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A “Partícula de Deus”

A matéria é feito de átomos. O átomo é constituído por um núcleo de protões e eventualmente também com neutrões e por uma nuvem que o cerca com eletrões. Os protões e neutões são constiuídos por partículas subatómicas (quarks e outras), mas cada subpartícula, em si, tem um nome específico e cada uma confere uma característica especial à matéria. Algumas dessas subpartículas têm o nome de bosões.

Em 1964, por dedução, o físico britânico Peter Higgs postulou que existia o bosão que hoje tem o seu nome e que devia dar massa a outras partículas e é por isso que a matéria tem peso.

Petter Higgs com 83 anos em 2012

A teoria do Big Bang diz que o universo começou como um ponto muito pequeno e se expandiu, criando espaço e massa há cerca de 14 mil milhões de anos atrás. Sem a existência desta partícula, os cientistas reconhecem que o Universo não podia ter-se formado após o Big Bang. Desde então, há cerca de 50 anos, que se procura esta partícula, mas ela resistia a aparecer. Leon Lederman (prémio Nobel de Física), publicou um livro em 1993 sobre esta partícula. O autor queria chamá-lo de "The Goddamn Particle" ("a partícula maldita"), por ser difícil de encontrá-la. O editor tirou o termo "damn" e colocou o título de "The God Particle", já que temia que a palavra "maldita" fosse considerada insultante. Assim, o bosão de Higgs ficou chamado de "Partícula de Deus" por causa de um livro cujo título foi mal trocado. (E parece que os jornalistas desconhecem isto). O LHC, (maior acelerador de partículas do mundo, na fronteira entre a Suíça e a França) , um túnel de 27 quilómetros de circunferência, instalado a 100 metros de profundidade, na sede do CERN (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares) em Genebra , voltou ao trabalho em abril de 2012, em pleno rendimento e gerou em três meses mais dados que em todo o ano de 2011. O motivo é que os cientistas tentam recriar as condições que formaram o universo, a partir do chamado Big Bang. No LHC são feitas colisões. Supercondutores aceleram, em sentidos opostos, dois feixes de protões até quase atingirem a velocidade da luz. Os protões completam 11 mil voltas por segundo dentro do acelerador até colidirem de frente mostrando as subpartículas, a maioria das quais só existe durante um tempo inferior a cem milionésimos de segundo, isto é 1/10 000 do segundo. Depois de muitos testes, os cientistas detetaram o bosão de Higgs, anunciado pelo CERN em 4 de julho de 2012.

O mundo científico, ficou agitado. O mundo jornalístico, dos média (mundo bombástico a qualquer preço), ficou agitado porque muitos interpretaram que Deus já não tinha lugar com esta descoberta. Porém ainda faltam descobrir inúmeras partículas e uma delas é muito importante: o gravitão que daria o atributo da gravidade.

A história da cosmologia moderna começou em 1917, com Einstein, quando este aplicou sua teoria da gravidade ao cosmos. Contudo, ele encontrou um sério problema a ser resolvido: suas equações implicavam num universo instável e que colapsaria sobre si próprio devido à ação de sua própria gravidade. Para produzir um universo estável, como imaginado por ele, Einstein precisou adicionar um novo parâmetro às suas equações, a chamada constante cosmológica, um termo de antigravidade capaz de compensar a instabilidade causada pela gravidade atrativa de toda a matéria contida no universo. Em 1929, o astrónomo Edwin Hubble mostrou que as galáxias estão continuamente afastando-se uma das outras. Einstein concluiu que seu termo constante cosmológica não estava correto, considerando-o como o maior erro de sua vida! Em 1998, medidas de distâncias galácticas a partir da terra e do telescópio espacial Hubble revelaram que o universo está a expandir-se aceleradamente. Esses resultados alteram nossa visão tradicional do universo, pois sendo a gravidade uma força atrativa, as galáxias deveriam frear a velocidade de expansão. A origem dessa aceleração cósmica é, considerada o maior mistério da física e da astronomia contemporâneas. Pela Teoria da Relatividade de Einstein, tal fenômeno só pode ser explicado postulando a existência de uma forma desconhecida de energia, denominada energia escura, cuja composição seria responsável por cerca de 3/4 da densidade total de energia do universo e cujo efeito gravitacional é repulsivo, superando a atração gravitacional entre as partes do mesmo. Os físicos ressuscitaram assim a idéia original de Einstein: a energia escura talvez seja a constante cosmológica de Einstein. Para sair da enrascada, físicos esperam agora a chegada de dados de supertelescópios, mas nada garante que imagens mais precisas tragam novas idéias. A matéria tal como a conhecemos representa apenas 4% do material do universo. Os cientistas pensam que adicionalmente existirá mais cerca de 22% de matéria escura e cerca de 74% de energia escura. Podemos ver apenas 4% da matéria do universo. 96% dele permanece como um mistério para os cientistas. Isso nos dá uma ideia do quão pouco conhecemos sobre o universo e a realidade que nos rodeia e deveria inspirar muita humildade aos cientistas. O que o Livro dos Espíritos diz sobre este assunto? Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas.
Deve-se entender por infinito “O que não tem começo nem fim: o desconhecido é infinito.”

Deus não é o infinito. Deus é infinito em Seus atributos, mas o infinito é uma abstração. Dizer que Deus é o infinito é tomar o atributo de uma coisa pela coisa mesma, é definir uma coisa que não está conhecida por uma outra que também desconhecemos. Pode-se encontrar a prova da existência de Deus “Num axioma que aplicais às vossas ciências. Não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra

do homem e a vossa razão responderá.” Para crer-se em Deus, basta lançar-se o olhar sobre as obras da Criação. O Universo existe, logo tem uma causa. Duvidar da existência de Deus é negar que todo o efeito tem uma causa e afirmar que o nada pode fazer alguma coisa. Atribuir a formação primária das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, porquanto essas propriedades são, também elas, um efeito que há de ter uma causa. É indispensável sempre uma causa primária. A opinião dos que atribuem a formação primária a uma combinação fortuita da matéria, ao acaso, é “outro absurdo!”. O acaso seria então o Deus. A harmonia existente no mecanismo do Universo mostra combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Um acaso inteligente já não seria acaso, seria Deus. O homem não pode compreender a natureza íntima de Deus. Falta-lhe para isso o sentido necessário. Na estado da Humanidade, o homem confunde muitas vezes Deus com o próprio homem, cujas imperfeições lhe atribui. Quando o homem pela sua perfeição, se houver aproximado de Deus, ele o verá e compreenderá.” Há coisas que estão acima da inteligência do homem mais inteligente, as quais a vossa linguagem, restrita às vossas idéias e sensações, não tem meios de exprimir. Se a matéria existe desde toda a eternidade, como Deus, ou foi criada por Ele em dado momento, só Deus o sabe. A matéria existe em estados que ignorais. Pode ser, por exemplo, tão etérea e subtil que nenhuma impressão vos cause aos sentidos. Contudo, é sempre matéria. Para vós, porém, não o seria. E o nada não existe. Deus, é o criador, o pai de todas as coisas. Deus, espírito (alma) e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas ao elemento material tem que se juntar o fluido cósmico universal. O fluido cósmico universal, ou primitivo, ou elementar, é o princípio sem o qual a matéria estaria em perpétuo estado de divisão e nunca adquiriria as qualidades que a gravidade lhe dá. Preenche todo o universo. Essa matéria etérea e subtil que constitui esse fluido é imponderável. Mas é o princípio da vossa matéria pesada. A matéria é formada desse um só elemento primitivo. Os corpos que considerais simples não são verdadeiros elementos, são transformações do elemento primitivo. O oxigénio, o hidrogénio, o azoto, o carbono e todos os corpos que consideramos simples são meras modificações de uma substância primitiva. Na impossibilidade em que ainda nos achamos de remontar a esta matéria primária, esses corpos são para nós verdadeiros elementos elementares e podemos, tê-los como tais, até nova ordem. Nota: Quiça o fluido cósmico universal seja a tal energia escura. O futuro dirá.

Nome das 12 subpartículas do átomo e o que cada uma faz?
Este texto foi retirado de http://www.soft.eng.br/conhecerdeus/o_at… O conhecimento humano sobre a ESTRUTURA DO ÁTOMO desenvolveu-se de maneira extraordinária nas primeiras décadas do século XX. Os cientistas descobriram e comprovaram, experimentalmente e através de formulações matemáticas, que o NÚCLEO do átomo é formado de dois tipos de PARTÍCULAS ELEMENTARES básicas estáveis: os PRÓTONS e os NÊUTRONS, que juntamente com os ELÉTRONS (êstes giram nas regiões orbitais em torno do núcleo) constituem basicamente o ÁTOMO. As características principais (carga elétrica e massa) destas PARTÍCULAS, de acôrdo com a ciência, são: PRÓTON: Possui carga elétrica POSITIVA. Sua MASSA aproximada é de 1,6726.E-27 Kg. NÊUTRON: É eletricamente neutro. Sua MASSA aproximada é de 1,675.E-27 Kg. ELÉTRON: Possui carga elétrica NEGATIVA, de igual valor absoluto à do próton. Sua MASSA aproximada é de 0,0009109.E-27 Kg. (E-27 significa 10 elevado à potência -27). Comparando os valores acima, verifica-se o seguinte: a MASSA do NÊUTRON é apenas ligeiramente maior que a do PRÓTON; a MASSA do PRÓTON é cerca de 1836 a 1837 vezes MAIOR que a massa do ELÉTRON; a MASSA do NÊUTRON é cerca de 1838 a 1839 vezes MAIOR que a massa do ELÉTRON. O ÁTOMO de qualquer ELEMENTO contém no seu núcleo PRÓTONS e NÊUTRONS. A soma da quantidade dos prótons e nêutrons do núcleo é que determina a MASSA do ÁTOMO. A quantidade de ELÉTRONS orbitais é igual à quantidade de PRÓTONS do NÚCLEO do átomo. No ano de 1932 foi descoberta uma nova partícula, IDÊNTICA ao ELÉTRON, porém com carga elétrica positiva: o PÓSITRON. Alguns anos depois outras partículas foram descobertas, dentre elas o MÉSON, com massa cerca de 210 vezes maior do que a massa do elétron, podendo ser positivo ou negativo, que mais tarde foi designado por méson MU ou MÚON. Em 1947 foi descoberto outro tipo de MÉSON, um pouco mais pesado, com massa cerca de 320 vezes maior do que a massa do elétron, que foi chamado méson PI ou PÍON. Estas partículas podem se formar a partir de outras partículas, por radiações atômicas, e são TRANSITÓRIAS, a maioria das quais só existe durante um tempo inferior a cem milionésimos de segundo. Existem nêutrons INSTÁVEIS no núcleo de alguns átomos radioativos; e esses nêutrons, quando se desintegram, transformam-se em 1 PRÓTON, mais 1 ELÉTRON, mais 1 NEUTRINO. O neutrino é uma partícula muito leve, mais leve do que o elétron, e é eletricamente NEUTRO. Sua massa é menor que a do elétron; é quase nula. Em 1930 o cientista PAUL A. M. DIRAC predisse, por motivos teóricos, que a cada tipo de PARTÍCULA elementar corresponde uma ANTIPARTÍCULA (também chamada ANTIMATÉRIA), com a mesma massa, porém com CARGA ELÉTRICA CONTRÁRIA, e outras propriedades inversas. Cada ANTIPARTÍCULA é como que uma partícula "INVERSA" de outra, isto é, como que IMAGEM de outra PARTÍCULA, à qual corresponde. Como exemplo, o PÓSITRON, descoberto em 1932 pelo físico inglês Sir JAMES CHADWICK, é ANTIPARTÍCULA do ELÉTRON; ambos têm massas iguais e cargas elétricas iguais e CONTRÁRIAS: o elétron tem carga NEGATIVA e o PÓSITRON carga POSITIVA. Um é exatamente o "INVERSO" do outro. Em 1964 alguns cientistas SUGERIRAM que muitas das PARTÍCULAS conhecidas na época, podiam ser devidamente explicadas pela combinação de apenas 3 PARTÍCULAS fundamentais, que denominaram QUARKS. Atualmente, estão definidos seis tipos de QUARKS: UP, DOWN, CHARM, STRANGE, TOP e BOTTOM. Os QUARKS mais leves são os UP e DOWN, aos quais atribuiram CARGAS elétricas de + 2/3 e - 1/3 da carga de 1 PRÓTON, respectivamente. São estáveis, e segundo os cientistas formam os PRÓTONS e os NÊUTRONS (constituintes dos núcleos dos átomos), da seguinte forma: 1 PRÓTON é formado por 2 UP + 1 DOWN; 1 NÊUTRON é formado por 2 DOWN + 1 UP.

Segundo a ciência estes DOIS TIPOS de quarks, juntamente com os ELÉTRONS, formam os átomos de todos os elementos simples da TABELA PERIÓDICA. No entanto, tais quarks (UP e DOWN), bem como suas cargas, não podem ser isolados. Sua existência é apenas TEÓRICA, não representa uma realidade comprovada experimentalmente; não se sabe o que seja a MASSA de um QUARK. Quanto aos demais QUARKS, diz a ciência que foram abundantes nos primeiros momentos após o "BIG BANG", mas agora são produzidos apenas em LABORATÓRIOS. As PARTÍCULAS elementares estão sujeitas a FORÇAS de INTERAÇÃO no interior do ÁTOMO. Algumas partículas transitórias, que são INSTÁVEIS, podem ser continuamente criadas e aniquiladas, por causa das FORÇAS DE INTERAÇÃO. As FORÇAS DE INTERAÇÃO podem ser de quatro tipos: interação nuclear FORTE; interação nuclear FRACA; interação ELETROMAGNÉTICA; interação GRAVITACIONAL. Os PRÓTONS existentes no NÚCLEO de um átomo, mesmo tendo todos eles cargas elétricas IGUAIS, do mesmo tipo, isto é, POSITIVA, e embora aglomerados não se afastam entre sí por repulsão, como poderia parecer a princípio. Se assim acontecesse, o núcleo do átomo não seria coêso, ao contrário, deveria se DESMANCHAR. Porém, não se desmancha. As cargas POSITIVAS dos prótons são EQUILIBRADAS (neutralizadas) pelas cargas NEGATIVAS dos elétrons orbitais. Além disso os PRÓTONS, juntamente com os NÊUTRONS, são mantidos UNIDOS entre sí, no núcleo, pela FORÇA FORTE de interação, uma força nuclear poderosa. Aliás, sempre me intrigou o fato de que os PRÓTONS, que são partículas com carga POSITIVA, não se separam uns dos outros quando aglomerados no núcleo do átomo. E admirava-me também o fato de que os NÊUTRONS existentes no núcleo, sendo partículas NEUTRAS, eletricamente equilibradas, não DESPENCAM do núcleo. Para explicar tal fenômeno os cientistas imaginaram uma partícula HIPOTÉTICA, que chamaram de GLÚON, portador hipotético que transmite a FORÇA FORTE nuclear, que produz a ATRAÇÃO entre os PRÓTONS entre sí e os NÊUTRONS, mantendo-os fortemente unidos (como que em um efeito COLA), formando a UNIDADE do núcleo. É sempre bom repetir que apesar da grande quantidade de partículas conhecidas, as PARTÍCULAS ATÔMICAS elementares BÁSICAS e ESTÁVEIS são os PRÓTONS, NÊUTRONS e ELÉTRONS.

Subpartículas atómicas
Elétron: Partícula mais conhecida e mais estudada. Massa de repouso: 9,1083 x 10-31 kg, carga elétrica: − 1.602 x 10-9 C, Spin: 1/2 h-barra Pósitron: Já era prevista por Paul Dirac e foi confirmada a existência em 1930-1940 pelo físico americano Anderson. Possui massa de repouso e spin iguais a do elétron. Carga elétrica de mesmo módulo e sinal contrário. Próton: É um núcleon. Possui massa 1836,12 vezes a massa do elétron. Mesmo spin e carga de sinal contrário. Antipróton: Descoberto em 1955. Já se suspeitava que existissem outras antipartículas desde a descoberta do pósitron. Possui mesma massa e spin que o próton, mas carga de sinal oposto (sinal negativo). Nêutron: Possui carga nula, massa 1836.65 vezes a massa do elétron e spin 1/2 h-barra. Pode se desintegrar dando origem à um próton, um elétron e um neutrino apenas quando está livre (fora do núcleo). Antinêutron: Possui exatamente as mesmas características do Nêutron, mas organização interna diferente. Um nêutron é composto de um quark up e dois quarks down. Logo, imagina-se que o antinêutron seja formado por

um antiquark up e dois antiquarks down. Fótons: São chamados de quantum do campo eletromagnético. Possui massa e carga ellétrica zero e spin 1hbarra. Grávitons: Analogamente ao Fóton, o Graviton é o quantum do campo gravitacional. Não se tem muita informação experimental sobre ele. Só existe com velocidades próximas ou iguais a c (velocidade da luz no vácuo). Mésons: quer dizer, massa média. São partículas que possuem massa entre a do Elétron e a do Próton. Existem 8 tipos de Mésons: Hiperons: Partículas de massa maior que a do Próton. Pode ser dividido em 6 tipos. Neutrino: O neutrino surge da desintegração de um Nêutron em Próton e Elétron.Possui massa menor que 0,000005 vezes a massa do elétron e até agora foram descobertos 4 tipos de neutrinos diferentes.

Gráviton

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Na Física, o Gráviton (português brasileiro) ou Gravitão (português europeu) é uma partícula elementar hipotética que seria a responsável pela transmissão da força da gravidade na maioria dos modelos da teoria quântica de campos. A teoria postula que os grávitons sempre são atrativos (gravidade nunca repele), atuando além de qualquer distância (gravidade é universal) e vêm de um ilimitado número de objetos. Portanto, se o gráviton existir, deve ser um bóson de spin par e igual a dois, e deve ter uma massa de repouso zero, segundo a Mecânica Quântica.

Cronologia da descoberta de partículas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Esta é a cronologia da descoberta de partículas subatómicas e das partículas que até agora parecem ser partículas elementares. Ela também inclui a descoberta de partículas compostas e antipartículas que tiveram uma particular importância histórica. • 1895: Raio-X produzido por Wilhelm Röntgen (mais tarde identificado como fotão)[1] • 1897: Electrão descoberto por J.J. Thomson[2] • 1899: Partícula alfa descoberto por Ernest Rutherford nas radiações do urânio [3] • 1900: Raio gama (um fotão de grande energia high-energy descoberto por Paul Villard no decaimento do urânio.[4] • 1911: Núcleo atómico identificado por Ernest Rutherford, baseado no dispersão observada por Hans Geiger e Ernest Marsden.[5] • 1919: Protão descoberto por Ernest Rutherford[6] • 1932: Neutrão descoberto por James Chadwick[7] (predicted by Rutherford in 1920[8]) • 1932: Anti-electrão (oupositrão) a primeira antipartícula, descoberta por Carl D. Anderson[9] (proposed by Paul Dirac in 1927) • 1937: Muão (o mu leptão) descoberta por Seth Neddermeyer, Carl D. Anderson, J.C. Street, e E.C. Stevenson, utilizando uma câmara de nuvens para medir os raios cósmicos[10] (It was mistaken for the pion until 1947.[11]) • 1947: Píon (or pi mesão) descoberta por Cecil Powell (predito por Hideki Yukawa) em 1935[12]) • 1947: Káon (ou K mesão), a primeira partícula estranha, descoberta por G.D. Rochester e C.C. Butler[13] • 1955: Antiprotão descoberto por Owen Chamberlain, Emilio Segrè, Clyde Wiegand e Thomas Ypsilantis[14] • 1956: Elétron-neutrino detectado por Frederick Reines e Clyde Cowan (proposto por Wolfgang Pauli em 1931 para explicar a aparente violação da conservação de energia no decaimento beta )[15] Na altura era chamado só comoneutrino porque só se conhecia um. • 1962: Múon-neutrino (ou mu neutrino) foi demonstrado ser distinto do Elétron-neutrino por um grupo

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chefiado por Leon Lederman[16] 1969: Párton (constituinte interno do hadrão) observado na experiências da dispersão inelástica profunda entre protãos e electrão no SLAC;[17][18] isto estava associado com o modelo quark (predito por Murray Gell-Mann e George Zweig em 1964) e que constitui a descoberta do quark u, quark d e quark s. 1974: J/ψ mesão descoberto pelo grupo chefiado por Burton Richter e Samuel Ting, demonstrando a existência do quark c[19][20] (proposto por James Bjorken e Sheldon Lee Glashow em 1964[21]) 1975: Tauon (ou tau lepton) descoberto por um grupo chefiado por Martin Perl[22] 1977: Mesão Upsilon descoberto no Fermilab, demonstrando a existência do quark b[23] (proposed by Kobayashi and Maskawa in 1973) 1979: Gluão observado indirectamente no [1] (página En) en DESY[24] 1983: Bósons W e Z descoberto por Carlo Rubbia, Simon van der Meer, na experiência UA1 no CERN[25][26] (predicted in detail by Sheldon Glashow, Abdus Salam, and Steven Weinberg) 1995: quark t descoberto no Fermilab[27][28] 1995: Anti-hidrogénio produzido e medido na experiência LEAR no CERN[29] 2000: Tau-neutrino observado directamente no Fermilab[30]

19.07.2012