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N-1965

REV. A

MAI / 99

MOVIMENTAÇÃO DE CARGA COM GUINDASTE
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Esta Norma é a Revalidação da revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos itens da mesma.

CONTEC
Comissão de Normas Técnicas

Requisito Mandatório: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não seguí-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnicogerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada (não-mandatória): Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. Cópias dos registros das "não-conformidades" com esta Norma, que possam contribuir para o aprimoramento da mesma, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.”

SC – 23
Inspeção de Sistemas e Equipamentos em Operação

Apresentação
As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho – GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelos Representantes Locais (representantes das Unidades Industriais, Empreendimentos de Engenharia, Divisões Técnicas e Subsidiárias), são aprovadas pelas Subcomissões Autoras – SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando os Órgãos da Companhia e as Subsidiárias) e aprovadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Superintendências dos Órgãos da Companhia e das suas Subsidiárias, usuários das normas). Uma norma técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 (cinco) anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As normas técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N -1. Para informações completas sobre as normas técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. PROPRIEDADE DA PETROBRAS

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Inspeção em Serviço de Cabos de Aço.N-1965 PREFÁCIO REV. situado entre a carga e o cabo de elevação.Montagem de Vaso de Pressão.24.Ensaio Não-Destrutivo . . cintas e ganchos. A MAI / 99 Esta Norma PETROBRAS N-1965 REV. . A MAI/99 é a Revalidação da Norma PETROBRAS N-1965 REV.3 Esta Norma contém somente Requisitos Mandatórios. . .Líquido Penetrante. olhais de suspensão.1 a 3. balanças.2 Esta Norma se aplica a serviços de movimentação de carga com guindaste. . a partir da data de sua edição.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para a execução dos serviços de movimentação de carga em terra. PETROBRAS N-133 PETROBRAS N-269 PETROBRAS N-1590 PETROBRAS N-1596 PETROBRAS N-1597 PETROBRAS N-1644 PETROBRAS N-2161 ABNT NB 27 ANSI B30.Qualificação de Pessoal.Ensaio Não-Destrutivo . 3 .Crane.2 Cabo de Carga (“Hoist Rope”) Cabo principal de levantamento. grampos. 1.Prova de Carga Direta sobre Terreno de Fundação. Ø JUN/84. manilhas. . . estropos. 1 OBJETIVO 1. com utilização de guindastes móveis.Construção de Fundações e Estruturas de Concreto Armado. . 3. tais como: moitões.1 Acessórios de Movimentação Qualquer dispositivo utilizado na movimentação de carga. 3.Soldagem. destorcedores.Visual. . não tendo sido alterado o seu conteúdo. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma. Locomotive and Truck Cranes.Ensaio Não-Destrutivo . 1.5 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.

estaiamento do jibe). 3.4 Cabo do Jibe (“Whip Line” ou “Auxiliary Hoist Line”) Cabo auxiliar de levantamento.“Jib Stay Line”) Cabo auxiliar que mantém constante a distância entre os pontos de amarração dos 2 componentes unidos por este cabo (tirante. 3.3 Cabo Estacionário (“Pendant Line” .11 Moitão (“Block”) Polia ou polias formando um conjunto único móvel que serve para acoplar o cabo de carga a(s) lingada(s). 3.7 Capacidade da Máquina (“Rated Load”) Capacidade indicada na tabela de carga do fabricante para uma determinada configuração.8 Carga (“Load”) Todo e qualquer corpo.N-1965 REV. 4 . comprimento de lança e raio de carga definidos ou exigidos pela norma de fabricação da máquina.5 Cabo da Lança (“Boom Hoist Wire Rope”) Cabo de levantamento da lança. 3. A MAI / 99 3.6 Capacidade Nominal da Máquina Capacidade máxima indicada pelo fabricante para uma determinada configuração. isto é. 3. 3. comprimento da lança e raio de carga definidos. 3. 3.9 Jibe (“Jib”) Extensão fixada à ponta da lança com a finalidade de aumentar o raio de carga da máquina.10 Lingada (“Sling”) Conjunto de estropo(s) com manilha(s) utilizado para amarrar a carga ao gancho. objeto de movimentação. isto é.

suspenso pelo cabo de carga. 3. balanças.13 Moitão Secundário (“Load Block-Upper”) Conjunto formado por moitão. 3. 3. construção ou unidade industrial que interfira com a movimentação de carga. 5 .14 Obstáculo Qualquer acidente topográfico. manilha ou gancho. A MAI / 99 3. este com ou sem destorcedor (“Swivel”). manilhas) suspenso na ponta da lança de uma máquina durante uma operação de movimentação de carga.12 Moitão Principal (“Load Block-Lower” ou “Hock Block”) Conjunto formado por moitão.18 Peso de Movimentação Peso total ou parcial máximo da carga acrescido do peso de todos os acessórios de levantamento (moitões. integrante do procedimento de movimentação de carga da executante.19 Plano de Movimentação de Carga Um dos documentos. este com ou sem destorcedor (“Swivel”). fixado na ponta da lança. 3. 3. manilha ou gancho. 3.16 Pé da Lança (“Inner” ou “Lowar Boom”) Parte da lança fixada à superestrutura da máquina. 3. 3.15 Patola (“Outrigger”) Braços extensíveis ou fixos montados na máquina para aumentar a sua estabilidade e capacidade. instalações elétricas e subterrâneas. constituído de desenho(s). com vistas de planta e elevação. em escala.N-1965 REV.17 Peso da Carga Aquele obtido através de pesagem da carga ou do desenho certificado de fabricação da carga.20 Procedimento de Movimentação de Carga da Executante Documento emitido pela firma executante que define os parâmetros e as condições de execução dos serviços de movimentação de carga.

com vistas de planta e elevação.1. especificações e capacidades de todos os materiais e acessórios de movimentação a serem utilizados na operação. quando aplicáveis. caminhão. indicando inclusive a necessidade ou não do uso dos pranchões (matis). 3. c) detalhes de fixação e/ou estaiamento do equipamento de movimentação de carga.1 Plano de movimentação de carga contendo. desenhos.1 Procedimento de Movimentação de Carga 4.24 Superestrutura Estrutura com parte rotativa onde são montados os mecanismos de acionamento da máquina e/ou cabine de operação. 3.21 Quadrantes REV. construções e eventuais obstáculos (atenção especial a redes elétricas e instalações subterrâneas). b) dimensões e elevações das extremidades do equipamento de movimentação de carga (contrapeso.1. d) lista indicando quantidades.1. 4.1. mastro e patolas/esteiras). lança. 6 .23 Sobre-Cabine Quadrante que abrange a região compreendida entre as patolas dianteiras. 4 DOCUMENTAÇÃO 4. e) indicação dos pontos de amarração da carga.N-1965 3. escala.2 e deve conter os seguintes itens mínimos. no mínimo. com as recomendações do fabricante dos equipamentos e com o item 4. as seguintes informações: a) coordenadas e elevação da base do equipamento. f) indicação do tipo de preparação do terreno na área de operação. 3. g) seqüência de liberação do(s) equipamento(s) de movimentação de carga em função da seqüência de montagem.1 O procedimento de movimentação de carga deve ser elaborado em conformidade com os documentos de projeto. A MAI / 99 Regiões definidas pelas retas que passam pelo centro de giro e da máquina pelos centros de apoio das sapatas das patolas estendidas.22 Raio de carga Distância entre o centro de giro da máquina e a vertical que passa pela ponta da lança e o centro de massa da carga suspensa. com.

modelo e capacidade nominal do equipamento de movimentação de carga.acessórios de movimentação x lança.1.1.1. .1. olhais).tipo de contrapeso.7 Relatório de prova de carga direta sobre terreno de fundação (ABNT NB 27) nas áreas de operação de movimentação de carga.1.1. 4.tabela de carga utilizada.4 Memória de cálculo da verificação estrutural da peça a ser levantada em relação ao ponto de amarração.6 Memória de cálculo de verificação de resistência estrutural de juntas soldadas no acoplamento. . .1.acessórios de movimentação x obstáculos. . m) dimensões e posições da carga em cada fase de operação.2 Memória de cálculo de acessórios de levantamento (balanças.1.N-1965 REV. . .1.1.tipo e composição da lança.1. 4.8 Memorial descritivo abordando todas as fases de movimentação de carga. A MAI / 99 h) posições iniciais e finais em coordenadas dos centros de giro e dos pés das lanças dos equipamentos de movimentação de carga. 4. p) tabela indicando para cada fase de movimentação e para cada equipamento de movimentação de carga envolvido. j) indicação do acesso e deslocamentos dos equipamentos de movimentação de carga na área de operação.5 Memória de cálculo das pressões atuantes pelo equipamento de movimentação de carga sobre o terreno. l) vista(s) indicando a(s) seguinte(s) folga(s) mínima (s): . .cabo de carga x obstáculos. 4. .tipo e composição do jibe. i) indicação em metros dos raios de carga dos equipamentos de movimentação de carga envolvidos. n) peso da carga. .1. os seguintes dados: . 7 . .3 Memória de cálculo de peso de levantamento e do centro de gravidade da carga.raios de trabalho e correspondentes capacidades. o) peso de movimentação. 4. 4.lança(s) x obstáculo(s). envolvidos nas fases de movimentação. . k) indicar a folga mínima do moitão com as polias da ponta da lança.1.lança x carga. 4.tipo e composição do mastro.fatores de segurança utilizados nos cálculos de dimensionamento dos acessórios de movimentação.1.

4. d) em nenhum instante da movimentação. as seguintes informações.N-1965 REV. 4. ainda.9 Certificado do teste de todos os acessórios de movimentação. a capacidade da máquina deve ser superada pelo peso de movimentação. desgastes.1. fios rompidos. indicação do horímetro. amassamento. quando aplicáveis (ver modelo no ANEXO A): a) b) c) d) e) f) identificação. corrosão. em qualquer fase do levantamento da carga. A MAI / 99 4. relação de acessórios. contrapeso. c) sistema de locomoção sobre esteiras quanto a funcionamento. amassamentos e trincas quando forem detectados empeno e/ou amassamento. soltura de pernas e dobramento. trincas. d) mesa de giro. desgaste. empeno. 4. conversor de torque e transmissão) quanto a funcionamento. acessórios de movimentação e obstáculos devem ser de. gaiola de passarinho. amassamentos e regulagens. trincas e regulagens.2 O procedimento de movimentação de carga da executante deve atender. acessórios de movimentação de lança.3 Ficha de Inspeção para Liberação de Equipamentos de Movimentação de Carga A ficha deve conter informações sobre as inspeções a serem realizadas contendo os seguintes itens: a) cabine do equipamento de movimentação quanto a funcionamento. vazamentos. e) lança. data de liberação. b) moitão não deve forçar as polias da ponta da lança. e) equipamento de movimentação de carga deve operar dentro dos quadrantes permitidos pelo fabricante. 8 . f) cabos de aço quanto a desgaste. trincas. b) conjunto moto-propulsor (motor. aos seguintes requisitos adicionais: a) as folgas entre lança e carga.1. no mínimo. 500 mm. redução de diâmetro do cabo. mastro e jibe quanto a desgaste. c) deve ser prevista proteção para pontos onde os cabos entram em contato com a carga. quanto a funcionamento. f) as lingadas não devem introduzir componentes de força inadmissíveis na carga.1. cabo de carga e obstáculos. características. empeno e regulagens.2 Ficha de Identificação de Equipamentos de Movimentação de Carga A ficha deve conter. g) as capacidades dos acessórios de movimentação a serem utilizados devem ser compatíveis com as cargas aos quais estão sujeitos. no mínimo. empenos e amassamentos. lança e obstáculos.

com o equipamento de movimentação posicionado em terreno firme. mastro. 9 . no mínimo.5 Certificado de Teste de Capacidade da Máquina Deve conter.1. h) sistema pneumático quanto a funcionamento.1 O recebimento do equipamento de movimentação de carga deve ser feito de acordo com o item 9. 5.1. c) cargas utilizadas. de acordo com as recomendações do fabricante e. A MAI / 99 g) sistema elétrico quanto a funcionamento de buzina. trincas e empenos. quando aplicável). k) direção hidráulica quanto a funcionamento e vazamentos. as patolas do equipamento de movimentação devem estar estendidas e apoiadas.4 Relatório de Inspeção e Teste de Liberação Os relatórios de inspeção e teste para as inspeções de liberação do equipamento e dos acessórios de movimentação e dos serviços de movimentação de carga devem ter o seguinte conteúdo mínimo: a) itens inspecionados (tipo.N-1965 REV.3 A operação de movimentação de carga deve ser executada o mais próximo possível do solo.2 As operações de movimentação de carga devem ser executadas de acordo com o plano de movimentação de carga da executante (ver item 4. faróis. vazamentos internos e externos e amassamentos.4 O número de voltas de cabo deve ser compatível com a capacidade do equipamento e estar de acordo com a tabela de carga do fabricante ou documentos de projetos. vazamentos.1. 4. extensão e resultado da inspeção). b) raio de carga.1). i) sistema hidráulico quanto a funcionamento. vazamentos internos e externos. desgastes e regulagens. 4. quando aplicável. d) resultados obtidos. 5. b) testes operacionais executados. lanternas. uniforme e com os seus dois eixos principais nivelados. patolas. j) transmissão do cavalo (caminhão) quanto a funcionamento. desgastes. 5. as seguintes informações: a) configuração geométrica da lança (comprimento da lança. l) extintor de incêndio (data de validade do carregamento). 5 MOVIMENTAÇÃO DE CARGA 5.

4 Os trabalhos de movimentação de carga não devem ser executados em dias de chuva.2 4.1 A área deve ser isolada às pessoas estranhas aos serviços de movimentação. 6. 5.7 3.5 O operador do equipamento de movimentação de carga não deve se afastar da cabine de comando durante a operação de movimentação. ventos fortes ou condições adversas de iluminação.3 A lança.2.6 de 6. A MAI / 99 5.4 e 9. 6. 6 SEGURANÇA OPERACIONAL 6.5 Não é permitida a movimentação simultânea da carga através da lança e do jibe.6 Durante a execução dos serviços a lança não deve estar apoiada em nenhum ponto. 10 . devem observar a TABELA 1.DISTÂNCIA MÍNIMA EM RELAÇÃO AOS CABOS DE ALTA TENSÃO Voltagem (kV) até 6. 5.2 6. contrapeso.3. 6.6 Nos casos de movimentação de carga utilizando guindaste montado sobre caminhão não devem ser executadas movimentações no quadrante sobre-cabine.7 O içamento da carga deve ser feito com a mesa de giro destravada.2 Os cabos de aço a serem utilizados nos serviços de movimentação de carga devem estar de acordo com os itens 8.7 As operações de movimentação de carga devem ser inspecionadas de acordo com o item 9.0 3.N-1965 REV. cabos ou qualquer componente da máquina de movimentação de carga.5 2. mastro. 6. TABELA 1 .3.6 5.6 a 11 de 11 a 50 de 50 a 66 de 66 a 100 de 100 a 138 Distância (m) 2. 6.

chapas. estropos e manilhas.N-1965 REV.2 Para operações não cobertas pelos sinais do ANEXO B. só pode ser feito com utilização de “gaiolas” com guarda-corpos. a menos que seja utilizado sistema de comunicação sonora (telefone. Estas devem ser previamente acordadas entre operadores. 8.1 Devem ser utilizados na fabricação de olhais. 8 FABRICAÇÃO DE ACESSÓRIOS DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA 8. materiais que tenham certificado.12 O içamento de pessoas.11 Durante a execução dos serviços. a carga não deve passar por cima de pessoas. 7. por máquinas de movimentação de carga.10 Para o caso de máquinas operando em locais propícios à queda de descargas atmosféricas ou em estações de chuva deve ser feito aterramento conectando-se o cabo de Ø 1/2” entre o pé da lança e a malha terra ou barra de aterramento. 8.3 Os furos em olhais devem ser usinados para garantir o contato contínuo dos olhais com os pinos das manilhas ou chapas de ligação. devem ser previstas adições aos sinais padronizados. 6. chapas de ligação (“link-plates”. 6. 11 . 6.2 Os olhais devem ser fabricados de modo que a direção da resultante dos esforços que atuam sobre o olhal seja coincidente com a direção de laminação de chapa principal do olhal. 6.5 e conforme FIGURA B-1 do ANEXO B. 7 SINALIZAÇÃO 7.8 Não devem existir ferramentas ou peças soltas sobre e/ou dentro da carga a ser movimentada. “tri-plates”). rádio ou equivalente). A MAI / 99 6. 7.3 Apenas uma pessoa deve sinalizar ao operador do guindaste.9 A tabela de carga deve estar à disposição na cabine do operador.1 Durante a execução dos serviços devem ser utilizados sinais padronizados pela ANSI B30. balanças. sinaleiro e responsável pela execução dos serviços.

5. 12 . mecanismos de abaixamento e levantamento de carga. devem ser inspecionados de acordo com o item 9. 9.N-1965 REV. 8. mecanismos de abaixamento e levantamento da lança. mecanismos de giro. controles.1 Os cabos de aço devem ser inspecionados conforme critérios estabelecidos na norma PETROBRAS N-2161. 8.5 Na soldagem dos acessórios de movimentação devem ser utilizados procedimentos de soldagem qualificados e a soldagem deve ser de acordo com a norma PETROBRAS N-133.4. 8. 8.2 As manilhas e “clips”. 9.1 Os soldadores e operadores de soldagem devem estar qualificados de acordo com a norma PETROBRAS N-133. 9 INSPEÇÃO 9. dispositivos de segurança. o torque das porcas e a quantidade de grampos (“clips”) a serem utilizados devem estar de acordo com os catálogos dos fabricantes dos grampos e na falta desses os valores apresentados na TABELA C-1 do ANEXO C. embreagens.1 O equipamento de movimentação de carga deve ser submetido a uma inspeção de liberação para o trabalho conforme as recomendações contidas nos manuais do fabricante. mecanismos de deslocamento. conforme recomendação do fabricante.5.1.1. para os seguintes itens: a) b) c) d) e) f) g) h) i) freios.1.1. no recebimento.1. A MAI / 99 8.3.1 Inspeção para Liberação 9. 9. teste de capacidade.4 No dimensionando dos acessórios de movimentação devem ser considerados os valores de eficiência de ligação dos terminais fornecidos pelo fabricante do acessório.6 Na fabricação dos estropos.1.2.2 As soldas devem ser inspecionadas de acordo com o item 9.2 Devem ser executados testes operacionais no equipamento.

1 Antes de cada jornada de trabalho ou quando for realizada uma movimentação de carga de alta responsabilidade. instrumento de painel de comando. o correto nivelamento da máquina.1.3. óleo lubrificante. Nota: No caso de reutilização dos acessórios. estes devem ser reinspecionados através dos ensaios não-destrutivos de acordo com o item 9.2 O certificado de teste de capacidade deve estar de acordo com o item 4. nível de água das baterias. 9.5. b) 100 % de ensaio por líquido penetrante. A MAI / 99 9.2.4 da norma PETROBRAS N-269.3 Os cabos de aço utilizados nos serviços de movimentação devem ser inspecionados conforme prescrições constante na norma PETROBRAS N-2161. antes do início da movimentação. as soldas de fixação dos olhais à carga devem ser inspecionados por ensaios não-destrutivos na seguinte extensão mínima: a) 100 % de ensaio visual.3 Os relatórios de inspeção e testes devem estar de acordo com o item 4. a correta amarração da carga. 9.1.2. 9. “tri-plates”). 9. 9.4.2.2 Os inspetores e operadores de ensaios não-destrutivos devem estar qualificados de acordo com a norma PETROBRAS N-1590. de acordo com a norma PETROBRAS N-1597.2 Fabricação de Acessórios de Movimentação na Obra 9.3 e 7.1. de acordo com a norma PETROBRAS N-1596.1 No teste de capacidade devem ser verificados 2 pontos da tabela de carga: um na região limitada pela estabilidade e outro na região limitada pela resistência do material. 9.2 Quando a carga a ser movimentada for equipamento a ser instalado em base de concreto. deve ser verificada a máquina quanto a: a) b) c) d) e) f) o adequado funcionamento do freio e da embreagem.3.N-1965 REV.1 Para o caso de olhais. chapas.3. chapas de ligação (“link-plates”. fluído refrigerante. 9.3 Serviços de Movimentação de Carga 9.2.1. deve ser verificado se a base do equipamento está de acordo com os Capítulos 13 e 15 da norma PETROBRAS N-1644 e itens 7. 13 . níveis de óleo combustível.2.

deve ser verificado se as soldas estão executadas na extensão necessária a resistirem às cargas atuantes.8 O serviço de movimentação de carga deve ser iniciado após o recebimento do termo de liberação da base.3.3.3. 9. mastro.3. contrapeso. A MAI / 99 9. devem ser previstas marcações no conjunto para permitir o acompanhamento topográfico dos serviços de movimentação. conjuntos de estruturas metálicas) está dentro das tolerâncias dimensionais especificadas. 9. quando o acoplamento do conjunto for através de soldas de fixação. _____________ /ANEXO A 14 .3.N-1965 REV.3. de acordo com o estabelecido no item 6. 9. cabos ou qualquer componente do equipamento de movimentação de carga está posicionado em relação aos cabos de alta tensão.4 As manilhas e grampos (“clips”) devem ser inspecionados quanto ao desgaste conforme estabelecido na norma PETROBRAS N-2161.7 Para conjuntos de estruturas metálicas. quando aplicável. Nota: Quando a carga a ser movimentada for conjuntos de estruturas metálicas. 9.6 Antes da liberação do equipamento de movimentação deve ser feito um exame dimensional ou topográfico para garantir que a carga já posicionada (equipamentos.5 Deve ser verificado se a lança. antes da liberação do equipamento de movimentação.

4 -Guincho: auxiliar A-2.2.1 .5 .2.6 -Relação de acessórios Item Descrição Número da Peça Quantidade ´ 20´ Ponta 30´ 1 ! frontal guindaste ! 2 ´ Seleções intermediárias (quantidade de peças) A-3 DATA DE RECEBIMENTO ____/____/____ Visto _____________ /ANEXO B 15 .3 -Contrapeso (em kg): A-2.Composição da lança.Tipo da lança Telescópica Treliçada Sobre caminhão ! Modelo: N.1) A-2.IDENTIFICAÇÃO Fabricante: Representante: Capacidade Nominal: A-2 . em pés: Pé ´ Ponta ´ Seleções intermediárias (quantidade de peças) 10´ 20´ 30´ 50´ A-2.2 .Horímetro: caminhão A-2.2.° de Série: (toneladas) ! ! Comprimento máximo Comprimento máximo m m (ver A–2.CARACTERÍSTICAS A-2.N-1965 ANEXO A REV.Composição do jibe.1.2.Auto propulsor ! Sobre pneus ! Sobre esteiras ! A-2. A MAI / 99 FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DE GUINDASTE A-1 . em pés: Pé 10´ A-2.

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mova a mão para direita e para a esquerda. (ex. A MAI / 99 ANEXO B . Trave Tudo Segure as mãos em frente ao corpo. FIGURA B-1 .: içar lentamente) Içar Com o antebraço na vertical. Use o Cabo de Carga Bata com punho na cabeça e use então os sinais convencionais. Movimento Lento Use uma das mãos para indicar qualquer sinal de movimento e coloque a outra mão parada na frente. movimente a mão em pequenos círculos horizontais.N-1965 REV. Arriar Com o braço estendido para baixo. indicador apontando a mão em pequenos círculos na horizontal.FIGURAS Pare Braço estendido palma para baixo. dedo indicador apontando para cima.SINAIS MANUAIS PARA CONTROLE DE OPERAÇÕES COM EQUIPAMENTO DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA (CONTINUA) 17 .

A MAI / 99 Use Cabo de Carga Auxiliar Bata no cotovelo com uma das mãos. enquanto for desejado o movimento da carga. polegar apontando para baixo. Suspender a Lança Arriar a Lança Braço estendido. flexione os dedos para dentro e para fora. dedos Braço estendido. enquanto for desejado o movimento da carga.SINAIS MANUAIS PARA CONTROLE DE OPERAÇÕES COM EQUIPAMENTO DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGA (CONTINUA) 18 . Suspender a Lança e Arriar e Carga Com o braço estendido e o polegar apontando para cima flexione os dedos para dentro e para fora. use então os sinais convencionais.N-1965 REV. FIGURA B-1 (CONTINUAÇÃO) . polegar apontando para baixo. polegar apontando cerrados. para cima. Giro Braço estendido apontando com o dedo na direção do giro da lança. dedos cerrados. Arriar a Lança e Suspender a Carga Com o braço estendido.

fazendo movimento de empurrar na direção do deslocamento. indicando o sentido do deslocamento (para frente ou para trás). fazendo movimento circular.N-1965 REV. Recolher a Lança (Lanças Telescópicas ) Ambos os punhos na frente do corpo com os polegares apontando para dentro. na frente do corpo. A MAI / 99 Deslocamento (Sobre Trilhos ou Carros) Braço estendido.SINAIS MANUAIS PARA CONTROLE OPERAÇÕES COM EQUIPAMENTO MOVIMENTAÇÃO DE CARGA _____________ /ANEXO C 19 . girando verticalmente. Desloque a esteira oposta no sentido indicado pelo movimento circular do outro punho. Deslocamento (Com Uma Esteira) Trave a esteira do lado indicado pelo punho erguido. DE DE FIGURA B-1 (CONCLUSÃO) . Estender a Lança (Lanças Telescópicas) Ambos os punhos na frente do corpo com os polegares apontando para fora. Deslocamento (Com Ambas Esteiras) Ambos os punhos na frente do corpo. um sobre o outro. mão aberta e um pouco levantada.

N-1965 REV. A MAI / 99 PÁGINA EM BRANCO 20 .

o comprimento do cabo deve ser aumentado proporcionalmente.m) 20 40 60 90 90 130 130 175 305 305 305 490 490 490 585 800 1020 1020 1020 1020 1630 Notas: 1) Se o número de “clips” a ser usado for maior que o constante da TABELA C-1.) 1/8 3/16 1/4 5/16 3/8 7/16 1/2 9/16 5/8 3/4 7/8 1 1 1/8 1 1/4 1 3/8 1 1/2 1 5/8 1 3/4 2 2 1/4 2 1/2 2 3/4 3 Quantidade Mínima de “Clips” 2 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 5 6 6 7 7 7 7 8 8 9 10 10 Comprimento de Cabo para a Laçada (mm) 85 (3 1/4”) 95 (3 3/4”) 120 (4 3/4”) 135 (5 1/4”) 165 (6 1/2”) 180 (7”) 295 305 305 460 485 660 865 940 1120 1220 1295 1345 1805 1855 2135 2540 2690 (11 1/2”) (12”) (12”) (18”) (19”) (26”) (34”) (37”) (44”) (48”) (51”) (53”) (71”) (73”) (84”) (100”) (106”) Torque das Porcas (N.N-1965 REV.TABELA TABELA C-1 . 2) Esses valores são para grampos com corpo em aço forjado e parafuso U em aço trefilado a frio e rosca rolada. _____________ 21 . A MAI / 99 ANEXO C .USO DE GRAMPOS NA FABRICAÇÃO DE ESTROPOS Tamanho do “Clips” (pol.