MANUAL

DE NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA TRABALHOS CIENTÍFICOS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA Reitor João Carlos Gomes Vice-Reitor Carlos Luciano Sant’Ana Vargas Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Culturais Gisele Alves de Sá Quimelli

Editora UEPG Beatriz Gomes Nadal Conselho Editorial Christiana Andrade Pessoa David de Souza Jaccoud Filho Djane Antonucci Correa Fábio André dos Santos Gisele Alves de Sá Quimelli Sidnei Antônio Pianaro

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA BIBLIOTECA CENTRAL PROFESSOR FARIS MICHAELE

MANUAL
DE NORMALIZAÇÃO BIBLIOGRÁFICA TRABALHOS CIENTÍFICOS

Editora EPG

T. poderá ser reproduzida ou transmitida. Publicações . Redação técnica. U58 Manual de normalização bibliográfica para trabalhos científicos. 3. ISBN 978-8586941-41-7 1. ed. mecânicos. Biblioteca Central Prof.© Editora UEPG Nenhuma parte deste livro. fotográficos. 141 p. 2010. CDD : 001. Faris Michaele. Ponta Grossa: UEPG. 1 84010-919 – Ponta Grossa – Paraná Fone/fax: (42) 220-3306 e-mail: editora@uepg. rev. sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos. n. 2. il.normas.4 Depósito legal na Biblioteca Nacional Editora filiada à ABEU Associação Brasileira das Editoras Universitárias Editora UEPG Praça Santos Andrade.br 2010 . I. sem autorização prévia por escrito da Editora. gravação ou quaisquer outros. Capa Cláudia Gomes Fonseca Projeto Gráfico/Diagramação Márcia Smaniotto Ficha catalográfica elaborada pela UEPG/Biblioteca Central/Processos Técnicos Universidade Estadual de Ponta Grossa.

EQUIPE TÉCNICA ORGANIZADORA ÂNGELA MARIA OLIVEIRA CRISTINA MARIA BOTELHO EUNICE SILVA DE NOVAIS IVANI DA SILVA JOSEANI MARIA FERRO MARIA LÚCIA CAZARIN BEZERRA MADRUGA MARIA LUZIA FERNANDES BERTHOLINO MARY TOMOKO INOUE VERA LÚCIA BRAGA DA SILVA .

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sua missão de orientar nossa comunidade. da Universidade Estadual de Ponta Grossa. ensejando. é a padronização dos trabalhos que compõem sua produção científica e cultural. a partir desta publicação. ficamos orgulhosos pelo trabalho realizado pela equipe da Biblioteca Central. de forma brilhante. como Vice-Reitor da Universidade. a publicação do Manual de normalização bibliográfica para trabalhos científicos. Nesse sentido. professores e pesquisadores no que se refere à utilização de padrões e normas na área de documentação e informação. que cumpre. Portanto. seja nos Cursos de Graduação. seja na Educação continuada. Prof. ao atender os padrões determinados. que os objetivos universitários sejam atingidos. dessa maneira e na sua área de atuação. vem suprir uma grande deficiência existente nesse campo de atuação. A fácil consulta. Italo Sérgio Grande Vice-Reitor da UEPG . a riqueza de exemplos e as orientações encontradas nesta obra com certeza facilitarão o desenvolvimento dos trabalhos de alunos.PREFÁCIO Uma das grandes dificuldades encontradas pela comunidade universitária. contribuindo de forma efetiva para a melhoria da qualidade e proporcionando uma apresentação perfeita dos trabalhos acadêmicos. fruto do trabalho da equipe de bibliotecárias da Biblioteca Central. a comunidade passa a contar com um conjunto de normas e padrões da própria Universidade. É preciso considerar também que.

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Com as alterações e atualizações das normas de informação e documentação. Assim sendo. O manual tem como objetivos incentivar o uso de padrões na produção bibliográfica/científica da UEPG.APRESENTAÇÃO A produção científica e intelectual da comunidade universitária da UEPG requer normalização e padronização adequadas que facilitem o acesso a consultas. monografias. que passam por reformulações e substituição de normas antigas. A orientação bibliográfica é um serviço oferecido pela BICEN à comunidade universitária. Daí o propósito desta publicação: de fornecer esclarecimentos necessários para uma perfeita apresentação dos trabalhos acadêmicos dentro dos padrões estabelecidos nas normas de documentação e informação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). em forma de manual. Cabe à Biblioteca Central (BICEN) indicar quais as normas disponíveis e adotadas. o que será de utilidade tanto na vida acadêmica quanto na educação continuada da comunidade universitária. com orientações que divulguem o uso de padrões aplicados à informação e documentação. trabalhos de conclusão de curso. As normas técnicas aplicadas à informação e documentação são utilizadas na elaboração de trabalhos acadêmicos. dissertações e teses desenvolvidos em cursos de graduação e de pós-graduação. sua equipe de bibliotecárias dedicou-se a formular uma publicação. favorecer a uniformização formal de trabalhos para maior qualidade da comunicação científica escrita e orientar quanto ao uso de normas técnicas aplicadas à documentação bibliográfica. visando orientá-la quanto ao uso das normas. o manual traz uma compilação das seguintes normas: . A importância dessas normas está no fato de seguirem padrões nacionais adotados pela ABNT.

No capítulo que trata das referências. com recomendações para sua estrutura e disposição gráfica. poder contribuir para a orientação à comunidade acadêmica quanto ao uso de normas e padrões para a Área de Documentação e informação. Quanto às citações. estão indicadas as formas de referenciação dos vários tipos de documentos. recomendando-se que em situações não contempladas nesta publicação recorra-se à norma na íntegra. desde que este siga um padrão para a totalidade do trabalho. Cabe ressaltar que não foram indicados todos os tipos de documentos e formas de referenciá-los. As normas são descritas linearmente. NBR 10520 (Citação – apresentação) e NBR14724 (Trabalhos acadêmicos – apresentação). procurou-se destacar as principais situações que aparecem na elaboração de textos acadêmicos. Espera-se. com inserção de exemplos para facilitar sua compreensão. Maria Luzia Fernandes Bertholino Diretora da Biblioteca Central 10 . NBR 6023 (Referências – elaboração). O capítulo sobre apresentação formal de trabalhos acadêmicos contém os itens que compõem um trabalho. para que seus padrões e recomendações pudessem ser transformados em modelos com o objetivo de orientar e facilitar sua interpretação pela comunidade acadêmica. por fim. com este manual. Em alguns desses itens há opções para escolha a critério do autor do documento. as quais foram analisadas.NBR 6022 (Artigo em publicação periódica impressa – apresentação). tendo em vista uma estética padrão.

....13 4..........1 1................1.......................11 4......8 1.................................................... Paginação ........................1.............. Quadros .............. Tabelas .................................... MODELO DE EPÍGRAFE NAS PÁGINAS PRÉ-TEXTUAIS .................3 1........1......................... MODELO DE ABSTRACT ...... MODELO DE AGRADECIMENTO .......................10 2 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS __ NBR 14724 ...................................................... ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO ............. MODELO DE RESUMO ................5 4.........1........4 1..9 1.........9 4...... Ilustrações ....................... Formato do papel ........................................................................7 1........................................................................ DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS QUE COMPÕEM A ESTRUTURA DO TRABALHO ........ MODELO DE ERRATA ................. REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ....................2 4.............SUMÁRIO 1 1...............................5 1........................................... Margens ......................................4 4.................................. MODELOS DE LISTA DE TABELAS .. MODELO DE EPÍGRAFE NO INÍCIO DE CAPÍTULOS OU SEÇÕES PRIMÁRIAS ............ MODELO DA ESTRUTURA DA FOLHA DE ROSTO....... Gráficos ................................................................................................................12 4..........................7 4........................................1.................................1 1.........1..................................... Fonte .........1 1.......... MODELO DE LOMBADA .......................................1............................1............ Espacejamento ....................... MODELO DA ESTRUTURA DA CAPA .......1................ 17 17 17 17 17 17 18 18 18 19 20 21 23 28 33 3 34 38 38 40 41 43 44 45 47 49 50 51 53 54 55 57 4 4...............1 4...................14 ............................................ MODELO DA ESTRUTURA DE DEDICATÓRIA. MODELO DA ESTRUTURA DA FOLHA DE APROVAÇÃO ........................... Indicativos de seção/capítulo e subseção ........................6 4......1.............................2 1.................................8 4.1......................................3 4.1................... Equações e fórmulas ..6 1...10 4.......................................... MODELOS .... MODELOS DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES ..............................9.......... MODELO DA FICHA CATALOGRÁFICA ................. Numeração progressiva .9..........................2 1.......................

................4............ Documentos diversos de um mesmo autor..................1 5.1...........15 5..........1 5........................... Citação de informações extraídas da Internet ........................16 5........................................................................................................ MODELO DE ÍNDICE REMISSIVO ............2 5..... Citação de dados obtidos por informação verbal ....2 5...................3........ 59 60 62 64 65 66 67 68 69 69 69 69 71 71 72 72 74 74 75 76 77 78 79 81 81 82 83 85 86 86 87 89 89 90 91 92 94 94 95 12 ...... Publicações sem autoria .........8 5................................ com datas diferentes ..17 4.............................3..........................17 5................................ Notas explicativas ....3...... com mais de três linhas .................11 5.........................................4....... Notas de rodapé ............1 5.......3 5.4 5.. MODELO DE APÊNDICE ... Diversos autores ........3........................ Notas de referências ......1...1..............1................15 4..........3 5...........16 4..............3......................................1................................................................. Sistema numérico mediante o uso de notas de referência com expressões latinas........3 5................................13 5................... Sistema numérico sem o uso de notas de referência ....................................3...... Sistema autor-data ................................................................ Três autores ............1 5.............3... Autores com mesmo sobrenome .. MODELOS DE SUMÁRIO COM NUMERAÇÃO PROGRESSIVA ..........................3...........................................................................3......................1 5........................................ MODELO DE ANEXO ...12 5...... Tradução em citação .. Autor entidade ..3........1.................................................................1....2........... Citação direta longa..........3 5........ de até três linhas .....3...... Citação de trabalho em fase de elaboração ........3.......22 5 5......2............................ MODELO DE REFERÊNCIAS − NBR 6023 .2 5..........18 4.......................3.........1...............1..... Expressões latinas .. MODELO DE GLOSSÁRIO ............................20 4...........10 5.1. Citação de citação no sistema numérico .........3.................3........3...1.......1......................1......1........ Dois autores . SISTEMAS DE CHAMADA ..........9 5.....................................................................................19 4................. Um autor: pessoa física ou entidade ......... Citação de citação ..6 5.................5 5...........3..........14 5................3...........................2 5......... Citação direta curta.....3. Sistema numérico ........3...............................................1 5.........................................................3..............3....................................2 MODELO DE LISTA DE SIGLAS ...3....3..2...7 5...............3.2......................4.................4 5...........3............. DEFINIÇÃO ............................1..................1.... Supressões...............1............... Documentos diversos do mesmo autor com mesma data ... Mais de três autores ..... CITAÇÃO – NBR 10520 ................. MODELOS DE SUMÁRIO EM ESTRUTURA DE CAPÍTULOS .............................................. interpolações (acréscimos e comentários) e destaques em citações diretas ....... TIPOS DE CITAÇÃO ..................21 4...................

..2 6............................................................7................. DEFINIÇÃO ..........................................................3 6..........7 6..... ESTRUTURA DAS REFERÊNCIAS .................................8 6.....1 6.............. Autor individual ...................................6 6.........5.....2 6..........................4 6.... AUTORIA ..............................3.........11 6...................................1.............. EDIÇÃO ...........1 6.....................1........5 6. 98 MODELO DE TEXTO COM O SISTEMA NUMÉRICO E NOTAS DE REFERÊNCIAS (EXPRESSÕES LATINAS) ...................................................................................... NOTAS .......... TRADUÇÃO ............3 6....... Ano de publicação ...... LOCALIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO ........................................................2 6.........................................12 6.............. Autor(es) em coletâneas ....................................2 6........3.................................................. Livros ......... Livros no todo ..............3 6............................................1......... Periódicos ...3............... Pseudônimo ...12...................................... Periódicos ...................1 6........ Livros ...7..12.........................3........................................................................................12..................................3............................ Periódico no todo .1 6.1...... IMPRENTA .......................5.............................................. Artigos em jornais ..........1 6..........................5.......... 95 MODELO DE TEXTO COM O SISTEMA NUMÉRICO....4...... 101 REFERÊNCIAS – NBR 6023 ....9 6...... Três autores ... Partes de livros sem autoria própria (o autor do capítulo é também autor do livro) .......7 6...........................4 5.........................12.............................5 6.......................................12...................................3...........1 6.............. Mais de três autores ..........4.......................... Partes de livros com autoria própria (o autor do capítulo não é o autor do livro) ...................8.6 MODELO DE TEXTO COM O SISTEMA DE CHAMADA AUTOR-DATA ..................................1 6...................8 6......... Artigo de evento ...........................5 6.1......12.... SEM NOTAS DE REFERÊNCIAS (EXPRESSÕES LATINAS) .......1............5 5......4 6............................... PONTUAÇÃO ...................... Editora ..........................12..............1 6......12...................................12................................ Autor desconhecido .....7..............................................................................12.................................................................................................................... Artigo de periódico ............................................................................................ Dois autores ..................................................3.................. Autor entidade ...................................................................................... DESCRIÇÃO FÍSICA ................ Eventos .................2 6.. Local ....1........4 6........1............................................ Evento no todo .........................3 13 ..................................................................12.................................................................................... 104 104 112 112 114 114 114 115 115 115 116 116 117 117 117 117 118 118 120 120 120 121 121 121 122 122 122 122 123 123 124 124 125 125 126 126 126 6 6.............1..................................10 6..................... TÍTULO ............6 6..1.....2 6..5..........8...........3..... SÉRIES E COLEÇÕES ..................................................................2 6..............................................................................3 6............

1...................................2 7.................12...........1...1.............1........................ Patente ..................................................4 6........ Páginas consultadas na Internet − www .................................12.11 6......... Outros documentos eletrônicos ...............1.....1 7.........8 6............. Programa .1......13 6............. Jurisprudência ............................................................................. Lista de discussão ........12.....14 6.......2 6.............. 141 14 ........................14..........................................12 6...........................................3 6.......................... MODELO DA PÁGINA INICIAL DE UM ARTIGO ................ monografias e trabalhos acadêmicos .............12..................5 Teses......................12..............12......... ARTIGO PARA PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA IMPRESSA – NBR 6022 ........................9 6................ dissertações........................... MODELO DA PARTE FINAL DE UM ARTIGO ............. Documentos sonoros ..1...................................12..12..1 6.....14..... ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS .....12.................. Resenha em periódico ......12.................12......5 6........... Documentos jurídicos ...................12....1.....1..12........... Arquivos eletrônicos ........................ CD musical ..................12.....3 7.......................14..7....7. RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA A APRESENTAÇÃO FORMAL DE ARTIGOS ..........................................1.13 6....1........4 7...........................12......................... E-mail ...1........... Bula de remédio ...........1...1.....1........12....................... Documento com imagem (filme..2 6.....1 6....... DVD) .... ORDENAÇÃO ...1............. Legislação .....12.....13.......2 6........10 6..................7.....................................................1 6.... 127 128 128 129 130 130 130 130 131 131 132 132 133 133 133 133 133 134 134 135 135 135 136 136 137 138 139 140 REFERÊNCIAS ....12..................................1 6..............................12....................1.. Resenha ..1............................ Doutrina........ Entrevista gravada ..............6.12......................14........12.1...6 6.7 6.....................................3 6...9....................................................................................................... Obras referenciadas sucessivamente ...................1 7 7.......... DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS QUE COMPÕEM A ESTRUTURA DE ARTIGOS ...14........................... videocassete....................................1.............................................12............... Publicação no prelo ............

ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO FORMAL DE TRABALHOS Capa Índice Anexos Apêndice Glossário Referências Elementos Sumário Listas Abstract *** ** Resumo Epígrafe AgradecimenDedicatória Folha de aprovação Errata Folha de rosto Capa obrigatório opcional * Obrigatória desde que o trabalho seja submetido à banca examinadora. . ** Obrigatório em monografias. *** Obrigatório em dissertações e teses. dissertações e teses.

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1 Formato do papel Papel branco A4 (21 cm x 29. adotando formatações para a apresentação formal e estética do conteúdo do documento. que deve padronizá-lo de acordo com as recomendações das normas técnicas.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO 1.1.1. 1. com espaço 1. com impressão em apenas um lado.3 Margens Superior = 3 cm Direita = 2 cm Inferior = 2 cm Esquerda = 3 cm Citação longa = 4 cm da margem esquerda Parágrafo = 1.2 Fonte Fonte tamanho 12 para o texto e fonte tamanho 10 para citações.4 Espacejamento Texto = 1. notas de rodapé. legendas das ilustrações e das tabelas.1. Fontes recomendadas: Times New Roman ou Arial 1.7 cm).5 cm ou 3 cm 1.5 cm Citações longas (mais de três linhas) = simples Referências = simples.5 cm entre as diferentes referências Legendas de ilustrações e tabelas = simples Ficha catalográfica = simples Nota da folha de rosto = simples 17 . paginação e epígrafe. 1.1 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS – NBR 14724 O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho.1.

7 Numeração progressiva Adota-se a numeração progressiva para as seções do texto. recomenda-se conservar a paginação original. 18 .1. deve ser mantida a continuidade da numeração. 1. A numeração é colocada a partir da primeira folha textual. mas as páginas pré-textuais não são numeradas. com um espaço entre o número e o título da seção.Titulos das seções e subseções = simples Texto que separa seção e subseções = dois espaços 1.6 Paginação Inicia-se a contagem das páginas a partir da folha de rosto. Exemplo: 1 A SOCIEDADE DA CIBERCULTURA 1. Devem ser alinhados à esquerda.1.5 cm entrelinhas (NBR 14724) Epígrafe = simples Resumo/abstract = simples Nota de rodapé = simples 1.1 As bibliotecas e os recursos bibliográficos virtuais 1.5 Indicativos de seção/capítulo e subseção Estabelecem a numeração progressiva das sessões. Em trabalhos de mais de um volume.1. Os títulos das seções principais devem iniciar em folha distinta. e apêndices e anexos* seguem a numeração das páginas anteriores. a 2 cm da borda superior e a 2 cm da margem direita.2 EVOLUÇÃO DOS SUPORTES DA INFORMAÇÃO 1. com algarismos arábicos no canto superior direito.2. * Para anexos que têm numeração própria.

e nos casos em que se seguem subalíneas. se necessário.Os títulos das seções são destacados mediante negrito. anterior às alíneas.8 Equações e fórmulas As equações e fórmulas devem ser destacadas ao longo do texto ou. que comporte seus elementos (expoentes. índices e outros). que termina em ponto. b) as alíneas são ordenadas alfabeticamente. Alíneas são subdivisões de assunto sem título indicadas por uma letra minúscula seguida de parêntese. Sua disposição gráfica obedece às seguintes regras: a) o trecho final do texto correspondente. * Versal = letras maiúsculas 19 . 1. sublinhado. itálico. Exemplo: Na fórmula para o cálculo de combinações simples. exceto a última. onde m representa o número de elementos de um conjunto e r representa o número de elementos em cada combinação. (1) Na sequência normal do texto. d) o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto e vírgula. junto à margem. termina em dois pontos. estas terminam em vírgula. c) as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda. forma que deve ser reproduzida também no sumário (NBR 6024). é permitido o uso de uma entrelinha maior. caixa alta ou versal*. devem ser identificadas com algarismos arábicos sequenciais entre parênteses alinhados à direita.1. e) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea.

Legenda explicativa: informa as diferenças entre cores. retratos e outros. seguida da referência. mantendo o padrão selecionado em todo o texto. fluxogramas.9 Ilustrações Ilustrações são desenhos. fotografias. símbolos. No geral. plantas. precedida da palavra Fonte. fonte e. utilizando-se de fonte tamanho 10 com maiúsculas e/ou minúsculas com espaçamento simples. Sendo colocada na parte inferior da ilustração.1. 20 . A expressão O autor deve ser colocada como fonte quando a ilustração for elaborada pelo autor do trabalho. notas. O crescimento da população brasileira pode ser verificado no Gráfico 1. Fonte: é a indicação do responsável (pessoa física ou jurídica) dos dados numéricos. tipos. quadros. se necessário. os elementos que compõem a estrutura de apresentação das ilustrações são: titulo. Quando a ilustração for adaptada usar a expressão Adaptado de seguido da referência. As ilustrações devem ser inseridas o mais próximo do texto a que se referem. esquemas. Título: é a descrição do conteúdo e do período referente aos dados coletados. Exemplos: A organização formal do Sistema pode ser visualizada na Figura 1. Notas: esclarecimento a respeito do conteúdo da ilustração. Escala: intervalos igualmente espaçados e números mostrados nos eixos das abscissas e ordenadas. No caso de gráficos é obrigatório usar escala e quando necessário utiliza-se legendas explicativas. Exemplo: Fonte: O autor. etc. são colocadas abaixo da fonte.1. gráficos. organogramas. mapas. O título da ilustração aparece na parte inferior seguida do número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos.

1 – Mapa do Paraná Obs: Deve ser seguido um padrão em todo o trabalho.9. separado deste por um ponto.Exemplos de títulos de ilustrações : FIGURA 1 – MAPA DO PARANÁ FIGURA 1 – Mapa do Paraná Figura 1 – Mapa do Paraná Se a numeração da ilustração for feita por capítulo.1 Gráficos Os gráficos devem apresentar os elementos: título. reproduzido também na lista de ilustrações.1 – MAPA DO PARANÁ FIGURA 1. 21 . Exemplos de títulos de ilustrações: Capítulo 1 FIGURA 1. legenda explicativa e notas.1 – Mapa do Paraná Figura 1. o número de ordem é precedido pelo número do capítulo. 1. fonte e. se necessário. escala.1.

Exemplos: GRÁFICO 1 – Consultas e Empréstimos na BICEN de 1988-2002 Fonte: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA. Ponta Grossa. Biblioteca Central. GRÁFICO 2 – Índice de Uso dos Livros Indicados pelo Setor de Ciências Exatas e Naturais – 2006 e 2007 Fonte: A autora 22 . 2003. Relatório estatístico anual.

espaçamento simples. fonte e.9. O título e a fonte devem aparecer na parte inferior com fonte tamanho 10. separado deste por um ponto. reproduzido também na lista de quadros. em maiúsculo e/ou minúsculo. Digital e Virtual Quadro 1 – Definições e Características da Biblioteca Eletrônica. 23 . Digital e Virtual Obs: Deve ser seguido um padrão em todo o trabalho. DIGITAL E VIRTUAL QUADRO 1. comparativos ou descritivos dispostos em colunas e linhas com traços horizontais e verticais fechados dos quatro lados. Exemplos de títulos de quadros: QUADRO 1 – DEFINIÇÕES E CARACTERÍSTICAS DA BIBLIOTECA ELETRÔNICA. Exemplos de títulos de quadros: Capítulo 1 QUADRO 1.1 – Definições e Características da Biblioteca Eletrônica. se necessário.1 – Definições e Características da Biblioteca Eletrônica. o número de ordem é precedido pelo número do capítulo.1. notas. Os quadros devem apresentar os seguintes elementos: título.1 – DEFINIÇÕES E CARACTERÍSTICAS DA BIBLIOTECA ELETRÔNICA. Digital e Virtual Se a numeração do quadro for feita por capítulo.2 Quadros Os quadros são arranjos de informações qualitativas e textuais que podem ser esquemáticos. DIGITAL E VIRTUAL QUADRO 1 – Definições e Características da Biblioteca Eletrônica.1. Digital e Virtual Quadro 1.

Brasília.Definições e Características da Biblioteca Eletrônica. “Ciberteca”ou biblioteca virtual: uma perspectiva de gerenciamento de recursos de informação. n. depende da tecnologia da realidade virtual. Direciona-se na ampliação do uso de computadores na armazenagem. Biblioteca Eletrônica Biblioteca Digital Biblioteca Virtual QUADRO 1 .Exemplo: Título da Biblioteca Definição/características É o termo que se refere ao sistema no qual os processos básicos da biblioteca são de natureza eletrônica. maio/ago. v. Digital e Virtual Fonte: MARCHIORI. Inf.2.115-124. criando um ambiente de total imersão e interação. Notas: Dados trabalhados pelas autoras. Ci. A informação que ela contém existe apenas na forma digital. A informação digitalizada pode ser compartilhada instantânea e facilmente (*). 1997. podendo residir em meios diferentes de armazenagem. busca de textos completos e na recuperação e armazenagem de registros. podendo envolver-se em projetos para a digitalização de livros. (*) Este conceito de biblioteca eletrônica também é considerado por outro autor. Não possui livros na forma convencional e a informação pode ser acessada. É conceitualizada como um tipo de biblioteca que. o que implica ampla utilização de computadores e de suas facilidades na construção de índices on-line. Patrícia Zeni. 24 .. em locais específicos e remotamente. para existir. como as memórias eletrônicas (discos magnéticos e óticos). Um software próprio acoplado a um computador sofisticado reproduz o ambiente de uma biblioteca em duas ou três dimensões. por meio de redes de computadores. recuperação e disponibilidade da informação. p.26.

Quadros que ocupam mais de uma página devem ser continuados na folha seguinte. continuação nas páginas intermediárias e conclusão na última página. Barbara Denton Marilyn Redmond QUADRO 2 . O papel do bibliotecário corporativo está envolvendo o intermediário da informação para o facilitador da network de cibertecários por todas as partes da organização. utilizando as expressões entre parênteses: continua na primeira página. alinhadas à direita. Tom Peters Director of conversations = diretor de conversações Internal talk show host Director of knowledge management = diretor de administração do conhecimento Artigo: “Librarian to cybrarian: reinventing our profession Bibliotecário para cibertecário: reinventando a nossa profissão.” Consideram que há outros cibertecários na network. observando que: O cabeçalho (título) do quadro deve ser repetido em todas as páginas.Titulações do Profissional da Informação 25 . Exemplo: (continua) Autores Michel Bauwens Titulo para o profissional da Informação Cybrarian = Cibertecário Comentário Titulo criado por Michel Bauwens da BP Nutrition in Antwerp. Bélgica.

Sugere que escolas de biblioteconomia sejam chamadas de Institutos do Profissional da Informação. selecionando. Frank Spauling A sua função será muito mais intelectual. requerendo muito mais habilidade.(continuação) Autores Betty Eddison Título para o profissional da Informação Information czar = czar da informação Corporate information manager = administrador da informação corporativa Information resource manager = administrador dos recursos da informação Information architect = arquiteto da informação Information control officer Corporate intelligence professional = Profissional de informações associadas (termo com aplicabilidade somente para o mundo dos negócios) Knowledge counselor = conselheiro do conhecimento (titulo do bibliotecário do ano 2006) Comentário Anos atrás apresentou esses títulos para pessoas que estavam integradas em sistemas de administração da informação em organização de negócios.Titulações do Profissional da Informação 26 . os quais têm validade para o futuro. Barbara Quint Chief information officer (CIO) Cybrarian = cibertecário QUADRO 2 . Jane Linder A autora sugere a modificação da Era da coleção para a Era do Acesso e ainda a Era da Inteligência. analisando e sintetizando a informação. A função do conselheiro do conhecimento será um procurador de pessoas que necessitam e usam informação.

selecionando o que é bom. útil e correto para usuários. Não sugere novo título. Acredita que bibliotecários têm habilidade e conhecimento da técnica de acesso para disponibilizar informação. Vê o futuro administrador como um construtor e mantenedor de acesso à informação interna e externa. Considera que bibliotecários administrarão diversos grupos e pessoas não somente de origem bibliotecárias. Paul Saffo Raymond Kurzweil Librarian = bibliotecário Librarian = bibliotecário Liz Bibby Information coordinator = coordenador da informação Linnea Christiani Information engineer = engenheiro da informação Information navigator = navegador da informação Information designer = designer da informação Information architect = arquiteto da informação QUADRO 2 . Escreve intensamente sobre biblioteca virtual e usa o termo bibliotecário para descrever a pessoa que administra a informação no ciberespaço.(continuação) Autores Roger Sellbert Titulo para o profissional da Informação Librarian = bibliotecário Comentário Não renuncia ao título .Titulações do Profissional da Informação 27 . mas também profissionais de negócios e técnicos.

Information officers = Administrador da informação Comentário Primeiro termo empregado. tratados estatisticamente e são abertas nas laterais. p. corpo e fonte.4. A tabela é composta pelos elementos: título. QUADRO 2 . Cabeçalho: é a parte superior da tabela que especifica o conteúdo das colunas. What Will they call us in the future? Special Libraries. Corpo: é o local que contém as informações sobre o fenômeno.(conclusão) Autores Apple Computer Titulo para o profissional da Informação Library evangelists = Evangelista da biblioteca Information scientist = Cientista da informação Administradora da Apple Library and Information Center in Cupertino. 28 . possui um título não oficial.10 Tabelas As tabelas apresentam informações de dados numéricos. fall 1993. Título: indica a natureza e as abrangências geográficas e temporal dos dados numéricos.Titulações do Profissional da Informação Fonte: Adaptado de OJALA. Monica Ertel Títulos genéricos que provavelmente não desaparecerão. o qual é mostrado no banner de seu escritório: “Our Lady of Perpetual Information” (Nossa Senhora da Perpétua Informação) Information managers = Administrador da informação Information specialists = Especialista da informação. Marydee. v. 1. agora usam mais o segundo termo. cabeçalho. CA. n.1.84.226-229.

A expressão O autor deve ser colocada como fonte quando a tabela for elaborada pelo autor do trabalho. precedida da palavra Fonte seguida da referência. Sendo colocada na parte inferior da tabela.1989 População de 0 a 11 meses de idade. Deve-se seguir o tratamento estatístico estabelecido pelo IBGE (1993). por aleitamento materno. Exemplo: Fonte: O autor O título é colocado na parte superior. separado deste por um ponto.1989 TABELA 1 – Tabela 1 – Se a numeração da tabela for realizada por capítulo. por aleitamento materno. por aleitamento materno.Fonte: é a indicação do responsável (pessoa física ou jurídica) dos dados numéricos.1989 População de 0 a 11 meses de idade. em maiúsculas e/ou minúsculas. precedido da palavra “tabela” com numeração em algarismo arábico utilizando-se fonte tamanho 10. POR ALEITAMENTO MATERNO. grupo de idade e classe de rendimento mensal familiar per capita – Brasil. GRUPO DE IDADE E CLASSE DE RENDIMENTO MENSAL FAMILIAR PER CAPITA – BRASIL . Exemplos de títulos de tabelas: TABELA 1 – POPULAÇÃO DE 0 A 11 MESES DE IDADE.1989 TABELA 2. grupo de idade e classe de rendimento mensal familiar per capita – Brasil -1989 29 . POR ALEITAMENTO MATERNO. Exemplos de títulos de tabelas: Capítulo 2 TABELA 2. grupo de idade e classe de rendimento mensal familiar per capita – Brasil .2 – População de 0 a 11 meses de idade. GRUPO DE IDADE E CLASSE DE RENDIMENTO MENSAL FAMILIAR PER CAPITA – BRASIL . o número de ordem é precedido pelo número do capítulo. com espaçamento simples.1 – POPULAÇÃO DE 0 A 11 MESES DE IDADE.

56.133 138.752 5a8 meses 395.239 1. GRUPO DE IDADE E CLASSE DE RENDIMENTO MENSAL FAMILIAR PER CAPITA – BRASIL .332 101.003 55. reproduzido também na lista de tabelas.062 76. por aleitamento materno.275 358.288 29.112 256.962 75.031 35.185 67.327 622. Rio de Janeiro: IBGE. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. 30 .585 49. p.1989 Tabela 2.276 95. grupo de idade e classe de rendimento mensal familiar per capita – Brasil – 1989 Classe de rendimento mensal familiar per capita (salário mínimo) Total Até 1/4 Mais de 1/4 a 1/2 Mais de 1/2 a 1 Mais de 1 a 2 Mais de 2 Sem rendimento População de 01 a 11 meses de idade Amamentada Grupo de idade Total Total Menos de 1 mês 224.929 128.1 – POPULAÇÃO DE 0 A 11 MESES DE IDADE.274 55.590 261.331 139.198. ed.992 1a4 Meses 720.544 291.592 406.546 85. grupo de idade e classe de rendimento mensal familiar per capita – Brasil.277 23.269 37.703. Normas para apresentação tabular. POR ALEITAMENTO MATERNO.162 727.646 3.122 86. 1993.012 615.748 9 a 11 meses 364.494 36.560 174.848 42.ou Tabela 2.710 31. 3. Exemplo: TABELA 1 – População de 0 a 11 meses de idade.532 10.765 266.964 51.036 86.2 – Obs: Deve ser seguido um padrão em todo o trabalho.383 560.628 127.138 Fonte: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. por aleitamento materno.1989 População de 0 a 11 meses de idade.192 397.

4 61. repetindo o cabeçalho na página seguinte.9 28.2 15 a 17 anos 81.8 21.4 86.9 65.7 30.6 37.0 29.3 55.9 95.1 26.8 80.6 31 .6 95.4 36.3 31.4 20 a 24 anos 26.4 76.8 31. por grupos de idade.5 46.9 49. em linhas ou colunas.9 53.2 56.0 45.8 28. segundo as Grandes Regiões e Unidades da Federação .9 78.4 79.8 21.6 80.3 77.0 31.1 58.8 94.6 20.5 26.2 80.8 85.9 18 e 19 anos 51.7 29.1 80.3 55.8 77.9 76.1 73.1 95. por grupos de idade 5e6 anos 77.3 96.6 82.7 95.9 75.6 84.6 48.2 31. TABELA 2 – Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.0 82.7 63.2 79.1 60.80 7 a 14 anos 96.1 50.2 83.6 82.3 87.6 64.7 34.5 95.7 50.7 76.8 29.8 78.0 91.6 78.8 97.0 74.5 96.9 51.9 86. alinhadas a direita. devem ser divididas em duas ou mais páginas.8 54.5 94.9 80.2 72.6 28.8 67.4 23.5 33.5 95.5 81.8 55.7 47.6 84.2002 (continua) Grandes Regiões e Unidades da Federação Brasil Norte Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Nordeste Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte Paraíba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Sudeste Minas Gerais Espírito Santo Rio de Janeiro São Paulo Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.6 96.8 79.8 95.5 56.1 95.2 86.9 23.1 95.6 59.2 80.3 83.4 98.4 86. continuação nas páginas intermediárias e conclusão na última página.Para tabelas que ocupam mais de uma página.9 96.3 75. utilizando as expressões entre parênteses: continua na primeira página.0 46.2 96.7 95.4 75.3 83.5 57.0 81.0 79.3 80.2 95.5 97.1 70.8 24.7 94.3 67.2 97.

Amazonas.(conclusão) Grandes Regiões e Unidades da Federação Sul Paraná Santa Catarina Rio Grande do Sul Centro-Oeste Mato Grosso do Sul Mato Grosso Goiás Distrito Federal Taxa de escolarização das pessoas de 5 a 24 anos de idade.6 97. Pará e Amapá.9 75.Brasil 2004: Dimensão social – Educação. p.8 69. Indicadores de desenvolvimento sustentável . Acre.7 69.0 80. por grupos de idade 5e6 anos 67.9 87.1 25.7 Fonte: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA.5 60.1 28.gov.9 77.7 15 a 17 18 e 19 anos anos 78.3 52.0 41.2 79.8 97.7 98./pub/Indicadores_ Desenvolvimento_ Sustentavel/ids2004>.8 20 a 24 anos 25.0 55.5 51. Disponível em: <http://www.1 78.6 95.5 59. Nota: Exclusive a população rural de Rondônia.3 46. 32 .4 80.3 24.9 49.3 72. Rio de Janeiro.8 66.0 27. 2004.7 23. 2009.8 77.2 26.php?caminho=.1 96.9 97.8 7 a 14 anos 97.2 81.5 98.8 28.4 42.ibge. Acesso em: 11 fev.8 45.3 37. Roraima. 222.4 66.br/servidor_ arquivos_est/ arquivos.3 97.8 76.

Páginas pós-textuais A numeração é sequencial à do texto. 33 . (***) Obrigatório em dissertações e teses. dissertações e teses. em algarismos arábicos – canto superior direito – fonte 10. (**) Obrigatório em monografias. Referências (obrigatórias) NBR 6023 Glossário (opcional) Apêndice(s) (opcional) Anexo(s) (opcional) Índice(s) (opcional) (*) Obrigatória desde que o trabalho seja submetido à banca examinadora.2 ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO DO TRABALHO PÁGINAS Páginas pré-textuais Páginas contadas a partir da folha de rosto e não numeradas ELEMENTOS Capa (obrigatória) Lombada (opcional) Folha de rosto (obrigatória) Errata (opcional) Folha de aprovação (obrigatória) (*) Dedicatória (opcional) Agradecimento(s) (opcional) Epígrafe (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) (**) Resumo na língua estrangeira (obrigatório) (***) Lista de ilustrações (opcional) Lista de tabelas (opcional) Lista de abreviaturas e siglas (opcional) Lista de símbolos (opcional) Sumário (obrigatório) Introdução Desenvolvimento Conclusão Páginas textuais A numeração deve aparecer a partir da primeira página.

dissertação. Nome do autor Título principal do trabalho: subtítulo Indicação do volume (em caso de dois volumes ou mais) Nota que indica a natureza do trabalho (tese. grau pretendido ou outro). o título do trabalho e a indicação do volume (se houver). (Ver 4. o nome da instituição a que é submetido e a área de concentração. Deve ser solicitada a um profissional especializado e elaborada conforme o Código anglo-americano vigente.1). deve ter o nome do autor.3 DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS QUE COMPÕEM A ESTRUTURA DO TRABALHO (continua) ELEMENTOS Capa DESCRIÇÃO Nome da instituição (opcional) Nome do autor Título: subtítulo Número de volumes (em caso de dois volumes ou mais) Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado Ano de depósito (da entrega) (Ver 4. Local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado Ano de depósito (da entrega) (Ver 4.4). trabalho de conclusão de curso ou outro). seu objetivo (aprovação em disciplina. Impressa conforme a NBR 12225. Lombada Folha de rosto Ficha catalográfica (dispensável em trabalhos acadêmicos e monografias) 34 .2). (Ver 4.3). impressos longitudinalmente e de modo legível do alto para o pé da lombada.

quando necessário.10). a instituição e a área de concentração (já apresentada na folha de rosto) Data de aprovação Nome. É feita após os agradecimentos e nas aberturas das folhas das seções primárias ou capítulos. Recomendações quanto ao número de palavras: Notas de comunicação = até 100 palavras Monografias = até 250 palavras Dissertações.(continuação) ELEMENTOS Errata Folha de aprovação (obrigatória para trabalhos submetidos à banca examinadora)* DESCRIÇÃO Folha inserida. O autor manifesta reconhecimento às pessoas e instituições que colaboraram para a execução do trabalho. normalmente relacionado com o conteúdo do trabalho. espaço simples. seguido das palavras-chave. É a citação de um pensamento.9 e 4. (Ver 4. O resumo informativo é redigido em parágrafo único. 35 .8). relatórios e teses = até 500 palavras (Ver 4. (Ver 4. (Ver 4. O autor pode homenagear ou dedicar o trabalho a alguém. o objetivo.7).11). Devem ser seguidas as recomendações da NBR 6028. (Ver 4. Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo na língua vernácula (obrigatório em monografias. para apresentar correções. titulação e assinatura da banca examinadora (Ver 4.6). Nome do autor Título do trabalho: subtítulo Nota com dados sobre a natureza.5). teses e dissertações) * Pode-se utilizar folha de aprovação adotada pela instituição.

recomenda-se lista própria para cada tipo. Apresenta os símbolos na ordem em que se apresentam no texto. (Ver 4. com a indicação do número da página. Relação alfabética das abreviaturas e siglas utilizadas no texto.16 e 4. Enumeração das divisões. (Ver 4. Os elementos pré-textuais não figuram no sumário. Elaborada de acordo com a ordem em que as tabelas se apresentam no texto. na mesma ordem e grafia em que aparecem no texto. (Seguir exemplo 4.17). Recomenda-se lista própria para cada tipo.15).14). cada item é designado por seu nome específico. (Ver 4.13). cada item é designado por seu nome específico. Quando há mais que cinco tipos de ilustrações distintas. com a indicação do número da página. (obrigatório em teses e dissertações) Lista de ilustrações Elaborada de acordo com a ordem em que as ilustrações se apresentam no texto. seguidas das palavras ou expressões correspondentes.(continuação) ELEMENTOS DESCRIÇÃO Resumo em língua Tradução do resumo para outro idioma estrangeira (Ver 4. Lista de tabelas Lista de abreviaturas e siglas Lista de símbolos Sumário 36 . acompanhados de seus significados. seções e outras partes da publicação. por extenso. de acordo com as orientações da NBR 6027.15).12). (Ver 4.

Elaborado em ordem alfabética.20). São identificados com letras maiúsculas. (Ver 4. Anexos são textos ou documentos não elaborados pelo autor que servem de fundamentação.19). como “Bibliografia consultada”. outro tópico. São elaborados conforme a NBR 6034. Para indicar outras publicações que não tenham sido citadas. um travessão e o título. Apêndices são textos ou documentos elaborados pelo autor para complementar sua argumentação. (Ver 4. Índices são listas de palavras ou frases. (Ver 4.(conclusão) ELEMENTOS Elementos textuais DESCRIÇÃO Introdução Desenvolvimento Conclusão São os documentos efetivamente citados no texto. um travessão e o título. Deve ser seguida a NBR 6023 (ver o Tópico 6). (Ver 4. mas que serviram de embasamento teórico. pode-se apresentar. ordenadas segundo um determinado critério. São identificados com letras maiúsculas. Referências Glossário Apêndice(s) Anexo(s) Índice(s) 37 . comprovação ou ilustração.21). na sequência.22). que localizam e remetem informações contidas no texto.

................... DEPARTAMENTO .................... NOME DO AUTOR TÍTULO: SUBTÍTULO LOCAL DATA 38 .............1 MODELO DA ESTRUTURA DA CAPA NOME DA INSTITUIÇÃO SETOR ...4 MODELOS 4...............

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA JOSÉ DA SILVA REDES DE INFORMAÇÃO E SUA ESTRUTURA NAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DO PARANÁ: EVOLUÇÃO 1996-2002 PONTA GROSSA 2003 39 .

4.2 MODELO DE LOMBADA AUTOR TÍTULO 40 .

Dr.) apresentado(a) para obtenção do título de (grau pretendido) no(a) (nome completo da instituição). Dissertação. (nome) Co-orientador: (nome) LOCAL DATA 41 .3 MODELO DA ESTRUTURA DA FOLHA DE ROSTO AUTOR TÍTULO (Tese. etc. Área de (área de concentração). Trabalho de Conclusão de Curso. Orientador: Prof.4.

JOSÉ DA SILVA REDES DE INFORMAÇÃO E SUA ESTRUTURA NAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DO PARANÁ: EVOLUÇÃO 1996-2002 Dissertação apresentada para obtenção do título de mestre na Universidade Estadual de Ponta Grossa. João da Silva PONTA GROSSA 2003 42 . Orientador: Prof. Área de Sistemas de Informação. Dr.

2.4. I. Dra. Rosilda Baron Martins. Gisele Políticas para a formação do pedagogo: uma crítica às determinações do capital / Gisele Masson.4 MODELO DA FICHA CATALOGRÁFICA Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca Central da UEPG Masson.Política de formação.Formação-pedagogo. 3.71 M419 43 . 2003. Dissertação (mestrado) .PR Orientadora: Profa. CDD:370.Base comum nacional.Universidade Estadual de Ponta Grossa . 1. 203 f. Ponta Grossa.Educação-trabalho. 4.T.

5 MODELO DE ERRATA ERRATA Folha 20 43 60 Linha 30 ou 3 parágrafo Título Tabela 2 Última linha o Onde se lê previlégio 1999-2000 enfatiza Leia-se privilégio 1999-2002 enfatizam 44 .4.

Nome Titulação – Instituição Nome Titulação – Instituição Nome Titulação – Instituição 45 . Dissertação. ____de____________de_______. Trabalho de Conclusão de Curso.4. Área de (área de concentração).6 MODELO DA ESTRUTURA DA FOLHA DE APROVAÇÃO AUTOR TÍTULO (Tese. Ponta Grossa. etc.) apresentado(a) para obtenção do título de (grau pretendido) no(a) (nome completo da instituição).

João da Silva – Orientador Doutor em Ciência da Computação Universidade Estadual de Ponta Grossa Profa. Dra. Dr. 12 de novembro de 2003. Área de Sistemas de Informação. José de Carvalho Doutor em Engenharia da Computação Universidade Estadual de Ponta Grossa 46 . Ponta Grossa. Dr.JOSÉ DA SILVA REDES DE INFORMAÇÃO E SUA ESTRUTURA NAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS DO PARANÁ: EVOLUÇÃO 1996-2002 Dissertação apresentada para obtenção do título de mestre na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Prof. Maria da Silva Doutora em Informática Universidade Federal do Paraná Prof.

Obs. 47 .7 MODELO DA ESTRUTURA DE DEDICATÓRIA Dedico a (pai. recomenda-se o canto inferior direito. filho(a). mas há liberdade para utilizar toda a folha. pessoas especiais). esposo(a). mãe.4.: Para dedicatórias breves.

48 .Dedico aos meus pais. João e Maria.

.. 49 . Os agradecimentos devem ser feitos às pessoas e/ou instituições que contribuíram para a realização da pesquisa..... Dr. colega de mestrado...4............. À .. incentivo e dedicação na elaboração deste trabalho........ utiliza-se o canto inferior direito. pelo apoio.. Obs....8 MODELO DE AGRADECIMENTO AGRADECIMENTOS A Deus..: No caso de vários agradecimentos.. Para um pequeno agradecimento..... .. pela amizade e colaboração de informações que auxiliaram na concretização deste estudo... Ao Prof. ............ A todos que direta ou indiretamente contribuíram para a conclusão desta pesquisa.. a pessoas envolvidas na pesquisa e a entidades financiadoras. distribui-se proporcional/esteticamente o texto pelo espaço disponível na folha... Ao Prof. Recomendam-se agradecimentos ao orientador... pela contribuição de seus conhecimentos e sugestões na orientação desta dissertação.....

4. (Pierre Levy) Obs. Para pequenas epígrafes.9 MODELO DE EPÍGRAFE NAS PÁGINAS PRÉ-TEXTUAIS As criações de novos modos de representação e de manipulação da informação marcam etapas importantes na aventura intelectual humana. 50 .: A folha pode ser utilizada no todo. recomenda-se o canto inferior direito.

4. (Pierre Levy) 51 .10 MODELO DE EPÍGRAFE NO INÍCIO DE CAPÍTULOS OU SEÇÕES PRIMÁRIAS CAPÍTULO 1 A ORDEM DOS LIVROS As criações de novos modos de representação e de manipulação da informação marcam etapas importantes na aventura intelectual humana.

1 INTRODUÇÃO As criações de novos modos de representação e de manipulação da informação marcam etapas importantes na aventura intelectual humana. (Pierre Levy) 52 .

11 MODELO DE RESUMO RESUMO Este trabalho tem por objetivo desenvolver o processo de retificação à alta velocidade de superligas utilizando rebolos de CBN vitrificados. 53 . Sendo assim. Como resultado foi determinada a influência da velocidade de dressagem e da relação de velocidades na rugosidade da peça retificada. ou seja. foram estudadas diversas condições de dressagem. Palavras-chave: CBN vitrificado. as influências dos parâmetros de dressagem no desempenho do rebolo CBN de liga vitrificada. Desenvolvimento do processo de retificação com alta velocidade em sede de válvula de motores à combustão interna usando rebolo de CBN vitrificado. Fonte do resumo: BIFFI. 2003. para o monitoramento do processo. São Carlos. 2003. Foi utilizado um sistema de mapeamento topográfico do rebolo baseado na emissão acústica emanada da interação entre rebolo-peça. Escola de Engenharia de São Carlos. verificou-se que o sucesso da aplicação de rebolos CBN vitrificados na retificação de superligas depende da qualidade superficial do rebolo após a dressagem e da escolha certa dos parâmetros de retificação. A partir da escolha desses parâmetros. São Carlos. determinaram-se os padrões gráficos do comportamento do rebolo de CBN vitrificado. Superligas. Ficou determinado também o desgaste do rebolo de CBN em função do volume de material retificado para os diferentes materiais das superligas testadas. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica). Retificação. foi também determinado o desgaste do rebolo em diversas condições de velocidade de avanço.4. M. Universidade de São Paulo. Para tanto. Através do sistema de mapeamento topográfico. bem como a qualidade superficial das peças retificadas. 123 f. os quais dependem da constituição das ligas testadas.

the success of vitrified CBN wheel application for super alloys depends basically on the wheel topography after dressing and the grinding parameters. 2003.4. Fonte do resumo: BIFFI. 2003. 123 f. Keywords: Vitrified CBN. São Carlos. São Carlos. As a result. A topographical mapping system based on acoustic emission was used to monitor the grinding process. the wheel wear and the ground surface quality were measured for different infeed speeds. M. For that. Through the mapping system. which are closely related to the constitution of the tested alloys. the best dressing speed and speed ratio which generated the smallest surface roughness values could be found. Dissertação (Mestrado em Engenharia Mecânica). Desenvolvimento do processo de retificação com alta velocidade em sede de válvula de motores à combustão interna usando rebolo de CBN vitrificado. Escola de Engenharia de São Carlos. The CBN wheel wear was measured and its ratio to the ground volume was evaluated. Thus. Universidade de São Paulo. dressing conditions were studied in order to determine its influence on the CBN wheel performance. some visual patterns were obtained defining the grinding wheel behavior when dressing and grinding. Grinding process. Super alloys. From the chosen parameters. 54 .12 MODELO DE ABSTRACT ABSTRACT The aim of this work is to develop a high speed grinding process for super alloys using vitrified CBN wheels.

........................ 25 _ Esquema da estrutura física de redes da Instituição ...................... 63 QUADRO 1 _ Índices de buscas obtidos mensalmente nas pesquisas e levantamentos bibliográficos . 15 _ Fluxograma do processamento técnico de publicações .......................................................... 70 QUADRO 2 _ Softwares utilizados nas instituições para acesso aos bancos de dados das instituições ..........................................4.............. 73 55 ................ 54 GRÁFICO 2 _ Cursos x acesso aos bancos de dados .................. 32 FIGURA 3 FIGURA 4 FIGURA 5 GRÁFICO 1 _ Disponibilidade de redes nas bibliotecas ......... 60 MAPA 1 _ Distribuição geográfica dos terminais da Internet nas bibliotecas . 12 _ Diagrama de dispersão das áreas de pesquisa .............................................................................................13 MODELOS DE LISTA DE ILUSTRAÇÕES LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 FIGURA 2 _ Lombada de um livro .......................................... 28 _ Fachada da Universidade Estadual de Ponta Grossa ..........................

.................LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 Figura 2 _ Lombada de um livro ..................................................................................................................................................................... 73 Figura 3 Figura 4 Figura 5 Gráfico 1 Gráfico 2 Mapa 1 Quadro 1 Quadro 2 56 .......... 12 _ Diagrama de dispersão das áreas de pesquisa ...................... 70 _ Softwares utilizados nas instituições para acesso aos bancos de dados ................ 60 _ Distribuição geográfica dos terminais da Internet nas bibliotecas ........ 28 _ Fachada da Universidade Estadual de Ponta Grossa ................................................ 25 _ Esquema da estrutura física de redes da Instituição ..... 54 _ Cursos x acesso aos bancos de dados . 15 _ Fluxograma do processamento técnico de publicações ................. 63 _ Índices de buscas obtidos mensalmente nas pesquisas e levantamentos bibliográficos ........................ 32 _ Disponibilidade de redes nas bibliotecas ..........................................................

........ 54 – Bases de dados on-line ............................................................................................................. 32 – Bases de dados em CD-ROM ................... 60 – Distribuição das redes pelas instituições participantes do sistema de bancos de dados de pesquisa .......................... 25 TABELA 4 TABELA 5 TABELA 6 TABELA 7 TABELA 8 – Hardwares disponíveis .................. 15 – Softwares utilizados nas instituições para acesso aos bancos de dados ........................................................ 70 TABELA 10 – Índices de buscas obtidos anualmente nas pesquisas e levantamentos bibliográficos ............................................... 28 – Uso de bases de dados ................ 12 – Redes de acesso ....... 63 TABELA 9 – Índices de buscas obtidos mensalmente nas pesquisas e levantamentos bibliográficos .....14 MODELOS DE LISTA DE TABELAS LISTA DE TABELAS TABELA 1 TABELA 2 TABELA 3 – Pontos de acesso na Internet por segmentos ...............4............ 73 57 ..

....................... 12 – Redes de acesso ............ 28 – Uso de bases de dados ........................................... 54 – Bases de dados on-line ............... 60 – Distribuição das redes pelas instituições participantes do sistema de bancos de dados de pesquisa ..... 15 – Softwares utilizados nas instituições para acesso aos bancos de dados das instituições ................................... 63 Tabela 9 – Índices de buscas obtidos mensalmente nas pesquisas e levantamentos bibliográficos ...........LISTA DE TABELAS Tabela 1 Tabela 2 Tabela 3 – Pontos de acesso na Internet por segmentos ................................ 73 58 .... 32 – Bases de dados em CD-ROM ............... 70 Tabela 10 – Índices de buscas obtidos anualmente nas pesquisas e levantamentos bibliográficos ......................................................................................... 25 Tabela 4 Tabela 5 Tabela 6 Tabela 7 Tabela 8 – Hardwares disponíveis ..........................

4.15 MODELO DE LISTA DE SIGLAS LISTA DE SIGLAS BBS BITNET CD-I CD-ROM CD-WORM CPD FTP HTTP LAN NPD RNP WAIS WWW Bulletin Board System Because It’s Time Network Compact Disc Interactive Compact Disc – Read Only Memory Compact Disc – Write Only Read Many Centro de Processamento de Dados File Transfer Protocol Hyper Text Transfer Protocol Local Area Network Núcleo de Processamento de Dados Rede Nacional de Pacotes Wide Area Information Service World Wide Web 59 .

.... 39 BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ...........4 5............................................................6 6 7 INTRODUÇÃO .....4................... eliminam-se as linhas de grade ou formatam-se bordas e sombreamento e eliminam-se as linhas.........2 3....................1 5........................................................4................................................... SUBORDINAÇÃO .1 2............... Títulos e subtítulos ............................................... SUMÁRIO EM OUTRO IDIOMA ...... Indicativos das seções ........... ORDEM DOS ELEMENTOS .......4 5.................4.................. CENTRALIZAÇÃO ................. LOCALIZAÇÃO ................. o conteúdo............5 5...... Paginação ................................................ ÍNDICE ......................................2 5........................1 5.............................................................2 3 3................................3 4 5 5............................................... 44 Obs..............................................3 5........................................................................... 60 ....16 MODELOS DE SUMÁRIO COM NUMERAÇÃO PROGRESSIVA SUMÁRIO 1 2 2....... e na terceira.............2 5................................. 42 ANEXO A – NBR 6027 Modelo de sumário ............................... Na primeira........... 13 REFERÊNCIA NORMATIVA ...................................... SUMÁRIO .................. 9 OBJETIVOS .....3 5................. na segunda........ ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ...................................................... 16 18 19 20 25 26 27 27 28 28 29 30 32 33 34 DEFINIÇÕES ............... Nome(s) do(s) autor(es) ..................... indica-se a numeração progressiva................ 35 CONCLUSÃO ...........1 3................................ LISTA ......... 13 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ....................................................4...........................................: Elabora-se o sumário dentro de tabela com três colunas......................... 37 REFERÊNCIAS ....................................4... 12 OBJETIVO GERAL ....................... o número da página respectiva.... Depois...... SUMÁRIO ÚNICO .......... 22 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ..............

.................................................. Sumário .................... 22 Regras gerais de apresentação ....................................................2 5....................... 42 Anexo A – NBR 6027 Modelo de sumário ....................... 35 Conclusão ......3 4 5 5......4......................... Elementos pré-textuais .............1 5....... 9 Objetivos ....................................................................................... Paginação ....................................6 6 7 Introdução .........2 5........ 12 Objetivo geral ...............................................3 5......1 3................. Subordinação ......2 3 3....4 5...................................................... Índice ......................................................................................... 13 Objetivos específicos ..........................................................1 5................................... 39 Bibliografia consultada .......................4............................................... 13 Referência normativa .1 2. SUMÁRIO EM OUTRO IDIOMA ........................ 37 Referências .......... Centralização ...............4................ Indicativos das seções ..............5 5........................................................................ Títulos e subtítulos ... SUMÁRIO ÚNICO .....................................................................................................................................................................SUMÁRIO 1 2 2....................................... Ordem dos elementos ....................................................................... Localização ....................................................3 5........................2 3................................. 44 61 ................................................. 16 18 19 20 25 26 27 27 28 28 29 30 32 33 34 Definições ........ Lista .. Nome(s) do(s) autor(es) ...............................................................4............................................4 5..

....... CAPÍTULO 2 – NBR 6023 – INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO – REFERÊNCIAS – ELABORAÇÃO .................................................................................................................................................3 ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS ..........2 ESTRUTURA ..........................................1 Objetivo geral .... 1.. ANEXO B – NBR 6023 – Modelos de referências ..........................3.. 2............................ 4....5 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ..................................2 REGRAS DE APRESENTAÇÃO ..................1 Elementos pré-textuais ................. 50 51 57 60 62 .......................................................... CAPÍTULO 4 – NBR 14724 – INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO – TRABALHOS ACADÊMICOS – APRESENTAÇÃO ................ 1...................................4..................................................................................................... 2..........3...... CAPÍTULO 3 – NBR 10520 – INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO – CITAÇÕES EM DOCUMENTOS – APRESENTAÇÃO ....................................2 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO .... ANEXO A – NBR 6027 – Modelos de sumário ..... 3.....................................................5....1 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ..... 1............ 2..... 1.............1 OBJETIVOS ...... 9 11 12 13 13 16 18 19 20 21 24 25 27 29 32 33 34 35 36 37 40 41 44 45 CONCLUSÃO ........ 48 REFERÊNCIAS ..............................................................3 DEFINIÇÕES .......2 Sistema autor-data .............................................3 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO ........................................................ 3.....................2 Objetivos específicos ......1 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ....... 1........ 1............................................................................................................ 4.........................................1 Sistema númerico ..4 LOCALIZAÇÃO ..............2 REFERÊNCIA NORMATIVA ................................ 3...................................................................3 CHAMADA ........ 1................................................................................ CAPÍTULO 1 – NBR 6027 – INFORMAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO – SUMÁRIO – APRESENTAÇÃO ..............................................................................17 MODELOS DE SUMÁRIO EM ESTRUTURA DE CAPÍTULOS SUMÁRIO INTRODUÇÃO .....1......................................................................... 3...............................1.............1 REFERÊNCIAS NORMATIVAS ..... ANEXO C – NBR 14724 – Modelos de páginas pré-textuais ........................ 1.............................................................................................................. 4....... 3...................

...3....... 1....... 2........... 9 11 12 13 13 16 18 19 20 21 24 25 27 29 32 33 34 35 36 37 40 41 44 45 Conclusão ............. 1..................................................1.2 Regras gerais de apresentação .......................................... Anexo A – NBR 6027 – Modelos de sumário ................1 Referências normativas .......................... CAPÍTULO 1 – NBR 6027 – Informação e documentação – Sumário – Apresentação ........ 50 51 57 60 63 ........................................ 3.1 Sistema númerico ........................ 1.................................................................................... 3.......... 3.... 1........................................................................ 1.......................................................................................... CAPÍTULO 4 – NBR 14724 – Informação e documentação – TRABALHOS ACADÊMICOS – Apresentação .................. 48 Referências ............................................SUMÁRIO Introdução .....................1 Referências normativas ........5.............1 Objetivo geral .......... 1.1 Referências normativas .......................................................................................... 3..................................................3 Ordenação de referências ...............2 Sistema autor-data .....................................2 Estrutura ...... 1..................... Anexo C – NBR 14724 – Modelos de páginas pré-textuais ...................................................................................3......................2 Referência normativa ...............................................................................................................................5 Regras gerais de apresentação ................................................................................................3 Chamada ...3 Definições ........................1 Elementos pré-textuais ...........................1 Objetivos .... 4................................3 Regras gerais de apresentação .................. CAPÍTULO 3 – NBR 10520 – Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação ...................................... Anexo B – NBR 6023 – Modelos de referências ..........................................................................................................4 Localização .................... 2................................................................................................ 1.................................2 Objetivos específicos ...................................... 4............................................... CAPÍTULO 2 – NBR 6023 – Informação e documentação – Referências – Elaboação ..................... 3.............................................................. 4....................................................2 Regras de apresentação .......1.......................... 2........................

2. 2. Campo Grande: SEMADES./fev. Citações e referências para documentos eletrônicos. MEIO AMBIENTE E ASPECTOS TRANSFRONTEIRIÇOS. A gestão ambiental no setor de papel e celulose. Campo Grande. LOPES. SOUZA. C. M. G. M. T. 1989.. In: CONFERÊNCIA SOBRE MERCOSUL. JUCHEM. 1997. MOURA. cap. Balanço ambiental para empresas. C. 75-87. V.. 159162. A. ed. São Paulo. E. Rio de Janeiro: FGV. A. 1996. 2. p. Modelo de gestão da Bacia do Alto Iguaçu.4. I. Acesso em: 9 dez. Introdução à gestão do meio ambiente. A evolução dos modelos de gestão de resíduos sólidos e seus instrumentos. 5. Anais. Revista de Administração Pública. G. 377 p. 32. Rio de Janeiro. Meio ambiente e gestão participativa.br/users>. Gestão ambiental no Brasil: experiência e sucesso. 3. GIL. jan. 1997. Disponível em: <http://www. 1. 109 f. ed. 1996. de.elogica. 64 . U. P. In: PISANI. p. p. 1995. In: ________.com. v. 1997. 1998. P. 89-105. Manual para elaboração de plano de manejo e gestão para bacia de mananciais do Estado do Paraná.18 MODELO DE REFERÊNCIAS – NBR 6023 BISI. NICOLETTO. Curitiba: SANEPAR. Curitiba: FAE/ CDE. 1989. 73-87. ed. n.. p. Universidade de São Paulo. Dissertação (Mestrado em Gestão Ambiental) – Faculdade de Administração.

O termo é normalmente usado para designar o endereço de um usuário da Internet e refere-se também ao ato de enviar e receber mensagens via internet. o equipamento ou máquina. empresas e pessoas com informações e links para navegar na Internet. On-line Em linha. fitas magnéticas ou CD-R. Home page Páginas criadas por instituições. Site Sítio. trazer para o seu computador (ou para um computador local) um arquivo disponível na Internet. Lugar. que ocupa grandes espaços físicos. geralmente mantidas em disquetes. Software Programas que determinam o comportamento e a função a serem executados pelos computadores. Backup Cópias de segurança. os quais permitem recuperar informações se houver falha do disco rígido. Marketing Conjunto de estudos e medidas que provêem estrategicamente o lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor. pessoas e instituições. podendo representar arquivos ou serviços disponíveis na Internet. informações acessadas diretamente na tela do computador. Mainframe Computador de grande porte. garantindo o bom êxito comercial da iniciativa. Links Ligação/conexão com outras telas de outros documentos disponíveis. como canais de fibra óptica.19 MODELO DE GLOSSÁRIO GLOSSÁRIO Poderosos computadores conectados por linhas de banda larga. peças. elos de satélite e elos de transmissão por rádio. fios e chips. Download Baixar.4. E-mail Electronic mail ou correio eletrônico. Backbone 65 . Hardware Parte física do computador. ou seja. encaixes. Local onde ficam armazenadas as home pages ou arquivos disponíveis por FTP. endereço/local dentro da Internet que permite acessar arquivos e documentos mantidos no computador de empresas. Scanner É um periférico capaz de capturar a imagem de uma página impressa.

4.20 MODELO DE APÊNDICE APÊNDICE A – Questionário de coleta de dados 66 .

4.21 MODELO DE ANEXO ANEXO A – Regulamento de empréstimo da BICEN 67 .

4. 4. 4. 4. 4. 1.19 Gráfico.1 Glossário.22 Ilustrações.10 Errata. 4. 4.6 Quadro. 4. 4. 4.8 Índices.7 Epígrafe.17 Tabela.7 Paginação. 4.8 Anexos. 1.22 Listas.12 Agradecimentos.15 Lombada. 4.3 Fonte. 1.22 MODELO DE ÍNDICE REMISSIVO ÍNDICE REMISSIVO Abstract.21 Apêndices.5 Espacejamento.16. 1. 1.25 68 . 4.6 Folha de rosto. 4. 4. 1.4 Ficha catalográfica.14.2 Formato.20 Capa.13.9. 4. 4. 4.4 Folha de aprovação.1 Dedicatória.23 Referências. 4.3 Numeração progressiva. 4. 4. 4. 1.4.2 Margem. 4. 4.18 Resumo.11 Sumário. 4.

Citação indireta: reprodução das ideias de um outro autor. 104 apud SUASSUNA. Internet. passando a ser a escrita de ‘uma palavra de forma fixa’.2. para esclarecer.1 Citação de citação É a menção de um documento ao qual não se teve acesso. 1995. no texto.12.2 TIPOS DE CITAÇÃO Citação direta: transcrição literal de um texto ou parte dele.3. independente de como o escritor fala ou o leitor diz o que lê.11 e 5. 5. 69 .1 DEFINIÇÃO É a menção. “citado por”. p. mediante a palavra latina “apud” ou sua tradução. disquete. de informação extraída de outra fonte (revistas. Exemplos: No texto: A ortografia surge exatamente de um ‘congelamento’ da grafia das palavras. sem que haja transcrição literal dos termos. (CAGLIARI. de que se tomou conhecimento apenas por meio de citação em outro trabalho. CD-ROM.3.1. fazendo com que ela perca sua característica básica de ser uma escrita pelos segmentos fonéticos. p. 5. 55). Só deve ser feita na total impossibilidade de acesso ao documento original.1. livros. ilustrar ou sustentar o assunto apresentado. Exemplos item 5. A citação direta pode ser curta ou longa. 1986. fita de vídeo).5 CITAÇÃO – NBR 10520 5. deve sempre indicar a fonte de onde foi retirada a ideia.

v. 1996. A principal característica da biblioteca do futuro não será mais o volume do seu acervo.. 242 p. 384-392. p. p. R. Exemplo: No texto: Para Beluzzo (1994) citado por Ferreira (1996. n. Campinas: Papirus. p. A. 70 . Na lista de referências: FERREIRA. 387). SUASSUNA.. 1996. Mundo de papel. mas a disponibilidade que tem de comunicar-se com outras instituições através das novas tecnologias.. Assoc. 1995. Dent. Assoc. Dent. 5.De acordo com Beluzzo (1994 apud FERREIRA.. 387). São Paulo. 50. mas a disponibilidade que tem de comunicar-se com outras instituições através das novas tecnologias. R. Mundo de papel. Ensino de língua portuguesa: uma abordagem pragmática. Rev. Rev. 50. 5. A principal característica da biblioteca do futuro não será mais o volume do seu acervo. v. L. Paul./out. Cir. 1996. set. Com relação ao uso da expressão “citado por”. recomenda-se inseri-la no contexto da frase. Na lista de referências: FERREIRA. 384-392.. A. São Paulo. set../out. n. p. Cir. Paul.

Na lista de referências. Esta obra foi publicada por Serge Moscovici. só a inicial deve ser em letra maiúscula.3.” “Um conjunto qualquer de entes e nexos é uma configuração e é um substrato. pelo nome da instituição responsável. quando autor entidade. 71 .3 SISTEMAS DE CHAMADA As citações são feitas de acordo com o método: autor-data ou numérico. todas as letras devem ser maiúsculas. pelo título. 2003. Ao enfatizar a teoria das representaçoes sociais destaca-se “a representação social da psicanálise mantida pela população parisiense em fins dos anos cinquenta. Exemplos: No texto: Para Comparato (2003. São Paulo: Saraiva. A escolha fica a critério do pesquisador. 35). * Para citação direta retirada da Internet. Em seguida. o ano de publicação e também. p. que deu origem à referida teoria. as chamadas aparecem pelo sobrenome do autor. ou então. 29).” (ROMERO.1 Sistema autor-data Nas citações. p. K. a indicação dos documentos segue ordem alfabética. 1996. que deve usá-lo consistentemente ao longo de seu trabalho.* Para a menção do autor no contexto da frase. o número da página. A afirmação histórica dos direitos humanos. 5.5. “Foi durante o período axial que se enunciaram os grandes princípios e se estabeleceram as diretrizes fundamentais da vida. Na lista de referências: COMPARATO. em vigor até hoje. p. na ausência de autoria. F. e quando a menção é feita entre parênteses. 8). para citações diretas. quando autor pessoal. se possível indicar a página. 1999.” (SÁ.

São Paulo: Atlas. as decisões a serem tomadas são específicas de cada um.2 Autores com o mesmo sobrenome Quando há autores com o mesmo sobrenome. Contabilidade básica.” Como diferentes programas podem adotar enfoques diversos. Ministério da Educação e Cultura. conforme os pressupostos teóricos que norteiam a equipe e as condições nas quais o projeto se desenvolve. 5. p.1 Um autor: pessoa física ou entidade Indica-se o sobrenome do autor ou então o nome da entidade responsável.ROMERO. SÁ. 12). C. Se a coincidência persistir.3.1. 1976. Departamento de Ensino Médio. C. Elaboração e avaliação de programas de ensino. J. 72 . colocam-se os prenomes por extenso. 21) afirma: “Os usuários são as pessoas que se utilizam da Contabilidade.3. 1976. Núcleo central das representações sociais. indicam-se as iniciais de seus prenomes. 2003. MARION. 1993. p. Rio de Janeiro: Do autor.1. ed. (BRASIL. Metafísica: metafísica estruturalista. 2. C. J. que se interessam pela situação da empresa e buscam na Contabilidade as suas respostas. Exemplos: No texto: Marion (1993. Na lista de referências: BRASIL. até o primeiro sinal de pontuação. Brasília. 1996. Petrópolis: Vozes. 5.

20. Videre Futura. (2003. e outros. M.” Na lista de referências: OLIVEIRA. p. nasceram dela e cresceram ‘para fora’ da grande rede. 58-61. 2. 65. e o ecoturismo é uma das modalidades mais procuradas pela necessidade do homem de integrar-se à natureza. p. A. v. para as quais as mensagens. No texto: O turismo é visto como o mercado que mais cresce. 11. p. Fazenda Nossa Senhora Aparecida: plano de desenvolvimento do ecoturismo e implantação de uma reserva particular do patrimônio natural RPPN. adquirindo outras empresas. 2003. (SILVA. 2001. Alice O.Exemplos: No texto: Para Oliveira. p. 2001. (SILVA. A. 184). Campo Grande. São Paulo. 2003. n. Álvaro. 43-45. de modo inverso. (2003.” Na análise da internet como meio de comunicação e veículo publicitário. p. Oliveira.. 5. São Paulo. Alice. R. a política de comunicação. Revista Álvares Penteado. Multitemas. as siglas e os símbolos são processos para a tentativa de comunicar-se. 91-94. Quem não se comunica. Nas relações internacionais destaca-se a importância da comunicação dentro das empresas. SILVA. n. chegando a se confundir com ela. 1. 183-195. São Paulo. Direito subjetivo e sociabilidade natural: uma revisão do legado ibérico. I. I.. p. abr. 92) destaca que “grandes conglomerados da comunicação aumentaram sua força entrando na internet. 2001). Na lista de referências: SILVA. n. Álvaro P. 2001). v. n. fev. 73 . OLIVEIRA. “a referência mais usual da soberania do indivíduo ainda é a da propriedade. Novos Estudos CEBRAP. A linguagem da internet e os diferenciais na transmissão da mensagem publicitária.

São Paulo: Pioneira. ed. 57).].3.4 Dois autores Trabalhos de dois autores são citados pelos dois respectivos sobrenomes.3 Documentos diversos do mesmo autor com mesma data Diversos documentos de um mesmo autor. são identificados mediante o acréscimo de letras minúsculas após o ano (em ordem alfabética). Administrando o futuro: os anos 90 e a virada do século. sem espaços. Exemplos: No texto: Para Drucker (1998a. a produtividade dos grupos que hoje dominam a força de trabalho. trabalhadores com conhecimento e trabalhadores em serviços.1. com o mesmo ano de publicação. Introdução à administração.” (DRUCKER. 1998b. Tradução de Nivaldo Montingelli Junior.3. 161). 5.5. 6. _____.. 1998b. “A grande e básica diferença entre uma entidade prestadora de serviços e uma empresa é o modo como a primeira recebe sua remuneração. 1998a. ed. 3. São Paulo: Pioneira. ligados pela conjunção “e” quando inseridos na sentença ou por ponto e vírgula quando dentro de parênteses. p. será o maior e mais difícil desafio a ser enfrentado pelos gerentes [. 74 . F.. p.1. Na lista de referências: DRUCKER. P.

p. 1997. CAGGIANO. L. 97). Na lista de referências: ALBRECHT. C.” (GRINOVER. CAGGIANO. 41). Serviço com qualidade: a vantagem competitiva. “A narração deficiente ou omissa que impeça ou dificulte o exercício da defesa é causa de nulidade absoluta. 2.” (FIGUEIREDO. ed.]”.. Quando o conjunto se integra sintaticamente à sentença. P.3. 208). São Paulo: Markron Books. FERNANDES. Trata-se de um índice híbrido [. p. dentro de parênteses. São Paulo: Atlas. FIGUEIREDO. K. 2001. S. BRADFORD. “O Índice Geral de Preços é considerado como medida-padrão (ou oficial) da inflação no país.1. o primeiro sobrenome é seguido de ponto e vírgula e o segundo. 276 p.. Exemplos: No texto: De acordo com Fonseca. 75 . GOMES FILHO.5 Três autores Trabalhos de três autores são citados pelos três respectivos sobrenomes. 5. J. não podendo ser sanada porque infringe os princípios institucionais. usa-se somente ponto e vírgula entre os sobrenomes. 1997. p. Martins e Toledo (1995. 1992.. da conjunção “e”.Exemplos: No texto: A definição apresentada por Albrecht e Bradford (1992) sustenta que a qualidade em serviços é a capacidade que uma experiência ou qualquer outro fator tenha para satisfazer uma necessidade. Controladoria: teoria e prática. resolver um problema ou fornecer benefícios a alguém. “A evolução tecnológica e o desenvolvimento de novos métodos de trabalho representam a fronteira entre o sucesso e o fracasso..

A importância da leitura na formação do professor. G. A. G.Na lista de referências: FONSECA. da. As nulidades no processo penal. pós-graduação e docentes – utilizando o julgamento direto desses usuários.. 1996). DI CHIARA. GOMES FILHO. Anais. I. et al.. ed. Na lista de referências: BARTALO. S. São Paulo: Ed. Serviços de informação com qualidade: o caso do sistema de bibliotecas da Universidade Estadual de Londrina. Di Chiara et al. Fortaleza. 7.. Revista dos Tribunais. (BARTALO et al.6 Mais de três autores Trabalhos de mais de três autores são citados pelo sobrenome do primeiro. (1998) procuraram avaliar os atributos de qualidade dos serviços segundo a visão dos usuários/clientes – alunos de graduação. Exemplos: No texto: A escola tem por responsabilidade proporcionar aos seus alunos condições para que eles tenham acesso ao conhecimento. P. Estatística aplicada. 1995. 10. atual. rev. A. 1998. GRINOVER. 5. 1996... seguido da expressão “et al. TOLEDO. 3 Disquetes.. São Paulo: Atlas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. 1998. São Paulo: APB. M. FERNANDES. Fortaleza: UFC.1. de A. L. 2001. et al. S. G. MARTINS. 76 .” e o ano.3. A. J.. L.

/jun. Bibl. 1986. jul. 1997) afirma que um dos propósitos do marketing é alcançar os objetivos organizacionais./ dez. Florianópolis: Ed. v. Exemplos: No texto: Oliveira (1985. 1-29. Comun. 21. publicados em anos diferentes e mencionados simultaneamente. 1. jan. 6. 1989. 14. promover e distribuir produtos e serviços de informação a serem consumidos e utilizados pelos usuários. p. 1. Inf. 1994.. São Paulo. Ci. Marketing em bibliotecas universitárias: evolução. (SILVEIRA.1. _____. Tese (Doutorado em Ciência da Comunicação) – Universidade de São Paulo. Rev. n. SILVEIRA. p. transferência de princípios. Bibl. Marketing em bibliotecas: por que relutar? Rev. Porto Alegre. 1992). p. p. 336 f. da UFSC. 1989. Brasília./jun./dez. A utilização do marketing permite criar.5. Marketing em bibliotecas universitárias. 1997. n. os anos são separados por vírgula.3. v. Ci. O ensino de administração nos programas das escolas de Biblioteconomia no Brasil. Marketing em sistemas de informação: visão geral. 1994. 137-147. 1989. 2. _____. 45-51. com datas diferentes Quando há vários documentos de um mesmo autor. jan. 77 . 15. 1992. Na lista de referências: OLIVEIRA. _____. A.. M. Brasília. 1986. jan. Marketing e sua aplicação em bibliotecas: uma abordagem preliminar. n. n. v. Brasília. estudo da aplicação no Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade de São Paulo. Inf. _____.7 Documentos diversos de um mesmo autor. 1985. 9-16.. desenvolver. S.

I.1. mas quando ele se incorpora sintaticamente a uma frase. MOBRICE. BAPTISTA. v. Universidade de Brasília. MOBRICE. 1985. informação e conhecimento. p.3. SILVA. G. Brasília. a penúltima unidade se liga à última por meio da conjunção “e” ao invés de ponto e vírgula. Na lista de referências: AMARAL. jul. 1990. 1986./dez. Exemplos: No texto: Percebe-se que o marketing não vem sendo adotado de maneira contínua e sistemática pelas bibliotecas brasileiras. S. Universidade de Brasília. 2. A. Dissertação (Mestrado em Biblioteconomia e Documentação) – Departamento de Biblioteconomia. seus sobrenomes devem aparecer em seqüência alfabética. A contribuição da estratégia do método de marketing para solucionar problemas de baixo índice de uso no acervo e freqüência em bibliotecas: estudo de caso. 18. 1990. 1986). indivíduo. Aplicação dos instrumentos promocionais de marketing em bibliotecas e serviços de informação. S. 1990. usa-se ponto e vírgula para separar as unidades. 78 . A. do. os quais apresentam argumentações e explicações para a realidade atual com colocações semelhantes. Dissertação (Mestrado em Biblioteconomia e Documentação) – Departamento de Biblioteconomia. Bibl. 248 f. O marketing nas bibliotecas de geociências e tecnologia mineral. lembrando que a nova realidade vem proporcionando a interação da sociedade. acompanhados do ano. Brasília. Quando o conjunto aparece entre parênteses.5. Paula (1991) e Pontes (1990). BAPTISTA. 1985. Rev.8 Diversos autores No caso de vários autores que são mencionados simultaneamente em virtude de apresentarem uma mesma ideia. n. S. (AMARAL. Essa revolução é comentada por Oashi (1992). Brasília. 157-165. conforme literatura indicada. 76 f. 1990. 1990.

são mencionados pelo próprio nome. Os órgãos governamentais com nomes genéricos./jun. v.1. São Paulo. 33-42. Bibl. 2002. 2/3. p. Doc. Dissertação (Mestrado em Biblioteconomia) – Universidade Federal da Paraíba. 79 . 1990. empresas. 1991. congressos. 24. 86-97. 25. Campinas. por extenso. P. 2. da. Base de dados em ciência e tecnologia. A sociedade da informação no Brasil. P. v. A. Doc. p. Na lista de referências: GRUPO TELEFÔNICA NO BRASIL. Gráfica.. para deixar clara a distinção. 80-112. como ministérios. C.OASHI. associações. Para nomes de órgãos subordinados muito extensos podem-se utilizar reticências.9 Autor entidade Órgãos governamentais. n. são indicados com subordinação ao órgão superior e à área geográfica a que pertencem. Rev. C. Quando há coincidência de denominações. 103 f. jan. p.3. o conceito de sociedade da informação adquiriu importância em escala mundial. 1986. Rev. São Paulo. 2002. 1992. São Paulo: Takano Ed. Exemplos: No texto: Nos últimos anos. jan. maio/dez. seminários. Bibl./dez. secretarias e coordenações. A tecnologia do CD-ROM e suas aplicações em bibliotecas: revisão de literatura.. n. v. de. acrescenta(m)-se órgão(s) subordinado(s). C. C. C. SILVA. 5. n. L. 1/2. João Pessoa. Planejamento bibliotecário sob o conceito de marketing. 1/4. etc. (GRUPO TELEFÔNICA NO BRASIL. Transinformação. 1986. 10). PAULA. Tecnologia CD-ROM e suas aplicações em unidades de informação: revisão inicial. PONTES. p. Bras. Bras. entre outros.

Departamento de Ensino Médio. conforme os pressupostos teóricos que norteiam a equipe e as condições nas quais o projeto se desenvolve. Na lista de referências: BRASIL. as decisões a serem tomadas são específicas de cada um. Departamento . Ministério da Educação e Cultura.. Como diferentes programas podem adotar enfoques diversos. 1976. Ministério da Educação e Cultura.. p. 1976. No texto. as decisões a serem tomadas são específicas de cada um. a época foi considerada de racionalização de esforços. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. de enfoque sistêmico das problemáticas. Ministério da Educação.. 1976. Ministério da Educação. 1976. Na lista de referências: BRASIL. BRASIL. Estímulo a estudos e pesquisas educacionais.] para tomadas de decisão adequadas. p. duas ocorrências com datas coincidentes: Nas argumentações sobre o estímulo à pesquisa no setor educacional. 80 . (BRASIL.No texto: Como diferentes programas podem adotar enfoques diversos. conforme os pressupostos teóricos que norteiam a equipe e as condições nas quais o projeto se desenvolve.. de quantificação em busca de melhor qualidade dos produtos [. 12). Brasília. (BRASIL. 1976.. Departamento de Ensino Médio. 1976. Brasília. (BRASIL. p. Ministério da Educação e Cultura. Instituto ... Elaboração e avaliação de programs de ensino. Elaboração e avaliação de programas de ensino. 12).. 5). Brasília.

/fev.” (MARKETING. n. Exemplos: No texto: “Marketing sempre foi encarado como a técnica de vender produtos..5.. jan.. 7). a palavra seguinte também deve ser grafada em maiúsculas. ou ainda.. seguida de reticências. Na lista de referências: A JOANINHA é um “inseticida” natural. (A JOANINHA. p. do ano de publicação e.10 Publicações sem autoria Publicações sem indicação de autoria ou responsabilidade são citadas pelo título. a página. Para títulos extensos deve-se indicar a primeira palavra.1.. 28). 26 jan. 1995. Hoje ele é a arte de construir relacionamentos [. Exemplos: No texto: Por que se obstinar a tratar as plantas com inseticidas ineficazes contra os pulgões.. impiedosa e bela. no caso de citação direta.. são destacadas entre aspas. 28-37. 7. Curitiba.]. p. Na lista de referências: MARKETING de relacionamento: ferramenta que faz a diferença. pela contração de uma preposição com um artigo.. quando uma só joaninha engole mais de cem por dia? Retrato de uma matadora (de insetos). Em ambos os casos.3. Quando o título inicia por um artigo ou uma preposição. 81 . p. 1999. p.3. de até três linhas Citações de até três linhas podem constituir parágrafo independente ou são inseridas em um parágrafo. Curitiba.11 Citação direta curta.1.1999. 1995. 5. Supermix. Gazeta do Povo. 43.

304 p. Esfera pública e conselhos de assistência social: caminhos da construção democrática. Mas pode haver elaboração mais ou menos explícita de uma contraideologia. rev. o que significa em termos práticos aceitação da situação vigente de estrutura de poder com as respectivas desigualdades. À medida que esses tiverem pouca consciência da opressão. que conteste a legitimidade do poder atual. com letra tamanho 10. que justifique a mudança de situação.3. 2. pelo menos. ed. R. ou. foi o caldo cultural que preparou a adoção das políticas neoliberais no Brasil. 2000. Uma estrutura institucionalizada de poder quer dizer que passa por uma fase de relativo consenso sobre a normalidade da dominação. 82 . 1985. Exemplos: No texto: A ideologia dominada é aquela elaborada pelos dominados. que vise a outra forma de instituição. p. 132).” Na lista de referências: RAICHELIS.1.12 Citação direta longa. de imposição sem maiores contestações. 103): “A conjuntura hiperinflacionária. tendem a assumir a ideologia dominante como própria. (DEMO.Exemplos: No texto: De acordo com Raichelis (2000. p. espacejamento simples e sem as aspas. pelos desiguais. com mais de três linhas Citações com mais de três linhas devem ser destacadas com recuo de 4 cm da margem esquerda. 5. portanto. São Paulo: Cortez.

1. 2003. está descobrindo que o desempenho da unidade é melhorado pelo compartilhamento da informação. Rio de Janeiro: Record. Na lista de referências: SANTOS. de fato. M. Sociologia: uma introdução crítica. 2003. P. seja em função de fatos concretos […]. Tradução de Cid Knipel Moreira. 76).Dentro deste contexto. ed. porém. 10. sua unidade melhora. S. 39) afirma: Alguns gerentes estão encontrando dificuldades em abrir mão do controle da informação. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Exemplo: No texto: De que maneira a globalização afeta a soberania das nações […] é uma questão que volta e meia ocupa os espíritos. 83 . São Paulo: Saraiva.13 Supressões. Sentem-se ameaçados por terem de dividir o poder. p. ROBBINS.3. seja teoricamente. 2003. 1985. Robbins (2003. 174 p. Podem ser feitas em qualquer lugar. 2. (SANTOS. 5. interpolações (acréscimos e comentários) e destaques em citações diretas Supressões são omissões intencionais de parte(s) de uma citação. p. A maioria. Na lista de referências: DEMO. são tidos como gerentes mais eficazes. São Paulo: Atlas. ed. E quando. Administração: mudanças e perspectivas. por meio de reticências entre colchetes.

RAP. com o acréscimo da expressão “grifo nosso” após a chamada da citação.” Em teoria. sublinhado ou itálico. v. porém nem sempre é fácil aplicar os preceitos na prática [. quando o destaque já compõe a obra consultada.. 37. criada e mantida para dar sustentação aos programas de ensino. “grifo do autor”. grifo nosso). e precedido por uma vírgula. Na lista de referências: CARVALHO. p. ou então. S. (CARVALHO. grifo do autor). 2003. O destaque de parte(s) de uma citação é feito mediante negrito. Rio de Janeiro. p. p. 2003.] (ZACCARELLI. p. utilizam-se colchetes. GOULART. Exemplo: No texto: Nesse cenário as bibliotecas [universitárias] apresentamse como uma organização social prestadora de serviços. 158. GOULART. 922). a administração da vantagem competitiva pela preferência dos clientes é simples. 84 . C. 2003./ago. “A teoria das formas de governo como critério distintivo para a determinação das formas do poder é a parte morta do pensamento de Montesquieu. pesquisa e extensão [.. 4. acréscimos ou comentários..Para interpolações.. Formalismo no processo de institucionalização das bibliotecas universitárias. 156. jul. 921-938.]. Exemplos: No texto: Para Bonavides (1999.. n.

197). 3. 2003. Exemplos: No texto: Qual o problema? O arquiteto prestador de serviços deixa de ser o criador da forma pertinente como síntese dos aspectos específicos e fundamentais do problema arquitetônico – programa. é a que aparece nas estatísticas oficiais. que é reportada aos órgãos coletores de informação. conferências e outros).14 Citação de dados obtidos por informação verbal Para a citação de dados obtidos por informação verbal (palestras. ed. ZACCARELLI.Na lista de referências: BONAVIDES. P. processo e administração estratégica. 379 p. Além da irrelevância do que faz. 2002. S. “Uma economia formal ‘declarada’ – ou formal ou ‘oficial’. ed. Exemplo: No texto: Para Bethlem (2002. rev. São Paulo: Malheiros. 244 p. São Paulo: Saraiva. Em citações diretas. São Paulo: Atlas. p. 85 . lugar e construção – para transformar-se em um “gestor mais ou menos comercial de imagens de origem no mínimo duvidosa” (informação verbal)1.3. as aspas já existentes no texto devem ser substituídas por aspas simples. Estratégia empresarial: conceitos. seu trabalho convertido em mero packaging. usa-se entre parênteses a expressão “informação verbal”. Estratégia e sucesso nas empresas.1. incorre em charlatanismo ao invadir o campo de trabalho do publicitário e do artista gráfico. Esses dados não precisam constar na lista de referências. atual. Teoria do Estado. debates. A. 5.” Na lista de referências: BETHLEM. 1999. 4. com a menção dos dados disponíveis em nota de rodapé.

por causa de sua temporalidade. em março de 2003. 5. com a indicação dos dados disponíveis em nota de rodapé.1.15 Citação de trabalho em fase de elaboração Registra-se o fato no texto. a ser editado pela Ed. Na nota de rodapé: 1 Informação fornecida por Eunice Novais no Congresso Brasileiro de Marketing de Turismo.16 Citação de informações extraídas da Internet Essas informações devem ser utilizadas com cautela. 2005. Exemplo: No texto: As normas técnicas aplicadas à informação e documentação são utilizadas na elaboração de trabalhos acadêmicos.3. É necessário analisar e avaliar sua fidedignidade e seu caráter científico. dissertações e teses.3. 86 . UEPG.Na nota de rodapé: 1 Entrevista concedida ao autor.1. Na nota de rodapé: 2 Normalização de documentos. 5. em 10 de novembro de 1999. de autoria de Luiz Pereira da Silva. entre parênteses. monografias. As entradas seguem as mesmas regras adotadas para documentos impressos. (em fase de elaboração)2. trabalhos de conclusão de curso. No texto: Este é um novo segmento que as empresas terão que atender (informação verbal)1. em Recife.

traz obras em 16 diferentes idiomas e seu acervo é composto por literatura universal. 32. Na lista de referências: PESTANA.. Acesso em: 10 nov. Se o autor optar por colocar o texto original no trabalho. v. n. 2003.. 2003. 2003).. (O PROJETO.3. ibict. deve-se acrescentar. 5. Disponível em: <http://www.br>. Acesso em: 28 nov. recomenda-se que coloque então a tradução em nota de rodapé. Desafios da sociedade do conhecimento e gestão de pessoas em sistemas de informação.17 Tradução em citação Os textos em língua estrangeira podem ser reproduzidos no original ou traduzidos. Em termos de mudar a cultura 87 . Disponível em: <http://www..” O projeto Gutenberg. (2003. com trinta anos de existência. Brasília. A desvantagem é bastante óbvia.1. 2003. maio/ago. Recomenda-se que o texto original seja colocado em nota de rodapé.br>. M. et al. logo em seguida da chamada. O PROJETO Gutenberg. p. p. arquivos de música e ilustrações. No caso de tradução. a expressão “tradução nossa”. precedida por uma vírgula.Exemplos: No texto: A gestão de pessoas para Pestana et al. Exemplos: No texto: Bibliotecários têm algumas vantagens principais como agentes de administração de conhecimento e uma desvantagem principal. C.bibvirt. 78) “faz parte da organização que visa cada vez mais à satisfação de seus funcionários para que. motivados. 2. executem suas tarefas com eficiência e eficácia. Inf. usp. 77-84. Ci. futuro.

nós somos colocados pobremente como agentes de mudança. Este é um obstáculo. tradução nossa). meaning that equity will derive a means to achieve a lawful result when legal procedure is inadequate. or ‘equity follows the law’. 88 .organizacional. aug. 1999). significando que a equity fornecerá um significado para se atingir um resultado jurídico quando o procedimento legal se mostrar inadequado. In terms of changing organizational culture. The disadvantage is fairly obvious./sept. nós temos pouca ou nenhuma influência. p. A equity e a lei não se acham mais bifurcadas. era formulado em máximas. 50). não é uma barreira absoluta. we have little to no influence. (GIFIS. though equity jurisprudence and equitable doctrines are still independently viable. we are poorly placed as change agents. Na nota de rodapé: 1 “Librarians have a few major advantages as knowledge management players and one major disadvantage. Disponível em: <http://www. Na lista de referências: SCHWARZWALDER. 1984. Na nota de rodapé: 1 O Direito da equity. it is not an absolute barrier”.1 (SCHWARZWALDER. Equity and law are no longer bifurcated but are now merged in most jurisdictions. tais como ‘a equity não suporta um direito sem um remédio’. (GIFIS. ou ‘a equity acompanha a lei’. embora a jurisprudência e a doutrina sobre a equity ainda pareçam independentemente viáveis. EContent. While the library can help facilitate the people changes necessary for knowledge management to thrive. such as ‘equity suffers not a right without a remedy’. 2001. 1984. mas encontram-se agora fundidas na maioria das jurisdições.com>. Enquanto a biblioteca pode ajudar a facilitar as mudanças necessárias das pessoas para a administração de conhecimento prosperar. Acesso em: 10 jan. 1999. Librarians as knowledge management agents. 1999. While this is an obstacle. (SCHWARZWALDER. findarticles. R. tradução nossa). em grande medida. No texto: Equity law to a large extent was formulated in maxims.

1 Sistema numérico sem o uso de notas de referência Cada autor (fonte) recebe numeração única. Exemplos: No texto: Guimarães e Vianna. 5. e a numeração é progressiva e crescente. C. (2). em algarismos arábicos. H. Law dictionary. alinhados ao texto. S. S. que é repetida toda vez que for mencionado.Na lista de referências: GIFIS. 1975. ou então. (3) ou 1. deve apresentar as referências numeradas de acordo com a ordem em que elas aparecem no texto. como sobrescrito. 89 . VIANA. 2 LAFER. planejamento e formas de centralização decisórias. 3 ABRANCHES. 2. São Paulo: Dados.5). Os números aparecem entre parênteses. ao final do trabalho. 1978. (1). São Paulo: Textual. 1992.. Sidney: Barron’s Educacional Series. The divided leviathan: state and economic policy formation in authoritarian Brazil. 3 Na lista de referências: 1 GUIMARÃES. O sistema político brasileiro.3. (Ver 5. C. Autoritarismo. as citações devem ter numeração única e consecutiva. M.2. 1984. 5.3. A lista de referências. Lafer e Abranches têm mostrado que órgãos e colegiados de decisões têm sido os lugares mais adequados para articulação de interesses do setor. Itacha: Cornell University.2 Sistema numérico Nesse sistema.

2. Brasília. O que é virtual.. As tecnologias de informação e a integração das bibliotecas brasileiras.2 Sistema numérico mediante o uso de notas de referência com expressões latinas Em ordem numérica. Ci. da. As tecnologias de informação e a integração das bibliotecas brasileiras.6). Na lista de referências: 1 LEVY. da... no que diz respeito ao processo global de difusão de conhecimentos. B. op. p. M.].” 1 O advento das novas tecnologias de informação mudou o peso relativo das publicações impressas em relação aos outros suportes de informação. (Ver 5. 2.. Inf. jornais e outros documentos serão apenas projeções temporais e parciais de hipertextos.. Brasília.. 23. Inf. B.3. 182-189. 90 . Ci. 2. A lista de referências. maio/ago. 23. 34. P. p. e sua sequência se orienta pela ordem de sua (primeira) aparição no texto. p. 1994. cada citação tem numeração própria. v. P. 1996. São Paulo: Ed. 1996. Quando há repetição de autores. 34. cit. são empregadas expressões latinas nas notas de rodapé. 1994. LEVY. v. continuidade de ação apesar de uma duração descontínua [.]. maio/ago. M. 21.2 No futuro os livros.. 182-189.5. que também é numerada progressivamente.3 Nas notas de rodapé: 1 2 3 LEVY. p. n. Exemplos: No texto: “A virtualização submete a narrativa clássica a uma prova rude: unidade de tempo sem unidade de lugar [. São Paulo: Ed. CUNHA. O que é virtual. 15. apresenta uma referência completa de cada autor (fonte). n. 2 CUNHA.

R. Rev.. A principal característica da biblioteca do futuro não será mais o volume do seu acervo. 2 FERREIRA. de que se tomou conhecimento apenas por meio de citação em outro trabalho. Exemplos: No texto: A ortografia surge exatamente de um ‘congelamento’ da grafia das palavras. 1995. mas a disponibilidade que tem de comunicar-se com outras instituições através das novas tecnologias. Assoc. Ensino de língua portuguesa: uma abordagem pragmática. Rev.11 a 5. set. mediante o uso da palavra latina “apud” em nota de rodapé.: O sistema numérico segue as mesmas recomendações dos itens 5. p.1. passando a ser a escrita de ‘uma palavra de forma fixa’. Cir. 5. Paul. 242 p. n.2. 242 p. 1994 apud SUASSUNA. Paul. Na lista de referências: 1 SUASSUNA. v.50./out. BELUZZO. fazendo com que ela perca sua característica básica de ser uma escrita pelos segmentos fonéticos. São Paulo.. seguir exemplos 5. substituindo-se o ano e a página por números em sequência.Obs. set. n. 50. No caso de citação de citação. Mundo de papel. A. 91 .3. 384-392. L. Cir. A. Ensino de língua portuguesa: uma abordagem pragmática. Campinas: Papirus. Só deve ser feita na impossibilidade de acesso ao documento original. p. 1994 apud FERREIRA.3.3..2 Nas notas de rodapé: 1 2 GAGLIARI. 1995. independente de como o escritor fala ou o leitor diz o que lê. Mundo de papel.17.384-392./out.3 Citação de citação no sistema numérico É a menção de um documento ao qual não se teve acesso. L..1 De acordo com Beluzzo. Assoc. Campinas: Papirus. Dent. v.1.. Dent.2.3. 1996. 1996. R.5. São Paulo. 5.3..

M. 2003. Exemplo: Nas notas de rodapé: _________________ 1 ACKOFF. Serviços de referência & informação. (loco citato) = no lugar citado Para indicar que a citação foi extraída da mesma página de uma obra anteriormente citada e que não houve intercalação de outras referências ou notas explicativas. p. Loc.3. 18. p. 2 Ibid. Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Herder. 35. de. (Idem) = do mesmo autor Para citar uma outra obra de um autor anteriormente referenciado. R.cit” só podem ser usadas na mesma página da citação a que se referem. loc. Brasília: IBICT. 2 Id.5. 2 ACKOFF. porém de página diferente.. cit. 92 . 1994. “ibidem” e “op. A única expressão que pode ser utilizada no texto é “apud”. 1992. Exemplo: Nas notas de rodapé: _______________ 1 FIGUEIREDO. M. Por uma globalização: do pensamento único à consciência universal. Ibid. p. Id. São Paulo: Polis. l967. e as expressões “idem”. Planejamento de pesquisa social. p. em notas de rodapé. Estudos de uso e usuários da informação. 60. Exemplo: Nas notas de rodapé: __________________ 1 SANTOS. 30.3 Expressões latinas Recomenda-se o uso das expressões latinas apenas no sistema de chamada numérico. N. cit. (Ibidem) = na mesma obra Para indicar que uma citação foi extraída da obra imediatamente anterior.

SP: Papirus. op. S. p. p. 1972. Exemplo: Na nota de rodapé: _________________ 1 BLOOM. 3 ACKOFF. 65-128 passim. Exemplo: Nas notas de rodapé: _________________ 1 ACKOFF. Campinas. 1995. a expressão latina “apud” e o sobrenome do autor da obra consultada. Exemplo: Na nota de rodapé: _________________ 1 SUASSUNA. et al. Ensino de língua portuguesa: uma abordagem pragmática. 1967.. em sequência. Apud6 = citado por Citação de citação. p. São Paulo: Atlas. D. 10. (opere citato) = na obra citada Para indicar que a citação foi extraída da mesma ou de outra página de uma obra anteriormente citada e que houve intercalação de outras referências ou notas explicativas. a qual deve 93 .Op. São Paulo: Herder. = seguinte ou que se segue Para indicar a partir de que página determinado assunto é tratado. Planejamento de pesquisa social. L. Psicologia social das organizações. os seguintes elementos: o sobrenome do autor do documento original. 18. 50 et seq. Porto Alegre: Globo. 1970. 2 KATZ. cit. 95. R. B. p. p. cit. deve apresentar. Passim (aqui e ali) = em diversas páginas Quando é impossível mencionar todas as páginas de onde foram extraídas as ideias do autor. Sequentia ou et seq. Taxonomia de objetivos educacionais.

2. com aspectos particulares da evangelização. elas devem ser alinhadas. indicações referenciais e comentários que não são incluídos no texto para evitar a interrupção lógica do raciocínio. a partir da segunda linha.3.4 Notas de rodapé As notas de rodapé podem ser explicativas e de referências.3).3. embaixo da primeira letra da primeira palavra. 94 . conformando-nos com uma re produção dinâmica. Exemplos: No texto: “Os outros dois pontos a destacar são o agudo desequilíbrio externo e a insuficiência de acumulação.ser apresentada como referência completa. recomenda-se o uso do asterisco como símbolo de remissão.2. No texto: Elaboramos juntos um plano sexenal* de trabalho. No sistema de chamada numérico. Devem ser feitas em algarismos arábicos.4. 5.1 e 5. 5. (Ver exemplos nos itens 5.”1 Na nota de rodapé: _________________ 1 Aqui privilegiamos os problemas do capital. Na nota de rodapé: _________________ * De seis em seis anos.1 Notas explicativas São explanações. que é a duração dos mandatos presidenciais. Com fonte menor e espaçamento simples. com numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte.3.

até chegar ao alfabeto. códigos. pano. ideográfica. Quando a citação aparece pela primeira vez em nota de rodapé. os quais foram inventados e aperfeiçoados ao longo dos séculos. disseminada através de um material palpável. em numeração única e consecutiva para cada capítulo ou parte. danças. 5. estando a divulgação do conhecimento sempre representada em suportes de informação. utilizou-se pedra. madeira. marfim. nas citações subsequentes as referências são abreviadas. utilizando-se das expressões latinas. ossos.4. fonética. O homem das cavernas talhou a pedra para descrever seus hábitos e sua cultura. devem aparecer em algarismos arábicos. simbolizando a linguagem de comunicação por desenhos. vegetal ao animal. papiro e o pergaminho. 5. Da transformação da linguagem auditiva em linguagem visual surgiram os primeiros sistemas de escrita.3. mímicas. ou seja. seda. sinais e gestos. passando por diversas evoluções: escrita pictográfica. sons. Utilizadas geralmente no sistema numérico. 95 .No texto: A falta de carinho dos pais contribui para o comportamento agressivo dos filhos. a referência deve ser completa. metais. Do reino mineral. argila.4 MODELO DE TEXTO COM O SISTEMA DE CHAMADA AUTOR-DATA A EVOLUÇÃO DOS SUPORTES DE INFORMAÇÃO Desde os primórdios da história. ver também Wallon (1995).2 Notas de referências Indicam as fontes consultadas ou remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. o homem buscou comunicar-se registrando seus conhecimentos e utilizando as linguagens disponíveis em sua época. cuneiforme.4 Na nota de rodapé: ___________________ 4 Sobre essa temática. mármore. mnemônica. hieroglífica.

da imprensa e da biblioteca através de um retrospecto da História de acordo com as eras e movimentos literários que dividem a história da humanidade: antigüidade. O advento das novas tecnologias de informação. Paula (1991) e Pontes (1990) que apresentam argumentações e explicações para a realidade atual com colocações semelhantes. Levy (1996. penas de aves. também. várias técnicas “tipográficas” (xilografia. Martins (1957) relata a história do livro. informação e conhecimento. Nesses períodos. entretanto com o aperfeiçoamento técnico melhorou sua qualidade e constituiu-se num objeto de beleza. técnica da fundição manual e técnica da fundição mecânica. lembrando que a nova realidade vem proporcionando a interação da sociedade. iluminadores e outros. p.” Essa revolução é comentada por Oashi (1992). até a “imprensa de Gutenberg” que aperfeiçoou os processos da tipografia. estilete. caniço. O surgimento da técnica de impressão foi um grande marco na história da escrita e divulgação do conhecimento. 8) argumenta que “a informática.] se apresentam como principais protagonistas das mudanças. litografia) e instrumentos (cinzel. 96 . idade média. Da mesma forma. títulos e acontecimentos que envolveram e tiveram influências culturais no decorrer da história. 50) enfatiza que no futuro os livros. as telecomunicações. penas metálicas) foram utilizados para reproduzir a escrita pelos copistas.Citação indireta Citação direta breve (até três linhas) Martins (1957) destaca três grandes períodos: técnica da gravura. indivíduo. p. renascença até a modernidade. segundo Cunha (1994). a informática e as telecomunicações apresentam. pergaminhistas. Nesses tipos de materiais. a automação e a inteligência artificial [. mudou o peso relativo das publicações impressas em relação aos outros suportes de informação. jornais e outros documentos serão apenas projeções temporais e parciais de hipertextos e ainda questiona a possibilidade do surgimento de novos sistemas de escrita que explorariam as potencialidades dos suportes dinâmicos de armazenagem da informação.. o livro impresso deparou-se com muitos colecionadores hostis que não o queriam em suas coleções. no que diz respeito ao processo global de difusão de conhecimentos. Mata (1995.. surgindo o documento impresso comum até os dias atuais. suas contribuições para a história da humanidade. descrevendo ricos detalhes pormenorizados com nomes.

O modelo que mais se aproxima do livro é o Dedicated Reader. acesso eletrônico. 23. Brasília: Ed. GODOY. Disponível em: <http://www. maio/ago. Ela não somente modifica a técnica de reprodução do texto.br/istoé/ciência/150515. Brasília. memória ótica. 111 p. Do livro definido como um conjunto de folhas de papel ou pergaminho. 1998. correspondências. depara-se para o livro digital. o “acervo digital”. até hoje. o livro não é mais o mesmo porque. da mesma forma que os manuscritos coexistiam com os livros impressos. UnB. p. com. autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVIII. (GODOY. R. modificam as condições de recepção de textos sofridas pelas mutações das formas do livro e reprodução do texto. informática documentária. mundo eletrônico. nos novos dispositivos formais em que se apresentam. p.> Acesso em: 30 nov. 1994. com a visualização de duas páginas simultaneamente. CUNHA.chtm. índex. etc. Na lista de referências: CHARTIER.182-189.Segundo Chartier (1994. N. o herdeiro do manuscrito por sua organização em cadernos.. “acervo virtual” e várias denominações como: arquivos digitalizados. memória magnética. apresentando-se como um livro aberto semelhante ao livro comum. 2. A ordem dos livros: leitores. O livro digital ou e-book (livro eletrônico) muda a forma de como o texto impresso é vendido e lido. pelos auxílios de leitura. Tradução de Mary del Priore. 1998).zaz. As tecnologias de informação e a integração das bi-bliotecas brasileiras. sumários. acesso remoto. Ci. Inf. Citação direta longa (com mais de três linhas) a revolução de nosso presente é mais importante do que a de Gutenberg. 1994. Toda essa evolução caracteriza a “era da informação”. Do códex à tela. 97 . impressas ou manuscritas e presas numa capa formando um volume que traz informações literárias ou científicas. “era quaternária” ou ainda “era da tecnologia da informação”. 97-98). M. B. mas também as estruturas e as próprias formas do suporte que o comunica aos seus leitores. n. v. apresentando uma interatividade mais funcional que o livro em papel. com coloração da página branca parecida com a folha de papel com conteúdos coloridos. entre outras. pela hierarquia nos formatos. Portanto. os impressos coexistirão com os eletrônicos. O livro impresso foi. O livro de todos os livros.

1 98 . jan. n. Bras. A tecnologia do CD-ROM e suas aplicações em bibliotecas: revisão de literatura. Tecnologia educacional. Bibliotecon. Tecnologia CD-ROM e suas aplicações em unidades de informação: revisão inicial. O que é a virtualização. SEM NOTAS DE REFERÊNCIAS (EXPRESSÕES LATINAS) SOCIEDADE DA CIBERCULTURA E O MUNDO BIBLIOGRÁFICO VIRTUAL. L. 1/2. força. cap. e Doc. C. cap. que contém as condições à sua realização.1 Citação direta longa (com mais de três linhas) A virtualização submete a narrativa clássica a uma prova rude: unidade de tempo sem unidade de lugar (graças às interações em tempo real por redes eletrônicas. São Paulo. In: ______. 24. L. e Doc. A sincronização substitui a unidade de lugar. potência. Rio de Janeiro. OASHI. p. D. 80-112. v. v. São Paulo. v. 2/3.159-165. 1/4. 123/124. PAULA. PONTES.. (Coleção TRANS). 1996./jun. em estado potencial. mar. p. e a interconexão. v. W. aos sistemas de telepresença). Transinformação. 86-97. MARTINS. P. 1990. Pt. O que é virtual? São Paulo: Ed. os recursos bibliográficos virtuais são vistos como possíveis de serem acessados ou localizados. P. maio/dez. 1992. 2. M. p./ jun. continuidade de ação apesar de uma duração descontínua (como a comunicação por secretária eletrônica ou por correio eletrônico).5 MODELO DE TEXTO COM O SISTEMA NUMÉRICO. O livro impresso. In: ______. 1995. Educação à distância e novas tecnologias: um olhar crítico. MATA. Campinas. 6. a unidade de tempo. R. C.. R. Base de dados em ciência e tecnologia.1. 34. n. n. p.15-25. p. p. São Paulo: Anhembi. DIGITAL E ELETRÔNICO O virtual é considerado como suscetível de realizar. às transformações ao vivo. 33-42. n. sem necessariamente estarem naquele local fisicamente./dez. 22. Bibliotecon. 1991. a palavra virtual deriva de virtus. Bras. 2. 8-12. C.LEVY. C. 5. 1957. 25. A palavra escrita. Originária do latim medieval virtualis. jan.

a cada ano criam-se melhores métodos de quantificar e destilar a informação. leitores e bibliotecários.5 99 . hoje uma quantidade inimaginável de material informativo. sob o formato de dados eletrônicos. bits e átomos são confundidos com freqüência” e questiona: “Uma editora trabalha no ramo da transmissão de informações (bits) ou no da confecção de livros (átomos)?”3 Na vida digital/virtual identifica-se a diferença entre bits e átomos e.. a resolução e a cor do impresso. revistas e livros. enquanto os bits representam os documentos em meios eletrônicos. pontos de venda on-line de editoras e livrarias. revistas. E ainda complementa: A principal diferença que veremos surgir na informação do futuro é que quase toda ela será digital. “a maior parte das informações chega até nós sob a forma de átomos: jornais. existem apenas no formato eletrônico. Na obra organizada por Parente et al.5 Segundo Gates. a tinta. enfocando o meio eletrônico.Citação indireta Citação direta breve (até três linhas) Levacov. Jornais. portanto. na atual era da informação. Bibliotecas inteiras já estão sendo varridas e armazenadas em discos ou CD-ROMs. são muitas vezes compostos inteiramente em formato eletrônico e impressos em papel por conveniência de distribuição.2 Negroponte ainda enfatiza que “nas indústrias da informação e do entretenimento.6 Kurzweil argumenta que o livro eletrônico proporciona profundas vantagens na quantidade e acessibilidade da informação da mesma forma que o papel. considera-o um espaço onde se multiplicam grupos de discussão. como ocorreu com a invenção da escrita e da imprensa”. diversos textos são apresentados enfocando a era das tecnologias do virtual através da telepresença. que os átomos representam os documentos em suportes palpáveis e visíveis. segundo Negroponte. hoje em dia. editores. em sua dissertação de mestrado.3 Considera-se.” Complementa o autor que é totalmente possível competir com as qualidades do livro impresso.7 Franco também considera que formas alternativas de acesso à informação. estimulando a criação de novos públicos leitores e permitindo uma interação inédita entre autores.4 Franco. da televirtualidade desenvolvendo os mundos virtuais além do tempo e do espaço. na qual discorre sobre as tecnologias digitais da inteligência e as suas impressões sobre a Internet. lembra que “novas formas de comunicação estão trazendo radicais transformações cognitivas e culturais.

A virtualização da sociedade se dá em vários momentos. através de meios interativos das sociedades. 3 NEGROPONTE. p. Os profissionais da informação precisam. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. estão cada vez mais voltando-se para a informática. 100 . N. Ci. costumes e formas de viver da sociedade. Inf. os computadores e as tecnologias da informação permitem a vivência de um salto significativo semelhante ao implantado pela invenção de Gutenberg. 17-26. 1993. In: ______. O DNA da informação. 4 PARENTE. n. 2 LEVACOV. 125-135. descobrir tais tecnologias e utilizá-las da forma mais eficaz. 1. v. A. rapidez e maior capacidade de armazenagem da informação. Na área científica. o canal principal de comunicação tem sido o correio eletrônico. O que é a virtualização. 34. (Coleção TRANS). que têm atingido diretamente a produção científica dos pesquisadores. cap. O uso das tecnologias de memória ótica na produção do conhecimento tende a crescer cada vez mais. Rio de Janeiro: Ed. 34. 15-25. as redes eletrônicas e as comunicações e operações virtualizadas. (Org. P.. 1996. A vida digital. Todos esses pontos refletem-se nos hábitos. 304 p. Tradução de Rogério Luz et al. In: ______. e inserindo-se no ambiente da cibercultura. porém é importante considerar a importância de habilitar as pessoas para conseguirem estabelecer a comunicação com os computadores. bem como as habilidades do homem. p.1. Brasília. 2. Depois de cinco séculos da cultura impressa. Os interesses e necessidades. O que é virtual? São Paulo: Ed. M.A tendência é da existência de uma sociedade sem papel (paperless society). Bibliotecas virtuais: (r)evolução. As novas tecnologias foram incorporando-se no dia a dia. 26. (Coleção TRANS). Na lista de referências: 1 LEVY. São Paulo: Companhia das Letras. cap. nas rotinas das pessoas. pois. além de publicações no formato eletrônico. 1995. 1997. p. permitindo melhor acesso.).

3 LEVACOV. em estado potencial. 1992. 1996. São Paulo: Companhia das Letras. p. O que é virtual? São Paulo: Ed. 1995. M. R.. p. p. O que é a virtualização. 34. (Coleção TRANS). e a interconexão. cap. estimulando a criação de novos públicos leitores e permitindo uma interação inédita entre autores. 2. editores. In: ______. 133. Originária do latim medieval virtualis. 1996. a palavra virtual deriva de virtus. leitores e bibliotecários. Os primórdios da era da informação. 7 KURZWEIL. 1996.6 MODELO DE TEXTO COM O SISTEMA NUMÉRICO E NOTAS DE REFERÊNCIAS (EXPRESSÕES LATINAS) SOCIEDADE DA CIBERCULTURA E O MUNDO BIBLIOGRÁFICO VIRTUAL. 5. sem necessariamente estarem naquele local fisicamente. In: ______. considera-o um espaço onde se multiplicam grupos de discussão. Brasília. continuidade de ação apesar de uma duração descontínua (como a comunicação por secretária eletrônica ou por correio eletrônico).5 FRANCO.15-25. DIGITAL E ELETRÔNICO O virtual é considerado como suscetível de realizar. feb. às transformações ao vivo. v. 138 f.1 Citação direta longa (com mais de três linhas) A virtualização submete a narrativa clássica a uma prova rude: unidade de tempo sem unidade de lugar (graças às interações em tempo real por redes eletrônicas. Dissertação (Mestrado em Educação: Metodologia de Ensino) – Faculdade de Educação. potência. The future of libraries – Part 2: the end of books. enfocando o meio eletrônico. 2 Ibid. As tecnologias digitais da inteligência: impressões de um profissional da informática sobre a rede Internet.1. A. p. os recursos bibliográficos virtuais são vistos como possíveis de serem acessados ou localizados. 6 GATES.. 117. Library Journal. v. Campinas.3 LEVY. Bibliotecas virtuais: (r)evolução. M. A sincronização substitui a unidade de lugar. A estrada do futuro. B. Universidade Estadual de Campinas. 21. 2.2 Citação indireta Levacov. a unidade de tempo. p. aos sistemas de telepresença). P. 34-51. n. pontos de venda on-line de editoras e livrarias. 26. 1 101 . que contém as condições à sua realização. Inf. n. 1997. Ci. 3. cap. força. 140-1.

(Org. R.6 Franco. 18. In:______.. Campinas. GATES.7 Segundo Gates. 122. 1993. v. cap. segundo Negroponte “a maior parte das informações chega até nós sob a forma de átomos: jornais. 1996. n. Rio de Janeiro: Ed. FRANCO. 1996. 121. 34. cit. 35.. São Paulo: Companhia das Letras. p. como ocorreu com a invenção da escrita e da imprensa”. 2 .17. 138 f. (Coleção TRANS). 102 . 141. 1995. op. The future of libraries – Part 2: the end of books. na atual era da informação. p.5 Na obra organizada por Parente et al.. tradução de Rogério Luz et al. revistas e livros”.10 4 5 6 7 8 9 10 NEGROPONTE. a resolução e a cor do impresso. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. FRANCO. 3. p. N. A. hoje uma quantidade inimaginável de material informativo.8 Kurzweil argumenta que o livro eletrônico proporciona profundas vantagens na quantidade e acessibilidade da informação da mesma forma que o papel. A vida digital. feb. Dissertação (Mestrado em Educação: Metodologia de Ensino) – Faculdade de Educação. As tecnologias digitais da inteligência: impressões de um profissional da informática sobre a rede Internet. 1995. p. da televirtualidade desenvolvendo os mundos virtuais além do tempo e do espaço. E ainda complementa: A principal diferença que veremos surgir na informação do futuro é que quase toda ela será digital. M. 304 p. p. KURZWEIL. B. 1992. São Paulo: Companhia das Letras. existem apenas no formato eletrônico. cap. Bibliotecas inteiras já estão sendo varridas e armazenadas em discos ou CDROMs. a tinta. Ibid.Citação direta breve (até três linhas) Negroponte ainda enfatiza que “nas indústrias da informação e do entretenimento. Universidade Estadual de Campinas. sob o formato de dados eletrônicos. a cada ano criam-se melhores métodos de quantificar e destilar a informação. A estrada do futuro. PARENTE. p.1. Complementa o autor que é totalmente possível competir com as qualidades do livro impresso. bits e átomos são confundidos com frequência” e questiona: “Uma editora trabalha no ramo da transmissão de informações (bits) ou no da confecção de livros (átomos)?”4 Na vida digital/virtual identifica-se a diferença entre bits e átomos e. 117. lembra que “novas formas de comunicação estão trazendo radicais transformações cognitivas e culturais. diversos textos são apresentados enfocando a era das tecnologias do virtual através da telepresença. O DNA da informação. Os primórdios da era da informação.).9 Franco também considera que formas alternativas de acesso à informação. A. In: ______. Library Journal.

A virtualização da sociedade se dá em vários momentos. 125-135. Depois de cinco séculos da cultura impressa. 1. 34. 2. pois. v. que têm atingido diretamente a produção científica dos pesquisadores. o canal principal de comunicação tem sido o correio eletrônico. rapidez e maior capacidade de armazenagem da informação. porém é importante considerar a importância de habilitar as pessoas para conseguirem estabelecer a comunicação com os computadores. Os interesses e necessidades.). (Org. N. P. (Coleção TRANS). 1995. bem como as habilidades do homem.. n. 1997. Na área científica. além de publicações no formato eletrônico. cap. 2 LEVACOV. Os profissionais da informação precisam. através de meios interativos das sociedades. estão cada vez mais voltando-se para a informática. Na lista de referências: 1 LEVY. 34. O uso das tecnologias de memória ótica na produção do conhecimento tende a crescer cada vez mais. O que é virtual? São Paulo: Ed. descobrir tais tecnologias e utilizá-las da forma mais eficaz. A. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. 3 NEGROPONTE. p. os computadores e as tecnologias da informação permitem a vivência de um salto significativo semelhante ao implantado pela invenção de Gutenberg. Inf.1. p. Tradução de Rogério Luz et al. (Coleção TRANS). Bibliotecas virtuais: (r)evolução. as redes eletrônicas e as comunicações e operações virtualizadas. nas rotinas das pessoas. e inserindo-se no ambiente da cibercultura. In: ______.A tendência é da existência de uma sociedade sem papel (paperless society). In: ______. São Paulo: Companhia das Letras. M. 304 p. As novas tecnologias foram incorporando-se no dia a dia. permitindo melhor acesso. Todos esses pontos refletem-se nos hábitos. 15-25. Brasília. Rio de Janeiro: Ed. 1993. A vida digital. 103 . 4 PARENTE. costumes e formas de viver da sociedade. 17-26. Ci. cap. 26. 1996. O DNA da informação. O que é a virtualização. p.

ano de publicação/produção. DVDs. Os elementos essenciais que devem ser utilizados para elaboração de uma referência são: . . sendo que dependendo do tipo de material a ser referenciado. as informações podem ser retirados de outras fontes (material no todo. cap. invólucro de CDs. CDs.casa publicadora (editora). 1995. 1992. e-mails. A seguir. de documentos nos diversos tipos de formato. São Paulo: Companhia das Letras. 140-1. Universidade Estadual de Campinas. no todo ou em parte. R. verso da folha de rosto. 138 f. Dissertação (Mestrado em Educação: Metodologia de Ensino) – Faculdade de Educação. v. feb. As tecnologias digitais da inteligência: impressões de um profissional da informática sobre a rede Internet.internet. 2. .catálogos.5 FRANCO. A referência permite identificar de qual documento a informação foi retirada.etc). B. periódicos. tais como: livros. A. . 34-51. alguns exemplos de documentos com dados essenciais para elaboração de referências. 117. jornais.autor(es). sempre que possível. DVDs. 104 . 6 GATES.título. Os primórdios da era da informação. p. Os elementos da referência devem ser retirados. 1996. 3. The future of libraries – Part 2: the end of books. lista de discussões. Campinas. 6 REFERÊNCIAS – NBR 6023 6. etc. capa. material iconográfico. Library Journal. 7 KURZWEIL.1 DEFINIÇÃO Conjunto de elementos que permitem a identificação.local de publicação. A estrada do futuro. n.edição. p. 1996. Podemos elaborar referências de diversos tipos de materiais. In: _______. . da folha de rosto. páginas consultadas na internet. M. .

Material Livro Autores Título Subtítulo Edição Local Editora Ano de publicação Elementos Essenciais: . ed. Análise financeira de balanços: abordagem básica gerencial. Matarazzo e Armando Oliveira Pestana .Editora: Atlas S.FOLHA DE ROSTO .. C.Local da publicação: São Paulo .Autor: Dante C. D.Ano: 1995 Referência MATARAZZO. O. A. 105 .Subtítulo: abordagem básica e gerencial .Título: Análise financeira de balanços . 3. . São Paulo: Atlas. 1995.A. PESTANA.Edição: 3ª edição .

Ponta Grossa. Silmara e. Nota: grau pretendido. A configuração do poder local institucionalizado em Carambeí e suas perspectivas para o desenvolvimento social municipal. 2008. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas) – Universidade Estadual de Ponta Grossa.Material Dissertação Autor Título Nota Local Ano Elementos essenciais: Autor: Silmara Carneiro e Silva Título: A configuração do poder local institucionalizado em Carambeí e suas perspectivas para o desenvolvimento social municipal Ano de publicação: 2008 Ano de defesa: 2008 Local da defesa: Ponta Grossa Total de folhas: 222 f.FOLHA DE ROSTO . 222 f. 2008. área de concentração Referência: SILVA. 106 . instituição.

PERIÓDICO IMPRESSO - Capa

Descrição física

Título do periódico

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PERIÓDICO IMPRESSO - verso folha de rosto

Local de publicação

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PERIÓDICO IMPRESSO - Artigo
Subtítulo do artigo Título do artigo

Autor do artigo

Título da revista, local de publicação e descrição física

Elementos essenciais : Autor do artigo: Rosana Onocko Campos Título do artigo: Planejamento em saúde Subtítulo do artigo: a armadilha da dicotomia público-privado Título da Revista: Revista de Administração Pública –RAP Local de Publicação: Rio de Janeiro Descrição física: v., n., p. inicial-final, mês(sés). Ano. Ex. v.37, n.2, p.189-200. mar./abr. 2003. Referência CAMPOS, R. O. Planejamento em saúde: a armadilha da dicotomia público-privado. Revista de Administração Pública – RAP, Rio de Janeiro, v.37, n.2, p. 189-200, mar./ abr. 2003.

109

Local de publicação: Brasília Referência BRITTES.Ano de publicação: 2007 .br/scielo. J. 1.scielo.Subtítulo: o caso Google Book Search . 1-9.scielo./abr. G. 2007..--br/scielo.Título do artigo: Tecnologia da informação e da comunicação e a polêmica sobre direito autoral .php? script=sciarttext&pid+S0100-19652007000100013>. 110 .Descrição fisíca: v. n. inicial-final. 2007 .php?script=sciarttext&pid+S010019652007000100013> . n. Ex: v. v. p. jan. mês(es). PEREIRA. 36.36./abr. L.Disponível em: <http://www. 2009.1.Data de acesso: 05/02/2009 . J. ano. Ciência da Informação..PERIÓDICO ELETRÔNICO . n. Disponível em:<http://www. Acesso em: 05 fev. Brasília.Título do periódico: Ciência da Informação . jan.Documento on-line Ano de publicação Título do periódico Descrição física Título do artigo Subtítulo Autores do artigo Endereço de acesso Data de acesso Elementos essenciais: . . Tecnologia da informação e da comunicação e a polêmica sobre direito autoral: o caso Google Book Search. p.

Data de acesso: 17/02/09 Referência DECLARAÇÃO dos direitos humanos.Título do artigo: Declaração dos Direitos Humanos .Endereço de acesso: www.br /documentos _direitos humanos . 2009.php>.onu-brasil.org. Acesso em: 17 fev.onu-brasil.org.php . 111 .PÁGINA EXTRAÍDA DA INTERNET Título do documento Endereço de acesso Data de acesso .br / documentos _direitos humanos . Disponível em: <http: www.

NETO e SOBRINHO). abreviados ou por extenso. sublinhado ou itálico) devem ser uniformes e recomenda-se justificar a margem direita. embaixo da primeira letra da primeira palavra da linha anterior. 112 .6. SILVA. Assim. A pontuação e o recurso tipográfico para destaque dos títulos (negrito. porém. os espanhóis indicam primeiro o sobrenome paterno e depois o sobrenome materno. J. sendo separadas entre si por espaço duplo. Exemplos: SILVA. Exemplo: MENENDEZ PIDAL.3 AUTORIA Toda referência inicia-se com o sobrenome do autor em maiúsculas. com espaço simples. são alinhadas na margem esquerda. a indicação deve ser feita pelo sobrenome seguido desse complemento. b) Sobrenomes com indicação de parentesco Para autores cujos sobrenomes são acompanhados por palavras que expressam parentesco (JÚNIOR. devem ser alinhadas. Em notas de rodapé elas são feitas com fonte menor e espacejamento simples. José. a partir da segunda linha. a indicação é feita pelo penúltimo sobrenome. FILHO. regras para casos específicos. tais como: a) Sobrenomes de língua espanhola Por tradição cultural. Nas listas de referências. seguido do(s) pré-nome(s).2 LOCALIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO As referências localizam-se em notas de rodapé ou listas de referências. 6. R. Existem.

P. No caso de autora. Exemplos: SILVA. Exemplo: GAMA-RODRIGUES. ou seja. d) Sobrenomes unidos por hífen Sobrenomes unidos por hífen são considerados como uma unidade. preposição. um único sobrenome. Exemplos: ESPÍRITO SANTO. Ana Maria. P. Obs. SÃO PAULO. formando uma expressão. e) Sobrenomes com prefixos constituídos de artigo. escritos separadamente. ou a combinação de artigo com preposição. S. da. I.: Convencionou-se considerar NETTO (com a letra “t” repetida) um sobrenome. a referência deve ser iniciada pela primeira palavra dessa expressão. Exemplo: SOBRINHO. J. V. E. R. c) Sobrenomes que formam expressão Para autores com sobrenome de duas ou mais palavras. esses prefixos não são considerados parte do sobrenome. no exemplo acima teríamos NETTO. No português. considera-se Neto e Sobrinho como sobrenomes. 113 . portanto.Exemplo: SILVA NETO.

Hilton Lima. de. tendo em vista que o tratamento varia de língua para língua. 6.3.3.1 Autor individual A entrada para autor pessoa física é feita pelo último sobrenome.2 Dois autores São indicados segundo a ordem em que aparecem na publicação. N.3 Três autores São indicados segundo a ordem em que aparecem na publicação. W. S. H. J. RIO. abreviado(s) ou por extenso. Exemplo: RED.3. 6. separados por ponto e vírgula. F. Y. Exemplos: VAN DER MOLEN. seguido do(s) prenome(s). em maiúsculo(s). 6.. Exemplos: SANTOS. G. A. recomenda-se consultar a ficha catalográfica da obra ou utilizar a entrada já padronizada da publicação. F. separados por ponto e vírgula. SANTOS. Para a indicação de sobrenomes estrangeiros com prefixos. 114 .OLIVEIRA. SCALCO. del. LE ROUGE. L.

VARGAS. seguido da abreviatura da palavra que caracteriza o tipo de responsabilidade.. J. C.6 Autor entidade Entidades independentes que têm denominação específica. com inicial maiúscula. coordenador. em maiúsculo. Exemplos: RAMOS. entre parênteses. etc. M. são indicadas diretamente por seus nomes.3.). secretarias e coordenações. Exemplo: INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANÁ Entidades com nomes genéricos. F. 115 . são indicadas com subordinação ao órgão superior e à área geográfica a que pertencem. C. entre outras.). M. compilador. LOBATO. (Comp. M. MOTTA. como ministérios.).Exemplo: ALMEIDA. L. 6. 6. SANTOS. P. A. B.5 Autor(es) em coletâneas Para obras constituídas de vários trabalhos ou contribuições de vários autores. como academias. (Org.4 Mais de três autores Indica-se apenas o primeiro.3.. AGNELLA. et al. indica-se o responsável intelectual (organizador. seguido da expressão “et al. institutos e universidades.). associações. E.” Exemplo: CORREA. 6. M. (Coord. G..3.

itálico ou sublinhado. Secretaria da Saúde. P. A IMPRENSA no Brasil: de D. o subtítulo não recebe nenhum desses destaques. com a primeira palavra em maiúsculo. ele deve ser indicado. 6. em negrito. Exemplos: TAHAN. este é usado para entrada. A entrada é feita pelo título. a palavra seguinte também deve ser grafada em maiúsculo. Secretaria da Administração e da Previdência. pela contração de uma preposição com um artigo.3. [Neftalí Ricardo Reyes Basoalto]. Ministério da Previdência Social. entre colchetes. Brasília: FENAJ. 1998.3. e se o verdadeiro nome for conhecido. Marília: UNESP. M.Exemplos: PARANÁ. Departamento de Seguridade Social.7 Pseudônimo Quando o autor adota pseudônimo. Exemplos: INFORMAÇÃO e sociedade: tendências de pesquisa em graduação. 6. 116 . BRASIL. NERUDA. após o pseudônimo. 1998. ou ainda. STENDHAL [Julien Sorel]. Quando o título inicia por um artigo ou uma preposição. 6. João a FHC: 190 anos de história.8 Autor desconhecido Não deve ser usada a palavra “anônimo”. [Julio Cesar de Melo e Souza].4 TÍTULO O título é reproduzido tal como aparece na obra.

pela ordem. O mundo de Sophia: romance da história da filosofia.: A primeira edição não é indicada. São Paulo: Companhia das Letras. rev. Tradução de João Azenha Júnior. O ensino de primeiro grau: uma análise de desempenho. atualizada = atual. 6.6. 6. Exemplo: GAARDER. dois pontos e vírgula.). ou seja. atual.. ed. local (cidade). 1995. nome da editora e ano de publicação. 6.5 TRADUÇÃO O nome de quem fez a tradução deve aparecer logo depois do título da obra.”.Exemplos: O ensino de primeiro grau: uma análise de desempenho. EDIÇÃO A edição é indicada pelo número seguido da abreviação “ed. O ensino de primeiro grau: uma análise de desempenho. Obs.. J. aumentada = aum. Os sinais de pontuação usados para separar esses três elementos são. ed. Exemplos: 5. 117 . 4. Acréscimos à edição são referenciados de forma abreviada (revisada = rev.7 IMPRENTA Imprenta compreende as notas tipográficas da publicação.

2 Editora Omitem-se a palavra “Editora” e as denominações de natureza jurídica (S/A. Exemplos: J. Quando há duas ou mais editoras. elas devem ser indicadas e a separação é feita com ponto e vírgula. 118 .Exemplo: São Paulo: Atlas. indica-se.).]. Exemplo: [Campinas]: Quando é impossível determinar o local. Chile: San Juan. indica-se o primeiro ou o que estiver em destaque. [S. 6. deve-se indicá-lo entre colchetes.7. Quando há mais de um nome de cidade.7. l. mas pode ser identificado. Ltda. acrescenta-se a sigla do estado e/ou o nome do país. Exemplos: San Juan.1 Local É indicado na forma como aparece na publicação. Em caso de cidades homônimas. desde que sejam dispensáveis para a identificação. 6. Olympio (e não Livraria José Olympio Editora). abreviação da expressão latina “sine loco” (sem local). Porto Rico: Quando o nome da cidade não aparece na publicação. entre colchetes. 1998. Kosmos (e não Kosmos Editora ou Livraria Kosmos).

n. entre colchetes. 1974. Exemplos: Ed. 2000. abreviação da expressão latina “sine nomine” (sem nome). Exemplo: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA. [S.]. [S. C. 1985. Z. Ponta Grossa. Dinamizando a biblioteca escolar. n. T. Acrescenta-se “Ed.n. Exemplo: FREITAS. Vegetação de Maranguape.: s. Porto Alegre: [s.Exemplo: São Paulo: Cortez. Quando nem o local nem a editora aparecem na publicação. indica-se.: s.” a nomes de editoras que podem ser confundidas com o local de publicação (cidade. JUAÇABA. S. estado ou país). l. Sendo impossível determinar a editora.l. Exemplo: [Papirus]. do Brasil. Não se indica o nome do editor quando também é o autor.]. H. de (Org. [s. Ed. Catálogo Geral 2003. Quando a editora não aparece na publicação. mas pode ser identificada. 119 . entre colchetes. 2003.n.). indica-se.].]. Edusp. deve-se indicá-la entre colchetes. Santos.

manuais. catálogos. 120 . 1960] data aproximada [197-] década certa [19—] século certo [19-?] século provável [entre 1904 e 1914] para intervalos menores de 20 anos CAMPOS. São Paulo: Freitas Bastos. [19--]. entre colchetes.6. * Também folhetos. 7-14.3 Ano de publicação Deve ser colocado o ano que aparece na publicação. é obrigatória a indicação das páginas inicial e final. Quando nenhuma data pode ser encontrada. Francisco. guias. a indicação do número de páginas é opcional.1 Livros* Página Total de páginas: 260 p. dicionários.8 DESCRIÇÃO FÍSICA 6. Páginas dos capítulos: p. separadas por hífen. 6.7. Exemplos: [1980 ou 1981] um ano ou outro [1981] data certa não indicada no documento [1981?] data provável [ca.: Na referência de uma obra como um todo.8. Direito constitucional. Para capítulos ou partes. Obs. enciclopédias. etc. registra-se uma data aproximada.

* Para documentos digitados. “Anotações de sala de aula”. 1996. (Coleção Palavra-Chave. 124 p. N. número. 3. Ponta Grossa. Habilidades didáticas. A transferência da informação tecnológica. recomenda-se a indicação. Não publicado. com dados complementares: “No prelo”. M. S. mês(es) abreviado(s) e ano de publicação.2 Periódicos Indicam-se volume. Textos avançados em referência e informação. Indicação de volume específico: v. 2002. n. separados por vírgula. M. jan. “Bula de remédio”. 6. páginas inicial e final. 121 .. de “Não publicado”. com o título da coleção e o número da obra. Exemplo: v. L. 12-23. “Resenha”.* Exemplos: ZARDELI. 2003.9 SÉRIES E COLEÇÕES Após a descrição física. SOUZA. 6). pode ser acrescentada uma nota. em nota. 3 6.8. p.Volume Publicação em dois ou mais volumes: 2 v. 2003. APB. 2. São Paulo. 3 v.10 NOTAS Quando necessário para a identificação da fonte de informação. 6. entre parênteses. São Paulo: Polis. Exemplo: FIGUEIREDO. n. Anotações de sala de aula. ao final da referência pode ser incluída uma nota./jul.

ed. Gestão ambiental no Brasil: experiência e sucesso. [200?]. S. inicia-se na margem esquerda. ano. V. Maio. Obs. tanto na primeira linha quanto nas subsequentes. acrescenta-se a indicação: Disponível em: <endereço de acesso>. 6. 1 CD-ROM. SOBRENOME. Acesso em: dia mês ano. 558 p. 1996. Local: Editora. 2000. 5. ed. Curitiba: Ed. 200 p.12. PERRY’S chemical engineers’ handbook. Enciclopédia das ervas medicinais. Rio de Janeiro: FGV. 122 . R. número de páginas.12 ESTRUTURA DAS REFERÊNCIAS 6. Prenome. D. ano de publicação. Exemplos: LOPES. R. Prenome. edição. Para imprenta = Local: editora.1 Livros no todo SOBRENOME. TREVISAN. MORGAN.: Para documentos extraídos da Internet. com a seguinte pontuação: Para autor = SOBRENOME. São Paulo: Hemus.1 Livros 6. 9. New York: Mcgraw-Hill. Título. Dicionário odontológico e áreas afins: inglês – português. 1999.11 PONTUAÇÃO A referência. I. 377 p. Para título = Título principal: subtítulo. English – Portuguese (A-Z).1.12.6. Prenome.

Local: Editora. l. com/scripts/barsanew/BarsaSusc. (Org. Leonor.usp. Introdução à gestão do meio ambiente.pdf>. Sociedade da informação no Brasil: livro verde. html&2>. (Clássicos do Teatro Brasileiro).mct. 6. 2.2 Partes de livros sem autoria própria (o autor do capítulo é também autor do livro) SOBRENOME. L.br/index. ed. O mosaico partido: a economia além das equações. São Paulo: Editorial Barsa Planet. 2002. T.usp. [19—]. Título do capítulo. página inicial-página final. Acesso em: 15 mar. 2004. Curitiba: FAE/CDE. Exemplos: JUCHEM. TAKAHASHI.bibvirt. Título da parte referenciada. O tenente-coronel. Título. ENCICLOPÉDIA Barsa. 2004. 6. Dona Maria: cena II. Disponível em:<http://www.]: INACEN. localização da parte referenciada. 75-87. Acesso em: 15 mar. Título do livro. ano de publicação. ed. Acesso em: 12 mar. In: ______. v.bibvirt. página inicialpágina final. A. [S.futuro. 2003. edição. 2000.12.). Acesso em: 12 mar. A. 3. P. 7. p. ano de publicação. Prenome. futuro.barsa. Prenome (autor da parte referenciada). Local: Editora. edição.br/ index.gov.3 Partes de livros com autoria própria (o autor do capítulo não é o autor do livro) SOBRENOME. AZEVEDO. Petrópolis: Vozes. In: SOBRENOME. Prenome. 1995. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia. In: ______. Disponível em: <htttp:// www. 123 .br/temas/socinfo/livroverde/ livroverde.1. Disponível em: <http://www. Teatro.12. asp?tipo=Porta&sec=Home&bot=1>. 2004. Disponível em: <http://www. [199?].html?principal &2>. In: ______.1. Balanço ambiental para empresas. html?principal.DOWBOR.

G. (Org. da. M. Disponível em: <http://anpuhes.. P. Anais eletrônicos. In: PISANI. 73-87.hpg. Acesso em: 12 mar. Ponta Grossa: UEPG. AZEVEDO.. Havana. de. Proceedings. especificação do suporte de publicação.). Local. cap.com. 2004. p. SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. 2003. 2.html&2>..1. (Para Gostar de Ler. 2003.html?principal. html&2>.). 8.bibvirt. Aos vinte anos.1. M. ENCONTRO REGIONAL ANPUH-ES: HISTÓRIA. F.br/index. 1996. Obras de Casimiro de Abreu. C.. Anais...usp.4 Eventos 6.br/index.4.12. 2.htm>. BERTHOLINO. 2. In: RAMOS. Rio de Janeiro: MEC. 124 . Exemplos: INTERNATIONAL CONGRESS OF INFORMATION. 2 disquetes. Acesso em: 12 mar.futuro. Vitória: ANPUH. 1999. São Paulo: Ática. Manual para elaboração de plano de manejo e gestão para bacia de mananciais do Estado do Paraná. Disponível em: <http:// www. ano. S. Florianópolis: UFSC. M. Tipo de publicação. 1997. 1993. Disponível em: <http://www.ig. 2004. Curitiba: SANEPAR. 2004. ano. 1997. A.. br/ anais4. 10). ed.. v. (Org. ed.. 11. bibvirt. Acesso em: 12 mar. p. E. 2000. 6. M. In: SILVEIRA.html?principal. Local: Editora. Tecnologia e novas formas de gestão em bibliotecas universitárias. 2000.usp.1 Evento no todo TÍTULO. 1955. Modelo de gestão da Bacia do Alto Iguaçu. 4. ABREU. L. Buscas em bases de dados. Florianópolis. REPRESENTAÇÕES E NARRATIVAS..12.futuro. Havana: MR PSM. E. 1 CD-ROM. 145-155. ed. In: CONTOS.Exemplos: BISI. Vitória.

5 Periódicos A pontuação utilizada e as informações destacadas são diferentes. O ensino de história e a construção de uma identidade regional: memória e patrimônio tombado na Lapa/PR. A evolução dos modelos de gestão de resíduos sólidos e seus instrumentos.. In: ENCONTRO ANUAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UEPG.. 2000. ano.com. Exemplos: NICOLETTO. 2002. LUPORINI.. COSTA. Anais eletrônicos.2 Artigo de evento SOBRENOME.ig. In: NOME DO EVENTO. Anais. Campo Grande: SEMADES.4.1. Disponível em: <http://anpuhes. 1997. htm>. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS. Ponta Grossa. ano.. autoritarismo e modernização. Local: Editora. 1 CD-ROM. M. BERTHOLINO. MEIO AMBIENTE E ASPECTOS TRANSFRONTEIRIÇOS. 2003. L. L. REPRESENTAÇÕES E NARRATIVAS. Local. 2. Anais. Resumos. Prenome. Título do artigo. 2003. M. In: ENCONTRO REGIONAL ANPUH-ES: HISTÓRIA. 2000. p.... RAMOS. Vitória: ANPUH.. p. 4.12. U. Vitória. A Internet como recurso informacional para a comunidade usuária de bibliotecas universitárias. 89-105. M. F. Campo Grande. CORDOVA. 2002. 12.1. Recife.. Acesso em: 12 mar. Tipo de publicação. 10. Recife: UFPE.hpg. 384. M. 6. número. página inicial-final ou especificação do suporte de publicação..br/anais4. J. Ponta Grossa: UEPG.. 125 .6. In: CONFERÊNCIA SOBRE MERCOSUL... Capitalismo. 2004.12. J... 1997. T. E. W. F..

6.12.1.5.1 Periódico no todo TÍTULO DO PERIÓDICO. Local: Editor, ano de início e ano de encerramento (se houver) da publicação. Exemplos: PERSPECTIVAS EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Belo Horizonte: Escola de Ciência da Informação da UFMG, 1996-. CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Brasília: IBICT, 1995-. Disponível em: <www.ibict.br/cionline>. Acesso em: 12 mar. 2004. 6.12.1.5.2 Artigo de periódico SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título do periódico, Local da publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo, mês ano da publicação. Exemplos: SOUZA, T. M. de. Meio ambiente e gestão participativa. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 32, n. 1, p. 159-162, jan./fev. 1998. ARAÚJO, C. A. Á. A ciência da informação como ciência social. Ci. Inf., Brasília, v. 32, n. 3, 2003. Disponível em: <www.ibict.br/ cionline/32303/323303.htm>. Acesso em: 12 mar. 2004. Obs.: O volume é indicado por v.; o número é indicado por n.; as páginas são indicadas por p. inicial-final; e, excetuando maio, os meses são abreviados com as três letras iniciais. 6.12.1.5.3 Artigos em jornais SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título do jornal, Local de publicação, página inicial-final, dia mês ano.

126

Exemplos: MORAIN, C. Gerenciamento ambiental em pequenas e médias empresas de mineração. Gazeta do Povo, Curitiba, p. 1-5, 10 out. 1993. WORKSHOP vai divulgar roteiros turísticos paranaenses para países do Mercosul. Diário da Manhã, Ponta Grossa, 11 mar. 2004. Disponível em: <http:/www.diariodamanha.com.br/040311/geral1. htm>. Acesso em: 11 mar. 2004. SOBRENOME, Prenome. Título do artigo. Título do jornal, Local de publicação, dia mês ano. Caderno ou parte do jornal. paginação. Exemplo: CARDOSO, C. Estabilidade é de curto prazo, diz Meirelles. Folha de São Paulo, São Paulo, 30 nov. 2004. Caderno Folha Dinheiro. p. B1. 6.12.1.6 Teses, dissertações, monografias e trabalhos acadêmicos SOBRENOME, Prenome. Título. ano da elaboração, número de folhas. Denominação do tipo do documento (área de estudo) – Nome da Instituição, local, ano da defesa. Exemplos: GIL, C. A gestão ambiental no setor de papel e celulose. 1989, 109 f. Tese (Doutorado em Gestão Ambiental) – Faculdade de Administração, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1989. SANTI, L. N. Cuidando da saúde bucal do filho: o significado para um grupo de mães. 2003, 188 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem em Saúde Pública). Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2003. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/>. Acesso em: 8 fev. 2004. PIVETA, S. Prestação de serviço à comunidade: espaço informativo, possibilidade de reflexão. 1998, 85 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Serviço Social) – Universidade Estadual de Ponta Grossa, Ponta Grossa, 1985. 127

HONESKO, A. Empreendedorismo em bibliotecas universitárias. 2001. Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação na disciplina Informação para Negócios, Faculdade de Biblioteconomia, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, 2001. Obs.: O termo monografia é usado para especialização e trabalho de conclusão de curso; para mestrado usa-se dissertação e para doutorado, tese. 6.12.1.7 Documentos jurídicos Compreendem legislação, jurisprudência e doutrina. 6.12.1.7.1 Legislação JURISDIÇÃO (País, Estado ou Município). Título. Numeração, data e dados do documento em que foi publicado, etc.). Exemplos: BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1990. 168 p. (Série Legislação Brasileira). BRASIL. Decreto no 89.271, de 4 de janeiro de 1984. Dispõe sobre documentos e procedimentos para despacho de aeronave em serviço internacional. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência, São Paulo, v. 48, p. 3-4, jan./mar., 1. trim. 1984. BRASIL. Medida Provisória no 135, de 30 de outubro de 2003. Altera a Legislação Tributária Federal e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 31 out. 2003. Disponível em: <http://www. receita. fazenda.gov.br/Legislacao/MPs/2003/mp135.htm>. Acesso em: 17 mar. 2004. PARANÁ. Tribunal Regional Eleitoral. Resolução no 438 de 17 de setembro de 2003. Estabelece normas complementares sobre a responsabilidade na administração do empréstimo de urnas eletrônicas em eleições não-oficiais, e aprova os respectivos anexos. Disponível em: <http://www.tre-pr.gov.br>. Acesso em: 17 mar. 2004. 128

1. Ministério da Fazenda. p. PARANÁ. no 6. jan. Estabelece normas complementares sobre a responsabilidade na administração do empréstimo de urnas eletrônicas em eleições não-oficiais..gov.asp>. Brasília. Secretaria da Receita Federal. Divulga sistemática e demais disposições para a realização do Exame Nacional de Ensino Médio – ENEM. de 21 de janeiro de 2000. de 29 de dezembro de 1982. São Paulo. Estado ou Município).2 Jurisprudência JURISDIÇÃO (País.gov. Exemplos: BRASIL.tre-pr. 521522. em razão da idade. São Paulo. de 23 de março de 1984. Dá parecer no tocante aos financiamentos gerados por importações de mercadorias.br>. Órgão judiciário competente.7. Relator: Ernani Garcia dos Santos. 2004./mar. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. 129 .994. Disponível em: <http://www. 2000. e aprova os respectivos anexos. Título (natureza da decisão ou ementa) e número. trim. 2. 1996. Ministério da Fazenda. Desliga a Empresa de Correios e Telégrafos – ECT do sistema de arrecadação. p. Acesso em: 17 mar. 2004. cujo embarque tenha ocorrido antes da publicação do Decreto-lei no 1. Súmula no 36. BRASIL. Portaria INEP no 6. Diário Oficial da União. 1 trim. no ano de 2000. Secretaria da Receita Federal.br/jurisprudencia/jurisp. de 21 de março de 1996.6. BRASIL. Parecer normativo. p. Servidor vitalício está sujeiro a aposentadoria compulsória. Portaria no 12. relator. Lex: Coletânea de Legislação e Jurisprudência. 742-743.12.. 28 jan. Resolução no 438 de 17 de setembro de 2003. Supremo Tribunal Federal. mar. 2. Legislação Federal e Marginália. Tribunal Regional Eleitoral./ abr. partes envolvidas (se houver). Disponível em: <http://www. 1984. Dados do documento em que foi publi-cado.stf. BRASIL. Acesso em: 17 mar.

Polymer.9 Resenha 6. Nakagawa Yoshiki./ set. número do fascículo. Título do periódico. jul.1. página inicial-final. v. 130 . Kitano Kenichi.6. Título.12. S. and curable composition containing the polymer. entre outros.com/ clemson/493/jus/m02-009. 93. M. Local. p. 2001.12. MAIA. 33. Revista do Tribunal de Contas da União. Brasília.1.3 Doutrina Discussão técnica sobre questões legais publicada em artigos de revistas. Gestão de risco: possibilidades de utilização pelo setor público e por entidades de fiscalização superior. número da patente e datas (período do registro). J. 6. Acesso em: 15 mar. 6.9. A.7.fortunecity.htm>. 42-54. n.1. process for producing the polymer. da área de Direito.1. 2002. 2004. Exemplos: FREITAS. número do volume.8 Patente AUTOR e/ou ENTIDADE RESPONSÁVEL.12.12. Título. Exemplo: KANEGAFUCHI CHEMICAL IND. EP1158006. Fujita Nao. Direito à propriedade da terra. (JAPÃO). Disponível em: <http:// campus. Deve ser referenciada de acordo com o tipo de documento. Resenha. Prenome (autoria da resenha). mês ano. C.1 Resenha em periódico SOBRENOME. 28 nov. monografias.

Exemplo: SANTOS. Rio de Janeiro: Renovar. Por uma nova hermenêutica dos direitos reais limitados: das raízes aos fundamentos contemporâneos.12. Responsável técnico. Resenha. Campinas. C.10 Bula de remédio NOME COMERCIAL ou NOME GENÉRICO DO MEDICAMENTO: forma farmacêutica de apresentação. 1999. C. v. Resenha de: VASCONCELLOS. 66. Porto Alegre. Título. B. 6. São Paulo: Libertad. 131 . Educação & Sociedade. 2004. UEPG. dos S. M. Bula de remédio. p. Exemplo: PIRES. p. 2001. ano de fabricação. dos. Bula de remédio. Revista Direito & Justiça. ano. M.11 Publicação no prelo Livro SOBRENOME. Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. 1994. abr. No prelo. jun. 20. Exemplo: SANTOS. Local: Laboratório/fabricante. acrescenta-se a expressão “Resenha de:”. No prelo. 179-184.12.1. Exemplo: LOMDOR: solução oral. Contagem. Prenome. Local: Editora. 27. 6. D. 2003. Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. A revolução tecnológica na área da saúde. L. Ponta Grossa: Ed. n. Responsável técnico Maria Angelina Nardy Mattos. v.1. MG: Laboratórios Osório de Moraes. 174. 2004. Quando a resenha tem título próprio.

número do fascículo. Local. Faixa 3 (4 min 10 s).12. ano.1 CD musical No todo SOBRENOME. Rio de Janeiro: EMI. mês ano. No prelo. Intérprete da parte. (tempo de duração). 2003. Título do artigo..12. A. Exemplo: ANTUNES. 1 CD. n. Exemplos: CALCANHOTO. A. ano. 2. 6. M. Indicação da faixa. tipo de suporte. 132 . Título. Pereira. Prenome.1. In: TÍTULO DO CD. Rio de Janeiro: BMG. Título do períodico. 2002. et al. v. Local: Editor. Faixa SOBRENOME. Prenome do(s) compositor(es) e/ou do intérprete. Carlinhos Brown e Marisa Monte.12.12 Documentos sonoros 6. TRIBALISTAS. descrição.1. 13. 2004. C. Local: Gravadora. Marketing de relacionamento. Informação & Sociedade. E. Paraíba. Rio de Janeiro: EMI. Prenome do(s) compositor(es). No prelo. 2002. Exemplo: OLIVEIRA. Adriana Partimpim. Intérprete: Arnaldo Antunes. 1 CD. In: TRIBALISTAS. A.Artigo de periódico SOBRENOME. Velha infância. 1 CD. Título. número do volume.

12. Cidade: Instituição onde foi realizada a entrevista. 1 DVD (135 min. 2002. Produção: Walter Salles. Título [mês ano]. Exemplo: SILVA. 1 disquete. 2002]. Direção: Fernando Meirelles. Nome do programa e terminação. Nota(s). Nome do arquivo. Word 2000. son. Local: Editora. 6. 2004. Rio de Janeiro: 02 Filmes. 133 . tipo de suporte. 1 cassete sonoro. videocassete. ano.1. 6. Prenome. características físicas. Videofilmes.12. suporte de gravação. tipo de suporte. nota indicativa sobre aplicação do programa.1 Arquivos eletrônicos SOBRENOME. DVD) TÍTULO.. Diretor. As redes de comunicação no Brasil [mar.12.1. Local. J. Entrevistador: Cleber de Souza. 2002.1.2 Entrevista gravada SOBRENOME.14 Outros documentos eletrônicos 6. Ponta Grossa. descrição física. ano. M. Exemplo: OLIVEIRA.6.14. color. Prenome do entrevistado. 31/2 pol. Local: produtora.13 Documento com imagem (filme. Citação. A. terminação. Nota(s). Exemplo: CIDADE de Deus. Entrevista concedida durante o Encontro Estadual de Iniciação Científica. data e especificação do suporte em unidade física. doc.1.14.1. Ponta Grossa: UEPG. Entrevistador.2 Programa AUTOR e/ou ENTIDADE. ano.12.).12.12. Produtor. 6.

acrescida da indicação do endereço e da data de acesso.: No caso de livros.usp. A CIÊNCIA E A CULTURA.1.html>. Acesso em: 10 jan.14.Exemplo: ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO.14.br/portal/canais/ metodologia/referencias. exe. 2004. 3. 2004.htm>. Winisis14. S. Acesso em: dia mês ano. Exemplos: RUDANA.com/barlacki/ fitoterapicos. Acesso em: data (dia mês ano).478 Kb. Acesso em: dia mês ano. Disponível em: <http://www. Disponível em: <endereço URL>.12. TÍTULO. Disponível em: <endereço eletrônico>. Título. Disponível em: <listproc@net. Lista mantida pela Universidade de São Paulo. Exemplo: BIBLIAL Lista de Discussão. periódicos. Disponível em: <http:// www. REGRAS de metodologia científica para produção de trabalhos acadêmicos. Nome do mantenedor. 134 .anhembi. Acesso em: 11 mar. Plataforma windows.br>. 6.12. Disponível em: <endereço URL>.1.3 Páginas consultadas na Internet – www SOBRENOME. geocities. Prenome. anais de eventos e outros documentos extraídos da Internet. Acesso em: 12 mar. Obs. 6. Produtos fitoterápicos. segue-se a descrição usual. 2000.4 Lista de discussão TÍTULO da lista de discussão. Genebra: UNESCO. 2004.

6.12.1.14.5 E-mail SOBRENOME, Prenome. Título da mensagem (se houver) ou título atribuído. [tipo de mensagem]. Mensagem recebida por: <endereço eletrônico> em: data (dia mês ano). Exemplo: NOVAIS, E. S. Exemplos pesquisados. [Mensagem profissional]. Mensagem recebida por: <bicen@uepg.br> em: 15 mar. 2004. Obs.: Foram apresentadas as regras gerais para referenciação dos documentos mais comuns. Instruções para a referenciação de outros documentos podem ser encontradas na NBR 6023.
*

6.13 ORDENAÇÃO A lista de referências no final do texto deve ser ordenada de acordo com o sistema de chamada de citação adotado no documento, ou seja, ordem alfabética para o sistema autor-data e ordem numérica para o sistema numérico. 6.13.1 Obras referenciadas sucessivamente O nome de um autor referenciado mais de uma vez em uma mesma página pode ser substituído, a partir da segunda referência, por um traço linear equivalente a seis espaços. Quando, além do nome, o título coincide, o que se verifica com edições diferentes de uma mesma obra, também o título pode ser substituído, a partir da segunda referência, por esse traço. Exemplo: CHIAVENATO, I. Teoria geral da administração: abordagens prescritivas e normativas da administração. 4. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. _____. Teoria geral da administração. 5. ed. São Paulo: McGrawHill, 1997. _____._____. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 135

7 ARTIGO PARA PUBLICAÇÃO PERIÓDICA CIENTÍFICA IMPRESSA – NBR 6022 A publicação periódica científica impressa constitui-se em um dos tipos de publicações seriadas, que se apresenta na forma de revista, boletim, anuário entre outros. É editada em fascículos numéricos com periodicidade fixada. Artigo científico é parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento. Esta norma estabelece um sistema de apresentação dos elementos que constituem o artigo em publicação periódica científica impressa, porém é importante considerar em sua elaboração as normas aplicadas para citação e referência, que serão utilizadas na redação do artigo. O artigo pode ser original (relatos de experiência, de pesquisa, estudo, etc.) ou de revisão. 7.1 ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS Estruturalmente são compostos da seguinte forma:

PÁGINAS Páginas pré-textuais

ELEMENTOS Título e subtítulo (se houver) Nome(s) do(s) autor(es) Resumo na língua do texto Palavras-chave na língua do texto Introdução Desenvolvimento Conclusão Título e subtítulo (se houver) em língua estrangeira Resumo em língua estrangeira (abstract) Palavras-chave em língua estrangeira (keywords) Nota(s) explicativa(s) Referências Glossário Apêndice(s) Anexo (s)

Páginas textuais

Páginas pós-textuais

136

7.2 DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS QUE COMPÕEM A ESTRUTURA DE ARTIGOS
(continua)

ELEMENTOS Título e subtítulo na língua do texto

DESCRIÇÃO Devem figurar na página de abertura do artigo, diferenciados tipograficamente ou separados por dois pontos. Nome(s) do(s) autor(es) acompanhado(s) de breve currículo e endereço eletrônico ou instituição a que está(ão) vinculado(s). As informações curriculares e o endereço eletrônico devem aparecer em nota de rodapé na página inicial, ou então no final dos elementos pós-textuais. A entrada do nome pode ser sobrenome, prenome ou nome por extenso, de acordo com o padrão adotado pelo periódico. Limitado a 250 palavras, o resumo é feito em fonte menor que a do texto, com espaço simples, e deve ser precedido da denominação “Resumo”. Seguir recomendações da NBR 6028.

Autor(es)

Resumo na língua do texto

Devem ser indicadas logo abaixo do resumo, Palavras-chave precedidas da denominação “Palavras-chave”. na língua do texto São separadas entre si por meio de ponto e sua fonte é menor que a do texto do artigo. Elementos textuais Título e subtítulo em língua estrangeira Resumo em língua estrangeira Introdução Desenvolvimento Conclusão Seguir recomendações da NBR 6024 para Divisão de Seções e Subseções. Devem figurar na mesma ordem apresentada no ínicio do artigo. Tradução do resumo original para o idioma de divulgação internacional, geralmente o inglês, precedida da denominação “abstract”, ou outra, equivalente, dependendo do idioma escolhido. 137

(conclusão) ELEMENTOS DESCRIÇÃO Devem ser indicadas logo abaixo do abstract. estes são identificados em letras maiúsculas. (Ver 5. ou.9 deste manual. Elaborado em ordem alfabética. comprovação ou ilustração. Apêndice é o texto ou documento elaborado para complementar a argumentação do autor.3 RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA A APRESENTAÇÃO FORMAL DE ARTIGOS Devem ser seguidos os padrões para apresentação formal de trabalhos acadêmicos (NBR 14724). estes são identificados em letras maiúsculas. Anexo é o texto ou documento não elaborado pelo autor que serve de fundamentação. Palavras-chave precedidas da denominação “keywords”. quando houver. travessão e os respectivos títulos. Quando há mais de um. travessão e os respectivos títulos.19). Quando há mais de um.1 a 1.1). Nota(s) explicativa(s) Referências Glossário A numeração das notas explicativas deve aparecer em números arábicos. as recomendações próprias de formatação do periódico a que vai submeter a publicação. (Ver 4.21). Seguir o padrão da NBR 6023. (Ver 4. conforme os itens 1.4. São em língua separadas entre si por meio de ponto e sua fonte é estrangeira menor que a do texto do artigo. 7.3. 138 . deve ser acrescentada a data de entrega dos originais para publicação. Apêndice(s) Anexo(s) * Se os autores forem indicados no final do artigo. únicos e consecutivos.

referência e padrão para debates. Do Sul. As oposições se aglutinavam.com 139 . Gal Costa e Rita Lee foram alguns desses estopins. Palhoça. Rita Lee projetou uma imagem que propôs formas libertárias e hedonistas para fazer frente à política. Leila Diniz.4 MODELO DA PÁGINA INICIAL DE UM ARTIGO MUTAÇÕES EM CENA RITA LEE E A RESISTÊNCIA CONTRACULTURAL Gláucia Costa de Castro Pimentel* ou Pimentel. passando por cima de suas fissuras secundárias e as palavras de ordem possuíam um gosto de uniformidade enganadora. através da imagem de algumas mulheres expostas na mídia cultural. Das Universidades à moda. 1 INTRODUÇÃO Os anos sessenta marcaram o mundo por uma revolução comportamental sem precedentes para os padrões da Civilização Ocidental. embora não advogando a causa feminista. Feminismo Hippie. Palavras-chave: Os Mutantes. não encontrava espaço para discussão e foi. Sua imagem e performance são os focos deste estudo. integrante do grupo Os Mutantes. pela primeira vez. SC E-mail: glauciaccp@hotmail. propuseram novos comportamentos. à ética. os jovens na trincheira política mundial. O mundo em cambalhotas colocou. atrelado às esquerdas perseguidas. uma garota hippie-tropicalista. sob a ditadura militar os ecos dessas discussões eram filtrados por problemas da liberdade mais imediata e emergencial. uma nova imagem de mulher foi exposta por Rita Lee. Rita Lee. o Tropicalismo desenhou uma idéia edênica de ser brasileiro. antigos valores foram questionados. As fissuras apareciam em comportamentos tidos e acusados como traidores. Esse movimento foi chamado Tropicalismo. O feminismo. como a questão feminista.7. à sexualidade e às manifestações religiosas até então aceitas. sob forte repressão ditatorial com a vigência do AI-5 e vivendo a luta armada. em meio às muitas influências internacionais propostas pelas revoltas de 68. foram mulheres sem bandeiras que. De origem baiana. à estética. Estilos diferentes. Gláucia Costa de Castro Resumo: No final dos anos 60. A vitória da democracia passaria por cima de problemas “menores”. * Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL). Tropicalismo. o Brasil presenciou o surgimento de um movimento que buscou no humor e na irreverência munição para discutir um vasto espectro de códigos de conduta e de valores. No Brasil. alienados ou desbundados.

Abandonando o projeto em sua carreira solo. Tropicalism. Rita Lee projected an image which proposed libertarian and hedonistic forms in order to make head against the sort of politics. Rita Lee. through humor and irreverence. no entanto. a hippie-tropicalist girl. REFERÊNCIAS STAGED MUTATIONS RITA LEE AND THE COUNTERCULTURAL RESISTANCE Abstract: In the late sixties. A plataforma política refletida no conjunto da obra de Rita LeeMutante. under strong dictatorial repression due to the enforcement of Institutional Act Number 5. Originated in Bahia. and involved in guerrilla warfare. falseando imagens que ilustraram um discurso do múltiplo. protagonizando um Tropicalismo feminino. passa a fazer o jogo da indústria cultural que já havia absorvido o impacto da ‘auto-suficiência’ hippie e transformado o ‘mundo rock’ em mercadoria. Her image and performances are the focus of this study. ammunition to discuss a vast spectrum of behavior codes and values. Brazil witnessed the birth of a singular movement which conquered the streets by trying to get. Hippie feminism. From the South of the country. a new female image was exposed by Rita Lee. urbano e contracultural. 140 . propôs um estar mulher-personagem de si mesma. ethics. This movement was called Tropicalismo. não atravessaria o crivo dos tempos.7. member of the rock-band Os Mutantes. Keywords: Os Mutantes. Rita viria a se tornar a ‘mãe do rock’ brasileiro.5 MODELO DA PARTE FINAL DE UM ARTIGO É essa Rita Lee que. amidst the great quantity of international influences created by the revolts of 1968. sexuality and religious manifestations that had been accepted so far. Tropicalismo sketched an Edenic idea of being Brazilian. aesthetics. encenando com mil faces a orgia de uma cultura em revolução.

REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro: ABNT. 141 . 2005. Rio de Janeiro: ABNT. ______. NBR 6027 Informação e Documentação – Sumário: apresentação. Rio de Janeiro: IBGE. Rio de Janeiro: ABNT. 2002. Normas para apresentação tabular. ______. 1993. NBR 6023 Informação e Documentação – Referências: apresentação. ______. NBR 6024 Informação e Documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. NBR 14724 Informação e Documentação – Trabalhos acadêmicos: apresentação. NBR 10520 Informação e Documentação – Citações em documentos: apresentação. ed. ______. Rio de Janeiro: ABNT. 62 p. 3. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Rio de Janeiro: ABNT. 2003. Rio de Janeiro: ABNT. 2003. NBR 6022 Informação e Documentação – Artigo em publicação periódica científica impressa. 2003. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. ______. 2002.

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SOBRE O LIVRO Formato Tipologia Papel Impressão Acabamento Tiragem 15 x 21 cm Arial. plastificado 1000 exemplares . Benguiat BK BT. Times New Roman offset 90 g (miolo) Cartão Supremo 250 g (capa) Imprensa Universitária colado.

Composição Editora UEPG Impressão Gráfica Universitária .

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