1

Em o gran t d a a de s , v ai n d a, q u o u tas as t re d r qa ne m Do T e o am an d e f o m a pro s pe u e d ’ í n n d e z d e it hoem fm a ram o i s e n d o d a is ace na m pe q u o rb e , Propo ra a d ’e de s pú r s m e s ud o e s pí e d ian ia e n e z tco is as rção T nt io cr rad a rit a a o l d e u êm v h á q e s cim he ir u g é, po e n t ran d e z a s po dm a pro pt d e e u e s ã o r co n o. Fal s e gu o u f e q u e o rçã o o u tas t, c a az ê - re r a t lq r , int , q ue ont e co ls a e m pua u e t m a d e fn imu d o , re n s ab a i n vd t r o i ar a id a e e d iz e n h o d a o s o plm b ra pe l vd ê i n r a t n t r: Is t a a cia. o é s co is asad rã o c q u e s s e om o om .P de q a ag u e m t n t s ran d e m o is v m q u e l s t d v ze v. e s as aa o s ta o gramo o s n ó ê , q u e q u e l r çan d o s c s, t d a o u t o é o m i l o n s u b h u m an o r st os e a pro pe q a u e n ou m m a n ciar o , po rç pa ão s , ’ o cu s e m cu s ao l n t o id ar, a o la h r

Uma cr i atur a em outr a pr esa; essoutr a em for ma de r etor ta da gén ese h omun cular .

Um pei xe den tr o de outr o pei xe. . .

. . poi s os gr an des sempr e tr agam e sempr e tr az em os pequen os. .

O

CUR R ICULUM

é um car r o pequen i n o que tr an spor ta a n ossa vi da.

oe a its rc a xé lh e se on m ac N ues d

d een c

os or f ósa. fh el t

Dueto: o poeta (sur r eali sta) e seu (pacato) dai mon .

O

Ho me m-

Co nc

ên

tr i

co

a si pr óp ri

o

fa z

so mb

ra

.

d On

e

tá es

a

~ o çã or op pr

?

Só um Colosso i n ter pela a Lua.

Um

p ou c o d e c a lm a & A lm a a té A lm e i d a .

Qual o peso da vi da?

É mai s olh os . . .

. . que bar r i ga. .

Um tr i o Em ter ceto A con tar um son eto Num cor eto.

Er a

be lo ...

&

am

ar

el o.

~ P 'la man h ã P r oman a alegr i a de pomo, ~ Uma maçã.

~ ~ Alegr i a em combustao do n osso R apaz - Fei j ao.

o. m. et . so on o , , s et Um i s d u D o ês, Tr

Tudo cabe n esta cai xa.

O i lustr í ssi mo . . .

..

.

tr us il

r. do a