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SUMÁRIO

SUMÁRIO 2 Produtos Elgin refrigeração 3 Ferramentas 3 Fixação de pontas de termômetro 4

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Produtos Elgin refrigeração

3

Ferramentas

3

Fixação de pontas de termômetro

4

Dados para selecionamento

5

Circuito de refrigeração

5

Dimensionamento de tubulação

8

Válvula de expansão

9

Formas de instalação

11

Cálculo do superaquecimento

11

Cálculo do sub-resfriamento

12

Balanceamento do sistema

13

Diagrama P x H

14

Causas de falhas mecânicas

14

Retorno de fluido refrigerante líquido

14

Golpe de líquido

15

Diluição do lubrificante

15

Migração de fluido refrigerante

15

Causas da partida inundada

16

Alta temperatura de descarga

19

Falta de lubrificação

20

Sistema contaminado

21

Sistema contaminado por umidade

22

Limpeza de sistema submetido à queima

22

Causas de falhas elétricas

23

Para que o compressor tenha uma vida longa

24

Comparativo UC Média – Elgin x Danfoss x Heatcraft

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Comparativo UC Baixa – Elgin x Danfoss x Heatcraft

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Comparativo UC Scroll

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Comparativo UC Frascold

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Contatos Engenharia de Aplicação

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Dados para selecionamento de Unidade Condensadora para câmaras frigoríficas  Dimensões internas da câmara

Dados para selecionamento de Unidade Condensadora para câmaras frigoríficas

Dimensões internas da câmara (comprimento x largura x altura)

Tipo do produto armazenado (carne, verduras, frutas, etc.).

Temperatura externa (ambiente)

Temperatura de entrada do produto

Temperatura interna desejada

Movimentação diária (kg/dia)

Quantidade de produto armazenado (kg/dia)

Tipo de isolamento e sua espessura

Tempo de processo

Potência das lâmpadas e tempo de utilização

Número de pessoas e tempo de permanência na câmara

Potência de motores e tempo de operação dos motores

Etapas para selecionamento

Definição da temperatura de evaporação

Estimativa de carga térmica (kcal/h)

Definição do fluido refrigerante que será utilizado

Selecionar a unidade condensadora/compressor

Selecionar os componentes (evaporador, dispositivo de expansão, etc.).

Definição da faixa de aplicação

Alta temperatura de evaporação:

de

+10°C

a

-5°C

Média temperatura de evaporação:

de

0°C

a

-15°C

Baixa temperatura de evaporação:

de

-10°C

a

-30°C

Qual a importância da faixa de aplicação

Selecionar de maneira adequada

Melhorar o rendimento e a confiabilidade de operação

Aumentar a vida útil, diminuindo o consumo de energia.

Evitar problemas em garantia

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CAUSAS DE FALHAS MECÂNICAS  Retorno de refrigerante líquido  Migração de refrigerante  Alta
CAUSAS DE FALHAS MECÂNICAS  Retorno de refrigerante líquido  Migração de refrigerante  Alta

CAUSAS DE FALHAS MECÂNICAS

Retorno de refrigerante líquido

Migração de refrigerante

Alta temperatura de descarga

Falta de lubrificação

Sistema contaminado

Retorno de Fluido Refrigerante Líquido

Ocorre quando o fluido refrigerante retorna ao compressor sem que tenha evaporado completamente, isto é, retorna como mistura de líquido + vapor, causando:

Golpe de líquido (Calço hidráulico)

Diluição do lubrificante (Devido ao fluido refrigerante se misturar com o lubrificante, alterando a capacidade de lubrificação).

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Causas do Golpe de Líquido  Excesso de carga de fluido refrigerante  Ausência de

Causas do Golpe de Líquido

Excesso de carga de fluido refrigerante

Ausência de superaquecimento

Carregar o sistema com fluido refrigerante na fase líquida através da sucção do compressor

Má distribuição ou fluxo de ar inadequado no evaporador

Evaporador muito pequeno

Pressão de condensação muito baixa

Válvula de expansão muito grande ou com ajuste incorreto

Bulbo da válvula de expansão sem contato ou sem isolamento

Tubo capilar com diâmetro maior ou com comprimento menor que o ideal

Tubulações dimensionadas incorretamente

GOLPE DE LÍQUIDO

Resulta em quebra ou danos de:

Palhetas de sucção e descarga

Placas de válvulas

Juntas

Bielas

Pistões

Cilindros

Eixo ou virabrequim

Queima do estator

DILUIÇÀO DO LUBRIFICANTE

Resulta em quebra ou danos de:

Bielas

Pistões

Cilindros

Eixo ou virabrequim

Queima do estator

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MIGRAÇÃO DE FLUIDO REFRIGERANTE Ocorre quando o compressor não está operando (compressor desligado) e sempre

MIGRAÇÃO DE FLUIDO REFRIGERANTE

Ocorre quando o compressor não está operando (compressor desligado) e sempre que o fluido refrigerante e o lubrificante entram em contato.

O fluido refrigerante na fase líquida no evaporador vaporiza e se move para o cárter do compressor.

O fluido refrigerante na fase vapor no cárter do compressor condensa e é absorvido pelo lubrificante

Quando o compressor liga ocorre à partida inundada, podendo arrastar o lubrificante para dentro do cilindro, causando o calço hidráulico.

A Migração de Refrigerante Líquido causa a Partida Inundada

Causas da Partida Inundada

Excesso de carga de fluido refrigerante

Aquecedor de cárter com defeito ou ausente

Carregar o sistema com fluido refrigerante na fase líquida através da sucção do compressor, com o compressor desligado, e ligá-lo imediatamente após a carga.

Ausência ou funcionamento incorreto do recolhimento de refrigerante (pump- down).

MIGRAÇÃO DE FLUIDO REFRIGERANTE

Resulta em quebra ou danos de:

Palhetas de sucção e descarga

Placas de válvulas

Juntas

Bielas

Pistões

Cilindros

Eixo ou virabrequim

Queima do estator

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ALTA TEMPERATURA DE DESCARGA Causas da Alta Temperatura de Descarga:  Altas relações de compressão

ALTA TEMPERATURA DE DESCARGA

Causas da Alta Temperatura de Descarga:

Altas relações de compressão

Pressão de descarga muito alta

Pressão de sucção muito baixa

Superaquecimento muito alto

Sub-resfriamento muito baixo

Alta Relação de Compressão é Resultado de:

Baixa pressão de sucção

Alta pressão de descarga

Combinação de ambas

Reduza a temperatura de descarga elevando a pressão de sucção
Reduza a temperatura de descarga
elevando a pressão de sucção

RelaçãoRelação dede CompressãoCompressão

Relação de

Compressão

=

Pressão Absoluta de Alta

Pressão Absoluta de Baixa

Pressão Absoluta = Pressão Manométrica + 1 atm (1 atm = 14,7 psig)

Tcd = 35•C R-22 181,8 psig + 14,7 psig = 196,5 psia

Tev= -40•C R-22 0,5 psig + 14,7 psig = 15,2 psia

RC =

196,5

15,2

= 12,93

Reduzindo a pressão de condensação 5 psia, temos:

RC =

196,5 - 5

=

191,5

15,2

15,2

= 12,60

191,5 - 14,7 = 176,8 psig

176,8 psig R-22 Tcd = 33,96•C

Aumentando a pressão de evaporação 5 psia, temos:

RC =

196,5

15,2 + 5

=

196,5

20,2

= 9,73

20,2 - 14,7 = 5,5 psig 5,5 psig R-22 Tev = -33,75•C

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Causas da Baixa Pressão de Sucção:  Válvula de expansão muito fechada, ou muito pequena,

Causas da Baixa Pressão de Sucção:

Válvula de expansão muito fechada, ou muito pequena, ou com ajuste

incorreto, ou com perda parcial da carga do bulbo.

Perda parcial da carga de fluido refrigerante

Má distribuição ou fluxo de ar inadequado no evaporador ou evaporador muito pequeno

Filtro secador da linha de líquido obstruído

Linha de sucção obstruída ou com perda de carga excessiva

Pressão de condensação muito baixa

Causas da Alta Pressão de Descarga:

Condensador mal dimensionado (pequeno)

Condensador bloqueado ou sujo

Re-circulação do ar do condensador

Ventilador do condensador inoperante

Excesso de carga de fluido refrigerante

Não condensáveis (Ar ou N 2 ) no sistema

Linha de descarga obstruída ou com dimensionamento incorreto

Causas do Superaquecimento Muito Alto:

Falta de fluido refrigerante

Válvula de expansão fechada ou muito pequena ou com defeito

Evaporador muito grande

Tubulações dimensionadas incorretamente

Causas do Sub-resfriamento Muito Baixo:

Falta de fluido refrigerante

Válvula de expansão muito aberta ou muito grande ou com defeito

Condensador muito pequeno

Filtro secador da linha de líquido obstruído

Tubulações dimensionadas incorretamente

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ALTA TEMPERATURA DE DESCARGA Resulta em quebra ou danos de:  Palhetas de sucção e

ALTA TEMPERATURA DE DESCARGA

Resulta em quebra ou danos de:

Palhetas de sucção e descarga

Placas de válvulas

Juntas

Bielas

Pistões

Cilindros

Eixo ou virabrequim

Queima do estator

Fatores Inerentes à Temperatura do Lubrificante

O lubrificante começa vaporizar-se a 154°C (causa fadiga em anéis e cilindros)

O lubrificante deteriora-se a 177°C (cria contaminantes e acelera a fadiga)

a 177°C (cria contaminantes e acelera a fadiga) Na tubulação de descarga, a uma distância de
Temperatura da linha de descarga, medida a 15 cm da saída compressor. FALTA DE LUBRIFICAÇÃO

Temperatura da linha de descarga, medida a 15 cm da saída compressor.

da linha de descarga, medida a 15 cm da saída compressor. FALTA DE LUBRIFICAÇÃO A quantidade

FALTA DE LUBRIFICAÇÃO

a 15 cm da saída compressor. FALTA DE LUBRIFICAÇÃO A quantidade de óleo que sai do

A quantidade de óleo que sai do compressor deverá ser igual à quantidade de óleo que retorna ao compressor.

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Causas do Falta de Lubrificação:  Compressor operando em vácuo  Tubulações dimensionadas incorretamente 

Causas do Falta de Lubrificação:

Compressor operando em vácuo

Tubulações dimensionadas incorretamente

Sifões inadequados, ausentes, ou instalados incorretamente.

Degelo inadequado

Falta de fluido refrigerante

Número excessivo de partidas

Acrescentar 100 ml de óleo para cada 10 m de tubulação Válido somente para sistemas
Acrescentar 100 ml de óleo para cada
10 m de tubulação
Válido somente para sistemas que utilizam compressores
com capacidade nominal até 1.1/4 HP

FALTA DE LUBRIFICAÇÃO

Resulta em quebra ou danos de:

Bielas

Pistões

Cilindros

Eixo ou virabrequim

Queima do estator

SISTEMA CONTAMINADO

Tipos de Contaminação:

Umidade excessiva

Não condensáveis

Impurezas

Lubrificante incorreto

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SISTEMA CONTAMINADO POR UMIDADE A presença de água no sistema em forma de umidade no

SISTEMA CONTAMINADO POR UMIDADE

A

presença

de

água

no

sistema

em

forma

de

umidade no sistema causa:

Formação de óxido de ferro e óxido de cobre

Corrosão

Decomposição e deterioração do refrigerante

Decomposição e deterioração do lubrificante

Gera acidez, deteriorando o estator.

Como evitar a contaminação do sistema por umidade excessiva:

Efetuar vácuo na instalação até atingir 1000 µHg (mil mícrons), quebrar o vácuo com Nitrogênio (N2) Extra Seco até atingir 0 psig (zero psig), efetuar novo vácuo até atingir 200 µHg (duzentos mícrons) e manter este vácuo por pelo menos 01 (uma) hora, garantindo, assim, que não há vazamentos.

Como evitar a contaminação do sistema por impurezas ou não condensáveis:

Efetuar limpeza no sistema através de circulação forçada de fluido R141b

Após, efetuar vácuo conforme descrito anteriormente.

Como

evitar

a

contaminação

do

sistema

por

lubrificante incorreto:

Utilizar o lubrificante indicado pelo fabricante

Caso tenha utilizado o lubrificante incorreto

Efetuar limpeza no sistema através de circulação forçada de fluido R141b

Após, efetuar vácuo conforme descrito anteriormente.

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CONTAMINAÇÃO DO SISTEMA Resulta em quebra ou danos de:  Palhetas de sucção e descarga

CONTAMINAÇÃO DO SISTEMA

Resulta em quebra ou danos de:

Palhetas de sucção e descarga

Placas de válvulas

Juntas

Bielas

Pistões

Cilindros

Eixo ou virabrequim

Queima do estator

LIMPEZA DE SISTEMA SUBMETIDO À QUEIMA

Efetuar circulação forçada de R141B

Substituir o filtro secador da linha de líquido

Efetuar vácuo na instalação até que se atinja 1000 µHg (mil mícrons), quebrar

o vácuo com Nitrogênio (N 2 ) Extra Seco até atingir 0 psig (zero psig), efetuar novo vácuo até que se atinja 200 µHg (duzentos mícrons) e manter este vácuo por pelo menos 01 (uma) hora, garantindo, assim, que não há vazamentos.

Realizar teste de acidez do lubrificante

CAUSAS DE FALHAS ELÉTRICAS

Falta de fase

Desbalanceamento entre fases

Baixa tensão (voltagem)

Número excessivo de partidas

Aperto inadequado nos terminais de ligação

Problemas no quadro elétrico ou no de comando

Fechamento elétrico incorreto

Bitolas de fios incorretas

Não utilizar as proteções básicas (disjuntor, falta de fase, relé de sobrecarga

Todas as falhas mecânicas podem causar falha elétrica

)

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
OBSERVAÇÃO
IMPORTANTE
SEMPRE QUE OCORRER QUEIMA DO ESTATOR É RECOMENDÁVEL A SUBSTITUIÇÃO DOS CONTATOS DAS CONTATORAS
SEMPRE QUE OCORRER QUEIMA DO
ESTATOR É RECOMENDÁVEL A
SUBSTITUIÇÃO DOS CONTATOS DAS
CONTATORAS

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PARA QUE O COMPRESSOR TENHA UMA VIDA

PARA QUE O COMPRESSOR TENHA UMA VIDA

LONGA DEVEMOS:

Efetuar limpeza no sistema através de circulação forçada de R141b

Efetuar

mícrons), quebrar o vácuo com Nitrogênio (N 2 ) Extra Seco até atingir 0 psig (zero psig), efetuar novo vácuo até que se atinja 200 µHg (duzentos mícrons) e manter este vácuo por pelo menos 01 (uma) hora, garantindo, assim, que não há vazamentos.

Verificar e regular as pressões de alta e baixa

Verificar a temperatura de sucção, calculando e regulando o superaquecimento

Verificar a temperatura da linha de líquido, calculando e regulando o sub-resfriamento

Verificar a temperatura de descarga, regulando o sistema para mantê-la dentro dos parâmetros aceitáveis

Verificar a contaminação do sistema a partir de amostra do lubrificante, realizando teste de acidez

Verificar a isometria e o diâmetro das tubulações e a correta utilização de sifões, garantido assim, o adequado retorno do lubrificante ao compressor

Acrescentar 100 ml de lubrificante a cada 10 m de tubulação (válido somente para sistemas que utilizam compressores com capacidade nominal até 1.1/4 HP)

Verificar o funcionamento da resistência de cárter

Verificar as ligações elétricas e os apertos dos terminais de ligação e as bitolas dos fios

Verificar se todos os componentes do comando estão operando corretamente

Verificar a tensão (voltagem) de partida e de operação, mantendo-as dentro dos parâmetros aceitáveis

Verificar o desbalanceamento entre as fases, mantendo-o dentro dos parâmetros aceitáveis

Avaliar e aplicar os acessórios necessários, tais como, separador de óleo, acumulador de sucção, tanque de líquido, entre outros.

vácuo na

instalação

até

que

se

atinja

1000 µHg (mil

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ENGENHARIA DE APLICAÇÃO Anderson José de Oliveira e-mail: anderson.oliveira@elginsp.com.br Tel.: (011) 3383-5870

ENGENHARIA DE APLICAÇÃO

Anderson José de Oliveira e-mail: anderson.oliveira@elginsp.com.br Tel.: (011) 3383-5870

Gabriel Alves Pereira e-mail: gabrielpereira@elginsp.com.br Tel.: (011) 3383-5866

Otávio Nodomi e-mail: otavio@elginsp.com.br Tel.: (011) 3383-5907

Paulo Madeira Borges e-mail> paulomadeira@elginsp.com.br Tel.: (011) 3383-5910

Ricardo Vieira Silveira e-mail: ricardo.vieira@elginsp.com.br Tel.: (011) 3383-5890

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