Sobre o autor

 
Palestrante
Roberto Dias Duarte é o palestrante mais requisitado sobre o assunto SPED.
 
Realizou mais de 370 palestras, em mais de 100 cidades  nos 27 estados,  explicando a
empresários e gestores como proteger suas empresas das garras do “leão digital” e como
valorizar suas marcas através das redes sociais.
Exemplo de sucesso nas Redes Sociais, vendeu mais de 12 mil exemplares de seus livros -
somente pelo blog.
 
Foi palestrante em eventos para ABRAVIDRO, AMCHAM,  AMIS,  Associação Comercial, CDL,
CertFórum, CFC, CNC, CRA, CRC, FACMAT, Fecomércio, FIEMG, FIESP, Fiscosoft, Minaspetro,
SEBRAE, SENAC, SESCAP, SESCON, SINDUSCON, e outros.
 
 
Escritor e blogger
Considerado pela Revista Exame uma referência obrigatória no
assunto, “alguém que estuda, fala, escreve e respira SPED.”
Escritor, publicou 5 livros e dezenas de artigos em jornais e revistas: Estado de São Paulo, DCI/
SP, Diário do Comércio/SP,  Jornal do Comércio/RS, Estado de Minas, dentre outros.
É autor dos livros:
• “Big Brother Fiscal – I” (2008) – o primeiro livro sobre o tema no Brasil;
• ”Big Brother Fiscal – II” (2009);
• “O Brasil na Era do Conhecimento” (2010);
• “Manual de Sobrevivência no Mundo Pós-SPED” (2011).
• Cartilha sobre SPED para empresários - Confederação Nacional do Comércio de Bens,
Serviços e Turismo (CNC).
Blogger: criou e mantém o primeiro blog sobre o SPED em  2007 que já tem
mais de 5 milhões de acessos.
 
Principais temas para palestras
Competitividade empresarial no reino do Leão Digital
• Sua empresa já gastou muito na adequação ao SPED e os gastos continuam
crescendo?
• Falaram que o tal do SPED seria bom, mas você entendeu como?
• Acreditou que a área contábil (ou tributária) daria conta sozinha?
• Pensou que seria só usar uma tecnologia moderna que os problemam acabariam?
Não perca a palestra “Empreender no País da Transparência“. Imprescindível para quem precisa
(re)planejar a adequação de sua empresa ao SPED.
Empresários, diretores e líderes poderão entender o que está ocorrendo no cenário tributário
brasileiro e descobrir como os impactos empresariais estão muito além das áreas contábeis/
tributárias.
 
O tal do SPED para quem se preocupa com a empresa
•  Como proteger sua empresa das garras do “leão digital”? 
•  “País da Transparência”: que Brasil  é esse?
• “Fisco Digital”:  SPED, NF-e, NFS-e, CT-e, EFD ICMS/IPI, EFD-Contribuições, EFD
Social, ECD, CF-e e outras siglas…
• “Ecossistema Fiscal“: como meus fornecedores e clientes podem me ajudar com o
SPED (ou não!)
• A malha fina digital: melhor prevenir que remediar!
• Urgência na (transform)ação: o que precisa mudar?
• Ganhos de competitividade: dá para melhorar a rentabilidade?
• Capital Intelectual = gente x processos x tecnologia
• O futuro das organizações contábeis: quais os cenários prováveis?
• Cuidados com a malha fina fiscal digital.
• Como o  SPED influencia no  Desenvolvimento Sustentável
Como valorizar sua marca através das Redes Sociais
• Está cansado de competir por preço?
• Você acha que gerar negócios pela internet é complicado?
• Pensa que só nerd ganha dinheiro no mundo digital?
• E vai ficar de fora deste mercado biliorário?
Entenda:
• Blog, redes sociais, comércio eletrônico: isso é coisa de gente séria?
• Dinheiro: dá para ganhar dinheiro com isso, mesmo sendo pequeno?
• Custos: como começar gastando pouco?
• Tecnologia: é preciso ser nerd para vender pela internet?
Aprenda:
• Para que servem os blogs?
• Como usar profissionalmente as redes sociais?
• Como vender na internet? Como divulgar?
• Quais são os custos?
• Como conquistar fãs?
• Como gerar vendas para os fãs? Como medir os resultados?
Segurança Digital no Mundo Pós-Sped
•  Por que todas as empresas estão vulneráveis às fraudes digitais no “Brasil Pós-
SPED” ?
• O que são fraudes e porque elas ocorrem?
• Quais  as ameaças inerentes ao “Ecossistema Fiscal Digital”?
• Quais os impactos das fraudes digitais na apuração de tributos e na rentabilidade das
empresas?
• Qual a importância do Capital Intelectual no processo de adequação da empresa?
Você se preocupa com a segurança da informação em sua empresa?
• Você usa seu cartão de crédito na Internet sem medo algum?
• Você deixaria um concorrente espiar seu cadastro de clientes?
• Enviaria par ele seus relatórios de vendas?
• E informações de de fornecedores e suas compras?
ßlC ßkC1HLk FlSCAL - lV
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk
NC MLNDC PCS-SPLD
ROBERTO DIAS DUARTE
ROBERTO DIAS DUARTE
ßlC ßkC1HLk FlSCAL - lV
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Um guia essencial para empresas que já vivem na “Selva Fiscal Digital”
do Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní (SPLD), Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o) o oulros...
ßoío Horizonlo (MC)
2011
Coordonnçño odiloriní
ROBERTO DIAS DUARTE
Coordonnçño do pro|olo
JULIANA ANDRADE
kovisño dos loxlos
WAGNER FONSECA
LUCIANO GUIMARÃES
(REPERKUT COMUNICAÇÃO)
Cnpn o Dingrnmnçño
TALISSA MÓL
Foto da Capa
JULIANA ANDRADE
Apoio técnico
ANDRÉ BUONO
Dndos do Cnlníognçño nn Pubíicnçño
_____________________________________________________________________________
Dunrlo, koborlo Dins
ßig ßrolhor Fiscní - lV - Mnnuní do sobrovivencin do omproondodor no mundo pos-SPLD /
koborlo Dins Dunrlo,
prolácio do Mário Césnr do Mngníhños Mnlous. - ßoío Horizonlo: idons©vork, 2011
lSßN: 978-85-63006-01-1
ßibíiogrnlin:
1. Conlnbiíidndo. 2. Adminislrnçño. 3. Sislomn do inlormnçño
CDD 658
CDL 658
_____________________________________________________________________________
Copyrighl © 2011 by koborlo Dins Dunrlo
1odos os diroilos dosln odiçño rosorvndos à lDLAS©WCkK lNFCkMA1lCA L1DA.
CNP¦: 07.301.671/0001-31
Proibidn n roproduçño lolní ou pnrciní. Cs inlrnloros sorño punidos nn lormn dn íoi.
Impresso no Brasil
“Ainda que eu falasse línguas,
as dos homens e dos anjos,
se não tivesse o Amor,
seria como sino ruidoso
ou como címbalo estridente.
Ainda que eu tivesse o dom de profecia,
o conhecimento de todos os mistérios,
e de toda ciência;
Ainda que eu tivesse toda a fé,
se não tivesse o Amor, eu seria nada.
Ainda que eu distribuísse
todos os meus bens aos famintos;
ainda que entregasse o meu corpo às chamas,
se eu não tivesse o Amor,
nada disso me adiantaria.”
Pnuío, 1ª Lpísloín nos Corínlios (1Cor 13, 1-3)
DLDlCA1CklA
Dedico este livro aos amores da minha vida:
Lctínic, minhc luz, e 1ulicnc, meu solo jrme.
Agradeço a Deus por ambas, Luz e Solo, que me permitem
colher jrutos tûo ricos em minhc tidc.
SLMAklC
PkLFAClC DA PklMLlkA LDlÇÃC .............................................................................................................I
PkLFAClC DA SLCLNDA LDlÇÃC ...........................................................................................................II
PkLFAClC DA 1LkCLlkA LDlÇÃC ...........................................................................................................III
PkLFAClC DA QLAk1A LDlÇÃC ............................................................................................................ lV
kLPLkKL1 CCMLNlCAÇÃC ................................................................................................................... V
CERTISIGN CERTIFICADORA DIGITAL .................................................................................................... Vl
CCLDWLLL FlSCAL ............................................................................................................................... Vll
CCNCLl1C W ....................................................................................................................................... Vlll
ENC ......................................................................................................................................................... IX
PARTE I - VISÃO EMPREENDEDORA DO MUNDO PÓS-SPED
CAPÍ1LLC 1 - SlNAlS DA LkA DC CCNHLClMLN1C ...........................................................................31
VCCL CCNHLCL A HlS1CklA DC SAPC NA PANLLA:.......................................................................................... 31
QLAL C VALCk DA lNFCkMAÇÃC: ..................................................................................................................... 32
QLAN1C VALL LMA PLkCLA NC FLNDC DC CCLANC: .................................................................................. 33
CAPÍ1LLC 2 - ßkASlL LM DlkLÇÃC À LkA DC CCNHLClMLN1C .......................................................35
A kLALlDADL LMPkLSAklAL ßkASlLLlkA ............................................................................................................... 35
CAPÍ1LLC 3 - ALCLNS ANCS DLPClS ..................................................................................................39
LN1kA LM CLNA C LMPkLLNDLDCk lNDlVlDLAL .............................................................................................. 39
MlCkCLMPkLSAklCS CANHAM DLAS VLZLS MAlS QLL ASSALAklADCS......................................................... 41
CAPÍ1LLC 4 - AMADLkLClMLN1C LMPkLSAklAL ...............................................................................42
LM LM kALl, QLLM L MAlS lMPCk1AN1L: PlLC1C CL NAVLCADCk: ............................................................. 43
DLSL¦C LA1LN1L ..................................................................................................................................................... 43
CAPÍ1LLC 5 - C ßlC ßkC1HLk FlSCAL .................................................................................................45
DCL1klNA DL lN1LLlCLNClA FlSCAL ................................................................................................................... 46
CAPÍ1LLC 6 - lDLN1lDADL DlCl1AL .....................................................................................................51
PAkA QLL SLkVL A lDLN1lDADL DlCl1AL:........................................................................................................... 52
PAkA QLL ASSlNAk DCCLMLN1CS CCM CLk1lFlCADC DlCl1AL: ................................................................... 57
CASO REAL .............................................................................................................................................................. 58
klC: A NCVA lDLN1lDADL ClVlL ........................................................................................................................... 58
CAPÍ1LLC 7 - SlS1LMA PÚßLlCC DL LSCkl1LkAÇÃC DlCl1AL (SPLD) ...............................................60
SPLD: C MAlCk ß2C DC PLANL1A ....................................................................................................................... 61
PLSSCA FÍSlCA, C CCMLÇC DL 1LDC ................................................................................................................. 62
SINTEGRA ................................................................................................................................................................ 62
PPA 2000/2003 L PPA 2004/2007: AÇCLS DA kLCLl1A FLDLkAL .......................................................................... 63
IN86 & MANAD: LM LNSAlC PAkA C SPLD ......................................................................................................... 63
C NASClMLN1C DC SPLD ..................................................................................................................................... 64
LNFlM, C ºßlC ßkC1HLk¨ .................................................................................................................................... 65
LMA VlSÃC PANCkÂMlCA DCS PkC¦L1CS ........................................................................................................ 65
SPLD CCN1AßlL ..................................................................................................................................................... 65
SPLD FlSCAL ............................................................................................................................................................ 66
NOTA FISCAL ELETRôNICA .................................................................................................................................... 66
2009: MAlS DL MLlC MlLHÃC ............................................................................................................................. 67
2010: lNDÚS1klA L CCMLkClC A1ACADlS1A ..................................................................................................... 67
NF-L 2.0 - A SLCLNDA CLkAÇÃC ........................................................................................................................ 67
NFS-L: NC1A FlSCAL DL SLkVlÇCS LLL1kCNlCA ................................................................................................. 68
LFD-PlS/CCFlNS ...................................................................................................................................................... 69
CCNHLClMLN1C DL 1kANSPCk1L LLL1kCNlCC (C1-L) .................................................................................... 69
SPLD FPD (L-FCPAC) .............................................................................................................................................. 70
CF-L: CLPCM FlSCAL LLL1kCNlCC ....................................................................................................................... 70
PkCCLSSC ADMlNlS1kA1lVC 1klßL1AklC LLL1kCNlCC L C AL1C DL lNFkAÇÃC LLL1kCNlCC ................. 70
ßkASlL-lD ................................................................................................................................................................ 71
CAPÍ1LLC 8 - 1LCNCLCClA A SLkVlÇC DC LMPkLLNDLDCklSMC .................................................72
SlS1LMAS lN1LCkADCS PAkA CLS1ÃC LMPkLSAklAL (LkP) ............................................................................... 72
VlSÃC ALLM DC softwAre ................................................................................................................................. 74
LkP NC CCN1LX1C SPLD ...................................................................................................................................... 77
CAPÍ1LLC 9 - A kLCCNClLlAÇÃC LN1kL CCN1AßlLlDADL L CLS1ÃC ..............................................78
LM MLkCADC CCM lMLNSAS CPCk1LNlDADLS .............................................................................................. 79
ECONOmIA FORmAL .............................................................................................................................................. 79
ECONOmIA INFORmAL .......................................................................................................................................... 79
CONTADORES ........................................................................................................................................................ 80
SLkVlÇCS CCN1AßLlS LM kLCCNS1kLÇÃC........................................................................................................ 80
PklMLlkC CCN1kA1L LM ßCM CCN1ADCk, DLPClS PLNSL NC LkP ............................................................... 82
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL: LMA QLLßkA DL PAkADlCMAS ............................................................. 83
C 1LkCLlkC MlLLNlC DLMANDA LM NCVC DNA LMPkLLNDLDCk .............................................................. 84
C DNA LMPkLLNDLDCk PAkA C MLkCADC CCN1AßlL .................................................................................... 86
CAPÍ1LLC 10 - LPÍLCCC: AMLAÇAS L CPCk1LNlDADLS ..................................................................87
A PkLCAklLDADL 1LCNCLCClCA L CLkLNClAL DAS LMPkLSAS ....................................................................... 87
C VLkDADLlkC CAPl1AL: C HLMANC ................................................................................................................ 88
PARTE II - VISÃO GERAL DE ASPECTOS TRIBUTáRIOS
CAPÍ1LLC 11 - FCN1LS DC DlkLl1C 1klßL1AklC ............................................................................. 93
QLAN1lDADL DL NCkMAS 1klßL1AklAS NC ßkASlL ........................................................................................ 94
CAPÍ1LLC 12 - VlSÃC CLkAL DCS 1klßL1CS NC ßkASlL ..................................................................96
TRIBUTOS ................................................................................................................................................................ 96
lMPCS1CS ............................................................................................................................................................... 98
1AXAS L CCN1klßLlÇCLS DL MLLHCklA ............................................................................................................. 98
LMPkLS1lMCS CCMPLLSCklCS L CCN1klßLlÇCLS PAkAFlSCAlS ..................................................................... 98
CCN1klßLlÇCLS SCClAlS ..................................................................................................................................... 98
CCN1klßLlÇCLS DL lN1LkLSSL DL CA1LCCklAS PkCFlSSlCNAlS ..................................................................... 99
CCN1klßLlÇCLS DL lN1LkLSSL DL CA1LCCklAS LCCNCMlCAS ....................................................................... 99
LMPkLS1lMC CCMPLLSCklC ............................................................................................................................... 99
TRIBUTOS DIRETOS ................................................................................................................................................ 99
TRIBUTOS INDIRETOS ............................................................................................................................................ 99
RESUmO .................................................................................................................................................................. 99
CAPÍ1LLC 13 - LN1LNDLNDC A CßklCAÇÃC 1klßL1AklA .............................................................101
CßklCAÇÃC PklNClPAL L ACLSSCklA ................................................................................................................ 101
HlPC1LSL DL lNClDLNClA ................................................................................................................................... 101
FATO GERADOR .................................................................................................................................................... 101
SL¦Ll1CS A1lVC L PASSlVC .................................................................................................................................. 101
LANÇAMLN1C 1klßL1AklC ................................................................................................................................ 102
ßASL DL CALCLLC ............................................................................................................................................... 102
ALÍQLC1A............................................................................................................................................................. 102
CCMPL1LNClA 1klßL1AklA................................................................................................................................. 102
lMLNlDADL 1klßL1AklA ..................................................................................................................................... 102
lSLNÇÃC ............................................................................................................................................................... 102
NÃC lNClDLNClA ................................................................................................................................................. 103
RESUmO ................................................................................................................................................................ 103
CAPÍ1LLC 14 - CAkAC1LkÍS1lCAS ßASlCAS DCS PklNClPAlS 1klßL1CS .........................................104
ll - lMPCS1C SCßkL lMPCk1AÇÃC DL PkCDL1CS LS1kANCLlkCS .............................................................. 104
lL - lMPCS1C SCßkL A LXPCk1AÇÃC DL PkCDL1CS NAClCNAlS CL NAClCNALlZADCS ......................... 104
lk - lMPCS1C SCßkL A kLNDA L PkCVLN1CS DL QLALQLLk NA1LkLZA .................................................... 105
lPl - lMPCS1C SCßkL PkCDL1CS lNDLS1klALlZADCS ................................................................................... 105
lCF - lMPCS1C SCßkL CPLkAÇCLS DL CkLDl1C, CÂMßlC, SLCLkCS, CL kLLA1lVAS A 1Í1LLCS CL
VALCkLS MCßlLlAklCS........................................................................................................................................ 106
l1k - lMPCS1C SCßkL A PkCPklLDADL 1Lkkl1CklAL kLkAL .......................................................................... 106
lCF - lMPCS1C SCßkL CkANDLS FCk1LNAS ................................................................................................... 107
lCMS - lMPCS1C SCßkL CPLkAÇCLS kLLA1lVAS À ClkCLLAÇÃC DL MLkCADCklAS L SCßkL
PkLS1AÇCLS DL SLkVlÇC DL 1kANSPCk1L lN1LkLS1ADLAL L lN1LkMLNlClPAL L DL CCMLNlCAÇÃC .... 107
lPVA - lMPCS1C SCßkL A PkCPklLDADL DL VLÍCLLCS AL1CMC1CkLS ....................................................... 107
l1CMD - lMPCS1C SCßkL 1kANSMlSSÃC cAusA mortis L DCAÇÃC DL QLAlSQLLk ßLNS CL DlkLl1CS .... 107
lP1L - lMPCS1C SCßkL A PkCPklLDADL PkLDlAL L 1Lkkl1CklAL LkßANA .................................................. 108
lSSQN - lMPCS1C SCßkL SLkVlÇCS DL QLALQLLk NA1LkLZA ..................................................................... 108
l1ßl - lMPCS1C SCßkL A 1kANSMlSSÃC DL ßLNS lN1LkVlVCS ....................................................................... 109
CAPÍ1LLC 15 - DLCLAkAÇCLS DL CCMPL1LNClA DA kLCLl1A FLDLkAL ........................................110
PLSSCA ¦LkÍDlCA ................................................................................................................................................. 110
PLSSCA FÍSlCA........................................................................................................................................................111
CAPÍ1LLC 16 - SCNLCAÇÃC X PLANL¦AMLN1C 1klßL1AklC .........................................................112
LVASÃC FlSCAL ..................................................................................................................................................... 112
LLlSÃC FlSCAL ...................................................................................................................................................... 112
CklMLS CCN1kA A CkDLM 1klßL1AklA X lNADlMPLLNClA FlSCAL ................................................................ 112
NÚMLkCS SCßkL A SCNLCAÇÃC ...................................................................................................................... 114
PklNClPAlS 1lPCS DL SCNLCAÇÃC .................................................................................................................... 114
CAPÍ1LLC 17 - FCkMAS DL 1klßL1AÇÃC .........................................................................................117
LLCkC PkLSLMlDC ............................................................................................................................................. 117
LUCRO REAL ......................................................................................................................................................... 118
LUCRO REAL ANUAL ............................................................................................................................................ 118
LUCRO REAL TRImESTRAL .................................................................................................................................... 119
LUCRO ARBITRADO ............................................................................................................................................. 119
AUTOARBITRAmENTO ......................................................................................................................................... 119
SlMPLLS NAClCNAL ............................................................................................................................................. 119
CAPÍ1LLC 18 - ACCMPANHAMLN1C LCCNCMlCC-1klßL1AklC DlFLkLNClADC PLLA kFß .......120
lNDlCAÇÃC AC ACCMPANHAMLN1C DlFLkLNClADC .................................................................................... 120
lNDlCAÇÃC AC ACCMPANHAMLN1C LSPLClAL............................................................................................... 121
CAPÍ1LLC 19 - LN1lDADLS L AL1CklDADLS ....................................................................................122
SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL ................................................................................................... 122
AUTORIDADES FISCAIS ESTADUAIS E DISTRITO FEDERAL ................................................................................. 122
ENCAT ................................................................................................................................................................... 123
ENAT ...................................................................................................................................................................... 124
CCNFAZ ................................................................................................................................................................ 125
CC1LPL.................................................................................................................................................................. 126
CPC - CCMl1L DL PkCNLNClAMLN1CS CCN1AßLlS ........................................................................................ 127
CAkF - CCNSLLHC ADMlNlS1kA1lVC DL kLCLkSCS FlSCAlS ......................................................................... 127
CCMl1L CLS1Ck DC SlMPLLS NAClCNAL ......................................................................................................... 127
COFIS ..................................................................................................................................................................... 127
DNRC ................................................................................................................................................................... 127
CAPÍ1LLC 20 - SlNlLF - SlS1LMA NAClCNAL lN1LCkADC DL lNFCkMAÇCLS
LCCNCMlCC-FlSCAlS ..........................................................................................................................129
CߦL1lVCS ............................................................................................................................................................ 129
PkLMlSSAS ............................................................................................................................................................ 129
C LSCCPC DC SlS1LMA ....................................................................................................................................... 130
CFCP - CCDlCC FlSCAL DL CPLkAÇCLS L DL PkLS1AÇCLS DAS LN1kADAS DL MLkCADCklAS L
ßLNS L DA AQLlSlÇÃC DL SLkVlÇCS ................................................................................................................. 132
CS1 - CCDlCC DL Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA ....................................................................................................... 189
DOCUmENTOS FISCAIS ........................................................................................................................................ 190
NOTA FISCAL......................................................................................................................................................... 191
NC1A FlSCAL DL PkCDL1Ck kLkAL ................................................................................................................. 192
CLPCM FlSCAL L NC1A FlSCAL DL VLNDA A CCNSLMlDCk ........................................................................... 192
CAk1A DL CCkkLÇÃC ......................................................................................................................................... 194
LlVkCS FlSCAlS ..................................................................................................................................................... 194
CLlA DL lNFCkMAÇÃC L APLkAÇÃC DC lCMS ............................................................................................... 196
lNS1l1LlÇÃC DA CC1LPL .................................................................................................................................... 197
CAPÍ1LLC 21 - NCM - NCMLNCLA1LkA CCMLM DC MLkCCSLL ................................................198
C QLL L C SlS1LMA HAkMCNlZADC (SH): ....................................................................................................... 198
LS1kL1LkA L CCMPCSlÇÃC DA NCMLNCLA1LkA CCMLM DC MLkCCSLL (NCM).................................... 199
kC1LlkC SlMPLlFlCADC DL lDLN1lFlCAÇÃC DL MLkCADCklAS .................................................................... 199
kLCkAS CLkAlS PAkA A lN1LkPkL1AÇÃC DC SH L kLCkA CLkAL CCMPLLMLN1Ak DA NCM ..................... 200
kLCkA CLkAL CCMPLLMLN1Ak (kCC) DA NCM................................................................................................ 201
NC1AS LXPLlCA1lVAS DC SlS1LMA HAkMCNlZADC (NLSH) ............................................................................ 201
DÚVlDAS NA CLASSlFlCAÇÃC ............................................................................................................................. 201
CAPÍ1LLC 22 - CCDlCC DL Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA (CS1) PAkA lPl, PlS L CCFlNS ........................203
CCDlCC DA Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA kLFLkLN1L AC lMPCS1C SCßkL PkCDL1CS lNDLS1klALlZADCS
(CS1-lPl)................................................................................................................................................................. 203
CCDlCC DA Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA kLFLkLN1L AC PlS/PASLP (CS1-PlS) ........................................................ 203
CCDlCC DA Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA kLFLkLN1L À CCFlNS (CS1-CCFlNS) ..................................................... 204
CCDlCC DL A¦LS1L DA APLkAÇÃC DC lMPCS1C SCßkL PkCDL1CS lNDLS1klALlZADCS ...................... 206
PARTE III - VISÃO GERAL DO SPED
CAPÍ1LLC 23 - CLk1lFlCADC DlCl1AL ...............................................................................................209
ASPLC1CS LLCAlS ................................................................................................................................................. 209
C QLL L C lCP-ßkASlL: ........................................................................................................................................ 209
token, CAk1ÃC CL AkQLlVC: ........................................................................................................................ 211
CCLL1ÂNLA DL PLkCLN1AS L kLSPCS1AS ........................................................................................................ 212
CAPÍ1LLC 24 - NC1A FlSCAL LLL1kCNlCA - NF-L .............................................................................219
CONCEITO ............................................................................................................................................................ 219
OBRIGATORIEDADE ............................................................................................................................................. 219
PkC1CCCLC lCMS 10/07 ..................................................................................................................................... 219
PkC1CCCLC lCMS 42/09 ..................................................................................................................................... 223
CERTIFICADO DIGITAL ......................................................................................................................................... 225
MCDLLC CPLkAClCNAL ..................................................................................................................................... 226
A AL1CklZAÇÃC DL LSC ................................................................................................................................... 230
GUARDA DE DOCUmENTOS ............................................................................................................................... 231
lNL1lLlZAÇÃC DL NLMLkAÇÃC ........................................................................................................................ 231
CANCELAmENTO .................................................................................................................................................. 232
LVLN1CS DA NF-L ................................................................................................................................................ 232
LMlSSÃC LM CCN1lNCLNClA ............................................................................................................................ 234
kLSLMC DC MCDLLC CPLkAClCNAL .............................................................................................................. 236
CRT E CSOSN ........................................................................................................................................................ 245
C QLL MLDCL CCM A SLCLNDA CLkAÇÃC .................................................................................................. 246
2009: MAlS DL MLlC MlLHÃC ............................................................................................................................ 247
2010: 1CDC SL1Ck lNDLS1klAL L CCMLkClC A1ACADlS1A .......................................................................... 247
SLCLNDA CLkAÇÃC ........................................................................................................................................... 248
PklNClPAlS MLDANÇAS ..................................................................................................................................... 248
lMPLAN1AÇÃC CkADA1lVA DC kLClS1kC DL LVLN1CS ................................................................................. 250
CCNCLLSÃC ........................................................................................................................................................ 251
1AßLLA DL CCDlCCS DL LkkCS L DLSCklÇCLS DL MLNSACLNS DL LkkCS ................................................. 251
PLkCLN1AS L kLSPCS1AS ................................................................................................................................... 255
CAPÍ1LLC 25 - C1-L CCNHLClMLN1C DL 1kANSPCk1L LLL1kCNlCC ...........................................264
OBRIGATORIEDADE ............................................................................................................................................. 265
LLClSLAÇÃC ........................................................................................................................................................ 265
A1CS CC1LPL ........................................................................................................................................................ 266
MCDLLC CPLkAClCNAL ..................................................................................................................................... 266
LLlAL1L, kLCkAS L LSPLClFlCAÇCLS .................................................................................................................. 267
CAPÍ1LLC 26 - NFS-L - NC1A FlSCAL LLL1kCNlCA DL SLkVlÇCS ....................................................268
CONCEITO ............................................................................................................................................................ 268
NFS-L: PCk QLL 1AN1CS MCDLLCS DlFLkLN1LS: ........................................................................................... 275
OBRIGATORIEDADE ............................................................................................................................................. 277
kLClßC PkCVlSCklC DL SLkVlÇCS (kPS) ........................................................................................................... 277
MCDLLC CPLkAClCNAL ..................................................................................................................................... 278
PkCCLSSC DL LNVlC DL kPS .............................................................................................................................. 279
ESTRUTURA DO SISTEmA .................................................................................................................................... 279
SlS1LMA CN-LlNL ................................................................................................................................................. 279
kLCLPÇÃC L PkCCLSSAMLN1C DL LC1L DL kPS .............................................................................................. 282
CCNSLL1A DL Sl1LAÇÃC DL LC1L DL kPS........................................................................................................ 283
CCNSLL1A DL NFS-L PCk kPS ............................................................................................................................. 283
CCNSLL1A DL NFS-L ............................................................................................................................................ 283
CANCLLAMLN1C DL NFS-L .................................................................................................................................. 284
SLßS1l1LlÇÃC DL NFS-L ..................................................................................................................................... 285
CCNSLL1A DL LMPkLSAS AL1CklZADAS A LMl1lk NFS-L ................................................................................ 285
AkQLl1L1LkA DA SCLLÇÃC web services ..................................................................................................... 285
CAPÍ1LLC 27 - SPLD CCN1AßlL .........................................................................................................286
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL PAkA A kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL .................................................... 286
LlVkC DlCl1AL PAkA C DLPAk1AMLN1C NAClCNAL DL kLClS1kC DC CCMLkClC (DNkC) ....................... 287
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL LM FCkMA1C DlCl1AL L C CCNSLLHC FLDLkAL DL CCN1AßlLlDADL (CFC) ......... 287
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL L C NCVC CCDlCC ClVlL (LLl Nº 10.406, DL 10 DL ¦ANLlkC DL 2002) ...... 289
LLlAL1L DA LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL (LLCD) ................................................................................. 290
ßLCCCS L kLClS1kCS DC AkQLlVC: LS1kL1LkA DC AkQLlVC CCN1AßlL DlCl1AL ................................. 291
TERmOS DE ABERTURA E ENCERRAmENTO ........................................................................................................ 292
PLANC DL CCN1AS DA LMPkLSA ....................................................................................................................... 294
PLANC DL CCN1AS kLFLkLNClAL ...................................................................................................................... 294
CADAS1kC DL PAk1lClPAN1LS ........................................................................................................................... 296
LANÇAMLN1CS CCN1AßLlS ................................................................................................................................ 296
SALDCS L ßALANCL1LS DlAklCS ........................................................................................................................ 297
DLMCNS1kAÇCLS CCN1AßLlS ........................................................................................................................... 297
OBRIGATORIEDADE ............................................................................................................................................. 299
APLkAÇÃC 1klMLS1kAL DC lkP¦ ....................................................................................................................... 299
VALlDAÇCLS ......................................................................................................................................................... 299
FORmA .................................................................................................................................................................. 300
DLMCNS1kAÇCLS CCNSCLlDADAS .................................................................................................................. 300
Ckl1LklCS DL CßklCA1CklLDADL DA LCD ...................................................................................................... 300
1lPCS DL LlVkCS DA LCD .................................................................................................................................... 301
C QLL L C DlAklC CCN1AßlL: .......................................................................................................................... 302
CLk1lFlCADCS DlCl1AlS ADLQLADCS À LCD ................................................................................................... 308
LlMl1AÇCLS 1LCNCLCClCAS DC AkQLlVC DA LCD ....................................................................................... 308
APLkAÇÃC 1klMLS1kAL DC lkP¦ ....................................................................................................................... 309
MLDANÇA DL CCN1ADCk NC MLlC DC PLkÍCDC ........................................................................................ 309
AS FLNÇCLS DC PkCCkAMA VALlDADCk L ASSlNADCk (PVA) .................................................................... 309
VALlDAk LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL ................................................................................................................ 310
ASSlNAk A LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL .............................................................................................................. 310
1AßLLA DL QLALlFlCAÇÃC DC ASSlNAN1L ...................................................................................................... 311
CLkLNClAk kLQLLklMLN1C .............................................................................................................................. 311
1kANSMl1lk LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL ........................................................................................................... 312
CCNSLL1Ak A Sl1LAÇÃC DA LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL ............................................................................... 313
LXCLLlk LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL .................................................................................................................. 314
PkLPAkAk VlSLALlZAÇCLS ................................................................................................................................. 314
LXCLLlk VlSLALlZAÇCLS .................................................................................................................................... 315
PkCCLDlMLN1CS PAkA AL1LN1lCAÇÃC ......................................................................................................... 315
kL1lFlCAÇÃC DCS LlVkCS ................................................................................................................................. 316
Cß1LNDC LSCkl1LkAÇCLS A1kAVLS DC kLCLl1ANL1ßX ................................................................................ 317
MLL1AS L PLNALlDADLS ...................................................................................................................................... 317
CCN1AßlLlDADL DLSCLN1kALlZADA ................................................................................................................ 317
LlCl1AÇCLS ........................................................................................................................................................... 318
DLClSCLS .............................................................................................................................................................. 319
CCNS1kLlNDC LM PLANC DL lMPLAN1AÇÃC ............................................................................................... 322
CAPÍ1LLC 28 - FCCN1, L-LALLk L LFD CCN1AßlL ............................................................................325
LLl Nº 11.638/07 .................................................................................................................................................... 325
LLl Nº 11.941/09 .................................................................................................................................................... 325
FCONT ................................................................................................................................................................... 326
L-LALLk................................................................................................................................................................. 329
LFD CCN1AßlL ..................................................................................................................................................... 330
CAPÍ1LLC 29 - SPLD FlSCAL: LFD-lCMS/lPl & ClAP ............................................................................332
CCN1kCLL DL CkLDl1C DL lCMS DC A1lVC PLkMANLN1L (ClAP) ................................................................. 332
LFD-lCMS/lPl: CCMPkLLNDLNDC MLLHCk C ClAP .......................................................................................... 333
CßklCA1CklLDADL DA LFD-lCMS/lPl ................................................................................................................. 339
AC - ACkL ............................................................................................................................................................. 341
AL - ALACCAS ...................................................................................................................................................... 343
AM - AMAZCNAS ................................................................................................................................................. 344
AP - AMAPA .......................................................................................................................................................... 345
ßA - ßAHlA ............................................................................................................................................................ 346
CL - CLAkA ........................................................................................................................................................... 347
DF - DlS1kl1C FLDLkAL ....................................................................................................................................... 348
LS - LSPÍkl1C SAN1C ........................................................................................................................................... 348
CC - CClAS .......................................................................................................................................................... 349
MA - MAkANHÃC ................................................................................................................................................ 351
MC - MlNAS CLkAlS ............................................................................................................................................ 352
MS - MA1C CkCSSC DC SLL ............................................................................................................................. 353
M1 - MA1C CkCSSC ............................................................................................................................................ 354
PA - PAkA .............................................................................................................................................................. 355
Pß - PAkAÍßA ........................................................................................................................................................ 356
PL - PLkNAMßLCC .............................................................................................................................................. 358
Pl - PlALÍ ............................................................................................................................................................... 358
Pk - PAkANA ......................................................................................................................................................... 358
k¦ - klC DL ¦ANLlkC ............................................................................................................................................ 359
kN - klC CkANDL DC NCk1L ............................................................................................................................ 360
kC - kCNDCNlA .................................................................................................................................................. 363
kk - kCkAlMA ...................................................................................................................................................... 364
kS - klC CkANDL DC SLL .................................................................................................................................. 365
SC - SAN1A CA1AklNA ......................................................................................................................................... 365
SL - SLkClPL .......................................................................................................................................................... 367
SP - SÃC PALLC ................................................................................................................................................... 368
1C - 1CCAN1lNS .................................................................................................................................................. 370
PklNClPAlS QLLS1CLS SCßkL A LFD-lCMS/lPl kLSPCNDlDAS PLLA kFß ......................................................... 381
CAPÍ1LLC 30 - CCNCLl1CS SCßkL A CCN1klßLlÇÃC PAkA C PlS/PASLP L CCFlNS .....................402
ImUNIDADES ........................................................................................................................................................ 402
lSLNÇCLS .............................................................................................................................................................. 402
NÃC lNClDLNClA ................................................................................................................................................. 403
SLSPLNSÃC DA lNClDLNClA ............................................................................................................................... 404
kLClMLS DL lNClDLNClA ..................................................................................................................................... 406
kLClML DL lNClDLNClA CLMLLA1lVA ............................................................................................................... 406
ßASL DL CALCLLC ............................................................................................................................................... 406
ALÍQLC1AS ........................................................................................................................................................... 407
APLkAÇÃC L PACAMLN1C ................................................................................................................................. 407
kLClML DL lNClDLNClA NÃC-CLMLLA1lVA ..................................................................................................... 407
ßASL DL CALCLLC ............................................................................................................................................... 408
kLCLl1AS LXCLLÍDAS DC kLClML DL lNClDLNClA NÃC-CLMLLA1lVA .......................................................... 408
ALÍQLC1AS ........................................................................................................................................................... 410
DLSCCN1C DL CkLDl1CS ................................................................................................................................... 410
CONCEITO DE INSUmO ....................................................................................................................................... 411
L1lLlZAÇÃC DL CkLDl1CS NAS A1lVlDADLS lMCßlLlAklAS ............................................................................ 412
CkLDl1CS kLFLkLN1LS ACS LS1CQLLS DL AßLk1LkA .................................................................................... 412
CkLDl1CS NA LXPCk1AÇÃC ............................................................................................................................... 413
CkLDl1C PkLSLMlDC NA A1lVlDADL ACkCPLCLAklA.................................................................................... 413
CkLDl1C PkLSLMlDC NA SLßCCN1kA1AÇÃC DL SLkVlÇC DL 1kANSPCk1L DL CAkCAS .......................... 413
CkLDl1C PkLSLMlDC PAkA kLSSAkClMLN1C DL SLLCS DL CCN1kCLL........................................................ 414
LlMl1AÇCLS AC DLSCCN1C DL CkLDl1CS ........................................................................................................ 414
APLkAÇÃC L PACAMLN1C ................................................................................................................................. 415
lNClDLNClA NA lMPCk1AÇÃC DL ßLNS L SLkVlÇCS ........................................................................................ 416
lSLNÇCLS .............................................................................................................................................................. 418
FATO GERADOR .................................................................................................................................................... 419
SL¦Ll1C PASSlVC .................................................................................................................................................. 419
ßASL DL CALCLLC ............................................................................................................................................... 419
ALÍQLC1AS ........................................................................................................................................................... 420
kLClMLS ADLANLlkCS LSPLClAlS....................................................................................................................... 420
CkLDl1CS .............................................................................................................................................................. 421
CAPÍ1LLC 31 - LFD-PlS/CCFlNS ..........................................................................................................422
CERTIFICADO DIGITAL ......................................................................................................................................... 422
OBRIGATORIEDADE ............................................................................................................................................. 422
kL1lFlCAÇÃC L SLßS1l1LlÇÃC ........................................................................................................................... 423
MCDLLC CPLkAClCNAL ..................................................................................................................................... 423
PLNALlDADLS ....................................................................................................................................................... 425
LEIAUTE ................................................................................................................................................................. 425
NOTA DO AUTOR ................................................................................................................................439
kLFLkLNClAS ßlßLlCCkAFlCAS l .........................................................................................................441
kLFLkLNClAS ßlßLlCCkAFlCAS ll ........................................................................................................452
SCßkL CS PA1kCClNADCkLS DC LlVkC ..........................................................................................455
I
PkLFAClC DA PklMLlkA LDlÇÃC
O
bom íivro é o quo dá snlislnçño no sou íoilor. Lmborn ossn condiçño so|n nígo sub|olivo,
oxislom pndroos quo n cnrncloriznm. Cínrozn, ob|olividndo, roníidndo qunnlo nos dndos,
lormn didálicn nlrnlivn, nssocinçño do idoins om lnco n lnlos novos, sño níguns dos principnis
oíomonlos quo cnrncloriznm umn obrn quo proonchn o quo n mniorin doso|n.
Assim é oslo íivro do koborlo Dins Dunrlo.
Aprosonln nssunlos dn nluníidndo om íingungom do lácií onlondimonlo om osliío bom cnrnclorís-
lico do inlíuencin oslndunidonso, ou so|n, compromolidn com molodoíogin prngmálicn.
Alonln pnrn o lnlo do quo o mundo oslá om conslnnlo lrnnslormnçño om lnco no progrosso do uso
dn inloíigencin poíos soros humnnos o quo n locnoíogin procisn sor uliíizndn ndoqundnmonlo.
lndivíduo, Lmprosn o Lslndo |á nño possuom ns mosmns cnrncloríslicns do nponns poucns décn-
dns nlrás.
A inlormnçño, osln quo onso|n n lormnçño do rnciocínios, conlroíos o docisoos, há muilo nssumiu
novn poslurn, mns, ngorn, com mnior oxprossño om rnzño dn voíocidndo o dn cnpncidndo do
nrmnzonnmonlo do dndos.
As doulrinns proocupndns com o homom, dopondonlos do conslnnlos o numorosos rogislros o
domonslrnçoos, dosdo o início do sécuío 19 oxislom grnçns n pionoiros dn Adminislrnçño Cion-
lílicn como o ilníinno Frnncosco Viíín.
A oxubornnlo obrn do Ciovnnni kossi, o ºLnlo oconómico-ndminislrnlivo¨ |á nconnvn, no lim
do sécuío rolorido, pnrn ludo o quo nn ºmodornidndo¨ virin n so mnloriníiznr, oxcíuídn nponns n
monumonlní pnrlicipnçño dos sislomns oíolrónicos do dndos.
Lm nossos dins, pnrn quo ronímonlo possnm sor nssocindos ºconhocimonlos¨ o ºprálicns¨ é pro-
ciso soguir os cnminhos dns mnis roconlos lrnnslormnçoos (o oíns sompro ocorrorño, porquo so
ronovnm n cndn inslnnlo).
A inlormnçño é um inslrumonlo quo muilo vnío pnrn quom snbo o quo lnzor com oín, o é islo quo
ns ciencins dn Conlnbiíidndo o n dn Adminislrnçño propicinm por moio dns doulrinns quo lornm
produzidns poíos grnndos genios dn inloíocluníidndo no cnmpo dns ciencins humnnns.
Lslo íivro é um guin do lácií onlondimonlo quo onlocn grnndos modilicnçoos no cnmpo inlormn-
livo o oloroco no íoilor condiçoos pnrn lnciímonlo porcobor n roníidndo quo o corcn.
Prof. Dr. Antônio Lopes de sá
II
PkLFAClC DA SLCLNDA LDlÇÃC
B
lC ßkC1HLk FlSCAL é um íivro prálico, ordonndo, didálico o, sobroludo, nluní. Do íoilurn
lácií o ngrndávoí, lrnz om suns páginns o onsinnmonlo nocossário pnrn o snbor quo íovnrá no
rompimonlo do mocnnismo principní o dolinilivo dn idonlidndo lísicn convoncionní o à onlrndn
nn orn dn idonlidndo digilní.
Dolinilivnmonlo oslnmos nn chnmndn lNFCLkA, nn quní o conhocimonlo é n mnis vníiosn moodn
do lrocn, o nño oslnr nluníizndo signilicn n morlo por innniçño poín lníln dns vilnminns quo oío
produz.
C íivro é umn vingom no mundo cibornélico, conlábií o liscní, nnrrnndo pnsso n pnsso, com n
rnrn loíicidndo quo somonlo quom snbo o vivoncin o índo loorico como prolossor o o nspoclo
prálico do din-n-din é cnpnz do lnzor.
L do íoilurn obrignlorin, como lonlo do consuíln pormnnonlo o prosonçn indisponsávoí nns bibíiolocns
do osludnnlos o prolissionnis dn conlnbiíidndo, bom como do oulrns árons nlins quo lnzom dn goslño
dn inlormnçño, rápidn, sogurn, lomposlivn o, principnímonlo, on-íino, sun lorrnmonln do lrnbního.
Cu como goslo do dizor, pnrn nquoíos quo prnlicnm n CCN1AßlLlDADL DL kLSLL1ADCS, ou
so|n, nño so produzom n inlormnçño mns sño cnpnzos do inlorprolá-ín, olorocondo suns rolío-
xoos, provonlivnmonlo, com n voíocidndo quo so n inlormálicn pormilo, como conlribuiçño à
moíhorin do dosomponho dns onlidndos.
L umn rolorencin pnrn nquoíos quo lnzom do conhocimonlo sou moio do lrnnsporlo soguro rumo
às gníáxins do dosconhocido, noslo univorso do lrnnslormnçoos o nluníiznçoos quo nos coíocnm,
som duvidn, impolonlos nnlo ns iíimilndns probnbiíidndos do opçoos o conquislns dosln podorosn
lorrnmonln chnmndn inlormálicn.
Lm íivro podo sor |oin rnrn do nílo vníor sonlimonlní o oconómico. Sonlimonlní qunndo nos
ngnrrnmos n oío o o procurnmos sompro quo sonlimos nocossidndo do nígumn proloçño nn lormn
do inlormnçño, o oconómico porquo é n lonlo quo nos nbnsloco do conhocimonlos o nos orionln
pnrn o ínbor do din n din.
Lsln obrn prooncho íilornímonlo oslns duns condiçoos. C koborlo dn Mnslormnq, como nos, por
dolorencin sun o chnmnmos, é um prolissionní do sorriso lácií o cnlivnnlo o, principnímonlo,
lrnz no oíhnr nquoín inquioludo do quom dolém o conhocimonlo, mns é conscionlo o bnslnnlo
pnrn onlondor quo nn LkA DC CCNHLClMLN1C é nocossário nño so dole-ío, mns, sobroludo
oxorcilá-ío colidinnnmonlo sob ponn do ve-ío osvnindo-so nos rníos dn nluníidndo.
Conlosso sonlir umn ponln do orguího poío convilo pnrn prolncinr osln odiçño o nño soi n quo
nlribuir o convilo, pois nílornnlivns moíhoros com corlozn o nulor lorin.
Como osln é nponns n 2ª odiçño doslo íivro, conhocondo-so o porlií do nulor o o lnlo do o nssunlo
por oío lrnlndo sor lnscinnnlo o oslrnlosloricnmonlo iíimilndo, do corlo muilo nindn ouviromos
lnínr - o bom - do koborlo Dins Dunrlo.
Prof. Paulo cezar consentino dos santos
III
PkLFAClC DA 1LkCLlkA LDlÇÃC
H
á 16 nnos no morcndo, n Mnslormnq lnlormálicn é ho|o íídor no dosonvoívimonlo do software
pnrn oscrilorios conlábois, bom como umn dns primoirns om software pnrn goslño omprosn-
riní, o lnmoso LkP.
Lssn íidornnçn loi conquislndn com muilo lrnbního, posquisn o, sobroludo, ncompnnhnmonlo
conslnnlo dn roníidndo dos prolissionnis dn áron conlábií om nosso pnís.
Comproondor o colidinno nluní dos conlnbiíislns é nponns umn obrignçño básicn pnrn n suslon-
lnçño do quníquor omprosn lornocodorn do software pnrn osso morcndo.
No início do um novo sécuío, mnrcndo poín voíocidndo dns inlormnçoos o lrnnslormnçoos, on-
londomos quo pnrn mnnlor n íidornnçn dovorínmos oíhnr níém do ºho|o¨. Foi |uslnmonlo n pnrlir
do onlondimonlo dos conários luluros, lnnlo dn prolissño conlábií qunnlo do omprosns brnsiíoi-
rns, quo conslruímos nossns soíuçoos com n líoxibiíidndo nocossárin pnrn nlondor às oxpoclnlivns
do nossos cíionlos do ho|o o do nmnnhñ.
Comproondomos nindn quo, so|n quní lor o conário quo so roníizo, omprosns o conlnbiíislns no-
cossnrinmonlo domnndnrño novos conhocimonlos. Alinní, lodns ns lrnnslormnçoos o ovoíuçoos
dosso novo conário pnssnm, nocossnrinmonlo, poío dosnlio do nprimornmonlo do conhocimonlo
humnno o do sun npíicnçño prálicn.
Ao linní dn primoirn décndn do sécuío 21, |á nos dopnrnmos com dois grnndos lnloros do mudnn-
çn: n convorgencin dns normns conlábois o o Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní.
1omos consciencin do quo lodo nosso lrnbního do posquisn o dosonvoívimonlo nos uílimos nnos
nño loi om vño. Crnçns n ossos invoslimonlos, ho|o, do ponlo do visln locnoíogico, podomos su-
porlnr lodn n opornçño do umn omprosn do sorviços conlábois ou do um dopnrlnmonlo conlábií
do umn omprosn.
Conludo, n Mnslormnq dn novn orn lom consciencin quo nponns n locnoíogin nño é sulicionlo
pnrn lrnnslormnr npnronlos nmonçns om oporlunidndos. L prociso ir níém. Por osso molivo, os-
lnmos npoinndo, cndn din mnis, nçoos inovndorns quo íovnm o conhocimonlo nos conlnbiíislns
o omprosários.
L nponns mnis umn lormn do lnzor vníor compromissos ronovndoros, porém há muilo incorporn-
dos em nosso modus operandi: locnoíogin, conhocimonlo o nliludo.
carlos Alberto tamm
sócio-fundador da mastermaq softwares


IV
PkLFAClC DA QLAk1A LDlÇÃC
D
isso knípho Wnído Lmorson, onsnísln, pooln, orndor o liíosolo norlo-nmoricnno: ºßom é o íivro
quo mo dá vonlndo do ngir¨. L ois nqui o íivro quo nos impoío à nçño o dosporln om nos n vonln-
do do ngir: ß¡¿ ß:othc: I¡:·aI - na L:a do Conhc·¡mcnto, dn ínvrn prociosn do koborlo Dins Dunrlo.
No romance 1984, Crvoíí pinln o rolrnlo do umn sociodndo lolníilárin, nn quní ns nçoos o nlé
ns oxprossoos lncinis do indivíduo sño vigindns. L ßig ßrolhor, nn obrn do Coorgo Crvoíí, é o
símboío dossn vigiíâncin o dosso nulorilnrismo, n oncnrnnçño do umn sociodndo quo doslroi n
inlimidndo dns possons, nogn o nmor o dislorco n vordndo.
Diloronlomonlo do ßig ßrolhor do Coorgo Crvoíí, o big brother fiscal, do koborlo Dins Dunrlo,
nño oslá do oího om voce, cidndño, o nño lom inlorosso om viginr os sous pnssos o corconr n sun
íibordndo. Poío conlrário, o oíhnr do nulor do big brother fiscal é ínnçndo sobro o conlribuinlo,
so|n oío posson lísicn ou |urídicn, visnndo dnr-ího ns lorrnmonlns pnrn onlronlnr n lorocidndo lri-
bulárin o íivromonlo movor-so donlro do umn sociodndo compíoxn.
O nosso big brother fiscal, íivro mnrcnnlo o onriquocodor, grnçns à locnoíogin dn inlormnçño,
snbo do ludo o inloirn-so do ludo. L, nlonlo n qunisquor lrnnsnçoos quo nlolom o pnlrimónio,
poo osso snbor o osso inloirnr-so à disposiçño do conlribuinlo. Sño os novos lompos, mou nmigo.
1ompos quo koborlo Dins Dunrlo comproondo o inlorproln om sou íivro, ngorn om qunrln odiçño,
numa evidente prova de que o empreendedor viu em big brother fiscal um guin íucido o olicnz
nño nponns pnrn sobrovivor, mns, sobroludo, pnrn voncor num mundo conoclndo.
Sño os lompos do Mogn-Lslndo, do Lslndo podorosnmonlo munido do umn rodo do compulndo-
ros quo ího lornocom moios o mélodos do conlroínr o viginr o conlribuinlo. ßnsln imnginnr quo,
donlro om brovo, no cnso do lmposlo do kondn dn Posson Físicn, o conlribuinlo irá rocobor um
oxlrnlo, cnbondo n oío, conlirmnr ou nño ns inlormnçoos níi conslnnlos.
Podo pnrocor nssuslndor, mns sño os lonlácuíos do lisco sobro nos. Foíizmonlo, |á lomos o guin
do koborlo Dins Dunrlo, o oscudo do lodo conlribuinlo o do lodo homom do omprosn quo rocor-
rom à locnoíogin o à inlormnçño pnrn silunr-so vnnln|osnmonlo donlro dos novos lompos.
koborlo Dins Dunrlo é lníonloso, dolndo do ncuidndo o sonsnloz - o o sou big brother fiscal,
ropiln-so, diloro do ßig ßrolhor do Coorgo Crvoíí, porquo o nosso lrmño Crnndo lom os oíhos
ínnçndos sobro n lurin nrrocndndorn do Lslndo, nño sobro o cidndño, o nlun como um pníndino
do omproondodorismo.
Revestidos de toda a armadura do big brother fiscal, lnçnmos n cnminhndn, íognímonlo munidos
do dndos prociosos o do muiln inlormnçño, lorrnmonlns quo, nns mños do omproondodor, sño
convorlidns om vnnlngons inníionávois nn orn do conhocimonlo. Lslo é um íivro indisponsávoí.
Lm guin soguro pnrn quo possnmos, como dirin Lmorson, ºnlroínr o nosso cnrro às oslroíns¨,
rumo no sucosso o no omproondodorismo.
mário césar de magalhães mateus é contabilista e advogado, pós-graduado em ciências contábeis
e com mbA em Direito tributário. sócio-diretor da matur organização contábil, é conselheiro do
conselho federal de contabilidade e do conselho de contribuintes do estado de minas Gerais.
kLPLkKL1 CCMLNlCAÇÃC
Terra à vista!
em trinta anos procurando entender dos mais diversos assuntos, como manda a urgência do
jornalismo, confesso nunca ter me deparado com tema mais complexo que a estrutura tributária
brasileira.

A complicação é tanta que um malba tahan moderno se deu ao trabalho de estimar o intervalo
médio existente entre a publicação de duas novas regras neste campo. Digno de “o Homem
que calculava”, o trabalho chegou à incrível marca dos três minutos, considerando-se todas as
esferas de arrecadação.

se contadores e empresários têm dificuldade em acompanhar essa profusão de mudanças, o
que esperar dos valentes escribas contemporâneos, na correria diária de redações cada vez mais
enxutas?

eu mesmo senti claramente esta realidade, já “do outro lado do balcão”, ao trabalhar na
assessoria de imprensa do maior aeroporto brasileiro e ter de explicar ao profissional de um
jornal que pista de taxiamento nada tinha a ver com os táxis que levam e trazem passageiros e
seus acompanhantes, mas sim o vaivém frenético de pesadas aeronaves manobrando.
Daí ser injusta a nota mordaz escrita por ele, na véspera, criticando os gastos elevados do governo
numa obra que, convenhamos, consome muito mais concreto, mão-de-obra e tecnologia do que
ruas e avenidas sobre as quais, no máximo, trafegariam ônibus e caminhões.

confusões bem maiores certamente surgem quando se trata de um mundo repleto de siglas
enigmáticas, prazos, competências, jurisdições e tantos outros detalhes deste “País dos impostos”,
como se refere ao brasil a paulistana rádio Jovem Pan, numa campanha histórica até hoje
veiculada para mostrar os tributos embutidos em tudo que se consome por aqui.

Que atire a primeira pedra, portanto, o colega da imprensa que jamais teve dúvidas diante
da complexa engenharia existente por trás da substituição tributária, no campo do icms; na
cumulatividade da cofins, em termos federais, ou na retenção do iss em são Paulo, por
exemplo, quando se contratam serviços em outros municípios.

Por essas e outras, considero este novo e brilhante livro de roberto Dias Duarte uma tábua de
salvação atirada ao mar dos que há muito se debatem para não sucumbir à maré tributária a
cada nova onda que surge, como é o caso do sPeD e da nota fiscal eletrônica.

seria ingênuo, é verdade, dizer que agora está tudo resolvido e nunca mais teremos dúvidas
sobre quando, como e o que pagar ou informar ao fisco. Afinal, com base na estatística apontada
no início, pelo menos uma nova determinação deve ter entrado no prelo enquanto você lia este
texto, e amanhã, solenemente, mostrará a que veio no Diário oficial.

wagner fonseca, jornalista e diretor da rePerkut comunicação.
V
CERTISIGN CERTIFICADORA DIGITAL
A história da certificação Digital no brasil se confunde com a história da própria Certisign -
www.certisign.com.br.
Afinal, ela foi a primeira Autoridade certificadora a entrar em operação em solo brasileiro e a
terceira no mundo, ajudando a difundir a cultura da certificação, causando uma revolução na
forma de se trabalhar.
nada mais coerente, então, do que estar presente no livro de roberto Dias Duarte, um dos
maiores disseminadores da certificação Digital no país.
Até porque essa história está só no começo...
Julio consentino
vice-presidente de relações institucionais da certisign certificadora Digital
VI
w
I
VISÃO EMPREENDEDORA DO MUNDO PÓS-SPED

Somos frutos de muitas coisas que nos foram doadas, inclusive a do
poder de existir; a nossa dignidade estará sempre, pois, em devolver o
recebido com atos amplos de amor, pois, só assim se pode promover
o equilíbrio dc existencic.
A

Antônio Lopes Sá
w
31
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
w
SINAIS DA ERA DO CONHECImENTO
1
Além de nossa passagem pela Terra estamos aqui a cumprir uma missão
cósmica; a dignidade estará sempre em exercer a vida como pagamento da
doação que nos foi outorgada por existir; a forma de fazê-lo, portanto, é a de
equitclencic, ou sejc, com cmor detolter o que por cmor nos joi concedido.
B
VCCL CCNHLCL A HlS1CklA DC SAPC NA PANLLA:
S
o coíocnrmos um snpo om umn pnnoín com águn quonlo oío sníln pnrn lorn. Se colocarmos o
snpo nn pnnoín do águn à lompornlurn nmbionlo o lormos nquocondo n águn grndnlivnmonlo,
oío morro cozido.
“os organismos designados vulgarmente como animais de ‘sangue frio’, animais de temperatura variável,
poiquilotérmicos, pecilotérmicos, ectotérmicos ou heterotérmicos são metazoários que não têm um me-
canismo interno que regule a temperatura do seu corpo.
Desta forma, ou o seu corpo permanece com temperatura variável, consoante a que existe no meio
ambiente onde está inserido, ou têm hábitos comportamentais que, por si só, lhes permitem manter a
temperatura em níveis aceitáveis para o seu organismo.”
1

Milo ou vordndo, nño imporln. Mns osln hislorin podo porloilnmonlo sor uliíizndn pnrn ropro-
sonlnr n silunçño om quo oslnmos nos dins do ho|o. Lmprosários, conlnbiíislns, prolissionnis,
osludnnlos o prolossoros.
Vivomos um momonlo do lrnnsiçño dn Lrn lnduslriní pnrn n Lrn do Conhocimonlo. C probíomn
é quo, lní quní o snpo, nño porcobomos ns mudnnçns grndunis do nosso nmbionlo sociní o pro-
lissionní. Assim, muilos podom oslnr om procosso do ºcozimonlo¨ o sorom oxlinlos som so dnr
conln.
Anlonio Cnríos do Azovodo killo, doulor om lnlormálicn (PLC-kio) o Luiz Sérgio ßrnsií d'Arinos
Siívn, pos-grndundo om Lsludos Finnncoiros (FCV-k¦), pubíicnrnm o nrligo ºCs dosnlios dns or-
gnniznçoos nn Lrn do Conhocimonlo¨, quo oxprossn com cínrozn n quoslño.
“A revolução é no conhecimento; há necessidade de aprendizado continuado, permanente. As novas
tecnologias não estão tornando obsoletos os professores e as escolas, mas estão redefinindo os seus

1. WlKlPLDlA. Poiquiíolormin. Disponívoí om: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Poiquilot%c3%A9rmico>. Acosso om: 29 |un. 2008.



32
ROBERTO DIAS DUARTE
papéis. As mudanças na maneira de aprender são cada vez mais orientadas pela economia e pela
política. A revolução do aprendizado está a caminho e tem demonstrado um grande poder de gerar
uma economia de desenvolvimento rápido e transformar organizações e sistemas educacionais mais
antigos em instituições dinâmicas e produtivas. e todos têm que estudar, pois o ritmo das mudanças
está transformando todos em aprendizes. na era industrial, a ênfase foi na separação e especialização
dos trabalhadores, com os decorrentes problemas de coordenação lateral entre as unidades. na era
da informação, as tecnologias interligadas e integradoras reúnem grupos que de outra forma estariam
separados, fazendo com que sua utilização, para obter vantagem competitiva, ocorra em uma escala
nunca antes tratada. A informação se propaga independente de qualquer controle; todos no mundo
podem conhecer a situação de qualquer lugar, cultura ou economia; as redes eletrônicas, na síntese dos
recursos das tecnologias da informação e da comunicação, transformam as instituições, possibilitando
maneiras mais flexíveis e ágeis na organização de pessoas e recursos: são as redes de conexões que, em
última instância, unem, no espaço imaterial, atores dispersos pelo globo, ‘possibilitando a virtualiza-
ção de atividades como o trabalho em casa, o ensino a distância, tele-operações, correios eletrônicos,
reuniões e conversas remotas, videoconferências, trabalho cooperativo, dentre outros, que por sua
vez, aceleram o surgimento de novos conhecimentos, realimentando o processo de maneira cada vez
mais rápida, a cada dia. ‘no Pib japonês de 2005, 75% de sua formação terá como origem produtos e
serviços não inventados até 1995.”
2
QLAL C VALCk DA lNFCkMAÇÃC:
nos últimos 50 anos, a revolução da informação centrou-se nos dados — captura, armazenamento,
transmissão, análise e apresentação. estava centrada no «t» da abreviatura «ti» (tecnologias de infor-
mação). A próxima revolução da informação centrar-se-á no «i» e questiona o significado e o propósito
da informação. isto levará rapidamente à redefinição das tarefas a realizar com a ajuda da informação
e à redefinição das organizações que as executam.”
3
Qunndo ou orn ndoíosconlo coslumnvn pnrlicipnr do |ogos do porgunlns o rosposlns sobro divor-
sos nssunlos: ciencins, cuílurn, nrlos, osporlos. C |ogndor quo possuín mnis inlormnçoos sobro
os lomns, om gorní, orn o voncodor. ßnslnvn snbor ns rosposlns corrolns pnrn mnrcnr mnis ponlos
quo os ndvorsários.
Ho|o, uliíiznndo um npnroího do loíolonin coíuínr com ncosso à lnlornol, quníquor um é cnpnz
do rospondor n lodns ns porgunlns com rnpidoz o procisño.
L, do lnlo, oslo é o pnpoí dn locnoíogin: lornocor inlormnçoos com voíocidndo o procisño. Por
osln rnzño, n condiçño mínimn pnrn quo umn orgnniznçño so lorno compolilivn é possuir sislo-
mns do inlormnçoos cnpnzos do lornocor roínlorios, pínniíhns o grálicos procisos o no momonlo
om quo so lnz om nocossários.
Dn mosmn lormn, ns hnbiíidndos com n locnoíogin sño improscindívois, mns nño sulicionlos pnrn
o sucosso prolissionní. Pnrn ngrognr vníor n umn omprosn ou à sun cnrroirn prolissionní, nño bnsln
lor inlormnçoos.
Podo-so, por oxompío, lor um roínlorio prociso quo moslrn quo ns horns-oxlrns dn loíhn do pn-
gnmonlos do umn omprosn oslño croscondo monsnímonlo n umn lnxn médin do 3,45% no mes,
durnnlo o uílimo somoslro. Mns, islo é bom ou é ruim pnrn n omprosn:
2. kl1C, A. C. A., ßkASlL, L. S. Os desafios das organizações na Era do Conhecimento. ln: Sominário Knovíodgo Lrn, 1998, kio
do ¦nnoiro. Annis do Sominário lnlornncionní ßusinoss in Knovíodgo Lrn, p. 04, 1998.

3. DkLCKLk, P. A revolução da informação. forbes AsAP. Disponívoí om: <www.wisetel.com.br/espaco_de_futuros/revinfo.htm>.
Acosso om: 29 |un. 2008.
33
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
A inlormnçño purn nño é concíusivn, nño lrnnslormn n omprosn, nño lomn docisoos nom crin
oporlunidndos. Pnrn quo oín lonhn vníor é prociso uliíiznr ns hnbiíidndos humnnns do nnáíiso o
sínloso. Cu so|n, n rosposln à porgunln é: dopondo.
So voce pro|olnr um grálico com n vnrinçño do horns-oxlrns compnrndn às lnílns do luncionários
o porcobor quo há corroínçño onlro ns duns curvns, n rosposln podorá sor: ruim.
Mns so compnrnr horns-oxlrns com produçño o doscobrir indícios do corroínçño, podorá sor:
bom. Lnlim, n concíusño sobro um lnlo oxprossndo por inlormnçoos so podo sor oblidn nlrnvés
do sun nnáíiso.
Por oslo molivo, considoro moíhor cnrncloriznr o momonlo nluní dn sociodndo do Lrn do Co-
nhocimonlo o nño Lrn dn lnlormnçño ou Lrn dn 1ocnoíogin. Alinní, os dois uílimos sño insumos
pnrn o primoiro.
Polor Druckor, om nrligo inliluíndo “o futuro Já chegou”, |á dolinin n ºrovoíuçño do conhoci-
monlo¨.
“Aquilo que chamamos de revolução da informação é, na realidade, uma revolução do conhecimento.
A rotinização dos processos não foi possibilitada por máquinas. o computador, na verdade, é apenas o
gatilho que a desencadeou. o software é a reorganização do trabalho tradicional, baseado em séculos de
experiência, por meio da aplicação do conhecimento e, especialmente, da análise lógica e sistemática. A
chave não é a eletrônica, mas, sim, a ciência cognitiva.”
4

QLAN1C VALL LMA PLkCLA NC FLNDC DC CCLANC:
Por qunnlo voce comprnrin umn péroín muilo vníiosn quo so onconlrn donlro do umn oslrn nn
cosln do Cconno Pncílico: Provnvoímonlo nndn.
C conhocimonlo nño comunicndo lom o mosmo vníor.
lmngino-so roníiznndo umn consuílorin goronciní pnrn um lio quo possui um poquono comér-
cio. Apos nnníisnr os numoros do omproondimonlo, voce diz n oío: º- ßom, n Liquidoz Socn o n
konlnbiíidndo sobro o Pnlrimónio Líquido dn sun omprosn oslño oxcoíonlos! Lnlrolnnlo, o Cuslo
Médio Pondorndo do Cnpilní nño oslá om conlormidndo com os pndroos do morcndo.¨
Quní sorá n ronçño doslo sou pnronlo:
Nño ndinnln voce possuir hnbiíidndos, locnoíogins, nnáíiso, sínloso o conhocimonlo prolundo
sobro divorsos nssunlos, so nño consoguo comunicnr-so.
Coíocnr o conhocimonlo om produçño é, no mou onlondimonlo, o dosnlio do sécuío 21. C
lníonlo omocionní o crinlivo lrnnscondo o rncionní o ob|olivo. Pnrn supornr oslo dosnlio, o sor
humnno procisn conhocor n si mosmo pnrn so roíncionnr o lrnnsmilir sous conhocimonlos.
“(...) uma organização é, em primeiro lugar, um conjunto de seres humanos com capacidade para aprender,
4. DkLCKLk, P. O futuro já chegou. revista exame, Sño Pnuío, n. 710, p. 112-126, 22 mnr. 2000.
34
ROBERTO DIAS DUARTE
inovar e agregar valor a toda a organização, em um ambiente global, onde o capital, embora necessário,
passa a ser cada dia mais superado pela aplicação da inovação e pela criatividade oriundas das cabeças das
pessoas - ‘na mudança e na disputa pelo futuro valem mais o talento, a criatividade e a inovação, conheci-
mentos postos em produção, do que o capital’ (PrAHALAD, 1995). evidencia-se assim a crescente importân-
cia do capital intelectual, atributo, pelo menos por enquanto, exclusivo da mente humana, em contraponto
aos fatores de competitividade anteriormente representados por território, ‘mão’-de-obra, matéria-prima e
dinheiro.”
5

5. kl1C, A. C. A., ßkASlL, L. S. Os desafios das organizações na Era do Conhecimento. ln: Sominário Knovíodgo Lrn, 1998, kio
do ¦nnoiro. Annis do Sominário lnlornncionní ßusinoss in Knovíodgo Lrn, p. 05, 1998.
35
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
2
P
rolondo oxpíornr dois lnloros quo oslño impuísionnndo nosso Pnís rumo à Lrn do Conhoci-
monlo, com umn voíocidndo cndn voz mnior.
C primoiro é o nmndurocimonlo goronciní dos miíhoos do omproondodoros brnsiíoiros. Nño
lonho n inlonçño do dolníhnr os molivos quo oslño íovnndo ns poquonns omprosns n nmnduro-
corom, mns porcobo, nns pníoslrns quo roníizo o convorsns com omprosários o conlnbiíislns, quo
oslo movimonlo oslá, do lnlo, ocorrondo.
A kLALlDADL LMPkLSAklAL ßkASlLLlkA
Sogundo roínlorio do lßCL:
´Lm 2005, o Cada:t:o Ccnt:aI dc Lmp:c:a: - CLAFKL ìo¡ ¡ntc¿:ado po: 5,7 m¡Ihoc: dc cmp:c:a: c ou-
t:a: o:¿an¡2açoc: at¡va:, ·om ¡n:·:¡çáo no Cada:t:o Þa·¡onaI da Fc::oa Ju:Id¡·a - CÞFJ, :cp:c:cntando
o segmento formal da economia. Deste total, 89,9% foram empresas; 0,4%, órgãos da administração
pública; e 9,7%, entidades sem fins lucrativos. em relação a 2004, houve um crescimento de 5,5 pon-
tos percentuais no total das empresas e outras organizações.”
6
Lm 5,7 miíhoos do orgnniznçoos, lomos pouco mnis do 5 miíhoos do omprosns lormnis, o doslns,
96,8% lem monos do 20 prolissionnis.
6. lßCL. Disponívoí om: <www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/cadastroempresa/2005/coment2005.pdf>. Acosso om: 29 |un. 2008.


ßkASlL LM DlkLÇÃC À LkA DC CCNHLClMLN1C
Em limites de atuação nos compete admitir que a força mental possa transformar
nûo só c nossc tidc, mcs, c de terceiros e cte c dc históric de todc c humcnidcde.
C
36
ROBERTO DIAS DUARTE
Faixas de pessoal
ocupado total
Número de empresas
Total Distribuição percentual (%)
Total 5.094.621 100
0 a 4 4.230.156 83
5 n 9 475.969 9,3
10 n 19 230.438 4,5
20 n 29 61.825 1,2
30 n 49 43.793 0,9
50 n 99 28.664 0,6
100 n 249 14.521 0,3
250 n 499 4.948 0,1
500 o mnis 4.307 0,1
TaLcIa 2 - Þumc:o dc cmp:c:a:, totaI c :c:pc·t¡va d¡:t:¡Lu¡çáo pc:·cntuaI, :c¿undo
ìa¡xa: dc pc::oaI o·upado totaI. ß:a:¡I - 2005
71
C lßCL nindn invosligou, om 2003, o solor inlormní do nossn oconomin procurnndo onlondor
n cnpncidndo do gornçño do poslos do lrnbního o rondn dossns unidndos produlivns. Lm 10,3
miíhoos do omproondimonlos inlormnis, 9,1 miíhoos soquor lem consliluiçño |urídicn.
7. lßCL. Dirolorin do Posquisns. Cndnslro Conlrní do Lmprosns 2005.
Tipo de
empresa e
indicadores de
lormníiznçño
EMPRESAS DO SETOR INFORMAL
Total
Grupos de atividades
lnduslrins do
lrnnslomnçño
o oxlrnlivn
Conslruçño
civil
Comércio e
ropnrnçño
Sorviços do
alojamento e
níimonlnçño
1rnnsporlo, nrmnzonngom
o comunicnçoos
Total 10.335.962 1.630.580 1.808.840 3.403.804 719.107 831.421
Tipo de
consliluiçño
|urídicn
Firma individual 652.210 69.900 13.827 389.106 65.520 28.259
Sociedade ou
cooperativa
539.562 66.142 15.332 240.091 38.020 35.332
Nño lom 9.134.537 1.494.415 1.779.273 2.768.284 614.175 767.793
Som docínrnçño 9.653 123 409 6.324 1.392 38
TaLcIa 24 - Lmp:c:a: do :cto: ¡nìo:maI, po: ¿:upo: dc at¡v¡dadc, :c¿undo o t¡po dc cmp:c:a c o: ¡nd¡-
·ado:c: dc ìo:maI¡2açáo. ß:a:¡I - 2003
7
Culro dndo nssuslndor diz rospoilo nos rogislros conlábois. Aponns 1,1 miíhño do omprosns uli-
íizn sorviços conlábois, o 3,7 miíhoos docínrnm quo roníiznm os ºrogislros¨ sozinhns.
37
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Tipo de empresa
e forma de
conlnbiíidndo
EMPRESAS DO SETOR INFORMAL
Total
Grupos de atividades
lnduslrins do
lrnnslormnçño
o oxlrnlivn
Conslruçño
civil
Comércio e
ropnrnçño
Sorviços do
alojamento e
níimonlnçño
1rnnsporlo,
armazenagem
o comunicnçoos
Total
10.335.962 1.630.580 1.808.840 3.403.804 719.107 831.421
Nño rogislrn nndn 5.438.187 954.046 1.393.084 1.443.433 342.315 481.234
Registra sozinho 3.742.029 555.064 382.183 1.371.785 275.227 291.490
Tem contador que
faz o controle
1.101.394 113.035 26.729 574.416 99.507 51.691
Nño lom 42.761 6.912 5.027 9.624 1.808 6.514
Som docínrnçño 11.592 1.523 1.817 4.547 251 492
TaLcIa 21 - Lmp:c:a: do :cto: ¡nìo:maI, po: ¿:upo: dc at¡v¡dadc, :c¿undo o t¡po dc cmp:c:a c a ìo:ma
dc ·ontaL¡I¡dadc. ß:a:¡I - 2003
71

Anníisnndo ns duns lnboíns n soguir, podomos porcobor quo pínnos o proocupnçoos dos ompro-
ondodoros lem roínçño com goslño. Conludo, qunso 2 miíhoos do omproondodoros docínrnrnm
quo nño livornm quníquor lipo do dilicuídndo nos uílimos 12 mosos.
“Destacou-se também o fato de que, em 2003, para 20% da empresas de atividades imobiliárias, alu-
guéis e serviços prestados às empresas, 26% daquelas da área de educação, saúde e serviços sociais
e 20% dos empreendimentos do setor informal da área de outros serviços coletivos, sociais e pessoais
não tiveram dificuldade para desenvolver seu negócio nos últimos 12 meses.”
6

2
Sorá quo n quoslño nño é |uslnmonlo n dilicuídndo do idonlilicnçño do probíomns:
7. lßCL. Dirolorin do Posquisns. Cndnslro Conlrní do Lmprosns 2005.
6. lßCL. Disponívoí om: <www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/cadastroempresa/2005/coment2005.pdf>. Acosso om: 29 |un. 2008.
38
ROBERTO DIAS DUARTE
Tipo de empresa e
principal dificuldade
enfrentada nos
uílimos 12 nnos
para desenvolver o
nogocio
EMPRESAS DO SETOR INFORMAL
Total
Grupos de atividades
lnduslrins do
lrnnslormnçño
o oxlrnlivn
Conslruçño
civil
Comércio e
ropnrnçño
Sorviços do
alojamento e
níimonlnçño
1rnnsporlo,
armazenagem e
comunicnçoos
Total 8.671.494 1.354.926 1.525.739 2.974.970 595.197 675.528
Falta de clientes 2.651.011 373.919 664.369 703.448 171.223 181.310
Falta de crédito 359.904 60.592 21.701 175.765 30.881 16.091
ßnixo íucro 1.096.448 189.816 116.781 412.236 103.783 107.088
Probíomns com n
liscníiznçño/
roguínriznçño do
nogocio
76.638 7.303 2.818 26.294 6.127 28.010
Fníln do mño do obrn
qualificada
61.682 19.544 9.982 13.572 1.182 1.658
Concorrencin muilo
grande
2.134.545 224.374 542.448 670.686 97.314 236.107
Fníln do inslnínçoos
adequadas
220.693 58.661 4.560 68.113 22.326 4.625
Falta de capital
proprio
1.413.757 288.407 94.049 667.180 134.343 61.909
Outras dificuldades 638.183 127.846 67.520 229.945 27.935 38.290
Som docínrnçño 18.633 4.464 1.511 7.732 84 442
1
7. lßCL. Dirolorin do Posquisns. Cndnslro Conlrní do Lmprosns 2005.

Tipo de empresa e
planos para o
luluro nogocio
EMPRESAS DO SETOR INFORMAL
Total
Grupos de atividade
lnduslrins do
lrnnslormnçño
o oxlrnlivn
Conslruçño
civil
Comércio
o ropnrnçño
Sorviços do
alojamento e
níimonlnçño
1rnnsporlo,
armazenagem e
comunicnçoos
Total 10.335.962 1.630.580 1.808.840 3.403.804 719.107 831.421
Aumonlnr o nogocio 3.884.599 684.449 387.045 1.439.017 280.374 212.499
Conlinunr o nogocio
no mosmo nívoí
2.694.895 428.902 576.696 792.850 176.884 268.699
mudar de atividade
e continuar
independente
996.954 137.952 195.975 331.606 79.197 102.959
Abnndonnr n
atividade de
procura e emprego
1.643.408 190.337 449.547 485.899 97.876 159.842
Nño snbo 746.060 126.949 155.165 233.221 50.679 62.812
Outros planos 355.870 59.545 43.115 117.528 31.450 24.480
Som docínrnçño 14.175 2.445 1.296 3.684 2.647 131
TaLcIa 32 - Lmp:c:a do :cto: ¡nìo:maI, po: ¿:upo: dc at¡v¡dadc, :c¿undo o t¡po dc cmp:c:a c o: pIano:
pa:a o ìutu:o do nc¿o·¡o. ß:a:¡I - 2003
7
TaLcIa 34 - Lmp:c:a: do :cto: ¡nìo:maI quc t¡vc:am d¡ì¡·uIdadc, po: ¿:upo: dc at¡v¡dadc, :c¿undo o t¡po dc
cmp:c:a c a p:¡n·¡paI d¡ì¡·uIdadc cnì:cntada no: uIt¡mo: 12 mc:c: pa:a dc:cnvoIvc: o nc¿o·¡o. ß:a:¡I - 2003
7
39
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
ALCLNS ANCS DLPClS
D presente e tûo teloz que qucndo nos dcmos contc dele jc e pcsscdo.
D
3
LN1kA LM CLNA C LMPkLLNDLDCk lNDlVlDLAL
E
m mondos do 2009, nosso pnís dou um pnsso gignnlosco rumo à íogníiznçño do nlividndos
omprosnrinis. A grnndo simpíilicnçño dos procossos burocrálicos, liscnis o lribulários, impío-
monlndn poío progrnmn Lmproondodor lndividuní (Ll) |á so domonslrou olicnz no combnlo à
inlormníidndo.
C Ll é n posson quo lrnbníhn por conln proprin o so íogníizn como poquono omprosário. Pnrn
ndorir no progrnmn, é nocossário lnlurnr no máximo nlé kS 36 mií por nno, nño lor pnrlicipnçño
om oulrn omprosn como socio ou liluínr o lor no máximo um omprogndo conlrnlndo quo rocobn
o sníário mínimo ou o piso dn cnlogorin.
A Loi Compíomonlnr nº 128, do 19 do dozombro 2008, oslnboíocou condiçoos ospocinis pnrn
quo o lrnbníhndor possn so íogníiznr.
C Ll podorá lor rogislro no Cndnslro Nncionní do Possons ¦urídicns (CNP¦), o quo lnciíilnrá n nbor-
lurn do conln bnncárin, o podido do ompréslimos o n omissño do nolns liscnis. Lío dovorá omilir
noln liscní nns vondns o nns proslnçoos do sorviços roníizndns pnrn possons |urídicns (omprosns)
do quníquor porlo, licnndo disponsndo dosln omissño pnrn o consumidor linní, posson lísicn.
Aíém disso, o Lmproondodor lndividuní sorá onqundrndo no Simpíos Nncionní o licnrá isonlo
dos lribulos lodornis (lmposlo do kondn, PlS, CCFlNS, lPl o CSLL).
Pngnrá nponns o vníor lixo monsní do kS 60,40 (comércio ou induslrin) ou kS 65,40 (proslnçño
do sorviços), quo sorá doslinndo à Providencin Sociní o no lCMS ou no lSS. Lssns qunnlins sorño
nluníizndns nnunímonlo, do ncordo com o sníário mínimo.
Com ossns conlribuiçoos, o Lmproondodor lndividuní lorá ncosso n bonolícios como nuxííio-mnlor-
nidndo, nuxííio-doonçn, nposonlndorin, onlro oulros.
com informações de: www.portaldoempreendedor.gov.br.


40
ROBERTO DIAS DUARTE
Crnçns n osln novn modníidndo n qunnlidndo do omproondimonlos no ßrnsií lom croscido signi-
licnlivnmonlo, conlormo domonslrnm ns posquisns.

“em 2010, houve crescimento de cerca de 1,2 milhão de empresas inscritas.
subida se deve, principalmente, ao empreendedor individual, diz secretário.
o secretário-executivo do comitê Gestor do simples nacional, silas santiago, informou nesta quarta-feira
(2) que o simples nacional, programa que unifica o pagamento de tributos para micro, pequenas empre-
sas e para o empreendedor individual, terminou o mês de janeiro com 4,7 milhões de empresas inscritas.
no fim de 2009, segundo dados da receita federal, havia 3,38 milhões de empresas inscritas no pro-
grama. Deste modo, houve um crescimento de cerca de 1,3 milhão de empresas neste período, dos
quais cerca de 1,2 milhão de microempresas fizeram a opção no ano passado e 80 mil tiveram seu
pedido validado em janeiro deste ano.
santiago avaliou que o grande crescimento no número de empresas inscritas no programa se deve ao
programa empreendedor individual.
(...)
o grande aumento [de inscrições no simples] se deve ao microempreendedor individual. o programa
começou com força em fevereiro do ano passado, quando abriu [a possibilidade de opção] para todo
o país. os números foram muito positivos. Para 2011, não se tem meta, mas já ouvi falar em 500 mil
no ano. Pode ser uma meta pequena, porque janeiro fechou com 75 mil novas adesões. se o trabalho
continuar a ser feito pelos outros órgãos governamentais, acreditamos que isso é muito factível’, disse
santiago.”
81
“Até o dia 1º de fevereiro [de 2011], 891.036 pessoas já se cadastraram no programa. os estados com
maior número de inscrições são são Paulo (181.583), rio de Janeiro (116.884), minas Gerais (85.689),
ßah¡a (B5.152) c K¡o C:andc do SuI (49.75B). Lcnt:c o: mun¡·Ip¡o: c:táo: Sáo FauIo (SF) - 51.099, K¡o
dc Janc¡:o (KJ) - 44.525, SaIvado: (ßA) - 31.551, ß:a:II¡a (LI) - 1ô.724, ßcIo Ho:¡2ontc (AC) - 1ô.179,
Io:taIc2a (CL) - 12.430, Co¡án¡a (CC) - 10.700, Cu:¡t¡La (FK) - 9.Bô9, Campo C:andc (AS) - 9.424,
Kc·¡ìc (FL) - B.930.
As atividades econômicas com destaque em número de formalizações são comércio varejista de vestuário
e acessórios (92.784); cabeleireiros (67.136); minimercados, mercearias e armazéns (28.646); lancho-
netes, casas de chá, de sucos e similares (28.457); bares (24.122); confecção, sob medida, de peças
do vestuário, exceto roupas íntimas (23.061); obras de alvenaria (21.919); reparação e manutenção de
computadores (19.654); serviços ambulantes de alimentação (16.714); e fornecimento de alimentos
preparados preponderantemente para consumo domiciliar (16.528).
relatório estatístico do Departamento nacional de registros do comércio (Dnrc) da secretaria de
comércio e serviços (scs) do ministério do Desenvolvimento, indústria e comércio exterior (mDic)
mostra que 1.370.464 empresas foram constituídas no brasil em 2010, um crescimento de 101% em
relação a 2009, quando 680.881 empreendimentos foram registrados. esse aumento expressivo deu-se
principalmente por conta do programa empreendedor individual, que só no ano passado registrou
752.628 pessoas.”
92
8. MAk1LLLC, A. Simples Nacional tem 4,7 milhões de empresas inscritas. G1. Disponívoí om:
<http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2011/02/simples-nacional-tem-47-milhoes-de-empresas-inscritas.html>. Pubíicndo om: 2 lov. 2011.
9. CCNVLkCLNClA DlCl1AL. 19 mil empresas de Informática buscaram formalização pelo MEI. Disponívoí om:
<http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=25231&sid=16&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter>.
Pubíicndo om: 14 lov. 2011.
41
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
MlCkCLMPkLSAklCS CANHAM DLAS VLZLS MAlS QLL ASSALAklADCS
“ter o próprio negócio é mais rentável que ser assalariado. A conclusão consta em pesquisa divulgada
pelo instituto de Pesquisa econômica Aplicada (ipea). segundo o levantamento sistema de indicadores
de Percepção social (siPs) feito com 2.773 pessoas em todas as unidades da federação durante o se-
gundo semestre de 2010, 25,31% dos assalariados recebem salários equivalentes a dois salários-mínimos
ou mais. entre os trabalhadores por conta própria e os microempresários, que têm, no máximo, cinco
funcionários, o valor é duas vezes maior. Do total, 54,59% lucram acima de dois salários-mínimos
todos os meses.”
103
Lnlrolnnlo, n posquisn nponln quo omproondor nindn nño é n principní opçño pnrn o brnsiíoiro
oxorcor sun nlividndo prolissionní. Muilos nindn lomom n concorrencin (14,9%) o n cnrgn lribu-
lárin (14,3%).

10. ¦CkNAL DC CCMLkClC (kS). Microempresários ganham duas vezes mais que assalariados. Disponívoí om:
<http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=55966>. Pubíicndo om: 2 mnr. 2011.
42
ROBERTO DIAS DUARTE
AMADLkLClMLN1C LMPkLSAklAL
A evolução se constrói através de transformações constantes
por que nûo se conjormc com c cpctic.
C
4
U
mn convorsn quo livo roconlomonlo com um nmigo roprosonln bom n roníidndo dn mniorin
dos omproondodoros brnsiíoiros.
Lnconlroi-o no noroporlo do Conlins, om umn sogundn-loirn. Lslávnmos ombnrcnndo pnrn Sño
Pnuío. Coronlo do umn muílinncionní do solor do locnoíogin, bom romunorndo o com umn con-
diçño prolissionní priviíogindn, pnssnvn n somnnn om um línl pnuíislnno o os linnis do somnnn
om um oxcoíonlo npnrlnmonlo quo hnvin comprndo om ßoío Horizonlo.
Conludo, oío nño so sonlin roníizndo, dovido à má quníidndo do vidn. Sun liíhn oslnvn croscondo
o oío pordin momonlos imporlnnlos dosso procosso.
L hnvin nindn oulro probíomn. C pni, há níguns nnos, oslnvn com dilicuídndos no sou nogocio.
Lmproiloiro lrndicionní, pnssou lres décndns lnzondo o do sompro: prédios do npnrlnmonlos. Cs
probíomns comoçnrnm qunndo o morcndo so lornou mnis compíoxo.
Sou uílimo omproondimonlo loi n goln d'águn. Apnrlnmonlos do kS 250 mií om umn vizinhnnçn
choin do olorlns do kS 150 mií. Domorn om vondor ns unidndos, líuxo do cnixn doslnvorávoí, om-
préslimos bnncários o íá so loi lodo o íucro loi pnrn o bnnco.
C irmño dosso mou nmigo comoçou n lrnbníhnr no nogocio do pni. Lmproondodor, bom lino
pnrn nogocios, crinlivo, bom roíncionndo.
A conslrulorn, nos uílimos nnos, lom ido muilo bom. Lnlño osso mou nmigo conlossou: ºso ou
snir dn muílinncionní o voílnr pnrn ßH, posso n|udnr o nogocio dn minhn lnmííin o lor umn vidn
moíhor¨.
Curioso, porgunloi por quo n omprosn procisnrin do um prolissionní como oío, so ludo oslnvn
indo lño bom. 1udo ronímonlo in bom, mns n omprosn nindn orn poquonn. Pior: o nogocio orn
lodo inlormní.
Com o roconlo sucosso, ns proocupnçoos com ns quosloos liscnis oslño lirnndo o sono do pni,
do irmño o doío proprio.


43
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
As opçoos sorinm: dnr um pnsso mnior ou lochnr. Ao oncnrnr n roníidndo do um nogocio lormní
com lres ou qunlro omproondimonlos, oulrns quosloos, níém dn liscní, ncnbnrnm surgindo: cuslo
do insumos o mño do obrn, morcndo, cnplnçño do invoslidoros, linnncinmonlos, vondns, npro-
sonlnçño do rosuílndos pnrn invoslidoros...
Alinní, onlondi. C nogocio procisnvn do goslño. Nos lompos nlunis, o conhocimonlo lécnico do
pni o o ospírilo omproondodor do irmño nño ornm mnis sulicionlos pnrn mnnlor n omprosn no
rumo do sucosso.
Lm nosso pnís, lomos miíhoos do omproondodoros com roínlivo sucosso, quo procisnm do bons
gosloros pnrn quo sous nogocios crosçnm.
LM LM kALl, QLLM L MAlS lMPCk1AN1L: PlLC1C CL NAVLCADCk:
Lm oxímio piíolo consoguo gnnhnr som um nnvogndor oxporionlo: L o conlrário:
Pois lomos o hábilo, oriundo dn Lrn lnduslriní, do compolirmos onlro os rnmos do conhocimon-
lo. Muilos lnínm quo ndminislrndor é mnis imporlnnlo quo conlndor. Cu quo o omproondodor é
mnis imporlnnlo quo nmbos. ßrign inulií.
Lm limo voncodor nño so proocupn com oslns quosloos. Vonco!
DLSL¦C LA1LN1L
Lssn domnndn crosconlo por goslño omprosnriní é um dos lnloros quo ncoíornm, no ßrnsií, o pro-
cosso do lrnnsiçño dn sociodndo induslriní pnrn n do conhocimonlo.
L os impnclos dossn lrnnsiçño sorño sonlidos níém dns lronloirns omprosnrinis. Nolnromos mu-
dnnçns prolundns nns nliludos individunis o nn oslrulurn do sislomn oducncionní brnsiíoiro.
“Acompanhar as mudanças, caminhando para a sustentabilidade sob modelagens plurais requer ca-
pacitação das pessoas para enfrentar esses desafios, assumir postos de trabalho e desenvolver novas
atividades. esta capacitação deverá se fundamentar principalmente no processo de educação em seu
sentido amplo e não apenas no treinamento para atividades específicas cujo conteúdo se apresenta
inútil a cada mudança verificada, no sentido de garantir a todos o exercício de sua cidadania. trata-se por-
tanto de um processo de educação continuada, que busca ensinar às pessoas o processo de aprender
a aprender, antes da preocupação em transferir conteúdos de conhecimento, até porque, ao que tudo
indica, estes estarão disponíveis a baixo custo a quem tiver interesse em incorporá-los, não só por sua
disponibilização nas redes como pela possibilidade de sua emergência em decorrência da utilização
desses recursos no compartilhamento de conhecimentos. É importante salientar que quando é mencio-
nada a capacitação, não está sendo referenciada exclusivamente a capacitação tecnológica de ponta,
mas também e principalmente o resgate de conhecimentos ancestrais, por vezes esquecidos sob o rolo
compressor da modernidade, que muitas das vezes contém soluções criativas não verificadas na cultura
globalizada. Além do esforço pela capacitação propriamente dita, haverá que ser feito ainda um esfor-
ço adicional de conscientização, que possibilite às pessoas perceber que só o esforço próprio poderá,
sem garantias prévias de sucesso, possibilitar sua inserção no mercado de trabalho, seja ele globalizado
ou não, inserido no modelo do mercado ou particular a um determinado grupo social.”
111
11. kl1C, A. C. A., ßkASlL, L. S. Os desafios das organizações na Era do Conhecimento. ln: Sominário Knovíodgo Lrn, 1998, kio
do ¦nnoiro. Annis do Sominário lnlornncionní ßusinoss in Knovíodgo Lrn, p. 10, 1998.
44
ROBERTO DIAS DUARTE
Lnlim, o dosnlio brnsiíoiro é gignnlosco o inovilávoí. lnsorir miíhoos do omproondimonlos nn Lrn
do Conhocimonlo.
Polor Druckor, o ºhomom quo invonlou n goslño¨, sogundo n rovisln business week, sinlolizou
dn soguinlo lormn nosso conloxlo:
“o conhecimento é diferente de todos os outros recursos. ele torna-se constantemente obsoleto; as-
sim, o conhecimento avançado de hoje é a ignorância de amanhã. e o conhecimento que impor-
ta está sujeito a mudanças rápidas e abruptas, como, por exemplo, na indústria de cuidados com
saúde e na indústria de computadores. A produtividade do conhecimento e dos trabalhadores do
conhecimento não será o único fator competitivo na economia mundial. mas é provável que ela
se torne o fator decisivo, ao menos para a maior parte das indústrias nos países desenvolvidos. A
probabilidade desta previsão contém implicações para empresas e para executivos, quais sejam:
1. A economia mundial irá continuar a ser altamente turbulenta e competitiva, propensa a oscilações
abruptas, assim como a natureza e também o conteúdo do conhecimento relevante mudam de forma
contínua e imprevisível.
2. As necessidades de informações das empresas e dos executivos provavelmente irão mudar rapida-
mente. uma estratégia vitoriosa irá exigir cada vez mais informações a respeito de eventos e condições
fora da instituição: não-clientes, tecnologias além daquelas normalmente usadas pela empresa e seus
atuais concorrentes, mercados atualmente não atendidos e assim por diante.
3. o conhecimento torna os recursos móveis. os trabalhadores do conhecimento, ao contrário dos tra-
balhadores manuais, possuem os meios de produção: eles carregam esse conhecimento em suas cabe-
ças e portanto podem levá-lo consigo. em decorrência, essas pessoas não podem ser ‘gerenciadas’ no
sentido tradicional da palavra. em muitos casos, elas nem mesmo serão funcionárias das organizações,
mas empreiteiras, peritas, consultoras, trabalhadoras em tempo parcial, parceiras de empreendimentos
etc. um número crescente dessas pessoas irá se identificar por seu próprio conhecimento e não pela
organização que as paga.
4. implícita nisso está uma mudança no próprio significado de organização. Haverá somente ‘orga-
nizações’ tão diversas umas das outras quanto uma refinaria de petróleo, uma catedral e um sobrado
suburbano o são, mesmo que os três sejam ‘edifícios’. nos países desenvolvidos, cada organização (e
não somente as empresas) terá de ser concebida para uma tarefa, uma época e uma localização (ou
cultura) específicas.
5. A arte e a ciência da administração irão cada vez mais se estender além das empresas. A área mais
importante para o desenvolvimento de novos conceitos, métodos e práticas será no gerenciamento dos
:c·u::o: do ·onhc·¡mcnto da :o·¡cdadc - c:pc·¡ì¡·amcntc cdu·açáo c a::¡:tén·¡a à :audc, amLa: ho]c
superadministradas e subgerenciadas.
Previsões? não. são as implicações de um futuro que já aconteceu.”
12

12. DkLCKLk, P. A profissão de administrador. Sño Pnuío: Pionoirn, 2001.187 p.
45
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
5
O
sogundo lnlor ncoíorndor do mudnnçns nn roníidndo brnsiíoirn, quo nos impuísionn rumo à
Lrn do Conhocimonlo, é o ßig ßrolhor Fiscní, lormo quo uliíizo pnrn donominnr o con|unlo
do nçoos dns nuloridndos liscnis brnsiíoirns pnrn oblor inlormnçoos sobro lodns ns opornçoos om-
prosnrinis om lormnlo oíolrónico. Cu so|n, n vigiíâncin om lompo roní por pnrlo do lisco.
Lsso movimonlo |á é porcobido por divorsns onlidndos. C lnslilulo ßrnsiíoiro do Pínno|nmonlo
1ribulário (lßP1) pubíicou um osludo, om 31 do |uího do 2007, sobro n vuínornbiíidndo liscní dns
omprosns brnsiíoirns. No loxlo inlrodulorio do documonlo licn cínrn n porcopçño do um nprimo-
rnmonlo locnoíogico do lisco.
Cs liscos, do umn mnnoirn gorní, lem nporloiçondo os sous sislomns do liscníiznçño. A pnrlir dos
sous proprios bnncos do dndos o lnmbém poío cruznmonlo do inlormnçoos pormulndns com
oulrns oslorns do podor, há um numonlo subslnnciní dos rosuílndos no combnlo à ovnsño liscní.
Lm 2006 onlrou om luncionnmonlo umn sério do novns locnoíogins do conlroío o ncompnnhn-
monlo dn movimonlnçño linnncoirn o pnlrimoniní dns omprosns. Com n lusño dn kocoiln Fodorní
o dn kocoiln Providonciárin, originnndo n kocoiln Fodorní do ßrnsií, níindn à pormuln do inlormn-
çoos onlro os liscos lodorní, oslndunis o municipnis, o ncosso nos dndos do cndn posson |urídicn
licou mnis ágií o olicionlo.
Comoçou lnmbém n luncionnr o software ºHnrpin¨, um sislomn do inloíigencin nrliliciní doson-
voívido por moio do pnrcorin onlro n Socrolnrin dn kocoiln Fodorní, n Lnivorsidndo Lslnduní do
Cnmpinns (LNlCAMP) o o lnslilulo 1ocnoíogico dn Aoronáulicn.
Lslo sislomn dosonvoívo o porlií do cndn um dos conlribuinlos no íongo dos nnos, do mnnoirn n
ncompnnhnr quníquor vnrinçño subslnnciní nns suns lrnnsnçoos, como lnmbém pormilo o cruzn-
monlo dns inlormnçoos oblidns com cnrloos do crédilo, opornçoos onlro omprosns olc.
1ní porcopçño é compnrliíhndn por Mário Monognlli, ndvogndo mombro do lßP1:
“estamos diante de uma significativa transição na relação fisco-contribuinte, situação esta que teve sua
origem ainda na década de 1980, com a criação do Programa nacional de Desburocratização (PnD),
instituído pelo Decreto no 83.740, de 1979. Desde então, outras medidas legais foram adotadas pelo
Nûo resolte indejnidcmente lcmentcr o perdido, o tempo de lcmentcçûo
e o mesmo que se cpliccric em recupercçûo.
D

O BIG BROTHER FISCAL

46
ROBERTO DIAS DUARTE
erário, sempre objetivando aprimorar a qualidade do atendimento ao público mediante a integração
dos órgãos governamentais.
buscou-se ainda a intensificação, aprimoramento e otimização dos procedimentos de fiscalização, roti-
na esta relacionada à arrecadação tributária com o fito de inibição da sonegação. na década de 1990,
mais detidamente no ano de 1995, tivemos o início da utilização de relevantes rotinas fiscais em meio
magnético, destacando-se o convênio icms nº 57 e a instrução normativa nº 68, ambas responsáveis
pela adoção de arquivos magnéticos como meio de informações fiscais nas esferas estaduais e federal,
respectivamente.
Desde então, muitas outras obrigações e inovações surgiram, todas aproximando cada vez mais o erá-
rio de seus contribuintes. exemplos não faltam: a instrução normativa nº 86, de 2001, da secretaria da
receita federal, e a instrução normativa nº 100, de 2003, todas alterando sobremaneira as rotinas ope-
racionais das empresas, exigindo, em regra, alguns investimentos técnicos, profissionais e financeiros,
sendo que o não-atendimento de tais obrigações expõe os contribuintes a penalidades significativas.
o aperfeiçoamento da utilização dos meios magnéticos nas rotinas fiscais invocou a necessidade de
unificar e compartilhar informações dos contribuintes entre os fiscos federal, estaduais e municipais,
pelo que, a emenda constitucional nº 42, de 2003, introduziu relevante alteração neste sentido.
mais recentemente, tivemos o sistema Público de escrituração Digital (sPeD), instituído pelo Decreto
nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, que faz parte do Programa de Aceleração do crescimento (PAc)
do governo federal. como apresentado pela própria receita federal, de forma sintetizada, o projeto
consiste no aprimoramento da atual sistemática de cumprimento de obrigações acessórias transmiti-
das pelos contribuintes às administrações tributárias e aos órgãos fiscalizadores e é composto por três
grandes subprojetos: a escrituração contábil digital, a escrituração fiscal digital e a nota fiscal eletrônica
(nf-e) em âmbito nacional.
o projeto sPeD deverá modernizar os processos de escrituração contábil e de escrituração fiscal, inte-
grando os municípios, estados, Distrito federal e união; o que possibilita a troca de informações entre
os fiscos. Ademais, ainda permitirá o cruzamento entre os dados contábeis e fiscais.”
13

DCL1klNA DL lN1LLlCLNClA FlSCAL
Lm 17 do |uího do 2009, pubíiquoi no silo financialweb um nrligo sobro n insliluiçño dn Dou-
lrinn Fiscní, quo é, n mou vor, um dos mnioros nvnnços dn inloíigencin liscní brnsiíoirn rumo à
Lrn do Conhocimonlo.
“o fisco já está na era do conhecimento. e você?
o mês de julho de 2009 é marcado pela comemoração dos 15 anos da instituição do real como moeda
brasileira.
tal acontecimento foi, em minha análise, a primeira grande onda de transformações gerenciais em
nosso país. o lucro financeiro, gradativamente, cedeu lugar à competitividade empresarial.
Lembro-me de duas afirmações muito comuns à época:
a) isso não vai “pegar”. Logo a inflação volta.
b) Para o meu negócio, nada muda.
13. MCNLCA11l, M. O Fisco, os contribuintes e a nova era fiscal. Jornal valor econômico, Sño Pnuío, p. L2, 20 mni. 2008.
47
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
o destino das organizações que tinham a cultura baseada em alguma das frases acima foi a extinção.
Há alguns anos venho afirmando que estamos vivenciando a segunda onda de transformações empre-
sariais. o sPeD, em minha visão, é uma ferramenta tecnológica para inserção das autoridades fiscais
na era do conhecimento; e esse movimento conduzirá toda a sociedade para o mesmo sentido. esta
“nova era” é marcada pela enorme influência das habilidades humanas no que diz respeito ao uso da
tecnologia para se obter informações, analisá-las, sintetizá-las, interpretá-las e comunicá-las; tanto no
processo de geração de riqueza quanto de sua mensuração.
mais importante do que possuir a tecnologia, é fazer bom uso dela. isso nos torna mais competitivos
enquanto profissionais, empresas e nação.
em 15 de julho de 2009, foi publicado no Diário oficial da união (Dou), o Protocolo icms nº 66, que
institui o sistema de inteligência fiscal (sif), fundamentado no processo de geração de conhecimento
deste setor através de habilidades humanas.
Antes de transcrever os trechos mais relevantes do documento, congratulo os profissionais da iniciativa
pública e privada, muitas vezes anônimos, que vêm trabalhando entusiasticamente pelo projeto sPeD.
estou certo de que o brasil, com a ajuda dessas pessoas, já caminha rumo à era do conhecimento.”
14

2
Irotoco!o !CMS nº 66, dc 3 dc ¡u!ho dc 2009 - DCO 1 dc 15 dc ¡u!ho dc 2009
“Dispõe sobre a instituição do sistema de inteligência fiscal (sif) e intercâmbio de informa-
ções entre as unidades da federação. As secretarias de fazenda, finanças, receita ou tri-
butação dos estados de Goiás, minas Gerais, mato Grosso do sul, Paraná, Piauí, rio Gran-
de do sul, santa catarina e são Paulo, neste ato representados pelos respectivos secretários
de fazenda, finanças, receita ou tributação, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do
código tributário nacional (Lei nº 5.172, de 25/10/1966), resolvem celebrar o seguinte:
Protocolo
Cláusula primeira. I¡·a ¡n:t¡tuIdo o S¡:tcma dc IntcI¡¿én·¡a I¡:·aI - SII -, ¡ntc¿:ado pcIa: !n¡dadc: dc
IntcI¡¿én·¡a I¡:·aI - !nII - do: L:tado:, :¡¿nata:¡o: do p:c:cntc p:oto·oIo, c o:¡cntado pcIa Lout:¡na
dc IntcI¡¿én·¡a I¡:·aI - LII - dcì¡n¡da no Ancxo !n¡·o dc:tc p:oto·oIo.
§ 1 C SII c o ·on]unto ha:món¡·o c ¡ntc¿:ado dc !nII, La:cado na mutua ·oIaLo:açáo, ·om v¡:ta: à
cooperação técnica e ao intercâmbio de informações, no interesse das atividades de inteligência fiscal.
§ 2 Fa:a cìc¡to dc:tc p:oto·oIo, ·on:¡dc:a-:c !nII o :cto: c:pc·¡aI¡2ado, ìo:maI¡2ado na c:t:utu:a da
secretaria de fazenda, receita, finanças ou tributação da unidade federada, responsável pelo desen-
volvimento da atividade de inteligência fiscal definida na referida Doutrina de inteligência fiscal.
Cláusula segunda. o sif tem como objetivos primordiais:
I - c:taLcIc·c: :cdc pc:mancntc dc ¡ntc:açáo cnt:c a: !nII, at:avc: da manutcnçáo dc ìIuxo dc ¡nìo:ma-
ções ágil, seguro e institucional, de interesse da atividade de inteligência fiscal; conjuntas e integradas,
entre as unif;
III - p:omovc: a ·oopc:açáo tc·n¡·a cnt:c a: !nII, at:avc: da pc:muta dc cxpc:¡én·¡a:, mctodo:, tc·n¡-
cas e da realização de eventos voltados à capacitação dos profissionais de inteligência fiscal.
§ 1 Sc:a ìo:mado ¿:upo dc t:aLaIho c:pc·Iì¡·o pa:a a ·:¡açáo dc po:taI na :cdc mund¡aI dc ·ompu-
tado:c: - Intc:nct - , ·omo ìo:ma dc ìa·¡I¡ta: a ·on:c·uçáo do: oL]ct¡vo: dcI¡ncado: nc:tc p:oto·oIo.
14. DLAk1L, k. D. O Fisco já está na Era do Conhecimento. E você? financial web. ßíog Lxporls. Disponívoí om:
<www.financialweb.com.br/blogs.asp?cod=112>. Pubíicndo om: 17 |uí. 2009.
48
ROBERTO DIAS DUARTE
§ 2 Fodc:áo :c: ìo:mado: ¿:upo: dc t:aLaIho, ·om :cp:c:cntantc: da: !nII ¡ntc¿:antc: do SII, pa:a dc:cn-
volvimento de estudos sobre temas ou áreas específicas de interesse das atividades de inteligência fiscal.
(...)
Doutrina dc intc!igência íisca! - D!I - !ntroduçño
o recrudescimento da atuação de organizações criminosas na seara tributária, com o cometimento de
um :oI dc ¡II·¡to: ·oncxo: ·om o: dcI¡to: t:¡Luta:¡o: c a ap:ox¡maçáo da: at¡v¡dadc: cmp:c:a:¡a¡: - mo:-
mcntc pa:a :c·¡·Ia: o: ·ap¡ta¡: p:oduto: dc :cu: ·:¡mc: -, vcm cx¡¿¡ndo da: Adm¡n¡:t:açoc: T:¡Luta:¡a:
o desenvolvimento de metodologia de trabalho mais eficaz.
somem-se a isso os desafios impostos na era da globalização e da informação, com o advento de no-
vas tecnologias, fatores que levaram à necessidade de criação de unidade especializada na detecção,
investigação e combate às fraudes fiscais estruturadas e outros ilícitos correlatos: a atividade de inteli-
gência fiscal.
na busca da plena eficácia, as unidades de inteligência fiscal (unif), instituídas na estrutura dos ór-
gãos fazendários, devem atuar em rede, balizadas por doutrina única e específica, através de sistema
integrado, que permita um fluxo permanente de dados e conhecimentos no âmbito das Administrações
tributárias, mantendo estreito relacionamento com outros órgãos de inteligência das diversas esferas do
Poder Público, no chamado sistema de inteligência fiscal (sif).
Doutrina de Inteligência Fiscal
A Doutrina de inteligência fiscal (Dif) é formada por um conjunto de princípios, valores, conceitos e
características, destinado a orientar o exercício da atividade de inteligência fiscal, que visa consolidar
o saber específico e estabelecer linguagem conceitual comum, possibilitando maior integração da co-
munidade de inteligência fiscal.
(...)
1. A ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA FISCAL
1.1. Conceito. Define-se atividade de inteligência fiscal como o exercício sistemático de ações espe-
cializadas, visando à obtenção, análise, difusão tempestiva e salvaguarda de dados e conhecimentos,
com as seguintes finalidades:
a) assessorar as autoridades fazendárias, nos respectivos níveis e áreas de atribuição, no planejamento,
na execução e no acompanhamento das ações da fiscalização, bem como no aperfeiçoamento da le-
gislação tributária e das políticas internas de segurança;
b) detectar e combater a fraude fiscal estruturada;
c) subsidiar os órgãos responsáveis pela persecução penal no combate aos crimes contra a ordem tribu-
tária, de lavagem de dinheiro e de outros correlatos.
A atividade de inteligência fiscal divide-se em dois ramos: a inteligência, que visa precipuamente
produzir o conhecimento; e a contra-inteligência, que objetiva prevenir, detectar, obstruir e neutralizar
ações adversas que ameacem a salvaguarda dos dados, conhecimentos, áreas e instalações, pessoas e
meios de interesse da unidade de inteligência fiscal.
(...)
1.3. Características. A atividade de inteligência fiscal possui as seguintes características:
49
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
a) assessoria: produz conhecimento para assessorar o processo decisório, fornecendo subsídios ao pla-
nejamento e à execução das atividades no âmbito da Administração tributária;
b) dupla vertente técnica: pode ser desenvolvida na vertente reativa, com vistas à produção de evidên-
cias, na forma de indícios ou provas, sobre os mecanismos e partícipes da fraude fiscal estruturada; ou
na vertente prospectiva, com a geração de prognósticos na área tributária, visando ao combate a ilícitos
e ao aperfeiçoamento da legislação;
c) especialização: utilização de metodologia própria, com aplicação de técnicas especiais, visando à
obtenção de dados negados, não acessíveis pela aplicação de métodos ordinários de fiscalização;
d) duplo fluxo do conhecimento: o conhecimento produzido pode ser difundido para subsidiar o pro-
cesso decisório superior, bem como para aperfeiçoar as ações de fiscalização e o lançamento de ofício,
além das persecuções penais decorrentes;
e) inovação: a atividade deve ser permeável a novas ideias, tecnologias, métodos e técnicas.
(...)
2. PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO
2.1. Conceitos. A produção do conhecimento na atividade de inteligência fiscal requer a utilização
de linguagem especializada entre os profissionais da área, e entre estes e os usuários de seus trabalhos,
com o objetivo de padronizar os conceitos e entendimentos sobre as matérias tratadas e as técnicas
utilizadas.
(...)
2.1.3 Tipos de conhecimento. A atividade de inteligência fiscal se consubstancia pelas ações de
obtenção e análise de dados para a produção e difusão de conhecimentos.
(...)
2.2. Metodologia da Produção do Conhecimento. A atividade de inteligência fiscal produzirá
conhecimento, através de metodologia específica, em atendimento a demandas internas ou externas.
(...)
A metodologia da Produção do conhecimento (mPc) é um processo formal e regular de ações siste-
máticas decorrentes da reunião e análise de dados, cujo resultado é o conhecimento materializado e
difundido através de documentos de inteligência.
(...)
compreende, basicamente, as seguintes fases: planejamento, reunião, análise e síntese, interpretação e
conclusão, formalização e difusão.
(...)
3. DOCUMENTOS DE INTELIGÊNCIA FISCAL
Documentos de inteligência fiscal são documentos padronizados, classificados ou não, que circulam
internamente nas unidades de inteligência fiscal, ou entre estas e o usuário do conhecimento ou outro
órgão congênere ou conveniado, a fim de transmitir ou solicitar dados e/ou conhecimentos.
50
ROBERTO DIAS DUARTE
A redação dos documentos de inteligência fiscal deve ser pautada pela objetividade, coesão, simplici-
dade, concisão, precisão e clareza.
(...)
4. CONTRA-INTELIGÊNCIA
contra-inteligência é o ramo da atividade de inteligência fiscal que se destina a prevenir, detectar,
obstruir e neutralizar ações adversas que ameacem a salvaguarda: dos dados e conhecimentos, das
pessoas, dos materiais e das áreas e instalações de interesse da unif.
será implementada através de um conjunto de medidas, ações, normas e procedimentos, consideran-
do-se as vulnerabilidades e as ameaças existentes.
Além disso, pode suscitar ou assessorar o desenvolvimento ou o aperfeiçoamento de política de segu-
rança institucional para a Administração tributária a qual estiver vinculada a unif.
(...)
5. A UNIDADE DE INTELIGÊNCIA FISCAL
5.1. Estrutura e funcionamento. em vista da sua natureza de assessoramento ao processo decisório
é recomendável que a unidade de inteligência fiscal tenha a sua vinculação funcional com os níveis
mais altos da Administração tributária a qual está inserida.
A sua estrutura básica de funcionamento, além da chefia responsável pela coordenação das atividades
administrativas e operacionais, pode contemplar atividades como a de análise, responsável pela pro-
dução do conhecimento; de operações, responsável pela execução de ações de inteligência, principal-
mente as buscas; de contra-inteligência, responsável pela implementação das medidas de segurança
orgânica e ativa; e de apoio administrativo, responsável pelas atividades administrativas, como recebi-
mento, expedição e arquivamento de documentação.
(...)
5.2.3. Qualificação. em vista da necessidade de qualificação dos profissionais que trabalham na
atividade de inteligência fiscal, faz-se necessária a realização de programas específicos e sistemáticos
de formação e aperfeiçoamento.
(...)
A íntegra do documento pode ser obtida em: www.robertodiasduarte.com.br/?p=1956”
153
A soguir, dolníhnroi o pro|olo SPLD o sous impnclos nos sorviços conlábois o nn goslño ompro-
snriní. Primoirnmonlo, lnz-so nocossário comproondor os princípios básicos do sou níicorco: n
corlilicnçño digilní.
15. DLAk1L, k. D. Prolocoío lCMS nº 66, do 3 do |uího do 2009. Pubíicndo no DCL 1, do 15 do |uího do 2009. ln: www.iob.com.br.
Bem-vindos à Era do Conhecimento: foi instituído o Sistema de Inteligência Fiscal (SIF). Disponívoí om:
<www.robertodiasduarte.com.br/?p=1956>. Pubíicndo om: 15 |uí. 2009.
51
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
D que somos, o cmbiente que jormcmos, e jruto do que penscmos.
C
IDENTIDADE DIGITAL
6


S
o voce é usuário dn lnlornol, o ncrodilo quo so|n, provnvoímonlo |á ncossou silos do roíncio-
nnmonlo, uliíizn nígumn lorrnmonln do monsngons inslnnlânons ou roníizou nígumn lrnnsnçño
comorciní.
Nossns silunçoos, possivoímonlo um do sous grnndos rocoios oslá íigndo à dilicuídndo do snbor
com quom voce oslá so roíncionnndo, so|n umn posson ou umn omprosn. C nnonimnlo no mun-
do virluní é n origom dos principnis lomoros dos inlornnulns.
Conlio ou nño conlio: Lis n quoslño!
Pois oslo diíomn é compnrliíhndo por grnndos insliluiçoos, como ns rodos do vnro|o on-íino,
bnncos o nuloridndos liscnis.
A kocoiln Fodorní do ßrnsií (kFß) so podo disponibiíiznr inlormnçoos liscnis pnrn o proprio con-
lribuinlo ou pnrn quom oío nulorizou. Como onlño uliíiznr n mnis podorosn lorrnmonln do co-
municnçño disponívoí, som quo ns possons (lísicns o |urídicns) possnm sor idonlilicndns com
procisño:
C corlilicndo digilní (CD) loi o mocnnismo locnoíogico soíocionndo pnrn suprir osln domnndn.
Pnrn comproonde-ío, ponso om um pnssnporlo quo idonlilicn voce no mundo virluní.
Lslo pnssnporlo virluní é um nrquivo oíolrónico quo conlém níguns dndos pnrn idonlilicnr umn
posson, como por oxompío: nomo, dnln do nnscimonlo, CPF, líluío do oíoilor, o-mnií. Aíém doslos
dndos, oío conlém inlormnçoos quo idonlilicnrño os omissoros do corlilicndo.
Pnrn omilir um corlilicndo digilní, voce dovo nprosonlnr-so, possonímonlo, n um ngonlo nulori-
zndo, porlnndo níguns documonlos como: idonlidndo, CPF, comprovnnlo do ondoroço o lolo.
C ngonlo nulorizndo irá conlorir n vorncidndo dns inlormnçoos pnrn onlrognr-ího o sou corlilicn-
do digilní. Por so lrnlnr do um nrquivo, oío dovo sor nrmnzonndo om um disposilivo.
52
ROBERTO DIAS DUARTE
PAkA QLL SLkVL A lDLN1lDADL DlCl1AL:
A kFß disponibiíizn om sou silo, por moio do o-CAC (Conlro Virluní do Alondimonlo no Conlri-
buinlo), umn sério do sorviços quo podom sor ncossndos poío conlribuinlo quo lonhn um corlili-
cndo digilní váíido.
I¡¿u:a 1 - vvv.:c·c¡ta.ìa2cnda.¿ov.L:. A·c::o cm 29 dc ]unho dc 200B.

Ao ncossnr n áron do sorviços soguros, o silo dn kFß, quo oslá propnrndo pnrn lrnbníhnr com
corlilicndos digilnis, lonln oblor ns inlormnçoos do sou corlilicndo. Conludo, somonlo no digilnr
n sonhn do ncosso corrolnmonlo é quo ns suns inlormnçoos sorño íiborndns.
53
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
I¡¿u:a 2 - http://·av.:c·c¡ta.ìa2cnda.L:. A·c::o cm 29 dc ]unho dc 200B.
Lmn voz idonlilicndo pornnlo n kFß, voce lorá ncosso nos sorviços oíolrónicos disponívois: copin
do docínrnçoos, pngnmonlos, pnrcoínmonlo do débilos, silunçño liscní, procurnçño oíolrónicn,
onlro oulros.
I¡¿u:a 3 - http://·av.:c·c¡ta.ìa2cnda.L:. A·c::o cm 29 dc ]unho dc 200B.
54
ROBERTO DIAS DUARTE
Assim como n kFß, divorsos silos o sislomns oslño uliíiznndo osln locnoíogin pnrn gnrnnlir n
sogurnnçn do suns lrnnsnçoos: Siscomox, o-DCC do Podor ¦udiciário, Sislomn do Conlrnlos do
Câmbio, Cnrlorio Líolrónico olc.
“em dezembro de 2005, a receita federal inaugurou o centro virtual de Atendimento ao contribuin-
tc - o c-CAC. C novo ·cnt:o, quc c uma cvoIuçáo do ´Kc·c¡ta 222´, mantcm o atcnd¡mcnto v¡:tuaI a
contribuintes e amplia o conceito de interação por meio da internet, melhorando serviços já existentes
e criando outros, como, por exemplo, a caixa Postal. o e-cAc, por oferecer serviços que dão acesso a
dados protegidos pelo sigilo fiscal, deve ser acessado com o uso da certificação digital, tecnologia que, entre
outras coisas, certifica a identidade dos contribuintes.
Disponível nas 24 horas do dia, o e-cAc representa mais uma efetiva opção ao atendimento tradicional.
entre os serviços prestados no centro virtual de Atendimento ao contribuinte estão:
Ca¡xa Fo:taI - po::¡L¡I¡ta o :c·cL¡mcnto dc mcn:a¿cn: cnv¡ada: pcIa SKI. Sáo IcmL:ctc: pa:a ·um-
primento de obrigações acessórias e avisos sobre vencimento de tributos, bem como pendências exis-
tentes nos sistemas da srf;
Cada:t:o: CFI c CÞFJ - po::¡L¡I¡ta à: pc::oa: ìI:¡·a: c ]u:Id¡·a: ·on:uIta: :cu: dado: ·ada:t:a¡:, c à:
físicas, atualizá-los;
Cop¡a dc Lc·Ia:açáo - po::¡L¡I¡ta oLtc: ·op¡a dc a:qu¡vo: dc dc·Ia:açoc: ta¡: ·omo: LIKFI, LIKI,
DiPJ/PJ simplificadas e itr;
Lc·Ia:açoc: - po::¡L¡I¡ta oLtc: a·c::o ao: cxt:ato: dc p:o·c::amcnto dc dc·Ia:açoc: ·omo LIKFI,
DiPJ/PJ simplificadas, Dirf e Dctf;
Inìo:maçoc: ao Jud¡·¡a:¡o - InìoJud - po::¡L¡I¡ta ao: ma¿¡:t:ado: :cqu¡:¡ta:cm ·op¡a: dc dc·Ia:açoc: c
informações cadastrais de contribuintes;
Int¡maçoc: LCTI - po::¡L¡I¡ta ·on:uIta à: ¡nt¡maçoc: dc LCTI,
Fa¿amcnto: - po::¡L¡I¡ta cm¡t¡: ·omp:ovantc: dc a::c·adaçáo c :ct¡ì¡·a: c::o: ·omct¡do: cm :cu p:c-
enchimento;
Fa:·cIamcnto dc LcL¡to: - po::¡L¡I¡ta :oI¡·¡ta: pa:·cIamcnto dc dcL¡to: ]unto à SKI,
F:o·u:açáo LIct:ón¡·a - po::¡L¡I¡ta dcIc¿a: a tc:·c¡:o: :ua :cp:c:cntaçáo pc:antc a SKI,
Kc·oL (Tc:mo dc Cpçáo/Lc:¡:tén·¡a) - po::¡L¡I¡ta à pc::oa ]u:Id¡·a opta: c dc:¡:t¡: do Kc¿¡mc L:pc·¡aI
de Apuração e Pagamento da contribuição para Pis/PAseP e da cofins incidentes sobre combustíveis
e bebidas;
SA' (S¡:tcma dc Acd¡çáo dc 'a2áo) - po::¡L¡I¡ta ao c:taLcIc·¡mcnto ¡ndu:t:¡aI cnva:ado: :c ·omu-
nicar com a srf;
S¡tuaçáo I¡:·aI - po::¡L¡I¡ta a pc::oa: ìI:¡·a: c ]u:Id¡·a: a vc:¡ì¡·açáo dctaIhada dc :ua :¡tuaçáo ì¡:·aI
perante a srf;
Int¡maçáo LIct:ón¡·a - po::¡L¡I¡ta a pc::oa: ìI:¡·a: c ]u:Id¡·a: opta:cm, at:avc: dc um tc:mo dc opçáo,
pelo recebimento de atos oficiais por meio eletrônico.”
164
16. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. 10 anos na !ntcrnct - linha do Tcmpo. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/10anos/linhatempo/default.htm>.
55
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Mns há oulrn grnndo uliíidndo pnrn o corlilicndo digilní. A nssinnlurn do documonlos oíolrónicos
om quníquor lormnlo: imngons, loxlos, pínniíhns, o-mnií, nprosonlnçoos, vídoos, pdl, doc, xís,
xmí olc.
lncíusivo, o proprio corlilicndo digilní omilido pnrn posson lísicn ou |urídicn é nssinndo poíns
nuloridndos rosponsávois por sun omissño o rogislro.
A soguir, um oxompío do corlilicndo digilní omilido poín Corlisign pnrn koborlo Dins Dunrlo,
com n nssinnlurn dn Corlisign, kocoiln Fodorní o Auloridndo Corlilicndorn kniz ßrnsiíoirn.
I¡¿u:a 4 - Cc:t¡ì¡·ado d¡¿¡taI cm¡t¡do pcIa Cc:t¡:¡¿n.
Acesso em 29 de junho de 2008.
56
ROBERTO DIAS DUARTE
A soguir, um oxompío do bnínnço nssinndo com corlilicndo digilní om lormnlo pdl.
I¡¿u:a 5 - ßaIanço a::¡nado ·om ·c:t¡ì¡·ado d¡¿¡taI cm ìo:mato pdì. A·c::o cm 29 dc ]unho dc 200B.
Adinnlo, um oxompío do loxlo nssinndo com corlilicndo digilní om lormnlo Microsoll Word 2007.
I¡¿u:a ô - A::¡nado ·om ·c:t¡ì¡·ado d¡¿¡taI cm ìo:mato A¡·:o:oìt Vo:d 2007. A·c::o cm 29 dc ]unho dc
2008.
57
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Agorn, um oxompío do o-mnií nssinndo com corlilicndo digilní no Microsoll Culíook 2007.

I¡¿u:a 7 - L-ma¡I a::¡nado ·om ·c:t¡ì¡·ado d¡¿¡taI no A¡·:o:oìt CutIoo! 2007. A·c::o cm 29 dc ]unho dc 200B.
PAkA QLL ASSlNAk DCCLMLN1CS CCM CLk1lFlCADC DlCl1AL:
Documonlos oíolrónicos nssinndos com corlilicndos digilnis possuom lres cnrncloríslicns lundn-
monlnis:
1. Cnrnnlin do nulorin, ou so|n, lnciímonlo consoguimos idonlilicnr quom os nssinou.
2. Cnrnnlin do inlogridndo, pois um documonlo nssinndo dossn lormn nño podo sor nílorndo.
3. Cnrnnlin do nño-ropudio, umn voz quo n Modidn Provisorin 2.200, do ngoslo do 2001, dá n
gnrnnlin |urídicn pnrn documonlos oíolrónicos nssinndos.
“De acordo com o artigo 10, da mP 2.200-2, os documentos eletrônicos assinados digitalmente com o
uso de certificados emitidos no âmbito da icP-brasil têm a mesma validade jurídica que os documentos
escritos com assinaturas manuscritas. importante frisar que os documentos eletrônicos assinados digi-
talmente por meio de certificados emitidos fora do âmbito da icP-brasil também têm validade jurídica,
mas esta dependerá da aceitação de ambas as partes, emitente e destinatário, conforme determina a
:cdaçáo do § 2do a:t¡¿o 10 da AF 2.200-2.”
175

17. PkCDLMCL. FAQ. O documento assinado eletronicamente tem o mesmo valor que o documento assinado de forma manuscrita?
Disponívoí om: <https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=51&itemid=180>.
Acosso om: 29 |un. 2008.
58
ROBERTO DIAS DUARTE
Lmn qunrln cnrncloríslicn podo sor ndicionndn n ossos documonlos: conlidonciníidndo. Lm do-
lorminndns silunçoos, voce podorá criplogrnlá-íos, gnrnnlindo nssim sou sigiío.
CASC kLAL
Lslnvn om ßrnsííin, n poucos minulos do ombnrquo pnrn ßoío Horizonlo. Lm nmigo do Vilorin
(LS) mo íign no coíuínr o podo umn procurnçño imporlnnlo.
Lu linhn duns opçoos:
Mélodo lrndicionní: rodigir, imprimir, nssinnr, roconhocor lirmn om um cnrlorio ou onvinr poío
Sodox. Como chognrin n ßH somonlo à noilo, lorin quo ir no cnrlorio no proximo din. Mou nmigo
so rocoborin n procurnçño om, poío monos, dois dins. Lu gnslnrin, poío monos, uns kS 30,00 pnrn
oxoculnr lodo o procosso. L lnmbém um bom lompo nns liíns o no dosíocnmonlo.
Cínro quo nño oploi poío mélodo lrndicionní, mns sim por rodigir n procurnçño, nssiná-ín com
corlilicndo digilní o onviá-ín por o-mnií pnrn Vilorin, ondo o lnboíiño imprimiu o nulonlicou o
documonlo, dnndo lé pubíicn no pnpoí com bnso om um nrquivo oíolrónico quo lom vníidndo
íogní. 1ompo gnslo: 3 minulos. Cuslo kS 2,00 poíos sorviços do cnrlorio Snrío.
Lnlim, é pnrn islo quo sorvo o corlilicndo digilní: idonlilicnr ns possons no mundo virluní o con-
lorir vníidndo íogní n documonlos oíolrónicos.
klC: A NCVA lDLN1lDADL ClVlL
“o ric é o número único de registro de identidade civil pelo qual os brasileiros serão identificados
em suas relações com a sociedade e com os órgãos públicos ou privados. o ric apresenta avanços
tecnológicos que posicionam o brasil na vanguarda da identificação civil.
com a chegada do ric, cada cidadão passa a ter um número nacional baseado em suas impressões
digitais. isso evita que o cidadão seja confundido com outra pessoa ou que alguém se passe por outro
para cometer crimes, contrair dívidas ou cometer abusos. Por isso, o ric será um importante meca-
nismo para facilitar a inclusão social e ampliar a segurança para os processos de abertura de contas,
concessão de créditos e redução de fraudes e prejuízos.
o ric já será emitido com certificação digital. A combinação das impressões digitais com a certificação
digital tornará o processo de identificação pessoal mais seguro. isso possibilita, por exemplo, maior
segurança nas redes de comunicação, redução de fraudes e crimes na internet, entre outras vantagens.
outra facilidade com a inclusão do certificado Digital é que algumas ações que antes só eram reali-
zadas na presença do interessado poderão ser feitas pela internet utilizando-se da identificação virtual.
Assinar contratos, mandar cartas,realizar compras e solicitar serviços: tudo feito pela internet com se-
gurança, agilidade e comodidade.”
18

6
18. MlNlS1LklC DA ¦LS1lÇA. Registro de Identidade Civil. Disponívoí om: <http://portal.mj.gov.br/portal/ric/conhecao-o-ric>.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
I¡¿u:a B - C:¡¿¡naI cm: http://po:taI.m].¿ov.L:/po:taI/:¡·/·onhc·ao-o-:¡·/:oL:c¸·a:tao¸:¡· .
60
ROBERTO DIAS DUARTE
7
A tidc nûo e um ¨ccidente¨ e nem se edijcc ctrctes de somctório de ccidentes.
E


SlS1LMA PÚßLlCC DL LSCkl1LkAÇÃC DlCl1AL (SPLD)
E
m 18 do ngoslo do 2005, n folha de s. Paulo pubíicou um osludo sobro sonognçño, roníizndo
poío lnslilulo ßrnsiíoiro do Pínno|nmonlo 1ribulário (lßP1), sogundo o quní, os indícios do
sonognçño sño muilo mnioros om poquonns omprosns.
“Por porte, os indícios de sonegação são maiores nas pequenas empresas (63,66%). nas médias, os
indícios são encontrados em 48,94% das empresas. nas grandes, o percentual foi menor: 27,13%.”
7
8
A mosmn roporlngom moslrn, lnmbém, ns prálicns mnis comuns dns omprosns.
“o ibPt elencou ainda em seu estudo os principais tipos de sonegação ou fraude fiscal. são eles, se-
gundo o instituto:
- venda sem nota; com “meia” nota; com “calçamento” de nota; duplicidade de numeração de nota fiscal;
- “compra” de notas fiscais;
- Passivo fictício ou saldo negativo de caixa;
- Acréscimo patrimonial a descoberto (do sócio);
- Deixar de recolher tributos descontados de terceiros;
- saldo de caixa elevado;
- Distribuição disfarçada de lucros;
- Alienação de bem ou direito ao sócio ou pessoa ligada por valor inferior ou superior ao de mercado;
- Aluguel ou serviços pagos a sócio ou pessoa ligada cujos valores excedem aos praticados pelo mer-
cado em situações similares;
- empréstimos a sócios ou pessoas ligadas em condições prejudiciais à empresa, ou com vantagens não
praticadas normalmente pelo mercado;
- multas exorbitantes ou perda de sinal de negócio previstas em contrato, não cumprido, com sócios
ou pessoas ligadas;
- Pagamento de despesas particulares de sócios;
- Doações irregulares;
- Doações efetuadas a entidades não habilitadas ou cujo valor do comprovante seja superior ao efeti-
vamente doado.”
19
7. lßCL. Dirolorin do Posquisns. Cndnslro Conlrní do Lmprosns 2005.
19. FL1LMA, F. Sonegação fiscal cresce e atinge quase 30% das empresas, diz IBPT. folha de s. Paulo, Sño Pnuío, 18 sol, 2005.
Disponívoí om: <www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u99401.shtml>.
61
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Há muilo lompo ns nuloridndos liscnis |á snbom disso. L lem ciencin, lnmbém, quo so so roduz n
sonognçño n pnrlir do umn mnior liscníiznçño. A kocoiln Fodorní do ßrnsií pubíicn, monsnímonlo,
um roínlorio sobro o rosuílndo dn nrrocndnçño. C documonlo do dozombro do 2007 doixn cínro:
qunnlo mnior n prosonçn liscní, mnior o rosuílndo.
“Presença fiscal
em 2007 ocorreu a unificação entre a secretaria da receita federal e secretaria da receita Previdenciá-
:¡a ·on:t¡tu¡ndo-:c cm um un¡·o o:¿áo dcnom¡nado Sc·:cta:¡a da Kc·c¡ta Icdc:aI do ß:a:¡I - KIß, ·om
o objetivo de aprimorar e dar uma maior eficiência, eficácia e efetividade na administração tributária
brasileira, por meio da integração e racionalização de esforços e recursos e pela obtenção de sinergia
entre setores, unidades organizacionais, processos e equipes de trabalho.
A rfb tem pautado sua atuação no sentido de aumentar a percepção de risco por meio de maior pre-
sença fiscal, de fortalecer o combate aos ilícitos tributários e aduaneiros e de imprimir celeridade na
solução de litígios fiscais, ao mesmo tempo em que procura facilitar o cumprimento espontâneo das
obrigações tributárias, com o propósito de manter o fluxo regular de arrecadação em conformidade
com o potencial legal e de recuperar os débitos constituídos e não pagos. nesse sentido, cabe destacar
alguns resultados, em 2007, que evidenciam o reflexo dessa atuação:
a) crescimento de 80% no número de pessoas físicas e jurídicas fiscalizadas e de 42% no crédito tri-
butário lançado;
b) acréscimo de 21% na apreensão de mercadorias e de 50% nas ações fiscais ligadas a área aduaneira;
c) crescimento de 30,7% na arrecadação proveniente de multa e juros;
d) crescimento de 46% na arrecadação relativa aos depósitos judiciais e administrativos;
e) maior integração entre os processos de trabalho da receita federal e da Procuradoria da fazenda
nacional. cabe ressaltar que a presença fiscal além dos resultados diretos obtidos, aumenta a percep-
ção de risco e consequentemente induz ao pagamento espontâneo por parte dos contribuintes.“
209
C grnndo dosnlio dns nuloridndos liscnis é numonlnr n ºprosonçn liscní¨ om um pnís com mnis
do 5 miíhoos do omprosns íognímonlo consliluídns o 10 miíhoos nño consliluídns íognímonlo.
A soíuçño é obvin: uliíiznr-so do locnoíogin dn inlormnçño (1l) o conhocimonlo cionlílico pnrn
crinr umn inloíigencin liscní cnpnz do roníiznr opornçoos om ínrgn oscnín.
1nroln nño muilo dilícií no ßrnsií, quo |á possui umn oxcoíonlo ropulnçño no cnmpo dn locno-
íogin bnncárin o oíoilorní. Aíém do bom-sucodido lmposlo do kondn Posson Físicn vin lnlornol,
quo, om monos do 10 nnos, conquislou n qunso lolníidndo dos conlribuinlos.
SPLD: C MAlCk ß2C DC PLANL1A
Chognmos à sogundn décndn do lorcoiro miíenio vivondo um língrnnlo pnrndoxo. Aposnr dn
gignnloscn ovoíuçño locnoíogicn nn ingorencin dn nuloridndo liscní sobro ns omprosns, princi-
pnímonlo ns poquonns o médins, n goslño dos omproondodoros brnsiíoiros nindn so bnsoin om
mélodos o locnoíogins do sécuío pnssndo.
20. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Coordenação-Geral de Previsão e Análise. Anáíiso dn Arrocndnçño dns kocoilns Fodornis - Do-
zombro do 2007. ßrnsííin, |nn. 2007. Disponívoí om: <www.receita.fazenda.gov.br/Publico/arre/2007/AnalisemensalDez07.pdf>.
62
ROBERTO DIAS DUARTE
Somos os prolngonislns, ho|o, do mnior ß2C (business to Government) do pínnoln, com corcn do
moio miíhño do omissoros do Nolns Fiscnis oíolrónicns (NF-o) roíncionnndo-so, om lompo roní,
com ns nuloridndos lribulárins o gornndo um lolní ncumuíndo quo |á chogn n biíhoos do oporn-
çoos morcnnlis digilnímonlo documonlndns.

Lssn roníidndo, porém, nindn nño loi porcobidn poín grnndo mniorin do nossos gosloros, lnmpou-
co o lnlo do quo 500 mií omprosns, om gorní induslrins o nlncndislns, |á mnnlem umn lrocn do
inlormnçoos, lnmbém om lormnlo digilní o pndronizndo, com miíhoos do pnrcoiros comorcinis,
incíuindo vnro|islns o proslndoros do sorviços, o quo nos dá n primnzin do promovor o mnior ß2ß
(business to business) do mundo gíobníizndo.
1udo isso vom ocorrondo nos uílimos doz nnos, poríodo no quní o lisco brnsiíoiro domonslrou-so
nílnmonlo olicnz om incorpornr o npíicnr os grnndos pnrndigmns do novo miíenio (conhocimon-
lo, locnoíogin o comporlnmonlo), um pínnlio inlonsivo do quní ns nuloridndos liscnis |á coíhom
os lrulos, sob n lormn do sucossivos rocordos do nrrocndnçño.
A íinhn do lompo, n soguir, oxpíicn moíhor lodn n genoso dosln hislorin:
PLSSCA FÍSlCA, C CCMLÇC DL 1LDC
Lm 1991, qunndo os microcompulndoros comoçnvnm n lnzor pnrlo dn vidn do brnsiíoiro, n So-
crolnrin dn kocoiln Fodorní (SkF) lrnlou do ínnçnr o progrnmn do proonchimonlo dn Docínrnçño
do kondimonlos do lmposlo do kondn, novidndo quo, |unlnmonlo com n onlrogn por moio mng-
nélico, lnrin do ßrnsií um pionoiro noslo lipo do nulomnçño, 67 nnos npos lor crindo o primoiro
lormuíário om pnpoí com o mosmo lim.
lnicinímonlo com um índico do ndosño límido, dn ordom do 3%, nos poucos n opçño oíolrónicn
sorin n oscoíhidn poín mnior pnrlo dos conlribuinlos, dnndo origom no proximo nvnnço oxpros-
sivo nn áron.
Lm 1996, n SkF nlondorin às muilns sugosloos rocobidns pnrn crinr umn vorsño do npíicnlivo om
nmbionlo Windovs, inlorlnco grálicn o do nnvognçño lño bom ncoiln quo íogo sonloncinrin o lim
do progrnmn lkPF om DCS.
¦á no nno soguinlo, mnis dn molndo dos conlribuinlos nño usnvn mnis o lormuíário improsso pnrn
lnzor sou n|uslo nnuní com o Loño, gnnhnndo nindn n opçño do lrnnsmilir os dndos por loíolono
ou lnlornol, uliíiznndo pnrn isso um software ospocílico, o kocoilnnol.
Aponns dois nnos dopois o proonchimonlo pnssnrin n sor loilo no proprio silo dn kocoiln, som n
nocossidndo do so bnixnr quníquor progrnmn, lormn como ho|o lodns ns docínrnçoos chognm à
bnso do dndos dn SkF.
SlN1LCkA
No âmbilo dns possons |urídicns, n primoirn grnndo mnniloslnçño do porlií inlormnlizndo do
lisco brnsiíoiro loi o Sislomn lnlogrndo do lnlormnçoos Sobro Cpornçoos lnloroslndunis com
Morcndorins o Sorviços (SlN1LCkA), inspirndo no VlLS - VA1 lnlormnlion Lxchnngo Syslom,
molodoíogin ndolndn do lormn pionoirn poín Lniño Luropoin.
63
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
lnsliluídn poío Convenio lCMS 78/97 o nprovndn poío CCNFAZ, n novidndo lovo suns nlividndos
do pínno|nmonlo o ndminislrnçño n cnrgo do um grupo goslor, composlo por roprosonlnnlos do
lodns ns Lnidndos dn Fodornçño o do Minislério dn Fnzondn, quo om oulubro do 2000 loi subs-
liluído por um grupo do lrnbního dn CC1LPL/CCNFAZ, o C1-15 - SlN1LCkA.
Sou ob|olivo é dnr consislencin o propicinr oconomins do oscnín n divorsns inicinlivns do mo-
dorniznçño dos sislomns lribulários oslndunis quo consliluom o ob|olo do Progrnmn Nncionní do
Apoio à Adminislrnçño Fiscní pnrn os Lslndos ßrnsiíoiros (PNAFL).
Lm 2002, n Socrolnrin dn kocoiln Fodorní, |á inlogrnnlo do Crupo do 1rnbního 15 - SlN1LCkA,
ndoriu lormnímonlo no sislomn com n nssinnlurn do Convenio lCMS 144/02, quo lrnln do inlor-
câmbio do inlormnçoos onlro os liscos oslndunis o lodorní.
Do ncordo com o oslnboíocido nos Convenios lCMS 57/95 o 20/00, os conlribuinlos usuários
do Procossnmonlo Líolrónico do Dndos oslño obrigndos n lornocor às ndminislrnçoos lribulárins
oslndunis, om moio digilní, os dndos roínlivos às opornçoos do comprn o vondn quo lonhnm
prnlicndo.
Conludo, oslns inlormnçoos cnrocinm do lrnlnmonlo ndoqundo por pnrlo dos liscos oslndunis,
dovido à grnndo incidencin do orros nos nrquivos rocobidos, à nusencin do sislomns pro|olndos
pnrn o sou lrnlnmonlo, nssim como à dilicuídndo do lrnnsmissño.
PPA 2000/2003 L PPA 2004/2007: AÇCLS DA kLCLl1A FLDLkAL
No início dos nnos 2000, n kocoiln linhn sob sun rosponsnbiíidndo dois progrnmns vincuíndos
no Pínno Píurinnuní (PPA) 2000-2003 do govorno lodorní: o Progrnmn Adminislrnçño Adunnoirn
o o Progrnmn Adminislrnçño 1ribulárin.
Ambos lizornm pnrlo do oslorço govornnmonlní do crinr um nmbionlo mncrooconómico oslávoí,
lnvorávoí no croscimonlo oconómico suslonlndo, no snnonmonlo dns linnnçns pubíicns, bom
como à proloçño dn sociodndo o dn induslrin nncionní, por moio do combnlo à ovnsño liscní, no
conlrnbnndo o doscnminho.
A SkF ncnbou consoíidnndo os dois om um unico: Progrnmn Adminislrnçño 1ribulárin o Adun-
noirn, vincuíndo no Pínno Píurinnuní (PPA) 2004-2007.
lN86 & MANAD: LM LNSAlC PAkA C SPLD
Lm 2001, n lnslruçño Normnlivn nº 86, pubíicndn poín Socrolnrin dn kocoiln Fodorní, disporin:
“As pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar ne-
gócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza
contábil ou fiscal, ficam obrigadas a manter, à disposição da srf, os respectivos arquivos digitais e
sistemas, pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária.”
ßnsicnmonlo, os nrquivos nprosonlndos nbrnnginm:
- rogislros conlábois
- lornocodoros o cíionlos
64
ROBERTO DIAS DUARTE
- documonlos liscnis
- comércio oxlorior
- conlroío do osloquo o rogislro do invonlário
- roínçño insumo/produlo
- conlroío pnlrimoniní
- loíhn do pngnmonlo
A omprosn dovorin mnnlor à disposiçño dn liscníiznçño os nrquivos dos uílimos cinco ou doz
nnos, do ncordo com o lipo do lribulo. ¦á o prnzo do onlrogn dos nrquivos sorin do 20 dins, pror-
rogávoí por no máximo iguní poríodo.
C Mnnuní Normnlivo do Arquivos Digilnis (MANAD), por sun voz, loi insliluído poín Porlnrin
nº 58/2005, oxpodidn poín Providencin Sociní o quo obrigou ns omprosns usuárins do sislomn
do procossnmonlo oíolrónico do dndos pnrn o rogislro do nogocios o nlividndos oconómicns,
oscrilurnçño do íivros ou produçño do documonlos do nnlurozn conlábií, liscní, lrnbníhisln o
providonciárin, qunndo inlimndn por nudilor liscní dn Providencin Sociní (AFPS), n nprosonlnr
documonlnçño lécnicn compíoln o nluníizndn do sous sislomns, bom como os nrquivos digilnis
com ns inlormnçoos roínlivns nos sous nogocios o nlividndos oconómicns, obsorvndns ns orionln-
çoos o ospocilicnçoos conlidns no rolorido MANAD.
Assim, n liscníiznçño dos lribulos providonciários é soíicilndn por modoío dolinido poío MANAD
(Porlnrin 58/05), por inlormédio do inlimnçño, o no cnso do liscníiznçño dos domnis lribulos lo-
dornis, dosdo 2002, por modoío dolinido poín lN SkF 86/01.
C NASClMLN1C DC SPLD
A Lmondn Conslilucionní nº 42, nprovndn om 19 do dozombro do 2003, dolorminou às ndminis-
lrnçoos lribulárins dn Lniño, dos Lslndos, do Dislrilo Fodorní o dos municípios quo nlunssom do
lormn inlogrndn, incíusivo com o compnrliíhnmonlo do cndnslros o inlormnçoos liscnis.
Pnrn nlondor no disposlo nn íoi loi roníizndo, om |uího do 2004, om Snívndor, o l Lnconlro Nn-
cionní do Adminislrndoros 1ribulários (LNA1), rounindo o socrolário dn kocoiln Fodorní, os socro-
lários do Fnzondn dos Lslndos o Dislrilo Fodorní o os roprosonlnnlos dns Socrolnrins do Finnnçns
dos municípios dns cnpilnis.
No Lnconlro, lornm nprovndos dois Prolocoíos do Coopornçño 1écnicn, um ob|olivnndo n cons-
lruçño do um cndnslro sincronizndo quo nlondosso nos inlorossos dns ndminislrnçoos lribulárin,
o oulro pnrn vinbiíiznr o dosonvoívimonlo do mélodos o inslrumonlos nlondondo nos inlorossos
dns rospoclivns ndminislrnçoos lribulárins.
Lm ngoslo do 2005, durnnlo o ll LNA1, lornm nssinndos os Prolocoíos do Coopornçño nºs 02
o 03, com o ob|olivo do dosonvoívor o impínnlnr o Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní o n
Noln Fiscní oíolrónicn.
C SPLD, no âmbilo dn kocoiln Fodorní, loi inlogrndo no Pro|olo do Modorniznçño dn Adminis-
lrnçño 1ribulárin o Adunnoirn (PMA1A), quo consislo nn impínnlnçño do novos procossos npoin-
dos por sislomns do inlormnçño unilicndos, locnoíogin dn inlormnçño o inlrnoslrulurn íogíslicn
ndoqundos.
65
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Lm 22 do |nnoiro do 2007, n impínnlnçño do Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní (SPLD) o
dn Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o) loi incíuídn no Progrnmn do Acoíornçño do Croscimonlo 2007-
2010 (PAC), no lopico roloronlo no Aporloiçonmonlo do Sislomn 1ribulário.
LNFlM, C ºßlC ßkC1HLk¨
Conforme noticiado pelo jornal de o estado de s. Paulo, om 10 do lovoroiro do 2006, om ro-
porlngom do Adrinnn Fornnndos, o onlño minislro dn Fnzondn, Anlonio Pníocci, npoíidou do
“Big Brother” o supercomputador da Receita Federal que amplia a capacidade de cruzar dados
com n uliíiznçño do ºHnrpin¨, sislomn do inloíigencin nrliliciní dosonvoívido om pnrcorin com n
Lnivorsidndo Lslnduní do Cnmpinns (LNlCAMP) o o lnslilulo 1ocnoíogico dn Aoronáulicn (l1A).

Cnpnz do cruznr umn qunnlidndo oíovndn do dndos o lnzor corroínçño onlro oíos, o progrnmn
lovo como proposln iniciní nuxiíinr os liscnis dn kocoiln n sorom mnis procisos no combnlo à
sonognçño.
Sou nomo - nño por ncnso - é umn rolorencin à mnior nvo do rnpinn do mundo, lnmbém co-
nhocidn como gnviño-roní, cu|n cnrncloríslicn principní é n prolundidndo dn visño oilo vozos
suporior à do homom.
Sogundo o onlño socrolário-nd|unlo dn kocoiln Fodorní, Pnuío kicnrdo Cnrdoso, o primoiro mo-
dulo do “Harpia” a entrar em completo funcionamento em meados daquele mesmo ano seria
voílndo pnrn n áron do comércio oxlorior (imporlndoros o oxporlndoros).
Dopois, sorin n voz dn mníhn linn do lmposlo do kondn dn Posson Físicn (lkPF) rocobor um mo-
duío do inloíigencin nrliliciní. A idoin, dosdo o início, orn lnzor o mosmo grndnlivnmonlo com
lodns ns árons do liscníiznçño.
Adquirido om 2004 o inslníndo no SLkPkC - omprosn do procossnmonlo do dndos do govorno
lodorní om Sño Pnuío, o suporcompulndor dn kocoiln loi inicinímonlo bnlizndo do 1-kox (lirnnos-
snuro rox), mns gnnhou lnmn mosmo como ºßig ßrolhor¨, npoíido quo oslonln nlé ho|o.
LMA VlSÃC PANCkÂMlCA DCS PkC¦L1CS
SPLD CCN1AßlL
Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD), ou SPLD Conlábií, é n subsliluiçño dn oscrilurnçño om pnpoí
por íivros digilnis com vníidndo |urídicn.
Sogundo n lnslruçño Normnlivn kFß nº 787, do 19 do novombro do 2007, oslnvnm obrigndns
n ndolnr n LCD om roínçño nos lnlos conlábois do 2008 ns sociodndos omprosárins su|oilns n
ncompnnhnmonlo oconómico-lribulário diloroncindo.
C prnzo linní pnrn oslos conlribuinlos lrnnsmilirom n LCD oxpirou om 30 do |unho do 2009.
Nnquoín dnln, o nmbionlo do rocopçño o procossnmonlo do SPLD rocobou 43.705 nrquivos do
7.154 conlribuinlos, numoro quo roprosonln corcn do 90% dns omprosns obrigndns no SPLD
Conlábií.
66
ROBERTO DIAS DUARTE
Pnrn o oxorcício conlábií do 2009, ns sociodndos omprosárins su|oilns à lribulnçño do lmposlo
do kondn com bnso no Lucro koní - corcn do 150 mií - dovorinm onvinr n LCD nlé 30 do |uího
do 2010. Aproximndnmonlo 130 mií cumprirnm osso prnzo.
SPLD FlSCAL
A Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LDF) é um nrquivo digilní, com vníidndo |urídicn, lormnndo um
con|unlo do oscrilurnçoos do documonlos liscnis o oulrns inlormnçoos do inlorosso dos liscos dns
unidndos lodorndns o dn kocoiln Fodorní do ßrnsií, bom como rogislros do npurnçño do imposlos
roloronlos às opornçoos o proslnçoos prnlicndns poío conlribuinlo. A LFD conlém:
l - Livro kogislro do Lnlrndns
ll - Livro kogislro do Snídns
lll - Livro kogislro do lnvonlário
lV - Livro kogislro do Apurnçño do lPl
V - Livro kogislro do Apurnçño do lCMS
Vl - Documonlo Conlroío do Crédilo do lCMS do Alivo Pormnnonlo (ClAP)
C SPLD Fiscní roprosonln umn ovoíuçño nnlurní do SlN1LCkA, do lormn n subsliluí-ío grndn-
livnmonlo por um con|unlo bom mnis nbrnngonlo o dolníhndo do inlormnçoos. Aíém disso, é
nssinndo com corlilicndo digilní, o quo conloro vníidndo |urídicn, pnrn lodos os lins, dos dndos
onvindos.
C Convenio lCMS 143/2006 insliluiu n Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), mns loi rovogndo lnci-
lnmonlo poío A|uslo SlNlLF 2/2009.
A LFD é obrignlorin, dosdo 1º do |nnoiro do 2009, pnrn lodos os conlribuinlos do lmposlo sobro
Cpornçoos koínlivns à Circuínçño do Morcndorins o sobro Proslnçoos do Sorviços do 1rnnsporlo
lnloroslnduní o lnlormunicipní o do Comunicnçño (lCMS) o/ou do lmposlo sobro Produlos lndus-
lriníizndos (lPl).
A oscrilurnçño do documonlo Conlroío do Crédilo do lCMS do Alivo Pormnnonlo (ClAP) nlingiu
iguní condiçño oxnlos dois nnos dopois.
Conludo, ns ndminislrnçoos lribulárins disponsnrnm muilos conlribuinlos dosln obrignçño.
Nn prálicn, corcn do 30 mií omprosns, oscoíhidns dirolnmonlo poío lisco, pnrlicipnrnm do SPLD
Fiscní n pnrlir do sou início, om 2009.
Lm 2010, os Lslndos ndolnrnm crilérios proprios pnrn n incíusño do novos conlribuinlos nn LFD.
Lm 2011 há umn londencin cínrn do mnssilicnçño dosln obrignloriodndo om qunso lodns ns uni-
dndos dn lodornçño. Aponns Dislrilo Fodorní o Pornnmbuco oslño lorn do pro|olo.
NC1A FlSCAL LLL1kCNlCA
C Pro|olo Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o) loi dosonvoívido, do lormn inlogrndn, poíns Socrolnrins
do Fnzondn dos Lslndos o kocoiln Fodorní do ßrnsií, n pnrlir dn nssinnlurn do Prolocoío LNA1
03/2005, do 27 do ngoslo do 2005, quo nlribui no Lnconlro Nncionní do Coordonndoros o Admi-
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
nislrndoros 1ribulários Lslndunis (LNCA1) n coordonnçño o n rosponsnbiíidndo poío dosonvoívi-
monlo o impínnlnçño do Pro|olo NF-o.
Lm 14 do solombro do 2006 n primoirn NF-o loi omilidn no ßrnsií poín Lmprosn Dimod, o nulo-
rizndn poín SLFAZ do kio Crnndo do Suí. No mes do mnrço do 2007 ns omprosns pnrlicipnnlos
do pro|olo-piíolo |á omilinm 101 mií nolns liscnis oíolrónicns.
Abrií do 2008 loi o início dn obrignloriodndo do omissño dn NF-o pnrn cinco soloros oconómi-
cos. Nnquoío mes lornm nulorizndns nndn monos quo 3.535.972 do Nolns Fiscnis oíolrónicns.

Dozombro do mosmo nno: mnis novo soloros oconómicos onlrnm nn obrignloriodndo, sondo
nulorizndns nnquoío poríodo mnis do 20 miíhoos do documonlos.
2009: MAlS DL MLlC MlLHÃC
Culros 25 soloros oconómicos onlrnrnm no cronogrnmn om nbrií do 2009, qunndo o voíumo
monsní do nuloriznçoos |á oslnvn nn cnsn dos 25 miíhoos.
A médin monsní do documonlos nulorizndos poíns Socrolnrins do Fnzondn, considornndo o po-
ríodo do nbrií n ngoslo do 2009, snílou pnrn 41 miíhoos. ¦á om solombro dnquoío mosmo nno n
obrignloriodndo nlingirin oulros 54 soloros oconómicos.
Chogou-so, onlño, no linní dnquoío oxorcício com mnis do moio miíhño do documonlos oíolró-
nicos nulorizndos.
A médin diárin no mes do dozombro loi do 2.527.415 documonlos omilidos, lolníiznndo mnis
do 75 miíhoos nnquoío mes.
2010: lNDÚS1klA L CCMLkClC A1ACADlS1A
Lm 2010, n Noln Fiscní oíolrónicn chogou n lodn induslrin o comércio nlncndisln. Aíguns Lslndos
|á oslño considornndo n possibiíidndo do incíuir produloros rurnis nossn obrignloriodndo do omis-
sño. Há nindn oulrns silunçoos nns qunis o documonlo oíolrónico é obrignlorio, como n vondn
pnrn orgños pubíicos o n roníiznçño do opornçoos inloroslndunis.
Lnlim, ludo indicn quo o nlé o linní do 2011 n noln liscní om pnpoí sorá mosmo umn poçn do
musou.
NF-L 2.0 - A SLCLNDA CLkAÇÃC
Dosdo nbrií do 2011, lodns ns omprosns quo |á omilom n Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o) pnssnrnm n
uliíiznr umn novn vorsño do documonlo. A NF-o 2.0 ou do sogundn gornçño, como é donominndn.
ßnsicnmonlo, oín possibiíilou mnis sogurnnçn nn comunicnçño oíolrónicn com n unilicnçño do
pndrño do comunicnçño, níém do incíuir, roorgnniznr o oíiminnr níguns cnmpos oxislonlos.
Lnlro ns principnis mudnnçns dosso modoío oslá umn ndoqunçño quo pormilo rogislrnr ns oporn-
çoos prnlicndns poíos conlribuinlos oplnnlos poío Simpíos Nncionní.
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ROBERTO DIAS DUARTE
A vorsño 2.0 é umn ovoíuçño do conlroío do vidn dn Noln Fiscní oíolrónicn, pois onqunnlo n nn-
lorior rogislrnvn somonlo lres ovonlos (nuloriznçño, cnncoínmonlo o donognçño), n novn pnssou
n considornr oulros momonlos do sun oxislencin, donlro os qunis pnssngons poíos poslos do liscn-
íiznçño, ocorrencins divorsns o domnis nspoclos onvoívondo rnslronmonlo lolní dn morcndorin.
NFS-L: NC1A FlSCAL DL SLkVlÇCS LLL1kCNlCA
Lm moio à grnndo roporcussño nncionní om lorno do Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní
(SPLD) o dn Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o), o conlribuinlo posson |urídicn lnmbém lom do voílnr
sun nlonçño pnrn oulrn lorrnmonln locnoíogicn dn nluníidndo: n Noln Fiscní do Sorviços oíolróni-
cn (NFS-o), cu|o sislomn do omissño o conlroío |á loi ndolndo por divorsns proloilurns brnsiíoirns.
A oxompío do ocorrido nos Lslndos, ossn lorrnmonln locnoíogicn vom pnssnndo por um procosso
conlínuo do nprimornmonlo, o lom como ob|olivo básico subsliluir ns nolns liscnis lrndicionnis -
noslo cnso ospocílico, ns do sorviço - por umn molodoíogin om ossencin somoíhnnlo, porém bns-
lnnlo diloroncindn nos dolníhos, om compnrnçño à quo oslá oíiminnndo o pnpoí nns nolns liscnis
do morcndorins - modoíos 1 o 1-A.
Com osso pro|olo, ns ndminislrnçoos lribulárins podorño pndroniznr o moíhornr n quníidndo dns
inlormnçoos, rncionníiznndo procodimonlos o gornndo mnior olicácin. Lsporn-so nindn quo hn|n
um ololivo numonlo do compolilividndo onlro ns omprosns brnsiíoirns, molivndns poín rncionníi-
znçño dns obrignçoos ncossorins o n consoquonlo roduçño do cuslo-ßrnsií.
Lnlro ns cidndos quo |á ndolnm n NFS-o oslño ns cnpilnis o várins íocníidndos do grnndo impor-
lâncin oconómicn, lnnlo pnrn sous Lslndos qunnlo suns rogioos, cnsos do Amoricnnn (SP), Conln-
gom (MC), Cubnlño (SP), Frnncn (SP), Mncné (k¦), Novn Friburgo (k¦), kosondo (k¦), Snnlo André
(SP), Sinop (M1) o Lboríândin (MC).
Dosonvoívidn do lormn inlogrndn poín kocoiln o poín Associnçño ßrnsiíoirn dns Socrolnrins do
Finnnçns dns Cnpilnis (AßkASF), n impínnlnçño dn Noln Fiscní do Sorviços oíolrónicn (NFS-o)
nlondo no Prolocoío do Coopornçño LNA1 nº 02, do 7 do dozombro do 2007, quo doliniu n co-
ordonnçño o ns rosponsnbiíidndos poío dosonvoívimonlo o impínnlnçño do Pro|olo.
Sogundo o pndrño dn AßkASF, n NFS-o é um documonlo digilní, gorndo o nrmnzonndo oíolro-
nicnmonlo om nmbionlo nncionní poín kocoiln, poín proloilurn ou por quníquor oulrn onlidndo
convonindn, com n linníidndo do documonlnr ns opornçoos do proslnçño do sorviços.
Lmborn hn|n um prolocoío do coopornçño pnrn o oslnboíocimonlo do um modoío nncionní uni-
co noslo cnmpo, cndn município lom nulonomin pnrn dolinir o ndolnr sou sislomn. Por isso há
cidndos quo impínnlnrnm n NFS-o conlormo o pndrño dn AßkASF, o oulrns quo soguirnm modoío
ropíolo do pnrlicuínridndos, dnndo origom n umn vordndoirn 1orro do ßnboí.
Lm 2004, qunndo nindn nño hnvin o pndrño, Angrn dos kois (k¦) loi n primoirn cidndo n oplnr
por um cnminho oxcíusivo, docisño lnmbém lomndn poín Proloilurn do Sño Pnuío, quo proloriu
ndoqunr-so no sislomn propondornnlo nns domnis íocníidndos, n comoçnr poín obrignloriodndo
do uso dn Corlilicnçño Digilní n pnrlir do |nnoiro do 2011 pnrn ns omissoos dosso lipo, umn voz
quo o pndrño AßkASF prove n uliíiznçño do nrquivos XML nssinndos dossn lormn.
Lm ßoío Horizonlo, quo |á soguo osso modoío, n vníidndo |urídicn dn NF-o é nssogurndn por cor-
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
lilicnçño o nssinnlurn digilní no pndrño dn lnlrnoslrulurn do Chnvos Pubíicns ßrnsiíoirns (lCP- ßrnsií),
gnrnnlindo sogurnnçn, nño-ropudio o inlogridndo nns inlormnçoos.
Dinnlo do lnnlns silunçoos dislinlns, n unicn corlozn oxislonlo é n rosponsnbiíidndo dos proslndoros
do sorviços om cumprir o quo proconizn n ndminislrnçño do sou município. Porlnnlo, mosmo quo
nño hn|n dolorminnçño oxprossn qunnlo à gunrdn dos documonlos digilnis nn cidndo, é rocomon-
dávoí quo os conlribuinlos nrmnzonom nrquivos do lormn sogurn, consuílnndo sompro n íogisínçño
do sou município pnrn idonlilicnr o quo podo o dovo sor prosorvndo om moio oíolrónico ou pnpoí.
C Documonlo Auxiíinr dn Noln Fiscní Líolrónicn (DANFL) so oxislo no âmbilo dos Lslndos
(lCMS), onqunnlo n NFS-o conln com o rospnído do kocibo Provisorio do Sorviços (kPS), docu-
monlo lísico uliíizndo no ovonluní impodimonlo do omissño on-íino o lnmbém poíos proslndoros
com grnndos qunnlidndos omilidns om curlos poríodos, dovondo, porém, nos dois cnsos, sor
providoncindn n NF-o om no máximo 10 dins.
LFD-PlS/CCFlNS
A kocoiln Fodorní do ßrnsií dou início n um cronogrnmn do impínnlnçño dn Lscrilurnçño Fiscní
Digilní dn CCFlNS o do PlS/PASLP (LFD-PlS/CCFlNS). C novo modoío dovo conlribuir pnrn n
modorniznçño do ncompnnhnmonlo liscní o unilormiznr o procosso do oscrilurnçño, n oxompío
do quo |á vom sondo loilo com lCMS o lPl.
A obrignloriodndo oslá provisln nn lnslruçño Normnlivn kFß 1.052, pubíicndn no Diário Cliciní
dn Lniño do 5 do |uího do 2010, com o soguinlo cronogrnmn do impínnlnçño:
· Pnrn lnlos gorndoros ocorridos n pnrlir do 1º do nbrií do 2011, ns omprosns submolidns
n Acompnnhnmonlo Lconómico-1ribulário Diloroncindo su|oilns à lribulnçño do lmposlo
sobro n kondn com bnso no Lucro koní (monos do 10 mií omprosns),
· Pnrn os lnlos gorndoros ocorridos n pnrlir do 1º do |uího do 2011, ns domnis omprosns
su|oilns à lribulnçño do lmposlo sobro n kondn com bnso no Lucro koní (corcn do 150
mií omprosns),
· Pnrn os lnlos gorndoros ocorridos n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2012, ns domnis ompro
sns su|oilns à lribulnçño do lmposlo sobro n kondn com bnso no Lucro Prosumido ou
Arbilrndo (mnis do 870 mií conlribuinlos).
CCNHLClMLN1C DL 1kANSPCk1L LLL1kCNlCC (C1-L)
1rnln-so do um novo modoío do documonlo liscní oíolrónico, insliluído poío A|uslo SlNlLF 09/07, do
25 do oulubro do 2007, quo podorá sor uliíizndo pnrn subsliluir um dos soguinlos documonlos liscnis:
· Conhocimonlo do 1rnnsporlo kodoviário do Cnrgns, modoío 8
· Conhocimonlo do 1rnnsporlo Aqunviário do Cnrgns, modoío 9
· Conhocimonlo Aéroo, modoío 10
· Conhocimonlo do 1rnnsporlo Forroviário do Cnrgns, modoío 11
· Noln Fiscní do Sorviço do 1rnnsporlo Forroviário do Cnrgns, modoío 27
· Noln Fiscní do Sorviço do 1rnnsporlo, modoío 7, qunndo usndn om lrnnsporlo do cnrgns
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ROBERTO DIAS DUARTE
C C1-o lnmbém podorá sor uliíizndo como documonlo liscní oíolrónico no lrnnsporlo duloviário
o, lulurnmonlo, nos lrnnsporlos muílimodnis.
Mosmo nño sondo obrignlorio nlé o momonlo, há corcn do 10 miíhoos do Conhocimonlos do
1rnnsporlos oíolrónicos omilidos com vníidndo |urídicn. Lsporn-so, om brovo, n doliniçño do cro-
nogrnmn pnrn n sun obrignloriodndo.
SPLD FPD (L-FCPAC)
Frulo do umn visño quo podo sor considorndn mnis roníisln pnrn o ºo-sociní¨, prolondo oíiminnr
n loíhn do pngnmonlo o o MANAD no curlo prnzo o, no médio, lnmbém CACLD, kAlS, DlkF,
CkkF, CFlP o Fichn do kogislro do Lmprogndo, nssim como o Cndnslro Único do 1rnbníhndoros.
CF-L: CLPCM FlSCAL LLL1kCNlCC
C SA1-CF-o é um Sislomn Aulonlicndor o 1rnnsmissor do Cupons Fiscnis oíolrónicos (CF-o) quo
lom por ob|olivo documonlnr, do lormn oíolrónicn, ns opornçoos comorcinis do vnro|o dos con-
lribuinlos do Lslndo do Sño Pnuío.
Moduío composlo do hardware e software ombulido, o oquipnmonlo SA1-CF-o é o sucossor dos
Lmissoros do Cupons Fiscnis (LCFs) pnrn os vnro|islns.
Lsso sislomn usn comunicnçño vin rodo coíuínr pnrn lrnnsmilir os CF-o poriodicnmonlo à Socro-
lnrin dn Fnzondn, npos ns olnpns do vníidnçño o nulonlicnçño.
Aos liscnis oslndunis possibiíiln lor ncosso, do lormn oíolrónicn o om lompo roní, às inlormnçoos
dns opornçoos comorcinis dos oslnboíocimonlos vnro|islns, olorocondo n ossos conlribuinlos, om
conlrnpnrlidn, n simpíilicnçño do suns obrignçoos ncossorins.
C pro|olo comoçn por Sño Pnuío, mns o A|uslo SlNlLF nº 11 CCNFAZ, do 24 do solombro do
2010, nulorizou os Lslndos do Aíngons, Mnlo Crosso, Minns Cornis, Pnrnná, Sño Pnuío o Sorgipo
n insliluir o Cupom Fiscní oíolrónico (CF-o).
PkCCLSSC ADMlNlS1kA1lVC 1klßL1AklC LLL1kCNlCC L C AL1C DL lNFkAÇÃC LLL1kCNlCC
A Porlnrin nº 198 CA1, do 27 do dozombro do 2010, insliluiu, no Lslndo do Sño Pnuío, o Procosso
Adminislrnlivo 1ribulário Líolrónico o o Aulo do lnlrnçño oíolrónico.
C primoiro, donominndo oPA1, é uliíizndo como moio oíolrónico nn ínvrnlurn do nulo do inlrn-
çño, nn lrnmilnçño dos procossos ndminislrnlivos lribulários, nssim como pnrn n prálicn o comu-
nicnçño do nlos o nindn n lrnnsmissño do poçns procossunis.
Lnvrndo modinnlo uso do sislomn oíolrónico dn Socrolnrin dn Fnzondn, o Aulo do lnlrnçño oíolró-
nico é inslruído com documonlos, domonslrnlivos o domnis oíomonlos mnlorinis comprobnlorios
dn inlrnçño, lodos om lormnlo oíolrónico.
1odns ns pubíicnçoos olicinis roínlivns n procossos ndminislrnlivos lribulários, so|nm oíolrónicos
ou lísicos, sño loilns por moio do Diário Líolrónico dn Socrolnrin dn Fnzondn.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Lm cnrálor inlormnlivo, podorá sor onvindn corrospondencin oíolrónicn comunicnndo n inlimn-
çño o n nborlurn nulomálicn do prnzo procossuní.
Mosmo sondo umn inicinlivn pnuíisln, é ovidonlo quo oulrns unidndos lodorndns soguirño ossn
londencin.
ßkASlL-lD
C pnís ndolou o Sislomn do ldonlilicnçño, knslronmonlo o Aulonlicnçño do Morcndorins, ou
simpíosmonlo, Pro|olo ßrnsií-lD, quo surgo como umn ovoíuçño nnlurní dos pro|olos do modor-
niznçño dns nuloridndos liscnis.
A locnoíogin so bnsoin no omprogo dn ldonlilicnçño por kndiolroquencin (kFlD) o, donlro do
um pndrño unico, podorá lnzor idonlilicnçño, rnslronmonlo o nulonlicnçño do morcndorins om
produçño o circuínçño por lodo o lorrilorio nncionní.
Coordonndo poío Conlro do Posquisns Avnnçndns Wornhor von ßrnun, om con|unlo com o Ln-
conlro Nncionní dos Coordonndoros o Adminislrndoros 1ribulários (LNCA1), o pro|olo nnscou
grnçns n um ncordo do coopornçño lécnicn lirmndo om 31 do ngoslo do 2009 onlro o Minislério
dn Ciencin o 1ocnoíogin, n kocoiln Fodorní o os Lslndos dn Lniño, por moio do suns Socrolnrins
do Fnzondn.
A locnoíogin kFlD, quo uliíizn chips, visn pndroniznr, unilicnr, inlorngir, inlogrnr, simpíilicnr, dos-
burocrnliznr o ncoíornr o procosso do produçño, íogíslicn o do liscníiznçño do morcndorins poío
Pnís oslnboíoco imporlnnlo inlorcâmbio com n NF-o 2.0.
Aindn no âmbilo dns omprosns, o ßrnsií-lD propicin n roduçño signilicnlivn do cuslos o moíhorin
nos procossos do produçño, nrmnzonngom, dislribuiçño o íogíslicn.
L porlnnlo, som duvidn, um grnndo nvnnço do lisco om roínçño no combnlo à sonognçño lribulá-
rin, à mnior inlornçño onlro govorno o omprosns o, lundnmonlnímonlo, coíocn o pnís nn vnngunr-
dn dns roínçoos omprosnrinis o liscnis, sorvindo do modoío pnrn divorsos pnísos considorndos do
Primoiro Mundo om oulrns árons.
72
ROBERTO DIAS DUARTE
SlS1LMAS lN1LCkADCS PAkA CLS1ÃC LMPkLSAklAL (LkP)
“A existência destes sistemas permite à empresa fazer coincidir as informações gerenciais com as contá-
beis. isso propicia um controle orçamentário antes inexistente. os sistemas erP ainda forçam as empre-
sas a repensar seus processos e contabilizar seus custos de forma antes impossível.”
211
Viconlo Fníconi
Q
unndo umn omprosn nnsco, sou mnior dosnlio é sobrovivor, gornr nígum dinhoiro, pngnr
suns conlns o, nindn, lor sobrns linnncoirns sulicionlos pnrn nssogurnr no omproondodor um
mínimo pndrño do vidn.
So n omprosn supornr n lnso dn morlníidndo inlnnlií, o idoní om mirn pnssn n sor lornnr sou nogo-
cio porono. Pnrn islo, n rocoiln, qunso sompro é croscor pnrn lnzor cnixn o invoslir.
Noslo momonlo dn vidn omprosnriní, o propriolário o sous principnis níindos so dopnrnm com n
síndromo do lníln do conlroío. Qunndo n omprosn linhn monor porlo, ludo orn inluilivo, prnlicn-
monlo visuní.
Lrn possívoí snbor quom lrnbníhnvn ou so dodicnvn mnis, qunis ornm os probíomns com os
cíionlos, n produçño o o nlondimonlo. So quo ns coisns licnrnm mnis compíoxns: mnior voíumo
do cíionlos, luncionários, produlos, sorviços, concorronlos, nmonçns o oporlunidndos. Alé o nu-
monlo do polonciní linnncoiro é um lnlor quo compíicn o oslrossn o din n din do omprosário. C
quo lnzor com o dinhoiro: Lm quo invoslir: Como moíhornr o dosomponho: Como pngnr monos
imposlos:
Docisoos inluilivns, nosln lnso, sño ncompnnhndns por um onormo risco. Acrodilnr nn sorlo, go-
rnímonlo dá nznr om momonlos nssim.
A soíuçño pnrn n lníln do conlroío, nn mniorin dos cnsos, pnssn por nulomnliznr procossos oporn-
cionnis dn omprosn, impínnlnr sislomns o uliíiznr pínniíhns pnrn conlroínr n omissño do nolns lis-
cnis, procossnr n loíhn do pngnmonlos, conlns n pngnr o n rocobor, osloquos, comprns o opornçoos.
21. FALCCNl, V. Instituto de Desenvolvimento Gerencial. Disponívoí om:
<www.indg.com.br/falconi/request_mensagens.asp?id=53>. Acosso om: 2 |uí. 2008.
Os computadores hoje exercem a função informativa e qualquer leigo pode manusear
dados; o que não pode o leigo é explicar esses mesmos dados e nem oferecer modelos de
comportcmento dc riquezc, pois, tcis conhecimentos sûo cientíjcos, de ordem superior.
F
1LCNCLCClA A SLkVlÇC DC LMPkLLNDLDCklSMC
8


73
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Assim, n omprosn comoçn n opornr com numoros. Muilos numoros. Lm princípio há um oncnn-
lnmonlo gorní. Pínniíhns consoíidnndo, simuínndo, lnzondo pro|oçoos do um luluro briíhnnlo.
Céu do brigndoiro. Nns rounioos do ncompnnhnmonlo do rosuílndos, diliciímonlo nígum goronlo
nprosonln conários possimislns ou lnín do nmonçns.
Cs cíionlos oslño rocínmnndo, mns os numoros moslrnm quo islo é lrnnsilorio, íogo ludo licnrá
bom. A produlividndo oslá bnixn, mns n pínniíhn com ns pro|oçoos nprosonln umn londencin
do moíhorin. As vondns cnírnm: snzonníidndo, lorindo, loslns, visiln do Pnpn. Quom é cnpnz do
quoslionnr ossns nnáíisos lño ºbom oínborndns¨, com lnnlos numoros:
Lsln é n lnso do oxcosso do numoros. Sño lnnlos, quo nonhum é conliávoí. Nosln ocnsiño doslncn-so
umn cnrncloríslicn mnrcnnlo: n guorrn lrin onlro dopnrlnmonlos. Vondns, produçño, sorviços,
mnrkoling o linnncoiro, cndn quní com sous numoros. Cndn um com sun íingungom o o sou
mundo. Mns ninguém com n rnzño.
A omprosn oscnpou dn morlníidndo inlnnlií, mns nño dn criso do idonlidndo dn ndoíoscencin.
Lín pordo rocursos om pro|olos som loco, nom pínno|nmonlo, conlroío o, muilo monos, visño do
luluro. lnvoslo lompo o dinhoiro nn lonlnlivn do moíhornr n opornçño om cndn dolního. Domilo,
conlrnln, lroinn, lrocn sislomns, conlroíos, procossos o molodoíogins, lrnz consuílorins ospociníi-
zndns, crin o doslroi oslrulurns, mudn orgnnogrnmn, mnrcn o, às vozos, nlé o nomo.
konímonlo, nnlos do nlingir o nmndurocimonlo, o omprosário o sous níindos solrom bnslnnlo.
Aíiás, muilos soquor rosislom n osln lnso. Lmprosns sño vondidns, prolissionnis quo n|udnrnm n
lundá-íns so dosoncnnlnm o corrom pnrn o morcndo ou sño domilidos.
Lm din, o omprosário porcobo quo o probíomn nño oslá nn opornçño, mns nn oslrnlégin. Nño nns
pnrlos, mns no lodo. Doscobro quo n omprosn oslá conloxluníizndn om um ocossislomn compíoxo
o dinâmico.
Por moíhoros quo so|nm os compononlos do um cnrro do Formuín 1, sous pnous, o combuslívoí o
nlé o piíolo, so ludo islo nño luncionn do lormn inlogrndn, sinorgicnmonlo, nño há como voncor o
cnmpoonnlo. L n visño sislemicn ou hoííslicn quo produz rosuílndos diloroncindos.
lncrívoí, mns somonlo ngorn n humnnidndo oslá doscobrindo quo n docomposiçño nnníílicn nño
rosoívo os probíomns do mundo. Nño dá pnrn lrnlnr dor do oslómngo som ponsnr nos nspoclos
gonélicos, níimonlnros, psicoíogicos, socinis, prolissionnis o cuílurnis do umn posson.
C LkP - enterprise resource Planning - é mnis quo um con|unlo do sislomns dopnrlnmonlnis
inloríigndos. L umn lorrnmonln pnrn n comproonsño do ocossislomn omprosnriní, um sislomn do
goslño quo inlogrn ns opornçoos dn omprosn, sous roíncionnmonlos com o nmbionlo o lornoco ns
inlormnçoos procisns, do lormn rápidn o inluilivn.
A pnrlir disso, os gosloros podom nnníisnr ns roínçoos do cnusn o oloilo, lnzor simuínçoos o cons-
lruçoos do conários, níém do ncompnnhnr o rosuílndo dns nçoos pínno|ndns. Assim, n omprosn
pnssn n sor oncnrndn como um sor vivo, quo rospondo nos oslímuíos inlornos o oxlornos.
Lnlrolnnlo, muilns doíns invoslom lorlunns om pro|olos do impínnlnçño do LkPs com n monlníidndo
dopnrlnmonlní, mocnnicisln. Pordom grnndos somns do dinhoiro com islo porquo, om muilos cn-
sos, licnm pioros quo nnlos: som rosoívor sous probíomns, mnis ongossndns o, porlnnlo, vuínorávois.
Acrodilnm nn nulomnçño do 100% do sun opornçño o crinm pro|olos inlinilos - om lompo o cuslo.
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ROBERTO DIAS DUARTE
Nn roníidndo, conlinunm londo loco nn opornçño o nño om oslrnlégin. líudom-so ponsnndo quo
o probíomn do lodo so rosoívorá nponns com n moíhorin dn oliciencin dns pnrlos. Pormnnocondo
subordinndns às lrnnslormnçoos do moio nmbionlo, nño consoguom lrnnslormnr ns nmonçns om
oporlunidndos por lníln do visño do luluro.
Lnlim, pro|olos do LkP com loco om locnoíogin o procossos oporncionnis lem ludo pnrn lrn-
cnssnr. C LkP dovo sor ponsndo como n lorrnmonln cnpnz do lornocor ns inlormnçoos sobro os
rosuílndos dns nçoos dn omprosn o sous impnclos no ocossislomn. Cu so|n, n crinçño do umn
visño do luluro pnrn orionlnr n opornçño do prosonlo. Mns, dingnoslicnr, ngir o nnníisnr sño ln-
rolns humnnns quo oxigom prolissionnis com conhocimonlo, crinlividndo, vonlndo pnrn nlunr,
buscnndo soíuçoos o ponsnndo do lormn sislemicn.
A omprosn, linnímonlo, nlingo n mnluridndo qunndo sous prolissionnis nssumom riscos com bnso
no conhocimonlo, élicn prolissionní, inlormnçoos do ocossislomn o crinçño do conários. Mns
n principní provn do mnluridndo é o nuloconhocimonlo. Dosln lormn, n omprosn, no invés do
rongir às nmonçns, conslroi o luluro quo doso|nr, n pnrlir dns nçoos do prosonlo. Noslo ponlo, n
uliíiznçño dos rocursos locnoíogicos o molodoíogicos lornocidos por um bom pro|olo do impínn-
lnçño do LkP é improscindívoí.
Porlnnlo, ponso nn sun omprosn como umn noronnvo om missño do combnlo. Qunnlo mnis
compíoxn lor n incumbencin, mnior sorá n qunnlidndo do inslrumonlos do voo nocossários. Mns
so nño houvor umn comproonsño dnquiío quo os inslrumonlos ího dizom n cndn nçño sun ou
do moio nmbionlo, o risco dn missño lníhnr numonln muilo. Agorn rospondn: o quo nconloco so
voce nño consoguo onlondor quní é n sun missño:
VlSÃC ALLM DC software
“não se limite a se preparar para o amanhã. Procure também descartar-se daquilo que já não faz mais
sentido, que não é produtivo, que não contribui para os objetivos.” Polor Druckor
A sigín om ingíes signilicn enterprise resource Planning - pínno|nmonlo do rocursos omprosn-
rinis. No ßrnsií, muiln gonlo usn o lormo ºSislomn lnlogrndo do Coslño Lmprosnriní¨ como lrndu-
çño do LkP. C prolossor Viconlo Fníconi proloro o lormo ºsislomns LkP do inlormnçño goronciní¨.
Lnlrolnnlo, no pronuncinr ossn sigín, n mniorin dns possons n nssocin n softwares. 1ní porcopçño
é nnlurní, umn voz quo n induslrin dosso solor o, consoquonlomonlo, n impronsn ospociníizndn
om cobri-ío, onlnliznm n roíovâncin dn locnoíogin dn inlormnçño. As molodoíogins do goslño o
oulros nspoclos humnnos roíncionndos no lomn nño rocobom nlonçño iguní. Poucos lnbricnnlos
de software porcobornm quo n locnoíogin é nponns um dos compononlos num pro|olo do im-
pínnlnçño do LkP om umn omprosn.
´LKF (Lntc:p:¡:c Kc:ou:·c FIann¡n¿), (SICL - S¡:tcma: Intc¿:ado: dc Cc:táo Lmp:c:a:¡aI, no ß:a:¡I) :áo :¡:tc-
mas de informações que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A
integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistemas de: finanças, contabilidade, recursos huma-
nos, fabricação, marketing e vendas etc.) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de tran-
sações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisões etc.). os erPs, em termos gerais,
são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,
possibilitando a automação e o armazenamento de todas as informações de negócios.”
2210
22. WlKlPLDlA. ERP. Disponívoí om: <http://pt.wikipedia.org/wiki/erp>. Acosso om: 29 |un. 2008.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
A quoslño principní é quo ns omprosns, indopondonlomonlo do sou porlo ou rnmo do nlividndo,
procisnm do umn goslño inlogrndn do procossos pnrn compolir no mundo nluní. Aíiás, qunnlo
mnis compolilivo lor o morcndo om quo n omprosn nlun, mnior n corroínçño onlro goslño inlo-
grndn o sucosso omprosnriní.
Pnrn n conslruçño dos conários o simuínçoos quo irño subsidinr o procosso do lomnr docisoos,
omprosários o/ou gosloros procisnm do inlormnçño. Cs numoros do cndn áron - vondns, com-
prns, produçño, lnlurnmonlo, oxpodiçño, linnncoiro, rocursos humnnos o nlondimonlo - dovom
sor cooronlos o consoíidndos, n lim do vinbiíiznr o onlondimonlo o n nnáíiso do impnclo do cndn
docisño sobro ossos indicndoros.
Mnis nindn: cndn docisño, mosmo quo npnronlomonlo lonhn roporcussño íimilndn n um dopnr-
lnmonlo, gorn consoquencins no rosuílndo gíobní dn omprosn. Cu so|n, o idoní sorin modir o
impnclo dns docisoos sobro os indicndoros do rosuílndo do cndn unidndo o nn conlnbiíidndo.
Cs roínlorios conlábois, como o Domonslrnlivo do kosuílndos (DkL) o o Domonslrnlivo do Fíuxo
do Cnixn o ßnínncolo, sño lorrnmonlns improscindívois pnrn n nloriçño dn ololividndo do umn
docisño, so|n oín oslrnlégicn ou lálicn. Cbvinmonlo, os indicndoros do rosuílndos dopnrlnmonlnis
nño podom sor dosconsidorndos.
A impínnlnçño do LkP vinbiíizn n oblonçño dossos numoros consoíidndos ou nnníílicos com
bnslnnlo procisño o ngiíidndo. L possívoí, nindn, visuníizá-íos om divorsns lormns grálicns, pnrn
nvníinr londencins, hislorico do lnlos, pnrlicipnçño do umn ocorrencin com roínçño no lodo, dis-
lribuiçño do um ovonlo om umn rogiño, produlo, oquipo olc.
Muilo bom, mns... lsso so é possívoí npos n impínnlnçño do LkP. L ncrodilo: nño é lácií impínnlá-ío!
Comprnr um bom software o conligurá-ío é nponns umn poquonn pnrlo do procosso. Pnrn quo
o pro|olo do impínnlnçño do LkP so|n bom-sucodido, ns soguinlos nlividndos dovom sor oxocu-
lndns:
· Soíoçño do lornocodor. 1onhn nbsoíuln corlozn do quo nonhumn opçño nlondorá n
100% dns nocossidndos do sun omprosn. So|n roníisln o conlonlo-so com 80% (qunndo
muilo), porquo os 20% roslnnlos ího cuslnrño oulro pro|olo. Ponso no LkP como um
nulomovoí pnrn sun omprosn. Voce nlé podo cuslomiznr um cnrro pnrn ndoquá-ío n ludo
o quo sompro sonhou, mns n dosposn dossn ndplnçño irá invinbiíiznr o rolorno sobro o
invoslimonlo.
· Seja pragmático. Durnnlo n lnso do soíoçño, nño cnin no cnnlo dn soroin locnoíogicn.
A cnpncidndo do invoslimonlo do lornocodor, oxporiencin, visño do luluro, os cnsos do
sucosso om sogmonlos simiínros no sou o o nívoí do compromolimonlo quo oío lorá com
voce sño lnloros mnis imporlnnlos quo n locnoíogin. lsso mosmo! Codo ou lnrdo, lodos
os lornocodoros lorño ns mosmns locnoíogins. ßnsln quo lonhnm cnixn pnrn invoslir, visño
do luluro, compromolimonlo o loco no sou morcndo.
· Compreensão da organização da empresa. Lm bom dingnoslico é qunso umn
gnrnnlin do sucosso. L prociso comproondor como luncionn n omprosn: qunis procossos
sño ronímonlo nocossários, quo prolissionnis conlribuirño pnrn n impínnlnçño o qunis
irño boicolnr o procosso, qunis ns doliciencins do cndn posson (pnrn podor cnpncilá-ín)
76
ROBERTO DIAS DUARTE
o, principnímonlo, qunis os indicndoros do rosuílndo do cndn dopnrlnmonlo. Nndn disso
é possívoí som n n|udn do possons ospociníizndns, oxporionlos, quo possnm comproondor
lodns ossns quosloos com o oíhnr oxlorno.
· Preparação das pessoas. Nño so iíudn ncrodilnndo quo lodos oslño omponhndos om
quo ludo lunciono bom. Qunso lodos lomom mudnnçns. So com muiln lrnnspnrencin o
oxpíicnçoos às possons sobro o quo ns ngunrdn no luluro, é quo o modo londo n so rodu-
zir. Aíém disso, lodos procisnm do cnpncilnçño pnrn opornr n novn locnoíogin do goslño,
do lormn n oxlrnir o máximo do cndn rocurso. Qunnlo mnis ns possons onlondom n novn
lorrnmonln, mnis so ongn|nm no procosso do mudnnçn. L nssim quo surgom idoins sobro
novns lormns do lrnbního.
- Ircparaçño dos proccssos. Há nlividndos quo sño oxoculndns nns omprosns nponns
porquo sompro lornm nssim. Lsln é n horn do roponsá-íns, ou nlé oíiminá-íns, cnso nño
so|nm mnis nocossárins. Surproondonlomonlo, oxislom muilns coisns nns omprosns quo
luncionnm nssim. Surgirño nindn oulrns nlividndos pnrn ngrognr vníor no cíionlo, por
oxompío: novos conlroíos do gnrnnlin do quníidndo, nloriçño do rosuílndos, moíhorins
no roíncionnmonlo com cíionlos, rogislro do inlormnçoos, onlro oulrns. Lmn dicn: pnrn
nulomnliznr procossos conlusos, gnsln-so mnis, o o risco do lrncnsso numonln.
· Preparação do sistema. Com ns inlormnçoos oblidns, o sislomn podo sor inslníndo,
com conligurnçño o porsonníiznçño pnrn luncionnr conlormo os procossos dosonhndos
o gornndo os numoros nocossários pnrn o ncompnnhnmonlo do rosuílndos. Corlnmonlo,
nnlos do coíocnr o sislomn om luncionnmonlo dolinilivo, nígum lipo do simuínçño dovo
sor oxoculndo. Mns ncrodilo: é impossívoí simuínr 100% dns opornçoos do din n din.
- Irob!cmas pos-imp!antaçño. So nígum procosso nño loi sulicionlomonlo dolníhndo
ou vníidndo, podorño surgir probíomns qunndo o sislomn lor impínnlndo. L, corlnmonlo,
isso ocorrorá. So ns possons nño lornm propnrndns ndoqundnmonlo pnrn ns mudnnçns,
hnvorá rocínmnçoos, cnçn nos cuípndos o oulrns lormns do oxprossño dn ºindignnçño¨
humnnn. Mns, do conlrário, oíns buscnrño soíuçoos pnrn os probíomns, minimiznndo
os impnclos pnrn os cíionlos o rosuílndos dn omprosn. Cu so|n, lrnbníhnrño om oquipo.
Anníisnndo lodos ossos nspoclos, licn cínro quo o software é apenas um dos elementos para o
sucosso no conloxlo do impínnlnçño do LkP. Pnrn gnrnnlir quo n omprosn so lorno moíhor npos
o pro|olo do impínnlnçño, sño lnloros como: molodoíogin, oxporiencin, cuílurn, oslrnlégin, lrnbn-
ího om oquipo, moíhorin do procossos o nliludo, quo ronímonlo lnzom n diloronçn.
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LkP NC CCN1LX1C SPLD
I¡¿u:a 9 - L·o::¡:tcma I¡:·aI.
Cndn opornçño do ºmundo roní¨ om umn omprosn dovo sor roprosonlndn por um ínnçnmonlo
conlábií. Vondn do morcndorins, comprn do insumos, produçño, pngnmonlos, rocobimonlos,
invoslimonlos, nquisiçño do nlivos, o nssim por dinnlo. Lm bom LkP rogislrn ossos lnlos sob os
ponlos do visln oporncionní o conlábií, do lormn n vinbiíiznr o lornocimonlo do inlormnçoos
procisns o conliávois pnrn npoio à lomndn do docisoos.
Qunndo o SPLD lor roníidndo nns omprosns, o lisco lorá ns inlormnçoos sobro ludo o quo oíns
comprnm o vondom por moio dn NF-o, om lompo roní. Monsnímonlo, o lisco oíolrónico lorá os
documonlos do onlrndn, snídn o invonlário do morcndorins, níém dn ºmomorin do cáícuío¨ do
npurnçño do lribulos (lCMS o lPl) o, nindn, ns lnlurns o suns pnrcoíns n pngnr o n rocobor. Por lim,
nnunímonlo, sous movimonlos o domonslrnlivos conlábois.
A concíusño é: uso ossns inlormnçoos pnrn moíhornr n goslño dn sun omprosn, roníiznndo pín-
no|nmonlo, orçnmonlo, nvníinndo rosuílndos, crinndo conários pnrn npoinr sou nogocio o oín-
bornndo o pínno|nmonlo lribulário. Pois, do oulro índo, ns nuloridndos liscnis uliíiznrño lodns
ossns inlormnçoos pnrn nssogurnr quo sou nogocio oslá om conlormidndo com n íogisínçño liscní
o lribulárin.
C nmbionlo do nogocios lornou-so mnis compíoxo o dosnlindor com n impínnlnçño do ºßig
ßrolhor Fiscní¨. Propnro-so!
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9
A kLCCNClLlAÇÃC LN1kL CCN1AßlLlDADL L CLS1ÃC
O “milagre” está dentro de cada um de nós; opera-se pelo reencontro com o perdido
que em terdcde nuncc se perdeu, pois, c luz internc só se pccijcc qucndo nûo se
dissipam as nuvens do medo, estas que somos nós mesmos que as produzimos pela
jcltc de conjcnçc nc çrcndezc cósmicc de nossc oriçem.
G


O
s dopoimonlos do Mnrin Cínrn ßugnrim, à opocn prosidonlo do Consoího Fodorní do Conln-
biíidndo, o do Luiz Anlonio ßnínminul, ox-prosidonlo do CkC-SP, nprosonlnm um ponlo om
comum: n imporlâncin dn conlnbiíidndo como lorrnmonln do npoio à goslño. lmpíicilnmonlo, há
umn sinníiznçño dn lrnnslormnçño do pnpoí do conlnbiíisln, do ºgorndor do guins¨ n oslrnlogisln
omprosnriní.
“(...) as mais de 5 milhões de pequenas e médias empresas existentes hoje no brasil necessitam de in-
formações e instrumentos que melhorem sua gestão, que apontem soluções viáveis para a continuidade
dos negócios.
segundo dados divulgados pelos órgãos oficiais, metade desses pequenos empreendimentos está con-
denada à morte do primeiro ao terceiro ano de existência, e a principal causa apontada para essa
tremenda mortandade é a falta de informações para tomada de decisões e ferramentas adequadas para
a gestão do negócio.”
231
´Havc:a ·ada vc2 ma¡: a :cqu¡:¡çáo dc ·ontaL¡I¡:ta: pa:a a cIaLo:açáo dc :cIato:¡o: dc ¿c:táo - ¡mpo:-
tantc: ·omun¡·ado: cnt:c a cmp:c:a c a :o·¡cdadc - Lcm ·omo a ·ontaL¡I¡2açáo do: ¡nvc:t¡mcnto:
sociais, num momento em que o planeta é ameaçado por mutações climáticas, que também deverá ser
atribuição da categoria.”
24

2
A pnrlir dn impínnlnçño do Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní (SPLD) nns omprosns sorá
prnlicnmonlo impossívoí quo oíns oporom som o npoio do um LkP.
C lisco podorá nnníisnr dndos conlábois, linnncoiros, liscnis o lrnbníhislns sobro quníquor lribulo, o
vníidnr ou nlé mosmo ºsugorir¨ o vníor n sor rocoíhido poín omprosn, roínlivo n um ou mnis imposlos.
Som n nulomnçño compíoln dns opornçoos o sun consoquonlo conlnbiíiznçño, n omprosn podorá
corror o risco do sor nulundn por lornocor inlormnçoos incooronlos ou oquivocndns. Pior quo
23. ßALAMlNL1, L. A. Como atualizar a contabilidade brasileira. Disponívoí om:
<www.sesconms.org.br/not_ler.asp?codcat=3&codigo=2248>. Pubíicndo om: 30 mni. 2007. Acosso om: 29 |un. 2008.
24. ßLCAklM, M. C. C. Pnrlicipnçño no Forum 2016: umn visño do luluro pnrn n prolissño. CkC-SP, Sño Pnuío. Lvonlo roníizndo om:
11 do nbr. 2007.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
islo, oín podorá lor um vníor ºsugorido¨ do lribulo muilo ncimn do sun roníidndo oporncionní.
Noslo conloxlo, por um índo, o lrnbního oporncionní dos conlndoros no quo diz rospoilo à os-
crilurnçño conlábií o liscní, lípico dn Lrn lnduslriní, londo n so roduzir drnslicnmonlo, umn voz
quo lodn movimonlnçño dovorá sor gorndn por sislomns nulomnlizndos inlogrndos - LkPs. Mns,
inquoslionnvoímonlo, surgo umn sério do novns rosponsnbiíidndos pnrn oslos prolissionnis. Cu-
lrns nlividndos lípicns do conlnbiíislns insoridos no conloxlo dn Lrn do Conhocimonlo ronnscom
com muiln enlnso.
A nudilorin conlábií, n conlnbiíidndo liscní consuílivn o n conlnbiíidndo goronciní, om sous divor-
sos snboros, snom do lundo do bnu pnrn so lornnr ns grnndos vodolos do momonlo.
LM MLkCADC CCM lMLNSAS CPCk1LNlDADLS
“com os novos sistemas de controles fiscais, em 5 anos o brasil terá o menor índice de sonegação
empresarial da América Latina e, em 10 anos, um índice comparado ao dos países desenvolvidos.”
25

3
LCCNCMlA FCkMAL
Sogundo dndos do 2004 do lßCL, o ßrnsií conln com mnis do 5 miíhoos do omprosns lormní-
monlo consliluídns, sondo quo 82% doíns lem nlé qunlro possons lrnbníhnndo. So considornrmos
omproondimonlos com nlé novo prolissionnis, o numoro crosco pnrn 92%! Corlnmonlo, n mnior
pnrlo doíns lom sorviços conlábois lorcoirizndos.
Muiln gonlo so osquoco quo n Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o) é domocrálicn. Prnlicnmonlo lodo
oslnboíocimonlo induslriní ou nlncndisln |á é obrigndo n subsliluir ns nolns om pnpoí poíns oío-
lrónicns. lndopondonlomonlo do sou porlo.
Crgnniznçoos quo vondom morcndorins pnrn lorn do sous Lslndos ou pnrn orgños pubíicos lnm-
bém omilom n NF-o. Aíém disso, lodns ns omprosns brnsiíoirns |á rocobom oslo documonlo digi-
lní qunndo comprnm morcndorins dn induslrin ou nlncndo.
C SPLD Fiscní lnmbém oslá sondo mnssilicndo. Aíguns Lslndos oslño incíuindo lodns ns ompro-
sns nn obrignloriodndo. C mosmo dovorá ocorror com o SPLD Conlábií om níguns nnos.
A LFD-PlS/CCFlNS |á lom cníondário dolinido, nlingindo lodns ns omprosns cu|o rogimo do
lribulnçño do lmposlo do kondn so|n bnsondo no Lucro Prosumido. Cu so|n, mnis do 870 mií
omprosns dovorño nprosonlnr ossn obrignçño n pnrlir do |nnoiro do 2012.
LCCNCMlA lNFCkMAL
No ßrnsií há lnmbém corcn do 11 miíhoos do omproondimonlos inlormnis. Considornndo um
conário ondo o SPLD pormoin lodo o solor lormní, o nindn n insliluiçño do progrnmn Lmpro-
ondodor lndividuní, pro|oln-so n incíusño nnuní do 1 miíhño do omprosns nn lormníidndo - ou
moíhor, íogníidndo.
25. lNS1l1L1C ßkASlLLlkC DL PLANL¦AMLN1C 1klßL1AklC (lßP1). Estudo sobre Sonegação Fiscal das Empresas Brasileiras
(IBPT). Disponívoí om: <www.ibpt.com.br/img/_publicacao/13649/175.pdf>. Pubíicndo om: 5 mnr. 2009.
80
ROBERTO DIAS DUARTE
CCN1ADCkLS
Pnrníoínmonlo, o ßrnsií conln com corcn do 400 mií conlnbiíislns, onlro lécnicos o conlndoros.
Dndos do Consoího Fodorní do Conlnbiíidndo (CFC) nponlnm quo, dosso lolní, 208.347 conln-
doros lrnbníhnm om mnis do 70 mií orgnniznçoos conlábois.
Lmprosns o conlndoros possuom inlrnoslrulurn locnoíogicn ndoqundn: C conhocimonlo dns loc-
noíogins liscnis digilnis |á oslá nssimiíndo por lodos os prolissionnis dns árons conlábois, liscnis,
ndminislrnlivns o |urídicns: Lslos prolissionnis |á oslño propnrndos pnrn o pnrndigmn dos docu-
monlos digilnis:
SLkVlÇCS CCN1AßLlS LM kLCCNS1kLÇÃC
Snbomos quo o modoío mnis comum no ßrnsií, om so lrnlnndo do poquonns o médins omprosns,
é o do sorviços conlábois lorcoirizndos. Pnrn simpíilicnr o rnciocínio, nño considoroi os nspoclos
do nssinnlurn o lrnnsmissño dos nrquivos do SPLD -, procodimonlos quo podom sor lnciímonlo
oquncionndos com n lrocn do nrquivos digilnis criplogrnlndos, do lormn bnslnnlo sogurnnçn. As-
sim, npos n impínnlnçño do SPLD om um con|unlo signilicnlivo do oslnboíocimonlos, pro|olnm-so
os soguinlos conários:
1) Procodimonlos do sécuío 20 sño mnnlidos por moio do inlormnçoos lrocndns om
pnpoí. Nndn mudn no roíncionnmonlo omprosn/conlndor. A omprosn conlinun n oxoculnr suns
lrnnsnçoos o, poriodicnmonlo, onvin copin do documonlos pnrn quo o conlndor roníizo n os-
crilurnçño conlábií o liscní. Apos concíuir o lochnmonlo dns oscrilurnçoos, o conlndor gorn os
nrquivos do SPLD (LCD o LFD), uliíiznndo os sislomns do sou oscrilorio.
2) C sislomn do goslño dn omprosn (LkP) nño gorn os nrquivos do SPLD. C oscrilorio
conlábií rocobo nrquivos oíolrónicos com ns lrnnsnçoos roníizndns (movimonlnçño linnncoirn, oslo-
quos olc.) quo pormilom n oscrilurnçño nos sislomns conlábií/liscní. Noslo cnso lnmbém é o conln-
dor quom gorn os nrquivos do SPLD (LCD o LFD), uliíiznndo pnrn isso os sislomns do sou oscrilorio.
3) A oscrilurnçño dns lrnnsnçoos é gorndn poío sislomn do goslño dn omprosn (LkP). C
oscrilorio conlábií rocobo nrquivos oíolrónicos com movimonlos conlábois/liscnis o roníizn os
n|uslos o ínnçnmonlos pnrn lochnmonlo do procosso. Aindn é o conlndor o rosponsávoí poín
gornçño dos nrquivos do SPLD (LCD o LFD), lnmbém com os sislomns do sou oscrilorio.
4) A oscrilurnçño dns lrnnsnçoos é gorndn poío sislomn do goslño dn omprosn (LkP). C
conlndor ncossn o LkP o roníizn os ínnçnmonlos do n|uslo o lochnmonlo conlábií/liscní. C LkP
gorn os nrquivos do SPLD.
5) C oscrilorio do sorviços conlábois pnssn n sor um provodor do software do goslño
pnrn sous cíionlos. Dossn lormn, o LkP é inslníndo nos sorvidoros do oscrilorio conlábií, sondo
ncossndo por sous cíionlos, poín lnlornol. Funcionn oporncionnímonlo como so cndn omprosn
livosso um LkP, mns o ncosso nos sislomns vin lnlornol.
6) C oscrilorio do sorviços conlábois pnssn n sor um provodor do software do goslño
pnrn sous cíionlos. Mns o LkP é ncossndo poío conlndor o sous cíionlos, por moio do sorviços om
ºnuvom¨ (cloud computing). Lm sumn, umn vnrinçño do modoío 5, no quní omprosn o oscrilorio
lem oslrulurn locnoíogicn simpíilicndn.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
1onloi npíicnr lodos oslos modoíos nn lDLAS©WCkK - odilorn doslo íivro. Vivoncioi conlonns do
oxporiencins ronis nn impínnlnçño dns divorsns lormns do nlondimonlo nos roquisilos do SPLD.
1ooricnmonlo, lodns ns opçoos doscrilns luncionnm. Nn prálicn, n docisño é omprosnriní, pois
cnbo nvníinr cuslos, bonolícios o riscos.
A londencin pnrn os proximos nnos é quo nponns os modoíos 4, 5 o 6 pormnnoçnm. A mnnu-
lonçño do umn unicn lonlo do dndos pnrn gornçño do SPLD é lundnmonlní pnrn gnrnnlin do
inlogridndo dos dndos.
A lrocn do inlormnçoos om pnpoí (modoío 1) é lrágií o numonln signilicnlivnmonlo o cuslo do go-
rnçño do SPLD, invinbiíiznndo n mnnulonçño dosln opornçño por pnrlo dos oscrilorios conlábois.
C modoío 2 prove umn inlogrnçño do níln compíoxidndo o do dilícií mnnulonçño no médio prn-
zo. C cuslo dn mnnulonçño dosln inlogrnçño chogn n sor mnis nílo quo o do proprio LkP.
No modoío 3 há rodundâncin dosnocossárin do sislomns, numonlnndo o cuslo lolní dn opornçño
o gornndo lrngiíidndos com roínçño à inlogridndo dos dndos.
modelo de
ndoqunçño
LkP Cornçño do SPLD Custos ßonolícios Riscos
1) 1rocn do
documentos em papel
lnoxislonlo Lscrilorio Conlábií
Aumento da
digilnçño o
conlorencin no
oscrilorio
Nño há
mudnnçn
Falta de
integridade do
SPLD
2) LkP oporncionní
na empresa
So
operacional
Lscrilorio Conlábií
Mnnulonçño dn
tecnologia de
inlogrnçño
Empresa ganha
tempo para
ndoqunçño
Falta de
integridade do
SPLD
3) LkP compíolo
na empresa
Cporncionní,
conlábií o liscní
Lscrilorio Conlábií
Empresa e
conlndor lem
sistemas
conlábois o liscnis
Empresa ganha
tempo para
ndoqunçño
Silomns nño
ínlogros o/ou
atualizados
4) LkP compíolo
na empresa
Cporncionní,
conlábií o liscní
LkP dn omprosn
Aquisiçño o
impínlnçño do
LkP nn omprosn
Integridade do
SPLD
LkP mní
parametizado
5) LkP inslníndo
no oscrilorio
Cporncionní,
conlábií o liscní
LkP ¨om nuvom¨
Conligurnçño
do LkP
maior integridade
do SPLD
menor custo
de TI
lndisponibiíidndo
de acesso
via Internet
Aindn nño há como nlirmnr, com corlozn, quní sorá o modoío do nogocios propondornnlo. Pro-
vnvoímonlo sobrovivorño dois ou lres doíos. Mns, |á é possívoí visíumbrnr o lim do oscrilorio
conlábií lípico do sécuío 20, quo pnrocin mnis um biró do digilnçño do documonlos.
Há, som duvidn, umn crosconlo domnndn por sorviços do nílo vníor ngrogndo como consuílorin,
nudilorin, soíoçño o conligurnçño do LkP. Lsln silunçño produz um mnr do oporlunidndos pnrn o
morcndo do sorviços conlábois. Por oulro índo, lrnz prolundns lrnnslormnçoos à oslrulurn orgn-
nizncionní o no porlií dos prolissionnis.
PklMLlkC CCN1kA1L LM ßCM CCN1ADCk, DLPClS PLNSL NC LkP
Nn Lrn do Conhocimonlo, possuir locnoíogin nndn signilicn. Aponns sou uso ndoqundo gorn
diloronciní compolilivo o vníor ngrogndo.
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ROBERTO DIAS DUARTE
¦á é lnlo. Dosdo n impínnlnçño do SPLD é prnlicnmonlo impossívoí quo ns omprosns oporom som
o npoio do um LkP o do um prolissionní dn áron conlábií.
Com o SPLD, nuloridndos liscnis lem ncosso n lodn inlormnçño conlábií, liscní o comorciní dos
omproondimonlos: onlrndn do morcndorins o mnlérins-primns, osloquos, snídn do produlos o
cndn noln liscní omilidn o rocobidn poín omprosn.
Com n mnssilicnçño do uso dn Noln Fiscní oíolrónicn muilns lnrolns londorño n dosnpnrocor
dovido à inlogrnçño dn cndoin produlivn do ponlo do visln liscní o íogíslico. A digilnçño o con-
lorencin mnnuní do documonlos dovom so roduzir signilicnlivnmonlo.
Prove-so nindn incíuir no SPLD inlormnçoos linnncoirns, lrnbníhislns o providonciárins, onlro
oulrns. C lisco podorá, porlnnlo, nnníisnr dndos conlábois, linnncoiros, liscnis, lribulários o lrn-
bníhislns, vníidnndo ou nlé mosmo ºsugorindo¨ o vníor n sor rocoíhido poín omprosn.
Som n nulomnçño compíoln dns opornçoos o sun conlnbiíiznçño, n omprosn lorá um ºpnssivo lis-
cní¨ docorronlo do provávoí lornocimonlo do inlormnçoos incooronlos, incompíolns ou orrndns.
Noslo conloxlo, o lrnbního ºbrnçní¨ dos conlnbiíislns sorá roduzido, umn voz quo lodn movimon-
lnçño sorá gorndn por sislomns nulomnlizndos o inlogrndos (LkPs).
Conludo, n rosponsnbiíidndo doslos prolissionnis lornn-so mnior. C lrnbního inloíocluní sobro-
poo-so no oporncionní. Culrns lnrolns lípicns do conlndor rossuscilnm com muiln lorçn. Nño há
como ns omprosns luncionnrom som pínno|nmonlo lribulário, nudilorin o conlnbiíidndo goron-
ciní, por oxompío.
Com o lisco do oího om cndn opornçño roníizndn, omprosns nño podom so dnr no íuxo do onvinr
nrquivos do SPLD conlondo opornçoos incorrolns, improcisns ou pnrcinis. C romédio pnrn so
provonir osso mní lom nomo: nudilorin. L oíolrónicn! Como inspocionnr um voíumo do dndos lño
grnndo o vorilicnr sun inlogridndo som o npoio dn locnoíogin:
Pro|oçoos, provisoos, simuínçoos o conslruçoos do conários sño ponlos lundnmonlnis pnrn n ron-
íiznçño do um bom pínno|nmonlo omprosnriní o lribulário. Som locnoíogin oío sorin imprnlicávoí.
Docidir som roínlorios: Som inlormnçoos: Lm minhn ºnnno-omprosn¨, n lDLAS©WCkK, nño
consigo licnr um din soquor som nnníisnr o líuxo do cnixn pro|olndo. Nño lomo docisoos som
o npoio dn domonslrnçño do rosuílndos. L nño lnço invoslimonlos som, no mínimo, cnícuínr o
pay-back.
“A contabilidade gerencial (tradução corrente em português do brasil para a expressão em inglês ma-
nagement Accounting) é uma ferramenta indispensável para a gestão de negócios. De longa data,
contadores, administradores e responsáveis pela gestão de empresas se convenceram que amplitude
das informações contábeis vai além do simples cálculo de impostos e atendimento de legislações co-
merciais, previdenciárias e legais.
Além do mais, o custo de manter uma contabilidade completa (livros diário, razão, inventário, con-
ciliações etc.) não é justificável para atender somente ao fisco. informações relevantes podem estar
sendo desperdiçadas, quando a contabilidade é encarada como um mero cumprimento da burocracia
governamental.
os gestores de empresas precisam aproveitar as informações geradas pela escrituração contábil, pois
obviamente este será um fator de competitividade com seus concorrentes: a tomada de decisões com
La:c cm ìato: :ca¡: c dcnt:o dc uma tc·n¡·a ·omp:ovadamcntc cì¡·a2 - o u:o da ·ontaL¡I¡dadc.
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A gestão de entidades, sabidamente, é um processo complexo, inesgotável, mas pode ser facilitada
quando se tem uma adequada contabilidade.
Dentre as vantagens de utilizar-se de dados contábeis para gerenciamento, podemos listar:
Apu:açáo dc ·u:to:
F:o]cçáo dc o:çamcnto: cmp:c:a:¡a¡:
AnaI¡:c dc dc:cmpcnho (Ind¡·c: ì¡nan·c¡:o:)
CaI·uIo do ponto dc cqu¡IIL:¡o
Lctc:m¡naçáo dc p:cço: dc vcnda:
FIanc]amcnto t:¡Luta:¡o
Cont:oIc: o:çamcnta:¡o:´
264
Mns pnrn umn omprosn lor sun movimonlnçño gorndn n pnrlir do um LkP, é improscindívoí quo
um prolissionní do conlnbiíidndo pnrlicipo dn impínnlnçño do sislomn. Aíiás, pnrlicipnr é pouco.
Lío é o principní rosponsávoí por oslo pro|olo dosdo o procosso do soíoçño nlé o ncompnnhn-
monlo pos-impínnlnçño.
L o conlndor quom vníidn ns inlormnçoos consoíidndns o nnníílicns gorndns poío sislomn, n pnrlir
do umn conligurnçño ndoqundn no nmbionlo do nogocios dn omprosn.
Corlilicn-so quo o software do goslño lornocorá lorrnmonlns pnrn n conslruçño do conários, go-
rnçño do indicndoros do rosuílndo, roínlorios o grálicos pnrn nnáíiso goronciní, conlábií o liscní.
Por lim, oslnboíoco procodimonlos o rogrns do nudilorin pnrn gnrnnlir n inlogridndo dns oporn-
çoos o dos dndos.
Lslns rosponsnbiíidndos sño váíidns lnnlo pnrn o prolissionní quo lrnbníhn om umn unicn omprosn
qunnlo pnrn o quo possui um oscrilorio do sorviços conlábois o nlondo dozonns ou nlé mosmo
conlonns do omprosns.
Porlnnlo, pnrn prospornr no mundo pos-SPLD, conlrnlo um bom conlndor. Dopois ponso (ou
roponso) n quoslño do LkP. Cínro, com n n|udn doío.
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL: LMA QLLßkA DL PAkADlCMAS
Concoilunímonlo, n LCD é nponns umn lrnnslormnçño do íivros conlábois om documonlos di-
gilnis. Aíiás, podomos onlondor lodo o SPLD como umn ovoíuçño íogíslicn nos procossos do
onlrogn do inlormnçoos conlábois, liscnis, linnncoirns o lrnbníhislns.
Conludo, ossn ºsimpíos¨ mudnnçn ncnrroln consoquencins pnrn lodo o procosso do produçño o
uliíiznçño dns inlormnçoos. A voíocidndo é n pnínvrn-chnvo dn quobrn do pnrndigmns.
Com bnso nos ºíivros¨ oíolrónicos, o lisco irá cruznr inlormnçoos, rnslronr opornçoos o usnr osln-
líslicn compulncionní pnrn doscobrir indícios do orros o lrnudos. Por isso, procisño é lundnmon-
lní. A quníidndo dns inlormnçoos conlábois o liscnis gorndns n pnrlir dos sislomns omprosnrinis
sorá lnlor improscindívoí pnrn n sobrovivencin compolilivn. Poquonos orros cuslnrño cnro, do
ponlo do visln liscní o goronciní.
26. WlKlPLDlA. Conlnbiíidndo goronciní. Disponívoí om: <http://pt.wikipedia.org/wiki/contabilidade_gerencial>. Acosso om: 29 |un. 2008.
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Ao nnníisnr dolníhos dns inlormnçoos dn LCD, licn ovidonlo quo é imprnlicávoí pnrlicipnr do
SPLD som um sislomn inlogrndo do goslño - LkP. Mnis nindn: n impínnlnçño do LkP som npoio
do um bom conlndor podo sor umn oxporiencin cnlnslrolicn.
Lm ínnçnmonlo conlábií é n roprosonlnçño do umn opornçño quo ocorrou nn omprosn: vondn,
comprn, pngnmonlo, rocobimonlo, produçño, onlro oulros. A cndn inslnnlo, várins opornçoos
sño oxoculndns, consoquonlomonlo, vários ínnçnmonlos conlábois sño gorndos poío LkP pnrn
roprosonlá-íns.
Pnrn quo o procosso do conlnbiíiznçño nconloçn corrolnmonlo, níguns pré-roquisilos dovom sor
cumpridos:
n) C LkP dovo sor conligurndo do ponlo do visln conlábií - lroquonlomonlo oslo lrnbního é pro-
codido por um pínno|nmonlo lribulário.
b) As possons quo oxoculnm ns opornçoos dovom sor cnpncilndns pnrn rogislrá-íns ndoqundn-
monlo no sislomn. Nn prálicn, um lnlurisln, vondodor, comprndor ou nuxiíinr do nímoxnrilndo
podo |ognr por lorrn lodo o pínno|nmonlo lribulário dn omprosn, por ínnçnr opornçoos do lormn
incorroln.
Dosln lormn, podomos considornr n locnoíogin como inslrumonlo íogíslico cnpnz do gornr dilo-
ronciní compolilivo, mns quom ngrogn (ou dosngrogn) vníor às omprosns é o sor humnno, com ns
suns cnpncidndos do nnáíiso, sínloso o roíncionnmonlo.
C 1LkCLlkC MlLLNlC DLMANDA LM NCVC DNA LMPkLLNDLDCk
“Há dois tipos de pessoas que não interessam a uma boa empresa: as que não fazem o que se manda e
as que só fazem o que se manda.” Henry Ford
A hislorin dn humnnidndo é ponlundn por opisodios quo doixnrnm mnrcns indoíévois nn lrn|o-
lorin dn sociodndo. Muilns roníiznçoos do pnssndo ho|o so lnzom prosonlos om nosso din n din,
lrnnslormnndo o quo nnlos sonvn como licçño, o nlé mosmo chnrínlnnismo, om produlo ou sor-
viço ossonciní pnrn bon pnrlo dns possons.
Há corcn do 100 nnos, por oxompío, o pni dn induslrin nulomobiííslicn, Honry Ford, inlroduziu
o lnmoso concoilo dn íinhn do monlngom - pndroniznndo o simpíilicnndo lnrolns -, nígo lundn-
monlní pnrn popuínriznr nño so o uso do cnrro, mns lnmbém olorocor um modoío do procodi-
monlo dopois ndolndo por oulros sogmonlos quo ncnbnrinm consoguindo bnrnlonr sous cuslos
com bnso nn produçño om mnssn.
Pnrn vinbiíiznr lnis rosuílndos, loi ossonciní inicinímonlo n oíiminnçño dos movimonlos ºinulois¨
pnrn roduzir o lompo do produçño, umn voz quo o lrnbního pnssou n sor onlroguo no oporário no
invés do o proprio lrnbníhndor lor do buscá-ío. Aíém disso, n divisño sislomálicn dns lnrolns om
poquonns olnpns ncnbnrin por disponsnr n quníilicnçño dossn mño do obrn, oulro signilicnlivo
lnlor do bnrnlonmonlo nílnmonlo convonionlo nnquoín ocnsiño.
komomornr ossos lnlos lornn-so imporlnnlo noslo início dn sogundn décndn do sécuío 21, umn
voz quo ns rápidns mudnnçns om curso - por suns cnrncloríslicns proprins - roquorom novos
pnrndigmns, lronlo no prngmnlismo quo lnnlo mnrcou o sécuío pnssndo.
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Noslo novo o ndmirávoí mundo, o omproondodorismo pnssn n lor como bnso o domínio nño
nponns dos moios do produçño, mns - lundnmonlnímonlo - dns roínçoos humnnns no sou rodor,
o quo incíui doso|os, nnguslins o muilns oulrns domnndns.
Sob osln olicn, licn lácií onlondor n rovirnvoíln solridn poío morcndo do umn lormn gorní, pnssnn-
do n dosproznr movimonlos inulois do inumorns nnlurozns o oxigir um novo DNA do prolissionní
onvoívido nn missño do roníiznr lnnlos sonhos, ngorn do lormn pro-nlivn, com cnpncidndo do
íidornnçn o nplidño, sobroludo, do omproondor novos nogocios om nmbionlos cndn voz mnis
soíolivos o do compoliçño.
Foi nssim quo onlrou om oxlinçño o coínborndor oslálico, pnssivnmonlo à osporn do lrnbního
n sor roníizndo, quo nnlos chognvn no lormnlo idoní om suns mños. Lsludnr o mínimo possívoí,
nponns pnrn oslonlnr o voího o bom dipíomn, é oulro procodimonlo lndndo n dosnpnrocor num
conário como oslo, om conslnnlo mulnçño.
No cnmpo dn Ciencin dn kiquozn, os íconos dn Novn Lrn do Conhocimonlo lnmbém so moslrnm
inovilávois, pois nn íinhn do produçño conlábií', o insumo principní é n inlormnçño, lño nocos-
sárin pnrn n sobrovivencin do quníquor omprosn quo ncnbou guindnndo o conlndor à condiçño
do goslor, prnlicnmonlo um pnrcoiro do nogocio.
Procossndn por moio do conhocimonlo lécnico o cionlílico, n inlormnçño é rosponsávoí diroln por
níimonlnr usuários nño nponns gosloros o omproondodoros, mns lnmbém insliluiçoos linnncoirns,
lisco, cíionlos o lornocodoros, vníondo-so do dndos prociosos o dignos do sorom lrnlndos com lodo
o cuidndo, pnrn nño cnir om mños orrndns ou simpíosmonlo so pordorom por quníquor inlorlunio.
Dinnlo disso ludo, lnnlo os moios do produçño dns inlormnçoos qunnlo os inlorossos dos usuários
dn conlnbiíidndo lornnrnm-so mnis compíoxos, o o conlndor, mnis do quo níguém quo lrnbníhn
com numoros, pnssn n sor um prolissionní do quom o mínimo n ospornr é n ovoíuçño pormnnon-
lo, cnpnz do ronímonlo nponlnr cnminhos pnrn o progrosso dn omprosn nn quní oío nluo inlornn-
monlo ou como lorcoirizndo.
A pnrlir dossn novn visño do lrnbního o n imporlâncin do vníor por oío ngrogndo, lodos dovom sor
nrro|ndos, nolnbiíiznndo-so como soros ponsnnlos - n oxompío do Ford - o muilo monos oporá-
rios, pois so no sécuío 20 conhocimonlo orn purnmonlo lécnico o cionlílico, cnícndo nn corlozn
dns coisns, nlunímonlo o quo so ve é |uslnmonlo o conlrário.
Nn Lrn do Conhocimonlo é impossívoí lor-so o conlroío do ludo, o vivomos lodos morguíhndos
nn incorlozn do probnbiíidndos o riscos, o quo íovn o morcndo n buscnr cndn voz mnis possons
quníilicndns, rosponsávois, dolndns do conhocimonlo lécnico o cionlílico, bom como hnbiíidndo
do comunicnçño.
Com n oxpnnsño dn locnoíogin dn inlormnçño, lornn-so ossonciní n lrocn dos conloudos pro-
duzidos poíos sislomns do LkP onlro ns omprosns (ß2ß), nn convivencin doíns com os govornos
(ß2C), morcndo, cíionlos, pnrcoiros, rodos socinis o blogs, pnrn cilnr níguns oxompíos.
Lmproondor num nmbionlo nssim nndn mnis é do quo unir n cnpncidndo do convivor com ns inovn-
çoos o lor sucosso no gornr vníor n pnrlir dnquiío quo so conhoco o dos roíncionnmonlos quo so lom.
¦á os prolissionnis quo insislirom om ngir do lormn simpíisln o cnrlosinnn, lochndos om si mosmos,
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ROBERTO DIAS DUARTE
londom n licnr à mnrgom dn ovoíuçño nño nponns dinnlo do sous cíionlos o omprogndoros, mns
principnímonlo dns muilns possibiíidndos quo so nbrom ho|o pnrn quom ronímonlo doso|n ompro-
ondor no ßrnsií 2.0'.
C DNA LMPkLLNDLDCk PAkA C MLkCADC CCN1AßlL
Quom nnscou dopois dn décndn do 1970 hnbiluou-so rnpidnmonlo com n pordn do privncidndo
lrnzidn poíns roínçoos virlunis, lonómono prodigo om oxpor porlis, comporlnmonlos o proloren-
cins nos vários sílios do buscn o lnmbém nos muilos oulros quo ho|o compoom ns conhocidns
rodos socinis. Com suns proprins inlormnçoos mnis oxposlns no pubíico, ossos prolissionnis lon-
dom n vníoriznr cndn voz mnis n honoslidndo o n lrnnspnrencin.
L noslo mosmo ospírilo quo o Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní (SPLD) oslá so ospníhnn-
do poío pnís, com o íogílimo ob|olivo do combnlor ns prálicns iíognis no onvio o rocobimonlo
do morcndorins. Muilos nindn ponsnm quo o SPLD é nponns ºmnis umn obrignçño ncossorin¨.
Culros |á porcobornm, no onlnnlo, quo é o oslopim do umn grnndo lrnnslormnçño quo nmnduro-
corá, osponlnnonmonlo ou nño, omprosns o prolissionnis dn áron conlábií.
Nn roníidndo oslo pro|olo nño é cnusn, mns sim consoquencin do umn prolundn mudnnçn so-
ciní. Vivomos um ºponlo do inlíoxño¨ nn hislorin do nossn sociodndo. C inlnngívoí lomou íugnr
do lnngívoí. Dolinilivnmonlo, conhocimonlo o nliludo lormníiznm o cnpilní inloíocluní. C moio
oíolrónico é, lño somonlo, o omissário do cnpilní inloíocluní. Dopnrlnmonlos nnlos porcobidos
nnloriormonlo como ºárons moio¨, pnssnm n ngrognr vníor nos produlos. lnlormnçoos conlábois
o liscnis ngorn chognm no cíionlo n|udnndo-o n roduzir sous cuslos, ou inloclnndo sous sislomns
como so lossom ºvírus liscnis¨.
Procossos conlábois o locnoíogicos, so|nm inlornos ou lorcoirizndos, dovom comproondor sou
novo pnpoí lronlo no morcndo: snlislnzor o cíionlo om suns oxpoclnlivns. Noslo conário, ompro-
sns conquislnrño (ou pordorño) cíionlos om docorrencin do inlormnçoos conlidns nos documon-
los digilnis o sun íogíslicn do onlrogn.
Por isso, n visño omproondodorn, locndn no nogocio o no morcndo, é lundnmonlní pnrn prolissio-
nnis quo nlunm nossns árons do conhocimonlo. Consuílorins, proslndoros do sorviços, luncionários
do grnndos omprosns, nlé mosmo um consuílor nulónomo, onlim, lodos dovom comproondor quo
suns nçoos compoom um procosso inlogrndo do gornçño do vníor por lodn n cndoin produlivn. L
um lim dns ºárons moio¨, quo nnscornm, o ngorn morrom, |unlnmonlo com n Lrn lnduslriní.
Nn Lrn do Conhocimonlo nño há íugnr pnrn quom nño omproondo.
“A palavra empreendedorismo foi utilizada pelo economista Joseph schumpeter em 1950 como sendo
uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações”
275
Quní so|n sun prolissño, áron do nlunçño, posiçño hiorárquicn, lnmnnho dn omprosn, é prociso
omproondor digilnímonlo. Crinr vníor poín inovnçño londo como suporlo o vnslo lorrnmonlní
locnoíogico disponívoí, om sun mnior pnrlo grnluilo.
27. WlKlPLDlA. Lmproondodorismo. Disponívoí om: <http://pt.wikipedia.org/wiki/empreendedorismo>. Acosso om: 29 |un. 2008.
87
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
Uma simples pergunta que no presente deixamos sem resposta pode representar a
perdc de um çrcnde benejício juturo. Tudo possui importcncic, emborc nem sempre
de momento elc se retele em suc totclidcde.
H
LPÍLCCC: AMLAÇAS L CPCk1LNlDADLS
A PkLCAklLDADL 1LCNCLCClCA L CLkLNClAL DAS LMPkLSAS
“A informática apenas substituiu o processo antigo, feito à mão, conferindo a ele maior agilidade”.
E
sln lrnso, quo so lornou céíobro no solor do LkP, rolíolo com oxnlidño n roníidndo doslo mor-
cndo no ßrnsií.
Ao conlrário do lisco, quo provocou n sun “revolução da informação” - à modn do Druckor,
oblondo um snílo do oliciencin, ns omprosns brnsiíoirns conlinunm considornndo n 1l como lor-
rnmonln do numonlo do produlividndo individuní.
L os numoros quo moslrnm islo sño conlundonlos. Sogundo dndos dn Fundnçño Coluíio Vnrgns
(2009), n 1olvs íidornrn àquoín épocn (provnvoímonlo nindn íidorn) n áron do software para ges-
lño omprosnriní no pnís, com 39% doslo morcndo, soguidn por SAP (23%) o Crncío (18%).
Lm osludo mnis roconlo, inliluíndo Latin America semiannual erm tracker 1H10, disponibiíizn-
do poín lnlornnlionní Dnln Corpornlion (lDC), conlirmou n nmpíinçño dn pnrlicipnçño dn 1olvs
no primoiro somoslro do 2010, om compnrnçño n iguní poríodo do nno nnlorior.
Do ncordo com n posquisn, n omprosn nlingiu 45,3% do pnrlicipnçño do morcndo lolní do ßrnsií
(incíuindo micro, poquonns, médins, grnndos omprosns, govorno o oducnçño), mnnlondo-so com
isso 14,4% à lronlo do sogundo coíocndo.
Qunndo obsorvndo o morcndo do poquonns o médins omprosns brnsiíoirns (SMß), nlingiu 68,3%
do market share do solor.
A omprosn íídor no morcndo do LkPs docínrn lor 25,2 mií cíionlos nlivos, umn mnrcn lnnláslicn
para um player dn áron do 1l, conludo insignilicnnlo so compnrndo à qunnlidndo do omprosns
brnsiíoirns, ou so|n:
· 3,6 miíhoos no Simpíos Nncionní (oxcíuindo-so os Lmproondodoros lndividunis)
· 870 mií no Lucro Prosumido


10
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ROBERTO DIAS DUARTE
· 150 mií onqundrndns no Lucro koní
· Monos do 10 mií om ncompnnhnmonlo diloroncindo dn kFß (grnndos conlribuinlos)
1odns oíns |á oslño ou oslnrño, om brovo, insoridns no gignnlosco ß2C chnmndo SPLD. L ponsnr
quo lodos os lornocodoros do LkP |unlos nlondom n monos do 1% dosso conlingonlo.
Igualmente revelador é o relatório symantec 2010 sobro Sogurnnçn dn lnlormnçño nns Lmpro-
sns, sogundo o quní 49% dns compnnhins ínlino-nmoricnnns lornm nívo do nígum lipo do nlnquo
poín rodo nos uílimos 12 mosos, o quo 48% dns omprosns brnsiíoirns |á pordornm nígum lipo do
dndo conlidonciní ou propriolário nos uílimos mosos om lunçño dossns nmonçns.
lmngino oslo conário num mundo ondo 100% dos documonlos o íivros liscnis sorño oíolrónicos.
L quo oslns inlormnçoos irño lrnlognr onlro omprosns, nuloridndos liscnis o nindn dovorño sor
nrmnzonndns por, poío monos, cinco nnos.
Lnlim, há muilo n sor loilo om nosso pnís pnrn quo ns omprosns onlrom no 1orcoiro Miíenio, nin-
dn quo lnrdinmonlo. 1ocnoíogicnmonlo obsoíolns, oíns procisnm nlunr nn buscn suslonlávoí poío
conhocimonlo o no uso dns novns locnoíogins. Cu so|n, cndn minulo o conlnvo invoslidos om
cnpncilnçño dovom lor npíicnbiíidndo imodinln, gornndo vníor ou roduzindo cuslos.
Som duvidn, oslo cicío virluoso onlro locnoíogin o conhocimonlo é n chnvo pnrn n incíusño om-
proondodorn do miíhoos do brnsiíoiros.
C VLkDADLlkC CAPl1AL: C HLMANC
“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” Aíborl Linsloin
Nño procisnmos sor genios pnrn porcobor quo |á oslnmos vivondo umn orn ondo locnoíogin su-
porln grnndos mudnnçns om nosso colidinno. Qunnlo mnis voíoz é o nvnnço locnoíogico, mnior
é n sopnrnçño onlro os ºincíuídos¨ o os ºoxcíuídos¨.
A locnoíogin cnlníisn n domocrnliznçño dn inlormnçño o dn rondn. Lxislom CNCs, univorsidndos
o omprosns olorlnndo, poín lnlornol, moios inlorossnnlos do cnpncilnçño. Por moio do cursos n
dislâncin, possons podom osludnr o so nluníiznr do lormn rápidn o bnrnln.
Conludo, som n lormnçño, n inlormnçño pouco vnío, pois n cnpncidndo do nnáíiso o sínloso é im-
proscindívoí pnrn n crinçño do idoins. Nn roníidndo, muilns omprosns nño porcobornm quo sous
concorronlos podom ndquirir ns mosmns locnoíogins o molodoíogins. A lormnçño do possons é
rnrnmonlo oncnrndn com soriodndo poíos gosloros privndos ou pubíicos.
Por oulro índo, o porlií humnno idoní: pro-nlivo, cnpncilndo, mnduro, quoslionndor o, sobrolu-
do, crinlivo, oslá cndn voz mnis oscnsso, pois sun lormnçño é umn lnroln do íongo prnzo.
Aíguns pnísos porcobornm quo sun riquozn dopondo dn oducnçño, oulros croom quo n impor-
lnçño do locnoíogin rosoívorá lodos os sous probíomns. Cs primoiros invoslom om oducnçño o
inconlivnm o solor privndo n uliíiznr-so do novns lormns do oducnçño, usnndo n locnoíogin pnrn
domocrnliznr o onsino.
No ßrnsií, n conconlrnçño do riquozns londo n nconlunr-so, pois n crinçño do vníor é dolorminndn
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
poín gornçño do conhocimonlo. L insonsnlo ospornr quo o govorno dislribun cnpncilnçño, como
oío o lnz, com coslns básicns. C cnminho pnrn o croscimonlo comoçn poín inicinlivn individuní.
Cnbo n cndn posson pínno|nr o oxoculnr sou pro|olo do dosonvoívimonlo, considornndo nño npo-
nns n locnoíogin, mns, lundnmonlnímonlo, sous croscimonlos inloíocluní o omocionní. Compolo
às orgnniznçoos o no Lslndo npoinr n roníiznçño doslo pínno, lnciíilnndo o ncosso dns possons
nos rocursos.
Assim, um modoío olicnz do dosonvoívimonlo dovo sor lundnmonlndo om lres piínros: lormnçño,
inlormnçño o locnoíogin. Lslos lres oíomonlos sño compíomonlnros onlro si. lsoíndnmonlo lem
pouco vníor. Somonlo sun lusño é cnpnz do gornr n sinorgin nocossárin às possons, às omprosns
o no pnís, pnrn conquislnrom vnnlngons compolilivns suslonlávois, so|n nlrnvés dn diloroncinçño
ou por moio do numonlo dn produlividndo.
C oconomisln Pnuío Cuodos, no nrligo inliluíndo ºA Lrn dn Proocupnçño¨, pubíicndo poín ro-
vista Época, do 26 do mnio do 2008, nnníisn o nosso conloxlo do ponlo do visln oconómico.
Lío ínnçn mño do um loxlo do Aínn Croonspnn pnrn concíuir sou rnciocínio sobro o momonlo
oconómico nluní do ßrnsií.
Poío briíhnnlismo dns pnínvrns do Croonspnn, lnço doíns n minhn concíusño sobro o nosso lomn:
o impnclo dn Corlilicnçño Digilní o do SPLD, n nocossidndo ínlonlo por goslño om nossn socio-
dndo o como ossos lnloros nos impuísionnm, om um cnminho som voíln rumo à Sociodndo do
Conhocimonlo.
“‘trata-se de fato de uma era de turbulência. seria imprudente e imoral minimizar o custo humano das
rupturas em curso. Diante da integração crescente da economia global, os cidadãos do mundo de-
frontam uma escolha árdua: de um lado, abraçar os benefícios dos mercados globais e das sociedades
abertas, que arrancam as pessoas da pobreza e as lançam na escalada em busca de melhores qualifi-
cações, como meio de melhorar seu padrão de vida; de outro, rejeitar essa oportunidade e aferrar-se
ao nativismo, ao tribalismo, ao populismo e a todos os demais ‘ismos’ em que se refugiam as comuni-
dades quando se vêem sitiadas em sua própria identidade e não conseguem fazer melhores escolhas.
enormes obstáculos nos aguardam nas próximas décadas, cabendo exclusivamente a nós desenvolver
as competências necessárias para superá-los. A educação é o fulcro de qualquer solução para todas as
dificuldades com que nos defrontaremos no futuro’ , prescreve Greenspan, com a intimidade inerente
à co-autoria desta turbulenta sinfonia. esse é o desafio brasileiro.”
281
28. CLLDLS, P. A era da preocupação. revista Época. Disponívoí om:
<http://revistaepoca.globo.com/revistaepoca/1,,emi4532-15273,00.html>. Acosso om: 28 |un. 2008.
w

Temos umc leçismorrcçic, pois hc ducs modijccçôes
tributcrics por horc no ßrcsil. Isso endoidece quclquer contcdor.
I

Antônio Lopes Sá
VISÃO GERAL DE ASPECTOS TRIBUTÁRIOS
II
w
93
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
w
Nosso reçime jsccl e obsoleto, nûo sctisjcz, e umc colchc de retclhos (...)
Nossos técnicos das áreas fazendárias possuem bastante competência para
alterar tal quadro, mas, até que ponto a acomodação dos políticos poderia
permitir que isto josse jeito e o que se trcnsjormc em çrcnde interroçcçûo.
J
A
íoi é n lonlo imodinln o primárin do Diroilo 1ribulário. Sous grnus hiorárquicos sño:
- Constituição: lonlo sobornnn quo so sobropoo às domnis o com n quní oslns dovom hnrmoni-
znr-so sob ponn do pordorom n olicácin por so lornnrom inconslilucionnis.
- Lei Complementar: vorsn sobro mnlérin rosorvndn poín Consliluiçño, como normns gornis do
Diroilo 1ribulário, conlíilos do compolencin o íimilnçoos no podor do lribulnr.
- Lei Ordinária: odilndn poín Lniño, poíos Lslndos o poíos municípios, conlormo suns compo-
lencins. C Codigo 1ribulário Nncionní (C1N) - Loi Crdinárin nº 5.172/66 - loi rocopcionndo
poín novn ordom conslilucionní com o slnlus do íoi ordinárin.
- Lei Delegada: no mosmo nívoí hiorárquico dn íoi ordinárin, é oínborndn poío prosidonlo dn
kopubíicn, modinnlo doíognçño do Congrosso Nncionní.
- Medidas Provisórias: do nívoí hiorárquico oquivníonlo no dn íoi ordinárin, sño odilndns poío
prosidonlo dn kopubíicn om cnso do roíovâncin o urgencin. Produzom oloilos |urídicos do imo-
dinlo, mns so nño lorom convorlidns om íoi om 30 dins pordorño n olicácin dosdo n odiçño.
- Decreto Legislativo: nlo do compolencin oxcíusivn do Congrosso Nncionní, rnlilicn os lrnln-
dos o ns convonçoos inlornncionnis.
- Resoluções: com lorçn do íoi ordinárin, vorsnm sobro o cnmpo ospocilicnmonlo doíinondo nn
Consliluiçño. Sño promuígndns poín Mosn do Sonndo Fodorní.
As lonlos socundárins do Diroilo 1ribulário ßrnsiíoiro sño nlos do hiornrquin inlorior, subordinn-
dns à íoi. C C1N, om sou nrl. 100, dolino:
´A:t. 100 - Sáo no:ma: ·ompIcmcnta:c: da: Ic¡:, do: t:atado: c da: ·onvcnçoc: ¡ntc:na·¡ona¡: c do: dc-
cretos:
I - o: ato: no:mat¡vo: cxpcd¡do: pcIa: auto:¡dadc: adm¡n¡:t:at¡va:,
FCN1LS DC DlkLl1C 1klßL1AklC
11


94
ROBERTO DIAS DUARTE
II - a: dc·¡:oc: do: o:¿áo: :¡n¿uIa:c: ou ·oIct¡vo: dc ]u:¡:d¡çáo adm¡n¡:t:at¡va, a quc a Ic¡ at:¡Lua cì¡-
cácia normativa;
III - a: p:at¡·a: :c¡tc:adamcntc oL:c:vada: pcIa: auto:¡dadc: adm¡n¡:t:at¡va:,
I' - o: ·onvén¡o: quc cnt:c :¡ ·cIcL:cm a !n¡áo, o: L:tado:, o L¡:t:¡to Icdc:aI c o: mun¡·Ip¡o:.´
291
Assim, sño lonlos socundárins: o docrolo roguínmonlnr, ns inslruçoos minislorinis, ns circuínros,
ns porlnrins, ns ordons do sorviço o os nlos normnlivos dns nuloridndos ndminislrnlivns.
QLAN1lDADL DL NCkMAS 1klßL1AklAS NC ßkASlL
Ao íongo dos 22 nnos do vigencin dn Consliluiçño Fodorní, promuígndn om 5 do oulubro do
1988, lornm odilndns mnis do 4,15 miíhoos do normns, rosuílnndo om 517 normns odilndns
lodos os dins ou 774 normns por din ulií.
Foi o quo rovoíou o osludo divuígndo om 5 do oulubro do 2010, poío lnslilulo ßrnsiíoiro do Pín-
no|nmonlo 1ribulário (lßP1).
302
TOTAL DE NORMAS EDITADAS GERAIS TRIBUTáRIAS
FEDERAL 154.173 28.591
ESTADUAL 1.095.279 83.516
MLNlClPAL 2.906.463 137.017
4.155.915 249.124
“em matéria tributária, foram editas 249.124 normas, ou seja, quase seis normas tributárias por hora,
tendo já ocorrido 13 reformas constitucionais em matéria tributária. sem contar os inúmeros tributos
criados como cPmf, cofins, ciDes, ciP, csLL, Pis importação, cofins importação e iss importa-
ção, que regem a vida dos cidadãos brasileiros.
303
(...)
Desde a promulgação foram editadas 154.173 normas no âmbito federal, uma média de 19,19 por dia
ou 28,72 normas federais por dia útil, enquanto os estados editaram 1.095.279 normas, o que dá 5,05
norma/dia ou 7,56 norma/dia útil. Já os municípios são responsáveis pela edição de 2.906.463 normas,
considerando que existem 5.567 municípios no brasil, cada um deles editou, em média, 522,09 nor-
mas neste período.
(...)
em média foram editadas 31 normas tributárias/dia ou 1,3 norma tributária por hora e 46 normas tribu-
tárias/dia útil ou 5,8 normas por hora/útil.
Do total de 4.155.915 normas gerais editadas, 13,02% ou 541.100 estão em vigor. e das 249.124 nor-
mas tributárias editadas, 7,4% ou 18.409 estão em vigor atualmente.
29. CCDlCC 1klßL1AklC NAClCNAL. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. Soçño lll, Normns
Compíomonlnros, nrl. 100. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L5172compilado.htm>.
30. lNS1l1L1C ßkASlLLlkC DL PLANL¦AMLN1C 1klßL1AklC (lßP1). Estudo sobre Quantidade de Normas Editadas no Brasil:
22 Anos da Constituição Federal de 1988. Disponívoí om:
<www.ibpt.com.br/home/publicacao.view.php?publicacao_id=13873&pagina=0>. Pubíicndo om: 5 oul. 2010.
95
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Hoje as empresas devem cumprir 3.422 normas, ou 38.429 artigos, 89.540 parágrafos, 286.296 incisos
e 37.660 alíneas, ou o equivalente a 5,9 quilômetros de normas tributárias, acaso impressas em papel
A4. em decorrência desta quantidade de normas, as empresas gastam cerca de r$ 42 bilhões por ano,
para manter pessoal, sistemas e equipamentos no acompanhamento das modificações da legislação.”
314
31. lNS1l1L1C ßkASlLLlkC DL PLANL¦AMLN1C 1klßL1AklC (lßP1). Estudo do IBPT revela que são editadas 46 normas tribu-
tárias por dia útil no Brasil. lßP1. Disponívoí om: <www.ibpt.com.br/home/publicacao.view.php?publicacao_id=13873&pagina=0>.
96
ROBERTO DIAS DUARTE
A
Consliluiçño Fodorní (CF), lonlo primárin do lodn ordom |urídicn, insliluiu o Sislomn 1ribu-
lário Nncionní om sous nrligos 145 n 162. Sou pnpoí é lundnmonlní no dolinir ns compolen-
cins lribulárins dos onlos poíílicos dn Fodornçño (Lniño, Lslndos, Dislrilo Fodorní o municípios),
concoilunr os princípios o normns gornis do Diroilo 1ribulário, insliluir íimilnçoos no podor do
lribulnr, oslnboíocor n ropnrliçño dns rocoilns lribulárins o vincuínçoos compuísorins.
Quníquor nlividndo do Lslndo é roguínmonlndn por normns |urídicns. Ao cidndño comum é por-
milido lnzor ludo nquiío quo n íoi nño proíbo. Conludo, no ndminislrndor pubíico, so é pormilido
lnzor o quo n íoi oxprossnmonlo nulorizn.
A Consliluiçño dolorminn qunis sño os imposlos do compolencin do cndn onlo poíílico dn Fodo-
rnçño. Dosln lormn, somonlo podom sor insliluídos os imposlos oxprossnmonlo provislos no loxlo
conslilucionní. Há nponns umn oxcoçño, roínlivn à compolencin rosiduní dn Lniño pnrn insliluir
(CF, nrl. 154):
· oulros imposlos, ºdosdo quo nño-cumuínlivos o quo nño lonhnm lnlo gorndor ou bnso
do cáícuío proprios dos discriminndos nn Consliluiçño,¨ (CF, nrl. 154, l)
· ºimposlos oxlrnordinários, nn iminencin ou om cnso do guorrn oxlornn, comproondi
dos ou nño om sun compolencin lribulárin, os qunis sorño suprimidos grndnlivnmonlo,
cossndns ns cnusns do sun crinçño.¨ (CF, nrl. 154, ll)
C Codigo 1ribulário Nncionní (C1N) inslilui ns normns gornis do Diroilo 1ribulário, oxigidns poío
nrl. 146, inciso lll dn Consliluiçño.
C C1N roguín ns normns lribulárins npíicávois n lodos os onlos dn Fodornçño: Lniño, Lslndos,
Dislrilo Fodorní o municípios.
1klßL1CS
A pnínvrn ºlribulo¨ dorivn do ínlim lribulum. Diz rospoilo àquiío quo, por dovor, é onlroguo no
Lslndo.
Só desonerando mais os que efetivamente produzem é possível obter-se o equilíbrio
entre cs necessidcdes do Estcdo e cquelcs dos inditíduos.
K
VlSÃC CLkAL DCS 1klßL1CS NC ßkASlL
12


97
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
C nrl. 3º do Codigo 1ribulário Nncionní nssim o dolino:
“Art. 3º - tributo é toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela se possa
exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade admi-
nistrativa plenamente vinculada.”
321
Lm oulrns pnínvrns, lribulo é lodo pngnmonlo obrignlorio no Lslndo, sondo quo:
· C pngnmonlo é ololundo om dinhoiro, mns n íoi podorá ndmilir quo oío so|n loilo por
moio do nígo do vníor oquivníonlo à moodn,
· lribulo nño é ponníidndo por inlrnçño,
· nponns muíln conslilui snnçño pocuniárin docorronlo do nlo iíícilo,
· som íoi quo o inslilun nño oxislo lribulo,
· n cobrnnçn dovo sor roníizndn conlormo dolorminn n íoi.

A cínssilicnçño dns ospécios lribulárins é oslnboíocidn poín Consliluiçño Fodorní. C sou nrl. 145
nssim prove:
´A:t. 145 - A !n¡áo, o: L:tado:, o L¡:t:¡to Icdc:aI c o: Aun¡·Ip¡o: podc:áo ¡n:t¡tu¡: o: :c¿u¡ntc: t:¡Lu-
tos:
i - impostos;
ii - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços
públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição;
iii - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.”
332
¦á o nrl. 148 oslnboíoco:
´A:t. 14B - A !n¡áo, mcd¡antc Ic¡ ·ompIcmcnta:, podc:a ¡n:t¡tu¡: cmp:c:t¡mo: ·ompuI:o:¡o::
i - para atender a despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou
sua iminência;
ii - no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional, observado o
disposto no art. 150, iii,’b’.”
34
As conlribuiçoos socinis, do inlorvonçño no domínio oconómico o do inlorosso dns cnlogorins
prolissionnis ou oconómicns, oslño provislns no nrl. 149 dn CF/88.
Porlnnlo, os lribulos no ßrnsií dividom-so om: imposlos, lnxns, conlribuiçoos pnrnliscnis, conlri-
buiçoos do moíhorin o ompréslimos compuísorios.
32. CCDlCC 1klßL1AklC NAClCNAL. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. 1íluío l, Disposiçoos
Cornis, nrl. 3º. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L5172compilado.htm>.
33. CCNS1l1LlÇÃC FLDLkAL DL 1988. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. 1íluío Vl (Dn 1ribu-
lnçño o do Crçnmonlo), Cnpíluío l (Do Sislomn 1ribulário Nncionní), Soçño l (Dos Princípios Cornis), nrl. 145. Disponívoí om:
<www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%c3%A7ao.htm>.
34. CCNS1l1LlÇÃC FLDLkAL DL 1988. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. 1íluío Vl (Dn 1ribu-
lnçño o do Crçnmonlo), Cnpíluío l (Do Sislomn 1ribulário Nncionní), Soçño l (Dos Princípios Cornis), nrl. 148. Disponívoí om:
<www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%c3%A7ao.htm>.
98
ROBERTO DIAS DUARTE
lMPCS1CS
Cs lribulos nño-vincuíndos sño os imposlos. Pnrn cobrá-íos, o Lslndo nño procisn olorocor con-
lrnproslnçño do sorviços ou obrns pnrn o conlribuinlo. So oslo rocobor nígumn vnnlngom, sorá
indiroln, docorronlo dn roníiznçño do bom comum.
1AXAS L CCN1klßLlÇCLS DL MLLHCklA
Cs lribulos vincuíndos sño nquoíos cu|n cobrnnçn so |uslilicn poín oxislencin do umn dolorminndn
nlividndo do Lslndo, voílndn dirolnmonlo pnrn o pnrlicuínr quo pngou o lribulo, bonolicinndo-o do
nígumn lormn.
Cu so|n, oxigom umn conlrnproslnçño oslnlní. Lnqundrnm-so noslo cnso ns lnxns o ns conlribuiçoos
do moíhorin.
C Lslndo podorá cobrnr umn lnxn ou umn conlribuiçño do moíhorin so um dolorminndo sorviço
pubíico, como n coíoln do íixo, o lornocimonlo do águn lrnlndn, n omissño do um pnssnporlo ou
n roníiznçño do umn obrn pubíicn, rosuílnr om vnnlngom diroln pnrn o pnrlicuínr.
LMPkLS1lMCS CCMPLLSCklCS L CCN1klßLlÇCLS PAkAFlSCAlS
Nn Consliluiçño Fodorní, conludo, sño provislns duns oulrns ligurns lribulárins quo so oncnixnm
porloilnmonlo nn doliniçño do lribulo nnloriormonlo doscriln o quo sño lrnlndns como so lribulos
lossom. Sño os ompréslimos compuísorios o ns conlribuiçoos ospocinis ou pnrnliscnis.
A compolencin pnrn n insliluiçño dossns conlribuiçoos é oxcíusivn dn Lniño. Conludo, há n
possibiíidndo do Lslndos o municípios ºinsliluírom conlribuiçño sociní, dosconlndn do sous sor-
vidoros, pnrn cusloio, om bonolício doslos, do sislomns do providencin o nssislencin sociní¨ (CF,
nrl. 149, § 1º).
Conlribuiçoos ospocinis ou pnrnliscnis podom sor:
· Socinis
· lnlorosso do cnlogorins prolissionnis
· lnlorosso do cnlogorins oconómicns
CCN1klßLlÇCLS SCClAlS
Sño lonlo do linnncinmonlo do sislomn do soguridndo sociní, poíos sorviços proslndos poío Lsln-
do docorronlos dos diroilos socinis conslilucionnis.
No ßrnsií lomos ns soguinlos conlribuiçoos socinis:
· PASLP - Progrnmn do Formnçño do Pnlrimónio do Sorvidor Pubíico,
· CCFlNS - Conlribuiçño pnrn o Finnncinmonlo dn Soguridndo Sociní,
· CSLL - Conlribuiçño Sociní sobro o Lucro Líquido,
· Providonciárin - omprogndos, omprogndoros o nulónomos n rocoíhom pnrn o lNSS.
99
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
CCN1klßLlÇCLS DL lN1LkLSSL DL CA1LCCklAS PkCFlSSlCNAlS
lnsliluídns no inlorosso do cnlogorins quo possuom prolissoos íognímonlo roguínmonlndns, lem o
ob|olivo do cuslonr ns nlividndos do conlroío, liscníiznçño o discipíinn do oxorcício prolissionní.
CCN1klßLlÇCLS DL lN1LkLSSL DL CA1LCCklAS LCCNCMlCAS
Sño compuísorins o cobrndns do omprogndoros o omprogndos om bonolício do orgños do dolosn
do sous inlorossos (sindicnlos o onlidndos do onsino o do sorviço sociní - SLNAl, SLßkAL, SLSl,
onlro oulros).
LMPkLS1lMC CCMPLLSCklC
C nspoclo mnis roíovnnlo o diloroncindor dosln ospécio lribulárin é o do quo é rosliluívoí, islo é,
dovo sor dovoívidn no conlribuinlo. No onlnnlo, lnmbém roquor cnpncidndo conlribulivn o íoi
compíomonlnr quo n oslnboíoçn.
Somonlo n Lniño podo insliluir ompréslimos compuísorios (CF, nrl. 148, caput) o, nindn nssim,
numn dns soguinlos hipolosos provislns nn Consliluiçño Fodorní:
n) ºnlondor dosposns oxlrnordinárins, docorronlos do cnínmidndo pubíicn, do guorrn
oxlornn ou sun iminencin¨ (CF, nrl. 148, l),
b) ºno cnso do invoslimonlo pubíico do cnrálor urgonlo o do roíovnnlo inlorosso nncio-
nní¨, sondo quo noslo cnso somonlo podo sor oxigido no oxorcício soguinlo no dn pubíicnçño dn
rospoclivn íoi (CF, nrl. 148, ll).
1klßL1CS DlkL1CS
Sño nquoíos om quo n posson quo pngn (conlribuinlo do lnlo) é n mosmn quo lnz o rocoíhimonlo
nos colros pubíicos (conlribuinlo do diroilo). Lxompíos: lkP¦, lkPF, lPVA, lP1L.
1klßL1CS lNDlkL1CS
Sño nquoíos om quo o conlribuinlo do lnlo nño é o mosmo quo o do diroilo. Por oxompío, o
lCMS. Nño é o comorcinnlo quom pngn osso imposlo. Lm gorní, oío rocobo do consumidor o
rocoího no Lslndo o imposlo quo oslá ombulido no proço dns morcndorins.
kLSLMC
Cs imposlos cobrndos no ßrnsií sño divididos om lres oslorns:
Federais
- lmposlo sobro n kondn o Provonlos do Quníquor Nnlurozn (lk),
- lmposlo sobro Produlos lnduslriníizndos (lPl),
- lmposlo sobro Cpornçoos do Crédilo, Câmbio o Soguro, ou koínlivns n 1íluíos ou Vníoros Mo-
biíiários (lCF),
100
ROBERTO DIAS DUARTE
- lmposlo sobro n Propriodndo 1orriloriní kurní (l1k),
- lmposlo sobro lmporlnçño do Produlos Lslrnngoiros (ll),
- lmposlo sobro Lxporlnçño, pnrn o Lxlorior, do Produlos Nncionnis ou Nncionníizndos (lL).
Estaduais
- lmposlo sobro Cpornçoos koínlivns à Circuínçño do Morcndorins o sobro Proslnçoos do Sorviços
do 1rnnsporlo lnloroslnduní o lnlormunicipní o do Comunicnçño (lCMS),
- lmposlo sobro Propriodndo do Voícuíos Aulomoloros (lPVA),
- lmposlo sobro 1rnnsmissño Cnusn Morlis o Donçño do Qunisquor ßons o Diroilos (l1CMD).
municipais
- lmposlo sobro n Propriodndo Prodiní o 1orriloriní Lrbnnn (lP1L),
- lmposlo Sobro Sorviços do Quníquor Nnlurozn (lSS),
- lmposlo sobro 1rnnsmissño lnlor Vivos, n quníquor líluío, por nlo onoroso, do ßons lmovois (l1ßl).
As lnxns lnmbém sño cobrndns nns lres oslorns.
Lxompíos:
- 1nxns Porluárins,
- 1nxn do Consorvnçño o Limpozn,
- 1nxn do Combnlo n lncendio,
- 1nxn do Lmissño do Documonlos,
- 1nxn do Aívnrá,
- 1nxn do Pubíicidndo,
- 1nxn do lnspoçño o Fiscníiznçño.
As conlribuiçoos pnrnliscnis ou ospocinis sño cobrndns principnímonlo, mns nño oxcíusivnmon-
lo, por onlidndos lodornis.
Lxompíos:
- Conlribuiçño Providonciárin pnrn o lNSS,
- FC1S,
- PlS/PASLP,
- CCFlNS,
- Conlribuiçño sociní sobro o íucro dns omprosns,
- SLSC, SLNAC, SLSl, SLNAl, SLNAk,
- Soguro do Acidonlo do 1rnbního (SA1),
- Conlribuiçño Conlodornlivn,
- Conlribuiçño Sindicní,
- ClDL: Combuslívois o royalties;
- Conlribuiçoos pnrn Crgños do Fiscníiznçño Prolissionní: CAß, CkC, CkLA, CkLCl olc.,
- Sníário Lducnçño,
- SLßkAL,
- Conlribuiçoos do moíhorin: nslnílnmonlo, cníçnmonlo, rodo do águn, rodo do osgolos.
Lslndos, Dislrilo Fodorní o municípios.
101
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
Impostos menores sûo cindc meios pcrc reduzir c injcçûo, ccelercr ou reduzir o
juxo de creditos, cumentcr oportunidcdes de empreços, em sumc, umc ineçctel
jerrcmentc de çestûo públicc.
J
CßklCAÇÃC PklNClPAL L ACLSSCklA
A
obrignçño lribulárin é divididn onlro principní o ncossorin.
· A obrigação principal surgo com n ocorrencin do lnlo gorndor. Sou ob|olo é o pngn
monlo do lribulo ou ponníidndo pocuniárin. Lxlinguo-so com o crédilo doín docorronlo.
· A obrigação acessória lom origom nn íogisínçño pnrn municinr n ndminislrnçño
lribulárin do inlormnçoos do inlorosso dn nrrocndnçño ou dn liscníiznçño. Lx.: nprosonln-
çño dn docínrnçño do imposlo do rondn.
HlPC1LSL DL lNClDLNClA
Lín é nbslrnídn do um comporlnmonlo suscoplívoí do lribulnçño.
FA1C CLkADCk
Silunçño ou ovonlo provislo nn íoi quo, qunndo ocorro, provocn o surgimonlo dn obrignçño lribu-
lárin.
“o fato que gera uma obrigação tributária é utilizado como sinônimo da hipótese de incidência, sendo
que o diferencial entre as duas expressões é que o fato gerador é a ocorrência de um fato concretamen-
te, é o acontecimento do fato, enquanto que a hipótese de incidência é a descrição abstrata de um fato
na lei que gerará uma obrigação tributária, caso ocorra.”
351
SL¦Ll1CS A1lVC L PASSlVC
Sujeito ativo é n posson |urídicn do diroilo pubíico liluínr dn compolencin pnrn oxigir o cum-
primonlo dn obrignçño lribulárin. Sño onlos lribulnnlos (su|oilos nlivos) om nosso pnís: Lniño,
35. ßLS1CS, C. V. F. Fato gerador e hipótese de incidência tributária. boletim Jurídico. Disponívoí om:
<www.boletimjuridico.com.br/doutrina/texto.asp?id=1686>. Pubíicndo om: 8 |nn. 2007.
LN1LNDLNDC A CßklCAÇÃC 1klßL1AklA
13


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ROBERTO DIAS DUARTE
Sujeito passivo é n posson obrigndn no pngnmonlo do lribulo ou ponníidndo pocuniárin.
Cínssilicn-so om:
· Conlribuinlo: lom roínçño possoní o diroln com n silunçño quo conslilun o lnlo gorndor
dn obrignçño lribulárin,
· kosponsávoí: sun obrignçño docorro do disposiçño oxprossn do íoi, com roínçño no
lribulo. Lx.: o lrnnsporlndor do morcndorins, o íoiíooiro, o omprogndor om roínçño no
imposlo do rondn rolido dovido poíos sous omprogndos.
LANÇAMLN1C 1klßL1AklC
Procodimonlo ndminislrnlivo quo dolorminn n ocorrencin do lnlo gorndor, dolino n mnlérin lri-
bulárin, cnícuín o lribulo dovido, idonlilicn o su|oilo pnssivo o, qunndo lor o cnso, propoo n
ponníidndo pocuniárin cnbívoí.
Crédilo lribulário roprosonln o diroilo do crédilo dn Fnzondn Pubíicn, |á dovidnmonlo npurndo
poío ínnçnmonlo o, porlnnlo, dolndo do corlozn, íiquidoz o oxigibiíidndo, oslnboíocondo um vín-
cuío |urídico quo obrign o conlribuinlo ou rosponsávoí (su|oilo pnssivo) no su|oilo nlivo (Lslndo
ou onlo pnrnliscní) no pngnmonlo do lribulo.
ßASL DL CALCLLC
Vníor insliluído poín íoi o gornímonlo oxprosso om moodn corronlo, cu|ns principnis lunçoos sño
dimonsionnr o lnlo |urídico pnssívoí do lribulnçño o possibiíilnr n npurnçño dn imporlâncin dovi-
dn poío conlribuinlo ou rosponsávoí.
ALÍQLC1A
Frnçño, pnrlo ou porconluní dn bnso do cáícuío quo porlonco no Lslndo. Possibiíiln n qunnlilicn-
çño do lribulo.
CCMPL1LNClA 1klßL1AklA
Podor ospocílico do insliluir lribulos quo os lres nívois dn nrrocndnçño, sño nulorizndos poín
Consliluiçño Fodorní n oxorcor, do ncordo com ns normns gornis do Diroilo 1ribulário.
lMLNlDADL 1klßL1AklA
lmpodimonlo conslilucionní nbsoíulo à incidencin dn normn lribulárin. Cu so|n, é umn íimilnçño
no podor do lribulnr quo nícnnçn os lribulos o divorsns hipolosos do imunidndo provislns oxpros-
snmonlo nn Consliluiçño Fodorní.
lSLNÇÃC
“A isenção é instituto de conceituação polêmica: sua natureza jurídica oscila entre os parâmetros de
não incidência e incidência da norma.
103
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Para a doutrina tradicional, a isenção é uma mera dispensa legal de pagamento de tributo devido,
verificando-se em uma situação na qual há legitima incidência, porquanto se deu um fato gerador, e o
legislador, por expressa disposição legal, optou por dispensar o pagamento do imposto.”
364
NÃC lNClDLNClA
Silunçño om quo n rogrn |urídicn do lribulnçño nño incido porquo nño so roníizn n sun hipoloso
do incidencin.
“esses três institutos [imunidade, isenção e não incidência] levam ao mesmo resultado: o não pagamen-
to de tributo. Porém, os meios pelos quais isso ocorre são totalmente diferentes. A imunidade dá-se por
meio da constituição, a isenção por meio de lei (ordinária ou complementar) e a não incidência nem
por lei e nem por constituição, o ordenamento simplesmente não previu aquele fato como gerador da
obrigação tributária.”
375
kLSLMC
A ocorrencin do lnlo gorndor dolorminn o diroilo do crodor ou su|oilo nlivo (onlo oslnlní ou pnrn-
liscní) do rocobor o lribulo (obrignçño principní) dovido poío dovodor ou su|oilo pnssivo (posson
obrigndn no pngnmonlo do lribulo ou ponníidndo pocuniárin) ou vor cumpridos os dovoros lor-
mnis insliluídos (obrignçño ncossorin).
36. SAßßAC, L. Manual de Direito Tributário. 3 od. Sño Pnuío: Ldilorn Snrnivn, 2011. 1.146 p.
37. MC1A, L. k. Distinção entre imunidade, isenção e não-incidência tributária. Paraná on-line. Disponívoí om:
<www.paranaonline.com.br/canal/direito-e-justica/news/281576/?noticia=DistincAo+entre+imuniDADe+isencAo+e+nAo+
inciDenciA+tributAriA>. Pubíicndo om: 10 lov. 2008.
104
ROBERTO DIAS DUARTE
O que alardeiam muitas vezes como “benefício” passa a ser “malefício na prática” e o
que dizem ¨simples¨ pcssc c ser ¨compliccdo e conjuso¨.
L
ll - lMPCS1C SCßkL lMPCk1AÇÃC DL PkCDL1CS LS1kANCLlkCS
S
un lunçño é oconómicn, ou roguínlorin. Por isso, n Consliluiçño proviu quo oío nño procisn
obodocor no princípio dn nnlorioridndo: ou so|n, nílornçoos nns nííquolns podom vníor pnrn o
mosmo oxorcício liscní (nno) om quo lonhn sido pubíicndn n íoi quo o numonlou.
Competência: Lniño.
Fato gerador: onlrndn do produlo oslrnngoiro om lorrilorio nncionní.
Contribuinte: imporlndor (ou o nrromnlnnlo, qunndo so lrnlnr do produlos nproondidos ou
nbnndonndos).
Base de cálculo: proço do produlo.
Alíquotas: podom sor nílorndns n quníquor lompo poío Podor Lxoculivo, por moio do nlo inlrníogní.
lL - lMPCS1C SCßkL A LXPCk1AÇÃC DL PkCDL1CS NAClCNAlS CL NAClCNALlZADCS
1om linníidndo roguíndorn o somonlo é uliíizndo qunndo o pnís lom inlorosso om dososlimuínr n
oxporlnçño do dolorminndo produlo nncionní.
Competência: Lniño.
Fato gerador: snídn do produlo do lorrilorio nncionní.
Contribuinte: oxporlndor.
Base de cálculo: proço normní do produlo, qunndo dn oxporlnçño.
Alíquotas: podom sor nílorndns n quníquor lompo, poío Podor Lxoculivo por moio do nlo inlrníogní.
CAkAC1LkÍS1lCAS ßASlCAS DCS PklNClPAlS 1klßL1CS
14


105
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
lk - lMPCS1C SCßkL A kLNDA L PkCVLN1CS DL QLALQLLk NA1LkLZA
lncido bnsicnmonlo sobro os voncimonlos porcobidos poíos lrnbníhndoros o n rondn dos prolis-
sionnis íibornis.
C lmposlo do kondn Posson ¦urídicn (lkP¦), por sun voz, lom como bnso o íucro dns omprosns.
Competência: Lniño.
Fato gerador: rondn, ou so|n, o produlo do cnpilní, do lrnbního ou dn combinnçño do nmbos, o
os provonlos do quníquor nnlurozn, nssim onlondidos os ncréscimos pnlrimoninis nño compro-
ondidos no concoilo do rondn.
Contribuinte: liluínr dn rondn ou dos provonlos.
Base de cálculo: monlnnlo dn rondn ou dos provonlos lribulávois.
Alíquotas: sño progrossivns o vnriávois pnrn ns possons lísicns o |urídicns.
C koguínmonlo do lmposlo do kondn - klk/99, insliluído poío Docrolo nº 3.000, do 26 do mnr-
ço do 1999, oslá disponívoí no silo dn kocoiln Fodorní do ßrnsií.
lPl - lMPCS1C SCßkL PkCDL1CS lNDLS1klALlZADCS
L cobrndo sobro n induslriníiznçño do produlos. Nn roníidndo, quom o suporln é o consumidor
linní, omborn sun incidencin ocorrn nn olnpn do induslriníiznçño.
L so oíhnr nn noln liscní quo o vníor do lPl vom doslncndo.
Competência: Lniño.
Fato gerador: n induslriníiznçño - quníquor opornçño quo modiliquo n nnlurozn ou n linníidndo
do um produlo, ou o nporloiçoo pnrn o consumo.
Culro lnlo gorndor é o dosombnrnço ndunnoiro do produlo induslriníizndo imporlndo.
Contribuinte: induslriní ou quom n oío n íoi oquipnrnr, bom como o imporlndor ou quom n oío
lor oquipnrndo.
Base de cálculo: vníor dn opornçño ou, no cnso dn imporlnçño, vníor dn opornçño ncroscido do
imposlo do imporlnçño o domnis dosposns.
Alíquotas: o lPl é um imposlo soíolivo, pois suns nííquolns vnrinm om lunçño dn ossonciníidndo
do produlo. Nos produlos supérlíuos oíns sño mnioros do quo nos ossoncinis.
C Docrolo nº 7.212, do 15 do |unho do 2010, insliluiu o koguínmonlo do lPl - klP/2010, quo
normnlizn n cobrnnçn, liscníiznçño, nrrocndnçño o ndminislrnçño do lmposlo sobro Produlos
lnduslriníizndos (lPl).
106
ROBERTO DIAS DUARTE
lCF - lMPCS1C SCßkL CPLkAÇCLS DL CkLDl1C, CÂMßlC, SLCLkCS, CL kLLA1lVAS A 1Í1LLCS CL
VALCkLS MCßlLlAklCS
Sun principní lunçño é sor um inslrumonlo do mnnipuínçño dn poíílicn do crédilo, câmbio, so-
guro o vníoros imobiíiários.
Competência: Lniño.
Fato gerador:
· nns opornçoos roínlivns n líluíos mobiíiários, n omissño, lrnnsmissño, pngnmonlo ou
rosgnlo doslos líluíos,
· nns opornçoos do câmbio, n ololivnçño do pngnmonlo ou qunndo coíocndo à dispo-
siçño do inlorossndo,
· nns opornçoos do soguro, n ololivnçño poín omissño do npoíico ou rocobimonlo do
premio,
· nns opornçoos do crédilo, n ololivn onlrogn (lolní ou pnrciní) do vníor do ob|olo dn
opornçño.
Contribuinte: quom so bonolicin dn opornçño linnncoirn.
Base de cálculo: vníor dn opornçño.
Alíquotas: lixns, vnriávois, proporcionnis, progrossivns ou rogrossivns quo podom sor nílorndns n
quníquor lompo poío Podor Lxoculivo por moio do nlo inlrníogní.
l1k - lMPCS1C SCßkL A PkCPklLDADL 1Lkkl1CklAL kLkAL
Sun lunçño é oxlrnliscní. Funcionn como inslrumonlo nuxiíinr do discipíinnmonlo do podor pu-
bíico sobro n propriodndo rurní.
Com n Consliluiçño do 1988, o produlo do sun nrrocndnçño pnssou n sor ropnrlido igunímonlo
onlro Lniño o município.
Competência: Lniño.
Fato gerador: propriodndo do imovoí íocníizndo lorn dn zonn urbnnn do município.
Contribuinte: propriolário do imovoí.
Base de cálculo: vníor dn lorrn nun, lornocido poío conlribuinlo om sun docínrnçño.
Alíquotas: Sño vnriávois conlormo o porconluní do uliíiznçño dn propriodndo, om oscnín cons-
lnnlo nn íoi o quo íovn om considornçño lnmbém n áron lolní do imovoí o sun íocníiznçño goo-
grálicn no ßrnsií.
107
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
lCF - lMPCS1C SCßkL CkANDLS FCk1LNAS
Aposnr do lor sun provisño conslilucionní no nrligo 153, inciso Vll1 dn Consliluiçño Fodorní, oslo
imposlo nuncn loi insliluído no ordonnmonlo |urídico nncionní. L prnlicndo om níguns pnísos
sob divorsns |uslilicnlivns, mns sou concoilo básico é lornnr o sislomn lribulário monos in|uslo,
por nssim dizor, lribulnndo os conlribuinlos mnis nlorlunndos.
lCMS - lMPCS1C SCßkL CPLkAÇCLS kLLA1lVAS À ClkCLLAÇÃC DL MLkCADCklAS L SCßkL
PkLS1AÇCLS DL SLkVlÇC DL 1kANSPCk1L lN1LkLS1ADLAL L lN1LkMLNlClPAL L DL CCMLNlCAÇÃC
L o mnis imporlnnlo imposlo oslnduní porquo roprosonln n mnior pnrlo dn lonlo do rocoiln lribu-
lárin, podondo chognr n 90% do lolní nrrocndndo.
Competência: Lslndos o Dislrilo Fodorní.
Fato gerador: circuínçño do morcndorins, proslnçño do sorviços do lrnnsporlo inlormunicipní o
inloroslnduní o do sorviços do comunicnçño.
Contribuinte: quom promovo n opornçño ou n proslnçño ob|olo do incidencin do imposlo.
Base de cálculo: vníor dn opornçño do circuínçño do morcndorin ou dn proslnçño do sorviço.
Alíquotas: vnrinm conlormo o Lslndo o n nnlurozn do produlo. Cs íimilos sño lixndos poío
Sonndo Fodorní o suns roduçoos sño condicionndns à nprovnçño do lodos os Lslndos modinnlo
convenio nprovndo poío Consoího do Poíílicn Fnzondárin (CCNFAZ).
Cndn Lnidndo dn Fodornçño mnnlém o sou koguínmonlo do lCMS (ou simiínr) com ns normns
roínlivns n oslo lribulo, normnímonlo insliluídns o nluníizndns por Docrolo.
lPVA - lMPCS1C SCßkL A PkCPklLDADL DL VLÍCLLCS AL1CMC1CkLS
Mosmo sondo do compolencin oslnduní, n nrrocndnçño do lPVA é divididn igunímonlo onlro o
Lslndo o o município om quo o voícuío loi ompíncndo.
Competência: Lslndos o Dislrilo Fodorní.
Fato gerador: propriodndo do voícuío nulomolor do quníquor ospécio (noronnvos, ombnrcnçoos,
nulomovois, cnminhoos, molocicíolns olc.).
Contribuinte: propriolário do voícuío.
Base de cálculo: vníor vonní do voícuío.
Alíquotas: dilorom conlormo n ospécio do voícuío.
l1CMD - lMPCS1C SCßkL 1kANSMlSSÃC causa mortis L DCAÇÃC DL QLAlSQLLk ßLNS CL DlkLl1CS
lncido sobro hornnçns, íogndos ou donçoos. Possui lunçño liscní, ou so|n, lom n linníidndo do
108
ROBERTO DIAS DUARTE
nrrocndnr rocursos linnncoiros pnrn os Lslndos o o Dislrilo Fodorní. C ínnçnmonlo do crédilo
lribulário é loilo por docínrnçño.
Competência: Lslndos o Dislrilo Fodorní.
Fato gerador: lrnnsmissño por morlo ou por donçño do qunisquor bons ou diroilos.
Contribuinte: hordoiro ou o íognlário, ou so|n, quom rocobo n hornnçn ou o íogndo, no cnso do
lrnnsmissño causa mortis, o o donnlário, no cnso do donçño.
Base de cálculo: vníor vonní dos bons ou diroilos lrnnsmilidos.
Alíquotas: vnrinm do 2% n 4%.
lP1L - lMPCS1C SCßkL A PkCPklLDADL PkLDlAL L 1Lkkl1CklAL LkßANA
C nrligo 182 dn Consliluiçño dolino o lP1L como lorrnmonln do promoçño dn lunçño sociní dn
propriodndo privndn no ßrnsií.
Competência: município o Dislrilo Fodorní.
Fato gerador: propriodndo do imovoí silundo nn zonn urbnnn do município.
Contribuinte: propriolário do imovoí.
Base de cálculo: vníor vonní do imovoí.
Alíquotas: sño oslnboíocidns por íoi municipní, om gorní mnioros pnrn os imovois nño-conslruí-
dos (lorronos). Com lres lormns do progrossividndo: no lompo, pnrn punir n ospocuínçño imobi-
íiárin om propriodndos urbnnns nño odilicndns, nño uliíizndns ou subuliíizndns (nrl.182, § 4º, ll),
om rnzño do vníor do imovoí (nrl.156, § 1º, l), o om rnzño do sun íocníiznçño (nrl.156, § 1º, ll).
lSSQN - lMPCS1C SCßkL SLkVlÇCS DL QLALQLLk NA1LkLZA
Como rogrn gorní, o lSSQN é rocoíhido no município om quo so onconlrn o oslnboíocimonlo do
proslndor. C rocoíhimonlo somonlo é loilo no município no quní o sorviço loi proslndo no cnso do
sorviços cnrnclorizndos por sun roníiznçño no oslnboíocimonlo do cíionlo (lomndor do sorviço), por
oxompío: íimpozn do imovois, sogurnnçn, conslruçño civií, lornocimonlo do mño do obrn.
Competência: municípios o Dislrilo Fodorní.
Fato gerador: sorviço proslndo, oxcolo os do comunicnçño o os do lrnnsporlo oslnduní o inloros-
lnduní (lribulndos poío lCMS).
Contribuinte: proslndor do sorviços.
Base de cálculo: vníor do sorviço proslndo.
Alíquotas: lixndns poín íogisínçño municipní. A Loi Compíomonlnr nº 116, do 31 do |uího do
2003, lixou om 5% n nííquoln máximn.
109
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
l1ßl - lMPCS1C SCßkL A 1kANSMlSSÃC DL ßLNS lN1LkVlVCS
A diloronçn básicn onlro o l1ßl, do compolencin municipní, o o l1CMD, do âmbilo oslnduní, é
quo o primoiro incido sobro lrnnsmissño inlorvivos, por nlo onoroso (comprn o vondn), onqunnlo
o oulro, sobro n donçño o n lrnnsmissño causa mortis.
Competência: municípios o Dislrilo Fodorní.
Fato gerador: lrnnsmissño inlor vivos, n quníquor líluío, por nlo onoroso.
Contribuinte: quníquor dns pnrlos nn opornçño lribulndn.
Base de cálculo: vníor vonní do imovoí.
Alíquotas: oslnboíocidns por íoi do cndn município.
110
ROBERTO DIAS DUARTE
A leçislcçûo e o procedimento jsccl e hoje um lcbirinto.
L
O
lisco oxigo, níém do pngnmonlo dos lribulos, divorsns docínrnçoos liscnis poriodicns do
conlribuinlo. Aíém dns docínrnçoos roquoridns poín kocoiln Fodorní do ßrnsií, íislndns n
soguir, há oulrns lnnlns oxigidns poíos liscos oslndunis o municipnis, nlondondo às íogisínçoos do
lCMS o do lSS.
PLSSCA ¦LkÍDlCA
· Arquivos Digilnis,
· DACCN - Domonslrnlivo do Apurnçño do Conlribuiçoos Socinis,
· DßF - Docínrnçño do ßonolícios Fiscnis,
· DClDL - Docínrnçño ClDL-Combuslívois,
· DCP - Domonslrnlivo do Crédilo Prosumido,
· DCkL - Domonslrnlivo do Coolicionlo do koduçño do lmposlo do lmporlnçño,
· DC1F - Docínrnçño do Débilos o Crédilos 1ribulários Fodornis,
· DL - Domonslrnlivo do Lxporlnçño,
· DLCkLD - Docínrnçño do Cpornçoos com Cnrloos do Crédilo,
· DLkC - Docínrnçño do kondimonlos Pngos n Consuíloros por Crgnnismos lnlornncionnis,
· DLkLX - Docínrnçño sobro n Lliíiznçño dos kocursos om Moodn Lslrnngoirn Docor-
ronlos do kocobimonlo do Lxporlnçoos,
· DlCNk - Docínrnçño do lmposlos o Conlribuiçoos Nño kolonçño,
· DlF - ßobidns,
· DlF - Cignrros - Docínrnçño Lspociní do lnlormnçoos Fiscnis koínlivns à 1ribulnçño do
Cignrros,
· DlF - Pnpoí lmuno,
· DlMCß - Docínrnçño do lnlormnçoos sobro Alividndos lmobiíiárins,
· DlMCF - Docínrnçño do lnlormnçoos sobro Movimonlnçño Finnncoirn,
· DlPl - Docínrnçño do lmposlo sobro Produlos lnduslriníizndos - ßobidns,
· DlP¦ - Docínrnçño do lnlormnçoos Lconómico-Fiscnis dn Posson ¦urídicn (incíusivo
lmunos o lsonlns),
· DlkF - Docínrnçño do lmposlo do kondn kolido nn Fonlo,
· DlSC - Docínrnçño o lnlormnçño Sobro Cbrn,
· Dl1k - Docínrnçño do lmposlo sobro n Propriodndo 1orriloriní kurní,
DLCLAkAÇCLS DL CCMPL1LNClA DA kLCLl1A FLDLkAL
15


111
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
· DMLD - Docínrnçño do Sorviços Médicos o do Snudo,
· DNF - Domonslrnlivo do Nolns Fiscnis,
· DPkLV - Docínrnçño sobro n Cpçño do 1ribulnçño do Pínnos Providonciários,
· DSP¦ - Docínrnçño Simpíilicndn dn Posson ¦urídicn (Simpíos o Lmprosns lnnlivns),
· DS1A - Docínrnçño do Subsliluiçño 1ribulárin do Solor Aulomolivo,
· D11A - Docínrnçño do 1rnnslorencin do 1iluínridndo do Açoos,
· CFlP/SLFlP - Cuin do kocoíhimonlo do FC1S o lnlormnçoos à Providencin Sociní,
· PALS - Docínrnçño Pnos - Pnrcoínmonlo Lspociní,
· PLk/DCCMP - Podido Líolrónico do kosliluiçño ou kossnrcimonlo o dn Docínrnçño
do Componsnçño,
· PLkC - Podido do kovisño do Crdom do Lmissño do lnconlivos Fiscnis,
· SlNCC - Sislomn lnlogrndo do Coíoln,
· SlSCßkA-PkLF - Sislomn do Coroncinmonlo do Cbrns (Moduío Proloilurn),
· ZFM - Docínrnçño - SlSCCMLX lnlornnçño.
PLSSCA FÍSlCA
· DlkPF - Docínrnçño do lmposlo do kondn Posson Físicn,
· Alividndo kurní,
· Cnrne-Loño,
· Cnnhos do Cnpilní,
· Cnnhos do Cnpilní om Moodn Lslrnngoirn,
· kondn Vnriávoí, Aíionnçño do Açoos, Curo o Alivos Finnncoiros,
· DlkF - Docínrnçño Fonlo,
· Docínrnçño Finní do Lspoíio,
· Snídn Dolinilivn do Pnís,
· Dl1k - Docínrnçño do lmposlo sobro n Propriodndo 1orriloriní kurní,
· DlSC - Docínrnçño o lnlormnçño Sobro Cbrn,
· Docínrnçño do Porlo do Vníoros - o-DPV,
· DLkLX - Docínrnçño sobro n Lliíiznçño dos kocursos om Moodn Lslrnngoirn Docor-
ronlos do kocobimonlo do Lxporlnçoos,
· DCl - Docínrnçño sobro Cpornçoos lmobiíiárins,
· PLk/DCCMP - Podido Líolrónico do kosliluiçño ou kossnrcimonlo o dn Docínrnçño
do Componsnçño,
· Docínrnçño PALS.
112
ROBERTO DIAS DUARTE
O grande mal social fundamentado na violação da virtude, todavia, não se extirpa
apenas com punições; para que seja banido é preciso essencialmente educar e essa é
em primeiro luçcr c missûo dos lcres e nesses principclmente c dcs mûes.
M
P
rimoirnmonlo é prociso comproondor quo oíisño o ovnsño liscní sño duns lormns do ovilnr o
pngnmonlo do lribulos.
LVASÃC FlSCAL
L o uso do moios iíícilos pnrn ovilnr o pngnmonlo do lribulos. Noslo cnso, ocorro o lnlo gorndor do
lribulo o o conlribuinlo nño cumpro n obrignçño íogní. Cs mélodos mnis comuns do ovnsño sño:
- omissño do inlormnçoos,
- docínrnçoos lnísns,
- produçño do documonlos quo conlonhnm inlormnçoos lnísns ou dislorcidns, como n comprn
do nolns liscnis, lnlurns, dupíicnlns olc.
LLlSÃC FlSCAL
Lslo mélodo, no conlrário, uliíizn oslrnlégins íognis pnrn diminuir o poso dn cnrgn lribulárin do
conlribuinlo. Há rospoilo poío ordonnmonlo |urídico.
C goslor roníizn oscoíhns prévins quo pormilom roduzir o impnclo lribulário do conlribuinlo.
Apíicn-so umn ciencin, o pínno|nmonlo lribulário, por moio do quní oviln-so n ocorrencin do lnlo
gorndor. Assim, o lribulo nño é dovido. C pínno|nmonlo nño cnrnclorizn iíogníidndo, nponns lnz
uso dns rogrns om vigor pnrn ovilnr o surgimonlo dn obrignçño liscní.
CklMLS CCN1kA A CkDLM 1klßL1AklA X lNADlMPLLNClA FlSCAL
A lrnudo ou sonognçño liscní ocorro qunndo o conlribuinlo uliíizn procodimonlos quo vioíom
dirolnmonlo n íoi ou o roguínmonlo liscní. Sonognçño é um nlo voíunlário, conscionlo, om quo
há inlonçño do omilir-so lribulo dovido.
SCNLCAÇÃC X PLANL¦AMLN1C 1klßL1AklC
16


113
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Nom lodo pngnmonlo roduzido do imposlo é sonognçño. Dovo-so dislinguir n lníln do pngnmon-
lo (inndimpíencin) dn sonognçño (inlonçño doíiborndn do lrnudnr n npurnçño lribulo).
A Loi nº 8.137, do 27 do dozombro do 1990, doliniu os crimos conlrn n ordom lribulárin:
´A:t. 1 Con:t¡tu¡ ·:¡mc ·ont:a a o:dcm t:¡Luta:¡a :up:¡m¡: ou :cdu2¡: t:¡Luto, ou ·ont:¡Lu¡çáo :o·¡aI c
qualquer acessório, mediante as seguintes condutas: www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L9964.htm - art15.
I - om¡t¡: ¡nìo:maçáo, ou p:c:ta: dc·Ia:açáo ìaI:a à: auto:¡dadc: ìa2cnda:¡a:,
II - ì:auda: a ì¡:·aI¡2açáo t:¡Luta:¡a, ¡n:c:¡ndo cIcmcnto: ¡ncxato:, ou om¡t¡ndo opc:açáo dc quaIquc:
natureza, em documento ou livro exigido pela lei fiscal;
III - ìaI:¡ì¡·a: ou aItc:a: nota ì¡:·aI, ìatu:a, dupI¡·ata, nota dc vcnda, ou quaIquc: out:o do·umcnto
relativo à operação tributável;
I' - cIaLo:a:, d¡:t:¡Lu¡:, ìo:nc·c:, cm¡t¡: ou ut¡I¡2a: do·umcnto quc :a¡La ou dcva :aLc: ìaI:o ou ¡nc-
xato;
' - nc¿a: ou dc¡xa: dc ìo:nc·c:, quando oL:¡¿ato:¡o, nota ì¡:·aI ou do·umcnto cqu¡vaIcntc, :cIat¡va
a venda de mercadoria ou prestação de serviço, efetivamente realizada, ou fornecê-la em desacordo
com a legislação.
Fcna - :c·Iu:áo dc 2 (do¡:) a 5 (·¡n·o) ano:, c muIta.
Parágrafo único. A falta de atendimento da exigência da autoridade, no prazo de 10 (dez) dias, que po-
derá ser convertido em horas em razão da maior ou menor complexidade da matéria ou da dificuldade
quanto ao atendimento da exigência, caracteriza a infração prevista no inciso v.
A:t. 2 Con:t¡tu¡ ·:¡mc da mc:ma natu:c2a:
I - ìa2c: dc·Ia:açáo ìaI:a ou om¡t¡: dc·Ia:açáo :oL:c :cnda:, Lcn: ou ìato:, ou cmp:c¿a: out:a ì:audc,
para eximir-se, total ou parcialmente, de pagamento de tributo;
II - dc¡xa: dc :c·oIhc:, no p:a2o Ic¿aI, vaIo: dc t:¡Luto ou dc ·ont:¡Lu¡çáo :o·¡aI, dc:·ontado ou ·oL:a-
do, na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públicos;
III - cx¡¿¡:, pa¿a: ou :c·cLc:, pa:a :¡ ou pa:a o ·ont:¡Lu¡ntc Lcncì¡·¡a:¡o, quaIquc: pc:·cnta¿cm :oL:c
a parcela dedutível ou deduzida de imposto ou de contribuição como incentivo fiscal;
I' - dc¡xa: dc apI¡·a:, ou apI¡·a: cm dc:a·o:do ·om o c:tatuIdo, ¡n·cnt¡vo ì¡:·aI ou pa:·cIa: dc ¡mpo:-
to liberadas por órgão ou entidade de desenvolvimento;
' - ut¡I¡2a: ou d¡vuI¿a: p:o¿:ama dc p:o·c::amcnto dc dado: quc pc:m¡ta ao :u]c¡to pa::¡vo da oL:¡¿a-
ção tributária possuir informação contábil diversa daquela que é, por lei, fornecida à fazenda Pública.
Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.”
386
38. LLl Nº 8.137, DL 27 DL DLZLMßkC DL 1990. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. Cnpíluío l
(Dos Crimos Conlrn n Crdom 1ribulárin), Soçño l (Dos crimos prnlicndos por pnrlicuínros), nrls. 1º o 2º. Disponívoí om:
<www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L8137.htm>.
114
ROBERTO DIAS DUARTE
NÚMLkCS SCßkL A SCNLCAÇÃC
A :onc¿açáo da: cmp:c:a: L:a:¡Ic¡:a: vcm d¡m¡nu¡ndo, ma: a¡nda ·o::c:pondc a 25% do :cu ìatu-
ramento;
Lm 2000, o Ind¡·c dc :onc¿açáo c:a dc 32%, c cm 2004, dc 39%,
C ìatu:amcnto náo dc·Ia:ado ·hc¿ava a K5 1,32 t:¡Iháo,
C: t:¡Luto: :onc¿ado: pcIa: cmp:c:a: :omam, cm mcd¡a, K5 200 L¡Ihoc: po: ano,
Somado: ao: t:¡Luto: :onc¿ado: pcIa: pc::oa: ìI:¡·a:, a :onc¿açáo ì¡:·aI no ß:a:¡I at¡n¿c 9% do FIß,
C ·:u2amcnto dc ¡nìo:maçoc:, :ctcnçáo dc t:¡Luto: c ì¡:·aI¡2açáo ma¡: cìct¡va :áo o: p:¡n·¡pa¡:
responsáveis pela queda da sonegação;
A Cont:¡Lu¡çáo F:cv¡dcn·¡a:¡a (IÞSS) c o t:¡Luto ma¡: :onc¿ado, :c¿u¡da do ICAS c do Impo:to dc
renda;
IndI·¡o: dc :onc¿açáo c:táo p:c:cntc: cm ô5% da: cmp:c:a: dc pcqucno po:tc, 49% da: dc mcd¡o
e 27% das grandes;
Lm vaIo:c:, a :onc¿açáo c ma¡o: no :cto: ¡ndu:t:¡aI, :c¿u¡do da: cmp:c:a: do ·omc:·¡o c da: p:c:-
tadoras de serviços;
Com o: novo: :¡:tcma: dc ·ont:oIc: ì¡:·a¡:, cm ·¡n·o ano: o ß:a:¡I tc:a o mcno: Ind¡·c dc :onc¿açáo
empresarial da América Latina, e em 10 anos, índice comparado ao dos países desenvolvidos.
257
PklNClPAlS 1lPCS DL SCNLCAÇÃC
C osludo nponlou nindn os principnis lipos do sonognçño ou lrnudo:
1. venda sem nota; com “meia” nota; com “calçamento” de nota; duplicidade de numeração de nota
fiscal
Além do risco da interceptação no trânsito das mercadorias, surge o problema do produto do rece-
bimento das vendas nestas condições. Depósitos em conta corrente da empresa, do sócio ou pessoa
ligada são facilmente detectáveis pelo fisco através da quebra legal do sigilo bancário, o que está em
voga atualmente. A constatação de “furo” nos estoques, através de levantamento físico-quantitativo,
evidencia a prática da sonegação fiscal. A verificação do conhecimento de frete que acompanha a
mercadoria permite ao fisco constatar se há divergência de valores entre aquele e a nota fiscal.
2. “compra” de notas fiscais
Principalmente as prefeituras efetuam comparações de documentos lançados em uma empresa com
o valor efetivamente registrado na emitente do documento. A receita federal levanta através dos seus
controles a situação da emitente, pois caso haja alguma irregularidade (cnPJ cancelado, falta de decla-
ração etc.) ela glosará a despesa. nos casos de dúvidas sobre a efetiva aquisição do bem, mercadoria
ou serviço pela empresa, ainda pode ser exigido o comprovante do efetivo pagamento. ex.: duplicata
quitada, recibo, cópia microfilme do cheque compensado, quando ocorrer a quebra do sigilo bancário.
25. lNS1l1L1C ßkASlLLlkC DL PLANL¦AMLN1C 1klßL1AklC (lßP1). Estudo sobre Sonegação Fiscal das Empresas Brasileiras
(IBPT). Disponívoí om: <www.ibpt.com.br/img/_publicacao/13649/175.pdf>. Publicado em: 5 mar. 2009.
115
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Precauções: obter informações sobre o fornecedor de bens ou serviços junto ao fisco federal (www.
receita.fazenda.gov.br), estadual (www.sintegra.gov.br) e municipal; na prestação de serviços forma-
lizar contrato, que é o instrumento usual de garantia das partes.
contudo, a empresa deve avaliar os seguintes aspectos:
I:a pa¿a: po: um do·umcnto quc podc :c: ´ì:¡o´ a·a::ctando um dc:cmLoI:o,
!ma cmp:c:a quc ´vcndc´ nota:, náo o ìa2 :omcntc uma un¡·a vc2, ou :c]a, o·o::c qua:c :cmp:c
o que se chama de derrame de notas frias. caso a empresa emitente ou uma terceira empresa seja
fiscalizada ocorrerá uma imediata correlação. ex.: com o bloco da brasilJet e ePc (empresas de Paulo
césar farias, tesoureiro da campanha presidencial de fernando collor) ocorreu imediata ligação com
as empresas que receberam aquelas notas.
3. Passivo fictício ou saldo negativo de caixa
Presume-se a omissão de receita, cabendo ao contribuinte o ônus da prova contrária. costuma-se “fa-
bricar” contratos de mútuos nessas ocasiões para registrar a entrada de numerários através de emprés-
timos fictícios, em substituição à receita.
ocorre que, em muitos casos, o mutuante, principalmente quando pessoa física, não possui recursos
disponíveis para contratar qualquer empréstimo, o que é facilmente comprovável através do exame da
declaração de renda ou da movimentação bancária daquele.
4. Acréscimo patrimonial a descoberto (do sócio)
também caracteriza omissão de receita da empresa quando ocorre acréscimo patrimonial do sócio,
sem que este possua recursos disponíveis, desde que a empresa seja sua única fonte de renda.
5. Deixar de recolher tributos descontados de terceiros
na condição de sujeito passivo, também constitui crime tributário não recolher os tributos descontados ou
:ct¡do: dc tc:·c¡:o:. Lx.: IK-Iontc, IÞSS (pa:tc do cmp:c¿ado), ·ont:¡Lu¡çáo :¡nd¡·aI, ISS-Iontc, ICAS - SuL:-
tituição, Pis, cofins e csLL retidos etc.
Além de ocorrer a sonegação, há ainda outro ponto da maior relevância, que é a existência da APro-
PriAÇÃo inDÉbitA prevista no código Penal (art. 168).
6. saldo de caixa elevado
constitui distribuição disfarçada de lucros ao sócio a existência de saldo de caixa elevado, desne-
cessário em relação à movimentação financeira da empresa, ou sem motivo que possa justificá-lo. É
recomendável a contabilização em separado dos cheques pré-datados, cheques em cobrança e vales.
Justifica-se o saldo elevado de caixa relativo ao produto da venda do(s) último(s) dia(s) do ano, princi-
palmente quando ocorrem feriados.
7. Distribuição disfarçada de lucros
inúmeras são as situações que podem caracterizar a distribuição disfarçada de lucros em negócios entre
a empresa e sócios ou pessoas ligadas (acionistas, dirigentes, participantes de lucros, seus parentes ou
dependentes), dentre os quais destacaremos os mais significativos:
AI¡cnaçáo dc Lcm ou d¡:c¡to ao :o·¡o ou pc::oa I¡¿ada po: vaIo: ÞCTCKIAALÞTL ¡nìc:¡o: ao dc
mercado;
116
ROBERTO DIAS DUARTE
Aqu¡:¡çáo dc Lcm ou d¡:c¡to dc :o·¡o ou pc::oa I¡¿ada po: vaIo: ÞCTCKIAALÞTL :upc:¡o: ao dc
mercado;
AIu¿ucI ou :c:v¡ço: pa¿o: a :o·¡o ou pc::oa I¡¿ada ·u]o: vaIo:c: cx·cdam ao: p:at¡·ado: pcIo mc:-
cado em situações similares;
Lmp:c:t¡mo: a :o·¡o: ou pc::oa: I¡¿ada: cm ·ond¡çoc: p:c]ud¡·¡a¡: à cmp:c:a, ou ·om vanta¿cn:
não praticadas normalmente pelo mercado;
AuIta: cxo:L¡tantc: ou pc:da dc :¡naI dc nc¿o·¡o p:cv¡:ta: cm ·ont:ato, náo ·ump:¡do, ·om :o·¡o:
ou pessoas ligadas;
Fa¿amcnto dc dc:pc:a: pa:t¡·uIa:c: dc :o·¡o:,
obs.: efetuada nas condições supra mencionadas, mesmo que não acarrete vantagem a qualquer das
partes, ocorrerá distribuição disfarçada de lucro. o fisco se ocupa deste tópico, pois há reflexos na
pessoa jurídica e nas pessoas físicas.
8. Doações irregulares.
Doações efetuadas a entidades não habilitadas ou cujo valor do comprovante seja superior ao efetiva-
mente doado.
25
8
25.lNS1l1L1C ßkASlLLlkC DL PLANL¦AMLN1C 1klßL1AklC (lßP1). Estudo sobre Sonegação Fiscal das Empresas Brasileiras
(IBPT). Disponívoí om: <www.ibpt.com.br/img/_publicacao/13649/175.pdf>. Pubíicndo om: 5 mnr. 2009.
117
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
Não são poucas as empresas que pagam mais impostos que os devidos,
especialmente porque não se dão ao cuidado de analisar seus procedimentos
percnte c lei e c Contcbilidcde.
L
LLCkC PkLSLMlDC
F
ormn do lribulnçño simpíilicndn do lmposlo do kondn (lk) o dn Conlribuiçño Sociní sobro o
Lucro (CSLL).
Lm gorní, n opçño é mnniloslndn com o pngnmonlo dn primoirn quoln ou quoln unicn do impos-
lo dovido corrospondonlo no primoiro poríodo do npurnçño, sondo considorndn dolinilivn pnrn
lodo o nno-cníondário.
Podom oplnr poío Lucro Prosumido ns possons |urídicns:
n) cu|n rocoiln bruln lolní lonhn sido iguní ou inlorior n kS 48 miíhoos, no nno-cníondário nn-
lorior, ou n kS 4 miíhoos muílipíicndo poío numoro do mosos om nlividndo no nno-cníondário
nnlorior (Loi nº 10.637, do 2002, nrl. 46), o
b) quo nño oslo|nm obrigndns à lribulnçño poío Lucro koní om lunçño dn nlividndo oxorcidn ou
dn sun consliluiçño sociolárin ou nnlurozn |urídicn (vor porgunln 559).
C lmposlo do kondn o n CSLL com bnso no Lucro Prosumido sño npurndos por poríodos lri-
moslrnis, oncorrndos om 31 do mnrço, 30 do |unho, 30 do solombro o 31 do dozombro do cndn
nno-cníondário.
A nííquoln do cndn lribulo (15% ou 25% do lkP¦ o 9% dn CSLL) incido sobro rocoilns com bnso
om porconluní do prosunçño vnriávoí (1,6% n 32% do lnlurnmonlo, dopondondo dn nlividndo).
Há níguns lipos do rocoiln quo onlrnm dirolo no rosuílndo lribulávoí, como gnnhos do cnpilní.
Mns nom lodns ns omprosns podom oplnr poío Lucro Prosumido, pois há roslriçoos roínlivns no
ob|olo sociní o o lnlurnmonlo.

Lslo lipo do lribulnçño é vnnln|oso pnrn omprosns com mnrgons do íucrnlividndo suporior à prosumidn.
Culro lnlor do docisño é quo ns omprosns oplnnlos poío Lucro Prosumido nño podom nprovoilnr os crédi-
los do PlS o dn CCFlNS no sislomn nño-cumuínlivo, nposnr do os pngnrom com nííquolns mnis roduzidns.
FCkMAS DL 1klßL1AÇÃC
17


118
ROBERTO DIAS DUARTE
LLCkC kLAL
Lucro ííquido do poríodo do npurnçño n|uslndo poíns ndiçoos, oxcíusoos ou componsnçoos do-
lorminndns ou nulorizndns poíns normns liscnis.
Lslño obrigndns no rogimo do lribulnçño com bnso no Lucro koní, om cndn nno-cníondário, ns
possons |urídicns:
n) cu|n rocoiln lolní, ou so|n, o somnlorio dn rocoiln bruln monsní, dns domnis rocoilns o gnnhos
do cnpilní, dos gnnhos ííquidos oblidos om opornçoos roníizndns nos morcndos do rondn vnriávoí
o dos rondimonlos nominnis produzidos por npíicnçoos linnncoirns do rondn lixn, dn pnrcoín dns
rocoilns nuloridns nns oxporlnçoos às possons vincuíndns ou nos pnísos com lribulnçño lnvoroci-
dn quo oxcodor no vníor |á nproprindo nn oscrilurnçño dn omprosn, nn lormn dn lN SkF nº 38, do
1997, no nno-cníondário nnlorior, so|n suporior no íimilo do kS 24 miíhoos, ou do kS 2 miíhoos
muílipíicndo poío numoro do mosos do poríodo, qunndo inlorior n 12 mosos,
b) cu|ns nlividndos so|nm do bnncos comorcinis, do invoslimonlos o dosonvoívimonlo, cnixns
oconómicns, sociodndos do crédilo, linnncinmonlo o invoslimonlo, sociodndos do crédilo imobi-
íiário, sociodndos corrolorns do líluíos, vníoros mobiíiários o câmbio, dislribuidorns do líluíos o
vníoros mobiíiários, omprosns do nrrondnmonlo morcnnlií, coopornlivns do crédilo, omprosns do
soguros privndos o do cnpilníiznçño o onlidndos do providencin privndn nborln,
c) quo livorom íucros, rondimonlos ou gnnhos do cnpilní oriundos do oxlorior,
d) quo, nulorizndns poín íogisínçño lribulárin, usulrunm do bonolícios liscnis roínlivos à isonçño
ou roduçño do imposlo,
o) quo, no docorror do nno-cníondário, lonhnm ololundo pngnmonlo monsní do lmposlo do kon-
dn, dolorminndo sobro n bnso do cáícuío oslimndn, nn lormn do nrl. 2º dn Loi nº 9.430, do 1996,
l) quo oxpíorom ns nlividndos do proslnçño cumuínlivn o conlínun do sorviços do nssossorin cro-
dilícin, morcndoíogicn, goslño do crédilo, soíoçño o riscos, ndminislrnçño do conlns n pngnr o n
rocobor, comprns do diroilos crodilorios rosuílnnlos do vondns morcnnlis n prnzo ou do proslnçño
do sorviços (factoring).
LLCkC kLAL ANLAL

No Lucro koní nnuní por oslimnlivn, n omprosn podo rocoíhor os lribulos monsnímonlo cnícuín-
dos com bnso no lnlurnmonlo, do ncordo com porconlunis sobro ns nlividndos, npíicnndo-so n
nííquoln do lkP¦ o dn CSLL, do lormn somoíhnnlo no Lucro Prosumido.
Nosln opçño, n vnnlngom é n possibiíidndo do íovnnlnr bnínnços ou bnínncolos monsnis (ßnínnço
ou ßnínncolo do Susponsño ou koduçño), roduzindo ou suspondondo-so o vníor do rocoíhimon-
lo, cnso o Lucro koní npurndo lor ololivnmonlo monor quo n bnso prosumidn.

No linní do nno, n omprosn íovnnln o bnínnço nnuní o npurn o Lucro koní no oxorcício, n|uslnndo
o vníor dos lribulos no sou rosuílndo roní.
119
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
LLCkC kLAL 1klMLS1kAL
No Lucro koní lrimoslrní, o lkP¦ o n CSLL sño cnícuíndos com bnso no bnínnço npurndo no
linní do cndn lrimoslro civií. Dosln lormn, o íucro do lrimoslro nño so somn no pro|uízo liscní
dos soguinlos, nindn quo donlro do nno-cníondário. C pro|uízo do um lrimoslro podorá doduzir
somonlo nlé o íimilo do 30% do íucro dos lrimoslros subsoquonlos.
Lssn podo sor umn bon opçño pnrn omprosns com íucros conslnnlos. Conludo, pnrn conlribuinlos
cu|o lnlurnmonlo é irroguínr, n opçño poío Lucro koní nnuní podo sor mnis vnnln|osn. Aíém disso,
o pro|uízo npurndo no proprio nno podo sor componsndo inlogrnímonlo com íucros do oxorcício.
LLCkC Akßl1kADC
C nrbilrnmonlo do íucro é umn lormn do npurnçño dn bnso do cáícuío do lmposlo do kondn
uliíizndn poín nuloridndo lribulárin ou poío conlribuinlo. L npíicávoí poío lisco qunndo n posson
|urídicn doixnr do cumprir ns obrignçoos ncossorins roínlivns à dolorminnçño do Lucro koní ou
Prosumido, conlormo o cnso.
AL1CAkßl1kAMLN1C
Como rogrn gorní, o nrbilrnmonlo do íucro é npíicndo poío ngonlo liscní. Conludo, dosdo 1º do
|nnoiro do 1995, cnso so|n conhocidn n rocoiln bruln, o conlribuinlo podo procodor no nulonrbi-
lrnmonlo o ololivnr o pngnmonlo dos lribulos com bnso no Lucro Arbilrndo (Loi nº 8.981/95, nrl.
47, §§ 1º o 2º, Loi nº 9.430/96, nrl. 1º).
SlMPLLS NAClCNAL
C Simpíos Nncionní é um rogimo lribulário simpíilicndo provislo nn Loi Compíomonlnr nº 123,
do 14 do dozombro do 2006, npíicávoí às Microomprosns (ML) o às Lmprosns do Poquono Porlo
(LPP), n pnrlir do 1º do |uího do 2007.
Considorn-so ML, pnrn oloilo do Simpíos Nncionní, n posson |urídicn quo nulirn, om cndn nno-
cníondário, rocoiln bruln iguní ou inlorior n kS 240 mií. No cnso dn LPP, o omprosário, n posson
|urídicn, ou n oín oquipnrndn, quo nulirn, om cndn nno-cníondário, rocoiln bruln suporior n kS 240
mií o iguní ou inlorior n kS 2,4 miíhoos.
C Simpíos Nncionní impíicn o rocoíhimonlo monsní, modinnlo documonlo unico do nrrocndn-
çño, dos soguinlos lribulos:
· lmposlo sobro n kondn dn Posson ¦urídicn (lkP¦),
· lmposlo sobro Produlos lnduslriníizndos (lPl),
· Conlribuiçño Sociní sobro o Lucro Líquido (CSLL),
· Conlribuiçño pnrn o Finnncinmonlo dn Soguridndo Sociní (CCFlNS),
· Conlribuiçño pnrn o PlS/PASLP,
· Conlribuiçño Pnlronní Providonciárin (CPP),
· lmposlo sobro Cpornçoos koínlivns à Circuínçño do Morcndorins o Sobro Proslnçoos
do Sorviços do 1rnnsporlo lnloroslnduní o lnlormunicipní o do Comunicnçño (lCMS),
· lmposlo Sobro Sorviços do Quníquor Nnlurozn (lSS).
120
ROBERTO DIAS DUARTE
A presunçûo do poder cbsoluto e umc ilusûo que jclece dicnte do tempo.
N
ACCMPANHAMLN1C LCCNCMlCC-1klßL1AklC
DlFLkLNClADC PLLA kFß
18
A
Porlnrin kFß nº 2.356, do 14 do dozombro do 2010, roguínmonlou o ncompnnhnmonlo oco-
nómico-lribulário diloroncindo do possons |urídicns o lísicns.Consiste no monitoramento da
nrrocndnçño, nn nnáíiso do comporlnmonlo oconómico-lribulário o no lrnlnmonlo diloroncindo
às nçoos, pondencins o pnssivo lribulário roíncionndos nos conlribuinlos.
C ncompnnhnmonlo diloroncindo dovorá:
l - uliíiznr dndos o inlormnçoos:
n) disponívois nos sislomns inlormnlizndos dn kFß,
b) coíolndos om lonlos oxlornns, o
c) oblidos com bnso om osludos oconómico-lribulários, incíusivo om roínçño no rospoclivo solor
ou nlividndo oconómicn, o
ll - vorilicnr poriodicnmonlo os nívois do nrrocndnçño do lribulos ndminislrndos poín kFß, om
lunçño do polonciní oconómico-lribulário dns possons |urídicns, bom como dns vnriávois mncro-
oconómicns do inlíuencin.
C ncompnnhnmonlo ospociní do possons |urídicns consislo nn oxocuçño do lodns ns nçoos no-
cossárins pnrn nssogurnr lrnlnmonlo priorilário o concíusivo às domnndns o pondencins roíncio-
nndns n dolorminndns possons |urídicns indicndns no ncompnnhnmonlo diloroncindo.
A Porlnrin kFß nº 2.357, do 14 do dozombro do 2010, oslnboíocou os pnrâmolros pnrn n indi-
cnçño dns possons |urídicns n sorom submolidns n osln modníidndo lribulárin n pnrlir do 2011.
lNDlCAÇÃC AC ACCMPANHAMLN1C DlFLkLNClADC
Dovorño sor indicndns, pnrn o ncompnnhnmonlo diloroncindo n sor roníizndo n pnrlir do 2011,
ns possons |urídicns:


121
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
l - su|oilns à npurnçño do Lucro koní, Prosumido ou Arbilrndo, cu|n rocoiln bruln nnuní, no nno-
cníondário do 2009, so|n suporior n kS 90 miíhoos,
ll - cu|o monlnnlo nnuní do débilos docínrndos nns Docínrnçoos do Débilos o Crédilos 1ribulários
Fodornis (DC1F), roínlivns no nno-cníondário do 2009, so|n suporior n kS 9 miíhoos,
lll - cu|o monlnnlo nnuní do mnssn snínriní inlormndn nns Cuins do kocoíhimonlo do Fundo do
Cnrnnlin do 1ompo do Sorviço o lnlormnçoos à Providencin Sociní (CFlP), roínlivns no nno cn-
íondário do 2009, so|n suporior n kS 15 miíhoos, ou
lV - cu|o lolní nnuní do débilos docínrndos nns CFlP, roínlivns no nno-cníondário do 2009, so|n
suporior n kS 5 miíhoos.
lNDlCAÇÃC AC ACCMPANHAMLN1C LSPLClAL
Dovorño sor indicndns, pnrn o ncompnnhnmonlo ospociní n sor roníizndo n pnrlir do 2011, ns
possons |urídicns:
l - su|oilns à npurnçño do Lucro koní, Prosumido ou Arbilrndo, cu|n rocoiln bruln nnuní, no nno-
cníondário do 2009, so|n suporior n kS 400 miíhoos,
ll - cu|o monlnnlo nnuní do débilos docínrndos nn DC1F, roínlivns no nno-cníondário do 2009,
so|n suporior n kS 40 miíhoos,
lll - cu|o monlnnlo nnuní do mnssn snínriní inlormndn nns CFlP, roínlivns no nno-cníondário do
2009, so|n suporior n kS 51 miíhoos, ou
lV - cu|o lolní nnuní do débilos docínrndos nns CFlP, roínlivns no nno-cníondário do 2009, so|n
suporior n kS 17 miíhoos.
122
ROBERTO DIAS DUARTE
Nossos penscmentos sûo jorçcs que mctericlizcm coiscs.
O
ENTIDADES E AUTORIDADES
19
SLCkL1AklA DA kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL
C
rgño ospocílico, singuínr o subordinndo no Minislério dn Fnzondn, oxorco lunçoos osson-
cinis pnrn quo o Lslndo possn cumprir sous ob|olivos. L rosponsávoí poín ndminislrnçño dos
lribulos do compolencin dn Lniño, incíusivo os providonciários, o nquoíos incidonlos sobro o
comércio oxlorior, nbrnngondo pnrlo signilicnlivn dns conlribuiçoos socinis do pnís.
Auxiíin, lnmbém, o Podor Lxoculivo Fodorní nn lormuínçño dn poíílicn lribulárin brnsiíoirn, níém
do lrnbníhnr pnrn provonir o combnlor n sonognçño liscní, o conlrnbnndo, o doscnminho, n pi-
rnlnrin, n lrnudo comorciní, o lrálico do drogns o do nnimnis om oxlinçño o oulros nlos iíícilos
roíncionndos no comércio inlornncionní.
399
AL1CklDADLS FlSCAlS LS1ADLAlS L DlS1kl1C FLDLkAL
As Socrolnrins do Lslndo do Fnzondn (SLFAZ, SLFA ou SLF), Socrolnrins do Lslndo do kocoiln
(SLk), Socrolnrins do Lslndo do 1ribulnçño (SL1) ou Socrolnrin do Lslndo do Finnnçns (SLFlN) om
gorní, lem por linníidndo pínno|nr, coordonnr, oxoculnr o nvníinr n poíílicn lribulárin o liscní, bom
como gorir os rocursos linnncoiros nocossários à consocuçño dos ob|olivos dn ndminislrnçño
pubíicn oslnduní.
Sño oíns:
AC SLFAZ-AC: www.sefaz.ac.gov.br
AL SLFAZ-AL: www.sefaz.al.gov.br
AM SLFAZ-AM: www.sefaz.am.gov.br
AP SkL-AP: www.sefaz.ap.gov.br
ßA SLFAZ-ßA: www.sefaz.ba.gov.br
CL SLFAZ-CL: www.sefaz.ce.gov.br
DF SLF-DF: www.sefp.df.gov.br
LS SLFAZ-LS: http://internet.sefaz.es.gov.br
39. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Conhoçn n kocoiln Fodorní. Disponívoí om: <www.receita.fazenda.gov.br/srf/conhecarfb.htm>.


123
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
CC SLFAZ-CC: www.sefaz.go.gov.br
MA SLFAZ-MA: www.sefaz.ma.gov.br
MC SLF-MC: www.fazenda.mg.gov.br
MS SLFAZ-MS: www.sefaz.ms.gov.br
M1 SLFAZ-M1: www.sefaz.mt.gov.br
PA SLFA-PA: www.sefa.pa.gov.br
Pß SLk-Pß: www.receita.pb.gov.br
PL SLFAZ-PL: www.sefaz.pe.gov.br
Pl SLFAZ-Pl: www.sefaz.pi.gov.br
Pk SLFA-Pk: www.fazenda.pr.gov.br
k¦ SLFAZ/k¦: www.fazenda.rj.gov.br
kN SL1-kN: www.set.rn.gov.br
kC SLFlN-kC: www.portal.sefin.ro.gov.br
kk SLFAZ-kk: www.sefaz.rr.gov.br
kS SLFAZ-kS: www.sefaz.rs.gov.br
SC SLF-SC: www.sef.sc.gov.br
SL SLFAZ-SL: www.sefaz.se.gov.br
SP SLFAZ-SP: www.fazenda.sp.gov.br
1C SLFAZ-1C: www.sefaz.to.gov.br
LNCA1
C Lnconlro Nncionní do Coordonndoros o Adminislrndoros 1ribulários Lslndunis (LNCA1) lom
por linníidndo dosonvoívor o dissominnr ns modornns lécnicns do goslño lribulárin, modinnlo o
inlorcâmbio do oxporiencins, soíuçoos o sislomns, nns árons do nrrocndnçño, liscníiznçño, lribu-
lnçño, inlormnçoos oconómico-liscnis o oulrns do inlorosso dn Adminislrnçño 1ribulárin, níém dn
unilormiznçño dos procodimonlos onlro os Lslndos o o Dislrilo Fodorní, visnndo n impíomonln-
çño con|unln do soíuçoos consonsunis pnrn os probíomns comuns às unidndos lodorndns.
C LNCA1 é consliluído poíos coordonndoros o ndminislrndoros lribulários dos Lslndos o do Dis-
lrilo Fodorní. Sous compononlos sño dosignndos por nlo ospocílico dos socrolários do Fnzondn,
Finnnçns ou 1ribulnçño o goronlo do kocoiln, proloroncinímonlo, o dirigonlo máximo dn Admi-
nislrnçño 1ribulárin, por prnzo indolorminndo.
Compolo no LNCA1:
l - promovor inlorcâmbio do oxporiencins, soíuçoos o sislomns roíncionndos n quosloos do nnlu-
rozn oconómico-liscnis, dn lribulnçño, dn nrrocndnçño o dn liscníiznçño,
ll - propor pormuln o nporloiçonmonlo do modornns lécnicns o molodoíogins npíicndns à goslño
lribulárin,
lll - oslimuínr n poíílicn do mulun coínbornçño om mnlérin liscní o o compnrliíhnmonlo dos ro-
cursos,
lV - propor o dosonvoívimonlo dns nlividndos con|unlns do liscníiznçño o cobrnnçns do lribulos,
V - vinbiíiznr n disponibiíiznçño do dndos o inlormnçoos sobro os conlribuinlos om gorní onlro
os pnrlicipnnlos do LNCA1,
124
ROBERTO DIAS DUARTE
Vl - propor modidns visnndo n unilormiznçño do procodimonlos o n impíomonlnçño con|unln do
soíuçoos pnrn probíomns comuns às unidndos lodorndns,
Vll - ncompnnhnr o dosonvoívimonlo dn poíílicn lribulárin visnndo o lorlníocimonlo dos Lslndos
o do Dislrilo Fodorní dinnlo dns docisoos n nívoí nncionní.
Suns rounioos ordinárins sorño roníizndns lrimoslrnímonlo.
4010
LNA1
Alondondo o disposlo no inciso XXll, do nrl. 37, dn Consliluiçño Fodorní, ns ndminislrnçoos
lribulárins dn Lniño, dos Lslndos, do Dislrilo Fodorní o dos municípios rounom-so nnunímonlo
no Lnconlro Nncionní do Adminislrndoros 1ribulários (LNA1), lorum crindo pnrn n discussño o
doliniçño do poíílicns o inslrumonlos do roíncionnmonlos, visnndo nlunr do lormn inlogrndn,
incíusivo com o compnrliíhnmonlo do cndnslro o do inlormnçoos oconómico-liscnis.
Objetivos
Promovor:
· Mnior olicácin dns nçoos do liscníiznçño,
· kncionníiznçño do cuslos oporncionnis,
· Moíhoros sorviços no nlondimonlo nos conlribuinlos,
· Mnior inlogrnçño ndminislrnlivn onlro os orgños lnzondários.
Histórico
C l Lnconlro Nncionní do Adminislrndoros 1ribulários loi roníizndo om Snívndor (ßA), om |uího
do 2004. No l LNA1 lornm nssinndos dois prolocoíos do coopornçño lécnicn, um nn áron do
cndnslrnmonlo (pro|olo do Cndnslro Sincronizndo) o oulro pnrn n lrocn do inlormnçoos (pro|olo
dn Lscrilurnçño Digilní).
koníizndo om Sño Pnuío, nos dins 25, 26 o 27 do ngoslo do 2005, o ll Lnconlro Nncionní do
Adminislrndoros 1ribulários nporloiçoou o pro|olo do Cndnslro Sincronizndo. Nn oporlunidndo,
lornm nssinndos prolocoíos do coopornçño ob|olivnndo o dosonvoívimonlo do Sislomn Pubíico
do Lscrilurnçño Digilní (SPLD) o n impínnlnçño dn Noln Fiscní oíolrónicn.
1nmbém loi lirmndo Prolocoío do Coopornçño pnrn vinbiíiznr n pndroniznçño o n ndoqundn npíi-
cnçño dn Cínssilicnçño Nncionní do Alividndos Lconómicns (CNAL) no Cndnslro Sincronizndo.
Sodindo om Forlníozn (CL), do 8 n 10 do novombro do 2006, o lll LNA1 níém do nporloiçonmon-
los o nluníiznçoos do prolocoíos nnloriormonlo nssinndos, lornm subscrilos novos prolocoíos do
coopornçño ob|olivnndo n impínnlnçño dn Noln Fiscní do Sorviços oíolrónicn (NFS-o), oslnboío-
condo rogrns pnrn uliíiznçño do NF-o con|ugndn, ob|olivnndo n impínnlnçño do Conhocimonlo
do 1rnnsporlo Líolrónico (C1-o) o n insliluiçño do Comile Coslor Nncionní do Documonlos Fis-
cnis Líolrónicos.
40. LNCCN1kC NAClCNAL DL CCCkDLNADCkLS L ADMlNlS1kADCkLS 1klßL1AklCS LS1ADLAlS (LNCA1). kogimonlo, Soçño
lV (Dn compolencin), nrl. 8º. Disponívoí om: <www.encat.org/index.jsp?arquivo=webcontrol/canal.jsp&cod=1>.
125
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
¦á no lV Lnconlro Nncionní do Adminislrndoros 1ribulários, roníizndo om ßoío Horizonlo (MC),
do 5 n 7 do dozombro do 2007, mnnlovo-so n íinhn do discussoos do lomns roíncionndos às bons
prálicns do ndminislrnçño lribulárin, donlro do proposilo provislo poín Lmondn Conslilucionní nº
42 (quo inlroduziu o lnciso XXll no nrl. 37 dn Consliluiçño Fodorní).
Ao linní do Lnconlro lornm nssinndos sois prolocoíos. Cs lomns nbordnm n ngiíiznçño dn uni-
lormidndo nncionní dn npíicnçño dn Cínssilicnçño Nncionní do Alividndos Lconómicns (CNAL),
o Simpíos Nncionní, n Lducnçño Fiscní, o Cndnslro Sincronizndo, níém dn impínnlnçño dn Noln
Fiscní do Sorviços oíolrónicn o n nílornçño do Comile Coslor Nncionní do Documonlos Fiscnis
Líolrónicos.
A quinln odiçño do LNA1, por sun voz, loi roníizndn om ßrnsííin (DF), nos dins 12, 13 o 14 do
novombro do 2008, o, níém do nporloiçonmonlo do Prolocoío LNA1 05/2007 (sobro o Progrnmn
Nncionní do Lducnçño Fiscní), lornm nssinndos prolocoíos do coopornçño sobro n npíicnçño do
Cndnslro Nncionní do Alividndos Lconómicns (CNAL) o o dosonvoívimonlo do Sislomn Pubíico
do Lscrilurnçño Digilní (SPLD).
C Vl LNA1 lovo como nnlilriño o govorno do Lslndo do kio do ¦nnoiro, o loi roníizndo nn cnpilní
líuminonso, do 17 n 19 do mnio do 2010. Sun orgnniznçño licou n cnrgo dn Socrolnrin dn kocoiln
Fodorní do ßrnsií o Socrolnrin do Lslndo do Fnzondn do kio do ¦nnoiro, rounindo ndminislrndoros
pubíicos dn Lniño, dos Lslndos o do Dislrilo Fodorní, bom como dos municípios.
Nn ocnsiño, disculirnm-so inumoros lomns do inlorosso dns lres oslorns do govorno, lnis como o
SPLD, Simpíos Nncionní, Cndnslro Sincronizndo, SlSCCMLX, l1k, Lducnçño Fiscní o Noln Fiscní
oíolrónicn do morcndorins o do sorviços. A pnrlir dns discussoos, divorsos prolocoíos lornm lirmn-
dos no inluilo do moíhornr n nrrocndnçño do imposlos o n olicácin dn liscníiznçño.
4111
CCNFAZ
Consliluído poíos socrolários do Fnzondn, Finnnçns ou 1ribulnçño do cndn Lslndo o Dislrilo Fo-
dorní o poío minislro do Lslndo dn Fnzondn, o Consoího Nncionní do Poíílicn Fnzondárin é um
orgño doíibornlivo insliluído om docorrencin do procoilos provislos nn Consliluiçño Fodorní, com
n missño mnior do promovor o nporloiçonmonlo do lodorníismo liscní o n hnrmoniznçño lribulá-
rin onlro os Lslndos dn Fodornçño.
Pnrn nlingir osso inluilo, ns Socrolnrins do Fnzondn do lodos os Lslndos mnnlem umn Comissño
1écnicn Pormnnonlo (CC1LPL), quo so rouno roguínrmonlo, com o ob|olivo do disculir lomns
om linnnçns pubíicns do inlorosso comum, pnrn quo possnm sor docididos poriodicnmonlo poío
CCNFAZ.
1nis docisoos sño oporncionníizndns por moio do convenios, prolocoíos, n|uslos, osludos o grupos
do lrnbního quo, om gorní, vorsnm sobro concossño ou rovognçño do bonolícios liscnis do lCMS,
procodimonlos oporncionnis n sorom obsorvndos poíos conlribuinlos, bom como n lixnçño dn po-
íílicn do Dívidn Pubíicn lnlornn o Lxlornn, om coínbornçño com o Consoího Monolário Nncionní.
As rounioos ordinárins do CCNFAZ sño roníizndns lrimoslrnímonlo, om dnln, horn o íocní dolor-
minndos poío Consoího.
41. SLFAZ-DF o LNA1. Hislorico dns rounioos do LNA1. Arquivo dos ovonlos nnlorioros. Disponívoí om: <www.fazenda.df.gov.br> e
<www19.receita.fazenda.gov.br/enat/historico>.
126
ROBERTO DIAS DUARTE
Prosididns poío minislro dn Fnzondn ou por roprosonlnnlo do sun indicnçño, conlnm lnmbém
com n pnrlicipnçño do roprosonlnnlos dn Procurndorin-Corní dn Fnzondn Nncionní (PCFN), dn
Socrolnrin dn kocoiln Fodorní o dn Socrolnrin do 1osouro Nncionní (S1N).
Vo|n n soguir n oxcíusividndo do inscriçoos pnrn o CCNFAZ nos soguinlos grupos do possons:
- Socrolários do Fnzondn dos Lslndos o do Dislrilo Fodorní, rospoclivos roprosonlnnlos |unlo no
CC1LPL/lCMS o sous nssossoros.
- koprosonlnnlos do Minislério dn Fnzondn o orgños vincuíndos (prosidonlos do CCNFAZ o do
CC1LPL/lCMS, socrolário-oxoculivo do CCNFAZ, Socrolnrin dn kocoiln Fodorní, Socrolnrin do
1osouro Nncionní o Procurndorin-Corní dn Fnzondn Nncionní.
- Assossoros dn Socrolnrin Lxoculivn do CCNFAZ.
- Convidndos.
As rounioos do Crupo do Cosloros dns Finnnçns Lslndunis (CLFlN) sño roslrilns nos roprosonlnn-
los indicndos poíns árons linnncoirns dos Lslndos.
4212
CC1LPL
A CC1LPL ou CC1LPL/lCMS sño os ncrónimos mnis comuns dn Comissño 1écnicn Pormnnonlo
do lmposlo sobro Cpornçoos koínlivns à Circuínçño do Morcndorins o sobro Proslnçoos do Sorvi-
ços do 1rnnsporlo lnloroslnduní o lnlormunicipní o do Comunicnçño.
Sodindn no mosmo odilício dn Socrolnrin Lxoculivn do Consoího Nncionní do Poíílicn Fnzondá-
rin (CCNFAZ), no Dislrilo Fodorní, n Comissño lom por linníidndo roníiznr os lrnbníhos roíncionn-
dos com n poíílicn o n ndminislrnçño do lCMS, visnndo o oslnboíocimonlo do modidns unilormos
o hnrmónicns no lrnlnmonlo do imposlo om lodo o lorrilorio nncionní, bom como cumprir oulros
oncnrgos nlribuídos poío CCNFAZ, consoího n quo lnmbém nuxiíin o nssossorn.
Possui um roprosonlnnlo do cndn unidndo dn Fodornçño o roprosonlnnlos dn Socrolnrin dn kocoi-
ln Fodorní do ßrnsií, Procurndorin Corní dn Fnzondn Nncionní o Socrolnrin do 1osouro Nncionní.
As rounioos ordinárins dn CC1LPL/lCMS ocorrom qunlro vozos por nno, nn quinzonn nnlorior às
do CCNFAZ, pnrn ns qunis oíns sño propnrnlorins.
Pnrn osludo do mnlérins ospocílicns n Comissño podo crinr grupos ou subgrupos do lrnbního, mo-
dinnlo n odiçño do um Alo CC1LPL/lCMS. Aíguns grupos do lrnbního (C1) sño qunso pormnnon-
los o so rounom com muiln roguínridndo dovido à imporlâncin dos nssunlos quo orbilnm o lCMS.
Cs lrnbníhos do grupo ou subgrupo sño coordonndos por um do sous compononlos, oscoíhido
om cndn rouniño o roínlndos por mombro do grupo ou subgrupo do lrnbního, do prolorencin um
dos roprosonlnnlos oslndunis nn CC1LPL/lCMS quo oslo|n pnrlicipnndo.
4313
42. SLFAZ-M1. Sobro o CCNFAZ - Consoího Nncionní do Poíílicn Fnzondárin. Disponívoí om:
<www.sefaz.mt.gov.br/portal/confaz/?acao=sobre>.
43. WlKlPLDlA. Comissño 1écnicn Pormnnonlo. Disponívoí om:
<http://pt.wikipedia.org/wiki/comiss%c3%A3o_t%c3%A9cnica_Permanente>.
127
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
CPC - CCMl1L DL PkCNLNClAMLN1CS CCN1AßLlS
Foi idoníizndo n pnrlir dn uniño do oslorços o comunhño do ob|olivos dns soguinlos onlidndos: AßkAS-
CA, APlMLC NAClCNAL, ßCVLSPA, Consoího Fodorní do Conlnbiíidndo, FlPLCAFl o lßkACCN.
Lm lunçño dns nocossidndos do:
- convorgencin inlornncionní dns normns conlábois (roduçño do cuslo do oínbornçño do roínlorios
conlábois, diminuiçño do riscos o cuslo nns nnáíisos o docisoos, nrrolocimonlo do cuslo do cnpilní),
- conlrníiznçño nn omissño do normns dossn nnlurozn (no ßrnsií, divorsns onlidndos o lnzom),
- roprosonlnçño o procosso domocrálicos nn produçño dossns inlormnçoos (produloros dn inlor-
mnçño conlábií, nudilor, usuário, inlormodiário, ncndomin, govorno).
Crindo poín kosoíuçño CFC nº 1.055/05, o CPC lom como ob|olivo ºo osludo, o propnro o n
omissño do Pronuncinmonlos 1écnicos sobro procodimonlos do Conlnbiíidndo o n divuígnçño
do inlormnçoos dossn nnlurozn, pnrn pormilir n omissño do normns poín onlidndo roguíndorn brn-
siíoirn, visnndo à conlrníiznçño o unilormiznçño do sou procosso do produçño, íovnndo sompro
om conln n convorgencin dn Conlnbiíidndo ßrnsiíoirn nos pndroos inlornncionnis¨.
4414
CAkF - CCNSLLHC ADMlNlS1kA1lVC DL kLCLkSCS FlSCAlS
Crgño coíogindo, pnrilário, inlogrnnlo dn oslrulurn do Minislério dn Fnzondn, lom por linníidndo
|uígnr rocursos do olício o voíunlário do docisño do primoirn inslâncin, bom como os rocursos do
nnlurozn ospociní, quo vorsom sobro n npíicnçño dn íogisínçño roloronlo n lribulos ndminislrndos
poín Socrolnrin dn kocoiln Fodorní do ßrnsií.
CCMl1L CLS1Ck DC SlMPLLS NAClCNAL
C Comile Coslor do Simpíos Nncionní (CCSN) lom por linníidndo gorir o normnliznr os nspoclos
lribulários do Lslnlulo Nncionní dn Microomprosn o Lmprosn do Poquono Porlo, nos lormos do
nrl. 2º dn Loi Compíomonlnr nº 123, do 14 do dozombro do 2006.
CCFlS
L n Coordonnçño-Corní do Fiscníiznçño dn kocoiln Fodorní do ßrnsií, subordinndn à Subso-
crolnrin do Fiscníiznçño (SLFlS). A CCMAC, Coordonnçño-Lspociní do Mnioros Conlribuinlos,
lnmbém é subordinndn à SLFlS.
DNkC
Crindo poíos nrls. 17, ll, o 20 dn Loi nº 4.048, do 29 do dozombro do 1961, o Dopnrlnmonlo Nn-
cionní do kogislro do Comércio é o orgño conlrní do Sislomn Nncionní do kogislro do Lmprosns
Morcnnlis do Comércio (SlNkLM).
44. CCMl1L DL PkCNLNClAMLN1CS CCN1AßLlS (CPC). Conheça o CPC. Disponívoí om: <www.cpc.org.br/oque.htm>.
128
ROBERTO DIAS DUARTE
os serviços do registro Público de empresas mercantis e Atividades Afins serão exercidos, em todo
o território nacional, de maneira uniforme, harmônica e interdependente, pelo sistema nacional de
registro de empresas mercantis (sinrem), composto pelos seguintes órgãos:
i - o Departamento nacional de registro do comércio, órgão central sinrem, com funções supervi-
sora, orientadora, coordenadora e normativa, no plano técnico; e supletiva, no plano administrativo;
ii - as Juntas comerciais, como órgãos locais, com funções executora e administradora dos serviços de
registro.
4515
C DNkC lom por linníidndo:
i - supervisionar e coordenar, no plano técnico, os órgãos incumbidos da execução dos serviços do
registro Público de empresas mercantis e Atividades Afins;
ii - estabelecer e consolidar, com exclusividade, as normas e diretrizes gerais do registro Público de
empresas mercantis e Atividades Afins;
iii - solucionar dúvidas ocorrentes na interpretação das leis, regulamentos e demais normas relaciona-
das com os serviços do registro Público de empresas mercantis e Atividades Afins, baixando instruções
para esse fim;
iv - prestar orientações às Juntas comerciais, com vistas à solução de consultas e à observância das
normas legais e regulamentares do registro Público de empresas mercantis e Atividades Afins;
v - exercer ampla fiscalização jurídica sobre os órgãos incumbidos do registro Público de empresas
mercantis e Atividades Afins, representando para os devidos fins às autoridades administrativas contra
abusos e infrações das respectivas normas e requerendo o que for necessário ao seu cumprimento;
vi - estabelecer normas procedimentais de arquivamento de atos de firmas mercantis individuais e de
sociedades mercantis de qualquer natureza;
vii - promover ou providenciar, supletivamente, no plano administrativo, medidas tendentes a suprir
ou corrigir ausências, falhas ou deficiências dos serviços de registro público de empresas mercantis e
atividades afins;
viii - prestar apoio técnico e financeiro às Juntas comerciais para a melhoria dos serviços de registro
público de empresas mercantis e atividades afins;
iX - organizar e manter atualizado o cadastro nacional de empresas mercantis - cne, mediante cola-
boração mútua com as Juntas comerciais;
X - instruir, examinar e encaminhar os processos e recursos a serem decididos pelo ministro de estado
da indústria, do comércio e do turismo, inclusive os pedidos de autorização para nacionalização ou
instalação de filial, agência, sucursal ou estabelecimento no País, por sociedade mercantil estrangeira,
sem prejuízo da competência de outros órgãos federais;
Xi - promover e efetuar estudos, reuniões e publicações sobre assuntos pertinentes ao registro Público
de empresas mercantis e Atividades Afins.
4616
45. LLl Nº 8.934, DL 18 DL NCVLMßkC DL 1994. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. Subsoçño l
(Do Dopnrlnmonlo Nncionní do kogislro do Comércio), nrl. 4º. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil/Leis/L8934.htm>.
46. DLCkL1C Nº 1.800, DL 30 DL ¦ANLlkC DL 1996. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. Cnpíluío ll
(Dn Crgnniznçño), Soçño ll (Do Dopnrlnmonlo Nncionní do kogislro do Comércio), nrl. 4º. Disponívoí om:
<www.planalto.gov.br/ccivil/decreto/D1800.htm>.
129
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
Sendo úteis c terceiros somos úteis c nós mesmos.
P
SlNlLF - SlS1LMA NAClCNAL lN1LCkADC DL
lNFCkMAÇCLS LCCNCMlCC-FlSCAlS
20
CߦL1lVCS
O
Convenio s/nº, do 15 do dozombro do 1970, nssinndo poío Minislro dn Fnzondn o os socro-
lários do Fnzondn ou do Finnnçns dos Lslndos o do Dislrilo Fodorní, loi lirmndo pnrn crinr
o Sislomn Nncionní lnlogrndo do lnlormnçoos Lconómico-Fiscnis (SlNlLF), incorpornndo às suns
rospoclivns íogisínçoos lribulárins ns normns do Convenio.
Sño sous ob|olivos:
· A oblonçño o pormuln do inlormnçoos do nnlurozn oconómicn o liscní onlro os Lsln-
dos, Dislrilo Fodorní o Lniño.
· A simpíilicnçño do cumprimonlo dns obrignçoos por pnrlo dos conlribuinlos.
Cs soguinlos A|uslos SlNlLF promovornm nílornçoos nn rodnçño originní do Convenio: 01/71,
03/71, 05/71, 07/71, 01/72, 04/73, 02/74, 01/75, 02/75, 01/76, 03/76, 02/78, 03/78, 04/78, 01/79, 01/80,
01/82, 01/84, 02/84, 01/85, 02/85, 03/85, 01/86, 02/86, 03/86, 04/86, 05/86, 01/87, 02/87, 03/87, 04/87,
01/88, 02/88, 01/89, 05/89, 11/89, 16/89, 22/89, 01/90, 04/90, 01/91, 02/94, 03/94, 05/94, 02/95, 04/95,
06/95, 01/96, 02/96, 06/96, 07/96, 02/97, 04/97, 05/97, 06/97, 07/97, 09/97, 10/97, 03/98, 06/98, 02/99,
10/99, 03/00, 04/00, 06/00, 02/01, 07/01, 10/01, 05/02, 07/02, 05/03, 12/03, 01/04, 03/04, 07/04, 08/04,
09/04, 13/04, 05/05, 06/05, 09/05, 01/06, 01/07, 03/08, 06/08, 05/09, 11/09, 14/09, 04/10, 10/10, 12/10, 13/10.
Aíém dossos, há oulros A|uslos SlNlLF quo nño incorpornrnm novos disposilivos no sislomn. Lm
oxompío é o A|uslo SlNlLF 07, do 2005, quo insliluiu n Noln Fiscní oíolrónicn.
A seguir, serão destacados os pontos principais do SINIEF. Contudo, há inúmeros deta-
lhes específicos do próprio Convênio e das legislações estaduais que devem ser consul-
tados, em geral, nos regulamentos do ICMS.
PkLMlSSAS
A crinçño do SlNlLF pnrliu dns soguinlos promissns:


130
ROBERTO DIAS DUARTE
A :a·¡onaI¡2açáo c a ¡ntc¿:açáo dc ·ont:oIc: c dc ì¡:·aI¡2açáo, aI¡·c:çado: cm ¡nìo:maçoc: do:
documentos fiscais do icms, podem conduzir a uma administração tributária mais justa e mais eficaz;
a ¡mpIantaçáo dc um :¡:tcma La:¡·o c homo¿énco dc ¡nìo:maçoc: Icva ao ·onhc·¡mcnto ma¡:
rápido e preciso das estatísticas indispensáveis à formulação de políticas econômico-fiscais dos diver-
sos níveis de governo;
·om um S¡:tcma dc Inìo:maçoc: L·onóm¡·o-I¡:·a¡: adcquado, p:omovc-:c ·oIcta, cIaLo:açáo
e distribuição de dados básicos, essenciais à implantação de uma política tributária realista;
a nc·c::¡dadc dc un¡ì¡·a: o: I¡v:o: c do·umcnto: ì¡:·a¡: ut¡I¡2ado: pcIo: ·ont:¡Lu¡ntc: do ICAS,
a :¡mpI¡ì¡·açáo c a ha:mon¡2açáo dc cx¡¿én·¡a: Ic¿a¡: podcm :cdu2¡: dc:pc:a: dc·o::cntc: dc
obrigações tributárias acessórias, com reflexos favoráveis no custo da comercialização das mercadorias;
o a:t. 199 do Cod¡¿o T:¡Luta:¡o Þa·¡onaI d¡:poc: ´A Ia2cnda FuLI¡·a da !n¡áo c a do: L:ta-
dos, do Distrito federal e dos municípios prestar-se-ão mutuamente assistência para a fiscalização dos
tributos respectivos e permuta de informações, na forma estabelecida, em caráter geral ou específico,
por lei ou convênio”.
C LSCCPC DC SlS1LMA
Pnrn impínnlnçño do SlNlLF, lornm dolorminndns ns soguinlos modidns:
l - Doliniçño dos dndos básicos dos Cndnslros do Conlribuinlos, quo conlorá, no mínimo:
l - numoro do inscriçño oslnduní,
ll - numoro do inscriçño no Cndnslro Corní do Conlribuinlos do Minislério dn Fnzondn
(CCC, posloriormonlo subsliluído poío CNP¦),
lll - lirmn ou rnzño sociní,
lV - ondoroço, composlo, no mínimo, do:
n) run o numoro,
b) dislrilo ou subdislrilo,
c) município,
d) unidndo dn Fodornçño,
V - Codigo do Alividndos Lconómicns.
ll - lnsliluiçño do Codigo Nncionní do Alividndos Lconómicns,
“Art. 4º - As unidades federadas adotarão os códigos de atividades econômicas que compõem a classi-
ficação nacional de Atividades econômicas - fiscal - cnAe - fiscal, constituída pela classificação na-
cional de Atividades econômicas - cnAe, aprovada por resolução do instituto brasileiro de Geografia
e estatística - ibGe e da comissão nacional de classificação - concLA.”
4717

47. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Convênio s/nº, de 15 de dezembro de 1970. Cnpíluío lV (Do Codigo Nncionní do Alivi-
dndos Lconómicns), nrl. 4º. Disponívoí om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/convenios/sinief/cvsn_70.htm>.
131
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
lll - lnsliluiçño do codigo do cínssilicnçño dns silunçoos lribulárins, opornçoos o proslnçoos,
“Art. 5º - o código fiscal de operações e Prestações - cfoP e o código de situação tributária - cst,
constantes de anexos deste convênio, serão interpretados de acordo com as normas explicativas, também
apensas, e visam aglutinar em grupos homogêneos nos documentos e livros fiscais, nas guias de informação
e em todas as análises de dados, as operações e prestações realizadas pelos contribuintes do imposto sobre
Produtos industrializados - iPi e do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre
Prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação - icms.”
4818
lV - Lnilicnçño dos documonlos o íivros liscnis, com insliluiçño dn guin do inlormnçño o npurn-
çño do imposlo o do roínçño roloronlo às snídns do morcndorins.
Art. 6º - os contribuintes do imposto sobre Produtos industrializados e/ou imposto sobre operações
relativas à circulação de mercadorias e sobre a Prestação de serviços de transporte interestadual,
intermunicipal e de comunicações emitirão, conforme as operações que realizarem, os seguintes do-
cumentos fiscais:
i - nota fiscal, modelos 1 ou 1-A;
ii - nota fiscal de venda a consumidor, modelo 2;
iii - cupom fiscal emitido por equipamento emissor de cupom fiscal (ecf);
iv - nota fiscal de Produtor, modelo 4.”
4919
Arl. 63 - Cs conlribuinlos o ns possons obrigndns n inscriçño dovorño mnnlor, om cndn um dos
oslnboíocimonlos, os soguinlos íivros liscnis, do conlormidndo com ns opornçoos quo roníiznrom:
i - registro de entradas, modelo 1;
ii - registro de entradas, modelo 1-A;
iii - registro de saídas, modelo 2;
iv - registro de saídas, modelo 2-A;
v - registro de controle da Produção e do estoque, modelo 3;
vi - registro do selo especial de controle, modelo 4;
vii - registro de impressão de Documentos fiscais, modelo 5;
viii - registro de utilização de Documentos fiscais e termos de ocorrências, modelo 6;
iX - registro de inventário, modelo 7;
X - registro de Apuração do iPi, modelo 8;
5020
48. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Convênio s/nº, de 15 de dezembro de 1970. Cnpíluío V (Do Codigo Fiscní do Cpornçoos o
Proslnçoos o do Codigo do Silunçño 1ribulárin), nrl. 5º. Disponívoí om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/convenios/sinief/cvsn_70.htm>.
49. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Convênio s/nº, de 15 de dezembro de 1970. Cnpíluío Vl (Dos Documonlos Fiscnis),
Soçño l (Dos Documonlos om Corní), nrl. 6º. Disponívoí om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/convenios/sinief/cvsn_70.htm>.
50. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Convênio s/nº, de 15 de dezembro de 1970. Cnpíluío Vll (Dos Livros Fiscnis), Soçño l
(Dos Livros om Corní), nrl. 63. Disponívoí om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/convenios/sinief/cvsn_70.htm>.
132
ROBERTO DIAS DUARTE
CFCP - CCDlCC FlSCAL DL CPLkAÇCLS L DL PkLS1AÇCLS DAS LN1kADAS DL MLkCADCklAS L ßLNS
L DA AQLlSlÇÃC DL SLkVlÇCS

1.000 - tMTRADAS CO AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS DC tSTADC
Cínssilicnm-so, noslo grupo, ns opornçoos ou proslnçoos om quo o oslnboíocimonlo romolonlo
oslo|n íocníizndo nn mosmn unidndo dn Fodornçño do doslinnlário.
1.100 - CCMIRAS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC RORAl,
CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO IRtSTAÇÃC Dt StRV!ÇCS
1.101 - Compra para industria!izaçño ou produçño rura! - Cínssilicnm-so noslo co-
digo ns comprns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou produçño
rurní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns onlrndns do morcndorins om oslnboíocimonlo
induslriní ou produlor rurní do coopornlivn rocobidns do sous cooporndos ou do oslnboíocimonlo
do oulrn coopornlivn.
1.102 - Compra para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do
morcndorins n sorom comorciníizndns. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns onlrndns do
morcndorins om oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn rocobidns do sous cooporndos ou do
oslnboíocimonlo do oulrn coopornlivn.
1.121 - Compra para comcrcia!izaçño, cm vcnda ù ordcm, ¡á rcccbida do vcn-
dcdor rcmctcntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n sorom comor-
ciníizndns, om vondns à ordom, |á rocobidns do vondodor romolonlo por ordom do ndquironlo
originário.
1.122 - Compra para industria!izaçño cm quc a mcrcadoria íoi rcmctida pc!o
íorncccdor ao industria!izador scm transitar pc!o cstabc!ccimcnto adquircntc - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníi-
znçño, romolidns poío lornocodor pnrn o induslriníizndor som quo n morcndorin lonhn lrnnsilndo
poío oslnboíocimonlo do ndquironlo.
1.124 - !ndustria!izaçño cíctuada por outra cmprcsa - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns onlrndns do morcndorins induslriníizndns por lorcoiros, comproondondo os vníoros roloronlos
nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodndo do induslriníizndor omprogndns no
procosso induslriní. Qunndo n induslriníiznçño ololundn so rolorir n bons do nlivo imobiíizndo ou
do morcndorins pnrn uso ou consumo do oslnboíocimonlo oncomondnnlo, n onlrndn dovorá sor
cínssilicndn nos codigos º1.551 - Comprn do bom pnrn o nlivo imobiíizndo¨ ou º1.556 - Comprn
do mnloriní pnrn uso ou consumo¨.
1.125 - !ndustria!izaçño cíctuada por outra cmprcsa quando a mcrcadoria rcmc-
tida para utilização no processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento
adquircntc da mcrcadoria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins indus-
lriníizndns por oulrns omprosns, om quo ns morcndorins romolidns pnrn uliíiznçño no procosso
do induslriníiznçño nño lrnnsilnrnm poío oslnboíocimonlo do ndquironlo dns morcndorins, com-
proondondo os vníoros roloronlos nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodndo
do induslriníizndor omprogndns no procosso induslriní. Qunndo n induslriníiznçño ololundn so
rolorir n bons do nlivo imobiíizndo ou do morcndorins pnrn uso ou consumo do oslnboíocimonlo
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
oncomondnnlo, n onlrndn dovorá sor cínssilicndn nos codigos º1.551 - Comprn do bom pnrn o
nlivo imobiíizndo¨ ou º1.556 - Comprn do mnloriní pnrn uso ou consumo¨.
1.126 - Compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço su¡cita ao !CMS - Classi-
licnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins n sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços
su|oilns no lCMS.
1.128 - Compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço su¡cita ao !SSQM - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins n sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços
su|oilns no lSSQN.
1.150 - TRAMSftRÍMC!AS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC RORAl,
CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO IRtSTAÇÃC Dt StRV!ÇCS
1.151 - Transícrência para industria!izaçño ou produçño rura! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo
dn mosmn omprosn, pnrn sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou produçño rurní.
1.152 - Transícrência para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrn-
dns do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn,
pnrn sorom comorciníizndns.
1.153 - Transícrência dc cncrgia c!etrica para distribuiçño - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns onlrndns do onorgin oíélricn rocobidn om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn
mosmn omprosn, pnrn dislribuiçño.
1.154 - Transícrência para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo
dn mosmn omprosn, pnrn sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços.
1.200 - DtVClOÇCtS Dt VtMDAS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A, Dt TtRCt!RCS CO
AMOlAÇCtS Dt VAlCRtS
1.201 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio
oslnboíocimonlo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do produçño do oslnboío-
cimonlo¨.
1.202 - Dcvo!uçño dc vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do induslriníiznçño no oslnboíocimonlo, cu|ns snídns
lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros¨.
1.203 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, dcstinada ù Zona
franca dc Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos
do vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo, cu|ns sní-
dns lornm cínssilicndns no codigo º5.109 - Vondn do produçño do oslnboíocimonlo, doslinndn à
Zonn Frnncn do Mnnnus ou Arons do Livro Comércio¨.
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ROBERTO DIAS DUARTE
1.204 - Dcvo!uçño dc vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros,
dcstinada ù Zona franca dc Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo co-
digo ns dovoíuçoos do vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, cu|ns snídns
lornm cínssilicndns no codigo º5.110 - Vondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros,
doslinndn à Zonn Frnncn do Mnnnus ou Arons do Livro Comércio¨.
1.205 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù prcstaçño dc scrviço dc comunicaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo,
docorronlos do proslnçoos do sorviços do comunicnçño.
1.206 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù prcstaçño dc scrviço dc transportc - Classi-
licnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docor-
ronlos do proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo.
1.207 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù vcnda dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docorronlos do
vondn do onorgin oíélricn.
1.208 - Dcvo!uçño dc produçño do cstabc!ccimcnto, rcmctida cm transícrência -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do produlos induslriníizndos ou produzidos poío pro-
prio oslnboíocimonlo, lrnnsloridos pnrn oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn.
1.209 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, rcmctida
cm transícrência - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns ou
rocobidns do lorcoiros, lrnnsloridns pnrn oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn.
1.250 - CCMIRAS Dt tMtRC!A tltTR!CA
1.251 - Compra dc cncrgia c!etrica para distribuiçño ou comcrcia!izaçño - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn om sislomn do dislribuiçño ou
comorciníiznçño. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn por
coopornlivns pnrn dislribuiçño nos sous cooporndos.
1.252 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto industria! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn no procosso do induslriníiznçño. 1nmbém
sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo
induslriní do coopornlivn.
1.253 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto comcrcia! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo comorciní. 1nmbém
sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo
comorciní do coopornlivn.
1.254 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboío-
cimonlo proslndor do sorviços do lrnnsporlo.
1.255 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por osln-
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
boíocimonlo proslndor do sorviços do comunicnçño.
1.256 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto dc produtor rura! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo do produlor
rurní.
1.257 - Compra dc cncrgia c!etrica para consumo por dcmanda contratada -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn pnrn consumo por domnndn conlrn-
lndn, quo provníocorá sobro os domnis codigos doslo subgrupo.
1.300 - AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt CCMOM!CAÇÃC
1.301 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño para cxccuçño dc scrviço da mcs-
ma naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos
nns proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
1.302 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto industria! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos por oslnboíoci-
monlo induslriní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comuni-
cnçño uliíizndos por oslnboíocimonlo induslriní do coopornlivn.
1.303 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto comcrcia! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos por oslnbo-
íocimonlo comorciní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do
comunicnçño uliíizndos por oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
1.304 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto dc prcstador
dc scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicn-
çño uliíizndos por oslnboíocimonlo proslndor do sorviço do lrnnsporlo.
1.305 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto dc gcradora
ou dc distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorvi-
ços do comunicnçño uliíizndos por oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin
oíélricn.
1.306 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto dc produtor
rura! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos por
oslnboíocimonlo do produlor rurní.
1.350 - AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt TRAMSICRTt
1.351 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc para cxccuçño dc scrviço da mcsma
naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos nns
proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
1.352 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto industria! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíocimonlo
induslriní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíi-
zndos por oslnboíocimonlo induslriní do coopornlivn.
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ROBERTO DIAS DUARTE
1.353 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto comcrcia! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíoci-
monlo comorciní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnns-
porlo uliíizndos por oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
1.354 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc prcstador dc
scrviço dc comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo
uliíizndos por oslnboíocimonlo proslndor do sorviços do comunicnçño.
1.355 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc gcradora ou
dc distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços
do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin oíélricn.
1.356 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc produtor
rura! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por oslnbo-
íocimonlo do produlor rurní.
1.360 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por contribuintc substituto cm rc-
!açño ao scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do
lrnnsporlo qunndo o ndquironlo lor o subslilulo lribulário do imposlo docorronlo dn proslnçño
dos sorviços.
1.400 - tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS SO]t!TAS AC RtC!Mt Dt SOBST!TO!ÇÃC
TRIBUTáRIA
1.401 - Compra para industria!izaçño ou produçño rura! cm opcraçño com mcr-
cadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns com-
prns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou produçño rurní, do-
corronlos do opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin. 1nmbém
sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns por oslnboíocimonlo induslriní ou produlor rurní do
coopornlivn do morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
1.403 - Compra para comcrcia!izaçño cm opcraçño com mcrcadoria su¡cita ao
rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n
sorom comorciníizndns, docorronlos do opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subs-
liluiçño lribulárin. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do morcndorins su|oilns
no rogimo do subsliluiçño lribulárin om oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
1.406 - Compra dc bcm para o ativo imobi!izado cu¡a mcrcadoria cstá su¡cita ao
rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do bons doslinndos
no nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo, om opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do
subsliluiçño lribulárin.
1.407 - Compra dc mcrcadoria para uso ou consumo cu¡a mcrcadoria cstá su¡ci-
ta ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndo-
rins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo, om opornçoos com morcndorins su|oilns
no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
1.408 - Transícrência para industria!izaçño ou produçño rura! cm opcraçño com
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn so-
rom induslriníizndns ou consumidns nn produçño rurní no oslnboíocimonlo, om opornçoos com
morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
1.409 - Transícrência para comcrcia!izaçño cm opcraçño com mcrcadoria su¡ci-
ta ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns morcndorins rocobi-
dns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn sorom comorciníizndns,
docorronlos do opornçoos su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
1.410 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto cm opcraçño com
produto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovo-
íuçoos do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo, cu|ns snídns
lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do produçño do oslnboíocimonlo om opornçño com
produlo su|oilo no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
1.411 - Dcvo!uçño dc vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cm
opcraçño com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns dovoíuçoos do vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, cu|ns snídns
lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros om
opornçño com morcndorin su|oiln no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
1.414 - Rctorno dc produçño do cstabc!ccimcnto, rcmctida para vcnda íora do
cstabc!ccimcnto cm opcraçño com produto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns, om rolorno, do produlos induslriníizndos ou produzidos
poío proprio oslnboíocimonlo, romolidos pnrn vondns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por
moio do voícuíos, om opornçoos com produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin, o
nño comorciníizndns.
1.415 - Rctorno dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, rcmctida
para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns, om rolorno, do morcndorins
ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros romolidns pnrn vondns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo
por moio do voícuíos, om opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribu-
lárin, o nño comorciníizndns.
1.450 - S!STtMAS Dt !MTtCRAÇÃC
1.451 - Rctorno dc anima! do cstabc!ccimcnto produtor - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns onlrndns roloronlos no rolorno do nnimnis crindos poío produlor no sislomn inlogrndo.
1.452 - Rctorno dc insumo nño uti!izado na produçño - Cínssilicnm-so noslo co-
digo o rolorno do insumos nño uliíizndos poío produlor nn crinçño do nnimnis poío sislomn
inlogrndo.
1.500 - tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS RtMtT!DAS IARA fCRMAÇÃC Dt lCTt CO
CCM f!M tSItCÍf!CC Dt tXICRTAÇÃC t tVtMTOA!S DtVClOÇCtS
1.501 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida com íim cspccííico dc cxportaçño -
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ROBERTO DIAS DUARTE
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins om oslnboíocimonlo do trading company,
omprosn comorciní oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do romolonlo, com lim ospocílico do
oxporlnçño.
1.503 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño dc produto rcmctido com íim cspccí-
íico dc cxportaçño, dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns do-
voíuçoos do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo, romolidos n
trading company, n omprosn comorciní oxporlndorn ou n oulro oslnboíocimonlo do romolonlo,
com lim ospocílico do oxporlnçño, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º5.501 -
komossn do produçño do oslnboíocimonlo, com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
1.504 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño dc mcrcadoria rcmctida com íim cspc-
cífico de exportaçño, adquirida ou rcccbida dc tcrcciros - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros romolidns n trading company, a
omprosn comorciní oxporlndorn ou n oulro oslnboíocimonlo do romolonlo, com lim ospocílico do
oxporlnçño, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo. º5.502 - Remessa de mercadoria
ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros, com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
1.505 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadorias rcmctidas
para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo
proprio cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos simboíicns do morcn-
dorins romolidns pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns
no codigo º5.504 - komossn do morcndorins pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño, do produlos
induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo¨.
1.506 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadorias, adquiridas ou
rcccbidas dc tcrcciros, rcmctidas para íormaçño dc !otc dc cxportaçño - Classificamse neste
codigo ns dovoíuçoos simboíicns do morcndorins romolidns pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño
om nrmnzéns nílnndogndos, onlroposlos ndunnoiros ou oulros oslnboíocimonlos quo vonhnm n sor
roguínmonlndos poín íogisínçño lribulárin do cndn Lnidndo Fodorndn, ololundns poío oslnboíoci-
monlo doposilário, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º5.505 - komossn do morcn-
dorins, ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño¨.
1.550 - CItRAÇCtS CCM BtMS Dt AT!VC !MCB!l!ZADC t MATtR!A!S IARA OSC
OU CONSUMO
1.551 - Compra dc bcm para o ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
comprns do bons doslinndos no nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo.
1.552 - Transícrência dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns onlrndns do bons doslinndos no nlivo imobiíizndo rocobidos om lrnnslorencin do oulro oslnbo-
íocimonlo dn mosmn omprosn.
1.553 - Dcvo!uçño dc vcnda dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns dovoíuçoos do vondns do bons do nlivo imobiíizndo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssi-
licndns no codigo º5.551 - Vondn do bom do nlivo imobiíizndo¨.
1.554 - Rctorno dc bcm do ativo imobi!izado rcmctido para uso íora do cstabc-
!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns por rolorno do bons do nlivo imobiíizndo
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
romolidos pnrn uso lorn do oslnboíocimonlo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo
º5.554 - komossn do bom do nlivo imobiíizndo pnrn uso lorn do oslnboíocimonlo¨.
1.555 - tntrada dc bcm do ativo imobi!izado dc tcrcciro, rcmctido para uso no
cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do bons do nlivo imobiíizndo do
lorcoiros, romolidos pnrn uso no oslnboíocimonlo.
1.556 - Compra dc matcria! para uso ou consumo - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
comprns do morcndorins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo.
1.557 - Transícrência dc matcria! para uso ou consumo - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns onlrndns do mnlorinis pnrn uso ou consumo rocobidos om lrnnslorencin do oulro osln-
boíocimonlo dn mosmn omprosn.
1.600 - CRtD!TCS t RtSSARC!MtMTCS Dt !CMS
1.601 - Rcccbimcnto, por transícrência, dc credito dc !CMS - Cínssilicnm-so noslo
codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro do crédilos do lCMS, rocobidos por lrnnslorencin
do oulrns omprosns.
1.602 - Rcccbimcnto, por transícrência, dc sa!do crcdor dc !CMS dc outro csta-
bc!ccimcnto da mcsma cmprcsa, para compcnsaçño dc sa!do dcvcdor dc !CMS - Classi-
licnm-so noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro dn lrnnslorencin do snídos crodoros
do lCMS rocobidos do oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn, doslinndos à componsnçño
do snído dovodor do oslnboíocimonlo, incíusivo no cnso do npurnçño conlrníizndn do imposlo.
1.603 - Rcssarcimcnto dc !CMS rctido por substituiçño tributária - Cínssilicnm-so
noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro do rossnrcimonlo do lCMS rolido por subs-
liluiçño lribulárin n conlribuinlo subsliluído, ololundo poío conlribuinlo subslilulo, ou, nindn,
qunndo o rossnrcimonlo lor nproprindo poío proprio conlribuinlo subsliluído, nns hipolosos pro-
vislns nn íogisínçño npíicávoí.
1.604 - lançamcnto do credito rc!ativo ù compra dc bcm para o ativo imobi!i-
zado - Cínssilicnm-so noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro dn nproprinçño do
crédilo do bons do nlivo imobiíizndo.
1.605 - Rcccbimcnto, por transícrência, dc sa!do dcvcdor dc !CMS dc outro cs-
tabc!ccimcnto da mcsma cmprcsa - Cínssilicnm-so noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos
no rogislro dn lrnnslorencin do snído dovodor do lCMS rocobido do oulro oslnboíocimonlo dn
mosmn omprosn, pnrn ololivnçño dn npurnçño conlrníizndn do imposlo.
1.650 - tMTRADAS Dt CCMBOSTÍVt!S, DtR!VADCS CO MÃC Dt ItTRCltC t
LUBRIFICANTES
1.651 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc para industria!izaçño subscqucntc -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom uliíizndos om
procosso do induslriníiznçño do proprio produlo.
1.652 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc para comcrcia!izaçño - Classifi-
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ROBERTO DIAS DUARTE
cnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom comorciníizndos.
1.653 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc por consumidor ou usuário íina! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom consumidos
om procosso do induslriníiznçño do oulros produlos, nn produçño rurní, nn proslnçño do sorviços
ou por usuário linní.

1.658 - Transícrência dc combustívc! c !ubriíicantc para industria!izaçño - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do combuslívois o íubrilicnnlos rocobidns om lrnnslorencin
do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn pnrn sorom uliíizndos om procosso do induslriníi-
znçño do proprio produlo.
1.659 - Transícrência dc combustívc! c !ubriíicantc para comcrcia!izaçño - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do combuslívois o íubrilicnnlos rocobidns om lrnnslorencin
do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn pnrn sorom comorciníizndos.
1.660 - Dcvo!uçño dc vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dcstinado ù indus-
tria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do combus-
lívois ou íubrilicnnlos, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do combuslívoí ou
íubrilicnnlo doslinndo à induslriníiznçño subsoquonlo¨.
1.661 - Dcvo!uçño dc vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dcstinado ù comcr-
cia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do combuslívois ou íubri-
licnnlos, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do combuslívois ou íubrilicnnlos
pnrn comorciníiznçño¨.
1.662 - Dcvo!uçño dc vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dcstinado a consu-
midor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do combuslívois
ou íubrilicnnlos, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do combuslívois ou íubri-
licnnlos por consumidor ou usuário linní¨.
1.663 - tntrada dc combustívc! ou !ubriíicantc para armazcnagcm - Classificam-
so noslo codigo ns onlrndns do combuslívois ou íubrilicnnlos pnrn nrmnzonngom.
1.664 - Rctorno dc combustívc! ou !ubriíicantc rcmctido para armazcnagcm -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns, nindn quo simboíicns, por rolorno do combuslívois ou
íubrilicnnlos, romolidos pnrn nrmnzonngom.

1.900 - COTRAS tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS CO AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS
1.901 - tntrada para industria!izaçño por cncomcnda - Cínssilicnm-so noslo codi-
go ns onlrndns do insumos rocobidos pnrn induslriníiznçño por oncomondn do oulrn omprosn ou
do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
1.902 - Rctorno dc mcrcadoria rcmctida para industria!izaçño por cncomcnda -
Cínssilicnm-so noslo codigo o rolorno dos insumos romolidos pnrn induslriníiznçño por onco-
mondn, incorporndos no produlo linní poío oslnboíocimonlo induslriníizndor.
1.903 - tntrada dc mcrcadoria rcmctida para industria!izaçño c nño ap!icada no
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
rcícrido proccsso - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns om dovoíuçño do insumos romoli-
dos pnrn induslriníiznçño o nño npíicndos no rolorido procosso.
1.904 - Rctorno dc rcmcssa para vcnda íora do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins romolidns pnrn vondn lorn do oslnboíoci-
monlo, incíusivo por moio do voícuíos, o nño comorciníizndns.
1.905 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida para dcposito cm dcposito ícchado ou
armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns pnrn dopo-
silo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
1.906 - Rctorno dc mcrcadoria rcmctida para dcposito ícchado ou armazem gc-
ra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins romolidns pnrn doposilo
om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.

1.907 - Rctorno simbo!ico dc mcrcadoria rcmctida para dcposito ícchado ou
armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno simboíico do morcndorins
romolidns pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, qunndo ns morcndorins dopo-
silndns lonhnm sido ob|olo do snídn n quníquor líluío o quo nño lonhnm rolornndo no oslnboío-
cimonlo doposilnnlo.
1.908 - tntrada dc bcm por conta dc contrato dc comodato - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns onlrndns do bons rocobidos om cumprimonlo do conlrnlo do comodnlo.
1.909 - Rctorno dc bcm rcmctido por conta dc contrato dc comodato - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns onlrndns do bons rocobidos om dovoíuçño npos cumprido o conlrnlo do
comodnlo.
1.910 - tntrada dc boniíicaçño, doaçño ou brindc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
onlrndns do morcndorins rocobidns n líluío do bonilicnçño, donçño ou brindo.
1.911 - tntrada dc amostra grátis - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do mor-
cndorins rocobidns n líluío do nmoslrn grális.
1.912 - tntrada dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para dcmonstraçño - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins ou bons rocobidos pnrn domonslrnçño.
1.913 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcmctido para dcmonstraçño - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins ou bons romolidos pnrn domonslrn-
çño.
1.914 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcmctido para cxposiçño ou ícira - Classi-
licnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins ou bons romolidos pnrn oxposiçño
ou loirn.
1.915 - tntrada dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para conscrto ou rcparo - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins ou bons rocobidos pnrn consorlo ou ropnro.
1.916 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcmctido para conscrto ou rcparo - Clas-
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ROBERTO DIAS DUARTE
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins ou bons romolidos pnrn consorlo
ou ropnro.
1.917 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida cm consignaçño mcrcanti! ou industria! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns n líluío do consignnçño mor-
cnnlií ou induslriní.
1.918 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcmctida cm consignaçño mcrcanti! ou in-
dustria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns por dovoíuçño do morcndorins romolidns
nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
1.919 - Dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadoria vcndida ou uti!izada cm proccsso
industria!, rcmctida antcriormcntc cm consignaçño mcrcanti! ou industria! - Classificam-
so noslo codigo ns onlrndns por dovoíuçño simboíicn do morcndorins vondidns ou uliíizndns om
procosso induslriní, romolidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
1.920 - tntrada dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns
do vnsiíhnmo ou sncnrin.
1.921 - Rctorno dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns
om rolorno do vnsiíhnmo ou sncnrin.
1.922 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc simp!cs íaturamcnto dccorrcntc dc
compra para rcccbimcnto íuturo - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros ololundos n líluío
do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do comprn pnrn rocobimonlo luluro.
1.923 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida do vcndcdor rcmctcntc, cm vcnda ù or-
dcm - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns do vondodor romolonlo,
om vondns à ordom, cu|n comprn do ndquironlo originário, loi cínssilicndn nos codigos º1.120 -
Comprn pnrn induslriníiznçño, om vondn à ordom, |á rocobidn do vondodor romolonlo¨ ou º1.121
- Comprn pnrn comorciníiznçño, om vondn à ordom, |á rocobidn do vondodor romolonlo¨.
1.924 - tntrada para industria!izaçño por conta c ordcm do adquircntc da mcr-
cadoria, quando csta nño transitar pc!o cstabc!ccimcnto do adquircntc - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns do insumos rocobidos pnrn sorom induslriníizndos por conln o ordom
do ndquironlo, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do
ndquironlo dos mosmos.
1.925 - Rctorno dc mcrcadoria rcmctida para industria!izaçño por conta c or-
dem do adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do
adquircntc - Cínssilicn-so noslo codigo o rolorno dos insumos romolidos por conln o ordom do
ndquironlo, pnrn induslriníiznçño o incorporndos no produlo linní poío oslnboíocimonlo indus-
lriníizndor, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do
ndquironlo.
1.926 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc rcc!assiíicaçño dc mcrcadoria dccor-
rcntc dc íormaçño dc kit ou dc sua dcsagrcgaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros
ololundos n líluío do rocínssilicnçño docorronlo do lormnçño do kil do morcndorins ou do sun
dosngrognçño.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
1.931 - lançamcnto cíctuado pc!o tomador do scrviço dc transportc quando
a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da
mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por
transportador nño inscrito na Onidadc da fcdcraçño ondc iniciado o scrviço - Classi-
licnm-so noslo codigo oxcíusivnmonlo os ínnçnmonlos ololundos poío lomndor do sorviço do
lrnnsporlo roníizndo por lrnnsporlndor nulónomo ou por lrnnsporlndor nño inscrilo nn Lnidndo
dn Fodornçño, ondo inicindo o sorviço, qunndo n rosponsnbiíidndo poín rolonçño do imposlo lor
nlribuídn no romolonlo ou níionnnlo dn morcndorin.
1.932 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc iniciado cm Onidadc da fcdcraçño
divcrsa daquc!a ondc inscrito o prcstador - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sor-
viços do lrnnsporlo quo lonhnm sido inicindos om Lnidndo dn Fodornçño divorsn dnquoín ondo
o proslndor oslá inscrilo como conlribuinlo.
1.933 - Aquisiçño dc scrviço tributado pc!o !SSQM - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns nquisiçoos do sorviços, do compolencin municipní, dosdo quo inlormndos om Noln Fiscní
modoío 1 ou 1-A.
1.934 - tntrada simbo!ica dc mcrcadoria rcccbida para dcposito ícchado ou
armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns simboíicns do morcndorins rocobidns
pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, cu|n romossn lonhn sido cínssilicndn poío
romolonlo no codigo º5.934 - komossn simboíicn do morcndorin doposilndn om nrmnzém gorní
ou doposilo lochndo.
1.949 - Cutra cntrada dc mcrcadoria ou prcstaçño dc scrviço nño cspcciíicada -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns oulrns onlrndns do morcndorins ou proslnçoos do sorviços quo nño
lonhnm sido ospocilicndns nos codigos nnlorioros.
2.000 - tMTRADAS CO AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt COTRCS tSTADCS
Cínssilicnm-so, noslo grupo, ns opornçoos ou proslnçoos om quo o oslnboíocimonlo romolonlo
oslo|n íocníizndo om unidndo dn Fodornçño divorsn dnquoín do doslinnlário.
2.100 - CCMIRAS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC RORAl,
CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO IRtSTAÇÃC Dt StRV!ÇCS
2.101 - Compra para industria!izaçño ou produçño rura! - Cínssilicnm-so noslo co-
digo ns comprns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou produçño
rurní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns onlrndns do morcndorins om oslnboíocimonlo
induslriní ou produlor rurní do coopornlivn rocobidns do sous cooporndos ou do oslnboíocimonlo
do oulrn coopornlivn.
2.102 - Compra para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do
morcndorins n sorom comorciníizndns. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns onlrndns do
morcndorins om oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn rocobidns do sous cooporndos ou do
oslnboíocimonlo do oulrn coopornlivn.
2.111 - Compra para industria!izaçño dc mcrcadoria rcccbida antcriormcntc cm
consignaçño industria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns ololivns do morcndorins n so-
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ROBERTO DIAS DUARTE
rom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño, rocobidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño
induslriní.
2.113 - Compra para comcrcia!izaçño, dc mcrcadoria rcccbida antcriormcntc
cm consignaçño mcrcanti! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns ololivns do morcndorins
rocobidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií.
2.116 - Compra para industria!izaçño ou produçño rura! originada dc cnco-
mcnda para rcccbimcnto íuturo - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n
sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou produçño rurní, qunndo dn onlrndn roní dn
morcndorin, cu|n nquisiçño lonhn sido cínssilicndn no codigo º2.922 - Lnnçnmonlo ololundo n
líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do comprn pnrn rocobimonlo luluro¨.
2.117 - Compra para comcrcia!izaçño originada dc cncomcnda para rcccbimcn-
to íuturo - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n sorom comorciníizndns,
qunndo dn onlrndn roní dn morcndorin, cu|n nquisiçño lonhn sido cínssilicndn no codigo º2.922 -
Lnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do comprn pnrn rocobimonlo
luluro¨.
2.118 - Compra dc mcrcadoria para comcrcia!izaçño pc!o adquircntc originário,
cntrcguc pc!o vcndcdor rcmctcntc ao dcstinatário, cm vcnda ù ordcm - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns comprns do morcndorins |á comorciníizndns, quo, som lrnnsilnr poío oslnboío-
cimonlo do ndquironlo originário, so|nm onlroguos poío vondodor romolonlo dirolnmonlo no
doslinnlário, om opornçño do vondn à ordom, cu|n vondn so|n cínssilicndn, poío ndquironlo ori-
ginário, no codigo º6.120 - Vondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros onlroguo
no doslinnlário poío vondodor romolonlo, om vondn à ordom¨.
2.120 - Compra para industria!izaçño, cm vcnda ù ordcm, ¡á rcccbida do vcn-
dcdor rcmctcntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n sorom uliíizndns
om procosso do induslriníiznçño, om vondns à ordom, |á rocobidns do vondodor romolonlo, por
ordom do ndquironlo originário.
2.121 - Compra para comcrcia!izaçño, cm vcnda ù ordcm, ¡á rcccbida do vcndc-
dor rcmctcntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n sorom comorciníizn-
dns, om vondns à ordom, |á rocobidns do vondodor romolonlo por ordom do ndquironlo originário.
2.122 - Compra para industria!izaçño cm quc a mcrcadoria íoi rcmctida pc!o
íorncccdor ao industria!izador scm transitar pc!o cstabc!ccimcnto adquircntc - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníi-
znçño, romolidns poío lornocodor pnrn o induslriníizndor som quo n morcndorin lonhn lrnnsilndo
poío oslnboíocimonlo do ndquironlo.
2.124 - !ndustria!izaçño cíctuada por outra cmprcsa - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns onlrndns do morcndorins induslriníizndns por lorcoiros, comproondondo os vníoros roloronlos
nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodndo do induslriníizndor omprogndns no
procosso induslriní. Qunndo n induslriníiznçño ololundn so rolorir n bons do nlivo imobiíizndo ou
do morcndorins pnrn uso ou consumo do oslnboíocimonlo oncomondnnlo, n onlrndn dovorá sor
cínssilicndn nos codigos º2.551 - Comprn do bom pnrn o nlivo imobiíizndo¨ ou º2.556 - Com-
prn do mnloriní pnrn uso ou consumo¨.
145
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
2.125 - !ndustria!izaçño cíctuada por outra cmprcsa quando a mcrcadoria rcmc-
tida para utilização no processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento
adquircntc da mcrcadoria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins indus-
lriníizndns por oulrns omprosns, om quo ns morcndorins romolidns pnrn uliíiznçño no procosso
do induslriníiznçño nño lrnnsilnrnm poío oslnboíocimonlo do ndquironlo dns morcndorins, com-
proondondo os vníoros roloronlos nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodndo
do induslriníizndor omprogndns no procosso induslriní. Qunndo n induslriníiznçño ololundn so
rolorir n bons do nlivo imobiíizndo ou do morcndorins pnrn uso ou consumo do oslnboíocimonlo
oncomondnnlo, n onlrndn dovorá sor cínssilicndn nos codigos º2.551 - Comprn do bom pnrn o
nlivo imobiíizndo¨ ou º2.556 - Comprn do mnloriní pnrn uso ou consumo¨.
2.126 - Compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço su¡cita ao !CMS - Classi-
licnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins n sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços
su|oilns no lCMS.
2.128 - Compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço su¡cita ao !SSQM - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins n sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços
su|oilns no lSSQN.
2.150 - TRAMSftRÍMC!AS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC RORAl,
CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO IRtSTAÇÃC Dt StRV!ÇCS
2.151 - Transícrência para industria!izaçño ou produçño rura! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo
dn mosmn omprosn, pnrn sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou produçño rurní.
2.152 - Transícrência para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrn-
dns do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn,
pnrn sorom comorciníizndns.
2.153 - Transícrência dc cncrgia c!etrica para distribuiçño - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns onlrndns do onorgin oíélricn rocobidn om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn
mosmn omprosn, pnrn dislribuiçño.
2.154 - Transícrência para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo
dn mosmn omprosn, pnrn sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços.
2.200 - DtVClOÇCtS Dt VtMDAS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A, Dt TtRCt!RCS CO
AMOlAÇCtS Dt VAlCRtS
2.201 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns dovoíuçoos do vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíoci-
monlo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como º6.101 - Vondn do produçño do oslnboíocimonlo¨.
2.202 - Dcvo!uçño dc vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do induslriníiznçño no oslnboíocimonlo, cu|ns snídns
lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros¨.
146
ROBERTO DIAS DUARTE
2.203 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, dcstinada ù Zona
franca dc Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos
do vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo, cu|ns sní-
dns lornm cínssilicndns no codigo º6.109 - Vondn do produçño do oslnboíocimonlo, doslinndn à
Zonn Frnncn do Mnnnus ou Arons do Livro Comércio¨.
2.204 - Dcvo!uçño dc vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros,
dcstinada ù Zona franca dc Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo co-
digo ns dovoíuçoos do vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, cu|ns snídns
lornm cínssilicndns no codigo º6.110 - Vondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros,
doslinndn à Zonn Frnncn do Mnnnus ou Arons do Livro Comércio¨.
2.205 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù prcstaçño dc scrviço dc comunicaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo,
docorronlos do proslnçoos do sorviços do comunicnçño.
2.206 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù prcstaçño dc scrviço dc transportc - Classi-
licnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docor-
ronlos do proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo.
2.207 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù vcnda dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docorronlos do
vondn do onorgin oíélricn.
2.208 - Dcvo!uçño dc produçño do cstabc!ccimcnto, rcmctida cm transícrência -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do produlos induslriníizndos ou produzidos poío pro-
prio oslnboíocimonlo, lrnnsloridos pnrn oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn.
2.209 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, rcmctida
cm transícrência - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns ou
rocobidns do lorcoiros, lrnnsloridns pnrn oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn.
2.250 - CCMIRAS Dt tMtRC!A tltTR!CA
2.251 - Compra dc cncrgia c!etrica para distribuiçño ou comcrcia!izaçño - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn om sislomn do dislribuiçño ou
comorciníiznçño. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn por
coopornlivns pnrn dislribuiçño nos sous cooporndos.
2.252 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto industria! - Cínssilicnm -so
noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn no procosso do induslriníiznçño. 1nmbém
sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo
induslriní do coopornlivn.
2.253 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto comcrcia! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo comorciní. 1nmbém
sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo
comorciní do coopornlivn.
147
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
2.254 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboío-
cimonlo proslndor do sorviços do lrnnsporlo.
2.255 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por osln-
boíocimonlo proslndor do sorviços do comunicnçño.
2.256 - Compra dc cncrgia c!etrica por cstabc!ccimcnto dc produtor rura! - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn por oslnboíocimonlo do produlor rurní.
2.257 - Compra dc cncrgia c!etrica para consumo por dcmanda contratada -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn pnrn consumo por domnndn conlrn-
lndn, quo provníocorá sobro os domnis codigos doslo subgrupo.
2.300 - AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt CCMOM!CAÇÃC
2.301 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño para cxccuçño dc scrviço da mcs-
ma naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos
nns proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
2.302 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto industria! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos por oslnboíoci-
monlo induslriní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comuni-
cnçño uliíizndos por oslnboíocimonlo induslriní do coopornlivn.
2.303 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto comcrcia! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos por oslnbo-
íocimonlo comorciní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do
comunicnçño uliíizndos por oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
2.304 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto dc prcstador
dc scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicn-
çño uliíizndo por oslnboíocimonlo proslndor do sorviço do lrnnsporlo.
2.305 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto dc gcradora
ou dc distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorvi-
ços do comunicnçño uliíizndos por oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin
oíélricn.
2.306 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño por cstabc!ccimcnto dc produtor
rura! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos por
oslnboíocimonlo do produlor rurní.
2.350 - AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt TRAMSICRTt

2.351 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc para cxccuçño dc scrviço da mcsma
naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos nns
proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
148
ROBERTO DIAS DUARTE
2.352 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto industria! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíocimonlo
induslriní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíi-
zndos por oslnboíocimonlo induslriní do coopornlivn.
2.353 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto comcrcia! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíoci-
monlo comorciní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnns-
porlo uliíizndos por oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
2.354 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc prcstador dc
scrviço dc comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo
uliíizndos por oslnboíocimonlo proslndor do sorviços do comunicnçño.
2.355 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc gcradora ou
dc distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços
do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin oíélricn.
2.356 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc produtor
rura! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por osln-
boíocimonlo do produlor rurní.
2.400 - tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS SO]t!TAS AC RtC!Mt Dt SOBST!TO!ÇÃC
TRIBUTáRIA
2.401 - Compra para industria!izaçño ou produçño rura! cm opcraçño com mcr-
cadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns com-
prns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou produçño rurní, do-
corronlos do opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin. 1nmbém
sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns por oslnboíocimonlo induslriní ou produlor rurní do
coopornlivn do morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
2.403 - Compra para comcrcia!izaçño cm opcraçño com mcrcadoria su¡cita ao
rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndorins n
sorom comorciníizndns, docorronlos do opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subs-
liluiçño lribulárin. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do morcndorins su|oilns
no rogimo do subsliluiçño lribulárin om oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
2.406 - Compra dc bcm para o ativo imobi!izado cu¡a mcrcadoria cstá su¡cita ao
rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do bons doslinndos
no nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo, om opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do
subsliluiçño lribulárin.
2.407 - Compra dc mcrcadoria para uso ou consumo cu¡a mcrcadoria cstá su¡ci-
ta ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do morcndo-
rins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo, om opornçoos com morcndorins su|oilns
no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
2.408 - Transícrência para industria!izaçño ou produçño rura! cm opcraçño com
149
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn so-
rom induslriníizndns ou consumidns nn produçño rurní no oslnboíocimonlo, om opornçoos com
morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
2.409 - Transícrência para comcrcia!izaçño cm opcraçño com mcrcadoria su¡ci-
ta ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns morcndorins rocobi-
dns om lrnnslorencin do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn sorom comorciníizndns,
docorronlos do opornçoos su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
2.410 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto cm opcraçño com
produto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovo-
íuçoos do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo, cu|ns snídns
lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do produçño do oslnboíocimonlo om opornçño com
produlo su|oilo no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
2.411 - Dcvo!uçño dc vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros
cm opcraçño com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Classificam-
-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros,
cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do
lorcoiros om opornçño com morcndorin su|oiln no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
2.414 - Rctorno dc produçño do cstabc!ccimcnto, rcmctida para vcnda íora do
cstabc!ccimcnto cm opcraçño com produto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns, om rolorno, do produlos induslriníizndos ou produzidos
poío proprio oslnboíocimonlo, romolidos pnrn vondns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por
moio do voícuíos, om opornçoos com produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin, o
nño comorciníizndns.
2.415 - Rctorno dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, rcmctida
para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de
substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns, om rolorno, do morcndorins
ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros romolidns pnrn vondns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo
por moio do voícuíos, om opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribu-
lárin, o nño comorciníizndns.
2.500 - tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS RtMtT!DAS IARA fCRMAÇÃC Dt lCTt CO
CCM f!M tSItCÍf!CC Dt tXICRTAÇÃC t tVtMTOA!S DtVClOÇCtS
2.501 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida com íim cspccííico dc cxportaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins om oslnboíocimonlo do trading com-
pany, omprosn comorciní oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do romolonlo, com lim ospocí-
lico do oxporlnçño.
2.503 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño dc produto rcmctido com íim cspccí-
íico dc cxportaçño, dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns do-
voíuçoos do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo, romolidos
a trading company, n omprosn comorciní oxporlndorn ou n oulro oslnboíocimonlo do romolonlo,
com lim ospocílico do oxporlnçño, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º6.501 -
150
ROBERTO DIAS DUARTE
komossn do produçño do oslnboíocimonlo, com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
2.504 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño dc mcrcadoria rcmctida com íim cspc-
cííico dc cxportaçño, adquirida ou rcccbida dc tcrcciros - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros romolidns n trading company, n
omprosn comorciní oxporlndorn ou n oulro oslnboíocimonlo do romolonlo, com lim ospocílico do
oxporlnçño, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º6.502 - komossn do morcndorin
ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros, com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
2.505 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadorias rcmctidas
para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo
proprio cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos simboíicns do morcn-
dorins romolidns pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns
no codigo º6.504 - komossn do morcndorins pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño, do produlos
induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo¨.
2.506 - tntrada dccorrcntc dc dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadorias, adquiridas
ou rcccbidas dc tcrcciros, rcmctidas para íormaçño dc !otc dc cxportaçño - Classificam-
so noslo codigo ns dovoíuçoos simboíicns do morcndorins romolidns pnrn lormnçño do íolo do
oxporlnçño om nrmnzéns nílnndogndos, onlroposlos ndunnoiros ou oulros oslnboíocimonlos quo
vonhnm n sor roguínmonlndos poín íogisínçño lribulárin do cndn Lnidndo Fodorndn, ololundns
poío oslnboíocimonlo doposilário, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º6.505 - ko-
mossn do morcndorins, ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño¨.
2.550 - CItRAÇCtS CCM BtMS Dt AT!VC !MCB!l!ZADC t MATtR!A!S IARA OSC
OU CONSUMO
2.551 - Compra dc bcm para o ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
comprns do bons doslinndos no nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo.
2.552 - Transícrência dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns onlrndns do bons doslinndos no nlivo imobiíizndo rocobidos om lrnnslorencin do oulro oslnbo-
íocimonlo dn mosmn omprosn.
2.553 - Dcvo!uçño dc vcnda dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns dovoíuçoos do vondns do bons do nlivo imobiíizndo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssi-
licndns no codigo º6.551 - Vondn do bom do nlivo imobiíizndo¨.
2.554 - Rctorno dc bcm do ativo imobi!izado rcmctido para uso íora do cstabc-
!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns por rolorno do bons do nlivo imobiíizndo
romolidos pnrn uso lorn do oslnboíocimonlo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns no codigo
º6.554 - komossn do bom do nlivo imobiíizndo pnrn uso lorn do oslnboíocimonlo¨.
2.555 - tntrada dc bcm do ativo imobi!izado dc tcrcciro, rcmctido para uso no
cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do bons do nlivo imobiíizndo do
lorcoiros, romolidos pnrn uso no oslnboíocimonlo.

2.556 - Compra dc matcria! para uso ou consumo - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
comprns do morcndorins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo.
151
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
2.557 - Transícrência dc matcria! para uso ou consumo - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns onlrndns do mnlorinis pnrn uso ou consumo rocobidos om lrnnslorencin do oulro osln-
boíocimonlo dn mosmn omprosn.
2.600 - CRtD!TCS t RtSSARC!MtMTCS Dt !CMS
2.603 - Rcssarcimcnto dc !CMS rctido por substituiçño tributária - Cínssilicnm-so
noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro do rossnrcimonlo do lCMS rolido por subsli-
luiçño lribulárin n conlribuinlo subsliluído, ololundo poío conlribuinlo subslilulo, nns hipolosos
provislns nn íogisínçño npíicávoí.
2.650 - tMTRADAS Dt CCMBOSTÍVt!S, DtR!VADCS CO MÃC Dt ItTRCltC t
LUBRIFICANTES
2.651 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc para industria!izaçño subscqucn-
tc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom uliíizndos
om procosso do induslriníiznçño do proprio produlo.
2.652 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc para comcrcia!izaçño - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom comorciníizndos.
2.653 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc por consumidor ou usuário íina! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom consumidos
om procosso do induslriníiznçño do oulros produlos, nn produçño rurní, nn proslnçño do sorviços
ou por usuário linní.
2.658 - Transícrência dc combustívc! c !ubriíicantc para industria!izaçño - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do combuslívois o íubrilicnnlos rocobidns om lrnnslorencin
do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn pnrn sorom uliíizndos om procosso do induslriníi-
znçño do proprio produlo.
2.659 - Transícrência dc combustívc! c !ubriíicantc para comcrcia!izaçño - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do combuslívois o íubrilicnnlos rocobidns om lrnnslorencin
do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn pnrn sorom comorciníizndos.
2.660 - Dcvo!uçño dc vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dcstinado ù indus-
tria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do combus-
lívois ou íubrilicnnlos, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do combuslívoí ou
íubrilicnnlo doslinndo à induslriníiznçño subsoquonlo¨.
2.661 - Dcvo!uçño dc vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dcstinado ù comcr-
cia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do combuslívois ou íubri-
licnnlos, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do combuslívois ou íubrilicnnlos
pnrn comorciníiznçño¨.
2.662 - Dcvo!uçño dc vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dcstinado a consu-
midor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do combuslívois
ou íubrilicnnlos, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do combuslívois ou íubri-
licnnlos por consumidor ou usuário linní¨.
152
ROBERTO DIAS DUARTE
2.663 - tntrada dc combustívc! ou !ubriíicantc para armazcnagcm - Classificam-
so noslo codigo ns onlrndns do combuslívois ou íubrilicnnlos pnrn nrmnzonngom.
2.664 - Rctorno dc combustívc! ou !ubriíicantc rcmctido para armazcnagcm -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns, nindn quo simboíicns, por rolorno do combuslívois ou
íubrilicnnlos, romolidos pnrn nrmnzonngom.
2.900 - COTRAS tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS CO AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS
2.901 - tntrada para industria!izaçño por cncomcnda - Cínssilicnm-so noslo codi-
go ns onlrndns do insumos rocobidos pnrn induslriníiznçño por oncomondn do oulrn omprosn ou
do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
2.902 - Rctorno dc mcrcadoria rcmctida para industria!izaçño por cncomcnda -
Cínssilicnm-so noslo codigo o rolorno dos insumos romolidos pnrn induslriníiznçño por onco-
mondn, incorporndos no produlo linní poío oslnboíocimonlo induslriníizndor.
2.903 - tntrada dc mcrcadoria rcmctida para industria!izaçño c nño ap!icada no
rcícrido proccsso - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns om dovoíuçño do insumos romoli-
dos pnrn induslriníiznçño o nño npíicndos no rolorido procosso.
2.904 - Rctorno dc rcmcssa para vcnda íora do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins romolidns pnrn vondn lorn do oslnboíoci-
monlo, incíusivo por moio do voícuíos, o nño comorciníizndns.
2.905 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida para dcposito cm dcposito ícchado ou
armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns pnrn dopo-
silo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
2.906 - Rctorno dc mcrcadoria rcmctida para dcposito ícchado ou armazem gc-
ra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins romolidns pnrn doposilo
om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
2.907 - Rctorno simbo!ico dc mcrcadoria rcmctida para dcposito ícchado ou
armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno simboíico do morcndorins
romolidns pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, qunndo ns morcndorins dopo-
silndns lonhnm sido ob|olo do snídn n quníquor líluío o quo nño lonhnm rolornndo no oslnboío-
cimonlo doposilnnlo.
2.908 - tntrada dc bcm por conta dc contrato dc comodato - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns onlrndns do bons rocobidos om cumprimonlo do conlrnlo do comodnlo.
2.909 - Rctorno dc bcm rcmctido por conta dc contrato dc comodato - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns onlrndns do bons rocobidos om dovoíuçño npos cumprido o conlrnlo do
comodnlo.
2.910 - tntrada dc boniíicaçño, doaçño ou brindc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
onlrndns do morcndorins rocobidns n líluío do bonilicnçño, donçño ou brindo.
153
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
2.911 - tntrada dc amostra grátis - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do mor-
cndorins rocobidns n líluío do nmoslrn grális.
2.912 - tntrada dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para dcmonstraçño - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins ou bons rocobidos pnrn domonslrnçño.
2.913 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcmctido para dcmonstraçño - Classificam-
so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins ou bons romolidos pnrn domonslrnçño.
2.914 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcmctido para cxposiçño ou ícira - Classi-
licnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins ou bons romolidos pnrn oxposiçño
ou loirn.
2.915 - tntrada dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para conscrto ou rcparo - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins ou bons rocobidos pnrn consorlo ou ropnro.
2.916 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcmctido para conscrto ou rcparo - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns om rolorno do morcndorins ou bons romolidos pnrn consorlo
ou ropnro.
2.917 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida cm consignaçño mcrcanti! ou industria! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns n líluío do consignnçño mor-
cnnlií ou induslriní.
2.918 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcmctida cm consignaçño mcrcanti! ou in-
dustria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns por dovoíuçño do morcndorins romolidns
nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
2.919 - Dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadoria vcndida ou uti!izada cm proccsso
industria!, rcmctida antcriormcntc cm consignaçño mcrcanti! ou industria! - Classificam-
so noslo codigo ns onlrndns por dovoíuçño simboíicn do morcndorins vondidns ou uliíizndns om
procosso induslriní, romolidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
2.920 - tntrada dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns
do vnsiíhnmo ou sncnrin.
2.921 - Rctorno dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns
om rolorno do vnsiíhnmo ou sncnrin.
2.922 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc simp!cs íaturamcnto dccorrcntc dc
compra para rcccbimcnto íuturo - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros ololundos n líluío
do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do comprn pnrn rocobimonlo luluro.
2.923 - tntrada dc mcrcadoria rcccbida do vcndcdor rcmctcntc, cm vcnda ù or-
dcm - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins rocobidns do vondodor romolonlo, om
vondns à ordom, cu|n comprn do ndquironlo originário, loi cínssilicndn nos codigos º2.120 - Comprn
pnrn induslriníiznçño, om vondn à ordom, |á rocobidn do vondodor romolonlo¨ ou º2.121 - Comprn
pnrn comorciníiznçño, om vondn à ordom, |á rocobidn do vondodor romolonlo¨.
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ROBERTO DIAS DUARTE
2.924 - tntrada para industria!izaçño por conta c ordcm do adquircntc da mcr-
cadoria, quando csta nño transitar pc!o cstabc!ccimcnto do adquircntc - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns onlrndns do insumos rocobidos pnrn sorom induslriníizndos por conln o ordom
do ndquironlo, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do
ndquironlo dos mosmos.
2.925 - Rctorno dc mcrcadoria rcmctida para industria!izaçño por conta c or-
dem do adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do
adquircntc - Cínssilicnm-so noslo codigo o rolorno dos insumos romolidos por conln o ordom
do ndquironlo, pnrn induslriníiznçño o incorporndos no produlo linní poío oslnboíocimonlo in-
duslriníizndor, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do
ndquironlo.
2.931 - lançamcnto cíctuado pc!o tomador do scrviço dc transportc quando
a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da
mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por
transportador nño inscrito na Onidadc da fcdcraçño ondc iniciado o scrviço - Classi-
licnm-so noslo codigo oxcíusivnmonlo os ínnçnmonlos ololundos poío lomndor do sorviço do
lrnnsporlo roníizndo por lrnnsporlndor nulónomo ou por lrnnsporlndor nño inscrilo nn Lnidndo
dn Fodornçño, ondo inicindo o sorviço, qunndo n rosponsnbiíidndo poín rolonçño do imposlo lor
nlribuídn no romolonlo ou níionnnlo dn morcndorin.
2.932 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc iniciado cm Onidadc da fcdcraçño
divcrsa daquc!a ondc inscrito o prcstador - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sor-
viços do lrnnsporlo quo lonhnm sido inicindos om Lnidndo dn Fodornçño divorsn dnquoín ondo
o proslndor oslá inscrilo como conlribuinlo.
2.933 - Aquisiçño dc scrviço tributado pc!o !SSQM - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns nquisiçoos do sorviços, do compolencin municipní, dosdo quo inlormndos om Noln Fiscní
modoío 1 ou 1-A.
2.934 - tntrada simbo!ica dc mcrcadoria rcccbida para dcposito ícchado ou
armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns onlrndns simboíicns do morcndorins rocobidns
pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, cu|n romossn lonhn sido cínssilicndn poío
romolonlo no codigo º6.934 - komossn simboíicn do morcndorin doposilndn om nrmnzém gorní
ou doposilo lochndo.
2.949 - Cutra cntrada dc mcrcadoria ou prcstaçño dc scrviço nño cspcciíicado -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns oulrns onlrndns do morcndorins ou proslnçoos do sorviços quo nño
lonhnm sido ospocilicndos nos codigos nnlorioros.
3.000 - tMTRADAS CO AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS DC tXTtR!CR
Cínssilicnm-so, noslo grupo, ns onlrndns do morcndorins oriundns do oulro pnís, incíusivo ns
docorronlos do nquisiçño por nrromnlnçño, concorrencin ou quníquor oulrn lormn do níionnçño
promovidn poío podor pubíico, o os sorviços inicindos no oxlorior.
155
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
3.100 - CCMIRAS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC RORAl,
CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO IRtSTAÇÃC Dt StRV!ÇCS
3.101 - Compra para industria!izaçño ou produçño rura! - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns comprns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño ou pro-
duçño rurní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns onlrndns do morcndorins om oslnboío-
cimonlo induslriní ou produlor rurní do coopornlivn.
3.102 - Compra para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do
morcndorins n sorom comorciníizndns. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns onlrndns do
morcndorins om oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
3.126 - Compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço su¡cita ao !CMS - Classi-
licnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins n sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços
su|oilns no lCMS.
3.127 - Compra para industria!izaçño sob o rcgimc dc “drawback” - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns comprns do morcndorins n sorom uliíizndns om procosso do induslriníiznçño o
poslorior oxporlnçño do produlo rosuílnnlo, cu|ns vondns sorño cínssilicndns no codigo º7.127 -
Vondn do produçño do oslnboíocimonlo sob o rogimo do “drawback””.
3.128 - Compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço su¡cita ao !SSQM - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns onlrndns do morcndorins n sorom uliíizndns nns proslnçoos do sorviços
su|oilns no lSSQN.
3.200 - DtVClOÇCtS Dt VtMDAS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A, Dt TtRCt!RCS CO
AMOlAÇCtS Dt VAlCRtS
3.201 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio
oslnboíocimonlo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do produçño do oslnboío-
cimonlo¨.
3.202 - Dcvo!uçño dc vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do induslriníiznçño no oslnboíocimonlo, cu|ns snídns
lonhnm sido cínssilicndns como ºVondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do lorcoiros¨.
3.205 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù prcstaçño dc scrviço dc comunicaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo,
docorronlos do proslnçoos do sorviços do comunicnçño.
3.206 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù prcstaçño dc scrviço dc transportc - Classi-
licnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docor-
ronlos do proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo.
3.207 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù vcnda dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docorronlos do
vondn do onorgin oíélricn.
156
ROBERTO DIAS DUARTE
3.211 - Dcvo!uçño dc vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto sob o rcgimc dc
"drawback" - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do vondns do produlos induslriníizn-
dos poío oslnboíocimonlo sob o rogimo do “drawback”.
3.250 - CCMIRAS Dt tMtRC!A tltTR!CA
3.251 - Compra dc cncrgia c!etrica para distribuiçño ou comcrcia!izaçño - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn uliíizndn om sislomn do dislribuiçño ou
comorciníiznçño. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns comprns do onorgin oíélricn por
coopornlivns pnrn dislribuiçño nos sous cooporndos.
3.300 - AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt CCMOM!CAÇÃC
3.301 - Aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño para cxccuçño dc scrviço da mcs-
ma naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño uliíizndos
nns proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
3.350 - AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt TRAMSICRTt
3.351 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc para cxccuçño dc scrviço da mcsma
naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos nns
proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
3.352 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto industria! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíocimonlo
induslriní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíi-
zndos por oslnboíocimonlo induslriní do coopornlivn.
3.353 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto comcrcia! -Clas-
silicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíocimonlo
comorciní. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo
uliíizndos por oslnboíocimonlo comorciní do coopornlivn.
3.354 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc prcstador dc
scrviço dc comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo
uliíizndos por oslnboíocimonlo proslndor do sorviços do comunicnçño.
3.355 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc gcradora ou
dc distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços
do lrnnsporlo uliíizndos por oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin oíélricn.
3.356 - Aquisiçño dc scrviço dc transportc por cstabc!ccimcnto dc produtor
rura! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo uliíizndos por osln-
boíocimonlo do produlor rurní.
3.500 - tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS RtMtT!DAS CCM f!M tSItCÍf!CC Dt
tXICRTAÇÃC t tVtMTOA!S DtVClOÇCtS
3.503 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria cxportada quc tcnha sido rcccbida com íim
157
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
cspccííico dc cxportaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ox-
portadas por trading company, omprosn comorciní oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do
romolonlo, rocobidns com lim ospocílico do oxporlnçño, cu|ns snídns lonhnm sido cínssilicndns
no codigo º7.501 - Lxporlnçño do morcndorins rocobidns com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
3.550 - CItRAÇCtS CCM BtMS Dt AT!VC !MCB!l!ZADC t MATtR!A!S IARA
USO OU CONSUMO
3.551 - Compra dc bcm para o ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
comprns do bons doslinndos no nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo.
3.553 - Dcvo!uçño dc vcnda dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns dovoíuçoos do vondns do bons do nlivo imobiíizndo, cu|ns snídns lonhnm sido cínssi-
licndns no codigo º7.551 - Vondn do bom do nlivo imobiíizndo¨.
3.556 - Compra dc matcria! para uso ou consumo - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
comprns do morcndorins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo.
3.650 - tMTRADAS Dt CCMBOSTÍVt!S, DtR!VADCS CO MÃC Dt ItTRCltC t
LUBRIFICANTES
3.651 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc para industria!izaçño subscqucn-
tc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom uliíizndos
om procosso do induslriníiznçño do proprio produlo.
3.652 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc para comcrcia!izaçño - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom comorciníizndos.
3.653 - Compra dc combustívc! ou !ubriíicantc por consumidor ou usuário íina! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns comprns do combuslívois ou íubrilicnnlos n sorom consumidos
om procosso do induslriníiznçño do oulros produlos, nn produçño rurní, nn proslnçño do sorviços
ou por usuário linní.
3.900 - COTRAS tMTRADAS Dt MtRCADCR!AS CO AQO!S!ÇCtS Dt StRV!ÇCS
3.930 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc cntrada dc bcm sob amparo dc rcgimc
cspccia! aduanciro dc admissño tcmporária - Cínssilicnm-so noslo codigo os ínnçnmonlos
ololundos n líluío do onlrndn do bons nmpnrndn por rogimo ospociní ndunnoiro do ndmissño
lomporárin.
3.949 - Cutra cntrada dc mcrcadoria ou prcstaçño dc scrviço nño cspcciíicado -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns oulrns onlrndns do morcndorins ou proslnçoos do sorviços quo nño
lonhnm sido ospocilicndos nos codigos nnlorioros.
DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS, BENS OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

5.000 - SAÍDAS CO IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS IARA C tSTADC
Cínssilicnm-so, noslo grupo, ns opornçoos ou proslnçoos om quo o oslnboíocimonlo romolonlo
oslo|n íocníizndo nn mosmn unidndo dn Fodornçño do doslinnlário.
158
ROBERTO DIAS DUARTE
5.100 - VtMDAS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A CO Dt TtRCt!RCS
5.101 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo. 1nmbém sorño
cínssilicndns noslo codigo ns vondns do morcndorins por oslnboíocimonlo induslriní ou produlor
rurní do coopornlivn doslinndns n sous cooporndos ou n oslnboíocimonlo do oulrn coopornlivn.
5.102 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn induslriníi-
znçño ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no
oslnboíocimonlo. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do morcndorins por oslnbo-
íocimonlo comorciní do coopornlivn doslinndns n sous cooporndos ou oslnboíocimonlo do oulrn
coopornlivn.
5.103 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, cíctuada íora do cstabc!cci-
mcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololundns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por
moio do voícuío, do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo.
5.104 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, cíctuada íora
do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololundns lorn do oslnboíocimon-
lo, incíusivo por moio do voícuío, do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn in-
duslriníiznçño ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní
no oslnboíocimonlo.
5.105 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto quc nño dcva por c!c transitar -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo, nrmnzo-
nndos om doposilo lochndo, nrmnzém gorní ou oulro som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo
doposilnnlo.
5.106 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, quc nño dcva
por c!c transitar - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobi-
dns do lorcoiros pnrn induslriníiznçño ou comorciníiznçño, nrmnzonndns om doposilo lochndo,
nrmnzém gorní ou oulro, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no osln-
boíocimonlo som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo doposilnnlo. 1nmbém sorño cínssilicndns
noslo codigo ns vondns do morcndorins imporlndns, cu|n snídn ocorrn do rocinlo nílnndogndo ou
dn ropnrliçño nílnndogárin ondo so procossou o dosombnrnço ndunnoiro, com doslino no oslnbo-
íocimonlo do comprndor, som lrnnsilnr poío oslnboíocimonlo do imporlndor.
5.109 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, dcstinada ù Zona franca dc
Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos
induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo, doslinndos à Zonn Frnncn do Mn-
nnus ou Arons do Livro Comércio.
5.110 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, dcstinada ù
Zona franca dc Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns
do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, doslinndns à Zonn Frnncn do Mnnnus ou Aro-
ns do Livro Comércio, dosdo quo nícnnçndns poíos bonolícios liscnis do quo lrnlnm o Docrolo-Loi n
288, do 28 do lovoroiro do 1967, o Convenio lCM 65/88, do 6 do dozombro do 1988, o Convenio
lCMS 36/97, do 23 do mnio do 1997, o o Convenio lCMS 37/97, do 23 do mnio do 1997.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
5.111 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto rcmctida antcriormcntc cm con-
signaçño industria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do produlos induslriníizn-
dos no oslnboíocimonlo romolidos nnloriormonlo n líluío do consignnçño induslriní.
5.112 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros rcmctida an-
tcriormcntc cm consignaçño industria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do
morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor pro-
cosso induslriní no oslnboíocimonlo, romolidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño induslriní.
5.113 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto rcmctida antcriormcntc cm con-
signaçño mcrcanti! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do produlos induslriníizn-
dos no oslnboíocimonlo romolidos nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií.
5.114 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros rcmctida an-
tcriormcntc cm consignaçño mcrcanti! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do
morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor pro-
cosso induslriní no oslnboíocimonlo, romolidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií.
5.115 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, rcccbida antc-
riormcntc cm consignaçño mcrcanti! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins
ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, rocobidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií.
5.116 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto originada dc cncomcnda para
cntrcga íutura - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos ou produ-
zidos poío proprio oslnboíocimonlo, qunndo dn snídn roní do produlo, cu|o lnlurnmonlo lonhn
sido cínssilicndo no codigo º5.922 - Lnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo do-
corronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
5.117 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, originada dc
cncomcnda para cntrcga íutura - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins nd-
quiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní
no oslnboíocimonlo, qunndo dn snídn roní dn morcndorin, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssili-
cndo no codigo º5.922 - Lnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do
vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
5.118 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto cntrcguc ao dcstinatário por
conta c ordcm do adquircntc originário, cm vcnda ù ordcm - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns vondns à ordom do produlos induslriníizndos poío oslnboíocimonlo, onlroguos no doslinnlário
por conln o ordom do ndquironlo originário.
5.119 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cntrcguc ao
dcstinatário por conta c ordcm do adquircntc originário, cm vcnda ù ordcm - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns vondns à ordom do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros,
quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo, onlroguos no
doslinnlário por conln o ordom do ndquironlo originário.
5.120 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cntrcguc ao
dcstinatário pc!o vcndcdor rcmctcntc, cm vcnda ù ordcm - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns vondns à ordom do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido
160
ROBERTO DIAS DUARTE
ob|olo do quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo, onlroguos poío vondodor romolonlo
no doslinnlário, cu|n comprn so|n cínssilicndn, poío ndquironlo originário, no codigo º1.118 -
Comprn do morcndorin poío ndquironlo originário, onlroguo poío vondodor romolonlo no dosli-
nnlário, om vondn à ordom¨.
5.122 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto rcmctida para industria!izaçño,
por conta c ordcm do adquircntc, scm transitar pc!o cstabc!ccimcnto do adquircntc -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo, romo-
lidos pnrn sorom induslriníizndos om oulro oslnboíocimonlo, por conln o ordom do ndquironlo,
som quo os produlos lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo.
5.123 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros rcmctida para
industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento
do adquircntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo,
romolidns pnrn sorom induslriníizndns om oulro oslnboíocimonlo, por conln o ordom do ndqui-
ronlo, som quo ns morcndorins lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo.
5.124 - !ndustria!izaçño cíctuada para outra cmprcsa - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns snídns do morcndorins induslriníizndns pnrn lorcoiros, comproondondo os vníoros roloronlos
nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodndo do induslriníizndor omprogndns no
procosso induslriní.
5.125 - !ndustria!izaçño cíctuada para outra cmprcsa quando a mcrcadoria rccc-
bida para utilização no processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento
adquircntc da mcrcadoria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns do morcndorins induslrin-
íizndns pnrn oulrns omprosns, om quo ns morcndorins rocobidns pnrn uliíiznçño no procosso do
induslriníiznçño nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo dns morcndorins,
comproondondo os vníoros roloronlos nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodn-
do do induslriníizndor omprogndns no procosso induslriní.
5.150 - TRAMSftRÍMC!AS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A CO Dt TtRCt!RCS
5.151 - Transícrência dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo co-
digo os produlos induslriníizndos ou produzidos poío oslnboíocimonlo om lrnnslorencin pnrn
oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
5.152 - Transícrência dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn induslriníiznçño, co-
morciníiznçño ou pnrn uliíiznçño nn proslnçño do sorviços o quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor
procosso induslriní no oslnboíocimonlo, lrnnsloridns pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
5.153 - Transícrência dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslo-
rencins do onorgin oíélricn pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn dislribuiçño.
5.155 - Transícrência dc produçño do cstabc!ccimcnto, quc nño dcva por c!c
transitar - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn
omprosn, do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo quo lonhnm sido romolidos pnrn nr-
mnzém gorní, doposilo lochndo ou oulro, som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
5.156 - Transícrência dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, quc
nño dcva por c!c transitar - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins pnrn oulro oslnboío-
cimonlo dn mosmn omprosn, do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn induslrin-
íiznçño ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní, romo-
lidns pnrn nrmnzém gorní, doposilo lochndo ou oulro, som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo
doposilnnlo.
5.200 - DtVClOÇCtS Dt CCMIRAS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC
RORAl, CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO AMOlAÇCtS Dt VAlCRtS
5.201 - Dcvo!uçño dc compra para industria!izaçño ou produçño rura! - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom uliíizndns om procosso
do induslriníiznçño ou produçño rurní, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns como º1.101 -
Comprn pnrn induslriníiznçño ou produçño rurní¨.
5.202 - Dcvo!uçño dc compra para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom comorciníizndns, cu|ns onlrndns lonhnm
sido cínssilicndns como ºComprn pnrn comorciníiznçño¨.

5.205 - Anu!açño dc va!or rc!ativo a aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo,
docorronlos dns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño.
5.206 - Anu!açño dc va!or rc!ativo a aquisiçño dc scrviço dc transportc - Classi-
licnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docor-
ronlos dns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo.
5.207 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù compra dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docorronlos dn
comprn do onorgin oíélricn.
5.208 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida cm transícrência para industria!iza-
çño ou produçño rura! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins rocobidns
om lrnnslorencin do oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn, pnrn sorom uliíizndns om pro-
cosso do induslriníiznçño ou produçño rurní.
5.209 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida cm transícrência para comcrcia!iza-
çño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do
oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn sorom comorciníizndns.
5.210 - Dcvo!uçño dc compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn uliíiznçño nn proslnçño do
sorviços, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns nos codigos º1.126 - Comprn pnrn uliíiznçño
nn proslnçño do sorviço su|oiln no lCMS¨ o º1.128 - Comprn pnrn uliíiznçño nn proslnçño do
sorviço su|oiln no lSSQN¨.
5.250 - VtMDAS Dt tMtRC!A tltTR!CA
5.251 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para distribuiçño ou comcrcia!izaçño - Classi-
162
ROBERTO DIAS DUARTE
licnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn à dislribuiçño ou comorciníiznçño.
1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn n coopornlivns
pnrn dislribuiçño nos sous cooporndos.
5.252 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto industria! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por oslnboíocimonlo induslriní. 1nm-
bém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn n oslnboíocimonlo
induslriní do coopornlivn.
5.253 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto comcrcia! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por oslnboíocimonlo comorciní. 1nm-
bém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn n oslnboíocimonlo
comorciní do coopornlivn.
5.254 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por osln-
boíocimonlo do proslndor do sorviços do lrnnsporlo.
5.255 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por
oslnboíocimonlo do proslndor do sorviços do comunicnçño.
5.256 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto dc produtor rura! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por oslnboíocimonlo do
produlor rurní.
5.257 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para consumo por dcmanda contratada - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por domnndn conlrnlndn,
quo provníocorá sobro os domnis codigos doslo subgrupo.
5.258 - Vcnda dc cncrgia c!etrica a nño contribuintc - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns vondns do onorgin oíélricn n possons lísicns ou n possons |urídicns nño indicndns nos codigos
nnlorioros.
5.300 - IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt CCMOM!CAÇÃC
5.301 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño para cxccuçño dc scrviço da mcs-
ma naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño doslinn-
dos às proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
5.302 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto industria! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n oslnboíocimonlo indus-
lriní. 1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do comunicnçño proslndos n oslnbo-
íocimonlo induslriní do coopornlivn.
5.303 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto comcrcia! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n oslnboíocimonlo co-
morciní. 1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do comunicnçño proslndos n osln-
boíocimonlo comorciní do coopornlivn.
163
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
5.304 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto dc prcstador dc
scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño
n oslnboíocimonlo proslndor do sorviço do lrnnsporlo.
5.305 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto dc gcradora ou
dc distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços
do comunicnçño n oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin oíélricn.
5.306 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto dc produtor ru-
ra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n oslnboíocimonlo
do produlor rurní.
5.307 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a nño contribuintc - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n possons lísicns ou n possons |urídicns
nño indicndns nos codigos nnlorioros.
5.350 - IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt TRAMSICRTt
5.351 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc para cxccuçño dc scrviço da mcsma
naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo doslinndos às
proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
5.352 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto industria! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n oslnboíocimonlo induslriní.
1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do lrnnsporlo proslndos n oslnboíocimonlo
induslriní do coopornlivn.
5.353 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto comcrcia! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n oslnboíocimonlo comorciní.
1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do lrnnsporlo proslndos n oslnboíocimonlo
comorciní do coopornlivn.
5.354 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto dc prcstador dc
scrviço dc comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo
n oslnboíocimonlo proslndor do sorviços do comunicnçño.
5.355 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto dc gcradora ou dc
distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do
lrnnsporlo n oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin oíélricn.
5.356 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto dc produtor rura! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n oslnboíocimonlo do produ-
lor rurní.
5.357 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a nño contribuintc - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n possons lísicns ou n possons |urídicns nño
indicndns nos codigos nnlorioros.
5.359 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a contribuintc ou a nño contribuintc
164
ROBERTO DIAS DUARTE
quando a mcrcadoria transportada cstá dispcnsada dc cmissño dc nota íisca! - Classi-
licnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n conlribuinlos ou n nño conlri-
buinlos, oxcíusivnmonlo qunndo nño oxislo n obrignçño íogní do omissño do noln liscní pnrn n
morcndorin lrnnsporlndn.
5.360 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a contribuintc substituto cm rc!açño
ao scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo
n conlribuinlo no quní lonhn sido nlribuídn n condiçño do subslilulo lribulário do imposlo sobro
n proslnçño dos sorviços.
5.400 - SAÍDAS Dt MtRCADCR!AS SO]t!TAS AC RtC!Mt Dt SOBST!TO!ÇÃC TR!BOTÁR!A
5.401 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto cm opcraçño com produto
su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária, na condiçño dc contribuintc substituto -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio
oslnboíocimonlo om opornçoos com produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin, nn
condiçño do conlribuinlo subslilulo. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do pro-
dulos induslriníizndos por oslnboíocimonlo induslriní ou produlor rurní do coopornlivn su|oilos
no rogimo do subsliluiçño lribulárin, nn condiçño do conlribuinlo subslilulo.
5.402 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto dc produto su¡cito ao rcgimc dc
substituiçño tributária, cm opcraçño cntrc contribuintcs substitutos do mcsmo produto -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin
induslriníizndos no oslnboíocimonlo, om opornçoos onlro conlribuinlos subslilulos do mosmo
produlo.
5.403 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cm opcraçño
com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuin-
tc substituto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros, nn condiçño do conlribuinlo subslilulo, om opornçño com morcndorins su|oilns no
rogimo do subsliluiçño lribulárin.
5.405 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cm opcraçño
com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuin-
tc substituído - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros om opornçño com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin, nn con-
diçño do conlribuinlo subsliluído.

5.408 - Transícrência dc produçño do cstabc!ccimcnto cm opcraçño com pro-
duto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo os produlos
induslriníizndos ou produzidos no proprio oslnboíocimonlo om lrnnslorencin pnrn oulro oslnbo-
íocimonlo dn mosmn omprosn do produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
5.409 - Transícrência dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cm opc-
raçño com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns lrnnslorencins pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, do morcndorins ndqui-
ridns ou rocobidns do lorcoiros quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no
oslnboíocimonlo, om opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
165
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
5.410 - Dcvo!uçño dc compra para industria!izaçño ou produçño rura! cm opc-
raçño com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom uliíizndns om procosso do indus-
lriníiznçño ou produçño rurní cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns como ºComprn pnrn in-
duslriníiznçño ou produçño rurní om opornçño com morcndorin su|oiln no rogimo do subsliluiçño
lribulárin¨.
5.411 - Dcvo!uçño dc compra para comcrcia!izaçño cm opcraçño com mcrca-
doria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíu-
çoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom comorciníizndns, cu|ns onlrndns lonhnm sido cíns-
silicndns como ºComprn pnrn comorciníiznçño om opornçño com morcndorin su|oiln no rogimo
do subsliluiçño lribulárin¨.
5.412 - Dcvo!uçño dc bcm do ativo imobi!izado, cm opcraçño com mcrcadoria
su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do
bons ndquiridos pnrn inlogrnr o nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo, cu|n onlrndn lonhn sido
cínssilicndn no codigo º1.406 - Comprn do bom pnrn o nlivo imobiíizndo cu|n morcndorin oslá
su|oiln no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
5.413 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria dcstinada ao uso ou consumo, cm opcraçño
com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn uso ou consumo do oslnboíocimonlo, cu|n onlrn-
dn lonhn sido cínssilicndn no codigo º1.407 - Comprn do morcndorin pnrn uso ou consumo cu|n
morcndorin oslá su|oiln no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
5.414 - Rcmcssa dc produçño do cstabc!ccimcnto para vcnda íora do cstabc!c-
cimcnto cm opcraçño com produto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns romossns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio
oslnboíocimonlo pnrn sorom vondidos lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos,
om opornçoos com produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
5.415 - Rcmcssa dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros para vcnda
fora do estabelecimento, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição
tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros pnrn sorom vondidns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos, om
opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
5.450 - S!STtMAS Dt !MTtCRAÇÃC
5.451 - Rcmcssa dc anima! c dc insumo para cstabc!ccimcnto produtor - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns snídns roloronlos à romossn do nnimnis o do insumos pnrn crinçño do
nnimnis no sislomn inlogrndo, lnis como: pinlos, íoiloos, rnçoos o modicnmonlos.
5.500 - RtMtSSAS IARA fCRMAÇÃC Dt lCTt t CCM f!M tSItCÍf!CC Dt
tXICRTAÇÃC t tVtMTOA!S DtVClOÇCtS
5.501 - Rcmcssa dc produçño do cstabc!ccimcnto, com íim cspccííico dc cx-
portaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns do produlos induslriníizndos ou produzidos
poío proprio oslnboíocimonlo, romolidos com lim ospocílico do oxporlnçño n trading company,
166
ROBERTO DIAS DUARTE
omprosn comorciní oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do romolonlo.
5.502 - Rcmcssa dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, com íim cs-
pccííico dc cxportaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns do morcndorins ndquiridns ou
rocobidns do lorcoiros, romolidns com lim ospocílico do oxporlnçño n trading company, omprosn
comorciní oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do romolonlo.
5.503 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida com íim cspccííico dc cxportaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos ololundns por trading company, omprosn comorciní
oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do doslinnlário, do morcndorins rocobidns com lim ospo-
cílico do oxporlnçño, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º1.501 - Lnlrndn do
morcndorin rocobidn com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
5.504 - Rcmcssa dc mcrcadorias para íormaçño dc !otc dc cxportaçño, dc pro-
dutos industria!izados ou produzidos pc!o proprio cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns romossns do morcndorins pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño, do produlos induslrin-
íizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo.
5.505 - Rcmcssa dc mcrcadorias, adquiridas ou rcccbidas dc tcrcciros, para
íormaçño dc !otc dc cxportaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do morcndorins,
ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño.
5.550 - CItRAÇCtS CCM BtMS Dt AT!VC !MCB!l!ZADC t MATtR!A!S IARA OSC
OU CONSUMO
5.551 - Vcnda dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns
do bons inlogrnnlos do nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo.
5.552 - Transícrência dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo
os bons do nlivo imobiíizndo lrnnsloridos pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
5.553 - Dcvo!uçño dc compra dc bcm para o ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns dovoíuçoos do bons ndquiridos pnrn inlogrnr o nlivo imobiíizndo do oslnboíoci-
monlo, cu|n onlrndn loi cínssilicndn no codigo º1.551 - Comprn do bom pnrn o nlivo imobiíizndo¨.
5.554 - Rcmcssa dc bcm do ativo imobi!izado para uso íora do cstabc!ccimcnto -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do bons do nlivo imobiíizndo pnrn uso lorn do oslnboíocimonlo.
5.555 - Dcvo!uçño dc bcm do ativo imobi!izado dc tcrcciro, rcccbido para uso
no cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns om dovoíuçño, do bons do nlivo
imobiíizndo do lorcoiros, rocobidos pnrn uso no oslnboíocimonlo, cu|n onlrndn lonhn sido cínssi-
licndn no codigo º1.555 - Lnlrndn do bom do nlivo imobiíizndo do lorcoiro, romolido pnrn uso
no oslnboíocimonlo¨.
5.556 - Dcvo!uçño dc compra dc matcria! dc uso ou consumo - Cínssilicnm-so nos-
lo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo, cu|n
onlrndn lonhn sido cínssilicndn no codigo º1.556 - Comprn do mnloriní pnrn uso ou consumo¨.
5.557 - Transícrência dc matcria! dc uso ou consumo - Cínssilicnm-so noslo codigo
os mnlorinis pnrn uso ou consumo lrnnsloridos pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
167
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
5.600 - CRtD!TCS t RtSSARC!MtMTCS Dt !CMS
5.601 - Transícrência dc credito dc !CMS acumu!ado - Cínssilicnm-so noslo codigo
os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro dn lrnnslorencin do crédilos do lCMS pnrn oulrns omprosns.
5.602 - Transícrência dc sa!do crcdor dc !CMS para outro cstabc!ccimcnto da
mcsma cmprcsa, dcstinado ù compcnsaçño dc sa!do dcvcdor dc !CMS - Cínssilicnm-so
noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro dn lrnnslorencin do snídos crodoros do lCMS
pnrn oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn, doslinndos à componsnçño do snído dovodor
do oslnboíocimonlo, incíusivo no cnso do npurnçño conlrníizndn do imposlo.
5.603 - Rcssarcimcnto dc !CMS rctido por substituiçño tributária - Cínssilicnm-so
noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro do rossnrcimonlo do lCMS rolido por subsli-
luiçño lribulárin n conlribuinlo subsliluído, ololundo poío conlribuinlo subslilulo, nns hipolosos
provislns nn íogisínçño npíicávoí.
5.605 - Transícrência dc sa!do dcvcdor dc !CMS dc outro cstabc!ccimcnto da
mcsma cmprcsa - Cínssilicnm-so noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro dn lrnns-
lorencin do snído dovodor do lCMS pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn ololi-
vnçño dn npurnçño conlrníizndn do imposlo.
5.606 - Lliíiznçño do snído crodor do lCMS pnrn oxlinçño por componsnçño do débilos
liscnis.
5.650 - SAÍDAS Dt CCMBOSTÍVt!S, DtR!VADCS CO MÃC Dt ItTRCltC t
LUBRIFICANTES
5.651 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc!ccimcnto
dcstinado ù industria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do com-
buslívois ou íubrilicnnlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo doslinndos à induslriníiznçño do
proprio produlo, incíusivo nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlu-
rnmonlo lonhn sido cínssilicndo no codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos
lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
5.652 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc!ccimcnto
dcstinado ù comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou
íubrilicnnlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo doslinndos à comorciníiznçño, incíusivo nquo-
íns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo no
codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn
onlrogn lulurn¨.
5.653 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc!ccimcnto
dcstinado a consumidor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combus-
lívois ou íubrilicnnlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo doslinndos n consumo om procosso
do induslriníiznçño do oulros produlos, à proslnçño do sorviços ou n usuário linní, incíusivo
nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo
no codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn
pnrn onlrogn lulurn¨.
168
ROBERTO DIAS DUARTE
5.654 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcrcci-
ros dcstinado ù industria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do
combuslívois ou íubrilicnnlos ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros doslinndos à induslriníiznçño
do proprio produlo, incíusivo nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o ln-
lurnmonlo lonhn sido cínssilicndo no codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos
lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
5.655 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcrcciros
dcstinado ù comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou íu-
brilicnnlos ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros doslinndos à comorciníiznçño, incíusivo nquoíns
docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo no
codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn
onlrogn lulurn¨.
5.656 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcrcciros
dcstinado a consumidor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combus-
lívois ou íubrilicnnlos ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros doslinndos n consumo om procosso
do induslriníiznçño do oulros produlos, à proslnçño do sorviços ou n usuário linní, incíusivo
nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo
no codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn
pnrn onlrogn lulurn¨.
5.657 - Rcmcssa dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcr-
cciros para vcnda íora do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do
combuslívois ou íubrilicnnlo, ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros pnrn sorom vondidos lorn do
oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos.
5.658 - Transícrência dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc-
!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins do combuslívois ou íubrilicnnlos,
induslriníizndos no oslnboíocimonlo, pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn. Acroscido
o CFCP 5.651 o rospoclivn noln oxpíicnlivn poío A|uslo SlNlLF 09/03, oloilos n pnrlir do 1º do
|nnoiro do 2004.
5.659 - Transícrência dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc
tcrcciro - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins do combuslívois ou íubrilicnnlos, ndqui-
ridos ou rocobidos do lorcoiros, pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
5.660 - Dcvo!uçño dc compra dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido para in-
dustria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do comprns do com-
buslívois ou íubrilicnnlos ndquiridos pnrn induslriníiznçño do proprio produlo, cu|ns onlrndns
lonhnm sido cínssilicndns como ºComprn do combuslívoí ou íubrilicnnlo pnrn induslriníiznçño
subsoquonlo¨.
5.661 - Dcvo!uçño dc compra dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido para
comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do comprns do combuslívois ou
íubrilicnnlos ndquiridos pnrn comorciníiznçño, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns como
ºComprn do combuslívoí ou íubrilicnnlo pnrn comorciníiznçño¨.
5.662 - Dcvo!uçño dc compra dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido por
169
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
consumidor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do comprns do com-
buslívois ou íubrilicnnlos ndquiridos pnrn consumo om procosso do induslriníiznçño do oulros
produlos, nn proslnçño do sorviços ou por usuário linní, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns
como ºComprn do combuslívoí ou íubrilicnnlo por consumidor ou usuário linní¨.
5.663 - Rcmcssa para armazcnagcm dc combustívc! ou !ubriíicantc - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns romossns pnrn nrmnzonngom do combuslívois ou íubrilicnnlos.
5.664 - Rctorno dc combustívc! ou !ubriíicantc rcccbido para armazcnagcm -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do combuslívois ou íubrilicnnlos, rocobi-
dos pnrn nrmnzonngom.
5.665 - Rctorno simbo!ico dc combustívc! ou !ubriíicantc rcccbido para arma-
zcnagcm - Cínssilicnm-so noslo codigo os rolornos simboíicos do combuslívois ou íubrilicnnlos
rocobidos pnrn nrmnzonngom, qunndo ns morcndorins nrmnzonndns lonhnm sido ob|olo do snídn
n quníquor líluío o nño dovnm rolornnr no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
5.666 - Rcmcssa por conta c ordcm dc tcrcciros dc combustívc! ou !ubriíicantc
rcccbido para armazcnagcm - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns por conln o ordom do
lorcoiros, do combuslívois ou íubrilicnnlos, rocobidos nnloriormonlo pnrn nrmnzonngom.
5.667 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc a consumidor ou usuário íina!
cstabc!ccido cm outra unidadc da fcdcraçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do
combuslívois ou íubrilicnnlos n consumidor ou n usuário linní oslnboíocido om oulrn unidndo dn
Fodornçño, cu|o nbnslocimonlo lonhn sido ololundo nn unidndo dn Fodornçño do romolonlo.
5.900 - COTRAS SAÍDAS Dt MtRCADCR!AS CO IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS
5.901 - Rcmcssa para industria!izaçño por cncomcnda - Cínssilicnm-so noslo codi-
go ns romossns do insumos romolidos pnrn induslriníiznçño por oncomondn, n sor roníizndn om
oulrn omprosn ou om oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
5.902 - Rctorno dc mcrcadoria uti!izada na industria!izaçño por cncomcnda -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns, poío oslnboíocimonlo induslriníizndor, dos insumos ro-
cobidos pnrn induslriníiznçño o incorporndos no produlo linní, por oncomondn do oulrn omprosn
ou do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn. C vníor dos insumos nosln opornçño dovorá sor
iguní no vníor dos insumos rocobidos pnrn induslriníiznçño.
5.903 - Rctorno dc mcrcadoria rcccbida para industria!izaçño c nño ap!icada no
rcícrido proccsso - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do insumos rocobi-
dos pnrn induslriníiznçño o nño npíicndos no rolorido procosso.
5.904 - Rcmcssa para vcnda íora do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns romossns do morcndorins pnrn vondn lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos.
5.905 - Rcmcssa para dcposito ícchado ou armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns romossns do morcndorins pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
5.906 - Rctorno dc mcrcadoria dcpositada cm dcposito ícchado ou armazem gc-
170
ROBERTO DIAS DUARTE
ra! - Cínssilicnm-so noslo codigo os rolornos do morcndorins doposilndns om doposilo lochndo
ou nrmnzém gorní no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
5.907 - Rctorno simbo!ico dc mcrcadoria dcpositada cm dcposito ícchado ou
armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo os rolornos simboíicos do morcndorins rocobi-
dns pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, qunndo ns morcndorins doposilndns
lonhnm sido ob|olo do snídn n quníquor líluío o quo nño dovnm rolornnr no oslnboíocimonlo
doposilnnlo.
5.908 - Rcmcssa dc bcm por conta dc contrato dc comodato - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns romossns do bons pnrn o cumprimonlo do conlrnlo do comodnlo.
5.909 - Rctorno dc bcm rcccbido por conta dc contrato dc comodato - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns romossns do bons om dovoíuçño npos cumprido o conlrnlo do comodnlo.
5.910 - Rcmcssa cm boniíicaçño, doaçño ou brindc - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns romossns do morcndorins n líluío do bonilicnçño, donçño ou brindo.
5.911 - Rcmcssa dc amostra grátis - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do
morcndorins n líluío do nmoslrn grális.
5.912 - Rcmcssa dc mcrcadoria ou bcm para dcmonstraçño - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns romossns do morcndorins ou bons pnrn domonslrnçño.
5.913 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para dcmonstraçño - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do morcndorins ou bons rocobidos pnrn domons-
lrnçño.
5.914 - Rcmcssa dc mcrcadoria ou bcm para cxposiçño ou ícira - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns romossns do morcndorins ou bons pnrn oxposiçño ou loirn.

5.915 - Rcmcssa dc mcrcadoria ou bcm para conscrto ou rcparo - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns romossns do morcndorins ou bons pnrn consorlo ou ropnro.
5.916 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para conscrto ou rcparo -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do morcndorins ou bons rocobidos pnrn
consorlo ou ropnro.
5.917 - Rcmcssa dc mcrcadoria cm consignaçño mcrcanti! ou industria! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns romossns do morcndorins n líluío do consignnçño morcnnlií ou indus-
lriní.
5.918 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida cm consignaçño mcrcanti! ou in-
dustria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins rocobidns nnloriormonlo n
líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
5.919 - Dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadoria vcndida ou uti!izada cm proccsso
industrial, recebida anteriormente em consignação mercantil ou industrial - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns dovoíuçoos simboíicns do morcndorins vondidns ou uliíizndns om procosso in-
171
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
duslriní, quo lonhnm sido rocobidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
5.920 - Rcmcssa dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns
do vnsiíhnmo ou sncnrin.
5.921 - Dcvo!uçño dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns
por dovoíuçño do vnsiíhnmo ou sncnrin.
5.922 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc simp!cs íaturamcnto dccorrcntc dc vcn-
da para cntrcga íutura - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros ololundos n líluío do simpíos
lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn.
5.923 - Rcmcssa dc mcrcadoria por conta c ordcm dc tcrcciros, cm vcnda ù
ordcm ou cm opcraçocs com armazem gcra! ou dcposito ícchado - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns snídns corrospondonlos à onlrogn do morcndorins por conln o ordom do lorcoiros, om
vondns à ordom, cu|n vondn no ndquironlo originário loi cínssilicndn nos codigos º5.118 - Von-
dn do produçño do oslnboíocimonlo onlroguo no doslinnlário por conln o ordom do ndquironlo
originário, om vondn à ordom¨ ou º5.119 - Vondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do
lorcoiros onlroguo no doslinnlário por conln o ordom do ndquironlo originário, om vondn à or-
dom¨. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns romossns, por conln o ordom do lorcoiros, do
morcndorins doposilndns ou pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
5.924 - Rcmcssa para industria!izaçño por conta c ordcm do adquircntc da mcr-
cadoria, quando csta nño transitar pc!o cstabc!ccimcnto do adquircntc - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns snídns do insumos com doslino n oslnboíocimonlo induslriníizndor, pnrn sorom
induslriníizndos por conln o ordom do ndquironlo, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm
lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo dos mosmos.
5.925 - Rctorno dc mcrcadoria rcccbida para industria!izaçño por conta c ordcm
do adquirente da mercadoria, quando aquela não transitar pelo estabelecimento do ad-
quircntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns, poío oslnboíocimonlo induslriníizndor, dos
insumos rocobidos, por conln o ordom do ndquironlo, pnrn induslriníiznçño o incorporndos no
produlo linní, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do
ndquironlo. C vníor dos insumos nosln opornçño dovorá sor iguní no vníor dos insumos rocobidos
pnrn induslriníiznçño.
5.926 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc rcc!assiíicaçño dc mcrcadoria dccor-
rcntc dc íormaçño dc kit ou dc sua dcsagrcgaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros
ololundos n líluío do rocínssilicnçño docorronlo do lormnçño do kil do morcndorins ou do sun
dosngrognçño.
5.927 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc baixa dc cstoquc dccorrcntc dc pcrda,
roubo ou dctcrioraçño - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros ololundos n líluío do bnixn do
osloquo docorronlo do pordn, roubou ou doloriornçño dns morcndorins.
5.928 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc baixa dc cstoquc dccorrcntc do cnccr-
ramcnto da atividadc da cmprcsa - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros ololundos n líluío
do bnixn do osloquo docorronlo do oncorrnmonlo dns nlividndos dn omprosn.
172
ROBERTO DIAS DUARTE
5.929 - lançamcnto cíctuado cm dccorrência dc cmissño dc documcnto íisca!
rc!ativo a opcraçño ou prcstaçño tambem rcgistrada cm cquipamcnto tmissor dc Cupom
fisca! (tCf) - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros roínlivos nos documonlos liscnis omilidos
om opornçoos ou proslnçoos quo lnmbém lonhnm sido rogislrndns om oquipnmonlo Lmissor do
Cupom Fiscní (LCF).
5.931 - lançamcnto cíctuado cm dccorrência da rcsponsabi!idadc dc rctcnçño
do imposto por substituição tributária, atribuída ao remetente ou alienante da mercado-
ria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transporta-
dor nño inscrito na Onidadc da fcdcraçño ondc iniciado o scrviço - Cínssilicnm-so noslo
codigo oxcíusivnmonlo os ínnçnmonlos ololundos poío romolonlo ou níionnnlo dn morcndorin
qunndo ího lor nlribuídn n rosponsnbiíidndo poío rocoíhimonlo do imposlo dovido poío sorviço
do lrnnsporlo roníizndo por lrnnsporlndor nulónomo ou por lrnnsporlndor nño inscrilo nn Lnidn-
do dn Fodornçño ondo inicindo o sorviço.
5.932 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc iniciada cm Onidadc da fcdcraçño
divcrsa daquc!a ondc inscrito o prcstador - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do
sorviço do lrnnsporlo quo lonhnm sido inicindns om unidndo dn Fodornçño divorsn dnquoín ondo
o proslndor oslá inscrilo como conlribuinlo.
5.933 - Ircstaçño dc scrviço tributado pc!o !SSQM - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns proslnçoos do sorviços, do compolencin municipní, dosdo quo inlormndos om Noln Fiscní
modoío 1 ou 1-A.
5.934 - Rcmcssa simbo!ica dc mcrcadoria dcpositada cm armazem gcra! ou
dcposito ícchado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns simboíicns do morcndorins dopo-
silndns om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, ololundns nns silunçoos om quo hn|n n lrnnsmis-
sño do propriodndo com n pormnnencin dns morcndorins om doposilo ou qunndo n morcndorin
lonhn sido onlroguo poío romolonlo dirolnmonlo n doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
5.949 - Cutra saída dc mcrcadoria ou prcstaçño dc scrviço nño cspcciíicado -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns oulrns snídns do morcndorins ou proslnçoos do sorviços quo nño
lonhnm sido ospocilicndos nos codigos nnlorioros.
6.000 - SAÍDAS CO IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS IARA COTRCS tSTADCS
Cínssilicnm-so, noslo grupo, ns opornçoos ou proslnçoos om quo o oslnboíocimonlo romolonlo
oslo|n íocníizndo om unidndo dn Fodornçño divorsn dnquoín do doslinnlário.
6.100 - VtMDAS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A CO Dt TtRCt!RCS
6.101 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo. 1nmbém sorño
cínssilicndns noslo codigo ns vondns do morcndorins por oslnboíocimonlo induslriní ou produlor
rurní do coopornlivn doslinndns n sous cooporndos ou n oslnboíocimonlo do oulrn coopornlivn.
6.102 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn induslriníi-
znçño ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
oslnboíocimonlo. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do morcndorins por oslnbo-
íocimonlo comorciní do coopornlivn doslinndns n sous cooporndos ou oslnboíocimonlo do oulrn
coopornlivn.
6.103 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, cíctuada íora do cstabc!cci-
mcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololundns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por
moio do voícuío, do produlos induslriníizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo.
6.104 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, cíctuada íora
do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololundns lorn do oslnboíocimon-
lo, incíusivo por moio do voícuío, do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn in-
duslriníiznçño ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní
no oslnboíocimonlo.
6.105 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto quc nño dcva por c!c transitar -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo, nrmnzo-
nndos om doposilo lochndo, nrmnzém gorní ou oulro som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo
doposilnnlo.
6.106 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, quc nño dcva
por c!c transitar - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobi-
dns do lorcoiros pnrn induslriníiznçño ou comorciníiznçño, nrmnzonndns om doposilo lochndo,
nrmnzém gorní ou oulro, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no osln-
boíocimonlo som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo doposilnnlo. 1nmbém sorño cínssilicndns
noslo codigo ns vondns do morcndorins imporlndns, cu|n snídn ocorrn do rocinlo nílnndogndo ou
dn ropnrliçño nílnndogárin ondo so procossou o dosombnrnço ndunnoiro, com doslino no oslnbo-
íocimonlo do comprndor, som lrnnsilnr poío oslnboíocimonlo do imporlndor.
6.107 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, dcstinada a nño contribuintc -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos ou produzidos por oslnbo-
íocimonlo do produlor rurní, doslinndns n nño conlribuinlos. Qunisquor opornçoos do vondn
doslinndns n nño conlribuinlos dovorño sor cínssilicndns noslo codigo.
6.108 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, dcstinada a
nño contribuintc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou ro-
cobidns do lorcoiros pnrn induslriníiznçño ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo
do quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo, doslinndns n nño conlribuinlos. Qunisquor
opornçoos do vondn doslinndns n nño conlribuinlos dovorño sor cínssilicndns noslo codigo.
6.109 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, dcstinada ù Zona franca dc
Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos in-
duslriníizndos ou produzido poío proprio oslnboíocimonlo, doslinndos à Zonn Frnncn do Mnnnus
ou Arons do Livro Comércio.
6.110 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, dcstinada ù
Zona franca dc Manaus ou Árcas dc livrc Comercio - Cínssilicnm-so noslo codigo ns von-
dns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, doslinndns à Zonn Frnncn do Mnnnus
ou Arons do Livro Comércio, dosdo quo nícnnçndns poíos bonolícios liscnis do quo lrnlnm o
Docrolo-Loi n 288, do 28 do lovoroiro do 1967, o Convenio lCM 65/88, do 6 do dozombro do
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ROBERTO DIAS DUARTE
1988, o Convenio lCMS 36/97, do 23 do mnio do 1997, o o Convenio lCMS 37/97, do 23 do
mnio do 1997.
6.111 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto rcmctida antcriormcntc cm con-
signaçño industria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do produlos induslriníizn-
dos no oslnboíocimonlo romolidos nnloriormonlo n líluío do consignnçño induslriní.
6.112 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc Tcrcciros rcmctida an-
tcriormcntc cm consignaçño industria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do
morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor pro-
cosso induslriní no oslnboíocimonlo, romolidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño induslriní.
6.113 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto rcmctida antcriormcntc cm con-
signaçño mcrcanti! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do produlos induslriníizn-
dos no oslnboíocimonlo romolidos nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií.
6.114 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros rcmctida an-
tcriormcntc cm consignaçño mcrcanti! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns ololivns do
morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor pro-
cosso induslriní no oslnboíocimonlo, romolidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií.
6.115 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, rcccbida an-
tcriormcntc cm consignaçño mcrcanti! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos
induslriníizndos ou produzido poío proprio oslnboíocimonlo, qunndo dn snídn roní do produlo,
cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo no codigo º6.922 - Lnnçnmonlo ololundo n líluío do
simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨. Cínssilicnm-so noslo codigo ns
vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, rocobidns nnloriormonlo n líluío do
consignnçño morcnnlií.
6.116 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto originada dc cncomcnda para
cntrcga íutura - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos ou produ-
zido poío proprio oslnboíocimonlo, qunndo dn snídn roní do produlo, cu|o lnlurnmonlo lonhn
sido cínssilicndo no codigo º6.922 - Lnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo do-
corronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
6.117 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, originada dc
cncomcnda para cntrcga íutura - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins nd-
quiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní
no oslnboíocimonlo, qunndo dn snídn roní dn morcndorin, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssili-
cndo no codigo º6.922 - Lnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do
vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
6.118 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto cntrcguc ao dcstinatário por
conta c ordcm do adquircntc originário, cm vcnda ù ordcm - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns vondns à ordom do produlos induslriníizndos poío oslnboíocimonlo, onlroguos no doslinnlário
por conln o ordom do ndquironlo originário.
6.119 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cntrcguc ao
dcstinatário por conta c ordcm do adquircntc originário, cm vcnda ù ordcm - Classifi-
175
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
cnm-so noslo codigo ns vondns à ordom do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros,
quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo, onlroguos no
doslinnlário por conln o ordom do ndquironlo originário.
6.120 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cntrcguc ao
dcstinatário pc!o vcndcdor rcmctcntc, cm vcnda ù ordcm - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns vondns à ordom do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, quo nño lonhnm sido
ob|olo do quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo, onlroguos poío vondodor romolonlo
no doslinnlário, cu|n comprn so|n cínssilicndn, poío ndquironlo originário, no codigo º2.118 -
Comprn do morcndorin poío ndquironlo originário, onlroguo poío vondodor romolonlo no dosli-
nnlário, om vondn à ordom¨.
6.122 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto rcmctida para industria!izaçño,
por conta c ordcm do adquircntc, scm transitar pc!o cstabc!ccimcnto do adquircntc -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo, romo-
lidos pnrn sorom induslriníizndos om oulro oslnboíocimonlo, por conln o ordom do ndquironlo,
som quo os produlos lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo.
6.123 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros rcmctida para
industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento
do adquircntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo,
romolidns pnrn sorom induslriníizndns om oulro oslnboíocimonlo, por conln o ordom do ndqui-
ronlo, som quo ns morcndorins lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo.
6.124 - !ndustria!izaçño cíctuada para outra cmprcsa - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns snídns do morcndorins induslriníizndns pnrn lorcoiros, comproondondo os vníoros roloronlos
nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodndo do induslriníizndor omprogndns no
procosso induslriní.
6.125 - !ndustria!izaçño cíctuada para outra cmprcsa quando a mcrcadoria rccc-
bida para utilização no processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento
adquircntc da mcrcadoria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns do morcndorins induslrin-
íizndns pnrn oulrns omprosns, om quo ns morcndorins rocobidns pnrn uliíiznçño no procosso do
induslriníiznçño nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo dns morcndorins,
comproondondo os vníoros roloronlos nos sorviços proslndos o os dns morcndorins do propriodn-
do do induslriníizndor omprogndns no procosso induslriní.
6.150 - TRAMSftRÍMC!AS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A CO Dt TtRCt!RCS
6.151 - Transícrência dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo co-
digo os produlos induslriníizndos ou produzidos poío oslnboíocimonlo om lrnnslorencin pnrn
oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
6.152 - Transícrência dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros - Classi-
licnm-so noslo codigo ns morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn induslriníiznçño,
comorciníiznçño ou pnrn uliíiznçño nn proslnçño do sorviços o quo nño lonhnm sido ob|olo do
quníquor procosso induslriní no oslnboíocimonlo, lrnnsloridns pnrn oulro oslnboíocimonlo dn
mosmn omprosn.
176
ROBERTO DIAS DUARTE
6.153 - Transícrência dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslo-
rencins do onorgin oíélricn pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn dislribuiçño.
6.155 - Transícrência dc produçño do cstabc!ccimcnto, quc nño dcva por c!c
transitar - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn
omprosn, do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo quo lonhnm sido romolidos pnrn nr-
mnzém gorní, doposilo lochndo ou oulro, som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
6.156 - Transícrência dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, quc nño
dcva por c!c transitar - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins pnrn oulro oslnboíocimonlo
dn mosmn omprosn, do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn induslriníiznçño
ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní, romolidns pnrn
nrmnzém gorní, doposilo lochndo ou oulro, som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
6.200 - DtVClOÇCtS Dt CCMIRAS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC
RORAl, CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO AMOlAÇCtS Dt VAlCRtS
6.201 - Dcvo!uçño dc compra para industria!izaçño ou produçño rura! - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom uliíizndns om procosso
do induslriníiznçño ou produçño rurní, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns como º2.201 -
Comprn pnrn induslriníiznçño ou produçño rurní¨.
6.202 - Dcvo!uçño dc compra para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom comorciníizndns, cu|ns onlrndns lonhnm
sido cínssilicndns como ºComprn pnrn comorciníiznçño¨.
6.205 - Anu!açño dc va!or rc!ativo a aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo,
docorronlos dns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño.
6.206 - Anu!açño dc va!or rc!ativo a aquisiçño dc scrviço dc transportc - Classi-
licnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docor-
ronlos dns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo.
6.207 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù compra dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docorronlos dn
comprn do onorgin oíélricn.
6.208 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida cm transícrência para industria!iza-
çño ou produçño rura! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins rocobidns
om lrnnslorencin do oulros oslnboíocimonlos dn mosmn omprosn, pnrn sorom uliíizndns om pro-
cosso do induslriníiznçño ou produçño rurní.
6.209 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida cm transícrência para comcrcia!iza-
çño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins rocobidns om lrnnslorencin do
oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, pnrn sorom comorciníizndns.
6.210 - Dcvo!uçño dc compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn uliíiznçño nn proslnçño do
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
sorviços, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns nos codigos º1.126 - Comprn pnrn uliíiznçño
nn proslnçño do sorviço su|oiln no lCMS¨ o º2.128 - Comprn pnrn uliíiznçño nn proslnçño do
sorviço su|oiln no lSSQN¨.
6.250 - VtMDAS Dt tMtRC!A tltTR!CA
6.251 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para distribuiçño ou comcrcia!izaçño - Classi-
licnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn à dislribuiçño ou comorciníiznçño.
1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn n coopornlivns
pnrn dislribuiçño nos sous cooporndos.
6.252 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto industria! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por oslnboíocimonlo induslriní. 1nm-
bém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn n oslnboíocimonlo
induslriní do coopornlivn.
6.253 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto comcrcia! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por oslnboíocimonlo comorciní. 1nm-
bém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn doslinndn n oslnboíocimonlo
comorciní do coopornlivn.
6.254 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por osln-
boíocimonlo do proslndor do sorviços do lrnnsporlo.
6.255 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto prcstador dc scrviço dc
comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por
oslnboíocimonlo do proslndor do sorviços do comunicnçño.
6.256 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para cstabc!ccimcnto dc produtor rura! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por oslnboíocimonlo do
produlor rurní.
6.257 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para consumo por dcmanda contratada - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns vondns do onorgin oíélricn pnrn consumo por domnndn conlrnlndn,
quo provníocorá sobro os domnis codigos doslo subgrupo.
6.258 - Vcnda dc cncrgia c!etrica a nño contribuintc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
vondns do onorgin oíélricn n possons lísicns ou n possons |urídicns nño indicndns nos codigos nnlorioros.
6.300 - IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt CCMOM!CAÇÃC
6.301 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño para cxccuçño dc scrviço da mcs-
ma naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño doslinn-
dos às proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
6.302 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto industria! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n oslnboíocimonlo indus-
lriní. 1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do comunicnçño proslndos n oslnbo-
íocimonlo induslriní do coopornlivn.
178
ROBERTO DIAS DUARTE
6.303 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto comcrcia! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n oslnboíocimonlo co-
morciní. 1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do comunicnçño proslndos n osln-
boíocimonlo comorciní do coopornlivn.
6.304 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto dc prcstador dc
scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño
n oslnboíocimonlo proslndor do sorviço do lrnnsporlo.
6.305 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto dc gcradora ou
dc distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços
do comunicnçño n oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin oíélricn.
6.306 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a cstabc!ccimcnto dc produtor ru-
ra! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n oslnboíocimonlo
do produlor rurní.
6.307 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño a nño contribuintc - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño n possons lísicns ou n possons |urídicns
nño indicndns nos codigos nnlorioros.
6.350 - IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt TRAMSICRTt
6.351 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc para cxccuçño dc scrviço da mcsma
naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo doslinndos às
proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
6.352 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto industria! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n oslnboíocimonlo induslriní.
1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do lrnnsporlo proslndos n oslnboíocimonlo
induslriní do coopornlivn.
6.353 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto comcrcia! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n oslnboíocimonlo comorciní.
1nmbém sorño cínssilicndos noslo codigo os sorviços do lrnnsporlo proslndos n oslnboíocimonlo
comorciní do coopornlivn.
6.354 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto dc prcstador dc
scrviço dc comunicaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo
n oslnboíocimonlo proslndor do sorviços do comunicnçño.
6.355 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto dc gcradora ou dc
distribuidora dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do
lrnnsporlo n oslnboíocimonlo do gorndorn ou do dislribuidorn do onorgin oíélricn.
6.356 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a cstabc!ccimcnto dc produtor rura! -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n oslnboíocimonlo do produ-
lor rurní.
179
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
6.357 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a nño contribuintc - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n possons lísicns ou n possons |urídicns nño
indicndns nos codigos nnlorioros.
6.359 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a contribuintc ou a nño contribuintc
quando a mcrcadoria transportada cstá dispcnsada dc cmissño dc nota íisca! - Classi-
licnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo n conlribuinlos ou n nño conlri-
buinlos, oxcíusivnmonlo qunndo nño oxislo n obrignçño íogní do omissño do noln liscní pnrn n
morcndorin lrnnsporlndn.
6.360 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc a contribuintc substituto cm rc!açño
ao scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do lrnnsporlo
n conlribuinlo no quní lonhn sido nlribuídn n condiçño do subslilulo lribulário do imposlo sobro
n proslnçño dos sorviços.
6.400 - SAÍDAS Dt MtRCADCR!AS SO]t!TAS AC RtC!Mt Dt SOBST!TO!ÇÃC TR!BOTÁR!A
6.401 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto cm opcraçño com produto
su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária, na condiçño dc contribuintc substituto -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos ou produzido poío proprio
oslnboíocimonlo om opornçoos com produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin, nn
condiçño do conlribuinlo subslilulo. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do pro-
dulos induslriníizndos por oslnboíocimonlo induslriní ou produlor rurní do coopornlivn su|oilos
no rogimo do subsliluiçño lribulárin, nn condiçño do conlribuinlo subslilulo.
6.402 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto dc produto su¡cito ao rcgimc dc
substituiçño tributária, cm opcraçño cntrc contribuintcs substitutos do mcsmo produto -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin indus-
lriníizndos no oslnboíocimonlo, om opornçoos onlro conlribuinlos subslilulos do mosmo produlo.
6.403 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cm opcraçño
com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuin-
tc substituto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros, nn condiçño do conlribuinlo subslilulo, om opornçño com morcndorins su|oilns no
rogimo do subsliluiçño lribulárin.
6.404 - Vcnda dc mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária, cu¡o
imposto ¡á tcnha sido rctido antcriormcntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do mor-
cndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin, nn condiçño do subslilulo lribulário, oxcíu-
sivnmonlo nns hipolosos om quo o imposlo |á lonhn sido rolido nnloriormonlo.
6.408 - Transícrência dc produçño do cstabc!ccimcnto cm opcraçño com pro-
duto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo os produlos
induslriníizndos ou produzidos no proprio oslnboíocimonlo om lrnnslorencin pnrn oulro oslnbo-
íocimonlo dn mosmn omprosn do produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
6.409 - Transícrência dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros cm opc-
raçño com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns lrnnslorencins pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn, do morcndorins ndqui-
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ROBERTO DIAS DUARTE
ridns ou rocobidns do lorcoiros quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no
oslnboíocimonlo, om opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
6.410 - Dcvo!uçño dc compra para industria!izaçño ou produçño rura! cm opc-
raçño com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom uliíizndns om procosso do indus-
lriníiznçño ou produçño rurní cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns como ºComprn pnrn in-
duslriníiznçño ou produçño rurní om opornçño com morcndorin su|oiln no rogimo do subsliluiçño
lribulárin¨.
6.411 - Dcvo!uçño dc compra para comcrcia!izaçño cm opcraçño com mcrca-
doria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíu-
çoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom comorciníizndns, cu|ns onlrndns lonhnm sido cíns-
silicndns como ºComprn pnrn comorciníiznçño om opornçño com morcndorin su|oiln no rogimo
do subsliluiçño lribulárin¨.
6.412 - Dcvo!uçño dc bcm do ativo imobi!izado, cm opcraçño com mcrcadoria
su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do
bons ndquiridos pnrn inlogrnr o nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo, cu|n onlrndn lonhn sido
cínssilicndn no codigo º2.406 - Comprn do bom pnrn o nlivo imobiíizndo cu|n morcndorin oslá
su|oiln no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
6.413 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria dcstinada ao uso ou consumo, cm opcraçño
com mcrcadoria su¡cita ao rcgimc dc substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn uso ou consumo do oslnboíocimonlo, cu|n onlrn-
dn lonhn sido cínssilicndn no codigo º2.407 - Comprn do morcndorin pnrn uso ou consumo cu|n
morcndorin oslá su|oiln no rogimo do subsliluiçño lribulárin¨.
6.414 - Rcmcssa dc produçño do cstabc!ccimcnto para vcnda íora do cstabc!c-
cimcnto cm opcraçño com produto su¡cito ao rcgimc dc substituiçño tributária - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns romossns do produlos induslriníizndos ou produzido poío proprio
oslnboíocimonlo pnrn sorom vondidos lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos,
om opornçoos com produlos su|oilos no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
6.415 - Rcmcssa dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros para vcnda
fora do estabelecimento, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição
tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns
do lorcoiros pnrn sorom vondidns lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos, om
opornçoos com morcndorins su|oilns no rogimo do subsliluiçño lribulárin.
6.500 - RtMtSSAS IARA fCRMAÇÃC Dt lCTt t CCM f!M tSItCÍf!CC Dt
tXICRTAÇÃC t tVtMTOA!S DtVClOÇCtS
6.501 - Rcmcssa dc produçño do cstabc!ccimcnto, com íim cspccííico dc cx-
portaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns do produlos induslriníizndos ou produzido
poío proprio oslnboíocimonlo, romolidos com lim ospocílico do oxporlnçño n trading company,
omprosn comorciní oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do romolonlo.
6.502 - Rcmcssa dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, com íim cs-
181
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
pccííico dc cxportaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns do morcndorins ndquiridns ou
rocobidns do lorcoiros, romolidns com lim ospocílico do oxporlnçño n trading company, empresa
comorciní oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do romolonlo.
6.503 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida com íim cspccííico dc cxportaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos ololundns por trading company, empresa comercial
oxporlndorn ou oulro oslnboíocimonlo do doslinnlário, do morcndorins rocobidns com lim ospo-
cílico do oxporlnçño, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º2.501 - Lnlrndn do
morcndorin rocobidn com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
6.504 - Rcmcssa dc mcrcadorias para íormaçño dc !otc dc cxportaçño, dc pro-
dutos industria!izados ou produzidos pc!o proprio cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns romossns do morcndorins pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño, do produlos induslrin-
íizndos ou produzidos poío proprio oslnboíocimonlo.
6.505 - Rcmcssa dc mcrcadorias, adquiridas ou rcccbidas dc tcrcciros, para
íormaçño dc !otc dc cxportaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do morcndorins,
ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros, pnrn lormnçño do íolo do oxporlnçño.
6.550 - CItRAÇCtS CCM BtMS Dt AT!VC !MCB!l!ZADC t MATtR!A!S IARA OSC
OU CONSUMO
6.551 - Vcnda dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns von-
dns do bons inlogrnnlos do nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo.
6.552 - Transícrência dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo
os bons do nlivo imobiíizndo lrnnsloridos pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
6.553 - Dcvo!uçño dc compra dc bcm para o ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns dovoíuçoos do bons ndquiridos pnrn inlogrnr o nlivo imobiíizndo do oslnboíoci-
monlo, cu|n onlrndn loi cínssilicndn no codigo º2.551 - Comprn do bom pnrn o nlivo imobiíizndo¨.
6.554 - Rcmcssa dc bcm do ativo imobi!izado para uso íora do cstabc!ccimcnto -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do bons do nlivo imobiíizndo pnrn uso lorn do oslnboío-
cimonlo.
6.555 - Dcvo!uçño dc bcm do ativo imobi!izado dc tcrcciro, rcccbido para uso
no cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns om dovoíuçño, do bons do nlivo
imobiíizndo do lorcoiros, rocobidos pnrn uso no oslnboíocimonlo, cu|n onlrndn lonhn sido cínssi-
licndn no codigo º2.555 - Lnlrndn do bom do nlivo imobiíizndo do lorcoiro, romolido pnrn uso
no oslnboíocimonlo¨.
6.556 - Dcvo!uçño dc compra dc matcria! dc uso ou consumo - Cínssilicnm-so nos-
lo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo, cu|n
onlrndn lonhn sido cínssilicndn no codigo º2.556 - Comprn do mnloriní pnrn uso ou consumo¨.
6.557 - Transícrência dc matcria! dc uso ou consumo - Cínssilicnm-so noslo codi-
go os mnlorinis do uso ou consumo lrnnsloridos pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
182
ROBERTO DIAS DUARTE
6.600 - CRtD!TCS t RtSSARC!MtMTCS Dt !CMS
6.603 - Rcssarcimcnto dc !CMS rctido por substituiçño tributária - Cínssilicnm-so
noslo codigo os ínnçnmonlos doslinndos no rogislro do rossnrcimonlo do lCMS rolido por subsli-
luiçño lribulárin n conlribuinlo subsliluído, ololundo poío conlribuinlo subslilulo, nns hipolosos
provislns nn íogisínçño npíicávoí.
6.650 - SAÍDAS Dt CCMBOSTÍVt!S, DtR!VADCS CO MÃC Dt ItTRCltC t
LUBRIFICANTES
6.651 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc!ccimcnto
dcstinado ù industria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do com-
buslívois ou íubrilicnnlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo doslinndos à induslriníiznçño do
proprio produlo, incíusivo nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlu-
rnmonlo lonhn sido cínssilicndo no codigo 6.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos
lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
6.652 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc!ccimcnto dcs-
tinado ù comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou íubrilicnnlos
induslriníizndos no oslnboíocimonlo doslinndos à comorciníiznçño, incíusivo nquoíns docorronlos do
oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo no codigo 6.922 - ºLnnçn-
monlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
6.653 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc!ccimcnto
dcstinado a consumidor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combus-
lívois ou íubrilicnnlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo doslinndos n consumo om procosso
do induslriníiznçño do oulros produlos, à proslnçño do sorviços ou n usuário linní, incíusivo
nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo
no codigo 6.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn
pnrn onlrogn lulurn¨.
6.654 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcrcci-
ros dcstinado ù industria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do
combuslívois ou íubrilicnnlos ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros doslinndos à induslriníiznçño
do proprio produlo, incíusivo nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o ln-
lurnmonlo lonhn sido cínssilicndo no codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos
lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
6.655 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcrcciros dcs-
tinado ù comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou íubrilicnnlos
ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros doslinndos à comorciníiznçño, incíusivo nquoíns docorronlos do
oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo no codigo 5.922 - ºLnnçn-
monlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn¨.
6.656 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcrcciros
dcstinado a consumidor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combus-
lívois ou íubrilicnnlos ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros doslinndos n consumo om procosso
do induslriníiznçño do oulros produlos, à proslnçño do sorviços ou n usuário linní, incíusivo
nquoíns docorronlos do oncomondn pnrn onlrogn lulurn, cu|o lnlurnmonlo lonhn sido cínssilicndo
183
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
no codigo 5.922 - ºLnnçnmonlo ololundo n líluío do simpíos lnlurnmonlo docorronlo do vondn
pnrn onlrogn lulurn¨.
6.657 - Rcmcssa dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcr-
cciros para vcnda íora do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do
combuslívois ou íubrilicnnlo, ndquiridos ou rocobidos do lorcoiros pnrn sorom vondidos lorn do
oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos.
6.658 - Transícrência dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc-
!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins do combuslívois ou íubrilicnnlos,
induslriníizndos no oslnboíocimonlo, pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
6.659 - Transícrência dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc
tcrcciro - Cínssilicnm-so noslo codigo ns lrnnslorencins do combuslívois ou íubrilicnnlos, ndqui-
ridos ou rocobidos do lorcoiros, pnrn oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
6.660 - Dcvo!uçño dc compra dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido para indus-
tria!izaçño subscqucntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do comprns do combuslívois
ou íubrilicnnlos ndquiridos pnrn induslriníiznçño do proprio produlo, cu|ns onlrndns lonhnm sido
cínssilicndns como ºComprn do combuslívoí ou íubrilicnnlo pnrn induslriníiznçño subsoquonlo¨.
6.661 - Dcvo!uçño dc compra dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido para
comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do comprns do combuslívois ou
íubrilicnnlos ndquiridos pnrn comorciníiznçño, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns como
ºComprn do combuslívoí ou íubrilicnnlo pnrn comorciníiznçño¨.
6.662 - Dcvo!uçño dc compra dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido por
consumidor ou usuário íina! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do comprns do com-
buslívois ou íubrilicnnlos ndquiridos pnrn consumo om procosso do induslriníiznçño do oulros
produlos, nn proslnçño do sorviços ou por usuário linní, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns
como ºComprn do combuslívoí ou íubrilicnnlo por consumidor ou usuário linní¨.
6.663 - Rcmcssa para armazcnagcm dc combustívc! ou !ubriíicantc - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns romossns pnrn nrmnzonngom do combuslívois ou íubrilicnnlos.
6.664 - Rctorno dc combustívc! ou !ubriíicantc rcccbido para armazcnagcm -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do combuslívois ou íubrilicnnlos, rocobi-
dos pnrn nrmnzonngom.
6.665 - Rctorno simbo!ico dc combustívc! ou !ubriíicantc rcccbido para arma-
zcnagcm - Cínssilicnm-so noslo codigo os rolornos simboíicos do combuslívois ou íubrilicnnlos
rocobidos pnrn nrmnzonngom, qunndo ns morcndorins nrmnzonndns lonhnm sido ob|olo do sní-
dn n quníquor líluío o nño dovnm rolornnr no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
6.666 - Rcmcssa por conta c ordcm dc tcrcciros dc combustívc! ou !ubriíicantc
rcccbido para armazcnagcm - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns por conln o ordom do
lorcoiros, do combuslívois ou íubrilicnnlos, rocobidos nnloriormonlo pnrn nrmnzonngom.
6.667 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc a consumidor ou usuário íina!
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ROBERTO DIAS DUARTE
cstabc!ccido cm outra unidadc da fcdcraçño diícrcntc da quc ocorrcr o consumo - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou íubrilicnnlos n consumidor ou n usuário
linní, cu|o nbnslocimonlo lonhn sido ololundo om unidndo dn Fodornçño diloronlo do romolonlo
o do doslinnlário.
6.900 - COTRAS SAÍDAS Dt MtRCADCR!AS CO IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS
6.901 - Rcmcssa para industria!izaçño por cncomcnda - Cínssilicnm-so noslo codi-
go ns romossns do insumos romolidos pnrn induslriníiznçño por oncomondn, n sor roníizndn om
oulrn omprosn ou om oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn.
6.902 - Rctorno dc mcrcadoria uti!izada na industria!izaçño por cncomcnda -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns, poío oslnboíocimonlo induslriníizndor, dos insumos ro-
cobidos pnrn induslriníiznçño o incorporndos no produlo linní, por oncomondn do oulrn omprosn
ou do oulro oslnboíocimonlo dn mosmn omprosn. C vníor dos insumos nosln opornçño dovorá sor
iguní no vníor dos insumos rocobidos pnrn induslriníiznçño.
6.903 - Rctorno dc mcrcadoria rcccbida para industria!izaçño c nño ap!icada no
rcícrido proccsso - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do insumos rocobi-
dos pnrn induslriníiznçño o nño npíicndos no rolorido procosso.
6.904 - Rcmcssa para vcnda íora do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns romossns do morcndorins pnrn vondn lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por moio do voícuíos.
6.905 - Rcmcssa para dcposito ícchado ou armazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns romossns do morcndorins pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
6.906 - Rctorno dc mcrcadoria dcpositada cm dcposito ícchado ou armazem gc-
ra! - Cínssilicnm-so noslo codigo os rolornos do morcndorins doposilndns om doposilo lochndo
ou nrmnzém gorní no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
6.907 - Rctorno simbo!ico dc mcrcadoria dcpositada cm dcposito ícchado ou ar-
mazem gcra! - Cínssilicnm-so noslo codigo os rolornos simboíicos do morcndorins rocobidns pnrn
doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, qunndo ns morcndorins doposilndns lonhnm sido
ob|olo do snídn n quníquor líluío o quo nño dovnm rolornnr no oslnboíocimonlo doposilnnlo.
6.908 - Rcmcssa dc bcm por conta dc contrato dc comodato - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns romossns do bons pnrn o cumprimonlo do conlrnlo do comodnlo.
6.909 - Rctorno dc bcm rcccbido por conta dc contrato dc comodato - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns romossns do bons om dovoíuçño npos cumprido o conlrnlo do comodnlo.
6.910 - Rcmcssa cm boniíicaçño, doaçño ou brindc - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns romossns do morcndorins n líluío do bonilicnçño, donçño ou brindo.
6.911 - Rcmcssa dc amostra grátis - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns do
morcndorins n líluío do nmoslrn grális.
6.912 - Rcmcssa dc mcrcadoria ou bcm para dcmonstraçño - Cínssilicnm-so noslo
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
codigo ns romossns do morcndorins ou bons pnrn domonslrnçño.
6.913 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para dcmonstraçño - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do morcndorins ou bons rocobidos pnrn domonslrnçño.
6.914 - Rcmcssa dc mcrcadoria ou bcm para cxposiçño ou ícira - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns romossns do morcndorins ou bons pnrn oxposiçño ou loirn.
6.915 - Rcmcssa dc mcrcadoria ou bcm para conscrto ou rcparo - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns romossns do morcndorins ou bons pnrn consorlo ou ropnro.
6.916 - Rctorno dc mcrcadoria ou bcm rcccbido para conscrto ou rcparo -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns om dovoíuçño do morcndorins ou bons rocobidos pnrn
consorlo ou ropnro.
6.917 - Rcmcssa dc mcrcadoria cm consignaçño mcrcanti! ou industria! - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns romossns do morcndorins n líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
6.918 - Dcvo!uçño dc mcrcadoria rcccbida cm consignaçño mcrcanti! ou in-
dustria! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins rocobidns nnloriormonlo n
líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
6.919 - Dcvo!uçño simbo!ica dc mcrcadoria vcndida ou uti!izada cm proccsso
industria!, rcccbida antcriormcntc cm consignaçño mcrcanti! ou industria! - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns dovoíuçoos simboíicns do morcndorins vondidns ou uliíizndns om procosso indus-
lriní, quo lonhnm sido rocobidns nnloriormonlo n líluío do consignnçño morcnnlií ou induslriní.
6.920 - Rcmcssa dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns
do vnsiíhnmo ou sncnrin.
6.921 - Dcvo!uçño dc vasi!hamc ou sacaria - Cínssilicnm-so noslo codigo ns snídns
por dovoíuçño do vnsiíhnmo ou sncnrin.
6.922 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc simp!cs íaturamcnto dccorrcntc dc vcn-
da para cntrcga íutura - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros ololundos n líluío do simpíos
lnlurnmonlo docorronlo do vondn pnrn onlrogn lulurn.
6.923 - Rcmcssa dc mcrcadoria por conta c ordcm dc tcrcciros, cm vcnda ù
ordcm ou cm opcraçocs com armazem gcra! ou dcposito ícchado - Cínssilicnm-so noslo
codigo ns snídns corrospondonlos à onlrogn do morcndorins por conln o ordom do lorcoiros, om
vondns à ordom, cu|n vondn no ndquironlo originário loi cínssilicndn nos codigos º5.118 - Von-
dn do produçño do oslnboíocimonlo onlroguo no doslinnlário por conln o ordom do ndquironlo
originário, om vondn à ordom¨ ou º5.119 - Vondn do morcndorin ndquiridn ou rocobidn do
lorcoiros onlroguo no doslinnlário por conln o ordom do ndquironlo originário, om vondn à or-
dom¨. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns romossns, por conln o ordom do lorcoiros, do
morcndorins doposilndns ou pnrn doposilo om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
6.924 - Rcmcssa para industria!izaçño por conta c ordcm do adquircntc da mcr-
cadoria, quando csta nño transitar pc!o cstabc!ccimcnto do adquircntc - Cínssilicnm-so
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ROBERTO DIAS DUARTE
noslo codigo ns snídns do insumos com doslino n oslnboíocimonlo induslriníizndor, pnrn sorom
induslriníizndos por conln o ordom do ndquironlo, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm
lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do ndquironlo dos mosmos.
6.925 - Rctorno dc mcrcadoria rcccbida para industria!izaçño por conta c ordcm
do adquirente da mercadoria, quando aquela não transitar pelo estabelecimento do ad-
quircntc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns, poío oslnboíocimonlo induslriníizndor, dos
insumos rocobidos, por conln o ordom do ndquironlo, pnrn induslriníiznçño o incorporndos no
produlo linní, nns hipolosos om quo os insumos nño lonhnm lrnnsilndo poío oslnboíocimonlo do
ndquironlo. C vníor dos insumos nosln opornçño dovorá sor iguní no vníor dos insumos rocobidos
pnrn induslriníiznçño.
6.929 - lançamcnto cíctuado cm dccorrência dc cmissño dc documcnto íisca!
rc!ativo a opcraçño ou prcstaçño tambem rcgistrada cm cquipamcnto tmissor dc Cupom
fisca! (tCf) - Cínssilicnm-so noslo codigo os rogislros roínlivos nos documonlos liscnis omilidos
om opornçoos ou proslnçoos quo lnmbém lonhnm sido rogislrndns om oquipnmonlo Lmissor do
Cupom Fiscní (LCF).
6.931 - lançamcnto cíctuado cm dccorrência da rcsponsabi!idadc dc rctcnçño
do imposto por substituição tributária, atribuída ao remetente ou alienante da mercado-
ria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transporta-
dor nño inscrito na Onidadc da fcdcraçño ondc iniciado o scrviço - Cínssilicnm-so noslo
codigo oxcíusivnmonlo os ínnçnmonlos ololundos poío romolonlo ou níionnnlo dn morcndorin
qunndo ího lor nlribuídn n rosponsnbiíidndo poío rocoíhimonlo do imposlo dovido poío sorviço
do lrnnsporlo roníizndo por lrnnsporlndor nulónomo ou por lrnnsporlndor nño inscrilo nn Lnidn-
do dn Fodornçño ondo inicindo o sorviço.
6.932 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc iniciada cm Onidadc da fcdcraçño
divcrsa daquc!a ondc inscrito o prcstador - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do
sorviço do lrnnsporlo quo lonhnm sido inicindns om unidndo dn Fodornçño divorsn dnquoín ondo
o proslndor oslá inscrilo como conlribuinlo.
6.933 - Ircstaçño dc scrviço tributado pc!o !SSQM - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns proslnçoos do sorviços, do compolencin municipní, dosdo quo inlormndos om Noln Fiscní
modoío 1 ou 1-A.
6.934 - Rcmcssa simbo!ica dc mcrcadoria dcpositada cm armazem gcra! ou
dcposito ícchado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns romossns simboíicns do morcndorins dopo-
silndns om doposilo lochndo ou nrmnzém gorní, ololundns nns silunçoos om quo hn|n n lrnnsmis-
sño do propriodndo com n pormnnencin dns morcndorins om doposilo ou qunndo n morcndorin
lonhn sido onlroguo poío romolonlo dirolnmonlo n doposilo lochndo ou nrmnzém gorní.
6.949 - Cutra saída dc mcrcadoria ou prcstaçño dc scrviço nño cspcciíicado -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns oulrns snídns do morcndorins ou proslnçoos do sorviços quo nño
lonhnm sido ospocilicndos nos codigos nnlorioros.
7.000 - SAÍDAS CO IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS IARA C tXTtR!CR
Cínssilicnm-so, noslo grupo, ns opornçoos ou proslnçoos om quo o doslinnlário oslo|n íocníizndo
om oulro pnís
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
7.100 - VtMDAS Dt IRCDOÇÃC IRCIR!A CO Dt TtRCt!RCS
7.101 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
vondns do produlos do oslnboíocimonlo. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do
morcndorins por oslnboíocimonlo induslriní ou produlor rurní do coopornlivn.
7.102 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobidns do lorcoiros pnrn induslriníi-
znçño ou comorciníiznçño, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no
oslnboíocimonlo. 1nmbém sorño cínssilicndns noslo codigo ns vondns do morcndorins por osln-
boíocimonlo comorciní do coopornlivn.
7.105 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto, quc nño dcva por c!c transitar -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo, nrmnzo-
nndos om doposilo lochndo, nrmnzém gorní ou oulro som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo
doposilnnlo.

7.106 - Vcnda dc mcrcadoria adquirida ou rcccbida dc tcrcciros, quc nño dcva
por c!c transitar - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do morcndorins ndquiridns ou rocobi-
dns do lorcoiros pnrn induslriníiznçño ou comorciníiznçño, nrmnzonndns om doposilo lochndo,
nrmnzém gorní ou oulro, quo nño lonhnm sido ob|olo do quníquor procosso induslriní no osln-
boíocimonlo som quo hn|n rolorno no oslnboíocimonlo doposilnnlo. 1nmbém sorño cínssilicndns
noslo codigo ns vondns do morcndorins imporlndns, cu|n snídn ocorrn do rocinlo nílnndogndo ou
dn ropnrliçño nílnndogárin ondo so procossou o dosombnrnço ndunnoiro, com doslino no oslnbo-
íocimonlo do comprndor, som lrnnsilnr poío oslnboíocimonlo do imporlndor.
7.127 - Vcnda dc produçño do cstabc!ccimcnto sob o rcgimc dc ´d:avLa·!´ -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do produlos induslriníizndos no oslnboíocimonlo sob o
regime de “drawback”, cu|ns comprns lornm cínssilicndns no codigo º3.127 - Comprn pnrn
induslriníiznçño sob o rogimo do “drawback”.
7.200 - DtVClOÇCtS Dt CCMIRAS IARA !MDOSTR!Al!ZAÇÃC, IRCDOÇÃC
RORAl, CCMtRC!Al!ZAÇÃC CO AMOlAÇCtS Dt VAlCRtS
7.201 - Dcvo!uçño dc compra para industria!izaçño ou produçño rura! - Classi-
licnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom uliíizndns om pro-
cosso do induslriníiznçño ou produçño rurní, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns como
ºComprn pnrn induslriníiznçño ou produçño rurní¨.
7.202 - Dcvo!uçño dc compra para comcrcia!izaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo
ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom comorciníizndns, cu|ns onlrndns lonhnm
sido cínssilicndns como ºComprn pnrn comorciníiznçño¨.
7.205 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù aquisiçño dc scrviço dc comunicaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo,
docorronlos dns nquisiçoos do sorviços do comunicnçño.
7.206 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù aquisiçño dc scrviço dc transportc - Classi-
licnm-so noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docor-
ronlos dns nquisiçoos do sorviços do lrnnsporlo.
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ROBERTO DIAS DUARTE
7.207 - Anu!açño dc va!or rc!ativo ù compra dc cncrgia c!etrica - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns nnuínçoos corrospondonlos n vníoros lnlurndos indovidnmonlo, docorronlos dn
comprn do onorgin oíélricn.
7.210 - Dcvo!uçño dc compra para uti!izaçño na prcstaçño dc scrviço - Classi-
licnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn uliíiznçño nn proslnçño do
sorviços, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns nos codigos º1.126 - Comprn pnrn uliíiznçño
nn proslnçño do sorviço su|oiln no lCMS¨ o º3.128 - Comprn pnrn uliíiznçño nn proslnçño do
sorviço su|oiln no lSSQN¨.
7.211 - Dcvo!uçño dc compras para industria!izaçño sob o rcgimc dc “drawback” -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins ndquiridns pnrn sorom uliíizndns om
procosso do induslriníiznçño sob o rogimo do ºdrawback¨ o nño uliíizndns no rolorido procosso,
cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns no codigo º3.127 - Comprn pnrn induslriníiznçño sob
o regime de “drawback””.
7.250 - VtMDAS Dt tMtRC!A tltTR!CA
7.251 - Vcnda dc cncrgia c!etrica para o cxtcrior - Cínssilicnm-so noslo codigo ns
vondns do onorgin oíélricn pnrn o oxlorior.
7.300 - IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS Dt CCMOM!CAÇÃC
7.301 - Ircstaçño dc scrviço dc comunicaçño para cxccuçño dc scrviço da mcs-
ma naturcza - Cínssilicnm-so noslo codigo ns proslnçoos do sorviços do comunicnçño doslinn-
dos às proslnçoos do sorviços dn mosmn nnlurozn.
7.350 - IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇC Dt TRAMSICRTt
7.358 - Ircstaçño dc scrviço dc transportc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns prosln-
çoos do sorviços do lrnnsporlo doslinndo n oslnboíocimonlo no oxlorior.
7.500 - tXICRTAÇÃC Dt MtRCADCR!AS RtCtB!DAS CCM f!M tSItCÍf!CC Dt
EXPORTAÇÃO
7.501 - txportaçño dc mcrcadorias rcccbidas com íim cspccííico dc cxportaçño -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns oxporlnçoos dns morcndorins rocobidns nnloriormonlo com li-
nníidndo ospocílicn do oxporlnçño, cu|ns onlrndns lonhnm sido cínssilicndns nos codigos º1.501 -
Lnlrndn do morcndorin rocobidn com lim ospocílico do oxporlnçño¨ ou º2.501 - Lnlrndn do
morcndorin rocobidn com lim ospocílico do oxporlnçño¨.
7.550 - CItRAÇCtS CCM BtMS Dt AT!VC !MCB!l!ZADC t MATtR!A!S IARA OSC
OU CONSUMO
7.551 - Vcnda dc bcm do ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns
do bons inlogrnnlos do nlivo imobiíizndo do oslnboíocimonlo.
7.553 - Dcvo!uçño dc compra dc bcm para o ativo imobi!izado - Cínssilicnm-so
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
noslo codigo ns dovoíuçoos do bons ndquiridos pnrn inlogrnr o nlivo imobiíizndo do oslnboíoci-
monlo, cu|n onlrndn loi cínssilicndn no codigo º3.551 - Comprn do bom pnrn o nlivo imobiíizndo¨.
7.556 - Dcvo!uçño dc compra dc matcria! dc uso ou consumo - Cínssilicnm-so nos-
lo codigo ns dovoíuçoos do morcndorins doslinndns no uso ou consumo do oslnboíocimonlo, cu|n
onlrndn lonhn sido cínssilicndn no codigo º3.556 - Comprn do mnloriní pnrn uso ou consumo¨.
7.650 - SAÍDAS Dt CCMBOSTÍVt!S, DtR!VADCS CO MÃC Dt ItTRCltC t
LUBRIFICANTES
7.651 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc dc produçño do cstabc!ccimcnto -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou íubrilicnnlos induslriníizndos no osln-
boíocimonlo doslinndos no oxlorior.
7.654 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc adquirido ou rcccbido dc tcrcciros -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou íubrilicnnlos ndquiridos ou rocobidos do
lorcoiros doslinndos no oxlorior.
7.667 - Vcnda dc combustívc! ou !ubriíicantc a consumidor ou usuário íina! - Clas-
silicnm-so noslo codigo ns vondns do combuslívois ou íubrilicnnlos n consumidor ou n usuário linní,
cu|n opornçño lonhn sido oquipnrndn n umn oxporlnçño.
7.900 - COTRAS SAÍDAS Dt MtRCADCR!AS CO IRtSTAÇCtS Dt StRV!ÇCS
7.930 - lançamcnto cíctuado a títu!o dc dcvo!uçño dc bcm cu¡a cntrada tcnha
ocorrido sob amparo dc rcgimc cspccia! aduanciro dc admissño tcmporária - Cínssilicnm-so
noslo codigo os ínnçnmonlos ololundos n líluío do snídn om dovoíuçño do bons cu|n onlrndn
lonhn ocorrido sob nmpnro do rogimo ospociní ndunnoiro do ndmissño lomporárin.
7.949 - Cutra saída dc mcrcadoria ou prcstaçño dc scrviço nño cspcciíicado -
Cínssilicnm-so noslo codigo ns oulrns snídns do morcndorins ou proslnçoos do sorviços quo nño
lonhnm sido ospocilicndos nos codigos nnlorioros.

CST - CCD!CC Dt S!TOAÇÃC TR!BOTÁR!A
C Codigo do Silunçño 1ribulárin é composlo do lres dígilos nn lormn Aßß, com o 1º indicnndo
n origom dn morcndorin ou sorviço, com bnso nn 1nboín A, o os 2º o 3º dígilos, n lribulnçño poío
lCMS, com bnso nn 1nboín ß.
Tabela A - Origem da Mercadoria ou Serviço
0 - Nncionní
1 - Lslrnngoirn - lmporlnçño diroln
2 - Lslrnngoirn - Adquiridn no morcndo inlorno
Tabela B - Tributação pelo ICMS
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ROBERTO DIAS DUARTE
00 - 1ribulndn inlogrnímonlo
10 - 1ribulndn o com cobrnnçn do lCMS por subsliluiçño lribulárin
20 - Com roduçño do bnso do cáícuío
30 - lsonln ou nño lribulndn o com cobrnnçn do lCMS por subsliluiçño lribulárin

40 - lsonln
41 - Nño lribulndn
50 - Susponsño
51 - Dilorimonlo
60 - lCMS cobrndo nnloriormonlo por subsliluiçño lribulárin
70 - Com roduçño do bnso do cáícuío o cobrnnçn do lCMS por subsliluiçño lribulárin
90 - Culrns
Nolns oxpíicnlivns:
l. C vocábuío ºMorcndorins¨, conslnnlo dn Codilicnçño do Lnlrndns o Snídns do Mor-
cndorins, comproondo lnmbém os produlos ncnbndos ou somi-ncnbndos, mnlérins-primns, pro-
dulos inlormodiários, mnloriní do ombníngom o do uso o consumo, incíusivo os bons n sorom
inlogrndos no nlivo lixo, snívo so oxprossnmonlo oxcopcionndos.
ll. C vocábuío ºlnduslriníiznçño¨, conslnnlo dn Codilicnçño do Lnlrndns o Snídns do
Morcndorins, comproondo lnmbém ns opornçoos do bonolicinmonlo, ínvngom, socngom, lingi-
monlo, gnívnnopínslin, ncondicionnmonlo, conlocçño, pinlurn, íuslrnçño o simiínros, bom como
ns do consorlo o roslnurnçño do máquinns o npnroíhos o n do rocondicionnmonlo do moloros,
qunndo lnis opornçoos oslo|nm, pnrciní ou lolnímonlo, su|oilns no lmposlo do Circuínçño do
Morcndorins, nindn quo no nbrigo do susponsño ou dilorimonlo.
DCCOMtMTCS f!SCA!S
C Convenio S/N pndronizn os soguinlos documonlos liscnis:
l - Noln Fiscní, modoíos 1 ou 1-A
ll - Noln Fiscní do Vondn n Consumidor, modoío 2
lll - Cupom Fiscní omilido por oquipnmonlo Lmissor do Cupom Fiscní (LCF)
lV - Noln Fiscní do Produlor, modoío 4
Posloriormonlo, como voromos ndinnlo, sño insliluídos o Conhocimonlo do 1rnnsporlo oíolróni-
co o n Noln Fiscní oíolrónicn, por moio do A|uslos SlNlLF.
191
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
lmporlnnlo rossnílnr quo sño considorndos inidónoos pnrn lodos os oloilos liscnis, lnzondo provn
nponns om lnvor do lisco, os documonlos quo:
1. omilirom indicnçoos,
2. nño so|nm os íognímonlo oxigidos pnrn ns rospoclivns opornçoos,
3. nño gunrdom ns oxigencins ou roquisilos provislos no Convenio,
4. conlonhnm docínrnçoos inoxnlns, oslo|nm proonchidos do lormn iíogívoí ou nproson-
lom omondns ou rnsurns quo íhos pro|udiquom n cínrozn.
Qunndo n opornçño oslivor bonolicindn por isonçño ou nmpnrndn por imunidndo, nño-inciden-
cin, dilorimonlo ou susponsño do rocoíhimonlo do lmposlo sobro Produlos lnduslriníizndos o/ou
do lmposlo sobro Circuínçño do Morcndorins o Sorviços, ossn circunslâncin sorá moncionndn no
documonlo liscní, indicnndo-so o disposilivo íogní rospoclivo.
Cs lrnnsporlndoros nño podorño ncoilnr dospncho ou ololunr o lrnnsporlo do morcndorins quo
nño oslo|nm ncompnnhndns dos documonlos liscnis proprios.
Foi crindn n Auloriznçño do lmprossño do Documonlos Fiscnis (AlDF), com n quní o lisco osln-
duní lormníizn umn nuloriznçño prévin pnrn improssño do documonlos liscnis.

NC1A FlSCAL
Cs oslnboíocimonlos, oxcolo os produloros ngropocuários, dovom omilir noln liscní:
l - sompro quo promovorom n snídn do morcndorins,
ll - nn lrnnsmissño dn propriodndo dns morcndorins, qunndo oslns nño dovnm lrnnsilnr
poío oslnboíocimonlo lrnnsmilonlo,
lll - sompro quo, no oslnboíocimonlo, onlrnrom bons ou morcndorins, roní ou simboíicnmonlo:
· novos ou usndos, romolidns n quníquor líluío por pnrlicuínros, produloros ngropocu-
ários ou possons lísicns ou |urídicns nño obrigndos à omissño do documonlos liscnis,
· om rolorno, qunndo romolidos por prolissionnis nulónomos ou nvuísos, nos qunis
lonhnm sido onvindos pnrn induslriníiznçño,
· om rolorno do oxposiçoos ou loirns, pnrn ns qunis lonhnm sido romolidos oxcíusivn-
monlo pnrn lins do oxposiçño no pubíico,
· om rolorno do romossns loilns pnrn vondn lorn do oslnboíocimonlo, incíusivo por moio
do voícuíos,
· imporlndos dirolnmonlo do oxlorior, bom como ns nrromnlndos om íoiíño ou ndquiri-
dos om concorrencin promovidos poío podor pubíico,
192
ROBERTO DIAS DUARTE
· om oulrns hipolosos provislns nn íogisínçño.
A noln liscní sorvirá pnrn ncompnnhnr o lrânsilo dns morcndorins, nlé o íocní do oslnboíocimonlo
omilonlo, nns soguinlos hipolosos:
· qunndo o oslnboíocimonlo doslinnlário nssumir o oncnrgo do rolirnr ou lrnnsporlnr ns
morcndorins, n quníquor líluío, romolidns por pnrlicuínros ou produloros ngropocuários,
do mosmo ou do oulro município,
· nos rolornos do morcndorins onvindns pnrn induslriníiznçño ou oxposiçño,
· nos cnsos do morcndorins imporlndns.
C cnmpo ºHCkA DA SAÍDA¨ o o cnnholo do rocobimonlo somonlo sorño proonchidos qunndo
n noln liscní ncoborlnr o lrnnsporlo do morcndorins.
A noln liscní sorá lnmbém omilidn poíos conlribuinlos nos cnsos do rolorno do morcndorins nño
onlroguos no doslinnlário, hipoloso om quo conlorá ns indicnçoos do numoro, sério, dnln dn
omissño o vníor dn opornçño do documonlo originní.
NC1A FlSCAL DL PkCDL1Ck kLkAL
Cs oslnboíocimonlos do produloros ngropocuários omilirño Noln Fiscní do Produlor kurní, modoío 4:
l - Sompro quo promovorom n snídn do morcndorins
ll - Nn lrnnsmissño dn propriodndo do morcndorins
lll - Sompro quo, no oslnboíocimonlo, onlrnrom bons ou morcndorins, roní ou simboíicnmonlo
lV - Lm oulrns hipolosos provislns nn íogisínçño
Ficn lncuílndo às unidndos lodorndns nuloriznr o conlribuinlo produlor n omilir Noln Fiscní, mo-
doíos 1 ou 1-A, om subsliluiçño à Noln Fiscní do Produlor kurní.
CLPCM FlSCAL L NC1A FlSCAL DL VLNDA A CCNSLMlDCk
Nns opornçoos om quo o ndquironlo so|n posson nnlurní ou |urídicn nño conlribuinlo do imposlo
oslnduní, sorá omilido o cupom liscní ou, no íugnr doslo, n Noln Fiscní do Vondn n Consumidor,
modoío 2, om nmbos os cnsos, omilidos por oquipnmonlo Lmissor do Cupom Fiscní (LCF), oxcolo:
l - qunndo o ndquironlo, mosmo nño sondo conlribuinlo do imposlo, oslo|n inscrilo no
cndnslro do conlribuinlos, hipoloso om quo sorá omilidn n noln liscní, modoío 1 ou 1-A,
ou n Noln Fiscní do Produlor,
ll - nns opornçoos com voícuíos su|oilos n íiconcinmonlo por orgño oliciní,
lll - nns opornçoos roníizndns lorn do oslnboíocimonlo,
193
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
lV - nns opornçoos roníizndns por concossionárins ou pormissionárins do sorviço pubíico,
roíncionndns com o lornocimonlo do onorgin, lornocimonlo do gás cnnníizndo o dislribuiçño
do águn,
V - n crilério dns unidndos lodorndns:
n) nns opornçoos roníizndns por conlribuinlo com rocoiln bruln nnuní do nlé kS 120 mií,
som oslnboíocimonlo lixo ou pormnnonlo, porlnndo o sou osloquo do morcndorins, quo
oxorçn nlividndo comorciní nn condiçño do bnrrnquoiro, nmbuínnlo, loirnnlo, mnscnlo,
londn o simiínros,
b) om so lrnlnndo do conlribuinlo quo uliíizo n noln liscní, modoío 1 ou 1-A, omilidn por
sislomn oíolrónico do procossnmonlo do dndos.
As ospocilicnçoos do oquipnmonlo LCF sño ns dolinidns om convenio ospocílico.
Nos cnsos lorluilos ou por molivo do lorçn mnior, lnis como lníln do onorgin oíélricn, quobrn ou
lurlo do oquipnmonlo, om quo o conlribuinlo oslo|n impossibiíilndo do omilir poío oquipnmonlo
LCF o rospoclivo cupom liscní ou n Noln Fiscní do Vondn n Consumidor, modoío 2, om subsli-
luiçño nos mosmos, sorá pormilidn n omissño por quníquor oulro moio, incíusivo o mnnuní, dn
noln liscní, modoío 1 ou 1-A, ou dn Noln Fiscní do Vondn n Consumidor, modoío 2, dovondo sor
nnolndo no íivro kogislro do Lliíiznçño do Documonlos Fiscnis o 1ormos do Ccorrencin (kLDF-
1C), modoío 6:
l - Molivo o dnln dn ocorrencin
ll - Numoros, iniciní o linní, dos documonlos liscnis omilidos
A crilério do cndn unidndo lodorndn o nn lormn quo dispusor sun íogisínçño, podorá sor nulori-
zndn n uliíiznçño do cupom liscní omilido por oquipnmonlo Lmissor do Cupom Fiscní (LCF) nns
vondns n prnzo o pnrn onlrogn do morcndorin om domicííio, om sou lorrilorio, hipoloso om quo
dovom sor improssns, poío proprio oquipnmonlo, no rospoclivo Cupom Fiscní ou Noln Fiscní do
Vondn n Consumidor, modoío 2, som pro|uízo dos domnis roquisilos, ns soguinlos inlormnçoos:
l - idonlilicnçño do ndquironlo, por moio do numoro do inscriçño no cndnslro do conlri-
buinlos do Minislério dn Fnzondn,
Noslo cnso, dovorá conslnr do cupom liscní, nindn quo om sou vorso, o nomo o o ondoroço do
ndquironlo, dnln o horn do snídn.
Som pro|uízo dn omissño do cupom liscní:
l - por oxigencin do íogisínçño lodorní, o conlribuinlo omilirá Noln Fiscní, modoío 1 ou 1-A,
ll - por soíicilnçño do ndquironlo, n crilério dn unidndo lodorndn, podorá o conlribuinlo
omilir n Noln Fiscní do Vondn n Consumidor, modoío 2, ou n noln liscní, modoío 1 ou
1-A.
Nosln hipoloso, o conlribuinlo dovorá:
194
ROBERTO DIAS DUARTE
l - nnolnr, nns vins do documonlo liscní omilido, os numoros do ordom do Cupom Fiscní
o do LCF, oslo nlribuído poío oslnboíocimonlo,
ll - indicnr nn coíunn ºCbsorvnçoos¨, do íivro kogislro do Snídns, nponns o numoro o n
sério do documonlo,
lll - nnoxnr o cupom liscní à vin lixn do documonlo omilido.
CAk1A DL CCkkLÇÃC
Ficn pormilidn n uliíiznçño do cnrln do corroçño, pnrn roguínriznçño do orro ocorrido nn omissño
do documonlo liscní, dosdo quo o orro nño oslo|n roíncionndo com:
l - ns vnriávois quo dolorminnm o vníor do imposlo lnis como: bnso do cáícuío, nííquoln,
diloronçn do proço, qunnlidndo, vníor dn opornçño ou dn proslnçño,
ll - n corroçño do dndos cndnslrnis quo impíiquo mudnnçn do romolonlo ou do doslinnlário,
lll - n dnln do omissño ou do snídn.
LlVkCS FlSCAlS
Cs conlribuinlos o ns possons obrigndns à inscriçño dovorño mnnlor, om cndn um dos oslnboíoci-
monlos, os soguinlos íivros liscnis, do conlormidndo com ns opornçoos quo roníiznrom:
l - kogislro do Lnlrndns, modoío 1
ll - kogislro do Lnlrndns, modoío 1-A
lll - kogislro do Snídns, modoío 2
lV - kogislro do Snídns, modoío 2-A
V - kogislro do Conlroío dn Produçño o do Lsloquo, modoío 3
Vl - kogislro do Soío Lspociní do Conlroío, modoío 4
Vll - kogislro do lmprossño do Documonlos Fiscnis, modoío 5
Vlll - kogislro do Lliíiznçño do Documonlos Fiscnis o 1ormos do Ccorrencins, modoío 6
lX - kogislro do lnvonlário, modoío 7

X - kogislro do Apurnçño do lPl, modoío 8
Xl - kogislro do Apurnçño do lCM, modoío 9
Cnbo obsorvnr quo:
195
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
· Cs íivros liscnis obodocorño nos modoíos nnoxos no Convenio.
· Cs íivros kogislro do Lnlrndns, modoío 1, o kogislro do Snídns, modoío 2, sorño uliíi-
zndos poíos conlribuinlos su|oilos, simuílnnonmonlo, às íogisínçoos dos lmposlos sobro
Produlos lnduslriníizndos o do Circuínçño do Morcndorins.
· Cs íivros kogislro do Lnlrndns, modoío 1-A, o kogislro do Snídns, modoío 2-A, sorño
uliíizndos poíos conlribuinlos su|oilos nponns à íogisínçño do lmposlo do Circuínçño do
Morcndorins.
· C íivro do kogislro do Conlroío do Produçño o do Lsloquo sorá uliíizndo poíos oslnbo-
íocimonlos induslrinis ou n oíos oquipnrndos poín íogisínçño lodorní o poíos nlncndislns,
podondo, n crilério do lisco, sor oxigido do oslnboíocimonlo do conlribuinlos do oulros
soloros, com ns ndnplnçoos nocossárins.
· C íivro kogislro do Soío Lspociní do Conlroío sorá uliíizndo nns hipolosos provislns nn
íogisínçño do lmposlo sobro Produlos lnduslriníizndos.
· C íivro kogislro do lmprossño do Documonlos Fiscnis sorá uliíizndo poíos oslnboíoci-
monlos quo conloccionnrom documonlos liscnis pnrn lorcoiros ou pnrn uso proprio.
· C íivro kogislro do Lliíiznçño do Documonlos Fiscnis o 1ormos do Ccorrencins sorá
uliíizndo por lodos os oslnboíocimonlos obrigndos à omissño do documonlos liscnis.
· C íivro kogislro do lnvonlário sorá uliíizndo por lodos os oslnboíocimonlos quo mnn-
lonhnm morcndorins om osloquo.
· C íivro kogislro do Apurnçño do lPl sorá uliíizndo poíos oslnboíocimonlos induslrinis
ou n oíos oquipnrndos, conlribuinlos do lmposlo sobro Produlos lnduslriníizndos.
· C íivro kogislro do Apurnçño do lCM sorá uliíizndo por lodos os oslnboíocimonlos
inscrilos como conlribuinlos do lmposlo do Circuínçño do Morcndorins. Podorá, n crilé-
rio do lisco, sor disponsndo:
* so lor ndolndn n Cuin do lnlormnçño o Apurnçño do lCM,
* so o oslnboíocimonlo rocoíhor o lmposlo do Circuínçño do Morcndorins com bnso no
rogimo do oslimnlivn.
· Lslos íivros nño so npíicnm nos produloros ngropocuários.
· Cs conlribuinlos quo mnnlivorom mnis do um oslnboíocimonlo, so|n liíiní, sucursní,
ngencin, doposilo, lábricn ou oulro quníquor, mnnlorño om cndn oslnboíocimonlo oscri-
lurnçño om íivros liscnis dislinlos, vodndn n sun conlrníiznçño.
· C íivro kogislro do lnvonlário, modoío 7, doslinn-so n nrroínr, poíos sous vníoros o
com ospocilicnçoos quo pormilnm sun porloiln idonlilicnçño, ns morcndorins, ns mnlé-
rins-primns, os produlos inlormodiários, os mnlorinis do ombníngom, os produlos mn-
nulnlurndos o os produlos om lnbricnçño, oxislonlos no oslnboíocimonlo à épocn do
196
ROBERTO DIAS DUARTE
bnínnço. No íivro sorño lnmbém nrroíndos, sopnrndnmonlo:
* 1. ns morcndorins, ns mnlérins-primns, os produlos inlormodiários, os mnlorinis do
ombníngom o os produlos mnnulnlurndos porlonconlos no oslnboíocimonlo, om podor
do lorcoiros,
* 2. ns morcndorins, ns mnlérins-primns, os produlos inlormodiários, os mnlorinis do om-
bníngom, os produlos mnnulnlurndos o os produlos om lnbricnçño do lorcoiros, om podor
do oslnboíocimonlo.
CLlA DL lNFCkMAÇÃC L APLkAÇÃC DC lCMS
As Lnidndos dn Fodornçño podorño oxigir dos conlribuinlos do lCMS documonlo do inlormnçño
o npurnçño do imposlo, podondo conlor oulros oíomonlos provislos nn íogisínçño.
Dovorá sor inlormndo, do ncordo com n poriodicidndo oslnboíocidn poín rospoclivn unidndo dn
Fodornçño, sopnrndnmonlo, om cnmpos proprios, o vníor do imposlo crodilndo ou pngo roínlivo:
l - à onlrndn do morcndorin ou bom doslinndos no:
n) nlivo imobiíizndo,
b) uso ou consumo do oslnboíocimonlo,
ll - à diloronçn do nííquoln inloroslnduní,
As Lnidndos dn Fodornçño oxigirño dos conlribuinlos do lCMS n Cuin do lnlormnçño dns Cpo-
rnçoos o Proslnçoos lnloroslndunis (Cl/lCMS), doslinndn n npurnr n bnínnçn comorciní inlorosln-
duní, quo conlorá, no mínimo, ns soguinlos indicnçoos:
l - donominnçño: Cuin do lnlormnçño dns Cpornçoos o Proslnçoos lnloroslndunis (Cl/lCMS),
ll - idonlilicnçño do conlribuinlo,
lll - inscriçño oslnduní,
lV - poríodo do rolorencin,
V - inlormnçoos roíncionndns com onlrndns o snídns do morcndorins, nquisiçoos o pros-
lnçoos do sorviços, por unidndo lodorndn.
A Cl/lCMS sorá do poriodicidndo nnuní, comproondondo ns opornçoos o proslnçoos roníizndns
no poríodo do 1º do |nnoiro n 31 do dozombro do cndn oxorcício, dovondo sor onlroguo poío
conlribuinlo, conlormo n íogisínçño ospocílicn do cndn unidndo lodorndn.
As Lnidndos dn Fodornçño podorño disponsnr n nprosonlnçño dn Cuin do lnlormnçño dns Cpo-
rnçoos o Proslnçoos (Cl/lCMS):
1. qunndo possuírom documonlos proprios pnrn coíoln dos dndos oxigidos,
197
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
2. do microomprosn o produlor ngropocuário.
As Lnidndos dn Fodornçño romolorño à Socrolnrin-Lxoculivn dn CC1LPL/lCMS rosumo dns inlor-
mnçoos indicndns no nrligo nnlorior, nlé 30 do solombro do oxorcício subsoquonlo. Lslo rosumo
sorá romolido om moio mngnélico.

A Socrolnrin-Lxoculivn dn CC1LPL/lCMS, nlé o din 30 do oulubro do cndn nno, consoíidnrá os
dndos coíolndos o inlormnrá o rosuílndo às unidndos dn Fodornçño.
lNS1l1LlÇÃC DA CC1LPL
C Convenio S/N, do 1970, insliluiu n Comissño 1écnicn Pormnnonlo, dirolnmonlo subordinndn
no minislro dn Fnzondn, n quní incumbo:
l - opinnr sobro probíomns lribulários roíncionndos com o lmposlo do Circuínçño do
Morcndorins,
ll - opinnr sobro quosloos roíncionndns com n npíicnçño dns normns provislns noslo Convenio,
lll - oxoculnr oulros oncnrgos nlribuídos poío minislro dn Fnzondn.
A Comissño 1écnicn Pormnnonlo sorá consliluídn do roprosonlnnlos do Minislério dn Fnzondn o
do um roprosonlnnlo do cndn Lslndo o do Dislrilo Fodorní.
A Comissño 1écnicn Pormnnonlo dovo nprovnr os sislomns do omissño do documonlos liscnis o
do oscrilurnçño liscní por sislomn do procossnmonlo oíolrónico do dndos, ospocilicnndo os pro-
grnmns básicos o os roínlorios pndroos n sorom nprosonlndos no lisco.
198
ROBERTO DIAS DUARTE
Necessário é fazer da existência uma oportunidade de ser útil, contribuindo para
a evolução própria, de terceiros e consequentemente para a do cosmos, esse no
qucl todos estûo inseridos.
Q
NCM - NCMLNCLA1LkA CCMLM DC MLkCCSLL
21
U
mn dns codilicnçoos do Sislomn Hnrmonizndo do Dosignnçño o do Codilicnçño do Morcn-
dorins (SH), consislo om mélodo inlornncionní do cínssilicnçño do morcndorins bnsondo om
umn oslrulurn do codigos o rospoclivns doscriçoos.
A NCM é uliíizndn dosdo |nnoiro do 1995 por ßrnsií, Argonlinn, Pnrnguni o Lruguni. Dos oilo
dígilos quo n compoom, os sois primoiros sño lormndos poío Sislomn Hnrmonizndo o os dois
uílimos corrospondom n dosdobrnmonlos ospocílicos no âmbilo do Morcosuí.
C QLL L C SlS1LMA HAkMCNlZADC (SH):
C Sislomn Hnrmonizndo do Dosignnçño o do Codilicnçño do Morcndorins (SH) é um mélodo in-
lornncionní do cínssilicnçño do morcndorins, bnsondo om umn oslrulurn do codigos o rospoclivns
doscriçoos. Crindo pnrn promovor o dosonvoívimonlo do comércio inlornncionní, o SH lom o
ob|olivo do nprimornr n coíoln, n compnrnçño o n nnáíiso dns oslnlíslicns, pnrlicuínrmonlo ns do
comércio oxlorior. Aíém disso, lnciíiln ns nogocinçoos comorcinis inlornncionnis.
A composiçño dos codigos do SH, lormndo por sois dígilos, pormilo quo so|nm nlondidns ns
ospocilicidndos dos produlos, lnis como origom, mnlérin conslilulivn o npíicnçño, om um ordo-
nnmonlo numérico íogico, crosconlo o do ncordo com o nívoí do solislicnçño dns morcndorins.
C Sislomn Hnrmonizndo comproondo:
- Momcnc!atura - Abrnngo 21 soçoos, composlns por 96 cnpíluíos, níém dns Nolns do Soçño,
do Cnpíluío o do Subposiçño. Cs cnpíluíos, por sun voz, sño divididos om posiçoos o subpo-
siçoos, nlribuindo-so codigos numéricos n cndn um dos dosdobrnmonlos cilndos. Lnqunnlo o
Cnpíluío 77 loi rosorvndo pnrn umn ovonluní uliíiznçño lulurn no SH, os Cnpíluíos 98 o 99 lornm
sopnrndos pnrn usos ospocinis poíns Pnrlos Conlrnlnnlos. C ßrnsií, por oxompío, uliíizn o Cnpílu-
ío 99 pnrn rogislrnr opornçoos ospocinis nn oxporlnçño,
- Rcgras Ccrais para a !ntcrprctaçño do Sistcma Harmonizado - Lslnboíocom ns rogrns
gornis do cínssilicnçño dns morcndorins nn Nomoncínlurn,


199
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Seção I Animais vivos e produtos do reino animal
Cnpíluío 01 Animnis vivos
Posiçño 0104 Animnis vivos dns ospécios ovinn o cnprinn
Subposiçño 0104.10 Cvinos
llom 0104.10.1 koproduloros do rnçn purn
Subilom 0104.10.11 Pronho ou com crin no pé
kC1LlkC SlMPLlFlCADC DL lDLN1lFlCAÇÃC DL MLkCADCklAS
1) Considoro ns kogrns Cornis pnrn n lnlorprolnçño do Sislomn Hnrmonizndo o n kogrn
Corní Compíomonlnr dn NCM.
2) ldonliliquo n Soçño o o Cnpíluío doso|ndos.
3) Anníiso o Cnpíluío soíocionndo n lnboín do codigos o doscriçoos dns morcndorins nn NCM.
4) Procodn no onqundrnmonlo dn morcndorin, soguindo o ordonnmonlo do cínssilicnçño dos
codigos nn NCM (posiçño, subposiçño, ilom o subilom), do ncordo com ns ospocilicidndos do
- Motas txp!icativas do Sistcma Harmonizado (MtSH) - Fornecem esclarecimentos e interpretam
o Sislomn Hnrmonizndo, oslnboíocondo, dolníhndnmonlo, nícnnco o conloudo dn Nomoncínlurn.
LS1kL1LkA L CCMPCSlÇÃC DA NCMLNCLA1LkA CCMLM DC MLkCCSLL (NCM)
Dos oilo dígilos quo compoom n NCM, os sois primoiros sño lormndos poío Sislomn Hnrmonizn-
do, onqunnlo o sélimo o oilnvo dígilos corrospondom n dosdobrnmonlos ospocílicos nlribuídos
no âmbilo do Morcosuí.
A sislomálicn do cínssilicnçño dos codigos nn NCM obodoco à soguinlo oslrulurn:
Lxompío:
Codigo NCM: 0104.10.11 - Animnis roproduloros do rnçn purn, dn ospécio ovinn, pronho ou
com crin no pé.
Lslo codigo é rosuílndo dos soguinlos dosdobrnmonlos:
200
ROBERTO DIAS DUARTE
produlo.
Observação: Nn cínssilicnçño do morcndorins é lundnmonlní quo so|nm considorndns, qunndo
houvor, ns Nolns do Soçño o do Cnpíluío.
kLCkAS CLkAlS PAkA A lN1LkPkL1AÇÃC DC SH L kLCkA CLkAL CCMPLLMLN1Ak DA NCM
Pnrn oloilo do cínssilicnçño do morcndorins, dovom-so considornr ns soguinlos rogrns:
1. Cs líluíos dns Soçoos, Cnpíluíos o Subcnpíluíos lem nponns vníor indicnlivo. Pnrn os oloilos
íognis, n cínssilicnçño é dolorminndn poíos loxlos dns posiçoos o dns Nolns do Soçño o do Cnpí-
luío o, dosdo quo nño so|nm conlrárins nos loxlos dns roloridns posiçoos o Nolns, poíns kogrns
soguinlos.
2.
a) Quníquor rolorencin n um nrligo om dolorminndn posiçño nbrnngo osso nrligo mosmo in-
compíolo ou inncnbndo, dosdo quo nprosonlo, no oslndo om quo so onconlrn, ns cnrncloríslicns
ossoncinis do nrligo compíolo ou ncnbndo. Abrnngo igunímonlo o nrligo compíolo ou ncnbndo,
ou como lní considorndo nos lormos dns disposiçoos procodonlos, mosmo quo so nprosonlo dos-
monlndo ou por monlnr.
b) Quníquor rolorencin n umn mnlérin om dolorminndn posiçño diz rospoilo n ossn mnlérin, quor
om oslndo puro, quor mislurndn ou nssocindn n oulrns mnlérins. Dn mosmn lormn, quníquor
rolorencin n obrns do umn mnlérin dolorminndn nbrnngo ns obrns consliluídns inloirn ou pnrciní-
monlo dossn mnlérin. A cínssilicnçño doslos produlos mislurndos ou nrligos composlos ololun-so
conlormo os princípios onuncindos nn kogrn 3.
3. Qunndo pnroçn quo n morcndorin podo cínssilicnr-so om duns ou mnis posiçoos por npíicnçño
dn kogrn 2.b) ou por quníquor oulrn rnzño, n cínssilicnçño dovo ololunr-so dn lormn soguinlo:
a) A posiçño mnis ospocílicn provníoco sobro ns mnis gonéricns. 1odnvin, qunndo duns ou mnis
posiçoos so rolirnm, cndn umn doíns, n nponns umn pnrlo dns mnlérins conslilulivns do um pro-
dulo mislurndo ou do um nrligo composlo, ou n nponns um dos compononlos do sorlidos ncon-
dicionndos pnrn vondn n rolního, lnis posiçoos dovom considornr-so, om roínçño n ossos produlos
ou nrligos, como igunímonlo ospocílicns, nindn quo umn doíns nprosonlo umn doscriçño mnis
procisn ou compíoln dn morcndorin.
b) Cs produlos mislurndos, ns obrns composlns do mnlérins diloronlos ou consliluídns poín rou-
niño do nrligos diloronlos o ns morcndorins nprosonlndns om sorlidos ncondicionndos pnrn vondn
n rolního, cu|n cínssilicnçño nño so possn ololunr poín npíicnçño dn kogrn 3.n), cínssilicnm-so
poín mnlérin ou nrligo quo íhos conlirn n cnrncloríslicn ossonciní, qunndo lor possívoí roníiznr
osln dolorminnçño.
c) Nos cnsos om quo ns kogrns 3.n) o 3.b) nño pormilnm ololunr n cínssilicnçño, n morcndorin
cínssilicn-so nn posiçño silundn om uílimo íugnr nn ordom numéricn, donlro ns suscolívois do
vníidnmonlo so lomnrom om considornçño.
4. As morcndorins quo nño possnm sor cínssilicndns por npíicnçño dns kogrns ncimn onuncindns
201
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
cínssilicnm-so nn posiçño corrospondonlo nos nrligos mnis somoíhnnlos.
5. Aíém dns disposiçoos procodonlos, ns morcndorins nbnixo moncionndns oslño su|oilns às ko-
grns soguinlos:
a) Cs oslo|os pnrn npnroíhos lolográlicos, pnrn inslrumonlos musicnis, pnrn nrmns, pnrn ins-
lrumonlos do dosonho, pnrn |oins o rocoplácuíos somoíhnnlos, ospocinímonlo lnbricndos pnrn
conlorom um nrligo dolorminndo ou um sorlido, o suscolívois do um uso proíongndo, qunndo
nprosonlndos com os nrligos n quo so doslinnm, cínssilicnm-so com oslos uílimos, dosdo quo
so|nm do lipo normnímonlo vondido com lnis nrligos. Lsln kogrn, lodnvin, nño diz rospoilo nos
rocoplácuíos quo conlirnm no con|unlo n sun cnrncloríslicn ossonciní.
b) Som pro|uízo do disposlo nn kogrn 5.n), ns ombníngons conlondo morcndorins cínssilicnm-so
com oslns uílimns qunndo so|nm do lipo normnímonlo uliíizndo pnrn o sou ncondicionnmonlo.
1odnvin, osln disposiçño nño é obrignlorin qunndo ns ombníngons so|nm cínrnmonlo suscolívois
do uliíiznçño ropolidn.
6. A cínssilicnçño do morcndorins nns subposiçoos do umn mosmn posiçño é dolorminndn, pnrn
oloilos íognis, poíos loxlos dossns subposiçoos o dns Nolns do Subposiçño rospoclivns, nssim
como, ºmutatis mutandis¨, poíns kogrns procodonlos, onlondondo-so quo nponns sño compnrá-
vois subposiçoos do mosmo nívoí. Pnrn os lins dn prosonlo kogrn, ns Nolns do Soçño o do Cnpí-
luío sño lnmbém npíicávois, snívo disposiçoos om conlrário.
kLCkA CLkAL CCMPLLMLN1Ak (kCC) DA NCM
1. As kogrns Cornis pnrn lnlorprolnçño do Sislomn Hnrmonizndo so npíicnrño, ºmulnlis mulnn-
dis¨, pnrn dolorminnr donlro do cndn posiçño ou subposiçño, o ilom npíicávoí o, donlro doslo
uílimo, o subilom corrospondonlo, onlondondo-so quo nponns sño compnrávois dosdobrnmonlos
rogionnis (ilons o subilons) do mosmo nívoí.
NC1AS LXPLlCA1lVAS DC SlS1LMA HAkMCNlZADC (NLSH)
Comproondom ns Nolns do Soçño, do Cnpíluío o do Subposiçño. 1rnln-so do mnloriní oxlonso o
pormonorizndo, quo oslnboíoco, dolníhndnmonlo, nícnnco o conloudo dn Nomoncínlurn nbrnn-
gidn poío SH. A pubíicnçño onconlrn-so disponívoí pnrn consuíln no Nucíoo do lnlormnçoos do
Comércio Lxlorior (NLCLX), no soguinlo ondoroço:
Minislério do Dosonvoívimonlo, lnduslrin o Comércio Lxlorior
Socrolnrin do Comércio Lxlorior - Diroçño Corní do Cpornçoos do Comércio Lxlorior
Nucíoo do lnlormnçoos do Comércio Lxlorior
Prnçn Pio X, nº 54 - Lo|n - Conlro - kio do ¦nnoiro (k¦)
Base legal: Docrolo nº 97.409, do 23 do dozombro do 1998 (DCL do 28 do dozombro do
1988), quo promuígou n Convonçño lnlornncionní sobro o Sislomn Hnrmonizndo do Dosignnçño
o do Codilicnçño do Morcndorins, bom como nílornçoos poslorioros.
DÚVlDAS NA CLASSlFlCAÇÃC
A soíuçño do consuílns sobro cínssilicnçño liscní do morcndorins é do compolencin dn Socrolnrin
202
ROBERTO DIAS DUARTE
dn kocoiln Fodorní (SkF), por inlormédio dn Coordonnçño-Corní do Sislomn Adunnoiro o dn Su-
porinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní.
Lm cnso do duvidns sobro n corroln cínssilicnçño liscní do morcndorins, o inlorossndo dovorá
conlnlnr n unidndo dn kocoiln Fodorní do sou domicííio liscní, lormuínndo consuíln por oscrilo,
do ncordo com ns orionlnçoos conslnnlos no silo dossn Socrolnrin, nn soguinlo páginn:
Abreviaturas e Símbolos Utilizados na NCM
5121
ASTm
“American Society for Testing
Mnlorinís¨ (Sociodndo Amoricnnn
do Lnsnio do Mnlorinis)
kVA quiíovoíl(s)-nmporo(s)
Bq Becquerel kvnr quiíovoíl(s)-nmporo(s) ronlivo(s)
ºC grnu(s) Coísius kW quiíovnll(s)
cg conligrnmn(s) l íilro(s)
cm(s) conlímolro(s) m molro(s)
cm
2
conlímolro(s) qundrndo(s) m- moln-
cm
3
conlímolro(s) cubico(s) m
3
molro(s) qundrndo(s)
cN conlinovlon(s) m Ci microcurie
cSt conlisloko(s) mm miíímolro(s)
g grnmn(s) mN miíinovlon(s)
GHz gigahertz mHz megahertz
HRC rockvoíí C MPn mognpnscní(is)
Hz hertz N novlon(s)
lV infravermelho o- orlo-
kcní quiíocníorin(s) p- pnrn-
kg quiíogrnmn(s) t lonoíndn(s)
kgl quiíogrnmn(s) lorçn LV uílrnvioíoln(s)
kN quiíonovlon(s) V voíl(s)
kPn quiíopnscní(is) voí. volume
kV quiíovoíl(s) W vnll(s)
% por cento xº x grnu(s)
51. ßkASlL CLCßAL NL1. Abrovinlurns o Símboíos Lliíizndos nn NCM. Disponívoí om: <www.brasilglobalnet.gov.br>.
203
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
Nem tudo o que e dito ¨noto¨ e detercs ¨notidcde¨ no sentido de proçresso.
R
CCDlCC DL Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA (CS1)
PAkA lPl, PlS L CCFlNS
22
A
lnslruçño Normnlivn kFß nº 1.009, do 10 do lovoroiro do 2010, doliniu ns lnboíns do codigos
n sorom uliíizndns nn lormníiznçño dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) o nns omissoos dn
Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o), conlormo nbnixo.
CCDlCC DA Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA kLFLkLN1L AC lMPCS1C SCßkL PkCDL1CS lNDLS1klALlZADCS (CS1-lPl)
CÓDIGO DESCRIÇÃO
00 Lnlrndn com kocupornçño do Crédilo
01 Lnlrndn 1ribulávoí com Aííquoln Zoro
02 Entrada Isenta
03 Lnlrndn Nño-1ribulndn
04 Entrada Imune
05 Lnlrndn com Susponsño
49 Culrns Lnlrndns
50 Snídn 1ribulndn
51 Snídn 1ribulávoí com Aííquoln Zoro
52 Snídn lsonln
53 Snídn Nño-1ribulndn
54 Snídn lmuno
55 Snídn com Susponsño
99 Culrns Snídns
CCDlCC DA Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA kLFLkLN1L AC PlS/PASLP (CS1-PlS)
CÓDIGO DESCRIÇÃO
01 Cpornçño 1ribulávoí com Aííquoln ßásicn
02 Cpornçño 1ribulávoí com Aííquoln Diloroncindn
03 Cpornçño 1ribulávoí com Aííquoln por Lnidndo do Modidn do Produlo
04 Cpornçño 1ribulávoí Monolásicn - kovondn n Aííquoln Zoro
05 Cpornçño 1ribulávoí por Subsliluiçño 1ribulárin
06 Cpornçño 1ribulávoí n Aííquoln Zoro
07 Cpornçño lsonln dn Conlribuiçño


204
ROBERTO DIAS DUARTE
08 Cpornçño som lncidencin dn Conlribuiçño
09 Cpornçño com Susponsño dn Conlribuiçño
49 Culrns Cpornçoos do Snídn
50 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n kocoiln
1ribulndn no Morcndo lnlorno
51 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n kocoiln Nño-
1ribulndn no Morcndo lnlorno
52 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n kocoiln do
Lxporlnçño
53 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns o Nño-
1ribulndns no Morcndo lnlorno
54 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns no Morcndo
lnlorno o do Lxporlnçño
55 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns Nño-1ribulndns no
Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
56 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns o Nño-
1ribulndns no Morcndo lnlorno, o do Lxporlnçño
60 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n ko-
coiln 1ribulndn no Morcndo lnlorno
61 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n ko-
coiln Nño-1ribulndn no Morcndo lnlorno
62 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n ko-
coiln do Lxporlnçño
63 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns
o Nño-1ribulndns no Morcndo lnlorno
64 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns
no Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
65 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns Nño-1ribuln-
dns no Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
66 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns
o Nño-1ribulndns no Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
67 Crédilo Prosumido - Culrns Cpornçoos
70 Cpornçño do Aquisiçño som Diroilo n Crédilo
71 Cpornçño do Aquisiçño com lsonçño
72 Cpornçño do Aquisiçño com Susponsño
73 Cpornçño do Aquisiçño n Aííquoln Zoro
74 Cpornçño do Aquisiçño som lncidencin dn Conlribuiçño
75 Cpornçño do Aquisiçño por Subsliluiçño 1ribulárin
98 Culrns Cpornçoos do Lnlrndn
99 Culrns Cpornçoos
CCDlCC DA Sl1LAÇÃC 1klßL1AklA kLFLkLN1L À CCFlNS (CS1-CCFlNS)
CÓDIGO DESCRIÇÃO
01 Cpornçño 1ribulávoí com Aííquoln ßásicn
02 Cpornçño 1ribulávoí com Aííquoln Diloroncindn
03 Cpornçño 1ribulávoí com Aííquoln por Lnidndo do Modidn do Produlo
04 Cpornçño 1ribulávoí Monolásicn - kovondn n Aííquoln Zoro
05 Cpornçño 1ribulávoí por Subsliluiçño 1ribulárin
205
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
06 Cpornçño 1ribulávoí n Aííquoln Zoro
07 Cpornçño lsonln dn Conlribuiçño
08 Cpornçño som lncidencin dn Conlribuiçño
09 Cpornçño com Susponsño dn Conlribuiçño
49 Culrns Cpornçoos do Snídn
50 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n kocoiln 1ribu-
tada no mercado Interno
51 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n kocoiln Nño-
1ribulndn no Morcndo lnlorno
52 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n kocoiln do
Lxporlnçño
53 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns o Nño-
1ribulndns no Morcndo lnlorno
54 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns no Morcn-
do lnlorno o do Lxporlnçño
55 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns Nño 1ribulndns no
Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
56 Cpornçño com Diroilo n Crédilo - Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns o Nño-
1ribulndns no Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
60 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n ko-
coiln 1ribulndn no Morcndo lnlorno
61 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n ko-
coiln Nño-1ribulndn no Morcndo lnlorno
62 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn Lxcíusivnmonlo n ko-
coiln do Lxporlnçño
63 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns
o Nño-1ribulndns no Morcndo lnlorno
64 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns
no Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
65 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns Nño-1ribu-
lndns no Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
66 Crédilo Prosumido - Cpornçño do Aquisiçño Vincuíndn n kocoilns 1ribulndns
o Nño-1ribulndns no Morcndo lnlorno o do Lxporlnçño
67 Crédilo Prosumido - Culrns Cpornçoos
70 Cpornçño do Aquisiçño som Diroilo n Crédilo
71 Cpornçño do Aquisiçño com lsonçño
72 Cpornçño do Aquisiçño com Susponsño
73 Cpornçño do Aquisiçño n Aííquoln Zoro
74 Cpornçño do Aquisiçño som lncidencin dn Conlribuiçño
75 Cpornçño do Aquisiçño por Subsliluiçño 1ribulárin
98 Culrns Cpornçoos do Lnlrndn
99 Culrns Cpornçoos
206
ROBERTO DIAS DUARTE
CCDlCC DL A¦LS1L DA APLkAÇÃC DC lMPCS1C SCßkL PkCDL1CS lNDLS1klALlZADCS
Código Descrição Natureza (*) Detalhamento
001 Lslorno do débilo C Vníor do débilo do lPl oslornndo
002 Crédilo rocobido por lrnnslorencin
C Vníor do crédilo do lPl rocobido por lrnnslorencin, do oulro(s)
oslnboíocimonlo(s) dn mosmn omprosn
010
Crédilo Prosumido do lPl rossnrcimonlo do
PlS/PASLP o dn CCFlNS - Loi nº 9.363, do
1996
C vníor do crédilo prosumido do lPl docorronlo do rossnrcimonlo do
PlS/PASLP o dn CCFlNS nns opornçoos do oxporlnçño do produlos
induslriníizndos (Loi nº 9.363, do1996, nrl. 1º)
011
Crédilo Prosumido do lPl rossnrcimonlo do
PlS/PASLP o dn CCFlNS - Loi nº 10.276,
de 2001
C vníor do crédilo prosumido do lPl docorronlo do rossnrcimonlo do
PlS/PASLP o dn CCFlNS nns opornçoos do oxporlnçño do produlos
induslriníizndos (Loi nº 10.276, do 2001, nrl. 1º)
012
Crédilo Prosumido do lPl rogioos
inconlivndns - Loi nº 9.826, do 1999
C vníor do crédilo prosumido roínlivo no lPl incidonlo nns snídns,
do oslnboíocimonlo induslriní, dos produlos cínssilicndos nns
posiçoos 8702 n 8704 dn 1lPl (Loi nº 9.826, do 1999, nrl. 1º)
013
Crédilo Prosumido do lPl lrolo - MP nº
2.158, do 2001
C vníor do crédilo prosumido do lPl roínlivnmonlo à pnrcoín do
lrolo cobrndo poín proslnçño do sorviço do lrnnsporlo dos produlos
cínssilicndos nos codigos: 8433.53.00, 8433.59.1, 8701.10.00,
8701.30.00, 8701.90.00, 8702.10.00 Lx 01, 8702.90.90 Lx 01,
8703, 8704.2, 8704.3 o 87.06.00.20, dn 1lPl (MP nº 2.158, do
2001, nrl. 56)
019 Crédilo Prosumido do lPl - oulros C oulros vníoros do crédilo prosumido do lPl
098 Créditos decorrentes de medida judicial C vníoros do crédilo do lPl docorronlos do modidn |udiciní
099 Outros créditos C Vníor do oulros crédilos do lPl
101 Estorno de crédito D Vníor do crédilo do lPl oslornndo
102 1rnnslorencin do crédilo
D Vníor do crédilo do lPl lrnnslorido no poríodo, pnrn oulro(s)
oslnboíocimonlo(s) dn mosmn omprosn, conlormo provislo nn
íogisínçño lribulárin
103
kossnrcimonlo/componsnçño do crédilos
do lPl
D Vníor do crédilo do lPl soíicilndo |unlo à kFß/MF
199 Culros débilos D Vníor do oulros débilos do lPl
(*) Nnlurozn: ºC¨ - Crédilo, ºD¨ - Débilo
w

Que a informática vai dominando através do controle a vida
das pessoas, das atividades, isso não há dúvida; importante, pois,
é ponderar sobre até que limite tal intervenção poderia vir a ser
benejcc cos seres, ou sejc, cte que ponto seric eticc.

Antônio Lopes Sá
VISÃO GERAL DO SPED
III
S
w
209
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
w
Quando a oportunidade parece não existir é preciso de alguma forma criá-la ou
obstincdcmente perseçui-lc de clçumc jormc.
T
CERTIFICADO DIGITAL
23
ASPLC1CS LLCAlS
“A liberdade só existe com lei e poder”. Lmmnnuoí Knnl
A
íogisínçño brnsiíoirn sobro omissño o uliíiznçño do corlilicndos digilnis loi roguínmonlndn
poín Modidn Provisorin nº 2.200-2, do 24 do ngoslo do 2001, quo lom lorçn do íoi dovido à
Lmondn Conslilucionní nº 32, do 11 do solombro do 2001.
´A:t. 2 A: mcd¡da: p:ov¡:o:¡a: cd¡tada: cm data antc:¡o: à da puLI¡·açáo dc:ta cmcnda ·ont¡nuam
em vigor até que medida provisória ulterior as revogue explicitamente ou até deliberação definitiva do
congresso nacional.”
52
ºA MP 2200 doliniu quo o lnslilulo Nncionní do 1ocnoíogin dn lnlormnçño - l1l, umn nulnrquin
lodorní vincuíndn à Cnsn Civií dn Prosidencin dn kopubíicn, é n ºAuloridndo Corlilicndorn kniz
AC kniz - dn lnlrnoslrulurn do Chnvos Pubíicns ßrnsiíoirn - lCP-ßrnsií¨. Assim, o l1l ºé n primoirn
nuloridndo dn cndoin do corlilicnçño, oxoculorn dns Poíílicns do Corlilicndos o normns lécnicns
o oporncionnis nprovndns poío Comile Coslor dn lCP-ßrnsií.¨
53

51

Atenção: lCP-ßrnsií é dolinido poín MP 2200. Mns osso lormo cnusn nígumn conlusño, por sor
usndo pnrn dosignnr lnnlo ns normns lécnicns pnrn omissño do corlilicndos, qunnlo o con|unlo
do onlidndos quo roguínmonlnm ns normns.
C QLL L C lCP-ßkASlL:
ºL um con|unlo do lécnicns, prálicns o procodimonlos, n sor impíomonlndo poíns orgnniznçoos
govornnmonlnis o privndns brnsiíoirns com o ob|olivo do oslnboíocor os lundnmonlos lécnicos o
molodoíogicos do um sislomn do corlilicnçño digilní bnsondo om chnvo pubíicn.¨
53

52

52. lCP-ßkASlL. Disponívoí om: <www.icpbrasil.gov.br>. Acosso om: 29 |un. 2008.
53. MLDlDA PkCVlSCklA Nº 2.200-2, DL 24 DL ACCS1C DL 2001. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos
Jurídicos. Arl. 2º. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/Antigas_2001/2200-2.htm>.


210
ROBERTO DIAS DUARTE
“Art. 2º - A icP-brasil, cuja organização será definida em regulamento, será composta por uma autori-
dade gestora de políticas e pela cadeia de autoridades certificadoras composta pela Autoridade certifi-
cadora raiz - Ac raiz, pelas Autoridades certificadoras - Ac e pelas Autoridades de registro - Ar.”
543
Fnlo é quo há umn nuloridndo principní, o l1l, quo doíogn, por lorçn dn MP 2200, n rosponsnbi-
íidndo do omissño do corlilicndos às Auloridndos Corlilicndorns (AC).
“Art. 6º - Às Ac, entidades credenciadas a emitir certificados digitais vinculando pares de chaves crip-
tográficas ao respectivo titular, compete emitir, expedir, distribuir, revogar e gerenciar os certificados,
bem como colocar à disposição dos usuários listas de certificados revogados e outras informações
pertinentes e manter registro de suas operações.”
554
Cnbo à Auloridndo do kogislro (Ak) idonlilicnr o cndnslrnr os usuários do corlilicndos digilnis.
“Art. 7º - Às Ar, entidades operacionalmente vinculadas a determinada Ac, compete identificar e ca-
dastrar usuários na presença destes, encaminhar solicitações de certificados às Ac e manter registros
de suas operações.”
565
Como há prosunçño do vorncidndo do signnlário nos documonlos oíolrónicos nssinndos com cor-
lilicndos digilnis, é improscindívoí n corroln idonlilicnçño do usuário qunndo dn omissño do cor-
lilicndo. Por isso, o procosso do omissño é lño minucioso qunnlo o do omissño do um pnssnporlo.
´A:t. 10° - Con:¡dc:am-:c do·umcnto: puLI¡·o: ou pa:t¡·uIa:c:, pa:a todo: o: ì¡n: Ic¿a¡:, o: do·umcn-
tos eletrônicos de que trata esta medida Provisória.
§ 1º As declarações constantes dos documentos em forma eletrônica produzidos com a utilização
de processo de certificação disponibilizado pela icP-brasil presumem-se verdadeiros em relação aos
signatários.”
576
Conludo, no mosmo nrl. 10º dn MP, om sou pnrágrnlo sogundo, há um disposilivo muilo inloros-
snnlo. Documonlos oíolrónicos nssinndos com corlilicndos digilnis omilidos por onlidndos lorn
dn oslrulurn lCP-ßrnsií lem vníidndo, dosdo quo ncoilos poíns pnrlos.
´§ 2° C d¡:po:to nc:ta Acd¡da F:ov¡:o:¡a náo oL:ta a ut¡I¡2açáo dc out:o mc¡o dc ·omp:ovaçáo da
autoria e integridade de documentos em forma eletrônica, inclusive os que utilizem certificados não
emitidos pela icP-brasil, desde que admitido pelas partes como válido ou aceito pela pessoa a quem
for oposto o documento.”
587
Há muilns omprosns lorn do ßrnsií quo omilom corlilicndos digilnis. Mosmo nqui, no Pnís, há
onlidndos omissorns nño vincuíndns no lCP. Aíiás, quníquor posson podo omilir um. Há duzins
54. MLDlDA PkCVlSCklA Nº 2.200-2, DL 24 DL ACCS1C DL 2001. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos
Jurídicos. Arl. 6º. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/Antigas_2001/2200-2.htm>.

55. MLDlDA PkCVlSCklA Nº 2.200-2, DL 24 DL ACCS1C DL 2001. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos
Jurídicos. Arl. 7º. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/Antigas_2001/2200-2.htm>.
56. MLDlDA PkCVlSCklA Nº 2.200-2, DL 24 DL ACCS1C DL 2001. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos
Jurídicos. Arl. 10. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/Antigas_2001/2200-2.htm>.
57. MLDlDA PkCVlSCklA Nº 2.200-2, DL 24 DL ACCS1C DL 2001. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos
Jurídicos. Arl. 10, § 1º. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/Antigas_2001/2200-2.htm>.

58. MLDlDA PkCVlSCklA Nº 2.200-2, DL 24 DL ACCS1C DL 2001. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos
Jurídicos. Arl. 10, § 1º. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/Antigas_2001/2200-2.htm>.
211
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
do progrnmns, níguns nlé grnluilos, omilom corlilicndos digilnis.
Mns oíos lem vníor íogní:
Dopondo. lmngino o soguinlo conário: umn omprosn vni omilir corlilicndos digilnis pnrn sous
cíionlos n lim do uliíiznrom um dolorminndo sorviço poín lnlornol, com n nocossidndo do idon-
lilicnçño o conlirmnçño dn opornçño poío usuário. Pnrn hnvor vníor íogní, um conlrnlo lormní
dovo oslnboíocor ns condiçoos, lormns do uso o omissño dossos corlilicndos.
Assim, do ponlo do visln íogní, há dois lipos do corlilicndos: os dilos lCP, quo sño omilidos por
AC o Aks vincuíndns no lCP-ßrnsií, o os Nño lCP, omilidos poíns domnis onlidndos pubíicns ou
privndns. Cs primoiros podom sor uliíizndos do lormn nmpín, do ponlo do visln |urídico, incíuin-
do nssinnlurn do documonlos, idonlilicnçño pornnlo onlidndos pubíicns o privndns. ¦á os Nño
lCP podom sor uliíizndos om roínçoos |urídicns ospocílicns, dosdo quo lormníizndns provinmonlo
onlro ns pnrlos inlorossndns.
token, CAk1ÃC CL AkQLlVC:
“nos certificados do tipo A1 e s1, as chaves privadas ficam armazenadas no próprio computador do
usuário. nos tipos A2, A3, A4, s2, s3 e s4, as chaves privadas e as informações referentes ao seu cer-
t¡ì¡·ado ì¡·am a:ma2cnada: cm um ha:dva:c ·:¡pto¿:aì¡·o - ·a:táo ¡ntcI¡¿cntc (:ma:t·a:d) ou ·a:táo
de memória (token usb ou pen drive). Para acessar essas informações você usará uma senha pessoal
determinada no momento da compra.
os certificados mais comuns são:
A1 - dc mcno: nIvcI dc :c¿u:ança, c ¿c:ado c a:ma2cnado no ·omputado: do u:ua:¡o. C: dado: :áo
protegidos por uma senha de acesso. somente com essa senha é possível acessar, mover e copiar a cha-
vc p:¡vada a cIc a::o·¡ada, c A3 - ·om nIvcI dc :c¿u:ança dc mcd¡o a aIto ¿c:açáo c a:ma2cna¿cm cm
hardware criptográfico, que pode ser um cartão inteligente ou um token. Apenas o detentor da senha
de acesso pode utilizar a chave privada, e as informações não podem ser copiadas ou reproduzidas.”
598
Lm rosumo, pnrn ndquirir o sou corlilicndo lCP-ßrnsií, ns opçoos mnis comuns sño: A1 o A3. A
primoirn é mnis bnrnln. A sogundn é mnis sogurn o prálicn.
Pnrn umn posson nño nulorizndn uliíiznr sou corlilicndo A3, oín procisn do lokon ou do cnrlño o
dn sonhn. So quo, npos lres lonlnlivns consoculivns com sonhn incorroln, o corlilicndo é inuliíizn-
do. Cu so|n, há proloçño lísicn, dosdo quo voce gunrdo bom sou token/cnrlño, o lnmbém íogicn,
é cínro, so sun sonhn nño lor 123456 ou n dnln do sou nnivorsário.
59. klßLlkC, C. Como funciona o certificado digital. Howstuffworks. Disponívoí om:
<http://informatica.hsw.uol.com.br/certificado-digital4.htm>.
212
ROBERTO DIAS DUARTE
C lipo A1 nindn lom como dosvnnlngom n possibiíidndo do pordn do corlilicndo por uso inn-
doqundo (lormnlnçño, romoçño do nrquivos o pnslns, nlnquo do vírus) ou lníhn do compulndor
(doloilo no disco).
Conludo, dopondondo do uso, o A1 podo sor mnis convonionlo o nindn sor uliíizndo com muiln
sogurnnçn. Por oxompío, so sou software pnrn omissño do NF-o oslivor hospodndo om um data-
center soguro, provnvoímonlo voce lorá quo inslnínr um corlilicndo lipo A1, no mosmo sorvidor.
Noslo cnso, n sogurnnçn do nrquivo do corlilicndo digilní dovo sor gnrnnlidn poíns poíílicns do
gestor do datacenter.
C A3 é nrmnzonndo lorn do compulndor, om token ou cnrlño. C token parece uma pen drive,
mns nño é. 1ní quní n pen drive, so conocln no compulndor por umn porln LSß. C cnrlño pnroco
um cnrlño mngnélico, mns nño é. Pnrn conoclá-ío no compulndor é nocossário o uso do umn
íoilorn proprin. Ambos sño disposilivos com umn poquonn momorin pnrn nrmnzonnr o corlilicn-
do, o com um procossndor. Lsso con|unlo momorin/procossndor ngrogn sogurnnçn no procosso.
Entre o token e o smartcard, ou lico com o token. Como nn mnior pnrlo do lompo oslou lorn
do oscrilorio, proliro nño cnrrognr umn íoilorn. C token é um pouco mnis cnro, onlrolnnlo mnis
conlorlávoí. Conludo, pnrn quom procisn do vários corlilicndos o pouco nocossiln nusonlnr-so do
oscrilorio, n soíuçño cnrlño/íoilorn é mnis ndoqundn o oconómicn.
Lnlim, nnlos do oscoíhor o corlilicndo idoní, é bom osludnr bnslnnlo o sou uso.
CCLL1ÂNLA DL PLkCLN1AS L kLSPCS1AS
C quc e Ccrtiíicaçño Digita!!
“os computadores e a internet são largamente utilizados para o processamento de dados e para
a troca de mensagens e documentos entre cidadãos, governo e empresas. no entanto, estas
transações eletrônicas necessitam da adoção de mecanismos de segurança capazes de garantir
autenticidade, confidencialidade e integridade às informações eletrônicas. A certificação Digital
é a tecnologia que provê estes mecanismos.
no cerne da certificação Digital está o certificado digital, um documento eletrônico que contém
o nome, um número público exclusivo denominado chave pública e muitos outros dados que
mostram quem somos para as pessoas e para os sistemas de informação. A chave pública serve
para validar uma assinatura realizada em documentos eletrônicos.
A certificação Digital tem trazido inúmeros benefícios para os cidadãos e para as instituições
que a adotam. com a certificação Digital é possível utilizar a internet como meio de comunica-
ção alternativo para a disponibilização de diversos serviços com uma maior agilidade, facilidade
de acesso e substancial redução de custos. A tecnologia da certificação digital foi desenvolvida
graças aos avanços da criptografia nos últimos 30 anos.”
60

9
O que posso fazer com um certificado digital?
“os aplicativos de software, redes e computadores podem utilizar seu certificado digital de vá-
rias maneiras:
60. lNS1l1L1C NAClCNAL DL 1LCNCLCClA DA lNFCkMAÇÃC (l1l). C quc e Ccrtiíicaçño Digita!! C quo é Corlilicnçño Digilní:
p. 1. Disponívoí om: <www.iti.gov.br/twiki/pub/certificacao/cartilhascd/brochura01.pdf>.
213
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
criptografia (ou embaralhamento de dados) é uma maneira de proteger informações, antes de
enviá-las de um computador para outro. normalmente, os aplicativos de e-mail utilizam o cer-
tificado digital do destinatário do e-mail criptografado. Para enviar mensagens criptografadas,
você precisa da chave pública do destinatário.
Autenticação de cliente é o termo usado para descrever como você (o cliente) pode comprovar
sua identidade para outra pessoa ou computador. Por exemplo, os bancos on-line precisam se
certificar de que você é o cliente verdadeiro de uma determinada conta bancária. no banco,
a pessoa geralmente comprova sua identidade através da carteira de identidade. Quando você
está on-line, seu aplicativo de software apresenta seu certificado digital. Alguns sites exigem que
você apresente seu certificado digital para permitir que você entre em áreas de acesso restritas,
como as destinadas a assinantes de determinado serviço oferecido pelo site.
A assinatura digital, como a assinatura escrita, comprova que a pessoa criou ou concorda com
o documento assinado. A assinatura digital oferece um nível mais alto de segurança do que
uma assinatura escrita porque a assinatura digital verifica que a mensagem veio de determinada
pessoa e não foi alterada por acidente ou intencionalmente. Desta forma, se você assinar um
documento, não poderá renegar a assinatura, alegando que ela foi falsificada (isto é conhecido
como não-repúdio).”
6110
C quc e smartcard c tokcn!
“são hardwares portáteis que funcionam como mídias armazenadoras. em seus chips são armaze-
nadas as chaves privadas dos usuários. o acesso às informações neles contidas é feito por meio de
uma senha pessoal, determinada pelo titular. o smartcard assemelha-se a um cartão magnético,
sendo necessário um aparelho leitor para seu funcionamento. Já o token assemelha-se a uma pe-
quena chave que é colocada em uma entrada do computador.”
62
O certificado digital tem validade?
“sim. o certificado digital, diferentemente dos documentos utilizados usualmente para a iden-
tificação pessoal como cPf e rG, possui um período de validade. só é possível assinar um
documento enquanto o certificado é válido.”
6311
Por que não emitir certificados sem data final de validade?
“Porque a cada renovação de validade do certificado renova-se também a relação de confiança
entre seu titular e a Ac. essa renovação pode ser necessária para a substituição da chave privada
por uma outra tecnologicamente mais avançada ou devido a possíveis mudanças ocorridas nos
dados do usuário. essas alterações têm por objetivo tornar mais robusta a segurança em relação
às técnicas de certificação e às informações contidas no certificado.”
6412
Assinatura digita! e o mcsmo quc assinatura digita!izada!
“não. A assinatura digitalizada é a reprodução da assinatura de próprio punho como imagem
por um equipamento tipo scanner. ela não garante a autoria e integridade do documento eletrô-
61. PkCDLMCL. FAQ. O que posso fazer com um Certificado Digital? Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=34&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.
62. PkCDLMCL. FAQ. C quc e smartcard c tokcn! Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=52&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.

63. PkCDLMCL. FAQ. O certificado digital tem validade? Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=53&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.
214
ROBERTO DIAS DUARTE
nico, porquanto não existe uma associação inequívoca entre o assinante e o texto digitalizado,
uma vez que ela pode ser facilmente copiada e inserida em outro documento.”
65131415
Quais as principais informações que constam em um certificado digital?
“As principais informações que constam em um certificado digital são: chave pública do titular;
nome e endereço de e-mail; período de validade do certificado; nome da autoridade certificadora
(Ac) que emitiu o certificado; número de série do certificado digital; assinatura digital da Ac.”
6616
C quc e criptograíia!
“A palavra criptografia tem origem grega e significa a arte de escrever em códigos, de forma a
esconder a informação na forma de um texto incompreensível. A cifragem ou processo de co-
dificação é executada por um programa de computador que realiza um conjunto de operações
matemáticos e transformam um texto claro em um texto cifrado, além de inserir uma chave
secreta na mensagem. o emissor do documento envia o texto cifrado, que será reprocessado
pelo receptor, transformando-o, novamente, em texto legível, igual ao emitido, desde que tenha
a chave correta.”
67

17
Quais são os tipos de criptografia existentes?
“existem dois tipos de criptografia: simétrica e assimétrica. A criptografia simétrica é baseada em
algoritmos que dependem de uma mesma chave, denominada chave secreta, que é usada tanto
no processo de cifrar quanto no de decifrar o texto. Para a garantia da integridade da informação
transmitida é imprescindível que apenas o emissor e o receptor conheçam a chave. o proble-
ma da criptografia simétrica é a necessidade de compartilhar a chave secreta com todos que
precisam ler a mensagem, possibilitando a alteração do documento por qualquer das partes. A
criptografia assimétrica utiliza um par de chaves diferentes entre si, que se relacionam matema-
ticamente por meio de um algoritmo, de forma que o texto cifrado por uma chave, apenas seja
decifrado pela outra do mesmo par. As duas chaves envolvidas na criptografia assimétrica são
denominadas chave pública e chave privada. A chave pública pode ser conhecida pelo público
em geral, enquanto que a chave privada somente deve ser de conhecimento de seu titular.”
6818
C quc e assinatura digita!!
o mesmo método de autenticação dos algoritmos de criptografia de chave pública operando
em conjunto com uma função resumo, também conhecido como função de hash, é chamada
de assinatura digital.
o resumo criptográfico é o resultado retornado por uma função de hash. este pode ser compara-
do a uma impressão digital, pois cada documento possui um valor único de resumo e até mesmo
uma pequena alteração no documento, como a inserção de um espaço em branco, resulta em
um resumo completamente diferente.
65. PkCDLMCL. FAQ. Assinatura digita! e o mcsmo quc assinatura digita!izada! Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=41&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.
66. PkCDLMCL. FAQ. Quais as principais informações que constam em um certificado digital? Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=44&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.
67. PkCDLMCL. FAQ. C quc e criptograíia! Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=42&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.
68. PkCDLMCL. FAQ. Quais os tipos de criptografia existentes? Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=43&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008
215
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Assinatura digital utilizando algoritmos de chave pública
A vantagem da utilização de resumos criptográficos no processo de autenticação é o aumento de
desempenho, pois os algoritmos de criptografia assimétrica são muito lentos. A submissão de re-
sumos criptográficos ao processo de cifragem com a chave privada reduz o tempo de operação
para gerar uma assinatura por serem os resumos, em geral, muito menores que o documento em
si. Assim, consomem um tempo baixo e uniforme, independente do tamanho do documento a
ser assinado. na assinatura digital, o documento não sofre qualquer alteração e o hash cifrado
com a chave privada é anexado ao documento.
Conferência da assinatura digital
Para comprovar uma assinatura digital é necessário inicialmente realizar duas operações: cal-
cular o resumo criptográfico do documento e decifrar a assinatura com a chave pública do
signatário. se forem iguais, a assinatura está correta, o que significa que foi gerada pela chave
privada corresponde à chave pública utilizada na verificação e que o documento está íntegro.
caso sejam diferentes, a assinatura está incorreta, o que significa que pode ter havido alterações
no documento ou na assinatura pública.
69

19

O documento assinado eletronicamente tem o mesmo valor que o documento assinado
de forma manuscrita?
“De acordo com o art. 10, da mP 2.200-2, os documentos eletrônicos assinados digitalmente
com o uso de certificados emitidos no âmbito da icP-brasil têm a mesma validade jurídica que
os documentos em papel com assinaturas manuscritas. importante frisar que os documentos ele-
trônicos assinados digitalmente por meio de certificados emitidos fora do âmbito da icP-brasil
também têm validade jurídica, mas esta dependerá da aceitação de ambas as partes, emitente e
destinatário, conforme determina a redação do § 2º do art.10 da mP 2.200-2.”
7020

69. lNS1l1L1C NAClCNAL DL 1LCNCLCClA DA lNFCkMAÇÃC (l1l). C quc e assinatura digita!! C quo é Corlilicnçño Digilní:
p. 6. Disponívoí om: <www.iti.gov.br/twiki/pub/certificacao/cartilhascd/brochura01.pdf>.
70. PkCDLMCL. FAQ. O documento assinado eletronicamente tem o mesmo valor que o documento assinado de forma
manuscrita? Disponívoí om: <https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=51&itemid=180>.
Acosso om: 29 |un. 2008.
216
ROBERTO DIAS DUARTE
Quais cuidados se devem ter ao utilizar a Certificação Digital?
“Primeiramente, deve-se lembrar que o certificado digital representa a “identidade” da pessoa
no mundo virtual. Assim, é necessária a adoção de alguns cuidados para se evitar que outra
pessoa possa fechar contratos e/ou negócios e realizar transações bancárias em nome do titular
do certificado. recomendações para o uso de um certificado digital:
A) a senha de acesso da chave privada e a própria chave privada não devem ser compartilhadas
com ninguém;
b) caso o computador onde foi gerado o par de chaves criptográficas seja compartilhado com
diversos usuários, não é recomendável o armazenamento da chave privada no disco rígido, pois
todos os usuários terão acesso a ela, sendo melhor o armazenamento em disquete, smartcard
ou token;
c) caso a chave privada esteja armazenada no disco rígido de algum computador, deve-se pro-
tegê-lo de acesso não autorizado, mantendo-o fisicamente seguro. nunca deixe a sala aberta
quando sair e se for necessário, deixar o computador ligado. utilize também um protetor de
tela com senha. cuidado com os vírus de computador, eles podem danificar sua chave privada;
D) caso o software de geração do par de chaves permita optar entre ter ou não uma senha para
proteger a chave privada, recomenda-se a escolha pelo acesso por meio de senha. não usar uma
senha significa que qualquer pessoa que tiver acesso ao computador poderá se passar pelo titu-
lar da chave privada, assinando contratos e movimentando contas bancárias. em geral, é bem
mais fácil usar uma senha do que proteger um computador fisicamente;
e) utilize uma senha longa, intercalando letras e números, uma vez que existem programas com a
função de desvendar senhas. Deve-se evitar o uso de dados pessoais como nome de cônjuge ou
de filhos, datas de aniversários, endereços, telefones, ou outros elementos relacionados com a
própria pessoa. A senha nunca deve ser anotada, sendo recomendável sua memorização.”
7121
22
C quc e o carimbo dc tcmpo!
“o carimbo de tempo (ou timestamp) é um documento eletrônico emitido por uma parte confi-
ável, que serve como evidência de que uma informação digital existia numa determinada data
e hora no passado.”
72
23
24
Para que serve o carimbo de tempo?
“o carimbo de tempo destina-se a associar a um determinado hash de um documento assinado
eletronicamente ou não, uma determinada hora e data de existência. ressalta-se que o carimbo
de tempo oferece a informação de data e hora de registro deste documento quando este chegou
à entidade emissora, e não a data de criação deste documento.”
73
71. lNS1l1L1C NAClCNAL DL 1LCNCLCClA DA lNFCkMAÇÃC (l1l). Porgunlns Froquonlos. Quais cuidados se devem ter ao se
utilizar a certificação digital? Disponívoí om: <www.iti.gov.br/twiki/bin/view/certificacao/Perguntavinte>.
72. lNS1l1L1C NAClCNAL DL 1LCNCLCClA DA lNFCkMAÇÃC (l1l). Porgunlns Froquonlos. C quc e carimbo tcmpo! Disponívoí
om: <www.iti.gov.br/twiki/bin/view/certificacao/PerguntaQuarentatres>.
73. lNS1l1L1C NAClCNAL DL 1LCNCLCClA DA lNFCkMAÇÃC (l1l). Porgunlns Froquonlos. Para que serve o carimbo tempo?
Disponívoí om: <www.iti.gov.br/twiki/bin/view/certificacao/PerguntaQuarentacinco>.

217
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
A utilização de carimbo de tempo já foi regulamentada na ICP-Brasil? Qual norma trata
dessa questão?
“As normas relativas à utilização de carimbo de tempo na icP-brasil ainda estão sendo elabo-
radas. Assim que estiverem prontas e forem aprovadas pelo comitê Gestor da icP-brasil serão
publicadas no Diário oficial da união.”
74

2525

Como funciona a certificação digital?
“basicamente, o certificado digital funciona como uma espécie de carteira de identidade virtual
que permite a identificação segura de uma mensagem ou transação em rede de computadores.
o processo de certificação digital utiliza procedimentos lógicos e matemáticos bastante comple-
xos para assegurar confidencialidade, integridade das informações e confirmação de autoria. o
certificado digital é um documento eletrônico, assinado digitalmente por uma terceira parte con-
fiável, que identifica uma pessoa, seja ela física ou jurídica, associando-a a uma chave pública.
um certificado digital contém os dados de seu titular, como nome, e-mail, cPf, chave pública,
nome e assinatura da autoridade certificadora que o emitiu”.
75
68
26
Qual a diferença entre o certificado tipo A1 e o certificado do tipo A3?
“no certificado A1, o par de chaves pública e privada é gerado pelo titular no disco rígido do
computador. no certificado A3, o par de chaves é gerado e armazenado em um cartão inteli-
gente ou em um token criptográfico inviolável. Ambos os dispositivos são protegidos por senha
e se bloqueiam quando a senha é digitada de maneira errada por várias vezes. Por este motivo,
os certificados A3 são muito mais seguros.”
7627

Qua! e o nívc! dc scgurança dos ccrtiíicados digitais!
“os certificados digitais são muito seguros, desde que você não divulgue para ninguém sua
chave privativa e sua senha. Pense em sua senha como a chave de um cofre. se você é a única
pessoa a possuir a chave, o conteúdo do cofre estará seguro. entretanto, se você compartilhar a
chave com outras pessoas, estará diminuindo a segurança do que está contido no cofre.
se alguém conseguir seu certificado digital, não poderá utilizá-lo a menos que tenha a chave pri-
vativa correspondente e a senha para esta. Antes que seu navegador envie seu certificado digital,
ele lhe pedirá sua senha. você deve digitar a senha para poder utilizar seu certificado digital.
os certificados digitais também são apresentados em diversas intensidades. A intensidade menor
é chamada de “40 bits,” referindo-se ao tamanho da chave para o certificado digital. A intensida-
de maior é chamada de “128 bits”. se uma chave de 40 bits pode ser decifrada em 4 horas, para
decodificar uma chave de 128 bits seria necessário mais tempo que a idade do universo.”
7728
74. lNS1l1L1C NAClCNAL DL 1LCNCLCClA DA lNFCkMAÇÃC (l1l). Porgunlns Froquonlos. A utilização de carimbo de tempo já
foi regulamentada na ICP-Brasil? Quní normn lrnln dossn quoslño: Disponívoí om:
<www.iti.gov.br/twiki/bin/view/certificacao/PerguntaQuarentaQuatro>.
75. PkCDLMCL. FAQ. Como funciona a certificação digital? Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=38&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.
76. PkCDLMCL. FAQ. Qual a diferença entre o certificado tipo A1 e o certificado do tipo A3? Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=39&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008.

77. PkCDLMCL. FAQ. Qua! e o nívc! dc scgurança dos ccrtiíicados digitais! Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=37&itemid=180>. Acesso em: 29 jun. 2008.
218
ROBERTO DIAS DUARTE
Quais as diferenças da Certificação de pessoa física e jurídica?
“A diferença é que na certificação Digital da pessoa física o responsável pelo certificado é a
própria pessoa, e na certificação digital da pessoa jurídica o titular é a empresa e esta tem uma
pessoa física responsável pelo uso do certificado.”
78
1
78.PkCDLMCL. FAQ. Quais as diferenças da certificação de pessoa física e jurídica? Disponívoí om:
<https://wwws.prodemge.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=46&itemid=180>. Acosso om: 29 |un. 2008
219
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
Se c intençûo erc cccbcr com c soneçcçûo, c NI-e bcstctc.
I
NC1A FlSCAL LLL1kCNlCA - NF-L
24
CCNCLl1C
N
oln Fiscní oíolrónicn é um documonlo do oxislencin nponns digilní, omilido o nrmnzonndo
oíolronicnmonlo, com ob|olivo do documonlnr, pnrn lins liscnis, umn opornçño do circuín-
çño do morcndorins ou umn proslnçño do sorviços, ocorridn onlro ns pnrlos. Sun vníidndo |urídicn
é gnrnnlidn poín nssinnlurn digilní do romolonlo o poín rocopçño, poío lisco, do documonlo oío-
lrónico, nnlos dn ocorrencin do lnlo gorndor.
A Noln Fiscní oíolrónicn lom vníidndo om lodos os Lslndos dn Fodornçño o |á é umn roníidndo nn
íogisínçño brnsiíoirn dosdo oulubro do 2005, qunndo loi insliluídn poío A|uslo SlNlLF 07/2005.
A íogisínçño pormilo quo n NF-o subslilun nponns noln liscní modoío 1 / 1-A om lodns ns hipolo-
sos provislns nn íogisínçño om quo ossos documonlos possnm sor uliíizndos.
CßklCA1CklLDADL
Cs crilérios sobro n obrignloriodndo do omissño do NF-o nño sño lño simpíos qunnlo npnronlnm.
Aíém do divorsos Prolocoíos lCMS pubíicndos, com rogrns o oxcoçoos - nom sompro muilo cín-
rns -, há um grnndo numoro do normns o inlorprolnçoos oslndunis.
PkC1CCCLC lCMS 10/07
C primoiro normnlivo sobro o nssunlo loi o Prolocoío lCMS 10, do 18 do nbrií do 2007, quo loi
nssinndo inicinímonlo por Aíngons, ßnhin, Conrá, Lspírilo Snnlo, Coiás, Mnrnnhño, Mnlo Crosso,
Minns Cornis, Pnrá, kio Crnndo do Norlo, kio Crnndo do Suí, Sño Pnuío o Sorgipo.
Posloriormonlo, houvo n ndosño do Pnrníbn, Pnrnná, Pornnmbuco, kio do ¦nnoiro, kondónin,
Snnln Cnlnrinn, 1ocnnlins, Dislrilo Fodorní, Amnzonns, Mnlo Crosso do Suí, Pinuí, Acro, Amnpá
o kornimn.
Lslo Prolocoío dolorminou n obrignloriodndo pnrn os conlribuinlos do 93 sogmonlos oconómicos:


220
ROBERTO DIAS DUARTE
l - lnbricnnlos do cignrros,
ll - dislribuidoros ou nlncndislns do cignrros,
lll - produloros, lormuíndoros o imporlndoros do combuslívois ííquidos, nssim dolinidos o nulo-
rizndos por orgño lodorní compolonlo,
lV - dislribuidoros do combuslívois ííquidos, nssim dolinidos o nulorizndos por orgño lodorní
compolonlo,
V - lrnnsporlndoros o rovondodoros rolníhislns (1kk), nssim dolinidos o nulorizndos por orgño
lodorní compolonlo,
Vl - lnbricnnlos do nulomovois, cnmionolos, uliíilários, cnminhoos, ónibus o molocicíolns,
Vll - lnbricnnlos do cimonlo,
Vlll - lnbricnnlos, dislribuidoros o comorcinnlo nlncndisln do modicnmonlos níopálicos pnrn uso
humnno,
lX - lrigorílicos o nlncndislns quo promovorom ns snídns do cnrnos lroscns, rolrigorndns ou con-
goíndns dns ospécios bovinns, suínns, bulníinns o nvícoín,
X - lnbricnnlos do bobidns nícooíicns incíusivo corvo|ns o chopos,
Xl - lnbricnnlos do rolrigornnlos,
Xll - ngonlos quo, no Ambionlo do Conlrnlnçño Livro (ACL), vondnm onorgin oíélricn n consu-
midor linní,
Xlll - lnbricnnlos do somi-ncnbndos, ínminndos pínnos ou íongos, roínminndos, lroliíndos o por-
liíndos do nço,
XlV - lnbricnnlos do lorro-gusn.
XV - imporlndoros do nulomovois, cnmionolos, uliíilários, cnminhoos, ónibus o molocicíolns,
XVl - lnbricnnlos o imporlndoros do bnlorins o ncumuíndoros pnrn voícuíos nulomoloros,
XVll - lnbricnnlos do pnoumálicos o do câmnrns do nr,
XVlll - lnbricnnlos o imporlndoros do nulopoçns,
XlX - produloros, lormuíndoros, imporlndoros o dislribuidoros do soívonlos dorivndos do polro-
íoo, nssim dolinidos o nulorizndos por orgño lodorní compolonlo,
XX - comorcinnlos nlncndislns n grnnoí do soívonlos dorivndos do polroíoo,
XXl - produloros, imporlndoros o dislribuidoros do íubrilicnnlos o grnxns dorivndos do polroíoo,
nssim dolinidos o nulorizndos por orgño lodorní compolonlo,
XXll - comorcinnlos nlncndislns do íubrilicnnlos o grnxns dorivndos ou nño do polroíoo,
XXlll - produloros, imporlndoros, dislribuidoros n grnnoí, ongnrrnlndoros o rovondodoros nlncn-
dislns n grnnoí do áícooí pnrn oulros lins,
XXlV - produloros, imporlndoros o dislribuidoros do CLP - gás íiquoloilo do polroíoo ou do CLCN
- gás íiquoloilo do gás nnlurní, nssim dolinidos o nulorizndos por orgño lodorní compolonlo,
XXV - produloros, imporlndoros o dislribuidoros do CNV - gás nnlurní voicuínr, nssim dolinidos
o nulorizndos por orgño lodorní compolonlo,
XXVl - nlncndislns do produlos sidorurgicos o lorro-gusn,
XXVll - lnbricnnlos do níumínio, ínminndos o íigns do níumínio,
XXVlll - lnbricnnlos do vnsiíhnmos do vidro, gnrrnlns PL1 o ínlns pnrn bobidns nícooíicns o rolrigornnlos,
XXlX - lnbricnnlos o imporlndoros do linlns, vornizos, osmnílos o íncns,
XXX- lnbricnnlos o imporlndoros do rosinns lormopíáslicns,
XXXl - dislribuidoros, nlncndislns ou imporlndoros do bobidns nícooíicns, incíusivo corvo|ns o chopos,
XXXll - dislribuidoros, nlncndislns ou imporlndoros do rolrigornnlos,
XXXlll - lnbricnnlos, dislribuidoros, nlncndislns ou imporlndoros do oxlrnlo o xnropo uliíizndos
nn lnbricnçño do rolrigornnlos,
XXXlV - nlncndislns do bobidns com nlividndo do lrncionnmonlo o ncondicionnmonlo nssocindn,
XXXV - nlncndislns do lumo,
XXXVl - lnbricnnlos do cignrriíhns o chnrulos,
221
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
XXXVll - lnbricnnlos o imporlndoros do liílros pnrn cignrros,
XXXVlll - lnbricnnlos o imporlndoros do oulros produlos do lumo, oxcolo cignrros, cignrriíhns o chnrulos,
XXXlX - procossndoros induslrinis do lumo,
XL - lnbricnnlos do cosmélicos, produlos do porlumnrin o do higiono possoní,
XLl - lnbricnnlos do produlos do íimpozn o do poíimonlo,
XLll - lnbricnnlos do snboos o dolorgonlos sinlélicos,
XLlll - lnbricnnlos do níimonlos pnrn nnimnis,
XLlV - lnbricnnlos do pnpoí,
XLV - lnbricnnlos do produlos do pnpoí, cnrloíinn, pnpoí-cnrlño o pnpoíño onduíndo pnrn uso
comorciní o do oscrilorio,
XLVl - lnbricnnlos o imporlndoros do compononlos oíolrónicos,
XLVll - lnbricnnlos o imporlndoros do oquipnmonlos do inlormálicn o do poriléricos pnrn oqui-
pnmonlos do inlormálicn,
XLVlll - lnbricnnlos o imporlndoros do oquipnmonlos lrnnsmissoros do comunicnçño, poçns o ncossorios,
XLlX - lnbricnnlos o imporlndoros do npnroíhos do rocopçño, roproduçño, grnvnçño o nmpíilicn-
çño do áudio o vídoo,
L - oslnboíocimonlos quo roníizom roproduçño do vídoo om quníquor suporlo,
Ll - oslnboíocimonlos quo roníizom roproduçño do som om quníquor suporlo,
Lll - lnbricnnlos o imporlndoros do mídins virgons, mngnélicns o oplicns,
Llll - lnbricnnlos o imporlndoros do npnroíhos loíolónicos o do oulros oquipnmonlos do comuni-
cnçño, poçns o ncossorios,
LlV - lnbricnnlos do npnroíhos oíolromédicos o oíolrolornpeulicos o oquipnmonlos do irrndinçño,
LV - lnbricnnlos o imporlndoros do piíhns, bnlorins o ncumuíndoros oíélricos, oxcolo pnrn voícu-
íos nulomoloros,
LVl - lnbricnnlos o imporlndoros do mnloriní oíélrico pnrn inslnínçoos om circuilo do consumo,
LVll - lnbricnnlos o imporlndoros do lios, cnbos o conduloros oíélricos isoíndos,
LVlll - lnbricnnlos o imporlndoros do mnloriní oíélrico o oíolrónico pnrn voícuíos nulomoloros,
oxcolo bnlorins,
LlX - lnbricnnlos o imporlndoros do logoos, rolrigorndoros o mnquinns do ínvnr o socnr pnrn uso
doméslico, poçns o ncossorios,
LX - oslnboíocimonlos quo roníizom mongom do lrigo o lnbricnçño do dorivndos do lrigo,
LXl - nlncndislns do cnlé om grño,
LXll - nlncndislns do cnlé lorrndo, moído o soíuvoí,
LXlll - produloros do cnlé lorrndo o moído, nromnlizndo,
LXlV - lnbricnnlos do oíoos vogolnis rolinndos, oxcolo oíoo do miího,
LXV - lnbricnnlos do dolonsivos ngrícoíns,
LXVl - lnbricnnlos do ndubos o lorliíiznnlos,
LXVll - lnbricnnlos do modicnmonlos homoopálicos pnrn uso humnno,
LXVlll - lnbricnnlos do modicnmonlos lilolorápicos pnrn uso humnno,
LXlX - lnbricnnlos do modicnmonlos pnrn uso volorinário,
LXX - lnbricnnlos do produlos lnrmoquímicos,
LXXl - nlncndislns o imporlndoros do mnílo pnrn lnbricnçño do bobidns nícooíicns,
LXXll - lnbricnnlos o nlncndislns do ínlicínios,
LXXlll - lnbricnnlos do nrlolnlos do mnloriní píáslico pnrn usos induslrinis,
LXXlV - lnbricnnlos do lubos do nço som coslurn,
LXXV - lnbricnnlos do lubos do nço com coslurn,
LXXVl - lnbricnnlos o nlncndislns do lubos o conoxoos om PVC o cobro,
LXXVll - lnbricnnlos do nrlolnlos oslnmpndos do molní,
LXXVlll - lnbricnnlos do produlos do lroliíndos do molní, oxcolo pndronizndos,
222
ROBERTO DIAS DUARTE
LXXlX - lnbricnnlos do cronómolros o roíogios,
LXXX - lnbricnnlos do oquipnmonlos o inslrumonlos oplicos, poçns o ncossorios,
LXXXl - lnbricnnlos do oquipnmonlos do lrnnsmissño ou do roínmonlos, pnrn lins induslrinis,
LXXXll - lnbricnnlos do máquinns, oquipnmonlos o npnroíhos pnrn lrnnsporlo o oíovnçño do cnr-
gns, poçns o ncossorios,
LXXXlll - lnbricnnlos do npnroíhos o oquipnmonlos do nr-condicionndo pnrn uso nño-induslriní,
LXXXlV - sorrnrins com dosdobrnmonlo do mndoirn,
LXXXV - lnbricnnlos do nrlolnlos do |oníhorin o ourivosnrin,
LXXXVl - lnbricnnlos do lrnloros, poçns o ncossorios, oxcolo ngrícoíns,
LXXXVll - lnbricnnlos o nlncndislns do pños, biscoilos o boínchn,
LXXXVlll - lnbricnnlos o nlncndislns do vidros pínnos o do sogurnnçn,
LXXXlX - nlncndislns do morcndorin om gorní, com prodominâncin do produlos níimonlícios,
XC - concossionários do voícuíos novos,
XCl - lnbricnnlos o imporlndoros do pisos o rovoslimonlos corâmicos,
XCll - locoíngom do lios do librns lexlois,
XClll - propnrnçño o linçño do librns lexlois.
A obrignloriodndo dn omissño do NF-o nos imporlndoros roloroncindos no caput, quo nño so
onqundrom om oulrn hipoloso do obrignloriodndo, licnrá roslriln à opornçño do imporlnçño. A
obrignloriodndo nño so npíicn:
1) às opornçoos roníizndns lorn do oslnboíocimonlo, roínlivns às snídns do morcndorins romolidns som
doslinnlário corlo, dosdo quo os documonlos liscnis roínlivos à romossn o no rolorno so|nm NF-o,
2) às opornçoos prnlicndns por oslnboíocimonlo quo lonhn como nlividndo propondornnlo o
comércio nlncndisln, dosdo quo o vníor dns opornçoos com cignrros ou bobidns, conlormo n
hipoloso, nño lonhn uílrnpnssndo 5% (cinco por conlo) do vníor lolní dns snídns do oxorcício
nnlorior. Pnrn os cnso do:
· dislribuidoros ou nlncndislns do cignrros, dislribuidoros, nlncndislns,
· imporlndoros do bobidns nícooíicns, incíusivo corvo|ns o chopos,
· dislribuidoros, nlncndislns ou imporlndoros do rolrigornnlos.
3) Ao lnbricnnlo do ngunrdonlo (cnchnçn) o vinho quo lonhn nulorido rocoiln bruln, no oxorcício
nnlorior, inlorior n kS 360 mií.
4) Ao Microomproondodor lndividuní (MLl), do quo lrnln o nrl. 18-A dn Loi Compíomonlnr
123/2006.
5) Nn onlrndn do sucnln do molní, com poso inlorior n 200 Kg (duzonlos quiíogrnmns), ndquiridn
do pnrlicuínros, incíusivo cnlndoros, dosdo quo, no lim do din, so|n omilidn NF-o ongíobnndo o
lolní dns onlrndns ocorridns.
6) Nns opornçoos inlornns, pnrn ncoborlnr o lrânsilo do morcndorin, om cnso do opornçño do
coíoln om quo o romolonlo oslo|n disponsndo dn omissño do documonlo liscní, dosdo quo o
documonlo liscní roínlivo à ololivn onlrndn so|n NF-o o roloroncio ns rospoclivns nolns liscnis
modoío 1 ou 1-A.
223
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
PkC1CCCLC lCMS 42/09
Lm 15 do |uího do 2009, no Diário Cliciní dn Lniño, loi pubíicndo o Prolocoío lCMS 42, coío-
brndo poíos 27 onlos lodornlivos, quo oslnboíocou n obrignloriodndo dn uliíiznçño dn Noln Fiscní
oíolrónicn (NF-o) om subsliluiçño à noln liscní modoío 1 ou 1-A, poío crilério do CNAL.
Lslo novo Prolocoío mnnlovo, oxprossnmonlo, ns obrignloriodndos o prnzos oslnboíocidos no
Prolocoío lCMS 10/07. lslo gorou duvidns om conlribuinlos quo livornm sous CNALs roíncionn-
dos no Prolocoío 42 o nlividndos conslnnlos no 10/07 com dnlns do início do obrignloriodndo
dislinlns. Divorsos liscos oslndunis pronuncinrnm-so mnniloslnndo sou onlondimonlo no sonlido
do vníidnr n dnln quo ocorrosso primoiro.
“o Protocolo icms 10/07 (com suas várias alterações) e o Protocolo icms 42/09 que veio complemen-
tar o disposto no Protocolo icms 10/07 sem, portanto, revogá-lo.
o motivo de ter feito outro Protocolo icms ao invés de alterar o 10/07 foi a mudança de critério para
definição da obrigatoriedade. o Protocolo icms 10/07 tipifica as atividades que, se praticadas pelos
contribuintes, o obrigam à emissão de nf-e. o Protocolo icms 42/09 explicita os códigos cnAe que os
contribuintes tenham registrado ou, por exercer atividade, tenham que registrar em seus atos constitutivos.
esta mudança de critério foi necessária para alcançar as exceções dispostas em vários códigos cnAe
relativamente às atividades previstas no Protocolo icms 10/07. um exemplo típico se constata na
CÞAL 2222-ô/00 - ìaL:¡·açáo dc cmLaIa¿cn: pIa:t¡·a:. C ¡n·¡:o XX'III do F:oto·oIo ICAS 10/07 c:-
pecifica a obrigatoriedade para “fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas Pet e latas para bebidas
alcoólicas e refrigerantes”. os fabricantes de garrafas Pet pertencem ao código cnAe 2222-6/00 que,
porém, engloba vários outros fabricantes de embalagens plásticas como sacos e sacolas plásticas que
não foram abrangidos pelo Protocolo icms 10/07. estes contribuintes da cnAe 2222-6/00 que não
foram considerados na obrigatoriedade deste Protocolo icms passam a ser abrangidos pelo Protocolo
icms 42/09. resumindo, o critério a ser adotado pelo contribuinte para saber a data da obrigatoriedade
deverá seguir a seguinte regra e na ordem especificada abaixo:
1. verificar se a atividade praticada pelo contribuinte está tipificada no Protocolo icms 10/07:

a. se sim, a data é definida por este Protocolo icms;
b. se não, adotar a menor data especificada, dentre as cnAes representativas dos atos constitutivos da
empresa, de acordo com o Protocolo icms 42/09.
muitos códigos cnAe constantes no Protocolo 42/09 repetem atividades já descritas nas fases do Proto-
colo 10/07. Por este motivo, foi inserida no Protocolo 42/09 a cláusula quinta explicitando que “ficam
mantidas as obrigatoriedades e prazos estabelecidos no Protocolo icms nº 10/07, de 18 de abril de
2007”, ou seja:
os prazos do Protocolo 42/09 não se aplicam para aquelas empresas já alcançadas pela obrigatorieda-
de de uso da nf-e em razão de algum dispositivo do Protocolo 10/07, mesmo que cumulativamente
pratiquem operações descritas por alguma cnAe listada no anexo único do Protocolo 42/09.”
792972
Ao lodo lornm roíncionndos 2.679 codigos CNAL, corrospondonlos n prnlicnmonlo lodos os
soloros induslrinis o nlncndislns. A íisln compíoln dossos codigos podo sor onconlrndn no íink:
www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/protocolos/icms/2009/pt042_09.htm.
79. SLF-MC. Estabelecimentos mineiros obrigados/voluntários à emissão de NF-e. Disponívoí om:
<http://portalnfe.fazenda.mg.gov.br/empresas.html>.
224
ROBERTO DIAS DUARTE
Conludo, há um ponlo do oxlromn roíovâncin no procosso do onqundrnmonlo dns omprosns:
“§ 3º Para fins do disposto neste protocolo, deve-se considerar o código da cnAe principal do contri-
buinte, bem como os secundários, conforme conste ou, por exercer a atividade, deva constar em seus
atos constitutivos ou em seus cadastros, junto ao cadastro nacional de Pessoas Jurídicas (cnPJ) da
receita federal do brasil (rfb) e no cadastro de contribuinte do icms de cada unidade federada.”
807330
As nuloridndos liscnis pubíicnrnm, om sous porlnis oíolrónicos, divorsns íislns do conlribuinlos
obrigndos à NF-o n pnrlir do cruznmonlo do inlormnçoos cndnslrnis com n roínçño do CNALs.
Conludo, divorsns omprosns licnrnm lorn doslns íislns, mosmo prnlicnndo ns nlividndos corros-
pondonlos nos CNALs. lslo ocorrou porquo sous cndnslros oslnvnm dosnluníizndos pornnlo o
lisco.
Aígumns Socrolnrins do Fnzondn (o corroínlns) divuígnrnm níorlns como oslo:
“o Protocolo icms 42/09 explicita os códigos cnAe que os contribuintes tenham registrado ou, por
exercer atividade, tenham que registrar em seus atos constitutivos. esclarecemos que a sef/mG mantém
apenas a cnAe principal e uma secundária dos contribuintes e esta listagem se baseia neste cadastro.
os estabelecimentos que não estejam na listagem e tenham alguma atividade prevista no contrato so-
cial considerada no Protocolo icms 42/09 também estarão obrigados à emissão da nf-e nas datas ali
referidas e deverão se credenciar perante a sef/mG.”
7972 31

A obrignloriodndo do omissño do Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o) provisln no Prolocoío 42, nssim
como no Prolocoío 10/2007, nño so npíicn:
· às opornçoos roníizndns lorn do oslnboíocimonlo, roínlivns às snídns do morcndorins
romolidns som doslinnlário corlo, dosdo quo os documonlos liscnis roínlivos à romossn o
no rolorno so|nm NF-o,
· no lnbricnnlo do ngunrdonlo (cnchnçn) o vinho, onqundrndo nos codigos dns CNAL
1111-9/01, 1111-9/02 ou 1112-7/00, quo lonhn nulorido rocoiln bruln, no oxorcício nnlo-
rior, inlorior n kS 360 mií.
· nn onlrndn do sucnln do molní, com poso inlorior n 200 Kg, ndquiridn do pnrlicuínros,
incíusivo cnlndoros, dosdo quo, no lim do din, so|n omilidn NF-o ongíobnndo o lolní dns
onlrndns ocorridns.
· nns opornçoos inlornns, pnrn ncoborlnr o lrânsilo do morcndorin, om cnso do oporn-
çño do coíoln om quo o romolonlo oslo|n disponsndo dn omissño do documonlo liscní,
dosdo quo o documonlo liscní roínlivo à ololivn onlrndn so|n NF-o o roloroncio ns rospoc-
livns nolns liscnis modoío 1 ou 1-A,
· no Microomproondodor lndividuní (MLl), do quo lrnln o nrl. 18-A dn Loi Compíomon-
lnr nº 123, do 14 do dozombro do 2006,
80. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Protocolo ICMS 42, de 3 de julho de 2009. Cíáusuín Primoirn, § 3º. Disponívoí om:
<www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/protocolos/icms/2009/pt042_09.htm>.
79. SLF-MC. Estabelecimentos mineiros obrigados/voluntários à emissão de NF-e Disponívoí om:
<http://portalnfe.fazenda.mg.gov.br/empresas.html>.
225
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
· às opornçoos roníizndns por produlor rurní nño inscrilo no Cndnslro Nncionní do Pos-
son ¦urídicn.
Por lim, o Prolocoío oslnboíocou, om sun Cíáusuín Sogundn, quo:
“ficam obrigados a emitir nota fiscal eletrônica (nf-e), modelo 55, em substituição à nota fiscal,
modelo 1 ou 1-A, a partir de 1º de dezembro de 2010, os contribuintes que, independentemente da
atividade econômica exercida, realizem operações:
I - dc:t¡nada: à Adm¡n¡:t:açáo FuLI¡·a d¡:cta ou ¡nd¡:cta, ¡n·Iu:¡vc cmp:c:a puLI¡·a c :o·¡cdadc dc
economia mista, de qualquer dos poderes da união, dos estados, do Distrito federal e dos municípios;
II - ·om dc:t¡nata:¡o Io·aI¡2ado cm un¡dadc da Icdc:açáo d¡ìc:cntc daqucIa do cm¡tcntc,
III - dc ·omc:·¡o cxtc:¡o:.
§ 1º caso o estabelecimento do contribuinte não se enquadre em nenhuma outra hipótese de obriga-
toriedade de emissão da nf-e:
I - a oL:¡¿ato:¡cdadc cxp:c::a no ´·aput´ ì¡·a:a :c:t:¡ta à: h¡potc:c: dc :cu: ¡n·¡:o: I, II c III,
II - a h¡potc:c do ¡n·¡:o II do ´·aput´ náo :c apI¡·a ao c:taLcIc·¡mcnto dc ·ont:¡Lu¡ntc cx·Iu:¡vamcntc
varejista, nas operações com cfoP 6.201, 6.202, 6.208, 6.209, 6.210, 6.410, 6.411, 6.412, 6.413,
6.503, 6.553, 6.555, 6.556, 6.661, 6.903, 6.910, 6.911, 6.912, 6.913, 6.914, 6.915, 6.916, 6.918,
6.920, 6.921.
§ 2º o disposto no inciso i do caput desta cláusula somente se aplica nas operações internas praticadas
pelos estados do Acre, Alagoas, bahia, ceará, espírito santo, Goiás, mato Grosso do sul, minas Gerais,
Paraíba, Pernambuco, Piauí, rio Grande do norte, roraima, santa catarina, sergipe, tocantins e pelo
Distrito federal, a partir de 1º de abril de 2011.”
8132
kossnílo n imporlâncin dn nnáíiso dn íogisínçño oslnduní. Lm Sño Pnuío, por oxompío, n Porlnrin
CA1 - 162, do 29 do dozombro do 2008, quo dispoo sobro n omissño dn Noln Fiscní oíolrónicn
(NF-o) o do Documonlo Auxiíinr dn Noln Fiscní Líolrónicn (DANFL), loi nílorndn poín Porlnrin
CA1 nº 31, do 9 do mnrço do 2011, quo dolorminou n dnln do 31 do mnrço do 2011 pnrn o início
dn obrignloriodndo nns opornçoos doslinndns à Adminislrnçño Pubíicn diroln ou indiroln, incíu-
sivo omprosn pubíicn o sociodndo do oconomin misln, do quníquor dos podoros dn Lniño, dos
Lslndos, do Dislrilo Fodorní o municípios,
CLk1lFlCADC DlCl1AL
C corlilicndo digilní no pndrño lCP-ßrnsií sorá nocossário nn nssinnlurn digilní do documonlo
oíolrónico - no cnso o nrquivo dn NF-o. Lío lnmbém sorá uliíizndo nn lrnnsmissño do documonlo
oíolrónico.
Quníquor corlilicndo digilní no pndrño lCP-ßrnsií, nindn quo nño oslo|n íigndo à omprosn omilon-
lo, podorá lrnnsmilir o documonlo oíolrónico pnrn n Socrolnrin dn Fnzondn o rocupornr n rosposln
com n Auloriznçño do Lso, ro|oiçño ou donognçño dn NF-o.
81. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Protocolo ICMS 42, de 3 de julho de 2009. Cíáusuín Sogundn, §§ 1º o 2º. Disponívoí
om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/protocolos/icms/2009/pt042_09.htm>.
226
ROBERTO DIAS DUARTE
Conludo, nponns o corlilicndo digilní quo ololuou n lrnnsmissño do nrquivo oíolrónico podorá
rosgnlnr n rosposln do Auloriznçño do Lso, ro|oiçño ou donognçño.
C corlilicndo digilní uliíizndo nn Noln Fiscní oíolrónicn dovorá sor ndquirido |unlo à Auloridndo
Corlilicndorn crodoncindn poín lnlrnoslrulurn do Chnvos Pubíicns ßrnsiíoirn (lCP-ßrnsií), dovondo
conlor o CNP¦ do oslnboíocimonlo ou do sun mnlriz.
C conlribuinlo podorá oplnr por uliíiznr o corlilicndo digilní dn mnlriz pnrn nssinnr ns NF-o
omilidns poíns liíinis. C corlilicndo digilní é váíido pnrn lodn n omprosn, possun oín um ou mnis
oslnboíocimonlos - indopondonlomonlo dn Lnidndo dn Fodornçño quo oslo|n íocníizndo.
Cs corlilicndos digilnis omilidos no pndrño lCP-ßrnsií soguom ns doliniçoos dn Docínrnçño do
Prálicns do Corlilicnçño (DPC) do cndn nuloridndo corlilicndorn o licn íimilndn por osln DPC. No
cnso do o-CNP¦, n DPC dn AC-SkF (Socrolnrin dn kocoiln Fodorní) oxigo quo o corlilicndo digilní
so|n omilido pnrn n omprosn, londo como rosponsávoí umn posson lísicn quo so|n roprosonlnnlo
íogní dn omprosn, o quo impodo n doíognçño pnrn lorcoiros.
1odnvin, oxislom oulros corlilicndos digilnis do lipo P¦-muílipío quo nño lem osln roslriçño o po-
dom sor omilidos poín omprosn pnrn quníquor posson quo oín doso|nr, sondo oslo o mnis indicndo
pnrn n omissño dn NF-o. C corlilicndo digilní podo sor inslníndo om um ou mnis compulndoros,
dn lormn como o conlribuinlo onlondor mnis convonionlo.
MCDLLC CPLkAClCNAL
A NF-o é um documonlo oíolrónico quo conlém dndos do conlribuinlo romolonlo, do doslinn-
lário o dn opornçño n sor roníizndn. Lslo documonlo é nssinndo com corlilicndo digilní do ro-
molonlo o onvindo à nuloridndo liscní do sun unidndo lodornlivn, pnrn vníidnçño o nuloriznçño.
´CIau:uIa qua:ta - C a:qu¡vo d¡¿¡taI da ÞI-c :o podc:a :c: ut¡I¡2ado ·omo do·umcnto ì¡:·aI, apo::
I - :c: t:an:m¡t¡do cIct:on¡·amcntc à adm¡n¡:t:açáo t:¡Luta:¡a, no: tc:mo: da ·Iau:uIa qu¡nta,
II - tc: :cu u:o auto:¡2ado po: mc¡o dc Auto:¡2açáo dc !:o da ÞI-c, no: tc:mo: da ·Iau:uIa :cxta.
§ 1º Ainda que formalmente regular, não será considerado documento fiscal idôneo a nf-e que
tiver sido emitida ou utilizada com dolo, fraude, simulação ou erro, que possibilite, mesmo que a
terceiro, o não pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.
§ 2º Para os efeitos fiscais, os vícios de que trata o § 1º atingem também o respectivo DAnfe,
impresso nos termos da cláusula nona ou décima primeira, que também não será considerado
documento fiscal idôneo.
§ 3º A Autorização de uso da nf-e concedida pela administração tributária não implica validação
das informações nela contidas.”
827
533
Nn prálicn, o romolonlo gorn um nrquivo no lormnlo pndrño XML dn NF-o, nssinn-o digilnímonlo
com corlilicndo digilní dn omprosn (o-CNP¦ ou o-P¦, lipo A1 ou A3), o o submolo, nlrnvés dn
lnlornol, à nuloridndo liscní.
82. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ajuste SINIEF 07/2005. Cíáusuín Qunrln, §§ 1 , 2 o 3. Disponívoí om:
<www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2005/AJ_007_05.htm>. Pubíicndo no DCL do 5 mni. 2005 o ropubíicndo om 7 doz. 2005.
227
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
“o XmL é um formato para a criação de documentos com dados organizados de forma hierárquica, pa-
dronizado pelo world wide web consortium (w3c). Pela sua portabilidade (seu formato que não de-
pende das plataformas de hardware ou de software), um banco de dados pode, através de uma aplica-
ção, escrever em um arquivo XmL, e um outro banco distinto pode ler então estes mesmos dados.”
837634
Aígum lompo npos, oío dovo consuílnr, lnmbém nn lnlornol, n silunçño qunnlo à Auloriznçño do
Lso dn NF-o. Somonlo npos n consuíln n morcndorin podorá circuínr. 1odo oslo procosso dovo
sor loilo do lormn nulomnlizndn, por moio do sislomns do inlormnçño quo uliíiznm umn locno-
logia chamada web service.
Web service é umn soíuçño uliíizndn nn inlogrnçño do sislomns o nn comunicnçño onlro npíi-
cnçoos diloronlos. Com osln locnoíogin é possívoí quo novns npíicnçoos possnm inlorngir com
nquoíns quo |á oxislom o quo sislomns dosonvoívidos om pínlnlormns diloronlos so|nm compn-
lívois. Cs web services sño compononlos quo pormilom às npíicnçoos onvinr o rocobor dndos
om lormnlo XML. Cndn npíicnçño podo lor n sun proprin ºíingungom¨, quo é lrnduzidn pnrn umn
íingungom univorsní, o lormnlo XML.
Pnrn ns omprosns, os web services podom lrnzor ngiíidndo pnrn os procossos o oliciencin nn
comunicnçño onlro cndoins do produçño ou do íogíslicn. 1odn o quníquor comunicnçño onlro
sislomns pnssn n sor dinâmicn o principnímonlo sogurn, pois nño há inlorvonçño humnnn.
Apos o início dn obrignloriodndo do omissño, o conlribuinlo nño podorá mnis uliíiznr ns nolns om
pnpoí (modoío 1/1-A), oxcolo nos cnsos provislos nos Prolocoíos lCMS o íogisínçoos oslndunis.
A Noln Fiscní oíolrónicn podorá sor uliíizndn poíos conlribuinlos do lPl ou lCMS om subsliluiçño:
· à noln liscní, modoío 1 ou 1-A,
· à Noln Fiscní do Produlor, modoío 4.
Pnrn omilir n NF-o, o conlribuinlo dovorá soíicilnr, provinmonlo, sou crodoncinmonlo nn unidndo
lodorndn om cu|o cndnslro do conlribuinlo do lCMS oslivor inscrilo. L imporlnnlo quo cndn om-
prosn consuílo o silo dn nuloridndo liscní do sun |urisdiçño pnrn comproondor os procodimonlos
do crodoncinmonlo. Lm gorní, oíos sño simpíos o rápidos.
A NF-o dovorá sor omilidn com bnso om íoinulo oslnboíocido no manual de integração do con-
tribuinte, por moio do software dosonvoívido ou ndquirido poío conlribuinlo ou disponibiíizndo
poín ndminislrnçño lribulárin, obsorvndns ns soguinlos lormníidndos:
· o nrquivo digilní dovorá sor oínborndo no pndrño,
· n numornçño dn NF-o sorá soquonciní do 1 n 999.999.999, por oslnboíocimonlo o por
sério, dovondo sor roinicindn qunndo nlingido osso íimilo,
· dovorá conlor um ºcodigo numérico¨, gorndo poío omilonlo, quo comporá n ºchnvo
do ncosso¨ do idonlilicnçño dn NF-o, |unlnmonlo com o CNP¦ do omilonlo, numoro o
sério dn NF-o,
· dovorá sor nssinndn poío omilonlo, com nssinnlurn digilní, corlilicndn por onlidndo
83. WlKlPLDlA. XML. Disponívoí om: <http://pt.wikipedia.org/wiki/XmL>.
228
ROBERTO DIAS DUARTE
crodoncindn poín lCP-ßrnsií, conlondo o nº do CNP¦ do quníquor dos oslnboíocimonlos
do conlribuinlo,
· n idonlilicnçño dns morcndorins comorciníizndns com n uliíiznçño dn NF-o dovorá-
conlor, lnmbém, o sou corrospondonlo codigo oslnboíocido nn Nomoncínlurn Comum
do Morcosuí (NCM), nns opornçoos:
* roníizndns por oslnboíocimonlo induslriní ou n oío oquipnrndo, nos lormos dn íogisín-
çño lodorní,
* do comércio oxlorior.
Pnrn os domnis cnsos, é obrignlorin somonlo n indicnçño do corrospondonlo cnpíluío dn NCM.
· ns sérios sorño dosignndns por nígnrismos nrábicos, om ordom crosconlo, vodndn n uli-
íiznçño do nígnrismo zoro o do subsério. Pnrn oloilos dn gornçño dn ºchnvo do ncosso¨,
nn hipoloso do n NF-o nño possuir sério, o cnmpo corrospondonlo dovorá sor proonchido
com zoros.
· A pnrlir dn uliíiznçño do íoinulo dolinido nn vorsño 4.01 do manual de integração do
contribuinte (NF-o 2.0) dovorño sor indicndos o Codigo do kogimo 1ribulário (Ck1) o,
qunndo lor o cnso, o Codigo do Silunçño dn Cpornçño no Simpíos Nncionní (CSCSN),
· A pnrlir do 1º do |uího do 2011, licn obrignlorio o proonchimonlo dos cnmpos cLAN
o cLAN1rib dn NF-o, qunndo o produlo comorciníizndo possuir codigo do bnrrns com
C1lN (Numornçño Cíobní do llom Comorciní).
C nrquivo digilní dn NF-o so podorá sor uliíizndo como documonlo liscní, npos:
· sor lrnnsmilido oíolronicnmonlo à ndminislrnçño lribulárin,
· lor sou uso nulorizndo por moio do Auloriznçño do Lso dn NF-o.
Atenção!
“Ainda que formalmente regular, não será considerado documento fiscal idôneo a nf-e que tiver sido
emitida ou utilizada com dolo, fraude, simulação ou erro, que possibilite, mesmo que a terceiro, o não
pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida.”
857835
Cu so|n, n Auloriznçño do Lso dn NF-o concodidn poín ndminislrnçño lribulárin nño impíicn
vníidnçño dns inlormnçoos noín conlidns. Pnrn circuínr n morcndorin, o omilonlo dovo imprimir
um ºospoího¨ dn NF-o om pnpoí A4 - o DANFL. Lío dovo conlor um codigo do bnrrns com o
numoro idonlilicndor dn NF-o.
´CIau:uIa nona - I¡·a ¡n:t¡tuIdo o Lo·umcnto Aux¡I¡a: da ÞI-c (LAÞIL), ·onìo:mc Ic¡autc c:taLcIc·¡-
do no ‘manual de integração do contribuinte’, para acompanhar o trânsito das mercadorias acobertado
por nf-e ou para facilitar a consulta da nf-e (...)”
867936
85. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ajuste SINIEF 07/2005. Cíáusuín Qunrln, § 1º . Disponívoí om: <www.fazenda.gov.br/
confaz/confaz/ajustes/2005/AJ_007_05.htm>.
79. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ajuste SINIEF 07/2005. Cíáusuín Nonn. Disponívoí om:
229
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Sobro o DANFL, cnbo obsorvnr o soguinlo:
· Somonlo podorá sor uliíizndo pnrn lrnnsilnr com ns morcndorins npos n concossño dn
Auloriznçño do Lso dn NF-o.
· A concossño dn Auloriznçño do Lso sorá lormníizndn nlrnvés do lornocimonlo do
corrospondonlo numoro do Prolocoío, o quní dovorá sor improsso no DANFL, conlormo
definido no manual de integração do contribuinte, rossnívndns ns oxcoçoos.
· No cnso do doslinnlário nño crodoncindo pnrn omilir NF-o, n oscrilurnçño dn NF-o
podorá sor ololundn com bnso nns inlormnçoos conlidns no DANFL, dosdo quo so|n loiln
n conloroncin do nulonlicidndo o inlogridndo dn NF-o.
· C DANFL uliíizndo pnrn ncompnnhnr o lrânsilo do morcndorins ncoborlndo por NF-o
sorá improsso om umn unicn vin.
· C DANFL dovorá sor improsso om pnpoí, oxcolo pnpoí |ornní, no lnmnnho mínimo
A4 (210 x 297 mm) o máximo olício 2 (230 x 330 mm), podondo sor uliíizndns loíhns
soílns, lormuíário do sogurnnçn, Formuíário do Sogurnnçn pnrn lmprossño do Documon-
lo Auxiíinr do Documonlo Fiscní Líolrónico (FS-DA), lormuíário conlínuo ou lormuíário
pré-improsso.
· C DANFL dovorá conlor codigo do bnrrns, conlormo pndrño oslnboíocido no manual
de integração do contribuinte.
· Nn hipoloso do vondn ocorridn lorn do oslnboíocimonlo, o DANFL podorá sor impros-
so om quníquor lipo do pnpoí, oxcolo pnpoí |ornní, om lnmnnho inlorior no A4 (210 x
297 mm), cnso om quo sorá donominndo ºDANFL Simpíilicndo¨, dovondo sor obsorvn-
dns ns doliniçoos conslnnlos do manual de integração do contribuinte,
· C DANFL podorá conlor oulros oíomonlos grálicos, dosdo quo nño pro|udiquom n
íoilurn do sou conloudo ou do codigo do bnrrns por íoilor oplico.
· As nílornçoos do íoinulo do DANFL pormilidns sño ns provislns no manual de integra-
ção do contribuinte.
· Cs líluíos o inlormnçoos dos cnmpos conslnnlos no DANFL dovom sor grnlndos do
modo quo sous dizoros o indicnçoos oslo|nm bom íogívois.
· A nposiçño do cnrimbos no DANFL, qunndo do lrânsilo dn morcndorin, dovo sor loiln
om sou vorso.
· L pormilidn n indicnçño do inlormnçoos compíomonlnros do inlorosso do omilonlo,
improssns no vorso do DANFL, hipoloso om quo sompro sorá rosorvndo ospnço, com n
dimonsño mínimn do 10x15 cm, om quníquor sonlido.
· Pnrn os oloilos liscnis, o DANFL lnmbém nño sorá considorndo documonlo liscní idó-
noo, cnso n NF-o lnmbém nño so|n.
<www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2005/AJ_007_05.htm>.
230
ROBERTO DIAS DUARTE
O manual de integração do contribuinte podo sor onconlrndo om: www.nfe.fazenda.gov.br.
A AL1CklZAÇÃC DL LSC
Anlos do concodor n Auloriznçño do Lso dn NF-o, n ndminislrnçño lribulárin dn unidndo lodorn-
dn do conlribuinlo nnníisnrá, no mínimo, os soguinlos oíomonlos:
· n roguínridndo liscní do omilonlo,
· o crodoncinmonlo do omilonlo,
· n nulorin dn nssinnlurn do nrquivo digilní,
· n inlogridndo do nrquivo digilní,
· n obsorvâncin no íoinulo do nrquivo oslnboíocido no manual de integração do con-
tribuinte;
· n numornçño do documonlo.
Como rosuílndo dn nnáíiso ncimn, n ndminislrnçño lribulárin dovorá cionlilicnrá o omilonlo:
· dn concossño dn Auloriznçño do Lso,
· dn donognçño dn Auloriznçño do Lso, om virludo dn irroguínridndo liscní do proprio
omilonlo,
· dn ro|oiçño do nrquivo, om virludo do:
· lníhn nn rocopçño ou no procossnmonlo do nrquivo,
· lníhn no roconhocimonlo dn nulorin ou dn inlogridndo do nrquivo digilní,
· dupíicidndo do numoro dn NF-o,
· lníhn nn íoilurn do numoro dn NF-o,
· oulrns lníhns no proonchimonlo ou no íoinulo do nrquivo,
Lssn cionlilicnçño sorá ololundn modinnlo prolocoío disponibiíizndo no omilonlo ou n lorcoiro
nulorizndo poío omilonlo, vin lnlornol, conlondo, conlormo o cnso, n ºchnvo do ncosso¨, o nu-
moro dn NF-o, n dnln o n horn do rocobimonlo dn soíicilnçño poín ndminislrnçño lribulárin o o
numoro do prolocoío, podondo sor nulonlicndo modinnlo nssinnlurn digilní gorndn com corlili-
cnçño digilní dn ndminislrnçño lribulárin.
Apos n concossño dn Auloriznçño do Lso, n NF-o nño podorá sor nílorndn. Lombro-so: um nr-
quivo oíolrónico nssinndo com corlilicndo digilní |nmnis sorá modilicndo som pordor sun inlo-
gridndo.
231
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Lm cnso do ro|oiçño, o nrquivo digilní (XML) nño sorá nrquivndo nn ndminislrnçño lribulárin pnrn
consuíln, sondo pormilido no inlorossndo novn lrnnsmissño.
Mns, om cnso do donognçño dn Auloriznçño do Lso, o nrquivo digilní lrnnsmilido licnrá nrquivn-
do nn ndminislrnçño lribulárin pnrn consuíln. Nosln silunçño, nño sorá possívoí snnnr n irroguín-
ridndo o soíicilnr novn Auloriznçño do Lso dn NF-o quo conlonhn n mosmn numornçño.
Qunndo donogndn ou ro|oilndn, o omilonlo rocoborá oíolronicnmonlo inlormnçoos quo |usli-
liquom do lormn cínrn o procisn o molivo poío quní n Auloriznçño do Lso nño loi concodidn.
C omilonlo dovorá, obrignlorinmonlo, oncnminhnr ou disponibiíiznr download do arquivo da
NF-o o sou rospoclivo Prolocoío do Auloriznçño do Lso:
· no doslinnlário dn morcndorin imodinlnmonlo npos o rocobimonlo dn nuloriznçño do
uso dn NF-o,
· no lrnnsporlndor conlrnlndo, do sorviço nnlos do início dn proslnçño corrospondonlo.
CLAkDA DL DCCLMLN1CS
C omilonlo o o doslinnlário dovorño mnnlor n NF-o om nrquivo digilní, sob sun gunrdn o ros-
ponsnbiíidndo, poío prnzo oslnboíocido nn íogisínçño lribulárin, mosmo quo lorn dn omprosn,
dovondo sor disponibiíizndo pnrn n ndminislrnçño lribulárin qunndo soíicilndo.
C doslinnlário dovorá vorilicnr n vníidndo o nulonlicidndo dn NF-o o n oxislencin do Auloriznçño
do Lso.
Cnso o doslinnlário nño so|n conlribuinlo crodoncindo pnrn n omissño do NF-o, dovorá mnnlor
om nrquivo o DANFL roínlivo à NF-o dn opornçño, dovondo sor nprosonlndo à ndminislrnçño
lribulárin, qunndo soíicilndo.
C omilonlo dovorá gunrdnr, poío prnzo oslnboíocido nn íogisínçño, o DANFL quo ncompnnhou
o rolorno do morcndorin nño onlroguo no doslinnlário o quo conlonhn o molivo do lnlo om sou
vorso.

lNL1lLlZAÇÃC DL NLMLkAÇÃC
Durnnlo n omissño do NF-o é possívoí quo ocorrn, ovonlunímonlo, por probíomns lécnicos, opo-
rncionnis ou do sislomns do conlribuinlo, umn quobrn dn soquencin dn numornçño.
Qunndo islo ocorro, é nocossário inuliíiznr os numoros quo ºquobrnrnm¨ n soquencin.
A inuliíiznçño do numoro do NF-o pormilo quo o omissor comuniquo à nuloridndo liscní, nlé
o décimo din do mes subsoquonlo, os numoros do NF-o quo nño sorño uliíizndos om rnzño dn
quobrn do soquencin nn numornçño.
So é possívoí uliíiznr oslo procodimonlo, cnso n numornçño nindn nño lonhn sido uliíizndn om
nonhumn NF-o (nulorizndn, cnncoíndn ou donogndn).
232
ROBERTO DIAS DUARTE
A inuliíiznçño do numoro lom cnrálor do donuncin osponlânon do conlribuinlo do irroguínridn-
dos do quobrn do soquencin do numornçño, podondo o lisco nño roconhocor o podido nos cnsos
do doío, lrnudo ou simuínçño npurndos.
CANCLLAMLN1C
Somonlo podorá sor cnncoíndn umn NF-o quo lonhn prolocoío do ºAuloriznçño do Lso¨ o dosdo
quo nño lonhn nindn ocorrido o lnlo gorndor do lribulo - om gorní, n snídn dn morcndorin do
oslnboíocimonlo. Alunímonlo o prnzo máximo pnrn cnncoínmonlo do umn NF-o é do 168 horns
(7 dins), conlndo n pnrlir dn Auloriznçño do Lso.
C Podido do Cnncoínmonlo do NF-o dovorá sor nssinndo poío omilonlo com nssinnlurn digilní -
lCP-ßrnsií, conlondo o nº do CNP¦ do quníquor dos oslnboíocimonlos do conlribuinlo. A lrnns-
missño podorá sor roníizndn por moio do software dosonvoívido ou ndquirido poío conlribuinlo
ou disponibiíizndo poín ndminislrnçño lribulárin.
Dn mosmn lormn quo n omissño do umn NF-o do circuínçño do morcndorins, o podido do cnn-
coínmonlo lnmbém dovorá sor nulorizndo poín SLFAZ. C íoinulo do nrquivo do soíicilnçño do
cancelamento poderá ser consultado no manual de integração do contribuinte.
C slnlus do umn NF-o (nulorizndn, cnncoíndn olc.) sompro podorá sor consuílndo no silo dn nu-
loridndo liscní do origom do documonlo ou no Porlní Nncionní dn NF-o.
As NF-o cnncoíndns, donogndns o os numoros inuliíizndos dovom sor oscrilurndos, som vníoros
monolários, do ncordo com n íogisínçño lribulárin vigonlo.
Conludo, o prnzo máximo pnrn cnncoínmonlo sorá roduzido, conlormo nbnixo:
“Art. 1º - Passa a vigorar com a seguinte redação o art. 1º do Ato cotePe/icms nº 33, de 29 de setem-
bro de 2008:
“Art. 1º - Poderá o emitente solicitar o cancelamento da nf-e, em prazo não superior a 24 horas,
contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de uso da nf-e, desde que não
tenha ocorrido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas às demais normas
constantes do Ajuste sinief 07/05, de 5 de outubro de 2005.
Art. 2º - este ato entra em vigor na data de sua publicação no Diário oficial da união, produzindo
efeitos a partir de 1º de janeiro de 2012.”
878037
LVLN1CS DA NF-L
A NF-o provocou umn nílornçño signilicnlivn no modoío oporncionní nnloriormonlo oxislonlo,
bnsondo om documonlos improssos.
Como ns inlormnçoos dn NF-o nño oslño lixndns om pnpoí, podomos lor divorsos oxompínros do
um mosmo documonlo liscní om posso do possons dislinlns, sondo quo lodos oslos oxompínros
sño |uridicnmonlo váíidos por roprosonlnrom n mosmn NF-o.
87. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ato COTEPE/ICMS 13, de 17 de junho 2010. Arls. 1º o 2º. Disponívoí om:
<www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/atos/atos_cotepe/2010/ac013_10.htm>.
233
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Nn noln liscní lrndicionní, ns inlormnçoos oslnvnm vincuíndns no suporlo lísico, nño hnvondo
nonhumn dilicuídndo do idonlilicnr quní sorin o documonlo liscní originní.
Lm documonlo liscní rogislrn umn opornçño do circuínçño do morcndorins ou proslnçño do
sorviços o npos n sun omissño ocorrom divorsos ovonlos quo lem consoquencins roíovnnlos pnrn
oslo documonlo liscní, quo ornm nn mniorin dns vozos rogislrndos no proprio documonlo.
Lm documonlos digilnis, o conlroío do vorsoos dos nrquivos é compíoxo o inviávoí, qunndo
lrnlnmos dn NF-o.
No cnso dn NF-o, n soíuçño loi ndolnr um roposilorio conlrní ondo licnm nrmnzonndos os do-
cumonlos liscnis oxislonlos, pnrn rogislro do lodos os ovonlos quo lonhnm roíovâncin pnrn n
ndminislrnçño lribulárin.
Lvonlos do inlorosso dn Noln Fiscní oíolrónicn(NF-o)
A pnrlir dns rounioos lécnicns dn oquipo do Pro|olo NF-o, lornm mnpondos os soguinlos ovonlos
quo sorño rogislrndos no roposilorio conlrní:
· Auloriznçño
· Donognçño
· Cnncoínmonlo
· kogislros do snídn
· kogislro do pnssngom
· Conlirmnçño do lnlornníiznçño nn SLFkAMA
· Snídn pnrn oxporlnçño
· Conlirmnçño do rocobimonlo
· Dosconhocimonlo dn opornçño
· Dovoíuçño do morcndorin
· kosliluiçño lCMS sobro Combuslívois
· Ccorrencin om Fiscníiznçño do 1rânsilo
· Cnncoínmonlo poío lisco
· kovorsño do cnncoínmonlo
· Vislo dn NF-o
· Cnrln do Corroçño
· Cnrln do Corroçño poío lisco
· NF-o roloroncindn poío lisco
· kogislro do Voícuíos
· koubo do Cnrgn
· knslronmonlo
1odos os ovonlos dovom sor oncnminhndos pnrn o roposilorio do NF-o do nmbionlo nncionní
pnrn quo so|nm vincuíndns à rospoclivn NF-o pnrn pormilir quo lodos os inlorossndos possnm
consuílnr n sun silunçño.
234
ROBERTO DIAS DUARTE
modelo de tela de consulta dos eventos da nf-e
C primoiro rogislro do ovonlo quo sorá impínnlndo no Pro|olo dn NF-o sorá n Cnrln do Corroçño
oíolrónicn (CC-o), cu|ns ospocilicnçoos |á lornm divuígndns nlrnvés dn N12010.008, quo conlém
ns ospocilicnçoos lécnicns o schemas (Cco¸v1.00 o ConSilNlo¸v2.01) .
C início dos loslos, om nmbionlo do homoíognçño, oslnvn progrnmndo pnrn ocorror om |unho do
2011, com n impínnlnçño, om nmbionlo do produçño, provisln pnrn |uího do mosmo nno. Poío
cronogrnmn, os ovonlos roíncionndos com o rogislro do snídn, conlirmnçño do rocobimonlo, dovo-
íuçño o dosconhocimonlo oslnvnm com n impínnlnçño progrnmndn lnmbém pnrn osso oxorcício.
LMlSSÃC LM CCN1lNCLNClA
Contingência: s.f. eventualidade, possibilidade de que algo aconteça ou não.
888138
Qunndo ocorrorom probíomns lécnicos o nño lor possívoí lrnnsmilir n NF-o pnrn n unidndo lodo-
rndn do omilonlo, ou oblor rosposln à soíicilnçño do Auloriznçño do Lso dn NF-o, o conlribuinlo
podorá opornr om conlingencin, gornndo nrquivos indicnndo oslo lipo do omissño, conlormo
doliniçoos conslnnlos no manual de integração do contribuinte, modinnlo n ndoçño do umn dns
soguinlos nílornnlivns:
88. DlClCNAklC CNLlNL DL PCk1LCLLS (DlClC). Disponívoí om: <www.dicio.com.br/contingencia>.
235
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
· lrnnsmilir n NF-o pnrn o Sislomn do Conlingencin do Ambionlo Nncionní (SCAN) -
kocoiln Fodorní do ßrnsií,
· lrnnsmilir Docínrnçño Prévin do Lmissño om Conlingencin - DPLC (NF-o), pnrn n
kocoiln Fodorní do ßrnsií,
· imprimir o DANFL om Formuíário do Sogurnnçn (FS),
· imprimir o DANFL om Formuíário do Sogurnnçn pnrn lmprossño do Documonlo Au-
xiíinr do Documonlo Fiscní Líolrónico (FS-DA).
Pnrn uliíiznr o SCAN, n ndminislrnçño lribulárin dn unidndo lodorndn omilonlo podorá nuloriznr
n NF-o uliíiznndo-so dn inlrnoslrulurn locnoíogicn dn kocoiln Fodorní do ßrnsií ou do oulrn uni-
dndo lodorndn.
Pnrn lnzor uso do DLPLC, o DANFL dovorá sor improsso om no mínimo duns vins, conslnndo
no corpo n oxprossño ºDANFL improsso om conlingencin - DPLC roguínrmonlo rocobido poín
kocoiln Fodorní do ßrnsií¨, londo ns vins n soguinlo doslinnçño:
· umn dns vins pormilirá o lrânsilo dns morcndorins o dovorá sor mnnlidn om nrquivo
poío doslinnlário poío prnzo oslnboíocido nn íogisínçño pnrn n gunrdn do documonlos
liscnis,
· oulrn vin dovorá sor mnnlidn om nrquivo poío omilonlo poío prnzo oslnboíocido nn
íogisínçño pnrn n gunrdn dos documonlos liscnis.
Conludo, oslo DANFL improsso somonlo sorá considorndo documonlo váíido so houvor n roguínr
rocopçño dn DPLC poín kocoiln Fodorní.
C Formuíário do Sogurnnçn ou Formuíário do Sogurnnçn pnrn lmprossño do Documonlo Auxi-
íinr do Documonlo Fiscní Líolrónico (FS-DA) dovorá sor uliíizndo pnrn improssño do no mínimo
duns vins do DANFL, conslnndo no corpo n oxprossño ºDANFL om Conlingencin - improsso om
docorrencin do probíomns lécnicos¨, londo ns vins n soguinlo doslinnçño:
· umn dns vins pormilirá o lrânsilo dns morcndorins o dovorá sor mnnlidn om nrquivo
poío doslinnlário poío prnzo oslnboíocido nn íogisínçño pnrn n gunrdn do documonlos
liscnis,
· oulrn vin dovorá sor mnnlidn om nrquivo poío omilonlo poío prnzo oslnboíocido nn
íogisínçño pnrn n gunrdn dos documonlos liscnis.
Qunndo o omilonlo uliíiznr DPLC, FS ou FS-DA, imodinlnmonlo npos n cossnçño dos probíomns
lécnicos quo impodirnm n lrnnsmissño ou rocopçño do rolorno dn nuloriznçño dn NF-o, o nlé o
prnzo íimilo do 168 horns, conlndo n pnrlir dn omissño dn NF-o, dovorá lrnnsmilir à ndminislrn-
çño lribulárin do sun |urisdiçño ns NF-o gorndns om conlingencin.
Nn omissño do NF-o om conlingencin, oxcolundn n hipoloso dn uliíiznçño do Sislomn do Conlin-
gencin do Ambionlo Nncionní (SCAN), o omilonlo, imodinlnmonlo npos n cossnçño dos probío-
mns lécnicos o nlé o prnzo íimilo do 168 horns dn omissño dn NF-o, dovorá lrnnsmilir à ndminis-
236
ROBERTO DIAS DUARTE
lrnçño lribulárin do sun |urisdiçño ns NF-o gorndns om conlingencin, obsorvndn n discipíinn do
A|uslo SlNlLF 07/05, do 5 do oulubro do 2005.
898239
So n NF-o lrnnsmilidn vior n sor ro|oilndn poín ndminislrnçño lribulárin, o conlribuinlo dovorá:
· gornr novnmonlo o nrquivo com n mosmn numornçño o sério, snnnndo n irroguínridn-
do dosdo quo nño so níloro:
* ns vnriávois quo dolorminnm o vníor do imposlo lnis como: bnso do cáícuío,
nííquoln, diloronçn do proço, qunnlidndo, vníor dn opornçño ou dn proslnçño,
* n corroçño do dndos cndnslrnis quo impíiquo mudnnçn do romolonlo ou do
doslinnlário,
* n dnln do omissño ou do snídn,
· soíicilnr Auloriznçño do Lso dn NF-o,
· imprimir o DANFL corrospondonlo à NF-o nulorizndn, no mosmo lipo do pnpoí uliíi-
zndo pnrn imprimir o DANFL originní,
· providoncinr, |unlo no doslinnlário, n onlrogn dn NF-o nulorizndn bom como do novo
DANFL improsso nos lormos do inciso lll, cnso n gornçño snnondorn dn irroguínridndo
dn NF-o lonhn promovido nígumn nílornçño no DANFL.
So, npos docorrido o prnzo íimilo provislo do 168 horns, o doslinnlário nño pudor conlirmnr n
oxislencin dn Auloriznçño do Lso dn NF-o corrospondonlo, dovorá comunicnr imodinlnmonlo o
lnlo à unidndo lnzondárin do sou domicííio. Aindn nos cnsos do DPLC, FS ou FS-DA, ns soguinlos
inlormnçoos lnrño pnrlo do nrquivo dn NF-o, dovondo sor improssns no DANFL:
· o molivo dn onlrndn om conlingencin,
· n dnln, horn com minulos o sogundos do sou início.
Lm roínçño às NF-o quo lornm lrnnsmilidns nnlos dn conlingencin o licnrom pondonlos do rolor-
no, o omilonlo dovorá, npos n cossnçño dns lníhns:
· soíicilnr o cnncoínmonlo dns NF-o quo rolornnrnm com Auloriznçño do Lso o cu|ns
opornçoos nño so ololivnrnm ou lornm ncoborlndns por NF-o omilidns om conlingencin,
· soíicilnr n inuliíiznçño dn numornçño dns NF-o quo nño lornm nulorizndns nom donogndns.
kLSLMC DC MCDLLC CPLkAClCNAL
A omprosn omissorn gorn um nrquivo oíolrónico conlondo ns inlormnçoos liscnis dn opornçño
comorciní, nssinndo digilnímonlo, pnrn gnrnnlir n inlogridndo dos dndos o n nulorin do omissor.
89. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ato COTEPE/ICMS nº 33, de 29 de setembro de 2008. Disponívoí om:
<www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/atos/atos_cotepe/2008/ac033_08.htm>.
237
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Lslo nrquivo oíolrónico, no lormnlo XML, é n Noln Fiscní oíolrónicn (NF-o), o dovo sor lrnnsmilido
poín lnlornol pnrn n Socrolnrin dn Fnzondn do Lslndo om quo oslivor íocníizndo o omilonlo. A
nuloridndo liscní roníizn umn pré-vníidnçño do nrquivo o dovoívo umn Auloriznçño do Lso, som
n quní nño podorá hnvor o lrânsilo dn morcndorin.
Apos n nuloriznçño do uso dn NF-o, n Socrolnrin dn Fnzondn disponibiíiznrá consuíln, nn ln-
lornol, pnrn o doslinnlário o oulros íogílimos inlorossndos quo dolonhnm n chnvo do ncosso do
documonlo oíolrónico.
Lslo mosmo nrquivo dn NF-o sorá nindn lrnnsmilido, poín Socrolnrin do Fnzondn do Lslndo do
omilonlo, pnrn n kocoiln Fodorní do ßrnsií, quo sorá roposilorio do lodns ns NF-o omilidns (nm-
bionlo nncionní) o, no cnso do umn opornçño inloroslnduní, pnrn n Socrolnrin do Fnzondn do
doslino dn opornçño.
1nmbém sorá lrnnsmilidn pnrn n unidndo lodorndn do dosombnrnço ndunnoiro, om so lrnlnndo
do opornçño do imporlnçño do morcndorin ou bom do oxlorior, o pnrn n Suporinlondencin dn
Zonn Frnncn do Mnnnus (SLFkAMA), qunndo n NF-o livor como doslinnlário posson íocníizndn
nns árons inconlivndns.
Pnrn ncompnnhnr o lrânsilo dn morcndorin sorá improssn umn roprosonlnçño grálicn simpíilicndn
dn Noln Fiscní oíolrónicn, inliluíndo Documonlo Auxiíinr dn Noln Fiscní Líolrónicn (DANFL), om
pnpoí comum, om unicn vin, quo lrnrá improsso, om doslnquo, n chnvo do ncosso pnrn consuíln
dn NF-o nn lnlornol o um codigo do bnrrns quo lnciíilnrá n cnplurn o n conlirmnçño do inlormn-
çoos dn NF-o poíos poslos liscnis do lronloirn dos domnis Lslndos.
C Pro|olo dn NF-o é lundnmonlndo no concoilo do documonlo liscní oíolrónico, porlnnlo, n vn-
íidndo do umn NF-o o do rospoclivo DANFL oslá condicionndn à oxislencin do umn nuloriznçño
do uso dn Noln Fiscní oíolrónicn concodidn poín nuloridndo liscní.
A oblonçño dn nuloriznçño do uso dn NF-o é um procosso quo onvoívo divorsos rocursos do
inlrnoslrulurn, hardware e software, o quníquor lníhn podo compromolor n nuloriznçño dn NF-o,
impodindo n circuínçño dn morcndorin.
A níln disponibiíidndo é umn dns promissns básicns do sislomn do omissño o nuloriznçño dn Noln
Fiscní oíolrónicn. Conludo, nílornnlivns do omissño dn NF-o om conlingencin sño lundnmonlnis,
pois rocursos locnoíogicos sompro oslño su|oilos n lníhns.
908340
90. PCk1AL DA NC1A FlSCAL LLL1kCNlCA. Manual de Integração do Contribuinte 4.0.1. Disponívoí om:
<www.nfe.fazenda.gov.br/PortAL/docs/manual_integracao_contribuinte_versao_4.01-nt2009.006.pdf>.
238
ROBERTO DIAS DUARTE
Alunímonlo oxislom ns soguinlos modníidndos do omissño do NF-o:
a) Morma! - é o procodimonlo pndrño do omissño dn NF-o com lrnnsmissño do nrquivo digilní
pnrn n nuloridndo liscní, oblondo n nuloriznçño do uso. C DANFL é improsso om pnpoí comum
npos o rocobimonlo dn nuloriznçño do uso dn NF-o.
239
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
240
ROBERTO DIAS DUARTE
DANFE emitido conforme manual do contribuinte 4.0.1 (NF-o 2.0).
<NFe>
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nuxiíin o nssossorn<procLmi>0</procLmi>
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<enderDest>
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<nro>835</nro>
241
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
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242
ROBERTO DIAS DUARTE
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243
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
<Koylnlo>
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vMDAvVvYDVk0gßFAv1|ßMßgZg1ALCAQYvQ|ßAßggrßgLFßQcCAkY0nHk0cDo-
vL3d3dy5| ZX¦ 0nWZpY2Fkb2kpZ2í 0YWvuY29l Lm¦ yL3¦ í cC9znXkvcmí vL2kvYzC-
ß8AYDVk0lßlHoMlHíMLmgk6ßFhkNodHkvCi8vd3d3LmNícnkpZmí|YWkvZCínn-
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KvYßßQLHAQLLgYovgYcvkvYlKvYßßQLHMAKCC2h0dHA6Ly93d3cuY2VydCímn-
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dkqrY2|Ykk0L1l2s/C4SrFCN|P|Cr1Axqk=
</X509Corlilicnlo>
</X509Dnln>
</Koylnlo>
</Signnluro>
</NFo>
Arquivo XML do NF-o nulorizndn, omilidn conlormo manual do contribuinte 4.0.1 (NF-o 2.0).
b) fS - Contingência com uso do formu!ário dc Scgurança - é a alternativa mais simples
pnrn n silunçño om quo oxisln nígum impodimonlo pnrn oblonçño dn nuloriznçño do uso dn NF-o.
Noslo cnso, n NF-o om conlingencin com n improssño do DANFL om Formuíário do Sogurnnçn.
C onvio dos nrquivos digilnis (XML) pnrn nuloridndo liscní sorá roníizndo qunndo cossnrom os
probíomns lécnicos quo impodinm n sun lrnnsmissño.
Somonlo ns omprosns quo possunm osloquo do Formuíário do Sogurnnçn podorño uliíiznr oslo
improsso liscní pnrn n omissño do DANFL, pois o Convenio lCMS 110/08 criou o improsso liscní
donominndo Formuíário do Sogurnnçn pnrn lmprossño do Documonlo Auxiíinr do Documonlo
Fiscní Líolrónico (FS-DA), nño sondo mnis possívoí n nquisiçño do Formuíário do Sogurnnçn
(FS) pnrn lmprossño do DANFL, dosdo do 1º do ngoslo do 2009. Conludo, ns omprosns podorño
conlinunr uliíiznndo os lormuíários do sogurnnçn |á nulorizndos nlé o lérmino do sous osloquos.
244
ROBERTO DIAS DUARTE
modelo de formulário de segurança (fs).
c) fS-DA - Contingência com uso do formu!ário dc Scgurança para !mprcssño dc Do-
cumcnto Auxi!iar do Documcnto fisca! t!ctrônico (fS-DA) - é um modelo operacional
simiínr no modoío oporncionní dn conlingencin com uso do Formuíário do Sogurnnçn (FS). A
unicn diloronçn é n subsliluiçño do FS poío FS-DA, crindo pnrn lnciíilnr o bnrnlonr n dislribuiçño
do Formuíário do Sogurnnçn.
modelo de formulário de segurança (fs-DA).
245
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
d) SCAM - Sistcma dc Contingência do Ambicntc Maciona! - é n nílornnlivn do omissño dn
NF-o om conlingencin com lrnnsmissño dn NF-o pnrn o Sislomn do Conlingencin do Ambionlo
Nncionní (SCAN). Nosln modníidndo do conlingencin o DANFL podo sor improsso om pnpoí co-
mum o nño oxislo nocossidndo do lrnnsmissño dn NF-o pnrn n SLFAZ do origom qunndo cossnrom
os probíomns lécnicos quo impodinm n lrnnsmissño.
Pnrn uliíiznr o SCAN há dois roquisilos:
· gornçño dn NF-o com sério rosorvndn pnrn oslo lim (sério 900-999),
· nuloriznçño prévin do lisco, pois o SCAN so onlrn om opornçño qunndo n SLFAZ do
origom oslivor com probíomns lécnicos quo impossibiíilnm n rocopçño dn NF-o.
c) DItC - Dcc!araçño Irevia dc tmissño cm Contingência - é nílornnlivn do omissño do
NF-o om conlingencin com o rogislro prévio do rosumo dns NF-o omilidns. C rogislro prévio
pormilo n improssño do DANFL om pnpoí comum. A vníidndo do DANFL oslá condicionndn à
poslorior lrnnsmissño dn NF-o pnrn n SLFAZ do origom.
Ck1 L CSCSN
C A|uslo SlNlLF 3, do 9 do ¦uího do 2010, pubíicndo no DCL do 13 do |uího do 2010, poío
Dospncho 410/10, nílorou o A|uslo SlNlLF 07/05, quo lnsliluiu n Noln Fiscní oíolrónicn o o Do-
cumonlo Auxiíinr dn Noln Fiscní Líolrónicn.
Do ncordo com o A|uslo, dovorño sor indicndos nn NF-o o Codigo do kogimo 1ribulário (Ck1) o,
qunndo lor o cnso, o Codigo do Silunçño dn Cpornçño no Simpíos Nncionní (CSCSN).
TABELA A - Código de Regime Tributário (CRT)
1 - Simpíos Nncionní
2 - Simpíos Nncionní - oxcosso do subíimilo dn rocoiln bruln
3 - kogimo Normní
C codigo 1 sorá proonchido poío conlribuinlo qunndo lor oplnnlo poío Simpíos Nncionní. C
codigo 2, so onqundrndo no Simpíos Nncionní, dosdo quo lonhn uílrnpnssndo o subíimilo do
rocoiln bruln lixndo poío Lslndo/DF o oslivor impodido do rocoíhor o lCMS/lSS por osso rogimo,
conlormo os nrls. 19 o 20 dn LC 123/06. C codigo 3 sorá proonchido poío conlribuinlo quo nño
oslivor nn silunçño 1 ou 2.

TABtlA B - Codigo dc Situaçño da Cpcraçño no Simp!cs Maciona! (CSCSM)
101 - Tributada pc!o Simp!cs Maciona! com pcrmissño dc credito - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns opornçoos quo pormilom n indicnçño dn nííquoln do lCMS dovido no Simpíos
Nncionní o o vníor do crédilo corrospondonlo.
102 - Tributada pc!o Simp!cs Maciona! scm pcrmissño dc credito - Cínssilicnm-so
noslo codigo ns opornçoos quo nño pormilom n indicnçño dn nííquoln do lCMS dovido poío Sim-
píos Nncionní o do vníor do crédilo, o nño oslo|nm nbrnngidns nns hipolosos dos codigos 103,
203, 300, 400, 500 o 900.
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ROBERTO DIAS DUARTE
103 - !scnçño do !CMS no Simp!cs Maciona! para íaixa dc rcccita bruta - Classifi-
cnm-so noslo codigo ns opornçoos prnlicndns por oplnnlos poío Simpíos Nncionní conlompíndos
com isonçño concodidn pnrn lnixn do rocoiln bruln nos lormos dn Loi Compíomonlnr nº 123, do
2006.
201 - Tributada pc!o Simp!cs Maciona! com pcrmissño dc credito c com co-
brança do !CMS por substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns opornçoos quo
pormilom n indicnçño dn nííquoln do lCMS dovido poío Simpíos Nncionní o do vníor do crédilo,
o com cobrnnçn do lCMS por subsliluiçño lribulárin.
202 - Tributada pc!o Simp!cs Maciona! scm pcrmissño dc credito c com cobran-
ça do !CMS por substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns opornçoos quo nño
pormilom n indicnçño dn nííquoln do lCMS dovido poío Simpíos Nncionní o do vníor do crédilo,
o nño oslo|nm nbrnngidns nns hipolosos dos codigos 103, 203, 300, 400, 500 o 900, o com co-
brnnçn do lCMS por subsliluiçño lribulárin.
203 - !scnçño do !CMS no Simp!cs Maciona! para íaixa dc rcccita bruta c com
cobrança do !CMS por substituiçño tributária - Cínssilicnm-so noslo codigo ns opornçoos
prnlicndns por oplnnlos poío Simpíos Nncionní conlompíndos com isonçño pnrn lnixn do rocoiln
bruln nos lormos dn Loi Compíomonlnr nº 123, do 2006, o com cobrnnçn do lCMS por subslilui-
çño lribulárin.
300 - !munc - Cínssilicnm-so noslo codigo ns opornçoos prnlicndns por oplnnlos poío
Simpíos Nncionní conlompíndns com imunidndo do lCMS.
400 - Mño tributada pc!o Simp!cs Maciona! - Cínssilicnm-so noslo codigo ns oporn-
çoos prnlicndns por oplnnlos poío Simpíos Nncionní nño su|oilns à lribulnçño poío lCMS donlro
do Simpíos Nncionní.
500 - !CMS cobrado antcriormcntc por substituiçño tributária (substituído) ou
por antccipaçño - Cínssilicnm-so noslo codigo ns opornçoos su|oilns oxcíusivnmonlo no rogimo
do subsliluiçño lribulárin nn condiçño do subsliluído lribulário ou no cnso do nnlocipnçoos.
900 - Cutros - Cínssilicnm-so noslo codigo ns domnis opornçoos quo nño so onqun-
drom nos codigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 o 500.

C Codigo do Silunçño dn Cpornçño no Simpíos Nncionní (CSCSN) sorá usndo nn Noln Fiscní
oíolrónicn oxcíusivnmonlo qunndo o Codigo do kogimo 1ribulário (Ck1) lor iguní n º1¨, o subs-
liluirá os codigos dn 1nboín ß - 1ribulnçño poío lCMS do Anoxo Codigo do Silunçño 1ribulárin
(CS1) do Convenio s/nº, do 15 do dozombro do 1970.
C QLL MLDCL CCM A SLCLNDA CLkAÇÃC
Um dos temas em mais relevantes no cenário empresarial em 2011 ainda é a chamada Segunda
Cornçño dn NF-o, cu|ns ospocilicnçoos lécnicns onlrnrnm om vigor no din 1º do nbrií do 2010,
do ncordo com rogrns oslnboíocidns poío manual de integração versão 4.0.1.
A NF-o do Sogundn Cornçño ou 2.0, como quoirnm, é o rosuílndo do mnis do cinco nnos do
lrnbního dns nuloridndos liscnis o do conlribuinlos. A pnrlir dosln oxporiencin loi possívoí oslnbo-
247
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
íocor um novo pnlnmnr do sogurnnçn o conlinbiíidndo no sislomn.
Cs nvnnços sño muilos. kossnílo n incíusño do novos cnmpos, rogrns do vníidnçño o conlroíos
pnrn o lisco, sobroludo com roínçño nos imposlos do Simpíos Nncionní o os lnmbém roínlivos à
inlogrnçño dn cndoin íogíslicn.
A soguir, umn nnáíiso sumnrizndn dn NF-o 2.0, o o sou rolrospoclo:
A primoirn NF-o loi omilidn no ßrnsií poín Lmprosn Dimod, om 14 do solombro do 2006, o nulo-
rizndn poín SLFAZ-kS. Lm mnrço do 2007 ns omprosns pnrlicipnnlos do pro|olo-piíolo |á omilinm
101 mií Nolns Fiscnis oíolrónicns.
Abrií do 2008 mnrcou o início dn obrignloriodndo do omissño NF-o pnrn cinco soloros oconómi-
cos. Nnquoío mes lornm nulorizndns nndn monos quo 3.535.972 NF-o.
Lm dozombro do mosmo nno, mnis novo soloros oconómicos onlrnrnm nn obrignloriodndo, o
mnis do 20 miíhoos do NF-o lornm nulorizndns.

2009: MAlS DL MLlC MlLHÃC
Mnis 25 soloros oconómicos onlrnrnm no cronogrnmn om nbrií do 2009. Nn ocnsiño, o voíumo
monsní do nuloriznçoos nlingiu 25 miíhoos. A médin monsní do documonlos nulorizndos poíns
Socrolnrins do Fnzondn, considornndo o poríodo onlro nbrií o ngoslo do 2009, snílou pnrn 41
miíhoos.
¦á om solombro oulros 54 soloros oconómicos pnssnrnm n sor obrigndos à omissño do documonlo
liscní oíolrónico.
Chognmos no linní dnquoío nno com mnis do moio miíhño do documonlos oíolrónicos nulorizn-
dos. A médin diárin om dozombro loi do 2.527.415 documonlos omilidos, mnis do 75 miíhoos
no mes inloiro.
2010: 1CDC SL1Ck lNDLS1klAL L CCMLkClC A1ACADlS1A
A Noln Fiscní oíolrónicn loi ndolndn por lodn n induslrin o comércio nlncndisln. Aíguns Lslndos
|á oslño considornndo incíuir produloros rurnis nn obrignloriodndo do omissño doslo lipo do do-
cumonlo liscní. Há nindn oulrns silunçoos nns qunis oío é obrignlorio, como n vondn pnrn orgños
pubíicos o n roníiznçño do opornçoos inloroslndunis.
C cronogrnmn provin novns obrignloriodndos pnrn nbrií, |uího, oulubro o dozombro. C nno
lorminou com mnrcns imporlnnlos. Dosdo n primoirn noln nlé 31 do dozombro do 2010 hnvin:
· 450.445 omissoros crodoncindos, omilindo NF-o,
· 1.935.185.353 documonlos oíolrónicos nulorizndos,
· Voíumo linnncoiro dos documonlos do kS 67.924.111.101.171,52.
A porspoclivn orn quo, nlé o linní do 2011, n noln liscní om pnpoí sorin coisn do pnssndo.
248
ROBERTO DIAS DUARTE
SLCLNDA CLkAÇÃC
As ospocilicnçoos lécnicns dn vorsño 2.0 dn Noln Fiscní oíolrónicn onlrnrnm om vigor no din 1º
do nbrií do 2010, conlormo disposiçoos lécnicns oslnboíocidns poío manual de integração da
nota fiscal eletrônica (nf-e), Vorsño 4.0.1.
Conludo, n Vorsño 3.0 dosso manual doliniu n vorsño 1.10 dn NF-o, conlinunrin om vigor nlé 31
do mnrço do 2011, 12 mosos npos n impínnlnçño dn novn vorsño 4.0.1.
PklNClPAlS MLDANÇAS
Lm íinhns gornis ns nílornçoos sño:
l. Mnior sogurnnçn nn comunicnçño oíolrónicn com n unilicnçño do pndrño do comu-
nicnçño dos web services dn NF-o pnrn o novo pndrño quo uliíizn o soAP header.
ll. Aluníiznçño do íoinulo dn NF-o (v2.0), com incíusño do novos cnmpos, roorgnnizn-
çño o oíiminnçño do níguns cnmpos oxislonlos.
lll. Adoqunçño do íoinulo dn NF-o pnrn rogislrnr ns opornçoos prnlicndns poíos conlri-
buinlos oplnnlos do Simpíos Nncionní.
lV. Aporloiçonmonlo dns rogrns do vníidnçño dos cnmpos dn NF-o.
V. Líiminnçño dn nocossidndo do ínvrnlurn do lormo no kLDF1C, om cnso do omissño
om conlingencin. Lslo procodimonlo loi subsliluído poío rogislro, no nrquivo dn NF-o,
dn dnln o horn do início o n |uslilicnlivn pnrn n conlingencin.
Vl. Lxcíusño dn possibiíidndo do donognçño do uso por silunçño irroguínr do doslinnlário.
Vll. A pnrlir dn vorsño 2.0 do íoinulo dn NF-o, o cnmpo lpLmis (lormn do omissño dn
NF-o) pnssou n compor n chnvo do ncosso. C cnmpo conlinun com 44 posiçoos, grnçns
à roduçño do lnmnnho do um do sous compononlos: cNF - codigo numérico dn NF-o
pnssou pnrn oilo posiçoos.
Vlll. C íoinulo do improssño DANFL prove ngorn dois cnmpos do conloudo vnriávoí íogo
nbnixo do íocní ondo é improssn n chnvo do ncosso.
* Pnrn omissño normní o nlrnvés do SCAN, npos n oblonçño dn Auloriznçño do Lso, o omissor
podorá imprimir o DANFL om pnpoí comum, inlormnndo o numoro do prolocoío do Aulorizn-
çño do Lso, n dnln o n horn do nuloriznçño no Cnmpo 2. C Cnmpo 1 conlorá n monsngom inlor-
mnndo ondo podo sor consuílndn n nulonlicidndo dn NF-o n pnrlir do vníor dn chnvo do ncosso.
* Nn omissño com lormuíário do sogurnnçn (FS ou FS-DA) ns NF-o dovom sor lrnnsmilidns pos-
loriormonlo pnrn n SLFAZ qunndo cossndos os probíomns lécnicos quo impodinm n lrnnsmissño.
Noslo cnso, o omissor dovorá gornr o Codigo do ßnrrns Adicionní ºDndos dn NF-o¨ no Cnmpo
1 o n roprosonlnçño numéricn doslo Codigo do ßnrrns Adicionní no Cnmpo 2 com 36 cnrncloros
lormnlndos poío conlribuinlo com os dndos do documonlo liscní.
249
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
* Pnrn uliíiznr o DPLC, o omissor dovo gornr n Docínrnçño Prévin do Lmissño om Conlingencin
(DPLC), quo consislo om um nrquivo do rosumo dns opornçoos quo oslá roníiznndo. Lslo nrquivo
sorá lrnnsmilido no Ambionlo Nncionní pnrn rogislro dn DPLC. Apos o rogislro dn DPLC o omis-
sor podorá imprimir o DANFL om pnpoí comum dovondo consignnr o numoro o dnln o horn do
rogislro do DPLC no cnmpo 2.
lX. Lm cnsos do cnncoínmonlo, o omissor dovorá disponibiíiznr pnrn o doslinnlário o
mosmo conloudo dn NF-o onvindn pnrn n SLFAZ, compíomonlndn com os dndos dn homoíogn-
çño do podido do cnncoínmonlo.
X. lncíusño do cnmpos, lnis como:
· Dnln o Horn dn onlrndn om conlingencin,
· ¦uslilicnlivn do onlrndn om conlingencin,
· kogimo 1ribulário do omissor: Simpíos Nncionní, Simpíos Nncionní - oxcosso
do subíimilo do rocoiln bruln ou rogimo normní,
· L-mnií do doslinnlário,
· C1-o roloroncindo,
· Cupom liscní roloroncindo,
· Noln do produlor rurní roloroncindn,
· Cnmpos pnrn idonlilicnçño do podido o ilom do comprn,
· Novos cnmpos ospocílicos pnrn voícuíos, cnnn, combuslívois, modicnmon-
los, inlormnçoos do lribulnçño do lCMS pnrn opornçoos prnlicndns por oplnnlo
do Simpíos Nncionní,
· Acréscimo do cnmpo cSil1rib pnrn idonlilicnçño dn lribulnçño do lSSQN
(kolidn, Normní, Subsliluln, lsonln),
· Aporloiçonmonlo dn idonlilicnçño do voícuío uliíizndo no lrnnsporlo com o
ncréscimo do novns opçoos do lrnnsporlo o numonlo dn qunnlidndo do robo-
quo.
Xl. Aílornçño dn lormn do proonchimonlo do cnmpo NCM. Lslo cnmpo, com 8 posiçoos
dovo sor proonchido com o genoro (posiçño do cnpíluío do NCM) qunndo n opornçño
nño lor do comércio oxlorior (imporlnçño/oxporlnçño) ou o produlo nño so|n lribulndo
poío lPl. Lm cnsos ospocinis dovo sor proonchido com 99'.
Xll. Líiminnçño dos CFCP do proslnçño do sorviço do comunicnçño. C ob|olivo é ovilnr
o uso indovido dn NF-o, modoío 55, pnrn n proslnçño do sorviços do comunicnçño o so
lom rolíoxo pnrn os conlribuinlos quo omilom indovidnmonlo n NF-o, modoío 55, om
subsliluiçño à NFSC - Noln Fiscní do Sorviço do Comunicnçño, modoío 21, o/ou NFS1
250
ROBERTO DIAS DUARTE
- Noln Fiscní do Sorviço do 1oíocomunicnçño, modoío 22.
Xlll. Aílornçño do nomo dos cnmpos vßCS1 o vlCMSS1 do grupo lCMS60. Cs nomos
dos campos vBCST e vICmSST foram alterados para vBCSTRet e vICmSSTRet para dar
mnior cínrozn quo o vníor nño é dovido nn opornçño.
XlV. Acréscimo do grupo do inlormnçoos do opornçoos inloroslndunis do morcndorins com
lCMS-S1 rolido nnloriormonlo pnrn n LF do romolonlo, cu|o lCMS-S1 rolido sorá ropnssn
do pnrn n LF do doslino poío Subslilulo 1ribulário quo loz n rolonçño do lCMS-S1. Lslo
grupo do inlormnçño dovorá sor proonchido nns opornçoos inloroslndunis com combuslí
vois poío conlribuinlo quo livor rocobido o combuslívoí dirolnmonlo do Su|oilo Pnssivo
por Subsliluiçño.
XV. lncíusño do rogrns do vníidnçño, por oxompío:
· 1olní do lPl diloro do somnlorio dos ilons
· 1olní do Produlo / Sorviço diloro do somnlorio dos ilons
· 1olní do lCMS diloro do somnlorio dos ilons
· 1olní dn ßC lCMS diloro do somnlorio dos ilons
· 1olní do Soguro diloro do somnlorio dos ilons
· So CS1 do lCMS = 00, 10, 20, 51, 70, 90: Vníor lCMS diloro do ßnso do Cáícuío x
Aííquoln
· CNP¦ do 1rnnsporlndor inváíido
· CPF do 1rnnsporlndor inváíido
· Pnrn o podido do cnncoínmonlo, vorilicnr rogislro do Circuínçño do Morcndorin
· Pnrn o podido do cnncoínmonlo, vorilicnr rocobimonlo dn NF-o poío Doslinnlário (n
sor impíomonlndn)
lMPLAN1AÇÃC CkADA1lVA DC kLClS1kC DL LVLN1CS
Lxislom divorsos ovonlos imporlnnlos pnrn n NF-o quo nílornrnm n sun silunçño, como é o cnso
do cnncoínmonlo. Culros, como o kogislro do Pnssngom, nposnr do nño lorom consoquencin
pnrn n silunçño dn NF-o, rogislrnm n circuínçño dn morcndorin o impossibiíilnm o cnncoínmonlo
do documonlo liscní.
Aindn, podom oxislir oulros ovonlos como é o cnso dn Cnrln do Corroçño, no quní o omissor dn
NF-o podo snnonr umn inlormnçño incorroln dn NF-o, dosdo quo nño modiliquo ns inlormnçoos
vodndns nn íogisínçño, ou oulrns quo conlirmnm um bonolício lribulário condicionní como n
inlornníiznçño dn morcndorin nn SLFkAMA ou n conlirmnçño do ombnrquo om opornçño do
oxporlnçño ou o íiconcinmonlo do voícuío.
251
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
¦á lornm mnpondos divorsos ovonlos quo pnssnrño n sor rogislrndos no íongo do cicío do vidn do
documonlo liscní.
CCNCLLSÃC
A pnrlir dn oxporiencin do uso dosln locnoíogin om divorsos soloros dn oconomin, incíusivo nos
mnis crílicos om lormos oporncionnis o liscnis, loi possívoí oslnboíocor um novo pnlnmnr do con-
lroío ngrognndo mnis sogurnnçn o conlinbiíidndo no sislomn.
ßom pnrn o lisco, pois os novos conlroíos podorño vinbiíiznr n dolocçño do lrnudos com mnis
voíocidndo o oliciencin.
Cs conlribuinlos podorño uliíiznr os rocursos do inlogrnçño íogíslicn pnrn promoçño do um ß2ß
lnmbém mnis olicionlo.
Aíém disso, prálicns dosíonis sorño lorlomonlo coibidns. Cnncoínmonlos indovidos, conlrnbnndo,
lnísilicnçoos, roubo o dosvio do morcndorins, ºmoin noln¨, ºnoln cníçndn¨, ºvni-o-voíln¨, ºrocursos
nño conlnbiíizndos¨ o oulros sublorlugios codorño ospnço pnrn bons prálicns do goslño. Pínno|n-
monlo, conlroío, inlogrnçño, pnrcorins, nnáíiso, conlnbiíidndo, nudilorin, cnpncilnçño o dosonvoívi-
monlo. Lslos lormos subsliluirño rnpidnmonlo níguns |nrgoos do undergroud omprosnriní.
1AßLLA DL CCDlCCS DL LkkCS L DLSCklÇCLS DL MLNSACLNS DL LkkCS
CÓDIGO RESULTADO DO PROCESSAMENTO DA SOLICITAÇÃO
100 Autorizado o uso da nf-e
101 cancelamento de nf-e homologado
102 inutilização de número homologado
103 Lote recebido com sucesso
104 Lote processado
105 Lote em processamento
106 Lote não localizado
107 serviço em operação
108 serviço Paralisado momentaneamente (curto prazo)
109 serviço Paralisado sem Previsão
110 uso Denegado
111 consulta cadastro com uma ocorrência
112 consulta cadastro com mais de uma ocorrência
CÓDIGO MOTIVOS DE NÃO ATENDIMENTO DA SOLICITAÇÃO
201 rejeição: o numero máximo de numeração de nf-e a inutilizar ultrapassou o limite
202 rejeição: falha no reconhecimento da autoria ou integridade do arquivo digital
203 rejeição: emissor não habilitado para emissão da nf-e
204 rejeição: Duplicidade de nf-e
205 rejeição: nf-e está denegada na base de dados da sefAZ
206 rejeição: nf-e já está inutilizada na base de dados da sefAZ
207 rejeição: cnPJ do emitente inválido
208 rejeição: cnPJ do destinatário inválido
209 rejeição: ie do emitente inválida
210 rejeição: ie do destinatário inválida
252
ROBERTO DIAS DUARTE
211 rejeição: ie do substituto inválida
212 rejeição: Data de emissão nf-e posterior a data de recebimento
213 rejeição: cnPJ-base do emitente difere do cnPJ-base do certificado Digital
214 rejeição: tamanho da mensagem excedeu o limite estabelecido
215 rejeição: falha no schema XmL
216 rejeição: chave de Acesso difere da cadastrada
217 rejeição: nf-e não consta na base de dados da sefAZ
218 rejeição: nf-e já esta cancelada na base de dados da sefAZ
219 rejeição: circulação da nf-e verificada
220 rejeição: nf-e autorizada há mais de 7 dias (168 horas)
221 rejeição: confirmado o recebimento da nf-e pelo destinatário
222 rejeição: Protocolo de Autorização de uso difere do cadastrado
223 rejeição: cnPJ do transmissor do lote difere do cnPJ do transmissor da consulta
224 rejeição: A faixa inicial é maior que a faixa final
225 rejeição: falha no schema XmL do lote de nf-e
226 rejeição: código da uf do emitente diverge da uf autorizadora
227 Kc]c¡çáo: L::o na Chavc dc A·c::o - Campo Id - ìaIta a I¡tc:aI ÞI-c
228 rejeição: Data de emissão muito atrasada
229 rejeição: ie do emitente não informada
230 rejeição: ie do emitente não cadastrada
231 rejeição: ie do emitente não vinculada ao cnPJ
232 rejeição: ie do destinatário não informada
233 rejeição: ie do destinatário não cadastrada
234 rejeição: ie do destinatário não vinculada ao cnPJ
235 rejeição: inscrição sufrAmA inválida
236 rejeição: chave de Acesso com dígito verificador inválido
237 rejeição: cPf do destinatário inválido
238 rejeição: cabeçalho - versão do arquivo XmL superior à versão vigente
239 rejeição: cabeçalho - versão do arquivo XmL não suportada
240 rejeição: cancelamento/inutilização - irregularidade fiscal do emitente
241 rejeição: um número da faixa já foi utilizado
242 rejeição: cabeçalho - falha no schema XmL
243 rejeição: XmL mal formado
244 rejeição: cnPJ do certificado Digital difere do cnPJ da matriz e do cnPJ do emitente
245 rejeição: cnPJ emitente não cadastrado
246 rejeição: cnPJ Destinatário não cadastrado
247 rejeição: sigla da uf do emitente diverge da uf autorizadora
248 rejeição: uf do recibo diverge da uf autorizadora
249 rejeição: uf da chave de Acesso diverge da uf autorizadora
250 rejeição: uf diverge da uf autorizadora
251 rejeição: uf/município destinatário não pertence a sufrAmA
252 rejeição: Ambiente informado diverge do Ambiente de recebimento
253 rejeição: Digito verificador da chave de acesso composta inválida
254 rejeição: nf-e complementar não possui nf referenciada
255 rejeição: nf-e complementar possui mais de uma nf referenciada
256 rejeição: uma nf-e da faixa já está inutilizada na base de dados da sefAZ
257 rejeição: solicitante não habilitado para emissão da nf-e
258 rejeição: cnPJ da consulta inválido
259 rejeição: cnPJ da consulta não cadastrado como contribuinte na uf
260 rejeição: ie da consulta inválida
261 rejeição: ie da consulta não cadastrada como contribuinte na uf
262 rejeição: uf não fornece consulta por cPf
263 rejeição: cPf da consulta inválido
264 rejeição: cPf da consulta não cadastrado como contribuinte na uf
265 rejeição: sigla da uf da consulta difere da uf do web service
253
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
266 rejeição: série utilizada não permitida no web service
267 rejeição: nf complementar referencia uma nf-e inexistente
268 rejeição: nf complementar referencia uma outra nf-e complementar
269 rejeição: cnPJ emitente da nf complementar difere do cnPJ da nf referenciada
270 rejeição: código município do fato Gerador: dígito inválido
271 rejeição: código município do fato Gerador: difere da uf do emitente
272 rejeição: código município do emitente: dígito inválido
273 rejeição: código município do emitente: difere da uf do emitente
274 rejeição: código município do Destinatário: dígito inválido
275 rejeição: código município do Destinatário: difere da uf do Destinatário
276 rejeição: código município do Local de retirada: dígito inválido
277 rejeição: código município do Local de retirada: difere da uf do Local de retirada
278 rejeição: código município do Local de entrega: dígito inválido
279 rejeição: código município do Local de entrega: difere da uf do Local de entrega
280 rejeição: certificado transmissor inválido
281 rejeição: certificado transmissor Data validade
282 rejeição: certificado transmissor sem cnPJ
2B3 Kc]c¡çáo: Cc:t¡ì¡·ado T:an:m¡::o: - c::o Cadc¡a dc Cc:t¡ì¡·açáo
284 rejeição: certificado transmissor revogado
285 rejeição: certificado transmissor difere icP-brasil
286 rejeição: certificado transmissor erro no acesso a Lcr
287 rejeição: código município do fG - issQn: dígito inválido
288 rejeição: código município do fG - transporte: dígito inválido
289 rejeição: código da uf informada diverge da uf solicitada
290 rejeição: certificado Assinatura inválido
291 rejeição: certificado Assinatura Data validade
292 rejeição: certificado Assinatura sem cnPJ
293 Kc]c¡çáo: Cc:t¡ì¡·ado A::¡natu:a - c::o Cadc¡a dc Cc:t¡ì¡·açáo
294 rejeição: certificado Assinatura revogado
295 rejeição: certificado Assinatura difere icP-brasil
296 rejeição: certificado Assinatura erro no acesso a Lcr
297 rejeição: Assinatura difere do calculado
298 rejeição: Assinatura difere do padrão do Projeto
299 rejeição: XmL da área de cabeçalho com codificação diferente de utf-8
401 rejeição: cPf do remetente inválido
402 rejeição: XmL da área de dados com codificação diferente de utf-8
403 rejeição: o grupo de informações da nf-e avulsa é de uso exclusivo do fisco
404 rejeição: uso de prefixo de namespace não permitido
405 rejeição: código do país do emitente: dígito inválido
406 rejeição: código do país do destinatário: dígito inválido
407 rejeição: o cPf só pode ser informado no campo emitente para a nf-e avulsa
409 rejeição: campo cuf inexistente no elemento nfecabecmsg do soAP Header
410 rejeição: uf informada no campo cuf não é atendida pelo web service
411 Kc]c¡çáo: Campo 'c::áo - Lado: ¡ncx¡:tcntc no cIcmcnto nìcCaLc·A:¿ do SCAF Hcadc:
420 rejeição: cancelamento para nf-e já cancelada
450 rejeição: modelo da nf-e diferente de 55
451 rejeição: Processo de emissão informado inválido
452 rejeição: tipo Autorizador do recibo diverge do Órgão Autorizador
453 rejeição: Ano de inutilização não pode ser superior ao Ano atual
454 rejeição: Ano de inutilização não pode ser inferior a 2006
478 rejeição: Local da entrega não informado para faturamento direto de veículos novos
502 rejeição: erro na chave de Acesso - campo id não corresponde à concatenação dos campos
correspondentes
503 rejeição: série utilizada fora da faixa permitida no scAn (900-999)
504 rejeição: Data de entrada/saída posterior ao permitido
254
ROBERTO DIAS DUARTE
505 rejeição: Data de entrada/saída anterior ao permitido
506 rejeição: Data de saída menor que a Data de emissão
507 rejeição: o cnPJ do destinatário/remetente não deve ser informado em operação com o exterior
508 rejeição: o cnPJ com conteúdo nulo só é válido em operação com exterior
509 rejeição: informado código de município diferente de “9999999” para operação com o exterior
510 rejeição: operação com exterior e código País destinatário é 1058 (brasil) ou não informado
511 rejeição: não é de operação com exterior e código País destinatário difere de 1058 (brasil)
512 rejeição: cnPJ do Local de retirada inválido
513 rejeição: código município do Local de retirada deve ser 9999999 para uf retirada = eX
514 rejeição: cnPJ do Local de entrega inválido
515 rejeição: código município do Local de entrega deve ser 9999999 para uf entrega = eX
51ô Kc]c¡çáo: IaIha no :·hcma XAL - ¡ncx¡:tc a ta¿ :a¡2 c:pc:ada pa:a a mcn:a¿cm
517 Kc]c¡çáo: IaIha no :·hcma XAL - ¡ncx¡:tc at:¡Luto vc::áo na ta¿ :a¡2 da mcn:a¿cm
518 rejeição: cfoP de entrada para nf-e de saída
519 rejeição: cfoP de saída para nf-e de entrada
520 rejeição: cfoP de operação com exterior e uf destinatário difere de eX
521 rejeição: cfoP não é de operação com exterior e uf destinatário é eX
522 rejeição: cfoP de operação estadual e uf emitente difere da uf destinatário
523 rejeição: cfoP não é de operação estadual e uf emitente igual à uf destinatário
524 rejeição: cfoP de operação com exterior e não informado ncm
525 rejeição: cfoP de importação e não informado dados da Di
526 rejeição: cfoP de exportação e não informado Local de embarque
527 rejeição: operação de exportação com informação de icms incompatível
528 rejeição: valor do icms difere do produto bc e Alíquota
529 rejeição: ncm de informação obrigatória para produto tributado pelo iPi
530 rejeição: operação com tributação de issQn sem informar a inscrição municipal
531 rejeição: total da bc icms difere do somatório dos itens
532 rejeição: total do icms difere do somatório dos itens
533 rejeição: total da bc icms-st difere do somatório dos itens
534 rejeição: total do icms-st difere do somatório dos itens
535 rejeição: total do frete difere do somatório dos itens
536 rejeição: total do seguro difere do somatório dos itens
537 rejeição: total do Desconto difere do somatório dos itens
538 rejeição: total do iPi difere do somatório dos itens
539 rejeição: Duplicidade de nf-e, com diferença na chave de Acesso
[99999999999999999999999999999999999999999]
540 rejeição: cPf do Local de retirada inválido
541 rejeição: cPf do Local de entrega inválido
542 rejeição: cnPJ do transportador inválido
543 rejeição: cPf do transportador inválido
544 rejeição: ie do transportador inválida
545 Kc]c¡çáo: IaIha no :·hcma XAL - vc::áo ¡nìo:mada na vc::aoLado: do SCAFHcadc: d¡vc:¿c da
versão da mensagem
54ô Kc]c¡çáo: L::o na Chavc dc A·c::o - Campo Id - ìaIta a I¡tc:aI ÞI-c
547 rejeição: Dígito verificador da chave de Acesso da nf-e referenciada inválido
548 rejeição: cnPJ da nf referenciada inválido.
549 rejeição: cnPJ da nf referenciada de produtor inválido
550 rejeição: cPf da nf referenciada de produtor inválido
551 rejeição: ie da nf referenciada de produtor inválido
552 rejeição: Dígito verificador da chave de Acesso do ct-e referenciado inválido
553 rejeição: tipo autorizador do recibo diverge do Órgão Autorizador
554 rejeição: série difere da faixa 0-899
555 rejeição: tipo autorizador do protocolo diverge do Órgão Autorizador
556 rejeição: Justificativa de entrada em contingência não deve ser informada para tipo de emissão normal
557 rejeição: A Justificativa de entrada em contingência deve ser informada
255
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
558 rejeição: Data de entrada em contingência posterior a data de emissão
559 rejeição: uf do transportador não informada
560 rejeição: cnPJ base do emitente difere do cnPJ base da primeira nf-e do lote recebido
561 rejeição: mês de emissão informado na chave de Acesso difere do mês de emissão da nf-e
562 rejeição: código numérico informado na chave de Acesso difere do código numérico da nf-e
563 rejeição: Já existe pedido de inutilização com a mesma faixa de inutilização
564 rejeição: total do Produto / serviço difere do somatório dos itens
5ô5 Kc]c¡çáo: IaIha no :·hcma XAL - ¡ncx¡:tc a ta¿ :a¡2 c:pc:ada pa:a o Iotc dc ÞI-c
5ô7 Kc]c¡çáo: IaIha no :·hcma XAL - vc::áo ¡nìo:mada na vc::aoLado: do SCAFHcadc: d¡vc:¿c da
versão do lote de nf-e
5ôB Kc]c¡çáo: IaIha no :·hcma XAL - ¡ncx¡:tc at:¡Luto vc::áo na ta¿ :a¡2 do Iotc dc ÞI-c
CÓDIGO MOTIVOS DE DENEGAÇÃO DE USO
301 uso Denegado: irregularidade fiscal do emitente
999 rejeição: erro não catalogado (informar a mensagem de erro capturado no tratamento da exceção)
90
41
PLkCLN1AS L kLSPCS1AS
Porgunlns oblidns do Porlní Nncionní dn NF-o (www.nfe.fazenda.gov.br).
Quais os tipos de documentos fiscais em papel que a NF-e substitui?
Atualmente, a legislação nacional permite que a nf-e substitua apenas a chamada nota fiscal
modelo 1 / 1-A, que é utilizada, em regra, para documentar transações comerciais com merca-
dorias entre pessoas jurídicas.
não se destina a substituir os outros modelos de documentos fiscais existentes na legislação
como a nota fiscal a consumidor (modelo 2) ou o cupom fiscal. os documentos que não foram
substituídos pela nf-e devem continuar a ser emitidos de acordo com a legislação em vigor.
Para quais tipos de operações (ex: entrada, saída, importação, exportação, simples re-
messa) a NF-e pode ser utilizada?
A nf-e substitui a nota fiscal modelo 1 e 1-A em todas as hipóteses previstas na legislação em
que esses documentos possam ser utilizados. isso inclui, por exemplo: a nota fiscal de entrada,
operações de importação, operações de exportação, operações interestaduais ou ainda opera-
ções de simples remessa.
Uma empresa credenciada a emitir NF-e deve substituir 100% de suas notas fiscais em
papel pela Nota Fiscal eletrônica? (Atualizado em 31 de dezembro de 2008)
o estabelecimento credenciado a emitir nf-e que não seja obrigado à sua emissão deverá emi-
tir, preferencialmente, nf-e em substituição à nota fiscal em papel, modelo 1 ou 1-A.
os estabelecimentos obrigados a emitir nf-e, após o início da obrigatoriedade prevista na legis-
lação, devem emitir nf-e em todas as operações nas quais emitiriam nota fiscal modelo 1 ou 1-A
(salvo situações de exceção previstas na própria legislação da obrigatoriedade).
no caso de a empresa obrigada ou voluntariamente credenciada emitir também cupom fiscal,
nota fiscal a consumidor (modelo 2), ou outro documento fiscal (além de modelo 1 ou 1-A),
deverá continuar emitindo-os, concomitantemente com a nf-e, pois a nota fiscal eletrônica
90. PCk1AL DA NC1A FlSCAL LLL1kCNlCA. Manual de Integração do Contribuinte 4.0.1. Disponívoí om:
<www.nfe.fazenda.gov.br/PortAL/docs/manual_integracao_contribuinte_versao_4.01-nt2009.006.pdf>.
256
ROBERTO DIAS DUARTE
substituirá apenas as operações anteriormente acobertadas por notas fiscais modelo 1 ou 1-A.
Qual a diferença entre os ambientes de homologação (teste) e de produção das Secreta-
rias de Fazenda? (Atualizado em 31 de dezembro de 2008)
As nf-e enviadas para o ambiente de produção têm validade jurídica junto à sefAZ e substi-
tuem as notas fiscais em papel modelo 1 ou 1-A. os documentos enviados para o ambiente de
homologação (testes) nÃo têm validade jurídica e nÃo substituem as notas fiscais em papel
modelo 1 ou 1-A.
Após o início da emissão de NF-e com validade jurídica a empresa poderá continuar os
testes de seus sistemas? (Atualizado em 31 de dezembro de 2008)
sim, ao credenciar-se como emissora de nf-e, a empresa continua habilitada a testar suas solu-
ções tecnológicas de envio de nf-e no ambiente de testes da sefAZ.
A obrigatoriedade em emitir a NF-e alcança as empresas enquadradas no Simples Nacio-
nal? (incluído em 1º de janeiro de 2009)
Sim. o fato de uma empresa estar enquadrada no simples nacional não a exclui da obrigato-
riedade de emitir a nf-e, se ela praticar uma das atividades que tornem compulsória a adoção
deste tipo de documento fiscal. Da mesma forma, as empresas enquadradas no simples nacio-
nal que não estiverem obrigadas poderão, voluntariamente, aderir à emissão de nf-e.
É correto afirmar que, como a Secretaria da Fazenda já recebe a NF-e, a empresa emi-
tente não mais precisa guardar a NF-e?
não. o emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as nf-e pelo prazo estabele-
cido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. Quando solicitado, deverão
apresentar os arquivos digitais à administração tributária. caso o destinatário (comprador) não
tenha condições de receber o arquivo digital, deverá armazenar o DAnfe pelo prazo decadencial.
As empresas (emitentes e destinatárias) deverão guardar algum tipo de documento (NF-e
ou DANFE)?
A regra geral é que o emitente e o destinatário devam manter em arquivo digital das nf-e pelo
prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais, devendo ser
apresentadas à administração tributária, quando solicitado. Assim, o emitente deve armazenar
apenas o arquivo digital.
no caso da empresa destinatária das mercadorias e da nf-e, e que seja emitente de nf-e, ela
também não precisará guardar o DAnfe, mas apenas o arquivo digital recebido.
caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de nf-e, o destinatário
poderá, alternativamente, manter em arquivo o DAnfe relativo à nf-e da operação pelo prazo
decadencial estabelecido pela legislação, devendo ser apresentado à administração tributária,
quando solicitado.
reforçamos que o destinatário sempre deverá verificar a validade e autenticidade da nf-e e a
existência de Autorização de uso da nf-e, tenha ele recebido o arquivo digital da nf-e ou o
DAnfe acompanhando a mercadoria.
Em caso de sinistro ou perda do arquivo eletrônico das NF-e, seriam estas disponibiliza-
das para rccupcraçño por partc da StfAZ ou SRf!
não. Da mesma forma que a guarda das notas fiscais em papel fica a cargo dos contribuintes,
257
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
também a cargo destes ficará a guarda dos documentos eletrônicos. ressalte-se que os recursos
necessários para a guarda do documento digital, incluindo backup, têm um custo muito inferior
do que a guarda dos documentos físicos, permitindo ainda a rápida recuperação do arquivo e
suas informações.
Como dcvc scr a numcraçño / serics da Mf-c cm rc!açño ù Mota fisca! cm papc!!
A numeração utilizada pela nf-e será distinta e independente da numeração utilizada pela nota
fiscal em papel. ressalte-se que a nf-e é uma nova espécie de documento fiscal: o modelo da
nf-e é “55” e os modelos das notas fiscais em papel correspondentes são “1 ou 1-A”. indepen-
dentemente do tipo de operação, a numeração da nf-e será sequencial de 1 a 999.999.999, por
estabelecimento e por série, devendo ser reiniciada quando atingido este limite. o contribuinte
poderá adotar séries distintas para a emissão da nf-e, mediante lavratura de termo no livro
Kc¿¡:t:o dc !t¡I¡2açáo dc Lo·umcnto: I¡:·a¡: c Tc:mo: dc C·o::én·¡a - K!LITC (modcIo ô).
Em que estabelecimento deve ser emitida a NF-e?
A legislação do icms considera autônomo cada estabelecimento do contribuinte, para efeito
de cumprimento de obrigação acessória, devendo estar inscrito no cadastro de contribuintes
do icms e emitir os documentos fiscais previstos na legislação. A emissão da nf-e depende
de prévio credenciamento do contribuinte junto à sefAZ de circunscrição do estabelecimento
interessado. o processo de geração e transmissão da nf-e é eletrônico e pode ser realizado em
qualquer local, desde que a nf-e seja emitida por um emissor credenciado e assinada digital-
mente com o seu certificado digital ou do estabelecimento matriz.
Como proceder ao se emitir uma Nota Fiscal eletrônica que possuia itens não relacio-
nados ao mix de mercadorias comercializadas pelo contribuinte (ex.: apropriação de
credito do ativo pcrmancntc)! (inc!uído cm 1º dc ícvcrciro dc 2009)
nesses casos, deve ser criado um item próprio na nf-e representando a operação, podendo ser
cadastrado um produto para isso (ex.: cadastrar um item para apropriação do crédito do ativo
permanente etc.). Deve-se utilizar o quadro “Dados dos Produtos/serviços” para detalhar as ope-
rações que não caracterizem circulação de mercadorias ou prestações de serviços e que exijam
emissão de documentos fiscais (como transferência de créditos ou apropriação de incentivos
fiscais, por exemplo).
Qua! o modc!o a scr uti!izado c a seric no caso da cmissño dc Mf-c! (inc!uído cm 1º dc
fevereiro de 2009)
o modelo da nf-e é o 55. A série abarca a numeração 001 a 999, sendo que as séries de número
900 a 999 estão reservadas às situações em que, em contingência, as nf-e forem autorizadas no
sistema de contingência do Ambiente nacional (scAn).
Atualmente, em uma NF em papel emitida no caso de importação de mercadorias, os
dados referentes ao imposto de importação, ao PIS e à COFINS são impressos no corpo
da NF, na descrição dos produtos. Como fica no caso da NF-e? (incluído em 1º de feve-
reiro de 2009)
na nf-e, essas informações devem constar no XmL da nf-e (há tags para esses dados). no DAn-
fe, podem constar nas informações adicionais.
A NF-e deverá seguir a numeração sequencial das notas fiscais A1 ou 1-A? (incluído em
1º de fevereiro de 2009)
não, a numeração utilizada na nf-e independe da numeração utilizada nos talonários fiscais ou
258
ROBERTO DIAS DUARTE
formulários contínuos da nota fiscal modelo 1 ou 1-A. Ao iniciar o uso da nf-e, o contribuinte
deverá iniciar a numeração pelo nº 1, pois se trata de novo modelo de documento fiscal (modelo
55), emitindo as demais notas na sequência.
ele poderá também adotar séries distintas, se assim desejar, para documentar operações de en-
trada e de saída de mercadorias, por exemplo, desde que a mudança de série seja documentada
mediante lavratura de termo no livro registro de utilização de Documentos fiscais e termos de
C·o::én·¡a - K!LITC (modcIo ô).
A NF-e pode ser preenchida com mais de um CFOP? (incluído em 1º de fevereiro de
2009)
sim, pois para cada item de mercadoria da nf-e há um cfoP próprio, o que permite a emissão
de uma nf-e com mais de um cfoP. Para mais esclarecimentos, ver o manual de integração
do contribuinte.
t possívc! imprimir no DAMft, atraves do programa cmissor autônomo da Mf-c, a data
de vencimento e o valor da venda a prazo? (incluído em 1º de fevereiro de 2009)
sim, desde que tais informações façam parte dos dados da fatura da nf-e. como atualmente
o emissor de nf-e não imprime os dados das duplicatas no DAnfe, caso a empresa necessite
colocar tais dados neste documento auxiliar, poderá utilizar os campos de dados adicionais, ou
também utilizar de sistema próprio para a impressão, quando poderá inserir os dados das dupli-
catas no mesmo quadro utilizado para a impressão da fatura.
É possível alterar uma Nota Fiscal eletrônica emitida?
Após ter o seu uso autorizado pela sefAZ, uma nf-e não poderá sofrer alterações, pois qualquer
modificação no seu conteúdo invalida a sua assinatura digital.
o emitente poderá:
· dentro de certas condições, cancelar a nf-e, por meio da geração de um arquivo
XmL específico para isso. Da mesma forma que a emissão de uma nf-e de circulação
de mercadorias, o pedido de cancelamento de nf-e também deverá ser autorizado pela
sefAZ. o leiaute do arquivo de solicitação de cancelamento poderá ser consultado no
manual de integração do contribuinte.
dcnt:o dc ·c:ta: ·ond¡çoc:, cm¡t¡: uma Þota I¡:·aI cIct:ón¡·a ·ompIcmcnta:, ou uma
nota fiscal eletrônica de ajuste, conforme o caso.
:ana: c::o: cm ·ampo: c:pc·Iì¡·o: da ÞI-c, po: mc¡o dc Ca:ta dc Co::cçáo cIct:ón¡·a
(cc-e) transmitida à secretaria da fazenda. como esta modalidade de emissão ainda
não foi implantada, o contribuinte poderá emitir carta do Corroçño Compíomonlnr, om
pnpoí, conlormo dolinido nlrnvés do A|uslo SlNlLF 01/07.
Como serão solucionados os casos de erros cometidos na emissão de NF-e (há previsão
de NF-e complementar)? E erros mais simples como nome do cliente, erro no endereço,
crro no CfCI - como a!tcrar o dado quc íicou rcgistrado na basc da StfAZ!
uma nf-e autorizada pela sefAZ não pode ser mais modificada, mesmo que seja para correção
de erros de preenchimento. ressalte-se que a nf-e tem existência própria e a autorização de
uso da nf-e está vinculada ao documento eletrônico original, de modo que qualquer alteração
259
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
de conteúdo irá invalidar a assinatura digital do referido documento e a respectiva autorização
de uso.
importante destacar, entretanto, que se os erros forem detectados pelo emitente antes da circu-
lação da mercadoria, a nf-e poderá ser cancelada e ser então emitida uma nota eletrônica com
as correções necessárias.
Há ainda a possibilidade de emissão de nf-e complementar nas situações previstas na legisla-
ção. As hipóteses de emissão de nf complementar são:
i. no reajustamento de preço em razão de contrato escrito ou de qualquer outra circuns-
tância que implique aumento no valor original da operação ou prestação;
ii. na exportação, se o valor resultante do contrato de câmbio acarretar acréscimo ao
valor da operação constante na nota fiscal;
iii. na regularização em virtude de diferença no preço, em operação ou prestação, ou
na quantidade de mercadoria, quando efetuada no período de apuração do imposto em
que tiver sido emitido o documento fiscal original;
iv. para lançamento do imposto, não efetuado em época própria, em virtude de erro de
cálculo ou de classificação fiscal, ou outro, quando a regularização ocorrer no período
de apuração do imposto em que tiver sido emitido o documento fiscal original;
v. na data do encerramento das atividades do estabelecimento, relativamente à merca-
doria existente como estoque final;
vi. em caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos
ao usuário pelas repartições do fisco federal ou estadual para aplicação em seus produ-
tos, desde que a emissão seja efetuada antes de qualquer procedimento do fisco.
Qua! a íorma cstabc!ccida para a cntrcga da Mf-c ao mcu c!icntc! tsta cntrcga e obriga-
tória ou basta entregar o DANFE?
não há regras estabelecidas da forma como o fornecedor irá entregar a nf-e a seu cliente,
podendo isso ocorrer da melhor maneira que aprouver às partes envolvidas. A transmissão, em
comum acordo, poderá ser feita por e-mail, ou a disponibilização em um site e acesso mediante
senha.
com relação à entrega, o § 7º da cláusula sétima do Ajuste sinief 07/05 determina que o emi-
tente da nf-e deverá, obrigatoriamente, encaminhar ou colocar à disposição para download o
arquivo eletrônico da nf-e e seu respectivo protocolo de autorização ao destinatário, observado
leiaute e padrões técnicos definidos em Ato cotePe.
A cláusula décima do mesmo Ajuste determina que o emitente e o destinatário deverão manter
em arquivo digital as nf-e pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos
documentos fiscais, sendo que, caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a
emissão de nf-e, alternativamente ao disposto acima, deverá manter em arquivo o DAnfe re-
lativo à nf-e da operação.
260
ROBERTO DIAS DUARTE
Como proceder nos casos de recusa do recebimento da mercadoria em operação docu-
mentada por NF-e?
A recusa da mercadoria pode ocorrer de duas formas: ou o destinatário emite uma nota fiscal
de devolução de compras, ou recusa a mercadoria no verso do próprio DAnfe, destacando os
motivos que o levaram a isso.
na segunda hipótese, o emitente da nf-e irá emitir uma nf-e de entrada para receber a merca-
doria devolvida.

importante:
Como houvc a ·¡:·uIaçáo da mc:·ado:¡a, a ÞI-c o:¡¿¡naI náo podc:a :c: ·an·cIada.
Ca:o a nota ì¡:·aI dc dcvoIuçáo cm¡t¡da pcIo ·omp:ado: tamLcm :c]a cIct:ón¡·a, c:ta
deverá, como todas as nf-e, ser previamente autorizada pelo fisco e enviada para o
destinatário da nf-e que deu origem à nf-e de devolução.
Como fica a confirmação de entrega da mercadoria com a NF-e?
não há alteração dos procedimentos comerciais existentes com a nota fiscal em papel. no leiau-
te do DAnfe existe a previsão de um espaço (canhoto) destinado à confirmação da entrega da
mercadoria. esse canhoto poderá ser destacado e entregue ao remetente.
Os clientes têm obrigatoriedade de acessar algum site e imprimir a NF-e? Em quantas vias?
A nf-e é um documento digital, não podendo ser impressa. A impressão de seu conteúdo não
tem valor jurídico, tampouco contábil/fiscal. É obrigação do destinatário verificar a autenticida-
de da nf-e por consulta ao Portal nacional ou ao site da sefAZ autorizadora.
A consu!ta da va!idadc, cxistência c autorizaçño dc uma Mf-c e obrigatoria ou íacu!tativa!
É obrigatória sim, e competente ao destinatário da nf-e, nos termos da cláusula décima, pará-
grafo primeiro, do Ajuste sinief 07/05, com redação dada pelo Ajuste sinief 04/06:
“§ 1º o destinatário deverá verificar a validade e autenticidade da nf-e e a existência de Autorização
de uso da nf-e.”
cabe destacar que o destinatário não necessita imprimir qualquer documento para comprovar
que realizou a consulta de validade da nf-e.
Como proceder quando a Nota Fiscal eletrônica constar como “inexistente” no Ambien-
te Nacional da NF-e?
o interessado deverá consultar a nf-e, através de sua chave de acesso, no site da sefAZ autori-
zadora (sefAZ da uf de origem ou sefAZ-virtual). A nf-e pode ser consultada tanto no site da
secretaria da fazenda autorizadora quanto no Ambiente nacional (Portal nacional da nf-e).
conforme o modelo operacional, após a autorização de uso, a nf-e sempre será transmitida
pela sefAZ para a receita federal do brasil (Ambiente nacional). Podem ocorrer, entretanto,
eventualmente, problemas técnicos que adiem essa transmissão, de modo que a nf-e não cons-
te imediatamente no Ambiente nacional após sua autorização. nesse caso, a autorização de uso
da nf-e deverá ser consultada no site da sefAZ que a autorizou.
A eventual ausência momentânea da nf-e para consulta no Ambiente nacional não é condição
261
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
suficiente para refutar a validade do documento, desde que ele conste como autorizado no site
da sefAZ autorizadora.
no caso de contingência, em que o trânsito da mercadoria é acobertado por DAnfe impresso
em formulário de segurança (fs) ou formulário de segurança para impressão de Documento
Auxiliar de Documento fiscal eletrônico (fs-DA), se no prazo de 168 horas (sete dias), contados
da emissão do DAnfe, o destinatário não puder obter informações relativas à concessão da
Autorização de uso da nf-e, deverá comunicar imediatamente o fato à unidade fazendária do
seu domicílio.
Como efetuar a escrituração de 6 caracteres nos arquivos SINTEGRA se a NF-e permite
9 caracteres?
o manual de orientação do convênio icms 57/95 (sinteGrA) prevê o tratamento para a situ-
ação reportada, no item 11.1.9A, a seguir transcrito:
´11.1.9A - CAAFC 0B - Sc o numc:o do do·umcnto ì¡:·aI t¡vc: ma¡: dc ô dI¿¡to:, p:ccn·hc: ·om o: ô
últimos dígitos;”
É possível a impressão dos produtos em mais de um DANFE? Neste caso, como fica a
consulta da NF-e?
Deverá existir apenas um DAnfe por nf-e, porém este poderá ser emitido em mais de uma
folha, ou seja, poderá ter tantas folhas quantas forem necessárias para discriminação das merca-
dorias. o contribuinte poderá utilizar também até 50% da área disponível em seu verso.
como o DAnfe é único, o mesmo código de barras representativo da nf-e deverá constar em
todas as suas folhas, bem como cada página do DAnfe deverá ser numerada sequencialmente,
descrevendo a página atual e o total de páginas (ex: 1/3).
Se houver o extravio do DANFE durante o transporte da mercadoria pela transportadora,
como o contribuinte emitente deve proceder?
o emitente deverá realizar a reimpressão do DAnfe e encaminhá-lo ao transportador ou ao des-
tinatário, registrando no referido documento que se trata de uma reimpressão, caso a mercadoria
já tenha sido entregue. o trânsito da mercadoria documentada por nf-e sempre deverá estar
acompanhado do DAnfe correspondente.
A reimpressão poderá ser dispensada se o destinatário já tiver recebido a mercadoria e não man-
tiver o DAnfe em substituição ao arquivo digital da nf-e.
Como adquirir Formulário de Segurança (FS) e Formulário de Segurança para Impres-
são de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA) para impressão do
DANFE?
o uso do formulário de segurança para impressão do DAnfe só é obrigatório nos casos de
emissão de nf-e em contingência.
As secretarias de fazenda simplificaram o processo, dispensando a exigência de regime es-
pecial e Autorização de impressão de Documentos fiscais (AiDf), sendo necessária, apenas, a
aprovação, por parte da sefAZ da unidade da federação do emissor, do Pedido de Aquisição
de formulário de segurança (PAfs), no caso de aquisição de formulário de segurança (fs), e da
Autorização de Aquisição de formulário de segurança para Documentos Auxiliares de Docu-
mentos fiscais eletrônicos (AAfs-DA), no caso de aquisição do formulário de segurança para
262
ROBERTO DIAS DUARTE
impressão de Documento Auxiliar de Documento fiscal eletrônico (fs-DA).
tendo sido aprovado o PAfs ou a AAfs-DA pelo fisco, o emissor de documento fiscal eletrônico
poderá adquirir os formulários de segurança (fs e fs-DA) junto aos fabricantes credenciados
pela secretaria executiva do confAZ/icms. o fs-DA também poderá ser adquirido de dis-
tribuidores ou gráficas locais credenciados. A relação completa de fornecedores autorizados
a fabricarem formulário de segurança (fs e fs-DA) está disponível no site do confAZ, menu
“Publicações”, submenu “formulários de segurança - empresas credenciadas”.
O formulário de segurança pode ser usado por vários estabelecimentos da mesma em-
presa?
sim, o formulário de segurança adquirido por uma empresa (matriz, por exemplo) pode ser
utilizado em todos os seus estabelecimentos (ex.: filiais) do mesmo estado. o PAfAs deverá ter
sido autorizado pela sefAZ do estado do próprio emissor, não sendo possível a utilização de
formulário de segurança adquirido por autorização de outro estado.
É obrigatória a inserção de elementos como data, horário de saída, placa do veículo e
transportadora no DANFE?
sim, a inserção dessas informações é obrigatória, caso a empresa tenha acesso a elas antes da
emissão da nf-e.
O que deve ser feito com o canhoto da DANFE assinado pelo cliente? Deve ser arma-
zenado?
o canhoto possui finalidade comercial, e não fiscal, sendo utilizado na confirmação de rece-
bimento da mercadoria. o ideal é guardar o canhoto, para o caso de o fisco solicitar, numa
eventual auditoria, a comprovação da entrega ou recebimento da mercadoria descrita na nf-e.
Mo canhoto do DAMft, podcm scr imprcssas outras iníormaçocs a!em das constantcs no
modelo do Manual de Integração do Contribuinte (ex.: valor total da NF, entregador da
NF, vendedor)? O DANFE pode ter mais de um canhoto (ex.: um para o transportador
assinar, outro para o destinatário da mercadoria assinar)?
sim, novos campos podem ser adicionados sem a necessidade de autorização especial. também
é possível adicionar mais de um canhoto no DAnfe, para o caso de a empresa querer documen-
tar o recebimento da mercadoria pela transportadora e pelo adquirente da mercadoria. Deve-se
observar, porém, que:
o LAÞIL podc :c: ¡mp:c::o no ìo:mato :ct:ato, ·a:o cm quc o ·anhoto ì¡·a:a Io·aI¡-
zado na extremidade superior do formulário, ou no formato paisagem, com o canhoto
localizado na extremidade esquerda do formulário;
o dc:Io·amcnto do ·anhoto ou a ad¡çáo dc novo ·anhoto :o podc :c: cìctuado no
DAnfe impresso no modo retrato;
cm ìo:muIa:¡o dc :c¿u:ança, o LAÞIL :c:a ¡mp:c::o :cmp:c no tamanho A4 c no
modo retrato, sendo, neste caso, vedado o deslocamento do canhoto para a extremidade
inferior do formulário.
Há um leiaute obrigatório para o DANFE?
sim, o DAnfe deve seguir os modelos previstos nos anexos do manual de integração do con-
tribuinte.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Nas vendas fora do estabelecimento (feiras ou ambulantes) o contribuinte obrigado a
emitir NF-e pode usar talonário fiscal?
sim, nas vendas fora do estabelecimento a legislação admite o uso de talonário fiscal por contri-
buinte obrigado a emitir nf-e. Porém, a nota fiscal de saída da mercadoria do estabelecimento
para venda ambulante/feiras e a nota de retorno devem ser necessariamente emitidas por meio
de nf-e.
Porém, se o contribuinte desejar, também poderá emitir nf-e na venda fora do estabelecimento.
o Ajuste sinief 07/05 prevê que, nesta hipótese, o DAnfe poderá ser impresso em qualquer
tipo de papel, exceto papel jornal, em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm), caso em que será
denominado “DAnfe simplificado”, devendo ser observado leiaute definido em Ato cotePe.
A obrigatoriedade de emitir nf-e na saída da mercadoria do estabelecimento para venda ambu-
lante/feira e no seu retorno também se aplica nesta situação.
264
ROBERTO DIAS DUARTE
Coiscs que cs tezes julçcmos de menor importcncic podem ccuscr çrcndes
ejeitos, tcnto posititos, qucnto neçctitos.
H
C1-L CCNHLClMLN1C DL 1kANSPCk1L LLL1kCNlCC
25
O
C1-o é o novo modoío do documonlo liscní oíolrónico, insliluído poío A|uslo SlNlLF 09/07,
do 25 do oulubro do 2007, quo podorá sor uliíizndo pnrn subsliluir um dos soguinlos docu-
monlos liscnis:
· Conhocimonlo do 1rnnsporlo kodoviário do Cnrgns, modoío 8
· Conhocimonlo do 1rnnsporlo Aqunviário do Cnrgns, modoío 9
· Conhocimonlo Aéroo, modoío 10
· Conhocimonlo do 1rnnsporlo Forroviário do Cnrgns, modoío 11
· Noln Fiscní do Sorviço do 1rnnsporlo Forroviário do Cnrgns, modoío 27
· Noln Fiscní do Sorviço do 1rnnsporlo, modoío 7, qunndo uliíizndn om lrnnsporlo do
cargas
· C C1-o lnmbém podorá sor uliíizndo como documonlo liscní oíolrónico no lrnnsporlo
duloviário o, lulurnmonlo, nos lrnnsporlos muílimodnis
C C1-o é um documonlo do oxislencin oxcíusivnmonlo digilní, omilido o nrmnzonndo oíolroni-
cnmonlo, pnrn documonlnr umn proslnçño do sorviços do lrnnsporlos, cu|n vníidndo |urídicn é
gnrnnlidn poín nssinnlurn digilní do omilonlo o n Auloriznçño do Lso lornocidn poín ndminislrn-
çño lribulárin do domicííio do conlribuinlo.
C Pro|olo Conhocimonlo do 1rnnsporlo oíolrónico (C1-o) - no silo www.cte.fazenda.gov.br - oslá
sondo dosonvoívido, do lormn inlogrndn, poíns Socrolnrins do Fnzondn dos Lslndos o kocoiln Fo-
dorní do ßrnsií, n pnrlir dn nssinnlurn do Prolocoío LNA1 03/2006, do 10 do novombro do 2006,
quo nlribuiu no Lnconlro Nncionní do Coordonndoros o Adminislrndoros 1ribulários Lslndunis
(LNCA1) n coordonnçño o n rosponsnbiíidndo poío dosonvoívimonlo o impínnlnçño do Pro|olo C1-o.


265
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
A principní mudnnçn pnrn os lomndoros do sorviço do omprosns do lrnnsporlo do cnrgns usuá-
rins do C1-o é n nocossidndo do vorilicnçño dn vníidndo dn nssinnlurn digilní o n nulonlicidndo
do nrquivo digilní, bom como n concossño dn Auloriznçño do Lso do C1-o modinnlo consuíln
oíolrónicn nos silos dns Socrolnrins do Fnzondn ou Porlní Nncionní do Conhocimonlo Líolrónico.
C omilonlo o o lomndor do C1-o dovorño consorvnr o documonlo oíolrónico om nrquivo digilní
poío prnzo provislo nn íogisínçño, pnrn nprosonlnçño no lisco qunndo soíicilndo, o uliíiznr o co-
digo º57¨ nn oscrilurnçño do C1-o pnrn idonlilicnr o modoío.
Cnso o lomndor do sorviço nño so|n crodoncindo n omilir C1-o, nílornnlivnmonlo à consorvnçño
do nrquivo digilní oío podorá consorvnr o DAC1L roínlivo no C1-o o ololunr n oscrilurnçño do C1-o
com bnso nns inlormnçoos conlidns no DAC1L, dosdo quo loilns ns vorilicnçoos cilndns ncimn.
CßklCA1CklLDADL
A oslrnlégin do impínnlnçño nncionní é quo ns omprosns quo nluom no lrnnsporlo do cnrgns
om gorní, voíunlnrinmonlo o grndunímonlo, indopondonlo do porlo, so inlorossom om ndorir no
Pro|olo do Conhocimonlo do 1rnnsporlo oíolrónico. Pnrn n lnso piíolo, o pro|olo lom n ndosño
do conlribuinlos quo nlunm nos vários modnis do lrnnsporlo do cnrgns conlnndo com omprosns
do lodos os porlos. Nosln lnso ns omprosns |unlnmonlo com o lisco, visnm nporloiçonr o modoío
do pro|olo.
C Lslndo do Mnlo Crosso loi pionoiro no procosso do incíusño do omprosns nn obrignloriodndo
do C1-o.
A roínçño dns lrnnsporlndorns do cnrgns obrigndns n omilir C1-o dosdo 1º do mnrço do 2011,
conlormo disposlo nos pnrágrnlos 16 n 18 do nrligo 198 - C do klCMS oslá disponívoí om: www.
sefaz.mt.gov.br/portal/cte/downloads/relacao_transportadoras_cargas_01_03_11.pdf.
A íisln dns lrnnsporlndorns obrigndns no uso do C1-o, dosdo 1º do oulubro do 2010 oslá om: www.
sefaz.mt.gov.br/portal/cte/downloads/transportadoras_cargas_obrigadas_uso_cte_01.10.2010.
pdf.
L n roínçño dns omprosns quo oslño obrigndns no C1-o, dosdo 1º do oulubro do 2009, om: www.
sefaz.mt.gov.br/portal/cte/downloads/emPresAs_obriGADAs_emitir_cte_01_10_09.pdf.
Provnvoímonlo, n obrignloriodndo do omissño do C1-o poíns omprosns lrnnsporlndorns sorá doli-
nidn nindn om 2011, pnrn oulrns Lnidndos dn Fodornçño.
LLClSLAÇÃC
A|uslos SlNlLF:
· A|uslo SlNlLF 09/2007, do 25 do oulubro do 2007, insliluiu o Conhocimonlo do 1rnns-
porlo oíolrónico o o Documonlo Auxiíinr do Conhocimonlo do 1rnnsporlo Líolrónico,
· A|uslo SlNlLF 10/2008, do 26 do solombro do 2008, nílorou o A|uslo SlNlLF 09/07,
quo insliluiu o Conhocimonlo do 1rnnsporlo oíolrónico o o Documonlo Auxiíinr do
Conhocimonlo do 1rnnsporlo Líolrónico,
266
ROBERTO DIAS DUARTE
· A|uslo SlNlLF 04/2009, do 3 do nbrií do 2009, nílorou o A|uslo SlNlLF 09/07, quo
insliluiu o Conhocimonlo do 1rnnsporlo oíolrónico o o Documonlo Auxiíinr do Conhoci-
monlo do 1rnnsporlo Líolrónico.
A1CS CC1LPL
· Alo CC1LPL 08/2008, do 18 do nbrií do 2008, dispoo sobro ns ospocilicnçoos lécni-
cns do Conhocimonlo do 1rnnsporlo oíolrónico (C1-o), do Documonlo Auxiíinr do Co-
nhocimonlo do 1rnnsporlo Líolrónico (DAC1L) o dos Podidos do Concossño do Lso,
Cnncoínmonlo, lnuliíiznçño o Consuíln n Cndnslro, vin web services, conlormo disposlo
no A|uslo SlNlLF 09/07.
MCDLLC CPLkAClCNAL
C modoío do opornçño do C1-o é nnáíogo no dn NF-o.
A omprosn do lrnnsporlo do cnrgns omissorn do C1-o gorn um nrquivo oíolrónico quo conlém ns
inlormnçoos liscnis dn proslnçño do sorviço. Lslo nrquivo dovorá sor nssinndo digilnímonlo pnrn
gnrnnlir n inlogridndo dos dndos o n nulorin do omissor.
Lslo nrquivo oíolrónico, quo corrospondo no C1-o, sorá lrnnsmilido poín lnlornol pnrn n nulori-
dndo liscní, quo lnrá umn pré-vníidnçño do nrquivo o dovoívorá umn Auloriznçño do Lso, som
n quní nño podorá hnvor o lrânsilo dn morcndorin o nom n proslnçño do sorviço do lrnnsporlo dn
mosmn. Apos n nuloriznçño do C1-o o sun insorçño nn lnlornol poío lisco, o doslinnlário o ou-
lros íogílimos inlorossndos quo dolonhnm n chnvo do ncosso do documonlo oíolrónico podorño
consuílá-ío.
Lslo mosmo nrquivo do C1-o sorá nindn lrnnsmilido poín ndminislrnçño lribulárin rogionní pnrn n
kocoiln Fodorní do ßrnsií, quo sorá o roposilorio do lodos os C1-o omilidos (Ambionlo Nncionní)
o, no cnso do umn opornçño inloroslnduní, pnrn n Socrolnrin do Fnzondn do doslino dn opornçño.
Pnrn ncoborlnr o lrânsilo dn morcndorin o n ololivn proslnçño do sorviço do lrnnsporlo do cnrgns
sorá improssn umn roprosonlnçño grálicn simpíilicndn do Conhocimonlo do 1rnnsporlo oíolróni-
co do cnrgns, inliluíndo DAC1L (Documonlo Auxiíinr do Conhocimonlo do 1rnnsporlo do Cnrgns
Líolrónico), om pnpoí comum, quo conlorá improssn, om doslnquo, n chnvo do ncosso pnrn
consuíln do C1-o nn lnlornol o um codigo do bnrrns unidimonsionní quo lnciíilnrá n cnplurn o n
conlirmnçño do inlormnçoos do C1-o poíos poslos liscnis do lronloirn dos domnis Lslndos.
C Conhocimonlo do 1rnnsporlo do Cnrgns oíolrónico (C1-o), somonlo podorá sor omilido npos sor
conhocido o ºdocumonlo originário¨ quo dnrá origom à proslnçño do sorviço. Lslo documonlo
podo sor umn noln liscní lrndicionní improssn no modoío 1 ou 1-A, umn Noln Fiscní oíolrónicn
modoío 55, um C1kC do umn lrnnsporlndorn nnlorior, onlim, quníquor documonlo pormilido
poín íogisínçño vigonlo pnrn ncompnnhnr n circuínçño ou documonlnr proslnçño do sorviço nn-
lorior, roínlivn à cnrgn quo oslnrá sondo movimonlndn poín proslnçño do sorviço quo irá inicinr.
No cnso do umn proslnçño ncoborlndn por C1-o, sun omissño, bom como n improssño do DAC1L,
dovo obsorvnr os prnzos provislos nn íogisínçño pnrn n omissño dos documonlos liscnis quo lor-
mníiznm n documonlnm proslnçño do sorviços do lrnnsporlo.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Lm roínçño no DAC1L, é indiloronlo pnrn n SLFAZ o momonlo do sun improssño donlro dn rolinn
oporncionní inlornn dn omprosn, quo podorá sor poslorior ou nño no cnrrognmonlo dn morcndo-
rin, dosdo quo o DAC1L corrospondonlo no C1-o quo ncoborlnrá n proslnçño n oslo|n ncompn-
nhnndo dosdo o sou início.
Com o inluilo do mobiíidndo íogíslicn, é lncuílndo no conlribuinlo omissor do C1-o o onvio do
nrquivo oíolrónico do C1-o dovidnmonlo nulorizndo poín SLFAZ no íocní ondo o voícuío so on-
conlrn om cnrrognmonlo pnrn quo o mosmo possn sor improsso om improssorn ínsor disponívoí
nn íocníidndo o onlroguo pnrn soguir vingom, |unlnmonlo com ns rospoclivns nolns liscnis impros-
sns ou oíolrónicns quo so onconlrom docínrndns no conhocimonlo oíolrónico.
Nño há rogrns oslnboíocidns dn lormn como o lrnnsporlndor irá onlrognr o C1-o n sou cíionlo lo-
mndor do sorviço, sondo quo osln onlrogn podo ocorror dn moíhor mnnoirn quo ns pnrlos onvoí-
vidns oscoíhorom. A lrnnsmissño, om comum ncordo podorá ocorror, por oxompío: por o-mnií,
disponibiíiznçño num silo com ncosso modinnlo umn sonhn olc.
A onlrogn do C1-o no lomndor do sorviço é, no onlnnlo, obrignlorin, pois oslo é o documonlo
liscní quo possui vníidndo |urídicn pnrn lodos os lins.
LLlAL1L, kLCkAS L LSPLClFlCAÇCLS
C íoinulo, ns rogrns do vníidnçño o ns ospocilicnçoos lécnicns do C1-o oslño dolinidns no manual
de integração do contribuinte - Vorsño 1.0.3, do 4 do ngoslo do 2009, disponívoí om: www.cte.
fazenda.gov.br//docs/manual_cte_v1.03.pdf.
268
ROBERTO DIAS DUARTE
Milagres são conseguidos, pois, com o exercício de uma paciente atitude,
sem tumultos ou imposiçôes.
U
NFS-L - NC1A FlSCAL LLL1kCNlCA DL SLkVlÇCS
26
CCNCLl1C
A
Noln Fiscní do Sorviços oíolrónicn (NFS-o) é um documonlo do oxislencin digilní, gorndo o
nrmnzonndo oíolronicnmonlo poín proloilurn ou por oulrn onlidndo convonindn, pnrn docu-
monlnr ns opornçoos do proslnçño do sorviços su|oilos no lmposlo Sobro Sorviço do Quníquor
Nnlurozn (lSSQN).
C Pro|olo NFS-o oslá sondo dosonvoívido do lormn inlogrndn, poín kocoiln Fodorní do ßrnsií
(kFß) o Associnçño ßrnsiíoirn dns Socrolnrins do Finnnçns dns Cnpilnis (AßkASF), nlondondo no
Prolocoío do Coopornçño LNA1 nº 02, do 7 do dozombro do 2007, quo nlribuiu n coordonnçño
o n rosponsnbiíidndo poío dosonvoívimonlo o impínnlnçño do Pro|olo dn NFS-o.
A soguir, vo|n um oxompío do codigo XML do umn NFS-o:
<CompNfse>
<Nlso vorsno=¨1.00¨>
<lnlNlso ld=¨73016710001311938500013201100000000021¨>
<Numoro>201100000000021</Numoro>
<CodigoVorilicncno>9c7c2</CodigoVorilicncno>
<DnlnLmissno>2011-03-03113:42:12</DnlnLmissno>
<NnluroznCporncno>1</NnluroznCporncno>
<CplnnloSimpíosNncionní>2</CplnnloSimpíosNncionní>
<lnconlivndorCuílurní>2</lnconlivndorCuílurní>
<Compoloncin>2011-03-03100:00:00</Compoloncin>
<Servico>
<Vníoros>
<VníorSorvicos>1075.00</VníorSorvicos>
<Vníorlr>16.13</Vníorlr>
<lsskolido>1</lsskolido>
<Vníorlss>21.50</Vníorlss>
<Vníorlsskolido>21.50</Vníorlsskolido>


269
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
<ßnsoCnícuío>1075.00</ßnsoCnícuío>
<Aíiquoln>0.02</Aíiquoln>
<VníorLiquidoNlso>1037.37</VníorLiquidoNlso>
</Vníoros>
<llomLislnSorvico>1.03</llomLislnSorvico>
<Codigo1ribulncnoMunicipio>631190000</Codigo1ribulncnoMunicipio>
<Discriminacao>
Proslnçño do sorviço do consuílorin do inlormnlicn.
</Discriminncno>
<CodigoMunicipio>3106200</CodigoMunicipio>
</Sorvico>
<ProslndorSorvico>
<ldonlilicncnoProslndor>
<Cnp|>07301671000131</Cnp|>
<lnscricnoMunicipní>1938500013</lnscricnoMunicipní>
</ldonlilicncnoProslndor>
<knznoSociní>lDLAS©WCkK lNFCkMA1lCA L1DA</knznoSociní>
<Endereco>
<Lndoroco>ALVAkLS CAßkAL</Lndoroco>
<Numoro>593</Numoro>
<Compíomonlo>SALA: 1501,</Compíomonlo>
<ßnirro>CLN1kC</ßnirro>
<CodigoMunicipio>3106200</CodigoMunicipio>
<Ll>MC</Ll>
<Cop>30170000</Cop>
</Lndoroco>
<Contato>
<1oíolono>3191952133</1oíolono>
<Lmnií>conlnlo©idonsnlvork.com.br</Lmnií>
</Conlnlo>
</ProslndorSorvico>
<TomadorServico>
<IdentificacaoTomador>
<CpfCnpj>
<Cnp|>10736083000135</Cnp|>
</CplCnp|>
<lnscricnoMunicipní>2392320017</lnscricnoMunicipní>
</ldonlilicncno1omndor>
<RazaoSocial>
MAS1LkMAQ SCF1WAkLS L VLNDAS DL SlS1LMAS MlNAS L1DA.
</knznoSociní>
<Endereco>
<Lndoroco>DCS 1lMßlkAS</Lndoroco>
<Numoro>1532</Numoro>
<Compíomonlo>ANDAk: 7º,</Compíomonlo>
<ßnirro>FLNClCNAklCS</ßnirro>
<CodigoMunicipio>3106200</CodigoMunicipio>
<Ll>MC</Ll>
<Cop>30140061</Cop>
270
ROBERTO DIAS DUARTE
</Lndoroco>
</1omndorSorvico>
<OrgaoGerador>
<CodigoMunicipio>3106200</CodigoMunicipio>
<Ll>MC</Ll>
</CrgnoCorndor>
</lnlNlso>
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-20010315#WilhCommonls¨/>
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<DigoslMolhod Aígorilhm=¨hllp://vvv.v3.org/2000/09/xmídsig#shn1¨/>
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</koloronco>
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2VCuDvPyo1bu/N¦¦K0u/vP lukVooZpknLrW|oclug=
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<Koylnlo>
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<X509Corlilicnlo>MllCo1CCßWCgAvlßAglQLkkgp3Lhhn9XYCCßFxߦl1ANßgkqhkiC9v0ßA
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1QLNvbXßhbmhpYSßkZSßLZWNub2xvZ2íhlCkhlLíuZm9ybWF|YW8gZC8gkXN0YWkvlCk-
ílL1HlC0gLF¦PkLVNk0LxFzAVßgNVßAM1DkFDlFßS10kF1LdFlLcyMß4XD1LxMDlxMDA-
vMDAvMFoXD1LyMDlvC1lzN1k1CVovgllxCzA¦ßgNVßAY1Ak¦SMkMvLQYDVQQKFA-
p¦Q1AlQn¦hc2ísMkLvLvYDVQQLFAx¦kCAllDLzC1k3Nzkx¦DAißgNVßAsLC0F1dCVudCí-
|YWkvlHßvcißßLißQcm9kZW1nZ1LbMßkCA1LLCxQSQXNznW5hdHVyYSßLnXßvlLL-
xMkYvFAYDVQQLFA1DkV¦LSLZ¦Q0FL1yAxMkQvLgYDVQQLFAsoZW0gYn¦hbmNvK1Lí-
MCMCA1LLAxMcLH¦íZmVpdHVyYSßkZSßCZWxvlLhvcmí6b250Z1LlMß0CCSqCSlb3DQL-
¦AkYQZWknYX¦AcC¦oLmdvdi5ic|CßnzANßgkqhkiC9v0ßAQLFAACß|QAvgYkCgYLAvqAN
yAoAQLkN5sPVKLFßn+s6QC5Ck1CFnLyLMßDhYAHXgZqo59P2CY/ig10qmdnKgLoNZixiíS-
b8cuoM¦zA6|HpXx6unCícZsSW4gS
</X509Corlilicnlo>
</X509Dnln>
</Koylnlo>
</Signnluro>
<Signnluro ld=¨NlsoAssProslndor¸73016710001311938500013201100000000021¨>
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-20010315#WilhCommonls¨/>
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271
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
<1rnnslorm Aígorilhm=¨hllp://vvv.v3.org/2000/09/xmídsig#onvoíopod-signnluro¨/>
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<DigoslMolhod Aígorilhm=¨hllp://vvv.v3.org/2000/09/xmídsig#shn1¨/>
<DigoslVníuo>L/FWuSk59P6WigQLuq||D3snlí4=</DigoslVníuo>
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<SignnluroVníuo>
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9gQqßD+ßrzFvoymmlC68u9Xlcnh|p|7Cd/KD¦uCC¦lHL0|lS+3|hL8zgkC9ív¦nbLLlpY0nLuA/
cN1kLgv0Nd4CiZkCLoCM3oXCo=
</SignnluroVníuo>
<Koylnlo>
<KoyVníuo>
<kSAKoyVníuo>
<modulus>
sr3q62FASWoíkgHíL+k4dß|lvAnblW2LvllXYSyb9+h8AsDßoLZlhv7+MnßHCsAzlsqXoYclb
plL|L0CSPP5xYLdokLk88H2ChL1xgiQWßQC9C0SKLr1r6hA1y+Y3dmbhoWvKvv7uSWHL
1X/CCikí1Cnl+r4C|7YSVhooHZrvlL=
</Moduíus>
<Lxpononl>AQAß</Lxpononl>
</kSAKoyVníuo>
</KoyVníuo>
<X509Dnln>
<X509Corlilicnlo>
MllC¦1CCßQ2gAvlßAgllczSKsXCg7XLvDQY¦KoZlhvcNAQLFßQAv1DLLMAkCA1LL-
ßhMCQílxLzAkßgNVßAo1CkíDLC1CcmFznWvxKDAmßgNVßAM1H1NFLkF1QSßDZX¦0n-
WZpY2Fkb3¦hlLkpZ2í0YWvgd|LvHhcNM1AvC1LvM1LzC1AzWhcNM1LvC1LvM1LzC-
1AzW|Cß5|LLMAkCA1LLßhMCQílxLzAkßgNVßAo1CkíDLC1CcmFznWvxFDASßgNVßAs-
1CyhF1SßCLkFCQ08pMkgvFgYDVQQLLv8vMDAvMDLvMDLzCDAyCDLxFDASßgNV-
ßAs1CyhF1SßCLkFCQ08pMkQvLgYDVQQLLvsokL0gQí¦ß1kNPK1LLMßlCA1LL
CxMLKLVNlL¦SQL5D1ykxFDASßgNVßAs1CyhF1SßCLkFCQ08pMkQvLgYDVQQLLvso-
kL0gQí¦ß1kNPK1LkMClCA1LLAxMbSLkFQVMgV09SSyߦ1kZPLk1ßVLíDQSßMVLkßMl-
ClMA0CCSqCvMDAvMDAvMDAvVvYDVk0gßFAv1|ßMßgZg1ALCAQYvQ|ßAßggrßgL-
FßQcCAkY0nHk0</X509Corlilicnlo>
</X509Dnln>
</Koylnlo>
</Signnluro>
</Nlso>
</CompNlso>
exemplo de arquivo XmL de nfs-e emitida em belo Horizonte.
272
ROBERTO DIAS DUARTE
exemplo de arquivo XmL de nfs-e emitida em belo Horizonte.
Mosmo com o oslnboíocimonlo do Prolocoío do Coopornçño pnrn normnliznçño do um modoío
nncionní unico do NFS-o, cndn município lom nulonomin pnrn dolinir o ndolnr sou sislomn. Por
isso há níguns quo impínnlnrnm n NFS-o conlormo o pndrño dn AßkASF, o oulros quo soguirnm
modoío ropíolo do pnrlicuínridndos.
273
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Quadro de municípios que já adotaram a nfs-e.
91
42

Sondo inviávoí, om umn unicn obrn, rolrnlnr lodos os modoíos impínnlndos om nosso pnís, lomn-
romos como bnso o cnso dn Proloilurn do ßoío Horizonlo (umn dns ndminislrnçoos do cnpilnis
rosponsávois poío pro|olo nncionní), quo impíomonlou o pndrño AßkASF, considorndo o oliciní
pnrn o SPLD. Pnrlicipnm lnmbém do pro|olo:
· Lniño, roprosonlndn poín Socrolnrin dn kocoiln Fodorní do ßrnsií,
· Lslndos o o Dislrilo Fodorní, por inlormédio do suns Socrolnrins do Fnzondn, Finnnçns,
kocoiln ou 1ribulnçño,
· Associnçño ßrnsiíoirn dns Socrolnrins do Finnnçns dns Cnpilnis (AßkASF),
· Conlodornçño Nncionní do Municípios (CNM),
· Sorviço do Procossnmonlo Fodorní (SLkPkC),
· lnslilulo do 1ocnoíogin dn lnlormnçño (l1l),
· Comile Coslor Nncionní do Documonlos Fiscnis Líolrónico (CCNDFL),

91. CCNCLl1C W. Quadro de municípios que já adotaram a NFS-e. Disponívoí om: <www.conceitow.com.br>.
274
ROBERTO DIAS DUARTE
· Lnconlro Nncionní dos Coordonndoros o Adminislrndoros 1ribulários Lslndunis (LN-
CA1),
· Socrolnrins do Finnnçns do ßoío Horizonlo, Nnlní, Mnnnus, Porlo Aíogro, kocilo, kio
do ¦nnoiro, Sño Pnuío o Snívndor.
· Aíém dns proloilurns dosonvoívodorns pnrlicipnrnm lnmbém roprosonlnnlos dns so-
guinlos cnpilnis, como ouvinlos: Fíorinnopoíis, Forlníozn, ßrnsííin, 1orosinn, ßoíém o
Coiânin.
C pro|olo loi concobido pnrn sor um pndrño nncionní o níém do bonolicinr n sociodndo com n
quobrn do pnrndigmn do uso do pnpoí, osporn-so quo simpíiliquo o rncionníizo o cumprimonlo
dns obrignçoos ncossorins, com n disponsn do nuloriznçoos do improssño do nolns liscnis, ro-
duçño dos cuslos do dosonvoívimonlo do sislomns, do lroinnmonlo do possoní, do nquisiçño do
lormuíários o do improssño o gunrdn do documonlos liscnis, podondo nindn sorvir do lomonlo
ao e-business.
Cnbo no conlribuinlo n obrignçño do omilir ns nolns liscnis pnrn rogislrnr ns suns opornçoos do
proslnçño do sorviços, mns n proloilurn pnssnrá n sor n rosponsávoí poín gornçño o gunrdn do
ncorvo dns nolns omilidns.
A NFS-o conlompín o uso dn Corlilicnçño Digilní, uliíizn pndroos quo proporcionnm o inlorcâm-
bio do inlormnçoos com os domnis liscos, é lolnímonlo ndoronlo no Sislomn Pubíico do Lscrilurn-
çño Digilní (SPLD) o loi dosonvoívidn com lres opçoos do gornçño: dirolnmonlo no silo, por onvio
de arquivos e através de web service.
Quinzo omprosns dn cnpilní minoirn lornm convidndns o pnrlicipnrnm como pnrcoirns no pro-
|olo-piíolo: Mnslormnq Sollvnros, 1olvs S/A, komn Finl, Lnbornlorio Hormos Pnrdini, Conlro
Lnivorsilário Novlon Pnivn, Compnnhin do 1ocnoíogin dn lnlormnçño do Lslndo do Minns Co-
rnis - Prodomgo, Curo Minns Pnínco Holoí, Mnlur Crgnniznçño Conlábií, Pnlrimnr Lngonhnrin,
Hospilní Mnlor Doi, ¦olnbo Conlnbiíidndo, Asn Comunicnçño, Prodnboí - Lmprosn do lnlormá-
licn o lnlormnçño do ßoío Horizonlo, Minns Cornis Adminislrnçño o Sorviços (MCS) o SLkASA.
Lsludn-so quo n kocoiln Fodorní do ßrnsií so|n o roposilorio nncionní dns Nolns Fiscnis do Sor-
viços oíolrónicns omilidns no pnís o disponibiíizo umn Socrolnrin do Finnnçns Virluní (SLFlN
Virluní), pnrn lnciíilnr n ndosño do poquonos municípios o n lrocn do inlormnçoos onlro os onlos
lribulnnlos.
275
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Quadro comparativo de funcionalidades x municípios.
92

43
NFS-L: PCk QLL 1AN1CS MCDLLCS DlFLkLN1LS:

Qunndo lnínmos do NFS-o inovilnvoímonlo íombrnmos o compnrnmos com o pro|olo nncionní
dn NF-o. Por isso, íogo vom à nossn monlo n nocossidndo do lnmbém oxislir um pndrño pnrn
NFS-o.
Lsln nssocinçño nos lnz íombrnr do várins cnrncloríslicns lécnicns quo sño compnrliíhndns poíos
pro|olos como o uso dn lnlornol pnrn lrnnsmissño dos nrquivos o n uliíiznçño do nssinnlurn digilní
pnrn nulonlicnçño do documonlo.
Porém, ns somoíhnnçns lécnicns íovnm n nígumns doduçoos oquivocndns. Fnzor umn simpíos
compnrnçño onlro os dois pro|olos podo oxpor ns omprosns no risco do ndolnr umn soíuçño in-
compíoln. Cu dosonvoívor inlornnmonlo inlogrnçoos à modidn quo ns obrignloriodndos sur|nm
nos municípios o crinr um nmbionlo inslávoí o vuínorávoí.

Por mnis dolníhndns quo possnm sor ns doliniçoos dos pro|olos do NFS-o o NF-o, onconlrndns
nos silos dns ndminislrnçoos lribulárins municipnis o oslndunis, é imporlnnlo íombrnr o roní mo-
livo quo íovn os orgños roguíndoros n impíomonlnr oslns obrignçoos ncossorins: o numonlo dn
nrrocndnçño.
92. CCNCLl1C W. Quadro comparativo de funcionalidades x municípios. Disponívoí om: <www.conceitow.com.br>.
276
ROBERTO DIAS DUARTE
So|n no âmbilo lodorní, oslnduní ou municipní vários ob|olivos o bonolícios sño doscrilos, mns
so nño houvosso n conlrnpnrlidn do numonlo do numoro do omprosns liscníizndns o, consoquon-
lomonlo, dn rocoiln dos imposlos, nño sorin n roduçño dn uliíiznçño do pnpoí o cnlníisndor do
lodns oslns mudnnçns.

Qunndo n nuloridndo liscní municipní porcobo quo nulomnliznr n nrrocndnçño do lSS podo
numonlnr considornvoímonlo sun nrrocndnçño é nnlurní quo procuro um pro|olo quo moíhor so
ndnplo às suns nocossidndo/cnpncidndo. Vo|n níguns lnloros quo podom inlíuoncinr:
Investimento financeiro
· Lm osludo do sogmonlo do sorviços do município moslrn quní o polonciní rolorno do
pro|olo o com oslo vníor é possívoí dolinir quní o invoslimonlo n sor loilo bnsondo no
lompo do rolorno doso|ndo.
· Pnrn níguns municípios o rolorno possívoí é sulicionlo, incíusivo, pnrn ndolnr oulros
moduíos do goslño pubíicn.
Infraestrutura
· Quní n inlrnoslrulurn dos proslndoros do sorviço do município: (ncosso à lnlornol o
nívoí do inlormnliznçño dns omprosns)
· A ndoçño do um modoío mnis modorno, vin web service, por oxompío, podo impnc-
lnr nn voíocidndo do ndoçño do modoío o no numonlo provislo dn nrrocndnçño.
· Quní n inlrnoslrulurn do lisco municipní:
· Proloilurns quo nño possuom inlrnoslrulurn proprin pnrn n inslnínçño do sorvidoros
compnlívois com n domnndn dos proslndoros podo íovnr o município n conlrnlnr um
modelo de software como sorviço (SnnS).
· L convonionlo pnrn o lisco do município, compnrliíhnr inlormnçoos do nrrocndnçño
com oulro orgño ou com umn omprosn privndn:
Legislações
· lnconlivos liscnis
· Aííquolns
· lsonlos dovom gornr NFS-o:
Características dos serviços
· Quní o solor do sorviços é mnis lorlo no município:
A rosposln pnrn osln porgunln podo inlíuoncinr nn qunnlidndo do inlormnçoos quo cndn municí-
pio irá oxigir no momonlo dn docínrnçño do sorviço proslndo o, nlé mosmo, lnzor surgir ponlos
277
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
do conlroío ospocílicos pnrn dolorminndo solor. (Lx.: Snívndor possui umn NFS-o ospocílicn pnrn
o sogmonlo mnrílimo).
Lnlim, ncimn sño doscrilns nponns nígumns cnrncloríslicns quo podom íovnr à ndoçño do modo-
íos diloronlo.
Achnr quo o modoío AßkASF é n soíuçño pnrn oslns diloronçns podo sor umn nnáíiso suporliciní
domnis. Poçn pnrn um proslndor do sorviço do Snnlo André doscrovor como oío digiln umn noln.
L lnçn o mosmo pnrn um proslndor do Sño Pnuío. Cs dois municípios usnm o modoío lécnico
AßkASF, mns lem porlní do NFS-o dislinlos (lornocodoros diloronlos gnnhnrnm n íicilnçño) o
lnnlo o procodimonlo qunnlo n usnbiíidndo dn digilnçño do umn kPS é diloronlo. Lsnndo oslo
oxompío nlé mosmo n quoslño do usnbiíidndo é imporlnnlo pnrn nçoos do conlingencin. Lx.: so o
porlní dn proloilurn oslá lorn do nr loroi quo digilnr n noln. Mns como so lnz nnquoío município:
Ho|o, mnis do 260 municípios |á oxigom omissño do NFS-o o om nproximndnmonlo 80 modoíos
diloronlos.
Crnndos proslndoros do sorviço lem quo íovnr om considornçño lodns oslns vnriávois o lnzor umn
vordndoirn goslño do riscos nnlos do nulomnliznr n omissño do NFS-o.
9344
CßklCA1CklLDADL
A obrignloriodndo do omissño do NFS-o é dolinidn poío município, o, om gorní soguo um crono-
grnmn pndrño:
· Pro|olo-piíolo com n pnrlicipnçño do nígumns omprosns convidndns.
· Nn lnso iniciní do omissño, com ndosño voíunlárin.
· Modinnlo pubíicnçño do nlos normnlivos municipnis, há o oslnboíocimonlo do umn
ngondn quo considorn um prnzo pnrn ndnplnçño grnduní, dolinido por lipo do nlividndo
do conlribuinlo o lnlurnmonlo nnuní.
kLClßC PkCVlSCklC DL SLkVlÇCS (kPS)
A NFS-o somonlo sorá gorndn nlrnvés dos sorviços inlormnlizndos disponibiíizndos poín socro-
lnrin. Como lodo procodimonlo locnoíogico, os sislomns pnrn omissño do NFS-o podom licnr
indisponívois.
Como soíuçño do conlingencin pnrn o conlribuinlo, loi crindo o kocibo Provisorio do Sorviços
(kPS), documonlo do posso o rosponsnbiíidndo do conlribuinlo, quo dovorá sor gorndo mnnuní-
monlo ou por nígumn npíicnçño íocní, possuindo umn numornçño soquonciní crosconlo o dovon-
do sor convorlido om NFS-o no prnzo oslipuíndo poín íogisínçño lribulárin municipní.
C kPS podo sor uliíizndo poíos conlribuinlos quo nño dispoom do inlrnoslrulurn do conoclividn-
do ndoqundn, podondo gornr os documonlos o onviá-íos, om íolo, pnrn procossnmonlo o gornçño
dns rospoclivns NFS-o.
93. CCNCLl1C W. Disponívoí om: <www.conceitow.com.br>.
278
ROBERTO DIAS DUARTE
Nosln silunçño, o conlribuinlo dovo possuir um sislomn inslníndo om sous compulndoros, quo
sign ns ospocilicnçoos lécnicns pnrn gornçño o lrnnsmissño dn kPS.
MCDLLC CPLkAClCNAL
A NFS-o conlém cnmpos quo roproduzom ns inlormnçoos onvindns poío conlribuinlo o oulros
quo sño do rosponsnbiíidndo do lisco. Lmn voz gorndn, n NFS-o nño podo mnis sor nílorndn,
ndmilindo-so, unicnmonlo, sor cnncoíndn ou subsliluídn.
A NFS-o dovo conlor n idonlilicnçño dos sorviços om conlormidndo com os ilons dn Lisln do
Sorviços, nnoxn à Loi Compíomonlnr nº 116/03.
L possívoí doscrovor vários sorviços numn mosmn NFS-o, dosdo quo roíncionndos n um unico
ilom dn Lisln, do mosmn nííquoln o pnrn o mosmo lomndor do sorviço. Qunndo n íogisínçño do
município nssim oxigir, no cnso dn nlividndo do conslruçño civií, ns NFS-o dovorño sor omilidns
por obrn.
A idonlilicnçño do proslndor do sorviços sorá loiln poío CNP¦, quo podo sor con|ugndo com n
lnscriçño Municipní.
A inlormnçño do CNP¦ do lomndor do sorviço é obrignlorin pnrn posson |urídicn, oxcolo qunndo
so lrnlnr do lomndor do oxlorior. A compolencin do umn NFS-o é o mes dn ocorrencin do lnlo
gorndor.
C Vníor Líquido dn NFS-o é cnícuíndo poío Vníor 1olní do Sorviços sublrnindo-so: Vníor do PlS,
CCFlNS, lNSS, lk, CSLL, Culrns kolonçoos, lSS kolido, Dosconlo lncondicionndo o Dosconlo
Condicionndo.
A bnso do cáícuío dn NFS-o é o Vníor 1olní do Sorviços, sublrnído do Vníor do Doduçoos provis-
lns om íoi o do Dosconlo lncondicionndo.
C Vníor do lSS é dolinido do ncordo com n Nnlurozn dn Cpornçño, n Cpçño poío Simpíos Nncio-
nní, o kogimo Lspociní do 1ribulnçño o o lSS kolido, o sorá sompro cnícuíndo, oxcolo nos cnsos:
· A Nnlurozn dn Cpornçño lor 1ribulnçño no Município, Lxigibiíidndo susponsn por
docisño |udiciní ou Lxigibiíidndo susponsn por procodimonlo ndminislrnlivo o o kogimo
Lspociní do 1ribulnçño lor Microomprosn Municipní, Lslimnlivn ou Sociodndo do prolis-
sionnis.
· A Nnlurozn dn Cpornçño lor 1ribulnçño lorn do Município. Nosso cnso os cnmpos
Aííquoln do Sorviço o Vníor do lSS licnrño nborlos pnrn o proslndor indicnr os vníoros.
· A Nnlurozn dn Cpornçño lor lmuno ou lsonln. Nossos cnsos o lSS sorá cnícuíndo com
nííquoln zoro.
· C conlribuinlo lor Cplnnlo poío Simpíos Nncionní o nño livor o lSS rolido nn lonlo.
A nííquoln do lSS é dolinidn poín íogisínçño municipní. Qunndo n NFS-o é lribulndn lorn do mu-
nicípio om quo oslá sondo omilidn, n nííquoln dovorá sor inlormndn poío conlribuinlo.
279
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
PkCCLSSC DL LNVlC DL kPS
C onvio do kPS à socrolnrin pnrn gornçño dn NFS-o so podorá sor loilo om íolos, ou so|n, vários
kPS ngrupndos pnrn gornr umn NFS-o pnrn cndn um doíos. C sorviço do kocopçño do Lolo do
kPS é nssíncrono. Cu so|n, n rosposln do procossnmonlo do íolo do kPS ocorro om um momonlo
poslorior no do sou onvio.
Como comprovnnlo do onvio do íolo do kPS, o conlribuinlo rocoborá nponns um numoro do
prolocoío do rocobimonlo. C íolo rocobido poín socrolnrin sorá coíocndo om umn liín do procos-
snmonlo. Dopois do procossndo, o rosuílndo lornn-so disponívoí no conlribuinlo. Lsso rosuílndo
podorá sor ns NFS-o corrospondonlos ou n íisln do orros onconlrndos no íolo.
A numornçño dos íolos do kPS é do rosponsnbiíidndo do conlribuinlo, dovondo sor unicn o dislinln
pnrn cndn íolo.No sorviço do ºkocopçño do Lolo¨, um unico orro provocn n ro|oiçño do lodo o íolo.
Lm kPS podo sor onvindo com o slnlus do cnncoíndo gornndo umn NFS-o cnncoíndn. Lm kPS
|á convorlido om NFS-o nño podo sor roonvindo. Hnvondo nocossidndo do cnncoínmonlo do
documonlo, n rospoclivn NFS-o dovo sor cnncoíndn.
LS1kL1LkA DC SlS1LMA
C modoío prove duns soíuçoos pnrn o sislomn do NFS-o disponibiíizndns pnrn o conlribuinlo:
· Sislomn on-íino, coíocndo à disposiçño no silo dn Socrolnrin, nn lnlornol.
· Soíuçño web service, pnrn inlogrnçño com os sislomns proprios dos conlribuinlos.
SlS1LMA CN-LlNL
C sislomn on-íino é disponibiíizndo no silo dn Socrolnrin, por moio do um nnvogndor lnlornol
(browser), indopondonlo do pínlnlormn usndn pnrn ncosso, uliíiznndo Corlilicnçño Digilní ou
idonlilicnçño por moio do íogin o sonhn. Lío conlém ns soguinlos luncionníidndos:
Geração de nfs-e
n) C conlribuinlo ncossn o sorviço do ºCornçño do NFS-o¨ no silo dn Socrolnrin.
b) lnlormn os dndos quo gornrño n NFS-o o os submolo pnrn procossnmonlo.
c) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor Wob, quo vníidn os dndos proonchidos o, cnso ns inlor-
mnçoos so|nm váíidns, gorn n NFS-o, lornocondo o sou numoro.
d) C silo rolornn umn monsngom com o rosuílndo do procossnmonlo.
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ROBERTO DIAS DUARTE
exemplo de tela do sistema de geração de nfs-e em belo Horizonte.
281
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
exemplo de tela do sistema de geração de nfs-e em belo Horizonte.
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ROBERTO DIAS DUARTE
exemplo de tela do sistema de geração de nfs-e em belo Horizonte.
kLCLPÇÃC L PkCCLSSAMLN1C DL LC1L DL kPS
n) C conlribuinlo gorn o nrquivo com íolo do kPS nlrnvés dn npíicnçño inslníndn om sou
compulndor.
b) Acossn o sorviço do ºkocopçño o Procossnmonlo do Lolo do kPS¨ no silo dn Socrolnrin.
c) Lnvin o íolo pnrn procossnmonlo.
d) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor web, quo vníidn o íolo o, cnso ns inlormnçoos so|nm
váíidns, grnvn-ns o gorn o numoro do prolocoío do rocobimonlo.
o) C silo rolornn umn monsngom com o numoro do prolocoío do rocobimonlo.
l) C íolo rocobido sorá procossndo posloriormonlo.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
CCNSLL1A DL Sl1LAÇÃC DL LC1L DL kPS
n) C conlribuinlo ncossn o sorviço do ºConsuíln do Silunçño do Lolo do kPS¨ no silo dn
Socrolnrin.
b) lnlormn o numoro do íolo doso|ndo o submolo os dndos pnrn procossnmonlo.
c) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor web, quo vorilicn os dndos proonchidos o
idonlilicn o slnlus do íolo.
d) C silo rolornn umn monsngom com o rosuílndo do procossnmonlo.
CCNSLL1A DL NFS-L PCk kPS
n) C conlribuinlo ncossn o sorviço do ºConsuíln do NFS-o por kPS¨ no silo dn Socrolnrin.
b) lnlormn os dndos do idonlilicnçño do kPS doso|ndo o submolo-os pnrn procossnmonlo.
c) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor web, quo vorilicn os dndos proonchidos o
idonlilicn n NFS-o corrospondonlo.
d) C silo rolornn umn monsngom com o rosuílndo do procossnmonlo.
CCNSLL1A DL NFS-L
n) C conlribuinlo ncossn o sorviço do ºConsuíln do NFS-o¨ no silo dn Socrolnrin.
b) lnlormn o crilério do posquisn doso|ndo o submolo os dndos pnrn procossnmonlo.
c) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor Wob, quo vorilicn os dndos proonchidos o
idonlilicn ns NFS-o corrospondonlos.
d) C silo rolornn umn monsngom com o rosuílndo do procossnmonlo.
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ROBERTO DIAS DUARTE
exemplo de tela do sistema de consulta de nfs-e em belo Horizonte.
CANCLLAMLN1C DL NFS-L
n) C conlribuinlo ncossn o sorviço do ºCnncoínmonlo do NFS-o¨ no silo dn Socrolnrin.
b) lnlormn os dndos do idonlilicnçño dn NFS-o doso|ndn o submolo-os pnrn procossnmonlo.

c) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor web, quo vorilicn os dndos proonchidos, idon-
lilicn n NFS-o corrospondonlo o ololun o cnncoínmonlo.
d) C silo rolornn umn monsngom com o rosuílndo do procossnmonlo.
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MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
SLßS1l1LlÇÃC DL NFS-L
n) C conlribuinlo ncossn o sorviço do ºCornçño do NFS-o¨ no silo dn Socrolnrin.
b) lnlormn os dndos quo gornrño n novn NFS-o o os dndos quo idonlilicnm n NFS-o n sor
subsliluídn poín primoirn o submolo-os pnrn procossnmonlo.
c) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor web, quo vníidn os dndos proonchidos o, cnso
ns inlormnçoos so|nm váíidns, gorn n NFS-o subsliluln lornocondo sou numoro. Lm so
guidn, cnncoín n NFS-o subsliluídn, rogislrnndo o víncuío onlro nmbns.
d) C silo rolornn umn monsngom com o rosuílndo do procossnmonlo.
CCNSLL1A DL LMPkLSAS AL1CklZADAS A LMl1lk NFS-L
n) C conlribuinlo ncossn o sorviço do ºConsuíln do omprosns nulorizndns n omilir NFS-o¨
no silo dn Socrolnrin.
b) lnlormn os dndos disponívois o submolo-os pnrn procossnmonlo.
c) A roquisiçño é rocobidn poío sorvidor web, quo vníidn os dndos proonchidos o, cnso
ns inlormnçoos so|nm váíidns, ololun o procossnmonlo.
d) C silo rolornn umn monsngom com o rosuílndo do procossnmonlo.
AkQLl1L1LkA DA SCLLÇÃC web services
A soíuçño web services lom como promissn n uliíiznçño do umn npíicnçño cíionlo, inslníndn no
compulndor do conlribuinlo, quo ncossnrá, por moio dn lnlornol, os sorviços do web service.
C ncosso à npíicnçño so dnrá por moio do Corlilicnçño Digilní.
Abnixo oslño onumorndos o dolníhndos os sorviços disponívois pnrn n npíicnçño cíionlo:
· kocopçño o procossnmonlo do íolo do kPS
· Consuíln do silunçño do íolo do kPS
· Consuíln do NFS-o por kPS
· Consuíln do íolo do kPS
· Consuíln do NFS-o
· Cnncoínmonlo do NFS-o
286
ROBERTO DIAS DUARTE
D jcto de muitos cceitcrem um procedimento nûo o jcz terdcdeiro por isso.
V
SPLD CCN1AßlL
27


N
ño nocossnrinmonlo orrndn, n doliniçño nprosonlndn poín kocoiln Fodorní no Porlní Nncionní
do SPLD oscínroco ns doliniçoos pnrn o íoigo, mns conlundo prolissionnis do divorsos rnmos
do conhocimonlo no oquipnrnr os lormos nbnixo:
“Livro Digital, escrituração contábil Digital, escrituração contábil em forma eletrônica ou sPeD con-
tábil.
são sinônimos. o Departamento nacional de registro do comércio (Dnrc) adota a terminologia ‘Li-
vro Digital’, a receita federal do brasil (rfb) utiliza ‘escrituração contábil Digital’, o conselho federal
de contabilidade (cfc) ‘escrituração contábil em forma eletrônica’. sPeD contábil é, digamos, um
apelido.”
9445
Vnmos nnníisnr níguns os concoilos o comproondor ns diloronçns.
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL PAkA A kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL
A lnslruçño Normnlivn kFß nº 787, do 19 do novombro do 2007, dolino n LCD como umn obri-
gnçño ncossorin liscní o providonciárin:
“Art. 1º - fica instituída a escrituração contábil Digital (ecD), para fins fiscais e previdenciários, de
acordo com o disposto nesta instrução normativa.
Parágrafo único. A ecD deverá ser transmitida, pelas pessoas jurídicas a ela obrigadas, ao sistema Pú-
blico de escrituração Digital (sPeD), instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, e será
considerada válida após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém e, quando for o caso,
após a autenticação pelos órgãos de registro.”
9546
94. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Sistema Público de Escrituração Digital. Disponívoí om: <www1.receita.fazenda.gov.br>.
95. RECEITA FEDERAL DO BRASIL. Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007. Arl. 1º, Pnrágrnlo Único.
Disponívoí om: <www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2007/in7872007.htm>. Pubíicndn no DCL do 20 nov. 2007.
287
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
LlVkC DlCl1AL PAkA C DLPAk1AMLN1C NAClCNAL DL kLClS1kC DC CCMLkClC (DNkC)
A lnslruçño Normnlivn nº 107 (lN 107) do Dopnrlnmonlo Nncionní do kogislro do Comércio
(DNkC), do 23 do mnio do 2008, dispoo sobro procodimonlos pnrn n vníidndo o olicácin dos
inslrumonlos do oscrilurnçño dos omprosários, sociodndos omprosárins, íoiíooiros o lrnduloros
pubíicos o inlérprolos comorcinis. Lín dolino os inslrumonlos do oscrilurnçño dos omprosários o
dns sociodndos omprosárins.
“Art. 1º - os procedimentos para validade e eficácia dos instrumentos de escrituração dos empresários
e das sociedades empresárias ficam disciplinados pelo disposto nesta instrução normativa, sem prejuízo
da legislação específica aplicável à matéria.
(…)
A:t. 2° - Sáo ¡n:t:umcnto: dc c:·:¡tu:açáo do: cmp:c:a:¡o: c da: :o·¡cdadc: cmp:c:a:¡a:: I - I¡v:o:, cm
papcI, II - ·on]unto dc ì¡·ha: avuI:a: (a:t. 1.1B0 - CC/2002), III - ·on]unto dc ì¡·ha: ou ìoIha: ·ontInua:
(a:t. 1.1B0 - CC/2002), I' - I¡v:o: cm m¡·:oì¡·ha: ¿c:ada: at:avc: dc m¡·:oì¡Ima¿cm dc :aIda d¡:cta do
·omputado: (CCA), ' - I¡v:o: d¡¿¡ta¡:.´
9647
Assim, o DNkC ndmilo oscrilurnçño om pnpoí, microlichn ou digilní. Aindn dolníhn, nlrnvés dn
lN 107, os procodimonlos ospocílicos pnrn ns lres lormns do nulonlicnçño. Pnrn o DkNC, umn
orgnniznçño podorá rogislrnr sun oscrilurnçño om lormnlo digilní nlrnvés do SPLD. A mosmn lN
107 dolino:
“Art. 16 - A geração do livro digital deverá observar quanto à:
i - escrituração e incorporação dos termos de Abertura e de encerramento, as disposições contidas no
AanuaI dc C:¡cntaçáo do Lc¡autc da L:·:¡tu:açáo ContaL¡I L¡¿¡taI - LLCL, ap:ovado pcIa In:t:uçáo
normativa rfb nº 787, de 19 de novembro de 2007;
II - ¡n·o:po:açáo da: a::¡natu:a: d¡¿¡ta¡:, a ut¡I¡2açáo dc :oìtva:c oì¡·¡aI dcnom¡nado F:o¿:ama 'aI¡-
dador e Assinador (PvA), a ser disponibilizado, gratuitamente, no sítio da rfb/sped na internet, para
download pelos interessados.”
9748
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL LM FCkMA1C DlCl1AL L C CCNSLLHC FLDLkAL DL
CCN1AßlLlDADL (CFC)
A kosoíuçño CFC nº 1.299, do 17 do solombro do 2010, nprovn o Comunicndo 1écnico C1 04,
quo dolino procodimonlos lécnicos o ns lormníidndos n sorom obsorvndos qunndo dn roníiznçño
dn oscrilurnçño conlábií om lormn digilní pnrn lins do nlondimonlo no SPLD. Podomos doslncnr
no C1 04 os soguinlos nspoclos:
A c:·:¡tu:açáo ·ontaL¡I cm ìo:ma d¡¿¡taI dcvc :c: cxc·utada cm ·onìo:m¡dadc ·om o: p:c·c¡to:
estabelecidos na norma brasileira de contabilidade técnica Geral (nbc tG) que trata sobre
“escrituração contábil”.
96. DLPAk1AMLN1C NAClCNAL DL kLClS1kC DC CCMLkClC (DNkC). Instrução Normativa nº 107 (IN 107) do Departamento
Maciona! dc Rcgistro do Comercio (DMRC), dc 23 dc maio dc 2008. Arls. 1º o 2º. Disponívoí om:
<www.dnrc.gov.br/Legislacao/minutain107maio2008.pdf>.
97. DLPAk1AMLN1C NAClCNAL DL kLClS1kC DC CCMLkClC (DNkC). Instrução Normativa nº 107 (IN 107) do Departamento
Maciona! dc Rcgistro do Comercio (DMRC), dc 23 dc maio dc 2008. Arl. 16. Disponívoí om:
<www.dnrc.gov.br/Legislacao/minutain107maio2008.pdf>.
288
ROBERTO DIAS DUARTE
Lm ·onìo:m¡dadc ·om o: p:c·c¡to: c:taLcIc·¡do: na ÞßC TC quc t:ata :oL:c ´L:·:¡tu:açáo
contábil”, a escrituração contábil em forma digital deve ser executada da seguinte forma:
(a) em idioma e em moeda corrente nacionais;
(b) em forma contábil;
(c) em ordem cronológica de dia, mês e ano;
(d) com ausência de espaços em branco, entrelinhas, borrões, rasuras, emendas
ou transportes para as margens; e
(e) com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em
elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.
A c:·:¡tu:açáo cm ìo:ma ·ontaL¡I dcvc ·ontc:, no mIn¡mo:
(a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu;
(b) conta devedora;
(c) conta credora;
(d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de
histórico padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro
próprio;
(e) valor do registro contábil;
(f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que
integram um mesmo lançamento contábil.
C :c¿¡:t:o ·ontaL¡I dcvc ·ontc: o numc:o dc ¡dcnt¡ì¡·açáo do Iançamcnto :cIa·¡onado ao
respectivo documento de origem externa ou interna ou, na sua falta, elementos que comprovem
ou evidenciem os fatos patrimoniais.
C Iançamcnto ·ontaL¡I dcvc tc: ·omo o:¡¿cm um un¡·o ìato ·ontaL¡I c ·ontc::
(a) um registro a débito e um registro a crédito; ou
(b) um registro a débito e vários registros a crédito; ou
(c) vários registros a débito e um registro a crédito; ou
(d) vários registros a débito e vários registros a crédito, quando relativos ao
mesmo fato contábil.
C pIano dc ·onta:, ·om toda: a: :ua: ·onta: :¡ntct¡·a: c anaIIt¡·a:, dcvc ·ontc:, no mIn¡mo,
4 (quatro) níveis e é parte integrante da escrituração contábil da entidade, devendo seguir a estru-
tura patrimonial prevista nos arts. 177 a 182 da Lei nº 6.404/1976.
C ßaIanço Fat:¡mon¡aI c dcma¡: Lcmon:t:açoc: ContaLc¡: dc cn·c::amcnto dc cxc:·I·¡o
devem ser inseridos no Livro Diário, completando-se com as assinaturas digitais da entidade e do
contabilista legalmente habilitado com registro ativo em conselho regional de contabilidade.
289
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
C L¡v:o L¡a:¡o c o L¡v:o Ka2áo ·on:t¡tucm :c¿¡:t:o: pc:mancntc: da cnt¡dadc c, quando c:-
criturados em forma digital, são constituídos de um conjunto único de informações das quais eles
se originam.
C L¡v:o L¡a:¡o, a::¡nado d¡¿¡taImcntc pcIa cnt¡dadc c pcIo ·ontaL¡I¡:ta Ic¿aImcntc haL¡I¡tado,
deve ser submetido ao registro público competente.
C: L¡v:o: dc Kc¿¡:t:o: Aux¡I¡a:c: da c:·:¡tu:açáo ·ontaL¡I dcvcm oLcdc·c: ao: p:c·c¡to: c:ta-
belecidos na nbc tG que trata sobre “escrituração contábil”, bem como os demais procedimen-
tos constantes neste ct, considerando as peculiaridades da sua função.
A c:·:¡tu:açáo ·ontaL¡I c a cm¡::áo dc I¡v:o:, :cIato:¡o:, pcça:, anaI¡:c:, mapa:, dcmon:t:a-
tivos e demonstrações contábeis são de atribuição e responsabilidade exclusiva de contabilista
legalmente habilitado com registro ativo em conselho regional de contabilidade e devem conter
certificado e assinatura digital da entidade e do contabilista.
C ·ontaL¡I¡:ta dcvc toma: a: mcd¡da: nc·c::a:¡a: pa:a quc a cnt¡dadc t¡tuIa: da c:·:¡tu:açáo
armazene, em meio digital, os livros e as demonstrações contábeis mencionados neste ct, devi-
damente assinados, visando a sua apresentação de forma integral, nos termos estritos das respec-
tivas leis especiais, ou em juízo, quando previsto em lei.”
9849
LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL L C NCVC CCDlCC ClVlL (LLl Nº 10.406, DL 10 DL ¦ANLlkC DL 2002).
C Cnpíluío lV - Dn Lscrilurnçño, prosonlo no Novo Codigo Civií, dolino normns roínlivns no
lomn quo, corlnmonlo, dovom sor obsorvndns qunndo n oscrilurnçño é roníizndn nlrnvés SPLD.
Doslncnm-so, om ospociní, os nrligos nbnixo:
´A:t. 1.179 - C cmp:c:a:¡o c a :o·¡cdadc cmp:c:a:¡a :áo oL:¡¿ado: a :c¿u¡: um :¡:tcma dc ·ontaL¡I¡da-
de, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência com a
documentação respectiva, e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico.
A:t. 1.1B0 - AIcm do: dcma¡: I¡v:o: cx¡¿¡do: po: LLI, c ¡nd¡:pcn:avcI o L¡a:¡o, quc podc :c: :uL:t¡tuIdo
por fichas no caso de escrituração mecanizada ou eletrônica.
Parágrafo único. A adoção de fichas não dispensa o uso de livro apropriado para o lançamento do
balanço patrimonial e do de resultado econômico.
A:t. 1.1B1 - SaIvo d¡:po:¡çáo c:pc·¡aI dc LLI, o: I¡v:o: oL:¡¿ato:¡o: c, :c ìo: o ·a:o, a: ì¡·ha:, antc: dc
postos em uso, devem ser autenticados no registro Público de empresas mercantis.
A:t. 1.1B3 - A c:·:¡tu:açáo :c:a ìc¡ta cm ¡d¡oma c mocda ·o::cntc na·¡ona¡: c cm ìo:ma ·ontaL¡I, po:
ordem cronológica de dia, mês e ano, sem intervalos em branco, nem entrelinhas, borrões, rasuras,
emendas ou transportes para as margens.
A:t. 1.1B4 - Þo L¡a:¡o :c:áo Iançada:, ·om ¡nd¡v¡duaçáo, ·Ia:c2a c ·a:a·tc:¡2açáo do do·umcnto
respectivo, dia a dia, por escrita direta ou reprodução, todas as operações relativas ao exercício da
empresa.
§ 1º Admite-se a escrituração resumida do Diário, com totais que não excedam o período de trinta dias,
relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimen-
to, desde que utilizados livros auxiliares regularmente autenticados, para registro individualizado, e
conservados os documentos que permitam a sua perfeita verificação.
98. CCNSLLHC FLDLkAL DL CCN1AßlLlDADL (CFC). Resolução CFC nº 1.299, de 17 de setembro de 2010. Disponívoí om:
<www.cfc.org.br/sisweb/sre/docs/res_1299.doc>.
290
ROBERTO DIAS DUARTE
§ 2º serão lançados no Diário o balanço patrimonial e o de resultado econômico, devendo ambos ser
assinados por técnico em ciências contábeis legalmente habilitado e pelo empresário ou sociedade
empresária.
A:t. 1.1Bô - C I¡v:o ßaIan·ctc: L¡a:¡o: c ßaIanço: :c:a c:·:¡tu:ado dc modo quc :c¿¡:t:c:
I - a po:¡çáo d¡a:¡a dc ·ada uma da: ·onta: ou tItuIo: ·ontaLc¡:, pcIo :c:pc·t¡vo :aIdo,
em forma de balancetes diários;
II - o LaIanço pat:¡mon¡aI c o dc :c:uItado c·onóm¡·o, no cn·c::amcnto do cxc:·I·¡o.
A:t. 1.1BB - C LaIanço pat:¡mon¡aI dcvc:a cxp:¡m¡:, ·om ì¡dcI¡dadc c ·Ia:c2a, a :¡tuaçáo :caI da cm-
presa e, atendidas as peculiaridades desta, bem como as disposições das Leis especiais, indicará, dis-
tintamente, o ativo e o passivo.
Parágrafo único. Lei especial disporá sobre as informações que acompanharão o balanço patrimonial,
em caso de sociedades coligadas.
A:t. 1.1B9 - C LaIanço dc :c:uItado c·onóm¡·o, ou dcmon:t:açáo da ·onta dc Iu·:o: c pc:da:, a·om-
panhará o balanço patrimonial e dele constarão crédito e débito, na forma da Lei especial.
A:t. 1.190 - Kc::aIvado: o: ·a:o: p:cv¡:to: cm LLI, ncnhuma auto:¡dadc, ]u¡2 ou t:¡LunaI, :oL quaIquc:
pretexto, poderá fazer ou ordenar diligência para verificar se o empresário ou a sociedade empresária
observam, ou não, em seus livros e fichas, as formalidades prescritas em Lei.
A:t. 1.191 - C ]u¡2 :o podc:a auto:¡2a: a cx¡L¡çáo ¡ntc¿:aI do: I¡v:o: c papc¡: dc c:·:¡tu:açáo quando
necessária para resolver questões relativas a sucessão, comunhão ou sociedade, administração ou ges-
tão à conta de outrem, ou em caso de falência.
A:t. 1.193 - A: :c:t:¡çoc: c:taLcIc·¡da: nc:tc CapItuIo ao cxamc da c:·:¡tu:açáo, cm pa:tc ou po: ¡ntc¡-
ro, não se aplicam às autoridades fazendárias, no exercício da fiscalização do pagamento de impostos,
nos termos estritos das respectivas Leis especiais.
A:t. 1.194 - C cmp:c:a:¡o c a :o·¡cdadc cmp:c:a:¡a :áo oL:¡¿ado: a ·on:c:va: cm Loa ¿ua:da toda a
escrituração, correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade, enquanto não ocorrer pres-
crição ou decadência no tocante aos atos neles consignados.
99

50
LLlAL1L DA LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL (LLCD)
A pnrlir do sislomn do conlnbiíidndo dn omprosn, um nrquivo digilní dovo sor gorndo obodocon-
do no lormnlo ospocilicndo no nnoxo unico à lnslruçño Normnlivn kFß nº 787/07: Mnnuní do
Crionlnçño do Loinulo dn Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LLCD).
C íoinulo do nrquivo oslá orgnnizndo om bíocos do inlormnçoos rolorindo-so cndn um doíos n
um ngrupnmonlo do documonlos, íivros ou guins. Lslos bíocos por sun voz oslño orgnnizndos om
rogislros quo conlém os dndos.
99. NCVC CCDlCC ClVlL. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei nº 10.406, de 10 de janeiro
de 2002. Arls. 1.179 n 1.184, 1.186, o 1.188 n 1.194. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil/leis/2002/L10406.htm>.
291
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
ßLCCCS L kLClS1kCS DC AkQLlVC: LS1kL1LkA DC AkQLlVC CCN1AßlL DlCl1AL
B!oco 0 - !dcntiíicaçño c rcícrências
kogislro 0000 - Aborlurn do Arquivo Digilní o ldonlilicnçño do Lmprosário ou dn Sociodndo
Empresária
kogislro 0001 - Aborlurn do ßíoco 0
kogislro 0007 - Culrns lnscriçoos Cndnslrnis do Lmprosário ou Sociodndo Lmprosárin
kogislro 0020 - Lscrilurnçño Conlábií Dosconlrníizndn
kogislro 0150 - 1nboín do Cndnslro do Pnrlicipnnlo
kogislro 0180 - ldonlilicnçño do koíncionnmonlo com o Pnrlicipnnlo
kogislro 0990 - Lncorrnmonlo do ßíoco 0
B!oco ! - lançamcntos Contábcis
kogislro l001 - Aborlurn do ßíoco l
kogislro l010 - ldonlilicnçño dn Lscrilurnçño Conlábií
kogislro l012 - Livros Auxiíinros no Diário
kogislro l015 - ldonlilicnçño dns conlns dn oscrilurnçño rosumidn n quo so roloro n oscrilurnçño
nuxiíinr
kogislro l020 - Cnmpos Adicionnis
kogislro l030 - 1ormo do Aborlurn
kogislro l050 - Pínno do Conlns
kogislro l051 - Pínno do Conlns koloronciní
kogislro l052 - lndicnçño dos Codigos do Agíulinnçño
kogislro l075 - 1nboín do Hislorico Pndronizndo
kogislro l100 - Conlro do Cuslos
kogislro l150 - Snídos Poriodicos - ldonlilicnçño do Poríodo
kogislro l155 - Dolníhos dos Snídos Poriodicos
kogislro l200 - Lnnçnmonlo Conlábií
kogislro l250 - Pnrlidns do Lnnçnmonlo Conlábií
kogislro l300 - ßnínncolos Diários - ldonlilicnçño dn Dnln
kogislro l310 - Dolníhos do ßnínncolo Diário
kogislro l350 - Snídos dns Conlns do kosuílndo Anlos do Lncorrnmonlo - ldonlilicnçño dn Dnln
kogislro l355 - Dolníhos dos snídos dns conlns do rosuílndo nnlos do oncorrnmonlo
kogislro l500 - Pnrâmolros do lmprossño/Visuníiznçño do Livro knzño Auxiíinr com Loinulo Pn-
rametrizável
kogislro l510 - Doliniçño dos Cnmpos do Livro knzño Auxiíinr com Loinulo Pnrnmolrizávoí
kogislro l550 - Dolníhos do Livro knzño Auxiíinr com Loinulo Pnrnmolrizávoí
kogislro l555 - 1olnis no Livro knzño Auxiíinr com Loinulo Pnrnmolrizávoí
kogislro l990 - Lncorrnmonlo do ßíoco l
B!oco ] - Dcmonstraçocs Contábcis
kogislro ¦001 - Aborlurn do ßíoco ¦
kogislro ¦005 - Domonslrnçoos Conlábois
kogislro ¦100 - ßnínnço Pnlrimoniní
kogislro ¦150 - Domonslrnçño do kosuílndo do Lxorcício
kogislro ¦800 - Culrns lnlormnçoos
292
ROBERTO DIAS DUARTE
kogislro ¦900 - 1ormo do Lncorrnmonlo do Livro
kogislro ¦930 - ldonlilicnçño dos Signnlários dn Lscrilurnçño
kogislro ¦990 - Lncorrnmonlo do ßíoco ¦
B!oco 9 - Contro!c c tnccrramcnto do Arquivo Digita!
kogislro 9001 - Aborlurn do ßíoco 9
kogislro 9900 - kogislros do Arquivo
kogislro 9990 - Lncorrnmonlo do ßíoco 9
kogislro 9999 - Lncorrnmonlo do Arquivo Digilní
Registros mais relevantes no leiaute ECD
O manual compíolo dn LCD podo sor oblido om:
www1.receita.fazenda.gov.br/
A soguir, nnníisnromos os rogislros do mnior imporlâncin pnrn o SPLD Conlábií.
1LkMCS DL AßLk1LkA L LNCLkkAMLN1C
Lslos rogislros sño obrignlorios o oxcíusivos pnrn ns possons |urídicns su|oilns n rogislro om ¦unlns
Comorcinis, conlormo lN kFß nº 926/09.
Sño do nívoí hiorárquico º2¨ o lem nponns umn ocorrencin por nrquivo, cndn um.
REGISTRO I030: Termo de Abertura do Livro
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec
01 REG 1oxlo lixo conlondo ºl030¨ C 004
-
02 DNRC_ABERT 1oxlo lixo conlondo º1LkMC DL AßLk1LkA¨ C 017
-
03 NUm_ORD
Numoro do ordom do inslrumonlo
do oscrilurnçño
N -
-
04 NA1¸LlVk
Nnlurozn do íivro, linníidndo n quo
se destina o instrumento
C 80
-
05 Q1D¸LlN Qunnlidndo lolní do íinhns do nrquivo digilní N -
-
06 NOmE Nome empresarial C -
-
07 NIRE
Numoro do ldonlilicnçño do kogislro do
Lmprosns dn ¦unln Comorciní
N 011
-
08 CNP¦ Numoro do inscriçño no CNP¦ N 014
-
09 D1¸AkQ Data do arquivamento dos atos constitutivos N 008
-
10 D1¸AkQ¸CCNV
Dnln do nrquivnmonlo do nlo do convorsño do
sociedade simples em sociedade empresária
N 008
11 DESC_mUN Município C -
-

293
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
REGISTRO J900: Termo de Encerramento
Nº Campo Descrição Tipo Tam Dec
01 REG 1oxlo lixo conlondo º¦900¨ C 004 -
02 DNRC_ENCER
1oxlo lixo conlondo º1LkMC DL
ENCERRAmENTO”
C 021 -
03 NUm_ORD
Numoro do ordom do inslrumonlo
do oscrilurnçño
N - -
04 NA1¸LlVkC
Nnlurozn do íivro, linníidndo n quo so
destinou o instrumento
C 80 -
05 NOmE Nome empresarial C - -
06 Q1D¸LlN
Qunnlidndo lolní do íinhns
do arquivo digital
N - -
07 DT_INI_ESCR Dnln do início dn oscrilurnçño N 008 -
08 DT_FIN_ESCR Dnln do lérmino dn oscrilurnçño N 008 -
NUM_ORD: numoro do ordom do inslrumonlo do oscrilurnçño.
L o numoro do íivro. A numornçño dos íivros é soquonciní, por lipo do íivro, indopondonlo do
sun lormn (om pnpoí, lichns, microlichns ou digilní). Assim, so o íivro nnlorior, om pnpoí, é o 50,
o proximo (digilní ou nño) é o 51.
Cs Livros Diários (C o k) dovom lor n mosmn soquencin numéricn.
Cs Diários Auxiíinros dovom lor numornçño proprin, soquonciní, por ospécio. Assim, so lornm
uliíizndos ºDiário Auxiíinr do Fornocodoros¨ o ºDiário Auxiíinr do Cíionlos¨, cndn um lorá umn
soquencin dislinln.
C mosmo so npíicn no knzño Auxiíinr.
Pnrn mnis oscínrocimonlos, consuílo n íogisínçño do Dopnrlnmonlo Nncionní do kogislro do
Comércio: www.dnrc.gov.br/Legislacao/minutain107maio2008.pdf.
NAT_LIVR: nnlurozn do íivro, linníidndo n quo so doslinn o inslrumonlo do oscrilurnçño.
L o nomo, n donominnçño do íivro.
Normnímonlo, os íivros C o k rocobom o mosmo nomo, sondo os mnis comuns: Diário o Diário Corní.
Cs nomos mnis comuns do íivros nuxiíinros mnis sño: ºDiário Auxiíinr do .....¨, ºknzño Auxiíinr
do .....¨, ºLivro Cnixn¨, ºLivro do lnvonlário¨.
NOME: nomo omprosnriní.
Assoguro-so do quo o nomo oslo|n oscrilo oxnlnmonlo como nos nlos conslilulivos dn omprosn.
Poquonns divorgencins no nomo podom íovnr o íivro n sor coíocndo om oxigencin.
DT_ARQ: dnln do nrquivnmonlo dos nlos conslilulivos.
294
ROBERTO DIAS DUARTE
L n dnln do nrquivnmonlo do nlo do consliluiçño dn omprosn. As dnlns do nílornçoos conlrnlunis
dovom sor dosconsidorndns. Lm lormos prálicos, é n dnln do NlkL.
DT_ARQ_CONV: dnln do nrquivnmonlo do nlo do convorsño do sociodndo simpíos om omprosárin.
Com o Novo Codigo Civií, pnrlo dns nnligns sociodndos civis pnssou n sor cínssilicndn como
sociodndo omprosárin. Com islo, doixnrnm do lor rogislro om cnrlorio o pnssnrnm pnrn ns |unlns
comorcinis. L n dnln om quo n ¦unln Comorciní nrquivou o documonlo quo lormníizn n convor-
sño. Lm lormos prálicos, é n dnln do NlkL.
PLANC DL CCN1AS DA LMPkLSA
A Lscrilurnçño Conlábií Digilní é n conlnbiíidndo comorciní dns omprosns o, porlnnlo, bnsondn
no pínno do conlns quo n omprosn uliíizn pnrn o rogislro hnbiluní dos lnlos conlábois. Assim,
os codigos dns conlns nnníílicns do pínno dn omprosn sño os quo dovom sor inlormndos nos
soguinlos rogislros:
l015: ldonlilicnçño dns Conlns dn Lscrilurnçño kosumidn n quo so koloro n Lscrilurnçño Auxiíinr.
l050: Pínno do Conlns
l155: Dolního dos Snídos Poriodicos
l250: Pnrlidns do Lnnçnmonlo
l310: Dolníhos do ßnínncolo Diário
l355: Dolníhos dos Snídos dns Conlns do kosuílndo Anlos do Lncorrnmonlo
Lxompío do rogislros l050, ondo o pínno do conlns dn omprosn é dolinido:
ll050l01012004l01lSl1l2328AllA1lVCl
ll050l01012004l01lSl2l2328.1l2328AlDlSPCNlVLLl
ll050l03012006l01lAl3l2328.1.0001l2328.1lßANCCSl
ll050l01012004l04lSl1l2328.10llCLS1C DCS ßLNS VLNDlDCSl
ll050l01012004l04lAl2l2328.10.0002l2328.10lCCMPkAS DL lNSLMCS
PLANC DL CCN1AS kLFLkLNClAL
L oínborndo com bnso nn DlP¦. As omprosns om gorní dovom usnr o pínno pubíicndo poín kocoiln
Fodorní poío Alo Docínrnlorio CCFlS 36/07. As linnncoirns uliíiznm o CCFlS o ns sogurndorns
nño procisnm inlormnr o rogislro l051. Conlormo ns rogrns do vníidnçño (nnoxo no Alo Docínrn-
lorio CCFlS 36/07), o rogislro l051 nño é obrignlorio.
Lío lom por linníidndo oslnboíocor umn roínçño (um DL-PAkA) onlro ns conlns nnníílicns do pínno
do conlns dn omprosn o um pndrño, possibiíilnndo n oíiminnçño do lichns dn DlP¦. C o-LALLk
(Livro Líolrónico do Apurnçño do Lucro koní, um dos pro|olos do SPLD) imporlnrá dndos dn
oscrilurnçño conlábií digilní o monlnrá um rnscunho' corrospondonlo n várins dns lichns ho|o
oxislonlos nn DlP¦.
Assim, qunnlo mnis procisn lor sun indicnçño dos codigos dns conlns roloroncinis no rogislro
l051, monor o lrnbního no proonchimonlo do o-LALLk. Qunisquor oquívocos nn sun indicnçño
do pínno do conlns roloronciní podorño sor corrigidos no o-LALLk.
295
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Lm oulrns pnínvrns, o Pínno do Conlns koloronciní é opcionní pnrn LCD o lom o ob|olivo prin-
cipní do lnciíilnr o proonchimonlo do o-LALLk. Lnlrolnnlo, omprosns quo |á oslño obrigndns n
pnrlicipnr do FCCN1 (oulro subpro|olo do SPLD) dovom roníiznr o roíncionnmonlo DL-PAkA no
Pínno do Conlns koloronciní.
C FCCN1 é umn oscrilurnçño dns conlns pnlrimoninis o do rosuílndo, om pnrlidns dobrndns,
quo considorn os mélodos o crilérios conlábois vigonlos om 31 do dozombro do 2007, conlormo
discipíinn n lnslruçño Normnlivn kFß nº 949/09.
No oxompío n soguir, n conln bnncos, do codigo 2328.1.0001, no Pínno do Conlns dn omprosn,
por oxompío, rolorencin n conln 1.01.01.02.00 do Pínno do Conlns koloronciní dn kFß.
ll050l01012004l01lSl1l2328AllA1lVCl
ll050l01012004l01lSl2l2328.1l2328AlDlSPCNlVLLl
ll050l03012006l01lAl3l2328.1.0001l2328.1lßANCCSl
ll051l10ll1.01.01.02.00l
ll050l01012004l04lSl1l2328.10llCLS1C DCS ßLNS L SLkVlCCS VLNDlDCSl
ll050l01012004l04lAl2l2328.10.0002l2328.10lCCMPkAS DL lNSLMCSl
ll051l10ll3.01.01.03.01.03.00l
ll050l01012004l04lSl1l2328.11llkLCLl1AS CPLkAClCNAlSl
ll050l01012004l04lAl2l2328.11.0001l2328.11l¦LkCS kLCLßlDCSl
ll051l10ll3.01.01.05.01.05.00l
Conlns do Pínno do Conlns koloronciní
1.01.01.02.00 ßnncos
3.01.01.03.01.03.00 Comprns do lnsumos n Prnzo
3.01.01.05.01.05.00 Culrns kocoilns Finnncoirns
Nolo quo o rogislro l050 dolino o Pínno do Conlns dn omprosn, o o l051, n roínçño onlro oío o o
koloronciní.
CONTAS DE CUSTOS. A indicnçño dns conlns do pínno roloronciní pnrn ns conlns do cuslos
dopondo do líuxo conlábií ndolndo. So os cuslos sño lormndos om conlns proprins, lrnnsloridos
pnrn osloquos o, dní, pnrn cuslo dos produlos vondidos (ou dos sorviços vondidos), indiquo
nponns ns conlns roloroncinis do grupo 5 pnrn ns conlns lormndorns do cuslos. So sño ínnçndos
dirolnmonlo om conlns/subconlns do cuslo dos produlos vondidos (CPV ou CSV) o os osloquos
sño lrnnsloridos pnrn o nlivo por moio do umn conln rodulorn (ou procodimonlo somoíhnnlo),
inlormo duns conlns roloroncinis (rogislros l051) pnrn cndn conln conlábií (l050): o proprio CPV
(grupo 3) o n conln do grupo 5.
CONTAS DE COMPENSAÇÃO E CONTAS TRANSITÓRIAS. C Pínno do Conlns koloronciní
nño lom conlns do componsnçño nom ns lrnnsilorins (como n do oncorrnmonlo do rosuílndo).
Assim, nño inlormo rogislro l051 pnrn oíns. Proloroncinímonlo, no cnmpo Nnlurozn dn Conln do
kogislro l050, inlormo o codigo 09 (oulrns) pnrn ns conlns lrnnsilorins. lsso lnciíilnrá n migrnçño
dn inlormnçño pnrn o FCCN1.
Voce podo oblor o Pínno do Conlns koloronciní comonlndo om: www1.receita.fazenda.gov.br/
sped-contabil/Planocontasref/AnexoiiADecofisPlanodecontasreferencial_com_obs.doc.
296
ROBERTO DIAS DUARTE
CADAS1kC DL PAk1lClPAN1LS
L um con|unlo do inlormnçoos pnrn idonlilicnr ns possons lísicns o |urídicns com ns qunis n om-
prosn lom níguns lipos do roíncionnmonlos ospocílicos. Somonlo dovom sor inlormndos os pnr-
licipnnlos com os qunis n omprosn lonhn um dos soguinlos roíncionnmonlos conlormo n lnboín
nnoxn no Alo Docínrnlorio CCFlS nº 36/07:
CÓD_REL Tipo do relacionamento
01 Mnlriz no oxlorior
02 Fiíiní, incíusivo ngencin ou dopondencin, no oxlorior
03 Coíigndn, incíusivo oquipnrndn
04 Controladora
05 Conlroíndn (oxcolo subsidiárin inlogrní)
06 Subsidiárin inlogrní
07 Controlada em conjunto
08 Lnlidndo do Proposilo Lspocílico (conlormo doliniçño dn CVM)
09
Pnrlicipnnlo do congíomorndo, conlormo normn ospocílicn do orgño roguíndor, oxcolo ns quo so onqundrom
nos tipos precedentes
10 Vincuíndns (Arl. 23 dn Loi nº 9.430/96), oxcolo ns quo so onqundrom nos lipos procodonlos
11
Locníizndn om pnís com lribulnçño lnvorocidn (Arl. 24 dn Loi nº 9.430/96), oxcolo ns quo so onqundrom nos
tipos precedentes
A grnndo mniorin dos cíionlos o lornocodoros dns omprosns nño prooncho os roquisilos pnrn sor
incíuídn nos rogislros 0150 o 0180.
Lxompío do rogislros 0150 o 0180, nos qunis os roíncionnmonlos onlro pnrlicipnnlos sño dolinidos:
l0150l5-CS2328-PF¦003lPF¦ LX1LklCk 003l00628llllLXllllll
l0180l03l10062004l31122007l
l0150l1-CS2328-PF¦010lPF¦ LX1LklCk 010l00249llllLXllllll
l0180l10l01072005ll
l0150l2-CS2328-PF¦009lPF¦ 009l00105l77623163001712lllßAl01205921ll2927408lll
l0180l09l01062005ll
l0150l5-CS2328-PF¦005lPF¦ 005l00105l77623163001046lllCLl68278110ll2304400lll
l0180l05l20032004ll
l0150l5-CS2328-PF¦006lPF¦ 006l00105l00633417000191lllk¦l85554379ll3304557lll
l0180l06l25032004ll
LANÇAMLN1CS CCN1AßLlS
Cs rogislros l200 o l250 dolinom os ínnçnmonlos conlábois o ns pnrlidns do ínnçnmonlo, con-
lormo iíuslrndo nbnixo:
ll200l101l02012006l5000,00lNl
ll250l2328.2.0001ll5000,00lDl111l232801lCCMPkA DL lNSLMCS - NF. No. 1001l5-CS2328-
-PF¦004l
ll250l2328.5.9998ll5000,00lCl111l232801lCCMPkA DL lNSLMCS - NF. No. 1001l5-CS2328-
-PF¦004l
297
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
SALDCS L ßALANCL1LS DlAklCS
Cs rogislros l150 o l155 dolinom os Snídos Poriodicos (ldonlilicnçño dn Dnln) o Dolníhos dos
Snídos Poriodicos, conlormo iíuslrndo nbnixo:
ll150l01012006l31012006l
ll155l2328.1.0001ll500000,00lDl152059,99l110215,00l541844,99lDl
ll155l2328.10.0002ll0,00lDl10000,00l10000,00l0,00lDl
ll155l2328.10.0003ll0,00lCl5000,00l5000,00l0,00lDl
ll155l2328.11.0001ll0,00lCl50,00l50,00l0,00lDl
ll155l2328.11.0002lCC2328-001l0,00lCl999,99l999,99l0,00lDl
ll155l2328.11.0002lCC2328-002l0,00lCl1000,00l1000,00l0,00lDl
ll155l2328.11.0002lCC2328-003l0,00lCl10,00l10,00l0,00lDl
Cs rogislros l300 o l310 dolinom os ßnínncolos Diários (ldonlilicnçño dn Dnln) o dolníhos do
ßnínncolo Diário, conlormo iíuslrndo nbnixo:
ll300l01012006l
ll310l2328.1.0001ll152059,99l110215,00l
ll310l2328.10.0002ll10000,00l10000,00l
ll310l2328.10.0003ll5000,00l5000,00l
ll310l2328.11.0001ll50,00l50,00l
ll310l2328.11.0002lCC2328-001l999,99l999,99l
ll310l2328.11.0002lCC2328-002l1000,00l1000,00l
ll310l2328.11.0002lCC2328-003l10,00l10,00l
ll310l2328.12.0001ll100,00l100,00l
ll310l2328.12.0002.CC2328-001lCC2328-001l100,00l100,00l
ll310l2328.12.0002.CC2328-002lCC2328-002l100000,00l100000,00l
ll310l2328.12.0003ll15,00l15,00l
Cs rogislros l350 o l355 dolinom os Snídos dns Conlns do kosuílndo Anlos do Lncorrnmonlo
(ldonlilicnçño dn Dnln) o dolníhos dos Snídos dns Conlns do kosuílndo Anlos do Lncorrnmonlo,
conlormo iíuslrndo nbnixo:
ll350l31012006l
ll355l2328.10.0002ll10000,00lDl
ll355l2328.10.0003ll5000,00lCl
ll355l2328.11.0001ll50,00lCl
ll355l2328.11.0002lCC2328-001l999,99lCl
ll355l2328.11.0002lCC2328-002l1000,00lCl
ll355l2328.11.0002lCC2328-003l10,00lCl
DLMCNS1kAÇCLS CCN1AßLlS
Conlormo ns rogrns do vníidnçño (nnoxo no Alo Docínrnlorio CCFlS nº 36/07), o rogislro l052
nño é obrignlorio, podondo sor íivromonlo oslnboíocido poín omprosn. Nn grnndo mniorin dos
cnsos, n omprosn uliíizn conlns sinlélicns do proprio pínno do conlns como codigo do ngíulinnçño'.
1om por linníidndo oslnboíocor umn roínçño (um DL-PAkA) onlro ns conlns nnníílicns do pínno
298
ROBERTO DIAS DUARTE
do conlns dn omprosn o ns íinhns do mnior dolníhnmonlo dns domonslrnçoos conlábois (bíoco ¦). C
Progrnmn Vníidndor o Assinndor (PVA) do SPLD Conlábií lolníizn os rogislros do snídos poriodi-
cos, nn dnln do bnínnço, com bnso no codigo do ngíulinnçño. C vníor nssim oblido é conlronln-
do com ns inlormnçoos conslnnlos do bnínnço (bíoco ¦).
C mosmo procodimonlo é ndolndo pnrn conlorencin dos vníoros ínnçndos nn Domonslrnçño
do kosuílndo do Lxorcício. A diloronçn é quo os vníoros lolníizndos sño oblidos dos rogislros do
Snído dns Conlns do kosuílndo Anlos do Lncorrnmonlo'. Hnvondo divorgencin, é omilidn umn
ndvorlencin. Cnbo no liluínr dn oscrilurnçño vorilicnr so n ndvorlencin corrospondo n um orro o
so dovo lnzor nígumn corroçño nn LCD.
Cu so|n, no dolinir um codigo do ngíulinnçño (kogislro l052) pnrn conlns nnníílicns do Pínno do
Conlns, podomos roíncioná-íns com o rogislro ¦100 (ßnínnço Pnlrimoniní) o ¦150 (Domonslrnçño
do kosuílndo do Lxorcício).
Vo|n nos oxompíos nbnixo:
ll050l01012004l01lSl2l2328.3l2328AlkLALlZAVLLl
ll050l01012004l01lAl3l2328.3.0001l2328.3lCLlLN1LS - NAClCNAlSl
ll051l10ll1.01.05.02.00l
ll052ll1.3l
ll050l01012004l01lAl3l2328.3.0002l2328.3lCLlLN1LS - LX1LklCkl
ll051l10ll1.01.05.02.00l
ll052ll1.3l
As conlns Cíionlos - Nncionnis o Cíionlos - Lxlorior lnzom rolorencin no Codigo do Agíulinnçño
1.3 quo corrospondom no Alivo - koníizávoí Longo Prnzo do ßnínnço Pnlrimoniní.
l¦100l1l1l1lA1lVCl936844,99lDl
l¦100l1.1l2l1lA1lVC - DlSPCNÍVLLl541844,99lDl
l¦100l1.2l2l1lA1lVC - LS1CQLLSl5000,00lDl
l¦100l1.2.1l3l1lLS1CQLLS - MA1LklA-PklMAl2500,00lDl
l¦100l1.2.2l3l1lLS1CQLLS - MA1LklAlS lN1LkMLDlAklCSl2500,00lDl
l¦100l1.3l2l1lA1lVC - kLALlZAVLL LCNCC PkAZCl140000,00lDl
l¦100l1.4l2l1lA1lVC - lMCßlLlZADCl250000,00lDl
l¦100l2l1l2lPASSlVCl936844,99lCl
l¦100l2.1l2l2lPASSlVC ClkCLLAN1Ll50000,00lCl
l¦100lPl2l2lPA1klMCNlC LÍQLlDCl886844,99lCl
l¦100l2.2l3l2lP. LÍQLlDC - CAPl1AL kLALlZADCl710000,00lCl
l¦100l2.3l3l2lP. LÍQLlDC - CL1kAS CCN1ASl176844,99lCl
Dn mosmn lormn, n conln ºkLCLl1A DL VLNDAS - PkCDLCAC PkCPklA¨ corrospondo no
codigo do ngíulinnçño ºkLC.001¨, quo nn DkL roprosonln ºkLCLl1A DL VLNDAS lN1LkNAS¨.
ll050l01012004l04lSl2l2328.8l2328.8.1lkLCLl1A DL VLNDASl
ll050l28102005l04lAl3l2328.8.0001l2328.8lkLCLl1A DL VLNDAS - PkCDLCAC PkCPklAl
ll051l10ll3.01.01.01.01.02.00l
ll052llkLC.001l
ll050l01012004l04lAl3l2328.8.0002l2328.8lkLCLl1A DL LXPCk1ACACl
299
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
ll051l10ll3.01.01.01.01.01.00l
ll052llkLC.002l
l¦150lkLC.VLNDl1lkLCLl1A CPLkAClCNAL LÍQLlDAl270000,00lPl
l¦150llMPl2llMPCS1CSl10000,00lDl
l¦150lkLC.SLßl2lkLCLl1A DL VLNDASl280000,00lPl
l¦150lkLC.001l3lkLCLl1A DL VLNDAS lN1LkNASl205000,00lkl
l¦150lkLC.002l3lkLCLl1A DL LXPCk1AÇÃCl75000,00lkl
l¦150lCLS1Cl1lCLS1C DCS ßLNS L SLkVlÇCS VLNDlDCSl5000,00lNl
l¦150lCCM.001l2lCCMPkAS DL lNSLMCSl10000,00lDl
l¦150lLS1.FlNl2lLS1CQLL NC FlNAL DC PLkÍCDC DL APLkAÇÃCl5000,00lkl
l¦150lkLC.CPLkl1lkLCLl1AS CPLkAClCNAlSl2059,99lPl
l¦150lkLC.003l2l¦LkCS kLCLßlDCSl50,00lkl
l¦150lkLC.004l2lCL1kAS kLCLl1AS CPLkAClCNAlSl2009,99lkl
l¦150lDLSP.1C1l1lDLSPLSAS CPLkAClCNAlSl100215,00lNl
l¦150lDLSP.001l2l¦LkCS PACCS A FCkNLCLDCkLSl100,00lDl
l¦150lDLSP.002l2lCL1kAS DLSPLSAS CPLkAClCNAlSl100100,00lDl
l¦150lDLSP.003l2lMLL1ASl15,00lDl
l¦150lkLSLL1l1lLLCkC AN1LS DCS lMPCS1CSl166844,99lPl
CßklCA1CklLDADL
Sogundo o Codigo Civií, o ßnínnço o n Domonslrnçño do kosuílndo Lconómico dovom sor
oínborndns no oncorrnmonlo do oxorcício sociní sor lrnnscrilos no Diário. Culrns normns oslnbo-
íocom prnzos diloronlos. C ßnnco Conlrní, por oxompío, oslnboíoco quo ns domonslrnçoos sño
somoslrnis.
Como n oscrilurnçño conlábií digilní podo sor monsní, podo ocorror do n omprosn nño lor oínbo-
rndo ns domonslrnçoos nnquoío mes. Aíém disso, o SPLD nño lom como snbor n dnln do Lncor-
rnmonlo do Lxorcício Sociní. Lslos nspoclos impossibiíilnm oslnboíocor, no Progrnmn Vníidndor
o Assinndor, n obrignloriodndo do lnis rogislros. Assim, ns domonslrnçoos sño obrignlorins, mns
podom nño oslnr no íivro, qunndo oío nño conlivor n dnln n quo so rolorom.
APLkAÇÃC 1klMLS1kAL DC lkP¦
A íogisínçño do lmposlo do kondn dolorminn quo ns domonslrnçoos dovnm sor oínborndns (o
lrnnscrilns nn oscrilurnçño) nn dnln dn ocorrencin do lnlo gorndor. Assim, so n npurnçño lor lri-
moslrní, oíns lnmbém sorño lrimoslrnis.
kospoilndns ns íimilnçoos locnoíogicns do nrquivo dn LCD (quo sorño oxpíicndns no ilom 1.08)
o mosmo íivro podo conlor várins domonslrnçoos, dosdo quo o poríodo so|n dislinlo. Assim, um
mosmo íivro podo conlor qunlro domonslrnçoos lrimoslrnis, duns somoslrnis o umn nnuní.
VALlDAÇCLS
1. Snídos X Domonslrnçoos
Poíos rogislros l052 (nño obrignlorios) é loiln umn corroínçño onlro ns íinhns dns domonslrnçoos
conlábois (¦100 o ¦150) com ns conlns nnníílicns do Pínno do Conlns (l050).
C Progrnmn Vníidndor o Assinndor (PVA) do SPLD Conlábií lolníizn os rogislros do snídos pori-
300
ROBERTO DIAS DUARTE
odicos (l155), nn dnln do bnínnço, com bnso no codigo do ngíulinnçño. C vníor nssim oblido é
conlronlndo com ns inlormnçoos conslnnlos do bnínnço (¦100). C mosmo procodimonlo é ndolndo
pnrn conlorencin dos vníoros ínnçndos nn Domonslrnçño do kosuílndo do Lxorcício (¦150), mns
vníoros lolníizndos sño oblidos dos rogislros do ºsnído dns conlns do rosuílndo nnlos do oncorrn-
monlo¨ (l355). Hnvondo divorgencin, é omilidn umn ndvorlencin. Cnbo no liluínr dn oscrilurnçño
vorilicnr so n ndvorlencin corrospondo n um orro o so dovo lnzor nígumn corroçño nn LCD.
2. 1olnis o sublolnis
C PVA lonln vorilicnr o cáícuío do lolnis o sublolnis. Lslrulurns do domonslrnçoos ondo ns loln-
íiznçoos sño loilns lormn orn pnrn cimn, orn pnrn bnixo, ou ondo ns íinhns nnníílicns lem nívois
vnrindos, podom gornr ndvorlencin. Cnbo no usuário vorilicnr so ns ndvorlencins roprosonlnm ou
nño um orro.
FCkMA
As domonslrnçoos conlábois sorño oxibidns nn mosmn ordom om quo ns íinhns lornm insoridns
no nrquivo.
DLMCNS1kAÇCLS CCNSCLlDADAS
Sño ns domonslrnçoos do omprosns dislinlns, mns quo, por lorçn dn íogisínçño, dovom sor npro-
sonlndns do lormn consoíidndn. Nño conlundn com n consoíidnçño do rosuílndos do liíinis,
qunndo lor ndolndn n oscrilurnçño dosconlrníizndn.
Ckl1LklCS DL CßklCA1CklLDADL DA LCD
A obrignloriodndo do pnrlicipnçño no SPLD Conlábií é dolinidn poín lN 787, do 19 do novombro
do 2007.
´A:t. 3° - I¡·am oL:¡¿ada: a adota: a LCL, no: tc:mo: do a:t. 2° do Lc·:cto n° ô.022, dc 2007:
I - cm :cIaçáo ao: ìato: ·ontaLc¡: o·o::¡do: a pa:t¡: dc 1° dc ]anc¡:o dc 200B, a: pc::oa: ]u:Id¡·a: :u]c¡-
tas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria rfb nº 11.211, de 7
de novembro de 2007, e sujeitas à tributação do imposto de renda com base no Lucro real;
II - cm :cIaçáo ao: ìato: ·ontaLc¡: o·o::¡do: a pa:t¡: dc 1° dc ]anc¡:o dc 2009, a: dcma¡: :o·¡cdadc:
empresárias sujeitas à tributação do imposto de renda com base no Lucro real.”
100

51
C prnzo pnrn nprosonlnçño dos Livros loi lixndo poío nrl. 5º dn lnslruçño Normnlivn nº 787/07:
“Art. 5º - A ecD será transmitida anualmente ao sPeD até o último dia útil do mês de junho do ano
seguinte ao ano-calendário a que se refira a escrituração.
§ 1º nos casos de extinção, cisão parcial, cisão total, fusão ou incorporação, a ecD deverá ser entregue
pelas pessoas jurídicas extintas, cindidas, fusionadas, incorporadas e incorporadoras até o último dia
útil do mês subsequente ao do evento.
100. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007. Arl. 3º. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2007/in7872007.htm>.
301
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
§ 2º o serviço de recepção da ecD será encerrado às 20 horas - horário de brasília - da data final fixada
para a entrega.
§ 3º excepcionalmente, em relação aos fatos contábeis ocorridos entre 1º de janeiro de 2008 e 31 de
maio de 2009, o prazo de que trata o § 1º será até o último dia útil do mês de junho de 2009. (redação
dada pela instrução normativa rfb nº 926, de 11 de março de 2009)
§ 4º excepcionalmente, em relação aos fatos contábeis ocorridos entre 1º de janeiro de 2009 e 30 de
junho de 2010, o prazo de que trata o caput e o § 1º será até o dia 30 de julho de 2010.” (redação dada
pela instrução normativa rfb nº 1.056, de 13 de julho de 2010).
§ 5º A obrigatoriedade de entrega da ecD, na forma prevista no § 1º, não se aplica à incorporadora,
nos casos em que as pessoas jurídicas, incorporadora e incorporada, estejam sob o mesmo controle
societário desde o ano-calendário anterior ao do evento.”
10152
L imporlnnlo nño conlundir n obrignloriodndo com o prnzo do nprosonlnçño.
PERÍODO DA ESCRITURAÇÃO IRAZC Dt tMTRtCA
Sl1LAÇÃC NCkMAL:
1º do |nnoiro n 31 do dozombro do 2008 30 do |unho do 2009
1º do |nnoiro n 31 do dozombro do 2009 30 do |uího do 2010
1º do |nnoiro n 31 do dozombro do 2010 30 do |unho do 2011
Sl1LAÇÃC LSPLClAL (cisño, lusño, incorpornçño ou oxlinçño)
ocorridn onlro:

1º do |nnoiro n 31 do dozombro do 2008 30 do |unho do 2009
1º do |nnoiro n 31 do dozombro do 2009 30 do |uího do 2010
1º do |nnoiro n 30 do |unho do 2010 30 do |uího do 2010
1º do |uího do 2010 n ... Úílimo din ulií do mes soguinlo no do ovonlo
Cs prnzos ncimn sño pnrn lins liscnis o providonciários. Nndn impodo quo oulros orgños dolinnm
prnzo diloronlo, como loz n SLSLP.
1lPCS DL LlVkCS DA LCD
“escriturar contabilmente exige, a prioridade, uma observação que visa a identificação inequívoca do
fato, ou seja: o reconhecimento do que aconteceu efetivamente, em relação à riqueza.”
102 53
C lundnmonlo básico pnrn onlondimonlo do SPLD Conlábií é comproondor quo oío é n lrnns-
lormnçño do íivros om pnpoí om ºíivros¨ oíolrónicos. Nño há modilicnçño om normns conlábois
ou Codigo Civií.
Lnlño, os íivros lrnnsmilidos dovom sor os mosmos improssos o nulonlicndos nn ¦unln Comorciní.
101. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007. Arl. 5º, §§ 1º no 5º. Dis-
ponívoí om: <www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2007/in7872007.htm>.
102. LCPLS DL SA, AN1CNlC. Prática e Teoria da Contabilidade Geral. Curilibn: ¦uruá Ldilorn, 2009. 308 p.
302
ROBERTO DIAS DUARTE
C QLL L C DlAklC CCN1AßlL:
“o Livro Diário é a logomarca contábil resultante da primeira sistematização da contabilidade que a
história revela sendo o segundo livro mercantil dos três descritos no ‘tractatus de computis et sripturis’,
parte integrante da obra de Luca Pacioli, ‘summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni et Proportio-
nalitá’, publicada em veneza, itália, no ano de 1494. os três livros mercantis basilares, sistematizados
na referida obra, são o inventário, o diário e o razão.
A partir de então, o ‘Livro Diário’ passou a ser sinônimo de contabilidade por partidas dobradas. con-
tabilizar é registrar operações de forma sistemática para atender necessidades gerenciais e exigências
legais, fiscais, em virtude da aplicação de princípios, regras e procedimentos contábeis sistematizados
nos últimos 500 anos.
sob o enfoque da necessidade gerencial ou das exigências legais e fiscais, o livro diário destaca-se, evi-
dentemente, pela imposição fiscal ou por força da lei da escrituração contábil, e, consequentemente,
do Diário e seu registro em órgão público competente.”
103

54
Doslncn nindn, n conlndorn Vorónicn Cunhn do Soulo Mnior, om oulro pnrocor:
´1. C Cod¡¿o Comc:·¡aI (aL:o:v¡do pcIo Þovo Cod¡¿o C¡v¡I - Lc¡ n° 10.40ô/02) c a Ic¿¡:Iaçáo :o·¡cta:¡a
e fiscal vigente estabelecem que as entidades devem manter um sistema de escrituração uniforme dos
seus atos e fatos administrativos, através de processo manual, mecanizado ou eletrônico.
2. A nbc t 2, editada pelo conselho federal de contabilidade em 1983, estabelece os critérios e pro-
cedimentos gerais a serem observados na escrituração contábil das entidades, sem se debruçar sobre as
especificidades inerentes a cada processo de escrituração que possa vir a ser utilizado pela entidade.
3. É válido ressaltar, contudo, que as entidades de acordo com a legislação pertinente, estão cada vez
mais sujeitas a gerar e prestar diversas informações fiscais através de arquivo digital.
(…)
5. É inconteste também que com o avanço da tecnologia da informação nos últimos tempos, as re-
lações do ambiente de negócios passaram a ser realizadas cada vez mais em um mundo digital, que
ganhou bases mais sólidas a partir da edição da medida Provisória 2.200-2, de 24/08/2001, que atri-
buiu a mesma validade jurídica dos documentos escritos com assinaturas autógrafas, aos documentos
e mensagens assinados digitalmente com o uso de certificados emitidos no âmbito da icP-brasil. Dessa
ìo:ma, o: do·umcnto: d¡¿¡ta¡: pa::a:am a tc: a mc:ma vaI¡dadc do: do·umcnto: cm papcI.´ - Fa:c·c:
ct/cfc nº 55/05.”
10455
Por oulro índo, o prol. Dr. Anlónio Lopos do Sá, om sun obrn Prática e teoria da contabilidade
Geral, dolino:
“iDentificAÇÃo Dos fAtos PAtrimoniAis
escriturar contabilmente exige, a priori, uma observação que visa a identificação inequívoca do fato,
ou seja: o reconhecimento do que aconteceu efetivamente, em relação à riqueza.
103. CCNSLLHC FLDLkAL DL CCN1AßlLlDADL (CFC). Parecer CT/CFC nº 28/04 (relatado pela contadora Verônica Cunha de
Souto Maior). Aprovnçño om 16 sol. 2004. Aln CFC nº 862. Disponívoí om: <www.cfc.org.br/uparq/sel_pareceres_net.pdf>.
104. CCNSLLHC FLDLkAL DL CCN1AßlLlDADL (CFC). Parecer CT/CFC nº 55/05 (relatado pela contadora Verônica Cunha de
Souto Maior). Aprovnçño om 18 mnr. 2005. Aln CFC nº 869. Disponívoí om: <www.cfc.org.br/uparq/sel_pareceres_net.pdf>.
303
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
como a lei exige comprovação dos fatos, os registros, para serem feitos, devem basear-se em documen-
tos e realidades justificáveis (segundo as leis, não basta comprovar, é preciso justificar).
A identificação de um fato registrável contabilmente começa, pois, com a observação da matéria, no
sentido de ver se ela é pertinente ao capital ou patrimônio, assim como de suas finalidades e justificativas
(…)
Para que possua qualidade técnica e ética a identificação dos fatos patrimoniais deve ser cautelosa,
evitando os males derivados do subjetivismo, adotando, pois, como metodologia, a ‘objetividade’.
o subjetivismo é empirismo, este recusável em face da fidelidade exigível da informação contábil.”
10256
Lopos Sá doscrovo nindn, nn mosmn obrn:
“eXiGÊnciAs nA escriturAÇÃo De Livros contÁbeis
visando a atender às formalidades legais exige-se que nos livros se adote:
:c¿¡:t:o: cm ¡d¡oma na·¡onaI,
ut¡I¡2açáo dc ìo:ma c:pc·Iì¡·a ·ontaL¡I,
o:dcm ·:onoIo¿¡·a dc d¡a, mé: c ano,
au:én·¡a dc c:paço: cm L:an·o,
au:én·¡a do u:o dc cnt:cI¡nha:,
e também:
au:én·¡a dc Lo::oc:, :a:u:a: c cmcnda:,
náo ut¡I¡2açáo dc ma:¿cn:,
:c¿¡:t:o: ìundamcntado: cm do·umcntaçáo haL¡I c ]u:t¡ì¡·avcI,
¡nd¡v¡duaI¡2açáo pc:ìc¡ta do: ìato:,
·Ia:c2a cxpo:¡t¡va,
ì¡dcI¡dadc na cv¡dén·¡a do: ìato:.
(…)
também, quanto à ordem cronológica, permitem-se os registros mensais, e aqueles que sinteticamente
lançados no Diário, sejam analisados em livros auxiliares.
os sistemas de processamento de dados eletrônicos, desde que sem prejuízo da clareza e da fidelidade
dos registros, têm sido aceitos legalmente, inclusive como prova em juízo.”
102
1rnln nindn, o prolossor Lopos do Sá, om oulro cnpíluío, o lomn:
“Livros AuXiLiAres e A informÁticA
um livro auxiliar tem por objetivo esclarecer e analisar matéria que se acha registrada de forma resu-
mida em outro livro, geralmente principal, quase sempre se referindo a uma conta ou objeto definido.
Assim, por exemplo, é tolerável que se registre na conta comPrAs, no Diário, o valor total mensal
das mercadorias adquiridas, desde que se tenha, com as mesmas formalidades do referido Diário, um
102. LCPLS DL SA, AN1CNlC. Prática e Teoria da Contabilidade Geral. Curilibn: ¦uruá Ldilorn, 2009. 308 p.
304
ROBERTO DIAS DUARTE
Livro De comPrAs; esse livro obrigatoriamente deve identificar cada compra feita, dia a dia, com
toda a individualização, clareza e demais requisitos já referidos [referidos acima]; a soma das análises
deve coincidir com o total sumarizado no Diário.
sempre é possível adotar-se um livro para analisar fatos, quando o objetivo for o de esclarecer ou des-
dobrar contas que merecem ser conhecidas com maior riqueza de detalhes*.
imprescindível, todavia, é fazer remissão ou referência de ligação entre os livros e que o sumarizado
seja coincidente com o analisado.
Podem ser livros auxiliares ou de análise, por exemplo: caixa, bancos, clientes, estoques, compras,
vendas, Despesas etc.
toda conta, a rigor e em tese, comporta um livro auxiliar, ou um programa de computador que as des-
dobre (qual seja o caso).
(…)
*os livros que analisam fatos contábeis são considerados, contabilmente, como livros auxiliares, mes-
mo quando servem para comprovar registros sinteticamente feitos nos livros obrigatórios; para as con-
siderações tributárias, todavia, quando o livro obrigatório, para seu esclarecimento, depende de um
auxiliar, este tem o caráter de principal
(…)
também se reconhece, tecnicamente, que,:
Quando um livro auxiliar visa a analisar o que se acha sintetizado no Diário, precisa adotar as formali-
dades que forem exigíveis para os livros principais.”
10257
Vnmos onlim nnníisnr o quo n kocoiln Fodorní do ßrnsií diz sobro o lomn:
“Podem ser incluídos todos os livros da escrituração contábil, em suas diversas formas. o Diário e o
razão são, para o sPeD contábil, um livro digital único (consulte a resolução cfc 1020/05). cabe ao
PvA mostrá-los no formato escolhido pelo usuário. são previstas as seguintes formas de escrituração:
C - L¡a:¡o Cc:aI,
K - L¡a:¡o ·om L:·:¡tu:açáo Kc:um¡da (v¡n·uIado a I¡v:o aux¡I¡a:),
A - L¡a:¡o Aux¡I¡a:,
Z - Ka2áo Aux¡I¡a:,
ß - L¡v:o dc ßaIan·ctc: L¡a:¡o: c ßaIanço:.
estas formas de escrituração decorrem de disposições do código civil:
Art. 1.180 - Além dos demais livros exigidos por lei, é indispensável o Diário, que pode ser substituído
por fichas no caso de escrituração mecanizada ou eletrônica.
Art. 1.183 - A escrituração será feita em idioma e moeda corrente nacionais e em forma contábil, por
ordem cronológica de dia, mês e ano, sem intervalos em branco, nem entrelinhas, borrões, rasuras,
emendas ou transportes para as margens.
102. LCPLS DL SA, AN1CNlC. Prática e Teoria da Contabilidade Geral. Curilibn: ¦uruá Ldilorn, 2009. 308 p.
305
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Assim, todas as empresas devem utilizar o livro Diário contemplando todos os fatos contábeis. este
I¡v:o c ·Ia::¡ì¡·ado, no SFLL, ·omo C - L¡v:o L¡a:¡o (·ompIcto, :cm c:·:¡tu:açáo aux¡I¡a:). L o I¡v:o
Diário que independe de qualquer outro. ele não pode coexistir, em relação a um mesmo período, com
quaisquer dos outros livros (r, A, Z ou b).
o código civil traz, também, duas as exceções. A primeira delas diz respeito à utilização de lançamen-
tos, no Diário, por totais:
A:t. 1.1B4 - Þo L¡a:¡o :c:áo Iançada:, ·om ¡nd¡v¡duaçáo, ·Ia:c2a c ·a:a·tc:¡2açáo do do·umcnto
respectivo, dia a dia, por escrita direta ou reprodução, todas as operações relativas ao exercício da
empresa.
§ 1º Admite-se a escrituração resumida do Diário, com totais que não excedam o período de trinta dias,
relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimen-
to, desde que utilizados livros auxiliares regularmente autenticados, para registro individualizado, e
conservados os documentos que permitam a sua perfeita verificação.
temos, assim, mais três tipos de livro:
K - L¡v:o L¡a:¡o ·om L:·:¡tu:açáo Kc:um¡da (·om c:·:¡tu:açáo aux¡I¡a:) - L o I¡v:o L¡a:¡o quc ·ontém
escrituração resumida, nos termos do § 1º do art. 1.184 acima transcrito. ele obriga à existência de
livros auxiliares (A ou Z) e não pode coexistir, em relação a um mesmo período, com os livros G e b.
A - L¡v:o L¡a:¡o Aux¡I¡a: ao L¡a:¡o ·om L:·:¡tu:açáo Kc:um¡da - L o I¡v:o aux¡I¡a: p:cv¡:to no no:
termos do § 1º do art. 1.184 acima mencionado, contendo os lançamentos individualizados das opera-
ções lançadas no Diário com escrituração resumida
Z - Ka2áo Aux¡I¡a: (L¡v:o ContaL¡I Aux¡I¡a: ·onìo:mc Ic¡autc dcì¡n¡do pcIo t¡tuIa: da c:·:¡tu:açáo) - C
art. 1.183 determina que a escrituração será feita em forma contábil. As formas contábeis são: razão e
diário. este é um livro auxiliar a ser utilizado quando o leiaute do livro Diário Auxiliar não se mostrar
adequado. É uma “tabela” onde o titular da escrituração define cada coluna e seu conteúdo.
o Art. 1.185 dispõe: ‘o empresário ou sociedade empresária que adotar o sistema de fichas de lança-
mentos poderá substituir o livro Diário pelo livro balancetes Diários e balanços, observadas as mesmas
formalidades extrínsecas exigidas para aquele. tem-se, assim, a segunda exceção:
ß - L¡v:o ßaIan·ctc: L¡a:¡o: c ßaIanço: - Somcntc o ßan·o Ccnt:aI :c¿uIamcntou a ut¡I¡2açáo dc:tc
livro e, praticamente, só é encontrado em instituições financeiras. A legislação não obsta a utilização
concomitante do livro “balancetes Diários e balanços” e de livros auxiliares.
existe controvérsia sobre a obrigatoriedade de autenticação, pelas empresas não regulamentadas pelo
banco central, das fichas de lançamento já que o código civil determina:
Art. 1.181 - salvo disposição especial de lei, os livros obrigatórios e, se for o caso, as fichas, antes de
postos em uso, devem ser autenticados no registro Público de empresas mercantis.
Para mais esclarecimentos, consulte o leiaute:
vvv.:c·c¡ta.ìa2cnda.¿ov.L:/puLI¡·o/Lc¿¡:Ia·ao/In:/2007/Ancxo!n¡·oIÞKIß7B7.do·´ - Kc·c¡ta Icdc-
ral do brasil no Portal nacional do sPeD.”
94

58
Assim, o SPLD, om momonlo nígum modilicn ou ncrosconln disposilivos nn oscrilurnçño conlá-
94. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Sistema Público de Escrituração Digital. Disponívoí om: <www1.receita.fazenda.gov.br>.
306
ROBERTO DIAS DUARTE
bií. Nom o Codigo Civií, nom ns Normns ßrnsiíoirns do Conlnbiíidndo, muilo monos os lundn-
monlos, molodoíogins o lécnicns conlábois lornm nlolndns por oslo pro|olo.
Lío impíomonln nponns mnis umn roposilorio do rogislros conlábois, conlormo o proprio DNkC
roconhoco nlrnvés dn lnslruçño Normnlivn nº 107 do 23 do mnio do 2008.

Porlnnlo, dovom-so cumprir ns obrignçoos liscnis oslnboíocidns poío SPLD obsorvnndo-so, im-
proscindivoímonlo, n íogisínçño, lundnmonlos o normns om vigor.
kosumidnmonlo, lomos ns soguinlos opçoos:
C - Diário Corní: Lliíizndo qunndo n omprosn nño usn íivros nuxiíinros o mnnlém n oscrilurn-
çño compíoln, dolníhndn, conlormo normns conlábois o Codigo Civií. Cbvinmonlo, ßnínnços,
ßnínncolos o domnis domonslrnlivos dovom sor lrnnsmilidos no nrquivo, conlormo n silunçño o
n íogisínçño porlinonlo à omprosn.
k - Diário com Lscrilurnçño kosumidn (vincuíndo n íivro nuxiíinr): Lliíizndo qunndo n omprosn
usn íivros nuxiíinros o mnnlém n oscrilurnçño dolníhndn om íivros nuxiíinros (cu|os oquivníonlos
oíolrónicos sño o A ou Z), conlormo normns conlábois o Codigo Civií. Cbvinmonlo, ßnínnços,
ßnínncolos o domnis domonslrnlivos dovom sor lrnnsmilidos no nrquivo, conlormo n silunçño o
n íogisínçño porlinonlo à omprosn.
A - Diário Auxiíinr: Lliíizndo qunndo n omprosn usn íivros nuxiíinros o mnnlém n oscrilurnçño
dolníhndn om íivros nuxiíinros.
Z - knzño Auxiíinr: Lliíizndo qunndo n omprosn usn íivros nuxiíinros o mnnlém n oscrilurnçño
dolníhndn om íivros nuxiíinros, mns quo, por quosloos locnoíogicns procisn do um íoinulo ospo-
cílico pnrn gornçño doslos íivros.
ß - Livro do ßnínncolos Diários o ßnínnços: Lliíizndo nponns pnrn insliluiçoos linnncoirns.
Vnmos nnníisnr lnmbém o soguinlo pronuncinmonlo:
“soLuÇÃo De consuLtA nº 104, De 9 De AbriL De 2009
Assunto: obrigações Acessórias
ementA: sPeD. Livro DiÁrio. A utilização do livro diário com escrituração resumida obriga o uso
de livro diário auxiliar e este deve conter o registro individualizado de cada operação. Devem ser en-
tregues, via sPeD contábil, o diário com escrituração resumida e o diário auxiliar.
DisPositivos LeGAis: arts. 1º e 2º da instrução normativa rfb nº 787/2007; art. 1.184 da Lei nº
10.406/2002.
AIKZA ALÞLLS KLIS - Chcìc da L¡v¡:áo´
105 59
Porlnnlo, é improscindívoí o rogislro conlábií pormonorizndo com cínrozn o unicidndo. Nño so
osquoçn quo n kocoiln Fodorní proviu ns soguinlos lormns do oscrilurnçño:
· C - Diário Corní
105. DlAklC CFlClAL DA LNlÃC. Soíuçño do Consuíln nº 104, do 9 do nbrií do 2009.
307
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
· k - Diário com Lscrilurnçño kosumidn (vincuíndo n íivro nuxiíinr)
· A - Diário Auxiíinr
· Z - knzño Auxiíinr
· ß - Livro do ßnínncolos Diários o ßnínnços
C íivro Z, Livro Conlábií Auxiíinr conlormo íoinulo dolinido poío liluínr dn oscrilurnçño, loi crin-
do pnrn sor um dolníhnmonlo om lormnlo porsonníizndo do oscrilurnçoos sinlélicns no quní nño
há condiçoos locnoíogicns pnrn gornçño do nuxiíinros om lormnlo conlábií.
Por oxompío, umn omprosn podo gornr um íivro Z n pnrlir dos ovonlos do loíhn do pngnmonlos
do lormn n nnníisnr provonlos o dosconlos do cndn luncionário individunímonlo.
Podorin nindn gornr um íivro Z do sou invonlário, comprns, vondns olc. As possibiíidndos sño
iíimilndns o viávois locnoíogicnmonlo.
Vo|n n soguir um oxompío do nrquivo do íivro Z quo rolíolo o dolníhnmonlo do um invonlário. C
rogislro l5010 dolino os cnmpos do íoinulo do nrquivo: codigo do produlo, doscriçño do produ-
lo, qunnlidndo o vníor. C rogislro l550 inlormn o invonlário proprinmonlo dilo.
l0000lLLCDl01012006l31012006lLS1AßLLLClMLN1C LXLMPLC
XP1Cl00910509000171lSPl535054653118l3550308l111111ll
|0001|0|
l0007l00ll
l0990l4l
|I001|0|
ll010lZl1.00l
ll012l1lDlAklC CLkAL CCM LSCkl1LkAÇÃC kLSLMlDAl0ll
ll015l2328.11.0002l
ll030l1LkMC DL AßLk1LkAl100lLlVkC DL lNVLN1AklCl52lLS1AßLLLClMLN1C 1LS1L kA-
ZÃC ALXlLlAkl35300095618l00910509000171l01012000l20062000lSAC PALLCl
ll500l10l
ll510lCCD¸PkCDlCCD¸PkCDL1ClCl13ll15l
ll510lDSC¸PkCDlDLSCklÇÃClCl18ll20l
ll510lQ1D¸PkCDlQLAN1lDADLlNl13l2l15l
ll510lVk¸LNl1lVk¸LNl1AklClNl13l3l15l
ll510lVk¸1C1lVALCk¸1C1ALlNl13l2l15l
ll550l101llNSLMC1l10,10l100l1010l
ll550l101llNSLMC2l20,2l100l2020l
ll555l1C1ALlMA1LklA-PklMAlll3030l
ll550l2001lPkCDL1C1l10,10l100l1010l
ll550l2002lPkCDL1C2l20,2l100l2020l
ll555l1C1ALlPkCDL1C ACAßADClll3030l
ll990l18l
l¦001l0l
l¦900l1LkMC DL LNCLkkAMLN1Cl100lLlVkC DL lNVLN1AklClLS1AßLLLClMLN1C 1LS1L
kAZÃC ALXlLlAkl52l01012006l31012006l
l¦930lkoprosonlnnlo Conlndorl57287228815lConlndorl900l1SP10734108l
l¦930lkoprosonlnnlo Logní dn Lmprosn XYZl00908442700lDirolorl203ll
308
ROBERTO DIAS DUARTE
CLk1lFlCADCS DlCl1AlS ADLQLADCS À LCD
Cs dois principnis nlos normnlivos quo roguínmonlnm n LCD sño cínros qunnlo à uliíiznçño do
corlilicndos digilnis:
“ Paragráfo único. os livros contábeis e documentos de que trata o caput deverão ser assinados digital-
mente, utilizando-se de certificado de segurança mínima tipo A3, emitido por entidade credenciada
pela infraestrutura de chaves Públicas brasileira (icP-brasil), a fim de garantir a autoria, a autenticida-
de, a integridade e a validade jurídica do documento digital.” (redação dada pela instrução normativa
rfb nº 926, de 11 de março de 2009)
106 60
“Art. 4º - no Diário serão lançados o balanço patrimonial e o de resultados, devendo:
i - no caso de livro em papel, ambos serem assinados por contabilista legalmente habilitado e pelo
cmp:c:a:¡o ou :o·¡cdadc cmp:c:a:¡a (a:t. 1.1B4 - CC/2002),
ii - em se tratando de livro digital, as assinaturas digitais das pessoas acima citadas, nele lançadas,
serão efetuadas utilizando-se de certificado digital, de segurança mínima tipo A3, emitido por entidade
credenciada pela infraestrutura de chaves Públicas brasileira (icP-brasil) e suprem as exigências do
inciso anterior.”
10761
Assinnm, no mínimo, dois signnlários: n posson lísicn quo, sogundo os documonlos nrquivndos
nn ¦unln Comorciní, livor podoros pnrn n prálicn do lní nlo o o conlnbiíisln. Dovom sor uliíizndos
somonlo corlilicndos digilnis o-PF ou o-CPF, com sogurnnçn mínimn lipo A3. Nño oxislo íimilo
pnrn n qunnlidndo do signnlários o os conlnbiíislns dovom nssinnr por uílimo. Cs corlilicndos do
posson |urídicn (o-CNP¦ ou o-P¦) nño podom sor uliíizndos.
C Progrnmn Vníidndor o Assinndor (PVA) so pormilo quo o conlnbiíisln nssino npos n nssinnlurn
do lodos roprosonlnnlos dn omprosn íislndos nos rogislros ¦930.C Livro dovo sor nssinndo com
corlilicndo digilní do sogurnnçn mínimn lipo A3, omilido por onlidndo crodoncindn poín lnlrnos-
lrulurn do Chnvos Pubíicns ßrnsiíoirn (lCP-ßrnsií). Lío podo sor nssinndo por procurnçño, dosdo
quo oín so|n nrquivndn nn ¦unln Comorciní.
C SPLD nño lnz quníquor conlorencin dn nssinnlurn ou dos procurndoros. Lssn vorilicnçño é
loiln poín ¦unln Comorciní. Conludo, n procurnçño oíolrónicn dn kocoiln Fodorní nño podo sor
uliíizndn.
LlMl1AÇCLS 1LCNCLCClCAS DC AkQLlVC DA LCD
Como rogrn gorní, o Livro é monsní. Podondo conlor mnis do um mes so nño uílrnpnssnr 1 Cß.
Cu so|n, sondo do um unico mes, nño oxislo íimilo do lnmnnho. Aponns pnrn umn nvníinçño,
oslimn-so quo om 1 Cß possnm sor insoridos nlé 11 miíhoos do rogislros dn LCD.
Lxislom oulros íimilos:
· lodos os mosos dovom oslnr conlidos no mosmo nno,
106. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007. Arl. 2º, Pnrágrnlo Único.
Disponívoí om: <www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2007/in7872007.htm>.
107. DLPAk1AMLN1C NAClCNAL DL kLClS1kC DC CCMLkClC (DNkC). Instrução Normativa nº 107 (IN 107) do Departa-
mcnto Maciona! dc Rcgistro do Comercio (DMRC), do 23 do mnio do 2008. Arl. 4º. Disponívoí om:
<www.dnrc.gov.br/Legislacao/minutain107maio2008.pdf>. Pubíicndn no DCL do 20 nov. 2007.
309
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
· nño dovo conlor lrnçño do mes (oxcolo nos cnsos do nborlurn, cisño, lusño, incorpo-
rnçño ou oxlinçño),
· hnvondo mnis do um mes, nño podo hnvor ºluro¨ nn soquencin do mosos.
Conlormo dolorminn n lN DNkC 107/07, qunndo oxislom íivros nuxiíinros, os poríodos dn os-
crilurnçño do íivro principní (Diário ou Livro do ßnínncolos Diários o ßnínnços) o os nuxiíinros
(Diário Auxiíinr o/ou knzño Auxiíinr) dovom sor os mosmos. Nos cnsos do incorpornçño, cisño
ou lusño, dovom sor gorndos dois con|unlos do íivros: um pnrn o poríodo nlé n dnln do ovonlo
o oulro pnrn o poríodo romnnosconlo. Dovo-so lomnr muilo cuidndo pnrn ovilnr quo poríodos
sobroposlos so|nm inlormndos (nindn quo do um so din), pois n lrnnsmissño sorá ro|oilndn.
APLkAÇÃC 1klMLS1kAL DC lkP¦
kospoilndos os íimilos ncimn doscrilos, nindn quo n npurnçño do lkP¦ so|n lrimoslrní, o íivro
podo sor nnuní. A íogisínçño do lkP¦ obrign à oínbornçño o lrnnscriçño dns domonslrnçoos nn
dnln do lnlo gorndor do lribulo. Nndn impodo quo, no mosmo íivro, oxislnm qunlro con|unlos do
domonslrnçoos lrimoslrnis o n nnuní.
MLDANÇA DL CCN1ADCk NC MLlC DC PLkÍCDC
kospoilndos os íimilos ncimn, o poríodo dn oscrilurnçño podo sor lrncionndo pnrn quo cndn con-
lnbiíisln nssino o poríodo poío quní é rosponsávoí lécnico.
AS FLNÇCLS DC PkCCkAMA VALlDADCk L ASSlNADCk (PVA)
310
ROBERTO DIAS DUARTE
VALlDAk LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL

1om o ob|olivo do vorilicnr n consislencin dns inlormnçoos oxislonlos no nrquivo do Lscrilurnçño
Conlábií. ßnsln indicnr n íocníiznçño do nrquivo dn Lscrilurnçño Conlábií n sor vníidndo pnrn
quo o sislomn vníido n oslrulurn o n consislencin. C rosuílndo é um roínlorio do orros o ndvorlen-
cins onconlrndos nn Lscrilurnçño Conlábií, so lor o cnso.
C nrquivo com ndvorlencins podo sor lrnnsmilido, mns é imporlnnlo quo so voriliquo dolníhndn-
monlo o quo gorou n ndvorlencin.
C nrquivo com orros nño podorá sor lrnnsmilido.
As vníidnçoos sño oxoculndns om lres bíocos. C sogundo bíoco so é roníizndo so nño lorom
onconlrndos orros nn oxocuçño do primoiro bíoco. As do lorcoiro, so so o nrquivo pnssnr no
sogundo.
Assim, dopois do consorlndos os orros idonlilicndos no primoiro con|unlo do rogrns, podom npn-
rocor orros quo nño lornm íislndos nn primoirn vníidnçño.
ASSlNAk A LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL

Pnrn nssinnr o nrquivo dn Lscrilurnçño Conlábií é prociso quo oío |á oslo|n vníidndo. Dovom sor
uliíizndos corlilicndos digilnis lipo A3, om conlormidndo com ns rogrns do lCP-ßrnsií.
Nño oxislo íimilo pnrn n qunnlidndo do signnlários o os conlnbiíislns dovom nssinnr por uílimo.
C PVA so pormilo quo o conlnbiíisln nssino npos lodos roprosonlnnlos dn omprosn íislndos nos
rogislros ¦930.
311
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
1AßLLA DL QLALlFlCAÇÃC DC ASSlNAN1L
Código Descrição Descrição 2
203 Diretor
204 Consoíhoiro do Adminislrnçño
205 Administrador
206 Administrador do Grupo
207 Administrador de Sociedade Filiada
220 Adminislrndor ¦udiciní - Posson Físicn
222
Adminislrndor ¦udiciní - Posson ¦urídicn - Prolissionní
Responsável

223 Adminislrndor ¦udiciní/Coslor
226 Coslor ¦udiciní
309 Procurndor
312 Inventariante
313 Liquidante
315 Interventor
801 Empresário
900 Conlnbiíisln Conlnbiíisln
999 Outros

CLkLNClAk kLQLLklMLN1C

C roquorimonlo, dirigido à ¦unln Comorciní dn |urisdiçño do roquoronlo, dovo sor gorndo pnrn
nulonlicnçño do íivro n quo so roloro à oscrilurnçño soíocionndn.
312
ROBERTO DIAS DUARTE
Sño dois tipos de requerimento:
· Aulonlicnçño do íivro (incíusivo nos cnsos do oxlrnvio, doloriornçño ou doslruiçño).
· Subsliluiçño do íivro coíocndo om oxigencin poín ¦unln Comorciní.
Cs roquorimonlos do oxlrnvio, doloriornçño ou doslruiçño nño sorño ncoilos qunndo o íivro
ºoriginní¨ livor sido onvindo pnrn o SPLD o nindn oslivor om sun bnso do dndos. Noslo cnso o
onqunnlo nño disponívoí o download do íivro pnrn o sou liluínr, soíicilo umn copin n um dos
mombros do SPLD quo possn lor ncosso à oscrilurnçño.
Pnrn quo o íivro coíocndo om oxigencin possn sor nulonlicndo é indisponsávoí, qunndo loiln
quníquor modilicnçño om sou conloudo, n romossn do novo íivro, com roquorimonlo do ºsubs-
liluiçño do íivro coíocndo om oxigencin poín ¦unln Comorciní¨.
Qunndo o snnonmonlo dn oxigencin nño dopondor do modilicnçño do íivro, bnsln comunicnr
à ¦unln Comorciní quo ns providencins lornm lomndns pnrn quo oín rolorno à nnáíiso do íivro.
Consuílo n ¦unln Comorciní do sou Lslndo sobro os procodimonlos ospocílicos pnrn comunicnçño
do quo n oxigencin loi cumpridn.
Nome empresarial. Assoguro-so do quo o nomo oslo|n oscrilo oxnlnmonlo como nos nlos cons-
lilulivos dn omprosn. Poquonns divorgencins podom íovnr o íivro n sor coíocndo om oxigencin.
Natureza do livro. L n linníidndo n quo so doslinn o inslrumonlo do oscrilurnçño. L o nomo, n
donominnçño do íivro. Normnímonlo, os íivros C o k rocobom o mosmo nomo, sondo os mnis
comuns: Diário o Diário Corní, os nomos mnis comuns do íivros nuxiíinros sño: ºDiário Auxiíinr
do .....¨, ºknzño Auxiíinr do .....¨, ºLivro Cnixn¨, ºLivro do lnvonlário¨.
N de ordem do instrumento de escrituração. L o numoro do íivro. A numornçño dos íivros é
soquonciní, por lipo do íivro, indopondonlo do sun lormn (om pnpoí, lichns, microlichns ou digi-
lní). Assim, so o íivro nnlorior, om pnpoí, é o 50, o proximo (digilní ou nño) é o 51.
Cs íivros Diários (C o k) dovom lor n mosmn soquencin numéricn.
Cs Diários Auxiíinros dovom lor numornçño proprin, soquonciní, por ospécio. Assim, so lornm
uliíizndos ºDiário Auxiíinr do Fornocodoros¨ o ºDiário Auxiíinr do Cíionlos¨, cndn um lorá umn
soquencin dislinln. C mosmo so npíicn no knzño Auxiíinr. Pnrn mnis oscínrocimonlos, consuílo n
íogisínçño do Dopnrlnmonlo Nncionní do kogislro do Comércio.
Número da guia de recolhimento. Consuílo n ¦unln Comorciní do sun |urisdiçño pnrn oblor n
inlormnçño. A ¦unln Comorciní do Minns Cornis disponsn o proonchimonlo do cnmpo. Qunndo n
inlormnçño nño oslivor disponívoí, proonchor com ºlNLXlS1LN1L¨. C proonchimonlo incorrolo
do cnmpo podo gornr nlrnso nn nulonlicnçño do íivro.
1kANSMl1lk LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL

C progrnmn uliíizn o kocoilnnol pnrn ololunr n lrnnsmissño dn Lscrilurnçño Conlábií vin lnlornol.
C usuário dovorá lnzor (download) o inslnínr n vorsño nluníizndn do kocoilnnol disponívoí no
ondoroço dn kocoiln Fodorní do ßrnsií (www.receita.fazenda.gov.br).
313
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Somonlo sorá lrnnsmilidn n oscrilurnçño quo oslivor com lodns ns nssinnlurns oíolrónicns nocos-
sárins o pnrn n quní lonhn sido gorndo o roquorimonlo corrospondonlo.
Sño loilns somonlo ns soguinlos vorilicnçoos nn lrnnsmissño:
· vníidndo dos corlilicndos digilnis uliíizndos nns nssinnlurns do íivro o do roquorimonlo,
· sobroposiçño do poríodo om roínçño n oulrn LCD |á onvindn, o,
· inlogridndo dn lrnnsmissño.
C kocoilnnol uliíizn, nn lrnnsmissño, n porln 3456 o o ondoroço lP 200.198.239.21. Pnrn vorili-
cnr so n conoxño oslá som probíomns, oxoculo o comnndo ºloínol 200.198.239.21 3456¨
CCNSLL1Ak A Sl1LAÇÃC DA LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL

Lsln luncionníidndo pormilo no usuário vorilicnr n silunçño om quo so onconlrn dolorminndn
oscrilurnçño. As silunçoos possívois sño:

· kocobido: o íivro digilní loi rocobido poío SPLD Conlábií, porém nindn nño loi oncn-
minhndo pnrn n ¦unln Comorciní.
· Agunrdnndo Procossnmonlo: o íivro digilní loi onvindo poío SPLD Conlábií pnrn n
¦unln Comorciní.
·Agunrdnndo Pngnmonlo: n ¦unln Comorciní oslá ngunrdnndo n conlirmnçño do pngn
monlo do proço doslinndo à nulonlicnçño do íivro digilní. Consuílo o silo dn ¦unln Co-
morciní do sun |urisdiçño pnrn vorilicnr so oxislo omissño do documonlo do pngnmonlo
vin lnlornol.
· Lm Anáíiso: n ¦unln Comorciní |á oblovo n conlirmnçño do pngnmonlo o oslá nnníisnn-
do o íivro digilní.
· Aulonlicndo (*): o íivro digilní loi nnníisndo poín ¦unln Comorciní o loi nulonlicndo. A
¦unln Comorciní gorou um nrquivo com o 1ormo do Aulonlicnçño.
· kocobido Pnrcinímonlo: no cnso do oscrilurnçño composln por Livro Diário kosumido
o Livros Auxiíinros, n nnáíiso somonlo lom início npos lodos lorom sido rocobidos poín
¦unln Comorciní o lor ocorrido n conlirmnçño do pngnmonlo do proço pnrn nulonlicnçño
do lodos oíos.
· Sob Lxigencin (*): o íivro digilní loi nnníisndo poín ¦unln Comorciní o nígumn irro-
guínridndo loi doloclndn. A ¦unln Comorciní gorou um nrquivo com n Nolilicnçño dns
Lxigencins.
· Aulonlicnçño lndoloridn (*): o íivro digilní loi nnníisndo poín ¦unln Comorciní o n
nulonlicnçño loi lndoloridn. A ¦unln Comorciní gorou um nrquivo com n Nolilicnçño do
lndolorimonlo.
314
ROBERTO DIAS DUARTE
· Subsliluído (**): o íivro digilní quo oslnvn ºSob Lxigencin¨ loi subsliluído.
(*) Ao consuílnr n silunçño, o SPLD Conlábií bnixnrá, nulomnlicnmonlo, os documonlos 1ormo
do Aulonlicnçño, Nolilicnçño do Lxigencin o Nolilicnçño do lndolorimonlo, conlormo n silunçño
om quo so onconlrn n oscrilurnçño. So lnis documonlos |á oxislirom nn pnsln quo conlém o íivro
corrospondonlo, oíos sorño sobroscrilos.

(**) Aponns os íivros ºsob oxigencin¨ podorño sor subsliluídos.

Pnrn consuílnr n silunçño é nocossário oslnr conoclndo à lnlornol, o do ondo oslivor ncossnndo,
lor conoclividndo com o lP 200.198.239.22 nn porln 80.
Pnrn vorilicnr isso do um prompt do comnndo do Windovs (dn máquinn ondo o PVA oslivor
inslníndo) digilnr: c:\ loínol 200.198.239.22 80
So vior umn loín lodn proln, som monsngom do orro, é porquo oxislo conoclividndo. So nño, pos-
sivelmente o firewall oslá bíoquonndo osso lP o/ou porln.
LXCLLlk LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL

Lsln lunçño pormilo oxcíuir dolorminndn Lscrilurnçño Conlábií dn bnso do dndos do sislomn.
PkLPAkAk VlSLALlZAÇCLS

Lsln lunçño oloroco opçoos pnrn o usuário podor propnrnr (grnvnr om disco) provinmonlo, om
umn unicn soíicilnçño, o bnnco do dndos dns visuníiznçoos pnrn várins luncionníidndos no mos-
mo lompo (Diário, knzño, Domonslrnçoos Conlábois olc.), ovilnndo quo o sislomn soíicilo mnis
lnrdo n propnrnçño doslo bnnco do dndos pnrn cndn umn dns luncionníidndos sopnrndnmonlo.
315
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
LXCLLlk VlSLALlZAÇCLS
Lsln lunçño pormilo oxcíuir lodns ns visuníiznçoos provinmonlo propnrndns dn oscrilurnçño con-
lábií, com o inluilo do íibornr o ospnço om disco uliíizndo poío bnnco do dndos dns visuníizn-
çoos.
PkCCLDlMLN1CS PAkA AL1LN1lCAÇÃC
C pngnmonlo do sorviço (lnxn do nulonlicnçño) dovorá sor ololundo provinmonlo à sun soíicilnçño,
modinnlo rocoíhimonlo por guin do nrrocndnçño n sor disponibiíizndn poín ¦unln Comorciní dn
unidndo lodorndn do conlribuinlo.
C roquorimonlo pnrn nulonlicnçño do nrquivo dovorá conlor o numoro dn guin do rocoíhimonlo,
consonnlo sislomálicn ndolndn poín ¦unln Comorciní.
Cndn ¦unln Comorciní oslnboíocou rogrn ospocílicn pnrn oslo procodimonlo.
. Acro: www.juntacomercialac.com.br
. Aíngons: www.juceal.al.gov.br
. Amnzonns: www.jucea.am.gov.br
. Amnpá: www.jucap.ap.gov.br
. ßnhin: www.juceb.ba.gov.br
. Conrá: www.jucec.ce.gov.br
. Dislrilo Fodorní: www.jcdf.desenvolvimento.gov.br
. Lspírilo Snnlo: www.jucees.es.gov.br
. Coiás: www.juceg.go.gov.br
. Mnrnnhño: www.jucema.ma.gov.br
. Minns Cornis: www.jucemg.mg.gov.br
. Mnlo Crosso do Suí: www.jucems.ms.gov.br
. Mnlo Crosso: www.jucemat.mt.gov.br
. Pnrá: www.jucepa.pa.gov.br
. Pnrníbn: www.jucep.pb.gov.br
. Pornnmbuco: www.jucepe.pe.gov.br
. Pinuí: www.jucepi.pi.gov.br
. Pnrnná: www.jucepar.pr.gov.br
. kio do ¦nnoiro: www.jucerja.rj.gov.br
. kio Crnndo do Norlo: www.jucern.rn.gov.br
. kondónin: www.jucer.ro.gov.br
. kornimn: www.jucerr.rr.gov.br
. kio Crnndo do Suí: www.jucergs.rs.gov.br
. Snnln Cnlnrinn: www.jucesc.sc.gov.br
. Sorgipo: www.jucese.se.gov.br
. Sño Pnuío: www.jucesp.sp.gov.br
. 1ocnnlins: www.jucetins.to.gov.br
316
ROBERTO DIAS DUARTE
kL1lFlCAÇÃC DCS LlVkCS
Noslo ilom é lundnmonlní íombrnr quo npos n nulonlicnçño, o íivro nño podo sor subsliluído. So
o íivro |á loi onvindo pnrn o SPLD o houvor nocossidndo do subsliluiçño, voce dovo vorilicnr o
nndnmonlo dos lrnbníhos do nulonlicnçño nlrnvés dn lunçño ºConsuíln Silunçño¨ no PVA.

C íivro podo sor subsliluído modinnlo n gornçño do roquorimonlo ospocílico do subsliluiçño uli-
íiznndo n luncionníidndo do goroncinr roquorimonlo do PVA, oxcolo qunndo oslivor om um dos
soguinlos slnlus: Lm Anáíiso (poín ¦unln Comorciní), Aulonlicndo ou Subsliluído.
So o íivro oslivor ºLm Anáíiso¨, voce dovo ir à ¦unln Comorciní o soíicilnr quo o íivro so|n coíocn-
do om Lxigencin. Poío Clício Circuínr nº 118/2009/SCS/DNkC/CAß, o Dopnrlnmonlo Nncionní
do kogislro do Comércio rocomondn quo o roquorimonlo pnrn coíocnr o íivro Sob Lxigencin
dovo conlor: n idonlilicnçño do íivro, sou numoro, poríodo n quo so roloro n oscrilurnçño o n
dovidn |uslilicnçño.
Cs íivros C, k o ß sño oquivníonlos. Assim, n subsliluiçño onlro lnis lipos é íivro. Por oxompío:
um íivro k podo subsliluir um íivro C, o vico-vorsn.
Apos n nulonlicnçño do íivro, ns rolilicnçoos do ínnçnmonlos loilos com orro oslño discipíinndns
no nrl. 5º dn lnslruçño Normnlivn DNkC 107/08:
´A:t. 5° - A :ct¡ì¡·açáo dc Iançamcnto ìc¡to ·om c::o, cm I¡v:o ]a autcnt¡·ado pcIa Junta Comc:·¡aI,
deverá ser efetuada nos livros de escrituração do exercício em que foi constatada a sua ocorrência,
observadas as normas brasileiras de contabilidade, não podendo o livro já autenticado ser substituído
por outro, de mesmo número ou não, contendo a escrituração retificada.”
108 62
Nño conlundn rolilicnçño (ou subsliluiçño do íivro) com rocomposiçño dn oscrilurnçño. C mos-
mo nlo normnlivo discipíinn n rocomposiçño dn oscrilurnçño nos cnsos do oxlrnvio, doslruiçño
ou doloriornçño:
´A:t. 2ô - C·o::cndo cxt:av¡o, dctc:¡o:açáo ou dc:t:u¡çáo dc quaIquc: do: ¡n:t:umcnto: dc c:·:¡tu:a-
ção, o empresário ou a sociedade empresária fará publicar, em jornal de grande circulação do local de
seu estabelecimento, aviso concernente ao fato e deste fará minuciosa informação, dentro de quarenta
e oito horas à Junta comercial de sua jurisdição.
§ 1º recomposta a escrituração, o novo instrumento receberá o mesmo número de ordem do substitu-
ído, devendo o termo de Autenticação ressalvar, expressamente, a ocorrência comunicada.

§ 2º A autenticação de novo instrumento de escrituração só será procedida após o cumprimento do
disposto no caput deste artigo.
§ 3º no caso de livro digital, enquanto for mantida uma via do instrumento objeto de extravio, dete-
rioração ou destruição no sPeD, a Junta comercial não autenticará livro substitutivo, devendo o em-
presário ou sociedade obter reprodução do instrumento junto à administradora daquele sistema.”
10963
108. DLPAk1AMLN1C NAClCNAL DL kLClS1kC DC CCMLkClC (DNkC). Instrução Normativa nº 107 (IN 107) do Departa-
mcnto Maciona! dc Rcgistro do Comercio (DMRC), dc 23 dc maio dc 2008. Arl. 5º. Disponívoí om:
<www.dnrc.gov.br/Legislacao/minutain107maio2008.pdf>. Pubíicndn no DCL do 20 nov. 2007.
109. DLPAk1AMLN1C NAClCNAL DL kLClS1kC DC CCMLkClC (DNkC). Instrução Normativa nº 107 (IN 107) do Departa-
mcnto Maciona! dc Rcgistro do Comercio (DMRC), dc 23 dc maio dc 2008. Arl. 26, §§ 1º , 2º o 3º. Disponívoí om:
<www.dnrc.gov.br/Legislacao/minutain107maio2008.pdf>. Pubíicndn no DCL do 20 nov. 2007.
317
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Alonçño: o sislomn idonlilicn n oscrilurnçño poín chnvo |NlkL| + |HASH| do nrquivo. C hash
é, lnmbém, o numoro do rocibo. Assim, cnso o nlondimonlo dn oxigencin dopondn do modili-
cnçño do NlkL, uliíizo o roquorimonlo normní (primoirn opçño no lopo do lormuíário) o nño o
do subsliluiçño. A lonlnlivn do onvinr com roquorimonlo do subsliluiçño ncnrrolnrá o rolorno dn
monsngom inlormnndo quo n oscrilurnçño n sor subsliluídn nño oxislo. Cunrdo copin do lormo
do oxigencin o dos rocibos do lrnnsmissño pnrn ovonluní comprovnçño.
Cß1LNDC LSCkl1LkAÇCLS A1kAVLS DC kLCLl1ANL1ßX
kocoilnnolßX é um sislomn cnpnz do lrnnsmilir nrquivos dn bnso dn Socrolnrin dn kocoiln Fodorní
do ßrnsií pnrn conlribuinlos, roprosonlnnlos íognis do omprosns, procurndoros nulorizndos por
procurnçño oíolrónicn, sorvidoros dn kocoiln Fodorní ou onlidndos convonindns. Lío podo sor
oblido om: www.receita.fazenda.gov.br/Pessoafisica/receitanetbx/default.htm. 1nmbém noslo
íink, é possívoí consoguir mnis inlormnçoos sobro sou uso.
MLL1AS L PLNALlDADLS
A kocoiln Fodorní oslnboíocou, pnrn lins liscnis o providonciários, n obrignloriodndo poío nrl. 3º
dn lnslruçño Normnlivn nº 787/07:
´I - cm :cIaçáo ao: ìato: ·ontaLc¡: o·o::¡do: a pa:t¡: dc 1° dc ]anc¡:o dc 200B, a: :o·¡cdadc: cmp:c-
sárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria rfb nº
11.211, de 7 de novembro de 2007, e sujeitas à tributação do imposto de renda com base no Lucro
real (redação dada pela instrução normativa rfb nº 926, de 11 de março de 2009);
II - cm :cIaçáo ao: ìato: ·ontaLc¡: o·o::¡do: a pa:t¡: dc 1° dc ]anc¡:o dc 2009, a: dcma¡: :o·¡cdadc:
empresárias sujeitas à tributação do imposto de renda com base no Lucro real. (redação dada pela
instrução normativa rfb nº 926, de 11 de março de 2009).”
1106465
A muíln é dolinidn lnmbém poín lN 787:
´A:t. 10 - A náo ap:c:cntaçáo da LCL no p:a2o ì¡xado no a:t. 5° a·a::cta:a a apI¡·açáo dc muIta no
valor de r$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês-calendário ou fração.”
111
Lnlrolnnlo, ns ponníidndos podorño ir níém do oslnboíocido poín lN 787, cnso hn|n doscum-
primonlo do koguínmonlo do lmposlo do kondn no quo diz rospoilo à nprosonlnçño dos íivros
conlábois.
CCN1AßlLlDADL DLSCLN1kALlZADA
No cnso do oscrilurnçño dosconlrníizndn, o omprosário ou n sociodndo omprosárin quo pos-
suir liíiní om oulrn unidndo lodornlivn dovorá roquoror n nulonlicnçño dos inslrumonlos do
oscrilurnçño rospoclivos à ¦unln Comorciní ondo n liíiní oslivor silundn.
Pnrn lnnlo, os 1ormos do Aborlurn o do Lncorrnmonlo dovorño rolorir-so à liíiní, o n dnln do nr-
quivnmonlo dovorá lnzor rolorencin no nlo do nborlurn dn liíiní nn ¦unln Comorciní dn unidndo
110. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007. Arl. 3º. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2007/in7872007.htm>.
111. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007. Arl. 10. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2007/in7872007.htm>.
318
ROBERTO DIAS DUARTE
lodornlivn ondo ossn so íocníiznr.
A íogisínçño do lmposlo do kondn oxigo quo, ndolndn n oscrilurnçño dosconlrníizndn, os rosuí-
lndos dovom sor, monsnímonlo, consoíidndos nn mnlriz. A consoíidnçño é um lnlo conlábií o,
porlnnlo, dovo sor ob|olo do ínnçnmonlo conlábií.
Sño ns domonslrnçoos do omprosns dislinlns mns quo, por lorçn dn íogisínçño, dovom sor npro-
sonlndns do lormn consoíidndn. Nño conlundn com n consoíidnçño do rosuílndos do liíinis,
qunndo lor ndolndn n oscrilurnçño dosconlrníizndn.
Lm gorní, ns omprosns dovom mnnlor n conlnbiíidndo conlrníizndn nn mnlriz. C koguínmonlo do
lmposlo do kondn (Docrolo nº 3.000/99) doixn n docisño pnrn o conlribuinlo:
“Art. 252 - É facultado às pessoas jurídicas que possuírem filiais, sucursais ou agências manter con-
tabilidade não centralizada, devendo incorporar ao final de cada mês, na escrituração da matriz, os
resultados de cada uma delas (Lei nº 2.354, de 1954, art. 2º).”
112

66
C mnis imporlnnlo é quo o SPLD, so|n Conlábií, Fiscní ou NF-o, nño modilicn n íogisínçño lribu-
lárin vigonlo. Há umn mudnnçn do lormn o nño do conloudo. Porlnnlo, ludo dovo sor loilo como
nnlos, dosdo quo íognímonlo corrolo.
LlCl1AÇCLS
“estamos na obrigatoriedade do sPeD em 2010, ano-base 2009. A autenticação do balanço será de
forma digital. todavia, como o prazo para entrega do sPeD é ate 30/06/2010, e trabalhamos com licita-
ções, onde eles pedem o balanço autenticado e registrado, pergunto: existe alguma forma de registrá-lo
antes da entrega do sPeD?
KLSFCSTA - C LaIanço autcnt¡·ado c :c¿¡:t:ado cx¡¿¡do pcIa: ·om¡::oc: dc I¡·¡taçoc:, :c¿:a ¿c:aI, c
a cópia autenticada do balanço patrimonial e demonstrações transcritas no Livro Diário, contendo a
autenticação da Junta comercial no termo de abertura e de encerramento.
Assim sendo, entendemos que para atender as exigências nas licitações com o Livro Diário eletrônico,
o empresário deverá apresentar o comprovante de entrega da escrituração contábil Digital ao sPeD
contábil, juntamente com o termo de autenticação eletrônica realizado pela Junta comercial.
Desta forma, não há possibilidade de registrar a ecD antes de enviar ao sPeD, pois o registro da Junta
comercial depende primeiro do envio da escrituração digital para o sPeD contábil via receitanet.
como solução aternativa, o que não recomendamos por não atender a legislação, algumas empresas
ainda estão registrando os Livros Diários em papel para poder atender os requisitos das licitações. esta
empresa está ciente que não poderá utilizar o mesmo número de registro do livro para autenticar a
ecD, já que está claro que não podem coexistir dois registros do mesmo período base de escrituração
na Junta comercial.
existe outra solução que é a possibilidade dos empresários arquivarem os balanços e demonstrações
financeiras nas Juntas comerciais através de um requerimento como “Arquivamento Documento de
interesse do empresário”. o balanço, após assinado pelo contador e pelo representante legal, deverá
ser apresentado em três vias para arquivamento na Junta comercial. Após arquivado, ele receberá um
número de registro e ficará anotado para sempre na ficha cadastral da empresa, podendo ser solicitado
por qualquer cidadão uma cópia, através de requerimento e pagamento dos emolumentos.
112. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa Regulamento do Imposto de Renda (Decreto nº 3.000/99). Arl. 252.
Disponívoí om: <www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/rir/default.htm>.
319
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Lembramos que todos os documentos arquivados e registrados nas Juntas comerciais se tornam públi-
cos após o respectivo registro.
enfatizamos que a solução anteriormente descrita não está pacificada como válida para as comissões
de licitações, portanto, as empresas deverão consultar os licitantes antes de apresentar os balanços
autenticados para não correrem o risco de perderem a concorrência por não atender o edital de lici-
tação.”
113

67
DLClSCLS LM PkCCLSSC DL CCNSLL1A
a. Obrigatoriedade da confecção da Folha de Pagamento Mensal
Processo de consulta nº 3/10
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 8ª kogiño Fiscní Assunlo:
Cbrignçoos Acossorins Lmonln: Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD). Cbrignloriodndo dn con-
locçño dn Foíhn do Pngnmonlo Monsní. A obrignloriodndo dn ndoçño dn Lscrilurnçño Conlábií
Digilní (LCD), nos lormos dn lN kFß nº 787, do 2007, oslá su|oiln no proonchimonlo do dois ro-
quisilos cumuínlivos, qunis so|nm: sor omprosárin ou sociodndo omprosárin o oslnr su|oiln à lribu-
lnçño do lmposlo do kondn com bnso no Lucro koní. A npurnçño do lmposlo do kondn com bnso
no Lucro koní obrign n posson |urídicn n oscrilurnr o íivro diário, n uliíiznr o íivro rnzño o n npurnr
o íucro ííquido modinnlo n oínbornçño, com obsorvâncin dns disposiçoos dn íoi comorciní, do:
(i) - bnínnço pnlrimoniní, (ii) - domonslrnçño dos íucros ou pro|uízos ncumuíndos, (iii) - domons-
lrnçño do rosuílndo do oxorcício, (iv) - domonslrnçño dos líuxos do cnixn, o (v) so compnnhin
nborln, domonslrnçño do vníor ndicionndo. As possons |urídicns quo uliíiznrom sislomns do pro-
cossnmonlo oíolrónico do dndos pnrn rogislrnr nogocios o nlividndos oconómicns ou linnncoirns,
oscrilurnr íivros ou oínbornr documonlos do nnlurozn conlábií ou liscní, licnm obrigndns n mnn-
lor, à disposiçño dn kocoiln Fodorní do ßrnsií (kFß), os rospoclivos nrquivos digilnis o sislomns,
poío prnzo docndonciní provislo nn íogisínçño lribulárin. Lnlrolnnlo, oxislindo n obrignloriodndo
do ndoçño dn LCD, n nprosonlnçño dos íivros digilnis sogundo o íoinulo dolinido poín kFß pnrn
n LCD, supro om roínçño às mosmns inlormnçoos n oxigencin do mnnlor, à disposiçño dn kFß os
sislomns do procossnmonlo oíolrónico do dndos oporncionníizndos nn lN SkF nº 86, do 2001, o
dolinidos no Alo Docínrnlorio Lxoculivo CCFlS nº 15, do 2001. lndopondonlo dn obrignloriodn-
do dn ndoçño dn Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD), n omprosn o o oquipnrndo oslño obrigndos
n oínbornr loíhn do pngnmonlo monsní dn romunornçño pngn, dovidn ou crodilndn n lodos os
sogurndos n sou sorviço, do lormn coíolivn por oslnboíocimonlo, por obrn do conslruçño civií o
por lomndor do sorviços, com lolníiznçño o rosumo gorní, som pro|uízo dns oulrns obrignçoos
ncossorins provislns nn íogisínçño providonciárin, sogundo ns normns provislns nn lN MPS/SkP
nº 12, do 2006, o oporncionníizndns poío ºMnnuní Normnlivo do Arquivos Digilnis (MANAD)¨,
Disposilivos Lognis: Docrolo nº 6.022, do 2007, nrls. 258, 259 o 274 do klk/1999, lN kFß nº
787, do 2007, nn rodnçño dndn poín lN kFß nº 926, do 2009, lN SkF nº 86, do 2001, nrl. 32
dn Loi nº 8.212, do 24 do |uího do 1991, lN MPS/SkP nº 12, do 2006. CAkLCS ALßLk1C DL
1CLLDC - Cholo dn Divisño - Subslilulo (Dnln dn Docisño: 4 do |nnoiro o 15 do mnrço do 2010)
b. Dispensa de apresentação de dados digitais
Processo de consulta nº 96/09
113. CLL1C, N., CLlVLlkA, F. k. Manua! dc Autcnticaçño dos livros Digitais - SItD Contábi! - tscrituraçño Contábi! Digita!
(ECD). Junta comercial do estado de são Paulo (JucesP). Disponível em: <www.jucesp.fazenda.sp.gov.br/downloads/manual_sPeD.pdf>.
320
ROBERTO DIAS DUARTE
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 6ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbrignçoos
Acossorins Lmonln: LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL. DlSPLNSA DL APkLSLN1AÇÃC DL
DADCS DlCl1AlS. As possons |urídicns quo ndolnm n Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD) oslño
dosobrigndns dn nprosonlnçño do Arquivo do Lnnçnmonlos Conlábois provislo no Anoxo Único
do ADL CCFlS nº 15/2001. Alondidos os roquisilos dn íogisínçño do rogencin, compolo n cndn
conlribuinlo oxnminnr sou cnso ospocílico o dolorminnr nlé quo dnln oslá obrigndo n mnnlor o
nrquivo om quoslño. DlSPCSl1lVCS LLCAlS: C1N, nrl. 111, lll, lN kFß nº 787/2007, nrls. 1º, 2º, 3º
o 6º, lN SkF nº 86/2001, nrls. 1º, 2º o 3º, ADL CCFlS nº 15/2001, nnoxo unico. SANDkC LLlZ DL
ACLlLAk - Cholo dn Divisño. (Dnln dn Docisño: 4 o 12 do ngoslo do 2009)
c. Manutenção e guarda dos livros Diário e Razão
Processo de consulta nº 83/08
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 6ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbrign-
çoos Acossorins Lmonln: A Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD), nn lormn oslnboíocidn poín íogis-
ínçño, subslilui os íivros Diário o knzño om pnpoí. Lnlrolnnlo, n lrnnsmissño dossn oscrilurnçño
no SPLD nño disponsn n consuíonlo do mnnlor sob sun gunrdn o rosponsnbiíidndo os íivros Diário
o knzño digilnis. C íivro Diário digilní dovorá conlor os bnínnços ou bnínncolos monsnis do lor-
mn n ovidoncinr o rosuílndo do poríodo om curso pnrn lins dn susponsño ou roduçño do imposlo
do rondn, nn lormn dos nrls. 10 n 13 dn lN SkF nº 93, do 1997. DlSPCSl1lVCS LLCAlS: Docrolo
nº 6.022/2007, lN kFß nº 787/2007, lN DNkC nº 102/2006, lN SkF nº 93/1997, nrls. 10 n 13.
SANDkC LLlZ DL ACLlLAk - Cholo dn Divisño (Dnln dn Docisño: 9 o 29 do |unho do 2008)
d. Cooperativas
Processo de consulta nº55/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 5ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbrign-
çoos Acossorins Lmonln: As coopornlivns sño sociodndos simpíos o, como lnis, oslño dosobrigndns
dn ndoçño dn Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD). DlSPCSl1lVCS LLCAlS: Docrolo nº 6.022/2007,
nrls. 1º o 2º, lN kFß nº 787/2007, nrls. 1º o 3º. LÍClA MAklA ALLNCAk SCßklNHC - Cholo (Dnln
dn Docisño: 27 do novombro o 15 do dozombro do 2009)
Processo de consulta nº 142/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 6ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbri-
gnçoos Acossorins Lmonln: CCCPLkA1lVA: LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL. DlSPLNSA.
Por sorom sociodndos simpíos, ns coopornlivns oslño disponsndns dn ndoçño dn Lscrilurnçño
Conlábií Digilní (LCD). DlSPCSl1lVCS LLCAlS: CC, nrls. 966 o 982, Docrolo nº 6.022/2007,
nrls. 1º o 2º, lN kFß nº 787/2007, nrls. 1º o 3º. SANDkC LLlZ DL ACLlLAk - Cholo (Dnln dn
Docisño: 5 o 16 do oulubro do 2009)
Processo de consulta nº 125/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 1ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbri-
gnçoos Acossorins Lmonln: Coopornlivn. LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL. DlSPLNSA. Por
sorom sociodndos simpíos, ns coopornlivns oslño disponsndns dn ndoçño dn Lscrilurnçño Conlá-
bií Digilní (LCD) .DlSPCSl1lVCS LLCAlS: CC, nrls. 966 o 982, Docrolo nº 6.022/2007, nrls. 1º o
2º, lN kFß nº 787/2007, nrls. 1º o 3º. MlkZA MLNDLS kLlS - Cholo dn Divisño (Dnln dn Docisño:
19 do ngoslo o 23 do solombro do 2009)
Processo de consulta nº 71/09
321
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 6ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbri-
gnçoos Acossorins Lmonln: CCCPLkA1lVA. LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL. DlSPLNSA.
Por sorom sociodndos simpíos, ns coopornlivns oslño disponsndns dn ndoçño dn Lscrilurnçño
Conlábií Digilní (LCD). DlSPCSl1lVCS LLCAlS: CC, nrls. 966 o 982, Docrolo nº 6.022/2007,
nrls. 1º o 2º, lN kFß nº 787/2007, nrls. 1º o 3º. SANDkC LLlZ DL ACLlLAk - Cholo dn Divisño
(Dnln dn Docisño: 3 do |uího o 12 do ngoslo do 2009)
e. Entidades imunes ou isentas
Processo de consulta nº 290/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 8ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbrign-
çoos Acossorins. Lmonln: LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL (LCD). CßklCA1CklLDADL. A
obrignloriodndo dn ndoçño dn Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD), nos lormos dn lN kFß nº 787,
do 2007, oslá su|oiln no proonchimonlo do dois roquisilos cumuínlivos, qunis so|nm: sor omprosá-
rin ou sociodndo omprosárin o oslnr su|oiln à lribulnçño do lmposlo do kondn com bnso no Lucro
koní. Lnlidndos imunos ou isonlns do lkP¦ nos lormos dos nrls. 12 ou 15 dn Loi nº 9.532, do 1997,
nño so cnrncloriznm, om loso, como sociodndos omprosárins, sondo consliluídns como sociodndos
simpíos. Nño nlondom, nssim, n um dos roquisilos pnrn obrignloriodndo do nprosonlnçño dn LCD.
Disposilivos Lognis: Docrolo nº 6.022, do 2007, nrl. 2º, lN kFß nº 787, do 2007, nn rodnçño dndn
poín lN kFß nº 926, do 2009, nrl. 3º. VALLklA VALLN1lM - Cholo dn Divisño - Subsliluln (Dnln dn
Docisño: 20 do ngoslo o 16 do solombro do 2009)
f. Decretação de falência
Processo de consulta nº 2/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 2ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbrign-
çoos Acossorins Lmonln: LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL. DLCkL1AÇÃC DA FALLNClA.
lkkLLLVÂNClA. A posson |urídicn obrigndn n ndolnr n Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD) o quo
no curso do nno-cníondário lonhn sido docrolndn n sun lníencin conlinun su|oiln à lrnnsmissño
dn LCD om roínçño n lodos os lnlos conlábois roínlivos no nno-cníondário n quo so rolirn n os-
crilurnçño. A onlidndo submolidn no rogimo do lníencin é oquipnrndn à posson |urídicn qunnlo
às normns do incidencin dos lribulos do compolencin dn Lniño, sondo su|oilo pnssivo dns obri-
gnçoos principnis o ncossorins provislns nn íogisínçño lribulárin, conlinunndo n cumprir suns
obrignçoos nos mosmos prnzos provislos pnrn ns domnis possons |urídicns onqunnlo pordurnrom
os procodimonlos pnrn n roníiznçño do sou nlivo o o pngnmonlo do pnssivo. DlSPCSl1lVCS
LLCAlS: Loi nº 9.430, do 1996, nrl. 60, Docrolo nº 6.022, do 2007, lnslruçño Normnlivn kFß nº
787, do 2007. CLLßLkSCN ALLX FklLSS - Cholo dn Divisño (Dnln dn Docisño: 11 do lovoroiro
o 24 do nbrií do 2009)
g. Entidade de previdência complementar fechada
Processo de consulta nº 81/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 1ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbri-
gnçoos Acossorins Lmonln: LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL (LCD). CßklCA1CklLDADL.
As sociodndos omprosárins su|oilns n ncompnnhnmonlo oconómico-lribulário diloroncindo, nos
lormos dn Porlnrin kFß nº 11.211, do 7 do novombro do 2007, o su|oilns à lribulnçño do lmposlo
do kondn com bnso no Lucro koní, om roínçño nos lnlos conlábois ocorridos n pnrlir do 1º do
|nnoiro, dovom ndolnr o Sislomn do Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD). L om roínçño nos lnlos
conlábois ocorridos n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2009, licnm lnmbém obrigndns n ndolnr n LCD,
322
ROBERTO DIAS DUARTE
ns domnis sociodndos omprosárins su|oilns à lribulnçño do lmposlo do kondn com bnso no Lucro
koní. A onlidndo do providencin compíomonlnr lochndn, cínssilicndn como sociodndo simpíos,
com nlos conslilulivos nrquivndos no kogislro Civií do Possons ¦urídicns, nño su|oiln no Lucro
koní, nño prooncho os roquisilos oxigidos pnrn n obrignloriodndo dn ndoçño dn Lscrilurnçño
Conlábií Digilní (LCD). DlSPCSl1lVCS LLCAlS: nrls. 1º o 2º do Docrolo nº 6.022, do 27 do |nnoi-
ro do 2007, nrls. 1º, 3º, 4º dn lN kFß nº 787/2007, nrl. 31 dn Loi Compíomonlnr nº 109, do 2001,
nrls. 966, 982 o 998 dn Loi nº 10.406, do 2002 (Codigo Civií). MlkZA MLNDLS kLlS - Cholo dn
Divisño (Dnln dn Docisño: 20 do lovoroiro o 24 do |uího do 2009)
h. Obrigatoriedade - Requisitos
Processo de consulta nº 165/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 8ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbrign-
çoos Acossorins. Lmonln: LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL (LCD). CßklCA1CklLDADL. A
obrignloriodndo dn ndoçño dn Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD), nos lormos dn lN kFß nº 787,
do 2007, oslá su|oiln no proonchimonlo do dois roquisilos cumuínlivos, qunis so|nm: sor ompro-
sário ou sociodndo omprosárin o su|oilnr-so à lribulnçño do lmposlo do kondn com bnso no Lucro
koní. Disposilivos íognis: Docrolo nº 6.022, do 2007, nrl. 2º, lN kFß nº 787, do 2007, nn rodnçño
dndn poín lN kFß nº 926, do 2009, nrl. 3º. VALLklA VALLN1lM - Cholo dn Divisño - Subsliluln
(Dnln dn Docisño: 19 do mnio o 4 do |unho do 2009)
Processo de consulta nº 30/09
Crgño: Suporinlondencin kogionní dn kocoiln Fodorní (SkkF) / 7ª kogiño Fiscní Assunlo: Cbri-
gnçoos Acossorins Lmonln: LSCkl1LkAÇÃC CCN1AßlL DlCl1AL (LCD). CßklCA1CklLDADL.
A obrignloriodndo dn ndoçño dn Lscrilurnçño Conlábií Digilní (LCD), nos lormos dn lN kFß nº
787, do 2007, oslá su|oiln no proonchimonlo do dois roquisilos, qunis so|nm: sor omprosárin ou
sociodndo omprosárin o oslnr su|oiln à lribulnçño do lmposlo do kondn com bnso no Lucro koní.
DlSPCSl1lVCS LLCAlS: Loi Compíomonlnr nº 109, do 2001, nrl. 31, Loi nº 10.406, do 2002,
nrls. 966, 967, 982 o 998, Docrolo nº 6.022, do 2007, nrls. 1º o 2º, o lN kFß nº 787, do 2007,
nrls. 1º, 3º o 4º. MAkCCS LLÍS ACClAklS VALLL SlLVA - Cholo dn Divisño (Dnln dn Docisño: 20
do nbrií o 15 do mnio do 2009)
11368
CCNS1kLlNDC LM PLANC DL lMPLAN1AÇÃC
As soguinlos nlividndos dovom sor considorndns pnrn oínbornçño do um pínno do lrnbního do
ndoqunçño no SPLD Conlábií.
a. Adquirir Certificado Digital A3
Dovo-so providoncinr, com bnslnnlo nnlocodencin, os corlilicndos digilnis pndrño lCP-ßrnsií, do
lipo A3 - token ou cnrlño:
n) Corlilicndo digilní A3 do conlnbiíisln rosponsávoí poín oscrilurnçño dn omprosn
b) Corlilicndo digilní A3 do roprosonlnnlo dn omprosn
b. Definir DE/PARA do Plano de Contas Referencial
A empresa deve avaliar a necessidade do relacionamento entre o plano de contas da empresa
113. CLL1C, N., CLlVLlkA, F. k. Manua! dc Autcnticaçño dos livros Digitais - SItD Contábi! - tscrituraçño Contábi! Digita!
(ECD). Junta comercial do estado de são Paulo (JucesP). Disponívoí om:
<www.jucesp.fazenda.sp.gov.br/downloads/manual_sPeD.pdf>.
323
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
o o koloronciní (quo lom o cnrálor liscní). Lm gorní, é rocomondávoí quo osln nlividndo so|n
oxoculndn, ovilnndo-so riscos liscnis o lrnbníhos ndicionnis qunndo dn oínbornçño do o-LALLk
ou FCCN1. As linnncoirns (quo uliíiznm o CCSlF) o ns sogurndorns nño procisnm roníiznr oslo
roíncionnmonlo. Ponlos do nlonçño:
· CCN1AS DL CLS1CS. A indicnçño dns conlns do Pínno koloronciní pnrn ns conlns
do cuslos dopondo do líuxo conlábií ndolndo. So os cuslos sño lormndos om conlns pro-
prins, lrnnsloridos pnrn osloquos o, dní, pnrn cuslo dos produlos vondidos (ou dos sorviços
vondidos), indiquo nponns ns conlns roloroncinis do grupo 5 pnrn ns conlns lormndorns
do cuslos. So sño ínnçndos dirolnmonlo om conlns/subconlns do Cuslo dos Produlos Von-
didos (CPV ou CSV) o os osloquos sño lrnnsloridos pnrn o nlivo por moio do umn conln
rodulorn (ou procodimonlo somoíhnnlo), inlormo duns conlns roloroncinis (rogislros l051)
pnrn cndn conln conlábií (l050): o proprio CPV (grupo 3) o n conln do grupo 5.
· CCN1AS DL CCMPLNSAÇÃC L CCN1AS 1kANSl1CklAS. C Pínno do Conlns kolo-
ronciní nño lom conlns do componsnçño nom ns lrnnsilorins (como n do oncorrnmonlo
do rosuílndo). Assim, nño inlormo rogislro l051 pnrn oíns. Proloroncinímonlo, no cnmpo
nnlurozn dn conln do rogislro l050, inlormo o codigo 09 (oulrns) pnrn ns conlns lrnnsilo-
rins. lsso lnciíilnrá n migrnçño dn inlormnçño pnrn o FCCN1.
· PLANCS DL CCN1AS DlFLkLN1LS LN1kL LXLkCÍClCS. kocomondn-so lnmbém vo-
rilicnr diloronçns dos pínnos do conlns onlros os oxorcícios conlábois.
11469
c. Dcíinir tipo dc !ivros (C, A, B, R, Z)
Como rogrn gorní, n omprosn usnrá no SPLD Conlábií, os lipos do íivros quo oín |á linhn o hábilo
do nulonlicnr om pnpoí. Conludo, pnrn roduzir riscos liscnis, é rocomondávoí umn nnáíiso mnis
prolundn sobro n quníidndo dns inlormnçoos dn oscrilurnçño. Aígumns omprosns nulonlicnvnm,
om pnpoí, o Livro Diário Corní com ínnçnmonlos conlábois sinlolizndos, som o uso do Livros
Auxiíinros. Lsln prálicn ngrogn um grnndo risco liscní dovido à lrnnspnrencin cnrncloríslicn do
moio oíolrónico.
d. Gerar os arquivos
A pnrlir do sislomn conlábií dn omprosn, os nrquivos dovom sor gorndos o conloridos do ponlo
do visln locnoíogico o conlábií. Pnrn gornr o nrquivo, os sislomns, om gorní, procisnm do níguns
cndnslros básicos, lnis como:
· Pnís
· Município
· Fiíiní
· Pnrlicipnnlos
· 1ipo do koíncionnmonlo do Pnrlicipnnlos
· koíncionnmonlos dos Pnrlicipnnlos
· Pnrlicipnnlos nos Lnnçnmonlos Conlábois
· Pínno do Conlns
· Pínno do Conlns koloronciní
114. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. Arl. 16, Pnrágrnlo Único. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/leis/2009/lei11941.htm>. Pubíicndn no DCL do 28 mni. 2009.
324
ROBERTO DIAS DUARTE
· Codigos do Agíulinnçño pnrn Cornçño do Domonslrnçño (DkL o ßnínnço)
· Quníilicnçño do Assinnnlo
· Assinnnlos
· lnsliluiçoos kosponsávois poío Cndnslro
· Formns do Lscrilurnçño
· 1ipos do Lscrilurnçño
· Poriodicidndo dos íivros (nnuní, monsní, lrimoslrní)
· Culros Pnrâmolros
Lombrnndo quo, como rogrn gorní, o íivro é monsní. Podondo conlor mnis do um mes so nño
uílrnpnssnr 1 Cß. Sondo do um unico mes, nño oxislo íimilo do lnmnnho. 1odos os mosos dovom
oslnr conlidos no mosmo nno, nño dovo conlor lrnçño do mes (oxcolo nos cnsos do nborlurn,
cisño, lusño, incorpornçño ou oxlinçño), hnvondo mnis do um mes, nño podo hnvor ºluro¨ nn
soquencin do mosos.A vorilicnçño do ponlo do visln conlábií podorá sor roníizndn om divorsns
lormns:
· Visuníiznndo os nrquivos om um odilor do loxlos.
· Visuníiznndo os roínlorios dirolnmonlo no PVA.
· Lliíiznndo sislomns ospocílicos pnrn nudilorin oíolrónicn dos nrquivos dn LCD.
A conlorencin é lundnmonlní o dovo sor loiln, om ospociní, nns domonslrnçoos conlábois.
e. Transmitir os arquivos
As olnpns pnrn lrnnsmissño sño roínlivnmonlo simpíos. Conludo, é imporlnnlo quo so|nm roníi-
zndos loslos com nnlocodencin, pois probíomns locnoíogicos podom ocorror. As nlividndos sño:
· ßnixnr o inslnínr o PVA
C PVA (vorsoos pnrn Windovs o Linux) do SPLD Conlábií podo sor oblido nlrnvés do íink:
www.receita.fazenda.gov.br/sped/Download/spedcontabilmultiplataforma.htm.
· ßnixnr o inslnínr o kocoilnnol
C PVA (vorsoos pnrn Mnc, Windovs o Linux) do SPLD Conlábií podo sor oblido nlrnvés do íink:
www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/receitanet/recnetjava.htm.
· Cornr roquorimonlo uliíiznndo n lunçño corrospondonlo no PVA.
· Vníidnr LCD uliíiznndo n lunçño corrospondonlo no PVA.
· Assinnr LCD uliíiznndo n lunçño corrospondonlo no PVA - roprosonlnnlos o conlnbiíisln.
· 1rnnsmilir uliíiznndo n lunçño corrospondonlo LCD.
· lmprimir uliíiznndo n lunçño corrospondonlo kocibo do Lnvio.
· Pngnr lnxn dn ¦unln Comorciní nlrnvés dns inslruçoos conlidns nos silos dns ¦unlns Co-
morcinis.
· Acompnnhnr n nulonlicnçño dos íivros uliíiznndo n lunçño corrospondonlo no PVA.
· Cblor os 1ormos do Aulonlicnçño uliíiznndo n lunçño corrospondonlo no PVA.
· Armnzonnr nrquivos o documonlos uliíiznndo lorrnmonlns o sorviços ospocílicos pnrn
backup do dndos.
325
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA NC MLNDC PCS-SPLD
Mudança de critério contábil pode alterar profundamente a informação sobre a
reclidcde dcs injormcçôes pctrimonicis e de resultcdos dcs emprescs.
W
FCCN1, L-LALLk L LFD CCN1AßlL
28


LLl Nº 11.638/07
A
Loi nº 11.638/07, do 28 do dozombro do 2007, nílorn, rovogn o inlroduz novos disposilivos à
Loi dns Sociodndos por Açoos (Loi nº 6.404/76), roínlivnmonlo nos lomns do nnlurozn conlábií.
C ob|olivo dosln Loi, quo onlrou om vigor om 1º do |nnoiro do 2008, é n nluníiznçño dns rogrns
conlábois brnsiíoirns o sun hnrmoniznçño com os pronuncinmonlos inlornncionnis omilidos poío
lnlornnlionní Accouling Slnndnrds ßonrd (lASß), por moio dos lnlornnlionní Finnnciní koporling
Slnndnrds (lFkS).
LLl Nº 11.941/09
A Loi nº 11.941, do 27 do mnio do 2009, insliluiu o kogimo 1ribulário do 1rnnsiçño (k11) do npu-
rnçño do Lucro koní, quo lrnln dos n|uslos lribulários docorronlos dos novos mélodos o crilérios
conlábois inlroduzidos poín Loi nº 11.638.
C k11 rolorçn o concoilo do diloroncinçño onlro n npurnçño liscní o n npurnçño conlábií. C íu-
cro conlábií nño é o pnrâmolro pnrn cnícuínr os lribulos. A npurnçño liscní pnssn n soguir oulro
cáícuío do íucro, npurndo oxcíusivnmonlo pnrn osso lim, bnsondo nns rogrns conlábois oxislonlos
nlé dozombro do 2007, quo podo sor diloronlo do íucro conlábií.
Assim, o k11 loi insliluído com o ob|olivo do oslnboíocor n noulrníidndo lribulárin. 1orá vigencin
nlé n onlrndn om vigor do íoi quo discipíino os oloilos lribulários dos novos mélodos conlábois.
C k11 é opcionní pnrn os nnos do 2009 o 2008. Conludo, é obrignlorio n pnrlir do nno-cníondá-
rio do 2010, incíusivo pnrn n npurnçño do imposlo sobro n rondn com bnso no íucro prosumido
ou nrbilrndo, dn Conlribuiçño Sociní sobro o Lucro Líquido (CSLL), dn Conlribuiçño pnrn o PlS/
PASLP o dn Conlribuiçño pnrn o Finnncinmonlo dn Soguridndo Sociní (CCFlNS).
C lundnmonlo principní do k11 é dolinido poío nrligo 16 dn Loi nº 11.941:
326
ROBERTO DIAS DUARTE
“Art. 16 - As alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e pelos arts. 37 e
38 desta Lei que modifiquem o critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas
na apuração do lucro líquido do exercício definido no art. 191 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro de
1976, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real da pessoa jurídica sujeita ao rtt, devendo
ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro
de 2007.
Parágrafo único. Aplica-se o disposto no caput deste artigo às normas expedidas pela comissão de va-
lores mobiliários, com base na competência conferida pelo § 3º do art. 177 da Lei nº 6.404, de 15 de
dezembro de 1976, e pelos demais órgãos reguladores que visem a alinhar a legislação específica com
os padrões internacionais de contabilidade.”
11470
FCCN1
A lnslruçño Normnlivn kFß nº 949, do 16 do |unho do 2009, roguínmonlou o kogimo 1ribulário
do 1rnnsiçño (k11), inslilui o Conlroío Fiscní Conlábií do 1rnnsiçño (FCCN1).
“Art. 2º - As alterações introduzidas pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e pelos arts. 37
e 38 da Lei nº 11.941, de 2009, que modifiquem o critério de reconhecimento de receitas, custos e
despesas computadas na escrituração contábil, para apuração do lucro líquido do exercício definido
no art. 191 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, não terão efeitos para fins de apuração do
lucro real e da base de cálculo da contribuição social sobre o Lucro Líquido (csLL) da pessoa jurídica
sujeita ao rtt, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes
em 31 de dezembro de 2007.”
115

71
Dosln lormn, n posson |urídicn su|oiln no k11, pnrn rovorlor o oloilo dn uliíiznçño do mélodos o
crilérios conlábois diloronlos dnquoíos provislos nn íogisínçño lribulárin, bnsondn nos crilérios
conlábois vigonlos om 31 do dozombro do 2007, dovorá:
· uliíiznr os mélodos o crilérios dn íogisínçño sociolárin pnrn npurnr, om sun oscrilurnçño
conlábií, o rosuílndo do poríodo nnlos do lmposlo sobro n kondn, doduzido dns pnrlici-
pnçoos,
· uliíiznr os mélodos o crilérios conlábois npíicávois à íogisínçño lribulárin pnrn npurnr
o rosuílndo do poríodo, pnrn lins liscnis,
· dolorminnr n diloronçn onlro os vníoros npurndos,
· n|uslnr, oxcíusivnmonlo no Livro do Apurnçño do Lucro koní (LALLk), o rosuílndo do
poríodo com diloronçn npurndn.
C FCCN1 é umn oscrilurnçño, om lormnlo oíolrónico, dns conlns pnlrimoninis o do rosuílndo,
om pnrlidns dobrndns, quo considorn os mélodos o crilérios conlábois om 31 do dozombro do
2007.
114. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. Arl. 16, Pnrágrnlo Único. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/leis/2009/lei11941.htm>. Pubíicndn no DCL do 28 mni. 2009.
115. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa RFB nº 949, de 16 de junho de 2009. Arl. 2º. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2009/in9492009.htm>. Pubíicndn no DCL do 17 |un. 2009.
327
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
A lnslruçño Normnlivn kFß nº 967, do 15 do oulubro do 2009, nprovou o Progrnmn Vníidndor
o Assinndor dn Lnlrndn do Dndos (PVA) pnrn o Conlroío Fiscní Conlábií do 1rnnsiçño (FCCN1).
Cs dndos n sorom nprosonlndos por inlormédio do Progrnmn consislom om ínnçnmonlos roloron-
los nos mosmos lnlos, mns considornndo crilérios diloroncindos, sño oíos:
i - lançamentos realizados na escrituração contábil para fins societários, que devem ser expurgados; e
ii - lançamentos considerando os métodos e critérios contábeis aplicáveis para fins tributários, que
devem ser inseridos.”
116

72
Cu so|n, ns omprosns, dovom inlormnr no PVA os ínnçnmonlos quo:
· quo oxislom nn oscrilurnçño comorciní, mns quo dovom sor oxpurgndos pnrn romovor
os rolíoxos dns nílornçoos inlroduzidns poín Loi nº 11.638, o poíos nrls. 37 o 38 dn Loi
nº 11.941, do 2009, quo modiliquom o crilério do roconhocimonlo do rocoilns, cuslos o
dosposns compulndns nn oscrilurnçño conlábií, pnrn npurnçño do íucro ííquido do oxor-
cício dolinido no nrl. 191 dn Loi nº 6.404, do 15 do dozombro do 1976,
· nño ololundos nn oscrilurnçño comorciní, mns quo dovnm sor incíuídos pnrn lins do
npurnçño do rosuílndo com bnso nn íogisínçño vigonlo om 31 do dozombro do 2007.
lnslruçño Normnlivn kFß nº 1.139, do 28 do mnrço do 2011, nílorou n lN 949/2009 subsliluindo
n rodnçño do § 4º no nrl. 8º, poío soguinlo:
“§ 4º A elaboração do fcont é obrigatória, mesmo no caso de não existir lançamento com base em
métodos e critérios diferentes daqueles prescritos pela legislação tributária, baseada nos critérios con-
tábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007, nos termos do art. 2º”
Assim, oslño su|oilns à nprosonlnçño do FCCN1 ns possons |urídicns quo:
· npurom n bnso do cáícuío do lkP¦ poío Lucro koní,
· lonhnm oplndo poío kogimo 1ribulário do 1rnnsiçño (lN kFß 949/09).
A lN 1.139/2011 nílorou lnmbém n lN 967/2009 om roínçño no soguinlo:
“Art. 4º - os dados a que se refere o art. 1º, relativos ao ano-calendário de 2008, poderão, excepcio-
nalmente, ser substituídos até a apresentação de dados referentes a 2009 ou até o final do prazo fixado
para apresentação da DiPJ 2010, o que ocorrer primeiro.
Parágrafo único. os dados a que se refere o art. 1º, relativos ao ano-calendário de 2009, poderão ser
retificados até a apresentação dos dados referentes ao ano-calendário 2010, ou até o final do prazo
fixado para apresentação da DiPJ 2011, o que ocorrer primeiro.”
Art. 5º - A apresentação dos dados a que se refere o art. 1º também será exigida da Pessoa Jurídica que
se encontre na situação prevista no § 4º do art. 8º da instrução normativa rfb nº 949, de 16 de junho
de 2009.”
116. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Instrução Normativa RFB nº 967, de 15 de outubro de 2009. Arl. 1º, § 1º. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/ins/2009/in9672009.htm>. Pubíicndn no DCL do 16 oul. 2009.
328
ROBERTO DIAS DUARTE
C prnzo do onlrogn do FCCN1 é o mosmo lixndo pnrn nprosonlnçño dn DlP¦.
As inlormnçoos podorño sor digilndns dirolnmonlo no PVA ou imporlndns do um nrquivo (pndrño
1X1) conlormo íoinulo pubíicndo poío Alo Docínrnlorio Lxoculivo CCFlS 49/09.
Sño, obrignlorinmonlo, duns nssinnlurns, uliíiznndo-so os corlilicndos digilnis lCP-ßrnsií:
· Poín posson |urídicn podom sor uliíizndos corlilicndos:
* do posson |urídicn,
* dn posson lísicn rosponsávoí íogní poín posson |urídicn,
* ou do procurndor, podondo sor posson lísicn ou |urídicn (n procurnçño oíolró-
nicn podo sor loiln no o-CAC).
· C conlnbiíisln so podo nssinnr com corlilicndo do posson lísicn.
Ponníidndo:
”Art. 57 - o descumprimento das obrigações acessórias exigidas nos termos do art. 16 da Lei nº 9.779,
de 1999, acarretará a aplicação das seguintes penalidades:
i - r$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês-calendário, relativamente às pessoas jurídicas que deixarem
de fornecer, nos prazos estabelecidos, as informações ou esclarecimentos solicitados.”
117

73
C íoinulo do nrquivo do FCCN1 loi dolinido poío Alo Docínrnlorio Lxoculivo CCFlS 09, do 6
do nbrií do 2010.
C nrquivo digilní FCCN1 dovorá sor composlo dos soguinlos bíocos o rogislros por bíoco:
11874
Bloco Descrição Registro Nível Ocorrência Obrigatoriedade
0
Aborlurn do Arquivo Digilní -
ldonlilicnçño dn Posson ¦urídicn
0000 0 1 O
I Aborlurn do ßíoco l I001 1 1 O
I Pínno do Conlns l050 2 V O
I Pínno do Conlns koloronciní l051 3 1:N F(1)
I 1nboín do Hislorico Pndronizndo l075 2 V F
I Centro de Custos I100 2 V F
I
Snídos Conlábois - ldonlilicnçño do
Poríodo
l150 2 V (Alé 4) O
I Dolníhos dos Snídos Poriodicos l155 3 1:N O
I Lnnçnmonlo I200 2 V F
I Pnrlidns do Lnnçnmonlo l250 3 1:N F(2)
117. MLDlDA PkCVlSCklA Nº 2.158-35, DL 24 DL ACCS1C DL 2001. Presidência da república, casa civil, subchefia para Assuntos
Jurídicos. Arl. 57. Disponívoí om: <www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/2158-35.htm>.
118. kLCLl1A FLDLkAL DC ßkASlL. Ato Declaratório Executivo COFIS nº 9, de 6 de abril de 2010. Disponívoí om:
<www.receita.fazenda.gov.br/legislacao/Atosexecutivos/2010/cofis/ADcofis009.htm>. Pubíicndo om: 8 nbr. 2010.
329
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
I
Saldos das Contas de Resultado
nnlos do Lncorrnmonlo -
ldonlilicnçño dn Dnln
l350 2 1:4 O
I
Detalhes dos Saldos das Contas de
Resultado antes do Encerramento
l355 3 V O
I Encerramento do Bloco I l990 1 1 O
¦ Aborlurn do ßíoco ¦ ¦001 1 1 O
¦
ldonlilicnçño dos Signnlários dn
Lscrilurnçño
¦930 2 2 O
¦ Lncorrnmonlo do ßíoco ¦ ¦990 1 1 O
m Aborlurn do ßíoco M m001 1 1 O
m Quníilicnçño dn Posson ¦urídicn m020 2 1 O
m
ldonlilicnçño do Poríodo do
Apurnçño
M030 2 1:4 O
m
Dolníhos dos Snídos Poriodicos
FCONT
M155 3 V C(3)
m Ajustes FCONT Recuperados M160 2 V C(3)
m Encerramento do Bloco m M990 1 1 O
9 Aborlurn do ßíoco 9 9001 1 1 C(3)
9 Registros do Arquivo 9900 2 V C(3)
9 Lncorrnmonlo do ßíoco 9 9990 1 1 C(3)
9 Encerramento do Arquivo Digital 9999 0 1 C(3)
lmporlnnlo rossnílnr quo o rogislro l051, Pínno do Conlns koloronciní, é obrignlorio, oxcolo pnrn
ns possons |urídicns quo uliíiznm o pínno do conlns roguínmonlndo poín SLSLP.
L-LALLk
C ob|olivo do o-LALLk é oíiminnr n rodundâncin do inlormnçoos oxislonlos nn oscrilurnçño
conlábií, no LALLk o nn DlP¦, lnciíilnndo o cumprimonlo dn obrignçño ncossorin. C pro|olo so
onconlrn om conslruçño o pnrlicipnm dos lrnbníhos, níém dn kocoiln Fodorní do ßrnsií, o CFC,
FLNACCN, conlribuinlos o onlidndos do cínsso.
A lnslruçño Normnlivn kFß nº 989, do 22 do dozombro do 2009, inslilui o Livro Líolrónico do
Lscrilurnçño o Apurnçño do lmposlo sobro n kondn o dn Conlribuiçño Sociní sobro o Lucro Lí-
quido dn Posson ¦urídicn 1ribulndn poío Lucro koní (o-LALLk).
A oscrilurnçño o onlrogn do o-LALLk, roloronlos à npurnçño do lmposlo sobro n kondn dns Possons
¦urídicns (lkP¦) o dn Conlribuiçño Sociní sobro o Lucro Líquido (CSLL), sorño obrignlorins pnrn ns
possons |urídicns su|oilns à npurnçño do lmposlo sobro n kondn poío kogimo do Lucro koní.
C conlribuinlo dovorá inlormnr lodns ns opornçoos quo inlíuonciom, diroln ou indirolnmonlo,
imodinln ou lulurnmonlo, n composiçño dn bnso do cáícuío o o vníor dovido dos lribulos, ospo-
cinímonlo qunnlo:
l - à nssocinçño dns conlns do pínno do conlns conlábií com pínno do conlns roloronciní,
ll - no dolníhnmonlo dos n|uslos do íucro ííquido nn npurnçño do Lucro koní,
330
ROBERTO DIAS DUARTE
lll - no dolníhnmonlo dos n|uslos dn bnso do cáícuío dn CSLL,
lV - nos rogislros do conlroío do lodos os vníoros n oxcíuir, ndicionnr ou componsnr om oxorcí-
cios subsoquonlos, incíusivo pro|uízo liscní o bnso do cáícuío nognlivn dn CSLL,
V - nos rogislros, ínnçnmonlos o n|uslos quo lorom nocossários pnrn n obsorvâncin do procoilos
dn íoi lribulárin roínlivos à dolorminnçño do Lucro koní o dn bnso do cáícuío dn CSLL, qunndo
nño dovnm, por sun nnlurozn oxcíusivnmonlo liscní, conslnr dn oscrilurnçño comorciní, ou so|nm
diloronlos dos ínnçnmonlos dossn oscrilurnçño.
Vl - nos ínnçnmonlos conslnnlos dn Lnlrndn do Dndos pnrn o Conlroío Fiscní Conlábií do 1rnn-
siçño (FCCN1).

C o-LALLk dovorá sor nprosonlndo poío oslnboíocimonlo mnlriz dn posson |urídicn, nlé ns
23h59min59s, horário oliciní do ßrnsííin, do uílimo din ulií do mes do |unho do nno subsoquon-
lo no nno-cníondário do rolorencin.
C o-LALLk dovorá sor onlroguo nlé o uílimo din ulií do mes subsoquonlo no dn ocorrencin do
ovonlo, nos cnsos do:
l - cisño lolní ou pnrciní,
ll - lusño,
lll - incorpornçño, ou
lV - oxlinçño.
C o-LALLk sorá nssinndo digilnímonlo poío conlribuinlo com Corlilicndo (lCP-ßrnsií):
l - do conlribuinlo, ou
ll - do roprosonlnnlo íogní do conlribuinlo, ou
lll - do procurndor, o
lV - do conlnbiíisln rosponsávoí poín oscrilurnçño do o-LALLk.
C conlribuinlo quo doixnr do nprosonlnr o o-LALLk no prnzo oslnboíocido oslnrá su|oilo à muíln
do kS 5 mií por mes-cníondário ou lrnçño.
LFD CCN1AßlL
Há nprosonlnçoos dn kFß quo indicnm quo o o-LALLk, mosmo do lor sou íoinulo divuígndo, gn-
nhnrá oulro nomo: LFD Conlábií. Aíém disso, do ncordo com oslns nprosonlnçoos, o FCCN1 sorá
incorporndo n osso novo pro|olo. Anloriormonlo, o Livro do npurnçño do Lucro koní (LALLk),
om pnpoí, orn composlo do pnrlos A o ß:
Pnrlo A: rogislro dos ínnçnmonlos do n|uslo do íucro ííquido do poríodo (ndiçoos, oxcíusoos o
componsnçoos), bom como n domonslrnçño do Lucro koní.
Pnrlo ß: conlroío dos vníoros nño incíuídos nn oscrilurnçño comorciní, o quo inlíuoncinm n do-
lorminnçño do Lucro koní do poríodos luluros.

A LFD Conlábií dolníhn, om nrquivos digilnis, lodo o procosso do npurnçño do lkP¦. Dosln lormn,
331
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
os conlribuinlos lornnm-so mnis oxposlos à nudilorin liscní oíolrónicn, sondo, porlnnlo impros-
cindívoí:

· o rogislro do lnlos conlábois com unicidndo o cínrozn,
· roíncionnmonlo crilorioso o dolníhndo onlro o pínno do conlns dn omprosn o o rolo-
ronciní dn rocoiln,
· nvníinçño dn nocossidndo do uso do conlros do cuslo nn conlnbiíidndo com ob|olivo
do dolníhnmonlo do vníoros com onloquo liscní.
Instrução Normativa RFB nº 1.139, de 28 de março de 2011
Pnrn ndoqunr o pro|olo, n kocoiln Fodorní do ßrnsií prorrogou n onlrogn obrignlorin do Livro do
Apurnçño do Lucro koní (o-LALLk), por moio dn lnslruçño Normnlivn kFß nº 1.139, do 28 do
mnrço do 2011, quo lnmbém nílorou níguns procossos do SPLD Conlábií (Lscrilurnçño Conlábií
Digilní) o do Conlroío Fiscní Conlábií do 1rnnsiçño (FCCN1).
Assim, o onvio dos dndos do o-LALLk sorá om 30 do |unho do 2012, com bnso no nno cníon-
dário do 2011, o nño no do 2010. Lm nígumns silunçoos, como cisño lolní ou pnrciní, lusño,
incorpornçño ou oxlinçño, o prnzo conlinun n sor o uílimo din do mes subsoquonlo no lnlo.
A rodnçño linní dn lnslruçño Normnlivn kFß nº 989/2009, quo inslilui o o-LALLk, npos lN 1.139,
é n soguinlo:
“Art. 4º - o e-LALur deverá ser apresentado pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica, até as
23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário
oficial de brasília, do último dia útil do mês de junho do ano subsequente ao ano-calendário de refe-
rência, por intermédio de aplicativo a ser disponibilizado pela rfb na internet, no endereço eletrônico
<www.receita.fazenda.gov.br>.
§ 1º A obrigatoriedade de que trata o caput terá início a partir do ano-calendário 2011.

§ 2º o e-LALur deverá ser entregue até o último dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do
evento, nos casos de:
I - ·¡:áo totaI ou pa:·¡aI,
II - ìu:áo,
III - ¡n·o:po:açáo, ou
I' - cxt¡nçáo.
§ 3º excepcionalmente, nos casos dos eventos mencionados no § 2º, ocorridos entre 1º de janeiro de
2011 e 30 de abril de 2012, o e-LALur poderá ser entregue no prazo previsto no caput.
(…)

Art. 8º As pessoas jurídicas que apresentarem o e-LALur ficam dispensadas, em relação aos fatos ocor-
ridos a partir de 1º de janeiro de 2011, da escrituração do Livro de Apuração do Lucro real no modelo
e normas estabelecidos pela instrução normativa srf no-28, de 13 de junho de 1978.
332
ROBERTO DIAS DUARTE
Nûo importc, pois, epocc, ctitidcde, tcmcnho dc dijculdcde, por que c qucse
totalidade dos empecilhos se vence com coragem, disposição, crença, jamais
permitindo que os problemcs sejcm mciores que c ccpccidcde em superc-los.
W
SPLD FlSCAL: LFD-lCMS/lPl & ClAP
29


A
Lniño, roprosonlndn poín Socrolnrin dn kocoiln Fodorní (SkF), o o Consoího Nncionní do Po-
íílicn Fnzondárin (CCNFAZ) coíobrnrnm o Convenio lCMS 143, quo insliluiu n Lscrilurnçño
Fiscní Digilní (LFD), por ocnsiño do sun 124ª rouniño ordinárin, roníizndn om Mncnpá (AP), om
15 do dozombro do 2006.
Conludo, om nbrií do 2009, o CCNFAZ o o socrolário dn kocoiln Fodorní do ßrnsií, nn 133ª
rouniño ordinárin, roníizndn om 1orosinn (Pl), om 3 do nbrií do 2009, coíobrnrnm o A|uslo SlNlLF
2, do 3 do nbrií do 2009, quo (novnmonlo) insliluiu n Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), pnrn uso
poíos conlribuinlos do lmposlo sobro Cpornçoos koínlivns à Circuínçño do Morcndorins o sobro
Proslnçoos do Sorviços do 1rnnsporlo lnloroslnduní o lnlormunicipní o do Comunicnçño (lCMS) o/
ou do lmposlo sobro Produlos lnduslriníizndos (lPl).
A pubíicnçño do A|uslo SlNlLF 2/2009 rovogou lncilnmonlo o Convenio lCMS 143.
C conlribuinlo dovo uliíiznr n LFD pnrn ololunr n oscrilurnçño do:
l - Livro kogislro do Lnlrndns
ll - Livro kogislro do Snídns
lll - Livro kogislro do lnvonlário
lV - Livro kogislro do Apurnçño do lPl
V - Livro kogislro do Apurnçño do lCMS
Vl - documonlo Conlroío do Crédilo do lCMS do Alivo Pormnnonlo (ClAP)
CCN1kCLL DL CkLDl1C DL lCMS DC A1lVC PLkMANLN1L (ClAP)
C ClAP loi crindo pnrn roguínmonlnr o disposilivo dn Loi Compíomonlnr nº 87/96 (Loi Knndir),
quo pormilo nos conlribuinlos do lCMS n nproprinçño do crédilo nns nquisiçoos do bons dosli-
nndos no nlivo pormnnonlo.
Loi Compíomonlnr nº 87, quo onlrou om vigor om 13 do solombro do 1996 no ßrnsií, dispoo
sobro o imposlo dos Lslndos o do Dislrilo Fodorní, nns opornçoos roínlivns à circuínçño do mor-
cndorins o sorviços - lCMS. A Loi Knndir isonln do lribulo lCMS os produlos o sorviços doslinn-
333
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
dos à oxporlnçño, o rosln rossnílnr quo oslo nño é o unico nssunlo lrnlndo nn íoi, sou ob|olivo é
oscínrocor o lnciíilnr n oxocuçño dn Consliluiçño Fodorní sobro o lribulo.
119

75
A Loi Compíomonlnr nº 102 do 2000 modilicou n LC 87/96 o pnssou n oxigir o ínnçnmonlo do
crédilos do nlivos om 48 pnrcoíns no ClAP. Dosln lormn, é lundnmonlní n ndoqunçño dns oporn-
çoos do nquisiçño do insumos uliíizndos no procosso produlivo à íogisínçño.
C A|uslo SlNlLF nº 08/97 insliluiu os modoíos do documonlo doslinndos no conlroío do crédilo
do lCMS do Alivo Pormnnonlo (ClAP). C modoío do ClAP dovo sor uliíizndo, conlormo n dnln
do nquisiçño do bom:
“i - modelos A e b, destinados à apuração do valor da base do estorno de crédito e do total do estorno
mensal do crédito, relativamente ao crédito apropriado nos termos do art. 20, § 5º, da Lei complemen-
tar nº 87, de 13 de setembro de 1996, em sua redação original;
ii - modelos c e D anexos, destinados à apuração do valor do crédito a ser mensalmente apropriado,
nos termos do art. 20, § 5º, da Lei complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, na redação dada
pela Lei complementar nº 102, de 11 de julho de 2000.”
12076
C A|uslo SlNlLF 07/10, quo produziu oloilos n pnrlir do 1º do solombro do 2010, doliniu um
novo modoío, bnsondo no SPLD:
“iii - modelo previsto pela escrituração fiscal Digital (efD), instituído por meio do Ajuste sinief 02/09,
de 3 de abril de 2009, destinado à apuração do valor do crédito a ser mensalmente apropriado, nos
termos do art. 20, § 5º, da Lei complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, na redação dada pela
Lei complementar nº 102, de 11 de julho de 2000.”
12177
C A|uslo SlNlLF 02/10 nílorou o A|uslo SlNlLF 02/09, quo dispoo sobro n Lscrilurnçño Fiscní
Digilní (LFD):
´§ 5° A c:·:¡tu:açáo do do·umcnto Cont:oIc dc C:cd¡to dc ICAS do At¡vo Fc:mancntc - CIAF -, mo-
delos “c” ou “D”, será obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2011.”
12278
LFD-lCMS/lPl: CCMPkLLNDLNDC MLLHCk C ClAP
C loxlo nbnixo é umn simpíilicnçño do ºLsludo Dirigido¨ orgnnizndo o ndnplndo por Luiz Au-
guslo Dulrn dn Siívn, roprosonlnnlo do kN no Crupo do 1rnbního Nncionní do SPLD Fiscní -
C148 quo, por sun voz, uliíizou como lonlo orionlnçoos dn SLF/MC o do C1-48.
C lCMS é nño-cumuínlivo, componsnndo-so o quo lor dovido om cndn opornçño roínlivn à cir-
cuínçño do morcndorins ou proslnçño do sorviços do lrnnsporlo inloroslnduní o inlormunicipní
o do comunicnçño com o monlnnlo cobrndo nns nnlorioros poío mosmo ou por oulro Lslndo.
119. WlKlPLDlA. Loi Knndir. Disponívoí om: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_kandir>.
120. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ajuste SINIEF 03/2001, de 6 de julho de 2001. Cíáusuín Primoirn, l o ll. Disponívoí
om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/1997/..%5c2001%5cAJ_003_01.htm>.
121. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ajuste SINIEF 07/2010, de 9 de julho de 2010. Cíáusuín Primoirn, lll. Disponívoí om:
<www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2010/AJ_007_10.htm>.
122. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ajuste SINIEF 02/2010, de 26 de março de 2010. Cíáusuín Sogundn, § 5º. Disponívoí
om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2010/AJ_002_10.htm>.
334
ROBERTO DIAS DUARTE
C diroilo no crédilo, pnrn oloilo do componsnçño com débilo do imposlo, roconhocido no osln-
boíocimonlo quo lonhn rocobido ns morcndorins ou pnrn o quní lonhnm sido proslndos os sorvi-
ços, oslá condicionndo à idonoidndo dn documonlnçño o à oscrilurnçño nos prnzos o condiçoos
oslnboíocidos no klCMS do cndn unidndo lodornlivn.
Conslilui crédilo liscní do cndn oslnboíocimonlo, pnrn componsnçño com o lribulo dovido om
opornçoos ou proslnçoos subsoquonlos o pnrn lins do npurnçño do imposlo n rocoíhor, o imposlo
nnloriormonlo cobrndo om opornçoos do quo lonhnm rosuílndo n onlrndn, roní ou simboíicn, do
morcndorin no oslnboíocimonlo, incíusivo n doslinndn no nlivo pormnnonlo.
1odnvin, nño dño diroilo n crédilo ns onlrndns do morcndorins ou uliíiznçño do sorviços rosuí-
lnnlos do opornçoos ou proslnçoos isonlns ou nño lribulndns, ou quo so rolirnm n morcndorins ou
sorviços níhoios à nlividndo do oslnboíocimonlo.
Assim, níém do ínnçnmonlo om con|unlo com os domnis crédilos, pnrn oloilo dn componsnçño,
o diroilo nos crédilos docorronlos do onlrndn do morcndorins no oslnboíocimonlo doslinndns no
nlivo pormnnonlo dopondo do nígumns condiçoos, donlro ns qunis n oscrilurnçño no ClAP.
Porlnnlo, pnrn so lor diroilo no crédilo do lCMS poín onlrndn do morcndorins doslinndns no Alivo
Pormnnonlo, sño nocossários, cumuínlivnmonlo, níguns roquisilos, com doslnquo pnrn:
n) n morcndorin dovo sor roconhocidn conlnbiímonlo como bom do Alivo Pormnnonlo,
b) o bom nño dovo lor doslinnçño níhoin à nlividndo do oslnboíocimonlo, o
c) os crédilos docorronlos do onlrndn do morcndorins no oslnboíocimonlo doslinndns no
Alivo Pormnnonlo dovom sor oscrilurndos no ClAP.
Pnrn roconhocor conlnbiímonlo umn morcndorin como bom do Alivo Pormnnonlo, dovomos
uliíiznr n ciencin conlábií como lundnmonlnçño lécnicn.
Doslo modo, ns normns o doulrinns quo lundnmonlnm os procodimonlos conlábois - nocossários
no roconhocimonlo do umn morcndorin como bom do Alivo lmobiíizndo sño:
n) n Loi nº 6.404/76,
b) n Normn o Procodimonlo Conlábií ºNPC 07 - Alivo lmobiíizndo¨, omilidn poío lnsli-
lulo do Audiloros lndopondonlos do ßrnsií (lßkACCN),
c) o o ºPronuncinmonlo 1écnico CPC 27¨, omilido poío Comile do Pronuncinmonlos
Conlábois (CPC).
Lssns normns proscrovom quo o Alivo lmobiíizndo comproondo os nlivos lnngívois quo, pnrn
sorom roconhocidos como lní, dovom nlondor ns soguinlos condiçoos, cumuínlivnmonlo:
n) n morcndorin dovo sor mnnlidn poín omprosn pnrn uso nn produçño ou lornocimonlo
do morcndorins ou sorviços, pnrn íocnçño n lorcoiros, ou pnrn linníidndos ndminislrnlivns,
b) n morcndorin dovo sor usndn durnnlo mnis do quo um poríodo (oxorcício sociní),
335
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
c) qunndo lor provávoí quo n omprosn vonhn n nulorir luluros bonolícios oconómicos
om docorrencin dn sun uliíiznçño,
d) qunndo n morcndorin oslivor npln n luncionnr dn lormn prolondidn poín ndminislrnçño,
o) o cuslo dn morcndorin pudor sor modido do lormn conliávoí.
koconhocidn n morcndorin como bom do Alivo lmobiíizndo, n omprosn dovorá oscoíhor n uni-
dndo do modidn om quo o ilom do imobiíizndo sorá conlroíndo, londo om visln ns suns cnrnclo-
ríslicns: vidn ulií oslimndn, linníidndo, possibiíidndo do subsliluiçño do pnrlo do bom durnnlo n
sun vidn ulií olc. Nn oscoíhn dossn unidndo do imobiíizndo, podorá ocorror:
n) umn dosngrognçño do bom om pnrlos, londo om visln quo ns pnrlos lem vidns ulois
diloronlos o proporcionnm bonolícios à omprosn com um pndrño diloronlo, ou
b) umn ngrognçño do vários bons, dosdo quo possunm ns mosmns cnrncloríslicns.
Dolinidn n unidndo do imobiíizndo, dovorá sor vorilicndo so ns condiçoos cumuínlivns do roco-
nhocimonlo dn morcndorin como bom do Alivo lmobiíizndo pormnnocom.
Lm oxompío do dosngrognçño do bom é n nquisiçño do um cnminhño. Considornndo quo suns
pnrlos: chnssi, molor o cnrrocorin podom lor vidns ulois diloronlos, hnvondo n provisibiíidndo do
subsliluiçño dossns pnrlos om momonlos dislinlos, osso cnminhño podorá sor dosmombrndo om
lres ilons do imobiíizndo: chnssi, molor o cnrrocorin.
Dossn lormn, qunndo houvor n subsliluiçño do molor, somonlo osso ilom sorá bnixndo o subsli-
luído por um novo ilom. Cnso o cnminhño nño lor imobiíizndo om pnrlos, nño hnvorá n possi-
biíidndo do subsliluir pnrlo do mosmo - molor, umn voz quo o conlroío conlábií ocorro sobro o
ilom do nlivo imobiíizndo.
As pnrlos principnis do níguns bons do imobiíizndo podom procisnr do roposiçño n inlorvníos
roguínros. Nosso cnso, ns pnrlos dovom sor conlnbiíizndns como nlivos individunis o sopnrndos,
porquo lem vidns ulois diloronlos dnquoíns dos bons do imobiíizndo nos qunis so roíncionnm.
Porlnnlo, dosdo quo os crilérios do roconhocimonlo so|nm nlondidos o quo n omprosn lonhn
oslnboíocido o prnzo do doprocinçño, bnsonndo-so nn vidn ulií doslos nlivos sopnrndos (o nño
do ilom n quo oíos porloncom), o dispendio incorrido nn roposiçño ou ronovnçño dn pnrlo é
conlnbiíizndo como nquisiçño do um nlivo sopnrndo o o nlivo subsliluído é bnixndo dos íivros.
Cs dispendios subsoquonlos com nlivos |á imobiíizndos so sorño roconhocidos como lní, cnso
moíhorom ns condiçoos do nlivo o nmpíiom n vidn ulií oconómicn originnímonlo oslimndn.
Lxompíos do moíhornmonlos quo rosuílnm om numonlo dos luluros bonolícios oconómicos in-
cíuom:
n) modilicnçño do um bom dn lábricn pnrn proíongnr sun vidn ulií, ou pnrn numonlnr sun
cnpncidndo,
b) nporloiçonmonlo do poçns do máquinn pnrn consoguir um numonlo subslnnciní nn
quníidndo dn produçño, o
336
ROBERTO DIAS DUARTE
c) ndoçño do novos procossos do produçño pormilindo roduçño subslnnciní nos cuslos
oporncionnis nnloriormonlo nvníindos.
C dispendio com ropnros ou mnnulonçño do Alivo lmobiíizndo é incorrido pnrn roslnurnr ou
mnnlor os bonolícios oconómicos luluros quo n omprosn podo ospornr do pndrño originnímonlo
nvníindo no dosomponho do nlivo. Como lní, é usunímonlo roconhocido como dosposn qunndo
incorrido.
Por oxompío, o cuslo do rovisño (mnnulonçño corrolivn ou provonlivn) dn lábricn o dos oquipn-
monlos é usunímonlo umn dosposn, umn voz quo roslnurn, om voz do numonlnr o pndrño origi-
nnímonlo nvníindo do dosomponho.
Poçns sobrossníonlos ou oquipnmonlos do sorviço sño gornímonlo mnnlidos om osloquo (Alivo
Circuínnlo) o roconhocidos como dosposn qunndo consumidos. Lnlrolnnlo, poçns sobrossníonlos
principnis o oquipnmonlos do rosorvn consliluom-so om Alivo lmobiíizndo, qunndo n omprosn
nímo|nr usá-íos durnnlo mnis do um poríodo.
Lm bom, níém do sor ndquirido pronlo pnrn sor uliíizndo nns nlividndos oporncionnis do oslnbo-
íocimonlo, podo sor conslruído no proprio oslnboíocimonlo dn omprosn. Lsso bom é composlo
por compononlos quo sño conlnbiíizndos om conln conlábií lrnnsilorin ospocílicn donominndn
lmobiíiznçño om Andnmonlo'. Assim quo o bom principní lor concíuído, sorá conlnbiíizndo om
conln conlábií ospocílicn do subgrupo lmobiíizndo'.
Considornndo quo n oscrilurnçño liscní do ClAP obsorvn ossn ciencin conlábií, o conlroío sobro
o crédilo do lCMS nconloco lnmbém sobro o ilom do Alivo lmobiíizndo, obsorvndn n sun uni-
dndo do modidn. Quníquor movimonlnçño ocorridn com osso ilom: imobiíiznçño ou bnixn por
quníquor molivo: pordn, obsoíoscencin ou níionnçño, sorá om roínçño no ilom do imobiíizndo. A
oscoíhn dn unidndo do modidn quo dolinirá o ilom do imobiíizndo é do íivro oscoíhn dn omprosn.
Lnlrolnnlo, umn voz oscoíhidn ossn unidndo do modidn, quníquor movimonlnçño do onlrndn ou
snídn do ClAP dovorá ocorror poío ilom do imobiíizndo. Nño há quo so lnínr om bnixn pnrciní ou
imobiíiznçño pnrciní, pois nño hnvorin n possibiíidndo do oxorcor o conlroío dossos lnlos.
Lmn pnrlo do um bom podorá sor imobiíizndn sopnrndnmonlo:
n) qunndo ossn pnrlo possuir vidn ulií diloronlo dn do bom n quní so roíncionn,
b) qunndo ossn pnrlo oslá sondo uliíizndn como sobrossníonlo, dosdo quo n pnrlo n sor
subsliluídn lonhn sido imobiíizndn individunímonlo,
c) qunndo ossn pnrlo lor sor ngrogndn n um bom oxislonlo, dosdo quo ossn pnrlo moíhoro
ns condiçoos o nmpíio n vidn ulií oconómicn originnímonlo oslimndn do bom.
Assim, ossn pnrlo sorá um ilom do Alivo lmobiíizndo. Pnrn snbor so o bom lom ou nño doslinnçño
níhoin à nlividndo do oslnboíocimonlo, procisnmos conhocor ondo oío sorá uliíizndo o com quní
linníidndo.
No concoilo do bom o compononlo oslnboíocido no Alo CC1LPL 09/2008 - kogislro 0300 -
lom-so quo:
337
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
n) bom: umn morcndorin sorá considorndn ºbom¨ qunndo possun lodns ns condiçoos
nocossárins pnrn sor uliíizndo nns nlividndos oporncionnis do oslnboíocimonlo. lncíuom-so
no concoilo do bom:
n.1) o bom conslruído no oslnboíocimonlo do conlribuinlo,
n.2) n pnrlo do um bom movoí principní quo possun lodns ns condiçoos nocos-
sárins pnrn sor uliíizndo nns nlividndos oporncionnis do oslnboíocimonlo, londo
om visln quo ossn pnrlo possui vidn ulií diloroncindn,
n.3) n pnrlo do um bom principní movoí quo sorá uliíizndn oxcíusivnmonlo
como sobrossníonlo, dosdo quo n pnrlo n sor subsliluídn lonhn sido imobiíizndn
individunímonlo,
n.4) n pnrlo do um bom principní movoí, quo sorá ngrogndn n oslo, dosdo quo
ossn pnrlo moíhoro ns condiçoos o nmpíio n vidn ulií oconómicn originnímonlo
oslimndn pnrn o rolorido bom,
n.5) n uliíiznçño do umn morcndorin originndn do Lsloquo do Alivo Circuínnlo, londo
om visln quo normnímonlo é doslinndn à rovondn ou no consumo nn produçño ou no
uso ou no consumo, mns quo sorá ngrogndn no imobiíizndo. Assim, bom é
nquoín morcndorin quo podorá sor roconhocidn como ilom do Alivo lmo-
biíizndo, por nlondor às condiçoos roloridns ncimn, incíusivo o bom quo nño é nd-
quirido pronlo pnrn sor uliíizndo nns nlividndos oporncionnis do oslnboíocimon-
lo, mns é conslruído nosso oslnboíocimonlo,
b) compononlo: umn morcndorin sorá considorndn ºcompononlo¨ qunndo lizor pnrlo
do um bom movoí quo oslivor sondo conslruído no oslnboíocimonlo do conlribuinlo.
Adomnis, compononlo é nquoín morcndorin quo nño podo sor roconhocidn como ilom
do Alivo lmobiíizndo, por nño nlondor às condiçoos roloridns ncimn. C compononlo nño
possui vidn proprin o nño lom condiçño do sor uliíizndo nns nlividndos oporncionnis do
oslnboíocimonlo do conlribuinlo. Lnlrolnnlo, como o bom n sor conslruído no oslnbo-
íocimonlo do conlribuinlo o quo sorá composlo por ossos compononlos podo sor roco-
nhocido como um bom do nlivo imobiíizndo, oxislo n nocossidndo do conhocor ns suns
cnrncloríslicns, do lní lormn quo so possn nproprinr o crédilo do lCMS do bom rosuílnnlo,
cu|n origom sño os vníoros do lCMS do sous compononlos.
A doprocinçño do bom do Alivo imobiíizndo so inicin qunndo oslo oslá disponívoí pnrn uso, ou
so|n, qunndo oslá no íocní o om condiçño do luncionnmonlo nn lormn prolondidn poín ndminis-
lrnçño, conlormo proscrovo o ilom 55 do ºPronuncinmonlo 1écnico CPC 27¨.
No cnso do ilom do Alivo lmobiíizndo ndquirido, osso momonlo normnímonlo coincido com n
onlrndn no oslnboíocimonlo.
¦á qunnlo no ilom do Alivo lmobiíizndo conslruído no oslnboíocimonlo do conlribuinlo, osso
momonlo normnímonlo coincido com n concíusño dn conslruçño.
Porlnnlo, ossn inlormnçño é nponns umn rolorencin pnrn o conlroío liscní, nño sondo ossonciní
nn oscrilurnçño liscní do ClAP.
338
ROBERTO DIAS DUARTE
Pnrn quo o lisco oxorçn o conlroío sobro os ilons do Alivo lmobiíizndo quo gornm diroilo n
crédilo do lCMS, obsorvndns ns rogrns provislns no caput o nos §§ 1º o 5º do nrl. 20 dn Loi Com-
píomonlnr nº 87/96, lornm crindos os lipos do rogislros nbnixo, com sous rospoclivos ob|olivos:
1) kogislro 0300: lom os ob|olivos nbnixo, om nlondimonlo n umn dns condiçoos pnrn
so lor diroilo no crédilo do lCMS, quní so|n, sor roconhocido como bom do Alivo lmobi-
íizndo - caput do nrl. 20 dn Loi Compíomonlnr nº 87/96:
1.1) idonlilicnr o cnrncloriznr cndn ilom do nlivo imobiíizndo quo gorn diroilo n
crédilo do lCMS,
1.2) idonlilicnr o cnrncloriznr os compononlos do um ilom luluro do nlivo imo-
biíizndo, cu|o diroilo no crédilo nconlocorá qunndo osso ilom lor roconhocido
como bom do Alivo lmobiíizndo.
2) kogislro 0305: lom o ob|olivo do proslnr inlormnçoos sobro n uliíiznçño do bom do
nlivo imobiíizndo, om nlondimonlo pnrciní à 1ª condiçño o om nlondimonlo lolní à 2ª
condiçño pnrn so lor diroilo no crédilo do lCMS - o bom nño dovo lor doslinnçño níhoin
à nlividndo do oslnboíocimonlo - § 1º do nrl. 20 dn Loi Compíomonlnr nº 87/96: As in-
lormnçoos roínlivns à doprocinçño - conln conlábií o dnln do início dn doprocinçño - sño
umn rolorencin pnrn o conlroío liscní. Considornndo n 2ª condiçño pnrn so lor diroilo no
crédilo do lCMS, dovo-so idonlilicnr quní n linníidndo do bom nn nlividndo oporncionní
do oslnboíocimonlo.
3) kogislro C110: lom o ob|olivo do proslnr inlormnçoos quo nlondnm no disposlo no § 5º
do nrl. 20 dn Loi Compíomonlnr nº 87/96.
4) kogislro C125: lom o ob|olivo do proslnr inlormnçoos quo nlondnm no disposlo no § 5º
do nrl. 20 dn Loi Compíomonlnr nº 87/96:
4.1) n onlrndn do um bom no ClAP dovo sor rogislrndn:
n) no momonlo dn sun onlrndn no oslnboíocimonlo, por moio do lipo do movi-
monlnçño ºlM¨ - lmobiíiznçño do bom individuní, ou
b) no momonlo om quo lor lrnnslorido do osloquo do Alivo Circuínnlo pnrn o
Alivo lmobiíizndo, por moio do lipo do movimonlnçño ºMC¨ - lmobiíiznçño
oriundn do Alivo Circuínnlo, ou
c) no momonlo dn concíusño do sun conslruçño no oslnboíocimonlo do conlri-
buinlo, por moio do lipo do movimonlnçño ºCl¨ - Concíusño do lmobiíiznçño
om Andnmonlo - ßom kosuílnnlo.
4.2) n onlrndn do um compononlo no ClAP dovo sor rogislrndn no momonlo dn
sun onlrndn no oslnboíocimonlo, por moio do lipo do movimonlnçño ºlA¨ -
lmobiíiznçño om Andnmonlo - Compononlo.
4.3) n snídn do um bom do ClAP dovo sor rogislrndn:
339
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
n) no momonlo dn sun snídn do oslnboíocimonlo do conlribuinlo, por
moio dos lipos do movimonlnçño ºA1¨ - Aíionnçño ou 1rnnslorencin ou
ºC1¨ - Culrns Snídns do lmobiíizndo, ou
b) no momonlo dn sun pordn lolní, oxlrnvio ou doloriornçño, por moio
do lipo do movimonlnçño ºPL¨ - Porocimonlo, Lxlrnvio ou Doloriorn-
çño, ou
c) no poríodo do npurnçño soguinlo no lim do poríodo do nproprinçño,
quo normnímonlo é um qundrienio, por moio do lipo do movimonln-
çño ºßA¨- ßnixn do Snído do lCMS - lim do poríodo do nproprinçño.
5) kogislros C130 o C140: lom o ob|olivo do proslnr inlormnçoos compíomonlnros no
kogislro-pni C125, no quo so roloro no documonlo liscní quo ncoborlou n movimonlnçño
do ilom do Alivo lmobiíizndo - bom ou do compononlo.
6) kogislro 0500: lom o ob|olivo do proslnr inlormnçoos compíomonlnros nos kogislros
0300 o 0305.
7) kogislro 0600: lom o ob|olivo do proslnr inlormnçoos compíomonlnros no kogislro
0305.
Quando deve ser apresentado o Bloco G (CIAP)?
o ciAP deve ser escriturado sempre que o contribuinte pretender apropriar crédito de icms
decorrente da entrada de bem do Ativo imobilizado. caso não exista essa pretensão, o bloco G
dcvc:a ·ontc: apcna: o :c¿¡:t:o dc aLc:tu:a - C001, ·om o ·ontcudo do ·ampo 02 ¡¿uaI a ´1´,
c o :c¿¡:t:o dc cn·c::amcnto do ßIo·o - C990.
CßklCA1CklLDADL DA LFD-lCMS/lPl
A LFD sorá obrignlorin, n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2009, pnrn lodos os conlribuinlos do lmposlo
sobro Cpornçoos koínlivns à Circuínçño do Morcndorins o sobro Proslnçoos do Sorviços do 1rnns-
porlo lnloroslnduní o lnlormunicipní o do Comunicnçño (lCMS) o/ou do lmposlo sobro Produlos
lnduslriníizndos (lPl).
Conludo, o A|uslo SlNlLF 02/2009 prove:
“§ 1º mediante celebração de Protocolo icms, as administrações tributárias das unidades federadas e
da rfb poderão:
i - dispensar a obrigatoriedade de que trata o caput para alguns contribuintes, conjunto de contribuin-
tes ou setores econômicos; ou
ii - indicar os contribuintes obrigados à efD, tornando a utilização facultativa aos demais.
§ 2º o contribuinte que não esteja obrigado à efD poderá optar por utilizá-la, de forma irretratável,
mediante requerimento dirigido às administrações tributárias das unidades federadas.
§ 3º A dispensa concedida nos termos do § 1º poderá ser revogada a qualquer tempo por ato adminis-
trativo da unidade federada em que o estabelecimento estiver inscrito.
340
ROBERTO DIAS DUARTE
§ 4º no caso de fusão, incorporação ou cisão, a obrigatoriedade de que trata o caput se estende à em-
presa incorporadora, cindida ou resultante da cisão ou fusão.
§ 5º A escrituração do documento controle de crédito de icms do Ativo Permanente (ciAP) será obri-
gatória a partir de 1º de janeiro de 2011.”
123

79
Nn prálicn, n Lniño o os Lslndos soíocionnrnm qunso 30 mií oslnboíocimonlos, íocníizndos om
lodns ns Lnidndos dn Fodornçño, oxcolunndo-so o Dislrilo Fodorní o o Lslndo do Pornnmbuco,
pnrn n primoirn ondn do obrignloriodndo dn LFD.
C Prolocoío lCMS nº 77/2008 roíncionou individunímonlo cndn oslnboíocimonlo, dolorminnndo
n dnln do início dn obrignloriodndo pnrn 1º do |nnoiro do 2009.
Posloriormonlo, nlrnvés do Alo CC1LPL lCMS, nº 15 do 19 do mnrço do 2009, loi concodido
um prnzo oxcopcionní pnrn quo os nrquivos dn LFD, roloronlos nos mosos do |nnoiro n ngoslo do
2009, lossom onlroguos nlé o din 30 do solombro do 2009.
A pnrlir do 2010, cndn um dos liscos oslndunis, om con|unlo com n kocoiln Fodorní, pubíicou
nlos normnlivos o íislns ospocílicns pnrn suns |urisdiçoos.
Pnrn vorilicnr so umn omprosn oslá incíuídn nn obrignloriodndo do onlrogn dn LFD, é improscin-
dívoí n consuíln no silo dn nuloridndo liscní do sou Lslndo.
Há umn londencin cínrn do mnssilicnçño dn LFD, incíuindo lodos os conlribuinlos do lCMS ou
lPl. Aíguns dolondom quo os oplnnlos poío Simpíos Nncionní oslnrinm lorn doslo pro|olo, conlu-
do nño podomos doscnrlnr n incíusño doslo lipo do omprosn, considornndo umn visño do íongo
prnzo.
Lm 7 do nbrií do 2011, o CCNFAZ pubíicou o Prolocoío lCMS 3/2011 quo dolorminn o prnzo do
obrignloriodndo dn LFD pnrn 25 Lslndos.
Prolocoío lCMS nº 03 CCNFAZ, do 1º do nbrií do 2011 (DCL S1, do 7 do nbrií do 2011) - Fixn
o prnzo pnrn n obrignloriodndo dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
“os estados do Acre, Amazonas, Alagoas, Amapá, bahia, ceará, espírito santo, Goiás, maranhão, mato
Grosso, mato Grosso do sul, minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, rio de Janeiro, rio Grande
do norte, rio Grande do sul, rondônia, roraima, santa catarina, são Paulo, sergipe, tocantins, neste
ato representados pelos seus respectivos secretários de fazenda e receita, considerando o disposto nos
artigos 102 e 199 do código tributário nacional, Lei nº 5.172/66, de 25 de outubro de 1966, no § 1º
da cláusula terceira do Ajuste sinief 02/09, de 3 de abril de 2009, resolvem celebrar o seguinte:
Protocolo:
CIau:uIa p:¡mc¡:a - A·o:dam o: L:tado: do A·:c, Ama2ona:, AIa¿oa:, Amapa, ßah¡a, Cca:a, L:pI:¡to
santo, Goiás, maranhão, mato Grosso, mato Grosso do sul, minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí,
rio de Janeiro, rio Grande do norte, rio Grande do sul, rondônia, roraima, santa catarina, são
Paulo, sergipe e tocantins em estabelecer a obrigatoriedade de utilização da escrituração fiscal Digital
(efD) prevista no Ajuste sinief 02/09, de 3 de abril de 2009.
123. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Ajuste SINIEF 02/2009, de 3 de abril de 2009. Cíáusuín 1orcoirn, §§ 1º no 5º. Dis-
ponívoí om: <www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2009/AJ_002_09.htm>.
341
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
§ 1º A obrigatoriedade de utilização da efD prevista no caput aplica-se a todos os estabelecimentos
dos contribuintes a partir 1º de janeiro de 2012, podendo ser antecipada a critério de cada unidade
federada.
§ 2º Para os estados do Amapá, Amazonas, espírito santo, maranhão, mato Grosso do sul, Paraná,
Piauí, rio Grande do sul, roraima, são Paulo e sergipe a obrigatoriedade prevista no caput aplica-se a
todos os estabelecimentos dos contribuintes a partir de 1º de janeiro de 2014, podendo ser antecipada
a critério de cada um desses estados.
CIau:uIa :c¿unda - I¡·am d¡:pcn:ada: da ut¡I¡2açáo da LIL a: A¡·:ocmp:c:a: c a: Lmp:c:a: dc Fcquc-
no Porte, previstas na Lei complementar nº 123/06, de 14 de dezembro de 2006.
Fa:a¿:aìo !n¡·o. C d¡:po:to nc:ta ·Iau:uIa náo :c apI¡·a ao: ·ont:¡Lu¡ntc: do: L:tado: dc AIa¿oa: c
mato Grosso.
CIau:uIa tc:·c¡:a - C c:taLcIc·¡mcnto dc ·ont:¡Lu¡ntc oL:¡¿ado à LIL :c:a d¡:pcn:ado dc cnt:c¿a: o:
arquivos estabelecidos no convênio icms 57/95 a partir de 1º de janeiro de 2012 e, para o estado do
Amapá, Amazonas, espírito santo, maranhão, mato Grosso do sul, Paraná, Piauí, rio Grande do sul,
rondônia, roraima, são Paulo e de sergipe, a partir de 1º de janeiro de 2014, podendo a dispensa ser
antecipada a critério de cada unidade federada.
CIau:uIa qua:ta - L:tc p:oto·oIo cnt:a cm v¡¿o: na data dc :ua puLI¡·açáo no L¡a:¡o Cì¡·¡aI da !n¡áo.
A·:c - Aán·¡o L¡ma Co:dc¡:o, AIa¿oa: - Aau:I·¡o A·¡oI¡ ToIcdo, Amapa - CIaud¡o F¡nho Santana,
Ama2ona: - I:pc: AL:ah¡m L¡ma, ßah¡a - Ca:Io: Aa:t¡n: Aa:quc: dc Santana, Cca:a - Ca:Io: Aau:o
ßcncv¡dc: I¡Iho, L:pI:¡to Santo - Aau:I·¡o Cc2a: Luquc, Co¡a: - S¡máo C¡:¡ncu L¡a:, Aa:anháo -
CIaud¡o Jo:c T:¡n·háo Santo:, Aato C:o::o - Ldm¡I:on Jo:c do: Santo:, Aato C:o::o do SuI - Aa:¡o
Sc:¿¡o Aa·¡cI Lo:cn2ctto, A¡na: Cc:a¡: - Lcona:do Aau:I·¡o CoIomL¡n¡ L¡ma, Fa:a - Jo:c ßa::o:o To:-
tc: Þcto, Fa:aILa - KuLcn: Aqu¡no L¡n:, Fa:ana - Lu¡2 Ca:Io: HauI), F¡auI - Antón¡o S¡Ivano AIcn·a:
dc AImc¡da, K¡o dc Janc¡:o - Kcnato Au¿u:to Za¿aIIo '¡IIcIa do: Santo:, K¡o C:andc do Þo:tc - Jo:c
A¡:ton da S¡Iva, K¡o C:andc do SuI - Cd¡: AILc:to F¡nhc¡:o TonoII¡c:, Kondón¡a - ßcncd¡to Antón¡o
AIvc:, Ko:a¡ma - Lu¡2 Kcnato Aa·¡cI dc AcIo, Santa Cata:¡na - !L¡:atan S¡moc: Kc2cndc, Sáo FauIo -
And:ca Sand:o CaIaL¡, Sc:¿¡pc - Joáo And:adc '¡c¡:a da S¡Iva, To·ant¡n: - Sand:o Ko¿c:¡o Ic::c¡:a.´
12480
A soguir, íislo n silunçño nluní do cndn Lnidndo dn Fodornçño.
AC - ACkL
Portal
SLFAZ-AC: www.sefaz.ac.gov.br
Legislação
· Docrolo nº 4.811, do 2 do dozombro do 2009 (DC-AC, do 3 do dozombro do 2009).
· Docrolo nº 008, do 26 do |nnoiro do 1998 (klCMS/AC - nrls. 121-A no 121-Q, 351, § 8º,
352, § 5º, 357, § 7º o 358, §§ 1º o 2º).
124. MlNlS1LklC DA FAZLNDA, CCNFAZ. Irotoco!o !CMS nº 03 CCMfAZ, dc 1º dc abri! dc 2011. Disponívoí om:
<www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/protocolos/icms/2011/pt003_11.htm>
342
ROBERTO DIAS DUARTE
obrigados
2009:www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/Diversos/Lista_Atualizada_Dez2009_obrigados_
efD_2009.pdf
A pnrlir do 1º do |nnoiro do 2010, n obrignloriodndo do uso dn LFD oslondou-so n lodo conlri-
buinlo nño oplnnlo poío Simpíos Nncionní quo nlondn n nígumn dns soguinlos silunçoos:
l - quo oxorçn nígumn dns soguinlos nlividndos:
n) proslnçño do sorviços inlormunicipní do lrnnsporlo rodoviário do cnrgns o/ou pnssngoiros,
b) proslnçño do sorviço do comunicnçño o/ou loíocomunicnçño,
c) lornocimonlo do onorgin oíélricn,
d) comércio nlncndisln o/ou dislribuidor,
o) poslos do combuslívois oslnboíocidos nn cidndo do kio ßrnnco (AC),
l) induslrin ou oquipnrndn à induslrin,
g) comércio do mndoirn,
h) comércio do mnloriní do conslruçño:
ll - quo n somn do vníor conlábií dns snídns roníizndns poío con|unlo dos sous oslnboíocimonlos
íocníizndos noslo Lslndo, roloronlo no oxorcício do 2009, so|n iguní ou suporior n kS 2,4 miíhoos,
lll - quo n somn do vníor conlábií dns onlrndns roníizndns poío con|unlo dos sous oslnboíoci-
monlos íocníizndos noslo Lslndo, roloronlo no oxorcício do 2009, so|n iguní ou suporior n kS 1,8
miíhño, o
lV - quo possun nígum oslnboíocimonlo |á obrigndo à LFD, nindn quo íocníizndo om oulrn uni-
dndo dn Fodornçño.
A pnrlir do 1º do dozombro do 2010 licnm obrigndos à LFD lodos os conlribuinlos rogislrndos no
Cndnslro do Conlribuinlos do lCMS, oxcolundos os oplnnlos poío Simpíos Nncionní.¨
Perfil do leiaute
“Art. 121-e (ricms). compete à administração tributária a atribuição de perfil a estabelecimento loca-
lizado no estado do Acre, para que este elabore o arquivo digital de acordo com o leiaute correspon-
dente, definido em Ato cotePe.
Fa:a¿:aìo !n¡·o. Çuando a adm¡n¡:t:açáo t:¡Luta:¡a c:taduaI náo at:¡Lu¡: um pc:ì¡I ao c:taLcIc·¡mcnto,
o contribuinte deverá obedecer ao leiaute relativo ao perfil ‘A’“.
Prazo de envio
Alé o din 25 do mes subsoquonlo no dn npurnçño.

retificação
Alé o prnzo normní do onvio, indopondonlomonlo do nuloriznçño dn ndminislrnçño lribulárin
oslnduní. Apos oslo prnzo, modinnlo prévin nuloriznçño dn ndminislrnçño lribulárin oslnduní,
oxpodidn om procosso ndminislrnlivo liscní.
343
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Dispensa do sinteGrA
Cs conlribuinlos obrigndos à LFD oslño disponsndos dn onlrogn dos nrquivos oslnboíocidos no
Convenio lCMS nº 57/95, n pnrlir do mes om quo lor ololivndo o onvio do primoiro nrquivo dn
LFD.
AL - ALACCAS
Portal
SLFAZ-AL: www.sefaz.al.gov.br/sped
Legislação
· lnslruçño Normnlivn SLF nº 46, 14 do dozombro do 2008.
· lnslruçño Normnlivn SLF nº 19/2009.
obrigados
2009:www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/Diversos/Lista_Atualizada_Dez2009_obrigados_
efD_2009.pdf
Lisln do nnoxo dn lnslruçño Normnlivn SLF nº 46, 14 do dozombro do 2008 om: www.sefaz.
al.gov.br/sped.
Perfil do leiaute
A Socrolnrin do Lslndo dn Fnzondn podorá nlribuir porlií n oslnboíocimonlo íocníizndo om Aíngo-
ns, do lormn quo oslo oínboro o nrquivo digilní do ncordo com o íoinulo corrospondonlo, dolinido
no Alo CC1LPL nº 9, do 18 do nbrií do 2008. Qunndo, por quníquor molivo, nño lor nlribuído
um porlií no oslnboíocimonlo, o conlribuinlo dovorá obodocor no íoinulo roínlivo no porlií ºA¨.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o din 25 do mes subsoquonlo no oncorrnmonlo
do mes do npurnçño.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD:
l - nlé o prnzo do quo lrnln o nrl. 12, indopondonlomonlo do nuloriznçño dn Socrolnrin do Lslndo
dn Fnzondn,
ll - npos o prnzo rolorido no inciso l, modinnlo nuloriznçño dn Socrolnrin do Lslndo dn Fnzondn.
A rolilicnçño do quo lrnln oslo nrligo sorá ololundn modinnlo onvio do oulro nrquivo pnrn subs-
liluiçño inlogrní do nrquivo digilní dn LFD roguínrmonlo rocobido poío nmbionlo nncionní do
SPLD.
344
ROBERTO DIAS DUARTE
Dispensa do sinteGrA
C oslnboíocimonlo obrigndo à LFD licn disponsndo dn onlrogn dos nrquivos do SlN1LCkA, osln-
boíocidos no Convenio lCMS 57/95, npos o onvio do soxlo nrquivo dn LFD, o vníidnçño do sou
conloudo poín SLFAZ.
A SLFAZ-AL odilnrá nlo ndminislrnlivo lixnndo o lormo iniciní dn roloridn disponsn, om rnzño do
nlondimonlo dns condiçoos oslipuíndns no caput poío oslnboíocimonlo obrigndo à LFD.
AM - AMAZCNAS
Portal
SLFAZ-AM: http://dbcon.sefaz.am.gov.br/efd/index.html
Legislação
· Docrolo nº 28.841, do 22 do |uího do 2009 - koguínmonln o Sislomn Pubíico do
Lscrilurnçño Digilní (SPLD), inslilui n Cnpn do Lolo Líolrónicn (CL-o), o dá oulrns provi-
dencins.
· kosoíuçño nº 016/2009 - CSLFAZ - koíncionn ns sociodndos omprosárins conlribuin-
los do lCMS obrigndns à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), o dá oulrns providencins.
· kosoíuçño nº 011/2010 - CSLFAZ - Aílorn n kosoíuçño nº 016/2009, quo roíncionn
ns sociodndos omprosárins conlribuinlos do lCMS obrigndns à Lscrilurnçño Fiscní Digilní
(LFD), o dá oulrns providencins.
· Docrolo nº 30.013/2010 - CSLFAZ - Aílorn o koguínmonlo do lCMS, nprovndo poío
Docrolo nº 20.686, do 28 do dozombro do 1999, o dá oulrns providencins.
· kosoíuçño nº 025/2010 - CSLFAZ - Aílorn n kosoíuçño nº 016/2009, quo roíncionn
ns sociodndos omprosárins conlribuinlos do lCMS obrigndns à Lscrilurnçño Fiscní Digilní
(LFD), o dá oulrns providencins.
obrigados
Lisln consoíidndn (2009, 2010 o 2011) om: http://dbcon.sefaz.am.gov.br/efd/arquivos/obriga-
dos%20efD%20-%20consolida%c3%A7%c3%A3o%202009,%202010%20e%202011%20-
-%2008022011%20-%20Portal.pdf
Perfil do leiaute
Porlií divuígndo nn íisln, por conlribuinlo.
Prazo de envio
C nrquivo digilní roínlivo à LFD dovorá sor onvindo nlé o vigésimo din do mes subsoquonlo no
oncorrnmonlo do mes do npurnçño.
345
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD, n quníquor lompo, npos o prnzo. A rolilicnçño sorá ololundn
modinnlo onvio do oulro nrquivo pnrn subsliluiçño inlogrní do nrquivo digilní dn LFD roguínr-
monlo rocobido poín ndminislrnçño lribulárin.
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo obrigndo à LFD licn disponsndo dn onlrogn dos nrquivos oslnboíocidos poío Con-
venio lCMS 57/95, do 28 do |unho do 1995.
AP - AMAPA
Portal
SLk-AP: www.sefaz.ap.gov.br
Legislação
· Docrolo nº 1.269/98 (klCMS/AP).
· Porlnrin nº 17 SkL, do 18 do dozombro do 2008.
obrigados
2009:www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/Diversos/Lista_Atualizada_Dez2009_obrigados_
efD_2009.pdf
Lisln do conlribuinlos no Anoxo dn Porlnrin nº 17 SkL, do 18 do dozombro do 2008.
Perfil do leiaute
Compolo à Socrolnrin dn kocoiln Lslnduní do Lslndo do Amnpá n nlribuiçño do porlií n oslnbo-
íocimonlo íocníizndo om sou lorrilorio, pnrn quo oslo oínboro o nrquivo digilní do ncordo com
o íoinulo corrospondonlo, dolinido om Alo CC1LPL. Qunndo n Socrolnrin dn kocoiln Lslnduní
nño nlribuir um porlií no oslnboíocimonlo, o conlribuinlo dovorá obodocor no íoinulo roínlivo no
Porlií ºA¨.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o décimo quinlo din do mes subsoquonlo no
oncorrnmonlo do mes dn npurnçño.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD:
l - nlé o prnzo indopondonlomonlo do nuloriznçño dn ndminislrnçño lribulárin,
ll - npos o prnzo conlormo dispusor n íogisínçño oslnduní.
346
ROBERTO DIAS DUARTE
A rolilicnçño do quo lrnln oslo nrligo sorá ololundn modinnlo onvio do oulro nrquivo pnrn subs-
liluiçño inlogrní do nrquivo digilní dn LFD roguínrmonlo rocobido poín Socrolnrin dn kocoiln
Lslnduní.
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo obrigndo à LFD licn disponsndo dns obrignçoos do onlrogn dos nrquivos oslnbo-
íocidos poío Convenio lCMS 57/95.
ßA - ßAHlA
Portal
SLFAZ-ßA: www.sefaz.ba.gov.br
Legislação
· Docrolo nº 6.284, do 14 do mnrço do 1997 (klCMS/ßA).
obrigados
Lisln om:
2009: www.sefaz.ba.gov.br/especiais/obrig_efD_2009.pdf
2010: www.sefaz.ba.gov.br/especiais/obrig_efD_2010.pdf
2011: www.sefaz.ba.gov.br/especiais/obrig_efD_2011.pdf
Dosdo do 1º do |nnoiro do 2011, n Lscrilurnçño Fiscní Digilní é do uso obrignlorio pnrn os conlri-
buinlos do lCMS inscrilos no cndnslro oslnduní com lnlurnmonlo brulo oslimndo pnrn o nno om
curso ou ololivnmonlo oblido no nno imodinlnmonlo nnlorior suporior n kS 2,4 miíhoos.
Perfil do leiaute
Cs conlribuinlos do Lslndo dn ßnhin obrigndos à LFD dovom nprosonlnr sun oscrilurnçño com
Porlií ºß¨, oxcolo os conlribuinlos proslndoros do sorviços do comunicnçño o lornocodoros do
onorgin oíélricn quo oslño obrigndos n cumprir o quo dolorminn o Convenio 115/2003, quo do-
vom nprosonlnr sun oscrilurnçño, n pnrlir do |nnoiro do 2011, com Porlií ºA¨
Prazo de envio
Cs conlribuinlos do Lslndo dn ßnhin dovom nprosonlnr n LFD nlé o din 25 do mes subsoquonlo
no lnlo gorndor.
retificação
Hnvondo nocossidndo do nílornçño pnrciní ou lolní dns inlormnçoos conslnnlos do nrquivo dn
LFD |á lrnnsmilido, o conlribuinlo dovorá rolrnnsmili-ío com lodns ns inlormnçoos.
347
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
A romossn do nrquivo rolilicndor dn LFD, npos o prnzo do onlrogn, dopondorá do nuloriznçño dn
inspolorin dn circunscriçño liscní do conlribuinlo.
Dispensa do sinteGrA
C uso dn LFD disponsnrá o conlribuinlo dn onlrogn dos nrquivos oslnboíocidos poío Convenio
lCMS 57/95 n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2012.
CL - CLAkA
Portal
SLFAZ-CL: www.sefaz.ce.gov.br
Legislação
· klCMS/CL - Arls. 276-A no 276-H.
· lnslruçño Normnlivn nº 45/2009.
· lnslruçño Normnlivn nº 04/2010.
· lnslruçño Normnlivn nº 12/2010.
· lnslruçño Normnlivn nº 36 /2010.
· lnslruçño Normnlivn nº 05/2011.
obrigados
2009:www.sefaz.ce.gov.br/content/aplicacao/internet/download/sped/obrigadas%20efd%20
2009.pdf
2010:www.sefaz.ce.gov.br/content/aplicacao/internet/download/sped/obrigadas%20efd%20
2010.pdf
Perfil do leiaute
Conlormo indicnçño nn íisln/roínçño do obrignloriodndo. Lxcolundos nquoíos su|oilos às dispo-
siçoos do Convenio lCMS nº 115/03, os conlribuinlos do lCMS dovorño nprosonlnr os nrquivos
no Porlií ºß¨. C conlribuinlo do lCMS podorá nprosonlnr n LFD om porlií diloronlo dos provislos
nosln lnslruçño Normnlivn, modinnlo nlo do socrolário dn Fnzondn, com inluilo do moíhor nlon-
dor nos procodimonlos do liscníiznçño.
Prazo de envio
C nrquivo digilní conlorá ns inlormnçoos dos poríodos do npurnçño do lCMS o sorá lrnnsmilido
nlé o din 15 do mes subsoquonlo no do poríodo inlormndo, modinnlo uliíiznçño do software de
lrnnsmissño disponibiíizndo poín kFß.
348
ROBERTO DIAS DUARTE
retificação
C conlribuinlo podorá ololunr n romossn do nrquivo com visln à rolilicnçño do nrquivo nnlorior-
monlo romolido, nlé 180 dins do poríodo onvindo, dosdo quo nulorizndo poín SLFAZ.
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo usuário dn LFD licn disponsndo dns obrignçoos do onlrogn dos nrquivos oslnboío-
cidos poío Convenio lCMS nº 57, do 28 do |unho do 1995.
DF - DlS1kl1C FLDLkAL
Aindn nño pnrlicipn do pro|olo.
LS - LSPÍkl1C SAN1C
Portal
SLFAZ-LS: http://internet.sefaz.es.gov.br/informacoes/efd/index.php
Legislação
· Docrolo nº 1.090-k, do 25 do oulubro do 2002 (klCMS/LS).
obrigados
Lisln consoíidndn om: ftp://ftp.sefaz.es.gov.br/efD/listadosobrigadosefdnoes.pdf
Perfil do leiaute
Compolo à SLFAZ n nlribuiçño do porlií n oslnboíocimonlo íocníizndo noslo Lslndo, pnrn quo
osso oínboro o nrquivo digilní do ncordo com o íoinulo corrospondonlo, dolinido no Alo CC1LPL
09/08. Qunndo n SLFAZ nño nlribuir um porlií no oslnboíocimonlo, o conlribuinlo dovorá obodo-
cor no íoinulo roínlivo no Porlií ºA¨. C conlribuinlo dovo consuílnr n íisln divuígndn.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o din vinlo do mes subsoquonlo no oncorrnmon-
lo do mes dn npurnçño.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD qunndo ovidoncindn n impossibiíidndo ou n inconvonien-
cin do snnoá-ín por moio do ínnçnmonlos corrolivos:

l - nlé o prnzo do quo lrnln o nrl. 758-¦, indopondonlomonlo do nuloriznçño dn SLFAZ, ou
ll - npos o prnzo rolorido no inciso l, modinnlo roquorimonlo dirigido à Corencin Fiscní, por
moio dn Agencin dn kocoiln Lslnduní n quo oslivor circunscrilo, ncompnnhndo do comprovnnlo
349
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
do rocoíhimonlo dn muíln por lor doixndo do onlrognr no prnzo roguínmonlnr, dovondo n rolili-
cnçño sor lrnnsmilidn no prnzo do nlé lrinln dins npos n ciencin do dolorimonlo do podido.

A rolilicnçño sorá ololundn modinnlo onvio do oulro nrquivo pnrn subsliluiçño inlogrní do nrqui-
vo digilní dn LFD roguínrmonlo rocobido poío nmbionlo nncionní do SPLD.
Dispensa do sinteGrA
lndolinido.
CC - CClAS
Portal
SLFAZ-CC: http://aplicacao.sefaz.go.gov.br/index.php?idmateria=86421
Legislação
· lnslruçño Normnlivn nº 1.024/11-CSF, do 12 do dozombro do 2011. Dispoo sobro n
disponsn dn onlrogn do nrquivo digilní pnrn os conlribuinlos obrigndos à Lscrilurnçño
Fiscní Digilní (LFD).
· lnslruçño Normnlivn nº 1.023/11-CSF, do 12 do dozombro do 2011. Aílorn n lnslruçño
Normnlivn nº 1.020/10-CSF, quo dispoo sobro os conlribuinlos obrigndos à oscrilurnçño
o onlrogn dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) o lixn o prnzo pnrn n disponsn dn DPl - pro-
visln no nrl. 359 do kC1L.
· Docrolo nº 7.195, do 27 do dozombro do 2010. Aumonlou o prnzo pnrn o conlribuinlo
rolilicnr n Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), quo orn do 30 (lrinln) dins, pnrn 180 (conlo
o oilonln) dins npos o prnzo do quo lrnln o nrl. 356-N do kC1L, indopondonlomonlo do
nuloriznçño dn ndminislrnçño lribulárin.
· lnslruçño Normnlivn nº 1.020/10-CSF, do 27 do dozombro do 2010. Dispoo sobro os
conlribuinlos obrigndos à oscrilurnçño o onlrogn dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) n
pnrlir do 1º do |uího do 2011 o rovogn n lN nº 1.006/2010.
· Docrolo nº 7.150, do 14 do solombro do 2010. Aílorn o § 1º do nrl. 356-C do kC1L,
ncrosconlnndo o inciso Vl - kogislro do Conlroío do Crédilo do lCMS do Alivo Pormn-
nonlo (ClAP) modoío C ou D o nílorn lnmbém n rodnçño do § 3º do nrl. 356-C do kC1L,
quo lrnln do procodimonlo pnrn rolilicnr n LFD npos o prnzo.
· lnslruçño Normnlivn nº 1.006/10-CSF, do 16 do solombro do 2010. Dispoo sobro os
conlribuinlos obrigndos à oscrilurnçño o onlrogn dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) n
pnrlir do 1º do |nnoiro do 2011.
· lnslruçño Normnlivn nº 1.004/10-CSF, do 23 do ngoslo do 2010. Aílorn n lnslruçño
Normnlivn nº 389/99-CSF, quo dispoo sobro procodimonlos npíicávois no conlribuinlo
usuário do Sislomn Líolrónico do Procossnmonlo do Dndos (SLPD), ou do oquipnmonlo
Lmissor do Cupom Fiscní (LCF).
350
ROBERTO DIAS DUARTE
· Docrolo nº 7.043 do 29 do dozombro do 2009. Aílorn n rodnçño do nrl. 356-D do
Docrolo 4.852/97 o oslnboíoco prnzo do onlrogn dn LFD no conlribuinlo quo lovo nígum
oslnboíocimonlo incíuído nn obrignloriodndo dn LFD om lunçño do possuir o mosmo
CNP¦ bnso.
· lnslruçño Normnlivn nº 975/09-CSF, do 22 do dozombro do 2009. Cs conlribuinlos do
lCMS roíncionndos com sous rospoclivos Cndnslros do Conlribuinlos Possons ¦urídicns
(CNP¦) - ßnso nn Lisln do Cbrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) - Coiás - 2010
oslño obrigndos, dosdo do 1º do |uího do 2010, à oscrilurnçño o onlrogn dn LFD.
· Docrolo nº 7.027, do 18 do novombro do 2009. Lslnboíoco n obrignloriodndo dn onlro-
gn do nrquivo SlN1LCkA, nos conlribuinlos onqundrndos nn Lscrilurnçño Fiscní Digilní
(LFD) nlé |uího do 2010.
· Docrolo nº 6.981, do 11 do solombro do 2009. koguínmonlnçño dn Lscrilurnçño Fiscní
Digilní (LFD) do Coiás.
obrigados
Dosdo do |nnoiro do 2009, ns omprosns roíncionndns no Prolocoío 77/08, sondo quo ns do Coiás
conslnm no nnoxo Vlll.
Dosdo do |uího do 2010, os CNP¦ ßnso conslnnlos nn Lisln do Cbrigndos à LFD, cilndn nn lns-
lruçño Normnlivn nº 975/2009
A pnrlir do |uího do 2011, lodos os conlribuinlos goinnos, oxcolo os onqundrndos no Simpíos
Nncionní, oslnrño nn obrignloriodndo dn LFD, conlormo lnslruçño Normnlivn nº 1020/2010.
2009: http://aplicacao.sefaz.go.gov.br/index.php?idmateria=86475
2010: http://aplicacao.sefaz.go.gov.br/index.php?idmateria=86476
2010: http://aplicacao.sefaz.go.gov.br/arquivos/in_1020_2010.pdf
Perfil do leiaute
Ficn nlribuído no oslnboíocimonlo obrigndo à LFD o Porlií ºA¨, dovondo o nrquivo digilní sor
oínborndo do ncordo com o íoinulo dolinido om Alo CC1LPL. (Arl. 356-H - kC1L).
Ficn nlribuído o Porlií ºß¨ no conlribuinlo proslndor do sorviços do comunicnçño o lornocodor
do onorgin oíélricn quo omiln, oscriluro, mnnlonhn o proslo inlormnçoos roínlivns à Noln Fiscní/
Conln do Lnorgin Líélricn, modoío 6, Noln Fiscní do Sorviço do Comunicnçño, modoío 21, Noln
Fiscní do Sorviço do 1oíocomunicnçño, modoío 22, omilidns om vin unicn, nos lormos do § 3º do
nrl. 2º do Anoxo X do kC1L.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovo sor onvindo nlé o din 15 do mes subsoquonlo no oncorrnmonlo
do mes dn npurnçño.
351
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
retificação
C conlribuinlo podo rolilicnr n LFD nlé 180 dins npos o prnzo provislo pnrn n sun onlrogn, indo-
pondonlomonlo do nuloriznçño dn ndminislrnçño lribulárin.
Dispensa do sinteGrA
Lslño disponsndos os conlribuinlos obrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), ou quo por oín
lonhn oplndo, n pnrlir do 1º do |uího do 2010, om roínçño nos lnlos gorndos ocorridos n pnrlir do
1º |nnoiro do 2011.
MA - MAkANHÃC
Portal
SLFAZ-MA: www.sefaz.ma.gov.br/sped
Legislação
· Docrolo n º 24.432, do 14 do ngoslo do 2008 - Aílorn o Anoxo 18 incíuído no kogu-
ínmonlo do lCMS poío Docrolo nº 23.257/07, com luícro no Convenio lCMS nº 143/06,
quo insliluiu n Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Docrolo nº 23.257, do 30 do |uího do 2007 - lncíui o Anoxo 18 no koguínmonlo do
lCMS, nprovndo poío Docrolo nº 19.714, do 10 do |uího do 2003, quo inslilui n Lscrilu-
rnçño Fiscní Digilní (LFD).
obrigados
Lisln consoíidndn om: www.sefaz.ma.gov.br/sped/rel_empresas_obrig.asp
Perfil do leiaute
Dolinido nn íisln.
Prazo de envio
Dnln do onlrogn pnrn nrquivos (LFD) lodo din 20 do mes.
retificação
Donlro do prnzo lodos os Lslndos dovom ncoilnr, mns npos, cnbo n cndn um doíos docidir. No
cnso do MA, dovorá sor cobrndn n muíln por onlrogn do nrquivo mngnélico lorn do prnzo.
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo obrigndo à LFD podorá sor disponsndo dns obrignçoos do onlrogn dos nrquivos
oslnboíocidos poío Convenio lCMS 57/95.
352
ROBERTO DIAS DUARTE
MC - MlNAS CLkAlS
Portal
SLF-MC: www5.fazenda.mg.gov.br/spedfiscal
Legislação
· Porlnrin SAlF nº 001/2009 - Divuígn ns lnboíns do codigos do Minns Cornis.
· Porlnrin SAlF nº 004/2009 - Dispoo sobro n rovognçño dn disponsn concodidn n osln-
boíocimonlos obrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SAlF nº 006/2010 - Dispoo sobro n rovognçño dn disponsn dn obrignçño do
uliíiznçño dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Anoxo dn Porlnrin SAlF nº 006/2010: Lisln do obrigndos à LFD om Minns Cornis om
2011.
· Lisln do obrigndos à LFD om Minns Cornis - 2009/2010/2011.
· Docrolo nº 45.554, do 18 do lovoroiro do 2011 - Pubíicndo no DCL MC do 19 do lovo-
roiro do 2011 - Prorrogn o prnzo do lrnnsmissño do nrquivo digilní roínlivo à Lscrilurnçño
Fiscní Digilní poío conlribuinlo obrigndo n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2011, npíicn-so lnm-
bém nn hipoloso do ndosño voíunlárin à LFD ocorridn n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2011.
obrigados
Lisln om: www5.fazenda.mg.gov.br/spedfiscal/files/Lista_obrigadosefD_2009_2010_2011(2011_02_10).
pdf
Perfil do leiaute
Pnrn n gornçño do nrquivo digilní roínlivo à Lscrilurnçño Fiscní Digilní, o conlribuinlo dovorá
ndolnr o íoinulo corrospondonlo no Porlií ºß.
Prazo de envio
A lrnnsmissño do nrquivo digilní roínlivo à Lscrilurnçño Fiscní Digilní sorá roníizndn nlé o din 15
do mes subsoquonlo no poríodo do npurnçño.
retificação
Nn hipoloso do rolilicnçño dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní, o conlribuinlo obsorvnrá o soguinlo:
l - dovorá gornr, vníidnr, nssinnr o onvinr o novo nrquivo digilní, pnrn subsliluir o nrquivo nnlo-
rior,
ll - nño sorá pormilido o onvio do nrquivo compíomonlnr.
353
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo obrigndo à LFD, n crilério do cndn unidndo lodorndn, podorá sor disponsndo dn
onlrogn dos nrquivos do SlN1LCkA (Convenio lCMS 57/95).
MS - MA1C CkCSSC DC SLL
Portal
SLFAZ-MS: www.efd.ms.gov.br
Legislação
· Docrolo nº 12.680, do 23 do dozombro do 2008 - lnslilui o Sub-nnoxo XlV no Anoxo
XV no koguínmonlo do lCMS, quo dispoo sobro n Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SA1 nº 2.184, do 10 do |nnoiro do 2011 - Dispoo sobro os procodimonlos n
sorom ndolndos nn LFD pnrn n oscrilurnçño dns silunçoos do lrnnslorencin o rocobimonlo
do snído dovodor/crodor o do FLCCMP.
· kosoíuçño SLFAZ nº 2.297, do 19 do novombro do 2010 - Pubíicn n íisln do obrigndos
à LFD n pnrlir do |nnoiro do 2011, roloronlo nos conlribuinlos do MS.
· kosoíuçño SLFAZ nº 2.253, do 10 do mnrço do 2010 - Prorrogn o prnzo do onlrogn
dos nrquivos dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) pnrn os conlribuinlos do Lslndo do Mnlo
Crosso do Suí.
· kosoíuçño/SLFAZ nº 2.249, do 10 do lovoroiro do 2010 - Dispoo sobro n obrignlo-
riodndo do nprosonlnçño o n ospocilicnçño lécnicn dos rogislros n sorom uliíizndos nn
oínbornçño dn LFD.
· kosoíuçño/SLFAZ nº 2.227, do 10 do solombro do 2009 - Compíomonln n íisln do
obrigndos à LFD |á pubíicndn nn kosoíuçño 2.212.
· kosoíuçño/SLFAZ nº 2.212, do 6 do |uího do 2009 - Pubíicn n íisln do obrigndos à LFD
n pnrlir do |nnoiro do 2010, roloronlo nos conlribuinlos do MS.
· kosoíuçño/SLFAZ nº 2.176, do 22 do dozombro do 2008 - Lslnboíoco os codigos do
n|uslos n sorom uliíizndos nn oínbornçño dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) poíos con-
lribuinlos do MS.
· kosoíuçño/SLFAZ nº 2.174, do 17 do dozombro do 2008 - Compíomonln n íisln do
obrigndos à LFD |á pubíicndn nn kosoíuçño 2.155.
· kosoíuçño/SLFAZ nº 2.155, do 22 do solombro do 2008 - Pubíicn n íisln do obrigndos
à LFD n pnrlir do |nnoiro do 2009, roloronlo nos conlribuinlos do MS.
354
ROBERTO DIAS DUARTE
obrigados
Pnrn o Lslndo do Mnlo Crosso do Suí, lornm pubíicndns ns kosoíuçoos SLFAZ 2.155/2008 o
2.174/2008 oslnboíocondo n obrignloriodndo dn onlrogn dn LFD n pnrlir do |nnoiro do 2009 o
ns kosoíuçoos SLFAZ 2.212/2009 o 2.227/2009, oslnboíocondo n obrignloriodndo dn onlrogn dn
LFD n pnrlir do |nnoiro do 2010.
Lisln consoíidndn om: www.efd.ms.gov.br/controle/showfile.php?id=75477
Perfil do leiaute
Compolo à Socrolnrin do Lslndo do Fnzondn nlribuir o porlií n cndn oslnboíocimonlo obrigndo à
LFD, pnrn quo oslo oínboro o nrquivo digilní do ncordo com o íoinulo corrospondonlo, dolinido om
nlo dn Comissño 1écnicn Pormnnonlo do Consoího Nncionní do Poíílicn Fnzondárin (CC1LPL).
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o din 15 do mes soguinlo no do rolorencin.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD modinnlo onvio do oulro nrquivo, pnrn subsliluiçño inlogrní
do nrquivo digilní dn LFD roguínrmonlo rocobido poín ndminislrnçño lribulárin.
Dispensa do sinteGrA
C oslnboíocimonlo obrigndo n LFD licn disponsndo dn onlrogn do SlN1LCkA npos o rocobimon-
lo poín Socrolnrin do Fnzondn do lres nrquivos digilnis dn LFD. Nño oslnrño disponsndos dn onlro-
gn do SlN1LCkA os oslnboíocimonlos obrigndos nos rogislros 88kDl, 88LkDPAA, 88LkPDAH,
88LkPDA, 88NFkA, 88NFkA0110, 88NFkA1120 o 88NFkA2131.
M1 - MA1C CkCSSC
Portal
SLFAZ-M1: www.sefaz.mt.gov.br/portal/subPages/efD/index.php
Legislação
A íogisínçño oslnduní oslá consumndn no klCMS, onlro os nrls. 245 o 280, o nn Porlnrin 166/2008.
obrigados
Cs crilérios dns omprosns obrigndns n LFD, n pnrlir do |nnoiro do 2009, oslño no nrl. 247 do
klCMS/M1. Pnrn 2010, os crilérios sño os conslnnlos no nrl. 247, nos sous pnrágrnlos 6º, 7º o 9º.
2009: www.sefaz.mt.gov.br/portal/subPages/PDf/relacao_obrigados_efD_2009_Atualiza-
do_11_02_2010.pdf
355
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
2010: www.sefaz.mt.gov.br/portal/subPages/PDf/relacao_obrigados_efD_2010_Atualiza-
do_11_02_2010.pdf
2011: www.sefaz.mt.gov.br/portal/subPages/PDf/contribuintes_obrigados_efD_a_partir_2011.
pdf
A SLFAZ-M1 nño dosobrigou os conlribuinlos do Simpíos Nncionní.
Perfil do leiaute
Compolo à Socrolnrin do Lslndo do Fnzondn nlribuir porlií nos oslnboíocimonlos íocníizndos no
lorrilorio mnlo-grossonso, pnrn lins do oínbornçño dn LFD (vorilicnr nns íislns).
Nn lníln do nlribuiçño do porlií no oslnboíocimonlo obrigndo no uso dn LFD, o conlribuinlo do-
vorá obodocor no íoinulo roínlivo no Porlií ºA¨.
Prazo de envio
Alé o din 15 do mes soguinlo no dn npurnçño, sondo nnlocipndo pnrn o din ulií imodinlnmonlo
nnlorior, cnso cnin num sábndo, domingo ou lorindo
retificação
C conlribuinlo podorá ololunr n romossn do nrquivo com visln à rolilicnçño do nrquivo nnlorior-
monlo romolido, dosdo quo provinmonlo nulorizndo poín Socrolnrin do Lslndo do Fnzondn do
Mnlo Crosso.
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo usuário dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) licn disponsndo dns obrignçoos do
onlrogn dos nrquivos oslnboíocidos poío Convenio lCMS nº 57, do 28 do |unho do 1995, n pnrlir
do mes do rolorencin om quo so lornou obrignlorin n onlrogn dos nrquivos dn LFD o dosdo quo
nño hn|n inlorrupçño nn rospoclivn nprosonlnçño.
PA - PAkA
Portal
SLFA-PA: www.sefa.pa.gov.br
Legislação
· lnslruçño Normnlivn nº 08, do 16 do lovoroiro do 2011.
· Docrolo nº 4.676, do 18 do |unho do 2001 (klCMS/PA).
obrigados
Lisln consoíidndn om: www.sefa.pa.gov.br/site/inf_contribuinte/sped/sped_fiscal/ListA_sPeD_PA.PDf.
356
ROBERTO DIAS DUARTE
Perfil do leiaute
Dolinido poín SLFA nn íisln do obrigndos.
Prazo de envio
C prnzo pnrn nprosonlnçño dn LFD é nlé o décimo quinlo din do mes subsoquonlo.
retificação
Nño dolinido.
Dispensa do sinteGrA
C SlN1LCkA licn disponsndo n pnrlir dn rolorencin |nnoiro do 2011 pnrn os obrigndos à Lscrilu-
rnçño Fiscní Digilní.
Pß - PAkAÍßA
Portal
SLk-Pß: www.receita.pb.gov.br/idxserv_sped.php
Legislação
· Porlnrin 103/2010 - Prorrogn o prnzo do onvio do nrquivo roínlivo à LFD pnrn poríodo
do rolorencin |nnoiro, lovoroiro, mnrço, nbrií, mnio o |unho do 2011.
· Porlnrin 094/2010 - Dolorminn n obrignloriodndo, n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2011,
dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) pnrn conlribuinlos cu|n somn do vníor conlábií dns
snídns, inlormndo nn ClM, roloronlo no oxorcício do 2009, so|n suporior n kS 1,8 miíhño.
· Porlnrin 061/2010 - Prorrogn o prnzo do onvio do nrquivo roínlivo à LFD.
· Porlnrin 033/2010 - Prorrogn o prnzo do onvio do nrquivo roínlivo à LFD.
· Porlnrin 028/2010 - Acrosconln roínçño compíomonlnr no nnoxo dn Porlnrin 098/2009.
· Porlnrin 020/2010 - Prorrogn o prnzo do onvio do nrquivo roínlivo à LFD pnrn poríodo
do rolorencin |nnoiro, lovoroiro o mnrço do 2010.
· Porlnrin 010/2010 - Prorrogn o prnzo do onvio do nrquivo roínlivo à LFD pnrn poríodo
do rolorencin |nnoiro o lovoroiro do 2010.
· Porlnrin 007/2010 - Prorrogn o prnzo do onvio do nrquivo roínlivo à LFD.
· Anoxo dn Porlnrin 115/2009 - koínçño Compíomonlnr dns omprosns obrigndns à on-
lrogn dn LFD n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2010.
357
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
· Porlnrin 098/2009 - Lslnboíoco n Cbrignloriodndo dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD)
pnrn conlribuinlos roíncionndos om nnoxo unico, como lnmbém n obrignloriodndo do
Livro do kogislro do lnvonlário pnrn lodos os conlribuinlos onqundrndos nn LFD.
· Anoxo dn Porlnrin 098/2009 - koínçño dns omprosns obrigndns à onlrogn dn LFD n
pnrlir do 1º do |nnoiro do 2010.
· Docrolo 30.478/2009 - lnslilui n Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) no Lslndo dn Pnrníbn.
· Porlnrin 009/2009 (Anoxo) - koínçño dns omprosns obrigndns à onlrogn dn LFD n pnrlir
do 1º do |nnoiro do 2009.
· Porlnrin 090/2009 (pubíicndn no DCL do 1º do solombro do 2009) - Acrosconln Codi-
go à lnboín 5.1 do n|uslo do ínnçnmonlo o npurnçño do lCMS, conslnnlo do nnoxo unico
dn Porlnrin 070/CSLk.
· Porlnrin 070/2009 (pubíicndn no DCL do 2 do |unho do 2009) - Lslnboíoco ns lnboíns
do ínnçnmonlo o npurnçño do lCMS, conslnnlos do nnoxo nbnixo o dolorminn obrignlo-
riodndo dn nprosonlnçño dos rogislros 1200, 1210, 1400 o 1600 nn Lscrilurnçño Fiscní
Digilní (LFD).
· Anoxo unico dn Porlnrin 070/2009 - 1nboíns (5.1, 5.4 o 5.5) do n|uslos do ínnçnmonlo
o npurnçño do lCMS uliíizndns nn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
obrigados
Lisln consoíidndn om: www.receita.pb.gov.br/servicos/sped/novo_obrigados_efDPb.pdf
Perfil do leiaute
Vorilicnr nn íisln.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o din 10 do mes subsoquonlo no oncorrnmonlo
do mes dn npurnçño.
Há inumorns prorrognçoos do prnzos roníizndns nlrnvés do porlnrin. A uílimn loi:
· nlé o din 25 do |uího do 2011, o prnzo do onvio do nrquivo roínlivo à Lscrilurnçño Fiscní
Digilní (LFD), poríodo do rolorencin: nbrií, mnio o |unho do 2011 (Porlnrin nº 103/CSL).
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD:
l - no prnzo, indopondonlomonlo do nuloriznçño dn ndminislrnçño lribulárin,
ll - nlé 20 dins do prnzo, dosdo quo nulorizndo poín liscníiznçño do oslnboíocimonlos.
358
ROBERTO DIAS DUARTE
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo usuário dn LFD nño oslá disponsndo dns obrignçoos do onlrogn dos nrquivos os-
lnboíocidos poío Convenio lCMS 57/95.
PL - PLkNAMßLCC
Aindn nño pnrlicipn do pro|olo.
Pl - PlALÍ
Portal
SLFAZ-Pl: www.sefaz.pi.gov.br
Legislação
·Docrolo nº 13.500, do 23 do dozombro do 2008 (klCMS/Pl).
obrigados
Lisln consoíidndn om: www.sefaz.pi.gov.br/arquivos/legislacao/portarias/2010/Port2010-039.pdf
Perfil do leiaute
Vorilicnr nn íisln do obrigndos.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o vigésimo din do mes subsoquonlo no oncor-
rnmonlo do mes dn npurnçño.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD modinnlo onvio do oulro nrquivo pnrn subsliluiçño inlogrní
do nrquivo digilní dn LFD roguínrmonlo rocobido poín ndminislrnçño lribulárin.
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo obrigndo à LFD sorá disponsndo, n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2010, do onlrognr
os nrquivos SlN1LCkA.
Pk - PAkANA
Portal
SLFA-Pk: www.sped.fazenda.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=3
359
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Legislação
· Docrolo nº 1.980 do, do 21 do dozombro do 2007 (klCMS/Pk).
· Normn do Procodimonlo Fiscní 119/2009.
· Normn do Procodimonlo Fiscní 088/2010.
obrigados a partir de 2010
Lisln om: www.sped.fazenda.pr.gov.br/arquivos/file/efD/Lista_dos_contribuintes_Paranaenses_
obrigados_a_efD_nPf_n_007_2011.pdf
Perfil do leiaute
Vorilicnr nn íisln.
Prazo de envio
C nrquivo dn LFD dovorá sor onvindo nlé o din 25 do mes subsoquonlo no do oncorrnmonlo do
mes dn npurnçño.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD modinnlo onvio do oulro nrquivo pnrn subsliluiçño inlogrní
do nrquivo digilní dn LFD roguínrmonlo rocobido poín ndminislrnçño lribulárin.
Dispensa do sinteGrA
Nño há dolorminnçño oxprossn nn íogisínçño sobro disponsn do SlN1LCkA.
k¦ - klC DL ¦ANLlkC
Portal
SLFAZ-k¦: www.fazenda.rj.gov.br
Legislação
· kosoíuçño SLFAZ nº 242, do 23 do oulubro do 2009 - Dispoo sobro n obrignloriodndo
dn uliíiznçño dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) provisln no Convenio lCMS 143/06, o
dá oulrns providencins.
· Docrolo nº 27.427/00, do 17 do novombro do 2000 - koguínmonlo do lCMS.
obrigados
Lmprosns obrigndns no kio do ¦nnoiro:
360
ROBERTO DIAS DUARTE
1 - Lm 2009: íisln do obrigndos nn páginn dn Socrolnrin.
2 - Lm 2010: nlividndos obrigndns poín kosoíuçño SLFAZ 242/09:
2.1 - Anoxo l: mnio do 2010,
2.2 - Anoxo ll: |uího do 2010,
2.3 - Anoxo lll: solombro do 2010.
Ficnm obrigndos 1CDCS os oslnboíocimonlos dn omprosn (mnlriz o liíinis), com oxcoçño do
oscrilorio ndminislrnlivo.

Lslño disponsndos os oplnnlos poío Simpíos Nncionní o os oslnboíocimonlos com lnlurnmonlo
nnuní inlorior n kS120 mií.
Lisln om: www.fazenda.gov.br/confaz/confaz/Diversos/Lista_Atualizada_Jan2009_obrigados_
efD_2009.pdf
Perfil do leiaute
1odos os conlribuinlos, no kio do ¦nnoiro, dovorño nlondor no íoinulo no Porlií ºA¨, ou so|n, in-
lormnçoos dolníhndns.
Prazo de envio
Dnln íimilo do onlrogn: din 15 do mes subsoquonlo no poríodo inlormndo, indopondonlo do sor
sábndo, domingo ou lorindo.
retificação
1 - Alé n dnln íimilo, podorá sor loiln qunnlns vozos lorom nocossárins,
2 - Apos n dnln íimilo: somonlo com nuloriznçño dn SLFAZ, soíicilndn poío o-mnií spedrj@fazenda.
rj.gov.br. Lsln sorá váíidn por 60 dins.
Somonlo podorá sor loiln n rolilicnçño nn ínlogrn, nño so ncoilnndo pnrcinis ou compíomonlnros.
Dispensa do sinteGrA
C Lslndo do kio nindn nño disponsou os conlribuinlos obrigndos à LFD dn onlrogn do oulrns
obrignçoos ncossorins, como o SlN1LCkA, n ClA o n MFD.
kN - klC CkANDL DC NCk1L
Portal
SL1-kN: www.set.rn.gov.br
361
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Legislação
· Docrolo nº 20.752, do 9 do oulubro do 2008 - Aílorn o klCMS pnrn dispor sobro Ls-
crilurnçño Fiscní Digilní.
· Porlnrin nº 109/08-CS/SL1, do 13 do oulubro do 2008 - koíncionn os oslnboíocimonlos
obrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2009.
· Docrolo nº 21.126, do 29 do nbrií do 2009 - Consoíidn n íogisínçño oslnduní do kN
sobro LFD.
· Porlnrin nº 025/09-CS/SL1, do 4 do mnio do 2009 - Aílorn o porlií do nprosonlnçño dos
rogislros do nrquivo dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin nº 054/09-CS/SL1, do 17 do ¦uího do 2009 - koíncionn os oslnboíocimonlos
obrigndos à LFD, n pnrlir do 1º do ¦nnoiro do 2010.
· Docrolo nº 21.513, do 30 do dozombro do 2009 - Lslnboíoco n obrignloriodndo do
nprosonlnçño, poíos conlribuinlos do lCMS obrigndos no SPLD Fiscní, dos rogislros 1200,
1210, 1400 o 1600 nn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin nº 013/2010-CL/SL1, do 10 do lovoroiro do 2010 - Prorrogn, pnrn nlé 30 do
nbrií do 2010, o prnzo do onlrogn dos nrquivos dn LFD roloronlos nos mosos do |nnoiro
n mnrço do 2010, dos oslnboíocimonlos obrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) n
pnrlir do 1º do |nnoiro do 2010.
· Porlnrin nº 040/2010-CS/SL1, do 10 do mnio do 2010 - Disponsn os oslnboíocimonlos
obrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), do onlrogn dos nrquivos digilnis do SlN1L-
CkA, oslnboíocidos no Convenio lCMS 57/95.
· Porlnrin nº 051/2010-CS/SL1, do 10 do |unho do 2010 - koíncionn oslnboíocimonlos
obrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2010.
· Porlnrin nº 063/2010-CS/SL1, do 6 do |uího do 2010 - Disponsn os oslnboíocimonlos
obrigndos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), do onlrogn dos nrquivos digilnis do SlN1L-
CkA, oslnboíocidos no Convenio lCMS 57/95.
· Porlnrin nº 090/2010 - koíncionn grupo do oslnboíocimonlos obrigndos à Lscrilurnçño
Fiscní Digilní (LFD), n pnrlir do 1º do |nnoiro do 2011.
· lnslruçño Normnlivn nº 003/2010 - Dispoo sobro n uliíiznçño dos codigos do n|uslo dn
npurnçño do lCMS, lnboín 5.1.1 do nlo CC1LPL/lCMS nº 09, do 18 do nbrií do 2008, o
suns nluníiznçoos, no âmbilo dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· lnslruçño Normnlivn nº 004/2010 - Dispoo sobro n componsnçño dos snídos crodoros
o dovodoros onlro os oslnboíocimonlos do mosmo su|oilo pnssivo íocníizndos noslo Lsln-
do com npurnçño conlrníizndn, nos lormos do nrl. 106-A do koguínmonlo do lCMS, no
âmbilo dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
362
ROBERTO DIAS DUARTE
· Crionlnçño 1écnicn LFD nº 001/2010 - Dispoo sobro n uliíiznçño dos codigos do n|us-
los dn npurnçño do lCMS nos rogislros L111 o L220.
· Crionlnçño 1écnicn LFD nº 002/2010 - Dispoo sobro n npurnçño conlrníizndn no
âmbilo dn LFD.
· Crionlnçño 1écnicn dn LFD nº 003/2010 - Dispoo sobro n nnlocipnçño lribulárin, som
oncorrnmonlo do lnso do lribulnçño, o sou rogislro nn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Crionlnçño 1écnicn LFD nº 004/2010 - Dispoo sobro n subsliluiçño lribulárin provisln
no nrl. 944-l, pnrn os produlos do inlormálicn roíncionndos no nrl. 103 do klCMS/kN, o
sou rogislro nn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
obrigados a partir de 2010
2009:www.set.rn.gov.br/contentProducao/aplicacao/set_v2/sped/arquivos/estab_30-09-2009.
doc
2010:www.set.rn.gov.br/contentProducao/aplicacao/set_v2/sped/arquivos/estab_08-01-2010.
doc
Perfil do leiaute
C porlií do nprosonlnçño do cndn oslnboíocimonlo obrigndo à LFD sorá nlribuído poín SL1, pnrn
quo oslo oínboro o nrquivo digilní do ncordo com o íoinulo corrospondonlo, dolinido no Alo
CC1LPL/lCMS nº 09, do 18 do nbrií do 2008, o suns nílornçoos poslorioros.
Qunndo n SL1 nño nlribuir um porlií no oslnboíocimonlo, o conlribuinlo dovorá obodocor no
íoinulo roínlivo no Porlií ºA¨. C porlií do nprosonlnçño do nrquivo dn LFD moncionndo no caput
podorá sor nílorndo n quníquor momonlo por nlo ndminislrnlivo do socrolário do Lslndo dn 1ribu-
lnçño, nño so considornndo nluníiznçño dn íisln do obrigndos à LFD lní nílornçño.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD conlorá n inlormnçño do poríodo do npurnçño do lCMS o sorá lrnnsmi-
lido nlé o din 15 do mes subsoquonlo no oncorrnmonlo do mes dn npurnçño
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD:
l - nlé o prnzo, indopondonlomonlo do nuloriznçño dn SL1,
ll - nnlos do inicio do quníquor nçño liscní.
A rolilicnçño do quo lrnln oslo nrligo sorá ololundn modinnlo onvio do oulro nrquivo pnrn subs-
liluiçño inlogrní do nrquivo digilní dn LFD roguínrmonlo rocobido poío nmbionlo nncionní do
SPLD.
363
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Dispensa do sinteGrA
C oslnboíocimonlo obrigndo à LFD licn disponsndo dn onlrogn dos nrquivos do SlN1LCkA, os-
lnboíocidns no Convenio lCMS 57/95, npos o onvio por lres mosos consoculivos do nrquivo dn
LFD, o vníidnçño do sou conloudo poín SL1.
kC - kCNDCNlA
Portal
SLFlN-kC: www.portal.sefin.ro.gov.br
Legislação
· Docrolo nº 8321, do 30 do nbrií do 1998 - DCL, do 6 do mnio do 1998.
obrigados
Lisln om: www.portal.sefin.ro.gov.br/site/userfiles/file/Lista_obrigados.doc
Perfil do leiaute
Vorilicnr nn íisln.
Qunndo n Coordonndorin dn kocoiln Lslnduní nño nlribuir um porlií no oslnboíocimonlo, o con-
lribuinlo dovorá obodocor no íoinulo roínlivo no Porlií ºA¨.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o décimo quinlo din do mes subsoquonlo no
oncorrnmonlo do mes dn npurnçño.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD:
l - nlé o prnzo, indopondonlomonlo do nuloriznçño do lisco,
ll - npos o prnzo, dopondondo do nuloriznçño do lisco, modinnlo lormníiznçño do procosso n
sor nprosonlndo à unidndo dn kocoiln Lslnduní do silunçño do conlribuinlo pnrn nprocinçño o
docisño por nudilor liscní do lribulos oslndunis, om quo so oxponhnm ns nílornçoos nocossárins
o os sous molivos.
Dispensa do sinteGrA
“§ 5º o contribuinte obrigado à efD fica dispensado das obrigações de entrega dos arquivos
estabelecidos pelo convênio icms 57/95.” (ricms/ro).
Conludo, no porlní dn SLFlN há inlormnçño conlrárin à íogisínçño:
364
ROBERTO DIAS DUARTE
´13 - A cnt:c¿a do SFLL dc:oL:¡¿a a cnt:c¿a: a CIAA c SIÞTLCKA.
K - A pa:t¡: dc ]anc¡:o dc 2009, a cmp:c:a quc cnt:c¿a: SFLL c:ta:a d¡:pcn:ada da cnt:c¿a do SIÞTL-
GrA. Quanto à GiAm, esta dispensa somente acontecerá no segundo semestre de 2009.
K - Þáo, o: do¡: a:qu¡vo: (SIÞTLCKA c CIAA) ·ont¡nua:áo a :c: cnt:c¿uc: atc quc a ·on:oI¡daçáo da:
informações seja feita pela sefin-ro.”
12581
kk - kCkAlMA
Portal
SLFAZ-kk: www.sefaz.rr.gov.br
Legislação
· Porlnrin SLFAZ nº 105, do 18 do lovoroiro do 2010 - DCL kk, do 24 do lovoroiro do
2010.
· Porlnrin SLFAZ/CAß nº 504, do 16 do |uího do 2010 - DCL kk, do 19 do |uího do
2010.
· Acordo SLFAZ nº 25, do 14 do |nnoiro do 2011 - DCL kk, do 17 do |nnoiro do 2011.
obrigados a partir de 2010
Lisln om:
www.robertodiasduarte.com.br/files/cad_es-rr+Port+sefAZ+105+2010+oLr+Anexo.doc.
Perfil do leiaute
2009 - Vor íisln dos obrigndos.
2010 - Cs conlribuinlos obrigndos à LFD n pnrlir do 2010 dovorño nprosonlnr ns inlormnçoos
no Porlií ºß¨.
Prazo de envio
Alé o din 20 do mes subsoquonlo no oncorrnmonlo do mes dn npurnçño.
retificação
lndolinido.
Dispensa do sinteGrA
lndolinido.
125. SLFlN-kC. SPLD - Sislomn Pubíico do Lscrilurnçño Digilní. Perguntas e respostas referentes ao SPED. Disponívoí om:
<www.portal.sefin.ro.gov.br/site/conteudo.action?conteudo=242#14>. Pubíicndo om: 23 lov. 2011.
365
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
kS - klC CkANDL DC SLL
Portal
SLFAZ-kS: www.sefaz.rs.gov.br/site/index.aspx
Legislação
· lN DkP 45/98 - 1íluío l - Cnpíluío ll - Dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní.
obrigados
Cs conlribuinlos obrigndos à LFD oslño roíncionndos no ondoroço oíolrónico www.fazenda.gov.
br/confaz sob n idonlilicnçño: ºLisln Cbrigndos LFD 2009¨.
Perfil do leiaute
Vorilicnr íisln.
Prazo de envio
Cs nrquivos dn LFD, roloronlos no poríodo do solombro do 2009 o poslorioros, dovorño sor onlro-
guos nlé o din 25 do mes subsoquonlo no oncorrnmonlo do mes dn npurnçño.
retificação
Nño dolinido.
Dispensa do sinteGrA
C conlribuinlo obrigndo ou oplnnlo à LFD nño oslá disponsndo dn obrignloriodndo do onlrogn
dos nrquivos oslnboíocidos poío Convenio lCMS 57/95.

SC - SAN1A CA1AklNA
Portal
SLF-SC: http://spedfiscal.sef.sc.gov.br
Legislação
· koguínmonlo do lCMS, Anoxo 11 - Cbrignçoos liscnis ncossorins om moio oíolrónico.
· Porlnrin SLF nº 166, do 21 do oulubro do 2008.
· Novn rodnçño do Mnnuní do Crionlnçño do Loinulo dn LFD dndn poín Porlnrin SLF nº
008, do 13 do |nnoiro do 2010, pubíicndn no DCL do 13 do |nnoiro do 2010.
· Porlnrin SLF, pubíicndn om 7 do novombro do 2008, quo nprovn o Mnnuní do Crion-
366
ROBERTO DIAS DUARTE
lnçño do Loinulo dn LFD.
· Porlnrin SLF 134/2010
· A Porlnrin SLF-SC 134/2010 nílorn n vigencin o o íoinulo do ßíoco C (ClAP) dn LFD.
obrigados
Lm Snnln Cnlnrinn, os crilérios dns omprosns obrigndns à LFD, n pnrlir do |nnoiro do 2009, oslño
no inciso l do nrl. 25 do Anoxo 11 do klCMS/SC.
As obrignloriodndos n pnrlir do 2010 sño:
· n pnrlir do 1º do nbrií, pnrn os conlribuinlos cu|n somn do vníor conlábií dns snídns
roníizndns poío con|unlo dos sous oslnboíocimonlos íocníizndos noslo Lslndo, inlormndo
nn Docínrnçño do lnlormnçoos do lCMS o Movimonlo Lconómico (DlML), roloronlo no
oxorcício do 2008, so|n suporior n kS 24 miíhoos, oxcolo qunnlo nos conlribuinlos |á
obrigndos nnloriormonlo,
· n pnrlir do 1º do |uího, pnrn o conlribuinlo cu|n somn do vníor conlábií dns snídns
roníizndns poío con|unlo dos sous oslnboíocimonlos íocníizndos noslo Lslndo, inlormndo
nn Docínrnçño do lnlormnçoos do lCMS o Movimonlo Lconómico (DlML), roloronlo no
oxorcício do 2008, so|n iguní ou suporior n kS 12 miíhoos nlé kS 24 miíhoos, oxcolo
qunnlo nos conlribuinlos |á obrigndos nnloriormonlo,
· n pnrlir do 1º do |uího do 2011, pnrn os domnis conlribuinlos rogislrndos no Cndnslro
do Conlribuinlos do lCMS (CClCMS), oxcolo os onqundrndos no Simpíos Nncionní.
Perfil do leiaute
C Lslndo do Snnln Cnlnrinn ndolou, pnrn os sous conlribuinlos, o Porlií ºß¨, oxcolo pnrn ns
omprosns do onorgin oíélricn, ns do comunicnçño o loíocomunicnçño quo oslnrño obrigndns no
Porlií ºA¨.
Prazo de envio
C nrquivo LFD dovo sor lrnnsmilido no SPLD nlé o 20º din do mes subsoquonlo no dn npurnçño
do imposlo.
retificação
L possívoí n ºromossn do nrquivo subslilulo¨, com o codigo do linníidndo iguní n º1¨ do ncordo
com o íoinulo do kogislro 0000. Apos o prnzo oslnboíocido nn íogisínçño pnrn n romossn dos
nrquivos dn LFD, n subsliluiçño dos nrquivos nnloriormonlo romolidos poío conlribuinlo nindn
nño dopondo do nuloriznçño dn Socrolnrin do Lslndo dn Fnzondn.
A subsliluiçño do nrquivos onlroguo dovorá sor loiln nn sun ínlogrn, nño so ncoilnndo nrquivos
compíomonlnros pnrn o mosmo poríodo inlormndo.
367
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
Dispensa do sinteGrA
Cs oslnboíocimonlos íocníizndos no Lslndo do Snnln Cnlnrinn, obrigndos n LFD, licnm disponsn-
dos dn onlrogn dos nrquivos SlN1LCkA.
SL - SLkClPL
Portal
SLFAZ-SL: www.sefaz.se.gov.br/sped
Legislação
· Porlnrin nº 367/2009-SLFAZ.
· klCMS/SL (Livro ll - nrl. 349-A no 349-S).
· Porlnrin nº 509/2010-SLFAZ, do 22 do |unho do 2010.
obrigados
Lisln om: http://legislacao.sefaz.se.gov.br/legisinternet.dll/infobase1/portarias/icms/21-porta-
rias09/pt0367.htm?f=templates&fn=document-frame.htm&q=efD&x=simple&2.0#LPHit1
(Portaria nº 367/2009-sefAZ, de 1º de junho de 2009).
Novn íisln om:
www.sefaz.se.gov.br/banner/portaria_509_2010.pdf
(Porlnrin nº 509/2010-SLFAZ, do 22 do |unho do 2010).
Perfil do leiaute
Vorilicnr íisln.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovo sor onvindo nlé o 20º din do mes subsoquonlo no mes dn npurnçño.
retificação
C conlribuinlo podorá rolilicnr n LFD nlé o prnzo, indopondonlomonlo do nuloriznçño dn Socro-
lnrin do Lslndo dn Fnzondn do Sorgipo - SLFAZ. Apos o prnzo, o conlribuinlo somonlo podorá
rolilicnr n LFD com n nuloriznçño dn SLFAZ.
Dispensa do sinteGrA
lndolinido.
368
ROBERTO DIAS DUARTE
SP - SÃC PALLC
Portal
SLFAZ-SP: www.fazenda.sp.gov.br/sPeD
Legislação
· Porlnrin CA1-147, do 27 do |uího do 2009 - Discipíinn os procodimonlos n sorom ndo-
lndos pnrn lins dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD) poíos conlribuinlos do lCMS.
· Porlnrin CA1-20, do 10 do lovoroiro do 2011 - Aílorn n Porlnrin CA1-147/09, do 27 do
|uího do 2009, quo discipíinn os procodimonlos n sorom ndolndos pnrn lins dn Lscrilurn-
çño Fiscní Digilní (LFD) poíos conlribuinlos do lCMS. (Novo!)
· Porlnrin CA1-121, do 3 do ngoslo do 2010 - Aílorn n Porlnrin CA1-147/09, do 27 do |u-
ího do 2009, quo discipíinn os procodimonlos n sorom ndolndos pnrn lins dn Lscrilurnçño
Fiscní Digilní (LFD) poíos conlribuinlos do lCMS.
· Arligo 250-A - klCMS - koguínmonlo do lCMS - Lmissño o n oscrilurnçño do docu-
monlos o do íivros liscnis podorño sor ololundns por sislomn oíolrónico do procossnmonlo
do dndos.
obrigados
Consuíln disponívoí om: www.fazenda.sp.gov.br/sped/obrigados/obrigados.asp
· Comunicndo DLA1 - Sério LFD - Lscrilurnçño Fiscní Digilní - nº 1/2011 - Comunicndo
do Crodoncinmonlo Voíunlário
· Comunicndo DLA1 - Sério LFD - Lscrilurnçño Fiscní Digilní - nº 5/201 - Comunicndo
do Cbrignloriodndo do Clício
· Comunicndo DLA1 - Sério LFD - Lscrilurnçño Fiscní Digilní - nº 4/2010 - Comunicndo
do Crodoncinmonlo Voíunlário
· Comunicndo DLA1 - Sério LFD - Lscrilurnçño Fiscní Digilní - nº 3/2010 - Comunicndo
do Crodoncinmonlo Voíunlário
· Comunicndo DLA1 - Sério LFD - Lscrilurnçño Fiscní Digilní - nº 2/2010 - Comunicndo
do Crodoncinmonlo Voíunlário
· Comunicndo DLA1 - Sério LFD - Lscrilurnçño Fiscní Digilní - nº 1/2010 - Comunicndo
do Cbrignloriodndo do Clício
Perfil do leiaute
Nn hipoloso do nño lor sido nlribuído porlií do nprosonlnçño no conlribuinlo, oslo dovorá gornr
o nrquivo digilní dn LFD com bnso no íoinulo corrospondonlo no porlií do nprosonlnçño mnis
369
MANLAL DL SCßkLVlVLNClA DC LMPkLLNDLDCk NC MLNDC PCS-SPLD
dolníhndo donlro nquoíos dolinidos om Alo CC1LPL.
Prazo de envio
C nrquivo digilní dn LFD dovorá sor onvindo nlé o din 25 do mes subsoquonlo no poríodo n quo
so roloro.
retificação
´A:t¡¿o 15 - C ·ont:¡Lu¡ntc podc:a :ct¡ì¡·a: a LIL :cIat¡va ao pc:Iodo dc :cìc:én·¡a pa:a o quaI a Sc·:c-
taria da fazenda já tenha recepcionado regularmente o respectivo arquivo digital.
§ 1º Para fins do disposto no “caput”, o contribuinte deverá, observado o disposto nos capítulos ii, iii
e iv desta portaria:
1 - ¿c:a: um novo a:qu¡vo d¡¿¡taI quc ·ontcnha toda: a: ¡nìo:maçoc: :cIat¡va: à LIL pa:a o mc:mo
período de referência, incluindo aquelas objeto de retificação, bem como o respectivo código da fina-
lidade do arquivo, conforme previsto no leiaute de que trata o artigo 5º;
2 - cnv¡a: à Sc·:cta:¡a da Ia2cnda o a:qu¡vo d¡¿¡taI dc quc t:ata o ¡tcm 1, cm :uL:t¡tu¡çáo ao uIt¡mo
arquivo digital da efD por ela regularmente recepcionado.
§ 2º o contribuinte poderá, observados os procedimentos previstos no § 1º, retificar a efD relativa ao
período de referência, independentemente de autorização da secretaria da fazenda, em até 60 (ses-
senta) dias após o vencimento do prazo de entrega do arquivo digital da efD de que trata o artigo 10.
§ 3º Após decorridos 60 (sessenta) dias do vencimento do prazo de entrega do arquivo digital da efD,
dependerá de autorização da secretaria da fazenda a substituição do arquivo digital da efD com a fi-
nalidade de retificação, quando desta resultar, cumulativamente ou não, em relação ao correspondente
período de apuração:
1 - d¡m¡nu¡çáo do ¡mpo:to a pa¿a:,
2 - aumcnto dc :aIdo ·:cdo: dc ¡mpo:to a :c: t:an:po:tado pa:a o pc:Iodo :c¿u¡ntc,
3 - aItc:açáo do vaIo: totaI dc cnt:ada:,
4 - aItc:açáo do vaIo: totaI dc :aIda:.
§ 4º Para fins do disposto no § 3º, o contribuinte deverá, após ter cumprido os procedimentos previstos
no § 1º, protocolizar pedido de retificação da efD perante o Posto fiscal ao qual estiver vinculado o
seu estabelecimento, instruindo-o com os seguintes documentos:
1 - dcmon:t:at¡vo da :ct¡ì¡·açáo da LIL, ondc ·on:tc o :c:umo da: aItc:açoc: a :c:cm cìctuada:,
2 - ·op¡a, cm papcI, do :c:pc·t¡vo p:oto·oIo quc ·omp:ovc a :c¿uIa: :c·cpçáo, pcIa Sc·:cta:¡a da
fazenda, do arquivo digital da efD a ser retificada;
3 - ·op¡a, cm papcI, do :c:pc·t¡vo p:oto·oIo quc ·omp:ovc a :c¿uIa: :c·cpçáo, pcIa Sc·:cta:¡a da
fazenda, do arquivo digital da efD retificadora, de que tratam os itens 1 e 2 do § 1º;
4 - Cu¡a dc A::c·adaçáo L:taduaI - Lcma¡: Kc·c¡ta: - CAKL - LK :cIat¡va ao :c·oIh¡mcnto da Taxa dc
fiscalização e serviços Diversos devida em razão da substituição da efD original.
§ 5º Após decorridos 90 (noventa) dias do vencimento do prazo de entrega do arquivo digital da efD,
em qualquer caso, a sua substituição com finalidade de retificação só poderá ser efetuada mediante
autorização da secretaria da fazenda, devendo ser observado o procedimento estabelecido no § 4º.
370
ROBERTO DIAS DUARTE
§ 6º nas hipóteses do §§ 3º e 5º, o arquivo digital de que tratam os itens 1 e 2 do § 1º, desde que re-
gularmente recepcionado pela secretaria da fazenda no termos do disposto no inciso ii do artigo 12,
ficará pendente de homologação para fins de retificação da efD enquanto tal retificação não tiver sido
formalmente autorizada pela secretaria da fazenda.
§ 7º será considerada inválida a substituição do arquivo digital da efD com a finalidade de retificação
efetuada em desacordo com o disposto neste artigo.
§ 8º o disposto neste artigo não implicará autorização ou homologação de reconstituição da escritura-
ção fiscal relativamente ao respectivo período de apuração.”
126

82
Dispensa do sinteGrA
Dosdo 1º do |nnoiro do 2010, os conlribuinlos su|oilos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD), nos
lormos do nrl. 250-A do klCMS/SP/2000, sño dosobrigndos dn gornçño do nrquivos digilnis do
SlN1LCkA.
Lssn disponsn oslá provisln no § 1º-A do nrl. 1º dn Porlnrin CA1 nº 32/1996, ncrosconlndo poín
Porlnrin CA1 nº 273/2009.
1C - 1CCAN1lNS
Portal
SLFAZ-1C: www.sefaz.to.gov.br/sped/sped-estadual.php
Legislação
· Porlnrin SLFAZ nº 1.806 - Lslnboíoco n obrignloriodndo o o crodoncinmonlo dos con-
lribuinlos do lCMS, pnrn n uliíiznçño do Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SLFAZ nº 1.806 - Anoxo l: koínçño dns omprosns obrigndns à Lscrilurnçño
Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SLFAZ nº 1.806 - Anoxo ll: 1ormo do crodoncinmonlo do uso dn Lscrilurnçño
Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SLFAZ nº 2.196 - Dispoo sobro n obrignloriodndo o o crodoncinmonlo dos
conlribuinlos do lCMS pnrn uso dn Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SLFAZ nº 54 - Aílorn o prnzo pnrn n onlrogn do Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SLFAZ nº 1.415 - Dispoo sobro os prnzos do onlrogn dos nrquivos dn Lscrilu-
rnçño Fiscní Digilní (LFD).
· Porlnrin SLFAZ nº 423 - Dispoo sobro n prorrognçño do prnzo pnrn n onlrogn dos nr-
quivos roínlivos à Lscrilurnçño Fiscní Digilní (LFD).
126. SLFAZ-SP. Iortaria CAT - 147, dc 27 dc ¡u!ho dc 2009. Disponívoí om: <http://info.fazenda.sp.gov.br/nXt/gateway.dll/legisla-
cao_tributaria/portaria_cat/pcat14720