MATERIAIS CERÂMICOS Ib

Histórico A fabricação cerâmica data do período neolítico, onde o homem pré-histórico já fazia cestas de vime com barro. Verificou-se mais tarde que poderia usar somente o barro. Posteriormente constatou que o calor fazia endurecer o barro, surgindo a cerâmica. No ano de 4.000 a.C. os assírios já obtinham cerâmica vidrada. No século VII os chineses fabricavam a porcelana, e no século XVIII surgiu a louça branca, na Inglaterra. A partir daí surgiram tipos especiais de fornos, a possibilidade de cerâmica de dimensões exatas, a moldagem a seco, porcelanas de alta resistência, etc. CERÂMICA TRADICIONAL É um material obtido por moldagem, secagem e cozimento (ou queima) de argilas. Chama-se argila ao material formado de minerais, como silicatos hidratados de alumínio, ferro e magnésio, com certa porcentagem de álcalis e de alcalinos terrosos. Juntos a esses elementos encontramse a sílica, a alumina, a mica, o ferro, o cálcio, o magnésio, matéria orgânica, etc, as quais tem a propriedade de formarem com a água, uma pasta que pode ser moldada, secada e endurecida sob a ação do calor. Essas misturas são resultantes da desagregação do feldspato. As argilas são formadas por ações físicas e químicas, que degradam e decompõem as rochas. Encontram-se uma grande variedade de tipos de argilas devido ao transporte e sedimentação dos fragmentos das rochas:
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Caulinita: mais puras. Usadas para porcelana, refratários, cerâmica sanitária. Montmorilonita: pouco usada. Muito absorvente, misturadas às caolinitas para corrigir a plasticidade. Micáceas: tijolos.

Segundo seu emprego, as argilas são classificadas em infusíveis, refratárias e fusíveis. As fusíveis são praticamente caulim puro. O nome caulim é de origem chinesa (Kao-Liang: colina elevada). Após o cozimento tem cor branca translúcida. São infusíveis a temperaturas altas. São usadas para a fabricação de porcelana.

Fig. 1 – Microestrutura da caulinita.

As infusíveis são bastante puras, não deformam à temperatura de 1500ºC e tem baixo coeficiente de condutividade térmica. São usadas para revestimento de fornos. As fusíveis são a mais importantes. Deformam-se e vitrificam-se a temperaturas menores que 1200ºC. As figulinas, que tem cor cinza azulada são fusíveis e são ótimas para tijolos e telhas; os grês tem grande porcentagem de mica, cor cinza esverdeada e são empregados na fabricação de materiais sanitários comuns. As margas, argilas calcárias, são usadas na produção de cimento e barro; a argila ferruginosa, amarelo esverdeada, para tijolos e telhas. Segundo a composição, as argilas podem ser classificadas em gordas (puras) e magras (impuras), conforme a maior ou menor quantidade de colóides. É considerada uma argila coloidal a argila cujas partículas são inferiores a 0,005 mm, com alta plasticidade quando úmidas. São muito plásticas e deformam durante o cozimento. As magras são pobres em material argiloso e são mais porosas e frágeis.

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Bahia. A produção cerâmica. com forma e umidade muito adequada para uma boa prensagem. monoqueima e monoporosa. Os pisos avançam do uso residencial para o uso comercial. adquirindo a compactação desejada. coberto em uma face com vidrado que lhe dá o acabamento final. Biqueima: neste sistema. No início dos anos 70 é desenvolvido o forno de rolos monoestrato (sem material portante). Espírito Santo. Pernambuco. talco. praticamente sem beneficiamento. se restringiam às regiões ao redor das pias e paredes de chuveiros até uma altura de cerca de 1. tanques. Por suas propriedades. que sempre havia sido artesanal.PISOS E AZULEJOS Histórico Os materiais cerâmicos de revestimento têm longa história. destinada ao assentamento. aquela com que foram extraídas da jazida. Neste processo as matérias-primas moídas e homogeneizadas permitem uma melhor reação pela interação entre os materiais e um melhor controle do processo. Há centenas de anos são conhecidos os azulejos utilizados no revestimento de paredes. Surgem.Econômico: na via seca o processo é muito primário e simples permitindo uma diminuição enorme de energia. Via seca: as argilas e demais matérias-primas são preparadas para a conformação por prensagem com sua umidade natural.Investimento: na via seca praticamente não existe setor de massa. Neste equipamento a barbotina é pulverizada em forma de spray dentro de um grande ciclone (câmara) junto com ar quente. fornalhas e nem atomizadores. mas ganharam destaque industrial nas últimas décadas. inicialmente. é estampado e levado ao forno à temperatura 2 . É comum os pequenos fabricantes utilizarem o processo de via seca. O consumo de pisos cresce mais do que o de azulejos. . mas há fábricas também no Paraná. sobretudo exteriores. dá início à fabricação em série na indústria cerâmica. Ceará e Pará. os fornos túneis com carrinhos.Qualidade: a opção de via úmida é pela melhor qualidade. Minas Gerais. após foram ampliados até o teto. Os fabricantes optam por um tipo desses processos baseados nos critérios: . A outra face é a sua superfície de aderência. Os materiais são pesados em balanças para compor a mistura ideal da fórmula pré-estabelecida. Paraíba. bombas. utilizado para a produção de cerâmica do tipo monoqueima grés prensada. os materiais fornecem a plasticidade. filito. Não há moinhos. Os grãos são prensados no formato desejado. a coesão e a resistência necessárias ao produto final. A industrialização leva a cerâmica a setores onde nunca havia entrado: das louças de mesa da elite para a higiene das louças sanitárias. Rio de Janeiro. Sergipe. . São desenvolvidos os pisos para tráfego pesado. Via úmida: as argilas e demais matérias-primas são dosadas e com adição de água e são moídas. no início do século XX. Fábricas no Brasil A maior concentração de fábricas localiza-se nos Estados de São Paulo e de Santa Catarina. Esta mistura chama-se barbotina que é homogeneizada em grandes tanques e depois segue para um equipamento chamado atomizador ou spray-dryer. Devido às suas características de impermeabilização e higiene. isto é. . A linha esmaltadeira. Os processos de fabricação se classificam como: via seca e via úmida. Esses revestimentos. As principais matérias-primas que entram na composição do biscoito são: calcário. argila. Rio Grande do Sul. os azulejos passaram a ser intensamente utilizados em banheiros e cozinhas. chamada de tadoz. Processos de queima Processos de queima do revestimento cerâmico: biqueima. caulim. os primeiros fornos contínuos. . adapta-se aos conceitos de fabricação em série da Revolução Industrial. com uma linha contínua de fabricação não artesanal que vai desde a matéria-prima até o produto acabado. o "biscoito" passa pela prensa. resultando no “biscoito” cru. . Processo de Fabricação O revestimento cerâmico é um produto constituído de um “biscoito” poroso. mão-de-obra e consequenteme custo. O beneficiamento destes materiais envolve somente misturas e desagregações para em seguida serem prensados. A medida que a umidade é extraída a barbotina agrega-se em pequenos grãos. Goiás. Os pisos cerâmicos são conhecidos desde os romanos. Alagoas. que a rigor é um grande e sofisticado secador. feldspato e quartzo.5 m. nos anos 50. manutenção.

Os mais comuns são o quadrado e o retangular liso. de cor vermelha. Existem diversas formas. Apresenta-se. 2 – Azulejos. Permite uma superfície brilhante. Utiliza-se uma massa porosa e de menor resistência. desenhos e cores. · Ladrilhos – são produzidas com cerâmica prensada a seco e devem ter. Monoporosa: técnica de produção de azulejo (revestimento cerâmico).0%). · Tijoleiras – são fabricadas com cerâmica comum. Geralmente é feita a esmaltação na face aparente semelhante às louças. Fig. As peças sofrem um encolhimento. em diversos tamanhos. As placas cerâmicas podem apresentar pequenas diferenças de tamanho. Tanto o “biscoito” como o vidrado são queimados em um único processo. As peças são decoradas e esmaltadas ainda cruas. Isto dificulta o defeito de gretagem e melhora a resistência da peça. Utiliza-se somente um forno. 3 . As "fritas" são responsáveis pelo aspecto esmaltado da peça. Materiais de Grês Cerâmico A nomenclatura grês significa produtos com baixa absorção de água. mas devem estar sempre dentro dos limites que prescreve a norma NBR 13818. sendo separadas quando apresentam grandes diferenças de bitolas. resinas e corantes. simplificando a planta da fábrica. Podem ser lisos ou canelados. geralmente.0 a 6. O cozimento é mais completo para poderem resistir ao desgaste pelo trânsito. Então é requeimado a 1000ºC ou 1500ºC sempre um pouco abaixo da primeira queima para não romper o "biscoito". ou de diversos pigmentos. e. Monoqueima: técnica de produção de piso (pavimento cerâmico). Utiliza-se apenas um forno. Produtos cerâmicos mais resistentes exigem queima a temperaturas mais altas. Apresentam espessuras de 5 a 7 mm. proporcionando melhor interação entre a superfície (vidro) e o “biscoito”. na qual queima-se o produto uma única vez.5 a 3. O esmalte é um produto meio pastoso. feito com vidro moído. por apresentarem textura quase compacta. Um dos produtos de grês cerâmico é o ladrilho de grês (ou litocerâmica). Os produtos grês são indicados para revestimento externo (absorção de água entre 0. As temperaturas de cozimento variam de 1250ºC a 1300ºC. · Ladrilho de grês – se apresentam com massa quase vitrificada. mais compactos que a cerâmica vermelha. rugosidades e saliência para aumentar a aderência. óxidos de argilas de cores diversas. . TIPOS DE CERÂMICA Tijoleiras e Ladrilhos São tijolos de pequenas espessuras usadas para pavimentação e revestimento. menos brancos que a faiança. Toda esta mistura é chamada de "fritas" pelos ceramistas. é resfriado.0 %) e pisos (de 3. A massa é prensada. na qual se queima o produto uma única vez. . tanto à quebra quanto à abrasão. O processo de produção fica mais racional e econômico. Em seguida passa pela linha de esmaltação para ser decorado ou serigrafado. É resultado de matéria-prima selecionada e temperatura de queima entre 1120ºC e 1200ºC. tornando o material compacto e impermeável. na face inferior. este resultado final também é chamado de vitrificação. Depois de selecionado. como para peitoris e pingadeiras. até alcançar um elevado grau de vitrificação. porém não proporciona brilho à peça. Há também peças para arremate. por serem feitas de vidro. Apresentam espessuras de 2 cm. se for o caso.de 1100ºC. esmaltada e monoqueimada em 850ºC ou 900 ºC .

com superfície normalmente vidrada. O Porcelanato é compacto. não é recomendado seu uso no revestimento de pisos.Fig. resistência ao gelo. e possui alta resistência mecânica (ideal para locais de altíssimo tráfego. Resultam em produtos duros. de pouca espessura. de maneira semelhante ao processo utilizado com pedras naturais. biseladas ou boleadas. 4 – Fornos para queima de porcelana. decorado.5 cm e. com acabamento porcelanizado. hospitais. em composições clássicas ou de vanguarda. altíssima resistência à abrasão. piscinas. O vidrado é feito com uma pintura. A palavra "azulejo" vem de um termo árabe. no máximo. As arestas podem ser de quinas retas. A moldagem é feita a seco. A queima acontece acima de 1250°C produzindo peças de baixíssima absorção de água. Como revestimento são os mais duráveis (a vida útil chega até 60 anos). São peças de pequenas dimensões (normalmente 2. onde levam corante. química (como ácidos e álcalis. plano ou texturizado. geralmente obtida com óxido de chumbo. Na face posterior (o tardoz) apresentam saliência para aumentar a fixação das argamassas de assentamento e rejuntamento. Pode-se encontrar azulejos lisos. homogêneo. · Azulejos – São placas de louça. e o cozimento se dá a 1250ºC. Deve-se escolher pessoal com mão de obra qualificada para um bom resultado. O tipo de material vidrado depende da temperatura em que será cozida. quadradas ou hexagonais. aeroportos. também chamada da faiança (caulim quase puro). Seu único inconveniente é a aplicação. Porcelanato As matérias-primas utilizadas são especiais: argilas e feldspato provenientes da Itália. Nesta hora. que significa "pedra cintilante". O vidrado é aplicado após um primeiro cozimento. É comum o azulejo de 15 x 15 cm e 10 x 10 cm. 5 x 5 cm). pastilhas e cerâmica sanitária). calda de argila e corante. revestindo paredes. areia fina. seguindo-se então o recozimento quando se transforma em vidro. de granulometria fina e uniforme. shopping centers. · Pastilhas (ou mosaicos) – São fabricadas pelos mesmos processos dos azulejos. os azulejos apresentam usualmente baixas resistências sob estes dois aspectos. O brilho do porcelanato provém do polimento posterior à queima. como escolas. pisos. cerca de 5 mm vidrados numa das faces. 3 – Pisos e revestimentos. Um dos tipos de louça usada na construção civil é a louça feldspática (os azulejos. Por serem destinados ao revestimento de paredes onde são muito pequenas as exigências mecânicas e abrasivas. Fig. Muito em moda na década de 50. Por isso.03%. denso e totalmente 4 .5 x 2. brilhantes ou texturizadas (antiderrapante) . indústrias e supermercados). em torno de 0. Elas vem em placas (colocadas em faixas de papel) e podem ser foscas. Os filetes e arremates tem o comprimento usual de 7 cm. as pastilhas retornaram nos anos 80 com força total. Para tanto são submetidas a duas ou três queimas. Materiais de Louça Branca Os artigos de louça são feitos com pó de argila branca.com exceção do ácido fluorídrico e seus derivados) a ácidos e álcalis (com exceção do ácido fluorídrico e seus derivados – somente os produtos na versão natural são considerados antiácido). economizar não é recomendável.

é um produto mais sofisticado. para absorver o excesso da umidade e fixar a pigmentação. queimada com temperatura entre 700ºC e 750ºC. São mais adequadas para áreas externas. 5 . num latão de alumínio. bastando multiplicar a largura pelo comprimento: 4 x 3 = 12 m2. A camada seguinte é a secante. Prensada. À água é adicionada a tintura. Quase 15 horas depois. E com uma caneca rústica de lata enche cada forma do molde com uma nata colorida. com acabamento em poliuretano. outra etapa de secagem. pode demorar até meia hora para ser feito. moldadas por extrusão.5 x 15. embora ele possa ser amarelo ou preto. Para revestir as paredes. Finalmente. dessa vez de oito dias. recebe bem os tratamentos modernos de impermeabilização.vitrificado. como o próprio nome explica. com pé direito de 3 m. Ladrilho Hidráulico São mais porosos que as cerâmicas. revestir pisos. Em pó. O artesão dispõe os recipientes com esses ingredientes separados sobre a tampa da mesa que apóia a prensa primitiva a manual. A forma é tapada e colocada sobre a prensa. A lajota pode ser queimada com uma camada de sal (processo igual feito antigamente com as manilhas). um último se destaca: a cerâmica artística. O nome "hidráulico" vem do próprio banho de imersão em água pura que cada peça recebe durante a confecção. recurso que lhe garantirá uma vitrificação superficial. chamada "secante". E esse banho de 20 minutos é responsável pela reação química que lhe dará maior resistência. Lajotas Revestimento cerâmico com um único tipo de argila. porém uma dose errada de força na alavanca mancha ou deforma o ladrilho. a argamassa. paredes e rodapés desse espaço vai requerer 68 m2 de cerâmica. embora algumas o exibam com justificado orgulho pela durabilidade. a indústria ceramista refere-se ao nosso conhecido "vermelhinho". Hoje o produto é pouco fabricado. com dimensões de 30 x 30 cm. E o método continua tão primitivo quanto a mais de um século. O artesão já deve ter deixado pronta uma outra mistura. Cada ladrilho. só no momento da produção. A mistura é feita a seco. a peça é desmoldada ainda com a consistência de um biscoito molhado e colocada para secar em uma prateleira. esmaltadas. feito sob encomenda em escala artesanal. até a consistência de nata. Assim. seus desenhos são feitos peça por peça e depois o "biscoito" é levado à monoqueima. Cerâmica artística Ainda no que diz respeito aos revestimentos cerâmicos. dependendo do desenho. Exemplo: supondo um ambiente de 3 x 4 m. Por último. Por estas características tem custo de 10 a 15 vezes superior aos revestimentos cerâmicos industrializados Cálculo de metragem O cálculo de metragem de cerâmica necessária é bastante simples. chamada glasuração. Personalizados. E aquela tradicional peça cerâmica. O terceiro elemento necessário é a argamassa. com 7. tão usada antigamente ou na forma de "caquinho" no revestimento de pisos. Unta com óleo de soja queimado a chapa que apóia o molde do desenho. seus ingredientes são pedra moída e cimento seco. Terracota Por este termo que significa "terra cozida". Já o piso requer cálculos ainda mais fáceis. ache o perímetro (3 + 4 + 3 + 4 = 14) e multiplique pela altura (14 x 3 = 42 m2). que.0 cm. cada peça é mergulhada num tanque com água pura. também feita de pó de pedra e cimento umedecido.

CLASSE DE RESISTÊNCIA DO REVESTIMENTO CERÂMICO Absorção de água Determina a porosidade da base cerâmica. aeroportos. porém é recomendado que a dureza MOHS seja sempre que possível maior ou igual a 4 ou 5. internas e externas com alto tráfego como exemplo shopping centers. enquanto as superfícies lisas possuem coeficiente de atrito menor. lojas.) Coeficiente de atrito É o parâmetro que caracteriza a resistência ao escorregamento. etc.4 recomendado para uso onde se requer resistência ao escorregamento Resistência ao risco (escala MOHS) Determina A resistência ao risco é medida pelo grau de dureza do esmalte através da escala MOHS. inclusive os porcelanatos. É o PEI que orienta onde o produto pode ser usado.4. exceto cozinhas. Quanto menor a quantidade de poros da base. escadas e entradas) PEI 3 média alta tráfego médio-alto de pessoas / objetos (todas as dependências residenciais. inclusive terraço) PEI 4 alta tráfego alto de pessoas / objetos (dependências residenciais de tráfego intenso. menos escorregadio é o piso.5 a 3% grés IIa de 3 a 6% semi-grés IIb de 6 a 10% semi-poroso III mais de 10% poroso Resistência à abrasão (índice PEI) É a resistência ao desgaste da superfície esmaltada. É medido no piso seco e molhado e o valor máximo é 1. CLASSE COEFICIENTE DE ATRITO E USO classe 1 inferior a 0. As superfícies ásperas tendem a possuir alto coeficiente de atrito. maior a resistência ao desgaste do esmalte. locais públicos com tráfego moderado e áreas internas de uso comercial como exemplo entrada de hotéis. O piso é considerado antiderrapante quando seu coeficiente de atrito molhado é maior que 0. etc. CLASSE DE ABRASÃO SUPERFICIAL (PEI) RESISTÊNCIA À ABRASÃO E USOS PEI 0 desnecessária uso exclusivo em paredes PEI 1 baixa tráfego baixo de pessoas / objetos (banheiros e dormitórios sem portas para o exterior) PEI 2 média baixa tráfego médio de pessoas / objetos (dependências residenciais.) PEI 5 altíssima tráfego altíssimo de pessoas / objetos (áreas públicas.5% porcelanato Ib de 0. causada pelo tráfego de pessoas e movimentação de objetos. Atenção! Não confunda PEI com qualidade da cerâmica pois este é apenas uma de suas características técnicas. que varia de 1 (equivalente ao talco) a 10 (equivalente ao diamante). 6 . show-room.4 satisfatório para instalações normais classe 2 igual ou superior a 0. menor é a absorção de água. Produtos com PEI alto. Os grupos de absorção de água são classificados como segue: GRUPOS DE ABSORÇÃO E TIPO DE PRODUTO Ia de 0 a 0. Quanto maior o PEI. Quanto maior o coeficiente de atrito. Este ensaio não faz parte das normas internacionais. Influi diretamente nas resistências mecânica e ao gelo. que representaria um piso totalmente áspero. mas com superfícies brilhantes são mais sujeitos à riscos.

portanto exigem maiores cuidados durante as fases da colocação / construção. ou seja. TIPO DE PRODUTO E NORMA DO MÓDULO DE RESISTÊNCIA À FLEXÃO (Nmm2) Porcelanato mínimo 35 Grés mínimo 30 Semi-Grés mínimo 22 Semi-Poroso mínimo 18 Poroso mínimo 15 Carga de ruptura É a carga máxima que suporta a placa cerâmica quando flexionada. onde estima-se a capacidade que todo o material apresenta de ceder sem romper. Determina a facilidade de limpeza da cerâmica e está relacionada com a ausência de porosidade na superfície.100 Semi-Grés mínimo 1. TIPO DE PRODUTO E NORMA DE CARGA DE RUPTURA (N) Porcelanato mínimo 1. Caminhos preferenciais podem ser protegidos por passadeiras / tapetes que além do aspecto decorativo tem uma razão funcional no caso de produtos de MOHS baixo (brilhantes). tanto maior sua limpabillidade. produtos com superfície mais rugosa possuem maior tendência à retenção de sujeira. Lembramos que a dureza MOHS da areia (quartzo) é igual a 7. o que quer dizer que a areia risca a maior parte dos pisos esmaltados. Resistência à manchas (limpabilidade) .300 Grés mínimo 1. devendo-se portanto proteger o piso após a aplicação. portanto. mesmo que possuam PEI 4 ou 5. Depende do material e da espessura da peça. apresentam maior dificuldade nas operações de limpeza. pisos que apresentam superfície brilhante são mais suscetíveis a riscos. CLASSE DE LIMPABILIDADE E CARACTERÍSTICAS classe 1 impossibilidade de remoção da mancha classe 2 removível com produto de limpeza especial (ácido clorídrico ou acetona) classe 3 removível com produto de limpeza forte (água sanitária ou ácido muriático diluído) classe 4 removível com produto de limpeza fraco (detergentes convencionais) classe 5 máxima facilidade de remoção (água) Quanto mais lisa e especular a superfície dos produtos. Em locais de alto tráfego.De um modo geral. São cinco as classes de limpabilidade. principalmente na fase de obra.000 Semi-Poroso mínimo 900 Poroso Piso = 600 Parede de 200 a 400 7 . é recomendável utilizar capachos ou similares na entrada dos ambientes. Resistência à flexão Trata-se de uma característica intrínseca do revestimento cerâmico. bem como no uso e manutenção.

Verificação da Impermeabilidade (1985) NBR 9598: Telha Cerâmica de Capa e Canal Tipo Paulista . pois o gelo provoca dano ao produto devido ao seu aumento de volume quando a água se solidifica no interior dos poros da cerâmica.Verificação da Resistência à Compressão (1983) Telhas NBR 6462: Telha Cerâmica Tipo Francesa . maior a resistência ao gelo. para aplicações em pisos externos ou fachadas. para absorver estas variações. A expansão por umidade é a maior responsável pelo aparecimento do gretamento. normalmente em forma circular ou como uma teia de aranha.Determinação da Área Líquida (1983) NBR 6461: Bloco Cerâmico para Alvenaria .Determinação da Carga de Ruptura à Flexão (1987) NBR 7172: Telha Cerâmica Tipo Francesa (1987) NBR 8038: Telha Cerâmica Tipo Francesa . tanto na parede como no piso. NORMAS TÉCNICAS . As normas exigem dos fabricantes a garantia de resistência ao gretamento. A expansão por umidade máxima recomendada por norma é 0.Determinação da Massa e da Absorção de Água (1985) NBR 8948: Telha Cerâmica . É indispensável a utilização de juntas de aplicação entre as peças e juntas de dilatação para aplicação em áreas muito grandes.Dimensões (1986) 8 .Resistência ao ataque químico É a capacidade que a superfície da peça cerâmica possui de não alterar sua aparência quando submetida a determinados produtos químicos padronizados. Resistência ao gelo Está diretamente ligada à absorção de água. onde ocorre neve ou geadas fortes. Quanto menor a absorção de água. com excessão de produtos onde se procura propositadamente efeitos decorativos com as gretas. Resistência ao gretamento Gretamento é o nome dado às fissuras sobre a superfície esmaltada. O ensaio consiste basicamente em submeter a peça (10 vezes) à variações bruscas de temperatura alternando-se quente (110°C) e fria (10°C) para verificar se resiste sem apresentar trincas. CLASSES DE RESISTÊNCIA AO ATAQUE DE PRODUTOS QUÍMICOS DOMÉSTICOS E DE PISCINA GA resistência química elevada GB resistência química média GC resistência química baixa Dilatação por umidade e dilatação térmica É o aumento do tamanho da peça mediante contato prolongado com umidade ou variação de temperatura.6 mm/m.Forma e Dimensões.CERÂMICA VERMELHA Blocos NBR 7171: Bloco Cerâmico para Alvenaria (1992) NBR 8042: Bloco Cerâmico para Alvenaria .(1987) NBR 8947: Telha Cerâmica .Formas e Dimensões (1992) NBR 8043: Bloco Cerâmico Portante para Alvenaria . É importante para as regiões frias. Resistência ao choque térmico Indica se o revestimento é capaz de resistir às variações bruscas de temperatura sem apresentar danos. evitando o estufamento do painel.

Anexo H: Determinação da resistência ao ataque químico Anexo J: Determinação da expansão por umidade.Especificação e Métodos de Ensaios (Abril/1997): Anexo A: Análise visual do aspecto superficial. da curvatura central. Anexo F: Determinação da resistência ao gretamento.Conexão Cerâmica para Canalização .Terminologia – (Abril/1997) NBR 13817: Placas Cerâmicas para Revestimento . Tijolo Maciço Cerâmico para Alvenaria NBR-6460: Tijolo maciço cerâmico para alvenaria . Anexo U: Procedimentos de amostragem e critérios de aceitação e rejeição.Verificação da resistência à compressão (1983) NBR-8041: Tijolo maciço cerâmico para alvenaria . Anexo P: Determinação de chumbo e cádmio. Anexo T: Grupos de absorção de água.NBR 9599: Telha Cerâmica de Capa e Canal Tipo Plan . da retitude dos lados. Anexo Q: Determinação da resistência ao impacto.Determinação do teor de chumbo e de cádmio liberado (1988) 9 . Anexo X: Exemplos de cálculos de desvios dimensionais.CERÂMICA DE USO DOMÉSTICO NBR-10258: Superfície de peças cerâmicas vidradas . • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Anexo B: Determinação da absorção de água. Anexo S: Determinação das dimensões.Verificação dimensional (1994) NORMAS TÉCNICAS . NORMAS TÉCNICAS . Anexo M: Determinação da resistência ao congelamento.Determinação de Carga de Ruptura à Flexão (1986) NBR 13582: Telha Cerâmica Tipo Romana (1996) NBR 6462: Telha Cerâmica tipo Francesa .Verificação da Permeabilidade (1991) NBR 6582: Tubo Cerâmico para Canalizações .Determinação de carga de ruptura à flexão (1987). Anexo D: Determinação da resistência à abrasão superficial. Anexo E: Determinação da resistência à abrasão profunda. Anexo K: Determinação do coeficiente de dilatação térmica. da ortogonalidade dos lados. Anexo C: Determinação da carga de ruptura e módulo de resistência a flexão.Dimensões (1986) NBR 9600: Telha Cerâmica de Capa e Canal Tipo Colonial . da curvatura lateral e do empeno. Anexo G: Determinação da resistência ao manchamento.Forma e Dimensões (1983) Tubos Cerâmicos NBR 5645: Tubo Cerâmico para Canalizações (1990) NBR 6549: Tubo Cerâmico para Canalizações .Verificação da Resistência à Compressão Diametral (1991) NBR 7529: Tubo e Conexão Cerâmicos para Canalizações . Anexo N: Determinação do coeficiente de atrito.Verificação Dimensional (1991) NBR 7689: Tubo e Conexão Cerâmicos para Canalizações . Anexo R: Determinação da diferença de tonalidade.Determinação da Absorção de Água (1991) NBR 7530: Tubo Cerâmico para Canalizações . Anexo L: Determinação da resistência ao choque térmico.Determinação da resistência química (1991) NBR-8410 .Classificação – (Abril/1997) NBR 13818: Placas Cerâmicas para Revestimento .PLACAS CERÂMICAS PARA REVESTIMENTO NBR 13816: Placas Cerâmicas para Revestimento . Anexo V: Determinação da dureza segundo a escala Mohs.Dimensões (1986) NBR 9601: Telha Cerâmica de Capa e Canal (1986) NBR 9602: Telha Cerâmica de Capa e Canal .

Bidê .Determinação da dilatação térmica linear reversível . (1985) NBR-6498: Bacia sanitária de material cerâmico de entrada horizontal e saída embutida vertical Dimensões (1997). NBR-12489: Material cerâmico .Determinação do teor de umidade de matérias primas e de refratários não-conformados (1996) 10 .Lavatório de sobrepor .Minilavatório de fixar na parede . NORMAS TÉCNICAS .Determinação da resistência à compressão a temperatura ambiente (2001) NBR 6225: Materiais refratários conformados . NBR-9059: Material cerâmico sanitário .Determinação do cone pirométrico equivalente .Dimensões (1998). NBR-6499: Material cerâmico .Método para inspeção por atributos (1997) NBR 6115: Materiais Refratários Isolantes .Determinação da refratariedade sob carga (1995) NBR 6224: Materiais refratários densos conformados .Dimensões (1998) NBR-6500: Mictórios de material cerâmico .Determinação da densidade de massa aparente.Material cerâmico .(1998) NBR-12096: Caixa de descarga . porosidade aparente.Dimensões .Determinação da resistência à flexão à temperatura ambiente (1997) NBR 6114: Materiais refratários conformados . NBR-9338: Bacia sanitária de material cerâmico com caixa acoplada e saída embutida vertical .Verificação da resistência mecânica (1997) NBR-12490: Bacia sanitária de material cerâmico com caixa integrada e saída embutida vertical Dimensões (1997).Lavatório de embutir .Determinação do índice de trabalhabilidade -(1994) NBR 6637: Materiais refratários .Dimensões (2000).Determinação da densidade de massa real .Determinação da densidade de massa aparente. NBR-12488: Material cerâmico . NBR-9060: Bacia sanitária .Verificação da resistência ao gretamento (1985). NBR-10353 . NBR-9065: Material cerâmico .(1995) NBR 6222: Material Refratário .Determinação da variação linear dimensional (2001) NBR 6368: Material refratário plástico .(1995) NBR 6945: Materiais Refratários .Verificação do funcionamento (1997) NBR-13819: Aparelhos sanitários de material cerâmico .Lavatório de fixar na parede . absorção e densidade aparente da parte sólida (1997) NBR 6221: Materiais Refratários . (1996) NBR 6220: Materiais refratários densos conformados .(1995) NBR 6223: Material Refratário .Dimensões (1997).MATERIAIS REFRATÁRIOS NBR 6113: Materiais refratários densos conformados .NORMAS TÉCNICAS .Dimensões (1998).Verificação de desempenho (1992).LOUÇA SANITÁRIA NBR-6463: Material cerâmico sanitário .Determinação da absorção de água.Dimensões (1998).

Determinação do ataque por escória pelo método estático (1995) NBR 9642: Materiais refratários . à temperatura ambiente de canais e luvas cilíndricas (1996) NBR 9881: Material Refratário .Determinação do carbono fixo (1997) NBR 9634: Materiais Refratários conformados para carros-torpedo .Terminologia (1997) NBR 8827: Materiais refratários .NBR 6946: Materais refratários .Análise Química (1983) NBR 8003: Materiais refratários isolantes conformados .Determinação da variação linear dimensional(1999) NBR 8592: Materiais refratários densos granulados .Determinação da porosidade total (1997) NBR 8382: Materiais refratários não-conformados .Amostragem para inspeção por variáveis (1997) NBR 8002: Material Refratário de Alto Teor em Sílica . da absorção e da porosidade aparente (1995) NBR 8825: Amostragem de materiais refratários não-conformados (1996) NBR 8826: Materiais Refratários .Análise química de materiais refratários sílico-aluminosos (1985) NBR 8829: Material refratários básicos .Determinação da resistência à compressão.Determinação do tempo de retenção de água de argamassas (1997) NBR 8828: Material Refratário .Determinação da força ligante da argamassas (2001) NBR 8385: Materiais refratários não-conformados.Determinação da densidade de massa aparente.Características gerais e especificações (1997) NBR 9638: Materiais refratários conformados para fornos elétricos a arco .Determinação granulométrica por peneiramento de matérias-primas refratárias e refratários não-conformados (2001) NBR 7999: Materiais refratários conformados .Amostragem para inspeção por atributos em materiais refratários conformados (1995) NBR 8384: Materiais refratários não-conformados .Determinação da Pressão e da Velocidade de Extrusão para Massas de Tamponamento de Furo de Gusa (1993) 11 .Determinação da resistência à hidratação (1996) NBR 9210: Materiais refratários conformados ligados a piche ou impregnados . concretos isolantes.Características Gerais (1995) NBR 9636: Materiais Refratários para convertedor LD .Características gerais (1995) NBR 9639: Padiolas para transporte de materiais refratários (1991) NBR 9640: Materiais refratários anti-ácidos conformados .Preparação de corpos-de-prova de concretos para projeção.Determinação da resistência à flexão a quente (1999) NBR 9644: Preparação de Amostras para análise química de materiais refratários (1986) NBR 9749: Materiais refratários . densos e de fluência livrre (2001) NBR 8383: .Características Gerais (1995) NBR 9635: Materiais Refratários conformados para panelas de aço e de gusa .Determinação da resistência ao ataque por ácido sulfúrico ou por ácido clorídrico (1995) NBR 9641: Materiais refratários densos .Características (1995) NBR 9637: Materiais refratários conformados densos para lingotamento indireto .

(1994) NBR 13185: Materiais refratários densos .Determinação da massa específica aparente solta (1992) NBR 12601: Materiais Refratários.X. válvulas e sedes de válvulas Características gerais (1992) NBR 10237: Materiais Refratários .Determinação da consistência normal e dos tempos de pega (1997) NBR 10036: Materiais refratários conformados para fornos rotativos (1993) NBR 10037: Materiais refratários para luvas de haste.Análise Química (1990) NBR 12173: Material refratário granulado fino .Preparação de corpos-de-prova de massas de socar.Características Gerais (1994) NBR 10586: Materiais refratários para regeneradores de Alto Forno (1993) NBR 10955: Materiais refratários isolantes .Classificação (2001) NBR 10358: Materiais refratários para uso geral .Determinação da resistência à erosão à temperatura ambiente (1999) 12 .Análise Química de materiais refratários aluminosos por espectrometria de fluorescência de Raios-X (1990) NBR 11508: Materiais refratário não-conformados .Determinação do Carbono Fixo (1994) NBR 9997: Cimento aluminoso . tampões grafitados.NBR 9882: Material Refratário Carbonáceo Não Conformado .Preparação de corpos-de-prova de massas para tamponamento de furos de gusa de alto-forno (1997) NBR 11221: Materiais refratários não-conformados .Determinação da densidade aparente (1997) NBR 11222: Materiais refratários densos não-conformados .Determinação das resistências à flexão e à compressão à temperatura ambiente (1997) NBR 10957: Materiais refratários não-conformados . de projeção e plásticos (1997) NBR 11220: Materiais refratários não-conformados .Preparação de corpos-de-prova de massas para canais de corrida de alto-forno (1997) NBR 11302: Materiais Refratários Aluminosos .Determinação das resistências à flexão e à compressão à temperatura ambiente (1997) NBR 11223: Materiais refratários não-conformados .Análise Química (1989) NBR 11303: .Análise Química por Espectrometria de Fluorescência de Raios .Formatos e Dimensões (1992) NBR 12856: Fornecimento de Materiais Refratários (1997) NBR 12860: Materiais Refratários Magnesianos .Características gerais e especificações (1997) NBR 10359: Materiais refratários .Análise Química por espectrometria de fluorescência de Raios-X (1993) NBR 12983: Materiais Refratários para Desgaseificação a Vácuo RH (1993) NBR 13100: Materiais Refratários Cromo-Magnesianos .Determinação da porcentagem de água em massa ligada a piche para tamponamento de furo de gusa (2001) NBR 10585: Materiais refratários conformados para alto-fornos .Determinação da consistência de argamassas (1990) NBR 12043: Carbeto de Silício .

Determinação das resistências à flexão e à compressão à temperatura ambiente (1997) NBR 13847: Cimento aluminoso para uso em materiais refratários (1997) NBR 13958: Materiais refratários especiais conformados densos para fornos de vidro .Características gerais e especificações (1997) NBR 13906: Materiais refratários não-conformados granulados e embalados em contêiners .Determinação da velocidade ultra-sônica (2001) BIBLIOGRAFIA ABC – Associação Brasileira de Cerâmica.Determinação da fluidez de concretos convencionais e de fluência livre (2001) NBR 13355: Material Refratário .Determinação da resistência ao choque térmico com resfriamento em água (1997) NBR 13318: Materiais Refratários Conformados Antiácidos .Determinação da vazão de ar através de plugues (1995) NBR 13590: Materiais refratários densos .Amostragem (1997) NBR 14641: Materiais refratários densos conformados .NBR 13201: Material Refratário Conformado .Determinação do Escoamento (1994) NBR 13202: Materiais refratários .Características Gerais (1995) NBR 13319: Materiais refratários isolantes conformados para uso geral .Características gerais (1997) NBR 13320: Materiais refratários .Determinação da permeabilidade (1996) NBR 13845: Cimento aluminoso com agregado padrão . 13 .Determinação do tempo de pega (1997) NBR 13846: Cimento aluminoso com agregado padrão .Características gerais e especificações (1997) NBR 13959: Materiais refratários conformados densos para fornos de vidro .

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