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Agência Nacional de Vigilância Sanitária

PROTOCOLO DAS AÇÕES DE PROTOCOLO DAS AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Brasíllia,, Abrill/2007 Brasí i a A bri / 2 007 r

Núcleo de Assessoramento na Descentralização das Ações de Vigilância Sanitária - NADAV

Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária

APRESENTAÇÃO Em fevereiro de 2006 o Ministério da Saúde editou a Portaria nº 399/GM, que divulgou o Pacto pela Saúde 2006 e as diretrizes operacionais do referido pacto, já aprovado pela Comissão Intergestores Tripartite do SUS e pelo Conselho Nacional de Saúde. Esse novo pacto originou-se da necessidade de qualificar e implementar o processo de descentralização, organização e gestão do SUS; do aprimoramento do processo de pactuação intergestores, ojetivando a qualificação, o aperfeiçoamento e a definição das responsabilidades sanitárias e de gestão entre os entes federados no âmbito do SUS; da necessidade de definição de compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades que apresentem impacto sobre a situação de saúde da população brasileira. A vigilância sanitária se insere neste processo adotando um novo modelo de pactuação das suas ações, a partir da definição participativa das diretrizes estratégicas para o setor, que leve em conta uma nova lógica de programação, ao substituir o mecanismo de categorização das ações por níveis de complexidade, conforme definidas na Portaria SAS/MS nº 18/99, pelo sistema de gestão solidária entre as esferas de governo, e considerando o enfoque de risco, segundo preconizado na Portaria GM/MS nº 399/06. A reformulação do processo de pactuação, derivada da análise da situação de saúde do país, com definição de prioridades expressas em objetivos e metas, com foco em resultados, exige a estruturação da vigilância sanitária e a construção de um conjunto de compromissos sanitários a serem assumidos e cumpridos pelas três esferas de gestão. O Termo de Compromisso de Gestão formaliza o pacto realizado entre o Estado, seus municípios, e com a esfera federal. O conjunto de ações de vigilância sanitária abrange elementos de estruturação para o funcionamento dos serviços, tais como instalações físicas, equipamentos, sistema de informações, marco legal, capacitação de equipe técnica, instalação de serviço de acolhimento de denúncias. Um segundo conjunto de ações se refere ao controle sanitário exercido por meio de inspeção sanitária, monitoramento de qualidade de produtos, investigação de surtos e controle de doenças cujos fatores determinantes estejam em seu campo de atuação. Esse conjunto de responsabilidades e compromissos compõe os planos de ação de vigilância sanitária, inseridos nos Planos Estaduais e Municipais de Saúde, aprovados nas Comissões Intergestores Bipartites e nos Conselhos de Saúde. O sistema de acompanhamento e avaliação da execução do plano de ação será o instrumento de monitoramento do pacto. Para a negociação e definição das ações de vigilância sanitária no pacto, é prioritária a delimitação de seu universo de atuação e a quantificação dos estabelecimentos em funcionamento no Estado. A execução das ações pactuadas será financiada com recursos financeiros federais que compõe o Bloco de Vigilância em Saúde, repassados fundo a fundo, oriundos das fontes da Vigilância Epidemiológica e Ambiental - Teto Financeiro de Vigilância em Saúde/TFVS e recursos específicos; e da Vigilância Sanitária - Teto Financeiro de VISA/TFVISA, e incentivos específicos, que têm por fonte as taxas de fiscalização de vigilância sanitária arrecadas pela Anvisa/MS. Os recursos financeiros repassados aos Estados serão aplicados na execução das ações de vigilância sanitária assumidas e para a coordenação e acompanhamento das vigilâncias sanitárias municipais. Aos municípios serão repassados recursos financeiros para a estruturação dos serviços e a execução das ações pactuadas, de acordo com o seu Plano de Ação. O monitoramento da aplicação dos recursos financeiros em vigilância sanitária terá como instrumento a avaliação da execução do Plano de Ação e dos indicadores pactuados e formalizados no Termo de Compromisso de Gestão do Estado. Para orientação dos serviços de vigilância sanitária na elaboração dos planos de ação, foram preparados: • Termo de Referência para elaboração de Planos de Ação • Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária. O Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária trata do detalhamento do universo de atuação e dos objetos da vigilância sanitária, para subsidiar a programação de ações de controle sanitário, exercido por meio de inspeção sanitária e monitoramento de qualidade de produtos e serviços. Este trabalho tem como referência o “Detalhamento das Ações de Vigilância Sanitária”, elaborado pelo Núcleo de Descentralização e equipe da Diretoria de Vigilância Sanitária do Estado de Santa Catarina, sob a gestão de Dra. Raquel Ribeiro Bittencourt, em 2006, e disponibilizado para o Grupo de Trabalho de Financiamento analisar e propor modificações que o tornem um instrumento de orientação para os serviços de vigilância sanitária do País.
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Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária

INFRA-ESTRUTURA 1. RECURSOS HUMANOS A introdução de modernas tecnologias de produção no setor regulado, imprime um novo perfil à realidade do trabalho na área de Vigilância Sanitária exigindo, cada vez mais, força de trabalho permanente e em contínuo aperfeiçoamento. O número e a qualificação dos profissionais que atuam em VISA devem ser suficientes para permitir a composição de equipes multiprofissionais, com enfoque multidisciplinar e capacidade de desenvolver trabalhos intersetoriais, de forma a garantir a cobertura das diversas ações, de acordo com as necessidades e os riscos sanitários a que estão expostas as populações. O processo de trabalho do profissional de Vigilância Sanitária impõe limitações quanto ao vínculo empregatício e impedimentos quanto ao exercício profissional, uma vez que, jurídica e eticamente, esse profissional não deveria exercer concomitantemente a função de fiscal de VISA e outro cargo no Setor regulado. As ações de Vigilância Sanitária são ações do Estado e, é indispensável reconhecer a necessidade de aplicação da imposição legal de poder – dever de fiscalizar e autuar os responsáveis por práticas que apresentem riscos à saúde individual e coletiva, situação que determina a de investir/designar os profissionais de VISA para o exercício da função de fiscal. 2. ESTRUTURA LEGAL As novas tecnologias e o impacto causado por elas, assim como, a disseminação das informações têm, de modo geral, proporcionado aos usuários e aos fornecedores de produtos e serviços de saúde e de interesse da saúde, o conhecimento dos seus direitos, exigindo, cada vez mais, a intervenção das atividades de Vigilância Sanitária. Porém, as atribuições dessas atividades vão além da fiscalização e controle sanitário das áreas físicas em que os serviços são fornecidos ou os produtos são fabricados e comercializados, objetivam também ações para a garantia da sua qualidade. A descentralização das ações de Vigilância Sanitária para os Estados e Municípios requer a criação de infra-estrutura formal – administrativa e operacional, instituída por ato legal, e para isso são necessárias algumas providências, dentre as quais, destacamos: Criação oficial da estrutura administrativa legal, com estabelecimento de competências e atribuições da VISA municipal; Aprovação do Código Sanitário Municipal ou adoção do Código Sanitário Estadual; Criação de Órgão Arrecadador para recolhimento de taxas tributárias e multas, caso ainda não exista; Provisão de impressos de VISA próprios ou adoção dos modelos já instituídos pela Secretaria Estadual – Autos de Intimação, Infração e Penalidades; Organização de Banco de Dados com a legislação sanitária vigente – leis, decretos, resoluções, portarias, bem como, a disponibilidade de assessoria jurídica, para embasamento legal e atuação das equipes. 3. ESTRUTURA FÍSICA E OPERACIONAL/RECURSOS MATERIAIS As ações de Vigilância Sanitária caracterizam-se por procedimentos de orientação, cadastramento, inspeção, investigação, notificação, controle e monitoramento, os quais demandam ações, como: atendimento ao público, deslocamentos, coleta de análises fiscais, apreensão e inutilização de produtos, interdição de estabelecimentos e produtos, instauração de processos, elaboração de relatórios e ofícios, registro e divulgação de dados etc. A execução dessas ações requer uma infra-estrutura operacional mínima, composta por: Espaço físico adequado para o desenvolvimento dos trabalhos;
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infração e de coleta.gerais. Retaguarda de materiais de expediente e de escritório. Caneta – de tinta azul ou preta. Plano de Ação que contemple ações de intervenção em riscos sanitários. Equipamentos e meios de comunicação.descartáveis. Equipamentos de proteção individual (aventais. suficientes e adequados para toda a equipe. reuniões e treinamentos etc. lacre para interdição. óculos). aparelhos/instrumentos para mensuração física. Impressos: roteiros de inspeção.1 CADASTRO DE ESTABELECIMENTOS 4 . autos de intimação. 4. Legislação pertinente. Mobiliários. Recursos e insumos que assegurem o deslocamento das equipes. instalados em cada jurisdição municipal – Cadastro de Estabelecimentos. realização e participação em Cursos.fixo e celulares (para suporte nas ações de campo e serviço de plantão). 4.. Luvas.gerais. jalecos) e crachás que promovam a identificação das equipes. Pastas e materiais . luvas. de acordo com os ambientes e serviços. Disponibilização de impressos específicos de VISA. ruído. pressão e outras fontes de poluição ambiental.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Veículos. Um Sistema de Informações integrando os serviços nas esferas de governo. fax. touca (para proteção completa dos cabelos) e avental/jaleco . para deslocamento da equipe e transporte de materiais. para inspeção . Pastas e materiais .Kit inspeção * *kit inspeção: Pasta com identificação da VISA municipal ou estadual. Suporte laboratorial. computador. aparelhos e materiais – específicos para inspeção. iluminação. suficientes e adequados.Kit inspeção * Equipamentos. máscara. Prancheta (opcional). Materiais educativos. Caderno ou bloco de anotações. Máquina fotográfica para registro dos eventos e como subsídio aos processos de contravenção gerados. Uniformes (coletes. abrangendo as diversas áreas de atuação da VISA. máscaras. para inspeção . gorros. Lacres e sacos plásticos apropriados para a coleta de inspeção. ESTRUTURA ADMINISTRATIVA A operacionalização das ações de VISA requer: O conhecimento prévio do número de estabelecimentos de saúde ou de interesse da saúde. como: termômetros (para ambientes e produtos). impressora. como: telefone . acesso à internet.

capazes de oferecer suporte à gestão dos serviços e orientar na implantação de modelos de atenção à saúde. O cadastro de todos os estabelecimentos e áreas a serem fiscalizadas. por um arquivo atualizado de Legislação Sanitária e bibliografia técnica e por um conjunto de dados provenientes de cadastros. 4. 5 . Com base nesse perfil. pois será esse banco de dados que apoiará a elaboração do Plano de Ação em Vigilância Sanitária. as metas. da definição de prioridades e das ações programáticas a serem assumidas. laudos laboratoriais. deverão ser estabelecidas as metas. Diante desse conhecimento. SISTEMA DE INFORMAÇÃO Na área da saúde. do dimensionamento da infra-estrutura existente e necessária. como por exemplo. com número de telefone disponível e divulgado para toda a comunidade. a estruturação e a operacionalização das ações de Vigilância Sanitária no município. os recursos humanos. operacional e financeira da União e do Estado. devem partir da elaboração do Plano de Ação de Vigilância Sanitária. A Vigilância Sanitária. que contemple o conhecimento dos problemas sanitários. materiais e financeiros requeridos.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária O cadastramento dos estabelecimentos consiste na identificação e registro dos dados de interesse da Vigilância Sanitária. permitindo a definição das ações de VISA a serem executadas. é ação prioritária e indispensável. os quais irão constituir o banco de dados. roteiros de inspeção. os cronogramas. estaduais e municipais. o Sistema de Informações pode ser entendido como um conjunto de estruturas administrativas e unidades de produção que atuam integrada e articuladamente com o propósito de obter dados e gerar informações. serviços e atividades de interesse da saúde. do grau de risco potencial ou inerente das atividades desenvolvidas nos estabelecimentos. ainda. Para tanto faz-se necessário a integração da VISA com outros setores ou órgãos das diversas instâncias. podendo o município contar com a cooperação técnica. no contexto do processo de descentralização da Vigilância Sanitária. artigo 18). Essa ação deverá ser embasada em leis federais. capaz de oferecer suporte técnico e operacional às ações de VISA. as metas e os parâmetros de acompanhamento. salienta-se a importância de um sistema de atendimento às emergências. a responsabilidade compartilhada dos níveis de governo. o órgão de Arrecadação de Tributos do Município. visando a formalização da estrutura física. necessita de informações organizadas para subsidiar o planejamento e a avaliação das ações. bem como.2. relacionados aos estabelecimentos. A descentralização das ações e serviços prevê. definindo os objetivos. denúncias e reclamações. constituído do diagnóstico de situação. seja qual for a complexidade das mesmas.3 PLANO DE AÇÃO A partir da interpretação da Constituição e da Lei Orgânica da Saúde (Lei 8080/90. serviços e atividades. no âmbito de seu território. O Sistema de Informações em Vigilância Sanitária deverá ser composto por um Serviço de Protocolo e Expediente. a partir do levantamento e conhecimento da instalação ou funcionamento dos referidos estabelecimentos. medir o impacto das intervenções e das tomadas de decisões. os programas e a estratégia de implantação ou de implementação das ações. administrativa e operacional. produção de atividades. a exemplo de outras áreas da saúde. entendese que é dado ao município a competência para a execução de todas as ações de Vigilância Sanitária. O cadastramento deverá ser realizado pelas equipes das VISA. do universo dos estabelecimentos ou áreas a serem fiscalizadas (Cadastramento dos estabelecimentos). e necessita de uma série de definições e providências. os indicadores de avaliação e disponibilizados. Assim. 4.

bem como. áreas de passivo ambiental e áreas de contaminação natural que possam ocasionar a contaminação do solo e exposição humana). de interesse da saúde e dos locais passíveis à atuação da Vigilância Sanitária.080/90. de serviços de saúde e industrial.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária AÇÕES DE VISA 1. implicando em expressar juízo de valor sobre a situação observada (se dentro dos padrões técnicos minimamente estabelecidos na Legislação Sanitária) e. Infecções hospitalares. monitoramento da qualidade da água utilizada para o preparo soluções hemodialíticas. e quando for o caso. áreas industriais. Estações de tratamento de esgoto sanitário. 3. Intoxicações. INSPEÇÃO SANITÁRIA Atividade desenvolvida por profissionais com capacidade comprovada e credenciamento legal. a conseqüente aplicação de medidas de orientação ou punição. Doenças/acidentes de trabalho. Empresas de interesse da área de Saúde do Trabalhador. Soluções alternativas de abastecimento de água. com o objetivo de proceder ao acompanhamento. Estabelecimentos e atividades a serem cadastradas: Estabelecimentos de saúde e de interesse da saúde. em relação à produtos e quaisquer situações de risco. depósitos de agrotóxicos. se dentro dos padrões técnicos minimamente estabelecidos na Legislação Sanitária. bem como. MONITORAMENTO DE PRODUTOS E OUTRAS SITUAÇÕES DE RISCOS Ação programática desenvolvida de forma sistemática. com objetivo de avaliar os estabelecimentos. dimensionar riscos e resultados. reações adversas e queixas técnicas. condições ambientais e de trabalho. Estações de tratamento de água (sistema de abastecimento). INVESTIGAÇÃO SANITÁRIA DE EVENTOS Atividade desenvolvida por profissionais com capacidade comprovada e credenciamento legal. produtos. condições ambientais e de trabalho. monitoramento de alimentos (programa PARA etc. 2. 4. implicando em expressar julgamento de valor sobre a situação observada. 6 . produtos. Empresas responsáveis pelo recolhimento e destinação final de resíduos sólidos urbanos. áreas de mineração. de interesse da Vigilância Sanitária. dos serviços públicos ou privados. distribuem e comercializam produtos de interesse da saúde. serviços de saúde. • Exemplos: monitoramento da qualidade da água para consumo humano. previstas na Legislação. Áreas com populações expostas ou sob risco e exposição a solo contaminado (disposição final de resíduos industriais. serviços de saúde. com objetivo de avaliar os estabelecimentos. a conseqüente aplicação de medidas de orientação ou punição.). Estabelecimentos que produzam. conforme Lei nº 8. CADASTRAMENTO Ação envolvendo a coleta e organização dos dados de todos os estabelecimentos de saúde. previstas na Legislação. Exemplos de situações a serem investigadas: Surtos de doenças transmitidas por alimentos. avaliação e controle da qualidade. quando for o caso.

359/2003. verificar o tipo de material. hábitos higiênicos e o controle do estado de saúde. PAP/VS – Ambiental. 278/2005. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. com água fria e quente e produtos regularizados para higiene pessoal. 259/2002. 173/2006. conservação. rotisserias e 7 . e responsabilidades técnicas). produtos regularizados e isolados das áreas de processamento). armários duchas ou chuveiros. destino adequado dos resíduos (lixo doméstico. confeitarias. toalhas descartáveis. toalhas descartáveis ou outros sistemas para secagem das mãos) . higiene e limpeza das áreas. envasamento (existência de local adequado para depósito de recipientes vazios e engarrafados. produtos utilizados e armazenamento. verificar a proteção da fonte. ventilação e iluminação suficientes. existência de local adequado para enchimento. quanto a captação e engarrafamento. comissarias. quanto ao fluxo de produção e controle de qualidade. tipo de revestimento (do piso. Lei Federal nº 10. sua utilização. rotulagem regularizada. dotados de antecâmara. áreas industriais. 360/2003 da ANVISA/MS. quanto ao pessoal na área de produção e manipulação. controle de qualidade da matéria prima e produto acabado (todos os lotes produzidos). dotadas de produtos regularizados. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). cozinhas institucionais. sendo que o jaleco deve ser branco. verificar a existência de fluxo linear (1) só sentido. bufês. 275/2005. Estabelecimento que Manipula e Serve Alimentos Consiste em: Verificar a adoção das Boas Práticas – BPF* para Serviços de Alimentação implantadas pelos estabelecimentos de: cantinas. Estabelecimento que Manipula e Serve Alimentos Consiste em: Avaliar áreas de disposição final de resíduos industriais. existência de lavatórios na área de manipulação dotados de escovas para as mãos. forros/tetos. verificar a existência de uniformes completos. 352/2002. abastecimento de água potável. condições de higiene e limpeza de todas as áreas. canalização. estado de conservação e limpeza. controle das características organolépticas do produto acabado. botão embutido ou velcro e sem bolso. de comprimento até o joelho. depósitos de agrotóxicos. portas e janelas). delicatéssens. paredes/divisórias. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. caixa de captação. quanto aos equipamentos e utensílios. cozinhas industriais. Resoluções RDC nºs 274/2005. descartável ou de Material necessário: tecido. padarias. restaurantes. existência de local próprio para limpeza e desinfecção de equipamentos e utensílios (dotados de água quente. áreas de mineração. licenças. manga longa. utilização de embalagem íntegra no engarrafamento. existência de instalações sanitárias separadas por sexo (sem comunicação diretas com áreas de trabalho e de refeições.674/2003. que possam ocasionar a contaminação do solo e exposição humana. pessoal. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) +GPS (instrumento de localização e orientação das Material necessário: coordenadas geográficas e dos fusos horários). áreas de passivo ambiental e áreas de contaminação natural. Referência legal: 23/2000. pastelarias. existência de proteção contra insetos e roedores. existências de vestiários separados por sexo.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária PRODUTOS: ALIMENTOS Fonte/Distribuidora de Água Mineral Natural/Água Natural/Água Adicionada de Sais Consiste em: Vistoriar a situação e condições da edificação quanto a localização. outros resíduos sólidos e gasosos). desinfetantes. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. lanchonetes. verificar os documentos da empresa (identificação. transporte protegido e limpo. limpeza e desinfecção. caixa d’água e instalações hidráulicas. fechamento e rotulagem de recipientes. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. reservatórios. ao acesso direto e independente.

iluminação e ventilação. janelas e outras aberturas. Documentação e registro (Manual de Boas Práticas. descartável ou de tecido. Exposição ao consumo do alimento preparado (área e equipamentos de exposição. utensílios. higienização dos alimentos. hábitos higiênicos. Preparo do alimento (cuidados na preparação. com capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. controle de saúde dos manipuladores. portas. Resoluções RDC 216/2004 e 218/2005 da ANVISA/MS. Matérias-primas ingredientes e embalagens (recepção e armazenamento). termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). parede. móveis e utensílios.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento que Manipula e Serve Alimentos congêneres. esgotamento sanitário. Armazenamento do alimento preparado. 7. POPs). tratamento térmico. programa de capacitação dos manipuladores e supervisão. fracionamento. 4. 5. Consiste em vistoriar: 1. layout (fluxo de produção)). botão embutido ou velcro e sem bolso) + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). resfriamento. 6. Vestuário. manga longa. 3. recebimento de dinheiro). controle de vetores e pragas urbanas. abastecimento de água. armazenamento a quente. controle e garantia de qualidade. teto. conservação a frio. Equipamentos. Edificações e instalações (áreas externas e internas. 8 . descongelamento. responsabilidade. instalações sanitárias e vestiários. Perfil profissional: Referência legal: Material necessário: Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) (sendo que o jaleco deve ser branco. óleos e gorduras. piso. manejo de resíduos. 2. 8. de comprimento até o joelho.

com proteção contra contaminação. Dispor de recipientes coletores de lixo. que não ocorra qualquer perigo à saúde ou contaminação do alimento. Dispor de sistema eficaz de evacuação de efluentes e águas residuais. Possuir lavabos. preparo e/ou fabricação de produtos e devem compor o Manual de Boas Práticas de Fabricação. espaço suficiente à realização de todas as operações. de forma a garantir. Dispor de iluminação natural e/ou artificial. de forma a assegurar qualidade suficiente para não oferecer riscos à saúde humana: Conhecer a procedência das matérias primas. e de fácil limpeza. desde a chegada da matéria prima até o produto acabado. Dispor de instalações para lavagem das mãos em todas as dependências de fabricação (com todos os elementos necessários à adequada higienização. Possuir instalações adequadas para higiene. sanitários e banheiros do pessoal auxiliar do estabelecimento. ventilação e instalações elétricas adequadas. dispositivos que impeçam a entrada ou abrigo de vetores e/ou pragas e de contaminantes ambientais. tetos ou forros. impermeáveis. distantes das paredes). rachaduras). secagem e desinfecção das mãos. portas e outras aberturas de materiais resistentes. documento exigido em todos os estabelecimentos. livre de contaminantes e/ou inundações. Possuir abundante abastecimento de água potável (fria e/ou quente). dependendo do tipo de tarefa a ser realizada). os quais devem ser constituídos de materiais resistentes a corrosão. fluxograma que permita fácil e adequada limpeza. independente da linha de produção (alimentos. 9 . limpeza e desinfecção de utensílios e equipamentos. Possuir pisos. nas situações necessárias. em todas as etapas da produção. cosméticos. saneantes. de forma a garantir: construção sólida. 2. o fabricante é o responsável pela qualidade dos produtos que produz e expõe à população. Possuir aprovação de projeto. paredes. sem acesso direto e nenhuma comunicação com estas. com tubulações devidamente sifonadas. janelas. vestuários. completamente separados das áreas de manipulação. uma vez que. construídos e/ou acabados. condições apropriadas para processo de elaboração. Atender aos princípios gerais higiênico-sanitários das matérias primas.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária *Boas Práticas de Fabricação – BPF As boas práticas constituem um conjunto de procedimentos utilizados durante a manipulação. Armazenar as matérias primas em condições que garantam a proteção contra a contaminação e reduzam ao mínimo os danos. ou outros). medicamentos. em todas as áreas. providos de tampas e sacos plásticos. Dispor de adequado sistema de controle e registro de temperatura. As regras normalmente são estabelecidas como orientação geral e podem adaptar-se às necessidades de cada fabricante e sua aplicação se estende a todas as operações de fabricação (incluindo-se a embalagem e rotulagem). destacam-se: 1. laváveis. mantido em bom estado de funcionamento. Proteger as matérias primas contra contaminações. Neste contexto. de modo que se impeça a acumulação de sujidades e se reduza ao mínimo a condensação e a formação de mofo. Atender as condições higiênico-sanitárias das instalações: Localização adequada. fáceis de limpar e desinfetar (sem fendas. deteriorações e perdas (sobre estrados. com resíduos e/ou sujidades.

Armazenamento e transporte dos produtos acabados: A área de armazenamento deve atender aos requisitos de higiene.1 Embalagem – dispor de área adequada para armazenamento das embalagens. segurança e inoqüidade dos Produtos acabados e estar localizada próxima a área de expedição. 6. conhecimento técnico e Operacional nas diferentes áreas. no estabelecimento. através de treinamentos e capacitações. Controle de qualidade: . 1. além de fácil acesso a todos os trabalhadores. Documentação e registro – manter. cuja composição não confira risco de contaminação ao produto acabado. Conduta pessoal.3 5. uso de equipamento de proteção individual . Os veículos de transporte devem possuir autorização do órgão competente e oferecer as condições Necessárias à manutenção dos produtos.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária 3. todos os documentos que comprovem o registro do produto no MS. Atender aos requisitos quanto a regularidade do produto acabado: 1.2 1.EPI. armazenamento. desde a aquisição da matéria prima até a expedição do produto acabado. ** Procedimentos Operacionais Padronizados – POPs Consiste na descrição completa e seqüencial de todas as operações rotineiras e específicas relativas a produção. podendo o produto ser comercializado após aprovação na ANVISA/MS. mantendo-as limpas e íntegras: utilizar embalagem íntegra. Rotulagem – Atender a legislação no que concerne a Apresentação e Composição.a empresa fabricante deve possuir um Programa de Controle de Qualidade do produto (pré e/ou pós comercialização) através de técnicos. Esses procedimentos normatizados devem estar inseridos no Manual de Boas Práticas de Fabricação – BPF – e terem ampla divulgação. instrumentos e instituições reconhecidas. visando assegurar a qualidade do produto para o consumo. Atender aos requisitos dos trabalhadores: Manter efetivo programa de capacitação e supervisão dos trabalhadores quanto a higiene pessoal. nos níveis de qualidade e conservação exigidos. Manter efetivo programa de controle da saúde dos trabalhadores. 4. distribuição e transporte de produtos. 10 .

conservação do veículo e documentação. conservação do veículo e documentação. motos etc. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.) Consiste em: Verificar as condições de higiene. minimercado. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). manga longa. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. materiais de acondicionamento dos alimentos. sendo que o jaleco deve ser branco. açougues e peixarias) Consiste em: Realizar vistoria nas instalações equipamentos. utensílios. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) (sendo que o jaleco deve ser branco. Banca. rotulagem). temperatura de conservação dos alimentos. se realiza apenas ações de venda de produtos sem realizar atividade industrial (fracionamento. equipamentos de proteção individual. condições de transporte. utensílios e produtos.. Quitanda. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. higiene das instalações. lote. nos equipamentos.283/50. Barraca. selo de inspeção de produtos de origem animal (SIM ou SIE ou SIF). Veículo de Transporte de Alimentos (caminhões. documentação. tempero. riscos ambientais e ocupacionais. Lei Federal nº 1. principalmente. equipamentos. equipamentos de proteção individual. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. motos etc. de comprimento até o joelho. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). materiais de acondicionamento dos alimentos. condições de conservação. condições de conservação).Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento Comercial de Gêneros Alimentícios (supermercado. descartável ou de Material necessário: tecido. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. higiene na estrutura. de comprimento até o joelho. profissionais envolvidos. botão embutido ou velcro e sem bolso) + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). utensílios. lote. equipamentos de proteção individual. descartável ou de Material necessário: tecido. equipamentos de proteção individual. de comprimento até o joelho. móveis e utensílios. botão embutido ou velcro e sem bolso) + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). descartável ou de Material necessário: tecido. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Quiosque e Congêneres Consiste em: Vistoriar estrutura física. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) (sendo que o jaleco deve ser branco. manga longa. manga longa. condições de transporte. utensílios. temperatura de conservação dos alimentos.) Consiste em: Verificar as condições de higiene. equipamentos e utensílios. produtos (procedência. verificando a procedência. validade. reembalagem. observando. procedimentos. profissionais envolvidos. Referência 11 . Veículo de Transporte de Alimentos (caminhões. validade. documentação.

de comprimento até o joelho. pia para higienização das mãos e limpeza no ambiente de trabalho.INCQS/FIOCRUZ. 259/2002. descartável ou de Material necessário: tecido. documentação. descartável ou de Material necessário: tecido. as quantidades das amostras de acordo com a legislação. controle de pontos críticos e transporte. Resoluções RDC nºs 17/1999. 278/2005. Indústria/Distribuidora de Palmito em Conserva Consiste em: Verificar a implantação das Boas Práticas de Fabricação – BPF e Procedimentos Operacionais Padronizados . manga longa. produtos (procedência. manga longa. inclusive os locais públicos para fins de verificação da conformidade sanitária da estrutura física. 81/2003. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Quiosque e Congêneres legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. bem como. Coleta de Amostras de Alimentos para Análise Consiste em: Retirada de uma fração representativa de um determinado lote de alimento. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). descartável ou de Material necessário: tecido. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. 300/2004. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Banca. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. utensílios. Referência Decreto-Lei Federal nº 986/69. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. descartável ou de Material necessário: tecido. de comprimento até o joelho. instrumentos e utensílios. 18/1999. saco plástico de primeiro uso. lote. fluxo de produção/manipulação e controle de qualidade. 359/2003 e 360/2003 da ANVISA/MS. observando-se as técnicas e os procedimentos recomendados. Comércio Ambulante de Alimentos Consiste em: Vistoriar os locais destinados à realização de feiras livres e/ou festas. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). manga longa. condições de conservação). condições de conservação de alimentos. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). equipamentos. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Manual de Coleta de Amostras . Lei Federal nº 10. manga longa. caixa térmica de 24 litros. pessoal na área de produção/manipulação/venda. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco.674/2003. sendo que o jaleco deve ser branco. Quitanda. Referência legal: 23/2000.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Barraca. matéria-prima/insumos/produtos finais. lacre. observando: situação e condições da edificação. de comprimento até o joelho. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). 12 . de comprimento até o joelho. equipamentos.POPs e o plano de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC. equipamentos de proteção individual. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). validade.

Lei Federal nº 10. embalagens e utensílios. manipuladores. móveis e utensílios. resfriamento. 278/2005. 130/2003. Lei Federal nº 10. equipamentos. descartável ou de Material necessário: tecido. de comprimento até o joelho. instrumentos e utensílios. manejo dos resíduos. manga longa. 360/2003 da ANVISA/MS. 259/2002. matéria prima. observando: edificação e instalações. 259/2002. Referência legal: 359/2003. manga longa. observando: aditivos e micronutrientes. descartável ou de necessário: tecido. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. recepção do amendoim cru. controle da qualidade do produto final. controle de qualidade do produto final. móveis e utensílios. BPF. ingredientes. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. 215/2002. rotulagem e armazenamento do produto final. rotulagem dos produtos processados e derivados. 28/2000. manipuladores. ingredientes e embalagens. de comprimento até o joelho. maturação. adição de iodato de potássio. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. documentação (BPF. seleção dos fornecedores de amendoim cru. fluxo de produção. Referência Lei Federal nº 10. 359/2003 e 360/2003 da ANVISA/MS. 23/2000. preparo da mistura. 23/2000. 259/2002.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Indústria Beneficiadora de Sal para Consumo Humano Consiste em: Verificar a implantação das Boas Práticas de Fabricação – BPF. APPCC). móveis e utensílios.674/2003. hábitos higiênicos.674/2003. móveis e utensílios. Resoluções RDC nºs 172/2003. acondicionamentos. fluxo de produção. adição de antiumectante. Referência legal: 278/2005. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). armazenamento das matérias-primas. processamento dos gelados comestíveis (matérias-primas. pessoal na área de produção. seleção do amendoim cru. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. POPs. embalagem e dizeres de rotulagem Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. armazenamento produto final.POPs e o plano de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC. situação e condições da edificação. fluxograma do processo de produção. transporte) documentação e registro (POPs. higienização das instalações. equipamentos. Resoluções RDC nºs. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). botão embutido ou velcro e sem bolso + 13 . Indústria Processadora de Gelados Comestíveis Consiste em: Verificar a implantação das Boas Práticas de Fabricação – BPF e Procedimentos Operacionais Padronizados . equipamentos. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). controle de qualidade da produção. observando: edificação e instalações. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. 23/2000. pasteurização. legal: 359/2003 e 360/2003 da ANVISA/MS. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). descartável ou de Material necessário: tecido. Resoluções RDC nºs 267/2003. equipamentos. homogenização. batimento e congelamento. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Indústria Processadora de Amendoim e Derivados Consiste em: Verificar a implantação das Boas Práticas de Fabricação – BPF e Procedimentos Operacionais Padronizados . APPCC). manga longa. de comprimento até o joelho.674/2003. higienização das instalações. processamento de amendoins e derivados.POPs e o plano de Análise e Perigo de Pontos Críticos de Controle – APPCC. equipamentos. 278/2005.

bombons e gomas de mascar. toalhas descartáveis. acondicionamento. limpeza. aditivos. consistência e aspectos sem alterações). mesas. aromatizantes/aromas. 360/2003 da ANVISA/MS. óleos vegetais. manipuladores. existência e utilização de produtos regularizados no M. enzimas e preparações enzimáticas. produtos de frutas e cogumelos comestíveis. 259/2002. empacotamento e identificação adequadas (integridade da embalagem. exaustão. separados por sexo. transporte do produto final). farelos. processamento das frutas e/ou hortaliças em conservas (higienização. acidificação. branqueamento.S. amidos. Lei Federal nº 10. identificação visível. alimentos adicionados de nutrientes essenciais. POPs). produtos proteicos de origem vegetal. mistura para o preparo de alimentos e alimentos prontos para o consumo. produtos de vegetais. verificar a existência de fluxo adequado para 14 . móveis. verificar as condições de higiene. tipo de materiais das portas e janelas. para todas as operações de higiene e limpeza e de higiene pessoal (água quente e fria. existência do controle do estado de saúde. higienização das instalações. gelo.674/2003. lixeiras. farinhas. com armários. verificar na área de manipulação/venda/produção se os manipuladores possuem hábitos higiênicos adequados. ralos. características organolépticas normais (cor. paredes e teto. documentação e registro (BPF. se estão rigorosamente limpos. organização dos equipamentos/maquinários e utensílios. existência de lavatórios na área de manipulação. duchas ou chuveiros. existências de recipientes próprios para o acondicionamento do lixo doméstico e local adequado para o seu armazenamento e coleta. embalagens virgens e recicladas. Referência legal: 359/2003. conservação (tempo e temperatura) adequada. de comprimento até o joelho. armazenamento. sabor. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. especiarias. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). existência de vestiários. chocolates e produtos de cacau. acesso. bancadas. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. condições de iluminação e ventilação para as atividades desenvolvidas. fechamento hermético. rotulagem e armazenamento do produto final. temperos e molhos. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). Resoluções RDC nºs 352/2002. fluxo de produção. gorduras vegetais e creme vegetal. erva Consiste em: Vistoriar a situação e as condições da edificação – localização. produtos de cereais. inclusive dos equipamentos para proteção e conservação sobre refrigeração (termômetros). 23/2000. verificar se as matérias primas e/ou produtos expostos à venda possuem procedência controlada. asseados e se utilizam paramentação regular. Demais Indústrias/Distribuidoras de Alimentos (produtos de origem vegetal. odor. sabão/sabonete líquido) e local próprio para limpeza e desinfecção de equipamentos e utensílios. balas.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Indústria Processadora de Amendoim e Derivados termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). tipo de revestimento do piso. condições da caixa d’água e das instalações hidráulicas. açúcares e produtos para adoçar. abastecimento de água potável. tratamento térmico. café. descartável ou de Material necessário: tecido. equipamentos e utensílios. existência de proteção contra insetos e roedores. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). observando: edificações e instalações. resfriamento. manga longa. luminárias. verificar as condições de higiene e limpeza de todas as áreas físicas e o estado de conservação das telas. integridade. controle da qualidade do produto final.POPs. existência de instalações sanitárias separadas por sexo e sem comunicação direta com as áreas de trabalho e refeições. 278/2005. chá. prazo de validade respeitado). Indústria Processadora/Distribuidora de Frutas e/ou Hortaliças em Conserva Consiste em: Verificar a implantação das Boas Práticas de Fabricação – BPF e Procedimentos Operacionais Padronizados . vitrines.

449/1999. higienização. higienização dos equipamentos móveis 15 . equipamentos. embalagens virgens e recicladas. erva manipulação/venda/produção e controle de qualidade. fórmulas infantis. Consiste em: Verificar a implantação das Boas Práticas de Fabricação – BPF e Procedimentos Operacionais padronizados . aditivos. 359/2003. transporte do produto acabado. produtos de vegetais. alimentos para controle de peso. 39/1998. Lei Federal nº 10. produtos proteicos de origem vegetal. produção e transporte da matéria-prima. análise laboratorial dos lotes.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Demais Indústrias/Distribuidoras de Alimentos (produtos de origem vegetal. 276/2005. Indústria de Suplemento Vitamínico e/ou Mineral. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). alimentos adicionados de nutrientes essenciais. mistura para o preparo de alimentos e alimentos prontos para o consumo. produtos de cereais. balas. gelo. documentação e registro (BPF. alimentos para dietas. óleos vegetais. 278/2005. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. eliminação das sobras. amidos. armazenamento adequado (temperatura e tipos). Aditivos. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. manga longa. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. móveis e utensílios. 271/2005. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). 272/2005. alimentos para idosos). chá. 30/1998. para nutrição enteral. Substâncias Bioativas e Probióticos Isolados com Alegação de Propriedade Funcional e/ou de Saúde Consiste em: Verificar a implantação das Boas Práticas de Fabricação – BPF e Procedimentos Operacionais padronizados . de comprimento até o joelho. empacotamento e identificação adequada do produto exposto à venda. observando: edificações e instalações (lavatório na área de produção. Resoluções RDC nºs 275/2002.POPs. POPs). abastecimento de água. Portaria nºs 29/1998. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. manejo de resíduos. descartável ou de Material necessário: tecido. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. manejo de resíduos. café. layout). Alimentos com Alegação de Propriedades Funcionais e/ou de Saúde. aromatizantes/aromas. equipamentos. enzimas e preparações enzimáticas. Coadjuvantes de Tecnologia. 270/2005. 259/2002. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. controle de vetores e pragas urbanas.POPs. móveis e utensílios. farelos. alimentos de transição para lactentes e crianças de primeira infância. 38/1998. licença e de pessoal). 23/2000. Lei Federal nº 10. layout). 259/2002. pessoal qualificado para a atividade. de comprimento até o joelho.674/2003. 223/1998. Referência legal: 268/2005. Novos Alimentos e/ou Novos Ingredientes.674/2003. 36/1998. 34/1998. 265/2005. observando: edificações e instalações (lavatório na área de produção. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). manipuladores. alimentos para praticantes de atividade física. fluxo de produção. proteção contra contaminação. 360/2003 da ANVISA/MS. 359/2003. especiarias. 277/2005. alimentos à base de cereais para alimentação infantil. verificar os documentos do estabelecimento (identificação. temperos e molhos. bombons e gomas de mascar. 222/1998. 263/2005. rotulagem armazenamento. alimentos para gestantes e nutrizes. controle de vetores e pragas urbanas. controle de qualidade da matéria prima. higienização dos equipamentos móveis e utensílios. 278/2005. 264/2005. 977/1998. 273/2005. Referência legal: 37/1998. chocolates e produtos de cacau. higienização. 360/2003 da ANVISA/MS. ingredientes e embalagens. 23/2000. gorduras vegetais e creme vegetal. farinhas. descartável ou de Material necessário: tecido. produtos de frutas e cogumelos comestíveis. abastecimento de água. controle de qualidade. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). manga longa. açúcares e produtos para adoçar. Sal Hipossódico/Sucedêneos do Sal. 35/1998. Resoluções RDC nºs 275/2002. Indústria de Alimentos para Fins Especiais (alimentos dietéticos.

água e proceder a inspeção “in loco” com intuito de identificar os agentes etiológicos. manga longa. produção e transporte da matéria-prima. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa). descartável ou de Material necessário: tecido. auto de coleta de água. 278/2005. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Investigação de Surtos de DTA – Doenças Transmitidas por Alimentos – Doença provocada. adesivo de interdição. 360/2003. 32/1998. de comprimento até o joelho. rotulagem. Resoluções RDC nºs 275/2002. Referência legal: 359/2003. Alimentos com Alegação de Propriedades Funcionais e/ou de Saúde. Aditivos. fluxo de produção. sendo que o jaleco deve ser branco. 18/1999. Resolução RDC nº 216/2004 da ANVISA/MS. 16/1999. 234/2002 da ANVISA/MS. Sal Hipossódico/Sucedêneos do Sal. trazida ou transmitida às pessoas pelo alimento ou pelos contaminantes que eles carregam Consiste em: Receber a notificação do surto e realizar a investigação epidemiológica. documentação e registro (BPF. lacres e frascos para coleta de água (de 125 e 500 ml. manga longa. armazenamento. festas comunitárias e domiciliares. Novos Alimentos e/ou Novos Ingredientes. 23/2005. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. juntamente com Técnicos da Vigilância Epidemiológica. ficha de notificação. botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). botão embutido ou velcro e sem bolso + termômetro digital de introdução (para medir a temperatura interna). com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. químicas ou biológicas. responsáveis pela contaminação. transporte e do produto acabado. termômetro pistola laser (para medir a temperatura externa).Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Indústria de Suplemento Vitamínico e/ou Mineral. de comprimento até o joelho. em estabelecimentos de preparação de alimentos. 259/2002. os Pontos Críticos de Controle e os fatores de riscos mais freqüentes a fim de realizar a prevenção e controle das DTAs. descartável ou de Material necessário: tecido. 23/2000. caixa térmica de 24 litros. para realizar a coleta de alimentos.674/2003. sacos plásticos (estéreis e não estéreis). controle de qualidade. manipuladores. Coadjuvantes de Tecnologia. POPs). 24/2005. 19/1999. Lei Federal nº 10. as fontes físicas.) 16 . Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) sendo que o jaleco deve ser branco. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. ingredientes e embalagens. 17/1999. Substâncias Bioativas e Probióticos Isolados com Alegação de Propriedade Funcional e/ou de Saúde e utensílios.

A existência da solicitação e/ou publicação da AFE (Autorização Especial de Funcionamento). 13. conforme legislação em vigor (orientações sobre troca de medicamentos e tabela de medicamentos genéricos). Lei Federal 5. Validade dos produtos expostos à venda. 12. Se existe Plano de Gerenciamento de Resíduos. 14. Decreto Federal legal: 79.170/74. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) Material necessário: Drogaria Consiste em: Verificar: 1. Comércio de medicamentos sujeitos ao controle especial. temperatura. entre outros e.320/83. validade. 5. Renovação de AFE.991/73.991/73. 7. 4. 11. 3. Se mantém a documentação de todas as operações realizadas no estabelecimento. 6. Quando informatizado. quanto ao armazenamento. 3. verificar se possui certificação junto a DIVS. Se existe Plano de Gerenciamento de Resíduos.663/84. se está localizado em área desprovida de farmácias e drogarias. 2. quando houver. genéricos e termolábeis. Lei Federal 6. 15. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Decreto Federal 74. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Portaria Federal 802/98. Decreto Estadual 23. 17. Boas Práticas de Dispensação. Resolução RDC 333/03 e Resolução RDC 306/04. Se os ambientes possuem condições de assegurar as propriedades dos produtos comercializados. umidade e ausência de roedores. ventilação. Resolução RDC 320/02. Assistência e Responsabilidade Técnica. Se os funcionários estão capacitados para desenvolver as atividades inerentes ao estabelecimento. 4. 16. Análise de materiais de propaganda (folder e/ou outros encartes). Referência Lei Federal 5. inclusive habilitação para a aplicação de injetáveis. Se a atividade exercida é exclusivamente o comércio daqueles produtos constantes da relação específica para Posto de Medicamento. 8. Critérios para escolha dos fornecedores. 17 .360/76. 2. Presença de cartaz com informes. verificando se o mesmo está de acordo com as atividades do estabelecimento. Resolução RDC nº 510/99. 9. Se mantém a documentação de todas as operações realizadas no estabelecimento.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária MEDICAMENTOS Posto de Medicamentos Consiste em: Verificar: 1. 6. quando for o caso. quando for o caso. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Atividade ou não de aplicação de Injetáveis e fracionamento de medicamentos. Decreto Federal 74. Lei Estadual 6.170/74. Existência de cópia da publicação no DOE (Diário Oficial do Estado) quando o estabelecimento comercializar retinóides de uso sistêmico. 5. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Portaria 802/98. Utilização de sistema manual ou informatizado para a escrituração dos medicamentos sujeitos ao controle especial. 10.094/77. Verificação dos registros de controle de temperatura e umidade. Referência legal: Resolução RDC nº 92/00. Se o responsável tem capacidade mínima necessária para promover a dispensação dos produtos. Existência do Manual de Boas Práticas de dispensação. Instalações Físicas.

RDC 238/01. Resolução RDC 80/06. 20. Se existe Plano de Gerenciamento de Resíduos. RDC 238/01. 19. quando for o caso. inclusive habilitação para a aplicação de injetáveis. 32. Resolução RDC 510/99. Resolução RDC 320/02. Lei Federal 9. Portaria Federal 6/99. Assistência e Responsabilidade Técnica. 34. quando for o caso. Resolução RDC 80/06. Resolução RDC 320/02. quando houver. Utilização de sistema manual ou informatizado para a escrituração dos medicamentos sujeitos ao controle especial. 29. Existência do Manual de Boas Práticas de dispensação. Quando informatizado. Renovação de AFE e AE.991/73. 23. 2. Resolução 328/99. verificando se o mesmo está de acordo com as atividades do estabelecimento. 18 . Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) Material necessário: Farmácia de Manipulação Consiste em: Verificar: 1. Portaria Federal 802/98.170/74. Resolução RDC 102/00. 30. Lei Federal 5. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Material necessário: Drogaria Portaria Federal 344/98. 21. Lei Federal 9.360/76. 27. 4. 3. A existência da solicitação e/ou publicação da AFE (Autorização Especial de Funcionamento) e AE (Autorização Funcionamento). Resolução RDC 306/04. Resolução RDC 199/99. verificar se possui certificação junto a DIVS. 24. Decreto Federal Referência legal: 79. Análise de materiais de propaganda (folder e/ou outros encartes). Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) Consiste em: Verificar: 18. Resolução RDC 102/00. Resolução RDC 173/03. Resolução RDC 199/99. Boas Práticas de Dispensação. Instalações Físicas. Comércio de medicamentos sujeitos ao controle especial. 22.787/99. Resolução RDC 333/03. Resolução RDC 333/03. 25. 33. genéricos e termolábeis. 26. Validade dos produtos expostos à venda. Presença de cartaz com informes. Resolução RDC 510/99. Instalações higiênico–físico sanitárias e equipamentos. Se os funcionários estão capacitados para desenvolver as atividades inerentes ao estabelecimento. Assistência e Responsabilidade Técnica. quando for o caso. Resolução RDC 173/03. conforme legislação em vigor (orientações sobre troca de medicamentos e tabela de medicamentos genéricos).787/99. A existência da solicitação e/ou publicação da AFE (Autorização Especial de Funcionamento). Existência de cópia da publicação no DOE (Diário Oficial do Estado) quando o estabelecimento comercializar retinóides de uso sistêmico. Renovação de AFE. Verificação dos registros de controle de temperatura e umidade. Portaria Federal 344/98. Portaria Federal 6/99.094/77. Lei Federal 6. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. 5. Atividade ou não de aplicação de Injetáveis e fracionamento de medicamentos. 31. Se mantém a documentação de todas as operações realizadas no estabelecimento. As Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos. Resolução 328/99. Resolução RDC 92/00. Resolução RDC 92/00. Resolução RDC 306/04. quando for o caso. Decreto Federal 74. 28.

19. Quando informatizado.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Perfil profissional: Referência legal: Material necessário: 6. 3. 14.787/99.360/76. 9.991/73. distribuição e transporte. A existência da publicação da AFE (Autorização Especial de Funcionamento). Instalações Físicas e Equipamentos adequados e suficientes. Lei Federal 5. de acordo com a planta baixa. Assistência e Responsabilidade Técnica. 2. 4. rotulagens das matérias-primas e produtos acabados. Renovação de AFE e AE. 6. Resolução 33/00. Resolução RDC 92/00. Vestuário e utilização de Equipamentos de Proteção Individual. cujo fluxo foi previamente aprovado. 16. Verificação dos registros de controle de temperatura e umidade. Fluxo das pessoas e dos materiais. Resolução RDC 102/00. Se existe Plano de Gerenciamento de Resíduos. Portaria Federal 344/98. receitas e/ou notificações de receita. 15. Resolução RDC 354/03. Resolução RDC 320/02. Existência de publicação de AE (Autorização de Funcionamento). Qualidade da água potável e purificada. 13. 11.094/77. limpeza e armazenamento. verificar a certificação da empresa junto a DIVS. Se mantém a documentação de todas as operações realizadas no estabelecimento. Portaria Federal 6/99. com capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Procedimentos com as matérias-primas e embalagens quanto a recepção. Se os funcionários estão capacitados para desenvolver as atividades inerentes ao estabelecimento. Sistema de garantia da qualidade e controle de qualidade. Quando informatizado. 19 . manga longa. ordens de produção. Lei Federal 9. Lei Federal 6. Programa de capacitação dos funcionários. Resolução RDC 199/99. de comprimento até o joelho. Utilização de sistema manual ou informatizado para a escrituração dos medicamentos sujeitos ao controle especial. 17. Laudos de Análise. Resolução RDC 333/03. Decreto Federal 74. Resolução RDC 238/01. Plano de emergência e rastreabilidade. quando for o caso. Resolução RDC 510/99. quando for o caso. Resolução RDC nº 173/03. quando for o caso. botão embutido ou velcro e sem bolso + pró-pés. Decreto Federal 79. Estabelecimento Distribuidor de Medicamentos Consiste em: Verificar: 1. 9. Procedimentos com produtos termolábeis. 20. 5. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. descartável. Distribuição de medicamentos sujeitos ao controle especial. Utilização de sistema manual ou informatizado para a escrituração dos medicamentos sujeitos ao controle especial. quando for o caso. 8. Condições de armazenamento das matériasprimas e demais produtos. 10. Portaria Federal 802/98. verificar a certificação da empresa junto a DIVS. 7. 12. 11. quando for o caso. quando for o caso. Resolução RDC 306/04. 7. Documentos: Manual de Boas Práticas de Manipulação. quando for o caso. sendo que o jaleco deve ser branco. de forma a assegurar uma boa conservação e distribuição dos produtos. além dos demais documentos exigidos pela legislação.170/74. Procedimentos de manipulação de substâncias sujeitas ao controle especial e de substâncias de baixo índice terapêutico. 10. além dos demais documentos exigidos pela legislação. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). 18. 8. Validade dos produtos expostos à venda. Se os funcionários estão capacitados para desenvolver as atividades inerentes ao estabelecimento. Procedimentos Operacionais Padrões. Boas Práticas de armazenamento. Resolução RDC 80/06. etiquetas de advertências e demais documentos pertinentes.

170/74. 2. 2. Presença em cada veículo das cópias do alvará sanitário. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) Material necessário: Estabelecimento de Transporte de Medicamentos Consiste em: Verificar: 1. 9.094/77. Cadastro e qualificação dos fornecedores e clientes. Resolução 329/99. 16. Resolução RDC 173/03. com capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. 4. 15. Resolução RDC 510/99. autorização da Vigilância Sanitária local e notas fiscais. Decreto Federal 74. Renovação de AFE e AE. Resolução RDC 306/04. Resolução RDC 320/02. Registro do controle de temperatura. 6. quando for o caso. Assistência e Responsabilidade Técnica.170/74. quando for o caso. 4. 7. e local para os produtos recolhidos e/ou devolvidos. 13. Portaria 1052/98. Assistência e Responsabilidade Técnica. ou sujeitos ao controle especial. Portaria Federal 344/98. 2. Lei Federal 6.991/73. 17. Decreto Federal Referência legal: 79. 3. A existência da publicação da AFE (Autorização Especial de Funcionamento).094/77. A existência da publicação da AFE (Autorização Especial de Funcionamento). Comércio de produtos legalizados.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento Distribuidor de Medicamentos 12. Lei Federal 5. 8. 20 . Resolução RDC 333/03. Portaria Federal 802/98. Legalização da forma de transporte dos medicamentos. As Boas Práticas de armazenamento e transporte. Lei Federal 5. As condições de transporte respeitam as especificações dos fabricantes dos produtos. Contrato com empresas para quem realiza o transporte. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Se os funcionários estão capacitados para desenvolver as atividades inerentes ao estabelecimento.360/76. Resolução RDC 92/00. Se existe local para o armazenamento dos produtos em geral. Decreto Federal 79. Renovação de AFE. Validade dos produtos expostos ao comércio. Área geográfica de distribuição. Lei Federal 9. Decreto Federal 74. 3. 5. Existência de publicação de AE (Autorização de Funcionamento). Se existe Plano de Gerenciamento de Resíduos.787/99. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Condições ideais para o transporte dos produtos. 14. 10. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) Perfil profissional: Referência legal: Material necessário: Estabelecimento de Exportação de Medicamentos Consiste em: Verificar: 1. Resolução RDC 199/99. 4.360/76. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Portaria Federal 6/99. autorização de funcionamento. Verificar nos veículos: 1. Área geográfica de localização e atuação. Portaria Federal 344/98. Desinfecção e higiene necessárias. 3. Portaria Federal 6/99. Resolução RDC 102/00. Condições higiênicas e físico-sanitárias.991/73. Lei Federal 6.

com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Decreto Federal 85. 16.360/76. Documentação e registro (Manual de Boas Práticas. controle de vetores e pragas. 13. 6. 8. quando for o caso. Cadastro e qualificação dos fornecedores e clientes. teto. iluminação e ventilação. manejo de resíduos. Se os funcionários estão capacitados para desenvolver as atividades inerentes ao estabelecimento. abastecimento de água para consumo humano e obtenção de água purificada.fluxo de produção).878/81.991/73. ou terceirizadas e Equipamentos adequados e suficientes de forma a assegurar uma boa conservação dos produtos. 9. Exportação de medicamentos sujeitos ao controle especial. 6. descartável. Validade dos produtos exportados. 7. Existência de Plano de Gerenciamento de Resíduos. de Material necessário: comprimento até o joelho.170/74. armazenamento e expedição). Lei Federal 6. 10. 11. Decreto Federal Referência legal: 79. Portaria Federal 802/98. Matérias-primas e embalagens (recepção. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Lei Federal 6. Legalização da forma de transporte dos medicamentos. móveis e utensílios.787/99. Estudos de Estabilidade. Portaria Federal 6/99. Vestuário. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) Material necessário: Estabelecimento Industrial de Medicamentos Consiste em: Verificar as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos: 1. Quando informatizado. Resolução RDC 510/99. 14. exaustão e climatização. piso. Instalações Físicas próprias. parede. esgotamento sanitário. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. ordem de fabricação). Resolução 327/99. Se mantém a documentação de todas as operações realizadas no estabelecimento. Utilização de sistema manual ou informatizado para a escrituração dos medicamentos sujeitos ao controle especial. envolvimento da alta direção da empresa com a Política da Qualidade da mesma. 7. fórmula-padrão. 3. 2. 5. 8. leiaute . quando for o caso. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. controle de riscos ambientais. Desenvolvimento de Produtos. Lei Federal 5. Resolução RDC 199/99. utilização de equipamentos de proteção individual e coletiva. controle de padrões. 21 . validação de metodologias analíticas. política da qualidade.360/76. distribuição e transporte. janelas e outras aberturas. licenças oficiais). Lei Federal 9. procedimentos operacionais padrões. Decreto Federal 74. botão embutido ou velcro e sem bolso + óculos. Resolução RDC 320/02. verificar a certificação da empresa junto a DIVS. 12. controle de saúde dos funcionários. 15. Autonomia da Garantia da Qualidade e documentos pertinentes. programa de capacitação dos funcionários. manga longa. Resolução RDC 210/04. 9. Resolução RDC 333/03. Plano de emergência e rastreabilidade. Produção do medicamento (qualificação de equipamentos e validação de processos. Comércio de somente produtos legalizados. instalações sanitárias e vestiários. 10. Boas Práticas de armazenamento. além dos demais documentos exigidos pela legislação. Portaria Federal 344/98. 4. Controle de Qualidade.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento de Exportação de Medicamentos 5. Resolução RDC 92/00. Resolução RDC 306/04. sendo que o jaleco deve ser branco. portas. hábitos de higiene.094/77. Equipamentos. Edificações e instalações (áreas externas e internas.

piso. fórmulapadrão. composta por profissionais de nível superior.fluxo de produção). 6. 8. 22 . controle de riscos ambientais. 7.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento Industrial de Produto Intermediário e Insumo Farmacêutico Consiste em: Verificar as Boas Práticas de Fabricação de Produtos Intermediários e Insumos Farmacêuticos Ativos: 1. 4.360/76. iluminação e ventilação. extração e fermentação. Matérias-primas e embalagens (recepção. exaustão e climatização. ordem de fabricação. acompanhando os avanços tecnológicos. descartável. esgotamento sanitário. sendo que o jaleco deve ser branco. 9. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). janelas e outras aberturas. Resolução RDC 249/05. política da qualidade. programa de capacitação dos funcionários. validação de metodologias analíticas. Vestuário. Autonomia da Garantia da Qualidade e documentos pertinentes. Edificações e instalações (áreas externas e internas. utilização de equipamentos de proteção individual e coletiva. 2. botão embutido ou velcro e sem bolso + óculos. procedimentos operacionais padrão. Referência Lei Federal 6. layout . Controle de Qualidade. de Material necessário: comprimento até o joelho. móveis e utensílios. controle de saúde dos funcionários. Desenvolvimento de Produtos. armazenamento e expedição). Química ou Engenharia Química. Equipamentos. Produção do produto intermediário e/ou insumo farmacêutico (qualificação de equipamentos e validação de processos químicos. licenças oficiais e outros). portas. físicos e/ou biológicos como a síntese química. 3. abastecimento de água para consumo humano e obtenção de água purificada. instalações sanitárias e vestiários. graduados em Ciências Perfil profissional: Farmacêuticas. controle de vetores e pragas. teto. parede. hábitos de higiene. envolvimento da alta direção da empresa com a Política da Qualidade da mesma. manga longa. Resolução RDC 296/05. controle de padrões. Documentação e registro (Manual de Boas Práticas. 5. todos com capacitação em Ações Básicas de VISA. Estudos de Estabilidade. manejo de resíduos. Equipe multidisciplinar.

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COSMÉTICOS Estabelecimento Comercial de Produto Cosmético, de Higiene Pessoal e Perfume (supermercados, armazéns, perfumarias, outros) Consiste em: Vistoriar estrutura física, produtos (procedência, registro e/ou notificação na ANVISA/MS, lote, validade, condições de conservação), equipamentos de proteção individual, procedimentos, documentação, riscos ambientais e ocupacionais, higiene e limpeza no ambiente de trabalho e de atendimento à clientela, nos estabelecimentos que comercializam estes produtos. Cuidados na distribuição dos produtos nas prateleiras/gôndolas expostos ao consumidor. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79.094/77. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Material necessário: Estabelecimento de Transporte de Produto de Higiene Pessoal, Cosmético e Perfume (transportadoras) Consiste em: Vistoriar estrutura física de armazenamento, produto (procedência, lote, registro e/ou notificação na ANVISA/MS, validade, condições de conservação); equipamentos de proteção individual; procedimentos; documentação; riscos ambientais e ocupacionais; higiene e limpeza dos veículos utilizados; documentos, registros documentais, Boas Práticas de Transporte de Produtos; Autorização/Licença local para transporte. Região (mapa geográfico) que irá atuar. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79.094/97. Referência legal: Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5), sendo que o jaleco deve ser branco, descartável, de necessário: comprimento até o joelho, manga longa, botão embutido ou velcro e sem bolso. Estabelecimento de Distribuição e Armazenamento de Cosmético, Produto de Higiene Pessoal e Perfume Consiste em: Vistoriar a estrutura física, equipamentos, produtos (procedência, lote, validade, condições de conservação), equipamentos de proteção individual, procedimentos, documentação, responsável técnico, riscos ambientais e ocupacionais, higiene e limpeza no ambiente de trabalho relacionado aos veículos utilizados para o transporte de saneante domissanitário. Região (mapa geográfico) que irá atuar. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79.094/77. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5), sendo que o jaleco deve ser branco, descartável, de Material necessário: comprimento até o joelho, manga longa, botão embutido ou velcro e sem bolso. Estabelecimento Industrial de Cosmético, Produto de Higiene Pessoal e Perfume - Risco I (fabricante de batom ou lápis labial, sombra para pálpebras, máscaras para cílios; fixador de cabelos, condicionador; pasta dental, escova de dentes, absorvente higiênico, dentre outros) Consiste em: Vistoriar estrutura física com acompanhamento do projeto aprovado (solicitar na empresa) quando da solicitação da Autorização Federal de Funcionamento (caso já esteja autorizada)
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Estabelecimento Industrial de Cosmético, Produto de Higiene Pessoal e Perfume - Risco I (fabricante de batom ou lápis labial, sombra para pálpebras, máscaras para cílios; fixador de cabelos, condicionador; pasta dental, escova de dentes, absorvente higiênico, dentre outros) (em contrário, tomar as devidas medidas sanitárias) e roteiro de inspeção oficial. Área física: área de recepção e armazenagem de matérias-primas atendendo o fluxo de produção, setor de pesagem, controle de qualidade, almoxarifado de produtos acabados, área para rejeitados, depósito de material de embalagem, sanitários, vestiário; equipamentos e processo de produção; Garantia da Qualidade; equipamentos de proteção individual, procedimentos técnico operacionais; documentação, verificar possíveis riscos ambientais e ocupacionais; higiene e limpeza no ambiente de trabalho. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79.094/77, Portaria nº 348 SVS/MS/97; Resolução RDC legal: nº 343/05. Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5), sendo que o jaleco deve ser branco, descartável, de necessário: comprimento até o joelho, manga longa, botão embutido ou velcro e sem bolso. Estabelecimento Industrial de Cosméticos, Produtos de Higiene Pessoal e Perfumes - Risco II (fabricantes de talco anti-séptico, bronzeadores, cremes, gel e loções para área dos olhos, tinturas, descolorantes, alisantes para cabelos, cremes para acne, produtos com fotoprotetores, enxaguatórios bucal, xampu antiqueda de cabelos, cosméticos e produtos de higiene infantil, outras) Consiste em: Vistoriar estrutura física com acompanhamento do projeto aprovado (solicitar na empresa) quando da solicitação da Autorização Federal de Funcionamento (caso já esteja autorizada) e roteiro de inspeção oficial. Área física: 1- Área de recepção e armazenagem de matérias-primas atendendo o fluxo de produção, setor de pesagem, controle de qualidade, almoxarifado de produtos acabados, área para rejeitados, depósito de material de embalagem, sanitários, vestiário. 2- Equipamentos e processo de produção. 3- Garantia da qualidade. 4- Equipamentos de proteção individual. 5- Procedimentos técnico operacionais. 6- Documentação. 7- Verificar possíveis riscos ambientais e ocupacionais. 8- Higiene e limpeza. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79.094/77, Resolução RDC nº 184/01- ANVISA; Referência legal: Portaria nº 15/88; Portaria nº 327/SVS/MS/97. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5), sendo que o jaleco deve ser branco, descartável, de Material necessário: comprimento até o joelho, manga longa, botão embutido ou velcro e sem bolso.

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SANEANTES Estabelecimento Comercial de Produto Saneante Domissanitário (supermercados, armazéns, postos de venda de saneantes, lojas) Consiste em: Vistoriar a estrutura física, equipamentos, produtos (procedência, registro e/ou notificação na ANVISA/MS, lote, validade, condições de conservação), equipamentos de proteção individual, procedimentos, documentação, riscos ambientais e ocupacionais, higiene e limpeza no ambiente de trabalho e de atendimento à clientela, em estabelecimentos que comercializam saneantes. Cuidados na distribuição dos produtos expostos ao consumidor (prateleiras, gôndolas). Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79.094/77. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Material necessário: Estabelecimento de Transporte de Produto Saneante Domissanitário (transportadoras) Consiste em: Vistoriar a estrutura física, equipamentos, produtos (procedência, lote, validade, condições de conservação), equipamentos de proteção individual, procedimentos, documentação, responsável técnico, riscos ambientais e ocupacionais, higiene e limpeza no ambiente de trabalho relacionados aos veículos utilizados para o transporte de saneante domissanitário. Região (mapa geográfico) que irá atuar. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79094/77. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5), sendo que o jaleco deve ser branco, descartável, de Material necessário: comprimento até o joelho, manga longa, botão embutido ou velcro e sem bolso. Estabelecimento de Distribuição e Armazenamento de Produto Saneante Domissanitário (distribuidora, comércio atacadista de saneantes) Consiste em: Vistoriar a estrutura física, condições de recepção e armazenagem, Boas Práticas de Distribuição; equipamentos, produtos (procedência, lote, validade, laudos técnicos, condições de conservação), equipamentos de proteção individual, procedimentos, documentação, riscos ambientais e ocupacionais, higiene e limpeza. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior, com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Lei Federal 6.360/76, Decreto Federal 79.094/77, Decreto Federal 3.961/01. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5), sendo que o jaleco deve ser branco, descartável, de Material necessário: comprimento até o joelho, manga longa, botão embutido ou velcro e sem bolso. Estabelecimento Industrial de Produto Saneante - Risco II (fabricantes de água sanitária, álcool, desinfetantes, germicidas, bactericidas, inseticidas, raticidas ou produtos que possuem atividade antimicrobiana) Consiste em: Vistoriar a estrutura física com acompanhamento do projeto aprovado (solicitar na empresa) quando da solicitação da Autorização Federal de Funcionamento (caso já esteja autorizada) e roteiro de inspeção oficial. Área física: 1- Área de recepção e armazenagem de matérias-primas atendendo o fluxo de produção,
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Portaria nº 327/SVS/MS/97. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. almoxarifado de produtos acabados. área para rejeitados. 8. desinfetantes. vestiário.Documentação. depósito de material de embalagem.094/77.Garantia da Qualidade. Lei Federal 6. Referência legal: Portaria nº 15/88.Equipamentos e processo de produção. Procedimentos técnico operacionais. raticidas ou produtos que possuem atividade antimicrobiana) setor de pesagem. 26 . descartável. bactericidas. controle de qualidade. 2. 1. álcool. 3. 6. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). de Material necessário: comprimento até o joelho.360/76. 4. germicidas. botão embutido ou velcro e sem bolso. inseticidas. sanitários.Risco II (fabricantes de água sanitária. Decreto Federal 79.Higiene e limpeza no ambiente de trabalho. 5.Verificar possíveis riscos ambientais e ocupacionais. Resolução RDC nº 184/01 – ANVISA. sendo que o jaleco deve ser branco. 5.Equipamentos de proteção individual. manga longa.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento Industrial de Produto Saneante .

com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. ou substituto igualmente habilitado. Boas Práticas de transporte de produtos. descartável. condições de conservação. 27 . Lei Federal 6. documentação. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Estes estabelecimentos poderão também comercializar produtos ortopédicos pré-fabricados. manga longa. nº de série (equipamentos. documentação. registro na ANVISA/MS. devendo a entrega se efetuar no centro de reabilitação/clínica. em estabelecimentos que comercializam correlatos. botão embutido ou velcro e sem bolso. Lei Federal 6. registro no ministério da saúde).360/76.360/76. condições de conservação). procedimentos. higiene nos Veículos de Transporte e local de armazenagem. Documentos. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). descartável. equipamentos de proteção individual. validade. Decreto Federal 79. registro e ou notificação na ANVISA/MS. higiene e limpeza no ambiente de trabalho e de atendimento à clientela. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. as adaptações. sendo que o jaleco deve ser branco.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária PRODUTOS PARA A SAÚDE – CORRELATOS Estabelecimento Comercial de Artigos Médico-Hospitalares (estabelecimentos que comercializam instrumentais cirúrgicos. equipamentos. Região (mapa geográfico) que irá atuar. podendo ainda executar a confecção de palmilhas e calçados ortopédicos em oficina própria. de Material necessário: comprimento até o joelho. riscos ambientais e ocupacionais.360/76. Decreto Federal 79094/77. manga longa. das órteses e próteses. Diretamente ao Consumidor (casas dentais. procedimentos. aparelhagem de auxílio e artigos relacionados ao seu ramo de negócio. efetuando as provas. registros documentais. lote. procedimentos. higiene e limpeza no ambiente de trabalho e de atendimento à clientela. equipamentos. validade. Resolução RDC 185/01. Resolução RDC Referência legal: 260/02. lote. empresas de confecção de calçados ortopédicos. produtos (procedência. riscos ambientais e ocupacionais. empresas de ortopedia técnica . com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) Material necessário: Estabelecimento de Transporte de Produtos para a Saúde (transportadoras de produtos para saúde) Consiste em: Vistoriar estrutura física. equipamentos de diagnóstico e produtos para a saúde em geral) Consiste em: Vistoriar estrutura física. Resolução RDC nº 192/02. equipamentos de proteção individual. sob medida.094/77. outras).094/77. Decreto Federal 79. Lei Federal 6. Verificar documentos – autorização federal de funcionamento e licenças. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. empresas de comercialização de artigos ortopédicos) Observação: Há necessidade de observar se não constitui um estabelecimento distribuidor Consiste em: Vistoriar estrutura física. documentação. Autorização/Licença local para transporte. lote. botão embutido ou velcro e sem bolso. equipamentos de proteção individual. produtos/equipamentos (procedência. na presença do médico que a prescreveu. condições de conservação. produtos (procedência. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. validade. utensílios.estabelecimentos que em suas instalações promovem a retirada de medidas e/ou moldes gessados e executam a confecção. Estabelecimento que Comercializa Produto para a Saúde – Correlato. de Material necessário: comprimento até o joelho. sendo que o jaleco deve ser branco.

exaustão e climatização.Documentação e registro ( Manual de Boas Práticas. equipamentos de proteção individual.Produção dos equipamentos. condições de conservação). 6. higiene e limpeza no ambiente de trabalho. procedimentos. aparelhos de raio x. sendo que o jaleco deve ser branco.Equipamentos. vistoriar com auxílio do roteiro oficial de inspeção: 1. Referência legal: Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). instalações sanitárias e vestiários. Estabelecimento Industrial de Produto para Saúde – Correlato (fabricantes de kits diagnóstico de uso in vitro. 7. descartável. layout (fluxo de produção). manga longa. 10. abastecimento de água para consumo humano e obtenção de água purificada.Autonomia da Garantia da Qualidade e documentos pertinentes. 8. portas. equipamentos médico odontológicos como: cadeiras para dentistas. janelas e outras aberturas.360/76. instrumental cirúrgico. 2. hábitos higiênicos. controle de riscos ambientais. sendo que o jaleco deve ser branco. de necessário: comprimento até o joelho. móveis e utensílios. controle de vetores e pragas. todos com capacitação em Ações Básicas de VISA. gaze. parede. processo. armazenamento e expedição). Consiste em: Vistoriar estrutura física. aparelhos e produtos para correção estética e embelezamento tais como toca térmica. programa de capacitação dos funcionários. mamógrafos. botão embutido ou velcro e sem bolso. esgotamento sanitário.Controle de Qualidade. papel higiênico. documentação (Autorização Federal para Armazenagem no endereço inspecionado. Resolução RDC n° 59/00. gel para eletrocardiografia. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Decreto Federal 79. outros) Consiste em: verificar as Boas Práticas de Fabricação de Produtos Médicos. artigos. 4. autoclaves hospitalares.Inspeção e testes.Matériasprimas e embalagens (recepção. botão embutido ou velcro e sem bolso + óculos 28 .094/77. POPs. 9. equipamentos. composta por profissionais de nível superior de profissão de saúde ou Perfil profissional: outro profissional de nível superior. iluminação e ventilação. lixa de unha) Observação: Atualmente os correlatos são denominados “Produtos para a Saúde”. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.Vestuário. equipamentos. descartável.Edificações e instalações (áreas externas e internas. de Material necessário: comprimento até o joelho. Política da Qualidade. Decreto Federal n° 79. envolvimento da alta direção da empresa com a Política da Qualidade da mesma. Licenças Oficiais). controle de saúde dos funcionários. 5. 3. Referência Lei Federal 6. aparelhos de raio X. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. instrumentos e artigos médico-hospitalares tais como tomógrafos. validação de metodologias analíticas. manejo de resíduos.Desenvolvimento de Projeto. teto. manga longa. Lei Federal n° 6360/76.094/77. secador de cabelo. algodão. produtos (procedência.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento de Armazenamento de Produto para a Saúde – Correlato (depósitos de equipamentos. materiais. riscos ambientais e ocupacionais. Equipe multidisciplinar. piso. controle de padrões.

4.Autonomia da Garantia da Qualidade e documentos pertinentes.360/76.AFE. bem como. a identificação de grupos sanguíneos. teto. todos com capacitação em Ações Básicas de VISA. controle de vetores e pragas. controle de saúde dos funcionários. 2. produtos destinados ao diagnóstico de doenças não transmissíveis. de Material necessário: comprimento até o joelho. 5. sendo que o jaleco deve ser branco. necessitam de Autorização Federal de Funcionamento de Empresa . Resolução RDC n° 59/00 e resolução RDC 56/01. janelas e outras aberturas. Outras disponíveis na Referência legal: página eletrônica da ANVISA. descartável.Documentação e registro ( Manual de Boas Práticas. 3. sexualmente transmissíveis ou veiculadas pelo sangue e seus derivados. Consiste em: Verificar as Boas Práticas de Importação e Distribuição de Produtos: 1. iluminação e ventilação. POPs. móveis e utensílios. tomográfo) Observação: Estabelecimentos distribuidores. Equipe multidisciplinar. destinados à detecção de doenças infectocontagiosas. Política da Qualidade. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). hábitos higiênicos.Edificações e instalações (áreas externas e internas. produtos para diagnóstico.Vestuário. ressonância magnética. Lei Federal 6. importadora de artigos médico hospitalares. botão embutido ou velcro e sem bolso 29 . controle de riscos ambientais. equipamentos médicos como: raio x. programa de capacitação dos funcionários. manejo de resíduos. importadores e os fabricantes. manga longa. C e D. composta por profissionais de nível superior. condição que é um pré-requisito para a posterior liberação do Alvará Sanitário. parede.grupo B. de profissão de saúde Perfil profissional: ou outro profissional de nível superior. instalações sanitárias e vestiários. transfusão ou preparação dos derivados do sangue do grupo D). envolvimento da alta direção da empresa com a Política da Qualidade da mesma. piso. Portaria nº08/MS/SVS de 23/01/96 .Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento Importador e Distribuidor de Produto para Saúde em Geral (empresa distribuidora e importadora de kits diagnósticos in vitro produtos para diagnóstico de doenças infecto-contagiosas do grupo C. portas. Licenças Oficiais).Equipamentos.

conferir a documentação – licenças (Alvará Sanitário) e os impressos adotados. apoio e de internação. registro no Ministério da Saúde. verificar os procedimentos de troca e higienização da rouparia – lençóis/campos descartáveis.431/97. concentração e substituição dos produtos. procedimentos de limpeza. bem como. observar a identificação. ventilação. bem como. observar a existência de Manuais de Normas e Rotinas para todos os Serviços e responsabilidade técnica para as áreas de Enfermagem. cobertas. verificar a existência e condições de uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) – para os procedimentos técnicos e de limpeza). RDC ANVISA 50/02. assim como os registros de desratização e de desinsetização das áreas. equipe de trabalho e clientela. operacionais. para todos os servidores. embalagem. verificar a procedência. aventais. observar a disponibilidade e as condições de funcionamento dos mobiliários. verificar os sistemas de abastecimento de água . prazo de validade. fronhas. Clínicas Médicas Cirúrgicas. Portaria MS 344/98. descartável. equipamentos e ambientes. Nutrição e Dietética e outros serviços de alta complexidade. RDC Referência legal: ANVISA 48/00. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). utilizadas nos procedimentos técnicos e de limpeza. NR 32 MS/MT. sendo que o jaleco deve ser branco. a ocupação e o fluxo de pacientes. a facilidade de acesso a rampas. em especial. Hospitais Especializados. capacidade instalada. bem como. quando for o caso. verificar as rotinas de desinfecção dos recipientes usados para acondicionamento de soluções. em especial. botão embutido ou velcro e sem bolso 30 . Serviços de Urgência e Emergência. o atestado de saúde dos manipuladores de alimentos. Portaria MS 2. piso e teto. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. exaustão de todos os setores e atividades. Farmácia. RDC ANVISA 189/03. desfibrilador. rotulagem e armazenamento dos medicamentos e outros insumos terapêuticos e de diagnóstico. camisolas. toalhas. produtos para a saúde (correlatos) e produtos de limpeza. verificar a atuação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA e a comprovação do controle de estado de saúde e de vacinação dos servidores. Maternidades. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. avaliando o dimensionamento das áreas de acordo com as atividades. as condições de iluminação. Hospital-Dia Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento quanto aos responsáveis legal e técnico. aparelhos (inclusive de ar condicionado) e instrumentais.616/98. de Material necessário: comprimento até o joelho. avaliar o tipo de revestimento das paredes. identificando o estado de limpeza e conservação. especialidade(s) e serviços oferecidos. observar as condições e técnicas de limpeza e desinfecção de superfícies. escadas e elevadores e as condições adequadas de armazenamento e de funcionamento dos cilindros de oxigênio. administrativas.origem. comprovar o registro dos profissionais nos respectivos Conselhos de Classe e os programas periódicos de treinamento em serviço e outras capacitações. verificar. climatização. os procedimentos sistemáticos de manutenção preventiva e corretiva. cânulas). de assepsia. Lei Federal 9. preparo e esterilização de materiais. reservatórios. o tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o Programa de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos. Resolução ANVISA 2. o acondicionamento e destino final dos materiais biológicos e pérfuro-cortantes. RDC ANVISA 328/99. manga longa. equipamentos. observar as instalações elétricas.606/06. avaliar a composição do carro de emergência (oxigênio. vistoriar a estrutura físico-funcional de todas as áreas – técnicas. hidráulicas e de combate à incêndios. recursos humanos e localização.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária SERVIÇOS DE SAÚDE E DE INTERESSE DA SAÚDE Hospital e Outra Unidade Assistencial Com Procedimento Cirúrgico e/ou Internação: Hospitais Gerais. controle de qualidade (laudos das análises) e a facilidade de acesso à ingestão – por pacientes e funcionários.

Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. cauterizações. embalagens e armazenamento dos medicamentos. horário de funcionamento. reservatórios 31 . curativos. ventilação. aparelhos. arquivo para a guarda de prontuários ou de fichas clínicas. colposcopia. etc. biópsias. sanitários – para pacientes e funcionários (com pia. sanitários (com pias. verificar os procedimentos de troca e higienização da rouparia – lençóis. vistoriar a estrutura físicofuncional quanto à: localização e dimensionamento de todas as áreas – recepção. comprovar o registro dos profissionais nos respectivos Conselhos de Classe. sabão líquido e papel toalha). Lei Federal 5. salas de procedimentos de limpeza e esterilização de materiais (com pia e balcão). utilizadas nos procedimentos técnicos e de limpeza. verificar a existência e condições de uso dos equipamento de proteção individual (EPIs) – para os procedimentos técnicos e de limpeza). RDC nº189/03. a facilidade de acesso a rampas. concentração e substituição dos produtos. cobertas. registro e arquivo de pacientes. instalações elétricas e de combate a incêndios. papel toalha) para pacientes e funcionários. materiais e produtos utilizados nos procedimentos. bem como. toalhas. instalações elétricas. desinfecção e esterilização dos materiais. Sala de vacinação – verificar. coleta de materiais para exames. piso e teto. verificar registros. sala de consultas. descartável.052/76.Clínica Médica. verificar as rotinas de desinfecção dos recipientes usados para acondicionamento de soluções. pias para higienização das mãos nas áreas onde há manipulação de pacientes. condições de iluminação. Resolução nº09/03. Portaria 3. exaustão. ventilação. para guarda de produtos e equipamentos de limpeza. fronhas. espera. Portaria 344/98 SVS/MS. prazos de validade. salas de procedimentos técnicos ( com pia. as condições de conservação e controle da temperatura dos imunológicos e o cumprimento do Calendário e das Normas de Vacinação. se a sala e o refrigerador são exclusivos para vacina. Centro de Saúde. bem como. aventais. balcão). Ambulatório e Consultório Médico Com Procedimento Invasivo (administração de medicamentos. hidráulicas e de combate à incêndios. local para guarda de equipamentos. Resolução RDC nº50/02. piso e teto. vacinação. compatibilidade das dimensões das áreas com as atividades desenvolvidas. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). tipo de revestimentos das paredes.523/98 GM/MS. as ações de controle da saúde e de vacinação dos servidores. retirada de pontos. tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos sólidos e dos materiais perfuro-cortantes. verificar os sistemas de abastecimento de água (origem.991/73. anestesia) Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento quanto aos responsáveis legal e técnico. produtos para a saúde (correlatos) e produtos de limpeza. de Material necessário: comprimento até o joelho. Portaria 479/99 GM/MS. Portaria 485/05 GM/TEM. especialidade(s).localização e dimensionamento dos ambientes . RDC 283/05. adequação para o acesso de deficientes físicos.616/98. observar a identificação. exaustão. mobiliários e dos cilindros de oxigênio. registros.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade de Saúde Com Procedimento Invasivo . salas de consultas (com pia. botão embutido ou velcro e sem bolso Unidade de Saúde Sem Procedimento Invasivo – Adulto e/ou Pediátrico Consiste em: Vistoriar a estrutura físico-funcional quanto a: .sala de espera. reservatórios e procedimentos de limpeza) e a facilidade de acesso à ingestão – por pacientes e funcionários. além dos aspectos mencionados. sendo que o jaleco deve ser branco. instituídos pelo Ministério e Secretaria Estadual da Saúde. sabão líquido. Lei 9. verificar técnicas e condições de descontaminação e limpeza de superfícies e ambientes e da limpeza. Decreto 77. quando for o caso. Portaria Referência legal: 2. áreas para registro de pacientes. escadas e elevadores. manga longa. verificar os sistemas de abastecimento de água (origem. avaliar o tipo de revestimento das paredes. verificar a compatibilidade das dimensões das áreas com as atividades desenvolvidas. sabão líquido e papel toalha para higiene das mãos).431/97. conferir a documentação – licenças (Alvará Sanitário) e a regularidade dos impressos adotados. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. condições adequadas de armazenamento e de funcionamento dos equipamento. água para ingestão dos funcionários e pacientes. condições de iluminação. Portaria Interministerial 482/99 MS/TEM. verificar.

envolvendo materiais radioativos.tomografia computadorizada. Odontólogo e Médico) ou outro de profissão de saúde. Distância Foco – Pele. contrato referente a manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos radiológicos. para os profissionais ocupacionalmente expostos. conservação e instalação dos equipamentos. Xequipamento odontológico extra-oral. como também na utilização em casos de emergências radiológicas e radioativas: • Câmara de Ionização.ultra-som) Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações (ambientes. RDC nº50/02. III.equipamento odontológico intra-oral.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade de Saúde Sem Procedimento Invasivo – Adulto e/ou Pediátrico e procedimentos de limpeza). abastecimento de água. Laudo Radiométrico. VI. fluxograma. VIIfluoroscopia. iluminação. verificação de Contaminação Pessoal e Ambiental. entre outros.densitometria óssea.litotripsia com técnica de rx. composta por profissionais de nível médio e superior (Físico-Médico. conformidade (exatidão) técnica dos equipamentos. licenças. NR nº32/05. *Requisitos Técnicos específicos para Mamografia (Controle Automático de Exposição.ressonância magnética. revestimentos dos pisos. EPIs (existência e uso de luvas de borracha e avental impermeável para a realização da limpeza). 32 . Contrato com empresa habilitada a efetuar o recolhimentos dos rejeitos químicos oriundos da processadora. localização e efetividade da Cabine de Comando. Guia de Radiodiagnóstico Médico Referência legal: – Segurança e Desempenho de Equipamento – ANVISA de 2005. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). conferir a documentação (identificação do estabelecimento. Processadora exclusiva para Mamografia. verificar a integridade e efetividade das blindagens (conforme análise técnica efetuada pela Diretoria de Vigilância Sanitária). integridade dos equipamentos de proteção individual (EPIs). instalações sanitárias por sexo.raios x convencional. Material necessário: Observação Em casos de acidentes. procedimentos adotados no processamento da Imagem (câmara escura). todos com capacitação em Ações Básicas de VISA. Contrato de Monitoração Individual. IX. verificar equipamentos (tipos.mamografia. a Diretoria de Vigilância Sanitária/SES/SC fará disponibilização dos equipamentos específicos para averiguação de Laudos Radiométricos. testes de constância (Controle de Qualidade).01/05. limpeza e desinfecção das áreas. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. XI. paredes e tetos. arquivo dos treinamentos. ventilação. Material necessário: Estabelecimento que Realiza Radioagnóstico Médico e Diagnóstico por Imagem (equipamentos: I. acondicionamento dos resíduos sólidos e sua destinação final). verificar: termo de responsabilidade técnica e registros dos profissionais nos respectivos conselhos de classe. V. Phanton. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica – CNEN 3. IVmamografia estereotáxica. a serem observados em Roteiro de Inspeção específico. Quanto aos requisitos técnicos. Equipe multidisciplinar. VIII. estado de conservação. RDC 306/04. limpeza e acondicionamento). II. Escala de Tensão do Tubo de Raios X. • Os ítens supracitados não esgotam os requisitos técnicos presentes na Legislação como também no Roteiro de Inspeção específico para a atividade de Radiodiagnóstico. registros das rotinas de higiene. Receptores de Imagem Específicos. quantidade. dos equipamentos.raios x convencional transportável. compatibilidade das áreas com as atividades desenvolvidas. realização de Controle de Qualidade em Radiodiagnóstico. Perfil profissional: Tecnólogo em Radiologia. receituário médico com todos os impressos regularizados e do responsável técnico). de esgotamento sanitário (ligado a rede pública ou outro) e de tratamento de resíduos sólidos. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. XII. entre outros ítens elencados no respectivo Roteiro de Inspeção).

ultra-som) • Contador Geiger Muller. composta por profissionais de nível médio e superior (Físico-Médico. registro dos profissionais nos respectivos conselhos de classe (Conselho Regional de Medicina. Código Sanitário Estadual.mamografia. dos equipamentos. quando necessário. • Phanton para Mamografia. Avaliação do Inventário de Fontes de Braquiterapia. fluxograma. contendo o levantamento de todos os parâmetros dosimétricos dos feixes de radiação. identificar a existência de Projeto Básico devidamente aprovado pelo órgão competente. Perfil profissional: Tecnólogo em Radiologia.tomografia computadorizada. verificar: termo de responsabilidade técnica. Xequipamento odontológico extra-oral. de 16 de novembro de 2005. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Contrato de Monitoração Individual. IX. Estabelecimento que Realiza Radioterapia Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações (ambientes.raios x convencional. V.02/88 Serviços de Radioproteção. dos profissionais envolvidos e do público em geral. CNEN 3.densitometria óssea. de acordo com as Normas de Segurança e Proteção Radiológica vigente e as restrições estabelecidas na Autorização para Operação.06/90 que estabelece os Requisitos de Radioproteção e Segurança para os Serviços de Radioterapia. limpeza e desinfecção das áreas. NR nº 32. que estabelece o Regulamento Técnico para o Funcionamento de Serviços de Referência legal: Radioterapia. Associação Brasileira de Física Médica. iluminação.03/99 . VI. CNEN3.Licenciamento de Instalações Radioativas. RDC nº 20/06. Conselho Regional de Enfermagem. Avaliação do Depósito de Rejeitos Radioativos. como também Autorização para Construção e Operação. autorizado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear e pela Vigilância Sanitária Estadual. verificar os procedimentos formais e protocolares de descontaminação ambiental e pessoal. Quanto aos requisitos técnicos. Plano de Proteção Radiológica que garanta que as fontes e equipamentos emissores de radiação ionizantes sejam utilizados de forma segura. abastecimento de água. acondicionamento dos resíduos sólidos e sua destinação final). Equipe multidisciplinar. Conselho Regional de Técnicos em Radiologia. como também no Roteiro de Inspeção específico para a atividade de Radioterapia. Plano de Transporte (material radioativo). CNEN 6. VIII. necessários para a prática clínica. • Os itens supracitados não esgotam os requisitos técnicos presentes nas Legislações Vigentes. entre outros). de 07 de dezembro de 2004 – Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Saúde. Autorização para Operação expedida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. Material necessário: 33 . todos com capacitação em Ações Básicas de VISA.litotripsia com técnica de rx. XII. Programa de Manutenção Preventiva para os Equipamentos de Radioterapia definindo de maneira clara e objetiva os procedimentos e a periodicidade das ações a serem realizadas. Integridade dos equipamentos de proteção individual (EPIs). ambas expedidas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).raios x convencional transportável. IVmamografia estereotáxica.Certificação da Qualificação de Supervisores de Radioproteção. • Vestuário específico para utilização em acidentes radiológicos e radioativos.equipamento odontológico intra-oral.01/05 . • Fontes de Referência para Calibração. Comissão Nacional de Energia Nuclear. paredes e tetos. visando a defesa da saúde dos pacientes. instalações sanitárias por sexo. compatibilidade das áreas com as atividades desenvolvidas. VIIfluoroscopia. • Dosímetro (Monitoração Individual). Arquivo formal referente ao Comissionamento dos Equipamentos. XI. Odontólogo e Médico) ou outros de profissão de saúde. registros das rotinas de higiene. conferindo-o in loco. RDC 50 de 21 de fevereiro de 2002 – Normas para Projetos Físicos de Estabelecimentos de Saúde e RDC 306. revestimentos dos pisos. conservação e instalação dos equipamentos.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento que Realiza Radioagnóstico Médico e Diagnóstico por Imagem (equipamentos: I. III.ressonância magnética. CNEN 3. II.Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica. CNEN 3. ventilação.02/98 .

Total atenção deve ser dada para a “Sala Quente” (Sala de Manipulação – área física onde acontece a manipulação dos radiofármacos. iluminação. seleção e treinamento do pessoal. plano de transporte (material radioativo). teste de linearidade. um médico qualificado em Medicina Nuclear. • Fontes de Referência para Calibração. verificar: Termo de Responsabilidade Técnica. • Vestuário específico para utilização em acidentes radiológicos e radioativos. Perfil profissional: Tecnólogo em Radiologia. entre outros a serem observados no Roteiro de Inspeção específico. controle radiológico ocupacional. testes de instrumentação. um supervisor de Radioproteção com qualificação certificada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. • Contador Geiger Muller. O serviço de Medicina Nuclear deve ser constituído por. teste de sensibilidade. contendo a identificação das situações potenciais de acidentes e a avaliação dessas situações. dos equipamentos. No Plano de Proteção Radiológica devem constar os requisitos de organização e gerenciamento relacionados com a segurança radiológica. revestimentos dos pisos. teste de reprodutibilidade. responsável pelo controle de vetores. instalações sanitárias por sexo. teste de exatidão. registro dos profissionais nos respectivos conselhos de classes (Conselho Regional de Medicina. procedimentos legais em caso de óbito. teste de resolução espacial: teste de resolução energética. fluxograma. 34 . composta por profissionais de nível médio e superior (Físico-Médico. identificar a existência de Projeto Básico devidamente aprovado pelo órgão competente. contrato de monitoração individual. Conselho Regional de Técnicos em Radiologia. procedimentos para atuação em emergências. atentar aos procedimentos formais de descontaminação ambiental e pessoal. acondicionamento dos resíduos sólidos e sua destinação final). Procedimentos de Proteção Radiológica aos paciente e ao Público em geral. entre outros). descrição do sistema de gerência de rejeitos radioativos. registros das rotinas de higiene. Quanto aos requisitos técnicos. como também no Roteiro de Inspeção específico para a atividade de Medicina Nuclear. Estabelecimento que Realiza Serviços de Diagnóstico e Tratamento – Medicina Nuclear Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações (ambientes. Contrato formal referente à manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos dedicados (Gama Câmara. limpeza e desinfecção das áreas. paredes e tetos. teste de precisão. Iodoterapia – Dose acima de 30 mCi: Área física exclusiva (quarto terapêutico) autorizado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. conservação e instalação dos equipamentos. exames médicos dos profissionais ocupacionalmente expostos. * Os ítens supracitados anteriormente não esgotam os requisitos técnicos presentes nas Legislações Vigentes. Curiômetro). arquivo formal no tocante ao treinamento periódico dos profissionais ocupacionalmente expostos. no mínimo. Equipe multidisciplinar. controle radiológico do público. Odontólogo e Médico) ou outros de profissão de saúde. contrato formal com empresa habilitada.02 – Serviços de Radioproteção. e um ou mais técnicos de nível superior e/ou médio qualificados para o exercício de suas funções específicas conforme CNEN 3. sobretudo a manipulação de doses terapêuticas de iodeto 131). em conformidade com a CNEN 6. teste de centro de rotação. quando necessário autorizado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear e pela Vigilância Sanitária Estadual. Conselho Regional de Enfermagem. Licença de Operação expedida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento que Realiza Radioterapia Observação A Diretoria de Vigilância Sanitária disponibilizará os equipamentos para monitoração em situações de emergências e averiguação in loco de Contaminação Ambiental e Individual: • Câmara de Ionização. compatibilidade das áreas com as atividades desenvolvidas. todos com capacitação em Ações Básicas de VISA. ventilação. Aspectos legais referentes a liberação do paciente. teste de uniformidade de campo. Associação Brasileira de Física Médica.05 e RDC 306. abastecimento de água.. Número de pacientes internados por quarto. • Dosímetro (Monitoração Individual).

sobretudo a manipulação de doses terapêuticas de iodeto 131). Curiômetro). Quanto aos requisitos técnicos. revestimentos dos pisos. CNEN 3. contrato formal com empresa habilitada. necessário: Observação A Diretoria de Vigilância Sanitária disponibilizará os equipamentos para monitoração em situações de emergências e averiguação in loco de Contaminação Ambiental e Individual: • Câmara de Ionização. entre outros). CNEN 6. quando necessário autorizado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear e pela Vigilância Sanitária Estadual. controle radiológico ocupacional. fluxograma.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento que Realiza Serviços de Diagnóstico e Tratamento – Medicina Nuclear CNEN 3. teste de reprodutibilidade.03 Certificação da Qualificação de Supervisores de Radioproteção de setembro de 1999. abastecimento de água. arquivo formal no tocante ao treinamento periódico dos profissionais ocupacionalmente expostos. controle radiológico do público. Total atenção deve ser dada para a “Sala Quente” (Sala de Manipulação – área física onde acontece a manipulação dos radiofármacos. Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). testes de instrumentação. contendo a identificação das situações potenciais de acidentes e a avaliação dessas situações. No Plano de Proteção Radiológica devem constar os requisitos de organização e gerenciamento relacionados com a segurança radiológica. no mínimo. Conselho Regional de Técnicos em Radiologia. e um ou mais técnicos de nível superior e/ou médio qualificados para o exercício de suas funções específicas conforme CNEN 3. O serviço de Medicina Nuclear deve ser constituído por. ventilação.05 Requisitos de Radioproteção e Segurança para os Serviços de Medicina Nuclear de Referência legal: abril de 1996. compatibilidade das áreas com as atividades desenvolvidas. teste de sensibilidade. dos equipamentos. plano de transporte (material radioativo). contrato de monitoração individual. • Contador Geiger Muller. iluminação. conservação e instalação dos equipamentos. Contrato formal referente à manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos dedicados (Gama Câmara. instalações sanitárias por sexo. CNEN 3. • Fontes de Referência para Calibração. RDC 50 de 21 de fevereiro de 2002 – Normas para Projetos Físicos de Estabelecimentos de Saúde e RDC 306 de 07 de dezembro de 2004 – Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Saúde. Associação Brasileira de Física Médica. Estabelecimento que Realiza Serviços de Diagnóstico e Tratamento – Medicina Nuclear Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações (ambientes. teste de resolução espacial: teste de resolução energética.02 Licenciamento de Instalações Radioativas de julho de 1998. um médico qualificado em Medicina Nuclear. Licença de Operação expedida pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. acondicionamento dos resíduos sólidos e sua destinação final). CNEN 3. • Vestuário específico para utilização em acidentes radiológicos e radioativos. NR nº 32 de 16 de novembro de 2005. em conformidade com a CNEN 6. teste de exatidão. descrição do sistema de gerência de rejeitos radioativos. registros das rotinas de higiene. atentar aos procedimentos formais de descontaminação ambiental e pessoal. limpeza e desinfecção das áreas. • Dosímetro (Monitoração Individual).02 – Serviços de Radioproteção.02 Serviços de Radioproteção de agosto de 1988. teste de uniformidade de campo. teste de linearidade. seleção e treinamento do pessoal. exames médicos dos profissionais ocupacionalmente expostos.01 Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica de janeiro de 2005 . verificar: Termo de Responsabilidade Técnica. procedimentos para atuação em emergências. registro dos profissionais nos respectivos conselhos de classes (Conselho Regional de Medicina. Conselho Regional de Enfermagem. identificar a existência de Projeto Básico devidamente aprovado pelo órgão competente. teste de centro de rotação. paredes e tetos. teste de precisão. 35 . responsável pelo controle de vetores.05 e RDC 306. um supervisor de Radioproteção com qualificação certificada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear.

CNEN 3. projeto das instalações. como também no Roteiro de Inspeção específico para a atividade de Medicina Nuclear. o tipo de unidade (se com ou sem internação). • Fontes de Referência para Calibração. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5).Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento que Realiza Serviços de Diagnóstico e Tratamento – Medicina Nuclear entre outros a serem observados no Roteiro de Inspeção específico. Unidade de Terapia Anti-Neoplásica (quimioterapia). eletrodomésticos. procedimentos legais em caso de óbito. manual de rotinas e procedimentos de manutenção. Procedimentos de Proteção Radiológica aos paciente e ao Público em geral. limpeza. programa de capacitação de recursos humanos e atualização permanente sobre todas as áreas de atuação inclusive sobre o uso de equipamentos de proteção individual e prevenção de acidentes. utilizando Roteiro de Inspeção instituído pela DIVS/SES/SC para fins de: 1. sala de espera. • Contador Geiger Muller. salas administrativas. refrigerador com controle 36 .3. Perfil Equipe multidisciplinar. aprovado. lixeiras completas.Verificar a situação e condições sanitárias (higiene. mecanismos utilizados pra o desenvolvimento da farmacovigilância e biossegurança de todas as etapas da terapia anti-neoplásica. pias. CNEN 6. bancadas. 2. protocolos escritos sobre a prescrição e acompanhamento dos pacientes. maquinários.Conferir os documentos sobre a identificação e as licenças que possui. Material necessário: Observação A Diretoria de Vigilância Sanitária disponibilizará os equipamentos para monitoração em situações de emergências e averiguação in loco de Contaminação Ambiental e Individual: • Câmara de Ionização. Intra e Extra-Hospitalar Consiste em: Vistoriar as instalações. todos com capacitação em Ações Básicas de VISA. descontaminação e desinfecção das Cabines de Segurança Biológica. programas de controle de saúde dos funcionários e Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. RDC 50 de 21 de fevereiro de 2002 – Normas para Projetos Físicos de Estabelecimentos de Saúde e RDC 306 de 07 de dezembro de 2004 – Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Saúde. integridade.03 Certificação da Qualificação de Supervisores de Radioproteção de setembro de 1999. armários e revestimentos das paredes. 1. canos de emergência e ambientes. pisos e teto de todos os ambientes (consultório de atendimentos. copa. dos equipamentos.01 Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica de janeiro de 2005 . Odontólogo e Médico) ou outros de profissão de saúde. CNEN 3. NR nº 32 de 16 de novembro de 2005. responsabilidades técnicas e demais profissionais da equipe (registros nos conselhos de classe.02 Licenciamento de Instalações Radioativas de julho de 1998.02 Serviços de Radioproteção de agosto de 1988.05 Requisitos de Radioproteção e Segurança para os Serviços de Medicina Nuclear de Referência legal: abril de 1996. Aspectos legais referentes a liberação do paciente. • Vestuário específico para utilização em acidentes radiológicos e radioativos. depósito material de limpeza. limpeza. sanitários para pacientes e funcionários. CNEN 3. formação/titulação. vestiário e outros). período de trabalho). profissional: Tecnólogo em Radiologia. CNEN 3. posto de enfermagem. conservação) dos equipamentos. composta por profissionais de nível médio e superior (Físico-Médico. sala de aplicação. Número de pacientes internados por quarto. Iodoterapia – Dose acima de 30 mCi: Área física exclusiva (quarto terapêutico) autorizado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. atividades desenvolvidas e serviços fornecidos pela unidade. • Dosímetro (Monitoração Individual).Verificar a existência e localização estratégica de armários para guarda de material estéril e de medicamentos controlados. de utilidades. desinfecção. * Os ítens supracitados anteriormente não esgotam os requisitos técnicos presentes nas Legislações Vigentes. depósito para macas e cadeiras de rodas.

federal. RDC ANVISA 33/03. treinamento e desenvolvimento de pessoal. estado de conservação e higiene do piso.616/98. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). paredes e teto (acabamento com material liso. proteção ocular. funcionários. lava-olhos. identificação da Unidade. periodicidade de limpeza dos reservatórios e de análise laboratorial. manutenção do sistema e verificação da qualidade da água. atualizados. aspirador portáril e material para entubação. balcões. Sobre os sistemas de abastecimento de água. posto de enfermagem e serviços providos de pia. lavável e resistente à germicidas). de enfermagem. manuais de normas e ou procedimentos. Kit de Derramamento (com luvas de procedimentos. processamento de roupas. de controle do funcionamento do sistema de tratamento da água para diálise. pH. avental ou jaleco de material impermeável). capacidade de reservação de água potável. espera de pacientes e acompanhantes. sanitários para pacientes (ambos os sexos).Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade de Terapia Anti-Neoplásica (quimioterapia). universitária. prateleiras. serviço de enfermagem e pelo sistema de tratamento de água para diálise. ponto para oxigênio. nas áreas médica. equipamentos de proteção individual (luvas cirúrgicas. formação e inscrição no Conselho de Classe dos responsáveis técnicos pela unidade de diálise. tratamento hemodialítico. resíduos de serviços de saúde. periodicidade de análise laboratorial da água tratada para diálise. as condições de conservação e manutenção das instalações elétricas e hidráulicas (tubulações com conexões. medicamentos e material médico hospitalar. verificar a existência de normas e rotinas escritas para a prevenção e controle das infecções hospitalares (existência de manuais e de orientações técnicas dirigidas às equipes de profissionais). consultas médicas. reprocessamento de dialisadores. saneantes e demais produtos utilizados regularizados junto a ANVISA/MS. Sobre a estrutura físico funcional: conferir a aprovação do projeto da unidade de diálise ou do estabelecimento assistencial de saúde onde a unidade está instalada. ducha higiênica. medicamentos de emergência. outras). ventilador pulmonar. de monitor cardíaco. prestadores de serviço. formulários de notificação de reações adversas. avental de baixa permeabilidade. diálise peritonial) Consiste em: Verificar todos os documentos referentes a data de início das atividades. sanitários (ambos os sexos). abrigo para resíduos sólidos de serviços de saúde e sala administrativa. desfibrilador. armazenagem de concentrados. tipo (se intra-hospitalar. verificar as condições de conservação e desinfecção dos equipamentos e dos seus componentes individualizados. diálise peritonial. fornecedores. compressas absorventes. Material necessário: Unidade de Diálise – Intra e Extra Hospitalar (hemodiálise. de manutenção dos equipamentos de biosegurança. mobiliários e equipamentos. recuperação de pacientes. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. chuveiro de emergência. descrição do procedimento e o formulário para o registro do acidente. a existência de ambientes e áreas individualizadas para registro (arquivo) e recepção de pacientes. as técnicas e 37 . processo de cloração. de procedimentos. copa. Quanto ao tratamento de água para diálise. de esgoto sanitário e resíduos sólidos de serviços de saúde. sabão. PORTARIA GM/MS 2. das pias. operações. proteção respiratória. estadual. Referência NR 32/05. veículo de emergência dotado. depósito de material de limpeza. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. entidade mantenedora (municipal. a existência de entradas e saídas independentes para gêneros alimentícios e materiais. Intra e Extra-Hospitalar de temperatura. intra-hospitalar autônoma ou se extra-hospitalar). vestiários de funcionários. lavatórios exclusivos para pacientes e para os funcionários (dotados de dispositivos com acionamento sem contato manual). pacientes e acompanhantes e outros. cubas. impermeável. recipiente identificado para recolhimento dos resíduos). RDC ANVISA 50/02. de processamento de artigos e superfícies. verificar qual a origem da água de abastecimento.

3. 2. transfusões e de sorologia por período identificado). das salas de armazenamento. estado de conservação e manutenção. sendo a ventilação natural. demais resíduos infectantes e dos resíduos comuns. dimensionamento dos ambientes (área de triagem de doadores e coleta de sangue. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. dos ralos (fecho hídrico 38 . para fins de: 1. cubas. pisos. privada. pias. teto. peridiocidade de limpeza e desinfecção (procedimentos escritos e impressos). conservação e manutenção) das paredes. tratamento dos resíduos infectantes.o tipo de coleta realizada. desinfecção. terapia transfusional e outras) compatível com as atividades realizadas. transporte interno e externo à unidade e processo adotado para a destinação final dos resíduos. terceirização e/ou prestação de serviços a terceiros. 2. diálise peritonial) métodos utilizados para a desinfecção dos componentes do sistema e para o controle do nível de resíduos de desinfetantes. Unidade Hemoterápica – Intra e Extra Hospitalar (hemocentros. registros da unidade (informatizados. capacidade de reservação. o estado de limpeza e higiene de toda a unidade/estabelecimento e conferir a existência e uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) por todos os profissionais. sanitários para o público e para os funcionários. natureza (pública. recursos humanos (número de funcionários da área técnica de nível superior e de nível médio. existência de depósito de material de limpeza. especialidade). existência de reservatórios de água. centrais de triagem laboratorial de doadores. permitindo um fluxo racional de operacionalização. núcleos de hemoterapia. transporte interno e externo. coleta e destinação). funcionários e materiais. notificação de acidente de trabalho). capacidade de reservação. utilizando o Roteiro de Inspeção instituído pela ANVISA/MS. elementos fixos (bancadas. RDC 154/04 Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) + materiais necessários para coleta da água utilizada no Material necessário: preparo das soluções hemodialíticas (nos casos de ações de controle ou monitoramento da qualidade da água). livros de entrada e de liberação de sangue).Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade de Diálise – Intra e Extra Hospitalar (hemodiálise. a dimensão dos ambientes. estado de conservação e integridade das tubulações que carream a água tratada armazenada até as salas para tratamento hemodialítico e de reprocessamento de dialisadores. atividades realizadas. manuais. o acesso às salas. depósito próprio para a guarda dos resíduos. licenças e atualizações. 3.Verificar as condições sanitárias (higiene. unidades de coleta e de transfusão) Consiste em: Vistoriar as instalações e as atividades/serviços fornecidos pela unidade. número de funcionários da área administrativa de nível superior e de nível médio. periodicidade de limpeza. saídas de emergência sinalizadas e desobstruídas. armazenamento e distribuição. fracionamento. prateleiras e balcões de trabalho) – revestidos com material liso. dados da produção (média de coletas. lavável e resistente a ação de detergentes e produtos desinfetantes. a existência de reservatórios. integridade. outras). limpeza. tipo de sistema de ventilação e manutenção. programas de capacitação e de controle de saúde. se existe proteção contra a entrada de insetos e roedores e programa de controle. verificar a existência de telas nas janelas.se a unidade de diálise está ligada à rede pública de coleta de esgoto sanitário. sorologia. as condições dos saneantes locais de segregação e acondicionamento dos resíduos perfurocortantes. responsabilidade técnica (registro no conselho de classe. verificar a iluminação e ventilação existente em todos os ambientes.Conferir documentos referentes à identificação. destino dos resíduos (se está ligada à rede pública de coleta de esgoto sanitário.Verificar a situação físico-funcional quanto a (ao) existência de acessos independentes para doadores. existência de ralos dotados de fecho hídrico (sifão) e dispositivo de fechamento nos ambientes. gerador próprio de energia elétrica. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.

descarte e registros sobre os doadores. as quais poderão ser compartilhadas com o hospitalar onde está sediado o Banco. de todos os ambientes e áreas da unidade. resultados dos marcadores sorológicos. 4. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). armazenamento. Bio-Médico. protocolos utilizados para garantir a qualidade dos tecidos oculares captados. dos equipamentos (peridiocidade de calibração. verificar as condições físicas e higiênico-sanitárias dos ambientes onde são desenvolvidas as atividades de apoio técnico ou logístico (serviços de lavanderia. verificar a existência de refrigeradores com temperatura de 2 a 8ºC para o exclusivo armazenamento dos tecidos liberados e meios de preservação e para o exclusivo armazenamento dos tecidos não liberados. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. dos equipamentos de proteção individual (EPIs) – seu uso. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). equipe técnicocientífica e administrativa. licenças que possui. local da captação. processamento e armazenamento de tecidos oculares de procedência humana para fins terapêuticos. c) Normas de biosegurança. rouparia. data e horário da enucleação. transportados. ralos de todos os ambientes (semicríticos e não críticos). RDC 153/04. manual técnico operacional sobre: a) Busca de doadores. RDC ANVISA 347/03. unidades de coleta e de transfusão) e tampa rotativa). ou em arquivo informatizado contendo a identificação do doador.Quanto a parte documental. pias. material cirúrgico para a obtenção e processamento dos tecidos. com abertura e encerramento feitos pelo órgão VISA. pisos. Médico. processados e distribuídos. transporte. verificar a existência de livro próprio. idade e sexo do doador. dos bebedeiros para o público e para profissionais. de pesquisa ou de ensino) Consiste em: 1. d) Programa de treinamentos de toda a equipe para a execução das atividades bem como para o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs). limpeza e esterilização de materiais. câmara de segurança biológica classe II tipo A. 2. lâmpada de fenda com magnificação mínima de 40x. de profissão de saúde profissional: (Enfermeiro. Farmacêutico. captação. suporte para avaliação de córneas. liberação. transporte.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade Hemoterápica – Intra e Extra Hospitalar (hemocentros. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio e superior. RDC ANVISA 50/02. b) Responsável técnico e substituto (registros no conselho de classe. centrais de triagem laboratorial de doadores. bancadas. natureza do estabelecimento (pública ou privada). verificar o estado de limpeza. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Odontólogo) todos com capacitação em Ações Básicas de VISA. núcleos de hemoterapia. RDC 151/01. higiene. número de globos oculares. conferir o Projeto das instalações prediais (sua análise e aprovação). processamento dos tecidos oculares. habilitação). tetos. RDC 154/04. vestiários. manual de procedimentos operacionais atualizado e disponível). farmácia e outros).Quanto aos equipamentos. Material necessário: Banco de Olhos (captação.Quanto as instalações. avaliação do globo ocular.Quantos aos registros. sanitários. Biólogo. Material necessário: 39 . integridade e conservação das paredes. caixas térmicas para o transporte dos tecidos oculares. data e horário do óbito. verificar as informações de identificação do estabelecimento. data e horário de entrada no Banco de Olhos. 3. estado de conservação e guarda.

área para recepção da coleta externa. Resolução RDC 171/06. local para guarda de materiais e produtos de limpeza. classificação. quando for o caso). como: recepção/espera. copa. situação das paredes e teto e das telas de proteção nas janelas. documentação/licenciamento (Alvará Sanitário). boletins. composta por: Banco de Leite Humano (BHL). uso de equipamentos de proteção individual – EPIs. instrumentos e materiais em quantidade necessária ao atendimento à demanda e em condições adequadas de conservação e limpeza. reenvase. sala de porcionamento. controle de qualidade. liofirização). rotinas e procedimentos. umidade. ruídos. normas. verificar se o estabelecimento possui Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros. em vistoriar as instalações com o objetivo de verificar: Quanto a estrutura física: dimensões. sala para ordenha. pelos profissionais envolvidos com a manipulação do leite humano e uso de paramentação (gorro. sabonete líquido e papel toalha e chuveiro). horário de funcionamento. orientados por Manuais atualizados (inclusive de Boas Práticas de Manipulação de Leite Humano). técnicas (seleção. instalação. equipamentos. quantificação e instalações prediais e funcionais (de acordo com a Legislação (RDC/ANVISA/Nº 50 – 2002). vibrações. sala para lactentes e acompanhantes e ambientes de apoio (exclusivos ou não): central de material esterilizado. reenvase. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. programa de manutenção preventiva dos equipamentos. pasteurização. depósito de material de limpeza. observar as condições de iluminação. levantar a capacidade instalada – maquinários e em vistoriar a estrutura físico-sanitária. retirada do excesso de ferro e manganês. número e formação da equipe de trabalho (e registro nos Conselhos de Classe. verificar os sistemas de abastecimento de água . potabilidade da água para consumo humano e tratamento da água utilizada na lavanderia (filtragem da matéria orgânica. sala de recepção. registrados e comprovados. equipamentos. vestiário de barreira. Laboratório de Controle de Qualidade Microbiológico. verificar a disponibilidade e condições de higiene da copa ou refeitório (para uso dos funcionários). verificar a localização.origem. sala administrativa. existência de equipamentos de controle 40 . reservatórios (condições de conservação e higienização). conservação (refrigeração/congelamento). área de estocagem de leite coletado. verificar o tipo de revestimento do piso. estocagem. rotulagem e distribuição do leite coletado) e administrativos (registros. Quanto a operacionalização e funcionamento. sala de processamento (de gelo. pasteurização. Material necessário: Lavanderia Hospitalar – Intra e Extra Consiste em: Consiste na identificação do estabelecimento – responsável legal. embalagem.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Banco de Leite Humano (obrigatoriamente vinculado a um Hospital Materno ou Instituição Similar) e Posto de Coleta de Leite Humano (obrigatoriamente vinculado a um Banco de Leite) Consiste em: Identificar o responsável técnico e outros profissionais (e respectivos registros nos Conselhos de Classe) e. sanitários (separados por sexo). hidráulicas e de combate à incêndios. arquivo de doadores. registro e triagem dos doadores. pelos doadores Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. sala(s) de procedimentos operacionais. consultório. liofilização e distribuição). ventilação. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). operacionais (limpeza/desinfecção/esterilização de materiais. triagem. Portaria 322/88. avaliar a localização (se próxima ao sistema de geração de vapor ou ar comprimido). relatórios). adequação do ph). superfícies e ambientes. sanitários exclusivos para funcionários (com pia. coleta/ ordenhamento. estocagem. seleção. máscara e avental fenestrado). lixeiro de pedal. fluxos. sanitário para deficientes. instalações elétricas (observar uso de duplicadores de tomadas – “benjamin” ou “T”). verificar a compatibilidade das dimensões das áreas com as atividades desenvolvidas. observar se há separação total entre as áreas que processam roupas sujas e limpas. sala de demonstração e educação em saúde. classificação.

fluxo e distribuição. cronômetros. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). calandragem. régua com dupla saída. e comprovar controle de saúde e de vacinação dos funcionários. O veículo deverá contar com equipamentos mínimos necessários para o transporte do paciente. Manual de Processamento de Artigos e Referência legal: Superfícies em Estabelecimentos de Saúde – 2º Edição – 1994 – Ministério da Saúde. constatar a existência e uso dos equipamentos de proteção individual – EPIs. manômetro. implantação e atualização do Manual de Normas e Rotinas e de treinamento de pessoal. verificar o tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos sólidos. verificar se a lavanderia é exclusiva para unidades hospitalares ou outros estabelecimentos assistenciais de saúde. verificar as condições físicas do(s) veículo(s) e do(s) recipiente(s) utilizados para o acondicionamento e transporte das roupas limpas e sujas. do responsável técnico. alarmes sonoro e visual). dobragem. identificação. avaliar os métodos de controle e de processamento da roupa – recepção. avaliar o cálculo demonstrativo da capacidade instalada e da capacidade operacional. registros de fechamento rápido. Portaria 2. observar as condições e as técnicas de descontaminação e limpeza das superfícies. válvulas de alívio. ambientes e dos equipamentos. O veículo deverá contar com equipamentos mínimos necessários para o transporte do paciente. médico). NR nº32MT/06. guarda.431/97. Suporte para soro. válvula. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. pessoal da limpeza.Ambulância de Transporte Básico (veículo destinado a transporte pré hospitalar de paciente de risco de vida desconhecido). separação. bem como. 41 . secagem. acondicionamento. Maleta de emergência (em acordo com a finalidade a que se propõe). das instalações elétricas e hidráulicas. Maca com rodas.616/98 MS. conservação e manutenção das caldeiras e do sistema de ar comprimido. que são: Sinalizador ótico e acústico. inclusive os dados do(s) veículo(s) e dos demais profissionais (motorista. Material necessário: Serviço de Remoção em Ambulâncias Consiste em: Verificar a documentação de identificação do estabelecimento ao qual pertence o(s) veículo(s). Lei Federal 9. 2. condições de funcionamento. auxiliar de enfermagem. que são: Sinalizador ótico e acústico. 1. Instalação de rede de oxigênio. Lavanderia hospitalar – extra hospitalar ou terceirizada: além dos aspectos mencionados. centrifugação. termostatos. Maca com rodas. verificar se os maquinários possuem dispositivos automáticos de funcionamento e de segurança – sistemas de exaustão individual. licenças junto aos órgãos competentes. lavagem. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Rádio comunicação.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Lavanderia Hospitalar – Intra e Extra (pressostatos. adotados. com cilindro.Ambulância de Transporte (veículo que apenas transporta o paciente sem risco de vida). prensagem. Manual de Lavanderia Hospitalar Ministério da Saúde – 1986. termômetros. válvulas. temporizadores. verificar a existência. Cilindro de oxigênio com válvulas e manômetro. identificar a procedência e registros dos produtos utilizados. Suporte para soro. Conjunto de parto. pesagem. face os métodos adotados. comprovar o programa de manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos. os métodos de higienização e de desinfecção adotados.

com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Material de salvamento em acordo com a finalidade a que se propõe). Cadeira de rodas dobrável. cinto de segurança para os pacientes.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Serviço de Remoção em Ambulâncias 3. bem como o local de realização. Lanterna de mão. desfibrilador. Cobertores. Material necessário: 42 . Kit de acesso venoso. A inspeção deve ser realizada em todos os veículos para verificar o estado de conservação.Veículo de Resgate – deve possuir os equipamentos mínimos necessários ao atendimento de emergência pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido. existência e uso de equipamentos como luvas. Suporte de soro. Kit de parto. secreções e outros). roupas protetoras. Colares cervicais.T. procedimentos escritos de higiene e desinfecção do interior. máscaras. conforme a finalidade a que se propõe.Veículo U. que são: Todos do ítem 2. Caixa de pequena cirurgia. Lei Federal 9. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). 4. Monitor. que são: Sinalizador ótico e acústico. protetores de olhos para o caso de transporte de pacientes com sangue ou fluídos corpóreos expostos ou suspeita de moléstia infecto-contagiosa. Campo cirúrgico. Outros.I. janelas com vidros jateados. Tala para imobilização de membros. Manual de Lavanderia Hospitalar Ministério da Saúde – 1986. Óculos de proteção. Monitor cardioversor.616/98 MS. NR nº32MT/06. máscara e aventais. recipientes regulares para acondicionar materiais cortantes ou perfurantes. Kit vias aéreas. saco plástico regular para acondicionar material contaminado (sangue. Prancha longa para imobilização da coluna. Coletes refletivos para tripulação. existência de sistema de ventilação forçada. Portaria 2. Maca com rodas. Almotolias com antissépticos. Respirador. Equipamentos de proteção individual (EPIs) Cobertor ou filme metálico. Bomba de infusão. Medicamentos. Manual de Processamento de Artigos e Referência legal: Superfícies em Estabelecimentos de Saúde – 2º Edição – 1994 – Ministério da Saúde. – Suporte Avançado – deve possuir equipamentos mínimos necessários para o transporte de pacientes graves. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Rádio comunicação. Rede de oxigênio que permita a alimentação de respirador. Prancha longa para imobilização da coluna.431/97.

g) Comprovar a realização do controle biológico e dos resíduos de óxido de etileno dos materiais esterilizados.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento de Assistência Odontológica (consultório ou clínica com ou sem raio x clínica com ou sem raio x. para exposição ao gás óxido de etileno para períodos de até 15 minutos diários. o que permitirá verificar as condições sanitárias mínimas para o funcionamento. dotados de dispositivo próprio para evitar contato com as mãos. paredes e teto revestidos com material impermeável. registro dos pacientes atendidos. registro das rotinas e cuidados com os instrumentais e aparelhos. Portaria 453/98 (quando houver Raio X).081/60. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. existência de lavatório com água corrente para uso da equipe. a documentação de assistência e responsabilidade técnica. integridade e proteção das redes hidráulica e elétrica em toda sua extensão. c) Não utilizar ampolas de vidro ou outros materiais frágeis para envase do óxido de etileno. avental. fotos intra e extra bucais e outros. bem como. liso e claro. em 9mg/m³ ou 5 ppm (cinco partes por milhão). reservatório para coleta de fluídos nas unidades móveis e transportáveis. sem a presença de focos de insalubridade. uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e em quantidade suficiente. luvas descartáveis. pisos. que mantém laboratório de prótese em anexo. 43 . instalações sanitárias para o público e funcionários em perfeitas condições de higiene e limpeza. perfeitas condições de hgiene e limpeza de todas as áreas. acondicionamento e desprezo regulamentar dos resíduos (materiais descartáveis. b) Respeitar a concentração máxima permitida. existência de abastecimento de água potável. f) Possuir veículos regularizados. em perfeitas condições higiênico-sanitárias. Cadastros e Responsabilidade Técnica a) Respeitar o Limite de Tolerância de concentração do gás óxido de etileno no ambiente de trabalho em 1. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). óculos e gorro. quando além do processo de esterilização. que realiza raio x intra ou extra orais. atendimento portátil). d) Não utilizar as instalações para esterilização. ventilação e luminosidade das áreas. para um dia normal de oito horas. unidade móvel. utilização de equipamentos emissores de radiações ionizantes de acordo com as exigências de legislação específica. Material necessário: Unidade de Esterilização. realizarem o transporte de produtos. e) Possuir Autorização de Funcionamento/MS e Alvará Sanitário da VISA estadual ou municipal. reesterilização. instalação de equipamentos de esterilização em área distinta da área de atendimento (para clínicas e policlínicas) ou contrato de prestação de serviços. em local próprio e adequado ao fim.Autorização. reprocessamento ou outros processos de redução de carga microbiana de produtos que não sejam materiais e artigos médicohospitalares. toalhas descartáveis e sabonete líquido. Registros. policlínica de ensino ou pesquisa) Consiste em: Classificar o estabelecimento através da análise dos documentos. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. moldagens. máscaras descartáveis. mercúrio). Reesterilização e Reprocessamento de Materiais e Artigos MédicoHospitalares por Óxido de Etileno Consiste em: Desenvolver atividades de orientação e fiscalização de forma a garantir o cumprimento das determinações da legislação vigente quanto a: 1. ou seja: as modalidades de execução dos procedimentos (intra estabelecimento). que realiza apenas raio x intra ou extra orais. materiais ou artigos médicohospitalares esterilizados ou a esterilizar. comprovação de registro/MS de todos os equipamentos de esterilização existentes na unidade e do agente esterilizante a base de óxido de etileno. Referência Lei Federal 5. policlínica (o conjunto dos itens anteriores).8 mg/m³ ou 1ppm (uma parte por milhão) de concentração no ar.

por área específica. controle de qualidade. Reesterilização e Reprocessamento de Materiais e Artigos MédicoHospitalares por Óxido de Etileno h) Possuir formulários próprios para a responsabilidade conjunta do solicitante.1.5. controle da concentração de óxido de etileno nos ambientes de trabalho e controle dos seus resíduos e derivados. 3.4. c) Sala de aeração. 3.Possuir tubulações e conexões dos cilindros ao equipamento quando utilizarem recipientes convencionais sendo que. 2. de forma a permitir expansibilidade dos gases em caso de acidente. bem como.1. sistema de areação mecânica.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade de Esterilização. e) Área de tratamento do gás. localizadas em área sem movimentação de pessoas. c) Lava-olhos e chuveiros de emergência localizados em lugar de fácil acesso e visualização. b) Sala de esterilização. i) Possuir responsável técnico (com curso de graduação que contemple disciplinas afins ao processo) e trabalhadores tecnicamente qualificados para todas as operações. os equipamentos que utilizam recipientes descartáveis devem possuir dispositivo interno à câmara para acoplamento e 44 . armazenamento de materiais de artigos já submetidos ao processo e aerados.3. 2.Equipamentos 3. após os processos de esterilização. 3. possuir ambientes exclusivos e independentes à recepção. limpeza. d) Licença do Corpo de Bombeiros. sistema de proteção contra descargas atmosféricas e instalações elétricas compatíveis com as atividades realizadas.2. reesterilização ou reprocessamento. localizada na sala de esterilização. j) Existência de programa de capacitação e qualificação técnica de todos os profissionais. garantia da eficácia do processo. b) Porta exclusiva para emergência. 2.C.Área Física. veículos ou quaisquer atividades. depósito de recipiente e tratamento de gás e dos sistemas de segurança). 3.As unidades de esterilização que realizam reprocessamento devem. próximo ao depósito de recipientes e a outros locais aonde possam ocorrer acidentes com o óxido de etileno liquefeito.As salas de esterilização e de depósito de recipientes de óxido de etileno e de suas misturas explosivas devem possuir teto ou parede frágil. nos casos em que os materiais e artigos médico-hospitalares forem submetidos a reprocessamento por óxido de etileno. preparo de matérias e artigos. d) Sala ou área de depósito de recipientes de óxido de etileno. cinco ambientes distintos e independentes dos demais setores de apoio do estabelecimento: a) Área de comando. Instalações e de Segurança Ambiental 2. ou seja. sistema que impossibilite abertura de portas das câmaras após o início do ciclo. fora das instalações sanitárias.Sistema de tratamento do óxido de etileno utilizado de forma a garantir a inocnidade do produto. no mínimo.Devem possuir também: a) Sistema de renovação de ar independente dos demais setores.4.3.As unidades de esterilização devem possuir. ainda. 2. 3. para identificação dos ambientes (esterilização. desinfecção. com registros de todos os treinamentos já realizados. e) Sistema de alarme sonoro e luminoso para o caso de emergência (vazamento do gás). quarentena. com saída desbloqueada.Sistema de geração de relatório do ciclo de esterilização.2. f) Sinalização. g) Equipamento de monitoração do óxido de etileno no ambiente de trabalho. sendo a abertura em sentido de fuga.Sistema que garanta o tratamento de todos os resíduos líquidos.Os equipamentos de esterilização e de suas misturas devem possuir sistema automático de admissão e de remoção do gás na câmara. manutenção e segurança do sistema.

Portaria 121/96 do INMETRO. resistência. verificar. contendo fluxograma do processo. de Matérias e Artigos Médico-Hospitalares .410. Reesterilização e Reprocessamento de Materiais e Artigos MédicoHospitalares por Óxido de Etileno acondicionamento dos mesmos. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. verificar técnicas e condições de descontaminação e limpeza de superfícies e ambientes e os procedimentos de troca e higienização da rouparia – lençóis/campos descartáveis. registro e arquivo de pacientes.500. instalações elétricas. 4. reservatórios e procedimentos de limpeza) e a facilidade de acesso à ingestão – por pacientes e funcionários.214/78. condições de iluminação. Material necessário: Serviços de Acupuntura Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento – responsáveis legal e técnico. eficácia quanto às características de penetração e exaustão do gás. sabão líquido e papel toalha). 6. NBR 7. Rotulagem. fronhas. livro de ocorrência e as especificações dos equipamentos. sabão líquido e papel toalha para higiene das mãos). c) Monitoração contínua da concentração ambiental de óxido de etileno. Portaria MS/GM 45 ..419. Referência Lei Federal 8078/90 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor). verificar a compatibilidade das dimensões das áreas com as atividades desenvolvidas. registro. as ações de controle da saúde e de vacinação dos servidores. observar obrigatoriedade do uso de material descartável (agulhas): sala para guarda e procedimentos de limpeza e esterilização de materiais (com pia e balcão). avaliar o tipo de revestimento das paredes. cobertas. desenhos das instalações dos equipamentos. tipo de embalagem utilizada para transporte de materiais e artigos. constatar a existência e uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) – para os procedimentos técnicos e de limpeza. d) Manter prontuário da Unidade de Esterilização. registro no MS. verificar os sistemas de abastecimento de água (origem.Embalagem. destino e armazenamento dos recipientes vazios. b) Realizar treinamento técnico por ocasião da admissão e reciclagens semestrais e. salas de procedimentos técnicos – aplicação do tratamento (com lavatório). espera. toalhas etc. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. exclusividade de veículos de transporte externo. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. ventilação. integridade física e barreira microbiana da embalagem primária. Portaria Interministerial 482/99.Garantia da Eficácia e Repetibilidade do Processo de Esterilização – devem validar o processo e revalidar periodicamente. a facilidade de acesso a rampas.As Unidades devem ainda: a) Elaborar rotina escrita disponível a todos os trabalhadores de todas as etapas do processo.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade de Esterilização. monitoração passiva individual. piso e teto. lixeiro de pedal. pelo menos uma vez ao ano. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.437/77. informações de rotulagem. Lei 6. comprovar o registro dos profissionais nos respectivos Conselhos de Classe.devem atender aos Regulamentos Técnicos e demais legislações no que se refere ao tipo de material. aventais. horário de funcionamento e em vistoriar a estrutura físico-funcional quanto à: localização e dimensionamento de todas as áreas – recepção. Norma Técnica Brasileira – NBR 5. Transporte e Armazenamento de Recipientes de Óxido de Etileno e suas Misturas. NR – 26 da Portaria 3. conferir a documentação – licenças (Alvará Sanitário). sanitários – para pacientes e funcionários (com pia. salas de consultas (com pia. 5. NBR – Referência legal: 5. quando for o caso. tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos sólidos e dos materiais pérfuro-cortantes. lixeiro de pedal. descrição do funcionamento e dos dispositivos de segurança. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). hidráulicas e de combate à incêndios. escadas e elevadores).

fronhas. sala de procedimento técnico – aplicação do procedimento (com lavatório. aventais. Lei Federal 8. sala para guarda de materiais. conferir a documentação – licença (Alvará Sanitário). hidráulicas e de combate à incêndios. lixeiro de pedal. avaliar o tipo de revestimento das paredes. sabão líquido e papel toalha). observar obrigatoriedade do uso de material descartável (agulha) e o registro da tinta utilizada.078//90 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor). ventilação. avaliar o tipo de revestimento das paredes. cobertas. reservatórios e procedimentos de limpeza. instalações elétricas. sala para guarda de materiais.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Serviços de Acupuntura legal: nº971/06. como: recepção/espera. constatar a existência e uso dos equipamentos de proteção individual – EPIs (luvas). horário de funcionamento e em vistoriar a estrutura físico-sanitária. Material necessário: Serviços de Tatuagem e Piercing Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento – responsáveis legal. piso e teto. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. hidráulicas e de combate à incêndios. comprovar controle de saúde e de vacinação dos aplicadores. no Ministério da Saúde. instalações elétricas. tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos sólidos e dos materiais pérfuro-cortantes. Manual de Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde/MS/97. verificar técnicas e condições de descontaminação e limpeza de superfícies e ambientes e os procedimentos de troca e higienização da rouparia – lençóis/campos descartáveis. sabão líquido e papel toalha). tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos sólidos e dos materiais pérfuro-cortantes. Referência Lei Federal 8. registro. ventilação. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. reservatórios e procedimentos de limpeza. piso e teto. Manual de 46 . registro e arquivo de clientes. observar obrigatoriedade do uso de material descartável (agulha) e o registro da tinta utilizada. Manual de Referência legal: Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde/MS/97 Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). constatar a existência e uso dos equipamentos de proteção individual – EPIs (luvas). Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). comprovar controle de saúde e de vacinação dos aplicadores. lixeiro de pedal. aventais. conferir a documentação – licença (Alvará Sanitário). verificar os sistemas de abastecimento de água (origem. cobertas. sabonete líquido e papel toalha). necessário: Serviços de Tatuagem e Piercing Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento – responsáveis legal. sanitários (com pia. verificar a compatibilidade de dimensão das áreas com as atividades desenvolvidas. fronhas. observar condições de iluminação. sala de procedimento técnico – aplicação do procedimento (com lavatório. sabonete líquido e papel toalha). sanitários (com pia. verificar a compatibilidade de dimensão das áreas com as atividades desenvolvidas. como: recepção/espera. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. registro. observar condições de iluminação. toalhas. lixeiro de pedal.078//90 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor). Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. horário de funcionamento e em vistoriar a estrutura físico-sanitária. registro e arquivo de clientes. verificar técnicas e condições de descontaminação e limpeza de superfícies e ambientes e os procedimentos de troca e higienização da rouparia – lençóis/campos descartáveis. no Ministério da Saúde. lixeiro de pedal. toalhas. verificar os sistemas de abastecimento de água (origem.

tipo de revestimentos do piso. balcão de atendimento. copa. antes e após o uso. o estabelecimento deve dispor de área de montagem. verificar se o estabelecimento possui fichário atualizado dos clientes. balcão de atendimento.Comércio de óculos de sol . acondicionamento.. Em todas as situações verificar a documentação do 47 . sanitários. lavagem e esterilização. verificar se possui acesso independente para transporte de materiais e resíduos. material para higienização das mãos (sabonete líquido. tipo de revestimentos das paredes. copa. mostruário de óculos. procedimentos de lavagem e acondicionamento das toalhas. bancadas.Comércio de lentes de contato – área de mostruário e vendas. teto. licenças. reservatório de água potável. descontaminação.área de mostruário e vendas. depósito. equipamentos e maquinários específicos e em quantidade suficiente ao fim a que se propõe. copa.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Serviços de Tatuagem e Piercing legal: Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde/MS/97 Kit inspeção (vide páginas 4 e 5).).Comércio de óculos de grau – área de mostruário e vendas. lensômetro. iluminação e ventilação. Material necessário: Estabelecimento Comercial/Indústrial de Lentes Oftálmicas – Ótica e Laboratório Ótico Consiste em: Vistoriar a estrutura físico-funcional dos ambientes e dos equipamentos. conservação e higiene dos ambientes. pia com bancada e torneira (manipulada sem o uso das mãos). compatibilidade da área física dos ambientes com os equipamentos existentes e as atividades desenvolvidas. quanto aos instrumentais. instalações elétricas e hidráulicas. área de limpeza de instrumentais. 4. tipos de profissionais. armazenamento de resíduos sólidos. . a quantidade e respectiva carga horária. montagem e surfaçagem (laboratório de fabricação de lente) – além das áreas citadas no ítem 2. verificar a quantidade e técnicas de desinfecção.. área de esterilização. depósito. bancadas. pia com decantador. luvas. sanitários para os funcionários. depósito. 2.. inclusive do responsável técnico). piso e bancadas. mostruário de óculos. equipamentos necessários ao fim a que se propõe. antiséptico. sanitários para os funcionários. conferir a documentação (identificação. pupilômetro. armazenamento e coleta de lixo especial. sala de espera. paredes e teto. escovas). existência e utilização de EPIs (avental.Comércio de óculos de grau.. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Material necessário: Gabinete de Podólogo Consiste em: Vistoriar a estrutura físico-funcional quanto a dimensão. sistema de esgoto. rede de esgoto completa e adequada para recpeção de pó. compartibilidade da área física dos ambientes com os equipamentos e mobiliários existentes. quantidade. espelho. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). o estabelecimento deve dispor de área de laboratório. verificar existência e estado de conservação e limpeza dos equipamentos e mobiliários. de forma a evitar acúmulos no final do processo. balcão de atendimento. para desenvolver as atividades: 1. sala de procedimentos. 3. 5. sanitários para funcionários. sistema de abastecimento de água tratada. equipamentos e maquinários específicos e em quantidade suficiente ao fim a que se propõe. toalhas descartáveis. copa. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. verificar compatibilidade da área física dos ambientes com os equipamentos e mobiliários existentes.Comércio e montagem de óculos de grau – além das áreas citadas no ítem 2.

reservatórios (condições de conservação e higienização). Material necessário: Lavanderia não Hospitalar Consiste em: Consiste na identificação do estabelecimento – responsável legal.origem. Verificar o tipo de revestimento do piso. papel toalha e chuveiro). implantação e atualização do Manual de Normas e Rotinas e de treinamento de pessoal. registros de fechamento rápido. identificar a procedência. piso e teto. ambientes e dos equipamentos. em vistoriar a estrutura físico funcional. identificando a capacidade instalada (maquinários). hidráulicas e de combate à incêndios. Decreto Federal 24.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento Comercial/Indústrial de Lentes Oftálmicas – Ótica e Laboratório Ótico estabelecimento (identificação. termostatos. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. ruídos. legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Material necessário: Laboratório Clínico – Intra e Extra Hospitalar Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento (responsáveis legal e técnico. passagem. instalações elétricas. 48 . como: recepção/espera. temporizadores. verificar a compatibilidade das dimensões e circulação das áreas de acordo com as atividades desenvolvidas. tipo de atividade). ventilação. hidráulicas e de combate à incêndios (verificar se o estabelecimento possui Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros). tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos líquidos e sólidos. reservatórios e procedimentos de limpeza) e a facilidade de acesso à ingestão – por pacientes e funcionários. acondicionamento e guarda das roupas limpas. sabonete líquido. centrifugação. licenças. observar as condições e as técnicas de limpeza das superfícies. sanitários exclusivos para funcionários (com pia. tingimento). ventilação. condições de iluminação. o fluxo e o dimensionamento das áreas de atendimento e operação. número e formação da equipe de trabalho e. tipo de atividades realizadas (lavagem. dos recursos humanos (o tipo de profissional. embalagem e registro dos produtos utilizados. comprovar o programa de manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos. situação das paredes e teto e das telas de proteção nas janelas. Referência Decreto Federal 20. organograma) e em vistoriar a estrutura físico-funcional quanto à: localização e dimensionamento de todas as áreas. horário de funcionamento.492/34. umidade. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. verificar a existência. rotulagem. verificar se os maquinários possuem dispositivos automáticos de funcionamento e de segurança – válvulas. horário de funcionamento. observar as condições de iluminação. instalações elétricas (observar uso de duplicadores de tomadas – “benjamin” ou “T”). verificar os sistemas de abastecimento de água (origem. termômetros. verificar os sistemas de abastecimento de água . avaliar o tipo de revestimento das paredes. folhas numeradas e rubricadas pela autoridade sanitária competente. cronômetros. a quantidade e a carga horária.931/32. documentação/licenciamento (Alvará Sanitário). passagem. local para guarda de materiais e produtos de limpeza. legalizado com termo de abertura e encerramento. registro. inclusive o responsável técnico) e a existência de livro para registro de todas as receitas. lixeiro de pedal. especialidade(s) que desenvolve. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. climatização. constatar a existência e uso dos equipamentos de proteção individual – EPIs. sala(s) de procedimentos operacionais – lavagem. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. vibrações. tratamento da água servida.

registro. verificar a existência de áreas distintas para as diversas atividades: salas de espera/recepção e de coleta – providas de sanitários e lavatórios para ambos os sexos. escadas e elevadores. virologia – com ante câmera de paramentação e capela). sala de limpeza. administração. triagem e distribuição das amostras. condições de iluminação. área de lavagem de vidrarias com coifa de captação para emanação de gases e ventilação adequada. Parasitologia (preparo de lâminas e microscopia). bem como. papel toalha. papel toalha. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). documentação e arquivo (de lâminas e laudos). box para coleta de material biológico/ginecológico – com sanitário e lavatório. Manual/Protocolo de Procedimentos Operacionais e de Qualidade e a regularidade dos impressos adotados. horário de funcionamento. depósitos de material de limpeza e para resíduos biológicos (externo). pia com bancada.sorologia). avaliar o tipo de revestimento das paredes. Microbiologia (bacteriologia. conferir a documentação – licenças (Alvará Sanitário). em vistoriar a estrutura físico-funcional quanto à: localização e dimensionamento de todas as áreas. rotulagem e armazenamento dos reagentes e outros produtos utilizados. vestiários. Material necessário: Posto de Coleta – Intra e Extra Hospitalar Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento . lixeiro de pedal. verificar os sistemas de abastecimento de água (origem. copa. inclusive produtos de limpeza. aparelhos e mobiliários. desinfecção e esterilização dos materiais. embalagem. verificar registros. lixeiro de pedal. condições adequadas de armazenamento e de funcionamento dos equipamentos. verificar a existência e condições de uso dos equipamento de proteção individual (EPIs) – para os procedimentos técnicos e de limpeza). imunologia (imunofluorescência). as ações de controle da saúde e de vacinação (especialmente a vacinação anti-hepatite) dos funcionários. toalhas. especialidade(s) que desenvolve. Resolução RDC nº302/05. comprovar a habilitação. a facilidade de acesso a rampas. sabonete líquido. áreas de apoio .responsáveis legal e técnico. climatização. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. sala para classificação. laboratório dotado de lavatório para as mãos e bancadas para: Hematologia (bioquímica. das vidrarias danificadas e dos materiais pérfuro-cortantes. prazos de validade. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. hidráulicas e de combate à incêndios. tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final 49 . sanitários e lavatórios para os funcionários. micologia. identificar os profissionais envolvidos. sabonete líquido. digitação. Resolução RDC nº306/04. verificar os procedimentos de troca e higienização da rouparia – lençóis. quando for o caso.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Laboratório Clínico – Intra e Extra Hospitalar tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos sólidos. registro nos respectivos Conselhos de Classe. verificar técnicas e condições de descontaminação e limpeza de superfícies e ambientes e da limpeza. identificar registros de manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos. piso e teto. reservatórios e procedimentos de limpeza) e a facilidade de acesso à ingestão – por pacientes e funcionários. e Biologia Molecular.para registro. Resolução RDC nº50/02. verificar. comprovar a existência e as condições de funcionamento e conservação dos equipamentos para atendimento de emergências. verificar a compatibilidade das dimensões e circulação das áreas de acordo com as atividades desenvolvidas. preparo e esterilização de materiais. organograma e. observar a identificação e concentração dos produtos. instalações elétricas. aventais. maca ou cadeira reclinável. bem como. ventilação. treinamentos periódicos. verificar as rotinas de desinfecção dos recipientes usados para acondicionamento de soluções utilizadas nos procedimentos técnicos e de limpeza.

sala para classificação. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). deve atender às normas de segurança específicas. aparelhos e mobiliários. em estado íntegro. verificar as rotinas de desinfecção dos recipientes usados para acondicionamento de soluções utilizadas nos procedimentos técnicos e de limpeza. óculos. vestiários e sanitários e lavatórios para os funcionários. existência e uso de equipamentos de proteção individual (EPIs): luvas antitérmicas. sabonete líquido.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Posto de Coleta – Intra e Extra Hospitalar dos resíduos sólidos.710/79. se o piso. escadas e elevadores. paredes e teto são revestidos de material liso e claro. bem como observar a identificação e concentração dos produtos. verificar. depósito de material de limpeza e para os resíduos biológicos (externo). como copa.689/82. condições adequadas de funcionamento dos equipamentos. avental ou jaleco. identificar os profissionais envolvidos. de forma a propiciar a desinfecção e limpeza corretas. embalagem. sabonete líquido. porcelanas ou cerâmicas) e o procedimento de descontaminação dos moldes e das áreas físicas. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. bem como. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Decreto 87. as licenças e a responsabilidade técnica (Cirurgião Dentista ou Técnico em Prótese Dental). Resolução RDC 302/05. maca ou cadeira reclinável. bem como. conferir a documentação – licenças (Alvará Sanitário). existência de lavatório com água corrente. ações de controle da saúde e de vacinação (especialmente a vacinação anti-hepatite B) dos funcionários. registro nos respectivos Conselhos de Classe. identificar registros de manutenção sistemática . áreas de apoio. rotulagem e armazenamento dos produtos e materiais utilizados. instalações sanitárias para os funcionários. verificar os procedimentos de troca e higienização da rouparia – lençóis/campos descartáveis. verificar a existência e condições de uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) – para os procedimentos técnicos e de limpeza). box para coleta de material biológico/ginecológico – com sanitário e lavatório. Resolução RDC nº50/02. a instalação destes. pia com bancada. papel toalha. máscaras com filtro para vapores. papel toalha. identificar o tipo de matéria prima utilizada (metais. verificar registros. verificar técnicas e condições de descontaminação e limpeza de superfícies e ambientes e da limpeza.preventiva e corretiva dos equipamentos. Lei Federal 6. das vidrarias danificadas e dos materiais pérfuro-cortantes. toalhas. lixeiro de pedal. aventais. quando for o caso. comprovar a habilitação e treinamentos periódicos. registros dos serviços executados e dos profissionais requisitantes. inclusive produtos de limpeza. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). resinas. Resolução RDC 306/04. desinfecção e esterilização dos materiais. mobiliários (bancadas. arquivos) e equipamentos em perfeito estado de conservação e limpeza sendo que. instalações hidráulicas e elétricas das áreas físicas. Manual/Protocolo de Procedimentos Operacionais e de Qualidade. a facilidade de acesso a rampas. verificar se a área física e infra-estrutura existente é específica ou adequadamente adaptada e composta pelas áreas distintas: salas de espera/recepção e de coleta – providas de sanitários e lavatórios para ambos os sexos. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. prazos de validade. ventilação. Material necessário: Estabelecimento de Prótese Odontológica Consiste em: Conferir os documentos de identificação do estabelecimento. Material necessário: 50 . comprovar a existência e as condições de funcionamento e conservação dos equipamentos para atendimento de emergência. verificar as condições de iluminação. insolação. triagem e distribuição das amostras.

registro e arquivo de pacientes. verificar os sistemas de abastecimento de água (origem. Material necessário: Salão de Beleza. avaliar o tipo de revestimento das paredes. Cabeleireira e Barbearia Consiste em: Vistoriar a estrutura físico-funcional quanto ao número de ambientes. as ações de controle da saúde e de vacinação dos servidores. escadas e elevadores. observar os procedimentos de manutenção sistemática . Perfil profissional: Referência legal: Material necessário: Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. aparelhos. lixeiro de pedal). existência de sala de espera. de assepsia e desinfecção dos equipamentos. sabão líquido e papel toalha. especialidade(s) e em vistoriar a estrutura físico-funcional quanto à: localização e dimensionamento de todas as áreas – recepção. instalações elétricas. e prazo de validade. observar a identificação. bem como. sanitários separados para pacientes e funcionários (com pia.078/90 (Código de Proteção e Defesa do Consumidor). tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o tratamento e destino final dos resíduos sólidos. lixeira. condições adequadas de acondicionamento e funcionamento dos equipamentos. manual de procedimentos ou técnicas padronizadas. a facilidade de acesso a rampas. salas de procedimentos fisioterápicos. iluminação e ventilação. registro no M. medicamentos. conferir a documentação – licenças (Alvará Sanitário). Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). licenças e a sua natureza (autônomo ou faz parte da estrutura formal de um serviço de saúde). instalações elétricas e hidráulicas. livro de registro dos procedimentos.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Clínica ou Consultório de Fisioterapia Consiste em: Consiste na identificação do estabelecimento – responsáveis legal e técnico. tipo de ventilação e iluminação. mobiliários mínimos necessários. equipamentos cujo uso caracterizem o exercício ilegal de profissões. registro. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). líquidos e pomadas) verificar o armazenamento. forração da maca. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. reservatórios e procedimentos de limpeza) e a facilidade de acesso à ingestão – por pacientes e funcionários. e a concentração dos produtos usados na limpeza e desinfecção. dimensão. materiais e produtos utilizados.preventiva e corretiva dos equipamentos. piso e teto. sabão líquido e papel toalha para higiene das mãos). condições de iluminação. materiais e mobiliários. quanto aos produtos utilizados (cremes. Estabelecimento de Massagem Consiste em: Vistoriar a estrutura físico-funcional quanto a área total da unidade. quantidade. acesso do público. verificar o tipo de profissional. horário de funcionamento. verificar a compatibilidade das dimensões das áreas com as atividades desenvolvidas. salas de consultas/avaliação físico-terapêutico (com pia. hidráulicas e de combate à incêndios.S. Lei Federal 8. depósito de equipamentos. verificar as técnicas e rotinas de descontaminação e limpeza de superfícies e ambientes. verificar. com capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. estado de conservação e higiene 51 . ventilação. quando for o caso. inclusive do responsável técnico. e a carga horária. da obrigatoriedade de uso de lençóis/campos descartáveis ou de utilização individual/pessoal. quanto aos recursos humanos. quantidade.identificação. climatização. comprovar o registro dos profissionais nos respectivos Conselhos de Classe. conferir a documentação do estabelecimento . Manual de Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde/MS/97.

Presídio. armazenamento do lixo. procedimentos de podologia. em vistoriar a estrutura física e funcional de todos os módulos e setores.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Salão de Beleza. sala de rádio. . RDC 50/02. a existência de proteção descartável nas bacias de pés e mãos.Módulo de Guarda Externa: vias de acesso. a ventilação e iluminação. tipo de regime (aberto. se o ambiente onde o equipamento de bronzeamento está instalado é específico e exclusivo. rede elétrica e hidráulica. tipo de atividades desenvolvidas (educativas. sistema de esgoto. cozinha/refeitório. culturais. sala para manicure/pedicure. sala de comando (agentes). sala de armas. portaria de acesso (com salas e sanitários). sala de apoio administrativo. sistema de abastecimento de água tratada. número de internos ou usuários e. piso e bancadas. Delegacia. em adequadas condições de salubridade. Colônia Penal. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). sala de espera (visitas). Hospital de Custódia). no caso de não existir algum ambiente citado. antes e após o uso. característica da unidade (masculina. sanitários (para ambos os sexos).0335-2-27. proteção e de estabilidade elétrica. feminina. lavagem e esterilização e o seu armazenamento. conferir os comprovantes de treinamentos dos profissionais que operam os equipamentos. categoria (Penitenciária. sala de apoio administrativo. mista). área de esterilização. natureza (federal. NBR IEC 6. reservatório de água potável. assistenciais. verificar a existência de registros sobre as rotinas de limpeza e de desinfecção e manutenção preventiva. verificar a documentação (identificação. existência de sanitários para os dois sexos e em perfeitas condições de higiene e limpeza. área de limpeza de instrumentais. no caso de haver ambiente único para vários procedimentos. semiaberto. ou seja. teto. se possui registro ou isenção junto a ANVISA/MS e Instruções de Uso. RDC nº308/02. conferir a quantidade de instrumentos e os procedimentos de desinfecção/descontaminação. depilação. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. tipo de revestimento das paredes. área de abrigo dos resíduos sólidos). como: . sala para rádio. Material necessário: Estabelecimento que Realiza Procedimentos de Bronzeamento Artificial (exposição a raios ultra violetas) Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. cozinha/refeitório. Resolução DVS 0002/01. os livros de registro de intercorrências e o cadastro de clientes. sala de recepção e revista de presos. outros sendo que. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). copa. sala para cabeleireiro. fazer as devidas anotações. formação do proprietário e dos demais profissionais). fechado). o estado de conservação e limpeza dos equipamentos e mobiliários. licenças. sala de comando da guarda. Material necessário: Unidade Prisional Consiste em: Proceder a identificação do estabelecimento – responsável legal. estadual). Cabeleireira e Barbearia dos ambientes (sala de espera. sala de pertences (dos presos). sala de controle dos postos. 52 . com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. verificar a existência de acesso independente para transporte de materiais e resíduos. sanitários. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. procedimentos de lavagem das toalhas e seu acondicionamento.Módulo Agentes Penitenciários: alojamentos (com sanitários e rouparia). esportivas).

prateleiras. turnos. depósito. escalas de serviço. operacionais e administrativas). impermeável. gorro e calçado fechado). controle de vetores. comprovação de controle do estado de saúde dos manipuladores. conforme as orientações adotadas para a Lavanderia Comercial. controle de qualidade). circulação e saídas de funcionários. lavável. por módulos ou setores – número. Deve dispor ainda de: sanitários (dotados de lavatórios. limpeza do reservatório. confecção/reparo e transporte das roupas – equipada com carros para transporte da roupa molhada e seca/secadora. guarda. existência de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA (ou equivalente). suporte com papel toalha e lixeira acionada por pedal) e capa para os funcionários. existência de espaços próprios para 53 .Unidade de Alimentação e Nutrição – verificar a infra-estrutura físicofuncional das áreas: recepção e inspeção de alimentos e utensílios. condições de distribuição e consumo dos alimentos. acondicionamento e armazenagem (rouparia). em quantidade suficiente e qualidade adequada. quanto a limpeza e desinfecção. . preparo e cocção dos alimentos. guarda de alimentos. mesa auxiliar.Unidade de Processamento de Roupas – Lavanderia: vistoriar a estrutura física. calandragem/passagem. sistema elétrico (íntegro e em funcionamento) e com dispositivo de emergência. existência de escolta. verificando em todas as áreas: situação dos mobiliários (inclusive prateleiras e estrados). de modo a avaliar: situação do teto. disponibilização. máquinas de costura e overloque. lavagem e guarda de utensílios. uso de equipamentos de proteção individual – EPIs (avental impermeável. cargas e materiais e resíduos. Identificar a existência e adoção do Manual de Boas Práticas para o Manipulador de alimentos. Verificar as condições gerais de toda a Unidade. assim como. atividade desenvolvida e fluxo. existência. equipamentos. sala administrativa e arquivos. sexo. segurança. localização adequada. recepção. veículo para transporte de roupa limpa. as rotinas e os procedimentos operacionais adotados. * Em caso de serviços terceirizados. calandra/tábua ou prensa/ferro industrial/mesa para dobradura de roupas. dispensador com sabão líquido.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade Prisional . atualização e cumprimento aos Manuais de normas e rotinas (técnicas. Organização das áreas internas e externas (livres de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente e de animais). observando: • Quanto a área física: condições de segurança. manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos. Programa de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos. identificar a empresa. sistema de esgoto e de escoamento hídrico. Verificar o espaço físico. diluição e registro dos saneantes e outros produtos utilizados. o número do Alvará Sanitário e o contrato de prestação de serviço. existência de ouvidorias e outros instrumentos de comunicação. Sistema de abastecimento de água (fonte. existência de nutricionista (com registro no respectivo Conselho de Classe). registros diários de ocorrências. ventilação e iluminação adequadas. medidas de segurança contra incêndio. Área limpa: salas para secagem. vigilância e saídas de emergência (sinalizados e de fácil visualização) para os funcionários. capacidade. condições de conservação dos materiais e alimentos. recursos humanos. apuração e intervenção. capacidade instalada – estrutura física. paredes e piso – íntegros e com revestimento liso. . sinalização interna de fácil visualização. controle e distribuição dos recursos materiais necessários ao estabelecimento. refeitórios e sanitários para funcionários. a procedência. sala de reuniões.Módulo de Administração: sala da direção. . a localização (em área de circulação restrita). barreira de proteção. sala da recepção/secretaria. Almoxarifado: vistoriar as operações de recebimento. acesso externo coberto para transporte de carga e suprimento. dimensionamento das áreas. higiene alimentar. a facilidade de acesso e a existência de barreira física entre as áreas-suja e limpa. detentos. a infraestrutura material e funcionamento das áreas. treinamentos/capacitações. formação. sanitários (para ambos os sexos).Celas. em relação à ocupação. abertura teladas. mobiliários e materiais. em relação o número de servidores e a demanda do serviço. equipamentos e utensílios.

• Quanto à organização: rotinas para estocagem.). disponibilidade de água potável – para funcionários e internos. Oficinas Produtivas.). central de material (limpeza. sanitários para a equipe de saúde (separados por sexo). Reducativas e Terapêuticas: vistoriar a área física quanto as condições de segurança.. circulação e dimensões adequadas dos corredores e portas. ralo sifonado. conforme a demanda e atividade desenvolvida. inspeção. materiais. mobiliários. teto. o dimensionamento a ocupação (número de detentos por m²/capacidade máxima) e a disponibilidade e integridade dos colchões. cela de observação (com sanitários). as condições higiênico-sanitárias das superfícies. conservação das vacinas e outros procedimentos de enfermagem. macacão. depósito de materiais. localização e higiene. lagos etc. os instrumentos técnico-administrativos e registros relacionados à assistência (Prontuários. espaços físicos. o fluxo de referência e contra-referência de atenção à saúde. higienização adequada das roupas (as roupas procedentes deste setor devem ser lavados em lavanderia tipo “hospitalar”. máscara. rouparia. mobiliários. prateleiras e estrados (de fácil limpeza e desinfecção). com capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. adequadas. cadernetas de vacinação). e à operacionalização das ações (Manuais de Normas Técnicas e rotinas. farmácia. sala de coleta de materiais para exames de laboratório. ou serem totalmente descartáveis). de enfermagem. equipamento de proteção individual – EPIs (óculos. odontologia. psicologia. disponibilidade de sanitários e lavatórios – uma pia destinada à higiene das mãos e outra para os trabalhos terapêuticos. censos diários. sistema de esgoto apropriado (onde não houver rede pública de coleta. lavatório para as mãos. 54 . Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). ventilação e iluminação adequados: tipo de revestimento do piso. controle de estoque e saída de materiais. Verificar se a equipe de saúde é constituída por profissionais (em nº e formação). odontológico. aberturas teladas. bem como os procedimentos de limpeza. para ações de maior complexidade ou para aquelas. registro. Portaria interministerial nº 1777/GM/2003. sala de vacinação. rodapés (materiais e apresentação de fácil limpeza). desinfecção adotados. os responsáveis técnicos por cada área e os registros nos respectivos órgãos de classe. Perfil profissional: Referência legal: Material necessário: Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. verificando: acesso externo (para embarque e desembarque de ambulâncias). equipamentos. preparo e esterilização de materiais). posto de coleta etc. protetor auricular). Vistoriar – a estrutura física e funcional. roupas e utensílios. infra-estrutura material (equipamentos. luvas. sala de curativo e sutura. rouparia. materiais. controle de vacinação dos funcionários e detentos Celas: observar as condições higiênico-sanitárias. oferecidas na Unidade. deverá haver tratamento do esgoto. Livro de registros de pacientes. de acordo com o quadro estabelecido pelo Plano Operativo Estadual do Sistema Penitenciário. posto de enfermagem. • Quanto ao armazenamento: circulação de ar e iluminação adequados.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Unidade Prisional recepção. existência de mobiliários. farmácia. assistência social. consultório odontológico. botas de borracha. equipamentos de proteção individual – EPIs (em quantidade suficiente e uso adequado). disponibilidade de água potável para os reeducandos e funcionários. Serviços de Saúde: consiste em: identificar os serviços e atividades desenvolvidas (atendimento médico. paredes. laboratorial etc. armazenagem. antes de lançá-lo no meio ambiente (rios. utensílios) e procedimentos técnicos apropriados para o atendimento – consultório médico/psicológico/assistência social (com sanitário). notificação de agravos. distribuição.

verificar a correta organização e higienização de todos os ambientes e áreas inclusive aquelas destinadas a atividades educativas. existência de reservatório e capacidade. conferir a área mínima dos dormitórios. registros de treinamentos sobre os cuidados gerais dos idosos. registros dos procedimentos de limpeza e periodicidade. Adolescentes e Adultos Consiste em: Conferir a documentação. o quadro de profissionais de saúde ou se os serviços são contratados. sobre o sistema de esgoto sanitário. livro de registro de entradas e saídas. inclusive do Corpo de Bombeiros. área de armazenamento de alimentos. de limpeza. o estado de conservação dos equipamentos. as licenças e a responsabilidade legal e/ou técnica. ao grau de dependência dos usuários e à complexidade dos procedimentos executados. limpeza de artigos e superfícies. campainhas ao alcance das mãos na cabeceira dos pacientes e nas instalações sanitárias. os pisos. ausência de obstáculos à circulação nos corredores. existência de áreas de lazer interna e externa e refeitório. escala de serviço. necessidades nutricionais básicas. iluminação e ventilação natural ou artificial suficientes. sistema de controle de almoxarifado e de compras. lavanderia. instrumentais. tipo de albergamento e estrutura organizacional (estatuto. verificar se o suprimento de água potável é feito através do Sistema de Abastecimento Público. capacidade de instalação planejada e operacional. primeiros socorros e reanimação cardiorrespiratória. Material necessário: Estabelecimentos de Longa Permanência para Idosos Consiste em: Conferir a documentação de identificação do estabelecimento. utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs). existência de rampas ou elevadores (em acordo com a legislação) e manutenção preventiva e corretiva. existência de corrimões nas escadas e corredores. paredes e teto deverão ser de material liso. tipo de entidade mantenedora. verificar: o tipo de construção (horizontal/vertical). localização dos sanitários. rotinas de cuidados com os pacientes. Sobre o abastecimento de água verificar: origem da água. teor de cloro. dormitórios e sanitários. Sobre a saúde do trabalhador. material de revestimento das paredes. providas de sabonete líquido e papel toalha. responsabilidade técnica. de forma correta e a destinação final de acordo com a legislação (municipal e estadual). verificar se os ambientes apresentam conformação e dimensões adequadas à função ou atividade a que se destinam. registro diário de intercorrências. proporção de vasos sanitários. bem como. lavável e resistente às soluções desinfetantes. conferir se a disposição e o tratamento dos resíduos sólidos contaminados com material biológico são realizados conforme as normas vigentes antes de ser encaminhado para o aterro sanitário. desinfecção e esterilização de artigos e superfícies. utensílios e materiais de consumo. ventilação. vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. relatórios mensais. luz de vigília nos corredores. existência de pias para lavação das mãos. refeitório. verificar: a existência de CIPA (Comissão Interna de 55 . caracterização da clientela (sexo e idade). impermeável. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). diretor da entidade. existência de manuais de rotinas e procedimentos incluindo as rotinas médicas e de enfermagem. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. à higienização corporal. licenças. programa de manutenção preventiva e corretiva de equipamentos e instalações. grau de dependência física e mental. verificar: se o estabelecimento está efetivamente ligado à rede pública de coleta e tratamento ou se possui outro sistema. à acomodação. quanto aos recursos humanos conferir o número de funcionários auxiliares. conferir as condições sanitárias da cozinha. se há ligação da edificação ao Sistema Público de Esgotamento Sanitário. se os resíduos são armazenados em área externa. dotados de barras de apoio. prontuário dos pacientes.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Casas de Apoio e/ou Convivência para Crianças. pisos e tetos. iluminação suficientes. Portaria SEAS/MPAS nº73/01. com relação a programação físicofuncional e instalações. normas de biossegurança. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. da lavanderia. o número de leitos e tipos de camas utilizadas.

se os reparos na rede elétrica feitos por pessoal especializado. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimentos de Longa Permanência para Idosos Prevenção de Acidentes). lixeiros. professores e funcionários. teto e paredes. a facilidade de acesso a rampas. Observar os boletins de atendimento à saúde e os relatórios de avaliação e acompanhamento de morbidade nos últimos meses. em vistoriar a estrutura físico-funcional. capacidade instalada. serviço de nutrição e dietética. copa/refeitório/cantina: preparo dos alimentos de acordo com o Manual de Boas Práticas e uso de equipamento de proteção individual. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. esta deve obedecer às normas e padrões estabelecidos para a manipulação e comercialização de alimentos. condições de higiene e conservação ambiental. reservatórios. nos casos de emergência. mobiliários de fácil limpeza. com lavatórios. o sistema de abastecimento de água .depósito. Verificar a estrutura física e operacional das diversas áreas. número de alunos matriculados. lixeiros. observando as dimensões. Lei Federal 10. comprovante de vacinação contra tétano (vacina dupla adulto). áreas de alimentação . portas e janelas com proteção contra insetos e roedores. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. tipo de piso (antiderrapante). Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. dispensário de medicamentos e consultórios recomenda-se observar o detalhamento específico sobre cada um. ruído. localização e vias de acesso. espaços culturais – auditórios e anfiteatros: com climatização adequada e disponibilidade de saídas de emergência. quando for o caso. papel toalha e sabonete líquido. iluminação. registros das ocorrências de acidentes de trabalho.origem.741/03. de acordo com as atividades desenvolvidas. odontológico. cardápio variado e balanceado. água quente para higienização das louças. identificar o(s) estabelecimentos de referência utilizados. necessário: Estabelecimento de Ensino – Primeiro. escadas e elevadores. dispositivos de retenção de gordura em suspensão (exaustão). áreas de atendimento à saúde – existência de espaços conforme as atividades desenvolvidas (consultório médico. documentação (Alvará Sanitário) e. áreas de recreação – pátios. quadras de esporte: alambrados de proteção. Segundo e Terceiro Graus Consiste em: Consiste na identificação do estabelecimento – responsável legal. bebedouros. escoamento pluvial. Verificar ainda. talheres e utensílios. Referência legal: Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). terceirizada ou não. dos equipamentos. ventilação. cozinha. uso de equipamentos de proteção individual. equipamentos e materiais adequados e suficientes. através de bebedouros – por alunos. localização. RDC nº 283/05. capacidade e procedimentos de limpeza. o tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o acondicionamento e destino final dos resíduos sólidos e qualquer situação ou exposição a risco de acidente.para alunos e para funcionários/professores. * Quando houver cantina ou lanchonete. teto e paredes. com o registro das medidas educativas e assistenciais adotadas e os encaminhamentos efetuados. sanitários: para ambos os sexos e separados . horário de funcionamento. mobiliários e utensílios e. Avaliar. Caso não haja atendimento à saúde. quanto aos serviços de apoio como lavanderia. sala de administração de medicamentos): com ambientes. tipo de piso (resistente e antiderrapante). especificamente: salas de aula: número. pisos adequados. vestiários com sanitários e chuveiros. equipe profissional qualificada e registrada nos respectivos Conselhos de Classe. botijão de gás (em área externa). controle de qualidade (laudos das análises) e facilidade de acesso à ingestão. Referência 56 .

para crianças. lavagem.50 m por berço e capacidade máxima de 15 berços. em vistoriar a estrutura físico-funcional.dotada de lavatório e com dimensões. lavanderia – para higienização das roupas das crianças. consultório – dotado de lavatório. lactário – para recepção. almoxarifado – para armazenamento dos materiais de limpeza e outros relacionados ao funcionamento do estabelecimento.com área mínima de 0. horário de funcionamento. de acordo 57 . berçário – com acesso direto à sala de recepção/troca de roupa e ao solário e com área mínima de 2.40 m por criança. capacidade instalada. refeitório – interligado à cozinha.00 m. mesa. estrado e refrigerador. possuindo berços (transportáveis) ou colchões e com área de 2. sala de atividades/repouso/recreação coberta – dependendo do porte e faixa etária das crianças. escada. depósito para material de limpeza – armário ou recinto com mínimo de 1. equipamentos e materiais adequados e suficientes e com área mínima de 9.armário ou sala. depósito para equipamentos. áreas de recreação descoberta – para crianças maiores de 1 ano de idade e com área mínima de 4. Verificar os componentes existentes na estrutura física. responsáveis e familiares. com mínimo de 2. secretaria . Deverá ter área mínima de 0. enfermeira de observação – dotada de sanitário e com dimensão e número de leitos proporcionais ao número de crianças. Material necessário: Estabelecimento de Ensino – Creche e Pré – Escola Consiste em: Consiste na identificação do estabelecimento – responsável legal. em situações emergenciais. aparelhos e material didático. cozinha – para o preparo da alimentação das crianças maiores de 1 ano de idade e área mínima de 0. de acordo com as atividades desenvolvidas. preparo.para os funcionários e o abastecimento da unidade. sanitários com lavatório para o público – um para cada sexo. porte pequeno.20 m por criança.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento de Ensino – Primeiro. sala da direção/coordenação – com área mínima de 10. sala de reuniões – para creches de médio e grande porte. despensa – para a guarda e estocagem de mantimentos. sanitário/lavatório/chuveiros (de acordo com a idade e o número de crianças). médio ou grande (de acordo com o número de crianças matriculadas). conforme o número de crianças. dependendo do porte.00 m por criança.20 m por criança matriculada. rouparia/sala de costura – armário ou área destinada à guarda das roupas limpas das crianças.00 m por criança e capacidade máxima para 20 crianças. Segundo e Terceiro Graus legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). solário – anexo ao berçário. avaliando as seguintes exigências: entrada principal . vestiários e sanitários para os funcionários – contendo lavatórios e chuveiros. Deve ser dotado de balança. auditório – para creches de médio e grande porte. unidade(s) de atendimento e cuidados – com sala(s) de recepção e troca de roupa (de acordo com o grupo etário). localização e vias de acesso. entrada secundária .50 m por criança.00 m.20 m por criança.00 m. sala para amamentação .20 m por criança matriculada. documentação (Alvará Sanitário) e. distribuição e esterilização de mamadeiras das crianças com idade entre 3 meses e 1 ano. destinado às crianças de 2 à 4 anos e com área mínima de 1. hall/sala de espera – com área mínima de 0. prateleiras.

corredores. o tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o acondicionamento e destino final dos resíduos sólidos. área de recreação externa com alambrados de proteção. Verificar também o tipo e as condições de revestimento do piso. lavanderia. controle de qualidade (laudos das análises) e facilidade de acesso à ingestão. esquadrias (materiais resistentes e de fácil limpeza). a realização de medidas educativas e assistenciais adotadas e a notificação dos agravos sob notificação. escadas. cores adequadas. lixeiros e escoamento pluvial. portas dos sanitários das crianças sem fechaduras. uso de equipamentos de proteção individual. Verificar ainda. professores e funcionários. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. portas e janelas com condições adequadas de segurança. rampas. nos casos de emergência. verificando: janelas teladas no berçário. consultório médico com equipamentos e materiais adequados e suficientes e profissional(is) qualificado(o) e registrado(s) nos respectivos Conselhos de Classe. circulação externa e interna (acessos. Além das especificidades relacionadas. dos equipamentos. insolação. o controle da vacinação. iluminação. Observar a área de atendimento à saúde. tubulações expostas. reservatórios. paredes. Material necessário: 58 . a ventilação. piso antiderrapante. através de bebedouros – pelas crianças. bebedouros. mobiliários e utensílios. observar a compatibilidade dos espaços de acordo com as atividades realizadas. teto. identificar o(s) estabelecimento(s) de referência utilizado(s). sala de observação e áreas de alimentação. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. * Caso não haja atendimento à saúde. elevadores) e as condições de higiene e conservação ambiental. botijão de gás (em área externa). e os riscos físicos e ambientais em todas as áreas. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). o sistema de abastecimento de água origem. Identificar qualquer situação de exposição ou risco de acidente. sala de repouso. bem como. capacidade e procedimentos de limpeza. preparo dos alimentos de acordo com o Manual de Boas Práticas e uso de equipamento de proteção individual. Portaria Federal 321/88 – MS.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento de Ensino – Creche e Pré – Escola com o número de servidores. os registros e os relatórios de avaliação e acompanhamento de morbidade nos últimos meses. vidros de portas ou painéis do tipo não estilhaçável.

*Capacitação em: Toxicovigilância. Cosméticos. estocagem e destinação de produtos químicos e/ou embalagens vazias. jalecos de algodão (tecido grosso) e mangas Material necessário: compridas. luvas grossas. Com relação a animais peçonhentos buscar identificar o agente. domissanitários. Identificação. Comercial. chapéus. transporte e armazenagem. botas.360/76. identificação das causas do fenômeno e orientação quanto às medidas de prevenção e controle adequadas. medicamentos. Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. Identificação.). Agrícola e/ou Industrial. Referência legal: Pinças. afastar. em Identificação e Controle de Animais Peçonhentos.360/76. Animais Peçonhentos Consiste em: Investigar/inspecionar em conjunto com a Vigilância Epidemiológica os casos suspeitos ou confirmados de intoxicação detectados pelo SINAN e/ou outros sistemas a fim de apurar suas possíveis causas com o objetivo de coibir. saneantes. Tem a finalidade de confirmação do diagnóstico. correlatos e/ou substâncias químicas de uso doméstico. pesquisas e bases de dados Material necessário: bibliográficas. 01 de 07/03/2005. Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. máquina fotográfica digital. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). validade. determinação das características epidemiológicas e sanitárias do evento. cosméticos. riscos ambientais e ocupacionais. álcool 70ºC. equipamentos. entulhos etc. as condições propícias para sua proliferação (lixo. Saneantes. e/ou eliminar o risco prevenindo o surgimento de novos casos. Prevenção. baseadas em informações relacionadas às doenças e outros eventos de interesse da saúde. suporte laboratorial. óculos de proteção. material de expediente. máquina fotográfica. produtos (procedência. agrícola e/ou industrial e acidentes por animais peçonhentos. + laptop. sacos plásticos leitoso. Lei Federal 6. proporcionam o conhecimento e a detecção de fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde do homem. condições de conservação. inspecionar estrutura física. uso). higiene e limpeza no ambiente de trabalho. Identificação e Controle de Animais Peçonhentos.*Capacitação em: Toxicovigilância. suporte laboratorial. 59 . em todo local ou estabelecimento utilizado para guarda. Inspeção Sanitária de Locais e Rastreabilidade de Substâncias (agrotóxicos. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas* na área. venenos. Lei Federal 6. pesquisas e bases de dados bibliográficas. IN n. laptop. 01 de 07/03/2005. etc) que Determinaram Agravos Relacionados a Intoxicações e/ou Acidentes por Animais Peçonhentos Consiste em: Avaliar situações de risco. Correlatos e/ou Substâncias Químicas de Uso Doméstico. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas* na área. IN n. Prevenção. que. vidrarias. comercial. Epidemiológica e Ambiental. Deverá ser aplicado em conjunto com a Vigilância Epidemiológica quando da ocorrência de casos de intoxicação por medicamentos. máscaras para pós e gases. equipamentos de proteção individual.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária TOXICOVIGILÂNCIA Investigação Consiste em: Um conjunto de ações de Vigilância Sanitária. caixas de madeira para envio de lonomias para produção do soro. Investigação de Intoxicações e Óbitos Relacionados a Medicamentos. reduzir. documentação. procedimentos. lote. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.

Lei Federal 6. Prevenção. caixas de madeira para envio de lonomias para produção do soro.360/76. lagartas. Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. *Capacitação em: Toxicovigilância. chapéus. jalecos de algodão (tecido grosso) e mangas Material necessário: compridas. Lei Estadual 6. sacos plásticos leitoso. 01 de 07/03/2005. chapéus. jalecos de algodão (tecido grosso) e mangas Material necessário: compridas. sacos plásticos leitoso.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Coleta e Envio de Amostras de Produtos Químicos Envolvidos em Intoxicações para Análise Consiste em: Retirada de uma fração representativa de um determinado lote de produto químico envolvido em intoxicação. máscaras para pós e gases. observando-se para isso os cuidados de procedimentos. máscaras para pós e gases. escorpiões) para envio a fim de identificar. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas* na área. Coleta de Animais Peçonhentos para Identificação e Controle Consiste em: Coletar animais peçonhentos (aranhas. Capacitação: em Toxicovigilância. mapear geograficamente as espécies de interesse médico e controlar populações de animais peçonhentos em situações de risco de acidentes. IN n. óculos de proteção. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas* na área. 01 de 07/03/2005. vidrarias. óculos de proteção. Pinças. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. 60 . IN n. álcool 70ºC. botas. em Ações Básicas e/ou de Média e/ou de Alta Complexidade em Vigilância Sanitária. botas. Referência legal: Pinças. álcool 70ºC. bem como os quantitativos em conformidade com a legislação.360/76. Referência Lei Federal 6.320/83 e seus decretos. vidrarias. caixas de madeira para envio de lonomias para produção do soro. luvas grossas. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. luvas grossas. legal: Portarias federais e estaduais da área. *Capacitação em: Identificação.

uso). toca cirúrgica. sacos plásticos leitoso. reduzir e/ou eliminar o risco em agravos a saúde. para Consiste em: Retirada de uma fração representativa de um determinado lote de produto póscomercializado envolvido em agravos a saúde. Hemovigilância. Sangue e Hemoderivados. produtos (procedência. *Capacitação em: Tecnovigilância. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas* na área. toca cirúrgica. *Capacitação em: Tecnovigilância. Farmacovigilância.360/76. inspecionar estrutura física.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária PRODUTOS PARA A SAÚDE PÓS-COMERCIALIZAÇÃO Investigação de Eventos Adversos e Desvio de Qualidade de Materiais Médico-Hospitalares. prevenindo o surgimento de novos casos. pró-pés. validade.360/76. a fim de apurar possíveis causas. Lei Federal 6. material de expediente. Saneantes e Kits Laboratoriais que Determinaram Agravos à Saúde Consiste em: Investigar/inspecionar casos suspeitos ou confirmados de reação adversa. equipamentos de proteção individual. afastar. em todo local ou estabelecimento de saúde. máscaras (paramentação cirúrgica Material necessário: descartáveis). Hemovigilância. pesquisas e bases de dados bibliográficas. Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. óculos de proteção. os quantitativos em conformidade com a legislação. material de expediente. Kits para Laboratório. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Referência legal: Luvas cirúrgicas. com o objetivo de coibir. condições de conservação. sacos plásticos leitoso. riscos ambientais e ocupacionais. observando-se para isso os cuidados de procedimentos. Referência legal: Luvas cirúrgicas. documentação. Lei Federal 6. Medicamentos. máquina fotográfica digital. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. pró-pés. sacos plásticos leitosos. avental. Lei Federal 6. pró-pés. lote. bem como. Laptop. equipamentos.360/76. óculos de proteção. máscaras (paramentação cirúrgica Material necessário: descartáveis). máscaras (paramentação cirúrgica Material necessário: descartáveis). com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas* na área. óculos de proteção. suporte laboratorial Coleta de Medicamentos. Farmacovigilância. Referência legal: Luvas cirúrgicas. inefetividade/ineficácia terapêutica ou desvio de qualidade (alteração na qualidade e/ou afastamento dos parâmetros exigidos na obtenção do registro) notificados por usuários. higiene e limpeza no ambiente de trabalho. Farmacovigilância. hospitais sentinelas e/ou colaboradores. processo de trabalho e validações. profissionais de saúde. transporte e armazenagem. Laptop. 61 . Inspeção Sanitária de Locais e Rastreabilidade de Produtos Pós-Comercializados que Determinaram Agravos Relacionados à Saúde Humana Consiste em: Avaliar situações de risco. pesquisas e bases de dados bibliográficas. *Capacitação em: Tecnovigilância. avental. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas* na área. toca cirúrgica. avental. Hemovigilância. máquina fotográfica. Materiais Investigação de Possíveis Causas Médico-Hospitalares. suporte laboratorial.

existência de equipamentos de segurança (combate a incêndios.001 a 100. verificar o gerenciamento da equipe de trabalho quanto a: procedimentos escritos para orientação do uso e guarda dos EPIs.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária DETALHAMENTO DAS AÇÕES DE VISA MEIO AMBIENTE Coleta de Amostras de Água – Monitoramento da Qualidade da Água de Abastecimento Consiste em: Retirada de uma fração representativa ou quantidade em volume suficiente para análise laboratorial.000 hab. luvas de PVC. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5).. nos casos em que houver realização de coletas emergenciais. cloro e flúor). Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). tipos de revestimentos do piso. higiene e limpeza no ambiente de trabalho. equipamentos de proteção individual (EPIs). circulação. rotinas e procedimentos.: 12 amostras/mês Acima de 100. registros atualizados das quantidades adquiridas. para análise bacteriológica e físico-química (pH. dos sistemas de abastecimento e/ou soluções alternativas (coletivas ou individuais). em decorrência de denúncias e intoxicações. com capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. para proceder em caso de ocorrência de acidentes. como hospitais. creches. manipular ou aplicar saneantes. Observação: Perfil profissional: Referência legal: Material necessário: O número de amostras coletadas poderá exceder as quantidades acima. instalações elétricas.: 03 amostras/mês De 20. turgidez.000 hab.001 a 50. lava-olhos ou chuveiros e neutralizantes). condições de conservação). da sua 62 . materiais e produtos utilizados (procedência. Material necessário: Estabelecimento que Realiza Atividade de Desinsetização e/ou Desratização de Ambientes Consiste em: Vistoriar as condições sanitárias do depósito. área de fracionamento e diluição e vestiário. PAP/VS – Ambiental. validade.000 hab. programa de treinamentos para capacitação técnica de cada trabalhador. transportar. óculos protetores. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. tratamento. uniformes. lote. documentação (em acordo com a Legislação Estadual e Municipal). Estabelecimento que Realiza Atividade de Limpeza e/ou Desinfecção de Poços e Caixas d´Água Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. armazenamento dos saneantes para as formulações. inclusive licenciamento do órgão ambiental. dos equipamentos e utensílios. garantindo a potabilidade dentro dos padrões técnicos necessários. ventilação e iluminação. bem como.001 hab. existência e utilização de EPIs (máscara com filtro para gases orgânicos ou pó. saídas e estoques. capacete ou boné ou gorro). obedece aos seguintes critérios populacionais: Até 20. paredes e teto.: 27 amostras/mês Coletas emergenciais em decorrência de denúncias e intoxicações alimentares. para armazenar. pontas de rede etc. pontos considerados críticos (consumo por grande concentração de pessoas). botas de cano longo e material impermeável. reservação e distribuição da água para consumo humano. Tem o objetivo de avaliar e monitorar as etapas de captação. para o uso correto e constante dos EPIs. adução. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.: 06 amostras/mês De 50. hidrômetros de residências. O número de amostras a serem coletadas. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. transporte e destino final dos resíduos eventualmente coletados.

recursos humanos. Material necessário: Estabelecimento Comercial de Animais de Pequeno Porte (cão. equipamentos de proteção individual (EPIs). verificar os documentos da empresa (identificação. recolhimento e transporte dos resíduos. o acondicionamento. o local de desprezo do esgoto (fossas. hastes. materiais e produtos utilizados na limpeza dos ambientes. sumidouros. responsabilidade técnica. de pessoal. área de plantio). profundidade. equipamentos de proteção individual (EPIs). Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. documentação (de identificação. verificar os procedimentos de limpeza/manutenção e sua periodicidade. Perfil Equipe multidisciplinar. lote. materiais e produtos utilizados (procedência. verificar as condições em que são realizados o destino final dos resíduos e o descarte das embalagens – existência de procedimentos escritos. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. de pessoal e licenças). rotinas e procedimentos de limpeza e higienização das áreas. tipos de materiais e produtos desprezados. atividades que exerce e áreas de atuação). condições de conservação). Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). o tipo de coleta e tratamento/destino final dos resíduos sólidos. dos equipamentos. expedição) e veículos. composta por profissionais de nível médio e nível superior. do responsável técnico e licenças. com profissional: capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. validade. reguladores e outros)]. filtros. bicos. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). manancial receptor) e sua capacidade. de pessoal. ave.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento que Realiza Atividade de Desinsetização e/ou Desratização de Ambientes manutenção. documentação (de identificação. a responsabilidade técnica (para serviços de saúde). uniformes sobressalentes. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. incluindo-se aquelas referentes à fiscalização de órgãos afins). verificar as condições sanitárias do transporte: veículo de uso exclusivo. Material necessário: Estabelecimento Comercial e/ou de Distribuição e/ou Transporte de Produtos Veterinários e/ou Agrotóxicos Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações (área de venda. equipamentos de aplicação em perfeito estado de conservação (mangueiras. gato. Material necessário: Estabelecimento que Realiza Recolhimento e/ou Transporte e/ou Destinação Final de Resíduos Sólidos Provenientes de Serviços de Saúde e de Indústrias Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. RDC ANVISA 18/00. dos equipamentos e dos veículos. outros) Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. filtros. verificar a localização (proximidade a poço. armazenagem. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. documentação (de identificação. devidamente identificado e equipado [EPIs. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. licenças. licenças. verificar existência e uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs). 63 . o monitoramento dos resíduos finais (lodo). inclusive do órgão ambiental). peixe.

validade. banco de sêmen. o tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro). com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. de assepsia. rotulagem e armazenamento dos medicamentos e outros insumos terapêuticos e de diagnóstico. o acondicionamento e destino dos resíduos sólidos. armários próprios para equipamentos e medicamentos. avaliar o dimensionamento das áreas e o tipo de revestimento do piso. recursos humanos (número. de pessoal e licenças).. consultório(s). Referência legal: Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). lote. equipamentos e ambientes. necessário: Ambulatório e/ou Consultório Veterinário Consiste em: Identificação do estabelecimento – responsáveis legal e técnico. ventilação. atividades que desenvolve (consulta. observar as instalações elétricas. Resolução 670/00 do Conselho Federal de Medicina Veterinária. imunização. prazo de validade. sala de ambulatório com mesa impermeável de fácil limpeza. embalagem. equipamentos de proteção individual (EPIs). raio X.Verificar o registro dos profissionais nos respectivos Conselhos de Classe. líquidos e infectantes. Verificar as condições e técnicas de limpeza e desinfecção de superfícies. capacidade instalada. ave. tomografia. rotinas e procedimentos de limpeza e desinfecção das áreas. forno crematório (licenciado pelo órgão ambiental). fezes. inclusive do destino final dos resíduos (pêlos. capacidade instalada e atividades desenvolvidas (consultórios e ambulatórios não podem proceder internação ou cirurgia) e. gato. e em vistoriar a estrutura físico-funcional de todas as áreas existentes: 64 . verificar os sistemas de abastecimento de água . internação (opcional). como: recepção e arquivo médico. bem como dos produtos de limpeza. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estabelecimento Comercial de Animais de Pequeno Porte (cão. sanitários – para clientes e profissionais.. procedimentos de limpeza e a facilidade de acesso à ingestão – por clientes e funcionários. materiais e produtos utilizados (procedência. dos equipamentos. climatização. outros) Referência legal: Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). peixe. preparo e esterilização de materiais. Material necessário: Hospital e/ou Clínica Veterinária Consiste em: Identificação do estabelecimento – responsáveis legal e técnico. as condições de iluminação. registro no Ministério da Saúde/Ministério da Agricultura. hidráulicas e de combate à incêndios.origem. laboratório. em vistoriar as instalações físico funcionais das áreas. bem como.). necessário: Hotel/ Salão de Beleza/ Pet Shop para Animais de Pequeno Porte Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. reservatórios. documentação (de identificação. ultrassonografia. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. condições de conservação). formação). observar os equipamentos e procedimentos de conservação e controle das vacinas e verificar a procedência. pias de higienização.

4. reservatórios. deverá ser destinada unicamente para o transporte de animais. um médico veterinário. produtos para a saúde (correlatos) e produtos de limpeza e a concentração dos produtos diluídos. relativas aos animais. lavanderia e instalações para repouso de plantonista e auxiliar (quando houver internação). receituários e outros impressos utilizados. mobiliários. a existência de Manuais de Normas e Rotinas para todos os Serviços.origem. sala de cirurgia/parto. O acondicionamento e destino final dos dejetos animais. sabonete líquido. Deve ser composto por: mesa e pia de higienização. os sistemas de abastecimento de água . as condições de ventilação e climatização de todos os setores e atividades. Se houver atividade de PET SHOP. Observar se há registro. equipamentos e ambientes. instrumentais. A unidade móvel. a procedência. Clínicas com internamento devem manter no local. pêlos e outros materiais biológicos e perfurocortantes. equipamento de refrigeração exclusivo e controle de conservação das vacinas. consultório e arquivo médico. embalagem. a facilidade de acesso a rampas. acompanhamento e notificação de doenças. da clínica e do serviço de radiação (se houver). rotulagem e armazenamento dos medicamentos e outros insumos terapêuticos e de diagnóstico. com a presença permanente de médico veterinário. oxigenioterapia. conservação e higienização dos materiais. piso e teto. Observação: 2. o tipo de esgotamento sanitário (ligado à rede pública ou outro) e o Gerenciamento dos resíduos Sólidos. Os hospitais devem ter internamentos e tratamentos cirúrgicos. inspecioná-lo. registro no Ministério da Saúde. cardioversor). desinfecção e secagem das caixas. as técnicas de limpeza e desinfecção de superfícies. chuveiro e papel toalha.Alvará Sanitário. 5. quando for o caso. procedimentos de limpeza e a facilidade de acesso à ingestão pelos funcionários. em especial. vinculada a um estabelecimento veterinário. Setor Cirúrgico: sala de preparo de pacientes. sanitários/vestiários para ambos os sexos e dotados de pia. inclusive os de limpeza. e com coleta diferenciada do lixo. os procedimentos sistemáticos de manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos. Setor de Sustentação: composto por local para manuseio de alimentos. com ralos individuais para as espécies destinadas e de fácil higienização. 3. prazo de validade. as instalações elétricas. Setor de Internamento: é opcional para clínicas e obrigatório para hospitais veterinários. a existência e composição do carro de emergência (oxigênio. Verificar. o tipo de revestimento das paredes. assim como os registros de desratização e de desinsetização das áreas.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Hospital e/ou Clínica Veterinária Setor de Atendimento: recepção. escadas e elevadores e as condições adequadas de armazenamento e de funcionamento dos cilindros de oxigênio. comedouros dos animais e o preparo e esterilização dos materiais. lixeiro. de acordo com as atividades realizadas e o fluxo de clientes e funcionários. setor de estocagem de drogas e medicamentos. sala(s) de ambulatório. sendo proibida a realização de qualquer 65 . a assepsia. sala de anti-sepsia (com pia de higienização). bem como. de acordo com as exigências e orientações próprias. hidráulicas e de combate à incêndios. Verificar a existência e condições de uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) – para os procedimentos técnicos e de limpeza. sala de esterilização de materiais. funcionar em período integral (24 horas). a disponibilidade e as condições de funcionamento. Devem também ser avaliados: o dimensionamento das áreas. baias. mesas auxiliares e Unidade de Terapia Intensiva. sistema de iluminação emergencial próprio. um auxiliar em período integral de 24 horas e à disposição. O setor cirúrgico deverá possuir: mesa cirúrgica impermeável e de fácil higienização. boxes ou outras acomodações individuais e de isolamento. comprovar o registro dos profissionais nos respectivos Conselhos de Classe e os programas periódicos de treinamento dos servidores. equipamentos e aparelhos (inclusive de ar condicionado). Conferir a documentação: licenças . gaiolas.

seguir as orientações do ítem anterior. profundidades. lixeira.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Hospital e/ou Clínica Veterinária procedimento médico veterinário. especificar os tipos de profissionais. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. cloro residual). Parques Aquáticos e Congêneres Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. materiais de primeiros socorros). 66 . Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) + turbidímetro. cantina. pH. banheiros e roupeiros (higiene. outros) e de medicamentos (relacioná-los). sala administrativa. depósito de materiais esportivos. Referência legal: Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) + turbidímetro. ventilação. Academia de Ginástica. vestiários. Quanto às piscinas: característica química da água. com capacitação em Ações Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. papel toalha. rotinas e procedimentos de limpeza e desinfecção das áreas e de manutenção dos equipamentos. higiene. Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). verificar existência de lavatório no ambulatório médico (dotado de sabão/antisséptico. quantidades e respectiva carga horária de cada um. freqüência de troca de água). cozinha. com relação aos recursos humanos. tipo de revestimentos). armazenamento e transporte de produtos químicos. clorímetro. sala de atendimento médico (equipamentos existentes. licenças e responsabilidade técnica). Clubes. construção). finalidade. documentação (de identificação. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Classificar a piscina (quanto ao uso. verificar o acesso para o público e para o transporte de materiais e resíduos. de pessoal. Resolução 670/00 do Conselho Federal de Medicina Veterinária. registro do operador habilitado. verificar boletim de registro diário. Verificar as condições sanitárias dos bebedouros. sanitários para o público (ambos os sexos). médico responsável pelos exames médicos e sua periodicidade. iluminação. solários e tanques (turbidez. sala de condicionamento físico. de aquecimento (se houver). casa de máquinas (ventilação. suprimento de água. Perfil profissional: Referência legal: Material necessário: Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. peagâmetro e frascos (estéreis e necessário: não estéreis). ambulatório médico. instalações elétricas e hidráulicas. dimensão. existência e utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs). de cloração. verificar os documentos de identificação e licenças do estabelecimento. turbidez. cloro residual. no caso de existência de piscina. estado de conservação e higiene dos equipamentos e dos ambientes (recepção. tipo de revestimento. manutenção e funcionamento dos equipamentos de tratamento da água. clorímetro. sala de estética. sala de dança. vestiário para o público (ambos os sexos). especialidade e carga horária). conferir a assistência e responsabilidade técnica (registro no Conselho de Classe. temperatura. peagâmetro e frascos (estéreis e Material necessário: não estéreis). outros). o sistema de esgotamento sanitário. acesso às duchas e lava-pés (obstáculos. inclusive do responsável técnico pelo ambulatório médico. larguras. Musculação e Condicionamento Físico Consiste em: Vistoriar a estrutura físico-funcional (número de ambientes. o de abastecimento de água tratada e a existência de reservatório.

existência de local para guarda de objetos pessoais. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. materiais e produtos utilizados na limpeza e manutenção. utilização de equipamentos de proteção individual – EPIs (para os procedimentos de limpeza e desinfecção). identificar o responsável técnico (profissional de Educação Física – com registro no respectivo Conselho de Classe). Parques e Congêneres. dos equipamentos de proteção individual (EPIs). liso.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Hotel. sistema de ventilação. salas de espetáculo. climatização e iluminação. ver item referente a Clubes. recursos humanos: Perfil Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. vestiários e sanitários (separados por sexo e dotados de lavatórios e chuveiros). paredes e superfícies – material impermeável. e vistoriar a estrutura física e funcional. inclusive referente ao controle de vetores e do Corpo de Bombeiros). Quanto à piscina: Consiste em observar a documentação (licenças. Casa de Espetáculos e Congêneres Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações (bilheteria. verificar sistema de abastecimento e qualidade da água e destino final dos resíduos. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Quanto aos Identificar o número a qualificação e o programa de treinamento oferecido. observando: o número de ambientes – recepção/sala de estar. de pessoal. esgoto e coleta/destino dos resíduos sólidos. bar. Cinema. Motel e Congêneres Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações (apartamentos. Teatro. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). plantas física e hidro-sanitária. com capacitação em Ações profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. saunas. abastecimento de água. Material necessário: 67 . salas de saunas. higienização do reservatório. equipamentos e rouparia (quando forem oferecidos toalhas. clorímetro. esgotamento sanitário. se houver. lavável e de cor clara. procedimentos de limpeza e desinfecção de piscinas. lavatório provido de sabão líquido. cozinha. sanitários. documentação (de identificação. tipo de calor/vaporização adotado. copa. documentação (de identificação. tipo de revestimento do teto. iluminação. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) + turbidímetro. sanitários). abastecimento de água (procedência. roupões). piso. laudos Quanto à Sauna: médicos das pessoas escritas ou matriculadas) e localização. peagâmetro e frascos (estéreis e Material necessário: não estéreis). disponibilidade de água potável para os funcionários e usuários). disponibilidade e aplicação de normas e rotinas para limpeza e desinfecção e superfícies. materiais e produtos utilizados. rouparia e outros serviços eventualmente fornecidos). manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos. condições de aeração. licenças). sob a conveniência dos aspectos físico-higiênico-sanitário e ambiental. licenças. ventilação e internação. Identificar e avaliar as saídas de emergência. condições de higiene e organização das áreas. lavanderia. coleta e destino final dos resíduos sólidos. lixeira e papel toalha. recepção.

lixeiras. sua localização e o responsável pela coleta. lixeiras. local para limpeza e desinfecção de equipamentos e utensílios. identificação do responsável pela administração geral e pelos serviços de limpeza. chuveiros. verificar existência de rede de esgotamento sanitário. queimado e descartado este material. verificar existência de equipamentos de proteção individual (EPIs) para o pessoal da limpeza. Material necessário: Cemitério/Necrotério/Crematório/Capela Mortuária (velório) Consiste em: Vistoriar os aspectos construtivos – existência de muros. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. existência de bebedouros públicos. o tipo de construção do depósito de lixo (revestimento das paredes e pisos. sanitários). existência de bebedouros públicos. ralos.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Estação Rodoviária e Ferroviária Consiste em: Vistoriar as condições de higiene e limpeza do complexo. ponto de água para higienização e dispositivos que impeçam a ocorrência de catadores. periodicidade de desinfecção dos bebedouros e a troca dos seus filtros. macacões etc. sanitários. verificar qual a origem da água utilizada pelo público e funcionários. verificar existência de equipamentos de proteção individual (EPIs) para o pessoal da limpeza. existência de sala de descanso e espera e de vigília. identificação do responsável pela administração geral e pelos serviços de limpeza. verificar qual a origem da água utilizada pelo público e funcionários. qual a orientação fornecida com relação aos vasos ou recipientes que acumulam água de chuvas. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). depósito de ferramentas. verificar os aspectos operacionais – existência de vestiários com armários e chuveiros para utilização dos funcionários. chuveiros. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. existência de instalações sanitárias e bebedouros. rede coletora de esgoto e coleta regular de resíduos sólidos. verificar o documento de aprovação da prefeitura. depósito externo de lixo. animais e proliferação de vetores). existência de refeitório e de local próprio para a guarda do material utilizado na limpeza. estudo do nível do lençol freático e 68 . máscaras. animais e proliferação de vetores). com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Material necessário: Estação Rodoviária e Ferroviária Consiste em: Vistoriar as condições de higiene e limpeza do complexo. periodicidade de desinfecção das caixas d`água e como é realizada. dos sanitários e do depósito externo. existência da rede pública de água. botas. existência de reservatório de água e periodicidade da realização de limpeza técnica. dos sanitários e do depósito externo. ralos. sanitários). sua localização e o responsável pela coleta. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. periodicidade de desinfecção dos bebedouros e a troca dos seus filtros. sanitários. roupas e sapatos) e como é recolhido. o tipo de construção do depósito de lixo (revestimento das paredes e pisos. verificar existência de rede de esgotamento sanitário. existência de reservatório de água e periodicidade da realização de limpeza técnica. utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs: luvas. ponto de água para higienização e dispositivos que impeçam a ocorrência de catadores. depósito externo de lixo. estado de conservação e vedação dos túmulos. existência de refeitório e de local próprio para a guarda do material utilizado na limpeza. localização do vestiário dos funcionários (com armários. localização do vestiário dos funcionários (com armários.). destino dado aos restos da exumação (caixões.

áreas de passivo ambiental e áreas de contaminação natural. que possam ocasionar a contaminação do solo e exposição humana.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Cemitério/Necrotério/Crematório/Capela Mortuária (velório) análise do tipo de solo. depósitos de agrotóxicos. áreas de mineração. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Referência legal: Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. Referência legal: Kit inspeção (vide páginas 4 e 5) +GPS (instrumento de localização e orientação das Material necessário: coordenadas geográficas e dos fusos horários). 69 . PAP/VS – Ambiental. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. áreas industriais. necessário: Identificação de Áreas com Populações Expostas ou Sob Risco e Exposição a Solo Contaminado Consiste em: Avaliar áreas de disposição final de resíduos industriais.

vínculo (direto ou tercerizado). Resolução CONAMA nº 348 de agosto de 2004.523 de 1998. acidentes do trabalho em crianças e adolescentes. com capacitação específica na Perfil profissional: área de Saúde do Trabalhador. jornada e turno de trabalho). incidência de acidentes e outros agravos relacionados à ocupação e a assistência e aos encaminhamentos adotados. documentação (inclusive dos comprovantes de controle periódico de saúde dos trabalhadores e das notificações de acidentes – CATs). Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). bem como. Comércio e Similares Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênico-sanitárias das instalações. ocupação. bem como da destinação dos dejetos.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária SAÚDE DO TRABALHADOR Inspeção Sanitária em Fábricas. faixas etárias. incluindo agrotóxicos. refeitórios. C/C Art. acidentes com exposição e material biológico. Lei Federal nº 3. materiais e produtos utilizados (procedência. lote. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. constituirá o Banco de Dados Estadual. jornada e turno de trabalho). incidência de acidentes e outros agravos relacionados ao trabalho. uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). somente como consulta técnica. processo produtivo. documentação (em acordo com a legislação estadual e municipal). definidos por Portaria Ministerial. equipe de trabalho (número.080 de 1990. Lei Federal nº Referência legal: 8. a assistência e os encaminhamentos adotados.080 de 1990. Lei Federal nº Referência legal: 8. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. Utilização das Normas Regulamentadoras – NR`s do Ministério do Trabalho e Emprego. São eles: acidentes de trabalho fatal. Inclui ainda a avaliação da equipe de trabalho (número. 7º inciso XXII da CF/88. A captação dos casos de acidentes e doenças relacionados ao trabalho mencionados. faixas etárias.523 de 1998. somente como consulta técnica. transtornos mentais relacionados ao trabalho e câncer relacionado ao trabalho. decorrentes do processo de trabalho. C/C Art. a ocorrência dos 11 (onze) agravos. condições de conservação). Referência legal: Acesso on line ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). lesões por esforços repetitivos (LER). Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. intoxicações exógenas (por substâncias químicas. materiais e produtos utilizados. necessário: Monitoramento dos Agravos Relacionados à Saúde do Trabalhador Consiste em: Acompanhar através do Sistema de Informação dos Agravos de Notificação – SINAN. 7º inciso XXII da CF/88. acidentes de trabalho com mutilações. do abastecimento e qualidade da água disponibilizada aos operários e dos locais utilizados como sanitários. Utilização das Normas Regulamentadoras – NRs do Ministério do Trabalho e Emprego. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. equipamentos. pneumoconioses. equipamentos. Material necessário: Inspeção Sanitária na Área da Construção Civil Consiste em: Vistoriar as condições físicas e higiênicas das instalações. perda auditiva induzida por ruído (PAIR). Material Kit inspeção (vide páginas 4 e 5). Resolução CONAMA nº 348 de agosto de 2004. validade. ocupação. monitorização biológica e ambiental dos riscos. equipamentos de proteção individual (EPIs). Material necessário: 70 . vínculo (direto ou tercerizado). com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. dermatoses ocupacionais. Lei Federal nº 3. Indústrias. especialmente dos alojamentos. Portaria nº 777/GM de 28 de abril de 2004. distúrbio osteomusculares relacionadas ao trabalho (DORT). gases tóxicos e metais pesados).

Entende-se por Acidente de Trabalho Fatal – aquele que leva o óbito imediatamente após sua ocorrência ou que venha a ocorrer posteriormente. preocupante. Equipe composta por profissionais de nível médio ou superior. através do Comitê de Avaliação de Acidentes Graves e Fatais. notificados pela rede assistencial municipal e estadual. Entende-se por Acidente de Trabalho Grave – aquele que acarreta mutilação. Referência legal: Impressos de comunicação e investigação dos casos graves e fatais relacionados à Saúde do Material necessário: Trabalhador. Portaria nº 777/GM de 28 de abril de 2004. a qualquer momento. O CEREST estadual poderá delegar a atividade de investigação aos CERESTs regionais.Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária Investigação de Acidentes Graves e Fatais Relacionados à Saúde do Trabalhador Consiste em: Investigar a ocorrência de acidentes graves e fatais decorrentes das atividades laborais. que pode ter conseqüências nefastas ou fatais. física ou funcional. em ambiente hospitalar ou não. 71 . ao Centro de Referência Estadual de Saúde do Trabalhador – CEREST. desde que a causa básica. intermediária ou imediata da morte seja decorrente do acidente. com capacitação em Ações Perfil profissional: Básicas de VISA e/ou capacitações específicas na área. e o que leva à lesão cuja natureza implique em comprometimento extremamente sério.

Rego Benvenuto Juliano Gazzi Edna Maria Covem Eliseu Diniz Fábio José da Silva Ita de Cássia Aguiar Cunha Izolda Leite Fonseca Lenice G. da Penha Marcelo Battesini Maria Aida Meda Marismary Horsth de Seta Raquel Ribeiro Bittencourt Suzana Costalunga Ullanes Passos Rios 72 .Protocolo das Ações de Vigilância Sanitária DETALHAMENTO DAS AÇÕES DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA LAY-OUT DE APRESENTAÇÃO: José Lúcio dos Santos Costa (NADAV/ANVISA) GRUPO DE TRABALHO Andréia Helena A. da Costa Reis Luciana Braga Balsamão Mara Machado G. Ferraro Anna Maria B. Corradi Mara Patrícia F.