6 +5.07 +2.11 . sendo transmitidos para os nós B e D momentos iguais à metade desses valores.08 + -16 -2.t2.46 -1 ~ .194 Curso de analise estrutural 6 0 ) Prendendo o n ó B..08 .43 A C D -24 8 +9 A +I6 -5.02 X 0. 11-27 .19 -0.64) +0.11-26 i - A C16 t4.09 X 0.57 1 = = -0.+ .+9.4? equilíbrio do nó B. 11-27 e que está transcrito na Fig.36 t t i 2 1 .02 t F .-i . 11-26 nos mostra.02 -0.4 4 Fig. O esquema da Fig.to.5 a. nos nós 8 das barras AB e BC iguais a (+0. 70) Estando o nó C equilibrado.15 -0.6 0.01 mt.43 D -24 +9 t5.01 - .-t 60 . - A A 0.W +0.01 nit e ri (+0.07 -0.64 0.61 +0.57 -9 0.05 iiit no n ó C da barra BC e de (-0.21 .-0. Devido a carga-momento de (-0.23 -0. a fim de equilibrar o n ó B. que não faremos nenhuma transmissão para o 110 C e podemos dar.

somando-se os valores indicados em coluna.ROTEIRO DO PROCESSO DE CROSS PARA ESTRLITURAS INDESLOCAVEIS Baseando-nos lias idéias apresentadas para a resolução da estmtura da Fig. indicando-os em torno de cada nó (como está feito nas Figs. o que pode ser feito. Fig. devemos fazer a superposição (soma) . mediante o emprego da expressão (11.Processo de Cross 195 80) Para a obtenção dos momentos fmais. 11-12 e 11-20). . os momentos finais atuantes nos nós são os reprrsentados na Fig. 11-28 - Momentos lioais (mt) Fig. 11-3.de todos os momentos que apareceram nas diversas fases do equilíbrio da viga. o diagrama de momentos fletores da Fig. podemos enunciar o seguinte roteiro para resoluçáo de esrruturas externamente indeslocáveis pelo processo de Cross: 10) Calculamos os coeficientes de distribuição de momentos em torno de cada n6 rígido interno da estrutura.6). no item 2 deste capítulo.imediatamente. 9?) Levando em conta a convenção de sinais da Fig. diretamente. obtendo-se os valores finais apresentados na última iiniia. 11-17. na Fig. da qual obtemos. 11-28. iI-20. 11-29. 11-29 - DMF ( m t ) 3 .

3P) I.iberamos. Neste caso. empregando as mesmas tabelas do capítulo anterior (válidas. chegaremos às reações de apoio e aos diagramas de esforços cortantes e normais.Uma ~ vez equilibrado o nó (o que caracterizaremos colocando um traço horizontal sob os momentos equilibrantes). para cada nó. 50) Conhecidos os momentos finais nos nós.5). por se tratarem de valores desprezíveis) e daremos por encerrado o equilíbrio dos nós da estrutura. os momentos equilibrantes que nele apareceram acarretem a propagação aos nós adjacentes. empregando-se a convenção da Fig. Observações: a) O processo que acabamos de expor t a m b é m chamado de processo de distribuição de momentos .196 Curso de analise estrutural 20) Calculamos. a rotação de cada nó interno. somaremos todos os momentos que neles surgiram. obteremos os diagramas de momentos fletores atuantes na estrutura e. Os momentos equilibrantes que surgem serão propagados aos nós opostos de cada barra. I deste volume .. de momentos de valor desprezível em presença dos demais momentos atuantes. a partir dele e do carregamento externo (empregando o mesmo procedimento do Cap. ao longo de todas as etapas de resolução da estrutura). não propagaremos estes momentos (cometendo com isto um erro desprezível.foi apresentado pelo professor norte-americano Hardy Cross em 1932 e é. os momentos finais que atuaráo em cada um deles serão iguais à soma dos momentos de engastamento perfeito com aqueles despertados na fase de equilíbrio dos nós (isto é. 11-3 adotada no processo de Cross). as rotações de todos os nós internos rígidos da estrutura). até que. no último nó equilibrado (ji-esfando os demais em equilíbrio). inclusive em sinal. equilibrando a carga-momento que nele passa então a atuar por momentos (em cada barra c o ~ i c o ~ ~ enot e de sinais opostos ao desta carga-momento n nó) e de módulos dados pela expressão (11. devido à convenção da Fig. 11-3. uma de cada vez. por procedimento idêntico. 1 deste volume). 40) Encerrado o equilíbrio dos nós. com chapas. sem dúvida. voltamos a fixá-lo com a chapa e passamos ao equilíbrio dos outros nós. uma das mais notáveis contribuições 4~efinidasna Cap. multiplicados pelos devidos coeficientes de transmissão de m ~ m e n t o s . os momentos de engastaniento perfeito no sistema principal (obtido bloqueando-se.

pertence. marcando em torno dos nós internos os valores dos coeficientes de distribuiçáo de monientos e depois. pois fizemos a necessária adaptação das convençóes de sinais ( V . conTorrne vercrnos no itcm 5 deste capitulo. estamos lidando com os momentos exercidos pelas barras sobre os nós. devernos comcçar.Obter o diagrama de niomentos fletores e as reações de apoio para a viga da Fig. eriormcmcnte a convcrgência do processo. e) F i n a l m e n t e . evideiitemente. erii todas as Cases do processo de Cross. apenas. simplificando extraordinariamente sua rcwlufào. . rapidamente para um resultado final preciso. os moriientos de engastamento perfcito e aqueles que surgein devido ao equilíbrio de cada iió. pelos nós mais desequilibrados. encerrado assim que se atinge o grau de precisão exigido pelo problema eni questão. estamos sempre aiiaiisando os nós.Processo de Cross 197 i Análise Estrutural nas últimas décadas. Encerrado 6 equilíbrio dos mesmos. isto é. numa série de ciclos convergindo. As aplicações seguintes esclarecerão 4 - APLICAÇÃO ÃS ESTRLITURAS PLANAS INDESLOCAVEIS Ex. ' 0 processo de Cross si aplica. Continuam validas. os momentos finais se obtém somando todos os valoresparciais. 11. ~ e r e m o s frisar que o processo de Cross. resolvermos uma estrutura indeslocável sem ser necessário escrever nem resolver qualquer sistema de equaçõesS consistindo o traballio de resolução. todas as tabelas apresentadas iio método das deformações. também. eiii linhas diferentes. 11-20.1 . . Este niirnero de ciclos é. 11-3). teoricaiiiente.i) para solucionar o problema. d) Para operarmos com as diversas fases do processo de Cross adotaremos um esquema como o da Fig. no entanto. rapidainente. a o método das deforniações (lida com as mesmas grandezas e conceitos). sempre. Fig. b ) Na fase 3a do processo (fase de equili%rio dos iiós). C) Q~iere~iios voltar a chamar a atenção do leitor para o fato de que. às estrutiiras deslocávris. 11-30. isto acelerará. pois permite. sua única diferença está na adoção de um processo iterativo (muito mais comodo para resolução manual da cstmtur.

temos.67 8 t 4 d.57 Os momentos de engastamento perfeito são dados. 11-30 Trabalhando com rigidez relativa e arbitrando J .33 8 + d . pela Tabela 1 do Cap.= +4nit 12 Para a barra 2: MB = -MC = t 4 mt . 11-31. = -= 0. = 4 . 11-31 Eni torno do nó B : 8 d .5 - Em tomo do nó C : d. 1.Curso de analise estrutural + 4 m . para os nós das barras. = 16. dos quais obtemos os coeficientes de distribuição sg* eu: Fig.. = 4 4 + 4 = Em torno do nó D: 4 d.4 = 0. ~ 4 r n & 4 r n ~ ~ m & 2 r n + Fig. os valores de rigidez indicados na Fig. por: 3 X 4= Para a barra 1 : MA = -MB = .= 0. = - 4 + 3 0. = .

021 +3.0 -0.17 1-Jl.5 Me.07 t -0. 5 int).03 t +0. tendo sido interrompida a propagação de momentos iguais ou inferiores a 0. o que está feito na Fig.251 I + +0.14 I 1I t7. 11-32. obtemos os momentos finais neles atuantes. .111 -0.031 I I 1 -3. A partir dai. Eq.25 + +0.nóD (Mdes = +3. A B - C - D -4 +4 -4 1 I +4 -4 I i t4 I 1-1 I +--2. n D O (Mde. podemos iniciar a resolução da viga pelo processo de Cross. No caso.5 mt 3 16 De p o s e dos coeficientes de distribuição e dos momentos de engastamento perfeito.08 + )+0.48 -0.5 . sendo o desequilíbrio igual a +7.501+0.Processo de Cross Para a barra 3: Ms = Para a barra 4: MD = -h + 4 m t = 3X42 -+ 8 .88/ +5. 11-32. d .5) 1 Eq.17 I I I I 1-0.061 t0. nó D (Mdes = +0.19 I j +3.50 ++0.4 = + 3 .01 I I I I I I I I I 1 I I Eq. iniciamos o equilíbrio de nós pelo nó D (único nó desequilibrado devido aos momentos de engastamento perfeito atuantes à esquerda e à direita. 11-32.25 -I I I I -0..88 Momentos finais . indicados na última linha da Fig.021 1 +0.91 -4.X 2 X 4 = +7.04 1 .5 I 1-1.19 1+4. = +0.011 -O 01 --IL I Eq.01 + -0.02 -1-0.05 I I I I Eq.48 -5.. nó 8 I I I I I --IL I 1 -O 11 (Mde = +0. a sequência de operações está indicada na Fig. nó C (Mdes = -1 Eq. nó E ? (Mder = +0.25) Eq.08 + -0. Somando os momentos de engastamento perfeito com os momentos que surgjram nas fases de equilíbrio dos diversos nós. nó C IMder = -0.01 mt.

nos conduzem às reaçóes de apoio finais. 11-34 - DMF (em mt). 11-34. 11-32. Li-35. conforme o esquema de momentos atuantes nos nós da Fig. na qual isolamos barra por barra. As reaçóes de apoio são obtidas do esquema da Fig. . 11-34. 11-33. Fig. 11-33 M o m e n t o s atuantes nos nós (em mt).A partir dos momentos fmais da Fig. calculando os esforços cortantes nas mesmas que. Fig. o diagrama de momentos fletores da Fig. somados. aplicando em cada uma delas o carregamento atuante e os momentos nas suas extremidades. reprcsentadas na Fig. obtemos.

2 . a estrutura a resolver é a da Fig. Fig.60 6t4 . todas. = --0.. a j a s barras têm. Temos. A precisão desejada no cálculo é de décimos de mt.Processo de Cros 201 Ex.Obter o diagrama de momentos fletores para aviga da Fig.0. 11-37 a) Coeficientes de distribiiição Trabahando com rigidez relativa e adotando J = 24.33 3 t 6 Em torno do iió D: d. a partir dos valores representados na Fig. obtemos: Em tomo do nó C : d .+r rk 6 nn Fig. 11-37 (na qual já reduzimos o carregamento do balanço ao nó B e q ) . a mesma inércia. 11-38. = -. então: +m4+. 11-36 Explorando a situação de simetria existente em relaçáo a um eixo perpendicular i viga e contendo o apoio E. 11-36. 11.

2 11-39.1 e 11-39.3. 11-38 . no sistema principal.202 Curso de analise estrutural Fig.6 mi e M: = + 6 int) qI2 -+ M 3X62 6 MP 11-39. os coeficientes de distribuição de momentos e momentos de engastamento perfeito. que mostra que = . na Fig. os seguintes momentos de engastamento perfeito: Barra 1: O momento de engastamento perfeito será a superposição dos casos das Figs. passamos a equilibrar. obtendoseda Tabela I: Me=- + . 11-39.1 11-39.2. U-40.3 Fig. 11-39 Barra 2: Barra 3: Mc = -MD = 3 X 4' .= +4mt 12 MD = 5 X 6' -ME = -= 12 + 15 mt c) Equilíbrio de momentos Marcando no sistema principal da Fig.= -10. . b) Momentos de engastamento perfeito Temos. 11-39.Rigidez nas nós no sistema principal.5 int 2 8 2 8 MB = + 6 int (obtidos da análise do equilíbrio do nó B.

= -0..91 Eq. obtemos o diagrama 'de momentos fletores da Fig.9 I I t6. n6 D IMder = + l l ) Eq.3 i - -2.6 -1L I I I -1- - -0. = +0.2 1 1 I -1.Equilíbrio de rnomcntos.2 -6 +6 1 17.31 1 I I I I I I I -6.9 I +0.3 I + I I 13. m A partir dos valores dos momentos finais indicados na Fig. 11-40 e levando em conta o esquema da Fig.81 I I I I I I 1 -0. n6 C (Mdes= -9.Processo de Cross 203 é o nó sucessivamente os nós iniciando no caso.9 1 -1. Encerramos a propagação de momentos.9 -9.6 ~ q n6 D : (Md.6 -4. 11-40 . I I I 1-3. 11-42.3 - 1% I -6.Momentos finais nos nós (mt).I mt (precisão exigida no exemplo). 1141.4 -I 1 13. Fig.3 1 I 1 I t3. n6 C IMde.2 Eq.8 Momentos finais Fig.3 1 +0. .2 +9. quando o valor a propagar foi igual ou inferior a 0.2) Eq. pelo nó mais desequilibrado que D. 11-41 . "6 D (Mder = t0.

Curso de análise estrutural

Fig. 1142

-

DMr \ r m mt).

Ex. 11.3

-

Resolver o quadro da Fig. 11-43.1 para o carreganiento indicado.

i
A

4
2Jc

I

I

4

1

1

1

1

43th
h

7f
3 rn

Jc

~ - 6 r n 4 m 4 4 m - k - 6 r n 4
Fig. 71-43.1

O quadro a resolver possui uma deslocabilidade externa, que é o deslocamento horizontal da barra ABDE que não se manifesta, no caso, devido à situação de simetria existente. Assim sendo, o sistema principal para a estrutura a resolver é o da Fig. 11-43.2. no qual já indicamos os valores da rigidez relativa das barras, determinados adotando-se J , = 24 (notar bem que, no caso da barra BD, devemos trabalhar com a rigidez de simetria relativa).

Fig. 1143.2 S i s t e m a prlncipai e valores da rigidez relativa

Proceso de Cross

Temos, então: a) Coeficientes de distribuição Em torno do nó A:
d, = - = 0,428 6 t 8

6

Em tomo do nó B:

d, = d, = d, =

3 X 8 + 3

= 0,296

b) Momentos de engastamento perfeito Da tabela 1, temos: Para a barra 2: MA = -Mo
=

- t 9 ,,lt 12

Para a barra 4:

2X 8 6 = -= 2 int 8

c) Equilíbrio de momentos

Iniciamos o equilíbrio de momentos no nó A (surgiram os momentos equilibrantes de -3,86 e -5,14), prosseguindo no nó B (momentos equilibrantes de +1,65 e +0.62), novamente no nó A (momentos equilibrantes de -0.47 e -0,35) novamente no nó B (momentos equilibrantes de t0,07 e +0,02) e, finalmente no nó A (momentos equilibrantes de -0.01 e -0.02), quando demos por encerrada a propagação de momentos devido aos valores muito baixos a propagar (0.01 mt). O equilíbrio está indicado na Fig. 11-44. na qual estáo também, representados os momentos finais atuantes nos nós.

d) Diagrama de monientos fletores Sendo os momentos atuantes nos nós os indicados na Fig. 11-45 temos. prontamente, o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-46,

Curso de analise estrutural

Fii u-44

Fe 1-5 i.

- Momentos nos n& (em mt),

Fig. u46 - DMF (em mt).

Processo de Croa

207

=

Ex. 11-4 - Resolver a viga da Fjg. LI-47, para a qual tem-se EJ = 2 X 103tm2, para: a) Carregamento indicado b) recalque vertical, de cima para baixo, de 2 cm de apoio E.

K

= 3 X

A constante de engastamento elástico vale: 103mt/rad.

F .I147 i

1) Resolução para carregamento indicado Eliminando o balanço da estrutura, ficamos com a estrutura da Fig. 11-48 para resolver, da qual obtemos:

Fig. 11-48 a) Coeficientes de distribuição
P

Trabalhando com o sistema principal da Fig. 11-49, temos, a partir dos valores de rigidez absoluta6 indicados nesta figura, os seguintes coeficientes de distribuição de momentos:

caso preferimos trabalhar com rigidez absoluta devida à presonca do engaste elástico. Nada nos impede, entretanto, de trabalhar com rigidez relativa. bastando, para isto, que se trabalhe tambCm com a ripidcr relativa db engaste clistira. isto é. dividindo sua rigidez absoluta por ( 4 E ) .

Curso de analise estrutural

Fig. 11-49

Em torno do nó A: d e .,i, =

3.000 = 0,6 3.000 + 2.000

d
I

2.000 - 0,4 5.000 2.000 = 0,67 2.000 + 1.000

Em tomo do nó B: d, =

b) Momentos de engastarnento perfeito Para a barra 1: MA = -MB

t8 mt 12 Para a barra 2: Mc = -12 mt (obtido do esquema da Fig. 11-50)
=-=

6 X 4'

MB=---= 62

8

l2 2

21 m t .

Fig. 11-50 - Obtençào de M C

barra 2 .

c ) Equill'brio de momentos
O equilíbrio de niomentos em torno dos nós está representado, em detalhe, na Fig. 11-51, obtendo-se os momentos finais indicados nesta figura.

Processo de Croa

209

wrf.
Eq. n 6 B Eq. n6 A Eq. "6 6 Eq. n6 A Eq. n6 B Eq. n6 A

Momentos
finais

Fig. 11-51 - Equilíbrio de momentos.

d) Diagrama final A partir dos momentos finais nos nós indicados na Fig. ii-52, obtemos imediatamente o diagrama de momenios fletores da Fig. 11-53,

Fig. 11-52 -Momentos finais (em mt)

r

Fig. 11-53 gamrnto.

DMI' (em mt) para a care-

2) Resolução para recalque vertical de 2 cm do apoio B
a) Momentos de engastamento perfeito

01 Eq. nó A I I I I I I -7. .33 Meng. nó B Eq.. nó A +I5 -3 t .Z = + .33 mt b) Equilíbrio de momentos Conhecidos os momentos de engastamento perfeito. conforme indica a Fig. I -0.Curso de analise estrutural Fig.78 1 I 1 -2. 11-55 +0.19 1 = + -5.2 64 Momentos finais Equilíbrio de momentos. nó B Eq.58 1 -0. Eq. 11-55. os seguintes os momentos de engastamento perfeito despertados pelo recalque no sistema principal: 6EJp 6 X 2 X 103X 2 X 1 0 .19 - Eq.89 1 - -0.04 1 .- -9 - 1 5 i 1 I +0.16 1 1 -0. o equilíbrio de momentos em tomo dos nós 6 feito como em qualquer outro caso.I . São.r -0.01 - +1.15 t6. 11-54 Devido ao recalque vertical de cima para baixo de 2cm do apoio B. 11-54.73 -2.42 -.01 1 Fig.perf.+ +0. nó A Eq.39 1 .15 1 I +7.') Na barra 2: ME = -lZ 6' = -3. 5 i n t Na barra 1: MA = M E = -= IZ 42 3EJp 3 X 2 X 103 (-2 X 10. nò 8 Eq. então. 1 +15 I I A -3. n6 A -0.03 I . a barra 1 terá um deslocamento ortogonal reciproco de t 2 cm (extremidade da direita desceu em relação à da esquerda) e a barra 2 de (-2 cm).11 to.89 1 +1. chegandose aos momentos finais indicados na Fig.

11-56. e J. y. indicados na Fig. 11-57.. Momentos finais tio3 iiós Fig. cujas barras são. = J. 11-58. 11-5 .42 Fig. apenas. São dados: EJ. por lidamos com barras de inércia variável em misula. 11-56 (eni mt). todas. representado na Fig. misulas retas com J. = SJ.. obtemos imediatamente o diagrama de momentos fletores devido ao recaique. 11-58 .á. precisaremos empregar + H Dos momentos finais.Obter o diagrama de momentos fletores devido a um aumento uniforme de temperatura de 30 'C para a estrutura da Fig.Processo de Cross c) Diagrama final 21 1 15 Ex. = 104 tm2 e a = 10-5/0C O problema é conceitualmente igual a todos os demais.

.05 = 4. obtendo-se da tabela IV: 0 Jc = .-) a 10 6. temos pela expressáo (1--31): Para a barra 2: Trata-se de uma misula reta sim6trica com n = 0. só precisareiiios equilibrar o nó B.35 104 Ks = aEJmi. temos: a) Determinação dos coeficientes de distribuição de momentos h v a n d o ein conta a simetria existente. com X = 1. I deste volume. necessitando. Temos.55 a2 = 6.560 int Para a barra 3: Trata-se de uma misula reta assim6tRca. da tabela VI: 1o As expressões (1-27) e (1-29) lios coiiduzem a: i 4. 11-50: Para a barra I : Trata-se de uma misula reta assimétrica com n 55.90 = 2. Assim. i1 = 0.90 (1 .2 e h = .0) = .2 e Levando em conta que estamos buscando a rigidez no nó de maior inércia.2. conforme esquema da Fig. = 13.212 Curso de analise estrutural r as tabelas correspondeiites já apresentadas e discutidas rio Cap.= 0.2 e & E Fig. 5 A = 1 = 0.5.51 . 11-59 Levando em conta que o lado engastado é o da maior inércia. obteiido-se da tabela IV: a. para tal. (1 .X 6. temos pela expressão (1-27): . obtendo-se. coiihecer neste nó os valores da rigidez das barras nele concorrentes.= 0.

Williot. acarretando sinal negativo) 4- X 1 0 = 300 X 10-5 e AI I \I - i Fig. 11-60 . = 10-'(+30) X 1 3 = 390 X ]O-') Do wiliiot. porque a extremidade esquerda desceu em relação à direita) p. dados pelo williot da Fig. e I as-de b. necessitarenios conhecer o coeficiente de transmissão de momentos do nó B para o nó E. a seçáo central S da barra BC náo tem deslocamento horizontal. = -36 = -320 X 10-'m (extremidade da direita subiu em relação à esquerda. dado pela expressão (1-29) por: Os coeficieiites de distribuição de momentos em torno do nó B serão. = O (por simetria) p . temos: Al.= -470 X 10-' (sinal negativo . devidos ao aumento de temperatura de 30 'C. e que. obtemos os deslocamentos ortogonais recíprocos que valem: p ./)A2 4 k L . por causa da simetria existente.Processo de Cross 213 No correr da fase de equilíbrio de momentos. = 10-'(+30) Al. precisaremos conhecer os deslocamentos ortogonais reciprocos das barras. D / I I I v c ' I O. por isto. = a A t (Para as barras 1 e 3. O williot foi traçado levando em conta que. = 1. 11-60. o deslocamento horizontal absoluto do nó B é de = 10F5(+30) X 5 = 150 X IO-'m A. entáo: b) Momentos de engastamento perfeito Para conhecermos os momentos de engastamento perfeito no sistema principal.

obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.82 mt).470 = -3.5 ) ( 1 3 . 6 imediato e obtido de uma só vez. . d) Diagrama de momentos fletores A partir dos momentos fmais nos nós. estando representado na Fig.51) -3. 11-61 . K.3 2 0 ~ ~ 0 . s s 4. TP =IX-(e.&I =& X -(e.04 mt Para a barra 1: Mg = 2= -(-470 X I 1o Para a barra 3: Mg = K. indicados (em mt) na Fig.EJc ME = i +0 = ) = - 104(-320 X210-5) (6. 11-61 (no caso. ii-63. ii-62.38mt c) Equilibrio de momentos Fig.78 = -8. K . conforme as expressões (1-7) a (1-9): K'p 6.-+ I P t .51) = -s. no caso.134 . + p) I = 1 0 4 ( ( .í P - + t . de por s6 haver um n6 a equilibrar.05 10 + 4. _ .% mt + P K.5. o momento a equilibrar era de -3.214 Cuno de análise estrutural Os momentos de engastamento perfeito vale então. _ .Equilíbrio de momentos O equil~l~rio momentos.

conforme indicado na Fig. obteremos a solução do problema.Momentos nos nós. intepalmente válida para grelhas ou estruturas espaciais. Fig.Processo de Cross Fig. 114. deveremos trabalhar com um sistema principal que torne a estrutura a resolver externamente indeslocável. 11-64 submetido ao carregamento indicado. a partir dele. a apresentafão para uma estnitura plana.Sistrma principal (sem dcslocabili&ddes lineares).Diagrama de momentos fle- tores (em mt). 11-66. A idéia é.APLICAÇÃO DO PROCESSO DE CROSS EXTERNAMENTE DESLOCÃVEIS' h ESTRUTURAS 5. conforme indicado na Fig. 5 . Fig.Introdução Seja resolver o quadro da Fig. às estruturas indeslocáveis. empregando o princípio de superposição de efeitos.1 . diretamente. 11-65 e. 11-63 . 11-64 / ' Fi& 11-65 . entretanto. Sabemos que o quadro possui duas deslocabilidades lineares (deslocamentos horizontais das barras ALI e CD): como o processo de Cross (conforme roteiro enunciado no item 3 deste capitulo) só se aplica. aremos .2 .

a partir dos momentos finais nos nós. com Ai = 4 A resoluçáo da estrutura.. a partir d o esquema da Fig.A2= O { Obtidos.. 11-64.. podemos enunciar o seguinte roteiro para resolução de estmturas externamente deslocáveis pelo processo de Cross: . + F. 11-66. pela resolução do sistema de equações anterior. . o problema estará resolvido e.2 . A. + F2. + M2A. e A.P. F. (conforme indica o esquema da Fig.. chegaremos ao diagrama de momeiitos fletores para a estrutura dada. U-66). F. 5. + F2.. + F I ZA* = O (Força horizontal aplicada e m D ) = O .. se obterá com a determinação dos deslocamentos lineares incógnitos A.Roteiro do processo de Cross para estruturas deslocáveis Partindo da conclusáo do Exemplo da Fig. no caso: (Força horizontal aplicada em 5 ) = O .Cuno de analise estrutural Estrutura a S..A.A. os valores de A. e A. que se obtêm. analogamente ao que se fez no m4todo das deformações. pelas condiçóes de compatibilidade estática d o sistema principal com a estrutura dada e que são. com carregamento ] + ( S . dados por M = M o+ M...

Resolvemos. o sistema principal indeslocável obtido no item anterior. . conforme o caso. Adicionamos apoios do I? gênero à estrutura deslocável dada. F lI . Os efeitos finais (momentos nos nós. pelo processo de Cross. ~ ó e '0s dcslocanientos arbitrários não têm obriga~ãade ser unitários. deve ser substituído por E. F n o .. em cada fase. 3.9) (No caso de variação de temperatura.. recalques de apoio ou modificações de coniprimento impostas na montagem devemos. Obtemos.Processo de Croa 217 1. . para a atuaçáo do agente solicitante externo (carregamento. obtendo os valores de A. . E. " 1 nos apoios do 10 gênero adicionados de modo a tomar a estrutura indeslocável. sistema principal e as reações de apoio F O o. isoladamente.}. o sistema (11. substituir os {F. apenas.) ~ s ~ ~ c a seguintessesclarecerão. que todos os Ai srjain arbitrados com o mesmo valor. . M 2 . Formulamos e resolvemos o sistema de equaçóes de compatibilidade estática.. n . n l n . reaçóes de apoio. E. de modo a termos um sistema principal indeslocável. etc) serão dados por E = E o +Z EiAi (11. 4.) nos nós do Ml.}.]. variação de temperatura.8) b) O agente solicitante externo só afeta o vetor {F. conforme o caso. {F. recalque ou modificações de comprimento das barras) e de deslocamentos arbitrárioss A i dados separadamente a cada um dos apoios do 10 gênero adicionados a estrutura. os momentos (Mo. . O sistema será da forma Observaçóes: a) Mais compactamente.. a fim de ohtcrmus iima matriz simétricz a inverter. pois os valores finais q u e encontraemos para os dedocamentos incógnitos Ai funcionaram. . conforme salirnios. Aconsclliamos. como fator?rescala qiie. no caso de estarmos resolvendo a estrutura para variaçào de temperatura. 2. corrigem os efeitos arhitradus.7) pode ser escrito na forma { F J + [Fl { A I = {O) (11. F 2. recalques de apoio ou modificaçóes durante a montagem. ou E.. M. evidentemente.} ou {F.} por {F.

. -%+ i Fig. fi.@ Fig. li4 .) . e temos: n F. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando-se o carregamento externo no sistema principal. por ser ele constituído por uma única carga concentrada atuante sobre um dos apoios.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para o quadro de ingrcia constante da Fig. = -4 = o Fig.Curso de análise estrutural Ex. obtendo-se. com o acrescimo de apoios do 10 gênero em E e D. 11-67 C A E Empregando o roteiro apresentado em 5. 11-67 submetido ao carregamento indicado.. não aparecerão monientos no sistema principal. o 11-68 ( n oprincipal indeslocável da Fig. temos: 1. sistema qual indicamos o sentido que consideraremos positivo para as reações nos apoios 1 e 2). Sistema principal Trata-se de uma estrutura com 2 deslocabilidades externas. 1149 Mo = O (Nesta fase. nele será absorvido. F. 11-68 2.2.

s.a. os coeficientes de distribuição: Notando. podemos afirmar que todos oS coeficientes de distribuição de momentos são.d. pelo esquema da Fig. 0. 11-70 6EJp 6 X 100 X 1 = +24 Na barra AB: MA = M B = 7 = 1 s2 6EJp -6 X 100 X 516 = -20 mt Na barra BC: MB = Mc = -- lZ - s2 Na barra CD: Mc = Mo = +20 int Passemos ao equilíbrio de momeiitos. interrompemos a propagação para momentos iguais ou inferiores a 0. r k. em t o os os nós temos as barras com igual rigidez. . 11-70. 11-71 que.Processo de Cross b) Deslocamento A . os seguirites deslocamentos ortogonais reciprocos: Para a barra AB: p = + 1 (extremidade direita desceu em relação à da esquerda) Para a bana BC: p = -516 (extremidade da direita subiu eiii relação à da esquerda) Para a barra p: = +SI6 (extremidade da direita desceu em relação à da esp querda) Para a barra DE: p = O Arbitrando EJ = 100. 11-72 está feito o equilibrio de momentos que nos conduz aos valores finais de momentos indicados em 11-73 (no equilíbrio. surgirão os seguintes momentos de engastamento perfeito devidos aos deslocamentos ortogonais recíprocos: A 0. 11-71 Na Fig.e b Fig. inicialmente.l mt). temos. n o caso. para o qual precisamos determinar. a partir do williot da Fig. = + 1 ao apoio 1. iguais T. - J Fii. Dando-se um deslocamento A .

Fig. para nós. aplicando neles os momentos atuantes nas barras (com sentidos opostos.1. 11-72 . que sã<i momentos atuantes nos nós9. a partir dos sinais da Fig. Para determinação das reaçóes de apoio. a convenção de sinais da Fie. 1-18 r. 11-74). os momentos atuantes nas barras (I'ig. coiiforme indica a Fig. 11-74 e. devendo-sr obedcçer.çumo adotanios cor~vençõcsde sinais consiste~ites uma com a outra para momentos nos nós c nas barras. a da Fig.ihll(cni mt).Curso de an6lise estrutural Fig. de momentos. portanto. 11-3. para barras. aos da Fig. empregando as equaçóes da Estática. seus módulos c sinais são os mcsmos. 11-73 .2. rotularemos tpdos os nós. . 11-73. 11-73. pois. temos: 9~odcriamosmarcar diretamrnte.Eq.

Por

= O

HA = 22,6.+ 2 1 2 = 8,76 5
Por

21.2

MP

=

O
+

21.
4 1

-

ME =

534

=

3,24 t

22.6

6

5

1 "A

, HA

5.4

tE ;

Fig. 11-74
de apoio.

Determinação das rea~óes

Por Z Y = 0 Por E M B = 0

? Por M

= O

VA = VE i . 22,6 5,4 + 8 v -~(8.76 - 3.24) X 5 = 0 * . VE = V = 1,3 t -4VA + 8HA - 3HB + 18 - 22.6 = 0 .'. HB = 20,09 t

-

Por Z X = O Temos, então:

H[ = 14.57 t

F I I = +20.09 . F,, = -14,57
8.76 3.24

14.57

Fig. 11-75

Reaçóes de apoio (em t).
+1,3

t

1,3

c) Deslocamento A,

Para a atuação de um deslocamento A, = + I, como a estrutura é simktrica e este deslocamento será anti-simétrico do deslocamento A , = + 1 dado no item anterior, podemos escrever iinediatamente, que os momentos nos nós e reações de apoio são os indicados na Fig. 11-76, tendo-se então: FIZ = -14,57 Fz2 = 20,09

{

Fig. 11-76 -

K2 e rcaçóes para 4 = +l.

222

3. Equaçóes de compatibilidade estática:

i

F,, + F , , A , + F,,A, = 0 F2,+ F 2 , A l + F 2 , A 2 = 0

_i

Curso de analise estrutural

-4 + 20,09A1 -14,57A2 = O O 14,57A, +20,09A2 = O

-

4. Efeitos finais Os momentos finais M = M, + 0,422 M , t 0,305 M, = 0,422 M, + 0,305 M , atuantes nus n6s e as reaçóes de apoio (R = R, + 0,422 R , + 0.305 R,) estão indicados na Fig. 11-77 c, a partir do esquema da Fig. 11-78, obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-79.

Fie. 11-77 Efeitos finais (E t 0,422 E, + 0,305 E,).

=

E + .

Fig. 11-78

-

Moineiitos nos 116s (em tiitl.

Fig. 11-79

-

DMF e r e a f k s de apoio.

Ex. 11-7 - Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio, para a viga de rigidez constante EJ = 104tm2 da Fig. 11-80, Os engastes elásticos tèm K = 104mt/rad e a mola tem k = 103t/m.

Processo de Crors

A

Fig. 11-80

1. Sistema principal Levando em conta a simetria existente, o nó B não terá rotação e a estrutura a resolver 6 a da Fig. 11-81 (na qual o nó B só pode ter deslocamento vertical), a partir da qual, adicionando um apoio vertical em B, obtemos o sistema principal indeslocável da Fig. 11-82,

Fig. 11-81

-

Estrutura a resolver.

Fi. 11-62

Sistema principal

2. Efeitos n o sistema principai
a) Carregamento externo Trabalhando com rigidez absoluta, os coeficientes de diitribuigão de momentos e 9 m o dos n6s '4 e C, são:

Os momentos de eiigastamento perfeito para as barras I e 2 têm módulos
iguais a -= 6 mt, com os sinais indicados na Fig. 11-83, onde já fizemos
u equilíbrio de momentos.

2 X úZ 12

Fig. 11-83

EqujlÍbrio de momentos = M o

Curso de analise estrutural

Fig. 11-84 - Cálculo das

riaçori dr apoiolo

-

R.

Temos, entZo: FIO -13,2 = b) Deslocamento A , Dando à estrutura do sistema principal um deslocamento A, = + I , conforme indica a Fig. 11-85, teremos, para a barra 1 um deslocamento ortogoiial recíproco p = + 1 e, para a barra 2, p = - 1 . Surgem, então, os momentos de engastamento perfeito seguintes:

6EJp Para a barra 1: MA = ME = - = + -

P

6'

I*

=

t1.666 mt

Para a barra 2: ME = MC = -1.666 mt

Fig. 11-85

Notar que. quando rotulamos os nós para calcular as reaçòes de apoio, devemos trabalhar com os momentos atuantes nas barras, para os quais a convengo de sinais é a da Pig. 1-18 do Cap. I . podendo ser usados em módulo e sinal os momentos da Fig. 11-83 pois, embora eles sejam momentos atuantes nas nós, as convenções dc sinais para momentos atiiantes nos nós (Fig. 11-31 e para momentos atuantes nas barras (Fig. 1-18) foram consistentes uma com a outra, de moda que, ambos, têm o mesmo sinal. Assim, no caso da Fig. 11-84, iisamos os momentos da Fig. 11-83 com a convenção de sinais da Fig. 1-18. por desejarmos os momentos atuantes nas barras.

10

Processo de C r o s

225

O equilíbrio de momentos esta feito na Fig. 11-86 e o cálculo das reaçòes de apoio na Fig. 11-87. Notar que, para a determinação da reação de apoio em B. devemos somar, àquela devida aos momentos, a influência da mola, igual a (k A,).

Fig. 11-87

Rcavòes iIc.apoio:R I

Temos, então: F,,

=

+ 1.777.7

3. Cálculo de A ,

4. Efeitos finais
Os mgmentos fmais e as reaçóes de apoio. dados por M = Mo + 0,0074M1 e R = R ,+ 0,0074 R, estão representados na Fig. 11-88. da qual obtemos o diagrama fmal da Fig. 11-89.

Curso de analise estrutural

-

Fi& 11-88 - Efeitos finais: E = E. + 0,0074EI.

Fig. 11-89

-

DMF e rea~ões a p o i o ( de

Ex. U.8 - Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig. 11-90, cujas barras têm as inércias constantes indicadas.
2t

A

3t

0.018m4

, 0.018m4

+3m-+8m4

Fig. 11-90

O carregamento atuante pode ser decomposto nas parcelas simétrica e anti-simétrica indicadas nas Figs. 11-91.2 e 11-91.3, que mostram que a resolução da estrutura recairá na resolução do carregamento anti-simétrico da Fig. 11-91.3.

f

Processo de Cross

227

( J á que, para o carregamento simétrico, existirá, apenas, um esforço normal de compressão na barra BC.)"
A resolução da estrutura da Fig. 11-91.3 será a resolução de uma estrutura com uma deslocabilidade linear (deslocamento horizontal da barra 80, tendo-se:

I . Sistema principal
É o indicado na Fig. 11-92 onde, já

A"

explorando a anti-simetria existente, pudemos rotular o nó A (já que sabemos ser, nesta seção, M = 0). 2. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Não existindo cargas aplicadas nas barras (estão aplicadas, apenas, 110s nós), não existirão momentos Mo no sistema principal devido à aplicaçtio do carregamento externo, aparecendo as reações de apoio indicadas na Fig. 11-93, a partir das quais temos:
Fig. 11-92

F,, = -5
b) Deslocamento A,

Fig. 11-93 -

Mo = O

Impondo-se ao sistema ~rincipalum deslocamento A , , surgirão deslocainentos ortogonais recíprocos de igual valor, apenas para as barras verticais, conforme indica a Fig. 11-94. Trata-se de um caso de estrutura simétrica m m solicitação anti-simétrica, podendo-se trabalhar, apenas, com metade da estrutura para equilibrar os momentos.
A partir dos valores de rigidez em torno d o nb B indicados na Fig. 11-95,
Fig. 11-94

J

)

"Desprezando sua deformaGão por esforfo normal, o que é usual, no caso.

11-97.Rigidez rc6tiva cin torno do i16 B (traballiondo-sc com inércias inultiplicadas por 1001.228 Curso de analise estrutural 3 -X 10 =0. os momentos nos nós e reações de apoio da Fig. 12 joO 100.= 3 EJA .68 int 8' A partir do equilíbrio de momentos da Fig. um momento de engastamento perfeito MB Arbitrando-se EJAI = M. 11-96 . 11-96. Fig. Devido ao deslocaniento ortogonal recíproco (+A. 11-97 - M i . teremos. obtemos. tendo-se: FI1= + 1. ) da bana BD. Fig.Equilíb~iode momentos. vem: M g = + -.67h - temos os seguintes cocficientes de distribuição de momentos em torno deste nó: I<'= 4 9 Fig. levando em conta a anti-simetria existente. 11-95 .+4.046. em E.

11-99. todas. A -2 t'm t 6 m6 + m + 6 Fig. 11-98.= 4..Monientos finais nas nós (em mt). 11-100..79M1. Temos: A I = Fio 5 . a partir dos quais obtivemos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-98 .9 .3. temos os momentos finais nos nós indicados na Fig. 11.79 FII 1. Momentos finais Da expressáo M = Mo + M I A 1 = 4.046 4. cujas barras têm. Cálculo de A. Fig..Obter o diagrama de momentos fletores para a assim chamada viga vierendel da Fig. 11-100 r n 4 . Fig. 11-99 - DMF (em mt) Ex. a mesma inércia.

esta última deslocabilidade não se mariifestará e as duas primeiras terão valores idênticos. a partir dos valores de rigidez relativa (obtidos arbitrando-se J = 24) da Fig.Coeficientes de distribui $50 dc momentos. os coeficientes de distribuiçáo de momentos da Fig. no caso. Fig.230 Curso de an6lise estrutural 1. 11-102 - Rigidez relativa das barras. Devirio à situação de simetria existente. 11-101. e o deslocamento liorizontal da barra AD. apenas. 11-103 . Sistema principal A estrutura possui três deslocabilidades lineares. Fig. 11-102. os coeficientes de distribuição de momentos em torno dos nós. 11-103. com metade da estrutura e temos. Efeitos no sistema principal Determinemos. 11-101 2. . previamente. o sistema principal indeslocável é o da Fig. que &o os deslocamentos verticais das barras BF e CG. Devido à simetria existente. de modo que. Fig. poderemos trabalhar.

Fig. 11-105. 2 tim -6. . 11-106 .76 16.18 1 1 1 1 1 1 -0.Mo dc apoio.09 Fig.l mt) conduzindo aos valores finais representados na Fig.Determinação das rrações Fig. 11-104 (cessamos a propagaçáo para momentos inferiores a 0.a) Carregamento externo Os momentos de engastamento perfeito sáo: Para a barra AB: Pata a barra BC: MA = -MB = 2 X 6' -= 12 t6 mt Ms = 2 X 6 ' -= t6 nit 12 O equilíbrio de momentos está feito na Fig. 11-104 - F.quilibrio de momentos. 11-105 .69 0.

83 t 0..7 i7.0 6. = 360.7 +6. nas barras AB e EF deslocamentos ortogonais recíprocos iguais a (+Ai surgindo.16) = 5. 6 E.36 \ O equilíbrio de momentos está feito na Fig. 1d-107 (cessamos a propagaçáo para momentos inferiores a 0 .35 b) Deslocamento A i Impondo ao sistema principal um deslocamento A i tal que 6EJA..0 1 Fig.0 ~1.+. 11-108.69 + 0.76 t 3. l mt).65 vE=3x2+ 6 Temos. Fig. a partir da Fig. 62 .232 Curso de analise estrutural As reações de apoio valem. nestas barras. conduzindo aos valores finais representados na Fig. ele provocará.MI . momentos de engastamento perfeito ). 11-107 .360 iguais a -J a i.Equilíbrio de momentos -6. 11-108 . então: F i o = -12.O mt. 11-106: (-6.

então: 3.Processo de C i o s As reaçóes de apoio valem. Fig. Cálculo de A. obtemos os momentos .= 2.FIO . 11-1 10 - M = Mo + 2.57 t 7 VF - 4 12. a partir da Fig. Determinação das reações Da expresso M = M o + 2 . representados na Fig.35 A i = . 11-1 11. Il-LI1 - DMF (em mt).. 11-109 de apoio.7M1 (em mt). a partir da qual temos determinado o diagrama de momentos fletores da Fig.finais nos nós. 7 M . 11-109: Temos. Fll = +4. . 11-1 10. Momentos íiiais Fig.7 = F I ~ 4.57 4. . Fig.

Por comodidade de exposição. o roteiro para resolução do problema. cujos coeficientes de distribuição de moinentos em torno do nó a equilibrar são os indicados na Fig. 11-1 12. devido ao fato do processo de Cross resolver o problema de maneira muito menos trabalhosa.234 Curso de analise estrutural 6 . 11-1 13 . . em Última análise.Roteiro Seja o quadro da Fig. 11-114 e 11-115. Fig.Coeficientes de distribui$30 de momentos.1 . devemos analisar a atuação de momentos unitários em Besq e gdr. diretamente. 11-1 14.APLICAÇÃO DO PROCESSO DE CROSS AO TRAÇADO DE LINHAS DE INFLUENCIA'^ 6. ao final do qual o leitor terá compreendido a idéia usada para esta resolução: l?) Aplicamos momentos de engastamento unitários nas extremidades adjacentes aos nós internos de cada uma das barras sobre as quais a carga unitária pode se deslocar. diretamente. 11-1 12 Fig. que frações do momento de engastamento perfeito de uma barra no sistema principal vão se transformar nos momentos fletores atuantes nos nós da estrutura dada. No caso da Fig. estaremos conhecendo.2 e 11-115. apresentaremos.o que está feito nas Figs. no método das defomacões.2. Não o fizemos. 11-1 12. resolvendo a estrutura para a atuação destes momentos. sendo os diagramas de momentos fletores por elas provocados os indicados nas Figs. entretanto. 11-1 13 e para o qual desejamos obter linhas de influência. Desta forma. ''A mesma idéia que apresentaremos aqui poderia ter sido desenvolvida.

por exemplo: Analisando cada trecho. qualquer que seja a posição da carga unitária (no trecho AB). o esquema da Fig.Equilíbrio de momentos. . teremos o aparecimento de um momento fletor em gdir dado por MBdir = d . L. 11-1 14.Resoluçào para atuaçào de momento de engastamcnta perfeito unitário em fldir.1 .R e w l u ~ á op. Medir = d . 11-1 14. 20) Obtemos as linhas de influBncia de momentos fletores nas extremidades das barras percorridas pela carga móvel. I I Seja obter a linha de influência de momentos fletores em LIdb.drd atuação de momento dc engastamento perfeito unitirio em P q . m k (para o trecho AB) I " ~ s t a m o s considerando positiva o momento fletor que tracionar as fibras do lado pontilhado. 11-1 15. 1 11-1 15.1 . 11-115 . 11-114 nos mostra que. mB ' 13. 11-114 .DMF I Fig.Equilibrio de momentos.I. temos: a) Carga unitária no trecho AB - I Chamando m i ao momento de engastamento perfeito em Bem no sistema principal para a barra AB submetida à açáo da carga unitária.2 .I. Fig.DMF Fig.2 -.I 1 Processo de Cross Fig. isto é: L. conrorme é praxe na Estática.

teremos. 14~o caso de tcrmos uma barra cuja lei de variaçào de inércia não a situe dentro dos casos tabelados.I. obter as linhas de influência de momento fletor e esforço cortante na seçáo genérica S da barra BC. 1 . podemos construir. fica determinada a L.'~ Assim. conhecidas as linhas de influência dos momentos fletores atuantes nas extremidades das barras percorridas pela carga móvel. então.I.'~ Desta forma. conforme indicar a fórmula para o o s o em questão. deveremos criar previamente uma tabela especial para o caso. bastando para tal tirar tantos valores da tabela correspondente à lei de variação de inércia da barra quantos forem os p ntos de passagem que desejemos para o traçado da linha de influência. 11-1 16. L 1 . 1 conforme mostram as tabelas I1 (inércia constante) e X 1 a XV (para inércia variando em mísula) por produtos da forma: (P/) coeficiente da X tabela ~orrespondente. o valor de m j.(I . L 6 ~ ~ a l e m notar 1 3 c 15 as .I.236 Curso de analise estrutural Ora.(1 d ) L. lSCOeficicnte afetado do sinal + o u -.Mgesq e L. f b) Carga unitária no trecho BC O raciocínio é completamente análogo ao usado no trecho AB.MBdil = d2 X 1 X AT X (coeficiente da tabela para a posição da carga ~nitária). ficando. com simplicidade. 11-1 15 podemos escrever que: X B X (coeficiente da tabela C correspondente para a posição da carga unitária). senão vejamos.MBdi' e. atuantes em suas extremidades. no caso: L.I6 Com isto. ao momento de engastamento perfeito em B"" no Chamando m sistema principal para a atuação da carga unitária concentrada na barra BC. a partir do esquema da Fig.) 3?) Obtenção de outras linhas de influência a) Esforços simples no tabuleiro e reações verticais Seja. a liniia de influência no trecho A B . ela poderá ser representada na forma indicada na Fig. Destacando a barra da estrutura e aplicando os momentos Retores MeSg e Mdi. por 'raciocínio inteiramente análogo.d.I.I. por exemplo.MC. m i = . para inércia constante ou variável em rnisula é dado. obteremos as L.

Qdir - L.M e L. V = L.QCsq (11.I. as L.1. a barra BD .hfs = L.M. Qs = QoS + Mdir 1 Mesq --- I i---_ A partir destas duas expressões. a está completamente resolvido.I. lembrando que V = Qdir . então: L. apenas.1. dadas pelas expressões(l1.1. = o. As aplicações a) O processo apresentado é integralmente válido para estmturas indes locáveis e deslocáveis.L. para uma dada posição da carga unitária: M .I.LMdi.L. M . Mesq 1-x I (11.Q continuam sendo dadas pelas expressões (11. teremos L. 11-112. = = L.I.10 e IL1 I .1. 11-1 16 + . o seguintes esclarecerão. i Fig.Q.) são os esforços simples na viga As linhas de influência de reaçóes verticais V são obtidas.l. Desta forma. .10) e (11. tendo-se.. bastando lembrar que. + I X . Mos e Q.11).1 1). prontamente.10) e (II.P=I %r Ms = I-x -Mesq 1 + X \ Mdir + t y I Mo3 L. a I ? fase (obtenção dos diagramas de momentos fletores devidos i atuação de momentos de engastaI 7 ~ o caso da Fig.I. biapoiada de substituição.Processo de Cross 237 i da qual obtemos.Qess. obtemos imediatamente as linhas de influência dos esforços simples em S.12) b) Esforços simples em barras perpendiculares ao tabuleiro" Para barras perpendiculares ao tabuleiro.10) (Nas expressões 11. como no caso a carga unitária não percorre estas barras. a seguir: L. para estas últimas.

cotando-as nas seções indicadas. as linhas de influência a seguir.para obtenção delinhas de influência. pois Gnsistirá na resolução de uma estrutura deslocável pelo processo de Cro~s. empregando o processo de Cross.não deve aparecer mais de uma deslocabilidade cxtcrna. temos.2 . de modo que não receberá maior ênfase em nosso Curso. 11-1 1 7 Empregando o roteiro definido em 6.Traçar. Fig. 6.1.'~ b) Uma outra forma . Assim sendo.1. ii.10 . conforme indica a Fig. por análise do equilíbrio do nó B. 11-117. 11. 11-120.conduz a um trabaiho mais demorado e mais sujeito a erros do que o desenvolvido por nós. a partir dos quais obterfamos os diversos pontos de passagem para o traçado de cada linha de influência desejada. pais as pontes em quadro (de urn anilar) podem possuú uma deslocibilidade horizontal (deslocimenta Iiarizontal da tabuleiro) e ar pontesemviga são indeslodveis.embora conceituaimente imediato . temos: 1") Resolução da estrutura para momentos de engastamento positiws e ) unitários nos nós a) Carga-momento em BeS4 Aplicando um momento de engastamento (t 1) em Be". '8~omalrneiitc. 11-1 19. . traçando em cada caso os diagramas solicitantes.Aplicações Ex.238 Curso de analise estrutural mento perfeito unitários nos nós) será um pouco mais trabalhosa. seria resolver a estrutura para diversas posições da carga concentrada unitária (pelo processo de Cross). temos o equilíbrio de momentos da Fig. do qual obtemos o diagrama de momentos fletores da Fig.118.espontânea . Este procedimento . Msdir = . para a viga de inércia constante da Fig.

o diagrama de momentos fletores da Fig. do equilíbrio de nós feito na Fig.Eq. q c) Momentos em cdirgdir e Por analogia com os casos a e b. 11-1 L8 - Eq. nó B. de momentos. caso esteja no vão BC. FS~. siugindo apenas um momento em C e q no sistema principal. caso a carga unitária esteja no balanço AB. 11-1 19 .DMF devido a mBesq = + I . 19 - b) Momento em CcS9 Aplicando um momento de engastamento (+I) em CeSq. obtemos os diagramas de momentos fletores das Figs. . obtemos. surgirá um momento em B O q no sistema principal e.Processo de Cross 239 Fig. 11-121 - Eq. Fig. 11-120 . 11-122. respectivamente.DMI: devido a i i i ~ c s = +I. o balanço AB não funcionari. " ~ ã o estamos estudando a atua$ão de um momento unitário em gdirpois. 11-122 . 11-121. Fig. 11-123 e 11-124. de momentos Fig.

Curso de analise estrutural Fig. Fig.1) Carga no trecho AB Sabemos que a linha de influencia.DMF devido amCdiI: +I.l. 11-123 . será retilinea. por se tratar de u m balanço.ia~~ = tabela 11)l (+0. por \ b. 11-12?.DMF devido a mDdir = + I 20) Obtenção das linhas de influência de momentod fletores nas extremidades das barras Trata-se de uma linha de influência isostática. = -10 k . teremos ?7trcc.2) Carga no trecho BC Conforme indica a Fig.5) X [-P/X = -0. sendo o momento de engastamento perfeito dado por (-k4PI). .. apoiada à esquerda e engastada à direita. 11-1 20. Fig. ll-I24 . (coeficiente k4 da m~rata-se de uma viga. dado. 11-125. confornic indica a Fig.5) Inces¶ = (t0.$l~ b. sendo definida por seu valor cm A . no sistema principal.5 X 1 X 20 X k . 11-125 - L. estando representada diretamente na Fig.

Fig..Mc Trata-se de uma linha de infiuência isostática. está definida a linha de influência de momentos fletores em C. desenhada na Fig. Qon + 1 .5 = -10 X 0. b) L. estando representada na Fig 11-127.I. não precisaremos refazer os cálculos. = -10 X 0.L.875 qnr = -10ko.= -10 b.. temos: L1.L. Qn Da expressáo (11.25 Fig. 11-126 .641 va = -10 kOs5. pois sabemos que a L.3) Carga nos trechos CD e DE Devido à simetria. Desta forma.MB).. obtemos a linha de influência representada na Fig. 11-126. então: q 1 = -10 ko.Mc é simétrica em relação a C.1 I).L. estando representada na Fig.I.25 +1. +1.1641 = -1.Processo de Cross Temos.1172 = -1.(L. 11-126. Qn = L.Mc .I.L Mc Já foi obtida anteriormente.LMD 30) Obtenção das linhas de influência pedidas a) L.1875 = -1.I. 11-128. 11-129. 11-127 . 20 bvandoae em conta o quadro de valores da Fig.I. .172 X 0.I.

406 Fig.594 - Obtçnçio de L.Mlv.10). 11-130 .Ql1 Da expressão (11. M ~+ . temos: L.I.082 Iv 0. obtemos a linha de influência representada na Fig.+ 4 3 L.Mc 20 20 = L.I.Morv L. Fig. 11-128 -0.Obtençáo da L.313 +0.QII.Mu + --.I.MC 4 \ A partir do quadro de valores da Fig. 11-130. I . -0.242 Curso de analise estrutural Fig.I.Mw = L.I.094 -0.l.059 " E v 10. .063 r0.I.Afoni t t 5 15 .I.L . 11-129 - L.L.I. 11-131.

I. .L. I Fig. . 11-133.I.Obtengo da L.I..L.52 Fig.Qcesq = (L.I.MB + 20 1 L.MD) = L.I. VC = L.MD 20 I ?_O L.I. ! I d) L. Vc Sabemos. VOc .L.Mc t 10 Levando-se em conta o quadro de valores da Fig.I.Mp.Vc.Mc) .(L.I.Qflcdir + . da expresso (lI.L.1 Processo de Cross +2.Qcdir 1 .L.I.l. que L. 11-132.I.I.. obtemos a linha de influência. representada na Fig. 11-132 .Mc t 1o 1 1 .l. 11-131 .l.12).

5m" 2.51~" 2.5rnn 2.DMF mbOZI k0.5m .5m* 2.Obter a linha de influência de momento fletor na seção V do quadro de inércia constante da Fig.L. 11-135. 11-135 . 1 1 1 .5rn" 2.1 - Equilibrio de momentos.914 +1 . 11-1 34 l?) Resolução da estrutura para momentos de engastamento unitários nos nós a) Momento em Beq A partir do equilíbrio de momentos feito na Fig.1.375 I I1 III C IV v VI O E A O +0.5rnr . w 2. ma de momentos fletores da Fig.2 ..Curso de analise estrutural -0.2. 2.03 Fig. temos o diagra. Fig. li-135.5m' 2.5rn'i.5m 2. 11-134. mg.I. 11-135. 11-133 .5m* 2. cotando-a nas seçóes indicadas.O0 Fig.m tl c n ti-135. VC E .5mq 2.

Fig.Processo de Cross 245 I I h) Momento em Bd' A partir do equilíbrio de momento feito na Fig.13 +0. 11-135. temos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-136 C) Momento em L ? Devido à simetria existente. mgdlr =+i I n +0. -0.27 - A . temos o diagrama de momentos fletores da Fig. .1.1 - Eq.03 0. 11-136.27 .ii-137 .DMF i d) Momento em cd' Por analogia com o caso da Fig. 11-136. de momentos.74 i 1 90 -0. r . 11-138. 11-136. 11-136. por analogia com o caso da Fig.01 t0.2. temos o diagrama de momentos fletores da Fig. 11-137.

temos: 7 = -2. ) m c e ~= (-0.Cursa de análise estrutural Fig.4 X 0.I.4 X 0.10 X 1 X 10 X k. A partir dos valores de k.1172 = -0. temos qtrcciioC .4kl .125 .1406 = .0469 = -1.117 "NO caso.3 - Carga unitária no trecho CD = Da fig.2. MBdir a .4 X 0.6k4 A partir dos valores de k .. = (f0.MBW e tlusnciaráo o traçado de L.304 1 = -2. 11-135. I .188 I)[X = 0. e X.k.1406 = -0. l 0. temos vtrecho AB = (+0.489 a. M ~ ~pois elas náo in ". temos: t j i v = -7.487 viir = -2.050 = -7. k3 ?v11 Da Tabela 11.10) mCd" ~ = t0.087 -7.74 X 1 X 10 X k l ) ~ ~ -(0. L .? .I.0469 .6 X 0.Mv.Carga unitária no trecho BC Conforme indicam as Figs. .6 X 0.DMI: 0.26 (-1 X 10 X k4) = -2.-0.1875 = -0. . obtidos da Tabela 11.164 rivi11 = 0.6 X 0.1641 .0. obtidos da Tabela 11.0.2 e 11-137.Carga unitária n o trecho A B Conforme indica a Fig. U-138 .427 a. vem: = 0.I.125 = -1.0. temos: R ~ BC =~(-0.10X 1 X 10k2)= -7.26) m B e q = +0. 11-136. 11-138. não há necessidade de obter L.74) ~ m B * h ~( 0 .03 20) Obtenção das linhas de influência de momentos fletores em B ~ ' e Cesq 21 a) L.

m Fi.I.M~~U Devido à simetria existente. obtendose.MV Da . 11-140 - L.10). definida. estando desenhada na Fig.I. 11-139. 11-140.LMC). temos: Levando-se em conta o quadro de valores da Fig.b. 11-141. obtemos a linha de influsncia representada na Flg.expressáo (n. para a metade da estrutura. a linha de influência representada na Fig. não é necessário refazer os cdculos. 11-139 - L. por analogia com a L. . então.L&dir. Fig.MceS4 30) Obtenção da L. apenas.Processo de Cross 247 A linlia de influência está.I. 11-141. devido à simetria da L.a (calculado.

submetida ao carregamento indicado.no processo dc Cross. neste sistema principal.094 -0. a se mostrar <Irsaconselliável o emprega do processo de Cross. trabalhamos com os momentos atiiantes nos nós. isto é.I. aplicado. só que u equilíbrio de momentos uàa mais poderá ser feita independentemente eiii torna de cada eixo.50 Fig. . os momentos exercidos pelas b r a sobre os nós (que tém sentidos opostos aos dos ars momentos de engastamento perfeita.1.130 Fig. Para a análisç das grelhas. recomendamos a leitura d o capitulo correspondente no livro "Ebene und r2rimliclie Ralimentrsgwerkc de V. Sendo o sistema principal o indicado na Fig. 2 3 ~ o i s . No caso de não existir ortogonalidade das barras que constituem a grelha. 11-141.MOV 0.Apresentação Seja resolver a greiha de inércia constante da Fig.M". portanto. um primeiro.462 t 1. o processo de Cross pode ser. que Go o caso mais frequente na prática e cujo equilr'brio de momentos pode ser feito %paradamente em torno de cada eixo. pelas barras sobre os riós2%s indicados nesta mesma figura. tamEm. vemos que há dois momentos a equilibrar tio nó B.1 . respectivamente) e os momentos exercidos.050 - L.250 +2.094 -0. da -0.1. Kupferscliniid (Springer-Verlag V i e n a 1952).x e y . em certos casas. 11-143 (no qual bloqueamos as rotações do nó B em torno dos eixos x .a O b t e n ~ ã o L. 22~bordarcmos.150 -0. tornando-se.M" 7.1. cujas banas nào são ortogonais entre si (caso pouco usual).150 -0. as grelhas compostas de barras perpendiculares entre si.M" -0.130 -0. neste item.248 Cumo de analise estrutural Seção L.450 I 11 I11 IV V O O O +1.b - L. 11-142 (cujas barras formam ângulos de 90" no nó 8).094 -0.MBdr) -0.y pelas chapas 1 e 2.cliegando.I.788 -1.s (L.x . bastante mais trabalhosa.eXercidos pelos nós sobre as barras). 0-141. em torno do eixo x .l.130 t0.MCew t L.150 -0.

P/ + 2 (OS sitiais destes mornciitos atuantes nos n6s obtidos da con- Como a rotaçáo do tió B em torno do eixo x . indicada tia Fig. . arhitruriu. 0 rquilibno de mornenlos em tomo do e i x o x . Temos.x só introduzirá momentos fletores na barra AB e momento torçor na barra BC e. valendo M B = .Processo de Cross Fig.e um segundo. -. 11. a rotação de B em tortio de y -v só introduzirá momento torçor tia barra AB .142 . inversamente.x ) e 11-145 (no qual devemos v equilibrar momentos em torno de .v . a resolver os casos das Figs. e monientos fletores ria barra BC..x e do eixo?. podemos fazer.Y. vaieiido . entro.I s t r i i t i i r &a ri-solver.v . 11-144 (iio qual devemos equilibrar momentos em torno de x . isoladamente. ein tortio do eixo . os resultados. . ql' 12 M. = 8 vençao de sinais. adicionaiido. tio Rm.y ) . 11-142).

4 .1. ii-145 Y-Y. = K Q +KT .e K? = L .4 . 11-146. 1 . Fig. 12 O equilíbrio de momentos está feito na Fig. - Momentos em torno de Para o caso da Fig.X. ) 1.2 1 . os coeficientes de distribuição de momentos em tomo do nó B sáo: K0 dlx =KQ +KT e d. . 11-144. de momentos. 11-146. 1161 .Momentos em torno de 114 . obtendo-se os momentos finais Mxt nos nós indicados na Fig. sendo K 0 e a Kp K? respectivamente os valores da rigidez à flexão da barra AB em B e da rigidez 4EJ GJ à torção da barra BC (K@ = .250 Curso de análise estrutural X Fig.Eq.

2 -Momentos finais.2. Fig. obten- do-se os momentos finais My nos nós indicados na Fig.Processa de Cross 11-146. . 11-146 Analogamente.y no nó E: dly = KT 0 ~ $+K@ 3 4EJ 12 e dw = KT + K @ K@ (sendo GJ KT = 2e 1. 11-147. 11-145.1. para o caso da Fig.1- Eq. temos os seguintes coeficientes de distribuição de momentos em tomo do eixo y . 11-147. O equilíbdo de momentos está feito na Fig. de momentos. K@ = -). ü-147.

2 - Momentos finais.Diagramas finais. obtemos os diagramas de momentos fletores e torçores da grelha dada. Observações: a) A fm de facilitar o aigontmo do equilíbrio de momentos. 11-147 Superpondo os momentos das Figs. 11-146. 1181 - DMP U-148. Fig. 11-148 . 6 usual retificarmos a grelha. para os equilíbrios de momentos indicados nas .Curso de análise estrutural 11-147.DMT Fig. 11-148. traçados nas Figs. 1-4.2 que resolvem.2 . Assim.1 e 11-148.2. o problema. entào.2 e 11-147.

)24 7. 11-12 .1 e 11-147.Processo de Cross 253 Figs. têm inkrcia constante. deveríamos trabalhar com os esquemas das Figs. 1 deste volume. 11-149. (Para momentos torçores: f = . b) Na fase de transmissão dqs momentos equilibrantes.Aplicações Ex.1 e para momentos fletores os valores de r. . atentos no sentido dr verificar se os mesmos são momentos fletores ou torçores.50. em detalhes. no Cap.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha da Fig. todas.5. devemos estar. de inércia constante: = +0. a fim de usar os coeficientes de transmissão adequados ao caso.2 . sendo 24para barras biengastadas no sistema principal. dependendo da lei de variaçáo de inércia da barra. sempre. 11-146.1 e 11-149. 11-1. cujas barras.2. foram discutidos.1.

na qual representamos.mt 12 Os valores dc rigidez à flexão e torçáo das barras nos iós. s estão indicados na Fig. 11-153. obtidos da Fig.= 2 - 0 Mx 16 Fig. tarnbem. v Fig. = KT - = 0. \ 6 3 . 11-151 Fig.5 4x8 K=--4 KT= . \ K=- f . 0 momentos exercidos pelas barras sobre os nós. no sistema principal.254 Cuno de analise esirutural Temos: 1. estão indicados na Fig. Momentos de engastamento perfeito no sistema principal e valores de rigidez à flexão e torção. os sentidos que consideraremos positivos para momentos nos nós. 11-153 O . EJ = 8). 4x8 . conseqüentemente. 11-152 -= 4 m t 8 4x8 E2 =6". obtidos arbitrando-se GJt = 4 (e. 11-152. 11-151.

Equilibrio dos momentos Mx.70 09 .'. \ M& h1. representados em 11-155. 11-154 .157 A partir do equilíbrio de momentos da Fig.W -1. obtemos os momentos finais M. 11-154.90 / +O.0.=0. .70 -1.2.0 (em mtf.Momentos Mx 09 .90 * -0.. : d. distribuição de momentos: Em tomo do nó B: d..71) Fig. = 0. I A Torv-o I FIexdO I TocSo 4 rO.843 1613 + 1 - .70 1 tl.0 hc Fikii-155 . = K@ 1613 +KP -=0... = temos os seguintes coeficientes de - Kp K@ . d. Equilibrio dos momentos Mx Para equiiíbno dos momentos M.085 .915 Em torno do nó C: d...

11-156. Fig. 11-157 - MomentosMy (em mt). obtemos os mo.Equilibrio dos momentos M. .representados na Fig. Em torno do n6 C d K@ KO +K@ =4+2/3=0. Equilíbrio dos momentos My Temos os seguintes coeficientes de distribuição de momentos: Em torno do nóB: d = ' .'. Fig.923 = 0. U-157. .256 Curso de analise esirutural 3.+K - * 2/3+8 . d? : = 0.145 . dZy = 0.855 = 4 "-K.077 Partindo do equilíbrio de momentos da Fig. mentos fmais My. 11-156 .

. Fig. 11-158. Diagramas fmais Partindo dos momentos Mx e My atuantes nos nós indicados nas Figs.4. \ A 1.2. 11-159 . os diagramas de momentos fletores e torçores.DMF (em mti. obtemos imediatamente. U-155 e ii-157.1 . 11-159.5.= 1.1 e 11-158. 11-13 . 11-158 Ex. cujas barras de inercia constante têm: . traçados nas ~ i ~11-158. Fig. GJ I v ' \ . s .Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para EJ a grelha da Fig.

Para a barra 1: IMAl = IMBl = Para a barra 2: IMBI = IMd 6EJAl 6 X 24 . 11-161: Mx=My=Oe FIO -4 = Fig. Efeitos no sistema principal a) Carregamento externo Aplicando o carregamento externo n o sistema principal. ao apoio 1. arbitrando-se GJ. Assim sendo. conforme indica a Fig.258 Curso de analise estrutural A grelha possui uma deslocabilidade linear. 11-162. 11-161 . temos. = = 12 (o que equivale a EJ = 1.mt A=T6 X 24 = . 2. = 24 tm3. que B o deslocamento vertical do nó B. 11-160 e. Sistema principal e rigidez à flexáo e torção O sistema principal está indicado na Fig.5 X 12 = = 18).Mo= To=O b) Deslocamento AI Dando-se um deslocamento AI no sistema principal. 11-160 Fig. temos: 1.4mt = 36 . tal que EJA. surgirão momentos exercidos pelas barras 1 e 2 sobre os nós com os módulos seguintes e os sentidos indicados na Fig. temos os valores de rigidez à flexão e torção em tomo do nó B indicados.

que se encontra feito nas Figs. Ii-164 .99 4.4 +1. por .obtemos.90 = Fig.My = 0.8 -0.. 11-163 .5) -4 -2.. 11-165. imposto.s.2 I = I 11 = 0. influência do deslocamento A.Mx + Tov-o -. Flexão I C -0.Passando ao equilibrio de momentos.8 - -4 f3. . tendo-se: F.53 = 1.8 it = -1) 1 +0.6 M.95 + 0.8 1y? Fig.46 + 0. = 1. U-163 (para momentos M ) e 11-164 (para momentos MY). os diagramas de momentos fletores e torçores da Fig.

i 3. Fig.01 F11 1 9 9 4. = .= -= 2. 11-166 (em mt).11-165 . os diagramas fmais seráo: M = 2. e T i (em m t ) . Diagramas fuiais Levando em conta que Mo= To = O.C u m de análise estrutural F . Cálculo de A. 11-166 ..01 T I . e T = 2. estando representados na Fig.01 M .M. FIO 4 Temos: A .

O engaste elástico tem: K = 0.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro simétrico da Fig. Fig.s m de altura e que o quadro tem EJa = 10-'tm2PC. com 0.s X l@mt/rad Ag. U-167.2 . 8.Obter o diagrama de momentos fletores e as reações de apoio para a viga de rigidez constante EJ = 1@tm2 da Fii.8.4 . 11-167 8. 11-168 se o mesmo for submetido à variaçáo de temperatura indicada.Calcular o deslocamento vertical de E para a viga da Fig.Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.1 . que possui indrcia constante. Sabe-se que a seção transversal das barras é retangular. 11-167.3 . 11-169. 8. 11-169 .

= 104tm2.7 . 11-170. e as barras horizontais sáo. 4t A I i F$ C .Calcular o deslocamento horizontal da barra CD. as barras verticais têm inkrcia constante J. Fig. b) resolvê-lo para um aumento uniforme de 30 'C. 11-172 . E dado: EJ. 11-171 -6m-r 8.262 Cursa de ahlise estrutural 8.Sabendo-se que. É dado: EJ. e J.para o quadro da Fig. 11-172.a = 10-' tm210C Fig. 11-171.6 .Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro da Fig.I=- D Fie. = SJ.. para o quadro da Fig. 11-170 8.. misuias retas = J. todas elas.5 . pede-se: com J.. a) resolvê-lo para o carregamento indicado.

Obter o diagrama de momentos fletores para o quadro de inércia constante da Fig. para a Fig. 11-174 &3m 8.8. A . 1 .Obter o diagrama de momentos fletores e do esforço cortante para o quadro da Fig.~tm2 u 105 / " C -I .1 1 .Resolver o quadro de in6rcia constante da Fig. de 1 cm de B. fl:i 4- + F . 11-176 . 11-176..173 1 8.10 . 3m 6 rn Fig.8 . 11-173 para: a) carregamento indicado b) dirniuuiçio uniforme de 30 'C c) recalque vertical.Idem. 11-174. --. São dados: EJ==I O . + 3m 3 Fig.. n-I75 8. de cima para baixo. h Fig. 11-175..9 ..

= 2 X 104tmz. L. = J. cotando-as nas seçóes indicadas. .7.14 .13 ..Obter. as linhas de influência dos seguintes esforços simples.IMm. 11-177.264 Curso de anslise estrutural 8.Qb. 11-1 77 d 8. L.) d L 4 m i .á.I.Qcda.Idem. 11-179. para o quadro de inércia constante da Fig. para a viga da Fig. L.. e J.Obter os diagramas de momentos fletores e de esforços normais para o quadro atirantado de inércia constante da Fig.Vc. 11-178. = 5.I. 11-178 8. L.I. cujas barras são misulas parabólicas com J.k = 1 0 4 t/m I I I A I I I L3r n ~ rn 6 9m Fig.12 .4 m .1 Fig. É dado: (Desprezar o trabalho do quadro ao esforço normal. L. Sáo dados: EJ.MG.I.C F .

= 2.Obter as linhas de influência seguintes. = J.Obter os diagramas de momentos fletores e de momentos torçores EJ para a greiha sim6trica da Fig. cujas barras têm.r.I eL L .Obter as linhas de influência de momentos fletores 110s apoios e das reações de apoio para a viga da Fig. Gf J . L.ME.I. . cujas barras são. = 10Jc. L. L.I.17. " lb 4 .16 . L. 11-181. todas.I. 4m 16rn 4rn4rn 4m4m 16m l i 4m Fig.LMll. 11-181 8. cotando-as nos quartos de vão. para o quadro de in6rcia constante da Fig.Processo de Cross 265 8.MBdu. e Jmá. todas.15 .l. 11-182. k 12m q L L . 11-180 8.V. cotando-as nas seçóes iridicadas: L.QE. mísulas parabólicas com Jmi. Fig. 11-180.

19 . 11-185. 8..11 de nosso Curso). 11-184 As barras têm.= 0.2 X 104tm2.18 . 11-15 do Vol. Fig. 11-185 . que tem EJ = GJ. Fig. todas: EJ = 104tm2 e GJ.Curso de análise estrutural 8.Idem.Calcular o deslocamento vertical de B para a grelha da Fig. 11-183. para a Fig.Obter os diagramas de momentos fletores e torçores para a grelha simét5ica da Fig.20 . (sugere-se aproveitar o resultado do ex. 11-184 8.

hipótese esta confirmada.INTRODUCÃO AO ESTUDO DOS CABOS Os cabos são um elemento estmtural usado em diferentes tipos de estruturas: são as principais peças portantes nas pontes pênseis e nos telef6ricos. para os cabos submetidos à carga distribuída ao longo de seu vão (caso das pontes pênseis. como elemento portante de coberturas de grandes vãos. tendo momento fletor nulo em todas as seçóes.' O estudo estático dos cabos é feito assumindo-os perfeitamente flexíveis. modernamente. os cabos submetidos a uma carga uniformemente distribuída ao longo de seu comprimento (por exemplo. podemos apresentar uma primeira análise do problema que conduzirá à obtenção de determinadas reldções fundamentais de grande importância para o engenheiro estrutural e. vencendo os vãos entre as torres da linha e. O estudo exato do comportamento dos cabos envolve conhecimentos matemáticos mais sofisticados que os apresetitados nos cursos de graduação das Escolas de Engenharia mas. 267 .estes conhecimentos. vêm sendo empregados. o peso próprio) assumirão uma configuração deformada dada por uma catenária. são os elementos estmturais empregados para condução da energia elétrica nas linhas de transmissáo. mesmo sem . também. onde o carregamento principal 6 dado pela ação 'NO dirnensionainrnto dos cabos para uso em linhas de transmissão. Desta forma. . Conforme veremos neste capitulo. desprezaremos a influencia da deformação elástica dos cabos sobre a sua configuração de equilíbrio de forma que a teoria apresentada será de primeira ordem. os cabos ficam submetidos apenas.por verificações experimentais cuidadosas. a esforços normais (de tração). isto é. tarnbem. para o engenheiro eletricista. No estudo que apresetitaremos neste capítulo.

indicadas. para a atuação de carregamenna prática ~ P.. A análise deste último caso é bastante mais simples que a do primeiro (caso da catenária) e.. 1 1 2 a fim de mostrar 1-. instituindo as relaçóes fundamentais para o mesmo. podemos identificar. Vol.. de 3~ssurninda a configura~ão parabólic~ ao invés de catcnária para cabos com -~ f < 0. Pi. (Estes valores foram calculados para cabos com pontos de suspensão no mesmo nível. que a única diferença entre ambos está no fato de uma estrutura se desenvolver para baixo da linha de fechamento que une suas extremidades (caso dos cabos) e da outra se desenvolver para cima da mesma (caso dos arcos). acarretando esta diferença o trabalho dos cabos a esforços normais de traçáo e dos arcos a esforços normais de compressão. o esquema estático da Fig.268 Curso de análise estrutural do tabuleiro da ponte. erros estes perfeitamente toleráveis face aos valores dos coeficiri~tes s w r a n de $a adotados. levando-se em conta que. Para o caso de cabos com flecha grande em relação ao vão f (i> 0.CABOS COM CARREGAMENTO DISTRIBUIDO SEGUNDO O VÃO 2. pendurado no cabo). Como o cabo 6 um sistema estático perfeitamente flexível (M = 0). no dimensionamcnta de cabos.2Os. mesmo no caso de carga distribuída ao longo do comprimento. 2 . 111-1. . 2 ~ a s o maior inçidgncia. desenvolveremos nosso estudo supondo cargas distribuídas segundo o vão do cabo.20)será de 6's para menos valor dos srforyoa normais máximos e de 0. o máximo erro qite se cometerá (caso der= tio 0. inteiramente.1 . a configuraçáo deformada será dada por uma parábola do 2? grau. submetido à atuação das...Relação entre efeitos no cabo e esforços na viga de substituição Seja o cabo da Fig.. 111-53 do Cap. cargas verticais .5% para mais no comprimento total do cabo. P.2) com carga distribuída segundo seu comprimento. para cabos cuja flecha seja pequena em relação ao vão2 (f/l < O. apresentamos no item 3 deste capitulo uma introdução ao seu estudo. I de nosso Curso.20.) . usado para se instituir as expressões que definiram linhas de pressões em sistemas triarticulados e que transcreveremos na Fig.. o erro cometido B mínimo assumindo que a configuração deformada seja parabólica ao invBs de ser dada por uma catenária. 111. nI-1 com aquele da Fig.

_ C _ ~ Fig. 111-1 também a possua.i . Vol. 111-53 d o Vol. 'AS expressões que estão transcritas a seguir correspondem i s expressões 111-7 a 111-9 e 111-11 a in-13. I d e nosso Curso. deduzidas para definiçáo da linha de pressóes no Cap. sem que o da Fig. 4 . para os cabos as expressóes deduzidas para os arcos triarticulados5. 111. então. pois ambas. . (Transcnçáo da Fig. I de nosso Curso. por terem M = O. funcionam como se todas as suas seções fossem rótulas. 01-2 possuir indicada uma rótula intermediária 17. n i .Esquema estático para estudo dos arcos trabalhando na linha de pressões.) to vertical de cima para baixo (caso usual)? Podemos empregar. trabalhando O fato do esquema da Fig. UI-2 .Introdução ao estudo dos cabos Fig. náo se constitui em diferença entre os esquemas.

270 Curso de analise estrutural segundo a linha de pressóes (M = O) do carregamento atuante e temos.3) Observnções: a) No caso particular da reta AB. obtemos. que une as r6tulas extremas. relativa aos eixos cartesianos x e y da Fig. IU-3: -x+ Fig. caso V. a partir do esquema da Fig. os esforços normais máximos no cabo ocorrerão quando tivermos (Q. 111-1. imediatamente. - M s H (111.4) b) Conforme mostra a expressão (II1. as expressóes (111. e Q. III-1.2) e NS ao esforço normal atuante numa seçáo genbrica do cabo.á. c) Caso desejemos definir a configuração do cabo por uma função y = y (x). lu-3 y = x tga .. + Q + H'sena . ser horizontal (a = O). H'cosa sena na)' + (H'cosa)' (111. chamando M.H' cosa . OU seja: M s y=xtga.3). ao momento fletor e ao esforço cortante atuantes na viga de substituição submetida ao mesmo carregamento que o cabo (representada na Fig.1) a (I11.2) (111.).y *.3)i se simplificam para: y* =.1. = VB). tgv = Ns = J (Q. o que sucedera num dos apoios (OUem ambos.

em cada caso. 111-4 C a s o de r u g a unifarmerncnte distribuída. chamando-se f à distância vertical da reta AB à seção M do cabo definida na Fig.2 . o caso de cabos submetidos a um carregamento uniformemente distribuído 'Qq"(casode linhas transmissão.. temos: qlx Ms(x) =--. acrescido ou não da pressão do vento).1) a (111..Caso de carga uniformemente distribnída Ocorre com grande incidência.. a) Determinação de y * e y: Levando em conta que.8) 2 2 e que. na viga de substituição.1 esclarecerá 2. esta resolução implicará.qx2 (111. de modo que particularizaremos as expressks gerais deduzidas em 2. onde o carregamento é o peso próprio do cabo. íii-l.7) que resolvem o problema. sempre. Ficamos com: . .1 para este caso.Introdug-o ao estudo dos cabos nl d) Conforme mostram as expressões (111. vem: Fig. a partir de um dado suplementar necessário. Os dados mais comuns são o valor da ordenada de alguma seção do cabo ou de seu esforço n o d em alguma seção (geralmente N. na prática. o conhecimento do valor de H' que será definido.) A aplicação UI.

8 n t g a (111. as equaçóes (111. 8 cos a ' f 2 introduzindo o parimetro adimensional auxiliar Nsíx) = = I H'cosa J1 += P + 16n2 + tg2a .64n2x +.qx e que H' = .x ) P (111.15) Para o caso especial da reta AB ser horizontal (a = O).Cuno de analise estrutural ou y ( x ) = x tga --4fx ( I .obtemos.8n tga I I (111.1 1) b) Determinaçáo dos esforços normais Ns: Temos. Ns(0)=NA =H'cosuJl Para x = 1 : + 1 6 n Z +t g 2 a .41 . conforme (111-3): Ns = + H' sen a)' + (H' cos ai)' qP Levando em conta que: Qs(x) =.13) Os esforços normais máximos ocorrerão numa das extremidades do cabo e temos: Para x i O:.14) N s / ~ ) = N B = ~ ' c o s a J 1 +1 6 n 2 + t g 2 a + 8 n t g a (111.14) e (111.16nx tg a .15) se transformarão em: .

já obtemos uma aproxùnação bastante precisa para o valor do comprimento do cabo6. irrisório.17. com os dois primeiros termos da série. Trabalhandose. b) Para o caso particular de cabo submetido a carga vertical uniformemente distribuída e com linha de fechamento AB horizontal (a = O).20. . dada pela expressão 11L17. para ele. pois. é o seu comprimento. a fim de ser possível encomendá-lo ao fabricante.1 I). cada trecho do cabo entre duas cargas concentradas adjacentes será parabólico sendo váiida.1 7) se transformará em: L . fazendo-se a seguir a integração definida. sendo evidentemente. podemos 6~ara cabos com n f =-< 0.^ erro comctida desprezando o terceiro termo d a série cm diante é de no máximo 0. vem: A resolução da integral acima é muito trabaíhosa e 6 feita desenvolvendo-se o integrando em série.9%2. r 8 I ( 1 t7n2) (U1. sua soma dará o comprimento total do cabo. entáo. apenas. que é o caso que cstamos I estudando. Calculando o comprimento destes diversos trechos. no comprimento do cabo. chamando L ao comprimento do cabo: L -dx Levando em conta (111.para mais. a relação 111. 1 8 L .18) a) A expressão 111. a expressão (111.17 é particularmente vantajosa para a determinação do comprimento de cabos submetidos a cargas concentradas e uniformemente distribuídas segundo o vão. Temos. no caso dos cabos.Introduç50 ao estudo dos cabos 273 c) Comprimento do cabo: Uma grandeza cujo conhecimento 6 indispensável.-( I +-n2cos4a) cos a 3 No caso particular da reta AB ser horizontal (a = O).

19) e (111.20). a partir dos quais. Nmáx = kl (91) L = k. definidos pelas relaçóes (IlI. para . e k2 estão indicados junto à Fig.l e L.20) sendo: kl = = v J X Ji+isnZ' 8n (in.111-6 i Determinação de N.18).274 Curso de análise estrutural f tabelar. 111-6 e serão bastante Úteis para o trabalho do engenheiro.21) Os valores destes coeficientes k .. temos. levando em conta as expressões (111.21) e (III. em função da relação n =Tos coeficientes adiiensionais k .l (111. = k.. e k 2 . pois este é o caso que ocorre com maior frequência na prática. determinados pelas expressões i(II1.16) e (I11. os esforços normais máximos atuanes no cabo e seu comprimento. (91) L = k.19) (111.22). P .& caso de a! = 0: N.

1114. '~xpressão válida valor f para-< I 0. 111-7 é igual a 11. então. 'A não ser par motivas topográficos muito especiais.' Devemos ter: 412 ou seja: S c r ~> v-. 8f 2.Introduçáo ao estudo dos cabos 275 c) Comparemos. III-6: Para-f = 0.9. com linha de fechamento horizontal.A flecha máxima admissivel para um cabo de 100 m de vão que será submetido ao carregamento indicado na Fig. então: N. :.250ql Da expressão 111.6 m. conforme o caso).3463 ql 1 f 0. um cabo cuja carga b igual ao seu peso próprio. para o caso da Fig.191. V = 4.lO. o que mostra que o esforço normal máximo atuante num cabo de pequena flecha é sensivelmente igual ao valor da reação horizontal H' nos pontos de suspensão do cabo.lO: Nm.. acrescido ou não da pressão do vento.lO: H ' = 1. Para valores aiperiores deveremos empregar o de Nmáx dada pela expressáa (111.3 . 3 1. = 1. Esta é uma conclusão muito importante sob o ponto de vista prático. podemos chegar a uma expressão de aplicação muito cómoda e que nos fornece o valor da flecha mínima necessária para um cabo que deve vencer determinado vão numa rede elbtrica ou telegráfica (isto é. para eles que N. H' = v (no caso da reta AB ser horizontal) Partindo daí. correspondente i relação n =-= f 1 0. para-1Temos. o valor de Nm..10 com o valor de H': Temos: Da Tabela da Fig.077 H'.11 e poderemos assumir. . vem.& a tensão de ruptura do material que constitui e v o coeficiente de segurança contra a ruptura desejado no caso. Til-1 .Aplicações Ex. normalmente. 'para m h s de apo adota-se. Seja S'a área do cabo. pois os cabos das redes elétricas das cidades nunca7 têm f > O.

= Ymáx MS" Conhecido o valor de H'. 111-9 (os trechos AC. Fi& UI-9 . .276 Cuno de análise estrutural Pedem-se: a) Definir a geometria do cabo. a partir dela. 111-7 Sendo a viga biapoiada de substituição a indicada na Fig.4: H' = r 100 t. 3 1 -4 1 a da Fig. levando em conta que y & = 11. então. 111-8 .b m: Da expressão 111. o problema está resolvido e temos: a) Geometria do cabo: É dada pelas distâncias y* da reta AB ao cabo. G 4 0 m +4Om +ZOm+ Fig.Estudo da viga biapoiada de 2? grau). c) Calcular a inclinação do cabo junto dos apoios.Configuração deformada do cabo e reaçáes de apoio (em escala deformada). d) Calcular o comprimento total do cabo. substituição. FiS. iguais a: 39t M s Y* =Ii= -1O0 M s 100 Qlem tl A configuração geom6trica do cabo -21 para o carregamento indicado 6. CD e DB são. 111-8 temos. b) Calcular as reaçóes de apoio e o esforço normal máximo atuante. parábolas do. evidentemente.

39 = 21.9409 [ +-(L i ' .9604). atuando emB. = +H" = d 4 I 2 + 1002= 108.31° = 21' 18'21" d) Determinação do comprimento do cabo Calcularemos o comprimento do cabo como soma dos comprimentos dos trechos parabblicos do 20 grau AC.con.3 I = 40m A * -. t LI 11.9604)4] Para o trecho CD: Para o trecho DB: LDB = O '0.08 t de tração.1 a 111-10.O : I? <0. 111-9 são obtidas da expressão (I11.26 m .Esquemas para emprego da expressão 1 1 1 . 111-9 e.I.\ .AC = = J J m-10. a partir dos esquemas das Figs.. (COS a = 0. ( [ - (0.VSmá. CD e DB. obtemos .71 m 8 40 8 1 t-n2cos4a) = 3 0.Trecho AC UI-10.7. 111-10 . para os quais é válida a expressão (111.5). da expressão 111. forme indica a Fig.7 i -(1 cos a 41.I$ I = 20m v Para o trecho AC: I.Trecho CD IU-10.9409t (COS a = 0. 111-10.2 = 4. Temos. deirnáx $(1 c) As inclinações do cabo junto aos apoios A e 6.6. \ C I 1 L-rn-* '------I D I y h i O .2 .Trecho DB (cosa = 0. 1.99401..3 . valendo 9~ = ang tg = ang tg 0.6 .1 .17). dadas por q~ e eB.Introduçio ao estudo dos cabos 277 b) As reaçóes de apoio estão indicadas na Fig.9409)4 1 = 21. Fig.9604 1 + ?.4m .

278

Cuno de analise ertnitural

O comprimento total L do cabo C dado, então, por:
L = LAC

+ LCD + LDB = 41,71 + 40,31 + 21.26

=

103,28 m

Ex. 111-2 - Qual o valor da menor flecha que pode ter um cabo de aço, cuja tensão de ruptura é UR = 100.000 t/m2 para vencer, com segurança i ruptura superior a 4, um vão de 400 m.
O peso especifico do aço 6 y
vq12 , ou seja: f . 8SuR mm
=

7,85 t/m3.

Temos, conforme indica a expressão 111.23, chamando S i área do cabo:

f>--

-

vySIZ v7P 8 % ~ 8oR

No caso, ficamos com:

Observaçáo: Notar que, como-f < 0,10 a expressão (111.23) pode ser, I realmente, empregada, com precisão satisfatória.
Ex. 111-3 - Um cabo está suspenso em dois pontos situados no mesmo nível e distantes de 500m. suportando uma carga de 0,M tlm. Sabendo-se que o esforço normal máximo atuante é igual a 60 t, pede-se determinar:

a) a flecha do cabo b) seu comprimento total a) Determinação da flecha: Temos, da expressão (111.19):

NO caso, ficamos com: 60 = J 1 f 1 6 i 1 2 X ~ , ~ X 5 0 0: 8n Vem, então: f = r11 = 0,0422 X 500 b) Compnmento total do cabo: Da expressão Ill.iY, temos: I. = 1 (1 8 + -ri2) 3
= =

n=0,0422

21,1 m

8 5 C (I +X 0.042Z2) Oi i

=

502.38 m

Introdução ao estudo dos cabos

279

Observação: Poderíamos ter resolvido este problenia. com excelente precisào, empregando a Tabela da Fig. 111-6, senão. vejamos: 60 = 3 Como N,,á, = ( q l ) k , , temos: /c, = 0.04 X 500
Para descobrirmos a que valor de empregando interpolação linear:
11

corresponde o valor k , = 3. temos,

vem entào: f

= ri1 =

21,3 m
I!

Também empregando interpolação liiicar, obtemos, para

= 0.W27:

k 2 = 1.0043

+

0.27 (1,0067
=

-

1,0043) = 1,00495

vem então: L

k21 = 502,47 m

Conforme se verifica. poderíamos ter resolvido o problema através de uni simples emprego da Tabela da Fig. 111-6. obtendo resiiltados cnm Stinia precisào (o erro cometido seria inferior a 1%).

2.4

-

Efeitos secuiidários :]os cabos

2.4.1 - Alongamento elástico de um trecho de cabo coli carga ~iniformemente distribuída Seja o czbo da Fig. 111-11, submetido ao carregamento distribuído q. Sabemos, da ResistÊncia dos Materiais, que seu alongamento será daao por:

Fig. 111-1 1

280

Curso de análise estrutural
:

por 2.Y = O a Fig. 111-12.

N , (x) = H'cos a x

H'cos zq= a -, d.7

(1s

coiiforme indica

Fip. 111-12 - Uetrrrninaqào de NS /xJ = J I H 1 .
tVA

Ficamos então, levando eni conta (111.1 I), com:

obtendo-se: H' cos a

AL =---

I (sec2a + - i ? ' ) . OU 3 substituindo H' pelo valor definido em (111.9):
ES

16

Ohseri~a~õe.~: caso de termos um cabo com cargas concentradas e a) No uniformemente distribuídas. o cálculo do alongamento elistico do mesmo será feito, sucessivamente, para cada trecho entre duas cargas coiicentradas adjacentes (sendo válida, para eles. a expressáo (111.24)). obtendo-se o valor final pela adição dos resultados encontrados para cada um destes trechos.
h ) No estudo que estamos fazendo. estamos desprezando, na determinação da configuração de equilíbrio do cabo, a influêricia de seu alongamento elástico, de modo que toda a teoria desenvolvida pressupõe o regime das pequenas deformações. A consideração. na determinação da configuraçêo de equilibrio do cabo, de seu alongamento elástico, torna a solução matematica do problema bastante mais complexa, fugindo do nível em que estamos abordando o assunto (nível este que já fornece precisão suficiente para resolução de grande número de problemas). c) A considcraçáo da influêricia do alongamento elástico do cabo na obtenção de sua configuração de equilibrio acarretaria, evidentemente, um pequeno aumento de sua flecha, com uma conseqüente pequena redução de seus esforços normais. Pode-se mostrar, para cabos parabólicos de pequena flecha (11 < 0,20), nos quais esta redução de esforços normais d um pouco

Introdução ao estudo dos cabos

281

mais sensível, submetidos a carregamento uniformemente distribuído "q': que os esforços normais (bem como a reação horizontal), calculados desprezando-se a influência do alongamento elástico do cabo, podem ser multiplicados pelo fator redutor

sendo E o módulo de elasticidade longitudinal e S a área da seção transversal do cabo. Nos casos correntes, este coeficiente redutor 6 tão próximo da unidade que pode ser desprezado, razão pela qual não estamos dando maior ênfase ao assunto. 2.4.2 - Variação de temperatura Seja o cabo parabólico da Fig. 111-13 (isto é, um cabo cuja carga atuante
é uniformemente distribuída) e suponhamos a atuaçáo de uma variação de

temperatura A t em relação à temperatura do dia da fixaqão do cabo.

F .111-13 i

Chamando:f, L, H' ads valores da flecha, do comprimento total do cabo e da reação de apoio na direçáo AB. antes da atuação davariação de temperatura;

fr, LI, H;

aos valores das mesmas grandezas após a atuaçáo da variação de temperatura;

a, ao coeficiente de dilatação linear do material do cabo, temos: L , = L + acAIL

Levando em conta (III.17), vem: 1 8 ftZ 1 X - X cos4a) = -(I 1 cosa c - (I +

8 f + - X - cos4a) (1 + a, A,)
3 1

''A d e d u ~ ã o desta expressão é inteiramente análoga e possui as mesmas simplificações feitas no rstudo da influência da variação d e temperatura feito a seguir.

282

Curso de análise estrutural

Desenvolvendo. obtemos:

- fl e levando em conta que, no regime Substituindo f - f7 por (rt + fl : das pequenas deformações If, + fl ; 2f obtemos: i

Por outro lado, levando em conta (111.9). temos:

Dividilido esta última expressão por H', obtemos, levando, niais uma vez. em conta (111.9).

Introduzindo a expressão (111.26) em (111.27), obtemos:

Notaiido. agora, que o terceiro termo do parsntesis tem valor desprezível em presença dos demais, ficamos com
3acAl (111.28) 16ri2cus4a) Como os esforços ~iormaisatuantes n o cabo são proporcionais ao valor da reação H' (ver expressão 111.13), podemos escrever, finalmente, que o valor dos esforços iiormais N l atuantes após a variação de temperatura A , em função do valor dos niesmos esforços N atuantes antes da variação de temperatura é dado por:
H ; = H'(I -

Observações: a) A expressão 111.29 mostra que. iio caso de aumento de temperatura ( A , > O), os esforços normais existentes n o cabo irão abaixar (o que 6 razoável. pois o aumento de temperatura provoca um aumento de flecha do cabo). Para diminuição de temperatura ( A , < O), entretanto, como Iiaverá redução da flecha, os esforços normais aumentarãg, podendo este aumento assumir valores apreciáveis para o caso de cabos com flechas muito pequenas. não podendo se deixar de levar em conta, neste caso a influência deste aumento de esforço normal no dimensionamento do cabo.

Introdução ao estudo dos cabos

283
0.01. A, = -30 "C,

I a , = 10-5/"C e com linha de fechamento horizontal:
Teremos pela expressão (111.29):

f Por exemplo, suponhamos um cabo com n =-=

o que mostra que a variação de temperatura majorou em 56% o esforço normal atuante no cabo. pouco maiores, a influência de diminuição de I c temperatura já cai bastante. Se tivkssernos 11 = $ = 0,03, mantendo os
=

Para relações n =-um

f

outros dados do exemplo anterior desta obsewaçáo, obterí&os: .V, = 1,063 N. o que mostra a baixa sensibilidade às variaçóes t6rinicas normais de cabos com flechas não excessivamente pequenas.

b) A variaçio de comprimento A L de um cabo parabólico devida à variação de temperatura Ar vale, evidentemente:

AL = a , A t L ou seja, levando-se em conta (111.17): 8 AL = acAt 1 (1 +-ii2cos4a) COS N 3

-

2.4.3 - Ação do vento No projeto de um cabo, caso exposto, não podemos deixar de levar em conta, al6m da influéncia das cargas tipo permanentes (peso próprio, etc.) a influência do vento que 6 traduzida por uma carga uniformemente distribuída v. definida pelas normas de projeto de cada país e que deve ser somada vetorialmente ao carregamento p atuante, conforme indica o esquema da Fig. 11-14.1, dimensionando-se o P',. -Lq cabo para o carregamento resultante q. " O valor do ângulo u dependerá, evidentemente, da direçào em que o vento sopra, e devemos atentar para Fi.111-14.1 os pontos seguintes:

pv
-.

II

Pernianrçcndo válidas, para este carregamento

'bq" todas % expressões deduzidas

no item 2 deste ca~itulo.

111-14. conforme mostra a Fig.__ -. + dmin (111. máx... Fig. passará a ser (p + v cos a).i. 111-15. o que acarretará.. obtida do esquema da Fig. eviden..I temente. 111-15 I) fVert. que passará a ser .31).2 A consideração deste aumento de flecha do cabo devido ao vento é particularmente importante no projeto das linhas de transmissáo. haverá uma inversão no sentido da solicitação vertical atuante sobre o mesmo.- Conforme mostra a Fig. 2) Os esforços normais no cabo são calculados para q = d(p + v cos a)' + ( V sen a)' Neste caso.284 Curso de analise estmtural a) Caso de - 5<a < 2 - . 111-14. ficando definida a altura minima de cada torre da linha de transmissão (que são os elementos mais caros da linha) pela expressão (111..31) Fig..'% _ --. a componente vertical de carga devido à = influência do vento. que d o de vento succionando o cabo. pois nelas exige-se uma distância minima dmh do cabo a? solo. um aumento da flecha vertip+vmsar cal do cabo.-. para a carga í$ + + v cos a). é calculada. . 111-14. [ V sen oi H >fven.

Caso geral: pontos de simpensão em níveis diferentes a) Determinação da elástica Seja o cabo AB da Fig. f " ~ a s o em que-> 0.CABOS COM CARREGAMENTO UNIFORMEMENTE DISTRIBU~ SEGUNM) SEU COMPRIMENTO 3. indicado na figura. a). alem de introduzir &rios problemas de vibração na estrutura. no qual a hipótese de considerarmos o carregamento disI tribuido segundo o vào introduziria nos resultados enos superiores aos aceitáveis. adotamos a solução esquematizada na Fig. não podemos deixar o cabo mudar sua concavidade. pois isto implicaria na destmição do material suportado pelos cabos. que funciona como cobertura. o cabo tenderia a trocar a sua concavidade. Esta trndencia chega a ocorrer para cabos suportando coberturas muito leves e. para a situação de cargas de cima para baixo. de tal forma que. constituindo-se. submetido à atuação do carregamento q uniformemente distribuído segundo seu comprimento. . funcionará o cabo @ (recebendo. Fig. Quando tal ocorre. passando a ter flechas para cima. o peso do cabo sucção (carga de baixo para cima). na adoçáo de dois cabos portantes @ e @ de concavidades opostas.Introdução ao estudo dos cabai 285 contrária à da gravidade.20. interligadas por barras verticais capazes de trabalhar à compressão ou à tração. trabaihando o cabo @ para a situação de inclusive.1 . pois buscaria a configuração na qual estivesse trabalhando à tração. 111-16 3 . que 6 a única forma de trabalho estático capaz de desempenhar. evidentemente. 111-16. 111-17. basicamente.

111-18. y ] . a partir do esquema da Fig. t qs Dividindo membro a membro as duas últimas igualdades. A / . = = H'cosa (111. 111-1 8 Introduzindo o parâmetro auxiliar a.33) e levando em conta que ds = c 1 + (-)' dx. ficamos com: =- H ' c o s <r 4 Diferenciando (111. as seguintes relaç0es entre o esforço iiormal N atuante numa seção gen6rica S do cabo e o esforço n o m a l NA atuante em A . vem: . + qs H ' cos rr Fig. - F-"--- tgip. obtido destacando o arco AS do cabo.Cursa de análise estrutural l t . definido por (UI.32) Por XY = O Nsenq = NA senq. podemos escrever. *X Fig. vem: tgq . / ' . Por 2 X = O Ncosq = NA cos q.34). 111-17 Chamando q. à inclinação do cabo com a horizontal em A e ip à inclinaçáo numa seção genérica S (x. . . . .

. seiido K uma coristatite de integração K) y = + C. d obtendo-se: I K) .36) A equação (111.v = a [cosh (-+ a X K ) . pois pode ser determinado pela eqiiação transceiideiite (111. ficamos com . iiitegrindo-a sucessivameiite duas vezes: *= dx x serih (a a cosh: ( + I ' a + K). oii desenvolvendo-se: (cosh- 1 a - 1 ) cosh K senh-senh a I K =a (111. . então: .d? = senh (-+ dx a tgq. conhecido a. obtemos s x Como. para x = 0 .Introdução ao estudo dos cabos Sy dx dx2 d2i.v (li = d .35) mostra que a elástica do czbo 6 dada por uma catenária.33).z=y 1 JJJdvz' 1 +(A) dx Esta equação diferrncial defiiie a elástica do cabo e temos. =-=ds a a n 1 + (dY d dr r .cosli + K .cosh K] (111. obtemos: O = u cosh R + C : C = -a cosh K A eqiiaçio da elástica do cabo 6. o valor de K náo será iiic6gnita adicional. b) Determinação do comprimento do cabo Da expressão !111. sciido C uma segunda constante dc integração. Notar bem que.) K )e di. Levando em conta que. = (-) = a (- dl~ dx .35) O valor de h é obtido da condiçáo ' . temos: y ( 0 ) = 0.x . ~1.tg q.36) (iiormalmente resolvida por tentativas).cosli (-+ a U . que fica definida desde que se conheça o valor de a. para o que cada problema deve possuir um dado adicioiial que permita sua obtenção.y = n = senh R. ou seja: .

a partir de (111. pela resolução da equação transcendente (III.321.35): a K) N.39) O estudo de um cabo. ficamos com: X N = q a J I + senh2 (L+ K) a N (x) = = q a cosh (-+ a K) Os esforços normais (de tração) atuantes numa seção genérica do cabo são dados.cos a 4 (111. isto ocorreria para o apoio B do cabo). simbolizando esta expressão o comprimento - do cabo medido desde o apoio A até uma seção genérica S. vem: N = q a sec 9 x Finalmente.34) .37.34).18. 3 5 . sendo o valor de K obtido. então. obtido fazendo-se x = 1 nesta última expressão.i.39). submetido a um carregamento uniformemente distribuído segundo seu comprimento. então.38) e (111. fica resolvido atraves das expressões 1 1 . + a cosh K) d) Resumo do formulário (U1. (111. a partir do conheciniento de a.34). por: q a cosh (X a + K) (111. 111. chegando-se à expressão (111. H' a = . definido por (II1. quando y for miximo (no caso da Fig.dy = senh (-+ dx a K). observando que $9 =.á.37) que o define.38) X Observação: O esforço normal máximo ocorrerá quando cosh (-+ for máximo. ou seja. todas elas função do parâmetro a. senão vejamos: De (III. temos N = H' COS O = ~ ' c o a sec 9 s Levando em conta (111. valendo. O comprimento total L do cabo é. c ) Detenninqão dos esforços normais Os esforços normais N atuantes numa seção genérica S do cabo São prontamente obtidos a partir das expressóes anteriores.288 s = Curso de analise estrutural x a [senh (-+ a K) senh K]. (ILI.36). = q @.38) e (I11.

Caso particular: pontos de suspensão no mesmo nível Para o caso particular de termos os pontos de suspensão A e B no mesmo nível. 111-20 Fig. as expressóes do item anterior se simplificarão extraordinariamente com a adoção do sistema de coordeiiadas representado na Fig.áx +a COS~ K ) (111. nl-I 9 1 (cosh-a 1) cosh K + senh-senh a 1 K =- d a (111.38) ~~a~ = O>.2 .Introducáo ao estudo dos cabos 289 Fig...39) 3. 111-20 .36) N ( x ) = q a cosh (ã+ K ) X (111.

'4~má. Observa~áo:Cada problema deverá apresentar um dado suplementar que conduza à determinação d o parâmetro auxiliar a. sabendo-se que a fleclia desejada é de 100 ni. diretamente a partir do esquema da bip.3 t/in 6 suspenso em dois pontos situados no mesmo iiível e distaiites 400 m. 111-4 Um cabo pesando 0.3 .41) a (111. ocorre em A c B. obtendo-se. as expressóes (111. podendo ser obtido. Determinar o esforço iiormal máximo nele atuante e o comprimento total do cabo. a partir do qual a cateliiria fica defiiiida. 111-19 por .)I3 normal N 3. todas elas em função do parimetro auxiliar a. (Os dados mais usuais são a flecha f do cabo ou o esforço . desejado no cabo. I3l'sta obqervaçào r' vilida para o caso dc pontos de suspensão no mesino nível ou rm níveis difcrcntrs.44) que resolvem o problema.Aplicações Ex. 111-20. definido por (111. por procedimento matemático inteiramente análogo ao adotado no item anterior.40) e referindo-se à Fig.290 Curso de analise estrutural (obtido adotando-se como origem o ponto de máximo da catenária).

s t Por (111. .41) obtemos 200 200 1O0 100 = a (cosli -. ciitáo: a = 215 m Dai vem: Por (111. a a a A resolu+o desta eqiiaçáo transcendente em a 6 feita. para x = 200 : y = f = 100. Fig. no qual vamos experimentando diversos valores para a.Que flecha f devemos dar a um cabo submetido a uma carga distribuída q segundo seu comprimento e vencerido um váo I (estando os pontos de suspensão no mesmo nível).44) temos que o esforço normal máximo atuante no cabo será mínimo quando a soma (a + fj for mínima Qá que q é coiistante). 111-22. para que o mesnio fique siibmetido aos menores esforços normais possíveis? Qual o valor do esforço normal máximo que atuará n o cabo nestas condiçóes? Da expressáo (111. 111-21. ou seja: cosh -= 1 + -.3 (215 + 100) = 94. a partir de um quadro de valores como o indicado na Fig. 111-5 .Introdução ao estudo dos cabos 291 Conforme indica a Fig.2 m Ex.h. usualmente. = q (a + f) = 0.42): 1. por tentativas..I).44): N. . = 20 senh .= 2 X 215 senh 20 215 I 200 = 460. temos. 111-22- Obtincáo iie o Obtemos. até t e m o s uma diferença desprezível entre os dois membros da equação em face da precisão desejada n o cálculo.. Iiitroduzindo-se estes valores na expressão (lII.

cujos pontos de suspensão estão no mesmo nível.4 ' 1 -2a 1) = 1) = 0.2 . devemos ter .= O.000 t/mz. esta equação transcendente (por procedimento inteiramente análogo ao do exemplo anterior). Sabendo-se que sua flecha B de 60 m.O cabo de aço de uma ponte pênsil de 800 m de vão. ou seja: da -- Obtemos.292 CUM de anblise estrutural Explicitemos esta soma S = (a + f) como função de a: Temos: 1 I S = a + a (cosh 1) = a cosh 2a 2a dS Para que S = S(a) seja mínimo. sabendese que a tensão admissivel deste aço à tração é de õ = 20.3381 = 33.2 2. C) Variação do esforço normal no cabo se o mesmo for submetido a uma diminuição uniforme de temperatura de 50 'C. 4 . pede-se determinar a área necessária de sua seção transversal.. 4. deve suportar uma carga total máxima uniformemente distribuída de 8 t/m. na prática. obtemos I --. então: f = a (cosh .(cosh 1. por tentativas.1 .8%1 O esforço normal máximo atuante nestas circunstãncias (equivalendo a mí~mo esforço normal máximo para o vão 1 e a carga distribuída Q atuante) valerá: Obse~~<~çiio: o leitor o grande partido que pode ser tirado. . enião: $h 1 20 -= 20 1 Resolvendo.2 20 A flecha valera.EXERCfCIOS PROPOSTOS 4. Note das conclusóes obtidas neste exercício. b) Alongamento elástico do cabo. calcular: a) Comprimento total do cabo.Para os valores do exemplo anterior.1.

Introdução ao esiudo d a d o s 293 São dados: ol.5 . Calcular sua flecha e o valor do esforço normal máximo atuante.005 t/m segundo seu comprimento. sabendo-se que o caboBCD. que é de Som.da barra AB. Iii-23 . = 2 X 10't/mz 4. pesa 5 kg/m e esta em equilibrio com a corda CD de 65 m pendendo Livremente.3 .4 .Um cabo deve suportar uma carga uniformemente distribuída de 1 t/m segundo o seu vão. O atrito e as dimensóes da roldana em C são despreziveis. 'r Fig. com um comprimento total de 110 m. 4. de comprimento total = = 185 m. 4. pede-se determinar seu comprimento total.O cabo de uma linha de transmissão suspenso em dois pontos no mesmo nível.Calculas a flecha do cabo da Fig 111-23 e os esforços simples na seção A . tendo uma carga distribuída de 0. existindo um desnível de 1 0 m entre os pontos de suspensão.b = 10-s/oC. Eab. deve vencer um vão de Som. Sabendo-se que o esforço normal máximo admissivel que o cabo pode suportar vale 100 t.

Para pedidos telegráficos deste livm.52575 A. é suficiente telegrafar assim: Dicionário . . basta indicar o número 2575 A.EDIÇÃO 2575 A . antepondo a esse número a quantidade desejada. para pedir 5 exemplares.Rio de Janeiro . não é necessário transmitir a letra A. Desejando-se encomendar 10 ou mais exemnlares. Por exemplo.

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